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Inclusão e acessibilidade comunicacional na Educação Matemática: a ponteira da cabeça como recurso pedagógico

ROCHA, Rosinalva Neres Rocha

Abstract

Este relato de experiência apresenta uma prática pedagógica desenvolvida em uma escola pública do nordeste mineiro, no componente curricular de Matemática, com uma estudante do 2º ano do Ensino Médio com paralisia cerebral em nível tetraplégico, caracterizada por mobilidade reduzida nos quatro membros e comunicação alternativa baseada em movimentos oculares e gestuais mínimos. A inclusão de estudantes com deficiência, especialmente daqueles com limitações motoras severas, requer reorganizações didáticas que assegurem acessibilidade comunicacional e participação efetiva nos processos de aprendizagem. Diante desse contexto, a proposta teve como objetivo promover a autonomia funcional da estudante por meio do uso da ponteira de cabeça como tecnologia assistiva de baixo custo, possibilitando sua interação com conteúdos matemáticos de forma significativa. A experiência foi realizada com base em uma abordagem metodológica qualitativa, inspirada nos princípios da Educação Matemática Crítica e nos referenciais da etnomatemática e da inclusão escolar. O percurso pedagógico envolveu atividades sobre geometria plana, plano cartesiano e simetrias, utilizando materiais táteis, recursos visuais ampliados, instrumentos adaptados e mediação docente articulada à colaboração entre pares. Como resultado, observou-se o fortalecimento do vínculo entre a estudante, os conteúdos e os colegas de turma, além da ampliação de suas possibilidades expressivas e cognitivas no campo da Matemática. Conclui-se que práticas planejadas com intencionalidade inclusiva, mediação sensível e dispositivos acessíveis podem ressignificar os processos de ensino e aprendizagem, consolidando o direito à educação com equidade e dignidade.

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VII SEMINÁRIO DE ESCRITAS E LEITURAS EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA (VII SELEM) Anais do VII Seminário de Escrita e Leitura em Educação Matemática. Belo Horizonte. p. 1-X, 2025. INCLUSÃO E ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: a ponteira de cabeça como recurso pedagógico Rosinalva Neres Rocha1 Mestre em Educação pela Universidade Federal de Lavras - Ufla [email protected] Resumo: Este relato de experiência apresenta uma prática pedagógica desenvolvida em uma escola pública do nordeste mineiro, no componente curricular de Matemática, com uma estudante do 2º ano do Ensino Médio com paralisia cerebral em nível tetraplégico, caracterizada por mobilidade reduzida nos quatro membros e comunicação alternativa baseada em movimentos oculares e gestuais mínimos. A inclusão de estudantes com deficiência, especialmente daqueles com limitações motoras severas, requer reorganizações didáticas que assegurem acessibilidade comunicacional e participação efetiva nos processos de aprendizagem. Diante desse contexto, a proposta teve como objetivo promover a autonomia funcional da estudante por meio do uso da ponteira de cabeça como tecnologia assistiva de baixo custo, possibilitando sua interação com conteúdos matemáticos de forma significativa. A experiência foi realizada com base em uma abordagem metodológica qualitativa, inspirada nos princípios da Educação Matemática Crítica e nos referenciais da etnomatemática e da inclusão escolar. O percurso pedagógico envolveu atividades sobre geometria plana, plano cartesiano e simetrias, utilizando materiais táteis, recursos visuais ampliados, instrumentos adaptados e mediação docente articulada à colaboração entre pares. Como resultado, observou-se o fortalecimento do vínculo entre a estudante, os conteúdos e os colegas de turma, além da ampliação de suas possibilidades expressivas e cognitivas no campo da Matemática. Conclui-se que práticas planejadas com intencionalidade inclusiva, mediação sensível e dispositivos acessíveis podem ressignificar os processos de ensino e aprendizagem, consolidando o direito à educação com equidade e dignidade. Palavras-chave: Inclusão escolar; Paralisia cerebral; Ponteira de cabeça; Educação Matemática crítica; Acessibilidade comunicacional. VII SEMINÁRIO DE ESCRITAS E LEITURAS EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA (VII SELEM) Anais do VII Seminário de Escrita e Leitura em Educação Matemática. Belo Horizonte. p. 1-X, 2025. 