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Grėsmės kalbai ir kalbos priežiūra: žurnalistų požiūris

Laima Nevinskaitė

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L. NEVINSKAIT. G ėsmės albai e língua igiu a: pe spec i a jo nalis as 173 LAIMA NEVINSKAITĖ Lie u ių kalbos ins i u as GRSMS KALBAI IR KALBOS PRIEŽIŪRA: JURNALIST POŽIŪRIS Nes e a igo analisa-se a pe spec i a de um g upo de consumido es de língua jo nalis as em ameaças kalbai e po eikį ją p ižiū ė i. Tal dos usuá ios da língua ima escla ece , ou os usuá ios da língua endo minha supe isão da língua nuos a ų objek as pasi ink as dėl o, kad g ėsmės kalbai dažnai y a pa eikia- mos kaip kalbos p iežiū os po eikį pag indžian is mo y as. Šiuo y imu no- necessá ia po que, que pe cebe ameaças à língua. Užsib ėž o obje i o p e ende analisando mo i os da polí ica da língua e mencionê u con ex o discu e ando polí ica da língua Li uana. Jo nalis as são alo osa pesquisa g upo de consumido es da língua, pois a língua é pa a eles não só de co idiana comunicação, mas ambém ins umen o de abalho. Eles são e impo an e g upo obje i o da polí ica de linguagem, po isso que a expe iência dos jo nalis as pe mi e lhes e lexiona sob e a necessidade da polí ica de linguagem e suas o mas de implemen ação. O a igo examina dados de en e is as quali a i as, cole ados em execução do p oje o Bal ų socioling is ika (BalSoc): kalbinė isuomenės sa imonė Li uânia e La ijoje1. Du an e a pesquisa o am en e is ados 3242 anos de idade ap esen ado es de p og amas de ádio e ele isão e jo nalis as homens de o al en e is ados 24 esponden es. Embo a al amos agem es inja a sín ese dos esul ados em elação a odos os p o issionais da mídia ou ainda mais à sociedade, a homogeniška oma pe mi e e ela a maio possí el di e sidade de opiniões de um g upo, independen emen e da idade e do sexo dos pa icipan es. A maio ia em im į en ekusių adio e ele isão uncioná ios em spon aniško alamen o adio ou ele isão e e yje pa i ies. O inqué i o oma cons i uída de aco do dois c i é ios. O p imei o deles oi o esponden e linguíno emquali icação. Segundo ele dis ingui p o esionalai esponden es, que du an e os es udos o am ensinados de língua e alamen o, e ne p o issionais 1 P ojek ą 2009 m. ealizou Lie u ių kalbos ins i u as. A audiência ealizou-se em julho se emb o. P oje o oi apoiado Es a ubinis undo de ciência e es udos. 174 KALBOS KULTŪRA | 82 al de educação es udodami nãogijem. Pa a o g upo de p o issionais en ou jo nalis a e a o educa imen o e in ys jo nalis as e ap esen ado es de p og amas. Segundo c i é io oi audiência, à qual des inada laida (a laidos), na qual abalha esponden e. De aco do isso oi dis ingui popula ios laidos e laidos jo ens aos ededo es e públicos de laidos e laidos pa a pessoas mais elhas idade ededo es. De aco do aqueles dois c i é ios cons i uída qua o g upos de oma , de cada g upo selecionou-se po seis esponden es. Nes e a igo, ci ando esponden es, sua na u eza da p og ama e educacão não se á indicada, pois análiseé de aco do es as ca ego ias essenciais di e ências nepa odé. GRSMS KALBAI KAIP KALBOS POLITIKOS MOTYVAS A polí ica de linguagem simplesmen e pode se de inida como o es o ço de quem que po alguma das azões muda alguma comunidade lingubinha compo amen o. Essas azões podem se a iadas desde a comp eensão banal de que alguém não gos a, como ala algum g upo, a é a complexa idéiais, que comunidade pode man e sua cul u a, conse a ando a língua (Kaplan, Baldau 1997: 34). No conhecido e equen emen e ci ado R. Coope io (1989) modelo de polí ica de linguagem as causas pode iam se indicadas como obje i os: Quais a o es p ocu am in luencia qual a begsenão, quais as pessoas, quais os p opósi os, quais as condições, quais os