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A CONTRIBUIÇÃO DA EQUIPE MULTIDISCIPLINAR NA APLICAÇÃO DOS CUIDADOS PALIATIVOS NOS PACIENTES CRÍTICOS EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA

Maxine, Aguiar Damasceno

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Revista Brasileira Método Científico TIPO: Artigo original PUBLICADO: 21 de Novembro de 2025 . DOI: 10.5281/zenodo.17432721 EDITADO POR Edson Silva-Filho REVISADO POR Donato Braz Junior e Juliana Guimarães RECEBIDO: 24 de Outubro de 2025 ACEITO: 09 de Novembro de 2025 PUBLICADO: 21 de Novembro de 2025 COPYRIGHT © 2025. Este é um artigo de acesso aberto distribuído sob os termos da Licença de Atribuição Creative Commons (CCBY). O uso, distribuição ou reprodução em outros fóruns é permitido, desde que o(s) autor(es) original(is) e o(s) proprietário(s) dos direitos autorais sejam creditados e que a publicação original neste periódico seja citada, de acordo com a prática acadêmica aceita. Não é permitido uso, distribuição ou reprodução que não esteja em conformidade com esses termos. A CONTRIBUIÇÃO DA EQUIPE MULTIDISCIPLINAR NA APLICAÇÃO DOS CUIDADOS PALIATIVOS NOS PACIENTES CRÍTICOS EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA Maxine Aguiar Damasceno1, Lucas Spadoni Tavares2 ¹ Mestrado Profissional em Terapia Intensiva ² Orientador RESUMO Os cuidados paliativos são uma abordagem de saúde integral$direcionados aos pacientes críticos que não há mais possibilidade de cura. Uma equipe multidisciplinar é fundamental na reabilitação destes indivíduos, onde cada vez mais buscam aplicar essa$assistência ao paciente incurável para oferecer dignidade e diminuição de sofrimento. O objetivo deste estudo é analisar a eficácia dos cuidados paliativos realizados pela equipe multidisciplinar nos pacientes críticos em unidade de terapia intensiva. Trata-se de uma revisão bibliográfica realizada por meio de publicações científicas no SciELO (Scientific Eletronic Library Online), Bireme (Biblioteca Virtual em Saúde), PubMed (Publisher Medline), MEDLINE (Medical Literature Analysis and Retrieval System Online) e LILACS (Literatura latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde). No final da procura, resultou-se na seleção de 26 artigos, contudo apenas 11 entraram neste estudo conforme os critérios de inclusão e exclusão que foram estabelecidos especificamente. A prática dos cuidados paliativos demonstrou eficácia nos redução das dores, auxílio na independência funcional, redução das complicações osteomioarticulares, da fadiga e melhora da função pulmonar dos pacientes críticos em unidade de terapia intensiva. Uma diminuição nos custos hospitalares também ocorre quando há uma intervenção precoce, além de promover uma melhora na qualidade de vida dos pacientes internados. Palavras-chave: Cuidados Paliativos; Paciente Crítico; Tratamento. Revista Brasileira Método Científico 1 revistabrasileirametodocientifico.com INTRODUÇÃO Os cuidados paliativos são um conjunto de abordagens terapêuticas da área da medicina que atuam não apenas na cura da patologia, mas na melhora psicossocial, espiritual e redução dos sintomas físicos nos pacientes graves, crônicos ou em estágio avançado. Os médicos, fisioterapeutas, enfermeiros, nutricionistas e terapeutas ocupacionais fazem parte da equipe multidisciplinar que adotam ações nesse processo voltados na melhora da qualidade de vida. (Telles, 2024) O apoio da assistência multidisciplinar para tornar o processo de morte menos sofrido e mais digno nas unidades de terapia intensiva cada vez mais está sendo implementada aos pacientes críticos. Os cuidados paliativos tem o intuito de gerar um equilíbrio entre medidas paliativas e curativas neste âmbito hospitalar, possibilitando um maior conforto aos que enfrentam problemas referentes a uma patologia com risco de vida. (Barbosa et al., 2021) A equipe multidisciplinar na