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Daiktavardžio „pagalba“ įnagininko desemantizacija

Loreta Vaičiulytė-Semėnienė

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S aipsniai / A icles 9 LORETA VAIČIULYTĖ-SEMĖNIENĖ Ins i u o das línguas Lie u ių As di eções de pesquisas acadêmicas: mo osin aksė, ipologia, alen ingumas, semân ica. DAIKTAVARDŽIO PAGALBA ĮNAGININKO DESEMANTIZACI Deseman iza ion o he Ins umen al o he Noun Ajuda ANOTACIJA Es e a igo obje o de daik a a džio ajuda įnagininkas. Com base Daba inės lie u ių kalbos eks yno (DLKT) ma e ial, ala-se sob e ajuda įnagininko seman iką e deseman izacijos sinais. S aipsnyje man om-se opinião de que ajuda aonagininko a osena a liepia i umo hie a chiją pessoa > daik as. ESMINIAI VOODŽIAI: daik a a džio įnagininkas, deseman ização. ANNOTATION The objec o he a icle is he ins umen al case o he noun ajuda. Acco ding o he Co pus o he Con empo a y Li huanian Language (CCLL), he a icle add esses he seman ics o he ins umen al o he noun ajuda and he ea u es o deseman iza ion. The a icle ollows an opinion ha he use o he ins umen al o he noun ajuda co esponds o he animacy hie a chy pe son > hing. KEY WORDS: ins umen al o he noun, deseman iza ion. O ema des e a igo lido é ela ó io XII do Cong esso In e nacional Bal is as Bal as línguas uncional de pala as secção. Po comen á io e min in es ou since amen e dėkinga p o . d . Danieliui Pe i , p o . d . No be ui Os owski e d . A ū ui Judženčiui. Tão g aças à ajuda aqui é is a mais amplamen e. Since amen e ag adeço e espei á eis anônimos e iso es po suas p opos as, obse ação e c í ica. LORETA VAIČIULYTĖ-SEMĖNIENĖ 10 Ac a Linguis ica Li huanica LXXIV 1.INVADINS NOTABS 1.1. No Elec onic Li huanian Language Dic iona y (WEB LKŽe) daik a a dis ajuda de ine-se como ‘pagelbėjimas, padėjimas, pa ama1, po exemplo: (1) (Su) eu pagá lba man isso pasisekė KBI452. (2) Dêk com a sua cabeça e Deus ajuda K P(Jnš). Galūnės -a edinys pagalba ei o de pagelbė i ‘padė i, o nece quan o ajuda, e o úl imo o mado com p e iúdo pa- (plg. gelbė i ‘padė i, em i, šelp i). (3) Os ilhos ajudan os pais nos abalhos š. Palyginkime LKŽe eikiamus pa yzdžius: (4) Eu e gé lbėsiu abalha K. (5) Tas liū as p ašė o žmogaus, kad pagelbė ų jį S.Dauk. (6) A negali mane gelbė i su piningais – skolą u iu šiandien užmokė i? Plng. (7) E be žo įsuolês, e apynių chá-nys cabelos gelbs a š. (8) P igim am kūnui e soilas nada negelba Sim. (9) Es e a iso pouco salbs i š. (10) Gelančias olho on e do aqueniu quan o an o pode pagelbė i M.Valanč. (11) Ligonys, se omis ais ėmis nepasigelbėjo, eles mesmos si deusams sob e apie a queinda o S.Dauk. Nijolė Sližienė Lie u ių kalbos eiksmažodžių junglumo žodyne ( oliau LKVJŽ) (1994: 201) discuia qua oų gelbė i eikšmių alen ingumus (junglumus). Po exemplo, (iš-)gelbė i ‘ aduo i, auk i iš bėdos LKVJŽ é desc i o como i alen is, cujo sin aksiniai ak an ai eiškiami agen o [A] a dininku, pacien e [P]3 galininku e p ielinksnių nuo, iš su kilmininku kons ukcijomis, a i inkančiomis pagalba kon agen ą4 1 Elek oniniame Daba inės lie u ių kalbos žodyne (DLKŽe) pagelbėjimas, padėjimas. 2 Plg. F ied icho Ku šaičio Deu sch-li auische Ph aseologie de P äposi ionen/3) o iginal a: h p://ub-goobi-p 2.ub.uni-g ei swald.de iewe image/PPN737445068 (1849/49). 3 Pacien e [P] é a unção do bene iciá io de e ei o de uma ação ou do possuido da condição (Sližienė 1994: 20; plg. Valeckienė 1998: 35). 4 Kon agen as [CA] con a agen e a a uan e, lhe con á ia o ça unção, p óp ia e aos se es i os, e às coisas imó eis e à na u eza e à sociedade enomenin (Sližienė 1994: 21). A igos A icles 11 / Daik a a džio pagalba įnagininko deseman izacija [CA] ou kon en y ą5 [Con], po exemplo. : D augai [A] ele [P] sal a am de polícias nagų (nuo zapaolikų) [CA]; Só zami šimas [A] salbėja homem de [P] do sem sen idomiško siel a o [Con]. T i alenčio (pa-)gelbė i ‘padė i ką a lik i ak an ai sin aksiniai eiškiami agen o a dininku, bene icien o [B]6 naudininku e kon en y o unkciju a i inkančia bend a imi, p z. : Pagambeck me [B] ąs ą ao ca oimen o in oduzi [Con] (plg. sen inius (3), (4)). Aqui ao nominado do sujei o e ao bene iciado do obje o con am-se i as essências homem [Hum]. Usando i alen į (pa-)gelbė i signi icado ‘ em i, šelp i, sin aksiniai ak an ai dizem-se agen o a dininku, pacien e galininku ou bene icien o naudininku e kon en y o įnagininku, exemplo. : Tal ez u [A] pode sal a bė i me [P] man [B] monegais [Con]? / O a dinis do sujei o e o galinis do obje o e naudinis ma cam homem de [Hum], e o objec o įnagininkas negy ą daik ą [Anim] (plg. sakinius (5), (6)). (Pa-)gelbė i ‘bū i ú ilam seu e ei oikiu, a e ik i7‘, de aco do LKVJŽ, é d i alen is. Seus sin axinais ak an as ealiza am-se ao nominado do sujei o e ka (negy ą) agen ą8, o an asis – pa ien ą9, p z.: Ši ie ais ai [A2] galė ų au [P] ao u ilizado do objec o, cujo p imei o a i inpagelbė i; Apynių šaknys [A2] 5 Kon en y as [Con] – eiksmo a būsenos u inio unkcija, būdinga į ai iems daik ams bei cabelos [P] gelbs i. Nominis o do sujei o ma ca eiškiniams (Sližienė 1994: 22). 6 Sližienė (1994: 21) bene icien ą en an a como ad esa o, ga ėjo, u ė ojo unção, ca ac e ís ica i oms se esidadesms, especialmen e pessoas, cujos bene ício ou nãousai o que acon ece, az-se, são. Adelė Valeckienė (1998: 35 ) pensa: Bene icien as Ben é u ė ojo, ad esa o (de quem a bene ício é ealizado, a quem des ina a ação) unção. Ele é ge almen e di o bene iciá ioku [...], mas podem e ou os aleg nios. Plg. : Ba els (2005: 105 ): Eine seman isch wenige spezi ische Da i Rolle, die nich an T ans e und Possession gebunden is , wi d in de Regel die Rolle Bene ak i angese z ( gl. Klaus kau e Hans ein Buch. Diese gab es abe nich ). 7 Plg. LKŽe o necida gelbė i ‘ aduo i, i a do bėda, gua da do mal; a a , po exemplo : Um esgo amen o a e ida negelba desde pa akimo Vaižg. ; Ins inc o densamen e sal a homem de V.Kudi . ; Zemė gelb i isus nuo a go A1884,157; Nuodai gelb i upūžę nuo p iešų J.Jabl. ; Ga do benedik ai (ka do benedik ai, ka ieji š en adagiai) gelba aš uonioleka ligų G g. ; Gelbiem nuog pik o ele mesmo sua malone KN62. 