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Anais do I Encontro Integrado de Pesquisa, Extensão e Desenvolvimento do Unipê

Centro Universitário de João Pessoa

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1 ORG ANIZADORES André Cesar F alcão COORDENADOR DE PE SQUISA, EXTENSÃO E DESENVOL VIMENTO - ASPED Arthur Vieira de Lima ANALISTA DE PESQUISA, EXTENSÃO E DESENVOL VIMENTO - A SPED Claudia Facini dos R eis ANALISTA DE PESQUISA, EXTENSÃO E DESENVOL VIMENTO - ASPED PRODUÇÃ O EDIT ORIAL Núcleo de Publicações Institucionais (NPI) C OORDENA ÇÃ O EDIT ORIAL Filipe C ar valho de Almeida PROJET O GRÁFIC O R aiff Pimen tel Félix Almeida C OMO MELHOR UTILIZAR E STE E- BOOK Não desperdice papel, imprima somen te se necessário. Este e-book foi f eito com intenção de facilitar o acesso à informação. Baixe o arquivo e visualize-o na tela do seu computador sempre que necessitar. É possível também imprimir somente partes do texto, selecionando as páginas desejadas nas opções de impressão. Os bo tões interativos são apenas elementos visuais, utilize-os para navegar pelo documen to. Se preferir, utilize as teclas “Page Up ” e “Page Do wn” do teclado ou o “Scroll” do mouse para retornar e prosseguir en tre as páginas. A532 Anais do I Encon tro In tegrado de Pesquisa, Extensão e Desen volvimento do Unipê / Organizado por André César Falcão, Arthur Vieira de Lima, Claudia Facini dos R eis. Unipê: J oão Pessoa, 2018. 546p. ISBN 978-85-87868- 70-1 1. Produção Acadêmica. 2. Pesquisa. 3. E nsino. 4. Extensão. I. Título. UNIPÊ / BC CDU 001.89 DOI: 10.5281/zenodo.17583739 4 APRE SENT AÇ ÃO O presen te volume apresen ta resultados do VII E ncon tro de pesquisa, extensão do Unipê, realizado com um novo f ormato, caracterizando um momen to de in tegração en tre e xtensionistas e pesquisadores, denominado de I encon tro in tegrado de P esquisa e Extensão e desen volvimen to, objetivando apresen tar a todos os discen tes, docen tes e sociedade civil, os trabalhos de pesquisa e extensão realizados no C en tro Universitário de J oão pessoa - UNIPÊ. T odos os trabalhos apresentados nesse volume represen tam esf orços de alunos e professores do Unipê, visando discussões sobre inovação e difusão de conhecimen tos obedecendo sempre a missão, visão e valores institucionais. SUMÁRIO AD M I N I STR A ÇÃ O AD M I NI STR A ÇÃ O P AR A TO DO S .................................................................................................................. 15 L A B OR A T Ó R IO D E PR Á T I C A S EM G ES T ÃO E S T R AT É GIC A - DI SC O V E R Y .................................. 19 UBT EC H OR IE N TA VOC Ê : PL A NE J A ME N T O D E C A R R EI R A ............................................................... 24 AR Q U ITE TU R A A INF LU Ê NCI A D A A R QUI T E T UR A MODE R NI S T A N O S ES C R I T ÓR I OS C ON T E MP OR Â NE OS: A B US C A P E L A C OE R Ê NC I A E N T R E A O BR A E O DI SC UR S O ......................................................... 27 A T UA L I Z A Ç ÃO D E M A P A C L IM ÁT IC O UR B A NO PA R A A CID A DE D E JO Ã O PE S S OA /P B ...... 29 DE SE N VO L V IME N T O D E M AT ER I A L D IDÁT IC O PA R A D IS C IPL IN A S DE R E S TAUR O E HIS T ÓR I A D A A R T E D O CU R SO D E A R QU I T E T UR A U T IL I Z A NDO E QUIPA ME N T O S DE V I S UA L I Z A Ç ÃO IN T ER A T I V A - ÓC UL OS D E R E A L IDA DE V IR T U A L P RO DU Z IDO S NO FA B L A B ......................... 33 ED UC A Ç ÃO PA T R IM ONI A L E M ES C OL A S PÚ B L IC A S A T R A V É S DE T EC NOL OG I A S D E R E A L IDA DE V IR T U A L - P A R C ER I A E N T R E UF P B E UNIP Ê ............................................................... 37 GE S T Ã O DO PA T R IM Ô NIO C UL T UR A L : IN T ER F A CE S DO S A B E R ................................................... 41 H A B I T A Ç Ã O C EN T R A L : A N Á L I SE D A H A B I TA B IL IDA DE N O CE N T R O HIS T ÓR IC O DE J OÃ O PE S S O A CO MO A U X Í L IO À C ONS E R V A Ç Ã O ........................................................................................... 45 H A B I T A Ç Ã O NO C E N T R O HI S T Ó R IC O: A S S IS T Ê NC I A T ÉC NIC A P A R A P R OP RO PR IE T Á R IO S DE R E SID Ê NCI A S N A Á R E A C EN T R A L D E JO ÃO P E S S OA ...................................................................... 50 MIE S: MODUL A Ç Ã O , INO V A Ç Ã O E ES T R A T ÉG I A S S U S T E N TÁ V EI S - CI T S ................................. 53 OC UPAÇ ÃO U R B A N A E A S Á GU A S SU BT E R R Â NE A S ......................................................................... 59 PA IS A GE M UR B A N A : UM A A N Á L IS E CR Í T IC A DA IM A GE M DA C ID A DE D E JO ÃO P E S S OA . 63 PR O JE T O E F A B R IC A Ç Ã O D E PR O T Ó T IP OS D EF OR M Á V E I S U T IL I Z A DO S NO E N SIN O DA S E S T R U T UR AS AT R A V É S D O F A B L A B .......................................... 71 QU A ND O O PR O JE T O A R Q UI T E T ÔN IC O É UM R IS C O ........................................................................ 75 R E A B IL I T A Ç ÃO E M E SPA ÇO P ÚB L IC O DE L A Z ER E C ON V I V Ê NC I A ............................................ 77 R E A DE QU AÇ Ã O H A B I T AC ION A L À PE S SO A S C OM NEC E S SID A DE S E SP EC I A I S N A CID A D E DE JO ÃO P E S SO A / PB .................................................. 80 R E V I V A DESIGN ................................................................................................................................................. 84 CIÊ NC I A D A C OMP U T AÇ Ã O E SC OL A D E C OMP U T AÇ ÃO S OL ID Á R I A .................................................................................................. 88 F Á B R IC A DE S OF T W A R E DO U BT E CH OF F ICE / UNIP Ê – CL ÍNI C A-ES CO L A DE T I ................ 92 CIÊN CI AS CONT Á BEIS S A B A DÃ O DO IMP O S T O DE R E ND A .......................................................................................................... 97 IMPAC T O DA S C A R A C T ER Í S T IC A S DE M ER C A D O E INS T I T U CIO N A I S N A Q UA L ID A DE D A INF OR M A Ç Ã O C ON T Á B IL D A S COM P A NHI A S A BE R T A S BR A S ILE IR A S, NOR T E A ME R IC A N A S E EUR OP EI AS ......................................................................................................... 101 DE SIGN F A BR I C A Ç ÃO D IGI TA L + M OD A ................................................................................................................... 109 PA IS A GIS MO D A PR A Ç A DO S I T I O BR A V O: UM MOD EL O DE N EG ÓC IO ...................................... 1 13 UM A C OMP R A P R A Z E RO S A PA R A T OD O S: V I SU A L ME RC H A N DIS ING A P L IC A D O PA R A DEFI CIENT ES AUDIT IVOS ............................................................................................................................. 121 DIR E I T O A IMPA RC I A L ID A D E CO MO PIL A R D A CR E DI BIL ID A D E DO S IS T E M A J UDIC I Á R IO E S U A PE R CE P T Í V E L SU PR E S S ÃO N A S DEC IS Õ ES P R OF ER ID A S PE L A S UP R EM A COR T E BR ASI LEI R A ........................................................................................................................................................ 127 A A T UA Ç Ã O DO P ODE R P ÚB L IC O MUNIC IPA L DE JO Ã O PE S SO A F R EN T E À C AU S A A NIM A L E S UA R E PE RC U S S ÃO N A SA ÚDE D A P OP UL A Ç Ã O .................... 