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BENEFÍCIOS DAS ISOFLAVONAS NOS SINTOMAS DO CLIMATÉRIO E NA SAÚDE ÓSSEA EM MULHERES NA PÓS MENOPAUSA: Uma Revisão Integrativa

Maria Heduarda de Meneses Rodrigues; Gabrielle Vieira da Silva Brasil

Abstract

Introdução: O climatério é uma fase natural da vida da mulher que ocorre dos 40 aos 65 anos de idade e é definido pela fase transitória entre o período reprodutivo para o período não fértil na vida da mulher. Sintomas vasomotores e perda da densidade mineral óssea são comuns em mulheres nessa fase devido ao hipoestrogenismo e podem impactar negativamente a qualidade de vida. Objetivo: Identificar os benefícios da isoflavona nos sintomas vasomotores do climatério e na saúde óssea de mulheres pós-menoupáusicas. Materiais e Método: Realizou-se uma revisão integrativa de artigos publicados entre os anos de 2014 e 2021 nas bases de dados PubMed e Scielo. Foram encontrados 58 estudos, e considerando os critérios de inclusão, 11 artigos foram selecionados. Contribuição Científica: Este estudo tem uma importante contribuição científica, pois os estudos de revisão que comparam e discutem sobre os ensaios clínicos que avaliaram os efeitos das isoflavonas nos sintomas vasomotores da menopausa ainda são limitados, principalmente os estudos que abordam sobre a saúde óssea e a qualidade de vida das mulheres no climatério Conclusão: Verificou-se resultados positivos nos sintomas vasomotores e preservação da massa óssea em mais da metade dos estudos em que foi administrado isoflavonas em mulheres na fase de pós-menopausa

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89 Revista SAS & Tec CEST, São Luís, v.3, n.1, p. 89-105, jan./jun. 2025. Tipo de Artigo: Revisão Integrativa BENEFÍCIOS DAS ISOFLAVONAS NOS SINTOMAS DO CLIMATÉRIO E NA SAÚDE ÓSSEA EM MULHERES NA PÓS MENOPAUSA: Uma Revisão Integrativa BENEFITS OF ISOFLAVONES ON CLIMACTERIC SYMTOMS AND BONE HEALTH IN POSTMENOPAUSAL WOMEN: An Integrative Review Recebido em: 24/03/2024 Aprovado em: 17/06/2024 Maria Heduarda de Meneses Rodrigues (Orcid: https://orcid.org/0009-0007-4934-0400) Curso de Nutrição. Centro Universitário Santa Terezinha - CEST. São Luís, MA, Brasil. Gabrielle Vieira da Silva Brasil (Orcid: https://orcid.org/0000-0003-3386-5679) Curso de Nutrição. Centro Universitário Santa Terezinha - CEST. São Luís, MA, Brasil. DOI: https://doi.org/10.5281/zenodo.17486924 Autor para correspondência: Nome: Maria Heduarda de Meneses Rodrigues E-mail: [email protected] RESUMO Introdução: O climatério é uma fase natural da vida da mulher que ocorre dos 40 aos 65 anos de idade e é definido pela fase transitória entre o período reprodutivo para o período não fértil na vida da mulher. Sintomas vasomotores e perda da densidade mineral óssea são comuns em mulheres nessa fase devido ao hipoestrogenismo e podem impactar negativamente a qualidade de vida. Objetivo: Identificar os benefícios da isoflavona nos sintomas vasomotores do climatério e na saúde óssea de mulheres pós-menoupáusicas. Materiais e Método: Realizou-se uma revisão integrativa de artigos publicados entre os anos de 2014 e 2021 nas bases de dados PubMed e Scielo. Foram encontrados 58 estudos, e considerando os critérios de inclusão, 11 artigos foram selecionados. Contribuição Científica: Este estudo tem uma importante contribuição científica, pois os estudos de revisão que comparam e discutem sobre os ensaios clínicos que avaliaram os efeitos das isoflavonas nos sintomas vasomotores da menopausa ainda são limitados, principalmente os estudos que abordam sobre a saúde óssea e a qualidade de vida das mulheres no climatério Conclusão: Verificou-se resultados positivos nos sintomas vasomotores e preservação da massa óssea em mais da metade dos estudos em que foi administrado isoflavonas em mulheres na fase de pós-menopausa. Palavras-chave: Menopausa. Climatério. Isoflavonas. Osteoporose. 