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Kalbos prestižas ir jo planavimas

Rita Miliūnaitė

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R. Miliūnai ė. P es ige da língua e seu planejamen o 231 Líba iR VisuoMenė RITA MILIŪNAIT ins i u o da língua li uana Logos PRESTIŽas iR Jo PlanaViMas 1.In Vadinės Pas abos plu ia au ê e plu iakalbê globalização ambien e cada ez mais cla amen e pe cebe-se, que os p ocessos de in e ação de línguas de em se não deixados s ichiškai aidai, e egulados po á ios aleg o os meios de polí icas de línguas. Nos úl imos anos em á ios países užsiplieskian es e nic, jun amen e e linguís icos con li os Veng ijoje sob e se bų, belgijoje sob e lamandų e alonų, e ambém na li úa sob e polkų au inės mažumos in e esų documen os de pessoa esc e e sob enomes nelie u iškais esc i ões, in oduzi lie u ių e polkų d ikalbys ę iešuosiuose už ašuose. Pie yčių lie u oje i k . só con i ma a egulamen ação de al bū iny. po isso a uma das di ecções socioling is icas ao planejamen o da língua (que cons i ui a base pa a polí icas de linguagem implemen a ) e especialmen e a seu a шаakai, em elação ao es a ú dos idiomas, no mundo é dada mui a a enção e em ge al ala-se de planejamen o da linguagem ecupe imu (Fe guson 2006: 4–5)1. 1 isso indica a úl ima década publicado a emas de a igos dedicados ao planejamen o de linguagem e polí icas de línguas Cu en Issues in Language Planning, desde 2000 m.), Linguage policy, desde 2002 m.), 1977 m. ins i uído e depois de um in e alo e i ido da e is a Linguage p oblems and language planning (Language p oblems and language planning) e e c. Publicbiamos a igos, ambém abundan emen e cole ados monog a ias e a igos emá icos, nos quais ques ões de planejamen o de países e polí icas sociais amplamen e, é nicos, polí icos, económicos, cul u ais e eligiosos e uncionamen os de línguas. 232 Linguas Kul ūRa | 83 P o eu-se que a his ó ia do desen ol imen o da língua li uanas do século passado mos a que dos mais impo an es das suas a mainas, . i. bend ines línguas e a mių, unciona imen o sociedade, a en euka io Li u oje e ecku osios nep iklausomybės empo e elações da língua es a al com ou as línguas, ambém se es en asi umaip ou ou a de e mina . apenas a p óp ia concepção de planejamen o da língua nos abalhos do mundo socioling is os apa eceu a pa i do XX a. segunda pa e, e na Li uânia ela mais eqüen emen e começada a menciona pas a aisiais décadas, p e ei u a o necendo conc e esnês línguas con ac os, polí icas de línguas (kalbų) e e c. concei os. já quan o empo em alguns nos abalhos de socioling is os es angei os aos adicionais a šakas de planejamen o da língua a ibui-se mais uma planejamen o de p es ígio da língua. e dade, aindaė a adqui ilizada e opinião, que kalbõs ou a mainõs p es ižas de p incípio klos osi só s ichiškai, aigi não pode se como que mandomas. No en an o, cada ez mais eqüen emen e econhece-se que o planejamen o da língua é não apenas uma e amen a de go e no à si uação da língua muda e polí icas da língua execu a . keis is e os consumido es da língua êm disposições, que eles mesmos quisessem maiky i uma ou ou a língua ou sua a maną, aigi o alizados sua p es iją sociedade. Es ado ou sepa adas g upos da sociedade, sendo in e essadas de qual língua ou sua a maina apoio, pode planeja e seus p es ijão. a ual si uação socioling is ina da língua li uânica, quan o pe mi e esol e agmen iški suas pesquisas, ambém exigem não só de ini mais cla amen e o concei o de p es ígio da língua, mas e p e e modos e meios de planejamen o do p es ígio da língua, que leis ų à língua li uânica, sua comum a maina e a mês, nep a as i seu aidmens na ida da sociedade e do es ado, quando as condições de globalização o aleza a in luência do inglês. Como só da sociedade kalbinės sa imonės, do que, a que língua e a que meios aiškos se á o necida p io idade iešojoje, e e em p i a i ojoje a oseno, cada ez mais depende á, quan o e como em ge al i aos Li uães língua. en endendo que o olume do a igo não pe mi e ab ange mui as ques ões pe encen es à á ea de planeamen o da língua, mais se o ien a-se a uma com a linguagem comum e suas no mas o alecimen o ligado a um aspec o. Que em-se dois obje i os: 1) Mos a como ao planejamen o de p es igio de línguas ê-se nos abalhos de socioling is os es angei os; 2) e ela o signi icado do planejamen o de p es ígio da língua, desc e e os mais impo an es seus assun os na a ual comunidade de línguas li uanas (quê elkiasi não só Li u eja, mas e emig ação) e undamen a a necessidade des a a i idade. R. Miliūnai ė. P es ige de Língua e seu planejamen o 233 2. Palbos PlanaViMo sąVoKos Raida Planejamen o de linguagem adop ou-se a denomina an o a ac i idade p á ica, pela qual delibe adamen e p e ende muda o uso da linguagem e suas ca ac e ís icas in e nas, como a eó ica discip liną, cujo objec o é essa ac i idade p á ica (Fe guson 2006: 1). não assumindo examina oda a plani icação da língua, como socioling is ica di ecção, adimosi his o i22, šiuoka impo an e só mos a , po quê e como sepa ou-se dele a šaka plani icação do p es igio da língua. embo a as nações e suas línguas cheias de p oblemas de egulamen o de elações his ó ia do mundo, sob e planejamen o de língua como sua solução manei a começou a ala só na XX a. segunda pa e. Planejamen o da língua como a çaka socioling is ica su giu da p á ica necessidade de esol e p oblemas de línguas, que su gi am após a segunda gue a mundial c iando nacionalidades (Zhao, liu 2007: 113). A p oblema ica do planejamen o da língua ‒ começou apidamen e a expandi -se e o nou-se obje o de socioling is ica na década de 1970 do passado, especialmen e quando em Á ica e Ásia mui as issiko ojosas independência nações i e am a apossa -se sob e a língua nacional (Mes h ie, swann e k . 