8 Sližienė (1994: 19) negiu agen ą [A2] de ine como ação execu ado a unção, que būdinga a coisas imó eis, síchicas o ças e ou os enómenos da na u eza e sociedade, á ios disposi i os, máquinas, apa elhos, que êm uma ce a ene gia e po isso podem ealiza e p o oca , sužadini uma ação, mas não êm inicia i a. [...] Agen o2 unção é desigualy ė. P i ilegiada ela pode ia se subdi idida pelo menos em ês poklasias: na u al êngua, causa e ins umen o de ação. A ação meio a exp essando agen 2 do ins umen o unção di e e no que é possí el só quando a ação pode se pe cebida como oco endo sem quemem embo a inicia i a [ku sy as a igo au o ės L. V.-S;.] meio de ação en ão é conside ada único a o execu êju agen u2, exemplo.: padangem aižo a io u ai. No en an o a on ei a en e ins umen o e agen o2 é bas an e condicional. 9 De aco do nes a pagelbė i de inição do signi icado e do obje o aišką bene iciá ioku, e iden emen e, es e pacien e pode se en endido e como endo bene icien o (i. e. ende ea o, bene iciado , em cujo bene ício o que acon ece) a spal į, i. e. como [PB]. LORETA VAIČIULYTĖ-SEMĖNIENĖ 12 Ac a Linguis ica Li huanica LXXIV negy ą daik ą [Anim], e naudininkas gy ą i negy ą daik ą [±Anim] (plg. sen inius (7)(9))10. Reliacinio objec i io ajuda įnagininkas, como is o sen inhei os (1)(2), usado com pasaky u ou pode-se dize p elinksniu com (com ua ajuda). Como jus amen e sob e al ajuda įnagininką se á a igo alado. 1.2. Jonas Šukys (1998: 554 ; ainda plg. . p.: 229), discu indo a língua li uânica linksnių e p ielinksnių a oseną, chama a a enção pa a o a o de que na a ual lie ugalba. Ele pa icula men e começou a plidi ių kalboje y a „didelė klaida a o i in ensy iai p ielinksnėjan į įnagininką pa- so ie mečiu, nusižiū ėjus em usas línguas p i pomošči aišką. [...] Po an o p ielinksnišką a oseną, i […] sma kiai s umia adicinę p iemonės i būdo qualque cons ução com supos oio polinksniu ajuda, se ela signi icš ų um anį, mechanizmą [ž . sakinius (12), (13)], ou alguma ou aokią p iemonę įnagininku [ž . sakinius (14), (15)], ka ais ne abs akčią [ž . sakinius (16), (17)], bū ina keis i [ku sy as au o aes do a igo L. V.-S.]. [...] Quando se ala sob e assun os mais abs ac es, especialmen e quando ajuda é usado com e bemo odinhas doik a o zíes, es a ne a o iná cons ução é melho oca po semp edic ios, subdedicados [ž . sakinį (18)]. [...] Ne a o iną ajuda a cons ução mui as ezes pode se epa ada não um, mas á ias manei as [ž . sakinį (19)]11. S calculiuojame ajuda calculula o iaus (= (su) calculula o iais). (12) (Ci ado de Šukys 1998: 554) (13) Os dados o am analisados po meio de compu ado es (= compu e iais). (Ci ado de Šukys 1998: 554) (14) Del inos susikalba nosies ajuda (= nosimi, nosimis). (Ci ado de Šukys 1998: 555) (15) Ajuda de Liežu io (= Liežu iu) chameleon apanha inse os. (Ci ado de Šukys 1998: 555) (16) Men i a um ao ou o ansmi imos po meio de pala as (= pala as). (Ci ado de Šukys 1998: 555) 10 Plg. LKVJŽ o necida ajuda ‘pagelbė i junglumą (Sližienė 1998: 96). A es a signi icação ca ac e ís ica ês di e en es es u u as de alência sin ác ica, pelas quais ealizam-se di e en es es u u as de alência seman ina, p z. : (a) Algis [A] ajuda a ela [B] a esol e [Con] equação de álgeb a; Aquele bebidas [A] ajuda á a aca [B] mais ápido a cu a [Con]; Teus conselhos [A] nos [B] o am ajudados; b) Pode ias pode [ u] [A1] ajuda me [B] com dinhei o (doona) [Con]; (c) Chá de solidões [A2] ajuda à cabeça [P]; Alguns doen es [P] melho ajudam o sono [A2]. 11 Uma simila opinião a es a ques ão ê ambém. : Šukys in: Miliūnai ė 2003a: 91 ; Pupkis in: Miliūnai ė 2003b: 96; plg. Mikulėnienė 1991: 60; Kniūkš a 2000: 181. A igos A icles 13 / Daik a a džio pagalba įnagininko deseman izacija (17) A ajuda da democ acia (= (Su) democ acia, pe democ acia) mui o conseguimos. (Ci ado de Šukys 1998: 555) (18) A ajuda da Psichologia (= Pasi emian pasi ėmus психология) pode ajuda odos os alunos. (Ci a ada de aco do Šukys 1998: 555) (19) Šių meninių p iemonių pagalba (= Šiomis meninėmis p iemonėmis, U ilizando es es ins umen os a ís icos) o esc i o c iou es as pa eikslą yškų. (Ci ado de Šukys 1998: 555) Tem pa Šukys (1998: 556; plg. Šukys in: Miliūnai ė 2003a: 91; Kniūkš a não sob e ecu so de ealização de 2000: 181) eigia, kad „pasakymas su (kieno) pagalba inka ik ada, kai kalbama ação, mas sob e kieno no s (kokių asmenų) pagalbą, a pininka imą. No en an o, quando p elinksnio wi h não exis e, polinksnis ajuda e alando sob e pessoa (s) in e mediininkação não aplica [ku sy as a igo au o ės L. V.-S.] (ž . sakinius (20)(22); ainda plg. sakinius (1)(2)). (20) Ga ažą pis aço com o i mão ajuda. (Ci a ada segundo Šukys 1998: 556) kus) ansmi imos ao seu bu i. (Ci a ada de aco do Šukys 1998: 556) (22) Ne equia ajuda ad ogados (= com ad ogados ajuda, melho com ad ogados; ajudados (21) Tas žinias yšininkų pagalba (= su yšininkų pagalba, ge iau pe yšinin- ad ogados) p ocu a em es a u os sp agos. (Ci ado segundo Šukys 1998: 556) Aqui escla ece-se que o usuá io da linguagem, a im de obse a as eg as da no ma, polinksniškai a ojamą pomocą de e ia oca įnagininku, p elinksnio com su įnagininku kons ukcija, p elinksnio pe su galininku ou pa icipio (b ja sen ido) kons ukcija nesses casos, quando se ala de mo os ou abs akčiais daik ais pasakomą p iemonę ou būdą12. Di e en emen e do (quem) ajuda, cons ução com (quem) ajuda usa pe mi idoamà alando de ajudando ou in e mediando a pessoaį13 (plg. ajuda de inição de signi icância ‘pagebimen o, ajuda, apoio). Ve com pe missí el no ma em elação aiška co eliando i o s. mo o as (ou pessoa s. daik as) di e ença: homem [Hum] como ajuda complemen os pode se di o na cons ução com p elinksniu com, alando sob e coisas em sen ido amplo [Anim] e [Abs ] com (quem) ajuda de e se subs i uída po ou as (su)Ins pe PAcc cons uções /. Naquelas ocasiões, quando ajuda com pessoa um ma cin iu complemen u (mamas ajuda) é usada sem p elinksnio su, 12 Plg. da azeologizmą nak ies ajuda ‘nesulaukus o, ainda nak į empoi eikš i, например. : Nak ies ajuda pa iu; Nak ie ajuda pai elis lėks o dak a o (Paulauskas, 2001: 443). 