90 Revista SAS & Tec CEST, São Luís, v.3, n.1, p. 89-105, jan./jun. 2025. ABSTRACT Introduction: The climacteric is a natural phase in a woman's life that occurs between 40 and 65 years of age and is defined by the transitional phase between the reproductive period and the non-fertile period in a woman's life. It is divided into three periods: pre-menopause, perimenopause and post-menopause and can last from 12 months to 3 years. Vasomotor symptoms and loss of bone mineral density are common in women at this stage due to hypoestrogenism and can impact quality of life. Objective: Identify the benefits of isoflavone on climacteric vasomotor symptoms and bone health in postmenopausal women. Materials and Method: An integrative review of articles published between 2014 and 2021 was carried out in the PubMed and Scielo databases. 58 studies were found, and considering the inclusion criteria, 11 articles were selected. Scientific Contribution: This study has an important scientific contribution, as review studies that compare and discuss clinical trials that evaluate the effects of isoflavones on vasomotor symptoms of menopause are still limited, especially studies that address bone health and quality of life of women during menopause Conclusion: Positive results were found in vasomotor symptoms and preservation of bone mass in more than half of the studies in which isoflavones were administered to postmenopausal women. Keywords: Menopause. Climacteric. Isoflavones. Osteoporosis. 1 INTRODUÇÃO A menopausa traz consigo uma série de sintomas que afetam o bem-estar físico e emocional, tornando essencial a busca por formas alternativas de tratamento. Compreender e abordar as necessidades das mulheres nesse estágio da vida é fundamental para promover uma melhor qualidade de vida e saúde (Hoffmann et al., 2015). O climatério representa a transição gradual da fase reprodutiva para a não reprodutiva da mulher, com início aos 40 e término aos 65 anos de idade, e é dividido em três períodos: pré-menopausa, perimenopausa e pós-menopausa (Hoffmann et al., 2015). Durante o período climatérico ocorrem inúmeras mudanças biológicas, endócrinas e clínicas devido às alterações hormonais, o que gera diversos sintomas que podem tornar as mulheres vulneráveis aos mais variados agravos à saúde (Souza et al. , 2017). Os sintomas do climatério mais comumente citados incluem os vasomotores, como ondas de calor e suores noturnos, insônia, sintomas urogenitais, 91 Revista SAS & Tec CEST, São Luís, v.3, n.1, p. 89-105, jan./jun. 2025. cardiovasculares e sintomas do sistema ósseo, como osteoporose (Cabral et al. , 2014). A osteoporose na pós-menopausa é causada pela perda de estrogênio e é caracterizada pelo comprometimento da resistência óssea, resultando em quase 9 milhões de fraturas anualmente em todo o mundo (Souto et al. , 2014). As taxas anuais e as quantidades cumulativas de perda de densidade mineral óssea (DMO) são maiores um ano antes do seu início e até 2 anos após o último período menstrual (transmenopausa) do que aquelas que ocorrem entre dois e cinco anos após o último período menstrual (pós-menopausa) (Oliveira et al. , 2016). Como forma de aliviar os sintomas acima descritos, é prescrita a terapia de reposição hormonal (TRH) (Sathyapalan et al. , 2017). A TRH por meio da administração de hormônios à base de estrógeno e progestágenos sintéticos é usada para amenizar os sintomas da menopausa (Greendale et al. , 2014). Entretanto, apesar desses benefícios estudos demonstram que os riscos desse tratamento superam os benefícios. Entre os principais efeitos adversos estariam: problemas cardiovasculares, tromboembólicos e o risco de câncer, principalmente o câncer de mama (Sathyapalan et al. , 2017). Em vista disso, formas alternativas de tratamentos para o alívio dos sintomas do climatério estão sendo