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PARTO RESPEITOSO: PRÁTICAS BASEADAS EM EVIDÊNCIAS E O PROTAGONISMO DA MULHER

Editora Saúde Vital

Abstract

Autores Elize Júlia Feitosa Sampaio Graduanda em Enfermagem pelo Centro Universitário do Planalto Central Apparecido dos Santos - UNIPLAC, Gama – DF Mikaelly Fabianny Honorato Graduanda em Enfermagem pela Faculdade Wenceslau Braz - FWB, Itajubá - MG Alice Góes Felix da Silva Graduanda em Fisioterapia pela Universidade do Estado do Pará - UEPA, Belém - PA Maria Francisca De Aragão Mendes Graduanda em Enfermagem pela Universidade Estadual da Paraíba-UEPB,Campina Grande-PB Carolina Do Nascimento Oliveira Graduanda em Enfermagem pela Faculdade Presidente Dutra-Fap,Presidente Dutra-MA Flávia Nogueira Graduada em Enfermagem pela Faculdade de São Lourenço - MG, Consultora em Amamentação Pós-Parto pela Comadre - Cia Limitada, Poder do Partejar SP. Ana Karoline Dos Santos Bernardo Graduanda em Biomedicina pelo Centro Universitário Maurício de Nassau – Uninassau - Maceió - AL Sandriana Yasmin S. Dantas Graduanda em Fisioterapia pelo Centro Universitario UNIFATECI, Belém -PA Iara Barbosa Ramos Doutora em Saúde e Desenvolvimento na Região Centro-Oeste pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul – MS

Full text

304 27. PARTO RESPEITOSO: PRÁTICAS BASEADAS EM EVIDÊNCIAS E O PROTAGONISMO DA MULHER RESPECTFUL BIRTH: EVIDENCE-BASED PRACTICES AND THE PROTAGONISM OF WOMEN EIXO TEMÁTICO: Humanização da Assistência ao Parto e Nascimento Elize Júlia Feitosa Sampaio Graduanda em Enfermagem pelo Centro Universitário do Planalto Central Apparecido dos Santos - UNIPLAC, Gama – DF Mikaelly Fabianny Honorato Graduanda em Enfermagem pela Faculdade Wenceslau Braz - FWB, Itajubá - MG Alice Góes Felix da Silva Graduanda em Fisioterapia pela Universidade do Estado do Pará - UEPA, Belém - PA Maria Francisca De Aragão Mendes Graduanda em Enfermagem pela Universidade Estadual da Paraíba-UEPB,Campina Grande-PB Carolina Do Nascimento Oliveira Graduanda em Enfermagem pela Faculdade Presidente Dutra-Fap,Presidente Dutra-MA Flávia Nogueira Graduada em Enfermagem pela Faculdade de São Lourenço - MG, Consultora em Amamentação Pós-Parto pela Comadre - Cia Limitada, Poder do Partejar SP. Ana Karoline Dos Santos Bernardo Graduanda em Biomedicina pelo Centro Universitário Maurício de Nassau – Uninassau - Maceió - AL Sandriana Yasmin S. Dantas Graduanda em Fisioterapia pelo Centro Universitario UNIFATECI, Belém -PA Iara Barbosa Ramos Doutora em Saúde e Desenvolvimento na Região Centro-Oeste pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul – MS RESUMO Introdução: De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a humanização do parto refere-se a um conjunto de práticas que buscam reduzir intervenções desnecessárias e potencialmente prejudiciais, ao mesmo tempo em que promovem um parto e nascimento saudáveis, respeitando a fisiologia natural desse processo. Objetivo: Investigar maneiras que a formação e a capacitação dos profissionais de saúde impactam a implementação de práticas baseadas em evidências no cuidado ao parto, promovendo um atendimento respeitoso e centrado no protagonismo da mulher. Metodologia: Investigar maneiras que a formação e a capacitação dos profissionais de saúde impactam a implementação de práticas baseadas em evidências no cuidado ao parto, promovendo um atendimento respeitoso e centrado no protagonismo da mulher. Os critérios de inclusão foram, artigos científicos originais ou de revisão integrativa, disponíveis na íntegra e gratuitamente online, publicados entre os anos de 2019 e 2024. Resultados e discussão: Os estudos analisados demonstram de forma 305 consistente que a formação e a capacitação dos profissionais de saúde exercem papel decisivo na implementação de práticas baseadas em evidências durante o cuidado ao parto. Considerações finais: O presente estudo demonstra que a qualificação profissional, junto à incorporação de práticas fundamentadas em evidências científicas, configura-se como elemento fundamental para a consolidação de