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Drafting Definitions for Emerging Concepts and Terms Undergoing Semantic Shift Within the ARTES Knowledge Base: A Protocol for Integrating LLMS Into Terminological Analysis by Experimental Approach

Mojca Pecman

Abstract

This paper presents a protocol for evaluating and integrating generative AI (GenAI) tools in the framework of the terminological analysis of emerging, semantically unstable terms, absent from established term bases. Implemented within the ARTES knowledge base, the protocol supports Master’s students in translation at Université Paris Cité, in their task consisting of conducting a terminological analysis required for their dissertation. The study focuses particularly on terms displaying semantic instability and variation, thereby giving rise to semantic neologisms, and on evaluating the effectiveness of GenAI in retrieving existing definitions and drafting new terminological definitions for such terms. A survey of students’ GenAI use and an experimental study on the concept of data pollution illustrate the approach. Findings show corpus-linguistic tools help structure conceptual knowledge and critically assess GenAI outputs, confirming the need for human oversight. The study proposes a model for prompt construction and evaluation, a systematic process for building a collection of effective prompts, and a methodology that combines LLMs and corpus linguistics’ techniques for terminology management.

Full text

Te minologia e e minologia 2025, ol. 32, p. 1 a 43 Ligação de con eúdos Tu inio nuo oda ISN 2669-2198 (online elek oninis) (em inglês) Di ei os au o ais © 2025 Mojca Pecman. Publicado pelo Ins i u o da Língua Li uana. Es e é um a igo de Acesso Abe o dis ibuído sob os e mos da Licença de A ibuição C ea i e Commons, que pe mi e uso, dis ibuição e ep odução ilimi ados em qualque meio, desde que o au o o iginal e a on e sejam c edi ados. Ins i uições de Língua Li uana. Šis s aipsnis é a i os p ieigos, pla inamas pagal C ea i e Commons‚ p isky imo licencijos sąlygos, leidžiančias ne ibo ai naudo i, pla in i i a ku i u inį be kokioje laikmenoje, nu odan au o ių i šal inį. Recebido po : Gau a: 2025-09-10. Acei o: P iim a: 2025-09-22 1 DEFINIÇÕES DRAFTING pa a os concei os e e mos eme gen es em cu so de mudança semân ica den o da base de conhecimen os das a es: um p o ocolo pa a a in eg ação de LLMS em análise e minológica po meio de expe imen ação Abo dagem Naujų są okų i seman iniu poslinkiu pasižyminčių e minų apib ėžčių engimas ARTES bases de conhecimen os kon eks e: didžiųjų kalbos modelių in eg a imo į e minologinę analizę ekspe imen inis p o okolas MOJCA PECMAN (em inglês) Uni e sidade de Pa is Ci é E-mail: mojca.pecman@u-pa is. ORCID ID: h ps: o cid.o g/0000-0002-6753-1936 Campos de pesquisa: banco de dados de conhecimen o ARTES, e minologia baseada em co pus, neologismos semân icos, elabo ação de de inições e minológicas, IA gene a i a, engenha ia ápida pa a e minologia. h ps: doi.o g/10.35321/ e m32-02 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ Resumo das conclusões Es e a igo ap esen a um p o ocolo pa a a alia e in eg a e amen as de IA gene a i a (GenAI) no âmbi o da análise e minológica de e mos eme gen es, seman icamen e ins á eis, ausen es das bases de e mos es abelecidas. Implemen ado den o da base de conhecimen os ARTES, o p o ocolo apoia os es udan es de mes ado em adução da Uni e si é Pa is Ci é, na sua a e a de ealiza uma análise e minológica necessá ia disse a ion. The s udy ocuses pa icula ly on e ms displaying seman ic ins abili y and a ia ion, he eby gi - ing ise o seman ic neologisms, and on e alua ing he e ec i eness o GenAI in e ie ing exis ing de ini ions pa a a sua adução e elabo a no as de inições e minológicas pa a ais e mos. Uma pesquisa sob e o uso da GenAI po es udan es e um es udo expe imen al sob e o concei o de poluição de dados ilus am a abo dagem. Os esul ados mos am que as e amen as co pus-linguís icas ajudam a es u u a o conhecimen o concei ual e a a alia c i icamen e os esul ados da GenAI, con i mando a necessidade de supe isão humana. O es udo p opõe um modelo pa a a cons ução e a aliação ápidas, um p ocesso sis emá ico pa a a cons ução de uma coleção de ins uções e icazes e uma me odologia que combina écnicas de LLM e linguís ica de co pus pa a e minology managemen . 2 Pala as-cha e: banco de dados de conhecimen o ARTES, e minologia baseada em co pus, neologismos semân icos, elabo ação de de inições e minológicas, IA gene a i a, engenha ia ápida pa a e minologia. ANOTACIJA Šiame s aipsnyje p is a omas gene a y inio DI (GDI) į ankių e inimo e minologinių analizės kon eks e i jų in eg a imo į e minologinės analizės sis emą, aikomą p ipažems, seman iškai nes abiliems, įin as e minų bazes neį auk iems e minams, p o okolas. Jis, įgy endinamas ARTES conhecimen os bazėje, paleng ina abalho Pa yžiaus uni e si e o e imo magis an ū os s uden ams, a liekan iems e minologinę analizę, eikalingą baigiamiesiems da bams. Ty ime p incipalmen e a enção ski iama e minams, ku ie pasižymi seman iniu nes abilumu i a ian iškumu, odėl ai lemia seman inius neologizmus, bei GDI eiksmingumo a enkan esamas šių e minų apib ėž is i engian naujas šių e minų apib ėž is į e inimui. Me odą ilius uoja a lik a s uden ų apklausa dėl GDI naudojimo i ekspe imen inis są okos es udo de poluição de dados (klaidingų duomenų į ašymas). Rezul a ai odo, kad eks ynų ling is ikos į ankiai padeda s uk ū izuo i koncep ualias žinias, k i iškai į e in i GDI iš es is i pa i ina žmogaus a liekamos p iežiū os po eikį. Ty ime siūlomas užklausų kū imo i e inimo modelis, sis emingas p ocesas eiksmingų užklausų inkiniui ku i bei didžiųjų kalbos modelių i eks ynų ling is ikos echnikas sude inan i e minologijos aldymo me odologija. ESMINIAI ŽODŽIAI: ARTES bases de conhecimen os, eks ynais g indžiama e minologija, seman iniai neologizmai, e minologinių apib ėžčių engimas, gene a y inis DI, užklausų kū imas e minologijai. INTRODUÇÃO Nes e es udo, ap esen amos o p o ocolo pa a a análise e minológica assis ida po GenAI, implemen ado no âmbi o do p oje o ARTES. O p o ocolo é especi icamen e concebido pa a 1 abo da concei os eme gen es que ainda não es ão documen ados nas bases de dados e minológicas exis en es, mas que são cada ez mais u ilizados na li e a u a especializada. Os concei os eme gen es de em, em p imei o luga , se de inidos. O p ojec o ARTES cen a-se na c iação dos ecu sos linguís icos e do conhecimen o necessá ios pa a abo da ais concei os, que mui as ezes dão o igem a a iações e minológicas - o mais ou semân icas - e que são ge almen e ausen es das bases de e mos es abelecidas (c . L[…]Homme 2024b). Nes e con ex o, os e mos são analisados u ilizando uma me odologia baseada em co pus e egis ados na base de conhecimen os ARTES, que unciona an o como base de e mos como como e amen a 2 pedagógica pa a o ensino de e minologia aos u u os adu o es da Uni e si é Pa is Ci é. Além disso, o ARTES é a i amen e u ilizado pelos es udan es de mes ado como pa e da sua disse ação de mes ado em e minologia. Todos os anos, os es udan es compila am co po a compa á eis pa a ealiza análises e minológicas ap o undadas e elabo a egis os de e mos pa a apoia a adução especializada. Es e es udo p e ende a alia a con ibuição dos g andes modelos linguís icos (LLMs) pa a a ges ão e minológica nes e con ex o educa i o especí ico e salien a a impo ância de ealiza uma análise baseada em co pus an es de in e agi com e amen as de in eligência a i icial gene a i a (GenAI). O es udo ilus a ambém a con ibuição da e minologia pa a a engenha ia do conhecimen o e a sua ligação, nes e con ex o, com a in eligência a i icial (Condamines 2022). U ilizando um co pus pilo o compos o po ex os que ep esen am á ios con ex os de comunicação especializada e semi-especializada em inglês, analisamos o concei o de poluição de dados po meio de Knowledge-Rich Con ex s (KRCs) (Meye 2001). 