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On the Meaning of the Lithuanian Preposition po: A Cognitive Perspective

Ieva Stasiūnaitė

Abstract

Studies of prepositional meaning are rather prolific in cognitive linguistics. However, the Lithuanian po ‘under’ still relies on intuitive explication rather than corpus-based evidence, reflecting the traditional line of investigation. Thus, the present paper focuses on: (1) identifying the primary sense of the preposition; (2) examining its extensions, or major use types, in physical and non-physical contexts, and (3) linking the established senses that differ in status in the form of a network. 1000 concordance lines with po from the fiction segment in the Corpus of Contemporary Lithuanian Language were examined. The Principled Polysemy Model (Tyler, Evans 2003) was used to distinguish between the senses and their contextual variants as well as for primary sense identification. Contextual clues played a significant role as well. The findings show that the primary sense, based on a proto-scene of the Figure beneath the Ground, gives rise to the other senses of the preposition. Some of them are concrete – differentiated by the types of F and G and their geometric and/or functional relationships, while the other extensions are abstract and motivated by metaphor. The paper also considers how the meaning of po interacts with the noun cases it governs.

Full text

Ac a Linguis ica Li uanica 2026, ol. 94, p. 1 a 19 Ligação de con eúdos Tu inio nuo oda ISSN 2669-218X (online elek oninis) (em inglês) Di ei os au o ais © 2026 Ie a S asiūnai ė. Publicado pelo Ins i u o da Língua Li uana. Es e é um a igo de Acesso Abe o dis ibuído sob os e mos da Licença de A ibuição C ea i e Commons, que pe mi e uso, dis ibuição e ep odução ilimi ados em qualque meio, desde que o au o o iginal e a on e sejam c edi ados. Ins i uições de Língua Li uana. Šis s aipsnis é a i os p ieigos, pla inamas pagal C ea i e Commons p isky imo licencijos sąlygos, leidžiančias ne ibo ai naudo i, pla in i i a ku i u inį be kokioje laikmenoje, nu odan au o ių i šal inį. Recebido po : Gau a: 2025-11-06. Acei o: P iim a: 2026-04-13. 1 Signi icado da p eposição li uana po: Uma Pe spec i a Cogni i a Li uânia língua p ielinksnio po eikšmė: kogni y inė pe spek y a IEVA STASIŪNAIT Uni e sidade de Vilnius E-mail: ie a.s asiunai e@ l . u.l ORCID ID: h ps://o cid.o g/0000-0001-6787-2602 Campos de pesquisa: semân ica p eposi ional, esc i a acadêmica. h ps: doi.o g/10.35321/all94-10 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ Resumo das conclusões Es udos de signi icado p eposi ional são bas an e p olí icos na linguís ica cogni i a. No en an o, o po […]unde […] li uano ainda se baseia em explicações in ui i as em ez de e idências baseadas em co pus, e le indo a linha adicional de in es igação. Assim, o p esen e a igo concen a-se em: (1) iden i ica o sen ido p imá io da p eposição; (2) examinando suas ex ensões, ou ipos de uso p incipais, em con ex os ísicos e não ísicos, e (3) ligando os sen idos es abelecidos que di e em em s a us na o ma de uma ede. Fo am examinadas 1000 linhas de conco dância com po do segmen o de icção no Co pus o Con empo a y Li huanian Language. O Modelo de Polissemia P inciplado (Tyle , E ans 2003) oi usado pa a dis ingui en e os sen idos e suas a ian es con ex uais, bem como pa a a iden i icação dos sen idos p imá ios. As pis as con ex uais ambém desempenha am um papel signi ica i o. As descobe as mos am que o sen ido p imá io, baseado em uma p o o-escena da Figu a sob o Solo, dá o igem aos ou os sen idos da p eposição. Algumas delas são conc e as […] di e enciadas pelos ipos de F e G e suas elações geomé icas e/ou uncionais, enquan o as ou as ex ensões são abs a as e mo i adas po me á o as. O a igo ambém conside a como o signi icado de po in e age com os casos de subs an i os que go e na. PALAVRS-CHAPEL: P eposição li uana po, sen idos conc e os e abs a os, polisemia de p incípio. ANOTACIJA (em inglês) Kogni y inėje kalbo y oje nemažai dėmesio ski iama leksinių kalbų p ielinksnių seman ikai. Šiame s aipsnyje keliami ys ikslai: (1) pagal igū os i ono ipus bei jų geome inius i (a ba) unkcinius san ykius nus a y i po pi minę eikšmę, (2) išski i ki as su izine i abs akčia e d e susijusias p ielinksnio eikšmes bei (3) iš i i jų mo y acinius yšius. Išanalizuo a 1000 konko danso eilučių su p ielinksniu