1 Introdução A efetivação do direito à educação de estudantes com deficiência pressupõe o reconhecimento de que a simples presença física na escola não garante, por si só, o acesso à aprendizagem e à participação significativa nas práticas escolares. Exige-se, nesse sentido, uma reconfiguração dos processos pedagógicos, das interações e dos recursos didáticos, de modo a assegurar a acessibilidade comunicacional, física e atitudinal, conforme preconiza a legislação brasileira e os estudos sobre educação inclusiva (Brasil, 2017). Tal reorganização pedagógica demanda rupturas com modelos homogêneos de ensino, ancorando-se no entendimento de que a diferença não constitui um obstáculo a ser superado, mas uma condição legítima e constitutiva da experiência escolar. No contexto da Educação Matemática, essa exigência adquire contornos ainda mais complexos, uma vez que a disciplina é historicamente marcada por práticas transmissivas, linguagem simbólica densa e forte abstração conceitual, o que pode ampliar barreiras para estudantes com deficiência, sobretudo aqueles com paralisia cerebral. Caracterizada por comprometimentos motores e, em muitos casos, por dificuldades na comunicação oral e escrita, a paralisia cerebral impõe desafios singulares à participação ativa nas atividades escolares, especialmente quando os recursos pedagógicos e os ambientes de aprendizagem não são adaptados às necessidades específicas desses sujeitos (Sassaki, 2005; Oliveira; Bersch, 2010). Este relato descreve uma experiência pedagógica desenvolvida no componente de Matemática com uma estudante do 2º ano do Ensino Médio em uma escola pública do nordeste mineiro, com paralisia cerebral tetraplégica e comunicação alternativa. A intervenção teve como foco o uso da ponteira de cabeça, dispositivo de tecnologia assistiva de baixo custo, como estratégia de acessibilidade comunicacional para viabilizar sua VII SEMINÁRIO DE ESCRITAS E LEITURAS EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA (VII SELEM) Anais do VII Seminário de Escrita e Leitura em Educação Matemática. Belo Horizonte. p. 1-X, 2025. participação nas atividades escolares. A proposta buscou não apenas favorecer o acesso ao conteúdo matemático, mas também ampliar as formas de envolvimento da estudante nos processos de resolução de problemas, respeitando seu ritmo, sua corporeidade e suas possibilidades expressivas. Ao integrar a ponteira de cabeça como recurso didático e comunicacional, a prática permitiu que a aluna realizasse registros gráficos, interagisse com os colegas e participasse ativamente da construção dos saberes matemáticos, por meio de materiais táteis, visuais e de mediação coletiva. Trata-se, portanto, de uma experiência que tensiona os modelos tradicionais de ensino, convocando a escola a reconhecer os modos múltiplos de aprender e ensinar, e a ressignificar suas práticas em favor da equidade, da dignidade e da presença ativa de todos os sujeitos. 2 Objetivo Descrever uma prática pedagógica de Educação Matemática voltada à inclusão de uma estudante com paralisia cerebral tetraplégica, matriculada no 2º ano do Ensino Médio de uma escola pública do nordeste mineiro. A proposta teve como finalidade garantir a acessibilidade comunicacional da aluna, por meio do uso da ponteira de cabeça como tecnologia assistiva de baixo custo, viabilizando sua participação nas atividades escolares. 3 Descrição e análise da experiência (contexto e envolvidos) A experiência pedagógica foi realizada em uma escola pública estadual localizada no nordeste mineiro, com uma turma do 2º ano do Ensino Médio. A proposta teve como foco a inclusão de uma estudante com paralisia cerebral tetraplégica, que se comunica por VII SEMINÁRIO DE ESCRITAS E LEITURAS EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA (VII SELEM) Anais do VII Seminário de Escrita e Leitura em Educação Matemática. Belo Horizonte. p. 1-X, 2025. meio de movimentos controlados da cabeça e expressões faciais. Desenvolvida no componente curricular de Matemática, a prática teve como objetivo garantir a participação ativa da estudante por meio do uso da ponteira de cabeça como tecnologia assistiva de baixa complexidade, assegurando acessibilidade comunicacional, autonomia funcional e engajamento significativo com os conteúdos escolares. Importa destacar que todas as atividades foram realizadas no ambiente da sala de aula regular, com o acompanhamento e a participação ativa dos colegas da turma, reforçando o princípio de inclusão como presença efetiva no cotidiano pedagógico e não como atendimento paralelo ou segregado. A experiência foi conduzida de forma integrada ao planejamento da professora regente e articulada à equipe pedagógica da escola. Posteriormente, a prática foi socializada em reunião coletiva com os demais docentes, acompanhada de registros fotográficos e relatório reflexivo, o que favoreceu a disseminação de estratégias inclusivas entre os profissionais da instituição. O recurso assistivo foi integrado a um conjunto de estratégias pedagógicas planejadas com base nas competências da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e do Currículo Referência de Minas Gerais (CRMG), com ênfase nos conteúdos de geometria plana, plano cartesiano e simetrias. As atividades envolveram diferentes linguagens: tátil, visual e digital, e foram adaptadas às possibilidades expressivas e motoras da estudante, respeitando seus tempos, sua corporeidade e suas formas próprias de se relacionar com o conhecimento. Quadro 1 – Ações desenvolvidas, formas de participação e estratégias de mediação Ações