13 Pe smuo a igo en endido em sen ido la gada, i. i. como pessoa ao pe cebe e bend ijas, o ganizações e seus denominações. LORETA VAIČIULYTĖ-SEMĖNIENĖ 14 Ac a Linguis ica Li huanica LXXIV isso co eoma de aco do da analogia de coisas (su)Ins pe Acc PA . / Do pon o de is a semân ico es as cons uções são apaças? Žiū in em mais an igos sakinių suge idosus aisimus, isin , odaip pode se (ž . abaixo). E se já seman icamen e podem di e i e di e em, ale a pena subs i uí-los po ou os? Sakiniuose (12)(19), (21)(22) ao in és de ajuda o e ecidos aiškos ins umen os ambém em ( u ė i) ins umen os (ins umen o) (b ígida sen ido)14 ou būdo signi icado15. Na a ual língua li uânica ipiška p iemonės aiška (su)Ins , p z. : Jonas co a o pão com aca; S iubą s ebiame com šaukš ais (plg. sakinius (10)(11)) (in e alia Amb azas 2006: 297; Sližienė 1998: 23, 1986: 54; Valiuly ė 1991; Paulauskienė 1989: 129; 1994: 128; plg. Šukys 1998: 228 , 497 , 554). Aqui, como e na sen ença (12), ambos os meios aiškos podem se u ilizados escolhe amen e. (17) Sakinyje ao in és de ajuda cons uções o e ece-se usa daik a a džio demok a ija įnagininką ou ele com p ielinksniu com. No en an o nes a sen ença, di e en emen e nei (12), o u ilizado Ins suIns pasakomas manei a, i. i. eiškiama aplinybė, não obje o /16. Paula Aldonauskienė (1989: 130; ainda ê 1994: 129) a i ma: kad įnagininkas de e ia būdo signi icado, p incipalmen e necessá io, que o ação do eiksmazônio não eque e iam ins umen os de desempenho. Es a condição a a en ina ais sakiniai, cujos a iniu ai eigeniminio ação eiksmažodžiai, e eiksniu a dininkai, eiškian ys inak y ius daik us. [...] Quando na a i o ai do a i o ação um eiksmazodis, e p o agonis a é uma pessoa, būdo signi icado condicoja daik a a džio leksinė signi icação. Mais equen emen e al signi icado em abs akcionais daik a a dzes įnagininkas. Ele, segundo Paulauskienės (1989: 138), negala e signi icâncias ins umen á ias. A p incipal ins umen o do įnaghei o signi icação i s a modo signi ica, plg. : Mui os a ingimos democ acia democ a icamen e. / Do sen in (17) co eções ê-se ambém o que o modo de ci cuns ância em signi icado e p elinks pe su galininku cons ução, que, ano Paulauskienės, é mui o p óxima dos su eiksmos do modo e, como ê-se de alguns exemplos dela o necidos: Ge uoju nega kuk elėjimus (plg. keliais kuk elėjimais) isgė ė oda a id inha, pode se sinonimas 14 Ins umen os e e enciados é da da da, pelo qual o aspek uis ac o execu a uma ação, nuk ada em ou o daik (do ou o desenho), em si mesmo (p ausiasi and yp ) ou não (lingua a) (Vali 1991: 148). mes nieko: mes laimę pasieksim pe ko ą (plg. ko odami); Kaziukas kuk , kuk – pe Seman iniu pon o de is a Sližienė (1986: 54) ins umen ą de ineêzia como agen o usadas auxilia esa e amen a unção, ca ac e ís ica a coisas não i as. Plg. : Amb azas (2006: 256): Be Qual coisa, ajudando ealiza uma ação, pode se en endido como seu ins umen o. 15 Plg.: Obje o įnagininkas é mui as ezes o p imei o (bū inais) complemen inys (pg.: gė ė is menu), e p IJis em e do modo de ealização do a o a spal į (Šukys 1998: 227). 16 Plg.: Būdo įnagininkų [...] não se pode oca p ielinksnio com cons uções (Šukys 1998: 236). monės įnagininkas – isada ik an asis (nebū inasis) papildinys (p z.: Šaukš u jū os neišsemsi). S aipsniai / A icles 15 Daik a a džio pagalba įnagininko deseman izacija com būdo įnagininku e ou as ci cuns âncias aiškos meios (Paulauskienė 1989: 126 ; plg. Šukys 1998: 454) (plg. sakinius (16 (18)),(19))17. Sakinyje (20) com (kieno) ajuda e e i amen e ambém se eiškiamas manei a, plg. : Ga ažą pasis ačiau (KAIp? KOKIU BūDU?) ajudando i mão. Veiksmo modo, como is o sen inho (21), (gali se ) pasakomas e pe su galininku kons ukcija, nusakančia kam in e mediininkaujan e ec uado ac o. In e pininkas, Shukio (1998: 454) a i maim, gali se pessoa (ž . sakinius (23)(24)), qual ins i uição (ž . sakinius (25)) ou a é daik as (ž . sakinius (26)(27)). Po que o mediado pode se e pessoa, e coisa, e o ajudan esis só pessoa? (23) Pasiun iniai alou com manim po adu o a. (Ci ado de aco do Šukys 1998: 454) (24) O S. é cla o, spi sis, po ad ogus pode... (Ci a ado segundo Šukys 1998: 454) (25) Lenkų língua começou a se in il e em nosso k aš ą ia ig eja. (Ci ado de Šukys 1998: 454) (26) Algumas doenças podem se con aídas po ia a ą. (Ci a ada segundo Šukys 1998: 455) (27) No en an o, po laiškus não ou i ás i o oz. (Ci a ada de aco do Šukys 1998: 455) Sakinyje (22) oi is o que ajuda įnagininkas ad ogados pagal oj la e osios p opos a melho consumi com ba – keičiamas p ielinksnio su kons ukcija, . y. su ad oka ų pagalba, i ie- ad ogados. É uma cons ução p ecisa com a ajuda de ad ogados p ocu a b eagões e não p ecisa com ad ogadas p ocu a b eagões são seman iicamen e apaças? sim, signi ica-se, aqui imem ep esen a-se manei a (KAIp NEREIKIA IEŠKOTI SpRAGų?). Mas aqui, di e en emen e do que sen ença (20), suPAgAlbA e suIns cons uções ( u i se ) en endamos e como possuídas amigaes18 17 Como a i ma Šukys (1998: 454), p ielinksnio pe kons ukcijas būdo signi icado às ezes suspenusa com o signi icado do ins umen o de ação. P ecisa mil us po sie ą des ia . [...] Quando mais p eciso acen ua ins umen o de ação, não manei a, melho usa įnagininką. Ligue-me po ele oná ( ele one). 18 Plg.: P ielinksnio su cons ução de mui as ezes signi ica modo de ealização de ação. Aquela manei a ge almen e em amiga somb a ê, po que ação é acompanhada como eiškinys (a), būsena (b). [...] (a) Le amos e com amo ; (b) Com descon iança ele olhou pa a um homem, que se ap oxima a do ho el (Šukys 1998: 495). P ielinksnio com cons uções ge almen e signi ica amigaes (es ado, pa icipação jun o) elações. Veiksmą pe sonagem execu a d uge com ou o, não al impo an eu eikėju, ečiau p o agonis as. [...] Mais equen emen e ais pe sonagens são pessoas (a.), ečiau não pessoas (b.) [...] (a) Pe iukas com Ka iuke signi icação] išsi aukė bul ių k ežulį i sėdosi skus i; (b) I zuikis su liudininkais g įžo a gal namo. […] Ji [būdo bas an e yški, quando o p imei o pe sonagem nãosaído, e só numanom. [...] Mas com os amigos me hal a mesma skėlė (Šukys 1998: 493494). LORETA VAIČIULYTĖ-SEMĖNIENĖ 16 Ac a Linguis ica Li huanica LXXIV (komi a y inę19) signi icado. Se na sen ença (22) p opos a ipiška d augės signi icação suIns kons ukcija (gali bū i) pag eciui é usada com modo signi