UTI com os cuidados paliativos acrescenta de modo significativo nas patologias que os pacientes estão em um estágio de fim de vida. Há distintas técnicas ofertadas para atender as necessidades destes pacientes que se encontram vulneráveis aos transtornos psicológicos, principalmente devido às intensas dores. Esta atuação tem a proposta de uma amenização da sintomatologia, oferecendo uma melhor qualidade de vida para os pacientes. Os investimentos na formação profissional inicial e de educação permanentes referentes aos cuidados paliativos ainda são importantes, visto que, este suporte ainda é escasso no âmbito hospitalar (Marcucci et al., 2016) Justifica-se o tema devido à importância de um cuidado mais humanista e integrado no tratamento dos pacientes sem possibilidade de cura em UTI, tendo o intuito de reduzir os sintomas. Uma abordagem humanista nas intervenções dos pacientes críticos cada vez mais está sendo implantada nas unidades de terapia intensiva com o intuito de reduzir os sintomas e na melhora da qualidade de vida. Esses cuidados paliativos têm sido apontados como um fator importante para criar um vínculo de adesão ao tratamento proposto ao paciente, buscando a compreender a vida do indivíduo. O objetivo deste estudo é analisar a eficácia dos cuidados paliativos realizados pela equipe multidisciplinar nos pacientes críticos em unidade de terapia intensiva. Além de apresentar o conceito desta abordagem terapêutica realizadas pela equipe multidisciplinar nos pacientes críticos internados. R Bras. Met. Cient 2 revistabrasileirametodocientifico.com FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Paciente Crítico em Unidade de Terapia Intensiva Os pacientes que se encontram com instabilidade fisiológica ou de alto risco clínico são encaminhados para a unidade de terapia intensiva, sendo este um ambiente hospitalar com equipamentos modernos e uma assistência ininterrupta. Esta área especializada do hospital possibilita investigações criteriosas de diagnósticos e intervenções complexas para os pacientes graves. (Marques; Pimentel, 2022) Os equipamentos de suporte avançado nas unidades de terapia intensiva favorecem um atendimento qualificado aos pacientes graves ou com risco de morte. Aponta-se que no período da internação, aproximadamente 15 a 35% dos pacientes admitidos na UTI vão a óbito. Os pacientes em estado crítico recebem os cuidados paliativos e curativos desde a admissão neste ambiente. (Monteiro et al., 2016) As condições clínicas dos pacientes críticos internados em fase final de vida frequentemente apresentam indicadores como cianose, ausência de pulso periférico, fraqueza muscular, inabilidade de fechar os olhos, diminuição da funcionalidade e mudança do padrão respiratório. Os profissionais da equipe multidisciplinar por meio dos cuidados paliativos aplicam abordagens terapêuticas com o intuito de otimizar o controle dos sintomas, promovendo maior conforto aos pacientes e aos familiares. (TELLES, 2024) Para Barbosa et al., (2020) todo paciente admitido em uma unidade de terapia intensiva deve receber cuidados com um maior conforto e uma monitorização contínua. Este serviço hospitalar com assistência ininterrupta integra equipamentos técnicos avançados que permitem oferecer um suporte adequado aos pacientes que se encontram em situação grave. As decisões referentes aos cuidados no final de vida na UTI direcionam para a necessidade de definir prioridades em torno desse momento crítico, quando é preciso analisar a relação do cuidado paliativo na ocasião de decidir por limitar o suporte de vida. (Pegoraro; Paganini, 2019) Cuidados Paliativos Conceito O professor Marco Túlio de Assis Figueiredo foi um dos pioneiros a disseminar o conhecimento dos cuidados paliativos por meio de cursos e atendimento na década de 90 na Universidade Federal de São Paulo. Apesar desta prática integrativa ainda ser pouco consolidada