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A Semantic–Pragmatic Theory of Proper Names

Willy van Langendonck

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99s aipsniai / a icles keyWo ds: unique deno a ion, e e ence, name lemma, p esupposi ion, de ini eness, ní el básico de signi icado, con enção linguís ica es abelecida, g amá ica, adução. esMiniai ŽodŽiai: unikali deno acija, e e encija, ik inio žodžio lema, p ielaida, apib ėž umas, p adinė eikšmė, nus a y a ling is inė kon encija, g ama ika, e imas. WiLLy Van Langendonck campos de pesquisa da Uni e sidade de Leu en: linguís ica sinc ônica, g amá ica de cons ução e sin axe de dependência, e e ência e semân ica, onomás ica, eo ia dos nomes, ma cado, p o o ipicidade, iconicidade, o dem das pala as, ca ego ias g ama icais como de inição, gene icidade, núme o, elações g ama icais, p eposições. a eo ia semân ico-p agmá ica de P oPe naMes seman inė p agma inė ik inių žodžių eo ija ano ação es e a igo isa uma análise semân ico-p agmá ica es endida de nomes p óp ios em eação à abo dagem educionis a de icha d coa es […] Teo ia p agmá ica da p op iedade (aLL 2012). A gumen a-se que os nomes êm pelo menos dois ipos de p essuposição: ca ac e ís icas g ama icais (especialmen e a de inição) e uma p essuposição ca egó ica (ní el básico), que o na possí el a subca ego ização de nomes. Tudo isso es á ligado à a i mação de que os nomes não apenas se e e em de o ma única no uso da linguagem (uma unção equen e, embo a não a única), mas ambém deno am de o ma única no ní el da con enção linguís ica es abelecida. Pa a o na is o acei á el, é essencial dis ingui en e nome e lema de nome. es a dis inção ambém é ele an e pa a o domínio das possí eis cono ações e a ques ão da adução do nome. são ap esen adas p o as g ama icais, ilosó icas, psico e neu olinguís icas. ano ação Es e obje i o do a igo o nece uma análise comple a da seman ica p agmá ica dos e mos e i icados, eagindo ao pedido de edução do e mo e i icado, pa a o qual Richa das Coa es ap esen ou uma eo ia p agmá ica dos e mos e i icados (aLL 2012). p e ende į ody i, kad ik iniai žodžiai emiasi ben d iejų ūšių p ielaidomis: g ama iniais požymiais (ypač apib ėž umu) i ka ego ine (p adinio lygmens) p ielaida, ku i suda o sąlygas ik inių žodžių 100 ac a WiLLy Van Langendonck Linguis ica Li huanica LXIX subka ego iza imui. Tai isa é elacionados su eiginiu, kad ik iniai žodžiai ne ik nu odo unikalų objek ą kalbos a osenoje (dažna, ačiau ne iep iim ina, s a bu išski i ik inį žodį i ik inio nin elė unkcija), ačiau i pažymi jį nus a y os ling is inės kon encijos lygiu. kad ai ap ų žodžio lemą. Šis išsky imas aip pa susijęs su įmanomų kono acijų s i imi bei ik inių žodžių e imo klausimu. ap esen ado no a igo ma iniai, iloso iniai, psicholing is iniai i neu oling is iniai į odymai. In odução O uso de […] pa ece se um ópico de moda pa a a comp eensão de nomes in ce ain onomas ic qua e s, p agma ics – mos ly in he na ow sense o lan- p óp ios [do a an e […] nomes]. Os nomes já não são de inidos a p io i, mas in e a i amen e, a pa i do discu so, da con e sa (de S e ani e Pepin 2006: 131). coa es (2006b: 38) a i ma: […]... em qualque caso, o que é um nome pa a um usuá io de linguagem pode não se pa a ou o […]. Is o pa ece signi ica que o o ado decide sob e a ca ac e ização da "p op iedade". No en an o, embo a seja e dade que uma isão p agmá ica da pesquisa de línguas e nomes ab ange o es udo do con ex o, do discu so, da con e sação em in e ação, e c., isso não implica necessa iamen e que o usuá io da língua decida sob e o s a us dos nomes p óp ios como al. Na sua o ma ex ema, es e pon o de is a pós-mode no implica ia que o nome eó ico es á ameaçado pelo desemp ego. Apa en emen e, o nosso medo acaba po se p ema u o, uma ez que Coa es (2000; 2005; 2006a; 2006b; 2009; 2012) desen ol e uma eo ia p agmá ica do nome em pleno di ei o, que é de a o a p io i como ou as eo ias: a Teo ia P agmá ica da "P ope idade" (PTP). ( e já Van Langendonck 2007a: 65[…]71). O P P in e p e a a p agmá ica como o es udo do uso da linguagem e a eo ia do nome como o es udo do uso do nome, ambos em um sen ido bas an e es ei o. Consequen emen e, a g amá ica e a é mesmo a semân ica são quase não le adas em con a. Assim, o P P pa ece es a ansioso po eduzi o núme o de concei os necessá ios pa a ca ac e iza nomes. No en an o, de inições mais elabo adas da noção de p agmá ica o am o necidas na li e a u a, pa a a qual não p ecisamos usa a na alha de Occam. No ge al, pa ece mais segu o ala simplesmen e de uma eo ia linguís ica, na qual a semân ica, a p agmá ica e a g amá ica são inco po adas. nes e caso, a p agmá ica e a semân ica es ão bas an e en elaçadas, pa a alguns linguis as a é indis inguí eis. po exemplo, a dis inção en e um signi icado a i mado e p essupos o é p agmá ica, bem como semân ica. Tome a ase mui o discu ida O ei da F ança é ca eca, onde a exis ência do ei é p essupos a (embo a em um mundo men al e ic ício), mas a cal ície é a i mada. Em uma abo dagem semân ica, a p essuposição de exis ência é p ese ada sob negação, enquan o a a i mação não é: O Rei da F ança não é ca eca. exis e uma e são mais p agmá ica da noção de p essupos o, em eg a ge al a seman ic-P agma ic heo y o P ope names 101s aipsniai / a icles compa í el com a semân ica (ho n 1996).1 Po úl imo, mas não menos impo an e, a g amá ica não p ecisa mais se a pob e p ima da p agmá ica, nem pa a nomes, nem pa a ou as classes de pala as. Nes e a igo, a a ei especialmen e dos aspec os semân ico-p agmá icos da "p op iedade" e en a ei chega a uma eo ia do nome sa is a ó ia que pe mi a uma eo ia in eg ada de odos os ês componen es: p agmá ica, semân ica e g amá ica, was i s p oposed o he whole o linguis ics by he philosophe Mo is (1938). o his end, i will discuss he P P, poin ou i s weaknesses, and p opose solu ions uma ez que são baseados em conside ações semân icas e p agmá icas e co obo ados po c i é ios mo osin á icos. a mo osin ase se á discu ida ex ensi amen e em Van Langendonck (em b e e). um pon o p elimina a se ei o diz espei o à dis inção en e o nome e o lema do nome. Em Van Langendonck (1999; 2007a: 7[…]8, 95[…]102), in oduzo e elabo o uma dis inção en e nome e lema p óp io.2 um nome é uma exp essão a ibuída exclusi amen e a uma en idade na con enção onomás ica e linguís ica es abelecida (an iga langue, e abaixo), po exemplo, em cons uções sen enciais ou em um léxico biog á ico, enciclopédico de nomes de amília ou ou os (po exemplo, Le Pe i Robe des noms p op es, 2000). Em con as e, um lema p óp io é me amen e uma en ada de dicioná io onomás ico na qual nenhuma en idade especí ica é designada, ainda. P incipalmen e, o p opósi o de ais dicioná ios (como lis as de lemmas de p imei os nomes) é o nece e