Daiktavardžio „pagalba“ įnagininko desemantizacija
Full text
S aipsniai / A icles 9
LORETA VAIČIULYTĖ-SEMĖNIENĖ
Ins i u o das línguas Lie u ių
As di eções de pesquisas acadêmicas: mo osin aksė,
ipologia, alen ingumas, semân ica.
DAIKTAVARDŽIO
PAGALBA ĮNAGININKO
DESEMANTIZACI
Deseman iza ion o he Ins umen al o he
Noun Ajuda
ANOTACIJA Es e a igo obje o de daik a a džio ajuda įnagininkas. Com base Daba inės
lie u ių kalbos eks yno (DLKT) ma e ial, ala-se sob e ajuda įnagininko seman iką e
deseman izacijos sinais. S aipsnyje man om-se opinião de que ajuda aonagininko
a osena a liepia i umo hie a chiją pessoa > daik as. ESMINIAI VOODŽIAI: daik a a džio
įnagininkas, deseman ização.
ANNOTATION
The objec o he a icle is he ins umen al case o he noun ajuda. Acco ding o he
Co pus o he Con empo a y Li huanian Language (CCLL), he a icle add esses he
seman ics o he ins umen al o he noun ajuda and he ea u es o deseman iza ion. The
a icle ollows an opinion ha he use o he ins umen al o he noun ajuda co esponds o
he animacy hie a chy pe son > hing.
KEY WORDS: ins umen al o he noun, deseman iza ion. O ema des e a igo lido é ela ó io XII do
Cong esso In e nacional Bal is as Bal as línguas uncional de pala as secção. Po comen á io e
min in es ou since amen e dėkinga p o . d . Danieliui Pe i , p o . d . No be ui Os owski e d .
A ū ui Judženčiui. Tão g aças à ajuda aqui é is a mais amplamen e. Since amen e ag adeço e
espei á eis anônimos e iso es po suas p opos as, obse ação e c í ica.
LORETA VAIČIULYTĖ-SEMĖNIENĖ
10 Ac a Linguis ica Li huanica LXXIV
1.INVADINS NOTABS
1.1. No Elec onic Li huanian Language Dic iona y (WEB LKŽe) daik a a dis ajuda
de ine-se como ‘pagelbėjimas, padėjimas, pa ama1, po exemplo: (1) (Su) eu pagá
lba man isso pasisekė KBI452. (2) Dêk com a sua cabeça e Deus ajuda K P(Jnš).
Galūnės -a edinys pagalba ei o de pagelbė i ‘padė i, o nece quan o ajuda, e o
úl imo o mado com p e iúdo pa- (plg. gelbė i ‘padė i, em i, šelp i). (3) Os ilhos
ajudan os pais nos abalhos š.
Palyginkime LKŽe eikiamus pa yzdžius:
(4) Eu e gé lbėsiu abalha K.
(5) Tas liū as p ašė o žmogaus, kad pagelbė ų jį S.Dauk.
(6) A negali mane gelbė i su piningais – skolą u iu šiandien užmokė i? Plng.
(7) E be žo įsuolês, e apynių chá-nys cabelos gelbs a š. (8)
P igim am kūnui e soilas nada negelba Sim.
(9) Es e a iso pouco salbs i š.
(10) Gelančias olho on e do aqueniu quan o an o pode pagelbė i M.Valanč. (11)
Ligonys, se omis ais ėmis nepasigelbėjo, eles mesmos si deusams sob e apie a
queinda o S.Dauk.
Nijolė Sližienė Lie u ių kalbos eiksmažodžių junglumo žodyne ( oliau LKVJŽ) (1994: 201) discuia
qua oų gelbė i eikšmių alen ingumus (junglumus). Po exemplo, (iš-)gelbė i ‘ aduo i, auk i iš
bėdos LKVJŽ é desc i o como i alen is, cujo sin aksiniai ak an ai eiškiami agen o [A]
a dininku, pacien e [P]3 galininku e p ielinksnių nuo, iš su kilmininku kons ukcijomis,
a i inkančiomis pagalba kon agen ą4 1 Elek oniniame Daba inės lie u ių kalbos žodyne (DLKŽe)
pagelbėjimas, padėjimas. 2 Plg. F ied icho Ku šaičio Deu sch-li auische Ph aseologie de
P äposi ionen/3) o iginal a: h p://ub-goobi-p 2.ub.uni-g ei swald.de iewe image/PPN737445068
(1849/49). 3 Pacien e [P] é a unção do bene iciá io de e ei o de uma ação ou do possuido da
condição (Sližienė 1994: 20; plg. Valeckienė 1998: 35).
4 Kon agen as [CA] con a agen e a a uan e, lhe con á ia o ça unção, p óp ia e aos se es
i os, e às coisas imó eis e à na u eza e à sociedade enomenin (Sližienė 1994: 21).
A igos A icles 11 /
Daik a a džio pagalba įnagininko deseman izacija
[CA] ou kon en y ą5 [Con], po exemplo. : D augai [A] ele [P] sal a am de polícias
nagų (nuo zapaolikų) [CA]; Só zami šimas [A] salbėja homem de [P] do sem
sen idomiško siel a o [Con]. T i alenčio (pa-)gelbė i ‘padė i ką a lik i ak an ai
sin aksiniai eiškiami agen o a dininku, bene icien o [B]6 naudininku e
kon en y o unkciju a i inkančia bend a imi, p z. : Pagambeck me [B] ąs ą ao
ca oimen o in oduzi [Con] (plg. sen inius (3), (4)). Aqui ao nominado do sujei o e
ao bene iciado do obje o con am-se i as essências homem [Hum]. Usando
i alen į (pa-)gelbė i signi icado ‘ em i, šelp i, sin aksiniai ak an ai dizem-se
agen o a dininku, pacien e galininku ou bene icien o naudininku e kon en y o
įnagininku, exemplo. : Tal ez u [A] pode sal a bė i me [P] man [B] monegais [Con]?
/ O a dinis do sujei o e o galinis do obje o e naudinis ma cam homem de
[Hum], e o objec o įnagininkas negy ą daik ą [Anim] (plg. sakinius (5), (6)).
(Pa-)gelbė i ‘bū i ú ilam seu e ei oikiu, a e ik i7‘, de aco do LKVJŽ, é
d i alen is. Seus sin axinais ak an as ealiza am-se ao nominado do sujei o e
ka (negy ą) agen ą8, o an asis – pa ien ą9, p z.: Ši ie ais ai [A2] galė ų au [P]
ao u ilizado do objec o, cujo p imei o a i inpagelbė i; Apynių šaknys [A2]
5
Kon en y as [Con] – eiksmo a būsenos u inio unkcija, būdinga į ai iems daik ams bei
cabelos [P] gelbs i. Nominis o do sujei o ma ca eiškiniams (Sližienė 1994: 22).
6 Sližienė (1994: 21) bene icien ą en an a como ad esa o, ga ėjo, u ė ojo unção, ca ac e ís ica
i oms se esidadesms, especialmen e pessoas, cujos bene ício ou nãousai o que acon ece, az-se,
são. Adelė Valeckienė (1998: 35 ) pensa: Bene icien as Ben é u ė ojo, ad esa o (de quem a bene ício é
ealizado, a quem des ina a ação) unção. Ele é ge almen e di o bene iciá ioku [...], mas podem e ou os
aleg nios. Plg. : Ba els (2005: 105 ): Eine seman isch wenige spezi ische Da i Rolle, die nich an
T ans e und Possession gebunden is , wi d in de Regel die Rolle Bene ak i angese z ( gl. Klaus
kau e Hans ein Buch. Diese gab es abe nich ). 7 Plg. LKŽe o necida gelbė i ‘ aduo i, i a do bėda,
gua da do mal; a a , po exemplo : Um esgo amen o a e ida negelba desde pa akimo Vaižg. ;
Ins inc o densamen e sal a homem de V.Kudi . ; Zemė gelb i isus nuo a go A1884,157; Nuodai gelb i
upūžę nuo p iešų J.Jabl. ; Ga do benedik ai (ka do benedik ai, ka ieji š en adagiai) gelba
aš uonioleka ligų G g. ; Gelbiem nuog pik o ele mesmo sua malone KN62. 8 Sližienė (1994: 19) negiu agen ą
[A2] de ine como ação execu ado a unção, que būdinga a coisas imó eis, síchicas o ças e ou os
enómenos da na u eza e sociedade, á ios disposi i os, máquinas, apa elhos, que êm uma ce a
ene gia e po isso podem ealiza e p o oca , sužadini uma ação, mas não êm inicia i a. [...] Agen o2
unção é desigualy ė.