1 Disponí el no ende eço: h ps://al ae.u-pa isci e. /a es-aide-a-la- edac ion-de- ex es-scien i iques. 2 A ailable a : h ps://a es.app.uni -pa is-dide o . /a es-sym ony/web/app.php. 3 O signi icado do e mo poluição de dados começou a muda em 2018, o nando-se um candida o alioso pa a es uda p ocessos de mudança semân ica e os desa ios en ol idos na de inição de neologismos semân icos. Embo a o e mo seja cada ez mais usado em inglês (jun amen e com sua con apa e mais es abelecida, a poluição digi al, que é bem documen ada em bases de e mos), ainda não oi egis ado em g andes bancos de dados e minológicos com seu signi icado ecém-eme gen e. Es e es udo desc e e as ases de um p o ocolo expe imen al concebido pa a explo a e a alia a con ibuição das e amen as GenAI pa a o abalho e minológico, com especial a enção à elabo ação de de inições. O objec i o é ealiza uma adap ação in o mada do cu ículo de e minologia no p og ama de mes ado pa a o ano académico de 2025-2026. A in eg ação de e amen as GenAI na ges ão do semes e ambém é mo i ada pela e olução das necessidades dos es udan es iden i icadas a a és de uma pesquisa cujos esul ados são ap esen ados nes e es udo. É ambém impulsionado pelos 3 equisi os do Mes ado Eu opeu em T adução (EMT), acompanhado do Mes ado ILTS em 2009. A úl ima e são do quad o de compe ências EMT (2022), que ab ange o pe íodo 2023-2028, coloca especial ên ase na in eg ação de ecnologias e na necessidade de que os u u os adu o es a ualizem con inuamen e as suas compe ências em e amen as e ecnologias de adução. À luz dos ecen es a anços na IA e na adução au omá ica neu al (NMT), es e aspec o o nou-se cen al pa a as necessidades a uais de o mação. A p imei a seção do es udo é dedicada à ap esen ação do con ex o de undo, com pa icula ên ase na in e conec i idade en e e minologia, linguís ica de co pus e IA. Ap esen amos ambém o quad o ARTES pa a a análise e minológica e a e apa-cha e des e p ocesso: a elabo ação de de inições e minológicas. In oduzimos ambém a abo dagem expe imen al pa a a in eg ação de LLMs à análise de e mos baseada em co pus. A segunda secção ap esen a a me odologia pa a a elabo ação de um p o ocolo pa a a in eg ação da GenAI e a pesquisa ealizada en e os es udan es do Mes ado. A úl ima secção o nece a análise do p o ocolo concebido pa a a ecolha e elabo ação de de inições e minológicas a a és da in eg ação da GenAI a a és de uma abo dagem c í ica. Também ilus amos a ase inal da análise que le ou à elabo ação de um egis o de e mos pa a o e mo poluição de dados na base de conhecimen o ARTES e o modelo p oje ado den o des e p o ocolo pa a cole a os pedidos de e minologia mais e icien es. TERMINOLOGIA, INTELIGENÇA ARTIFICIAL e as a es Base de conhecimen os Nes a seção, e isamos as úl imas e oluções na e minologia como uma ciência e p á ica impulsionadas pelo p og esso na IA. Em seguida, ap esen amos a pla a o ma ARTES pa a a elabo ação de egis os de e mos em linha com as no mas ISO e os p incípios FAIR, e as possibilidades que o e ece pa a in e agi com a IA. Também ap esen amos o papel cen al da de inição na análise e minológica, pa icula men e no caso de concei os e e mos eme gen es. 3 Mes ado em Indús ia da Língua e T adução Especializada (ILTS), UFR EILA, UPCi é. 4 Te minologia e In eligência A i icial De aco do com Leona di (2025: 148), o abalho ma can e de Eugen Wüs e , o undado da ciência da e minologia, é uma "pa e de uma longa adição de in e enções em línguas na u ais com o obje i o de melho a sua e iciência ep esen a i a e comunica i a". Além disso, Leona di (2025) explica que "es a adição con inua em modelos o malizados con empo âneos desen ol idos no P ocessamen o de Linguagem Na u al (NLP) que es ão na base das aplicações de In eligência A i icial". A e minologia e a IA es ão, po an o, in insecamen e ligadas. De a o, a con e gência en e Te minologia e IA pode se as eada a é 1993, quando Didie Bou igaul e Anne Condamines es abelece am um g upo de pesquisa "Te minologia e In eligência A i icial (TIA)". Na época, a IA elacionada à e minologia es a a en aizada na engenha ia do conhecimen o e nas explo ações das in e ações en e co po a e e minologia pela implemen ação de abo dagem simbólica usando pad ões pa a pesquisa de e mos candida os e modelagem de conhecimen o. concep ual ela ionships (Meye e al. 1992; Bou igaul e al. 2001; Condamines, Rebey olle 2001; Condamines 2005). Consequen ly, Te minology and AI sha e he same goal: Além disso, a in e secção en e e minologia e IA a a és de seu obje i o compa ilhado - modelagem de conhecimen o - es á en aizada no su gimen o da linguís ica de co pus no inal dos anos 80, que o neceu acesso a co po a digi ais e e amen as pa a sua explo ação. Ao co pus linguis ics became a leading app oach in e minology s udies (Pecman, Küble 2022). I has also con ibu ed o he de elopmen o he ex ual app oach o e minology longo do empo, (Bou igaul , Slodzian 1999), que é mui as ezes is o como uma eação à me odologia p esc i i a adicional da escola Wüs e ian (Humbley 2022). Es a conexão en e Te minologia, Linguís ica de Co pus e IA ambém é isí el no uso de e mos como e minologia compu acional e e minologia baseada em co pus. Na isão de Condamines (2022), esse alinhamen o his ó ico en e e minologia e IA, pe seguindo obje i os comuns e usando e amen as comuns, como co po a ou g andes coleções de dados linguís icos, se e odiu p og essi amen e, e le indo os pa adigmas em mudança e o desen ol imen o acele ado no campo da IA, que culminou nos anos 2020 com a in odução de G andes Modelos de Linguagem (LLMs). No en an o, os dados linguís icos, que se em de ese a ó io pa a a modelagem do conhecimen o, são ou o elemen o compa ilhado en e Te minologia, Co pus Linguís ica e LLMs. Em ap oximadamen e in a anos, a join en u e en e linguis as compu acionais, especialis as em PNL e TI culminou no desen ol imen o do p o ó ipo de pesquisa, Cha GPT. Lançado em no emb o de 2022, o Cha GPT apidamen e e oluiu pa a um aplica i o amplamen e u ilizado, ilus ando a ápida acei ação pública das ino ações de in eligência a i icial. Os anos seguin es o am ca ac e izados pela p oli e ação de di e en es ipos de LLMs e e amen as GenAI: Cha GPT, DeepSeek, Pe plexi y, Gemini, Claude, e c. 5 A mudança de pa adigma impulsionada pela In eligência A i icial A mudança de pa adigma azida pela IA es á em andamen o, ampliando o escopo e as possibilidades an o pa a a pesquisa quan o pa a o ensino, o ien adas a pa i de ago a pa a a a aliação e in eg ação da IA. Em elação à e minologia, à adução especializada e à linguís ica de co pus, o oco es á na a aliação c í ica da e icácia e das a madilhas da assis ência da IA na análise linguís ica, na adução e na ges ão de e mos. Embo a a maio ia dos abalhos sublinhe a necessidade de uma abo dagem c í ica, pa icula men e no con ex o de línguas especializadas: Raus, Ma ioda 2024; San Ma ín 2024; Da ies 2025; Küble , Pecman 2025; os a igos al amen e en usias as em elação às possibilidades o e ecidas pelas e amen as de IA ambém podem se encon ados, como o es udo de Sch y e (2023) sob e os e ei os do Cha GPT na lexicog a ia ge al da linguagem. Ao mesmo empo, a in es igação des inada a melho a o desempenho dos modelos de LLM es á especi icamen e in e essada na e minologia especí ica do domínio, em pa icula nos ecu sos pa alelos, que se em de