meios, como omando decisões e quais alcançando esul ados? Tics linguís icos desc e em, que ipo de mudança de compo amen o é p e endido, po ém não explicam as azões da escolha. Po exemplo, á ios au o es de minimi da polí ica de língua são obje i os de linguagem no minização, o og a ia pad onizando, mode nizando, linguagem g yninação, e i i inha, linguagem man enimen o e k . (Kaplan, Baldau 1997; Ho nbe ge 2006). E es es, e ou os au o es das a isi adas me as indicam p e endido esul ado da polí ica da linguagem, po ém nãoaa explica, po quais mo i os em ge al imamasi da polí ica da linguagem, po quê le an am-se uniques ou ou os obje i os. P ecisamen e isso e ela a mo i ação da polí ica da linguagem: po quê e po que p e ende aquelas mudanças. Os mo i os da polí ica da linguagem na eó ica li e a u a de planejamen o da linguagem examina mui o menos negu me as da polí ica da linguagem. No ci ado modelo de R. Coope , indica-se que as me as podem se abe as (quando se busca de mudanças de compo amen o elacionadas com a língua) e ocul as (quando se busca de mudanças não elacionadas com a língua, i. e. sa is aze ce os in e esus, po exemplo, man e p i ilégios e pode ), po ém mais de alhadamen e elas não são exage ais (Coope 1989). L. NEVINSKAIT. G ėsmės kalbai i kalbos p iežiū a: žu nalis ų požiū is 175 Umaą mais de alhadas anális de mo i ações polí icas de linguagem é pa eikęs D. Age is (2001). Segundo a au o iaus, a mo i ação de linguagem (s imulą) consis e ês elemen os: mo i os elacionados com um conc e o plano ou polí ica em ge al; polí icas disposições dos ac o es sob e uma de e minada linguagem ou suas a ian es; obje i os mais conc e os que eles que em alcança . Assim, D. Age is sepa a obje i os e mo i os da polí ica de linguagem: os mo i os explicam, quais causas lemb a o es o ço da polí ica de linguagem, obje i os quais conc e os esul ados são buscados. O p óp io au o o nece ais esumidos possí eis mo i os de polí ica de linguagem (Age 2001): 1. Tapa idade. T adicionalmen e um dos mais impo an es sinais de de inição da iden idade nacional e e ninesa é a língua, e como mo i o da polí ica da língua mui as ezes indicado c iação, e o ço e p ese ação da iden idade nacional, didžiaçãois seu língua. Po exemplo, es e mo i o é mui o impo an e na polí ica da língua F ança. 2. Ideologia. Nes e caso a polí ica da língua diminui no país exis indo comun inês linguagem e sua elação com ou as a anças de línguas ideologia. Po exemplo, es e mo i o oi apliquado na G ã-B e anha s ip inando o ensino de línguas bend inas (dialek ų sąskai a) nas escolas. 3. En ada. Es e mo i o é impo an e às medidas da polí ica da língua, des inadas a língua de seu país popula iza no mundo, po exemplo, di isões do Conselho B i ânico, p ancūzos cen os cul u ais e ou os países cen os cul u ais a i idades em á ios países do mundo. 4. Insegu ança. Isso, quando si uação em que meios de polí ica da língua p e ende p ese a a nação ou e ninês g upo a língua, po que ou as línguas in luência liga-se com ameaça susiku ai iden idade ou em ge al cul u a. Nes e mo i o baseia-se odo o discu so linguís ica de globalização (ž . Phillipson, Sku nabb-Kangas 1996). Tal exemplo de polí ica de linguagem, onde b uscos es e mo i o, é F ança: eme-se que de inglês língua a enan es no os e mos possam des ui acūzų kul ū ą, acūzišką gy enimo būdą, acūzų mokslą ou mesmo a p óp ia F ançaiją (Age 2001: 77). Nesa segu ança mo i o ambém b iskėja a pa i da exigência, que (ci uando en ão o minis o da cul u a da F ança) ancūzų kalba nebū ų u ilizada a secund aeilios p opósi os em compa ação com ingles (Age Es e mo i o da polí ica de idiomas é elacionado 1999: 8). es ei amen e com o p imei o c iação e p ese ação da iden idade nacional ou e ninesa, po ém há di e enças en e eles. A pa i das explicações e exemplos o necidos po D. Age io pode-se en ende que as iden idades 176 KALBOS KULTŪRA | 82 mo i o não es á semp e elacionado com ex e nas ameamês langbai, embo a a c iação da iden idade e comp e busca de a i a -se do ou os g upias. Nesaugumo mo i o explica ais si uações, quando de ex e nas su gindo ameaças lingubai mui as ezes são no as ou o alêjanças. 