imologias. esses lemmas, " e i ados do es oque" (Coa es 2006b: 39) des inam-se a da o igem a nomes di e en es, cada um a ibuído a um deno a o especí ico de uma manei a única ad hoc. Em si mesmos, os lemmas p óp ios nem deno am nem e e em. mas eles êm esse po encial, que ge almen e ambém con ém uma ca ego ia p o o ípica, como " eminina" no caso de Ma ia. aqui, as pala as de Coa es pode iam se aplicadas: eles "são ca ego izados de o ma expec a i a"... (Coa es 2012: 132, n. 16). mas de e se cla o que is o não se aplica aos nomes na con enção onomás ica es abelecida. Es es deno am e ca ego izam de o ma única, p on os pa a se em usados no discu so pa a se e e i , ou possi elmen e pa a se di igi a alguém. no a 1 ho n (1996: 305) ca ac e iza o signi icado p essupos ó io da seguin e o ma: […]p esupo algo é da po ce o de uma o ma que con as a com a i má-lo[…]; ou: "uma p oposição é p essupos a se e apenas se o ( a a-se como) não con o e samen e e dadei a em odos os mundos den o do conjun o de con ex o de abalho". […] S awson (1950 [1971: 12, 25] ala de […]implicações[…], e mais a de (1959), de […]p esuposições[…]. 2 coa es (2006b: 28; 2012: 132, n. 16) pa ece con undi o ma de nome (ou seja, o ma onológica), lema p óp io e nome p óp io. É po isso que, pa a es e au o , a deno ação não é conside ada única, e os nomes não são ca ego izados absolu amen e. […] b endle (2008) az dis inções semelhan es às de Van Langendonck (2007a): nome p óp io = nomema; Lema p op ial = a quinomema; nome em linguagem = nome. Po an o, implici amen e, ele dis ingue en e deno ação única e e e ência. […] mesmo a exp essão […], onde uma exp essão é semelhan e a um lema, uma ez que se diz que não se e e e ainda. language philosophe s awson (1950 [1971: 6-8]) dis inguishes be ween ‘an exp ession’ and ‘a use o 102 ac a WiLLy Van Langendonck Linguis ica Li huanica LXIX que nem odos os lemmas são p op ios. alguns são apela i os, po exemplo, gladiado , do qual o nome do ilme Gladiado oi de i ado. Po an o, ou ala de "lémmas de nome" pa a inclui odos os lémmas possí eis. he P P is buil a ound wo ideas (coa es 2012: 119; 120), which a e implic- p esen e na linguagem, em abalhos ilosó icos como o de Mill (1843) e S awson (1950 [1971] espec i ely, quo ed in coa es (2012: 119–120):3 1) Os nomes p óp ios não êm sen ido 2) a essência de se um nome de e se encon ada na e e ência, não na deno ação. Enquan o a p imei a alegação não é incomum, embo a mui o absolu a, a segunda é bas an e con o e sa e em consequências de longo alcance. T a a ei de ambas as alegações e e isa ei qua o co olá ios especiais do P P: - Nomes p óp ios não o mam um conjun o de e minado - Nomes p óp ios não se enquad am em ca ego ias logicamen e segu as - Os nomes p óp ios não podem se aduzidos. - eo iza a in e ace en e exp essões ap op iadas e não ap op iadas em implicações neu o isiológicas (e psicolinguís icas) 1.P ope Memes não em sen ido pa a se amilia iza com a noção de "sen ido", podemos coloca pe gun as especí icas ei as po s ephen ullmann e ou os es udiosos, como po exemplo: O que signi ica a pala a "mesa"? Ou o que en ende po "mesa"? se es as são pe gun as que azem sen ido, en ão a pala a em "senso", ou seja, signi icado léxico de de inição. De a o, podemos da uma de inição da pala a mesa como encon ada em dicioná ios. ge almen e, ais pala as, nes e caso a abela de subs an i os comuns, mos am polisemia, ou seja, um conjun o coe en e de ca ac e ís icas semân icas, das quais mui as ezes uma é p o o ípica. Po exemplo, a o dicioná io Webs e de ine a mesa como uma peça de mobiliá io que consis e em uma laje plana lisa ixada em pe nas; Es e sen ido é semelhan e ao sen ido de uma ábua ou de uma lis a de con eúdos, e assim po dian e. Com base nes es sen idos, podemos encon a os e e en es. Em con as e, no caso dos nomes, a designação p e alece sob e os signi icados a discu i a segui . as Ullmann (1969: 33) a gumen a: "não se pode dize que se en ende 3 no a que nem S awson (1950) nem Bu ge (1973) aplicam uma possí el dis inção en e e e ência e deno ação, po isso é ób io que eles "escolhem" a noção conc e a de e e ência, e não o concei o abs a o de deno ação. é o mais ób io pa a Bu ge, que ê os nomes como es u u as p edica i as com uma a iá el li e, po an o ambém acei ando "nomes p óp ios modi icados" como um Al ed (p. 429). Mas, num quad o como es e, não se pode dize que os nomes não enham sen ido. a seman ic-P agma ic heo y o P ope names 103s aipsniai / a icles um nome p óp io; Só se pode dize que se sabe a quem se e e e, de quem é o nome. Não az sen ido pe gun a : O que signi ica a pala a "Lond es"? ou: O que en ende po "Lond es"? Is o aplica-se ambém aos p onomes: não az sen ido pe gun a : O que en ende po "ele" ou "es e"? Assim, nem os nomes nem os p onomes pa ecem e sen ido, ou seja, signi icado léxico de ini i o, e mui o menos uma polise- mous s uc u e.5 1.1. Signi icados p essupos os nos nomes Enquan o a i mado, o signi icado (ou sen ido) de ini ó io é excluído pa a os nomes, eles podem exibi signi icados p essupos ó ios. Es es de em se dis inguidos das cono ações ou associações. Enquan o as cono ações são a ibu os con ingen es de nomes ou lemas de nomes ( e abaixo), os signi icados p essupos os são p op iedades ine en es de odos os nomes e são espelhados em ca ac e ís icas mo osin á icas deles. Dis ingo signi icado g ama ical e ca egó ico. a. signi icado g ama ical: ambos os nomes e os p onomes (pelo menos pessoais e demons a i os) êm os chamados signi icados g ama icais (con a Coa es 2006b: 39; 2012: 124), como a de inição, que indica uma p essuposição de exis ência e singula idade no mundo eal ou men al. Exemplos: Lond es, o Reno; Ele ou ela, is o con a alguém inde inido, alguma coisa. A de inição pode se chamada de uma o ma aca de deixis ( e ambém La Palme- eyes 1993 abaixo pa a nomes). Na minha opinião, enquan o os nomes e os p onomes (pessoais e demons a i os) êm e e ência única no discu so, os nomes ambém êm deno ação única, mas os p onomes só êm deno ação não única. como e emos, o P P ejei a a deno ação única pa a qualque ca ego ia. Obse e que a dupla semelhança en e nomes e p onomes ela i os a deixis (de inidão) e a ausência de sen ido de de inição, e no P P ambém de deno ação única, implica que es as 4 obse ações semelhan es o am ei as po nicolaisen (1995: 391); pa a alemão: boesch (1957: 32) e debus (1980: 194). b endle (2005: 108[…]109) ejei a a ele ância de ais decla ações, uma ez que ade e a uma espécie de eo ia de máxima signi icância pa a nomes. 5 coa es (2012: 121) menciona o e mo in enção, mas acho que podemos dispensa es e e mo, pelo menos como concebido no P P. Nes a abo dagem, es a noção pa ece se assemelha ao que mui os pesquisado es, incluindo eu mesmo, chamam de signi icado ca egó ico. No mesmo pa ág a o, Coa es diz: "Os nomes não podem não e sen ido" pela de inição de Lyons (1977). Is o de e se um e o de digi ação e de e le -se: […]nomes não podem e sen ido[…]. 