dados de o mação de al a qualidade: po exemplo, Ballie e al. 2021; Béna d e al. 2023; Zhu e al. 2023. Além disso, nes e con ex o de ápida p opagação da IA, o núme o c escen e de publicações e con e ências con ida os cien is as a jun a -se à e lexão sob e o papel da IA na ciência e no ensino, nas p á icas p o issionais e sociais, sob e ques ões é icas e do RGPD (Regulamen o Ge al de P o eção de Dados), bem como sob e as ques ões elacionadas com os dados de o mação limi ados pa a línguas de meno di usão. Ras ie 2021; Casal, Kessle 2023; Fina di 2023; Lommel 2024. As ins i uições con ibuem pa a o deba e o ganizando e en os impo an es. A Con e ência In e p e ing Eu ope 2025 con idou p o issionais, especialis as da 4 indús ia, acadêmicos e es udan es pa a a discussão sob e o u u o da in e p e ação, como p o issão, em elação aos a anços na IA. Na Cimei a de Ação sob e In eligência A i icial de 2025 (Somme pou l'ac ion su l'in elligence a i icielle) ealizada em Pa is, mais de 60 países assina am pela p imei a ez uma decla ação des inada a p omo e uma IA con iá el, sus en á el e 5 inclusi a. Ao mesmo empo, os meios de comunicação social e a imp ensa ampli icam o deba e azendo o ema pa a a es e a pública, es imulando os pesquisado es a alcança um público mais amplo e a conside a uma gama mais ampla de gêne os e on es: po exemplo, Falgas, Robe 2023; Fina di 2023; Da ies 2025. Po an o, é digno de no a que o p og esso na IA em um g ande impac o nos ambien es cien í icos, acadêmicos e educacionais. No con ex o dos es udos de adução e linguagem, a c escen e in luência da IA es á a emodela signi ica i amen e o compo amen o dos es udan es, pa icula men e na o ma como p ocu am e cons oem de inições. Como obse ado po P asznik e Lew (2025), o Cha GPT p o ocou deba e en e os lexicóg a os. Em seu es udo ecen e sob e o impac o da IA en e es udan es poloneses de inglês, eles descob i am que o Cha GPT é amplamen e usado e conside ado uma e amen a aliosa pa a esc i a e adução. Os au o es ela am que os alunos ambém eco em a ele em busca de inspi ação, cu iosidade e en e enimen o. Eles ambém en a izam que o papel u u o da IA no campo pe manece ince o. À medida que o cená io ecnológico e olui, assim como as p á icas acadêmicas, c iando a necessidade de e isa os quad os educacionais e me odológicos pa a e le i essas mudanças. 4 Disponí el em: h ps: knowledge-cen e- ansla ion-in e p e a ion.ec.eu opa.eu/en/e en s/in e p e ingeu ope-con e ence-2025. 5 Disponí el em: h ps: www.elysee. /somme -pou -l-ac ion-su -l-ia. 6 Consequen emen e, g ande pa e da pesquisa a ual em e minologia, desen ol imen o de ecu sos linguís icos e c iação de dicioná ios es á ago a ocada no exame da mudança de pa adigma in oduzida pelas e amen as de IA, jun amen e com sua a aliação c í ica e po encial in eg ação no ensino e na pesquisa. Inicia i as ecen es no á eis incluem uma edição especial da e is a Te minology, Te minology and AI, p og amada pa a 2027 e um wo kshop em Pa is em 2025 explo ando o papel dos dicioná ios na e a da IA. Como Al amei (2024: 429) en a iza, a 6 in eg ação do CL [Co pus Linguis ics] com o Cha GPT em g ande po encial pa a a comp eensão da linguagem na e a digi al. Em ou as pala as, em ez de se cau elosos na aplicação do Cha GPT, os linguis as de e iam examina a impo ância de undi o CL e o Cha GPT. Mesmo os p og amas académicos linguís icos de em conside a a impo ância da aplicação da ecnologia no plano de es udos dos seus diplomas. Além disso, não são apenas os linguis as que de em e em con a es e pon o, mas os es udiosos de ou os campos que de em conside a es es aspec os e pensa sob e a u ilização e icaz da ecnologia no es udo de campos do conhecimen o humano.Nes e con ex o de necessidade u gen e de e lexão c í ica sob e o papel da IA e o desen ol imen o de p á icas ap op iadas, es e es udo p e ende explo a as possibilidades de in eg ação das e amen as GenAI no p ocesso de análise e minológica no con ex o do quad o de base de conhecimen o ARTES. A necessidade de al a aliação é ainda mais c ucial, uma ez que, com a ine i á el in eg ação da IA no abalho e minológico, a dis inção en e con eúdo c iado po humanos e con eúdo c iado po IA o na -se-á cada ez mais di usa, como salien ou San Ma ín (2024). A base de conhecimen os ARTES e a IA A base de conhecimen os ARTES em sido u ilizada desde 2010 pa a o ensino de e minologia a es udan es de Mes ado em T adução no depa amen o EILA (c . Pecman, Küble 2011; Küble , 7 Pecman 2012; Gledhill, Küble 2015; Pecman 2021). Fo nece ecu sos aliosos pa a apoia o ensino e a in es igação em e minologia e adução especializada. Desen ol ido pela equipa de in es igação da ALTAE, o ARTES é cons i uído po duas pla a o mas, uma pa a a ecolha de ecu sos e minológicos e aseológicos po es udan es de adução e a ou a pa a a 8 consul a li e da base de dados em linha. ARTES é uma base de e mos; No en an o, a sua melho ia, knowledge-o ien ed app oach o e minology and specialised discou ses also quali ies i as a knowledge base (Pecman 2018). O p incípio básico do enquad amen o ARTES é que a ges ão e icien e do p azo depende da aquisição de conhecimen os especializados. Is o pode se conseguido a a és da ealização de análises de e mos onomasiológicas e semasiológicas o ien adas e baseadas em co pus, às quais, no quad o ARTES, é adicionada a análise de conhecimen os ou edes concei uais. De e se salien ado 6 Le dic ionnai e ace à l’esso de la aduc ion au oma ique e des in elligences a i icielles géné a i es, ISIT, Pa is, 12 de Junho de 2025. Disponí el em: h ps: www.isi -pa is. /le-dic ionnai e- ace-a-lesso -de-la- aduc ionau oma ique. 7 Disponí el em: h ps: u-pa is. /eila. 8 Disponí el no ende eço: h ps://al ae.u-pa isci e. . 7 que an o a e minologia baseada em co pus (Pecman, Küble 2022) como os es udos de adução baseados em co pus (CBTS) (Küble e al. 2024) se ca ac e izam po uma o e base em dados au ên icos ex aídos de co po a, usados pa a abo da desa ios e minológicos e de adução. Além disso, na e minologia, os co po a são pa icula men e ú eis pa a iden i ica e analisa os e mos ecém-c iados e neologismos semân icos. Além disso, a base de dados ARTES é concebida de aco do com as no mas ISO (ISO 1087:2019, 704:2022, 12620-1:2022, 5078:2025) e os p incípios de dados FAIR (localidade, acessibilidade, in e ope abilidade e eu ilização) iniciados po Wilkinson e al. (2016) e adap ados pa a a e minologia po Vezzani e al. (2023). A ARTES o nece ecu sos aliosos pa a a o mação em NMT (c . P oje os SPECTRANS (Ballie e al. 2021; Zhu e al. 2023) e MaTOS (Béna d e al. 2023)). Os dados alinhados ou pa alelos es ão disponí eis pa a cinco ipos de i ens: e mos, colocações, de inições ( e minológicas e enciclopédicas), no as de adução e assun o ou domínio. No a ual ano acadêmico de 2025-2026, a es u u a ARTES es á sendo es endida pa a explo a a in eg ação de LLMs na análise e minológica. O p o ocolo des ina-se a e em con a as á ias ases da análise de e mos, ou seja, pa a iden i ica e mos e a ian es e minológicas, encon a colocações, e mos equi alen es, con ex os de de inição, KRC e pa a edigi de inições e no as. Pa a ga an i uma abo dagem c í ica e expe imen al pa a a a aliação dos esul ados do GenAI, a ên ase con inua á a se colocada na aquisição de conhecimen os sob e e mos a a és de uma abo dagem baseada em co pus e no desen ol imen o das compe ências necessá ias pa a a p odução de de inições de al a qualidade. Na análise e minológica, as de inições desempenham um papel cen al no p ocesso de aquisição de conhecimen o. Consequen emen e, é impo an e explo a a e icácia das e amen as GenAI pa a iden i ica de inições exis en es ele an