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Old Icelandic “gná”

Václav Blažek

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S aipsniai / A icles 9 VÁCLAV BLAŽEK Uni e sidade de Masa yk Domínios de in es igação: es udos indo-eu opeus, especialmen e línguas esla as, bál icas, cel as, ana ólicas, ocha íacas e indo-i anianas; Feno-ug ico; A o-asiá ico; e imologia; classi icação gené ica; modelos ma emá icos na linguís ica his ó ica. Indicação DOI OLD ICELANDIC GNÁ Gná senojoje islandų kalboje Ano ação No a igo, o eônimo islandês an igo Gná é analisado do pon o de is a da semân ica, da o mação de pala as, da e imologia e da ipologia semân ica. Tendo em con a os esul ados pa ciais, oi o mulada a seguin e hipó ese: o eônimo Gná pode e le i o p o o-ge mânico *gnō ou *gnaihō, que pa ece se uma con inuação ge mânica pe dida do apela i o indo-eu opeu *dhhmeH2- e a ou seu de i ado *dhhmeH2ikeH2- pe encen e à e a. Os eônimos que designam as di indades da e a o madas a pa i do caule *dh[…]hem apa ecem em no e adições indo-eu opeias. O eônimo ge mânico analisado pode ep esen a a décima adição. Pala as-cha e: eônimo, o mação de pala as, semân ica, e imologia. ANOTACIJA Šiame s aipsnyje seman ikos, žodžių da ybos, e imologijos i seman inės ipologijos požiū iu analizuojamas senosios islandų kalbos eonimas Gná. A siž elgian į dalinius ezul a us, bu o iškel a hipo ezė, kad eonimas Gná gali a spindė i ge manų p okalbės *gnō, a ba *gnaihō, ku is, ikė ina, y a p a as as indoeu opiečių apelia y o *dhhmeH2- ‘žemė a jo edinio *dhhmeH2ikeH2- ‘p iklausan is žemei ęsinys ge manų kalbose. Žemės die ybes pa adinan ys eonimai, susi o ma ę iš kamieno *dhhem-, andami de yniose nas adições indoeu opeias. S aipsnyje analizuojamas ge manų eonimas gali bū i dešim osios adições a spindys. ESMINIAI ŽODŽIAI: eonimas, pala as da yba, semân ica, e imologia. VÁCLAV BLAŽEK 10 Ac a Linguis ica Li huanica LXXX 1. Documen ação O an igo islandês Gná designa a "deusa do g upo de Ásynja". Ele apa ece em á ios ex os islandeses an igos: 1.1. Gyl aginning 35. Desde o mês de ab il. En ão mæl i Gangle i: ‘H e ja e u ásynju na ? Há diz: F igg e æðs . Hon á þann bæ, e Fensali hei a, ok e hann all eglig . (Fensali hei a, ok e hann all eglig ) (Fensali hei a) (Fensali hei a) (Fensali hei a) (Fensali hei a) (Fensali hei a) (Fensali hei a) (Fensali hei a) (Fensali hei a) (Fensali hei a) (Fensali hei a) (Fensali hei a) (Fensali hei a) (Fensali hei a) Önnu é Sága. Hon bý á Sökk abekk, ok e þa mikill s að . O Þ iðja é Ei . Hon e lækni bez . Fjó ða é Ge jun. Hon e mæ , ok henni þjóna þæ , e meyja andas . Cinco e cheio. Hon e enn mæ ok e laushá ok gullband um hö uð. Hon be eski F iggja ok gæ i skóklæða henna ok ei laun áð com ela. F eyja é ignus com F igg. Hones gi is þeim manni, e Óð hei i . Hones gi is þeim manni, e Óð hei i . Hones gi is þeim manni, e Óð hei i . Dó i þei a e