104 WiLLy Van Langendonck ac a Linguis ica Li huanica LXIX A eo ia não pode di e encia essas duas classes nominais ( e abaixo pa a e e ência e deno ação).6 Ou os signi icados g ama icais comuns aos nomes e p onomes (pessoais e demons a i os) são núme o (o Ruwenzo i s. os Andes; ela s. eles) e gêne o (la im Julius s. Julia; inglês he s. she). Além disso, em con as e com os p onomes, os nomes êm mais signi icado p essupos ó io. nomes de signi icado ca egó ico (ní el básico), ing han jus g amma ical ea u es. mas não lemmas de nome (compa a coa es 2012: 125) êm uma p essuposição ca egó ica ine en e ou, mais p ecisamen e, uma p essuposição de ní el básico. Geach (1957, seção 16) e Sea le (1958) a i mam que esse conhecimen o ca egó ico é necessá io pa a odos os usos de um nome, a im de p ese a a iden idade do e e en e. Em uma longa no a de odapé, a é mesmo o eó ico da "e ique a" K ipke (1972, comen á ios, p. 351-352, n. 58) az signi icado ca egó ico em nomes. S awson (1959: 171, 198) ê "uni e sais de classi icação" em uma ase como Fido é um cão, um animal, um e ie , e ala de "uma p essuposição de a o empí ico". alguns linguis as a gumen am na mesma eia: Van Langendonck (1968), kal e kämpe (1978: 89,2; nome con uso e lema de nome), kleibe (1996: 58 2004, seção 4.4), ku yłowicz (1980), cisla u (2006; 2012), Le oy (2012). Exemplos são: Pa is é uma cidade, e o Tamisa é um io. É e dade que se pode dize : O ( io) Tâmisa não é um io, mas isso implica uma con adição en e a p essuposição de que o Tâmisa é um io e a a i mação de que não é. Essas p essuposições ca egó icas o nam possí el a subca ego ização de nomes (não de lemmas de nomes) (compa e B andle 2004; Debus 2012, e eja abaixo). Os psicolingüis as ambém êem um signi icado ca egó ico, e mais p ecisamen e, um ní el básico, nos nomes. La Palme eyes e al. (1993: 445), es abelecem a ó mula: [ eddie: cão] = [es e: cão], que de e se lido como: […] eddie no cão gen il[…] é […]es e no cão gen il[…]. Po an o, há um componen e deí ico nos nomes (is o), assim como nos p onomes, mas ambém há um signi icado ca egó ico (cão), que é um subs an i o comum. isso si ua nomes en e p onomes e subs an i os comuns ( e ambém Molino 1982: 19, e pa a mais e idências, Van Langendonck 2007a: 169 […] 171). 6 coa es (2006b: 41) a i ma que os p onomes êm sen ido. po exemplo, nes e/es es s. esse/aqueles, a noção de p oximidade indica a di e ença. em p imei o luga , es e não é um sen ido (de inido ), mas um ele an e g ama ical onde is o e aquilo são opos os, po exemplo, is o, não aquilo! Compa e a ase Tha ea u e. i canno easonably ask: “Wha do i unde s and by his?” second, p oximi y is almos only Geo ge Bush na ase (4), onde isso é usado emo i amen e. Em e cei o luga , nou os p onomes, a p oximidade não desempenha um papel. a seman ic-P agma ic heo y o P ope names 105s aipsniai a igos e idências neu olinguís icas são o necidas po baye (1991). um a ásico alemão com ca ac e ís icas como "masculino", " eminino", "cidade" ou "país" deep dyslexia could no ead names aloud, bu she was able o speci y elemen a y pe encen es a um nome. (em nee landês) de associações (conno ações, e abaixo). ac , hese a e basic le el p esupposi ions. baye dis inguishes hem (wi h a di e - a gumen a que as associações pe encem à "memó ia episódica", enquan o o signi icado ca egó ico pe ence à "memó ia semân ica" ( e Van Langendonck 2007a: 110[…]113). Se á cla o que uma abo dagem es i amen e miliana (Coa es 2009) não pode explica as conclusões i adas desses enômenos neu olinguís icos. pa a p o as g ama icais ela i as ao signi icado ca egó ico, e secção 3, b). Isso pode se su icien e pa a signi icados p essupos ó ios. um ipo di e en e de signi icados onímicos diz espei o a signi icados conno a i os. 1.2. signi icados conno a i os ou p agmá icos em nomes ou lemmas de nomes. Van Langendonck (2007a: 81 .) dis ingue en e dois ipos de signi icados conno a i os: alguns deles pe encem ao e e en e e ou os ao nome lemma ou à e imologia. Os signi icados conno a i os ou associa i os ela i os ao e e en e dos nomes são con ingen es (auxilia , c . coa es 2012: 133 […] 138). Quais signi icados, se hou e , são a i ados, depende do con ex o e do conhecimen o do mundo eal. ou os signi icados associa i os pe encem ao nome lemma de o ma sinc ônica ou com base na e imologia, na medida em que isso ainda é anspa en e. ambos os ipos de signi icado cono a i o são p agmá icos po excelência. (Po sinal) Signi icado p agmá ico pe encen e ao nome lemma ou à e imologia Há nomes cujo signi icado de lemma é sinc onicamen e anspa en e, como em bynames, na li e a u a ou em nomes mágicos. Es a anspa ência pode e desapa ecido g adualmen e, po isso emos de ala de signi icado e imológico e his ó ico. - cono ações neu as podem es a sinc onicamen e p esen es em lemmas de nomes. Po exemplo, o nome das Mon anhas Rochosas ainda diz o que é. o signi icado "mon anhas ochosas" pode se ac i ado num con ex o ou não. - o signi icado emo i o apa ece como uma ca ac e ís ica de ce os lemmas de nomes sinc ônicamen e anspa en es, po exemplo, de o mas diminu i as (po exemplo, holandês Jan- je, Ma ie-ke) e aumen a i as (po exemplo, lamengo-holandês dialec al 106 WiLLy Van Langendonck ac a Linguis ica Li huanica LXIX Be -en, Miel-e) de nomes p óp ios, lemmas de nomes al e na i os exp essi os, especialmen e apelidos ou apelidos, como o lamengo-holandês den Dikke […] o go do[…], de Wi e […] o b anco […], den IJze en […] o e o […], Belgenland em ez de […] belgium[…], Absu dis an como um apelido pa a o A eganis ão ( e Van Langendonck 2007a: 22, 197; compa e 197). Obse o aqui que as pessoas podem coloca cono ações emo i as na o ma de nome de como é bem conhecido, hoje em dia, os p imei os nomes ociden ais name lemmas, such as i s name lemmas. o ins ance, some name-gi e s like i alian names o gi ls, e.g. Gigliola; o he s dislike name- o ms such as De le , e c. de em soa bem ( e Van Langendonck 2010b) e a Comissão conside a que a Comissão não cump iu as ob igações que lhe incumbem po o ça do a igo 107.o, n.o 1, do TFUE. - icção, li e a u a e nomes. Ca ac ônimos cono ações ligadas ao nome lemma são usados mui o na icção, po exemplo: A B anca de Ne e. De emos especialmen e pensa em ca ac e onímicos na li e a u a, como boneca Tea shee , becky Sha p, i us G oan, e c. (coa es 2012: 136). - nomes e nomes mágicos an igos ge mânicos pessoais como Be n-ha d " o e como um u so" mos am um ca á e de desejo mágico. aqui é pa icula men e cla o que o signi icado pe ence ao lemma, uma ez que inúme as pessoas pode iam e um nome com o mesmo nome lemma. Além