iš g ožinės li e a ū os egis o Daba inės lie u ių kalbos eks yne. Ty ime aiky as p incipinės poliseminės analizės modelis (Tyle , E ans 2003), be o, a siž elg a į kon eks inius požymius, susijusius su pas o ia po a osenos dažnio aiška. Nus a y a, kad iš pi minės eikšmės, siejamos su p o oscena, ku ioje igū a y a ono apačioje, galima iš es i ki as penkias p ielinksnio eikšmes. Kai ku ios iš jų y a konk ečios, o likusios abs akčios i mo y uo os koncep ualiųjų me a o ų. S aipsnyje aip pa umpai ap a iama, kaip po eikšmė są eikauja su linksniais, ku iuos p ielinksnis aldo. ESMINIAI ŽODŽIAI: língua li uana p ielinksnis po, konk ečios i abs akčios eikšmės, p incipinė polisemija. 2 1. INTRODUÇÃO Es e a igo p e ende con ibui pa a a linha cogni i a de in es igação sob e a semân ica p eposi ó ia, concen ando-se no po […]unde […] li uano, que pe ence a um dos subconjun os mais al amen e desen ol idos que en ol em p o o ipicamen e a e e ência a um eixo e ical ( e ambém espaço e ical em Di en 1993: 74). Sua inclusão na in es igação não oi alea ó ia, mas delibe ada, mo i ada pela iqueza semân ica e e sa ilidade da p eposição, esul ando em múl iplas linhas de in es igação cien í ica. Po exemplo, Jonas Šukys (1998: 538) a a o po de uma manei a mais adicional, concen ando-se em seus usos espaciais, empo ais e dis ibu i os no li uano con empo âneo, com no as p esc i i as sob e o go e no do caso. Vy au as Amb azas (2005: 444; 2006: 300), po ou o lado, es ende a análise a sen idos sequenciais, g aduais, de mo imen o e mais inos de adjacência, o necendo ambém e idências his ó icas e dialec ais. As on es lexicog á icas li uanas, embo a di e en es em ambição desc i i a, ambém desempenham um papel impo an e no mapeamen o da gama semân ica de po. Po exemplo, o Dicioná io da Língua Li uana Con empo ânea (DLKŽ8e 2021, a segui ) ado a uma abo dagem mais econômica, comp imindo o uso do i em em um conjun o de sen idos (luga , empo, manei a, dis ibuição, e c.), cada um ilus ado com alguns exemplos ep esen a i os. O Dicioná io da Língua Li uana (LKŽe, a segui ), em con as e, o e ece dados ex ensos de diale os, ex os mais an igos, olclo e, discu so eligioso e uso idiomá ico, p io izando assim a ab angência e a documen ação empí ica. Mesmo que esses abalhos o neçam aliosos insigh s classi ica ó ios e desc i i os, eles a am os sen idos de po como ca ego ias disc e as em ez de como uma ede adial. Em ou as pala as, os lexicóg a os pa ecem assumi que o signi icado da p eposição é mui o complexo e não sis emá ico pa a se ep esen ado como uma es u u a in e - elacionada. Os cogni i is as, que êem os sen idos p eposi i os como ex ensões mo i adas em ez de signi icados isolados, ambém expe imen am desa ios, pa icula men e em seus p imei os es udos. Po exemplo, Inesa Šeškauskienė (2001), em sua discussão de po e seu quase sinônimo li uano žemiau, jun amen e com seus equi alen es de adução p imá ia abaixo e abaixo em inglês, a gumen a que noções ge ais (po exemplo, […]lowe han[…]) em dicioná ios e li e a u a linguís ica são mui as ezes imp ecisas ou simpli icadas. Ela, po an o, en a iza não apenas a geome ia, mas ambém as elações uncionais, ou a in e ação en e os dois, na in e p e ação semân ica dos i ens; No en an o, essa abo dagem aplica-se apenas aos seus sen idos conc e os. Ou os es udos sob e equi alen es p imá ios de adução de po e seus sinônimos e elam ou as di iculdades. Po exemplo, Ba ba a Wege (1991) discu e a segui , mas a conside a esis en e à análise em e mos de condições necessá ias e su icien es. John R. Taylo (1993) e René Di en (1993), enquan o examinam a polisemia de uma sé ie de p eposições inglesas, abo dam sob embo a sua discussão de seus sen idos abs a os pe maneça aga. And ea Tyle e Vy yan E ans (2003) in es igam abaixo e abaixo de aco do com o Modelo de Polissemia P inciplado; No en an o, a sua análise ocasionalmen e ca ece da p o undidade de a gumen ação encon ada no seu a amen o de ou as p eposições. Ie a S asiūnai ė (2018, 2025) examina a polisemia mo i ada de žemiau e abaixo usando o mesmo modelo, mos ando como seu signi icado p imá io dá o igem a sen idos conc e os e abs a os. Embo a os sen idos es abelecidos se sob eponham apenas pa cialmen e às en adas do dicioná io, uma abo dagem baseada em ede de p incípios pa ece p oduzi um ela o mais sis emá ico do que os es udos an e io es. Ou as pesquisas sob e línguas in lexí eis, embo a não en ol