5. Negugybė. Es a si uações, quando polí icas de linguagem meios p e ende eduzi social isolamen o e não-gobe nação, exis indo em á ios undamen os: e niedade, gêncios, o mália, al a de pode . Em á ios países execu a-se al polí ica de língua, pela qual p e ende ins i ui legi ima o s a us de línguas de mino ias nacionais e g upos é nicos ( o alecimen o do s a us de línguas abo igenas na Aus ália, polí ica da UE em elação a línguas egionais e mino i á ias), países Ociden ais aplicam medidas de p omoção de língua neu a em elação ao sexo. 6. In eg ação e ins umen inha unção da linguagem. Es e mo i o a ua mais equen emen e não a polí ica aplicada do es ado, e meno es, ações de comunidades é nicas e linguís icas. É a si uação, quando essas comunidades que em oca lingubinho compo amen o ou aze in luência a polí ica da língua, pe seguindo econômicos, p agma inos obje i os (pa y example, melho es opo unidades de abalho) ou in eg a -se em ce os g upos. Es es mo i os são su icien emen e comple os pa a que os possam se adap ados ao es udo. Suas bases podem se analisadas e polí icas da língua li uana e disposições dos consumido es em sua elação. A mo i ação da polí ica da Li uânia pode a a -se com base às o ien ações da Polí ica da Língua Es adual (galiojusios gai ės o am des inadas ao 20032008 m. pe íodo; já es á p epa ado, mas Seime ainda não ap o ado o 20092013 m. gui ios p oje o) e a discussões públicas. Gui ėse não di e amen e in ádem mo i os de polí ica de linguagem, po ém eles podem se e elados de ou as disposições (VKPG 2003; VKPG 2008). Compa ando ambos documen os, essenciais di e enças po causa da polí ica da linguagem mo i os não obse ada, mas a igo mais de alhadamen e analisado em 2003 m. ap o ado documen o. Da gai ias análise ê-se que a polí ica da língua acima de udo liga-se com nacionaline iden idade, pois a p imei a ase da gai ias indica linguagem e iden idade conexão: Lie u ių kalba y a Lie u os au inio i kul ū inio sa i umo pag indas. A o mulação do p incipal obje i o da polí ica da língua (isgua da pa imónio da língua e p omo e seu desen ol imen o, pa a se assegu ada a uncionalidade da língua li uânica em odos os campos da ida pública) da pa e pode islumb a o mo i o ins umen al a polí ica da língua, que a língua possa ealiza suas unções, da pa e e p ocu a o mo i o de segu ança que a língua li uânica uncionu como língua p incipal L. NEVINSKAIT. G ėsmės kalbai e língua supe iso : abo dagem jo nalis as 177 na ida pública, pa a que ela não expulsasse ou as línguas. A mais impo an e o mululuo ê da a e a da polí ica da linguagem (que sociedade pe cebesse sua p óp ia língua alo em e nenusi il as suas po ências) ambém é di ícil explica umaap asmicialmen e: aqui é possí el econhece a nacionalidade e ideológico ( e ingumas da língua) bem ins umen al (iden idade uncional da língua) mo i os. No en an o, gai ėse o necida a e is ão da a ual si uação mui o cla amen e p oeminha D. Age io in oduzido nesaugumo mo i o, pois aqui mui o espaço é a ibuído ameamemais lingubai desc e e . A é ês pa ág a os são dedicados à globalização e à língua inglesa, e o mo i o da p o eção da língua li uânica con a globalização no amen e se elaciona com o mo i o da nacionalidade iden idade: Vals ybinės kalbos poli ika mus c ea e a s a ą globalizácia condicionados a no as o ien ações