disso, sabemos que esses signi icados desapa ece am g adualmen e a pa i do ano 1000. Hoje em dia, apenas o e imólogo sabe o que o p imei o nome Be na d signi ica a há mil anos. Há ou os casos de signi icado e imológico. - signi icado e imológico há cono ações ela i as a uma pala a e imologicamen e anspa en e, po exemplo, o nome de amília Bake pode nos lemb a de um padei o, mas não necessa iamen e. Ce amen e, os signi icados e imológicos podem se enganosos: Longb idge não é mais uma pon e, mas um luga (Coa es 2012: 135). O únel do Pico já não é um únel, mas uma pon e ( e abaixo). (b) A Comissão conclui que as medidas em causa não cons i uem auxílios es a ais. Signi icado p agmá ico pe encen e ao deno a o ou ao e e en e Há cono ações pe encen es ao deno a o ou ao e e en e. Obse amos um con ínuo de a ibu os enciclopédicos a cono ações menos obje i as e subje i as. "Face as" de signi icado pe encem ao conjun o de cono ações obje i as. - Obse amos um con ínuo de cono ações enciclopédicas ligadas ao deno a um, como em, po exemplo, Napoleão pe deu a ba alha de Wa e loo, pa a associações e dadei amen e subje i as, que ge almen e pe ence ão a um e e en e no discu so, po exemplo: A Ann não pa ece gos a do Obama. O neu opsicólogo Semenza (2009) en a iza a di e ença en e os conjun os de signi icados coe en es em subs an i os comuns e os possí eis conjun os de cono ações incoe en es em nomes. Po exemplo, não há nenhuma elação semân ica en e, no en an o, se á cla o a pa i da a gumen ação an e io que é al amen e a seman ic-P agma ic heo y o P ope names 107s aipsniai a igos as decla ações: Obama é p esiden e dos Es ados Unidos, Obama em uma esposa e ilhos, - inalmen e, há essas " ase as" de signi icado, como cisla u (2006; 2012) Obama does no ea hambu ge s, e c. Polysemy as in appella i es is lacking he e. as chama, usando ma e ial ancês, omeno e usso. Embo a o signi icado de ní el básico dos nomes de cidades seja "cidade" e o de nomes de países seja "país", esses geog á icos (1) Pa is elegeu um no o p e ei o […] Os cidadãos de Pa is elege am um no o p e ei o.A names o en adop addi ional meanings induced by me onymy. english examples: Amé ica decidiu decla a gue a ao e o .Nomes pessoais, especialmen e de a is as, (2) Ame ica decided o decla e wa on e o < The go e nmen o The Uni ed S a es o podem ep esen a o abalho p oduzido pelos a is as: (3) Rodin se encon a na e cei a sala do museu (Lemgha i 2011) […] (O abalho de) Rodin é encon ado na e cei a sala do museu[…] Quando se omam odos esses […] signi icados (p esuposições e cono ações) jun os e os colocam em um pa , é comp eensí el que algumas pessoas conside em nomes como a ca ego ia mais signi ica i a de odas. A eo ia da máxima signi icância (Van Langendonck 2007a: 39 ., 51, 58; coa es 2012: 137[…]138) é encon ada já em Jespe sen (1924: 66) e mais ecen emen e na Linguís ica Cogni i a (no sen ido mais amplo). Langacke (1991) e, em um quad o cogni i o bas an e di e en e, hansack (2004) e b endle (2008) são de enso es mode nos des a isão. imp o á el coloca odos os signi icados, em suas di e en es unções de sen ido, p essupos os ou cono ações, no mesmo ní el. Podemos conclui que, no p imei o g ande deba e sob e a iloso ia dos nomes en e John S ua Mill e Be and Russell (na es ei a de Go lob F ege), ambos es ão e ados: as eo ias de Mill e Coa es ejei am com azão o sen ido (de ini i o) mas igno am as p essuposições (desconhecidas no século XIX), especialmen e a p essuposição ca egó ica ine en e aos nomes (não aos lemmas de nomes), enquan o a eo ia da desc ição de Russell pa ece pe mi i que os nomes (desc ipções ab e iadas) enham sen ido de ini i o (1848). Embo a os nomes possam e signi icados ela i os ao deno a o ou ao e e en e, ou ao lema do nome e à e imologia, odos eles pe encem ao uso p agmá ico dos nomes no discu so. Embo a eu negue o sen ido de de inição aos nomes, as p essuposições g ama icais e ca egó icas acima, e a é mesmo os signi icados conno a i os, dis inguem os nomes das pala as sem sen ido. ejei a qualque sen ido ou signi icado p essupos ó io o na á di ícil dis ingui seman icamen e nomes de pala as sem sen ido. A saída de Coa es é disce ni o sen ido do signi icado num sen ido bas an e amplo. Assim, os nomes êm signi icado no sen ido de que "são indi íduos quando são usados" (Coa es 2006b: 41[…]42). em coa es (2012: 133) lemos que […]o signi icado de qualque nome é es abelecido a a és 114 WiLLy Van Langendonck ac a Linguis ica Li huanica LXIX de en no discu so. como eg a ge al, sem um deno a um ocê não pode se e e i (mas eja abaixo). mas ce amen e, no os nomes podem acilmen e se desen ol e , uma ez que os nomes cons i uem uma classe abe a (con a Ande son 2004: 457; compa e Coa es 2006b: 30). Se eles icam, eles en am no onomas icon como deno a a, e discu so como e e en es ou como o mas de ende eço. 3.Més, es abelecida Linguís ica a isão de que os nomes êm uma deno ação única e conVen ion, and g aMMa podem se e e i no discu so es á de aco do com a noção de Langacke (1987) de con enção linguís ica es abelecida (an e io men e langue ou compe ência), o mando um con inuum com o uso da linguagem (an e io men e pa ole ou pe o mance). assim como a deno ação é uma abs ação da e e ência e c., a con enção linguís ica es abelecida é uma abs ação do uso da linguagem. apenas na con enção linguís ica es abelecida az sen ido ala de g amá ica ou mo osin ase, que a maio ia dos linguis as chama de co ação do sis ema linguís ico. Des a o ma, os nomes podem ecebe um luga genuíno na g amá ica como uma ca ego ia es u u al, como odas as ou as classes de pala as. Vamos discu i es as dis inções. a) con enção linguís ica es abelecida O concei o de con enção linguís ica es abelecida de Langacke é lexí el e ú il, ambém pa a nomes. como pa e dela, disce nimos a con enção onomás ica es abelecida. os nomes en am na con enção onomás ica es abelecida a a és da ou o ga ou a a és da onimização g adual. Is o pe mi e-nos aze ês obse ações. 