icação suPAgAlbA, de modo que aqui elas são elacionadas e possi elmen e pe sikloja (an. o e lapping) (ž . pos e io men e). Do que, sob e a ajuda įnagininką di o, ê-se que sua a osena elacionada com pessoa s. daik as e obje o s. ci cuns ância di e umis. Com base ases (26)(27), pode-se pensa que daik as, en endido como in e mediá io, ambém é (gali se ) pasakomas e ajuda kons ukcija. Ques ionimen o, se ela pode consumi do pon o de is a da no ma, deixemos nuošalyje. Como aqui bebū ų, nesses casos, quando se ala sob e coisas, ajuda cons uções eiškiamas (p iemonės) obje o ou, simila men e como alando sob e pessoas, (būdo) ci cuns ância (ž . pos e io men e). O a igo le an a a ques ão, po que alando de pessoas suPAgAlbA cons ução possibilà, e alando de coisas não; se há a essa oposição de base su icien e. Responde a es a e ou as pe gun as oi escolhida, com base do ma e ial cole ado do Kauno VDU Kompuu e inės ling is ikos cen o suda y o Daba inės lie u ių kalbos eks yno ( oliau DLKT), que é dis ibuída po gêne os e gy umo c i é ios (ž . ski snį 2.). A segui ala-se sob e ajuda ao nagís ico semân ica e seus deseman ização aços (ž . ski snį 3) e udo isso desc e e-se (ž . 4 ski snį). 2. TIRIAMOJI MEDŽIAGA E JOS SPIRSTYMO CRITERIOS G ande pa e da DLKT cons i ui esc i inas, mui as ezes edaguo as, di e en es gên ões (publicis ikos, g ožinės, neg ožinės ou adminis a i as li e a u a) ex os de linguagem. Saky ines línguas exemplos de lá são apa en emen e menos. S aipsnyje baseamasi 438 di e en es gên os exemplos, onde é usado ajuda Tokie sakiniai eiliškumo a ka a ink i į DLKT paieškos laukelį į ašius žodį įnagininkas. ajuda. Ap a iamųjų sakinių 58,45 po cen o. (256 sakiniai) es á com p ielinksniu su e 41,55 po cen o. (182 sakiniai) sem p ielinksnio. Po gêne os isso se dis ibui assim, como is o 1 abela. Tendo em con a o a o de que a ajuda ao nagininko a osena basejada pessoa s. daik as oposição, u imi sakiniai o am disi s i i segundo c i é ios de gy umo. Tudo isso pode se is o na abela 2. 19 Plg.: Komi a y as segundo aeilho agen e, pacien e ou bene icien o unção, apa ecendo je a co esponden es unções p incipais e na ase mais equen emen e co espondi i p ielinksninę kons ukcję suIns , p z., jis suki šino b olį su sese ia“ (Sližienė 1994: 22). A igos A icles 17 / Daik a a džio pagalba įnagininko deseman izacija 1 LENTEL. Ajuda įnagininko a osena po gêne os Gen e suPAgAlbA PAgAlbA Sakinių núme o Saky inė kalba 1 9 10 G ožinė li e a u a 80 14 94 Neg ožinė li e a u a 86 74 160 Publicis ika 79 54 133 Adminis acinė li e a u a 10 31 41 IŠ VISO 256 (58,45 %) 182 (41,55 %) 438 2 LENTEL. Ajuda įnagininko a osena de aco do c i é ios de i idade Gêne o Núme o HUM Sakinių ANIM Sakinių núme o ABSTR Sakinių núme o suPAgAlbA gAlbA gAlbA PAgAlbA suPA-PAgAl- bA suPA-PAgAlbA Saky inė kalba 1 1 2 4 4 4 4 G ožinė 69 372 7 7 14 4 4 8 Neg ožinė 54 862 11 23 34 21 43 64 Publicis- ika 56 359 928 37 14 23 37 Adminis acinė 9 2 11 19 19 110 11 IŠ VISO 187 (91,7%) 17 (8,3%)206 27 (25%) 81 (75%) 108 40 (32,3%) 84 (67,7%) 124 Analisando 2 abela o necidos p incipalmen e dados da língua esc i a, é ób io que os usuá ios da língua não man êm as no mas. Ajuda a ojimui in luência em não só mencionada usų, mas e, ma y , ou as línguas: lenkų20, eli p zy pomocy 24 specjalnych bonöwyz p i a acyjnych. Fo man em jes su iks <ysz>. 20 Plg. len. Is o a ej p opozycji sp owadzala sie do ozdzielenia naja ku na odowego po niedzy obywa- Za jego pomocą wo zy sie w jezyku osyjskim de ywa y od zeczownikowe. Lacina zna jednak dwa ypy zdan pod zednych wspolczesnej polszczyznie nieznanych, k o ych nie da sie opisac p zy pomocy akomodacji wzgledem spöjnika, z ej p os ej p zyczyny, ze spöjnika one nie zawie aia (ci a ada segundo Hen schel 1998: 176 , 184). LORETA VAIČIULYTĖ-SEMĖNIENĖ 24 Ac a Linguis ica Li huanica LXXIV ajuda (plg. š ediška echnika) au oma izuosim ca og a iją, e miško a kininkai pode ão no malmen e ganha b i, isso com paz de dūšioj podėsiu comple a e seu ca ie ą, išei i ilsė is. DLKT (52) A lân ico oceenyno, pe o de Ha e aso kyšulio (Cape Ha e as) No e Cali ó nia, cons ui ada , pelos quais ele egis ou quan idade de p ecipulação. Com ajuda de sa ydo o (plg. palydo u, pe palydo ą) ele seguiu o bangação do ma . Sulyginando ada e a i icial do Sa éli e da Te a mos ando empo, cien alis a podia con i ma sua obse ação. DLKT (53) Pe kūnas, como deus do ano ida a o, essusci ando e a e ida com água e ugnies ajuda (plg. andeniu, ugnimi), ele mesmo nue a es e ação, apa ecšdando em á ios pe íodo. Pada imai diz que Pe kūnų são alguns p ima e a e udens, y ų, aka ų, pie ų, šiau ės. DLKT (54) Eu necessa iamen e a isiu. Mui o ag adonu. E pela senho inha não se p eocupem. Nós a cuida emos. Sua condiçãoê sé i, mas, eu espe o, com a na u eza e nossa, dak a ų, ajuda, udo acaba á elizmen e... Quem disse, que ninguém nep i ilgs às noi es es eladas, depois das quais b aidžioji espe ando in e anos de al o a. DLKT (55) Do liū o nas ų čiu kšlė nuqueia em a izinha exis indo piscinainėlį, do qual suba din o água siu blio ajuda (plg. pe água siu blį; água siu bliu) água no amen e e o nado em on aną. Baseinėlis mon oado de pailgões shaliga io be ônicos pli éis e esclojado hid oizoliacine película. DLKT (56) Siau a, beso o ando aio de xêngeno ib aoš as, pelo qual pe xubeciado es udado co po, de ek o ių pagalba (plg. de ek o ių, de ek o iais) pa o ciado digi inais signalais. Esses sinais, p ocessados po um pode oso apa elho ma emá ico, ob ém uma imagem do co po pjū io. DLKT (57) E nãoideliu изgąsčiu. Nossos danos i klas e I mos sapa as, co esse nuplêš i de pés e nuneš i não sabe onde. Ten am acha ou a i klą e ajuda de co dões (plg. co d ėmis) es acais oolom deslhamos a que só ganhou D iejų ba ų nome nemomo slenksčio. Acon ece, isso nem seque esenks is, mas e dadei o k ioklis. DLKT Se na sen ença (57) jus i icamos a e amen a aišką (su)PAgAlbA, en ão podemos con inua alando e sob e sen inhas (58)(62), onde essas cons uções são al e adas e amen as įnagininku ou usa (s), a o i pa a azėmis. Aqui (su)PAgAlbA e įnagininkas são iguala eikšmiai? Visaip pode se . Hen schelis e Thomas Menzelis (2000: 8; mais sob e isso eja Hen schel 1998: 174 , 182 ), discu indo medidas aišką na língua ussa a ual, na minha condição ap op iiga ala e sepa a g adual ipišką > no ipišką p iemonės aišką, S aipsniai / A icles 25 Daik a a džio pagalba įnagininko deseman izacija ko eliuojančią su Ins > p i pomošči, s pomoščju (plg.: Oni sideli za s olom i eli sup ložkami??p i pomošči ložek p i pomošči s annych, neukljužich ložek p i pomoči k ižek o banok, / /). Na opinião dos au o es, naqueles casos em que a coisa a unção do ins umen o é a ibuída, i. e. quando a coisa em ce o con ex o é pe cebida como ins umen o, ele mais bem se pasakos p i pomošči, s pomoščju cons uções, pelas quais jus amen e ocusuado o ins umen alidade da coisa (p. Molodye ki aycy s a alis es p i sup z pomošči nep i yčnih d nichlja ložennek; oennoplye sideli na a e i sup p i pomošči k šek banok)30 (plg o (45)). Tipiška e amen a é mo o daik as, que agen i us ac o di e amen e usa p edica u pasakomame eiksme (pa) eik i ou a daik ą pacien e objec ą, p z. : Jonas pin a a pa ede dajais. Analizando sen inhas (58)(61), pa ece que (su) PAgAlbA seman iicamen e é equi alen een iška ins umen os įnagininkui. Mas a pa i do con ex o da sen ença (59) é e iden e que a u ilização des e ins umen o (ki uko) é menos ípica, i. e. ki uku kapojamos malkos31. Além disso, a pa i desses sen inhos e , que signi ica i a é ala sob e aiškos e g ama ínas unções co eliação: menos ipišką p iemonę, sen inyje in e p e a uojamą (i ) como en o noybę, (gali bū i) incls ama žymė i di e en e do ipoškos p iemonės objek ą. Em ou as pala as, g ama ís icas unções co eliuoja com aiška: obje o > ci cuns ância esp. Ins > (su)PAgAlbA. Tipiška ins umen o obje o ge almen e diz-se įnagininku ou p ielinksnio su kons ukcija (s iubą s ebiame (su) šaukš ais) > pag ečiui ins umen os įnagininko a ojama e (su)PAgAlbA (ž . sakinius (5 (58)) > quando ins umen o é in e p e ado e como ambien e, (su)PAgAlbA o na-se mais peculia do que įnagin (ž . sakinius (59)(61)). (pa a mais e Sakiniuose (58)(61) usado ajuda įnagininkas di e encia-se de an e io men e abe as sakiniuose (46)(56) e ou o aspec o: aqui ajuda complemen u einan ys negy i i ek ai não em agen y aus ação execu ėjo [A ou A2] po encijos, o pa s pagalba y a deseman iza ęsis. Kaip ik oks pagalba ampa / y a an iniu polinksniu32 (ž . mais abaixo). (58) A ação o mou a comissão empo á ia pa a a alia os esul ados da e o ma ag a inesa ealizada em 1991/1992 . Todos os anos á ios ins i u os uncioná ios compu ado es 30 Die p äposi ionalen Fügung okussie en die Ins umen ali ä . Sie sind dahe p agma isch nu dann akzep abel, wenn die Ins umen ali ä des be e enden Ins umen s im gegebenen Kon ex nich i ial is (Hen schel, Menzel 2000: 8). 31 De G ad de ypischen Ins umen ali ä is dabei p imä eine Funk ion de lexikalischen Bedeu ung des P ädika s de NG mi de seman ischen Rolle Ins umen (Hen schel 1998: 182). hin, daß hie die En wicklung zu sekundä en P äposi ion 32 „Die Deseman isie ung on pomoc […] im Kon ex unbeleb e NG is deu lich. Dies alles weis o gesch i en is (Hen schel Hil e (plg. kompiu e iais, a beidendai kompiu e iais) aquele dano 1998: 175). LORETA VAIČIULYTĖ-SEMĖNIENĖ 26 Ac a Linguis ica Li huanica LXXIV [KUO da au KAIp?] a aliou e a aliou em šešis o çamen os do país 35 bilhões de li os. DLKT (59) O digyki , que po iolência oi usado? Jisai oi espanamas. Como? Ki uko ajuda (plg. ki uku), aca oi usado como ins umen o de ameaço. Iden i icado a acan e, Genadijus Radiono s, i e nas p oximidades, só a algumas cen enas de me os. DLKT (60) G andes e mui o g andes con êine es nem a as ezes azem-se o mas aile as, em odas. Belieka eles [KUO KAIp?] só uma especialização de ilkiko ajuda (plg. especialu ilkiku) anspo a , in uxe-lo ou nu eja-lo da pla a o ma de agão ou na o de deio, iumo /. Em con êine es mais g andes ab igam-se con êine es de meno capacidade. (61) P o ou a ouksa ankis mes e de Plungês Be na das Su blys. Fazendei o de 72 anos seu caminhão GAZ-52 ob igou a mo e se [KAIp?] ajuda de um ge ado de gás es au ado.? (plg es au uo u gas gene a o iumi). Gujas isolam especialhe de um me o e meio de al u a cilind o o ma 200 li ų alpos k osnyje a den es palcos. DLKT O mesmo, que se disse sob e conc e os i ens, ca ac e ís ico e a abs ac os i ens, que ão ajuda complemen u. Po exemplo, sakiniuose (62)(69) (su) PAgAlbA cons uções sie inas com mencionadas di e as ou pe kel inas daik a a džio ajuda ou açõesmazônio (pa-)gelbė i eikšmėmis. Seman iicamen e mo šios kons ukcijos, panašiai kaip i su [–Anim], gali implikuo i i a pininka i- (sakiniuose (63), (68)), komi a y inę (sakinyje (64)), p iežas ies (pa yପରି, sakinyje (67)) ou ou as signi icas; hence não há iguala eicšmės įnagininku ou p ielinxi pe cons ução33. (62) P onósciosidades cump osi, u já suki me a cabeça. Não, eu só digo assim como é. Tu aqui se ás p isionei o de hon a. Ta o c í ico aciocínio ajuda (plg.? a o k i išku a u; eu c í ico aciocínio, i. i. eu, ajudando) eu e i ica ei suas ações. O homem de na u eza é li e, ele não pode se ou o homem p isione iu, mesmo ma ado ele seu espí i o li e. DLKT (63) O a ís ico empe amen o ma a ilhamen e sens i e u inga. A sua alma abe a a odos os en os. Ele ao qual sua p óp ia imaginação ajuda (plg.?se o c iamen oia imaginaçãoe e, a a és seu c iamen oia imaginaçãoê; ajudando seu qualosios 33 Plg. (199 Shukio8: 555) suge ido a ajuda aisimen o emnagininku, po exemplo, na ase Tu us ele seik o ė sabedo ia, sumanumo ajuda (= sabedo ia, sumanumu; pe sabin ão, sumanumo). A igos A icles 27 / Daik a a džio pagalba įnagininko deseman izacija imaginaduo ės34) pode en a em ou as pessoas almas e poe a in uicia ad e i seus mais p o undos seg edos. DLKT (64) Nebū ina aušin i bu ną į odinėjan , jog žmogaus d asia su sa o p igim inio ajuda a io essencialmen e pode alcança su icien e a e idência da ques ão da exis ência de uma eal sup ema essência, ela ealmen e pode escolhe p a a imą. DLKT (65) C iando o chamado acionalismo dos g egos é icos, ou con icção, esą homem pode com ajuda do aciob o alcança do ybę e elicidade (plg. p o u; p o o ajudando [i. i. se ajudando]). O acionalismo a ua e on ologias plo mėje: manoma, esą homem pode alcança a e dadei a exis ência com a ajuda da a i idade do pensamen