1 29 PR O JE T O D E PL A NO M E T R OP OL I TA NO DE D ES EN VOL V IME N T O IN T EGR A D O DA R E GI Ã O ME T RO PO LI T A N A DE JO ÃO P E S SO A ...................................................... 1 32 O S IMP A C T OS D A S ME DID A S PR O V IS Ó R I A S NO S CO N T R A T O S DE C ONC E S S ÃO D O SE T OR EL É T R I CO : O C A S O DA MP 5 79 /201 2 .............................................. 13 4 OB JE T I VO S D E DE S EN V OL V IME N T O D O MIL ÊNI O SO B A P E R S P E C T I V A DE AT UA Ç Ã O NO MUNICÍPIO DE JOÃO P E S S O A /P B ......................................... 1 36 PR O JE T O D E E X T E N S Ã O B A S E .................................................................................................................. 1 49 C A J UP - CE N T R O DE A S SIS T ÊN CI A JUR ÍDIC O P OP UL A R .............................................................. 153 CONSTI T UIÇÃO , PROP RIEDADE, DESENVOL VIM EN TO N A A MÉ R I C A L A T IN A E CID A D A NI A A M B IEN T A L ................................................................................... 156 DI A L O GIS MO E IN T ER A Ç ÃO E M L IN GU AG E M FO R E NS E - A IN T ER A Ç ÃO V ER B A L EN T R E OS PA R T IC IPA N T E S D A ME DI A Ç Ã O NO Â MB I T O D A V IO L Ê NC I A DOM É S T I C A ................................. 159 D I REIT O IN FRAESTR UTU R A C O NTR A TU ALIZAÇÃ O : P I L ARE S DO D E S ENV OL VI M ENTO ....... 162 F ER R A ME N TAS D E C ON T R OL E S O CI A L D O T R IB U T O : C ON S T R U INDO A C ID A D A NI A AT I V A – N A F ........................................................................................... 165 F UN Ç Ã O IN T E R GE R A CI ON A L D OS C O N T R A T O S: EFEIT OS DA SUS TEN T A BILIDADE S OC IOAMBI ENT A L NAS REL AÇÕES CO N T R A T UAIS ...... 168 F UN Ç Ã O S OC I A L E R E SP O NS A B IL ID A DE S OC I A L D A S E MP R E S A S ........................................... 170 ME IO A MB IEN T E DO T R A B A L HO E D E SE N VO L V IME N T O – IN S T RUM EN T O S DE P R O T EÇ ÃO A O T R A B A L H A D OR F R E N T E A O U S O DE N A NO M AT E R I A IS .............................. 1 73 ME T OD OL OG I A S ED UC A C ION A IS PA R A PR E V E NIR E S OL UC ION A R C ON FL I T O S ................. 175 PR O JE T O D E E X T E N S Ã O DIR EI T O S F UND A ME N TA IS E T R A B A L H O INF A N T IL – PR OD F T IN 17 7 T IP IF IC A Ç Ã O DO D A NO MO R A L S O B A Ó T IC A DA SE GU ND A INS T Â NC I A D O JU DIC I Á R IO T R A B A L HIS TA ...................................................................... 181 EDU CAÇÃO FÍSI CA C ONDI Ç Õ E S DE T R A B A L H O E FOR M A Ç ÃO D O S PR O F ES SO R E S DE E D UC A Ç ÃO F Í S IC A QUE AT UA M N A R ED E E S T A D U A L D E EN S INO M ÉD IO D A S R E GI Õ ES N OR T E E S UL D E JO Ã O PESS OA / PAR A ÍBA ......................................................................................................................................... 18 4 A N Á L IS E DA S CO NC EP Ç ÕE S E P R Á T I C A S P E DA G Ó GI C A S D E DO CE N T E S D A R E D E P ÚB L IC A DE JOÃO PESSOA /PB .................................................................................................................................... 1 89 E SC O L A D E T R EIN A M EN T O R ES IS T ID O - E T R ES ................................................................................ 19 4 ESPO R T ES U R BA NOS : DESAFIOS CO RPOR AIS .................................................................................. 19 6 E X T E NS ÃO DE HID RO GIN Á ST I CA ............................................................................................................. 19 9 E X T E NS ÃO DE N AT A Ç ÃO ............................................................................................................................. 203 HIDR OGIN Á ST I CA N A T E R CEIR A ID A DE .................................................................................................. 206 L A B OR A T Ó R IO DE A V A LI A Ç ÃO F ÍS IC A – L A F-UNIP Ê/S A NN Y MUL T ID IS CIPL IN A R – FI SIOL OGI A D O MOV IME N T O ........................................................................... 210 P OS T O DE A T E NDIME N T O DE P RIME IR O S S OC O R R O S -PA P S ....................................................... 213 ENFERM AGEM A N JOS D A EN FER M AGEM ............................................................................................................................. 2 19 A T E N Ç Ã O À S A ÚD E D A CR I A N Ç A C OM DE F IC IÊ N CI A ( A S C D) ......................................................... 22 1 B UR NO U T E N T R E O S T R A B A L H A DO R E S D E S A ÚD E : C ONHEC E R , PR E V E NIR E DI A L O G A R ........................................................................................................ 223 ED U C A Ç Ã O E M S A ÚDE N A E S C OL A : IMP OR T Â NC I A D E S UA A P L IC A Ç Ã O N A A D OL E S C Ê NC I A ................................................................. 2 26 E SPA Ç O A M A R , GE S TA R E PA R IR : EM P OD E R A ND O MU L HE R E S E F A MÍL I A S ........................... 2 30 E S T IM UL A Ç Ã O NE UR A L E M PE S S O A S ID O S A S: PR OP O S T A M UL T ID IS CIP L IN A R .................. 23 3 INO V A Ç Ã O E M S A ÚDE : D E SE N V O L V E ND O P R OD U T O S PA R A INS UL IN O DE P E ND E N T E S N A A TE NÇÃO BÁS ICA ............................................................................................................................................ 236 C A PAC I TAÇ Ã O DE S UP OR T E B Á S IC O DE V ID A PA R A E S T UD A N T E S D O E N S INO M É DI O ... 2 39 SI S T E M A T I Z A Ç ÃO D A A S SI S T Ê N CI A D E E NF E R M A GE M P E R IOP E R A T Ó R I A C OM O F E R R A ME N TA T EC NO L Ó G IC A PA R A O P R O C E S S O D E C UID A R ................................................................................. 2 41 PR Á T IC A S A S S I S T ID A S E A Ç Õ E S D E E D UC A Ç Ã O E M S A ÚD E R E L A CI ON A D A S À IMUNI Z A Ç Ã O: FO R T A L E C E NDO C OMP E T Ê NC I A S E H A B IL ID A D E S DO S D I S C E N T E S N A A T E N Ç Ã O PR IM Á R I A ....................................................................................................................................... 24 4 ENGE NH A R I A CI V IL A IN T E R V E N Ç Ã O DO S R E S UL T A D O S P Ó S O B R A E M U M A E MP R E S A D A C ON S T R UÇ Ã O C I V IL N A CID A D E DE J O Ã O P E S S O A .................................................................................................................... 2 49 A N Á L I SE D A QU A L ID A D E D A Á G UA D O R IO J A G UA R IB E E M J O Ã O PE S S O A-P B .................. 252 A PL IC A Ç ÕE S DE CO NCE I TO S M A T E M Á T IC O S N A E N GE NH A R I A CI V IL ....................................... 25 5 C OMPA R A T I V O E N T R E A R G IL A E X PA ND ID A E P OL IE S T IR E N O E X PA NDID O E M C O NC R E T O L E V E D E A L T O DE S E MP E NH O (CL A D) ............................................ 25 7 E NGE N H A R I A C I V IL N A S E S C OL A S: O UNIP Ê DE S P E R TA ND O JO V E N S D O 3º A N O DO E N S INO MÉ D IO PA R A A IMP OR TÂ NC I A E B E L E Z A DE S T E C UR S O AT R A V É S D A M A T E M Á T IC A ........... 26 1 E S T UDO D A IN F L UÊ N CI A D A Á G U A PA R A A R T E FA T O S N A C ON S T R U Ç Ã O C I V IL ................... 