Hnoss. Hon e s á ög , a a henna na ni e u hnossi kallaða , þa e ag e ok ge simlig . Óð ó í b au langa leiði , en F eyja g æ e i , en á henna e gull au . F eyja á na na ni e elskhuginn kallað sja ni. Á a Lo n, hon e s á mild ok góð il áhei a, mö g nö n, en sú e sök il þess, a hon ga sé ýmis hei i, e hon ó með ókunnum þjóðum a lei a Óðs. Chama-se Ma döll ok Hö n, Ge n, Sý . F eyja inha B ísingamen. Hon e ok kölluð Vanadís. (Felipe) Não, não, não, não. Sjaunda Sjö n, hon gæ i mjök il a snúa hugum manna il ás a, k inna ok ka la, ok a hena hon æ ley i a Al öð eða F igg il manna samgangs, k inna ok ka la, þó áð sé banna eða þ e eki þykki. Þa e a henna na ni lo kalla ok s á þa , a hon e lo uð mjök a mönnum. Níunda Vá , hon hlýði á eiða manna ok einkamál, e ei a sín á milli konu ok ka la . Po isso eles chamam de á a . Hon he ni ok lhes, e b igða. Tíunda Vö , hon e i ok spu ul, s á a engi hlu má hana leyna. Þa e o ð ak, a kona e ði ö þess, e hon e ð ís. Elli a Syn, hon gæ i du a í höllinni ok lýk y i þeim, e eigi skulu inn ganga, ok hon e se il a na á þingum y i þau mál, e hon ill ósanna. Po isso, quando se ala, quando se ê, quando se ê, quando se ê, quando se ê, quando se ê. Tól a Hlín, hon e se il gæzlu y i þeim mönnum, e F igg ill o ða ið háska nökku um. Depois disso, depois disso, depois disso, depois disso, depois disso. Þ e ánda Sno a, hon e i ok lá p úð. A henna hei i e kalla sno kona eða ka lmað , sá e hó lá e . Fjó ánda Gná, hana sendi F igg í ýmsa heima a e endum seu. Hon á þann hes , e enn lo ok lög ok hei i Hó a pni . (Hó a pni ) (Hó a pni ) (Hó a pni ) (Hó a pni ) (Hó a pni ) (Hó a pni ) (Hó a pni ) (Hó a pni ) (Hó a pni ) (Hó a pni ) (Hó a pni ) (Hó a pni ) Þa a ei synd, e hon eið, a ani nökku i sá eið henna í lo inu. En ão mæl i einn: ‘H a þa lýg , Þá h a þa e eða a lo i líð ? / Hon s a a : […]Né ek lýg, þó ek e k ok a lo i líðk á Hó a pni, þeim e Hamske pi ga ið Ga ð o u.[…] / / S aipsniai A igo 11.o Old Icelandic gná A á na ni e s á kalla , a þa gnæ a , e há e . Sól ok Bil e u alða með ásynjum, en sag e y á eðli þei a. […]En ão disse Gangle i: […]Quais são os Ásynju ?[…] Há disse: […]F igg é a mais impo an e: ela em aquela p op iedade que é chamada Fensali , e é mais glo iosa. A segunda é Sága: ela habi a em Søkk abekk , e essa é uma g ande mo ada. A e cei a é Fi : ela é a melho médica. A qua a é Ge jun: ela é i gem, e as donzelas que mo em a endem a ela. A quin a é Fulla; ela ambém é uma c iada, e ai com cabelos sol os e uma aixa de ou o em sua cabeça; Ela ca ega o caixão de cinza de F igg, e em comando sob e seus calçados, e conhece seu conselho sec e o. F eyja é mais gen ilmen e nascida (jun amen e com F igg): ela é casada com o homem chamado Ód . Sua ilha é Hnoss: ela é ão bela, que aquelas coisas que são belas e p ehim, e suas lág imas são ou o e melho. F eyja em mui os cious a e called hnossi . Ód wen away on long jou