o. DLKT (66) Ag idi bys, laukionis a éąs a si auxilia inho da na u eza, e ama ionis a (mechanikas, echnikas, engenhei os) pasiima po ências da na u eza, que com sua ajuda (plg. *na os pode es; seus ajudando) p oduin ų aspi ados i ek us (2, p. 324). DLKT (67) A pa i daqui ninguém pode ica -lhe nãošališkas e neu alus, po que quem não com Juo, aquele con a Jį. Embo a homem g aças à ajuda (plg. malonės padedamas, po an o, que malonė ajuda) nugali ne y ąją duasią, es a no amen e ne ims a, spendžia seus pinkles e se es o ça o pa e g i. Isso conhecido o após olo Ped o ad e e: Būki e blai ūs35. DLKT (68) O que en ão escla ecido? Tapo cla o que Kie o Rusios k ikš ą de e ia da a 988990 m. Kie o kunigaikš is Vladimi as, que com ajuda de k ikš o (plg. pe k ikš ą; k ikš ydamas; k ikš as lhe ajudou a p ocu a ) p ocu ou o alece seu iešpa a imen o em ou as Rusios e as, nele in e essado e a mais negu Bizan ia. DLKT (69) Raimundas Kapujie is manê, que o cas elo Angelo oi ecob ado ajuda da o ação de Ko ynas (plg. a i o sakinį: Ko ynas o da [A2] ajudou a ecob a Angelo cas į; po an o, que Ko yna mendėsi). nossos empos (1962 m.) pe o Ko ynai pas a y as paminklas. Til as pe ei as Neilgą sa o gy enimą Ko yna Angelo pilies acabou em Amžinajame Mies e. DLKT 34 Plg. DLKT sakinį: En ão di á: gos a ia de oca Babilono g iu ėsių undeg o molio b i as. Tadžįs anys não Luko na u eza pode ia pensa que ele mesmo, sem minças ajuda, quisesse aqueles ped as oca . Não pode ia dize exa amen e, se al supos a zamma š imi, ou zamsimi šimu Lukas econhece seus p óp ios sonhões obje os. 35 Plg. com ajuda a oseną DLKT sakinyje Só en ão, quando e os indi íduos, e seus g upos puoselės em si mesmos e espelez na sociedade mo al e socie ines i udes, com a necessá ia g aça de Deus o nando-se ealmen e no os se es humanos e c iado es da no a humanidade. LORETA VAIČIULYTĖ-SEMĖNIENĖ 28 Ac a Linguis ica Li huanica LXXIV Sakiniuose (70)–(74) ma y i deseman izuo a pagalba a osena, o sakiniuose ((76)75) ela, ma y , consumada (i ) de ido a (mo o)sin aks di e en es azões, i. i. engiama de dois unkcialmen e įnagininkų ou daik a a džio homo o mų. nimo e (70) Tiesa, Shakespea e’as bėgančio laiko emą plė oja jaunys ės i sena ės, gy e- mo e con as os ajuda (plg. con as ais), e Mače nis, con a iamen e, seu p óp io imagem o o nou pus oniais mels uma, š elni, ne adusioj kažko, leng iau pulsuoja, en os d elkia k epiančiu sudie. DLKT (71) Simbolis as se es o ça am em a poé ica ilosó icamen e undamen ada, busca am som e men e ha monias, a i ma am que há co clausa, que ajuda de sons (plg. ga sais) pode c ia ce a imagem de co es (M. K. Čiu lionio c iação, K. Šimonio pa eikslas Muzikos ga sai). DLKT (72) Po an o, a discussão se em o es ado eguliacinių me odų pagalba (plg. eguliaciniais me odais) de uma ou ou a o ma in luencia SVV p ocesso de desen ol imen o, com is a a o imiza SVV econômica e social bene ício, é a ual e signi ica i a. DLKT (73) Não Se Nesiqui e quaisque aplica conc e as es a égias. No a: ap endizagem de pala as ajuda de de inições (plg. de inições) não é uma das mais e icazes a e as. No en an o, às ezes em de memo iza pala as, di as no ex o ou li o a ás. DLKT (74) COMUNICACIÃO 1. P ocesso de Comunicação. Comunicando a linguagem e não-odínios sinais ajuda (plg. línguas e não-odiniais signalais) um homem pode ansmi i aos ou os conhecimen o sob e seus pensamen os e sen imen os. DLKT (75) U ilizado não só em pesquisas de me cado, mas ambém em pesquisas cien í icas (judicando a pa i do núme o de a igos publicados, nos quais se baseia es e mé odo ajuda (plg.). mé odo cole ado). O es udo sociológico um empo oi quase iden i icado com o mé odo de pesquisa. DLKT (76) Num ce o modo seus sen imen os bem como i ências homem pode exp essa e de ou os meios, exemplo, música, apyba, plás ica. Ajuda da língua (plg.?kalba; alando) um homem elaciona-se com ou os se es humanos. Aqui a língua ai susižiniamen o, sussequiamen o meio. DLKT casos, quando sua sen ença con ém (pode se in e p e adas como) ci cuns âncias. Is o con i ma e sakiniai (77)(84), onde Iš o, kas saky a, aiškėja, kad pagalba kons ukcijas links ama a o i ais es as cons uções pasakoma azão em sen ido amplo, . i. mo i o eal do compo amen o, condição, undamen o, undamen o e pan. Assim an o deseman izuado, an o com leksine seman ika elacionado daik a a džio ajuda įnagininkas p incipalmen e elacionado com ci cuns âncias aiška. (77) P imei amen e li o com A i os Li uano undo apela saídoom an es eje ą ano. Desde en ão e colabo amos desde en ão. Nesses anos com sua ajuda (plg. A igos A icles 29 / Daik a a džio pagalba įnagininko deseman izacija po sua ajuda; po que eles ajuda am) publicamos 9 li os. Às ezes esse undo nupaca a maio pa e da i ajo e aloca ele a escolas, nou os casos apmpa di ei os au o ines. DLKT (78) Nós espe amos in o mações sob e nege o es pakaunês lo es as. Esc e a-nos ou ligue pa a el. 265505, 265510, 265503. Só com Vos, que idos, echki s caminho a pagalba (plg. ik Jūsų padedami; jei ik Jūs padėsi ) miškininkai ope a y iai miška agiam, poakonie s, miškų šiukšlin ojams. DLKT (79) Ve kė e ou as mulhe es. A é Jonas algumas lág imas is a ino. A o jo e a idaina a ês dias e ês noi es bemaž sem sono, com homens įpil os idklinaičių ajuda (plg. nes gė ė) blai as ealmen e se ia zasiki ęs. Lemb o-me ca alei o snaudžian į Luką, pėjusíssimo co o na minha á o e, zazsime kusį e g ojan į, g ojan į. DLKT T umpalaikiai (cu en ) ob igações ambém podem se de e minadas (80 22.2 abela ajuda (plg. de abela, segundo abelê, se emsi ês 22.2 abele) e eles co esponde à soma ge al, i. e. 33600 L . Esan i longa escola é 192000 L , e simples ações 128000 L . DLKT (81) Os esul ados do nosso ealizado F- es me odologia ajuda (plg. segundo F- es me odiká) indicam que ela é adequada e é usada amplamen e pa a a escolha de á ias p o issões na Li uânia. DLKT (82) Impo an e coisa que apesa de que ealus oi asai e ei o, ajuda de opiniões dos ilóso os (plg. de ilóso os opiniões; de aco do iloso os opiniões; baseado iloso os opiniões) en a-se econhece e quali ica ealem as pessoas gal osen. Ve dade, pe manece a possibilidade de peculia al a cul u a limi o idade. DLKT (83) Fo am usadas ês