26 4 E S T UDO D O C O MP OR T A ME N T O D E S OL O S R E F OR Ç A D O S C OM F I B R A S DE P O L I T E R E F T A L ATO D E E T IL E NO E M AT E R R O D E R OD O V I A S ....................... 269 A N A L I SE T ÉC NI C A D A A B OR D A GE M D O ME I O F ÍS I C O NO S E S T UD O S D E IMPAC T O A MB IE N TA L (E I A S ) P A R A F IN S D E L I CE N CI A M E N T O A M B IE N T A L DE G R A N DE S O B R A S DE ENG ENHA RI A ...................................................................................................................................................... 2 76 FI S I OTER API A E F E I T O D O T R E IN A ME N T O MU S C U L A R R E SP IR A T ÓR IO E M AT L E TAS ......................................... 280 ANÁLI SE DA MAR CHA E M H EM I P ARÉTIC OS : PR O P O S T A S D E IN T E R V E N Ç Ã O C OM Ó R T E S E S U S T E N T Á V E L ...................................................... 283 E Q U OTE R AP IA CO MO M OD ALI DAD E TER APÊ UTI CA .......................................................................... 288 E S C OL A DE P O S T UR A S ................................................................................................................................ 293 FISIO T ER A PI A DESPOR T I V A : INC E N T I V A ND O O DE S E MP E NHO F ÍS IC O E R E S P IR AT Ó R I O DO AT L E T A .................................... 300 F IS IO T E R A P I A E C UID A D O S PA L I A T I V O S E M ONC OL O GI A ............................................................. 30 4 FO NO T E R A P I A D E GR UP O PA R A P R O F IS S IO N A IS D A V OZ – GV OZ ............................................ 309 F UN CI ON A L ID A DE N A U T I: E M B U S C A D O MO V IME N T O E D A V ID A ............................................. 313 GR UP O D E A P OI O A O S PA I S E C UID A D OR E S DE C R I A N Ç A S C O M NE CE S S ID A DE S E S P E CI A I S (G A P C CE ) .......................................................... 317 PIL A T E S S OB R E R OD A S: R E P E R C U S S Õ E S D A P R ÁT IC A N A S A ÚDE F UN CI ON A L D E C A D E IR A N T E S P OR L E S Ã O ME D UL A R T R AUM Á T I C A .................. 320 P R Á TI CAS I NTEG R A TIV AS E CO M PL EM E NT AR ES : R A C IO N A L ID A D E S DO C UID A D O E M S A ÚD E ........................................................................................ 325 PR OGR A M A DE AT ENÇ Ã O AO S CUID A DO RE S (PAC ) DE P ES S OA S COM D IS T ÚR B IOS N EURO FUN CION A I S ...................................................................... 328 PR OGR A M A DE AT ENÇ Ã O IN T EGR A D A À CR I A NÇ A C OM MICR OCE F A L I A .................................. 332 R ES A T : ( R E) PE NS A NDO A S A Ç ÕE S EM S AÚD E DO T R A B A L HO C OMO ES T R A T ÉG IA D E V A L OR I Z A Ç ÃO D OS FA TO RE S HUM A NO S ............... 3 36 V A L OR ES D E RE F ER Ê NCI A PA R A A FO RÇ A MU SC UL A R R E SPIR A T ÓR I A .................................. 3 41 F ONOAUDIOL OGI A A V A LI A Ç ÃO D A L INGU AGE M E ME MÓR I A E M IDO SO S HIPE R T EN SO S E DI A B É T IC O S .......... 350 A V A LI A Ç ÃO F ONO AUDI OLÓ GI CA E M ES C OL A R ES D A P A R A IB A ................................................... 35 4 E ST R A T ÉG I AS F ONO AUDI OLÓ GIC A S PA R A UM EN V E L HEC IMEN T O S AUD Á V E L .................... 356 IN T E RV E NÇ Ã O FONO AUD IOL ÓG IC A NOS T R A N ST OR N OS NEUR OL ÓG ICO S EM A D UL T OS E ID OS OS ............................................................. 3 59 OF ICIN A D E ES T IMUL A Ç ÃO PA R A A ME L HOR A N A PR OD UÇ ÃO D E F A L A D E CR I A NÇ A S CO M DES V IO FO NOL ÓGI CO ........................................ 363 PR OGR A M A DE A V A L I AÇ Ã O FON OAU DIOL ÓG IC A DO S DIS T ÚR B IO S VOC A I S ......................... 3 67 R E A BIL I T A Ç ÃO V E S T IBU L A R : UM A A Ç ÃO F ONOA UDIOL Ó GIC A .................................................... 369 G EST Ã O AM B I ENT AL GEST ÃO AMBI EN T A L, SUSTEN T A BI LIDADE E EFI CIÊN CIA EN ER GÉTI C A AP LI CAD A A O S ETO R EM P RE SAR IAL ........................................................................... 3 74 PL A NO DE G ES T ÃO D E RE SÍD UO S SÓ LID OS D O UNIP Ê: F A SE 1 DI AG NÓ S T ICO .................. 3 79 “PR A SS A ” - P R ÁT IC AS S US T E N T Á V E IS E SE NS IBIL I Z A Ç ÃO A MB IE N T A L DO UNIP E ............ 381 PL A NO DE IN T E GR A Ç ÃO E N T R E PR O JE T O S SU ST E N T Á V E IS D O CE N T RO UNI V E RS I T Á R IO DE JO ÃO P ES SO A - UNIP Ê PR O JE T O UNIP Ê SU ST E N T Á V E L ........................ 385 GE S T Ã O EM T E CNOL O GI A D A INFOR M A Ç ÃO CL UB E DE PR OGR A M A ÇÃ O DO UN IPÊ .................................................................................................... 3 88 GE S T ÃO D E R E C UR S O S HUM A NO S GE S TÃO DE P E S S OA S N A P R Á T IC A SIM UL A D A ................................................................................... 39 3 R HU M – O R IE N T A ND O E DE S E N V OL V E ND O PE S S O A S – DIS C O V E R Y ....................................... 397 GE S T ÃO F IN A NC E IR A S A L A D E F IN A NÇ A S E ME R C A DO D E C A P I T A IS ................................................................................... 402 G E S TÃ O P Ú B L I C A L IC I T A Ç Ã O E V IS I T A S T É C NIC A S: UM A A N Á L I S E À L UZ D A L E I N. º 8 .666/ 93 ......................... 41 0 PUBLI C – DISCO V ERY ................................................................................................................................... 41 3 LO G Í STI C A JUNIOR A C HIE V E ME N T .................................................................................................................................. 41 8 P L AN I LHA S I NTE LI G ENTE S .......................................................................................................................... 42 2 PROJE TO DI SCOV ERY - C AD SO LU T IO NS ............................................................................................ 426 MARKETI N G B UR E A U C R I A T I V O DE M A R K E T ING, DE SI GN E E C ONO MI A CR I AT I V A ......................................... 431 OB S E R V A T Ó R IO D O C ON S UMO. EN T E ND O H Á B I T O S E MUD A N Ç A S NO C OMP OR T A ME N T O DE C ON S UM O N A CID A D E DE J OÃ O P E S S O A ........................................ 43 4 ME DIC IN A A Ç Ã O M UL T IP R O F IS SI ON A L NO M ONI T O R A ME N T O E IN T E R V EN Ç Ã O N A FA L H A T E R A P Ê U T IC A E M P E S S OA S V I V E ND O C OM HI V / A ID S ............. 43 8 A M B UL A T Ó R IO M UL T ID I S CIP L I N A R PA R A T R A TA ME N T O D A D OR D O UNIP Ê ............................ 4 40 CO RREL AÇÃO ENTRE ESTRESSE , PRESSÃ O A RT ERIAL SI S T Ê MIC A E O C O T ID I A N O DO E S T UD A N T E DE ME D IC IN A ............................................................ 444 E S T UD O D A S C A R A C T E R ÍS T IC A S S Ó C IO D EM OG R Á F IC A S E O I T INE R Á R IO T E R A P Ê U T I C O D A S M Ã E S C OM F IL H O S A C OME T ID O S P OR MI CR O CE FA L I A N A PA R A Í B A .............................. 450 FOR M A Ç ÃO MÉDIC A : R E L A Ç Ã O E N T R E CUR R ÍC UL O D E GR A DUA ÇÃ O E P R Á T I C A P R OF IS S ION A L .......................... 452 INF R A V E R MEL HO E M A C HINE L E A R NING N A PR E D IÇ ÃO AU T O M Á T IC A D E R I S C O PA R A ÚL C E R A S EM P É S D I A B É T IC O S: P E S Q U I S A E DE S E N VOL V IMEN T O D E T ECN OL O GI A A P L I C A DA À P R E V EN Ç ÃO DE D OE N Ç AS .......................... 