es e edigi de inições e minológicas. P oje o de de inições e minológicas com LLMs e abo dagem baseada em co pus Com o su gimen o da e minologia como uma disciplina independen e após a p opos a de Wüs e (1968) pa a a elabo ação de dicioná ios especializados, a de inição assumiu um papel cen al como um elemen o-cha e na análise de e mos. Na in odução do seu dicioná io inglês- ancês de máquinas- e amen a, Wüs e (1968: 2.15) iden i ica a de inição como o p imei o e mais impo an e elemen o essencial pa a alcança a p ecisão e minológica. A de inição ambém é a espinha do sal da abo dagem onomasiológica (do concei o à unidade linguís ica) na análise e minológica. A de inição de concei os especializados cons i ui um p imei o passo pa a a aquisição de conhecimen os especializados e de conhecimen os e minológicos. Nos p og amas de mes ado o e ecidos no depa amen o EILA, os u u os adu o es, in é p e es e in es igado es especializados em Linguagens pa a Fins Especí icos (LSP) desen ol em es a compe ência a a és de cu sos de e minologia. A ecolha e elabo ação de de inições e minológicas pa a a base de dados ARTES é um dos equisi os pa a o design de egis os. Consis e na elabo ação de uma de inição o iginal com o objec i o de ha moniza os dados a mazenados na base de e mos e de o nece de inições pa a concei os an e io men e inde inidos ou pa a os concei os pa a os quais apenas os con ex os de a ailable. The model o d a ing de ini ions ollows ISO s anda ds 1087:2019 and 704:2022, 8 de inição são amplamen e u ilizados pelos e minólogos. Os alunos elabo am de inições selecionando as in o mações ele an es o necidas em con ex os de de inição e KRC, bem como a a és da análise de e mos seman icamen e elacionados e edes semân icas. Também ecolhem de inições exis en es quando es ão disponí eis em bases de e mos de boa epu ação (UNTERM, IATE, Te mium, e c., c . Figu a 7). A elabo ação de de inições pa a concei os ou neologismos ecém-eme gen es, especi icamen e em elação aos e mos que ap esen am ins abilidade semân ica, é al amen e desa iado a. No p ojec o ARTES, p es a-se especial a enção às si uações em que a u ilização de um e mo começa a muda e a mos a uma mudança de signi icado, le ando assim à o mação de um no o concei o. Espe a-se que a a aliação da con ibuição dos LLM pa a a sua análise seja uma a e a complexa, como discu ido po San Ma ín (2024), que obse a: "Se a elabo ação de de inições adicionais é abalhosa, a conside ação de es ições con ex uais e uncionais o na a a e a ainda mais demo ada. Es a é uma ba ei a impo an e pa a a c iação de de inições e minológicas lexí eis. As e amen as de In eligência A i icial Ge a i a (GenAI), especialmen e aquelas alimen adas po G andes Modelos de Linguagem (LLMs) como o Cha GPT, podem emo e essas ba ei as, eduzindo o empo e o es o ço necessá ios pa a c iá-las. No en an o, o impac o da GenAI pode se es ende mui o além disso, pois pode ans o ma p o undamen e os mé odos e os p opósi os subjacen es à c iação e ao consumo de de inições e minológicas.Pa a o nosso es udo, selecionamos o e mo poluição de dados, que analisamos a a és de uma abo dagem baseada em co pus an es dos es es ap esen ados nes e a igo sob e análise e minológica assis ida po IA. O e mo poluição de dados é um e mo candida o alioso pa a os ins do p esen e es udo, uma ez que ap esen a uma mudança semân ica e es á ausen e dos ecu sos e minológicos a ualmen e disponí eis. Além disso, o es udo de caso des e e mo pe mi e uma a aliação ab angen e do quad o ARTES pa a a ges ão de e mos, das an agens da análise e minológica baseada em co pus e da e icácia dos LLM pa a apoia es e p ocesso. Como é bem conhecido, os e mos que so em uma mudança semân ica al e am su ilmen e o pa adigma de conhecimen o subjacen e, o nando pa icula men e di ícil dis ingui o signi icado ecém-eme gen e do o iginal. No en an o, ais e mos e le em endências concei uais mais amplas e são de conside á el impo ância e minológica (c . Pecman 2012; 2014). No malmen e e e idos como neologismos semân icos (em oposição aos neologismos o mais) e às ezes como neosemas (Renou 2020), es e ipo de e mo esul a de uma sé ie de enômenos linguís icos, como polissemia e mic osenses, que os o nam pa icula men e desa iado es de es uda (L[…]Homme 2024a; 2024b). Como Lomba d e al. (2023) apon am: "os no os sen idos das pala as são chamados de "neologismos semân icos" e " esul am da ex ensão semân ica po meio da polisemia". Além disso, L[…]Homme (2024a: 216) explica que […]a polisemia é um enômeno p edominan e com o qual os e minólogos são equen emen e con on ados[…], o nando a ges ão de e mos polissêmicos em ecu sos e minológicos […]essencial pa a e i a ambiguidade na comunicação[…]. A secção seguin e ap esen a a me odologia ge al u ilizada pa a a elabo ação do p o ocolo expe imen al sob e a in eg ação das e amen as GenAI na edacção de egis os de e mos, com ên ase nas de inições e minológicas como elemen os undamen ais o necidos nos egis os de e mos. 9 METODOLOGIA PARA A INTEGRAÇÃO DE INSTRUTOS GENAI nas A es Quad o baseado em CORPUS Espe a-se que a in eg ação dos LLM no p ocesso de iden i icação e edação de egis os de e mos e de inições, em pa icula , economize empo e melho e a qualidade das de inições (c . San Ma ín 2024). No en an o, na nossa abo dagem, a análise baseada em co pus é ealizada an es da in odução de LLMs pa a pode in eg á-los e a aliá-los de o ma e icaz. (2025) Da ies explica, em sua a aliação c í ica de "quão bem as p e isões de La ge Language Models (ou LLMs, como Cha GPT e Gemini) coincidi am com os dados eais do co pus", que "um co pus é mui o mais ime si o e é uma expe iência mui o mais conec ada do que o que mui as ezes são apenas as exibições desnudas em LLMs". <...> […] Full- ea u ed p o a elmen e pa a usa LLMs em conjun o co po a p o ide an imme si e lea ning en i onmen wi h ex ensi e links be ween wo ds.‛ Mo eo e , Da ies sugges : ‚bo h LLMs and co po a ha e hei ad an ages and he bes is com dados de co pus, uma ez que em mui os casos essas duas " on es de dados" se complemen am mui o bem. Assim, pa a pe mi i uma in e ação e icaz com os LLM e apoia uma a aliação c í ica da sua p odução, é essencial uma comp eensão ap o undada dos dados linguís icos em análise. Consequen ly, in ou expe imen al app oach, he in e ac ion wi h LLMs elies on co pus-based e minology, combined wi h p omp enginee ing o e minology. Acco ding Pa a Boons a (2025: 7), a engenha ia de p omp s é o p ocesso de p oje a p omp s de al a qualidade que guiam os LLMs pa a p oduzi esul ados p ecisos. Es e p ocesso en ol e b incadei as pa a encon a o melho p omp , o imiza o comp imen o do p omp e a alia o es ilo e a es u u a de esc i a de um p omp em elação à a e a. No con ex o de p ocessamen o de linguagem na u al e LLMs, um p omp é uma en ada o necida ao modelo pa a ge a uma espos a ou p e isão.Pa a a engenha ia de p omp , usamos os modelos p opos os po Boons a (2025) o iginalmen e desen ol idos pa a Gemini-p o e po Schulho e al (2025), que adap amos pa a a ende a uma abo dagem c í ica de LLMs e pa a se i nosso obje i o de compila uma coleção de p omp s e icazes pa a ge enciamen o de e mos. Assim, excluímos os pa âme os que são p oje ados pa a in luencia o compo amen o do modelo, como a " empe a u a", que con ola o g au de alea o iedade na seleção de okens, po que eles não são supo ados pelas e amen as GenAI es adas aqui. 9 No en an o, podem se ajus ados com uma aseagem ápida: po exemplo, "Seja c ia i o e inespe ado". Enco aja o compo amen o de al a empe a u a, enquan o "Seja conciso e p eciso". Enco aja o compo amen o de baixa empe a u a. Na ges ão de e mos, pa a encon a dados au ên