1) Embo a o P P admi a que os a os de e e ência ixam a deno ação dos subs an i os p óp ios (Coa es 2006b: 39; 2012: 121), não es á cla o onde essa deno ação encon a seu luga se os nomes são de inidos em e mos de e e ência no uso da linguagem. cla amen e, a deno ação única pe ence à con enção linguís ica es abelecida. A ejeição des a singula idade no P P p oíbe no amen e uma dis inção en e nomes e p onomes, uma ez que nes e quad o ambos se e e em essencialmen e ao uso da linguagem, mesmo que pa eçam deno a ambém, mas não exclusi amen e no P P. A al a da noção de con enção linguís ica es abelecida le ou ilóso os como Be and Russell ([1918] 1964: 201; 1919: 179) a a i ma que os nomes genuínos e am "nomes lógicamen e p óp ios", ou seja, e e indo-se a pala as como es a ou aquela (compa e K ipke 1972: 345, n. 16; e acima). Russell chamou os nomes comuns de "desc ições ab e iadas". Ce amen e, e e indo-se a pala as como es a ou aquela e e em-se exclusi amen e em um ce o con ex o, mas a e e ência se á di e en e em ou o con ex o. No en an o, le ando a sé io o e mo "designado ígido" de K ipke, os nomes deno am de o ma única em qualque con ex o. a seman ic-P agma ic heo y o P ope names 115s aipsniai / a icles 2) há um con inuum da con enção onomás ica es abelecida pa a o uso de nomes na ala e na esc i a. Podemos usa um nome apenas uma ez, e depois esquecê-lo, de modo que não en a na con enção onomás ica es abelecida. Po exemplo, e e indo-nos a um con idado impopula , pode íamos dize : Hi le em es a noi e. Nes e exemplo, Hi le é um no o e e en e apenas no discu so, não um deno a o na con en ion, ye . ha is one ex eme. he o he ex eme o names is ha many onomás ica es abelecida que em uncionado na sociedade po séculos, po exemplo, nomes de amílias, ou nomes de cidades, países, ios e a ins. 3) a noção de con enção onomás ica es abelecida pe mi e-nos econhece que exis em nomes bem es abelecidos conhecidos e usados apenas em pequenas comunidades, como apelidos em uma amília, po exemplo, o holandês Ons Pop […] nossa boneca[…], chamado assim po seu pai. es e é um nome es abelecido nes a comunidade lamenga mínima (Van Langendonck 2007a: 286). O ou o ex emo é que exis em nomes conhecidos em odo o mundo, como Á ica ou Mandela. b) g amá ica e nomes No âmbi o do P P, no qual a essência dos nomes é se e e i no discu so, uma g amá ica de nomes di icilmen e pode encon a seu luga . coa es a i ma: "a p op iedade é melho en endida como uma noção p agmá ica em ez de uma noção g ama ical ou es u u al" (coa es 2000: 1166; 2005: 3; 2006a: 369). Embo a Coa es (2006b: 39) acei e que exis em "nomes p óp ios" (como Ma y, John), es a noção é chamada de "epi enomenal na noção de e e ência onímica", onde o onímico não é de inido mais. de aco do com a de inição de Webs e de "epi enômeno", isso signi ica ia que um subs an i o p óp io […] ou uma ase de subs an i o p óp io (Coa es 2006a) […] é um enômeno secundá io que acompanha a e e ência usando nomes e causado po essa e e ência. mas como Coa es (2006a) con as a onímico com e e ência semân ica, os p onomes ambém são onímicos, pois não êm sen ido de de inição, assim como os nomes. Em ou as pala as, as noções de "anônimo" e de "nome" e de "nome p óp io ( ase) " con inuam a necessi a de uma de inição genuína ( e ambém ande son 2007: 120, ci ado em coa es 2006b: 39). Os nomes p óp ios são pala as assim como os ou os (igualmen e ande son 2003: 360; e ambém nübling, ahlbusch e heuse 2012). des ia -se da noção ge al de classe de pala as coloca o ônus da p o a sob e aquele que se des ia. on he o he hand, i we assume he P P es á ce o em essência, po que uma análise semelhan e não se aplica ia a odos os lexemas em ion é um epi enômeno do uso da linguagem, ou em e mos con encionais language: nouns, e bs, e c.? i so, we a e saying ha es ablished linguis ic con en- melho es: a con enção linguís ica es abelecida é uma abs ação do uso da linguagem, e isso di icilmen e pode se esumi a en a iza o papel da e e ência e do uso da linguagem, be called a new insigh . Wha ha e we gained in he P P’s easoning? Wha i p o- 116 ac a WiLLy Van Langendonck Linguis ica Li huanica LXIX e minimiza o papel da deno ação e da con enção linguís ica es abelecida. No en an o, isso ine i a elmen e le a a negligencia o papel da g amá ica na de inição de nomes e ou as ca ego ias linguís icas. pa a o P P, os nomes nem seque são uma ca ego ia es u u al ( e acima), embo a seja no o iamen e di ícil dis inguí-los de ou os subs an i os: subs an i os e p onomes comuns. Em ez disso, de emos con inua com a isão de que a g amá ica desc e e a con enção linguís ica es abelecida, de ine os nomes como endo um deno a o único além de um lema de nome subjacen e e como uma subclasse de subs an i os que omam de e minan es em inglês, enquan o os p onomes não, po exemplo, que modi icam Geo ge Bush em (4) e a modi icação de Je emy I ons na G ã-B e anha em (5): (4) Que Geo ge Bush é um ipo simpá ico. (Vandelano e e Willemse 2002: 22) (5) O b i ânico Je emy I ons es e e p esen e na es éia em No a Io que. (Vandelano e e Willemse 2002: 25) Além disso, podemos di e encia os nomes dos subs an i os comuns. pad ões de aposição p óximos da o ma [(a igo de inido) + subs an i o + (a igo de inido) + subs an i o), po exemplo Fido o cão, são ele an es pa a a de inição de nomes em inglês e ambém pa a o signi icado ca egó ico do nome (Van Langendonck 2007a: 4, 131).13 a unidade que não ca ac e iza, mas iden i ica é um nome, i.e. O Fido. o cão apela i o indica a p essuposição ca egó ica. As ca ac e ís icas g ama icais, ou seja, mo osin á icas, são, na u almen e, especí icas da língua.14 Enquan o a maio ia das línguas indo-eu opeias pa ece con e aposições p óximas (po exemplo, o ancês la ille de Pa is, o holandês de s ad Ams e dam ou o polonês: mias o K aków […](a) cidade (de) C acó ia[…]), á ios ou os g upos de línguas não mos am es u u as pa alelas. 15 não há p oblema com isso, desde que en endamos o mesmo po "nome", ou seja, o concei o compa a i o (c . haspelma h 2010 pa a es a noção) "deno ando exclusi amen e a exp essão nominal com uma p essuposição de ní el básico, mas sem sen ido de de inição". Todas as línguas u ilizam as es u u as disponí eis. Assim, as línguas ban u usam classes nominais e ma cação de aco do como indicações de p op iedade. 1 a (Van de Velde, 2006; 2008). os nomes dos meses apa ecem em aposição p óxima, po exemplo, 13 Mol mann (2013) a a de o example, in he ban u language e on, “p ope names, whe he hey a e ancien hyd onyms, oponyms o clan names, o imp o ised nicknames, a e always o class "so als" e aposições p óximas com nomes de uma pe spec i a di e en e. 14 e ambém haspelma h (2010): […]ca ego ias o mais desc i i as não podem se equipa adas en e línguas po que os c i é ios de a ibuição de ca ego ias são di e en es de língua pa a língua.