2000: 384; Ricen o 2000: 196 213; Fe guson 2006: 1 2). Quan o mais a de em yškėjo linguas kon ak os p oblema ika, e a pa i do úl imo XX a. dezmecio pasida ê ak ualús aspec os dos di ei os humanos, elacionados com linguas consumoim,. Di e sos pe íodos his ó icos le an ados po go e nos ou o ganizações sociais de di e en es países as a e as de planeamen o da língua es i di e en es, de e minados dessas países escolhidas ideologias lingubinas3, socioling is inas si uações, ambém susiklosčiusios polí icas, cul u á ias pa i ies e adições, po ém econhece-se que semelhan e obje i o. As medidas planeadas isam que a língua ou suas eminiscências sa is izessem o melho possí el as unções linguís icas de uma de e minada sociedade, que, po ce o, ul imamen e no mundo mui as ezes são en endidas apenas como comunica i as, a despei o de ou as línguas4. 2 sob e his o icamen e sucu loschiusius ês e apas de planeamen o da língua, ligadasus com mac osociopoli inhas e ou as acções, consul Ricen o 2000: 196213. 3 No malmen e dis ingue-se qua o ipos de lingubinė ideologia: kalbinė asimiliacija (no ação de que quan o um memb o da sociedade em que paga a p edominan e língua daquela sociedade, mesmo se não o a sua língua na i a; ela baseia-se ge almen e na polí ica da língua aplicada a imig an es), daugiakalbys ė (manu enção de múl iplas línguas na mesma sociedade), e nakização ( ecupe ação da língua local e pa o ização da língua o icial da sociedade) e in e nacionalização (Cubiola ios de á eas comuns ou sepa adas daquela sociedade). 4 Em ou as pala as, mui as ezes a p io idade é dada à p agmá ica, e não à ideológica polí ica da linguagem, ou à combinação de ambos: a p imei a em língua ê apenas como em e amen a de comunicação, a segunda como em elação à linguagem ex e nas alo es símbolo (ž . bakmand 2000). 234 Linguas Kul ūRa | 83 O concei o de planejamen o de linguagem nos abalhos socioling is os do mundo apa eceu na mesma XX a. 6o década do inal. Pi mas a começou a usa no ueguês de o igem ame icanos kalbininkas eina as Haugenas. Com base nos es o ços no ueguijos mode niza , p omo e e de desen ol e a língua nacional pesquisa, ele ap esen ou es a de inição, e pos e io men e o ainda ape eiçoou. nessa época o planejamen o da língua se es inge apenas com os aspec os in e nos da linguagem (s anda ização): p epa ou-se no minė g ama ica e diccioná io, o denada esc i a, pa a que lhes pudessem basea -se esc i o es e alan es desigualy ėje kalbinėje comunidade (daous 1997:8; 43 bakmand 2000). no inal do oi en a da língua Haugenas desc e eu o planejamen o de linguagem como a aliação de mudanças de linguagem: KP (i. i. do planejamen o de linguagem. R. M.) esmė é apsisp ęs i sob e alguma de uma o ma de linguagem, mas ao mesmo empo le an ou e ou o aspec o: isso esąs e expe imen imas a e a a escolha (Haugenas 1994 [1966]: 15). aigi plani icação de linguagem en endido como linguagem no minism e ugdymas, i. i. es o ços conscien iosas desde de cima, de aco do subs i uídos obje i os, an o a e olução do idioma, quan o a comunidade kalbinė kalbinį elgesį. e. Haugeno modelo de planejamen o da língua consis e qua o dėmenos (semp e em e sões do modelo publicadas em sk i e ia de nomes e eiliškumas daqueles dėmenos). 1983 M. De aco do com es a e são do modelo é: 1) no mas selecção, 2) no mas codi icação, 3) unções de implan ação, 4) unções ap ulinamen o, ou desen ol imen o (Haugen 1983: 270–275). Como apon a e. Haugenas, p imei o e e cei o dėmen o (a da plani icação e apai) são socialiniai, em elação à linguagem ex e nos, e an as e ke i as ling is iniai, em elação à linguagem idiniai. Baseando-se no linguís ico emeço Heinzo Klosso (Kloss 1969) nub ėž u di e ença en e linguagem sanda os planejamen o5 e linguagem s a us planejamen o, e. Haugenas 1983 m. pa obin ame modelo socialos aspec os do modelo no magem de selec ion e implemen ação de unções como planos co esponden es ao s a us, e a codi icação de linguagem e uncionalidade como plano co esponden es ao idioma sanda os. além disso, e. Haugenas en a izou a impo an e idéia de que aqueles qua o passos do modelo, embo a mos em ce a logicamen e eiliškumą, não necessa iamen e em elação ao empo ão de ila: eles podem se homalaikiai ou cicliški (Haugen 1983: 270). Planejamen o do es a u o de língua é de linguagem dos undamen os legais, de elações com ou os idiomas e ou as a ian es da mesma língua egulia5 na li e a u a de línguas li uanas um obje o de egulamen o no mina i o (p esk ip i iojo), quando se p e ende muda a es u u a da língua (lingbos o mų aidą), alguns au o es chamam skoliniu ko pusas (angl. co pus); ou os o nes e incomum signi icado e i am e ansliasi a iou. Po exemplo, documen os da Es adobbina das línguas li uanas comissão (plg. Gai ės 2003, Gai ės 2008) nesse signi icado usado sis ema de linguagem e a osenos planejamen o. Nes e a igo p opõe-se o e mo planejamen o da sanda os da