icos ele an es, pode-se espe a que o compo amen o a baixas empe a u as p oduza melho es esul ados. Pa a nossos p opósi os expe imen ais, adicionamos uma sé ie de campos ao modelo de Boonas a, a sabe : écnica de solici ação, 10 da a, comen á io e ele ância. Também ado amos a possibilidade de de ini o limi e de o ma di e sa, po um núme o de ca ac e es, okens ou i ens. 9 Eles são supo ados pela In e ace de P og amação de Aplicações (API), que pe mi e pe sonaliza os aplica i os usando LLMs. 10 Os di e en es ipos de ins uções de aco do com Boonas a (2025) incluem: ze o-sho (uma ins ução sem exemplos o necidos), one-sho (com um exemplo o necido), ew-sho (com á ios exemplos o necidos), sis ema 16 Figu a 6. As e amen as GenAI mais equen es usadas pelos alunos de Mes ado 1 e Mes ado 2 pa a a elabo ação de egis os de e mos Nes e es udo, ocamos no es e do Cha GPT da OpenAI, bem como do DeepSeek desen ol ido pela emp esa chinesa de mesmo nome e do Pe plexi y desen ol ido pela Pe plexi y AI, que usa di e en es LLMs, a sabe , o GPT desen ol ido pela OpenAI e o Claude pela An h opic. Nas secções seguin es, ap esen amos um p o ocolo sequencial sis emá ico pa a a sua in eg ação no luxo de abalho de ges ão de e mos da ARTES. U ilização de e minologia baseada em co pus pa a es a a e iciência das e amen as GenAI Como en a izado na seção an e io , no p o ocolo expe imen al que p opomos, a análise e minológica po abo dagem baseada em co pus é conduzida an es de in e agi com LLMs pa a ga an i a capacidade de a alia c i icamen e a saída GenAI. Assim, a análise oi conduzida a a és de odas as e apas do amewo k ARTES, ou seja, as e apas 1 a 7, lis adas na seção an e io , ou seja, usando o Ske chEngine (Kilga i e al. 2014) pa a design e explo ação de co pus especializados, jun amen e com co po a in eg ados no Ske chEngine e mais duas e amen as com co po a in eg ados, o Google Books Ng am Viewe (Michel e al. 12 2011) e 13 Ne speak 14 (Riehmann e al. 2012). O que é o Ne speak? A igu a 7 ilus a os esul ados da ase 1, que consis e em e i ica se o e mo é egis ado nas bases de e mos exis en es. O e mo poluição de dados a amen e é egis ado em bases de e mos bem conhecidas, pois apenas uma en ada oi encon ada no IATE, c iado em 2021, pa a o signi icado o iginal do e mo. TERMOS de busca: poluição de dados Da a de RELEVAN- ça do comen á - io do egis o básico de e mos busca: 25 de maio de 2025 Te mium Plus nenhum NA NA Vi ine linguis iq- ue nenhum NA NA 12 Disponí el em: h ps: www.ske chengine.eu. 13 Disponí el em: h psbooks.google.com/ng ams. 14 Disponí el em: h ps://ne speak.o g. 17 Regis o IATE 1 Campos e Da a de c iação do egis o: 2.3.2021, Signi icado: o p imei o signi icado do e mo. in o mações (a pa i de 2018 e 2019), equi alen es em 20 línguas (en e as quais o ancês: pollu ion des données) o necidos: de inição, con ex os, meio WIPO none NA NA UNTERM none NA NA IGI Global Dicnone NA Figu a 7. Resul ados da pesquisa do e mo poluição de dados em bases de e mos exis en es Uma ez que o con eúdo do egis o é dedicado ao signi icado o iginal do e mo, es a cons a ação é conside ada de ele ância média pa a o p ojec o de egis o isado. A Figu a 8 mos a o con eúdo dos egis os no IATE. Figu a 8. Regis o do e mo "poluição de dados" no IATE, com in o mações sob e o signi icado o iginal do e mo No en an o, os dados o necidos podem se u ilizados pa a c ia um egis o de e mos pa a a poluição de dados com o seu signi icado o iginal (que pode ia se glossado como "o ac o de poluição dos dados") a im de o con as a com o egis o dedicado à poluição de dados u ilizado com o no o signi icado (que pode ia se glossado como "a poluição causada pelos dados"). A complexidade de de ini a poluição de dados com o seu signi icado ecém-eme gido (po ezes e o mulado po poluição po dados) é pa icula men e complexa po que não só se sob epõe ao signi icado do e mo poluição digi al, mas ambém de ido à exis ência simul ânea do seu signi icado o iginal (po ezes e o mulado po poluição de dados, dados poluídos). A ecolha de in o mações a pa i de ecu sos exis en es e a sua eplicação em egis os de e mos elabo ados no ARTES con e em coe ência à análise, endo em con a o amplo âmbi o de in o mação sob e um e mo (Figu a 9). 18 Injeção de amos as de dados de einamen o maliciosamen e c iadas em um conjun o de einamen o, azendo com que o sis ema de IA ap enda um modelo inco e o e, pos e io men e, classi ique e oneamen e amos as de es e SOURCE IATE, Council-EN, com base em Yinzhi Cao e al. 2018: 1 SOONYME da a poisoning COMMENT O p imei o signi icado do e mo SOURCE MORI e al. 2024: 155 COMMENT O no o signi icado do e mo, encon ado em li e a u a mais ecen e SOURCE COELBACH e al. Hass: 9[…]10MMENT O no o signi icado do e mo, encon ado na li e a u a ecen e RELEVANCE high RELEVANCE Cas elluccia & Kaa a 2009: 1 RELEVANCE RELANCE In o mações selecionadas do IATE pa a o ARTES DB A ausência do e mo nas bases de e mos exis en es ilus a a u ilidade do based app oach. Figu e 10 shows he de ini ions e ie ed om co po a by using discou se ma ke s o de ini ional con ex s (such as ‚is a‛, ‚is he‛, ‚ e e o‛, e c.): 1 DEF. (em inglês) República da Co eia do No e A poluição de dados é o conjun o de danos ge ados po a i idades econômicas o nosso ambien e na u al, cole a social, a mazenamen o e uso, que impac a manuseio insus en á el, os ambien es. dis ibuição e ge ação de ecu sos de co pus RELEVANCE high 2 DEF. (em inglês) República da Co eia do No e A poluição de dados é o impac o ad e so in e - elacionado que a ge ação, elacionadas ao manuseio de dados, e o p ocessamen o de dados digi ais em sob e ans e salmen e os indi íduos e seu ambien e de ida e ambien e pessoal. É o dados. 3 a mazenamen o, DEF. KRC 4 DEF. (em inglês) República da Co eia do No e Con eúdos da In e ne (documen os, e-mails, cha s, imagens, ídeos, e c.) que são acúmulo de oda a In e ne são equen emen e disseminados e eplicados em de abalha com dados na ge ação do que nós chamamos de Poluição de Dados. domínio publicados no seguin e, o e mo "poluição de dados" é omado pa a se e e i ao di e en es pa es ou se ido es, "con aminações" ou "dis o ções" que podem esul a da ecnologia da in o mação. 19 SOURCE Zimme li 1986: 291 COMENTÁRIO o p imei o signi icado do e mo, encon ado em documen os menos ecen es SOURCE Ben-Shaha 2018: 133 RELEVANCE al a SOURCE Ben-Shaha 2018: 104 RELEVANCE COMENTÁRIO médio o no o signi icado do e mo, encon ado na li e a u a ecen e Figu a 10. Con ex os de de inição ecupe ados do co pus Embo a á ios con ex os de A segunda de inição ele an e pa a a elabo ação do egis o de e mos isado p o ém de um li o b anco (Hasselbalch 2022), publicado pos e io men e a uma monog a ia (Hasselbalch 2021), onde a ques ão da poluição de dados é abo dada no âmbi o de uma inicia i a independen e. 15 O con ex o de de inição 3 e 4 são conside ados de ele ância média, uma ez que apon am pa a o signi icado o iginal do e mo. Na e apa seguin e, a aquisição de conhecimen os sob e o concei o de poluição de dados a a és de co pus consis iu na análise de conco danças do e mo e, mais especi icamen e, na iden i icação de KRC. A análise de co pus pe mi iu-nos ecupe a múl iplos con ex os dos quais selecionamos os mais ele an es pa a a comp eensão do e mo e sua elação semân ica com ou os e mos ca ac e ís icos des e discu so. Es es con ex os ambém são ú eis pa a o nece os exemplos sob e o uso do e mo. A Figu a 11 mos a uma amos a de KRCs ecolhidos (com as pa es selecionadas em neg i o pa a in e agi com LLMs, ap esen adas na úl ima Seção): 1 República da Co eia do No e Reconhece que a poluição de dados é ambém um p oblema público que deg ada um ecossis ema in ei o e não apenas as es e as indi iduais dos o necedo es de dados, o e ece uma no a e ica pe spec i a sob e as soluções exis en es e in oduz de inição enham sido encon ados, apenas os dois p imei os se e e em ao signi icado ecen e oco ido po mudança semân ica. Es es con ex os de de inição o necidos na comunicação de pe i o pa a pe i o são de g ande ele ância pa a o p oje o de egis os de e mos di ecionados. O p imei o é pa icula men e ele an e, uma ez que p o ém de um 2 República da Co eia do No e A in o mação digi al é o combus í el da no a economia. Mas, como o combus í el de ca bono da elha economia, ambém con amina. As "emissões de dados" p ejudiciais são di ulgadas no ecossis ema digi al, pe u bando as ins i uições sociais e os in e esses públicos. Es e a igo desen ol e um no o quad o - poluição de dados - pa a epensa os danos que a economia de dados c ia e a o ma como no as. Têm de se egulados. a igo publicado nas ac as de uma con e ência in e nacional. 