45 5 M A NE JO D A D OR E M PAC IE N T E S H O SP I T A L I Z A DO S: IMPL A N T A Ç Ã O D A A V A L I AÇ ÃO D A D OR C OMO 5º SIN A L V I TA L E M HO S P I TA L E S C OL A DE J OÃ O P E S SO A .............................................. 45 8 PE R FIL S O CI OD EM OG R Á F I C O, CL ÍNIC O E IMUN OL Ó G IC O D O S P OR T A DOR E S D E HI V / A IDS A T E ND ID O S NO HO S P I T A L DE R E F E R ÊN C I A D E JO Ã O P E S S O A ................................................... 461 R E L A Ç Ã O E N T R E ES T E AT O SE HE PÁ T IC A E OS FA T OR E S DE R IS C O C A R DI OME T A B ÓL IC O S E M CR I A NÇ A S EM D E C A MPIN A GR A NDE - PB ................. 46 4 SE G UR A N Ç A DO PAC IE N T E NO UN IP Ê : IN T EG R A N DO E D UC A Ç Ã O E T EC NOL O GI A A SE R V IÇ O D A C O MUNID A DE ................................ 466 UN IPÊ AS SIST E ................................................................................................................................................. 469 PR O JE T O C OM CIÊ N CI A ................................................................................................................................ 47 1 ODON T OL OGI A A N JO S D O S OR R IS O ...................................................................................................................................... 4 74 A S S I S T Ê NC I A ODON T O L Ó GI C A N O PR OGR A M A DE A T E N Ç Ã O IN T EGR A DA À C R I A N Ç A C O M MIC R OC E FA L I A ................................................................. 478 A T E N Ç Ã O A O S P O R T A DOR ES D E P R Ó T E S E S DE N T Á R I A S R EMO V Í V EI S T O T A I S OU PA RC I A IS A T E ND ID O S N A CL ÍNI C A E S C OL A D E OD ON T OL O GI A DO UNIP Ê : R E L A T O D E E X PE R I Ê NC I A .. 481 C OMPA R A Ç ÃO E N T R E DOI S MÉ T O DO S D E E S T IM AT I V A D E ID A DE A T R A V É S DE IM AG E NS PA N OR Â MIC A S ..................................................... 485 C OND IÇ ÃO OR A L DE DE P E ND E N T E S QUÍM IC O S D O MUNI CÍ PI O DE J OÃ O P E S SO A ............ 49 0 C UID A DO B UC A L D E CR I A NÇ AS E A DO L E S C E N T E S C OM DE F I C IÊ NC I A E F AT OR E S A S S OC I A DO S ...................................................................................... 49 3 DI AG NÓ S T ICO O DO N T OL Ó G IC O E M P E S S O A S C O M DE F I CI Ê NC I A ............................................. 49 8 ED U C A Ç ÃO E M S AÚDE B UC A L EM A MB IE N T E HO S P I T A L A R .......................................................... 500 O GE R E NC I A ME N T O D OS R ES ÍD UO S DO S SE R V IÇ O S DE S A ÚDE ( R S S) N A OD ON T OL OG I A .. 502 PR O JE T O A P OL Ô NI A S D A PA R A Í B A ......................................................................................................... 50 4 L IG A A C A D Ê MIC A D E A N A T OMI A H A R OL D O DINI Z – L A A HD ......................................................... 50 7 SE R V IÇ O DE P R E V E N Ç Ã O E DI A GN Ó S T IC O OR A L – SE P DO ......................................................... 510 P SIC OL OGI A A B R A C E A C AU S A : IN T E R V E N Ç Ã O P A R A P A CIE N T E S DO E S PE C T R O A U T IS TA ..................... 514 A V A L I A Ç Ã O P SIC OL Ó G IC A N A PR ÁT IC A C L INIC A ............................................................................... 516 C ONS T R UÇ ÃO E V A L ID A Ç Ã O DE UM A E SC A L A PA R A A V A L I A Ç Ã O D A S H A B IL ID A DE S SOCI A IS ............................................................................................................................................................... 520 “ES C U T A A MP L I A D A E A T E NDIME N T O P SI C OS S O CI A L À S M Ã E S DE B E B Ê S CO M MIC RO CE F A L I A E M CO NS EQU Ê NCI A D O V ÍR US Z IK A ” ...................................................................................................... 524 E X T E NS Ã O E M P SI CO LO GI A JUR ÍD IC A ................................................................................................... 526 OR IEN T A Ç ÃO PR OF IS SION A L ..................................................................................................................... 5 31 PR O G A M A D E E S T IMU L A Ç ÃO C O GNI T I V A E S OC IO E MO CIO N A L A PE S S O A IDO S A ID OS O E M SI T UA Ç Ã O A S IL A R ........................................................................................................................................... 533 R EC ON S OL ID A Ç Ã O DE ME MÓ R I A E P SI CO T E R A P I A : UM A R E V I S Ã O SI S T E M ÁT IC A .............. 538 SE R V IÇ O DE E S C U TA AO A D OL E S CE N T E INF R A T OR N UM A V IS Ã O F E NOME NO L ÓG IC A- E XI STE N C IAL ..................................................................................................................................................... 5 40 T R E IN A ME N T O DE H A BIL ID A DE S S OC I A I S E M ES T UD A N T E S UNI V ER S I TÁ R IO DE P SIC OLOG I A ....................................................................................................................................................... 5 42 AD MI NIS TRA ÇÃ O 15 ADMINISTRA ÇÃ O P ARA T ODOS Curso pr omotor do pr ojeto: Curso de A dministração Cursos in tegrados: C urs o de C on tabilidade e os Superior es em tecnologia: Gestão Financeir a, Gestão de Mark eting, Gestão de R ecursos Humanos, Gestão Pública e Logística. Coor denador( a ): Semíramis M angueira de Lima Colabor adores( as ): She ylla da Silva Mendes Discentes: Alanda Fr anciola Dos Santos G uimarães, Alêssa Bruna Gomes Dos San tos, Alex andre S ilva Dantas, Amanda C arla De Oliveir a Bezerr a, Amélia Mickaela Dutelle, A tila Henrique C osta, Camila M aria Bezerr a Holanda, Daniel De N ormando Pequeno, Daniel Dos San tos Silva, Debor a Daniele Pon tes R odrigues, Eduar do R odrigues Alves, Emily Maria C ar valho Alves, Giovanne M artins De Paiva Júnior , Gustavo José Da C. S ilva, Jac queline Rocha Alves C outinho, J ane Pon tes Da Silva, Jennif er R ubia R odrigues Da Silva, Jessica M ay ara P ereir a Da Conceição, Jusseli Ingridy B. Inácio, K armen R aiany De Alex andria, Lucas Ar aujo De M acena, Mar ais a De F átima Alves Machado, Maria H arilma Pinheir o Da Silva, Michael De O liveira S ilva, Mikaele Ar aújo R odrigues, Najla Mene zes, Natalia Lima D iniz Pinto B r andão, Nathalia Gabriel Gomes, R aissa Ferr eira D e Araújo, R enne Nunes Dos Santos, S idne y Cor deiro De Lima. Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( x ) alunos – UNIPÊ, ( x ) C omunidade, ( x ) funcionários e colabor adores – UNIPÊ ( x ) Outr os, Quais? U suários da Fundação Cen tr o In tegr ado de Apoio ao Portador de Deficiência (Funad). Local onde o pr ojeto se des en volve: O projeto é desen volvido no Campus da Instituição, bloco C, salas de 42 até 62. Par alelamen te, o proje to é realiz ado na Coor denadoria de Pr odução e Pr ofissionalização – C ORPU, localizada na F unad. Cr onograma de e xecução do pr ojeto: No C ampus da Unipê, está s endo r ealizado aos sábados pela manhã, entr e 8hs e 11 hs. Na F unad, é r ealizado às segundas-f eiras entr e 14hs e 17hs. O proje to teve início em 10 de mar ço e tem pr azo de encerr amento pr evisto para dia 14 de junho. R esumo: O modelo de extensão pr oposto é multidisciplinar e envolve saber es das diversas áreas do conhecimen to, como a contabilidade; a gestão de recursos 16 humanos; a administr ação; as técnicas de vendas e a gestão de pessoas. É constituído por docen tes e discentes da instituição, compr ometidos em socializ ar conhecimen to e gerar oportunidades par a a comunidade de baix a renda. O pr ojeto institucional de extensão universitária, denominado “ A dministr ação par a T odos” , tem como finalidade contribuir par a o f ortalecimen to da r elação existen te entr e a instituição e a comunidade, além influenciar , de forma positiva, a capacitação pro fissional e a inserção de jovens no mer cado de tr abalho, com vistas a g er ar , desta f orma, g anhos de bem estar s ocial. Justifica-se pelo fato de que o desempr eg o entr e os jovens de baix a renda está dir etamente vinculado ao baix o nível de instrução e a pouca ou quase nenhuma qualificação pr ofissional. Objetivo: Ofer ecer curs os de capacitação, por meio da extensão institucional, às comunidades car entes a fim de pr opor cionar oportunidades de ins er ção no mer cado de trabalho. De forma específica: desenvolver nos alunos da gr aduação a capacidade de ministr ar aulas, pondo em prática os conhecimen tos adquiridos em s ala; desenvolver junto às comunidades car entes, um pr ograma de qualificação pr ofissional que possibilite a esse público maiores oportunidades de ingr ess ar no mercado de trabalho e; desenvolver par cerias com a iniciativa privada a fim de incr emen tar os noss os cursos com: ajuda de custo com pass agens, uniforme, material a ser utilizado em sala de aula etc. Me todologia de ex ecução: Os cursos desenvolvidos no pr ojeto “ Administr ação para T odos” tr azem noções básicas em cinco ár eas afins aos curs os de A dministr ação, CST em Gestão de R ecurs os Humanos e Ciências C ontábeis; são elas: Noções em Gestão de Pessoas; Assisten te Administr ativo; Excelência em V endas e A tendimen to; Gestão Empr eendedora de Micr o neg ócios e Assisten te Con tábil. O pr ojeto of erta, anualmente, 480 vagas que s ão distribuídas en tr e os cinco cursos distintos do seguinte modo: 80 vagas para cada um deles, com e xceção do curso de Assisten te A dministrativo, no qual são of er ecidas 160 vag as. A cada semestre do ano letivo, é r ealizada a seleção dos discentes da instituição que dever ão participar do projeto como monitor es e instrutores. Eles são selecionados a partir da publicação de edital específico de extensão universitária, o qual impõe, como r equisitos, a r ealização de uma pr ova dis cursiva e submeter -se a uma entr evista, a qual é r ealizada por um avaliador , que pode s er o coordenador do pr ojeto ou os demais docentes participan tes. No momen to da entr evista, o discente é avaliado em r elação a sua disponibilidade, participação em outr os pr ojetos da instituição ou de outr as instituições, ao nível de inter esse, levando-s e em consider ação os aspectos 17 financeir os e/ ou experiência, e a qual categoria de extensionista no pr ojeto f ar á parte, se monitor ou instrutor . A partir da seleção mencionada, os dis centes r eceberão a capacitação pedagógica e a formação específica pelos pr ofissionais da instituição, distribuídas pelas quantidades de hor as empr egadas e áreas específicas, ambas r ealiz adas ex clusivamente em um único dia da semana. R esultados alcançados/ esper ados: E m todos os anos de pr ojeto, participar am apr o ximadamen te 350 pessoas da comunidade por semestre, to talizando cer ca de 8 mil membr os da comunidade. A cada semestre, um terço dos participan tes conseguem entr ar no mer cado de tr abalho ainda dur an te os cursos. Com r elação aos dis centes, metade deles já possuem empr ego ao termino do curso devido aos conhecimentos, habilidades e atitudes desenvolvidas dur an te sua permanência no pr ojeto. Desde 2017 .1, o pr ojeto também atende a demanda in terna da instituição, r ealizando atualiz ação pr ofissional com os colabor ador es da pr ópria U nipê. No tocante a F unad, participam 20 Portador es de Deficiências nos curs os de qualificação por s emestre, sendo estes, con vidados a participar em de seleção para tornar em-se futur os colabor ador es da Unipê. Além disso, muitos dos membros da comunidade que participam do pr ojeto, acabam por ingr essar em cursos de gr aduação da Unipê nos semestr es seguintes. A cer vo f otogr áfico: 18 Figur a 1: A tividade do proje to Fon te: acer vo próprio (2018 ) Figur a 2: A tividade do proje to Fon te: acer vo próprio (2018 ) Figur a 3: A tividade do proje to Fon te: acer vo próprio (2018 ) 19 LABORA T ÓRIO DE PRÁ TICA S EM GE ST Ã O E STRA TÉ GIC A - DISC O VER Y Curso pr omotor do projeto: A dministr ação Cursos in tegr ados: Logística, Ciências C on tábeis, Mark eting, Gestão Financeir a, Gestão em R ecursos Humanos Coor denador( a ): Gislene P er eir a da Silva Discentes: A dolfo B arbosa Magalhães; A drya Beatriz F r eir e de Assunção; Ana Clar a de F reitas C our a; Bárbar a Helen C avalcante de Souz a; Bianca P er eir a Bez erra Gama; Bruna Gabrielle da Silva Barbosa Dias; C ássia K elly Araújo do N as cimen to; Emylene da Silva Miguel; Glauco M enezes Gonçalves; H anna Ericka T r avassos R ocha; Henrique Sobr al F ranzão; José de Arimateia Cavalcan te Lins J únior; Juan Vitor C osta Leite; May ara L uzia Ar aújo da Silva; Milena Victorino Soares Público alvo Beneficiário do pr ojeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( X ) Comunidade, ( ) funcionários e colabor ador es – UNIPÊ, ( X ) Outr os, Quais? PROC ON-PB. Local onde o pr ojeto se des en volve: o pr ojeto acontece por meio de encontr os semanais realiz ados às sextas- feir as, no Labor atório de In formática 8, na pr ópria Instituição de Ensino. Ademais, são r ealizadas visitas ao Procon-PB, localiz ado ao Par que Sólon de Lucena, 234, C entr o, que acontecem na pr ópria sexta-f eira ou em qualquer outro dia da semana, a partir da necessidade do projeto e disponibilidade do Ó r gão. 20 Cr onogr ama de ex ecução do pr ojeto: MARÇO ABRIL MAIO JUNHO Descrição da etapa 09 16 23 04 06 11 16 17 20 04 08 09 11 18 25 01 08 Apresen tação do proje to, dinâmica de boas vindas Elaboração do plano de trabalho e prospecção de clientes T reinamen to da equipe de alunos R eunião de captação do cliente Levan tamento dos dados da organização-clien te Pr é-diagnóstico Diagnóstico situacional Elaboração da proposta de intervenção R eunião de aprovação da proposta de intervenção junto ao cliente Conclusão das atividades do primeiro semestr e com feedback dos resultados ob tidos Obser vação: todos os encontr os f oram r ealizados das 14h às 17h. R esumo: O pr ojeto tem como objetivo intervir na realidade de uma or ganização, otimiz ar seu des empenho, bem como propiciar aos discen tes uma experiência r eal em consultoria empresarial, a partir da in terdisciplinaridade e i n t e r a ç ã o e n t r e discentes de diversas áreas da Gestão, unindo conhecimen tos e técnicas variadas desse c a m po . S e constitui em um Labor atório de Pr áticas em Gestão Estratégica, que em seu primeiro semestr e de ex ecução tem o Pr ocon-PB como alvo de intervenção. Parte da pr emiss a de suprir uma inquietação que, normalmen te, é apresentada pelos acadêmicos: a integr ação entr e teoria e prática. A o mesmo tempo, bus ca atender a uma demanda latente iden tificada nas organizações locais que, muitas vezes, são gerenciadas sem que haja aplicabilidade de conhecimen to técnico e especializado n a á re a d e G e s t ã o . Uma vez que cada situação organizacional r equer soluções únicas, o Labor atório de Práticas