endo po, ambém p oduzi am descobe as no á eis. Po exemplo, Elżbie a Tabakowska (2010) in es iga o za polonês ([…]behind, beyond, o […]), ilus ando como a p eposição in e age com p e ixos e o mas de caso. Suas con apa es ussas e li uanas são examinadas po Da ia Shakho a e A. Tyle (2010) e I. Šeškauskienė e Eglė Žilinskai ė-Šinkūnienė (2015), espec i amen e, demons ando como nume osos sen idos o mam uma ede mo i ada em o no de um sen ido espacial cen al. Ou os abalhos se concen am na in es igação in e linguís ica das p eposições. Po exemplo, E. Žilinskai ė-Šinkūnienė e al. (2019a) ela am que a con enção e o apoio são ap esen ados de o ma di e en e em le ão e li uano, enquan o E. Žilinskai ė-Šinkūnienė e al. (2019b) encon am que a 3 con enção é semelhan e em li uano, le ão e es oniano; No en an o, o apoio mos a uma maio a inidade en e o le ão e o es oniano. E. Žilinskai ė-Šinkūnienė e al. (2020) des acam a impo ância das ca ac e ís icas opológicas e geomé icas nas desc ições das elações espaciais en e dois obje os, e elando a iação em e mos de p oximidade, a as amen o e dis ância em li uano e le ão (c . Šķil e s e al. 2020). I. Šeškauskienė e Ri a Jukne ičienė (2020) mos am que os alunos li uanos lu am com in e on po causa de mapeamen os L1 […] L2 não cong uen es moldados po ca ac e ís icas semân icas e in lexionais, apoiando uma abo dagem de polissemia mo i ada. E. Žilinskai ė-Šinkūnienė e I. Šeškauskienė (2021) compa am o aiz le ão e o už li uano […]behind, beyond[…], demons ando como seus sen idos di e gem apesa de um domínio compa ilhado de ido à ma cação de casos e p e ixo e bal, o que des aca o signi icado p eposi ional como pa e de edes mo ológicas e semân icas mais amplas. No en an o, apesa desses a anços na pesquisa cogni i o-semân ica, nenhum es udo abo dou o po li uano, po an o, é impo an e es abelece seus elemen os semân icos de no o pa a o nece uma desc ição inequí oca. A p esen e análise em ês obje i os p incipais: (1) iden i ica o sen ido p imá io da p eposição, (2) examina suas ex ensões, ou p incipais ipos de uso, em con ex os ísicos e não ísicos, e (3) demons a como os sen idos es abelecidos que di e em em s a us podem se sis ema icamen e ligados em uma única ede. 2. Dados e me odologia Es e capí ulo desc e e a ecolha de dados e o quad o me odológico em elação ao qual o am ixados os objec i os do p esen e es udo. 1000 p onunciações com po (de 50.243) o am cole adas alea o iamen e do Co pus da Língua Li uana Con empo ânea (DLKT, a segui ), excluindo seus usos idiomá icos ou de ou a o ma es i os. No en an o, apenas a icção oi selecionada de uma a iedade de segmen os, pois se ac edi a a que ep esen a a uma ampla gama de sen idos do i em es udado ( al escolha ambém pode se jus i icada com e e ência a pesquisas an e io es; eja, po exemplo, Šeškauskienė, Žilinskai ėŠinkūnienė 2015). As decla ações o am glossadas de aco do com as Reg as de Glossagem de Salos adap adas às especi icidades da mo ologia bál ica (Nau, A kadie 2015). Na p esen e in es igação, conside a-se que uma p eposição exp essa uma elação en e duas en idades no mundo ex a-linguís ico, po exemplo, suolas po langu […]um banco debaixo da janela[…]. A igu a (F) é uma en idade que é concei ualmen e em p imei o plano, ipicamen e meno e mó el (ou seja, um banco), enquan o o solo (G) se e como um obje o de e e ência em elação ao qual F es á localizado e, po an o, ge almen e é maio e imó el (ou seja, uma janela). O mé odo quali a i o oi usado pa a iden i ica e classi ica os sen idos dis in os, ou p incipais ipos de uso, de po, com os esul ados ap esen ados como equências ela i as, uma ez que pe mi iu um exame mais ap o undado do signi icado. De aco do com es a abo dagem, du an e o p ocedimen o de ano ação, o am examinadas linhas de conco dância pa a de e mina se F e G ep esen a am obje os conc e os, pessoas, abs ações ou ações, p ocessos. En ão, o espaço aqui incluiu, além do ísico, ambém á ios ou os espaços, o que segue a Teo ia do Espaço Men al de Gilles Fauconnie (2007). Além des es pa âme os, a análise conside ou a con igu ação espacial de F e G, as suas o mas geomé icas idealizadas e/ou es u u as in e nas e a sua in e ação uncional. Assim, du an e o p ocesso de cons ução de signi icado, a p eposição oi assumida pa a p o oca uma ple o a de ope ações concei uais baseadas no conhecimen o enciclopédico. Ao mesmo empo, ce os usos podem se mo i ados pela p edisposição ou in enção comunica i a do alan e, pe mi indo que a mesma si uação seja in e p e ada a pa i de á ias pe spec i as. Po an o, o g au de especi icidade e saliência a ibuído a aspec os pa icula es de uma cena ambém oi conside ado no p ocedimen o de iden i icação de sen idos, de aco do com a discussão de Hans J. Schmid (2007) sob e saliência e noções elacionadas, como os ajus es ocais de Ronald Langacke (2000) e os enômenos de a enção de Leona d Talmy (2007). 