15 A Inicia i a de Poluição de Dados e Po ência. Disponí el no ende eço: h ps: www.da apollu ion.eu. 20 COMMENT he new meaning o he e m, ound in ecen li e a u e RELEVANCE high 3 República da Co eia do No e Dois usos adicionais do e mo poluição de dados podem, po an o, se combinados. Em p imei o luga , a poluição de dados pode se en endida como o impac o ad e so nos ambien es pessoais e sociais, po exemplo, nos di ei os indi iduais, ais como a p o eção de dados ou o di ei o à ida p i ada, e nas ins i uições democ á icas e nos equilíb ios de ge ação de dados que es á ans o mando os e ei os nega i os p o issionais, sociais e e mo com as suas capacidades ou necessidades pa a ecupe a in o mações ele an es SOURCE Hasselbalch 2022: 22 COMMENT he new meaning and he o iginal meaning o he e m, pu in con as RELEVA- NCE al a 4 KRC e impac o ambien al ad e so ma e ial do big da a nesses ambien es. Como no li o impac o ambien al, mas sim como os e ei os ad e sos in e - elacionados sob e os delicados equilíb ios nos nossos ecossis emas e ambien es na u ais, sociais e pessoais. Como desc i o, o e mo poluição de dados é a ualmen e usado pa a en a iza o seguin e mui o eal: o obje i o de um no o "mo imen o e de" pa a g andes dados é a b anco, a poluição de dados é a ada de o ma semelhan e não apenas como um ipo de "sus en abilidade de dados", que a a essa os ODS com conside ações de sus en abilidade ligadas às á ias mudanças ambien ais causadas pelo olume e di e sidade de g andes dados, desde seus e ei os na paisagem na u al a é nossas decisões e democ acia. SOURCE Hasselbalch 2022: 22–25 Comen á io sociais sob e o nosso ambien e na u al, po exemplo, o ca bono. O exemplo mos a o (295 ca ac e es) RELEVA- NCE al a Figu a 11. Recupe ação de con ex os icos em conhecimen os (KRCs) num co pus especializado Os KRCs 1 a 4 ilus am o e mo u ilizado com um no o signi icado. Na e apa 16 seguin e, com base nos con ex os de de inição ecolhidos e nos KRC (Figu as 10-11), podemos aze uma p opos a de de inição e minológica, ap esen ada na Figu a 12: P oje o de ipo especí ico de poluição elacionada com as ecnologias da in o mação e a e a en edamen o do no o signi icado e do signi icado o iginal da ida diá ia dos indi íduos e do digi al pode . Em segundo luga , a poluição de dados pode se desencadeada pela c escen e seu ambien e de uma o ma que pa ece não es a de aco do com a pegada de big da a. o SOURCE e mo egis o nome do au o , com base em Mo i e al. 2024, Hasselbalch e al. 2022 e Ben- 16 Cole amos ambém os KRC ele an es que ilus am o p imei o signi icado do e mo pa a edigi o egis o do e mo conco en e, a im de liga os dois egis os e o nece uma no a sob e a ligação semân ica en e os dois e mos. 21 Shaha 2018 RELEVANCE al o GOAL Encon a KRCs e e e ências ele an es MODEL Cha GPT-4- u bo LIMIT 3 de inições Figu a 12. De inição e minológica elabo ada com base na ecupe ação de co pus e KRCs Nes a ase de nossa análise expe imen al, obse amos um iés Mes ado em Di ei o. In odução de e amen as GenAI ao p ocesso de análise de e mos Encon a con ex os icos em conhecimen o (KRC) e on es ele an es P imei o es amos a capacidade do LLM pa a encon a con ex os de de inição. O obje i o e a esc e e um p omp que e o nasse os con ex os de de inição mais ele an es em ci ações seguidas de uma e e ência. Após á ias en a i as, a écnica de suges ão ilus ada na Figu a 13 p oduziu esul ados ú eis. No en an o, não de ol eu especi icamen e con ex os de de inição, o que, no caso em ap eço, não é su p eenden e. A análise baseada em co pus mos ou que os con ex os de de inição pa a a poluição de dados são a os. O p omp de ol eu KRCs ú eis e e e ências ele an es pa a o p oje o do co pus. Usando uma combinação de p omp ing do sis ema e p omp ing s ep-back, ob emos o núme o de no only he esul s ele an o he new meaning o he e m, bu also in he desi ed o ma . By es ic ing he sea ch o speci ic ype o li e a u e (scien i ic) and limi ing de inições a p ocu a ( ês), es ingimos o LLM pa a p oduzi a saída mais ele an e ( e P omp 2 na Figu a 13). Além disso, p imei o izemos uma pe gun a pa a pe mi i que o LLM a i asse o conhecimen o ge al (P omp 1 na Figu a 13), an es de pedi -lhe que encon asse os exemplos mais ele an es. A Figu a 13 ap esen a o es e ealizado no Cha GPT: cogni i o: a es ição de in e agi com LLMs an es de inaliza a análise baseada em co pus o nou-se um obs áculo, pois acabou exigindo um au o-con ole subs ancial. Na e apa seguin e, in oduzimos, po an o, LLMs pa a encon a KRCs e on es ele an es, edação de de inições in o madas po KRCs, e isão de de inições de e mos (humanos) e pa a edação de de inições DATE 13/05/2025 TECH- NIQUE ge ação de dados que es á ans o mando a S ep-back p omp ing, sys em p omp ing a a és de uma in e ação de "loop" com PROMPT Qual é a di e ença en e "poluição de 1 dados" de inida nes es e mos " ipo especí ico de pollu ion ela ed o in o ma ion echnologies and digi al e a cha ac e ised by he inc easing ida p o issional, social e co idiana dos indi íduos 22 e seu ambien e de uma o ma que pa ece não es a de aco do com as de abelas lado a lado pa a maio cla eza? PROMPT Encon e as ês encon ada. Re o na as de inições na lis a com o OUTPUT exa o Os dis in os em oco e e mos "poluição de dados" e "poluição digi al" são elacionados, mas suas capacidades. ou necessidades de ecupe ação de in o mações de inições mais ele an es do e mo "poluição de dados" na 1 âmbi o de aplicação: Poluição de dados Foco: Os e ei os p ejudiciais do excesso ou da má ges ão dos dados, da sua ecolha, a mazenamen o, p ocessamen o e u ilização. P incipais p eocupações: Sob eca ga de dados i ele an es, endenciosos ou p ejudiciais Cus os ambien ais e sociais das in aes u u as de big da a Impac os sob e a a enção humana, p i acidade e omada de decisões Dis upção dos ecossis emas sociais e in o macionais Analogia: Compa á el à poluição química […] con aminação do ambien e de in o mação com subp odu os p ejudiciais. Poluição Digi al Foco: O impac o mais amplo das ecnologias digi ais no ambien e e nos ecu sos. P incipais p eocupações: Consumo de ene gia e pegada de ca bono de disposi i os, se ido es e edes E- esíduos de ha dwa e e disposi i os Impac o do ciclo de ida da p odução e eliminação de e amen as digi ais Analogia: Compa á el à poluição indus ial - danos ísicos e ecológicos causados pela in aes u u a digi al. Resumo da di e ença A poluição de dados diz espei o ao con eúdo e às consequências dos p óp ios dados e aos seus e ei os socioambien ais. A poluição digi al diz espei o ao cus o ambien al dos sis emas digi ais que a mazenam, ele an es e "poluição digi al"? A URL. Gos a ia de uma compa ação li e a u a cien í ica