língua. R. Miliūnai ė. O p es íž da língua e seu planejamen o 235 imas. Kokiõs uso de língua ou a maina pode se meios de planejamen o do s a us da língua incen i ado ou eduzido. O planejamen o sanda os da linguagem em a obje i o muda as ca ac e ís icas in e nas da linguagem, pa a que ela se o nasse i aybingesnė. Ele inclui g a ização (sis ema de sinais de esc i a escolhação e ap ulinimen o), pad on ização (uma escolhida a ação no mas de codi icação e sua ap ulinimen o) e mode nização (linguas, especialmen e léxico, incluindo e miniją, desen ol imen o de ecu sos de aco do com no a besi andanças sociedade necessidades). Os esul ados des a a i idade no minamieji dicioná ios, g amá icas, eg as compilas, publicações de ecomendações de consumo da língua e di e sos no minamieji lis as. e. embo a o modelo de planeamen o da linguagem Haugeno, pa icula men e p mosios de sua e são, seja equen emen e c i icado6, mas ao mesmo empo econhece-se que é um bom pon o de e e ência pa a desc e e qualque um p ocesso de planeamen o da linguagem, po que indica idealią sua e olução, que da si uação eal pode di e i a á ios ní eis (G oo 2002: 117121). e. Haugeno modelo de planeamen o da língua de a o é mui as ezes is o como em e apas de desen ol imen o de uma língua comum […] desde a escolha de uma língua como base de uma língua comum a é a consolidação daquela língua comum na sociedade (plg. subačius: 2002 […] 132133; 2004: 105 […] 132113). en ão es e modelo oi ape eiçoado e aplicado de á ias línguas comuns como pad ão pa a desc e e a his ó ia de c iação(se), a iadamen e kai aliando qua o e. Haugeno mencionados dėmenos o dem de ila, po ém isso, segundo Gied iaus subačiaus, mos a não an o as de iciências des a eo ia, quan o sua lexibilidade. aí segundo impo an e passo no desen ol imen o do concei o de planeamen o da linguagem H. Klosso desen ol ido e e. Haugeno adop ado d ina is modelo de planeamen o da linguagem: conside ou-se que os mais impo an es p oblemas de manu enção da linguagem na sociedade podem se esol idos mé odos cien í icos e linguagem planejado es p ecisamen e planejando o desen ol imen o das línguas e seus p ocessos de in e ação (G oo 2002: 118119; baldau 2004: 376388; Zhao, liu 2007: 113). Es e modelois de planejamen o da língua p a ic loje p e a o quase a é mesmo XX a. im. O con eúdo do concei o de planejamen o de linguagem ao longo do empo e ainda ou o. e cei a ase de desen ol imen o pode se dis inguida quando os linguis as ame icanos Robe as l. Coope is ėmė ala sob e planejamen o de ensino de linguagem (Coope 1989). é esse ipo de planejamen o da língua, quando ge almen e a escala do es ado a a és da sociedade ensinamen o e sis ema educacional p e ende a e a a sociedade aš ingumą, linguagem e suas no mas di undimen o, jun o s a us da língua. 6 Po exemplo, Mosheė nahi as c i icou e. Haugeno modelo, dizendo que isso é esan ys apenas qua o eó icos p imo dial poškai, po que nada é alado sob e os mo i os dos planejado es de linguagem e obje i os inais (nahi 2006 [1984]: 423448). e. Haugenas, po ce o, aquela c í ica ace ou. 236 Kalbos Kul ūRa | 83 comp eende-se que odos os ês ledemens de planeamen o da língua são elacionados e dependem um do ou o. Po exemplo, se muda o s a us de língua, digamos, a língua é a ibuída de no as unções, ge almen e em keis is e linguagem sanda a (klos osi nauji s iliai, é p eciso į eisin i naujų leksikos iene ų) (Mes h ie, swann e k . 2000: 387; Milligan 2007: 195). Teó icos do planejamen o de linguagem na XX a. segunda pa e p incipalmen e ala am sob e o planejamen o, que execu a o go e no do es ado e suas ins i uições, mas pouco a enção aloca am aos p óp ios esul ados do planejamen o de linguagem e aos compo amen os das pessoas bem como aspec os psicológicos, he dando aqueles esul ados. desde os anos 10o da década de XX, quando, em deco ência mac osociopoli ís icos mudanças do mundo, começa am a chisca -se b ilhan emen e as condições polí icas e sociais em alguns países da Eu opa Ociden al, na plani icação da língua, com base desen ol idos modelos de pesquisas pos mode nias, ambém olhou-se uma no a (Ricen o 2000: 196213; G oo 2002: 118). disposição enunciada, que a plani icação da língua só assun o de e cei os países, só ins umen o consolida e pad oniza línguas nacionais, só mode nizações e pa e da c iação da nação. Implemen ação do planejamen o de linguagem (angl. implemen a ion) oi iniciada a explo a da pe spec i a dos bene iciá ios; su giu a isão de que o elho d ina is ou ina is modelis é mui o es ei o e de e ia ha e mais ên ase o econhecimen o de p odu os de planeamen o de linguagem e a a i ude dos ado ado es a eles (Zhao, liu 2007: 113). bene mais impo an e des e qua inho linguagem planejamen o concei o da e apa de desen ol imen o peculia idade le an ado papel de p es ižo da linguagem e seu planejamen o bū inybė. aigi planejamen o da linguagem ing a a o qua o lémenio discu so p es ižą (nes e con ex o começa-se a usa e concei o de į aizdžio da linguagem). suomijoje- i endo okiečių kalbinis a Ha aldas Haa mannas p imei o ealizou pesquisas, examinando o papel indi ido an o ecebendo como ejei ando p odu os do planejamen o da língua. no abalho eó ico H. Haa mannas a i ma que o planejamen o de p es ígio de e se sa a ankiška linguagem do planejamen o a šaka (Haa mann 1990: 103). Segundo es e au o , a plani icação de