espécies de escalas: signi ica i os de classi icação, seman ines di e enciales e Like o skalė. Reikšmių classi icação de escalas ajuda (plg. baseando-se skalėmis) esponden e um enômeno ou obje o p op iedades ou seus g upos compa a com ou os e as dispõe o dem de a aliação p io idades. DLKT (84) Cogni y inis componen e é opiniões, c enças que nós man emos em elação a ce as pessoas e coisas. Jų ajuda (plg. baseando-se deles; de aco do com eles) nós decidimos, o que é jus o, isí el, a que isso pa ecešu. O a e i o isma ação ab ange ag adá eis ou nemalonias emoções, elacionadas com con icções. DLKT Em inal cu o eg essemos ao ins umen o aiškos e compa emos sakinius (85)(87) (bem eja sakinius (31), (58)). Como Hen schelis e Menzelis a i mam (2000: 15 ), p ecisamen e desse ipo de sakiniuose implici iškai pe p opozição pasakoma LORETA VAIČIULYTĖ-SEMĖNIENĖ 30 Ac a Linguis ica Li huanica LXXIV o ins umen o indi ec o36 adqui e ( iene) seus meios de aiškos deseman izuo o ajuda, uncionalmen e se dis inguindo do ins umen o di e o aiškos įnagininko. (85) P ieš a auja. Po causa do segundo pon o exigem alguém o a ? Reikalauja. Mui o bem, po a o o em. Já que es e é o segundo pon o, o a emos ajuda dos bo ões (plg.?myg ukais; p essionando bo ões). Quem po isso, pa a que osse acei o o segundo... Po causa do p imei o ninguém nep obse a o. V. LANDSBER- GIS. É há que se opõe?37 DLKT (86) A imedos manikiū ininkê I ma Ise ičienė con ou que no as, in ensy ių co es To ai i mos nagų lako ajuda (plg. lacojo To ai i mos nagų laku) é possí el c ia in e essan es, e ek ingus combininos. Po exemplo, p e odai nulakuo us unhas segunda ez pa epi auksu blizgančiu lac. DLKT (87) P z., Dž. an La ik-Gudol mencionou o caso de como Maikas conseguiu ocupa a poê io do edlio com ajuda de ác eis caixões de la as (plg. * ác eis caixões de la as; ap o ei ando-se de ác eis caixões de la as); ou como pai o egsenos elações, in oduzindo adicionalmen e beždžionių šė imą bananas. DLKT 4. DEPINDRINAMENTO E IÇVADOS 4.1. Daik a a džio ajuda įnagininko a osena explicin ina e g įs ina i umo c i iumi, . i. pessoa > daik as. Is o elacionados com Michaelio Sil e s eino (1976) 36 Wäh end die p äposi ionalen Fügungen au g und ih e die Ins umen ali ä okussie enden Eigenscha bei usuellelp o o ypischen Ve bPa ien Ins umen Kons ella ionen und di ek e Ins umen ali ä im oben um issenen Sinne blockie sind, kann de Ins umen al nich ode nu seh eingesch änk e wende we den, wenn eine indi ek e Re e ali ä des implen en des ins umen alen Subs an i s o lieg bzw. wenn diese Re e en nu in eine di ek isi en P oposi ion als Ins umen ungie . In de explizie e (übe geo dne en) P oposi ion lieg demen sp echend eine un ypische Ve bPa ien (indi ek es) Ins umen Kons ella ion o (Hen schel, Menzel 2000: 19). nu ona em, ja bez uda azyskal d e sklad. Das indi ek e Ins umen in (i) s eh sozusagen me onymisch ü Plg. us.: „(i) S pomošč’ju ona ja / * ona em ja bez uda azyskal d e ’ sklad; (ii) Os eščaja s e- eine P oposi ion, in de es selbs als di ek es Ins umen ungie , was in den Pa aph asen (ii) deu lich wi d. Vo ausse zung ü indi ek e Ins umen ali ä im obigen Sinne is die Einbe ung des indi ek en Ins umen s in eine implizi e P oposi ion, in de es als di ek es Ins umen ungie (Hen schel, Menzel 2000: 15, 18). 37 Plg. DLKT sen ínio Isso pode ealiza só de um cla iço ajuda (= só um kla išu; passeudę só um kla išą), onde são o necidos skliaus ose aisymai, aki aizdu, seman i icamen e di e en e. A igos A icles 31 / Daik a a džio pagalba įnagininko deseman izacija ou Robe o Dixon (1979: 85) (i) Ži umo hie a quia38, na qual são a ibuídos Ži umo aços ko eliuoja com (ii) seman inių39, (iii) g ama inių unções e suas (i ) mo - osin aksinio žymėjimo hie a chijomis (Hen schel 1992; plg. Dik 1989: 269 ; Gi ón 1984: 239 ). (i) ASMUO > GYVAS pADARAS (neasmuo) > NEGYVAS KONKRETUS DAIKTAS > ABSTRAKTUS DAIKTAS. (ii) A > P > REC40 > BEN > I > L > T (iii) SUBJEKTAS ( eiksnys) > OBJEKTAS (papildinys) > SUPLEMENTAS (aplinkybė). (i ) NOM > ACC > DAT > INSTR > pRIELINKSNINėS KONSTRUKCIJOS. G ama inais (ou es u u acionais) do p onome e do galhei o linksniai se escolhem sin acsicamen e e seman icamen e pon o de is a salien ados (an.) memb os da ase agen o sujei o e pacien e di e o obje o ma cė i (Jonas [A] s a o namą [P]), ou os linksniai menos p onunciilios (g ama icales e seman ológicas) unções. Nes e a igo analisado ins umen os e modo įnagininkas, pelo qual ipicamen e dizem-se negy i (konk e ūs ou abs ak ūs) coisas, ko eliuoja com menos iskili do b anduolio sen encial ou do sen encial li esos memb os suplemen os (chamados sa ellų, . y. p edika o ou sen ício ci cuns âncias) unções. Es as hie a quias a liepia e analisado ajuda aonaghei o a osená. Konk ečiau alando, negy i conc e ūs daik ai, sakinyje ipicamen e pasakomi como ins umen o obje o, žymimi įnagininku. Pag echiu ins umen os aonagñei o usado e sinseman inis kilmininko exigujan is polinksnis ajuda. Em uma ocasiões ele, ma y , conco e com įnagininku como li eis a ian e, ou os cons i ui lhe oposição. Polinksnį ajuda, us ojamą com conc e os i ens denominações, gy umo (siau ąja sen ido) e (iii) conhecimen os hie a quias (plg. C o 1990: 111; 127; Com ie 38 Gy umo hie a chija ėlesniuose da buose suski s y a į (i) asmens (komunikacijos daly ių), (ii) 1989: 128, 185). Alanas Timbe lakes (1986) de aco do i umo (siau ąja sen ido), de inido umo, núme ous, conc e umo e ou os sinaisus di ide indi idualismo (an. indi idua ion) hie a chiją. 