estudadas para evitar os efeitos negativos relativos ao risco de exposição ao estrogênio através da TRH (Sathyapalan et al. , 2017). Uma dessas alternativas em evidência é a utilização de fitoestrógenos, que são compostos bioativos presentes em alimentos de origem vegetal, que possuem ação estrogênica ou antiestrogênica, dependendo da concentração endógena de estrogênio. Uma das principais classes de compostos bioativos que possuem essa característica são as isoflavonas (Bedell; Natchtigall; Naftolin, 2014). Os fitoestrógenos são moléculas polifenólicas com semelhança estrutural com hormônios humanos endógenos, daí sua atividade estrogênica. A principal fonte alimentar desses metabólitos secundários vegetais são as leguminosas (particularmente a soja) e, em menor grau, frutas, vegetais e cereais, como a linhaça (Domínguez-López et al. , 2020). Uma revisão integrativa realizada para 92 Revista SAS & Tec CEST, São Luís, v.3, n.1, p. 89-105, jan./jun. 2025. verificar a eficácia de isoflavonas na redução dos sintomas do climatério, mostrou uma melhora nesses sinais e na qualidade de vida de mulheres que estão passando por essa transição, bem como afetaram positivamente a saúde óssea e os marcadores de osteoporose, geralmente prejudicados na menopausa (Bedell; Natchtigall; Naftolin, 2014). Desta forma, o objetivo dessa revisão é analisar os benefícios do consumo de isoflavonas nos sintomas climatéricos e na densidade óssea em mulheres pósmenopáusicas. 2 MATERIAIS E MÉTODO Para a realização dessa pesquisa empregou-se o método de revisão integrativa da literatura utilizando-se as bases de dados Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), National Library of Medicine (PubMed) e Scientific Electronic Library Online (Scielo), através dos Descritores em Ciência da Saúde (DeCS) “ Menopause” , “ Climacteric ” “ Isoflavones ”, “ Osteoporosis ” combinados com o operador booleano AND para garantir um alcance maior de diferentes estudos. A busca pelos artigos ocorreu durante os meses de fevereiro e março de 2024. Os critérios de inclusão dos artigos na revisão foram: 1) artigos que estivessem disponíveis de forma completa on-line, em inglês, português ou espanhol; 2) artigos publicados no período de 2011 a 2023; 3) estudos clínicos que avaliaram os efeitos da intervenção com isoflavonas em mulheres dos 40 aos 65 anos, que se encontravam no período do climatério, em relação aos sintomas climatéricos e aos marcadores de osteoporose e perda óssea. Os critérios de exclusão foram: revisões sistemáticas, artigos que fugissem do tema principal (alívio dos sintomas climatéricos e osteoporose por meio das isoflavonas) e artigos com informações incompletas. Após a leitura dos títulos, resumos e artigos na íntegra, foram extraídos os seguintes dados: autor, ano, país, tipo de estudo, periódico e parâmetros avaliados. 93 Revista SAS & Tec CEST, São Luís, v.3, n.1, p. 89-105, jan./jun. 2025. Foram encontrados 58 artigos com os descritores utilizados e selecionados 11 para a amostra final desta revisão. Figura 1 – Artigos encontrados e selecionados. Fonte: Elaborada pelos autores. 94 Revista SAS & Tec CEST, São Luís, v.3, n.1, p. 89-105, jan./jun. 2025. 3 RESULTADOS Quadro 1. Estudos selecionados na revisão. Referência (Autores) Título do artigo Periódico País/Ano Desenho do estudo Parâmentros avaliados Thozhukat Sathyapalan et al. Soy Reduces Bone Turnover Markers in Women During Early Menopause: A Randomized Controlled Trial Journal of Bone and Mineral Research UK/2016 Ensaio clínico randomizado A proteína de soja com isoflavonas conferiu um efeito benéfico na saúde óssea, análogo ao modo de ação dos agentes antirreabsortivos, embora em menor magnitude. Houve uma melhora significativa marcadores de risco cardiovascular, mas um aumento significativo no TSH e redução na tiroxina livre. Khapre Shrutika; Deshmukh, Ujjwala e Jain