um modelo de assistência ao parto pautado na humanização e no protagonismo da mulher. Palavras-Chaves: Parto Humanizado; Prática Clínica Baseada em Evidências; Saúde da Mulher; Atenção à Saúde. ABSTRACT Introduction: According to the World Health Organization (WHO), the humanization of childbirth refers to a set of practices aimed at reducing unnecessary and potentially harmful interventions, while promoting healthy labor and delivery by respecting the natural physiology of the process. Objective: To investigate how the education and training of healthcare professionals impact the implementation of evidence-based practices in childbirth care, promoting respectful and woman-centered care that emphasizes the leading role of the woman. Methodology: To investigate how the education and training of healthcare professionals impact the implementation of evidence-based practices in childbirth care, promoting respectful and woman-centered care that emphasizes the leading role of the woman. Inclusion criteria were original scientific articles or integrative reviews, available in full and free of charge online, published between 2019 and 2024. Results and Discussion: The studies analyzed consistently demonstrate that the education and training of healthcare professionals play a decisive role in the implementation of evidence-based practices during childbirth care. Final Considerations: This study shows that professional qualification, along with the incorporation of practices grounded in scientific evidence, is a fundamental element in consolidating a model of childbirth care based on humanization and the empowerment of women. Keywords: Humanized Childbirth; Evidence-Based Clinical Practice; Women's Health; Healthcare Delivery. INTRODUÇÃO De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS, 2000), a humanização do parto refere-se a um conjunto de práticas que buscam reduzir intervenções desnecessárias e potencialmente prejudiciais, ao mesmo tempo em que promovem um parto e nascimento saudáveis, respeitando a fisiologia natural desse processo (Matei et al., 2003). Anos mais 306 tarde, a própria OMS (2018) reforçou essa perspectiva ao recomendar um modelo de cuidado intraparto centrado na mulher, que valorize sua autonomia, assegure suporte contínuo e garanta uma experiência de parto respeitosa e positiva. Estudos apontam que a adoção de práticas humanizadas durante o parto tem impacto positivo nos desfechos maternos e neonatais. A implementação desse modelo de cuidado está relacionada à redução significativa nas taxas de cesarianas e na realização de intervenções desnecessárias, promovendo maior satisfação da mulher com a experiência de parto (Pitta et al., 2024). Entre os benefícios observados, destacam-se a diminuição de complicações respiratórias em recém-nascidos e a estabilização mais rápida de suas condições de saúde, o que reforça a relevância de condutas baseadas em evidências e centradas na gestante. A assistência obstétrica sob a luz do cuidado humanizado prestada por enfermeiros, em todas as fases do desenvolvimento gravídico, parto e nascimento, é pautada em tecnologias não invasivas baseada em evidências científicas; bem como na prática de compartilhamento sobre as condutas com a mulher, reconduzindo-a ao seu nato papel de protagonista no processo parturitivo. A partir desse entendimento e com o objetivo de modificar o modelo de assistência obstétrica o Ministério tem investido na formação deste profissional, a explicitar a Especialização em Obstetrícia ofertada a nível nacional através da Rede Cegonha; objetivando a experimentação e o monitoramento em outras modalidades de acompanhamento à gestante, assegurando os princípios da humanização, das boas práticas e da segurança no parto e nascimento (Ministério da Saúde, 2011). Consoante aos avanços merece destaque a implantação da Rede Cegonha, instituída em 2011 no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), que consiste em uma rede de cuidados com objetivo de assegurar à mulher direito ao planejamento reprodutivo, à atenção humanizada na