Desenvolvidas Descrição da Participação da Estudante Estratégias de Mediação Localização de pontos em plano cartesiano ampliado Sinalização com movimentos mínimos da ponteira de cabeça em direção aos pontos Registro realizado por colega, com conferência da estudante por aproximação do olhar ou leve VII SEMINÁRIO DE ESCRITAS E LEITURAS EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA (VII SELEM) Anais do VII Seminário de Escrita e Leitura em Educação Matemática. Belo Horizonte. p. 1-X, 2025. Ações Desenvolvidas Descrição da Participação da Estudante Estratégias de Mediação indicados, com base em estímulos visuais inclinação da ponteira Identificação de figuras geométricas planas Escolha entre alternativas visuais (cartões com figuras) com auxílio da ponteira e validação não verbal Apresentação de opções em suporte rígido e colorido, com tempo ampliado para resposta e acompanhamento atencioso dos movimentos Resolução colaborativa de problemas sobre simetria e paralelismo Participação na leitura de enunciados e na seleção de respostas, com base em pistas visuais e apoio dos colegas Leitura mediada, uso de imagens ampliadas e validação por aproximação da ponteira em direção às alternativas Interação com plataforma digital acessível Indicação de respostas em quiz digital com tela sensível ao toque, utilizando movimentos direcionais com a ponteira Configuração de botões de fácil alcance e ampliação dos elementos visuais na interface digital Fonte: Planejamento da gestora da escola em parceria com a Professora de Apoio à Comunicação, Linguagem e Tecnologia Assistiva da aluna (2025). O Quadro 2 sintetiza as ações pedagógicas desenvolvidas ao longo da intervenção, evidenciando como a participação da estudante com paralisia cerebral foi viabilizada por meio de estratégias acessíveis e mediadas com intencionalidade didática. Ainda que a aluna apresentasse restrições motoras severas e ausência de comunicação oral, o uso da ponteira de cabeça possibilitou sua inserção em situações de aprendizagem ativas, respeitando seu tempo de resposta, suas possibilidades expressivas e seu protagonismo. As práticas descritas demonstram que o desenvolvimento de habilidades previstas no currículo, como a localização de pontos no plano cartesiano, o reconhecimento de figuras geométricas e a identificação de simetrias, pode ser alcançado por meio de interações responsivas, apoio colaborativo e mediações sensíveis à diferença. Assim, a presença da estudante não se limitou à observação passiva, mas foi ressignificada como VII SEMINÁRIO DE ESCRITAS E LEITURAS EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA (VII SELEM) Anais do VII Seminário de Escrita e Leitura em Educação Matemática. Belo Horizonte. p. 1-X, 2025. participação cognitiva e comunicacional legítima, promovendo uma experiência inclusiva ancorada no direito à aprendizagem com qualidade. A análise das estratégias de mediação revela o papel fundamental da equipe pedagógica e da turma na constituição de um ambiente de ensino acessível, ético e afetivamente acolhedor. Tais condições foram determinantes para garantir não apenas a permanência da estudante, mas também sua inserção nos processos de construção do conhecimento, de modo a reafirmar que a inclusão plena requer reorganizações didáticas comprometidas com o currículo, com a equidade e com a escuta ativa dos sujeitos escolares. A experiência, ao acontecer no contexto da sala comum e ser vivenciada coletivamente, reafirma que a inclusão efetiva se materializa no cotidiano compartilhado da escola, quando todos os sujeitos com ou sem deficiência participam ativamente do processo de ensinar e aprender. A socialização da prática entre os professores representou um passo importante na consolidação de uma cultura institucional mais aberta à diversidade, demonstrando que as tecnologias assistivas, quando aliadas a mediações qualificadas, ampliam os sentidos da docência e ressignificam o próprio currículo. Nesse contexto, torna-se fundamental evidenciar que a prática não apenas promoveu a participação da estudante com deficiência, mas também garantiu sua inserção nos objetivos de aprendizagem previstos para o componente curricular, sem diluição de conteúdos ou redução de expectativas. As atividades propostas foram planejadas com base em habilidades específicas da BNCC e do Currículo Referência de Minas Gerais, respeitando os direitos de aprendizagem e a terminalidade escolar com qualidade. O Quadro 1 a seguir sintetiza as habilidades mobilizadas ao longo da intervenção, demonstrando que a inclusão, quando efetivamente incorporada ao cotidiano da sala de aula, é plenamente compatível com a excelência pedagógica. VII SEMINÁRIO DE ESCRITAS E LEITURAS EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA (VII SELEM) Anais do VII Seminário de Escrita e Leitura em Educação Matemática. Belo Horizonte. p. 1-X, 2025. Quadro 2 - habilidades mobilizadas durante a intervenção Habilidades Descrição EF06MA25 Reconhecer figuras planas em diferentes posições