e o neça as on es pa a cada de inição ansmi em e p oduzem. A in o mação digi al é o combus í el da no a economia. Mas, como o p ejudiciais são di ulgadas no ecossis ema digi al, pe u bando as ins i uições sociais e os combus í el de ca bono da elha economia, 2 ambém con amina. As "emissões de dados" in e esses públicos. Ben-Shaha O. 2018: Da a Pollu ion 679, Uni e si y o Chicago Public Law & Legal Theo y Pape Se ies. A ailable a : h ps: www.chicagounbound.uchicago.edu.public_law_and_legal_ heo y-6996.pd A poluição de dados é o impac o ad e so in e - elacionado que a ge ação, a mazenamen o, manuseio e p ocessamen o de dados digi ais em em nosso ambien e na u al, ambien e social e ambien e pessoal. É o manuseio, dis ibuição e ge ação insus en á eis de ecu sos de dados. […]Hasselbalch G. e al. 2022: Poluição de dados e ene gia […] Whi e Pape o a Global Sus ainable De elopmen Agenda on AI. A ailable a : Ene gy h ps: www. esea chga e.ne /publica ion2174889_Da a_Pollu ion_Powe Whi e_Pape _ o _a_Global_Sus a- inable_De elopmen _Agenda_Da a_on_AI_G y_by_Hasselbalch _wi h_con ibu ions_ om_ he_Pollu ion_Powe _PDP_G oup_a _Bonn_Sus ainable_AI _ Labo a ó io 23 O concei o de poluição de dados inclui a poluição de in o mação ou "in ollução" (Özdemi 2016), como cunhado po O am 1984. No en an o, a poluição da in o mação é di e en e a é ce o pon o; "A con aminação de on es de in o mação com in o mações i ele an es, edundan es, não solici adas e de baixo alo " ou, como ci am Cai e Zhang (1996): "é uma pilha de mensagens di undidas, mas indesejadas e que um dia, essas mensagens pode iam in luencia um KRC, uma ci ação, enganosa (consis e em duas de inições de Poluição de Dados e T ibu ação VANCE COM-1s não um con ex o de de inição, um KRC, uma ci ação, on e o necida e bem p o undamen e a ida social, azendo MENT 2o um con ex o de de inição, uma ci ação, uma on e o necida e esul ados nega i os bem cons uídos". 3o não um con ex o de de inição, 2022)." Disponí el em: RELEhigh h ps: www.academia.edu.68964867 Da a_Pollu ion_and_Taxa ion cons uída ou o e mo), on e o necida mas mal cons uída, não um egis o cien í ico ( egis o acadêmico) Figu a 13. Engenha ia ápida pa a ge enciamen o de e mos: encon a KRC e e e ências ele an es com Cha GPT Embo a apenas um dos qua o con ex os de de inição encon ados pela abo dagem baseada em co pus enha sido de ol ido, jun amen e com dois KRCs, a saída é ele an e pa a a análise do concei o de poluição de dados. Em p imei o luga , a saída mos a que a abo dagem baseada em co pus não pode se igno ada pa a seleciona os melho es con ex os de de inição e KRCs, bem como pa a a alia e e i amen e a saída do LLM. Em segundo luga , o Cha GPT e o nou uma on e que não oi iden i icada du an e a ase de p oje o do co pus. Embo a pe ença a um egis o acadêmico e não cien í ico, pode se ú il na análise 17 subsequen e de e mos seman icamen e elacionados e se usado pa a aumen a o co pus: o ma cado discu si o ‚inclui‘ in e e que a poluição da in o mação é um me ônimo de poluição de dados, e os ma cado es ‚o ‛ e as ci ações simples que in olução é um sinônimo de poluição da in o mação. No en an o, es a e cei a p opos a ei a pelo Cha GPT como con ex o de de inição é enganosa po que con ém duas de inições de ou o concei o (poluição da in o mação) e nenhuma de inição do concei o p ocu ado. Além disso, num pedido an e io , u ilizámos a mesma ins ução sem especi ica que o esul ado espe ado são as ci ações, o que esul ou em ci ações e o muladas e dados enganosos ( e Figu a 24 no apêndice). Redacção de de inições in o madas pelo KRC O es e seguin e consis iu em pedi aos LLMs que edigissem uma de inição apoiada po uma selecção de KRCs. Selecionamos ês KRC: o con ex o de de inição 1 (na Figu a 10) e os ex a os dos KRC 1 e 4 (apa ecendo em neg i o na Figu a 11). A igu a 14 mos a es e ensaio com Cha GPT, DeepSeek e Pe plexi y. (em inglês) 17 No âmbi o do ARTES, as disse ações de mes ado são consul adas quando al am on es especializadas. Em ge al, não são u ilizados pa a a cons ução de co po a especializados. São conside ados como pe encen es ao egis o académico e não ao cien í ico. 24 115b bG115a De inição DATE 13/05/2025 elabo ada NIQUE 4. com base no LIMITE 300 ca ac e es PROMPT P oje a a de inição e minológica do e mo "poluição de dados" em não mais de 300 ca ac e es com base nes es con ex os icos em conhecimen os: A poluição de dados é o conjun o de danos ge ados po ac i idades económicas elacionadas com a ecolha, a mazenamen o e u ilização de dados, que êm um impac o ans e sal nos indi íduos e nos seus ambien es de ida. A poluição de dados é ambém um p oblema público que deg ada odo um ecossis ema e não apenas as es e as indi iduais dos o necedo es de dados. A poluição de dados é a ada não apenas como um ipo de impac o ambien al, mas sim como os e ei os ad e sos in e - elacionados sob e os delicados equilíb ios nos nossos ecossis emas e ambien es na u ais, sociais e pessoais. O e mo poluição de dados é a ualmen e usado pa a en a iza o impac o ambien al ad e so mui o eal e ma e ial dos g andes dados. MODEL Cha GPT-4-- u bo DeepSeek-V3 Pe plexidade A poluição de dados e e e-se ao subp odu o po a i idades econômicas dados, como cole a, a mazenamen o e uso, e ecossis emas na u ais, emas ad e sos. É um cole i o, com impac os manei as e e ei os adicional, além da me a in ei a. p eocupações. p ejudicial dos dados, os elacionadas, causados po a mazenamen o, a i idades uso, que in e ompe a sociais, pessoais e pessoais, p oblema público, indi idual e ambien ais ad e sos indi iduais que se es endem p i acidade dos indi íduos, (298 ca ac e es) Ca ac e ís icas-cha e cap u adas: 1. Danos sis émicos […] En a iza a deg adação em g ande escala, não apenas os e ei os indi iduais. 2. Raiz econômica […] Links pa a cole a, a mazenamen o e uso de dados. 3. Impac o ans e sal […] A e a os ambien es na u ais, sociais e KRC TECH-Ze o sho men s. Além da p i acidade […] Posi- danos sis émicos causados a i idades elacionadas com econômicas, cole a, deg adação dos a e ando an o a a és de ambien al mais amplo, in e conec ados de além da compa á el à a é a poluição ambien al 25 pessoais como uma ques ão ecológica ou pública. Is o alinha-se com o enquad amen o da poluição (pela escolha de hipe nímico A isa-me se que es um COM MENT ela i amen e adequadamen e cla o, bas an e o mulado, conciso de dados como um e social chalin o ma ion que adequadamen e o mulado, inadequadamen e o mulado ela i amen e cla o, bas an e (dois enunciados), complexo en iconcise, com adicional é menos cla o), com lenge. alinhamen o al o pa a KRC RELE al o al o baixo TECH-Ze o i o como quaisque ajus es! exemplos, bas an e Figu a 14. Engenha ia ápida pa a ge enciamen o de e mos: elabo ação de de inições in o madas pelo KRC com Cha GPT, DeepSeek e Pe plexi y Os ês esul ados pa ecem ele an es pa a a ges ão de e mos, e es e mé odo pode se conside ado adequado pa a a elabo ação de de inições e minológicas com a assis ência de LLM. De a o, o nece KRCs guia os LLMs pa a p oduzi uma de inição do no o signi icado eme gen e pa a o e mo. As saídas do Cha GPT e do DeepSeek pa ecem mais ap op iadas, em compa ação com o Pe plexi y. No apêndice, na Figu a 25, o necemos um exemplo dos iscos de usa p omp s insu icien emen e es i os ao ge encia e mos subme idos a mudança semân ica wi h LLMs. Re ising and imp o ing bio-de ini ion by LLMs No es e seguin e, pedimos às e amen as GenAI que melho assem a de inição que edigimos sem a ajuda de e amen as de IA, com base nas in o mações cole adas, ou seja, á ios KRC, e que p opomos chama de "bio-de inição" ( igu a 15): OBJETIVO Melho a a biode inição DATE 