4 O mé odo quali a i o ambém implica a uma dis inção de p incípio en e sen idos dis in os e suas a ian es con ex uais. Pa a es e im, oi ado ado um modelo de signi icado de pala as conhecido como Polisemia P inciplada (Tyle , E ans 2003). Apesa das c í icas subs anciais, con inua a se um dos poucos quad os que o e ecem uma me odologia sis emá ica e explíci a pa a iden i ica os sen idos p eposi ó ios. P imei o, pa a que um sen ido seja dis in o, ou ins anciado na memó ia, ele de e con e um elemen o adicional não apa en e em nenhum ou o sen ido. Em ou as pala as, um sen ido dis in o de e en ol e (A) uma mudança sucessi a no conjun o de concei os, como (a) o es in e dependências en e a p eposição e as p op iedades dinâmicas (ciné icas) e (ou) geomé icas de G (po exemplo, es á ica e sus dinâmica, dimensional e sus adimensional), (b) ca ac e ís icas co esponden es que de inem F, con o me exigido pela elação especí ica exp essa, e (c) a na u eza da elação en e as en idades, seja opológica (po exemplo, con a o, p oximidade) ou uncional, ou (B) p ojeção em um no o domínio. Enquan o (B) ab ange á ios domínios, (A) se aplica a mudanças den o do mesmo domínio, pois um concei o loca i o pode da o igem a ou o concei o loca i o, um concei o empo al a ou o concei o empo al, e c. Em ou as pala as, as ansições en e concei os, ou, seguindo Ignacio Na a o i Fe ando (2006: 176), mudanças, oco em g adualmen e. Finalmen e, um sen ido dis in o não pode se in e ido de ou o sen ido ou do con ex o em que oco e, mas de e, em ez disso, unciona como uma unidade es á el e con encional (Tyle , E ans 2003: 42 […] 43). O Modelo de Polisemia de P incípios ambém o nece ins uções pa a guia a iden i icação dos sen idos p imá ios (ibid.: 47 […] 50); No en an o, no p esen e a igo, eles o am adap ados pa a e le i as endências semân icas eais: (1) a isicalidade de F e G, que es á elacionada a p incípios da linguís ica cogni i a como a abo dagem expe iencial e a inco po ação, a i mando que o sen ido p imá io é ge almen e mais ísico, mais p óximo da expe iência co po al (Johnson, 1987; Lako , 1987; S een, 2010). (2) pis as con ex uais associadas a uma equência de oco ência azoa elmen e es á el (Sinha, Ku e a 1995); (3) o sen ido mais an igo a es ado, que es á em linha com ou os abalhos cogni i amen e o ien ados sob e línguas in lexí eis (Pawelec 2009; Tabakowska 2010); (4) o uso da p eposição em o mas compos as; (5) elações com ou as p eposições que o mam conjun os composi i os ou de con as e, di idindo á ias dimensões espaciais, po exemplo, po e sus i š; 6) equência de u ilização numa ede; No en an o, não é um a o de e minan e de ido à esmagado a equência de oco ência de po quando designa elações empo ais ( e a ele ância do pa âme o pa a žemiau e abaixo po S asiūnai ė 2018; 2025). Pa a especi ica o sen ido p imá io, A. Tyle e V. E ans (2003: 52) ambém in oduzem o concei o de p o oscene, ou "uma ep esen ação men al idealizada a a és das cenas espaciais eco en es" associada a uma p eposição. Finalmen e, uma abo dagem de ca ego ia adial (Lako 1987), baseada na Teo ia de P o ó ipos de Rosch (1978), oi usada pa a explica a polissemia mo i ada de po. Den o dessa es u u a, o signi icado da pala a é es u u ado em o no de um sen ido cen al, p o o ípico, a pa i do qual ou os sen idos menos ep esen a i os se es endem de o ma não alea ó ia, o mando uma ede em ez de uma lis a de sen idos não elacionados. As ex ensões semân icas são explicadas com e e ência a ans o mações de esquema de imagem e me á o a. As ans o mações de esquema de imagem são modi icações sis emá icas de um esquema de imagem básico, como mudanças de escala, o ien ação ou pe spec i a, que são baseadas em expe iências isuais e cines ésicas eco en es. A me á o a, po sua ez, en ol e o mapeamen o da es u u a de um domínio de o igem mais conc e o pa a um domínio de al o mais abs a o (Lako , Johnson 1980; Lako 1987; Kö ecses 2010), pe mi indo que a expe iência espacial molde sen idos abs a os. Uma p eposição se e assim como "um excelen e "labo a ó io" pa a in es iga a o ma em que a expe iência espacial baseia mui os ou os ipos de concei os não-espaciais e não- ísicos" (Tyle , E ans 2003: ix). 