alo is as, an aipa ad u u e knowledge socie yė can be p usią sa oja lingua e em ge al a iden i a ea. By he way, conside ando sob e globalização, obje i os em nomeado c i é io de uncionalidade é a aliado nega i amen e, po que po ele ala a és iguama do cul u a e ela us ojanços e c ian es de pessoas. Toliau no amen e em yskėja nesaugumo, . i. com ameaça do inglês elacionado mo i o: a i ma-se que nega an ujada cidadãs di ei o maiky i elações de abalho e melho a a quali icação na língua es a al, undamen a-se no que não há ob iga ó io aduzi pa a a língua es a al no ma i ena e écnica documen ação, nas escolas supe io es mui os cu sos se o na em inglês. A e isão menciona mais uma ex e na ameaça à língua, sie eina com nesa segu ança mo i o, desen ol imen o das ecnologias da in o mação, que mui o espa ότερη negu ele ónica e pės lie uu inimo abalhosi. Apibend inan p eciso dize que gai ėse pode islumb a á ios mo i os de polí ica de linguagem: linguagem elação com au ine apa ybe, insegu ança, e de pa e e ins umen inho mo y a. No en an o, endo em con a a sua ap esen ação, maio impo ância é dada à iden idade nacional consolida e à língua p o ege . G ėsmių kalbai e nacionalidade iden idade discu so é bas an e bem isí el e em públicas discussões, embo a aqui ele é a aliado desiguodai. Não p e endendo de alhadamen e esnag a oda as discussões públicas nes a ques ão, ap esen a-se apenas algumas opiniões ca ac e ingos. Po exemplo, sob e ameames kalbai pode-se escu a de Seimo na io lūpų: Aiškiai pe cebe-se, que li a ians kalbai g esia pa ojus. Senoji belžioji ala na bo da do ex inguimen o. G ėsmė associa-se sob e udo com inglês, a aliada nega i amen e p ecoy as ensino de línguas es angei as (ci eada Seimo memb o Dalia Teiše sky ė; Líng os su i al, 2008). Em ou o a igo ameaça de li uães língua ambém é ligada com inglês língua, e ci odamo eikėjo albei são usadas aki aizdžios me á o as de de esa: Seimas [...] pe 178 KALBOS KULTŪRA | 82 ojams, gue ejuan es com madingais s e imžodžiais (Gliože ienė 2004). Em ais opiniões mui as ezes p oeminha e isus a ku os nep iklausomybės me us nesugebėjo išleis i g iež o įs a ymo, ku is gin ų lie u ių kalbą i bū ų pa ikimas ginklas gim osios kalbos saugo- da língua, como essencial nacionalidade iden idade, démen, mo i o: po exemplo, an es disso ci ada polí ica em opinião, polí icos línguas li uanas de e p es a mais a enção, po que se ela o con o sionada, pasiligojusi – okia bus i Lie u a, juo labiau kad lie u ių kalba y a mažos šalies didi kalba“ (Kalbos išlikimas, 2008). Ou os obje am a ais opiniões. Na opinião de alguns agen es da sociedade ou da polí ica, os elemen os de ou as línguas não cons i uem ameaça à língua, e o pode da língua depende de sua capacidade de e linha a ealidade: Sou con encido de que nem os equisi os pa a os cien is as publica a igos em inglês, nem k ailos common iskabos Lais ės alėjoe ou Gedimino p ospek com o u u o da nossa língua êm nada. [...] Penso que não po isso a língua a sidu a em pe igo... Ela em ge al semp e a sidu a em pe igo quando cessa de espon aneamen e desen ol e -se, quando cessa se a melho p iemone se exp esss i [...] (Egidijus Aleksand a ičius; Lie u ių kalba Lie u oje, 2004). G ėsmių nema o e Mokslo e iceeminis ė Ne ija Pu inai ė (Čy as 2009). Tu bū adicalia elmen e al pon o de is a é exp essado po jo nalis a, inkla aš ininkas And ius Užkalnis: g ėsmė lie u ių kalbai sa anaudžių undamen alis ų p asimanymas (Užkalnis 2008). p esiden e da língua Lie u ių komisija I ena Sme onienė em uma das in e iu man ém nuosaikias posição, eigdama que às línguas lie u ių su ge inglês ameaça, po ém não maio , negu a ou as línguas: šiandien nossa língua, como e odas ou as línguas, con on a com adinamąja lingua anca inglês