e descrições orais, visuais ou escritas. EF07MA20 Identificar simetrias em figuras planas por meio de dobraduras e espelhamentos EM13MAT302 Utilizar o plano cartesiano na modelagem e resolução de problemas geométricos. Fonte: Planejamento da gestora da escola em parceria com a Professora de Apoio à Comunicação, Linguagem e Tecnologia Assistiva da aluna (2025). A mobilização das habilidades descritas no Quadro 1 evidencia o compromisso da prática pedagógica com a garantia do direito à aprendizagem e à terminalidade escolar de estudantes com deficiência, conforme estabelecido na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/96), na Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008) e na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Ao desenvolver atividades que contemplaram o reconhecimento de figuras planas (EF06MA25), a identificação de simetrias (EF07MA20) e o uso do plano cartesiano na resolução de problemas (EM13MAT302), a proposta assegurou o acesso da estudante a conteúdos que são estruturantes no desenvolvimento do raciocínio geométrico e espacial ao longo da Educação Básica. Tais habilidades não foram apenas abordadas de forma adaptada, mas tratadas com o mesmo rigor conceitual aplicado aos demais estudantes da turma, garantindo a qualidade da experiência de aprendizagem sem diluição de conteúdos. A mediação cuidadosa, o uso de recursos acessíveis e a integração da ponteira de cabeça como dispositivo de interação direta permitiram que a estudante com paralisia cerebral realizasse registros, elaborasse VII SEMINÁRIO DE ESCRITAS E LEITURAS EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA (VII SELEM) Anais do VII Seminário de Escrita e Leitura em Educação Matemática. Belo Horizonte. p. 1-X, 2025. respostas e participasse ativamente das situações-problema propostas. Assim, assegurou-se não apenas sua permanência na escola, mas também o direito de avançar nas etapas da escolarização com aprendizagens significativas e reconhecidas, condição indispensável à terminalidade com dignidade e equidade, conforme previsto nas diretrizes da educação inclusiva. Nesse sentido, a experiência demonstra que é possível garantir a qualidade do ensino de Matemática em contextos inclusivos, desde que haja intencionalidade pedagógica, respeito às singularidades e investimento em estratégias que reconheçam a diferença como valor. A aprendizagem da estudante não foi entendida como exceção ou como adaptação periférica, mas como parte integrante da construção coletiva do conhecimento, evidenciando que a presença com participação qualificada é elemento central na consolidação do direito à educação para todos. Considerações finais A experiência relatada reafirma o potencial das tecnologias assistivas de baixo custo, como a ponteira de cabeça, na constituição de práticas pedagógicas comprometidas com a equidade, a acessibilidade comunicacional e a valorização da diferença como princípio educativo. Ao promover o engajamento significativo de uma aluna com paralisia cerebral tetraplégica nas aulas de Matemática, a proposta demonstrou que a efetivação da inclusão escolar depende menos da superação individual das limitações e mais da construção de mediações sensíveis, coletivas e responsivas. Mesmo diante de restrições motoras severas e da ausência de fala, a aluna foi capaz de construir sentidos, realizar escolhas e participar das situações didáticas por meio de gestos mínimos e olhares mediados pela ponteira. Tais formas de expressão, muitas vezes VII SEMINÁRIO DE ESCRITAS E LEITURAS EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA (VII SELEM) Anais do VII Seminário de Escrita e Leitura em Educação Matemática. Belo Horizonte. p. 1-X, 2025. invisibilizadas por práticas convencionais, evidenciam que a aprendizagem se concretiza em múltiplas linguagens, todas legítimas, quando reconhecidas pelo espaço escolar. Ao romper com lógicas excludentes e ampliar os modos de ensinar e aprender, a experiência ressignifica a função social da escola pública e convida a repensar os próprios fundamentos do que se entende por currículo e qualidade. Não se trata apenas de incluir, mas de reinventar os sentidos da educação, abrindo espaço para uma escola que acolhe, escuta e reconhece cada sujeito em sua inteireza. REFERÊNCIAS BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2017. Disponível em: https://basenacionalcomum.mec.gov.br/. Acesso em: 10 mai. 2025. BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Brasília: MEC/SEESP, 2008. BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, 23 dez. 1996. MINAS GERAIS. Secretaria de Estado de Educação. Currículo Referência de Minas Gerais: Etapa Ensino Médio. Belo Horizonte: SEE/MG, 2018. Disponível em: https://www.curriculoreferencia.mg.gov.br/. Acesso em: 10 mai. 2025. OLIVEIRA, Rosita Edler de; BERSCH, Rita. Tecnologias assistivas, acessibilidade e inclusão. Porto Alegre: Pallotti, 2010. SASSAKI, Romeu Kazumi. Inclusão: construindo uma sociedade para todos. 6. ed. Rio de Janeiro: WVA, 2005.