neys, and F eyja weeps o nomes, e es a é a causa conhecida dos po os que p ocu am Ód : ela é chamada de he eo : ha she ga e he sel sund y names, when she wen ou among un- Ma döll e Hö n, Ge n, Sý . A F eyja inha o cola dos B ísinga-homens. Ela ambém é chamada de Senho a do Vani . A sé ima é Sjö n: ela é mais diligen e em i a os pensamen os dos homens pa a o amo , an o de mulhe es como de homens; E do seu nome o desejo de amo é chamado sja ni. A oi a a é Lo n: ela é ão g aciosa e gen il com aqueles que a in ocam, que ela ganha a pe missão de All a he ou F igg pa a a eunião da humanidade em casamen o, de mulhe es e homens, embo a enha sido p oibido an es, ou pa eça la ly negado; de seu nome, al pe missão é chamada de "deixa ", e assim ela ambém é mui o "amada" pelos homens. A nona é Vá : ela escu a os ju amen os e pac os ei os en e homens e mulhe es; Po isso que ais pac os são chamados de " o os". Ela ambém se inga daqueles que pe ju am. A décima é Vö : ela é sábia e de espí i o pesquisado , de modo que ninguém pode esconde nada dela; É um di ado, que uma mulhe o na-se "cuidado" do que ela é in o mada. A décima p imei a é Sin, que gua da a po a do co edo e a echa dian e dos que não de em en a . Ela ambém é colocada em julgamen os como uma de esa con a ais p ocessos que ela deseja e u a : daí a exp essão, que o pecado é colocado em en e, quando um homem nega. A décima segunda é Hlín: ela é es abelecida como gua diã sob e aqueles homens que F igg deseja p ese a de qualque pe igo; Daí em o di ado, que aquele que chama uma mulhe ou um homem que é mode ado é escapes ‘leans.’ Sno a is hi een h: she is p uden and o gen le bea ing; om chamado sno . A décima qua a é Gná: sua F igg en ia em á ias e as em seus ecados; Ela em aquele ca alo que co e sob e o céu e o ma e chama-se Hoo -Tosse . Uma ez, quando ela es a a mon ando, alguns dos Vani i am seu cu so no a ; En ão um alou: O que oa lá? | O que oa lá, ou desliza no a ? VÁCLAV BLAŽEK 12 Ac a Linguis ica Li huanica LXXX Ela ez espos a: Eu não oo, |embo a eu a e E no a desliza Hoo -Tosse , | ele que Hamske pi Ga com Ga d o a. Do nome Gnás, aquilo que se ele a al o é di o gnæ a {p oje a }. Sól e Bil são con ados en e os Ásynju , mas sua na u eza oi con ada an es. […] […] h p: www.sac ed- ex s.comneu/p ep e04.h m> 1.2 Skáldskapa mal 433.6 Na seguin e passagem são esumidos 28 nomes Ásynja, incluindo Gná: Ásynj[…] skal alla ne na: F igg ok F eyja Nú Fulla ok Sno a Ge ð ok Ge jun Gná Lo n Skaði Nj J ð ok Iðunn Ilm Bil[…] un / / /. Hlin ok Nanna Hnoss Rind ok Sj n Sól ok Sága Sigyn ok V . (em inglês) Þá e Vá , ok Syn e ð a ne na en Þ úð ok Rán þeim næs alið. (Não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não. […]h p://www. sn web-publica ions.o g.uk/Edda-2a.pd > […]h p://www.sac ed- ex s.com/neu05.p ep ep eh m> (Hélène) (Hélène) (Hélène) (Hélène) (Hélène) (Hélène) (Hélène) (Hélène) (Hélène) (Hélène) (Hélène) (Hélène) (Hélène) (Hélène) (Hélène) (Hélène) (Hélène) (Hélène) (Hélène) (Hélène) (Hélène) (Hélène) (Hélène) (Hélène) (Hélène) (Hélène) (Hélène) (Hélène) (Hélène) (Hélène) (Hélène) (Hélène) (Hélène) (Hélène) (Hélène) (Hélène) (Hélène) de leikinn he . Sobe ano do po o de Yng i [= S ía ]. […] Edi h Ma old (ed.). 