língua e sua azoma í luxa. No en an o essa so e odas línguas (Žiugždienė 2008). JURNALIST NUOMON APIE GRSMES LIETUVI KALBAI Sob e ameaças às línguas li uanas o am pe gun ados du an e o ci ado es udo jo nalis as albin i. Nes e a igo oi u ilizado ma e ial de 23 (de 24 apon amen os) en e is ados (em uma en e is a não hou e nada ameaças e ques ões de manu enção da linguagem). As espos as língua ap esen ada minimamen e aisy a. Nas con e sas, en e mui as ou as pe gun as, os jo nalis as o am ques ionados sob e ameaças à língua li uana e à sua qualidade: Kaip mano e, ou nes e L. NEVINSKAIT. G ėsmės kalbai i kalbos p iežiū a: žu nalis ų požiū is 179 momen o su ge ameaças às línguas Li uanhas, à sua sob e i ência e qualidade? sim, se é de que ameaça, de onde? Apimend ando as espos as à pe gun a sob e ameaças à língua, oi o jo nalis as in oca am uma ou ou a on e de ameaça, ou os (15) a i ma am não e an es quaisque ameaças aos li uanos. É impo an e no a , que esses núme os mos am espon aniškus espos as a aquela pe gun a. Quando os esponden es o am pos e io men e ques ionados sob e possí eis ameaças conc e as à língua (globalização e inglês, ecnologia da in o mação, mui osakalbys ė), alguns daqueles que inicialmen e os não nomea am, conco da am que minim a o es da pa e podem cons i ui ameaça à língua li uanas. No en an o, aqui são conside adas e dadei asnas espos as espon aniški, enquan o aos esponden es ainda não o am o necidas suges ões sob e possí eis espos as. Jo nalis as, que espon aneamen e in oduzi am ameaças em línguas, as liga am a á ias on es. A maio ia das opiniões baseia-se in luência inglês; ameaças ambém se associam com ecnologias da in o mação, emig ação, gene ais polinkias de cai os de sociedade (kul u as), de aliação de linguagem. Assim mais equen emen e esponden es achou, que línguas li uãs ep esen a ameaça à língua inglesa: Tai únicaę u bū aš e įž elgčiau okią g ėsmę al ez pe nelyg nossa língua com o passa do empo pode se pe so in a inglês em á ios e mos mais a iados. Responden es des aca am que inglês ala unciona não só li uanos, mas e ou as línguas. No que diz espei o à au ode esa con a es a ameaça, o pon o de e e ência é conside ado língua de empos mais an igos: Tá a mesma língua inglesa é mui o g ande ameaça. E não só línguas Li uãs, a mui os ou os línguas. [...] Realmen e g ande pe igo, se nós, digamos, não man i éssemos essa iden idade da nossa língua, como nós de íamos ala e como, digamos, nossos an epassados ala am, isso... Isso udo pode se , que a nossa língua olgaini ai p eenche , p eenche com a iadas mais in e nacionais pala as, a é inalmen e nós pô mos em algumque o idioma k a ínio, cujo já possa chama -se a é língua Li uânia. Fon es de ameaça, especialmen e à linguagem esc i a, são conside adas ecnologias de in o mação: Um mau exemplo é o que, digamos, an o os mesmos comen ado es na in e ne , que comen am em espaço público, eles nem usam lie u iškų ašmenų. E aquela usa só isso que, digamos, es á no eclado e udo. E não se es o ça a esc e e . Isso ao longo do empo pode causa bas an e sé ia pe igo à esc i a da nossa linguagem é como nós esc e emos. 180 LINGUAS CULTÚRA | 82 Kai que ameaça elaciona com ge ais mudanças cul u ais, no ando que mode na you hé mui o menos lei o li os, a isso pobe dina linguagem: In e ne , no qual ambém in o mação g aibs oma umpa, cla amen e layou ada. [...] Jo ens pessoas menos lei o li os u bū e pala as a sa ga al ez senka, não é al, nem não senka, mais impo an e, se [elas] não oi nem. Jinai nãoiplečia. G ei os in o mações amžius, quando ganhas, lançes, ganhas, lançes e u ne obulėji. G ėsmė liga-se e com emig ação, quando saídas os li uanos não beija am sua língua: [G ėsmė su ge] de mig ação basicamen e, acho eu. Po