gravidez, parto, abortamento e puerpério; estabelecendo assim um novo modelo de atenção à saúde da mulher, pautado em boas práticas no trabalho de parto, na humanização do atendimento e na autonomia durante o ciclo reprodutivo (Ministério da Saúde, 2011). Nesse contexto, a eliminação de procedimentos invasivos rotineiros, como a 307 episiotomia e o uso do enema, é considerada essencial para garantir o conforto e o bem-estar da parturiente (Possati et al., 2017). Além disso, um ambiente acolhedor e respeitoso, desde o momento da admissão até o nascimento, tem se mostrado determinante para uma vivência positiva do parto, com efeitos benéficos não apenas para a mulher, mas também para seus familiares (Silva, 2019). OBJETIVO Investigar maneiras que a formação e a capacitação dos profissionais de saúde impactam a implementação de práticas baseadas em evidências no cuidado ao parto, promovendo um atendimento respeitoso e centrado no protagonismo da mulher. METODOLOGIA Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, com caráter descritivo, desenvolvida por meio de levantamento bibliográfico nas principais bases de dados da área da saúde. Segundo Cavalcante et al. (2020), a revisão integrativa permite a síntese do conhecimento produzido sobre determinado tema, de forma sistematizada, crítica e ordenada, contribuindo para o embasamento científico e para a tomada de decisões na prática profissional. A elaboração da pergunta norteadora da pesquisa foi orientada pela estratégia PICO, visando estabelecer clareza e objetividade. A questão definida foi: Qual o papel da enfermagem na promoção do parto humanizado e no fortalecimento do protagonismo feminino no processo de nascimento? 308 P (População): mulheres em processo de parto; I (Intervenção): atuação da enfermagem obstétrica; C (Comparação): não se aplica; O (Desfecho): promoção do parto humanizado e protagonismo da mulher. A coleta dos dados foi realizada no mês de Junho de 2025, utilizando as seguintes bases eletrônicas: Scientific Electronic Library Online (SciELO), Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (BVS/LILACS) e National Library of Medicine (PubMed). A escolha dessas bases se deve à sua relevância para a área da saúde, especialmente enfermagem, obstetrícia e saúde da mulher. Foram utilizados os seguintes Descritores em Ciências da Saúde (DeCS): parto humanizado, violência obstétrica, assistência ao parto, enfermagem obstétrica, protagonismo da mulher, plano de parto, cuidado humanizado, direito da mulher e atenção ao parto, combinados com o operador booleano AND, para refinar e tornar mais específicos os resultados obtidos. Os critérios de inclusão foram, artigos científicos originais ou de revisão integrativa, disponíveis na íntegra e gratuitamente online, publicados entre os anos de 2019 e 2024, nos idiomas português, inglês ou espanhol, que abordassem diretamente a temática do parto humanizado, da atuação da enfermagem e do protagonismo feminino no parto. Como critérios de exclusão, foram desconsiderados: teses, dissertações, monografias, manuais técnicos, documentos institucionais, produções que não fossem artigos científicos com abordagem relevante para o tema. O processo de seleção dos estudos foi realizado conforme as diretrizes da metodologia PRISMA (Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and MetaAnalyses). A seleção ocorreu em três etapas sequenciais: leitura dos títulos; leitura dos resumos; leitura integral dos artigos elegíveis. 