P i ilegiada ela pode ia se subdi idida pelo menos em ês poklasias: na u al êngua, causa e
ins umen o de ação. A ação meio a exp essando agen 2 do ins umen o unção di e e no que é possí el
só quando a ação pode se pe cebida como oco endo sem quemem embo a inicia i a [ku sy as a igo
au o ės L. V.-S;.] meio de ação en ão é conside ada único a o execu êju agen u2, exemplo.: padangem
aižo a io u ai. No en an o a on ei a en e ins umen o e agen o2 é bas an e condicional. 9 De aco do
nes a pagelbė i de inição do signi icado e do obje o aišką bene iciá ioku, e iden emen e, es e
pacien e pode se en endido e como endo bene icien o (i. e. ende ea o, bene iciado , em cujo bene ício
o que acon ece) a spal į, i. e. como [PB].
LORETA VAIČIULYTĖ-SEMĖNIENĖ
12 Ac a Linguis ica Li huanica LXXIV negy ą daik ą [Anim], e naudininkas
gy ą i negy ą daik ą [±Anim] (plg.
sen inius (7)(9))10.
Reliacinio objec i io ajuda įnagininkas, como is o sen inhei os (1)(2), usado com
pasaky u ou pode-se dize p elinksniu com (com ua ajuda). Como jus amen e
sob e al ajuda įnagininką se á a igo alado. 1.2. Jonas Šukys (1998: 554 ; ainda plg.
. p.: 229), discu indo a língua li uânica linksnių e p ielinksnių a oseną, chama a
a enção pa a o a o de que na a ual lie ugalba. Ele pa icula men e começou a plidi
ių kalboje y a „didelė klaida a o i in ensy iai p ielinksnėjan į įnagininką pa-
so ie mečiu, nusižiū ėjus em usas línguas p i pomošči aišką. [...] Po an o
p ielinksnišką a oseną, i […] sma kiai s umia adicinę p iemonės i būdo
qualque cons ução com supos oio polinksniu ajuda, se ela signi icš ų um anį,
mechanizmą [ž . sakinius (12), (13)], ou alguma ou aokią p iemonę įnagininku
[ž . sakinius (14), (15)], ka ais ne abs akčią [ž . sakinius (16), (17)], bū ina keis i
[ku sy as au o aes do a igo L. V.-S.]. [...] Quando se ala sob e assun os mais
abs ac es, especialmen e quando ajuda é usado com e bemo odinhas
doik a o zíes, es a ne a o iná cons ução é melho oca po semp edic ios,
subdedicados [ž . sakinį (18)]. [...] Ne a o iną ajuda a cons ução mui as ezes
pode se epa ada não um, mas á ias manei as [ž . sakinį (19)]11. S calculiuojame
ajuda calculula o iaus (= (su) calculula o iais). (12) (Ci ado de Šukys 1998: 554)
(13) Os dados o am analisados po meio de compu ado es (= compu e iais).
(Ci ado de Šukys 1998: 554)
(14) Del inos susikalba nosies ajuda (= nosimi, nosimis). (Ci ado de Šukys 1998:
555)
(15) Ajuda de Liežu io (= Liežu iu) chameleon apanha inse os. (Ci ado de
Šukys 1998: 555)
(16) Men i a um ao ou o ansmi imos po meio de pala as (= pala as).
(Ci ado de Šukys 1998: 555)
10 Plg. LKVJŽ o necida ajuda ‘pagelbė i junglumą (Sližienė 1998: 96). A es a signi icação
ca ac e ís ica ês di e en es es u u as de alência sin ác ica, pelas quais ealizam-se
di e en es es u u as de alência seman ina, p z. : (a) Algis [A] ajuda a ela [B] a esol e [Con]
equação de álgeb a; Aquele bebidas [A] ajuda á a aca [B] mais ápido a cu a [Con]; Teus conselhos
[A] nos [B] o am ajudados; b) Pode ias pode [ u] [A1] ajuda me [B] com dinhei o (doona) [Con]; (c)
Chá de solidões [A2] ajuda à cabeça [P]; Alguns doen es [P] melho ajudam o sono [A2]. 11 Uma simila
opinião a es a ques ão ê ambém. : Šukys in: Miliūnai ė 2003a: 91 ; Pupkis in: Miliūnai ė 2003b: 96; plg.
Mikulėnienė 1991: 60; Kniūkš a 2000: 181.
A igos A icles 13 /
Daik a a džio pagalba įnagininko deseman izacija
(17) A ajuda da democ acia (= (Su) democ acia, pe democ acia) mui o
conseguimos. (Ci ado de Šukys 1998: 555)
(18) A ajuda da Psichologia (= Pasi emian pasi ėmus психология) pode ajuda
odos os alunos. (Ci a ada de aco do Šukys 1998: 555) (19) Šių meninių p iemonių
pagalba (= Šiomis meninėmis p iemonėmis, U ilizando es es ins umen os
a ís icos) o esc i o c iou es as pa eikslą yškų. (Ci ado de Šukys 1998: 555)
Tem pa Šukys (1998: 556; plg. Šukys in: Miliūnai ė 2003a: 91; Kniūkš a não sob e ecu so de ealização de
2000: 181) eigia, kad „pasakymas su (kieno) pagalba inka ik ada, kai kalbama
ação, mas sob e kieno no s (kokių asmenų) pagalbą, a pininka imą. No en an o, quando p elinksnio
wi h não exis e, polinksnis ajuda e alando sob e pessoa (s) in e mediininkação não aplica [ku sy as
a igo au o ės L. V.-S.] (ž . sakinius (20)(22); ainda plg. sakinius (1)(2)). (20) Ga ažą pis aço com o i mão
ajuda. (Ci a ada segundo Šukys 1998: 556) kus) ansmi imos ao seu bu i. (Ci a ada de aco do Šukys
1998: 556) (22) Ne equia ajuda ad ogados (= com ad ogados ajuda, melho com ad ogados; ajudados
(21) Tas žinias yšininkų pagalba (= su yšininkų pagalba, ge iau pe yšinin-
ad ogados) p ocu a em es a u os sp agos. (Ci ado segundo Šukys 1998: 556) Aqui escla ece-se que o
usuá io da linguagem, a im de obse a as eg as da no ma, polinksniškai a ojamą pomocą de e ia
oca įnagininku, p elinksnio com su įnagininku kons ukcija, p elinksnio pe su galininku ou
pa icipio (b ja sen ido) kons ukcija nesses casos, quando se ala de mo os ou abs akčiais
daik ais pasakomą p iemonę ou būdą12. Di e en emen e do (quem) ajuda, cons ução com (quem)
ajuda usa pe mi idoamà alando de ajudando ou in e mediando a pessoaį13 (plg. ajuda de inição de
signi icância ‘pagebimen o, ajuda, apoio). Ve com pe missí el no ma em elação aiška co eliando
i o s. mo o as (ou pessoa s. daik as) di e ença: homem [Hum] como ajuda complemen os pode
se di o na cons ução com p elinksniu com, alando sob e coisas em sen ido amplo [Anim] e [Abs ]
com (quem) ajuda de e se subs i uída po ou as (su)Ins pe PAcc cons uções /. Naquelas
ocasiões, quando ajuda com pessoa um ma cin iu complemen u (mamas ajuda) é usada sem
p elinksnio su, 12 Plg. da azeologizmą nak ies ajuda ‘nesulaukus o, ainda nak į empoi eikš i,
например. : Nak ies ajuda pa iu; Nak ie ajuda pai elis lėks o dak a o (Paulauskas, 2001: 443). 13
Pe smuo a igo en endido em sen ido la gada, i. i. como pessoa ao pe cebe e bend ijas,
o ganizações e seus denominações.