no R Bras. Met. Cient 3 revistabrasileirametodocientifico.com Brasil, cada vez mais ela está sendo promovida e evidenciada por equipes multiprofissionais de saúde em unidades de terapia intensiva nos pacientes em estado crítico. (Silva et al., 2022) O termo paliativo tem origem no latim, pallium, que em teoria expressa “coberto com capa”, “manto”. Os romeiros ou peregrinos utilizavam o manto para se defender e preservar das adversidades no decorrer das viagens a caminho dos templos religiosos. Quanto ao cuidado paliativo, tem-se o propósito resguardar os pacientes do suplício, propiciando sua integridade como ser humano até o fim da vida dele. Essa assistência nos pacientes em fase terminal é composta por uma equipe multidisciplinar. (Magalhães; Oliveira; Souza, 2019) Os cuidados paliativos são amplos na assistência do carácter físico, psicológico, espiritual e social. É importante que ele seja implementado desde o momento do diagnóstico do paciente, onde os conhecimentos e técnicas nesta área podem ajudar este indivíduo ao longo da doença. Esta abordagem terapêutica dirige-se também à família e aos mais próximos do paciente que se encontra internado. (Afonso; Novo; Martins, 2015) Segundo Reis et al., (2022) os cuidados paliativos é uma abordagem terapêutica de ativos holísticos, que visam promover maior conforto e bem-estar aos pacientes críticos, familiares e cuidadores. Os princípios dos cuidados paliativos é reafirmar a importância da vida nos pacientes criticamente enfermos, proporcionando alívio da dor e de outros sintomas. Os cuidados paliativos é uma prática integral de atenção à saúde, que engloba princípios éticos e filosóficos. Os pacientes críticos com irreversibilidade da patologia recebem assistência integral na unidade de terapia intensiva, onde a equipe visa o controle do quadro álgico e demais sintomas mediante a prevenção. A equipe que realiza esta abordagem deve compreender a fase da doença, os aspectos sociais, a rede de assistência e a sintomatologia do paciente. (Santos; Rigo e Almeida, 2023) Para Martins e Mattos (2019) os cuidados paliativos apresentam uma afirmação da vida e o reconhecimento da morte como um processo natural do viver para o paciente. Aponta-se que aproximadamente 40 milhões de indivíduos necessitam destes cuidados por ano e a inserção dos profissionais de saúde nesta área, muitas vezes é limitada ou inexistente. O intuito dos cuidados paliativos nas patologias sem cura é promover demonstrações de afeto mais do que apenas uma conduta técnica. O conforto e a promoção da qualidade de vida são priorizados a estes pacientes que se encontram em situações críticas. Os cuidados paliativos visam promover a redução do quadro álgico e outros sintomas que comprometem a saúde dos pacientes; há uma afirmação da vida e imposição da morte como um R Bras. Met. Cient 4 revistabrasileirametodocientifico.com processo normal da vida; não acelerar e nem adiar a morte; inserir a abordagem psicológica e espiritual no cuidado ao paciente; propiciar um sistema de suporte que permita o indivíduo a viver tão ativamente quanto possível, até o momento da sua morte. (Pires et a., 2019) De acordo com Oliveira (2019) os cuidados paliativos englobam uma abordagem com intuito preventivo e para redução no quadro álgico dos pacientes e familiares que enfrentam problemas associados às patologias que ameaçam a vida. Esse suporte é realizado por meio de uma análise detalhada precoce. Os tratamentos envolvem aspectos de questão física, psicossocial e espiritual, fator que demanda a atuação de uma equipe multiprofissional. Desafios da Aplicação dos Cuidados Paliativos A prática dos cuidados paliativos nos pacientes críticos em unidades de terapia intensiva por uma equipe multidisciplinar tem se mostrado positivo, contudo ainda há desafios que afetam a sua aplicação. Pode-se evidenciar a falta de qualificação insuficiente da