es t i m u l a o espírito crítico, analítico e a atualização permanen te 21 dos acadêmicos en volvidos. Como me todologia de atuação, se bas eia n a s e t a p a s d e u m a consultoria empr esarial, em que, inicialmente, os alunos são tr einados a identificar “ doenças empresariais” , a partir da aplicação de f err amentas variadas de diagnóstico situacional, após, é pr oposto um plano de intervenção, segue-s e à implantação das ações, acompanhamento e avaliação dos r esultados, concluindo com a detecção das lições apr endidas. Desse modo, na fase final do pr ojeto deve-s e pr oceder a uma avaliação objetiva jun to ao ór gão beneficiado, bus cando obter seu nível de s atisfação. Objetivo: In tervir na r ealidade de uma organização e na vida dos discentes en volvidos, com vistas ao des en volvimento mútuo, r elacionando ensinos teóricos à pr ática, a partir da inter disciplinaridade e campo de experimen tação de ideias, soluções e estr atégias, ao apr o ximar academia à realidade do mer cado de tr abalho, por meio de um Labor atório de Práticas em Gestão Estr atégica. Me todologia de ex ecução: O método e a estratégia de ação se baseiam no pr ocesso de consultoria empr esarial, como tal, inicialmen te é prospectada e captada a or g anização- cliente, em seguida, r ealiz am-se pesquis as de campo par a identificar as doenças or ganizacionais, a fim de gerar um diagnóstico de sua situação, após, é proposto um plano de intervenção, com soluções estratégicas específicas e dir ecionadas à r ealidade or ganizacional, concluindo o primeir o semestre de desen volvimento do pr ojeto com a r efle x ão do apr endizado. N o segundo semestre segue-se à implantação das ações, acompanhamento, con trole e avaliação dos r esultados, concluindo o ser viço com a detecção das lições aprendidas. Salien ta-s e que ao longo das etapas, r euniões fr equen tes com a organização-clien te, visando direcionar os tr abalhos e as pr opostas são práticas r ecorren tes. R esultados alcançados/ esperados: os r esultados esper ados perpassam por 3 dimensões. A primeir a contempla o estudan te, pois este s e torna mais pr epar ado par a atuar em sua área de f ormação, além de possibilitar uma correta aplicabilidade das ferr amentas da gestão estratégica, uma vez que o mesmo está submetido à supervis ão de um pr of essor par a r ealização de suas atividades; também, o dis cen te passa a valorizar mais o conhecimento teórico; des en volve sua capacidade de r esolução de problemas reais; qualifica seu currículo, e se bolsista, agrega ainda mais valor a ele, por s er r esultado de um pr ocesso seletivo; ainda, possibilita a participação em eventos acadêmicos que pr opagam o conhecimento ob tido por meio dessas atividades. Na segunda dimens ão consider a-se a Instituição, que fortalece sua imagem no mer cado, ao ser vista como atuante na comunidade local. N a ter ceir a dimensão promove-se uma otimiz ação dos r esultados, maior eficiência e eficácia nos processos internos da 22 or ganização alvo de in ter venção, que podem ser avaliadas atr avés de indicador es de desempenho organizacional. A cervo fotogr áfico: Figur a 1: Primeir a atividade do pr ojeto Fon te: acervo próprio (2018 ) Figur a 2: Equipe do pr oje to na sala de reuniões do Pr ocon-PB Fon te: acervo próprio (2018 ) 23 Figur a 3: R eunião par a f eedback das atividades Fon te: acervo próprio (2018 ) Figur a 4: R eunião de dir ecionamento das atividades da semana Fon te: acervo próprio (2018 ) 24 UB TE CH ORIENT A V OCÊ: PLANE J AMENT O DE C ARREIRA Curso pr omotor do projeto: A dministr ação Cursos in tegrados: Gestão F inanceir a, Mark eting, Gestão de R ecursos Humanos, Logística e Ciências C on tábeis Coor denador: J oão Cor deir o Guedes Colabor ador a: Cristiana C artax o de M ello Lula Discentes: J or dânia Gouveia Batista, Alana Dias da Costa, F ábio R ocha R odrigues de Lima Público alvo Beneficiários do pr ojeto: Alunos do UNIPÊ Local onde o pr ojeto se desenvolve: L abor atório 09 do Cen tr o de T ecnologia do UNIPÊ Cr onogr ama de ex ecução do pr ojeto: T odas as segundas-f eir as, em dois horários: 11:30h e 17h. R esumo: Orien tar os alunos sobre como planejar sua carreir a pr ofissional. En volve capacitá-los com habilidades técnicas, humanas e conceituais. Pr ocur a mostrar as oportunidades do mer cado de trabalho e as ár eas em que eles podem atuar . Pr ocur a capacitá-los par a entr evistas de empr ego, dinâmicas de s eleção, como adquirir técnicas par a treinar pess oas, para ministr ar palestras e dirigir r euniões. Aborda também quais as car acterísticas que o mercado de trabalho exige de um gestor , além de mapear oportunidades de empr ego e disponibilizá-las par a os alunos. Objetivo: Dar aos alunos um “norte” par a que eles possam compreender a importância do curso de graduação que estão f azendo e como poder ão se beneficiar destes r eferidos cursos na ár ea pro fissional e pessoal. O projeto também obje tiva mapear oportunidades de empr ego para disponibilizá-las par a os alunos. Me todologia de ex ecução: A ulas teóricas sobr e requisitos par a ser um bom pr ofissional; simulações diversas s obr e entr evistas de empr ego e dinâmicas de s eleção; trabalhos e debates em grupo; apr esentação individual; pr áticas sobre didática básica; leitur a (individual ou em grupo ), interpr etação e discussão de te xtos. 25 Quais ser viços de r efer ência: Elabor ação de currículo; D icas par a apr esentação pessoal em entr evistas de empr ego e em dinâmicas ; Ofertas de empr ego. R esultados alcançados/ esper ados: O pr ojeto começou em 2018.1 e atende mais de 42 alunos, sendo a maioria do curs o de administr ação. Os r esultados têm sido positivos e notamos um cr escimen to na visão dos alunos no que tange a se prepar ar em par a o mer cado de tr abalho. N ota-se compr ometimen to dos alunos em participar em do pr ojeto. AR QUI TE TU RA 27 A INFL UÊNCIA D A ARQUITETURA MODERNIST A NOS E SCRIT ÓRIOS C ONTEMPORÂNEOS: A BUSCA PELA C OERÊNCIA ENTRE A OBRA E O DISCURSO Curso Pr omo tor do E ven to: Ar quitetur a e Urbanismo Coor denador( a ): Pr of a. Ms. Christiane Nicolau R osendo Ferr eir a Colabor adores: Pr of a. Ms. Debor ah Padula Kishimo to e Pro f . Ernani Henrique dos San tos Junior Discentes: Arthur Nascimento, Jamille Denise Gosson, Car oline Albuquer que, Lucas Figueir edo, Armando Pascoal, Gabriel L ucas Leodegário Silva, I gor Neves. Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( ) C omunidade, ( ) funcionários e colabor ador es – UNIPÊ ( ) Outr os, Quais? Local onde o pr ojeto s e desenvolve: O pr ojeto parte de uma leitura nacional de obr as modernistas r efer enciadas e mapeamento de edificações ar quitetônicas den tr o do Estado par aibano, com foco principal em João P ess oa – PB. Cr onograma de ex ecução do proje to: A pesquisa s e des en volve com atividades contínuas r epass adas aos discentes variando entr e atividades de curto, médio e longo pr azo. Os encon tros acon tecem semanalmente, uma vez por s emana, na instituição de ensino – UNIPÊ. R esumo: A pesquisa parte da inquietação entr e o discurso e a prática na pr odução e publicação de pr ojetos ar quitetônicos en tr e os anos de 2000 até 2015. Como a forte pr esença do repertório desen volvido pela vanguarda modernista (1930-1960 ) é utilizada par a apr esentar e justificar a construção das atuais obras de ar quitetura. O fato é que ao analisarmos a obra e o discurso de determinados escritórios de arquitetur a da contempor aneidade nos questionamos quanto à coer ência entr e a forma e o conceito. Assim, partimos da hipó tese de que a influência modernista pr esente nos discursos de alguns ar quitetos contempor âneos existe mais pr edominan temente no discurso 28 do que na concepção pr ojetual, devido à f or ça do movimento moderno e a in fluência desta na sociedade de s eu tempo. V ários autor es, como por e x emplo, M ahfuz (2004 ) e Un win (2013 ) citam os con flitos e crises na definição do campo dis ciplinar da Ar quitetur a e Urbanismo, e suas transf ormações ao longo dos anos. A o tr atarmos do ensino da ar quitetur a, a f ormação do docente e sua atuação em sala de aula não podem ser ignor adas, já que a influência na forma de ler e produzir o projeto está dir etamen te ligado às suas próprias e xperiências pr ofissionais, assim como seus r epertórios ar quitetônicos. A partir da inquie tação originada nos debates em sala de aula da disciplina de projeto ar quitetônico, esta pesquis a f oi idealizada com o in tuito de analisar a influência da vanguar da modernista e buscar car acterísticas em obr as atuais que mostr em a coer ência com o discurs o, tr azendo r espostas para a f orma ar quitetônica atual e como está se configur a em meio a nossa sociedade. Objetivo: analisar a influência da vanguarda modernista tão presen te nos discurs os dos ar quitetos con tempor âneos e buscar car acterísticas em obr as atuais que mostr em a coer ência com o discurs o, tr azendo r espostas para a f orma ar quitetônica atual e como esta se configur a em meio a nossa s ociedade. Me todologia de Ex ecução: Os pr ocedimentos metodológicos ado tados par a o desenvolvimen to desta pesquisa seguirão as seguintes e tapas: Embasamento T eórico e Conceitual: C onsultas e discussões para r epertório teórico e r ef er encial pr ojetual; Pesquisa Documen tal em U niversidades de Arquitetur a e Urbanismo, Aquisição de dados físicos e Instrumen tos de coleta de dados; S istematização e Análise das inf ormações: Visitas de campo a escritórios de arquitetur a locais, levantamen to de inf ormações de car áter qualitativo. Articular as informações cole tadas, escrever os r elatórios de entr evistas com arquitetos selecionados. R ecorte de projetos a ser em r edesenhados e analis ados segundo objetivo desta pesquisa; Produção de pr anchas: Articular pr ojetos selecionados, definir diretriz es de análises e sistematizar informações e padr onização das pr anchas com informações analisadas; Desenvolvimen to de Artigos e T e xtos par a publicação: Desenvolver artigos a s er em submetidos a r evistas, anais e seminários relacionados ao tema e produzir cartilha com características da ar quitetur a con tempor ânea e rumos da arquite tur a na con tempor aneidade. R esultados alcançados/ esper ados: Alcance de 15 alunos participantes na pesquisa e uma pr odução concluída de sete artigos científicos, vinte e seis banners de análise de obr as ar quitetônicas conceituadas e dez esseis resenhas de textos a partir das leitur as e debates ( estrutur as utilizadas como esboço par a novos artigos ). Em 2018.1 já temos cinco r esumos expandidos en viados para o even to Docomomo 2018, sendo 2 par a o formato de artigo e apresentação or al e outros 3 par a apr esentação na forma de banner . 29 A TU ALIZA ÇÃ O DE MAP A CLIMÁ TIC O URB ANO P ARA A CID ADE DE JO Ã O PE SSO A/PB Curso pr omotor do pr ojeto: Ar quitetur a e Urbanismo Cursos in tegr ados: Não há. Coor denador( a): P ro f . Vladimir Sobral de Souz a. Colabor adores( as ): Pr of( s ) Sheila F reir e e J ean Carlo Fechine T avar es. Discentes: Ellen L uanda T . de Souza e Mariely Maria Souz a R odrigues. Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( ) Alunos – UNIPÊ, ( x ) Comunidade, ( ) F uncionários e colaborador es – UNIPÊ, ( ) Outros, Q uais? Local onde o pr ojeto s e desenvolve: R euniões do grupo: Cen tr o Universitário de João Pessoa - Sala I183; Cr onogr ama de e x ecução do pr ojeto: E tapas desenvolvidas até o momen to DESCRIÇÃ O D A ET AP A (MM/ AA) DIA E HORA REUNIÃO 1. INÍCIO D A S A TIVID ADES DO GRUPO DE PE SQUISA • Apresen tação do tr abalho ao grupo; • Apresen tação dos integr antes; • Formação de equipes. 03/2018 T erça- feir a às 11:10h 2. COLET A DE D ADOS • Dados climáticos – Aer oporto Castr o Pinto, LE S e INMET ; • Dados de Planejamento e U s o do Solo - Secretaria de Planejamento ( SEPLAN); • Mapas temáticos de Souza (2010 ); 03/2018 T erça- feir a às 11:10h 3. A V ALIA ÇÃO DE D ADOS Classificação de dados coletados; 03/2018 T erça- feir a às 11:10h 4. TRA T AMENT O DO D ADOS Formatação den tr o de parâmetr os da plataf orma SIG e da metodologia de classificação climática; 04/2018 a 07 /2018 T erça-f eir a às 11:10h 30 R esumo: A pr oposta deste pr ojeto de pesquisa é repr oduzir cartograficamen te o clima urbano da cidade de João P essoa, a partir de análises de aspectos físicos que se interr elacionam e in fluenciam o clima local. Par a tanto, será empr egado um sistema de classificação climática do meio urbano desenvolvido por K atzschner (2006) que car acteriza o clima segundo uma consideração do balanço de ener gia da cidade, determinado pela sua car g a térmica e potencial dinâmico, e um M apa Climático Urbano (MCU) desen volvido por Souza (2010 ). Deste modo, ár eas da cidade serão classificadas e valor adas segundo suas capacidades de elevação da temper atura do ar e de obstrução dos escoamentos dos ventos, aspectos que impactam dir etamente no conf orto ambiental. Estas avaliações ser ão fundamen tadas no conhecimento científico do comportamen to climático dos T opoclimas, que são definidos pelas car acterísticas das construções, da topogr afia, da veg etação, da pr es ença de corpos d’ água e dos espaços abertos. P ara tan to, deve-s e produzir mapas que repr esentem car acterísticas físicas do espaço urbano com base em dados de topografia, de uso e ocupação do solo, de cobertura veg etal, de hidr ografia, de rugosidade, de imagens de satélite e de levantamen to de campo. Par a o armazenamen to, o processamen to e a apr es entação das in formações do espaço geogr áfico estudado, utilizar -se-á um Sistema de In formação Geogr áfica (SIG ), que é amplamente empr eg ado nos estudos de mapeamento urbano. C om a sistematização deste dados esper a-se produzir um MCU atualizado par a a cidade de J oão Pessoa, que demonstrar á ár eas da cidade propensas, do ponto de vista físico-territorial, a pr oduzir impacto positivo ou negativo no conforto térmico da população. O Mapa climático U rbano também pode permitir uma avaliação da atual or denação e futur a expansão da estrutur a urbana, ditada pelas diretriz es do Plano Dir etor vig ente, pautada no clima urbano que in fluencia tan to a qualidade de vida e a saúde da população quanto o consumo de ener gia das edificações. Objetivo: Este pr ojeto de pesquisa tem como objetivo geral a elabor ação de um mapa temático que r eproduz a o clima urbano da cidade de João P essoa, com bas e no conhecimento de car acterísticas dos topoclimas da r egião e nas análises e avaliações de aspectos físicos urbanos que influenciam o balanço de ener gia da cidade. Me todologia de ex ecução: Este proje to de pesquis a dá continuidade a um trabalho desenvolvido por Souza (2010 ) que buscou retr atar o clima urbano da cidade, pautado na estrutur a física- territorial do município e seus efeitos na per cepção do conf orto térmico da população, na f orma de um mapa