LORETA VAIČIULYTĖ-SEMĖNIENĖ
14 Ac a Linguis ica Li huanica LXXIV
isso co eoma de aco do da analogia de coisas (su)Ins pe Acc PA . / Do pon o
de is a semân ico es as cons uções são apaças? Žiū in em mais an igos
sakinių suge idosus aisimus, isin , odaip pode se (ž . abaixo). E se já
seman icamen e podem di e i e di e em, ale a pena subs i uí-los po ou os?
Sakiniuose (12)(19), (21)(22) ao in és de ajuda o e ecidos aiškos ins umen os ambém em ( u ė i)
ins umen os (ins umen o) (b ígida sen ido)14 ou būdo signi icado15. Na a ual língua li uânica
ipiška p iemonės aiška (su)Ins , p z. : Jonas co a o pão com aca; S iubą s ebiame com šaukš ais
(plg. sakinius (10)(11)) (in e alia Amb azas 2006: 297; Sližienė 1998: 23, 1986: 54; Valiuly ė 1991; Paulauskienė
1989: 129; 1994: 128; plg. Šukys 1998: 228 , 497 , 554). Aqui, como e na sen ença (12), ambos os meios aiškos
podem se u ilizados escolhe amen e. (17) Sakinyje ao in és de ajuda cons uções o e ece-se usa
daik a a džio demok a ija įnagininką ou ele com p ielinksniu com. No en an o nes a sen ença,
di e en emen e nei (12), o u ilizado Ins suIns pasakomas manei a, i. i. eiškiama aplinybė, não
obje o /16. Paula Aldonauskienė (1989: 130; ainda ê 1994: 129) a i ma: kad įnagininkas de e ia būdo
signi icado, p incipalmen e necessá io, que o ação do eiksmazônio não eque e iam ins umen os
de desempenho. Es a condição a a en ina ais sakiniai, cujos a iniu ai eigeniminio ação
eiksmažodžiai, e eiksniu a dininkai, eiškian ys inak y ius daik us. [...] Quando na a i o ai do
a i o ação um eiksmazodis, e p o agonis a é uma pessoa, būdo signi icado condicoja daik a a džio
leksinė signi icação. Mais equen emen e al signi icado em abs akcionais daik a a dzes
įnagininkas. Ele, segundo Paulauskienės (1989: 138), negala e signi icâncias ins umen á ias. A
p incipal ins umen o do įnaghei o signi icação i s a modo signi ica, plg. : Mui os a ingimos
democ acia democ a icamen e. / Do sen in (17) co eções ê-se ambém o que o modo de
ci cuns ância em signi icado e p elinks pe su galininku cons ução, que, ano Paulauskienės, é
mui o p óxima dos su eiksmos do modo e, como ê-se de alguns exemplos dela o necidos: Ge uoju
nega kuk elėjimus (plg. keliais kuk elėjimais) isgė ė oda a id inha, pode se sinonimas 14
Ins umen os e e enciados é da da da, pelo qual o aspek uis ac o execu a uma ação, nuk ada em
ou o daik (do ou o desenho), em si mesmo (p ausiasi and yp ) ou não (lingua a) (Vali 1991: 148).
mes nieko: mes laimę pasieksim pe ko ą (plg. ko odami); Kaziukas kuk , kuk – pe
Seman iniu pon o de is a Sližienė (1986: 54) ins umen ą de ineêzia como agen o usadas auxilia esa
e amen a unção, ca ac e ís ica a coisas não i as. Plg. : Amb azas (2006: 256): Be Qual coisa,
ajudando ealiza uma ação, pode se en endido como seu ins umen o. 15 Plg.: Obje o įnagininkas é
mui as ezes o p imei o (bū inais) complemen inys (pg.: gė ė is menu), e p IJis em e do modo de
ealização do a o a spal į (Šukys 1998: 227). 16 Plg.: Būdo įnagininkų [...] não se pode oca p ielinksnio
com cons uções (Šukys 1998: 236).
monės įnagininkas – isada ik an asis (nebū inasis) papildinys (p z.: Šaukš u jū os neišsemsi).
S aipsniai / A icles 15
Daik a a džio pagalba įnagininko deseman izacija
com būdo įnagininku e ou as ci cuns âncias aiškos meios (Paulauskienė 1989:
126 ; plg. Šukys 1998: 454) (plg. sakinius (16 (18)),(19))17. Sakinyje (20) com (kieno)
ajuda e e i amen e ambém se eiškiamas manei a, plg. : Ga ažą pasis ačiau
(KAIp? KOKIU BūDU?) ajudando i mão. Veiksmo modo, como is o sen inho (21),
(gali se ) pasakomas e pe su galininku kons ukcija, nusakančia kam
in e mediininkaujan e ec uado ac o. In e pininkas, Shukio (1998: 454) a i maim,
gali se pessoa (ž . sakinius (23)(24)), qual ins i uição (ž . sakinius (25)) ou a é
daik as (ž . sakinius (26)(27)). Po que o mediado pode se e pessoa, e coisa, e o
ajudan esis só pessoa? (23) Pasiun iniai alou com manim po adu o a. (Ci ado
de aco do Šukys 1998:
454)
(24) O S. é cla o, spi sis, po ad ogus pode... (Ci a ado segundo Šukys 1998:
454)
(25) Lenkų língua começou a se in il e em nosso k aš ą ia ig eja. (Ci ado de
Šukys 1998: 454)
(26) Algumas doenças podem se con aídas po ia a ą. (Ci a ada segundo Šukys
1998: 455)
(27) No en an o, po laiškus não ou i ás i o oz. (Ci a ada de aco do Šukys 1998: 455) Sakinyje (22)
oi is o que ajuda įnagininkas ad ogados pagal oj la e osios p opos a melho consumi com
ba – keičiamas p ielinksnio su kons ukcija, . y. su ad oka ų pagalba, i ie-
ad ogados. É uma cons ução p ecisa com a ajuda de ad ogados p ocu a b eagões e não p ecisa
com ad ogadas p ocu a b eagões são seman iicamen e apaças? sim, signi ica-se, aqui imem
ep esen a-se manei a (KAIp NEREIKIA IEŠKOTI SpRAGų?). Mas aqui, di e en emen e do que
sen ença (20), suPAgAlbA e suIns cons uções ( u i se ) en endamos e como possuídas
amigaes18 17 Como a i ma Šukys (1998: 454), p ielinksnio pe kons ukcijas būdo signi icado às
ezes suspenusa com o signi icado do ins umen o de ação. P ecisa mil us po sie ą des ia . [...]
Quando mais p eciso acen ua ins umen o de ação, não manei a, melho usa įnagininką. Ligue-me
po ele oná ( ele one). 18 Plg.: P ielinksnio su cons ução de mui as ezes signi ica modo de
ealização de ação. Aquela manei a ge almen e em amiga somb a ê, po que ação é acompanhada
como eiškinys (a), būsena (b). [...] (a) Le amos e com amo ; (b) Com descon iança ele olhou pa a um
homem, que se ap oxima a do ho el (Šukys 1998: 495). P ielinksnio com cons uções ge almen e
signi ica amigaes (es ado, pa icipação jun o) elações. Veiksmą pe sonagem execu a d uge com
ou o, não al impo an eu eikėju, ečiau p o agonis as. [...] Mais equen emen e ais
pe sonagens são pessoas (a.), ečiau não pessoas (b.) [...] (a) Pe iukas com Ka iuke signi icação]
išsi aukė bul ių k ežulį i sėdosi skus i; (b) I zuikis su liudininkais g įžo a gal namo. […] Ji [būdo
bas an e yški, quando o p imei o pe sonagem nãosaído, e só numanom. [...] Mas com os amigos me
hal a mesma skėlė (Šukys 1998: 493494).