equipe, formação comprometida da prática profissional, escassez do tema em publicações científicas, comunicação não efetiva entre os membros da equipe, conflitos entre os profissionais da equipe, sobrecarga emocional dos profissionais, falta de uniformização, rotinas, protocolos, consensos para indicação e disseminação desta abordagem. (Silva et al., 2022) Segundo Reis et al., (2022) as inadequadas diretrizes específicas para a aplicabilidade dos cuidados paliativos nas unidades de terapia intensiva ainda é um desafio. A utilização desta abordagem terapêutica ainda é prejudicada também pela falta de conhecimento e disseminação da equipe multidisciplinar, onde as condutas devem ocorrer alinhadas conforme a necessidade de cada paciente que se encontra em estado grave. O déficit na capacitação da equipe multidisciplinar referente aos cuidados paliativos em unidades de terapia intensiva é um desafio que afeta a disseminação desta terapia. O comprometimento do tratamento também ocorre devido a resistência da família quanto a suspensão de intervenções invasivas, a falta de consenso entre a equipe multidisciplinar, complexidade no controle da sintomatologia e escassez de protocolos específicos. (Fonseca et al., 2023) Principais Patologias que Demandam Cuidados Paliativos Segundo Barbosa et al., (2020) as patologias neurodegenerativas avançadas, insuficiência cardíaca congestiva, doenças oncológicas e pulmonar obstrutiva crônica são as mais recorrentes em unidades de terapia intensiva e que a equipe multidisciplinar realiza a aplicação dos cuidados R Bras. Met. Cient 5 revistabrasileirametodocientifico.com paliativos. Estes pacientes que se encontram em situação de risco clínico recebem um amparo mais humanizado, onde a prioridade é a promoção de uma melhora na qualidade de vida. Os danos funcionais e uma maior necessidade de dependência de assistência dos cuidados paliativos em unidades de terapia intensiva apresentam uma prevalência por patologias relacionadas a diabetes, coronariopatias e neoplasias. Esta prática integral de atenção à saúde visa promover a redução da sintomatologia, mas também prevenir possíveis complicações e oferecer conforto no bem-estar global do paciente. (Martins et al., 2022) As taxas de morbi-mortalidade do câncer são consideradas elevadas em unidades de terapia intensiva, principalmente quando há um diagnóstico tardio que dificulta o tratamento com a proposta curativa, reduzindo o tempo de sobrevida e a qualidade de vida das pessoas. Os cuidados paliativos nos pacientes ainda precisam ser ampliados nas redes de atendimentos, pois há uma carência na oferta dos serviços, onde a maioria atua somente no aspecto da dor. (Santanda et al., 2015) Benefícios da Equipe Multidisciplinar nos Cuidados Paliativos em UTI A compreensão e difusão dos cuidados paliativos em unidades de terapia intensiva nos pacientes graves é primordial para promover maior conforto e bem-estar. A equipe multidisciplinar deve oferecer assistência nos aspectos clínicos, psicológicos, sociais, espirituais dos pacientes e de seus familiares. Além de promover a interdisciplinaridade como prática assistência, respeitar a autonomia do paciente e aliviar o quadro doloroso destes internados. (Cavalcanti; Oliveira e Macêdo et al.,) De acordo com Brito et al., (2024) o conforto e a diminuição do quadro álgico nos pacientes críticos são pilares principais das medidas aplicadas dos cuidados paliativos em unidade de terapia intensiva. Esta abordagem é conduzida por uma equipe interdisciplinar que por meio de intervenções em pacientes com patologias avançadas e irreversíveis, respeitando a dignidade do internado. Os cuidados paliativos são inseridos neste âmbito hospitalar como uma forma de assistência no processo ao fim de vida. A formação dos profissionais sobre o tema é primordial para obter maiores resultados aos pacientes. As taxas de mortalidade nas unidades