que eu a amen e es ou encon ado esse, al gabe o de po o esquece seu Li u išką no malią šnek ą. E eu mui o ico zangado em ais pessoas. Eu enho em Lond es ainda algumkokios in e esses, isso ez de ago a lá ainda emca de nu icia , isso susci ki com aqueles li au iais odosis, que pa i am. Tem Ame ikoj quan o es ou is o desses, onde es uda de iaja em, meio ano pagui enê nou j es ado já eles ala com so aque lie u iškai. En e e us uma jo nalis a obse ação sob e isso, como a linguagem é elacionada com iden idade […] não como consequme de manu enção da linguagem, mas p ížas imi. Segundo ele, o echamen o da nação p omo e a des alo ização da língua, e isso não ajuda à língua, pois ela não pode se sus en ada só po es o ços kalbininkų: Maio ia ameaça é a de que a nação Li uânia é echadausi, homo obiška. Nes começa á a alo iza li a ians língua exa amen e en ão, quando eles p aplês seu aki a į. [...] As pessoas em que que e em eles mesmos ala pu a egulamen iga li uãos língua, e não algo, signi ica, s o i com bizūnu e o čia eles ala . As pessoas ala am como que em e ala ão como que em. Ninguém os pode o ça . Responden es, que a i ma am não e an es ameaças às línguas li uanas, a ia am a explicação de sua opinião: mui os linguagem ki imą eem como na u al a sua kai á, e usando em ge al ala sob e ameaças; ou os ligam a sob e i ência da língua com a sob e i ência da nação, sem e ameaças à p óp ia língua; das línguas malybes a alia como passinanças ou pa ienius assun os, não donan es esmines in luência balbai, ou ameames elaciona só com pe igo a supe isão da linguagem. P imei o, o que pode ia se esumido como a gumen o, que o que acon ece no momen o, é uma na u al mudança de linguagem e, po an o, não há necessidade ala sob e ameaças: Aqui no amen e, p esumi elmen e, depende do que conside emos po pad ões, po que se lá alguma Jablonskio linguagem, isso, pe haps, é ameaças, mas se língua é um o ganismo i o, isso po L. NEVINSKAIT. G ėsmės lingubai e linguagem supe isão: abo dagem jo nalis as 181 cinquen a e cinco anos, pe gun o, odos alės alguma aindo di e en e e se isso é ameaça a ex inção e quemeno à ex inção... Digysim, [g ėsmė kyla] da mesma o ma, como po oações li uãs. Isso é, nós o namos pa il do mundo, e... Bem bem, nós podemos ala sob e anglicizmo e assim po dian e. E, digamos, com comunicação isso ainda mais acele a odo o p ocesso. Mas eu não acho que a língua li uânica em que i e al como jinai oi o mada, lá, não sei, século XIX pabaigoj, e jinai não pode cis i [...]. Vá ios ou os jo nalis as ac edi am que a sob e i ência da língua é elacionada com a sob e i ência da nação, e pačiai kalbai g ėsmių não. Aqui ambém baseia-se em exemplo emig an ų: Eu c eio que elas nea siejamas, aquelas ameaças, de ameaças em ge al pa a nós como Lie[ u ai]... Se há algumkoss Li u iškumas como al coisa, isso aqui o mesmo, aqui elacionados, aqui o mesmo. Enquan o ha e á li uanos, ha e á li uanos alando. Enquan o es a á pe cebendo se como lie u ius, isso se á a língua lie u ians. Nes a aziuoja pa a a Dainos es i idade ame icanos, eles já já há mui o nebešneka, mas eles a sen icia algumquį po eikį. Eu op imis iamen e [nosi eikęs]... As linguas maldades alo izadas e como passando coisa ou a i ma-se, que pa ienie das no mas da linguagem nesilaikymai em essência da linguagem nežaloja: Exis e um ce o ondos: ago a zaėjo aquele anglishk esse con e samen o, mas... O Homem a inge uma ce a ase em sua ida, quando ele simplesmen e sa ma a a língua de ala , que é cheia de kažkokios nesos. Pa a jo ens aigi é eng açado. Sim, coybiniais empos isso e a usų língua, que ameaçaė mui o o emen e e udo ou a. Ago a ninguém, ago a nós somos comple amen e li es. Ago a língua dos Li uães g esia ligei amen e o mesmo, que