309 Após a triagem, os estudos selecionados foram submetidos à análise crítica quanto aos objetivos, metodologias utilizadas e principais resultados, buscando identificar convergências, lacunas e contribuições para a promoção de um parto respeitoso, seguro e baseado em evidência. RESULTADOS E DISCUSSÃO Os estudos analisados demonstram de forma consistente que a formação e a capacitação dos profissionais de saúde exercem papel decisivo na implementação de práticas baseadas em evidências durante o cuidado ao parto. Esse processo fortalece um modelo de assistência que, além de técnico e seguro, busca ser respeitoso e centrado no protagonismo da mulher, contribuindo para romper com práticas medicalizadas ainda hegemônicas. A pesquisa de Silva et al. (2023) ilustra bem essa questão ao revelar que a Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) no pós-parto apresenta potencialidades importantes, como a satisfação dos profissionais, a organização do trabalho e a melhoria da qualidade da assistência. Contudo, os autores também apontam fragilidades que comprometem a integralidade do cuidado, como “a falta de recursos humanos, acúmulo de funções e desconhecimento sobre a SAE” (Silva et al., 2023, p. 5). Esses achados evidenciam que a implementação de práticas de qualidade depende diretamente do investimento em formação adequada e em estratégias de educação permanente, capazes de superar os entraves organizacionais e de potencializar a atuação profissional. No mesmo sentido, Medina et al. (2023) discutem que práticas humanizadoras adotadas por enfermeiras obstétricas funcionam como formas de resistência ao modelo biomédico. Para os autores, a integralidade do cuidado e o respeito à fisiologia do parto rompem com a lógica medicalizadora. Esse apontamento reforça que uma formação voltada à valorização da fisiologia e da autonomia da mulher se alinha às diretrizes da Organização Mundial da Saúde, promovendo um cuidado mais respeitoso, centrado na parturiente e menos intervencionista. 310 A perspectiva das mulheres entrevistadas em diferentes pesquisas reforça a importância da qualificação profissional. O estudo de Ferreira et al. (2020) demonstrou que as puérperas associam experiências positivas de parto ao respeito, à comunicação eficaz, à preservação da privacidade e à presença de acompanhante, fatores que fortaleceram sua autonomia e protagonismo. Para elas, “o respeito, a privacidade e o acolhimento foram determinantes para a satisfação no parto” (Ferreira et al., 2020, p. 7). Esse dado reforça que a formação em saúde não deve se restringir ao domínio técnico-científico, mas incluir de forma central competências comunicacionais e relacionais, capazes de assegurar uma assistência humanizada e integral. Outro aspecto relevante é o ambiente no qual a assistência ocorre. A pesquisa de Araujo et al. (2023), ao analisar a vivência de puérperas em Centros de Parto Normal, evidenciou que a estrutura física acolhedora, somada à atuação da equipe de enfermagem obstétrica, proporcionou às mulheres sentimentos de segurança, vínculo e tranquilidade. Isso demonstra que a humanização do parto não se restringe apenas ao espaço físico, mas se materializa sobretudo por meio da formação profissional que capacita os trabalhadores a desenvolver vínculo, empatia e respeito ao longo do processo parturitivo. Além disso, os achados também apontam para a relevância da construção da identidade profissional das enfermeiras obstétricas nos Centros de Parto Normal. Segundo Almeida et al. (2023), essa identidade resulta de um processo social que se consolida a partir das vivências acadêmicas e da prática cotidiana, sendo fortalecida pelas interações estabelecidas no ambiente de trabalho. Quando reconhecida e legitimada, tal identidade contribui para mudanças significativas no modelo hegemônico obstétrico, favorecendo tanto a autonomia da mulher quanto a adoção de práticas baseadas em evidências. A experiência das próprias mulheres também revela como essa identidade profissional impacta no cuidado. Almeida et al. (2020) destacam que a presença ativa da equipe de enfermagem obstétrica durante o trabalho de parto foi determinante para a construção de experiências positivas, especialmente pelo acolhimento, apoio emocional e vínculo de confiança estabelecido. Esses aspectos, frequentemente invisibilizados no modelo biomédico 311 tradicional, mostraram-se fundamentais para reduzir sentimentos de medo e insegurança, além de fortalecer o protagonismo feminino. Nessa mesma linha, Campos-Quintero e Vasquez-Truisi (2021) apontam que o cuidado de enfermagem durante o parto possibilita a criação de um espaço de confiança e