LORETA VAIČIULYTĖ-SEMĖNIENĖ
16 Ac a Linguis ica Li huanica LXXIV
(komi a y inę19) signi icado. Se na sen ença (22) p opos a ipiška d augės
signi icação suIns kons ukcija (gali bū i) pag eciui é usada com modo
signi icação suPAgAlbA, de modo que aqui elas são elacionadas e possi elmen e
pe sikloja (an. o e lapping) (ž . pos e io men e). Do que, sob e a ajuda įnagininką
di o, ê-se que sua a osena elacionada com pessoa s. daik as e obje o s.
ci cuns ância di e umis. Com base ases (26)(27), pode-se pensa que daik as,
en endido como in e mediá io, ambém é (gali se ) pasakomas e ajuda
kons ukcija. Ques ionimen o, se ela pode consumi do pon o de is a da no ma,
deixemos nuošalyje. Como aqui bebū ų, nesses casos, quando se ala sob e coisas,
ajuda cons uções eiškiamas (p iemonės) obje o ou, simila men e como alando
sob e pessoas, (būdo) ci cuns ância (ž . pos e io men e). O a igo le an a a
ques ão, po que alando de pessoas suPAgAlbA cons ução possibilà, e alando de
coisas não; se há a essa oposição de base su icien e. Responde a es a e ou as
pe gun as oi escolhida, com base do ma e ial cole ado do Kauno VDU
Kompuu e inės ling is ikos cen o suda y o Daba inės lie u ių kalbos eks yno
( oliau DLKT), que é dis ibuída po gêne os e gy umo c i é ios (ž . ski snį 2.). A
segui ala-se sob e ajuda ao nagís ico semân ica e seus deseman ização aços (ž . ski snį 3) e udo isso desc e e-se (ž . 4 ski snį).
2. TIRIAMOJI MEDŽIAGA E JOS SPIRSTYMO
CRITERIOS
G ande pa e da DLKT cons i ui esc i inas, mui as ezes edaguo as, di e en es
gên ões (publicis ikos, g ožinės, neg ožinės ou adminis a i as li e a u a)
ex os de linguagem. Saky ines línguas exemplos de lá são apa en emen e menos.
S aipsnyje baseamasi 438 di e en es gên os exemplos, onde é usado ajuda
Tokie sakiniai eiliškumo a ka a ink i į DLKT paieškos laukelį į ašius žodį
įnagininkas. ajuda. Ap a iamųjų sakinių 58,45 po cen o. (256 sakiniai) es á com
p ielinksniu su e 41,55 po cen o. (182 sakiniai) sem p ielinksnio. Po gêne os isso se
dis ibui assim, como is o 1 abela.
Tendo em con a o a o de que a ajuda ao nagininko a osena basejada pessoa
s. daik as oposição, u imi sakiniai o am disi s i i segundo c i é ios de gy umo.
Tudo isso pode se is o na abela 2.
19 Plg.: Komi a y as segundo aeilho agen e, pacien e ou bene icien o unção, apa ecendo je a
co esponden es unções p incipais e na ase mais equen emen e co espondi i p ielinksninę kons ukcję
suIns , p z., jis suki šino b olį su sese ia“ (Sližienė 1994: 22).
A igos A icles 17 /
Daik a a džio pagalba įnagininko deseman izacija
1 LENTEL. Ajuda įnagininko a osena po gêne os
Gen e suPAgAlbA PAgAlbA Sakinių núme o
Saky inė kalba 1 9 10
G ožinė li e a u a 80 14 94
Neg ožinė li e a u a 86 74 160
Publicis ika 79 54 133
Adminis acinė li e a u a 10 31 41
IŠ VISO 256 (58,45 %) 182 (41,55 %) 438
2 LENTEL. Ajuda įnagininko a osena de aco do c i é ios de
i idade Gêne o
Núme o
HUM Sakinių
ANIM Sakinių
núme o
ABSTR Sakinių
núme o
suPAgAlbA
gAlbA gAlbA
PAgAlbA
suPA-PAgAl-
bA suPA-PAgAlbA
Saky inė kalba
1 1 2 4 4 4 4
G ožinė 69 372 7 7 14 4 4 8
Neg ožinė 54 862 11 23 34 21 43 64
Publicis-
ika 56 359 928 37 14 23 37
Adminis acinė 9 2 11 19
19 110 11
IŠ VISO 187
(91,7%)
17
(8,3%)206 27
(25%)
81
(75%) 108 40
(32,3%)
84
(67,7%) 124
Analisando 2 abela o necidos p incipalmen e dados da língua esc i a, é ób io que os usuá ios da língua
não man êm as no mas. Ajuda a ojimui in luência em não só mencionada usų, mas e, ma y , ou as
línguas: lenkų20, eli p zy pomocy 24 specjalnych bonöwyz p i a acyjnych. Fo man em jes su iks <ysz>.
20 Plg. len. Is o a ej p opozycji sp owadzala sie do ozdzielenia naja ku na odowego po niedzy obywa-
Za jego pomocą wo zy sie w jezyku osyjskim de ywa y od zeczownikowe. Lacina zna jednak dwa ypy
zdan pod zednych wspolczesnej polszczyznie nieznanych, k o ych nie da sie opisac p zy pomocy
akomodacji wzgledem spöjnika, z ej p os ej p zyczyny, ze spöjnika one nie zawie aia (ci a ada segundo
Hen schel
1998: 176 , 184).
LORETA VAIČIULYTĖ-SEMĖNIENĖ
24 Ac a Linguis ica Li huanica LXXIV ajuda (plg. š ediška echnika) au oma izuosim
ca og a iją, e miško a kininkai pode ão no malmen e ganha b i, isso com paz
de dūšioj podėsiu comple a e seu ca ie ą, išei i ilsė is. DLKT (52) A lân ico
oceenyno, pe o de Ha e aso kyšulio (Cape Ha e as) No e Cali ó nia, cons ui
ada , pelos quais ele egis ou quan idade de p ecipulação. Com ajuda de
sa ydo o (plg. palydo u, pe palydo ą) ele seguiu o bangação do ma . Sulyginando
ada e a i icial do Sa éli e da Te a mos ando empo, cien alis a podia
con i ma sua obse ação. DLKT (53) Pe kūnas, como deus do ano ida a o,
essusci ando e a e ida com água e ugnies ajuda (plg. andeniu, ugnimi), ele
mesmo nue a es e ação, apa ecšdando em á ios pe íodo. Pada imai diz que
Pe kūnų são alguns p ima e a e udens, y ų, aka ų, pie ų, šiau ės. DLKT (54) Eu
necessa iamen e a isiu. Mui o ag adonu. E pela senho inha não se p eocupem. Nós
a cuida emos. Sua condiçãoê sé i, mas, eu espe o, com a na u eza e nossa,
dak a ų, ajuda, udo acaba á elizmen e... Quem disse, que ninguém nep i ilgs às
noi es es eladas, depois das quais b aidžioji espe ando in e anos de al o a.
DLKT
(55) Do liū o nas ų čiu kšlė nuqueia em a izinha exis indo piscinainėlį, do qual
suba din o água siu blio ajuda (plg. pe água siu blį; água siu bliu) água no amen e
e o nado em on aną. Baseinėlis mon oado de pailgões shaliga io be ônicos
pli éis e esclojado hid oizoliacine película. DLKT (56) Siau a, beso o ando aio de
xêngeno ib aoš as, pelo qual pe xubeciado es udado co po, de ek o ių pagalba
(plg. de ek o ių, de ek o iais) pa o ciado digi inais signalais. Esses sinais,
p ocessados po um pode oso apa elho ma emá ico, ob ém uma imagem do co po
pjū io. DLKT (57) E nãoideliu изgąsčiu. Nossos danos i klas e I mos sapa as,
co esse nuplêš i de pés e nuneš i não sabe onde. Ten am acha ou a i klą e ajuda
de co dões (plg. co d ėmis) es acais oolom deslhamos a que só ganhou D iejų ba ų
nome nemomo slenksčio. Acon ece, isso nem seque esenks is, mas e dadei o
k ioklis. DLKT
Se na sen ença (57) jus i icamos a e amen a aišką (su)PAgAlbA, en ão
podemos con inua alando e sob e sen inhas (58)(62), onde essas cons uções
são al e adas e amen as įnagininku ou usa (s), a o i pa a azėmis. Aqui
(su)PAgAlbA e įnagininkas são iguala eikšmiai? Visaip pode se .