39 K i išką opinię seman inių unkcijų hie a chijos ala gamen o ques ão de e . C o (2012: 175 ) e lá discu ida li e a u a. 40 Die mo phosyn ak ische Ma kie ung de seman ischen Rolle Rezipien is die p o o ypische Da i unk ion. [...] Ein ypische Rezipien is eingebunden in eine T ans e handlung. Ein Objek wechsel den Besi ze , om Vo Possesso zum NachPossesso . De Rezipien is NachPossesso nach eine e olg eichen T ans e handlung. Die Ve ben des ‘geben nehmen Feldes bilden den Hin e g und ü diese p o o ypische Bes immung on Rezipien en um: Klaus gab seinem B ude ein Buch (Ba els 2005: 105; plg. Hen schel 2001: 181 , 196 ). Plg. : Valeckienė (1998: 36): Recipien a [Rec] é couns ga ėjo, ėmėjo unção. Ele mais equen emen e pasakodado a dininku. Como ecipien a ge almen e pe cebida pessoa, po exemplo. : O menino [Rec] ecebeu do anas [Con] (plg.: Vaikui [B] da ė do anų [Con]). in zwei Ve ügba kei , Manipulie ba kei des po en iellen Ins umen s du ch LORETA VAIČIULYTĖ-SEMĖNIENĖ 32 Ac a Linguis ica Li huanica LXXIV (pos oj múl iia eikšmio įnagininko) ends ama escolhe menos ipicamen e ou nemančiu aldiniu iesioginei p iemonei pasaky i. Polinksnis pagalba su abs akčius daik us pasa- mui as ezes usado būdo ambien eybę eikš i. Ajuda a escolha de cons uções pode g įs i p incipais da economia da linguagem e cla idade: endência quan o possí el mais cu a, . i. edukuo ai, e cla amen e dize isso, o que que ė a. De aco do com os p incípios de economia e cla idade sinseman inis ajuda é usada e e i ando apações de di e en es o mas de signi icado įnagininko (pelaquê como e c iança pe gun ou ė į ėčio pinigų, po exemplo, na ase (57)). P incípio Aiabilidade baseia-se e polinksnio ajuda uso de aco do seu luga na sen ença41: ele, como oi is o de exemplos, mui as ezes ai do enuncia i o ci cuns âncias ( o. VP-ex e ne) ou ma cė es p edica o ci cuns âncias42 ( o. VP-in e ne) e medidas no obje o luga es43. Tal ajuda s umia mul idia eikšmį įnagininką de ci cuns âncias aiškos, ambém ele como endo menos signi ica i os, i. i. mais cla o (an. anspa en ), az-se mais eqüen emen e isė inos e ins umen os obje o a eikš i. Konk ečiau alando, quan o mais imó el (konk e us ou abs ac us) a coisa (gali być) é pe cebido como ci cuns ância, e não como obje o, o mais o ca ac e iza dize ci cuns âncias de modos exp essškos no caso alado sinseman iniu ajuda, ou, ou a ez: Ins > PAgAlbA ( ašo laišką [KUO? *CAIp?] ašikikli * ašiklio pagalba > anspo a o [KUO? / KAIp?] / especialu ilkiku especialalaus ilkiko pagalba > p i e ė judė i [*KUO? / KAIp?] / * es au ado ge ado de gás es au ado ge ado de gás ajuda /). Isso co elaciona e com hie a chicos con olis > modi icado e obje o > ambien eas di e enças ( ambém plg.: moja o ska ele *ska elės pagalba > захвати веlio паятį *пушкими коробками / пушчих кардных корожей pagalba). Vi i aos ins umen os e ci cuns ância unção não ípiska44: polinksnis ajuda com eles pouco espe ė inas. Hie a chiniai di e umai ê-se e nos casos em que ajuda įnagininkas sie ine com des e daik a a džio ou eiksmažodžio pagelbė i leksinėmis signi icamėmis ajuda com p ozaku /; Desde doenças ginsimês com česnakų ajuda?su česnakais /; As minhas ações e i ica ei com a ua men e c í ica *(com) ua men e c í ica /). 41 Aqui Plg. polkų kalboje: Hen schel 1998: 191. 42 Mais po sob e ci cuns âncias (modi ika o ių) ní eisis eja. Dik (1989: 192 , 206 ; 1997: 225 , 243 ). (plg.: Jonas namo g įžo su d augo pagalba / su d augu; Jonas išsigydė su p ozako Siūlomą ci cuns âncias (modi ika o ių) ski s ymą lie u ių kalboje s . Hol oe , Pajėdienė (2005), ali mesmo é. e nou os abalhos de g amá ica li uanas p esen a omą opiniões apž algą. 43 Sob e neu alią e ma cė ą pa es do enunciado (indi e i o suplemen á io e ci cuns âncias) o de como sak ž inyje. Amb azos (2006a: 651 ). 44 „Diese Typizi ä [d. h. die de ins umen alen Ve wendung] läß sich wiede um allgemein das Agens, das ande e is die O ensich lichkei und Di ek hei des E ek s des Ins umen s au das Pa iens“ (Hen schel, Menzel 2000: 5). A igos A icles 33 / Daik a a džio pagalba įnagininko deseman izacija daik a a džio ajuda kilmininko complemen u pasakomas (ne) i os daik as a liepia agen o unção. Ma i i hie a chijas i o > mo o e suPAgAlbA > PAgAlbA co eliação: p ielinksnio su cons ucções ge almen e são usados quando, po ajuda de obik a o džio įnagininkas con ola i os de i enimimen os kilminink; ajuda įnagininką, sem p elinksnio com, mais eqüen emen e colcamasi com nemi os daik os denominainimen os kilmininku. Essas cons uções uncionalmen e são elacionadas com p ielinksninėmis pe ou com cons uções, pelas quais eiškiamas medipininkas ou komi a y as. Seman icamen e do pon o de is a elas não semp e podem subs i ui uma ou a são opozicinas, embo a e e i amen e possí eis e casos de neu alização. Em ou os pala as, quan o mais a ajuda pe de sua conc e a pi minę, speci inę e aiškią signi icado45 e o na (y a) seman icamen e alpesse, i. i. suspinha á ias signi icâncias, o mais seu uso é seman icamen e mo i uado e baseado n'en endo con ex o. Sakinyje daik a a džio ajuda aonagininko cons uções ge almen e eiškiama p edika o ci cuns ância manei a: la e jai in e p e ação mui as ezes pag indo duoda e con ex o usado būdo signi icações como. Elas são con adas e ou as ci cuns âncias da sen ença (p iežas is). Assim, numais casos ajuda įnagininkas é usado como au oseman inio daik a a džio o ma, ou os como sinseman inis polinksnis. Isso ep esen a 1 esquema. 4.2 Com base nes e esquema e Ch is iano Lehmanno (A; 2002) g adua-se g ama icalização46 nocho bem como seu a ibua c uzmine g ama icalização pa ame os classi icação ( o. K euzklassi ika ion)47 (3 áboa), é undamen o ala sob e o que na a ual alboje li ians polinksnis ajuda, ma y , suka g ama icalização keliu. Konk ečiau kalban , ai, kad galbū pagalba įnagininkas suka g ama ika- lização caminho, g indzia signi icado da pala a alado meno g au (ou seman ines e ozias ( o. seman ische E osion, plg. an. seman ic bleaching, a i ion), deseman izações maio g au), deka ego ização (pagal Heine (2003: 579)), cohezias, ou sin agmines dependomidades maio g au ( o. Kohäsion esp. 45 The ini ial meaning is iche , mo e speci ic, i is also mo e palpable, mo e accessible o he imagina ion (anschaulich) and, in his sense, mo e conc e e (Lehmann 2002: 115). 46 G amma icaliza ion is a p ocess leading om lexemes o g amma ical o ma i es. A numbe o seman ic, syn ac ic and phonological p ocesses in e ac in he g amma icaliza ion o mo phelexical meaning and akes pa in obliga o y g amma ical ules (Lehmann 2002: ii). G amma icaliza ion is a mes ans whole cons uc ions. A sign is g amma icalized o he ex en ha i is de oid o conc e p ocess o g adual change, and i s p oduc may ha e di e en deg ees o g amma icali y ( . p.: 11). 47 Plg. : G amma icaliza ion is a ec o whose a iables a e six magni udes which we ha e he e been calling pa ame e s (Lehmann 2002: 145).