[…] 15 ce amen e, nem odas as aposições p óximas nos dão o signi icado de ní el básico, po exemplo, O P esiden e Obama não diz que o Obama é necessa iamen e um P esiden e. Na maio ia das ezes, o signi icado do ní el básico não é exp esso abe amen e, especialmen e cially no in p o o ypical names such as pe sonal names, whe e i is aken o g an ed. a seman ic-P agma ic heo y o P ope names 117 s aipsniai a igos do mês de Junho. Isso signi ica que são nomes. Is o é con i mado po ou as línguas. Na língua aus onésia u aluan, os nomes dos meses êm s a us onímico: quando alguém pe gun a sob e o nome do mês, o p onome in e oga i o usado pa a nomes é p oduzido. Da mesma o ma, em apa nui, alado na Ilha de Páscoa, os nomes dos meses são ma cados pelo "ma cado pessoal" a, indicando o s a us onímico, po exemplo, i a ho a i i […]in augus […] (idia o 2007, assumido po Van Langendonck e Van de Velde 2007: 459[…]461). A deno ação única dos nomes e le e o a o g ama ical de que os nomes não omam cláusulas ela i as es i i as, como em sido a gumen ado epe idamen e ( e ambém Van Langendonck 2007a: 143). Pa a oma um exemplo holandês, não é g ama ical dize : *Ka el mo e em Lond es woon , kom mo gen. "Cha les, que i e em Lond es, em amanhã". Em con as e, posso dize : (7) De Ka el mo e em Lond es woon , kom mo gen. "O Cha les que i e em Lond es es á indo amanhã". Enquan o em (6) a e e ência a ka el não pode se es i a, uma ez que um nome com uma deno ação única es á en ol ido, em (7), a es ição é possí el, uma ez que a ase subs an i a de Ka el con ém um lema p op ial apela i ado. Como a gumen ei acima, a é mesmo a p essuposição de ní el básico é co obo ada mo ologicamen e e/ou sin a icamen e. Os nomes de países ge almen e ap esen am um su ixo pa a indica o es a u o do país, po exemplo: Finlândia, alemão, chinês ( e Van Langendonck 2007a: 202-206). Enquan o as aposições p óximas podem nos da o signi icado de ní el básico na maio ia das línguas indo-eu opeias (c . Fido, o cão, o io Tâmisa), em ce as línguas ban u o signi icado de ní el básico é indicado po aco do. Van de Velde (2009: 224) a i ma: "Os nomes p óp ios em ki undi desencadeiam o mesmo pad ão de aco do que o subs an i o comum que é usado pa a se e e i à sua ca ego ia de ní el básico". Eu me e i o a Van Langendonck (em b e e) pa a mais e idências g ama icais pa a o s a us do nome e a p essuposição de ní el básico nos nomes. 4. co oLLa ies o he P P Os nomes p óp ios não o mam um conjun o de e minado, há algo a dize pa a es e pon o de is a, se não o po que não há ca ego ia léxica conand apela i o é o a o de que s i u es a de e mina e se . he main eason o he uzzy bounda y be ween name exis em nomes p o o ípicos como nomes de p imei o e de amília, e nomes de luga es (ambos com p incipalmen e lemmas p óp ios na base), e nomes menos p o o ípicos como 118 ac a WiLLy Van Langendonck Linguis ica Li huanica LXIX nomes de línguas, onde depende in ei amen e do (a) Kalka ungu é uma língua exó ica; (b) cons uc ion whe he a noun unc ions as a name o as a common noun, compa e Eu nunca ap ende ei nenhum Kalka ungu (Van Langendonck 2007a: 65, 70, 243). em (a), o nome da língua é e dadei amen e onímico, em (b) compo a-se como um subs an i o comum quan i icado. Os nomes come ciais e de ma ca cons i uem um caso semelhan e (Van Langendonck 2007a: 235[…]238; 2007b). Os núme os podem se is os como nomes, apela i os ou adje i os, no amen e de aco do com a cons ução (Van Langendonck 2007a: 239 .), compa e: (a) T ês é um núme o sag ado; (b) o núme o ês [aposição]; (C) Eu i ês leões. em (a) e (b) ês é um nome, mas em (c) unciona como um ipo de adje i o. Assim, a g amá ica pode nos ajuda , embo a o P P nunca ad oque qualque e idência o mal, ou seja, mo osin á ica, uma ez que a g amá ica pa ece se apenas um epi enômeno pa a es a eo ia ( e acima). Os nomes dos meses cons i uem ou a ca ego ia onímica ma ginal. Embo a esses nomes oco am equen emen e em aposição, sua deno ação nem semp e pa ece se única po causa do ca á e cíclico dos meses, compa e: (a) Junho oi bas an e quen e (não cíclico) s. (b) Junho é semp e quen e (cíclico). É po isso que o s a us dos nomes dos meses é mui o dispu ado (c . Van Langendonck 2007a: 55, 64). não é inconcebí el que ais nomes ma ginais sejam in e p e ados de o ma di e en e em línguas di e en es, po exemplo, como nomes ou como apela i os ( e acima). A g amá ica ambém pode nos ajuda no caso de ais exp essões com lemmas não-p op ie á ios, especialmen e baseados em apela i os, como o Old Vica age (coa es 2006a). Ce amen e, quando es a exp essão é usada na ala, o con ex o decidi á seu s a us, como no caso da homonímia comum. No en an o, no ní el da con enção linguís ica es abelecida (nunca mencionada no P P), exis em duas exp essões: o nome Old Vica age e a ase subs an i a baseada em apela i o Old Vica age. Em úl ima ins ância, a exp essão é uma ase genuína, uma ez que pode se pene ada po ou os elemen os, po exemplo, a elha, mas ainda boni a ica ia. Is o não é possí el no nome Old Vica age, que se compo a como [a igo + pala a onímica Old-Vica age]. Além disso, aqui podemos apela i iza o nome dizendo: Eu não conheço ou o Old Vica age. Finalmen e, em nomes como as Mon anhas Rochosas, o Ma do No e, o Oceano A lân ico, o signi icado de ní el básico é o malmen e exp esso. es e não é semp e o caso, como no exemplo a o i o do P P, o Túnel Peak, que é de a o uma pon e, não um únel (coa es 2012: 125). Po an o, podemos assumi uma con inuidade a pa i de Synas. O pon o inal é que as pessoas pa ecem hesi a no caso de exp essões ch onically anspa en names like he No h Sea o names wi h an e ymologically anspa en bu synch onically misleading conno a ion, like Peak’s Tunnel. como o uni e so, ou a In e ne . a é o dia de hoje, eles são deno ados únicos eais, ou seja, single ons, mas eu não os chama ia de nomes, uma ez que nenhuma p essuposição ca egó ica es á disponí el. que ge almen e não são capi alizados é uma indicação de s a us apela i o, embo a não seja uma p o a eal. a seman ic-P agma ic heo y o P ope names 119 a igos de s aipsniai Os nomes p óp ios não se enquad am em ca ego ias logicamen e segu as. Es a ese no amen e con unde nome (a ibuído a uma en idade) e lema de nome (ainda não a ibuído). É essencial pe cebe que a singula idade e o signi icado de ní el básico são a ibuídos não no ní el do lemma do nome, mas no ní el do nome que designa um deno a o único. Não há nada de ilógico nisso. Ma ia é um lema p óp io que pode se a ibuído a mulhe es, mas ce amen e ambém a ou as en idades, como na ios. No en an o, Ma ia deno a uma pessoa única depois que o lema oi concedido ad hoc a uma mulhe em pa icula como nome. não um nome, mas um lemma de nome pode e mais de um deno a o ( e acima; compa e coa es 2006b; 2012: 125). A ca ego ização p obabilís ica (coa es 2012: 121; 125[…]129) diz espei o ao lema com seu po encial mul ideno a i o, não ao nome. Com oda a p obabilidade, ou seja, p o o ipicamen e, o lema Ma ia deno a uma mulhe em pa icula , e ob iamen e mais de uma, mas cada ez ad hoc e exclusi amen e. Na minha opinião, os nomes não se e e em apenas no discu so, mas cons i uem uma ca ego ia de exp essões que deno am de o ma única e subca ego izam de aco do com ca ego ias linguís icas com base no signi icado de ní el básico sinc ônico. É ambém po isso que o únel de Peak não p ecisa se um únel (coa es 2012: 125). Hoje em dia, o nome deno a uma pon e. Os gené icos his ó icos seman icamen e anspa en es podem se enganosos, de a o. Assim, no que diz espei o à designação