Hen schelis e Thomas Menzelis (2000: 8; mais sob e isso eja Hen schel 1998:
174 , 182 ), discu indo medidas aišką na língua ussa a ual, na minha condição
ap op iiga ala e sepa a g adual ipišką > no ipišką p iemonės aišką,
S aipsniai / A icles 25
Daik a a džio pagalba įnagininko deseman izacija
ko eliuojančią su Ins > p i pomošči, s pomoščju (plg.: Oni sideli za s olom i eli sup
ložkami??p i pomošči ložek p i pomošči s annych, neukljužich ložek p i pomoči k ižek
o banok, / /). Na opinião dos au o es, naqueles casos em que a coisa a unção do
ins umen o é a ibuída, i. e. quando a coisa em ce o con ex o é pe cebida como
ins umen o, ele mais bem se pasakos p i pomošči, s pomoščju cons uções, pelas quais
jus amen e ocusuado o ins umen alidade da coisa (p. Molodye ki aycy s a alis es
p i sup z pomošči nep i yčnih d nichlja ložennek; oennoplye sideli na a e i sup p i
pomošči k šek banok)30 (plg o (45)). Tipiška e amen a é mo o daik as, que agen i us
ac o di e amen e usa p edica u pasakomame eiksme (pa) eik i ou a daik ą
pacien e objec ą, p z. : Jonas pin a a pa ede dajais. Analizando sen inhas (58)(61),
pa ece que (su) PAgAlbA seman iicamen e é equi alen een iška ins umen os
įnagininkui. Mas a pa i do con ex o da sen ença (59) é e iden e que a u ilização des e
ins umen o (ki uko) é menos ípica, i. e. ki uku kapojamos malkos31. Além disso, a
pa i desses sen inhos e , que signi ica i a é ala sob e aiškos e g ama ínas
unções co eliação: menos ipišką p iemonę, sen inyje in e p e a uojamą (i ) como
en o noybę, (gali bū i) incls ama žymė i di e en e do ipoškos p iemonės objek ą. Em
ou as pala as, g ama ís icas unções co eliuoja com aiška: obje o > ci cuns ância
esp. Ins > (su)PAgAlbA.
Tipiška ins umen o obje o ge almen e diz-se įnagininku ou p ielinksnio su
kons ukcija (s iubą s ebiame (su) šaukš ais) > pag ečiui ins umen os
įnagininko a ojama e (su)PAgAlbA (ž . sakinius (5 (58)) > quando ins umen o é
in e p e ado e como ambien e, (su)PAgAlbA o na-se mais peculia do que įnagin
(ž . sakinius (59)(61)). (pa a mais e
Sakiniuose (58)(61) usado ajuda įnagininkas di e encia-se de an e io men e
abe as sakiniuose (46)(56) e ou o aspec o: aqui ajuda complemen u einan ys
negy i i ek ai não em agen y aus ação execu ėjo [A ou A2] po encijos,
o pa s pagalba y a deseman iza ęsis. Kaip ik oks pagalba ampa / y a an iniu
polinksniu32 (ž . mais abaixo).
(58) A ação o mou a comissão empo á ia pa a a alia os esul ados da e o ma ag a inesa
ealizada em 1991/1992 . Todos os anos á ios ins i u os uncioná ios compu ado es 30 Die
p äposi ionalen Fügung okussie en die Ins umen ali ä . Sie sind dahe p agma isch nu dann
akzep abel, wenn die Ins umen ali ä des be e enden Ins umen s im gegebenen Kon ex nich
i ial is (Hen schel, Menzel 2000: 8). 31 De G ad de ypischen Ins umen ali ä is dabei p imä
eine Funk ion de lexikalischen Bedeu ung des P ädika s de NG mi de seman ischen Rolle
Ins umen (Hen schel 1998: 182). hin, daß hie die En wicklung zu sekundä en P äposi ion
32 „Die Deseman isie ung on pomoc […] im Kon ex unbeleb e NG is deu lich. Dies alles weis
o gesch i en is (Hen schel Hil e (plg. kompiu e iais, a beidendai kompiu e iais) aquele dano
1998: 175).
LORETA VAIČIULYTĖ-SEMĖNIENĖ
26 Ac a Linguis ica Li huanica LXXIV
[KUO da au KAIp?] a aliou e a aliou em šešis o çamen os do país 35 bilhões de li os. DLKT (59) O
digyki , que po iolência oi usado? Jisai oi espanamas. Como? Ki uko ajuda (plg. ki uku), aca oi
usado como ins umen o de ameaço. Iden i icado a acan e, Genadijus Radiono s, i e nas
p oximidades, só a algumas cen enas de me os. DLKT (60) G andes e mui o g andes con êine es
nem a as ezes azem-se o mas aile as, em odas. Belieka eles [KUO KAIp?] só uma
especialização de ilkiko ajuda (plg. especialu ilkiku) anspo a , in uxe-lo ou nu eja-lo da
pla a o ma de agão ou na o de deio, iumo /. Em con êine es mais g andes ab igam-se con êine es
de meno capacidade. (61) P o ou a ouksa ankis mes e de Plungês Be na das Su blys. Fazendei o
de 72 anos seu caminhão GAZ-52 ob igou a mo e se [KAIp?] ajuda de um ge ado de gás es au ado.?
(plg es au uo u gas gene a o iumi). Gujas isolam especialhe de um me o e meio de al u a cilind o
o ma 200 li ų alpos k osnyje a den es palcos. DLKT
O mesmo, que se disse sob e conc e os i ens, ca ac e ís ico e a abs ac os
i ens, que ão ajuda complemen u. Po exemplo, sakiniuose (62)(69) (su) PAgAlbA
cons uções sie inas com mencionadas di e as ou pe kel inas daik a a džio
ajuda ou açõesmazônio (pa-)gelbė i eikšmėmis. Seman iicamen e mo
šios kons ukcijos, panašiai kaip i su [–Anim], gali implikuo i i a pininka i-
(sakiniuose (63), (68)), komi a y inę (sakinyje (64)), p iežas ies (pa yପରି,
sakinyje (67)) ou ou as signi icas; hence não há iguala eicšmės įnagininku ou
p ielinxi pe cons ução33.
(62) P onósciosidades cump osi, u já suki me a cabeça. Não, eu só digo assim como é. Tu aqui
se ás p isionei o de hon a. Ta o c í ico aciocínio ajuda (plg.? a o k i išku a u; eu c í ico
aciocínio, i. i. eu, ajudando) eu e i ica ei suas ações. O homem de na u eza é li e, ele não
pode se ou o homem p isione iu, mesmo ma ado ele seu espí i o li e. DLKT (63) O a ís ico
empe amen o ma a ilhamen e sens i e u inga. A sua alma abe a a odos os en os. Ele ao
qual sua p óp ia imaginação ajuda (plg.?se o c iamen oia imaginaçãoe e, a a és seu
c iamen oia imaginaçãoê; ajudando seu qualosios 33 Plg. (199 Shukio8: 555) suge ido a ajuda
aisimen o emnagininku, po exemplo, na ase Tu us ele seik o ė sabedo ia, sumanumo ajuda
(= sabedo ia, sumanumu; pe sabin ão, sumanumo).
A igos A icles 27 /
Daik a a džio pagalba įnagininko deseman izacija
imaginaduo ės34) pode en a em ou as pessoas almas e poe a in uicia
ad e i seus mais p o undos seg edos. DLKT
(64) Nebū ina aušin i bu ną į odinėjan , jog žmogaus d asia su sa o p igim inio
ajuda a io essencialmen e pode alcança su icien e a e idência da ques ão
da exis ência de uma eal sup ema essência, ela ealmen e pode escolhe p a a imą.