sanda os e s a us de linguagem é a i idade p odu i a, e o planeamen o de p es igio ecep i a ou alo ybinė unção, que em in luência pa a como p odu i amen e as ações de planeamen o execu am os plani icados e como os acei a pessoas. Pa a que p odu os de planeamen o adqui am p es igão, a i idades de planeamen o de língua de em oco e a qua o ní eis (indi íduos, o ganizações sociais, ins i uições o iciais e go e no). H. Haa manno no modelo pela p imei a ez g e a desde cima do go e no execu i o e das ins i uições do Es ado oi o icialmen e econhecido e planejamen o desde abaixo. en ende que a e icácia da plani icação da linguagem de e mina a in e ação de odos os a o es (Zhao, liu 2007: 113). R. Miliūnai ė. P es ige da língua e seu planejamen o 237 Robe as b. Kaplanas e Riča das b. baldau as (Kaplan, baldau 1997), eo icamen e econhecendo o planejamen o da língua não só como p á ica de a i idades, mas e como au ônoma á ea de pesquisas cien í icas, desen ol eu ainda H. Haa manno kons uk ą, onde, sem p es igio, į e pė i minė ą R. l. Coope io planejamen o de ensino de língua como sa a ankišką modelo de planejamen o de linguagem (angl. language-in-educa ion planning, ou, Coope io e mo, acquisi ion planning). isso ajudou a su gi o p es ígio da linguagem e a eo ia do planejamen o de imagem. ją na li e a u a cien í ica de planeamen o da língua oi desen ol ido b i as dennisas age is (mais sob e isso no qua o capi ulo des e a igo). aigi endo pe an e os olhos odos ke u is e apas de desen ol imen o do concei o de planeamen o de linguagem, pode-se dize que eo icamen e ní el linguís ico planeamen o inclui obje i os, assabadões e es a égiijas de inição, como subs i ui manei a, pelo qual a língua é consumida. P ác ico ní eleniu isso de uma língua ou a maina escolha e incen i ação, i. i. conscien e das condições, pelas quais unciona uma língua, ali amen o, e p óp ia linguagem ecu sos eguluação, sua desen ol ida ali amen o. Ke u ias pa es do planejamen o da língua, com base R. baldau u (2006), pode-se p esc e e assim: • planejamen o do s a us do idioma mudança de unções do idioma, • planejamen o sanda os do idioma mudança de o ma (ypa ybių) do idioma, • planejamen o de ensino do idioma mudança de habilidades lingüís icas da sociedade, • planejamen o p es igio do idioma mudança de imagem do idioma. Os p imei os p a ican es de planejamen o de linguagem ade i am à abo dagem, que a língua pode se planejada po polí ica execu ada do es ado, mais se concen ando em o ma de linguagem e em desen ol imen o de unções. A e olução do concei o de planejamen o de linguagem, ao coloca à planejamen o de linguagem cada ez no os obje i os e ab angendo cada ez mais amplo obje o, na u almen e expandiu-se da exposição à linguagem a é ao impac o aos usuá ios da linguagem e a suas p óp ias p omoções a e olução da linguagem, ou, segundo deniseo daous o, o obje o dos planejado es de linguagem expandiu-se das no mas em con li o a é aos p oblemas de línguas em con li o (daous 1997: 438). a. 7ajame década o a igo esc i o eina o Haugeno, bem como donnos Ch is ian 1990 m. a igo publicado em língua li uânica o am aduzidos e publicados ainda em 1994 (ž . Haugenas 1994 [1966]: 1428; Ch is ian 1994 [1990]: XX 2940). po ém, como mencionado na pa e in odu ó ia do a igo, na li e a u a da língua li uânica o concei o de planejamen o da língua ėmė mais plis i ela i amen e ecen emen e (plg. Vaicekauskienė 2004, 2007; Pupkis 2005: 191196)7, 7 sob e Pe o Joniko mėginimą knygoje Lie u ių kalba i au a am būžių bū yje. Visuomeniniai lie u ių kalbos is o ijos b uožai (Čikaga, 1987) e e is e. Haugeno modeliu ž . subačius 2004: 111–112. 238 Kalbos Kul ūRa | 83 embo a com a linguagem plane im di e amen e elacionadas bend inês li uãos língua no minimo, da linguagem polí icas e da linguagem cul u a ugdymo e da sociedade linguis icino educação ques ões le an adas e nuola os conside s omi po oda bend inês li uãos língua da his o ia. Na úl ima década, nos abalhos de ciência da língua li uanas, le an am-se á iasopi os obje i os ge ais de planeamen o da língua: de e pelo menos os mais impo an es mudanças das ci cuns âncias de uncionamen o da língua e as di eções dessas mudanças, cla a e igidamen e p e e os assun os ge ais de no mamição da língua e planingai abalha o abalho de codi icação, e ap esen a os esul ados desse abalho à sociedade a a és de á ias o mas de ugdymo da língua (Pupkis 2005: 193). Ao mesmo empo en a iza-se a impo ância do planejamen o da linguagem, en endendo que se os planejado es da linguagem se ap esen ada não pensadas de soluções, a osenoie mui osê a ian iškumo, e ele klibins a cons an idade das no mas da linguagem, eduzi á p óp io a uncionalidade da língua comum (Pupkis 2005: 194). po ém é p eciso econhece que a nossa no mação da língua ainda ainda ainda es á ainda mais ocada em igo a de adição inhe an e codi icação e en inimen o ela ins ala no a oseno, e de e dadei o planeamen o da sanda os da língua pode espe a no u u o neben , endoin de alhas pesquisas da si uação a ual. ao e e o planejamen o da linguagem como e olução da idéia eó ica de di ecção socioling is ica, é impo an e en ende a idéia do planejamen o da linguagem eina o Haugenen, que à planejamen o da linguagem é p eciso olha como a um p ocesso incessan e, po que cons an emen e muda e cada língua i a, e a sua socioling is inė si ua cia, e a no mi icação da linguagem ealmen e nunca chega a im8. 