2012. […]Þjóðól ó c. 1035. Poesia escálda da Idade Média escandina a 1. (Hélène) (Hélène) (Hélène) (Hélène) (Hélène) (Hélène) (Hélène) (Hélène) (Hélène) (Hélène) (Hélène) (Hélène) (Hélène) (Hélène) E ok ald Yng a þjóða {a donzela de Loki} [= Hel] supe ou o Loka mæ H ini, Ynglinga al 7[…], em: Diana Whaley (ed.), Poesia dos Reis […] Sagas 1: De empos mí icos a […]h p://skaldic.abdn.ac.uk/db.php?id=4402&i =de aul & able= e ses& al=edi ion> […]h ps://no endu .hi.is/eybjo n/ugm/sky index.h ml> S aipsniai A igo 13.o Old Icelandic gná 2. Análise semân ica De Gyl aginning 35 sabe-se que ‘F igg a en ia pa a mundos di e en es (í ýmsa heima). Em Ynglinga al 7, a exp essão pe i á ica Gli nis Gná […]Gná de ca alo[…] oi usada pa a o mesmo pe sonagem como þ í jódís Ul s ok Na a […] i mã do Lobo e de Na i[…] e Loka mæ […] a donzela de Loki[…], ou seja. Hel, a deusa do submundo (Goe es 2015, 40). E em Skáldskapa mal 433.6 Gná é nomeado na íade Gná Lo n Skaði, onde o úl imo eônimo es á p o a elmen e ligado ao gó ico skadus […]shadow[…], inglês an igo sceadu, saxão an igo skado, alemão an igo sca o id., indicando a a iliação do submundo des a deusa (c . de V ies 1962, 480). Gná não é idên ica a Skaði, mas ela media o con a o en e o mundo (e o céu) e o submundo, ep esen ado po Skaði. A semân ica p imá ia de Gná pode ia es a elacionada ao signi icado "mundo". 3. Recons ução in e na No que diz espei o ao gen.sg. Gná , o eônimo Gná é o ò- onco (o alongamen o da ogal inal é egula em auslau […] e No een 1884, 42, §104), de i ado do p o o-ge mânico *gnawō (c . þ á […] longing, yea ning […] *þ awō), *gnahō (c . á […] be h in a ship […] * ahō), ou *gnaiwō (c . á […] oe […] * aiwō(n)), *ihō (c . b á[…] G enzlinie […] * aihō), ou *hōwō (c . b á[…] b ēyelid […] * b ēwō […] No een 114, 117, 571, 54; § de V ies 16, 54; 25, 40; K onen, 76, 40). 4. Análise e imológica No que diz espei o à hipó ese sob e a semân ica p imá ia de Gná, que p o a elmen e es a a ligada ao signi icado […]mundo[…] (§2), é a aen e de i á-lo di e amen e de *gnō […] *hna[…]- […] *(dh)[…]hmeH2as Vedic k[…]m[…]- . […]ea h[…] [RV 3.35.63] e jm[…]- . [RV 6.52.15]. Vamos menciona que o aglome ado inicial *gmis excluído no p o o-ge mânico. En e as o mas es endidas, a a ian e *gnaihō, que é pa alela ao g ego γναικεῖος, jônico γναικήιος, em compos os γναικο-, pe encen e à mulhe , eminino, implica a es u u a semân ica ±wo ld = *pe encen e a *gnō, onde *gnō pode ia o iginalmen e signi ica ea h. A elação semân ica en e "mundo" e " e a" é comp eensí el, c . Vedic bh- e a, solo, solo