de terapia intensiva no Brasil ainda são consideradas elevadas. (Santos et a., 2017) As abordagens dos cuidados paliativos apresentam intensa relação com o amparo à vida, independentemente de sua duração restante. Os cuidados paliativos devem ser impostos por uma R Bras. Met. Cient 6 revistabrasileirametodocientifico.com equipe de profissionais da saúde competentes, habilidosos e harmônicos, tendo como intuito de cuidar integralmente da pessoa, possibilitando uma morte mais digna e confortável. (Pegoraro; Paganini, 2019) METODOLOGIA Trata-se de uma revisão bibliográfica de caráter descritivo realizada por meio de publicações científicas no Scientific Eletronic Library Online (SciELO), Biblioteca Virtual em Saúde (Bireme), Publisher Medline (PubMed), Medical Literature Analysis and Retrieval System Online (MEDLINE) e Literatura latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) no período de Janeiro a Agosto de 2025 com literaturas nos idiomas em português e inglês. A pesquisa foi realizada mediante a utilização do cruzamento dos Descritores em Ciências da Saúde (DeCS): ‘’Cuidados Paliativos’’, ‘’Paciente crítico’’ e ‘’Tratamento’’. Utilizando o operador booleano AND. O estudo tem como objetivo analisar a eficácia dos cuidados paliativos realizados pela equipe multidisciplinar nos pacientes críticos em unidade de terapia intensiva. Diante do objetivo da presente pesquisa, a elaboração do problema deu-se pela seguinte questão norteadora: a atuação da equipe multidisciplinar aplicando os cuidados paliativos nos pacientes críticos em unidade de terapia intensiva é eficaz? Como critérios para inclusão foram utilizados as publicações que abordassem a temática da equipe multidisciplinar nos cuidados paliativos de pacientes críticos internados, nos idiomas em português e inglês, resultantes de estudos primários e secundários e pesquisas teóricas. Como critérios de exclusão foram definidos: estudos de pacientes que se encontravam em enfermarias e os que não estivesse em estado críticos. Além das publicações não advindas de estudos científicos como os editoriais, relato de experiências e estudos sem relação com o tema. Este estudo resultou na seleção de 26 artigos, entretanto apenas 11 entraram nesta revisão conforme os critérios de inclusão e exclusão que foram estabelecidos específicos à eficácia dos cuidados paliativos realizados pela equipe multidisciplinar nos pacientes críticos em unidade de terapia intensiva. RESULTADOS E DISCUSSÃO Resultados R Bras. Met. Cient 7 revistabrasileirametodocientifico.com O quadro 1 apresenta os artigos quanto à eficácia dos cuidados paliativos realizados pela equipe multidisciplinar nos pacientes críticos em unidade de terapia intensiva distribuídos em autores, metodologia, título e resultados. Quadro 1 - Artigos referentes à eficácia dos cuidados paliativos realizados pela equipe multidisciplinar nos pacientes críticos em unidade de terapia intensiva AUTORIA TÍTULO METODOLOGIA RESULTADOS ALVES, A. F.; SOUSA, B. L. S. C.; SILVA, K. A. M.; et al. Avaliação da qualidade de vida de pacientes oncológicos sob cuidados paliativos frente às terapias de fisioterapia. Tratou-se de uma pesquisa de campo do tipo descritiva com abordagem quantiqualitativa. Os cuidados paliativos melhoraram as sintomatologias referidas pelos pacientes, promovendo maior bem-estar. BARBOSA, A. P. M.; SANTO, F. H. E.; HIPÓLITO, R. L. et al. Vivências do CTI: visão da equipe multiprofissional frente ao paciente em cuidados paliativos. Trata-se de um estudo descritivo, de abordagem qualitativa. Participação de 15 profissionais de saúde da UTI, onde realizaram entrevistas semiestruturadas com um roteiro elaborado. Um maior conforto, alívio das dores e maior suporte familiar são evidenciados com os cuidados paliativos pela equipe multidisciplinar em unidades de terapia intensiva. BRITO, B. M.; TEIXEIRA, J. F. L.; LIMA, N. N. et