5 3. Resul ados Es e capí ulo ap esen a as p incipais conclusões da p esen e in es igação sob e a semân ica do po. Em p imei o luga , é o necida uma isão ge al dos seus sen idos, jun amen e com as suas equências ela i as no conjun o de dados DLKT ( e quad o 1). Quad o 1. Senses de po ( eqüências ela i as) Como mos ado acima, po em seis sen idos: ês elacionados ao espaço ísico e ês elações de codi icação no espaço não ísico. Quan o à elação en e os sen idos conc e os e abs a os (31,4%, To al 1 s. 68,6%, To al 2), a p eposição pa ece p e e i ex ensões longe do espaço ísico. Além disso, o po go e na ês o mas de caso: GEN, ACC e INS, sendo o úl imo o mais dominan e com sen idos conc e os (21,4%, To al 1). GEN, em con as e, não é usado em con ex os ísicos, mas apa ece em 62,4% dos dados que se e e em a sen idos abs a os (To al 2). O ACC é mais equen e com po em con ex os ísicos do que não ísicos (10% s. 6,2%, To al 1 e To al 2, espec i amen e), p oduzindo um o al ge al de 16,2%. Além disso, em sen idos conc e os, a p eposição se combina com um subs an i o em um único caso, como mos ado em To al 3: INS (sen ido p imá io: 6,2%; cobe u a: 15,2%) ou ACC (pe asão: 10%). Em con ex os não ísicos, su gem pad ões semelhan es: GEN (consis ência empo al: 3,8%), ACC (quan idade dis ibu i a: 6,2%) e GEN (sequência empo al: 58,6%). Assim, a sequência empo al é o sen ido mais equen e no co pus compilado. As peculia idades semân icas de po, como a es ado pelos dados do DLKT, são discu idas da seguin e o ma. P imei o, o sen ido p imá io é es abelecido, e suas ex ensões em con ex os ísicos e não ísicos são examinadas. Em seguida, as elações mo i adas en e os sen idos, ou os p incipais ipos de uso, que di e em em s a us, são en a izadas como uma ede. 3.1 De inição do sen ido p imá io 3.1.1. Elemen os da P o o-escena A Figu a 1 o e ece uma imagem ap oximada da elação espacial concei ual en e duas en idades, codi icada po po e ep esen ada na p o o-escena. Casos de Sen idos subs an- i os GEN ACC INS To al de 3 1. Sen ido p imá io […] 6,2% 6,2% 2. Cobe u- a […] 15,2% 15,2% 3. Pene a- ção […]10% […]10% To al 1: (1+2+3) Sen idos conc e - os […]10% 21.4% 4. Sequênc- ia empo al 58,6% […] 58,6% 5. Consis ê- ncia empo al 3,8% […] 3,8% 6. Quan ida- de de dis ibui- ção […] 6,2% […] 6,2% 31.4% (4+5+6) To al 2: Sen idos abs a - os 62.4% 6.2% […]68.6% To al To al de 1 + 2 ge al: 62,4% 16,2% 21,4% 100% 6 Figu a 1. P o o-escena pa a cenas espaciais com po Os dados do DLKT a es am á ias ca ac e ís icas da p o o-escena associadas ao i em em es udo. P imei o, a cons ução esquemá ica codi ica a elação em que F es á localizado mais baixo do que G no espaço euclidiano ao longo de um eixo e ical: (1) […]...>mediniai ka eliai po lubų sija […]. De madei a. N.O.M.P.L. M pombos. NOM. (em inglês) Po ceiling.GEN.PL. (em inglês) F beam.INS. SG […]...> pombos de madei a sob a iga do e o […]...[…] No exemplo, sija […]beam[…], e e ido po meio de conhecimen o enciclopédico, o na-se G (uma linha em neg i o na Figu a 1), enquan o ka eliai […]do es[…], designando o limi e do espaço e ical com seu undo na ex emidade in e io , a ua como F. As en idades es ão alinhadas e icalmen e em uma o dem sequencial ( e a linha e ical queb ada na Figu a 1), en ão po implica não apenas elações geomé icas, mas ambém 1 p oximidade, o que é bem e le ido em seu uso com o ma cado de dis ância […]immedia amen e[…]. No exemplo a segui , akys […] olhos […] e kak a […] es a […] cons i uem pa e de um os o humano, de modo que a ausência de dis ância é mais como a consequência do con ex o: 2 (2) […] po kak a […] akys […]. Pô, es a. Não sei. Olho SG. NOM. PL […][…] olhos […][…] debaixo da es a […][…] No en an o, em (3) e (4), F e G não são apenas alinhados e icalmen e, mas ambém se a e am mu uamen e de ido à sua adjacência, o que é consis en e com con as uncionais ou ex a-geomé icas (Vandeloise 1991; 1994; Co en y e al. 2001). Em ou as pala as, o medicamen o en a no co po humano a a és de um b aço ligado a um go ejamen o di e amen e sob e ele, enquan o um código de compu ado localizado abaixo da o o dá in o mações sob e isso: (3) […] [ anka gulėjo] po lašeline su įsmeig a ada a enoje […]. 