13/05/2025 concisos VANCE NIQUE LIMIT 300 cha ac e s PROMPT Imp o e his de ini ion o he e m ‚da a pollu ion‛: speci ic ype o pollu ion ela ed o As ecnologias da in o mação e a e a digi al ca ac e izadas pela c escen e ge ação de dados, que es á a ans o ma a ida p o issional, social e co idiana dos indi íduos e do seu ambien e de uma o ma que pa ece não es a de aco do com as suas capacidades ou necessidades de ecupe ação de in o mações ele an es. 32 Pa a ealça o duplo signi icado do e mo, o ARTES o nece dois egis os sepa ados: um pa a o signi icado o iginal e ou o pa a o no o signi icado eme gen e (Figu a 21-22), e uma ex ensa no a sob e os e mos conco en es (Figu a 22). Figu a 21. A in e ace ARTES DB mos ando os dois egis os de poluição de dados pa a dis ingui o o iginal do no o signi icado Figu a 22. A in e ace do ARTES DB mos ando a en ada pa a a poluição de dados 2, o concei o ecém-eme gido, jun amen e com a in o mação sob e a poluição de dados 1 de inida como um e mo (e concei o) simul âneo, incluindo uma no a explica i a Finalmen e, a Figu a 23 mos a os seguin es elemen os do esquema concebido pa a c ia uma coleção de pedidos e icien es pa a a ges ão de e mos assis ida po LLM no âmbi o do ARTES po abo dagem expe imen al: a página inicial da in e ace de ecolha de pedidos, um campo de ex o pa a g a a o pedido concebido, um campo de ex o pa a o nece um exemplo da saída p oduzida, o amanho de saída necessá io (em ca ac e es ou pala as), uma a aliação da qualidade do pedido (baseado na saída ob ida) e o ipo de solici ação u ilizada. 33 Figu a 23. Um esquema concebido pa a c ia uma coleção de ins uções e icien es pa a a ges ão de pe íodos assis ida po LLMs Obse ações de Conclusão Es e es udo explo ou o po encial de in eg ação de e amen as GenAI na análise e minológica, especi icamen e pa a a elabo ação de egis os de e mos den o da base de conhecimen os ARTES e do quad o pedagógico u ilizado pa a o ensino de e minologia a es udan es de mes ado em adução na Uni e si é Pa is Ci é. Escolhemos o e mo poluição de dados que exibe mudança semân ica, como um es udo de caso, pa a conduzi uma análise explo a ó ia e cons ui um p o ocolo pa a uma in e ação e icien e com LLMs e e amen as GenAI. Es e p o ocolo es á ago a a se in eg ado no cu ículo de o mação em e minologia no âmbi o do p og ama de mes ado. Também ealizámos um inqué i o en e 50 es udan es de mes ado em adução, que mos ou que me ade dos es udan es es á a u iliza os LLM pa a a edacção de egis os de semes e, o que e o ça ainda mais a necessidade de os guia na sua u ilização e icien e. Os esul ados expe imen ais do nosso es udo des acam o alo das e amen as co pus-linguís icas na assis ência à análise e minológica, pe mi indo a cons ução e o ganização do conhecimen o concei ual, bem como a a aliação da qualidade da saída das e amen as GenAI. O p o ocolo p oje ado pa a a in eg ação da IA na análise e minológica mos ou que as e amen as GenAI podem se ú eis pa a e isa e melho a as de inições e minológicas bio-elabo adas, mas que a in e enção humana é p imo dial. Es es esul ados alinham-se com abalhos ecen es sob e a in eg ação da IA no ensino e na in es igação (c . Küble e al. 2024; Raus, Ma ioda 2024; San Ma ín 2024; Küble , Pecman 2025) e e o çam as 34 p incipais ecomendações que deles eme gem, a sabe , a necessidade de p omo e uma abo dagem c í ica das ecnologias de IA e de desen ol e mé odos e icien es pa a a alia a p odução ge ada po máquinas. Os esul ados eó icos do nosso es udo des acam o papel c ucial das análises explo a ó ias no cená io a ual de e amen as de IA em ápida e olução, pa icula men e na concepção de esquemas e icazes pa a in eg a GenAI e LLMs. Cen al pa a es e p ocesso é a necessidade de uma análise humana p elimina . O domínio do conhecimen o especí ico do domínio e dos dados linguís icos é essencial pa a a alia a qualidade dos esul ados da GenAI e pa a elabo a ins uções e icazes pa a abo da espos as imp ecisas. No con ex o da e minologia, isso eque conhecimen os especializados em concei os especializados e a aplicação de abo dagens baseadas em co pus à análise de e mos. Co pus linguis ics eme ges as a key me hod o in o med in e ac ion wi h GenAI ools and p omp enginee ing. Um desa io digno de no a encon ado du an e o nosso es udo oi o iés cogni i o in oduzido pela limi ação delibe ada das in e ações de LLM, que exigiu conside á el au odisciplina. Em espos a, o p o ocolo p opos o nes e documen o de ende uma in eg ação sequencial das e amen as GenAI em á ios es ágios de ecupe ação de in o mações e análise e minológica. Fu u e esea ch will ocus on es ing and e ining his p o ocol wi h ansla ion es udan es em cu sos de e minologia. O nosso objec i o é expandi a me odologia pa a ab ange odas as ases da edacção de egis os de e mos, com o objec i o de melho a a ecupe ação e a ge ação de in o mações e minologicamen e ele an es em in e acção com as e amen as GenAI. Um dos obje i os cen ais do p o ocolo é desen ol e uma coleção cu ada de ins uções al amen e e icazes pa a a c iação de egis os de e mos. Nosso es udo lançou as bases pa a isso, o e ecendo um modelo pa a cons ução e a aliação ápidas, adap ado pa a ab ange di e en es modelos de linguagem, ipos de a e as e conjun os de dados linguís icos, e que con inua emos a es a , adap a e e ina em es udos adicionais. REFERENCES Al ameemi Yase M. 2024: S a e-o - he-a Re iew o he Co pus Linguis ics Field om he Beginning Un il he De elopmen o Cha GPT. – Theo y and P ac ice in Language S udies 14(2), 423–431. A ailable a : h ps://doi.o g/10.17507/ pls.1402.13. ARTES. A ailable a : h ps://a es.app.uni -pa is-dide o . /a es-sym ony/web/app.php. Ballie Nicolas, Cho Dahn, Faye Bilal, Ke Zong-You, Ma ikainen Hanna, Pecman Mojca, Wisniewski Guillaume, Yunès Jean-Bap is e, Zhu Lichao, Zimina-Poi o Ma ia 2021: The SPECTRANS Sys em Desc ip ion o he WMT21 Te minology Task. – ACL Rolling Re iew, a New Ini ia i e o he Associa ion o Compu a ional Linguis ics, 818– 825. A ailable a : h p://www.s a m .o g/wm 21/pd /2021.wm -1.80.pd . 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Howe e , in e minological analysis, i is pa amoun o dis inguish seman ically ela ed e ms, all he mo e so when hey a e nea -like synonyms. GOAL Finding de ini ional con ex s and hei e e ences MODEL Cha GPT-4- u bo DATE 13/05/2025 TECH- NIQUE Sys em p omp ing LIMIT 3 de ini ions PROMPT Find h ee mos ele an de ini ions o he e m ‚da a pollu ion‛ in scien i ic li e a u e and p o ide he sou ces o each de ini ion ound. Re u n he de ini ions in he lis ollowed by he bibliog aphical e e ence o he sou ce and i s URL. OUTPUT Da a pollu ion e e s o he ha m ul ‚da a emissions‛ leaked in o he digi al ecosys em, dis up ing social ins i u ions and public in e es s. This concep e hinks he ha ms he da a economy c ea es and he way hey ha e o be egula ed. Ben-Shaha O. 2018: Da a Pollu ion 679, Uni e si y o Chicago Public Law & Legal Theo y Pape Se ies. A ailable a : h ps://chicagounbound.uchicago.edu/public_law_and_legal_ heo y/699 Da a pollu ion is he in e ela ed ad e se impac ha he gene a ion, s o ing, handling, and p ocessing o digi al da a has on ou na u al en i onmen , social en i onmen , and pe sonal en i onmen . I is he unsus ainable handling, dis ibu ion, and gene a ion o da a esou ces. Hasselbalch G. e al. 2022: Da a Pollu ion & Powe - Whi e Pape o a Global Sus ainable De elopmen Agenda on AI. A ailable a : h ps://www. esea chga e.ne /publica ion/362174889_Da a_Pollu ion_Powe _- _Whi e_Pape _ o _a_Global_Sus ainable_De elopmen _Agenda_on_AI_by_G y_Hasselbalc h_wi h_con ibu ions_ om_ he_Da a_Pollu ion_Powe _DPP_G oup_a _Bonn_Sus ainable_ AI_Lab