g esia ancūzų kalbai, okiečių kalbai, lá, kokiai no s anglų kalbai. Mas o que [g esia], não sei, a in e ne ... Mas aquelas comun ybes [ e einanças de inglês], [...] no im nós isso, neno im, mas ce amen e línguas não come ão, não se ão. O mundo não em endência a adqui i uma comum língua a algumkokią isso, [anglão em língua] não consumi á odas das unidades nacionais de línguas. Cabe, po im, pa de esponden es a opinião de que a língua ep esen a ameaça a menos que mui o igo osa a sua supe isão: Eu acho que é jus amen e mui o ígido, ígido moni o amen o, ígido con ole daquela língua [y a ameaça]. Às ezes epele as pessoas, como eu mencionei, que ele já um pouquão começa a e medo ala , eles seusuguž a, po que já se sen e mui o acni con a o didelý mons ą Kalbos inspekcję [...]. 188 LEGBRO CULTÚRA | 82 Phillipson R., Sku nabb -Kangas T. 1996: English Only Wo ldwide o Language Ecology? TESOL Qua e ly 30, 429452. P ieiga po in e ne : h ps://www. wu.ca/Lib a y/ qd_2008/VOL_30_3. PDF#page=36 VKPG 2003: Polí icas Es a ubinas de Línguas 20032008 m. gai ės. Vals ybės žinios, 2003 06 13, 57-2537. VKPG 2008: Polí icas de línguas es aduais 20092013 m. gai ės [p oje o]. Publicado 2008 06 09. P ieiga po in e ne : h p://www./10 lkk.l /li 110 Recebido 2009 11 27 THREATS TO LANGUAGE AND LANGUAGE SUPERVISION: AJOURNALISTIC APPROACH Summa y The pape analyzes he a i ude o jou nalis s as a g oup o language use s owa ds h ea s o language and a need o supe ise i . O objec o in es iga ion oi escolhido de ido ao ac ha h ea s o language a e o en gi en as g ounds o language policy. A análise de he guidelines o he s a e language policy in Li huania em mos ado que insegu ança sob e he p ese a ion o language and iden i y é dada como um impo an e aspec o da si uação in language policy. Wi hin he p ojec Bal ic Sociolinguis ics (BalSoc): Linguis ic Awa eness and O ien a ion in Li huania and La ia (Ins i u e o he Li huanian Language, suppo ed by he Li huanian S a e Science and S udies Founda ion) he e we e 23 en e is as wi h jo nalis as cole adas. A maio ia dos jo nalis as são da opinião de que a língua não es á expos a a quaisque ameaças desde que a si uação a ual em esul ado do desen ol imen o da língua na u al, quaisque e ils são a ques ão de ashion e endem a passa , a p ese ação de língua é mais elacionada à p ese ação da nação em ez de mudança de língua; some conside ough language egula ion as a majo h ea . Some jou nalis s end o pa ially suppo language supe ision; howe e , he majo i y o hem a e in a ou o a di e en app oach o i . Cu en language policy is mos ly c i icised o inapp op ia e measu es: he esponden s would p e e an educa ional app oach, mo e a ac i e o ms o he exis ing con ol. The language policy, acco ding o hem, should be mo e lexible and mo e usageo ien ed. Resumindo he app oaches o he esponden s o he abo e issues, he e has been a ema kable consis ency no iced: hose who see h ea s o language also, a leas pa ially, app o e o i s supe ision; hose who disp o e o i s supe ision do no see any h ea s. A la ge g oup o he esponden s in a ou o he language supe ision ha e poin ed ou ha hey do no see h ea s. The e o e, he awa eness L. NEVINSKAIT. G ėsmės kalbai e idioma p žiū a: žu nalis ų požiū is 189 Such conclusions migh be ele an o discussing language policy in a ge g oups. The o language h ea s wo ks as a ac o o language supe ision; on he o he hand, he app o al o language supe ision is no necessa ily based solely on he h ea s. conclusions a e indica i e ha o encou age language use s o suppo he cu en ly implemen ed language policy, he (sole) ac o o h ea s and language secu i y is insu icien . LAIMA NEVINSKAITĖ Lie u ių kalbos ins i u as P. Vileišio g. 5, LT-10308 Vilnius [email p o ec ed]