1 A í ulo de compa ação, no caso de žemiau, um sinônimo apa en emen e p óximo da p eposição em es udo, a localização de F[…] abaixo de G a uando como uma e e ência geomé ica não é cla amen e especi icada. É bem ilus ado pela seguin e exp essão, onde o ende eço (F) ocupa mais espaço do que o selo (G) mas é in e p e ado como abaixo apenas em elação ao limi e supe io ou in e io do selo (S asiūnai ė 2018; 2025): Žemiau paš o ženklo <...> ad esas. Abaixo do pos .GEN. Ende eço SG.NOM. SG "Um ende eço abaixo de um selo" 2 Quando po e žemiau podem se usados de o ma in e cambiá el, especialmen e em elações co po ais, eles e ocam cons uções di e en es da mesma cena espacial, c . : Suk yžia au ankas žemiau k ū inės po k ū ine. (Suk yžia au ankas žemiau k ū inės po k ū ine) C oss.PST.1SG b aço.ACC. Pelo amo de Deus. SG po pei o. INS. SG: C uzei os b aços abaixo do pei o. No exemplo dado, žemiau e le e a con igu ação espacial de dois obje os descon ínuos, ou subespaços, quando um subespaço é concei uado como sendo mais baixo do que o ou o (Šeškauskienė 2001; 2004). O Po, po ou o lado, é mais o ien ado pa a o con a o, pois os b aços se encon am na u almen e com o pei o. 7 [a m.NOM.SG men i a.PST.3SG] po go ejamen o.INS. SG com. P epa ação s ab.PST.PP.INS.SG. F agulha. INS. Veia SG. LOC. SG […][…] [o b aço] com um go ejamen o com uma agulha na eia […][…] (4) Po o og a ija p ilipin as kompiu e inis kodas <...>. Fo og a ia do INS. Glue.PST.PP.NOM.SG. (em inglês) compu ado M-NOM.SG. Código F. NOM. SG "Foi anexado um código de compu ado debaixo da o og a ia […]...[…]". Assim, na p esen e análise, a p o o-escena subjacen e à elação espacial codi icada po po, na qual F é e icalmen e in e io a G, ilus a o con eúdo menos elabo ado da p eposição em compa ação com seus ou os sen idos. No en an o, a con igüidade ou p oximidade espacial de F e G pe mi e que eles o mem uma unidade signi ica i a, suge indo uma p edisposição pa a elações uncionais. Es e ipo de p o o-escena se á a ado como o sen ido mais ep esen a i o ou p imá io de po + INS (6,2% na Tabela 1). 3.1.2. Tipos de F e G Nes a seção, os ipos de F e G ca ac e ís icos do sen ido p imá io de po são discu idos. Em p imei o luga , á ias combinações dessas en idades são ap esen adas com equências ela i as, que são pos e io men e co obo adas pelo conjun o de dados DLKL. Quad o 2. Tipos de F e G no sen ido p imá io de po ( eqüências ela i as) G Co po F humano Obje o conc e o To al 2 Co po humano 12,9% 27,4% 40,3% Obje o de conc e o 33,9% 22,6% 56,5% P ocesso de acção […] 3,2% 3,2%/ To al de 1 46,8% 53,2% 100% Como se ê na Tabela 2, um c i é io impo an e pa a a iden i icação dos sen idos p imá ios, além de seu con eúdo menos elabo ado, é o aspec o ísico de F e G. Em 53,2% dos casos ( e To al 1), G designa um obje o conc e o, enquan o nas decla ações es an es (46,8%, To al 1), é uma pessoa ou mo ologia humana. Embo a as pessoas que uncionam como G ep esen em a segunda escolha mais equen e, sua oco ência em cenas espaciais des aca o papel da expe iência co po al na es u u ação de nossa comp eensão do mundo (Gibbs 2006: 9; Roh e 2007: 25 […] 47), como a es ado po es udos de me á o a concei ual (Lako , Johnson 1980; Lako 1987; Kö ecses 2010). A Comissão conside a que a Comissão não em compe ência pa a de e mina a compa ibilidade do auxílio com o me cado in e no. No en an o, não apenas obje os conc e os, incluindo pessoas, ap esen am G no sen ido p imá io de po; A na u eza do F ambém é de ex ema impo ância. As en idades inanimadas angí eis, como seus deno ados, ep esen am 56,5% dos dados (To al 2), enquan o as pessoas e as pa es do co po humano cons i uem o segundo ipo mais equen e (40,3%, To al 2). Ações e p ocessos, cuja localização é de e minada em e e ência a um obje o conc e o, oco em em apenas 3,2% das decla ações; No en an o, nenhum co po humano é selecionado como G nes e caso (To al 2). Tendências es a ís icas mais especí icas são ainda mais ilus adas com linhas de conco dância do DLKT. Po exemplo, as pa es do co po humano, ipicamen e uncionando como G com po no sen ido p imá io, são kak a […] es a […], akys […] olhos […], blaks ienos […] pálpeb as […], k ū inė […] pei o […], e c. A posição de F é en ão omada pela mo ologia humana ambém, po exemplo, akys […]eyes[…], kumščiai […] is s[…], ankos […]a ms[…], e c. (12,9%, Tabela 2), às ezes a é o mando uma pa e in eg al de G: (5) […] po jomis [akimis] a si ado apd ibę pilki maišeliai. 