Sheela The Impact of Soy Isoflavone Supplementation on Menopausal Symptoms in Perimenopausal and Postmenopausal Women Journal of Midlife Health Índia/2021 Estudo observacional prospectivo baseado em questionário Entre as mulheres na perimenopausa e na pósmenopausa, a maior pontuação foi observada nos sintomas do domínio somático. Não houve efeito benéfico da suplementação com isoflavonas de soja na redução da PA sistólica e do IMC. D Lee Alekel et al. Study of Soy Isoflavones for Reducing Bone Loss Effects of a 3-Year Study on Hormones, Adverse Events, and Endometrial Thickness in Postmenopausal Women The Journal of The Menopause Society EUA/2015 Estudo clínico randomizado Não foram encontradas evidências de efeitos do tratamento na espessura endometrial, eventos adversos ou concentrações hormonais circulantes, principalmente na função tireoidiana. 95 Revista SAS & Tec CEST, São Luís, v.3, n.1, p. 89-105, jan./jun. 2025. Kristine M. Shedd-Sábio et al. Study of Soy Isoflavones for Reducing Bone Loss: 3-Year Effects on pQCT Bone Mineral Density and Strength Measurements in Postmenopausal Women Revista de Densidometria Clínica EUA/2011 Estudo duplocego randomizado controlado Os resultados destes estudos foram inconsistentes, mas sugerem que as isoflavonas podem exercer um impacto positivo na geometria óssea. Jéssica W Pawlowski et al. Impact of Equol Production Capacity and Soy Isoflavone Profiles of Supplements on Bone Calcium Retention in Postmenopausal Women: A Randomized Crossover Trial The American Journal of Clinical Nutrition EUA/2015 Ensaio cruzado randomizado As isoflavonas de soja se mostraram agentes eficazes de preservação óssea em mulheres na pós-menopausa, aumentando os marcadores de mineralização óssea. TY Tai et al. Effect of Soy Isoflavone on Bone Mineral Density in Postmenopausal Taiwanese Women With Bone Loss: A 2-Year Randomized, Double-Blind, Placebo-Controlled Study Osteoporose Internacional Taiwan/201 1 Estudo randomizado duplo-cego controlado O tratamento com 300 mg/dia de isoflavonas (equivalentes agliconas) não conseguiu prevenir um declínio da densidade mineral óssea na coluna lombar ou no fêmur total em comparação com o grupo placebo. Neal D Barnard et al. The Women's Vasomotor Symptom Relief Study (WAVS): a randomized, controlled trial of a whole-soy, plant-based diet for post menopausal women The Journal of The Menopause Society EUA/2015 Ensaio randomizado e controlado A combinação de uma dieta vegana com baixo teor de gordura e soja integral foi associada à redução da frequência e gravidade das ondas de calor e à melhoria da qualidade de vida nos domínios vasomotor, psicossocial, físico e sexual em mulheres na pós-menopausa. Silvina Levis et al. Soy Isoflavones in Preventing Bone Loss and Menopausal Medicina Interna Jama EUA/2011 Ensaio randomizado, duplo-cego A administração diária de comprimidos contendo 200 mg de isoflavonas de soja durante 2 anos 96 Revista SAS & Tec CEST, São Luís, v.3, n.1, p. 89-105, jan./jun. 2025. Os achados da presente revisão indicam que as isoflavonas de soja têm efeitos positivos na redução dos sintomas vasomotores e na prevenção da perda óssea em mulheres na pós-menopausa, com uma eficácia modesta e dependente de dose. Dos cinco estudos que avaliaram os sintomas vasomotores, três relataram melhorias Symptoms: A Randomized, Double-Blind Trial não preveniu a perda óssea ou os sintomas da menopausa. Max Norman Tandrup Lambert et al. Combination of Isoflavones and Bioavailable Probiotics Improves Bone Status and Estrogen Metabolism in Postmenopausal Osteopenic Women: A Randomized Controlled Trial Jornal Americano de Nutrição Clínica Dinamarca/ 2017 Ensaio clínico randomizado A ingestão de comprimidos de isoflavonas combinados com suplementação (cálcio, magnésio e calcitriol) foi mais eficaz do que a suplementação isolada. Paula Amado et al. Effect of