al., Prática médica em cuidados paliativos voltados para a UTI. Revisão integrativa da literatura de caráter qualiquantitativo e de natureza descritiva. Realizada nas buscas de dados no: Scielo (Scientific Eletronic Library Online) e Medline/Pubmed (Público /editora MEDLINE). Um alívio do quadro álgico, um conforto emocional, espiritual, mental e social é observado nos cuidados paliativos em UTI conduzidos por uma equipe multidisciplinar composta por médicos, fisioterapeutas, enfermeiros e técnicos. CAVALCANTI, Í. M. C.; OLIVEIRA, L. O.; MACÊDO, L. C. et al., Princípios dos cuidados paliativos em terapia intensiva na perspectiva dos enfermeiros. Pesquisa correlacional descritivo, de corte seccional, composto de 104 enfermeiros de doze unidades de terapia intensiva em cinco hospitais. Uma maior interação humanizada entre os profissionais de saúde com o paciente e família são abordados nesta pesquisa. Além de enfatizar que ocorra maiores estratégias referente ao entendimento sobre os cuidados paliativos na terapia intensiva, valorizando o seu uso como parte integrante da assistência. CANAZARO, C. L. S.; OLIVEIRA, W. C.; FOFANO, C. S.; et al. Contribuição da fisioterapia nos cuidados paliativos em pacientes oncológicos. Trata-se de uma revisão bibliográfica realizada nas bases de dados Medline, SciELO e PubMed. Foram encontrados resultados satisfatórios, demonstrando a importância da fisioterapia nos R Bras. Met. Cient 8 revistabrasileirametodocientifico.com cuidados paliativos em pacientes oncológicos, os protocolos fisioterapêuticos como: Relaxamento muscular, exercícios respiratórios, mudança de decúbito, treinamento muscular, estimulação elétrica neuromuscular, drenagem linfática, exercício ativos e passivos. FONSECA, A. E. O.; CARMO, C. C.; MARQUES, C. H. et al. Desafios da equipe de enfermagem relacionado ao manejo dos pacientes em cuidados paliativos na terapia intensiva. Trata-se de um estudo de revisão integrativa da literatura. Apesar dos cuidados paliativos apresentarem uma redução na dor dos pacientes internados e maior conforto, ressalta-se a importância de maiores estudos referentes a esta abordagem terapêutica. A escassez de protocolos e as limitações na comunicação multidisciplinar são alguns dos desafios presentes na equipe. MARQUES, A. L.; PIMENTEL, E. A. S. Importância da atuação da equipe multiprofissional nos cuidados paliativos dentro da uti: revisão de literatura. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica de revisão integrativa, realizada nas bases de dados PubMED e BIREME. Uma prolongação da vida com maior conforto e diminuição do sofrimento foi evidenciado nos pacientes que receberam intervenção dos cuidados paliativos pela equipe multidisciplinar em unidade de terapia intensiva. MARTINS, M. R.; OLIVEIRA, J. S.; SILVA, A. E. et. al. Assistência a pacientes elegíveis para cuidados paliativos: visão de profissionais de uma Unidade de Terapia Intensiva. Pesquisa qualitativa com entrevistas estruturadas analisando os cuidados paliativos com profissionais que atuam em UTI. Pode-se evidenciar que os cuidados paliativos em unidades de terapia intensiva são essenciais para promover um conforto integral no aspecto emocional, físico e espiritual em pacientes no estágio terminal. Contudo, destaca a necessidade de profissionais qualificados e da adoção de diretrizes bem estruturadas, visando uma intervenção mais efetiva e humanizada. MONTEIRO, M. C.; MAGALHÃES, A. S.; FÉRESCARNEIRO, T. et al., Terminalidade em UTI: dimensões emocionais e éticas do cuidado do médico intensivista. Estudo qualitativo com entrevistas realizadas com seis médicos intensivistas de um hospital privado, onde aborda a terminalidade em UTI e A assistência do médico intensivista com a equipe multidisciplinar frente a terminalidade dos pacientes críticos com os cuidados paliativos se R Bras. Met. Cient 9 revistabrasileirametodocientifico.com