reciprocidade. A escuta sensível e a postura empática das enfermeiras obstétricas são determinantes para promover tranquilidade às gestantes e auxiliá-las no enfrentamento das dificuldades próprias do trabalho de parto. Essa evidência confirma que a qualidade da assistência depende não apenas do conhecimento técnico, mas também da capacidade de integrar saberes científicos e habilidades relacionais em um cuidado centrado na mulher. Diante do exposto, percebe-se que os estudos convergem para a compreensão de que a formação e a prática da enfermagem obstétrica devem articular competências técnicas e científicas com dimensões éticas, comunicacionais e relacionais. O fortalecimento da identidade profissional, aliado à valorização da humanização do cuidado, reforça a necessidade de políticas públicas que promovam a educação permanente e a valorização da enfermagem obstétrica. Somente assim será possível avançar na implementação de práticas baseadas em evidências e no fortalecimento do protagonismo feminino durante o parto, garantindo um cuidado digno, respeitoso e centrado na autonomia da mulher. CONSIDERAÇÕES FINAIS O presente estudo demonstra que a qualificação profissional, junto à incorporação de práticas fundamentadas em evidências científicas, configura-se como elemento fundamental para a consolidação de um modelo de assistência ao parto pautado na humanização e no protagonismo da mulher. Tal perspectiva contribui para a superação do paradigma biomédico intervencionista, ainda hegemônico, e favorece uma experiência de nascimento digna, respeitosa e centrada na autonomia feminina. Destaca-se, contudo, como limitação, a dependência da revisão integrativa em relação à qualidade e diversidade metodológica dos estudos analisados, o que restringe a amplitude das conclusões. Portanto, tornam-se 312 necessárias novas pesquisas que explorem tanto a atuação da enfermagem obstétrica em diferentes contextos quanto a experiência das mulheres, de modo a subsidiar políticas públicas e estratégias de educação permanente que fortaleçam a autonomia feminina e a integralidade do cuidado. REFERÊNCIAS ARAUJO, Thais Luana de Lima et al. Vivências das puérperas no Centro de Parto Normal. Revista baiana enfermagem, v. 37, e 48005, 2023. Disponível em: https://periodicos.ufba.br/index.php/enfermagem/article/view/48005. Acesso em: 8 set. 2025. ARRUSSUL, Luciano Samaniego; FERREIRA, Maria Margarida da Silva Reis dos Santos; BACKES, Dirce Stein; SOCCOL, Keity Laís Siepmann; PEREIRA, Adriana Dall’Asta; FERREIRA, Carla Lizandra de Lima. Potencialidades e fragilidades da Sistematização da Assistência de Enfermagem no período puerperal. Journal of Nursing and Health, Porto Alegre, v. 14, n. 1, p. e1424910, abr. 2024. Disponível em: https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/biblio-1553136. Acesso em: 8 set. 2025. GONÇALVES, Diana da Silva. Expectativas e (in)satisfação das mulheres com a assistência ao parto normal hospitalar: perspectivas para a qualidade. 2021. 165 f. Tese (Doutorado em Enfermagem) – Escola de Enfermagem Anna Nery, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2021. Disponível em: https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/biblio-1413279. Acesso em: 8 set. 2025. GONÇALVES, Débora Lucas Viana; REIS, Síntia Nascimento dos; SOUZA, Luís Paulo Souza e; SOUZA, Kleyde Ventura de. Trajetória de mulheres assistidas em centro de parto normal e sua relação com escolhas terapêuticas. Revista de Enfermagem do Centro-Oeste Mineiro, Divinópolis, v. 11, p. e4139, 2021. Disponível em: https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/biblio-1290500. Acesso em: 8 set. 2025. LIMA, Bruna Cristina de Araujo; ALMEIDA, Hevelyn Kelly Samara Leite de; MELO, Mônica Cecília Pimentel de; MORAIS, Ramon José Leal de. Nascimentos da cegonha: experiência de puérperas assistidas pela enfermagem obstétrica em Centro de Parto Normal. Revista de Enfermagem da UFSM, Santa Maria, v. 11, p. e27, 2021. Disponível em: https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/biblio-1177831. Acesso em: 8 set. 2025.