DLKT
(65) C iando o chamado acionalismo dos g egos é icos, ou con icção, esą homem
pode com ajuda do aciob o alcança do ybę e elicidade (plg. p o u; p o o
ajudando [i. i. se ajudando]). O acionalismo a ua e on ologias plo mėje: manoma,
esą homem pode alcança a e dadei a exis ência com a ajuda da a i idade do
pensamen o. DLKT (66) Ag idi bys, laukionis a éąs a si auxilia inho da na u eza,
e ama ionis a (mechanikas, echnikas, engenhei os) pasiima po ências da
na u eza, que com sua ajuda (plg. *na os pode es; seus ajudando) p oduin ų aspi ados i ek us (2, p.
324). DLKT
(67) A pa i daqui ninguém pode ica -lhe nãošališkas e neu alus, po que quem
não com Juo, aquele con a Jį. Embo a homem g aças à ajuda (plg. malonės
padedamas, po an o, que malonė ajuda) nugali ne y ąją duasią, es a no amen e
ne ims a, spendžia seus pinkles e se es o ça o pa e g i. Isso conhecido o
após olo Ped o ad e e: Būki e blai ūs35. DLKT
(68) O que en ão escla ecido? Tapo cla o que Kie o Rusios k ikš ą de e ia
da a 988990 m. Kie o kunigaikš is Vladimi as, que com ajuda de k ikš o (plg.
pe k ikš ą; k ikš ydamas; k ikš as lhe ajudou a p ocu a ) p ocu ou
o alece seu iešpa a imen o em ou as Rusios e as, nele in e essado
e a mais negu Bizan ia. DLKT
(69) Raimundas Kapujie is manê, que o cas elo Angelo oi ecob ado ajuda da
o ação de Ko ynas (plg. a i o sakinį: Ko ynas o da [A2] ajudou a ecob a
Angelo cas į; po an o, que Ko yna mendėsi). nossos empos (1962 m.) pe o
Ko ynai pas a y as paminklas. Til as pe ei as Neilgą sa o gy enimą Ko yna
Angelo pilies acabou em Amžinajame Mies e. DLKT
34 Plg. DLKT sakinį: En ão di á: gos a ia de oca Babilono g iu ėsių undeg o molio b i as. Tadžįs anys
não Luko na u eza pode ia pensa que ele mesmo, sem minças ajuda, quisesse aqueles ped as oca . Não
pode ia dize exa amen e, se al supos a zamma š imi, ou zamsimi šimu Lukas econhece seus
p óp ios sonhões obje os.
35 Plg. com ajuda a oseną DLKT sakinyje Só en ão, quando e os indi íduos, e seus g upos puoselės em
si mesmos e espelez na sociedade mo al e socie ines i udes, com a necessá ia g aça de Deus
o nando-se ealmen e no os se es humanos e c iado es da no a humanidade.
LORETA VAIČIULYTĖ-SEMĖNIENĖ
28 Ac a Linguis ica Li huanica LXXIV
Sakiniuose (70)–(74) ma y i deseman izuo a pagalba a osena, o sakiniuose
((76)75) ela, ma y , consumada (i ) de ido a (mo o)sin aks di e en es azões, i. i.
engiama de dois unkcialmen e įnagininkų ou daik a a džio homo o mų. nimo e
(70) Tiesa, Shakespea e’as bėgančio laiko emą plė oja jaunys ės i sena ės, gy e-
mo e con as os ajuda (plg. con as ais), e Mače nis, con a iamen e, seu
p óp io imagem o o nou pus oniais mels uma, š elni, ne adusioj kažko, leng iau
pulsuoja, en os d elkia k epiančiu sudie. DLKT (71) Simbolis as se es o ça am em
a poé ica ilosó icamen e undamen ada, busca am som e men e ha monias,
a i ma am que há co clausa, que ajuda de sons (plg. ga sais) pode c ia ce a
imagem de co es (M. K. Čiu lionio c iação, K. Šimonio pa eikslas Muzikos ga sai). DLKT
(72) Po an o, a discussão se em o es ado eguliacinių me odų pagalba (plg.
eguliaciniais me odais) de uma ou ou a o ma in luencia SVV p ocesso de
desen ol imen o, com is a a o imiza SVV econômica e social bene ício, é a ual e
signi ica i a. DLKT (73) Não Se Nesiqui e quaisque aplica conc e as es a égias.
No a: ap endizagem de pala as ajuda de de inições (plg. de inições) não é uma das
mais e icazes a e as. No en an o, às ezes em de memo iza pala as, di as no
ex o ou li o a ás. DLKT (74) COMUNICACIÃO 1. P ocesso de Comunicação.
Comunicando a linguagem e não-odínios sinais ajuda (plg. línguas e não-odiniais
signalais) um homem pode ansmi i aos ou os conhecimen o sob e seus
pensamen os e sen imen os. DLKT (75) U ilizado não só em pesquisas de me cado,
mas ambém em pesquisas cien í icas (judicando a pa i do núme o de a igos
publicados, nos quais se baseia es e mé odo ajuda (plg.). mé odo cole ado). O es udo
sociológico um empo oi quase iden i icado com o mé odo de pesquisa. DLKT (76)
Num ce o modo seus sen imen os bem como i ências homem pode exp essa e de
ou os meios, exemplo, música, apyba, plás ica. Ajuda da língua (plg.?kalba;
alando) um homem elaciona-se com ou os se es humanos. Aqui a língua ai
susižiniamen o, sussequiamen o meio. DLKT casos, quando sua sen ença con ém
(pode se in e p e adas como) ci cuns âncias. Is o con i ma e sakiniai (77)(84), onde
Iš o, kas saky a, aiškėja, kad pagalba kons ukcijas links ama a o i ais
es as cons uções pasakoma azão em sen ido amplo, . i. mo i o eal do
compo amen o, condição, undamen o, undamen o e pan. Assim an o
deseman izuado, an o com leksine seman ika elacionado daik a a džio ajuda
įnagininkas p incipalmen e elacionado com ci cuns âncias aiška. (77)
P imei amen e li o com A i os Li uano undo apela saídoom an es eje ą ano.
Desde en ão e colabo amos desde en ão. Nesses anos com sua ajuda (plg.
A igos A icles 29 /
Daik a a džio pagalba įnagininko deseman izacija
po sua ajuda; po que eles ajuda am) publicamos 9 li os. Às ezes esse
undo nupaca a maio pa e da i ajo e aloca ele a escolas, nou os casos
apmpa di ei os au o ines. DLKT
(78) Nós espe amos in o mações sob e nege o es pakaunês lo es as. Esc e a-nos
ou ligue pa a el. 265505, 265510, 265503. Só com Vos, que idos, echki s caminho a
pagalba (plg. ik Jūsų padedami; jei ik Jūs padėsi ) miškininkai ope a y iai
miška agiam, poakonie s, miškų šiukšlin ojams. DLKT (79) Ve kė e ou as mulhe es.
A é Jonas algumas lág imas is a ino. A o jo e a idaina a ês dias e ês noi es
bemaž sem sono, com homens įpil os idklinaičių ajuda (plg. nes gė ė) blai as
ealmen e se ia zasiki ęs. Lemb o-me ca alei o snaudžian į Luką, pėjusíssimo
co o na minha á o e, zazsime kusį e g ojan į, g ojan į.
DLKT
T umpalaikiai (cu en ) ob igações ambém podem se de e minadas (80 22.2
abela ajuda (plg. de abela, segundo abelê, se emsi ês 22.2 abele) e eles
co esponde à soma ge al, i. e. 33600 L . Esan i longa escola é 192000 L , e simples
ações 128000 L . DLKT (81) Os esul ados do nosso ealizado F- es me odologia
ajuda (plg. segundo F- es me odiká) indicam que ela é adequada e é usada
amplamen e pa a a escolha de á ias p o issões na Li uânia. DLKT (82) Impo an e
coisa que apesa de que ealus oi asai e ei o, ajuda de opiniões dos ilóso os
(plg. de ilóso os opiniões; de aco do iloso os opiniões; baseado iloso os
opiniões) en a-se econhece e quali ica ealem as pessoas gal osen. Ve dade,
pe manece a possibilidade de peculia al a cul u a limi o idade.