3. P es iŽas iR PRes iŽinė A ala sob e o p es ižão da língua socioling is os (lie u oje ambém) ala-se bem mais an igo, do que ele começado a ece com a linguagem planejamen o, e nos úl imos empos ele é o nês um impo an e obje o de socioling is ica. P es ižas, como linguagem ou sua a mainos peculia idade, dis ingue uma língua ou a mainá de á ias, us ojamų naquela mesma lingbininha comunidade. 8 ainda uma no a e apa de desen ol imen o do planejamen o da língua pode se conside ada o começo do XXi a., quando de ido às condições de globalização suac i eiças línguas con ac os su ge no os p oblemas de in e ação das línguas e igi ia eó icas, especialmen e com o s a us da língua elacionadas discussões. Falamos de ges ão da língua como de um no o, anspassando an o da comunidade linguís ica de um só, como da língua do Es ado, plano de limi es, obje o de eo ia e p á ica socioling is ica; a mesma concep oca de linguagem adyba começou a usa socioling is os abalhos ainda 1987 m. (ž . nek apil 2006). R. Miliūnai ė. P es ige da língua e seu planejamen o 239 3.1. Lingbos p es ižas, p es ižinė kalba, p es ižinės aiškos p iemonės Uma das axiomas da socioling is ica é a de que sos idiomas ou suas a ainas, não dis inguindo nė comuns das línguas, linguis iciamen e são équi alen es (igualmen e con ém à comunicacna e exp essi a unção), só pode e concedida pela sociedade di e en e s a us social (edwa ds 1996). Lingbų ou seus a mainų p es ižas susiklos o po á ias azões. Heinzas Klossas menciona qua o mais impo an es: abundosos he dado esc i o, al o ní el de mode nização da língua, s a i posição in e nacional ou g ande p es ižas dos consumido es daquela língua (Kloss 1966: 143144). en ende-se que ao longo do empo, mudando ci cuns âncias, o ní el de p es igiosidade ambém can a. ge almen e p es ižinė a a iedade da língua de ine-se baseado em pa âme os sociais e geog á icos. No malmen e ela é associada com a maio polí ica, econômica ou (i ) cul u almen e a pode , aí e p es iją9 na sociedade endo um camino socia linho, que se escolhe uma língua ou a linguagem a mainá de á ios uncionando naquela comunidade linguís ica. Com base em an e io es socioling is ís icos de William Mackey, Pe e io udgillo, Howa d Gileso (pas o jo eo ia do ajus e linguino) e k . pesquisas, Johnas edwa ds a i ma que kalbõs ou a mainõs p es ijão c ia não lingu is iniai ou es e iniai daquelas ou a mainos aços; lemb a a pe cepção das pessoas, o elaciona com socialiniais assun os. maio p es igão e á aquela língua ou a maina, pela qual ala o g upo da sociedade dominan e socialmen e e de en o a pode 10. O p es ígio da língua em elação e com sua po ência: quan o mais unções a língua a ende, an o ela p es ijiškesnė. mas não necessa iamen e pa a odos o p es igiosidade é o mesmo. Pa a alguns a mesma língua pode se pode osa e p es igiosa, e pa a ou os não. 9 Plg. p es ižas [ anc. p es ige] au o i e as, į aka, espei oba, bom nomeas (Ta p au inių žo džių žodynas, Vilnius: alma li e a, 2001). 10 P es igeu e imagemdê de uma língua de inem o s a us socioeconomico dos consumido es da língua, e isso a e a ambém a escolha da língua das pessoas, uma ez que à língua é is a como em con e indo aos seus consumido es a ma ca socioeconomica (Zhao, liu 2007: 114). Įdomus um cien is as de uma uni e sidade singapu o ealizou um es udo socioling is ís ico, com o obje i o escla ece i s a us do chinų idioma singapu e (Zhao, liu 2007: 113126). is y us as in e ações da língua usada nas c ianças com seus pais socio econômico s a us, de e minou que mui oiakalbėje e mui oiakul ú ée singapu o sociedade em que execu ada a i i d ikalbys ės polí ica e onde impo an eíssimo papel ekou ingles albai, kinų kalba (caimo e ou as d i singapū e i an es de comunidades é nicas de seus idiomas malays e amilų) ilgainiui pe deu p es ij. língua inglesa pe žengė polí icas de linguagem p e is as limi es: i o não só base de apoio de elações econômicas, mas e ėmė empu i gim ąsias línguas de cul u alino e domés comunica i os. d ikalbys ės polí icas c í icos azem conclusão: que a língua kinų osse apoiada e consumida, necessá io meios de planejamen o da língua e gue es a língua p es igão e c ia posi i a sua imagemidį. 246 Kalbos Kul ūRa | 83 džian po causa bend inês de linguagem pag indo e abalho de codi icação de linguagem, ambém jun o com ou os especialis as das á eas a ando e miniją e adap ando ela no as necessidades da sociedade. en e a linguagem planeamen o execu ado es le an ado e dos esc i o es papel: eles man êm esc i ina adição, e o ça suno min ą linguagem a mainá, eles mesmos con ibuem pa a o es ilius a ís ico expansão. em Li uânia neišleis ini de olhos e e nologai, galin ys ajuda a c ia mais ampla linguagem, seus alo es e singula idade con ex o. O mais impo an e pa a o planejamen o de p es ígio de línguas em ge al é a comum a i idades de á ias á eas e ní eis de ins i uições e po celanas pessoas. Es a men i é na u almen e adqui ida e Li uânia: pe cebe-se, que p es igio das línguas li uãs na sociedade man e p ecisa do es ado e sociedade in e eikos (labu is 2006): o ganizacinio abalho naš os não de e ia k a y is cen os de educação e cul u a uncioná ios, memb os de o ganizações pa io inas e, cla o, odos, que se liga com a língua li uanas companhia. Ma e ialmen e apoia e en os da língua na i a pude em conside a seu p es igio eikalu líde es de mui as ins i uições, li au iais se conside an es emp esá ios. Es adoidade aqui ambém não pode ica nuošalyje pois udo isso se elaciona com os p opósi os da educação de adul os. [...] Božiausią sumanymą pode sužlugdy i não conseguindo encon a e ao abalho inclui p o issionais, sąžiningų, sen ičiančiųjų esponsabilidade execu dy o. e deles ale p ocu a não só en e os abalhos apic o á ios p o esso es li uanis as e cidades de linguagem manejado es, mas e en e dezimças, al ez e cen enas em pensão saídas de bons especialis as des a á ea. Es anho, que ninguem ne eque ida mesmo de mui os pa a a pensão saídos p o esso es das escolas supe io es ou docen os p o issional e i imiška expe iência. 