3. PoINS.PL. (em inglês) [Feye.INS.PL] apa ece .PST.3PL a unda .PST.PA.NOM.PL. M cinza. NOM. PL. Bagagem M.DIM-NOM. PL 8 Sacos cinzen os apa ece am sob os olhos a undados. En idades inanimadas, po exemplo, akmenys […]ped as[…], pama as […]pedos[…], laip ai […]escada[…], kilimas […]ca pe e[…] ou kelias […], quando usadas com ca ac e ís icas humanas, especialmen e kojos […]pe nas[…], azem o deno a o mais equen e de G (33,9%, Tabela 2). 3 Ou os obje os ísicos ambém podem unciona como G, de e minando assim a localização de pessoas ou elemen os da ana omia humana (27,4%, Tabela 2): (6) P ie šil o ė o šono p isiglaudęs. Po es elas lie umi. - Pe o. P epa ação quen e. GEN.SG. O pai M.GEN. lado SG.GEN. SG snuggle.PST.PA.NOM.SG. (em inglês) M po es ela. GEN. P.L. Rain. INS. (em inglês) S.G. A aconchega -se con a o pai calo oso. Sob uma chu a de es elas. Além disso, quando um obje o conc e o, po exemplo, ka nizas […] uma co niza […], a b aila […] uma bo da […], e c., é usado como G, uma ampla gama de en idades angí eis uncionam como F (22,6%, Tabela 2): (7) Landa dešinėje, po a b aila <...>. Hole.NOM. (Hole.NOM) (Hole.NOM) (Hole.NOM) (Hole.NOM) (Hole.NOM) (Hole.NOM) (Hole.NOM) (Hole.NOM) (Hole.NOM) (Hole.NOM) (Hole.NOM) (Hole.NOM) (Hole.NOM) (Hole.NOM) (Hole.NOM) (Hole.NOM) (Hole.NOM) (Hole.NOM) (Hole.NOM) (Hole.NOM) (Hole.NOM) (Hole.NOM) (Hole.NOM) (Hole.NOM) (Hole.NOM) (Hole.NOM) (Hole.NOM) (Hole.NOM) (Hole.NOM) (Hole.NOME) (Hole.NOM) (Hole.NOME) (Hole.N.N. SG à di ei a. LOC po ledge.INS. (em inglês) SG "O bu aco es á à di ei a, debaixo da bo da". En idades conc e as na posição de G ambém podem apa ece com um ipo dinâmico de F sem a e a a in e p e ação do sen ido p imá io (3,2%, Tabela 2): (8) <...> aganius sugebėjo kils elė i ielas i spjo ė po jomis. O mágico. NOM. SG ge encia . PST-3SG ele ação. INF wi e.ACC. (em inglês) e PL. CONJ spi .PST.3SG po 3PL. (em inglês) INS O mágico le an ou os ios e cuspiu debaixo deles. Assim, á ios ipos de F e G, dispos os sequencialmen e ao longo de uma linha e ical, apa ecem na p o o-escena subjacen e à elação espacial codi icada po po. No en an o, a ipicidade do sen ido é e o çada pelo aspec o ísico das en idades en ol idas. Além disso, se á mos ado como os signi icados menos ípicos, ou ipos de uso, es ão elacionados a es e sen ido ans o mando-o de di e en es manei as. 3.2 Cobe u a O sen ido de cobe u a de po + INS é o mais equen e em con ex os ísicos, oco endo em 15,2% dos dados DLKT (Tabela 1). P ese a a con igu ação espacial das en idades do sen ido p imá io, com F posicionada abaixo e di e amen e abaixo de G ao longo de um eixo e ical, en a izando o pon o inal do mo imen o (9) ou as elações es á icas (10): […]...> paėmiau peilį i s iedžiau po s alu. Pegue. PST.1SG aca. ACC. (em inglês) e SG. CONJ lança .PST.1SG po abela.INS. Ti ei uma aca do a má io e joguei-a debaixo da mesa. (10) Gulėdamas po an klode, Vi ginijus įsiklausė. Lie.CVB.SG. (em inglês) M po cobe o . INS. SG Vi ginijus.NOM. (em inglês) SG lis en.PST.3SG […]Vi ginijus man e e as o elhas abe as dei ado debaixo do cobe o . […] O que dis ingue a es u u a semân ica do sen ido p imá io, no en an o, é a in e ação uncional ou ex a-geomé ica en e as en idades. Em ou as pala as, G, concei uado como um obje o bidimensional, pode cob i F, que é meno ou pelo menos do mesmo amanho e posicionado di e amen e abaixo dele. Pa a isso, G ambém de e se pa alelo a F, como ilus ado nos seguin es exemplos: (11) Mo e is sėdėjo po pa eikslu. Mulhe . NON. SG si .PRS.3SG po imagem.INS. SG 3 Tais combinações são impossí eis com žemiau, o que eque um a anjo mais di uso e li e de con a o de F em elação a G, po exemplo: : <...> *žemiau kojos po kojomis plikas cemen as, o ne pu us kilimas. *Jemiau pé. GEN. PL po oo .INS. P.L.N.O.M.S.G. Cimen o M.NOM. SG, mas. O CONJ não. NEG lu y.NOM.SG. (em inglês) M ape e. NOM. (em inglês) SG Cimen o nu, mas não um ape e o o, abaixo dos pés. 9 A mulhe es a a sen ada debaixo do quad o. Kažkas aus a gulėjo an šaliga io po mano ba u (12) INDEF. Quem é? NOM co -de- osa. NOM.SG. (em inglês) F lie.PST.3SG ligado. P epa ação do pa imen o. SG po 1SG. (em inglês) Sapa os GEN.INS. SG "Algo osa es a a dei ado no pa imen o debaixo do meu sapa o". (11) ilus a o sen ido p imá io de po: a imagem, concei uada como um obje o bidimensional, pendu a pe pendicula men e na pa ede em elação à mulhe e, po an o, não a cob