DLKT
(83) Fo am usadas ês espécies de escalas: signi ica i os de classi icação,
seman ines di e enciales e Like o skalė. Reikšmių classi icação de escalas ajuda
(plg. baseando-se skalėmis) esponden e um enômeno ou obje o p op iedades ou
seus g upos compa a com ou os e as dispõe o dem de a aliação p io idades.
DLKT (84) Cogni y inis componen e é opiniões, c enças que nós man emos em
elação a ce as pessoas e coisas. Jų ajuda (plg. baseando-se deles; de aco do com
eles) nós decidimos, o que é jus o, isí el, a que isso pa ecešu. O a e i o
isma ação ab ange ag adá eis ou nemalonias emoções, elacionadas com
con icções. DLKT
Em inal cu o eg essemos ao ins umen o aiškos e compa emos sakinius
(85)(87) (bem eja sakinius (31), (58)). Como Hen schelis e Menzelis a i mam (2000:
15 ), p ecisamen e desse ipo de sakiniuose implici iškai pe p opozição pasakoma
LORETA VAIČIULYTĖ-SEMĖNIENĖ
30 Ac a Linguis ica Li huanica LXXIV
o ins umen o indi ec o36 adqui e ( iene) seus meios de aiškos deseman izuo o
ajuda, uncionalmen e se dis inguindo do ins umen o di e o aiškos įnagininko. (85)
P ieš a auja. Po causa do segundo pon o exigem alguém o a ? Reikalauja. Mui o
bem, po a o o em. Já que es e é o segundo pon o, o a emos ajuda dos bo ões
(plg.?myg ukais; p essionando bo ões). Quem po isso, pa a que osse acei o o
segundo... Po causa do p imei o ninguém nep obse a o. V. LANDSBER-
GIS. É há que se opõe?37 DLKT
(86) A imedos manikiū ininkê I ma Ise ičienė con ou que no as, in ensy ių co es
To ai i mos nagų lako ajuda (plg. lacojo To ai i mos nagų laku) é possí el
c ia in e essan es, e ek ingus combininos. Po exemplo, p e odai nulakuo us
unhas segunda ez pa epi auksu blizgančiu lac. DLKT (87) P z., Dž. an La ik-Gudol
mencionou o caso de como Maikas conseguiu ocupa a poê io do edlio com ajuda
de ác eis caixões de la as (plg. * ác eis caixões de la as; ap o ei ando-se de
ác eis caixões de la as); ou como pai o egsenos elações, in oduzindo
adicionalmen e beždžionių šė imą bananas. DLKT
4. DEPINDRINAMENTO E IÇVADOS
4.1. Daik a a džio ajuda įnagininko a osena explicin ina e g įs ina i umo c i iumi, . i. pessoa >
daik as. Is o elacionados com Michaelio Sil e s eino (1976) 36 Wäh end die p äposi ionalen
Fügungen au g und ih e die Ins umen ali ä okussie enden Eigenscha bei
usuellelp o o ypischen Ve bPa ien Ins umen Kons ella ionen und di ek e Ins umen ali ä im
oben um issenen Sinne blockie sind, kann de Ins umen al nich ode nu seh eingesch änk
e wende we den, wenn eine indi ek e Re e ali ä des implen en des ins umen alen Subs an i s
o lieg bzw. wenn diese Re e en nu in eine di ek isi en P oposi ion als Ins umen ungie .
In de explizie e (übe geo dne en) P oposi ion lieg demen sp echend eine un ypische
Ve bPa ien (indi ek es) Ins umen Kons ella ion o (Hen schel, Menzel 2000: 19). nu ona em, ja
bez uda azyskal d e sklad. Das indi ek e Ins umen in (i) s eh sozusagen me onymisch ü
Plg. us.: „(i) S pomošč’ju ona ja / * ona em ja bez uda azyskal d e ’ sklad; (ii) Os eščaja s e-
eine P oposi ion, in de es selbs als di ek es Ins umen ungie , was in den Pa aph asen (ii)
deu lich wi d. Vo ausse zung ü indi ek e Ins umen ali ä im obigen Sinne is die Einbe ung des
indi ek en Ins umen s in eine implizi e P oposi ion, in de es als di ek es Ins umen ungie
(Hen schel, Menzel 2000: 15, 18). 37 Plg. DLKT sen ínio Isso pode ealiza só de um cla iço ajuda (= só
um kla išu; passeudę só um kla išą), onde são o necidos skliaus ose aisymai, aki aizdu,
seman i icamen e di e en e.
A igos A icles 31 /
Daik a a džio pagalba įnagininko deseman izacija
ou Robe o Dixon (1979: 85) (i) Ži umo hie a quia38, na qual são a ibuídos
Ži umo aços ko eliuoja com (ii) seman inių39, (iii) g ama inių unções e suas (i ) mo -
osin aksinio žymėjimo hie a chijomis (Hen schel 1992; plg. Dik 1989: 269 ;
Gi ón 1984: 239 ).
(i) ASMUO > GYVAS pADARAS (neasmuo) > NEGYVAS KONKRETUS DAIKTAS >
ABSTRAKTUS DAIKTAS.
(ii) A > P > REC40 > BEN > I > L > T
(iii) SUBJEKTAS ( eiksnys) > OBJEKTAS (papildinys) > SUPLEMENTAS (aplinkybė). (i ) NOM >
ACC > DAT > INSTR > pRIELINKSNINėS KONSTRUKCIJOS. G ama inais (ou es u u acionais)
do p onome e do galhei o linksniai se escolhem sin acsicamen e e seman icamen e pon o
de is a salien ados (an.) memb os da ase agen o sujei o e pacien e di e o obje o
ma cė i (Jonas [A] s a o namą [P]), ou os linksniai menos p onunciilios (g ama icales e
seman ológicas) unções. Nes e a igo analisado ins umen os e modo įnagininkas, pelo
qual ipicamen e dizem-se negy i (konk e ūs ou abs ak ūs) coisas, ko eliuoja com
menos iskili do b anduolio sen encial ou do sen encial li esos memb os suplemen os
(chamados sa ellų, . y. p edika o ou sen ício ci cuns âncias) unções. Es as
hie a quias a liepia e analisado ajuda aonaghei o a osená. Konk ečiau alando, negy i
conc e ūs daik ai, sakinyje ipicamen e pasakomi como ins umen o obje o, žymimi
įnagininku. Pag echiu ins umen os aonagñei o usado e sinseman inis kilmininko
exigujan is polinksnis ajuda. Em uma ocasiões ele, ma y , conco e com įnagininku como
li eis a ian e, ou os cons i ui lhe oposição. Polinksnį ajuda, us ojamą com conc e os
i ens denominações, gy umo (siau ąja sen ido) e (iii) conhecimen os hie a quias (plg.
C o 1990: 111; 127; Com ie
38 Gy umo hie a chija ėlesniuose da buose suski s y a į (i) asmens (komunikacijos daly ių), (ii)
1989: 128, 185). Alanas Timbe lakes (1986) de aco do i umo (siau ąja sen ido), de inido umo,
núme ous, conc e umo e ou os sinaisus di ide indi idualismo (an. indi idua ion) hie a chiją. 39
K i išką opinię seman inių unkcijų hie a chijos ala gamen o ques ão de e . C o (2012: 175 ) e
lá discu ida li e a u a.