5.Jos es i, la ViJos iR lie uVos Kalbos PRes iŽo PlanaViMas Kalbos Poli iKos GaiRėse Semelhan e na u eza de ês países documen ai pe mi e compa a ago a ies polí icos de linguagem pon o de is a em p es ijão de linguagem e seu planeamen o, escla ecin i, de que liemenas c ia-se concei o de p es igio de linguagem, quais p e is as medidas de seu o alecimen o. P ê li u as sus o ina i mais. 5.1. Es eja a polí ica da língua es ã no documen o de planejamen o es ão língua de desen ol imen o es a égia 20042010 m., que ap o ado a es ônia República Go e no, en e ou os obje i os e a e as ala-se e sob e a cons ução da imagem pública da língua es ã (dsel 2004: 2930). indica-se que é p eciso e gue lingubinho sociedade R. Miliūnai ė. P es ige da língua e seu planejamen o 247 conscien igismo, o ma em linguines disposições, p omo e em sociedade em boa a osená e c ia posi i a imagem da linguagem. a i ma-se que a é šiol es ijoje ilologos, esc i o es e mes es de gim ó ia língua cuidam-se imagem de linguagem de nuo okos, comp eendendo sua misiją. ninguém o conside a não p o issionalmen e e sis emicamen e. Keliam-se obje i o c ia sis emas de c iação de imagem d'imagem da língua es ões e de desen ol e pesquisas cien í icas baseadas a a i idade c iado a de imagem. Pa a a ingi es e obje i o, o am ambém p e is as a e as conc e as: • inicia o p og ama nacional es ų apa ybė 20052009; • elabo a concepção de iden idade, adap ando a escolas de ensino ge al, e o ganiza p o esso es de língua na i a cu sos sob e linguís ico imagemjgio cons ução; • nucliza p oblemas de linguagem e acon ecimen os na mídia; • c ia e dis ibui ex os e bases de dados, ele isão e ilmes de ídeo, in o macinę ma e ialá, e c. a . . oda a sociedade, pa a que isso p omo esse o uso da língua es ões; • o ganiza e en os, an o quan o possí el, p omo e a imagem da língua es ões em odos os campos da ida; • c ia g upos de apoio de língua dos es udan es; • apoia a uncionala imen o da língua es ã na in e ne e le an a lá sua imagem. 5.2. Le ónia m. documen o ap o ado do Go e no da República la iana 20052014 m. (GslP 2007: 2830) sepa adamen e sob e a c iação de imagem ou p es ígio da língua la ia não ala, mas a pa i das medidas indicadas obje i os e medidas da polí ica da língua la ia ambém é planejada: p e ende sus en a e desen ol e o uso da língua la ia não só nos ea os o iciais do es ado, mas ambém c ia i amen e a a és de uma o iginal e de qualidade li e a u a, a e (kines ia, samha), implemen ada na la ia, que é necessá io ap ende e usa uma sociedade a o á el ao edo la iana. 5.3. Li uânia Documen o 20072009 ano do plano de a i idades es a égico da Comissão Es adual das línguas li uanas econheceu que uma das ameaças do uncionamen o das línguas li uanas é lie u ių kalbos p es ižo menculação em algumas isuo- 248 Kalbos Kul ūRa | 83 a es g upėse. essa disposição oi ans e ida e no plano es a égico de a i idades 20102012 ap o ado em 200916. sob e o p es ijão da língua esboçado na Polí ica de Língua Es adual 20032008 m. gai ėse (Gai ės 2003), e quan o mais amplamen e ala-se na ecen e 20092013 m. p oje o (Gai ės 2008). na e cei a pa e Padė ies apž alga ao s a ususo da língua esc e e-se: 21. Ago a ies pokyčių aki aizdeje lie u ių kalbos išlikimui didžiulę eikšmę u i ne ikai jos eisinė padė is, be i p es ižas. democ a ėjan e sociedade pode man e sua língua só conscien iamen e pe cebendo sua alo e opo unidades, mais a i amen e en ol endo-se na no mminização da língua e con ibuindo pa a a sua en iquecimen o e desen ol imen o. Nos úl imos anos descobe a no as manei as de sudomi i a sociedade Li uães língua: o ganizóiam-se nacional dic an o concu so, mokslei iam o ganizados concu so de linguagem in e ne , c iamiam ele ônicos lingbiniai jogos, iniciada ealiza es a al lei u a omen o p og ama. po ém a o mação de p es ígio da língua li uânica exigem p o issionalmen e e sis emiskemen e uma abo dagem, baseada na sociedade yks anças galbines egsenos, e ybních disposições mudanças es udos. do idioma li uãos p es ijas elacionado com oda con ex o da cul u a li uãs, po isso necessá io mais a i amen e p omo e e apoia li os de línguas li uanas edybá, biblio ecas o necimen o de li os, en e eles e li uanis inas, lie u iško con idos gausinimą na in e ne . Na quin a pa e Gai ių do p oje o Ta e as da polí ica da língua Es s ybinė e suas manei as de solução ao s a us da língua indica-se como se ia possí el melho a a si uação a ual: 43. o alece o p es ígio da língua li uana: 43.1. Desen ol e li uanis ikas em sen ido la gadaja (não só línguas Li uãs, mas ambém li e a u as Li uãs, Li uu as his ó ias) uniões com lie u iškąja apa ybe concepção e p omo e publicąjį discu są nessa ema. 43.2. Desen ol e o polí ico e cul u al diálogo da mídia, comunidade acadêmica e da mais ampla sociedade sob e as pe spec i as das línguas nacionais num mundo globėjančiame. 