além de mundo, espaço, uni e so, o iginalmen e luga de se (MW) 760-61). VÁCLAV BLAŽEK 14 Ac a Linguis ica Li huanica LXXX 5. Teônimos indo-eu opeus de i ados da aiz *dhhem- e a T adição Teônimos P ojeção Comen á ios Védicos Dyā ākāmā du. *di[…]ēu[…]eH1-dh[…]homeH1[…]Céu e Te a[…] A es an Za[…], ac. Ząm, gen. Zəmō *dhhms/*dhhomm/*dhhmós Te a Hi i e Tēkan Tagānzepa- *dhéĝhm *Dhm-sebho- […]Te a[…] O "eu da Te a"? G ego Xθών Χθονία (em Demé e ) *dh[…]h[…]m […]dh[…]hóm-s *dh[…]hóm-iH2 […]Te a[…] pe encen es à Te a […] Umb ian Hun e da . *Dhóm o-ei* Médio Dôn galês gen. *dh[…]hóm-os *[…]{Mãe} do Te a […] Gná islandês an igo *dhhmeH2o *dh[…]hmeH2ikeH2-? *Dh[…]hmeH2ikeH2-? *Dh[…]hmeH2ikeH2-? *Dh[…]hmeH2ikeH2? *Dh[…]hmeH2ikeH2? *[…]Te a[…] ou * pe encen e ao Ea hˮ Li uano *Žemina *dhhemineH2- pe encen e à Te a […] Le ão Zemes ma i *dh[…]hemii[…]eH2-[…]Mãe da Te a[…] Russo Maть-cыпа Zemla *dh[…]hemi[…]eH2-[…]Mãe […] úmida Te a […] Tocha ian B ke[…]-ñäk e ac. *Dhóm-m-Deusa da Te a* 6. Conclusão O an igo eônimo islandês Gná designa a a deusa que se comunica a com o céu, o mundo e o submundo. Sua econs ução in e na le a à p o o o ma ge mânica *gnō ou *gnaihō, que pode se in e p e ada como "mundo" ~ "pe encen e à e a". Na pe spec i a indo-eu opeia, eles podem se p oje ados em *dh[…]hmeH2- […] e a[…] ou *dh[…]hmeH2ikeH2- […]pe encendo à e a[…]. Es a solução iden i ica uma con inuação ge mânica ocul a do apela i o indo-eu opeu *dhhem- e a, conhecido apenas na o ma do de i ado ge mânico *guman- man < *dhhm-Hon- (K oonen 2013, 195). Na pe spec i a indo-eu opeia, os de i ados de *dh[…]hem o mam mais S aipsniai A igo 15.o Old Icelandic gná equen emen e os eônimos ligados à […] e a[…]. REFERENCES EWAI – E ymologisches Wö e buch des Al indoa ischen I–III, on Man ed May ho e . Heidelbe g: Win e , 1986–2001. Goe es E in Michelle 2015: The Poe ics o Commemo a ion. Skaldic Ve se and So- cial Memo y. Ox o d: Uni e si y P ess, 890–1070. Ho mann Ka l & Fo ssman Be nha d 1996: A es ische Lau - und Flexionleh e. Innsb uck: Innsb ucke Bei äge zu Sp achwissenscha . 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Remian is pi mine seman ine analize eonimas g eičiausiai sie inas su žodžio ‘pasaulis eikšme. Po an o, e imologicamen e analisando p iei a p ie iš ados, kad eonimas galė ų bū i iesiogiai kildinamas iš *gnō < *hnā- < *(dh)hmeH2kaip edų km- . ‘žemė. Teonimo idinės ekons ukcija paaiškin ų, kad eonimas y a p o oge maniška indoeu opie iško apelia y o *dhhmeH2- ‘žemė o ma a ba šio apelia y o edinys *dhhmeH2ikeH2- ‘p iklausan is žemei. Teonimai, į a dijan ys žemės die ybes, būdingi de ynioms indoeu opiečių adicijoms, o analizuojamas dei ės Gná a das gali a s o au i dešim ajai adicijai. Į eik a 2019 m. maio 8 d. VÁCLAV BLAŽEK Ús a jazyko ědy a bal is iky Faculdade de Filoso ia da Uni e sidade Masa yko y A. No áka 1, CZ-60200 Incêndio de B no [e-mail p o egido]