e, mas apenas indica sua localização em p oximidade. Em (12), po ou o lado, a p eposição é usada no sen ido de cobe u a, pois o sapa o ocupa uma posição pa alela e bidimensional di e amen e acima de algo osa, p esumi elmen e meno , eduzindo assim sua exposição ou isibilidade. Nas seguin es linhas de conco dância, mesmo que a e a e a água cons i uam massas con ínuas, apenas suas supe ícies ho izon ais bidimensionais es ão me onimicamen e en ol idas no p ocesso de concei uação: (13) […] gynėjai būs inę įsi engė olose giliai po žeme […]. De ende . NOM. (nome do de enso ) Sede da PL.ACC. RFL.se .PST.3PL SG ca e.LOC. (em inglês) PL p o undo. ADV po g ound.INS. (em inglês) SG […][…] os de enso es cons uí am qua éis em ca e nas p o undamen e debaixo do solo […][…] […]... (14) ji nug imzdo po okeanu. 3.NOM.SG. (em inglês) F sink.PST.3SG po oceano.INS. (em inglês) SG Ela a undou no oceano. Como mos ado pelo ad e bio giliai […] p o undamen e […] e o e bo (nu) g imz i […] a unda […], pis as con ex uais apoiam ainda mais a in e p e ação de po como exp essando uma elação de cobe u a. Ou os e bos, po exemplo, slypė i […]lu k[…], ding i […]disappea […], (pa)(si)kiš i […]pu onesel /some hing unde some hing[…], (pa)slėp i(s) […]hide somebody/some hing/onesel […], (pa)laido i […]bu y[…], e c., são igualmen e indicado es signi ica i os, alinhando-se com V. Amb azas (2006: 298) que obse a a mesma con ibuição semân ica do p e ixo pa-: […]...> o og a ia, ūnan i (...) po celo ano plė ele mažame albumėlyje […]. Fo og a ia. NOM. S.G. lu k.PRS.PA.NOM.S.G. (em inglês) F po celophane.GEN. (em inglês) olha SG.DIM.INS. SG pequeno.LOC.SG. Álbum M.DIM.LOC. (em inglês) SG […]...> uma o og a ia escondida debaixo de uma olha de celo ane num pequeno álbum […]. […] […]...> šaknys palindusios po pi kios pama ais. Roo .NOM. (Ro .NOM) (Ro .NOM) (Ro .NOM) (Ro .NOM) (Ro .NOM) (Ro .NOM) (Ro .NOM) (Ro .NOM) (Ro .NOM) (Ro .NOM) (Ro .NOM) (Ro .NOM) (Ro .NOM) (Ro .NOM) (Ro .NOM) (Ro .NOM) (Ro .NOM) (Ro .NOM) (Ro .NOM) (Ro .NOM) (Ro .NOM) (Ro .NOM) (Ro .NOM) (Ro .NOM) (Ro .NOM) (Ro .NOM) (Ro .NOM) (Ro .NOM) (Ro .NOME) (Ro .NOME) (Ro .NOME) (Ro .NOME) (Ro .NOME) (Ro .NOME) (Ro .NOME) (Ro .NOME) (Ro .NOME) (Ro .NOME) (Ro Bu y.PRS.PA.NOM.PL. (em inglês) F po co age.GEN. (em inglês) Fundação SG.INS. As aízes o am en e adas sob as undações da cabana. Adje i os, como neįskai omas […]undeciphe able[…], ou subs an i os, po exemplo, užklo as […]bedco e […], slėp u ė […]hiding place[…], ambém oco em equen emen e com po pa a ansmi i cobe u a: (17) […] s i i po uo palaikiu užklo u[…]...>. Fica quie o. INF po DEM.INS.SG. M hin.INS. (em inglês) Cobe o de cama SG. INS. SG […]...[…] congela debaixo daquele cobe o ino […]. […] […]...> š iesios akys neįskai omos po ilgais ki pčiukais. Ligh .NOM.PL. (em inglês) F olho. NOM. NEG. PL deci á el. NOM. PL. F po long.INS.PL. M inge.INS. (em inglês) PL Os olhos cla os e am indeci á eis sob um longo cabelo anja. Assim, a con igu ação sucessi a das en idades ao longo de uma linha e ical é p ese ada, mas mudanças na dimensionalidade e o ien ação de G azem com que F ocupe uma posição de exposição eduzida. Es a modi icação e o ça uma in e ação uncional já la en e, suge indo que o sen ido de cobe u a de po + INS é de i ado do sen ido p imá io. 3.3 Pene ação Po + ACC mani es a um sen ido de pene ação que ambém pe ence ao espaço ísico (10%, Tabela 1). O que se o na salien e na es u u a semân ica, no en an o, é o mo imen o dis ibuído de F sob e G: 16 REFERENCES Amb azas Vy au as, ed., 2005: Daba inės lie u ių kalbos g ama ika [G amma o he Con empo a y Li huanian Language], 4 h ed., Vilnius: Mokslo i enciklopedijų leidybos ins i u as. Amb azas Vy au as 2006: Lie u ių kalbos is o inė sin aksė [His o ical Syn ax o he Li huanian Language], Vilnius: Lie u ių kalbos ins i u as. A hanasopoulos Panos 2017: Language Al e s Ou Expe ience o Time. – Con e sa ion, June 13. In e ne Access: h ps:// hecon e sa ion.com/language-al e s-ou - expe ience-o - ime- 76761? bclid=IwAR0_clgcDwx53lAnM6xg j6gVHy1hFXpgmHNu D2eLAMSWoks YDU_Y V aU [accessed 05.11.2025]. Be g-Olsen S u la 2004: The La ian Da i e and Geni i e: A Cogni i e G amma Accoun : PhD disse a ion, Oslo: Oslo Uni e si y P ess. Bo odi sky Le a, Fuh man O ly, McCo mick Kelly 2011: Do English and Chinese Speake s Think Abou Time Di e en ly? – Cogni ion 118, 123–129. 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