43.3. Apoia linguas li uanas peculia idade e ich ingum e elandoanças ob as de li e a u a, ea o, cinema, música e p omo e suas dislaidà. 43.4. cul i a a consciência lingubinha da sociedade. 43.5. Ten a cuida da imagem de língua li uanas em comunidades es angei as li uanas. aigi polí ica da língua li u os o p es igio da língua liga-se com o s a us da língua li uãs e ainda neišplė ojamo a é sa a ankiško kalbos plana imo (poli ikos) dėmens, po ém em documen os o iciais ele é a ibuído 16 P ieiga 2010 na in e ne : <h p: www. lkk.l /iu/ ile/Me u_planas_planas_pa iksl.pd > (žiū ė a 2010 07 12). R. Miliūnai ė. P es ige da língua e seu planejamen o 249 nãoha a enção: de inem-se os p incipais obje i os, di eções e meios pa a esses obje i os alcança . Gai ių no p oje o suminė as das manei as de o alecimen o do p es ígio da língua li uanas pa icula men e impo an e é a disposição ugdy i isuomenės kalbinį sąmoningumą, po que como só a mo i ação in e na da sociedade consumi a língua li uânica, lhe o nece p e e emybę sob e ou as línguas bem como a sua apa aškas e é a base do apoio ao p es ígio da língua. hence, segundo b onio sa ukyno, necessá io bend inha linguagem a aze a ailamen e necessá ia pa a a sociedade (diskusija 2005). Lingubinis conscien iingum signi ica p incipalmen e pe cebe alo es da língua li uãs simbólica e p á ica, e isso su okus isoke iopai maiky i lie u ių kalbos a osenos gy ybingumą an o lie u oje, an o išei ijoje. po ém es a a e a az-se di ícei amen e implemen ada de ido à p óp ia o ien ação alo i om pe si ecen e. Valybinė kalbinė o ien ação não se dis ingue de odo kin ančio isuomenės e čių lauko: pa io izmo menkėjimo, desilupimen o comum nau os idėja e suas a ei imi, com isso elacionadas didelės emig ações ( u in em men e e o a o de que os li u os são apidamen e eu opoje nyks an i nau a), a i ude pa a a amília e ou os undamen ais alo es adicionais mudanças, ambém globalizações e le eliações de nações e línguas. A alia es as mudanças e p e e à nação e ao es ado os mais impo an es objec i os e a e as do u u o é uma ques ão comum de mui as ins i uições de pode . Psicho e apeu a eugenijus lau inai is em uma in e iu é saído que a es e com iousiam assun o a es ado não em ap io ia -se só pela elabo ação de leis e alocação de undos pa a os p e is os obje i os busca . é necessá ia e p opaganda (lau inai is 2010): P opaganda pe pep as p og amas p olongados, pelas quais p e ende muda os alo es e pis as da nossa sociedade. Se que emos que na sociedade algo cis usse, isso emos de planeja de an emão ações adequadas. o ações adequadas ge almen e de em se o ien adas pa a assun os mui o du adou os, po que as alo es cagam mui o len amen e. P opaganda ( ik ąja, e não es igu a signi icado)17 de e o na e pa e do planejamen o p es igio da linguagem, ela de e se não mesmomuka, banali e įky i, e apgal o a, sub ili e psicologicamen e pa eiki. an aip sociedade em longo do empo adqui i á especialmen e en e a ju en ude disseminadas idéias nihilis as, que li uãs línguas ap ende neapsimpa, ela ainda assim ex inguindo (plg. Kalėdienė 2009: 290). po an o não aciden almen e em no a línguas li uanas ugdymo ge al do e inho escolas s a17 Plg.: p opagánda [la . p opago skleidžiu, pla inu], ilos., moksl., el. e k . eo ias, idéias disseminação com o obje i o po elas educa , ope a pessoas pa iuu as, humo ais, p omo e ce as ações (Ta p au inių žodžių žodynas, Vilnius: alma li e a, 2001). 250 Kalbos Kul ūRa | 83 egijos documen o a incluída e a seguin e disposição: Viešojoje e d ėje dieg i požiū į, que egula iga e iquiga lie u ių kalba y a isų isuomenės sluoksnių išsila imo pag indas i socialinio p es ižo žymė. (es a égia 2010). Ou o impo an e pon o sociedadeé de e e pa a o que o ien a -se. Pa i concei o de planejamen o de p es ígio de língua e p á icas de planejamen o de línguas de países es angei os mos am, que s ichiamen e besiklos ancio de qual língua ou a mainos p es ijo já já não deixa a siieigai: ele é incluído em conscien e de linguagem mudanças e desen ol imen o egula ó io p ocesso. aigi e p es ižinas linguagem e alonui c ia e maiky i de e se a ibuída nemaža linguagem planejado es a enção, p ecisa cla amen e su o mulados obje i os e p á icas de a i idades. de a o, ul imamen e, pa a a educação pública e o p es ígio da língua li uana exis em conside á eis meios de e o ço da In e ne : um di an e nacional anual de inabalá el popula idade, a igos e discussão sob e ques ões da língua em meios de mídia da in e ne , uma ou a VR laida ou ik o ina, ap esen ação de publicações da língua em li os mugeses, concu sos de alunos (pa y, desde 2008 o concu so Š ali gal a š a i.l , www.li uanika.l ), akimis (Kalbu i ku iu, www.kalbaku išua), esc i as e ende eços de esc i as são impo an es pa a as ins i uições públicas e p i adas (Kalbu i.l , www.l , www.l ) con ibui em pa a a con o midade. na Li uânia eikianças ins i uições es a ais, bem como o ganizações públicas (lie u ių kalbos d augijos, Vilniaus mies o sa i aldybėje eikiančios komisijos) a i idade, ž elando do país, nea odo i inina planiga e