e ca ego ização, os nomes di e em dos p onomes e subs an i os comuns (ou seja, desc ições de inidas), o que não es á cla o no P P. Os nomes p óp ios não podem se aduzidos de aco do com o P P, os nomes não podem se aduzidos po que não êm sen ido. No en an o, ica á cla o que udo depende da ideia que se em do que é a adução. O dicioná io Webs e de ine " aduzi " como " ans o ma -se na p óp ia ou em ou a língua". A maio ia dos dicioná ios de ou as línguas ambém dá essa de inição ampla. Assim, pa a o espanhol aduci , o Dicciona io cas ellana (1987) em […] ol e una cosa de una lengua en o a[…]. O holandês Van dale (2005) de ine e alen " aduzi " como " an de ene aal in de ande e o e b engen" ( ans e i de uma língua pa a ou a). Da mesma o ma, koenen-endepols (1970): "in een ande e aal o e ze en". o alemão duden (1999) de ine übe se zen […] o ansla e[…] como […]in eine ande en sp ache [wo ge eu] wiede geben[…] (pa a aduzi em ou a língua). alguns dicioná ios incluem o sen ido (ou signi icado) na de inição. o ancês Nou eau Pe i Robe de la langue ançaise (2010) dá uma de inição elabo ada: adui e = ai e que ce qui é ai énoncé dans une langue na u elle le soi dans une au e, en endan à léqui alence séman ique e exp essi e des deux énoncés (pa a ga an i que o que oi di o em um 120 WiLLy Van Langendonck ac a Linguis ica Li huanica LXIX linguagem na u al é di a em ou a, es o çando-se pela equi alência semân ica e exp essi a das duas decla ações). o dicioná io inglês de Ox o d (1991) é ambíguo: aduzi = […] i a de uma língua pa a ou a[…], ou […]muda pa a ou a língua man endo o sen ido[…]. se segui mos a de inição mais ampla e mais comum de adução, mesmo que es a seja "uma manei a sol a" de de iní-la, a segunda e são (coa es 2012: 129), we can easily include names. he ench de ini ion and do oed é apa en emen e des inada a ases. nesse caso, os nomes numa ase não cons i uem p oblema, mesmo que não sejam aduzidos. Nes e pon o, de em se ei as ou as dis inções. Em p imei o luga , de emos no amen e dis ingui en e nomes e lemmas de nomes p óp ios ou ou os. Às ezes, os nomes são aduzidos, às ezes apenas os lemmas de nomes são. 1) no que diz espei o aos nomes, impõe-se uma dis inção adicional. Os nomes com um lema p óp io subjacen e não êm adução ou uma adução ad hoc, sem a in e enção do sen ido, mas com "equi alência deno acional" de a o (pa a es e e mo, eja Coa es 2012: 130). po exemplo, um nome como o alemão Mönchengladbach p o a elmen e nunca é aduzido; o nome da cidade belga Liège aduz-se em alemão como Lü ich, em holandês como Luik, ou seja, na e minologia de Coa es, eles " êm o mesmo deno a um". Obse e que es es deno ados de em se concebidos como únicos. Se hou esse ou a Liège, p o a elmen e ha e ia uma adução di e en e ou nenhuma. (compa e Mechelen acima). os nomes com um lema apela i o subjacen e anspa en e podem ou não se aduzidos u ilizando o con eúdo anspa en e. um nome como as Mon anhas Rochosas é a amen e aduzido em alemão e holandês, mas semp e em ancês: les Mon agnes Rocheuses (Michel a eau, p.c.). No en an o, o opônimo alemão de Schwa zwald é aduzido como a Flo es a Neg a em inglês, la Fo ê Noi e em ancês e he Zwa e Woud em holandês. pode-se espe a que a " adução" de elemen os subjacen es anspa en es seja bas an e a bi á ia e possa a ia de língua pa a língua. No a Io que não é aduzido em ancês, alemão ou holandês, mas em espanhol, o elemen o anspa en e New é " aduzido": Nue a Yo k; ambém em polonês: Nowy Yo k. Lyons (1977) dis ingue en e nomes pessoais e nomes de luga es. Como eg a ge al, os nomes pessoais não são aduzidos, po exemplo: John Majo não é aduzido em ancês como Jean (le) Majeu . No en an o, os nomes de igu as his ó icas impo an es são aduzidos, po exemplo: Ca olus magne ( ) = Cha lemagne (e) = Ka l de G osse (g) = Ka el de G o e (du.). Magnus (La .) = Cha lehumanis as aduzi am seu sob enome pa a o la im. Me ca o oi o iginalmen e chamado de De C eme ( e acima). a e imologia olcló ica é um names. coa es (2012: 131) ci es he example o He e o d, which was ende ed as a o pe u bado na adução de Hai y Foo pa a a língua dos ciganos i landeses do início do século XX.16 16 pa a os aspec os sociolingüís icos ela i os à a ibuição múl ipla de nomes de luga es, e Wal he (1968). a seman ic-P agma ic heo y o P ope names 121 a igos de s aipsniai 2) by con as , i is some imes jus p op ial lemmas ha a e ansla ed. his é o caso de á ios p imei os nomes, po exemplo: John, Jean, Johann, Jan, ou Juan ol am ao lema p op ial o iginal Johannes. na Fland es, o mesmo homem pode às ezes se chamado de Jan (holandês) ou Jean ( ancês). Da mesma o ma, á ios homens chamados Pie (holandês) ambém são chamados Pie e ( ancês). ou o exemplo é Mi iam, da qual Ma y, Ma ie, Ma ia, e c. são de i ados. É cla o que depende do conhecimen o das pessoas sob e onde e mina a sinc onia comp eensí el e começa a diac onia incomp eensí el (compa e B andle 2008). Assim, a a és da dis inção en e nome e lema de nome, uma imagem mais e inada da adução de nome pode ia se esboçada. (ou signi icado) não ep esen a nenhum p oblema pa a a adução. Teo iza a in e ace en e exp essões ap op iadas e não ap op iadas em implicações neu o isiológicas (e psicolinguís icas) o P P a gumen a: "a e e ência semân ica é mediada po signi icado léxico e g ama ical, e seus cus os de p ocessamen o são, po an o, mais al os" (Coa es 2012: 124); Po an o, mais al o em subs an i os comuns do que em nomes. Além disso, os nomes êm cus os de p ocessamen o mais baixos do que as exp essões seman icamen e e e en es o almen e a iculadas. isso le a ao P incípio De aul de Re e ência Onímica (ORDP), que diz que "a in e p e ação pad ão de qualque s ing linguís ico é como um nome (ou seja, é li e de sen ido) ". No en an o, o que há pa a se in e p e ado se não há sen ido nenhum? em conexão com pala as sem sen ido, Coa es (2006b: 41) a gumen a: " ocê não se á capaz de se e e i a nada usando a pala a egumai a é que eu lhe diga qual é o seu sen ido". E é exa amen e isso que as pessoas que em sabe . De qualque o ma, não são ap esen adas p o as expe imen ais ou de ou o ipo pa a apoia as alegações da o dP. Se os nomes êm um signi icado ca egó ico, como eu e mui os ou os êm a i mado, isso implica que os subs an i os comuns são p imá ios, uma ez que as ca ego ias em ques ão são de i adas de subs an i os comuns. De a o, pa a Langacke (1991) os subs an i os comuns são os subs an i os básicos (compa e Van Langendonck 2007a: 51, 117). coa es (2012: 132) a é mesmo especula que "a e e ência ap op iada ou anônima é baseada em uma cadeia mais cu a de neu ônios ou sinapses de dispa o mais e icien e", den o do sis ema semân ico. Não se mencionam os al hough neu opsychologis s like semenza and Ze in (1988: 718) jus sugges “ ha p ope names, like ce ain