40 Die mo phosyn ak ische Ma kie ung de seman ischen Rolle Rezipien is die p o o ypische
Da i unk ion. [...] Ein ypische Rezipien is eingebunden in eine T ans e handlung. Ein Objek
wechsel den Besi ze , om Vo Possesso zum NachPossesso . De Rezipien is NachPossesso
nach eine e olg eichen T ans e handlung. Die Ve ben des ‘geben nehmen Feldes bilden den
Hin e g und ü diese p o o ypische Bes immung on Rezipien en um: Klaus gab seinem B ude
ein Buch (Ba els 2005: 105; plg. Hen schel 2001: 181 , 196 ). Plg. : Valeckienė (1998: 36): Recipien a [Rec]
é couns ga ėjo, ėmėjo unção. Ele mais equen emen e pasakodado a dininku. Como ecipien a
ge almen e pe cebida pessoa, po exemplo. : O menino [Rec] ecebeu do anas [Con] (plg.: Vaikui [B]
da ė do anų [Con]). in zwei Ve ügba kei , Manipulie ba kei des po en iellen Ins umen s du ch
LORETA VAIČIULYTĖ-SEMĖNIENĖ
32 Ac a Linguis ica Li huanica LXXIV
(pos oj múl iia eikšmio įnagininko) ends ama escolhe menos ipicamen e ou nemančiu aldiniu
iesioginei p iemonei pasaky i. Polinksnis pagalba su abs akčius daik us pasa-
mui as ezes usado būdo ambien eybę eikš i. Ajuda a escolha de cons uções pode g įs i
p incipais da economia da linguagem e cla idade: endência quan o possí el mais cu a, . i.
edukuo ai, e cla amen e dize isso, o que que ė a. De aco do com os p incípios de economia e
cla idade sinseman inis ajuda é usada e e i ando apações de di e en es o mas de signi icado
įnagininko (pelaquê como e c iança pe gun ou ė į ėčio pinigų, po exemplo, na ase (57)).
P incípio Aiabilidade baseia-se e polinksnio ajuda uso de aco do seu luga na sen ença41: ele, como
oi is o de exemplos, mui as ezes ai do enuncia i o ci cuns âncias ( o. VP-ex e ne) ou
ma cė es p edica o ci cuns âncias42 ( o. VP-in e ne) e medidas no obje o luga es43. Tal ajuda
s umia mul idia eikšmį įnagininką de ci cuns âncias aiškos, ambém ele como endo menos
signi ica i os, i. i. mais cla o (an. anspa en ), az-se mais eqüen emen e isė inos e
ins umen os obje o a eikš i. Konk ečiau alando, quan o mais imó el (konk e us ou
abs ac us) a coisa (gali być) é pe cebido como ci cuns ância, e não como obje o, o mais o
ca ac e iza dize ci cuns âncias de modos exp essškos no caso alado sinseman iniu ajuda, ou,
ou a ez: Ins > PAgAlbA ( ašo laišką [KUO? *CAIp?] ašikikli * ašiklio pagalba > anspo a o
[KUO? / KAIp?] / especialu ilkiku especialalaus ilkiko pagalba > p i e ė judė i [*KUO? / KAIp?] /
* es au ado ge ado de gás es au ado ge ado de gás ajuda /). Isso co elaciona e com
hie a chicos con olis > modi icado e obje o > ambien eas di e enças ( ambém plg.: moja o
ska ele *ska elės pagalba > захвати веlio паятį *пушкими коробками / пушчих кардных корожей
pagalba). Vi i aos ins umen os e ci cuns ância unção não ípiska44: polinksnis ajuda com eles
pouco espe ė inas. Hie a chiniai di e umai ê-se e nos casos em que ajuda įnagininkas sie ine com
des e daik a a džio ou eiksmažodžio pagelbė i leksinėmis signi icamėmis ajuda com p ozaku /;
Desde doenças ginsimês com česnakų ajuda?su česnakais /; As minhas ações e i ica ei com a ua
men e c í ica *(com) ua men e c í ica /). 41 Aqui Plg. polkų kalboje: Hen schel 1998: 191. 42 Mais
po sob e ci cuns âncias (modi ika o ių) ní eisis eja. Dik (1989: 192 , 206 ; 1997: 225 , 243 ).
(plg.: Jonas namo g įžo su d augo pagalba / su d augu; Jonas išsigydė su p ozako
Siūlomą ci cuns âncias (modi ika o ių) ski s ymą lie u ių kalboje s . Hol oe , Pajėdienė (2005), ali
mesmo é. e nou os abalhos de g amá ica li uanas p esen a omą opiniões apž algą. 43 Sob e
neu alią e ma cė ą pa es do enunciado (indi e i o suplemen á io e ci cuns âncias) o de como
sak ž inyje.
Amb azos (2006a: 651 ).
44 „Diese Typizi ä [d. h. die de ins umen alen Ve wendung] läß sich wiede um allgemein
das Agens, das
ande e is die O ensich lichkei und Di ek hei des E ek s des Ins umen s au das Pa iens“
(Hen schel, Menzel 2000: 5).
A igos A icles 33 /
Daik a a džio pagalba įnagininko deseman izacija
daik a a džio ajuda kilmininko complemen u pasakomas (ne) i os daik as a liepia
agen o unção. Ma i i hie a chijas i o > mo o e suPAgAlbA > PAgAlbA co eliação:
p ielinksnio su cons ucções ge almen e são usados quando, po ajuda de
obik a o džio įnagininkas con ola i os de i enimimen os kilminink; ajuda
įnagininką, sem p elinksnio com, mais eqüen emen e colcamasi com nemi os
daik os denominainimen os kilmininku. Essas cons uções uncionalmen e são
elacionadas com p ielinksninėmis pe ou com cons uções, pelas quais eiškiamas
medipininkas ou komi a y as. Seman icamen e do pon o de is a elas não semp e
podem subs i ui uma ou a são opozicinas, embo a e e i amen e possí eis e
casos de neu alização. Em ou os pala as, quan o mais a ajuda pe de sua
conc e a pi minę, speci inę e aiškią signi icado45 e o na (y a) seman icamen e
alpesse, i. i. suspinha á ias signi icâncias, o mais seu uso é seman icamen e
mo i uado e baseado n'en endo con ex o. Sakinyje daik a a džio ajuda aonagininko
cons uções ge almen e eiškiama p edika o ci cuns ância manei a: la e jai
in e p e ação mui as ezes pag indo duoda e con ex o usado būdo signi icações
como. Elas são con adas e ou as ci cuns âncias da sen ença (p iežas is).
Assim, numais casos ajuda įnagininkas é usado como au oseman inio
daik a a džio o ma, ou os como sinseman inis polinksnis. Isso ep esen a
1 esquema.
4.2 Com base nes e esquema e Ch is iano Lehmanno (A; 2002) g adua-se
g ama icalização46 nocho bem como seu a ibua c uzmine g ama icalização
pa ame os classi icação ( o. K euzklassi ika ion)47 (3 áboa), é undamen o
ala sob e o que na a ual alboje li ians polinksnis ajuda, ma y , suka
g ama icalização keliu.
Konk ečiau kalban , ai, kad galbū pagalba įnagininkas suka g ama ika-
lização caminho, g indzia signi icado da pala a alado meno g au (ou seman ines e ozias ( o.
seman ische E osion, plg. an. seman ic bleaching, a i ion), deseman izações maio g au),
deka ego ização (pagal Heine (2003: 579)), cohezias, ou sin agmines dependomidades maio g au ( o.
Kohäsion esp. 45 The ini ial meaning is iche , mo e speci ic, i is also mo e palpable, mo e accessible
o he imagina ion (anschaulich) and, in his sense, mo e conc e e (Lehmann 2002: 115). 46
G amma icaliza ion is a p ocess leading om lexemes o g amma ical o ma i es. A numbe o
seman ic, syn ac ic and phonological p ocesses in e ac in he g amma icaliza ion o mo phelexical
meaning and akes pa in obliga o y g amma ical ules (Lehmann 2002: ii). G amma icaliza ion is a
mes ans whole cons uc ions. A sign is g amma icalized o he ex en ha i is de oid o conc e
p ocess o g adual change, and i s p oduc may ha e di e en deg ees o g amma icali y ( . p.: 11).
47 Plg. : G amma icaliza ion is a ec o whose a iables a e six magni udes which we ha e he e
been calling pa ame e s (Lehmann 2002: 145).