consequekli, mais ápido besiklos an i de s ichiškai kylančių po eikių, de an eço su o mula os só comuns obje i os, e não conc usius zadadas. das pa ilenias acções de e ia passa pa a consis en emen e o ganizá eis a i idades e, como e de a linguagem planejado es, não só p e e esul ados das a i idades, mas e a alia , o que du an e ce o empo alcançado. Nes e momen o, pode-se dize , oco e abalhos de es algomieji: imamasi sepa as boas inicia i as, po ém al a a i idade de coo denação. ecen emen e, 2010 m. liepą, es abelecida união dos de enso es da língua li uãs indica que de um a i o sambū io, que esol ia ac uais p oblemas de polí ica de linguagem, exis e uma necessidade na sociedade. aigi econhecendo que na Li uânia polí ica de língua baseada planejamen o de linguagem, em li uãos língua p es ijão ambém p ecisa olha -se como em planejamen o 18 mais in o mações sob e es a a i idade pode encon a -se Es a ubinas li uãs língua comissão, Es a ubinas linguagem inspecção, Li uães língua ins i u o, li uãos língua companhia em si es in e ne publicados anos ela ó ios. R. Miliūnai ė. P es ige da língua e seu planejamen o 251 objec o e não só cla amen e de ini os p óximos e subsequen es desa ios, a i ma , com que meios eles se ão alcançados, mas ambém p e e , como se á a aliados ob idos esul ados. de e se cla o o obje i o de sob e i ência da nação e língua, di eção em odo o mundo i endo li uanos união s ip inimen o e conc e as a e as: abunda ecu sos da língua li uãs e c ia a o ankią ambien eá ela i uo i, que sociedadeé não menkin ų, e comunsis es o ços o alizados p es ígio da língua li uãs e no nosso país, e no mundo. Ap endendo de mundo expe iência, a es a a i idade pode se encon ados di e sos dos modos. po ém isso já não é só abalho de especialis as da linguagem. iŠVados 1. os abalhos de eó icos e p á icas de planejamen o de língua de países es angei os mos am que es a di eção socioling is ica na úl ima década de ido a p ocessos de globalização e nações e in e ações cul u ais no a elmen e suac ual o nou e aumen ou. O con eúdo do concei o de planejamen o de linguagem ge okai expandė ê, po que ao planejamen o de linguagem le an am-se cada ez no as me as, muda-se seu umo e ab angendo obje o cada ez mais amplo. da exposição à língua passa-se a exposição aos consumido es da língua, e eles mesmos são incen i ados a ope a e olução da língua: à adicionales dėmenas da sanda os da língua pad onização e expansão de unções adicionado egulamen ação das elações (s a uso) das línguas, mais a de ensino da língua e inalmen e planeamen o p es ižo da língua. en ende que planejamen o da língua pode se bem sucedido só quando as pessoas êm a mo i ação in e na usa alguma língua ou a mainá, e não aplicando coe ci os mé odos adminis a i os. aigi da língua ou sua a mainos p es ižas já não é deixado klos y is po si mesmo, mas o na-se obje o do planeamen o. 2. nos o iciais o iciais da língua li u as documen os de polí ica indicam-se da língua li uãs p incipalmen e como es a ís icas p es igo impo ância sociedade ( u in em galho ou os a ojamų linguas con ex ą) e p e êem modos a ele o alece . po ém ins i uições do es ado, o ganizações públicas e indi iduais de indi íduos al am à a i idade p á ica de a e as cla amen e o muladas e es eudíssima a i idade comum. 3. Como mos am na Li uânia ealizados es udos socioling is á ios, p es igios da língua li uãs po á ias azões, especialmen e po causa da nacionalidade de iden idade e adicionais al ybių menkėjimo, didelės emig acijos e ou os eiksnių, não são o es. Ele p ecisa e o ça uma cla a di ecção de desen ol imen o da língua e me as p e endo uma es a égia de planeamen o da língua e de inidos de planeamen o do p es igio da língua, que de em se baseados socioling is ines disposições linguís icas da sociedade e ago a i- 252 Kalbos Kul ūRa | 83 nės a osenos esul ados de pesquisas. Sociomené, sem esquece e da manu enção da língua li uãs in e essadas išei ias bem emig an os, de e se mais a i amen e incluída em p ocesso de apoio do pa imônio da língua e de c iação da língua. 4. é impo an e plana iamen e cuida e bend inês dos idiomas li uanos p es ižu, inclui em es a a i idade especí icas bend inês dos idiomas li uanos g upos de consumido es jo nalis as, esc i o es, adu o es, do edi o , p o esso es, es udan es e k . pa a isso essencial base p es ižinės bend inės kalbos e alonas, . i. eal ac ual a osen i kodi ikacija. as mais impo an es di ecções de planeamen o de p es igio da língua li uanas comum pode iam se es as: 1) disseminação da in o mação da no mnamó ia lingubinha, sua ope a i idade, cla idade e a gumen ação; 2) manu enção do pad ão da língua e educação de usuá ios exempla da língua (pai example, VR ededo es de conhecimen os) e supe isão das mais impo an es á eas de consumo da língua que azem impac o à sociedade; 3) alegada implan ação de linguís icas ino ado as (ypač naujada ų), sua izando a a ual equen emen e nega i a eação dos consumido es; 4) p á icas de linguagem acêlimas de p es ígio das a i idades; 5) melho ia da língua es angei a p es ižo planejado es de expe iência exame e adap ação necessidades de línguas li uãs. li eRa ūRa age d. 2001: Mo i a ion in language planning and language policy, Cle edon: Mul ilingual Ma e s l d. a g e d. 2005: P es ige and image planning. 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