supplementation with soy isoflavones on quality of life in menopause The Journal of The Menopause Society EUA/2013 Estudo multicêntrico, randomizado, duplo-cego, controlado por placebo A suplementação com isoflavonas de soja não mostrou benefícios à qualidade de vida em mulheres na pós-menopausa. Martin Imhof; Anca Gocan; Marianne Soybean Germ Extract Relieves Menopausal Hot Flashes: Double-Blind PlaceboControlled Trial European Journal of Clinical Nutrition Áustria/201 1 Ensaio duplocego controlado por placebo O extrato de gérmen de soja com 100 mg de glicosídeos de isoflavona demonstrou reduzir modestamente, mas os fogachos da menopausa. 97 Revista SAS & Tec CEST, São Luís, v.3, n.1, p. 89-105, jan./jun. 2025. significativas na frequência e intensidade das ondas de calor, enquanto dois estudos não observaram diferença em relação ao placebo. Em relação à saúde óssea, os estudos revisados demonstraram benefícios na prevenção da perda de densidade mineral óssea, especialmente em doses mais altas. Porém, a heterogeneidade dos resultados sugere que a eficácia das isoflavonas pode variar de acordo com o tipo de produto, dosagem e características individuais das participantes. 3 DISCUSSÃO Por meio desta revisão pode-se verificar que dos cinco estudos que avaliaram especificamente os sintomas vasomotores, três observaram resultados positivos da administração de isoflavonas nos efeitos climatéricos, em comparação com um grupo placebo e controle e as doses variaram de 50 mg a 200 mg com um período de administração que variou de 12 semanas a dois anos (Barnard et al. , 2015; Sena; Costa; Fernandes, 2007; Ferrari, 2009; Imhof et al. , 2018). Esses estudos demonstraram reduzir modestamente os fogachos da menopausa (Imhof et al. , 2018). A ingestão de isoflavonas pode levar a uma redução significativa da dor nas articulações, aliviar os sintomas da osteoartrite e melhorar os marcadores bioquímicos da osteoporose (Sathyapalan et al. , 2017). Nesta revisão, dos seis estudos que observaram os efeitos da isoflavona na perda óssea, três tiveram resultados positivos com uma variação de 60 a 300 mg de isoflavonas e um período de consumo que variou de um mês a três anos. A proteína de soja com isoflavonas pode conferir um efeito benéfico na saúde óssea, análogo ao modo de ação dos agentes antirreabsortivos, embora em menor magnitude. Existe um efeito significativamente dependente da dose das isoflavonas de soja na atenuação da perda óssea na coluna vertebral e no colo femoral (Ye et al. , 2016). Os outros três estudos demonstraram que os comprimidos de isoflavonas extraídas da proteína de soja não foram superiores ao placebo na prevenção da perda óssea ou na redução da remodelação óssea em mulheres nos primeiros cinco anos de 104 Revista SAS & Tec CEST, São Luís, v.3, n.1, p. 89-105, jan./jun. 2025. SPENCE, L. A. et al . The effect of soy protein and soy isoflavones on calcium metabolism in postmenopausal women: a randomized crossover study. The American Journal of Clinical Nutrition, v. 81, n. 4, p. 916–922, 2005. Disponível em: https://doi.org/10.1093/ajcn/81.4.916. Acesso em: 28 out. 2025. SHEDD-WISE, K. M. et al. The soy isoflavones for reducing bone loss study: effects on pQCT bone mineral density and strength measures in postmenopausal women. Journal of Clinical Densitometry, v. 14, n. 2, p. 184-192, abr.-jun. 2011. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/21295742/. Acesso em: 1 out. 2025. TAI, T. Y. et al. O efeito da isoflavona de soja na densidade mineral óssea em mulheres taiwanesas na pós-menopausa com perda óssea: um estudo randomizado, duplo-cego, controlado por placebo de 2 anos. Osteoporosis International, v. 25, n. 5, p. 1557-1565, mai. 2014. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/21901480/. Acesso em: 1 out. 2025. VIEIRA, L. H. L. et al. 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