o he ca ego ies, migh be p ocessed independen ly cus os de p ocessamen o. A pa i da psicologia, é bem conhecido que as pessoas en am au oma icamen e da sen ido a qualque s ing de sons ou le as, o que co obo am a p imazia linguís ica dos subs an i os comuns com seu sen ido de inido . No que diz espei o aos nomes, se pa a ecupe a um nome, a única pis a é o sen ido de ní el básico (nem seque p esen e no P P), e um opcional, ou de qualque manei a, subs an i os comuns, 122 ac a WiLLy Van Langendonck Linguis ica Li huanica LXIX an incohe en se o conno a ions, he e ie ing p ocess will be ha d. in he case o no en an o, há um conjun o coe en e e polissemá ico de sen idos que podem le a mui o mais acilmen e à iden i icação de uma en idade. Na e dade, os psicolingüis as assumem ago a que […]em compa ação com nomes comuns [ou seja, subs an i os comuns, WVL], os nomes das pessoas são di íceis de ap ende e lemb a […] (hollis e Valen ine 2001: 99). Es a ideia em de expe imen os psicológicos, como o que le ou ao pa adoxo Bake -bake (Valen ine, b ennen e b éda 1996: 39). Em esumo, esse pa adoxo diz que, como eg a ge al, as pessoas que são con on adas com uma o og a ia de um homem ligam um apela i o como padei o a ele com bas an e acilidade, mas o sob enome homo ônico Bake com signi ica i amen e mais di iculdade. Valen ine, b ennen e b éda (1996: 39) a i mam: […]os nomes o am lemb ados com menos equência do que as p o issões, mesmo quando es a am en ol idos os mesmos i ens[…], como no caso de B/bake (sob enome e apela i o). Supõe-se que há uma ligação di e a no cé eb o de um homem com o sob enome, mas uma ede de signi icados elacionados (pão, pada ia, e c.) que pe mi em ao sujei o e e a elação en e um homem e a ocupação de padei o melho do que a elação en e um homem e o nome de padei o. Isso ambém explica po que, à medida que as pessoas en elhecem, esquecem nomes mui o mais acilmen e do que subs an i os comuns (James 2004). ais descobe as psicolinguís icas con adizem o P incípio De aul de Re e ência Onímica, pelo menos como o mulado no P P. Em con as e, de e-se dize que es as descobe as psicológicas não in alidam a alegação de que a e e ência onímica é "o modo de e e ência pad ão" (Coa es 2012: 132). Da mesma o ma, Van Langendonck (2007a: 51, 117 .; 2008) a gumen a que os nomes cons i uem os subs an i os p o o ípicos pa a e e ência (deno ação), exibindo ca ac e ís icas g ama icais não ma cadas como de inidas e p incipalmen e singula es, conc e as e não gené icas. Conside ando isso, ica á cla o que es amos con on ados com o pa adoxo de que os nomes o necem a e amen a p o o ípica e mais ú il pa a deno ação e e e ência, mas são mais di íceis de ecupe a do que ases de subs an i os comuns seman icamen e o almen e a iculadas po causa da al a de sen ido de de inição nos nomes. a es e espei o, Coa es (2012: 132) sus en a […]que uma ez que a e e ência onímica po uma exp essão oi es abelecida, ou seja, quando se o nou um nome, não há como ol a a ás...[…] es e é p o a elmen e o caso. he one in he huge li e a u e on g amma icaliza ion, whe e i has been a gued ha Pe de um sen ido especí ico se á mais ácil do que ecupe á-lo. Es a a i mação se assemelha a mo emas g ama icais que pe de am seu sen ido léxico e não podem ol a à Van Langendonck (2009) concludes “ ha names a e nei he g amma icalized no sua o igem léxica ( e , en e ou os, B in on e T augo , 2005). No que diz espei o aos nomes, cons uções lexicalizadas apela i as ou não-onímicas ..., mas que pelo menos "nomes de e olução", ou seja, os nomes que não se o igina am em um a o ilocucioná io a ciza ion p ocess ha may igge a numbe o o mal p ocesses, jus as in he case o pa i de um lema p óp io (ou ou o) (nomes, nomes de ilmes, e c.) passa am po uma deseman icização de ca ego ias g ama icais, nas quais a deseman ização ambém oco e. a seman ic-P agma ic heo y o P ope names A igos 123s aipsniai 5. Lesões ce eb ais As minhas conclusões ge ais são as seguin es: a ese do P P de que os nomes não êm sen ido de e se e inada. Eles não êm sen ido de de inição, mas p essupos os, ou seja, signi icado g ama ical e p essupos o de ní el ca egó ico ou básico, e signi icados conno a i os e p agmá icos em lemmas de nomes, como emo i idade, con eúdo li e á io e mágico, e, inalmen e, signi icados conno a i os e auxilia es ela i os ao deno a o ou e e en e de um nome, como in o mações enciclopédicas ou subje i as e ace as de signi icado. A suposição de uma p essuposição ca egó ica ine en e (ní el básico) depende c ucialmen e de uma dis inção en e nomes e lemmas de nomes, dos quais os lemmas p óp ios são os mais isí eis. os lemmas de nomes êm apenas um po encial de deno ação e a ibuição a uma ca ego ia. Quando ilóso os e psicólogos pensam num signi icado ca egó ico, apa en emen e o a ibuem ao p óp io nome, não ao seu lema. a alegação de que a essência de se um nome de e se encon ada na e e ência, não na deno ação, de e se in e ida: a deno ação é p imo dial e única. Caso con á io, nem seque podemos dis ingui nomes de desc ições de inidas e p onomes de inidos. No uso da linguagem, a e e ência, a ocação, a nomeação e a os ensão de em se colocadas em um pa . Po an o, a e e ência como al não pode de ini nomes. Só acei ando a deno ação única podemos ala de nomes como uncionando no sis ema de con enção linguís ica es abelecida e e e indo-se ao uso da linguagem. A mo ossin ase e le e essa si uação, po exemplo, os nomes não usam cláusulas ela i as es i i as e mos am seu signi icado ca egó ico em ce as aposições p óximas, pelo menos em á ias línguas indo-eu opeias, e ambém em pad ões de aco do pelo menos na língua ban u ki undi. A psico- e neu olingüís ica con i mam es as análises. Se os nomes en am no onomas icon po ou o ga ou po e e ência epe ida de apela i os ou ou as cons uções não muda as coisas. A ca ego ização sinc ônica segu a de nomes é o nada possí el pelo seu signi icado de ní el básico ine en e e pela suposição de que a sua deno ação en ol e singula idade. Nem uma simples de inição de adução, nem uma que en ol a signi icado, nos impede de assumi que á ios nomes, ou possi elmen e seus lemmas de nome, podem se aduzidos, embo a de manei as di e en es. Finalmen e, gos a ia de en a iza que a g amá ica con i ma a plausibilidade dos concei os e eses semân ico-p agmá icas da p esen e eo ia.17 uma a i mação de que 17 a a ual eo ia não di e e essencialmen e das eses de Van Langendonck (2007)a. No en an o, eu me concen ei aqui na dis inção en e deno ação única e e e ência única, e inando ou as noções como a do lema de nome, p essuposição e cono ação, e ap esen ando algumas Re e ence De aul P inciple, al hough onymic e e ence appea s o be “ he de aul mode o e e ence”, p o ided ‘unique deno a ion’ unde lies he ‘ e e ence’. ideas on name ansla ion.