climático urbano. Devido ao dinamismo do clima e do constan te crescimen to e expansão urbana iner ente às cidades, os mapas climáticos devem ser regularmen te atualizados. D este modo pode-se entender s e o ordenamen to ditado pelo plano de gestão urbana 31 municipal ( plano dir etor ) está sendo coeren te com o conf orto ambiental da população. Este é um pr ojeto de pesquisa de cunho explor atório, confirmatório e explicativo. Explor atório pois bus car á definir um fenômeno ainda pouco desconhecido ou explor ado, ampliando o conhecimento sobr e ele. Neste caso tr ata-s e do clima urbano da cidade de J oão Pessoa e, consequentemen te, seu impacto no conforto térmico da população. Con firmatório uma vez que a pesquisa incide sobre algo que já se tem uma ideia do que está acontecendo. E m pesquisas do clima urbano realiz adas na cidade de J oão Pessoa constata-se alteração do clima local causado estrutur a da cidade e, principalmente, que estão ger ando afe tando a qualidade de vida da população. Por último, esta pesquisa está centr ada na preocupação de iden tificar fator es determinan tes ou contributivos ao desencadeamen to de f enômenos climáticos e sua r elação com a conf orto ambiental, logo entende-se também como uma pesquis a explicativa. R esultados alcançados/ esperados: N a primeira e tapa f oi f eito o levantamen to de séries de dados climáticos e de dados espaciais da cidade de João P essoa, tendo como objetivo a construção do banco de dados destinado às análises espaciais e à pr odução dos mapas no s oftw ar e ArcM ap. Esta etapa dever á f oi dividida em três fases: • na primeir a f as e , realiz ou-se a coleta de dados climáticos da cidade (temper atura do ar , pr ecipitações, direção e velocidade de ventos ), junto à estação me teorológica do aer oporto Castr o Pinto e o I nstituto Nacional de M eteor ologia (INMET), vis ando o conhecimento dos elemen tos climáticos da cidade e do movimento dos ventos. O A tlas de V ento, construído por Silva (1999 ) par a a cidade de João P ess oa, também ser á consultado; • na segunda f ase , f oi feita uma pesquisa de campo, bucando o levantamen to fo togr áfico dos principais topoclimas encon trados na cidade, tendo em vista a constatação de su-as atuais car acterísticas físicas; • na terceir a fase for am coletados dados espaciais ref er entes a estrutur a físi-ca da cidade de João P ess oa (Mapa urbano digital, M apa de cur vas de nível, imagens de satélite, etc.), objetivando a pr odução dos mapas ref er entes ao estudo de car ga térmica e de potencial dinâmico da cidade. Estes dados encon tram-se disponibilizados pela Secr etaria de Planejamento de João P ess oa (SEPLAN). Estes dados ainda estão em tr atamento par a adequação à pesquisa. 32 Esper a-se finaliz ar esta ter ceir a fase para iniciarmos o pr ocess amento dos mapas temáticos até meados de julho. A cer vo fotogr áfico: Fo tos de alguns topoclimas da cidade: Figur a 1: T opoclima de corpos d’ água Local: P arque Solon de Lucena Figur a 3: T opoclima de área ver de Local: P arque Arruda Câmar a – bairro Cen tro Figur a 5: T opoclima de Cidade Local: Bairr o Manaír a Figur a 2: T opoclima de corpos d’ água Local: Bairr o Jar dim V ene za e Ernani Sátir o Figur a 4: T opoclima de área ver de Local: R egião sul do bairro C uiá Figur a 6: T opoclima de Cidade Local: Bairr o T ambaú 33 DE SENV OL VIMENT O DE MA TERIAL DID Á TIC O P ARA DISCIPLINA S DE RE ST A URO E HIST ÓRIA D A AR TE DO CURSO DE ARQUITETURA UTILIZANDO E QUIP AMENT OS DE VISU ALIZA ÇÃ O INTERA TIV A - ÓCUL OS DE REALID ADE VIR TU AL PRODUZIDOS NO F ABLAB Curso pr omotor do projeto : Arquite tur a e Urbanismo – UNIPÊ Cursos in tegr ados: Ar quitetur a e U rbanismo – UFPB Coor denador( a ): Demetrius L acet R amalho da Silva Discentes: Emmanuell C arlos Leite, Thaís T ravassos de Azevedo, Maria E duar da T avar es de Souza, B árbara Gama Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( x ) alunos – UNIPÊ, ( x ) C omunidade Local onde o pr ojeto se desenvolve: L abcriativo – Unipê Cr onogr ama de e x ecução do pr ojeto: Quin tas- feir as (14:00 às 17:00hs ). R esumo: As f err amen tas utilizadas pelos ser es humanos acompanham o seu tempo e as mudanças de par adigmas. V ygotsky (1999) 1 destacava que são os instrumentos técnicos e os sistemas de signos, constituídos historicamente em seu meio sociocultural, as f err amen tas capazes de estabelecer uma relação de mediação en tr e o homem e o mundo. A ssim, adquirindo a capacidade de criar essas “ferr amen tas” , os seres humanos, ao mesmo tempo em que as concebem, r estabelecem a sua 1 VY GOTSKY , L. S. A f ormação social da mente. São Paulo: M artins Fon tes, 1999. 34 r elação com os seus pares e com o seu meio, tr ansf ormando-o, assim como, a si mesmo. T al postur a r efor ça a necessidade de constan te atualiz ação dos meios e ferr amen tas do ensino e da apr endiz agem por ex emplo. Os nascidos pós década de 80 já são considerados ‘nativos digitais’ e, natur almente, apr endem a us ar toda espécie de mídias digitais criando mundos par alelos que con vivem entr e o r eal e o digital. O acesso às notícias e atualidades é dif er ente par a essa nova g er ação, que busca informações em diversos formatos dif er entes. Segundo P alfre y e Gass er (2011) educador es estão pr eocupados com dois fator es essenciais: o f ato de estarem em descompass o com seus alunos; e a desatualização do sistema educacional face às mudanças decorr entes do novo panor ama digital. Nesse caminho, e com finalidades educativas, esse tr abalho procur a apr esentar uma nova abordagem par a auxiliar o ensino de disciplinas teóricas do curso de ar quitetura e urbanismo que tratam, em sua essência, do aprendiz ado de arquitetur as históricas de divers as épocas, localizadas em lugares r emotos. En tendemos que em um cenário ideal s eria importan te para o enriquecimento do r epertório do aluno conhecer as obras edificadas e sítios dos mais diversos estilos espalhados pelo mundo, porém, na pr ática, as aulas de campo normalmente se valem dos monumen tos locais, enquanto no con texto de sala de aula, os r ecursos utilizados são f otos, pr ojeções ou filmes. Me todologia de ex ecução: Nosso estudo utilizou a tecnologia da r ealidade virtual inter ativa par a transportar virtualmente um grupo de alunos par a uma edificação r eligiosa local, não conhecida por eles, enquanto um segundo grupo de alunos visitou a mesma edificação pr esencialmente. F oram utilizados equipamen tos de baix o custo de forma que todos puderam participar do experimen to. Os dois grupos de alunos obtiver am as mesmas inf ormações dos prof ess or es, por meio de um tour guiado com um trajeto pr é-definido, porém dando a liber dade para que todos pudessem explor ar o ambiente de forma independen te enquanto o pr ofessor conte xtualizava com o conteúdo. P osteriormente, os dois grupos de alunos r esponder am as questões de um aplicativo especialmente criado par a a experiência. R esultados alcançados/ esper ados: Os resultados apon taram a eficácia do mé todo quando utilizado em conjun to com as explanações do pr ofessor , principalmente em termos de avivamento da lembr ança, para quem esteve fisicamente no local e a sens ação de “teletr ansporte” para quem não esteve. Além disso, gr avamos uma matéria par a a TV REDE BRASIL explicando o proje to. Como desf echo da pesquis a, esper amos testar a aplicação em um turma da dis ciplina T eoria e História da Ar quitetur a e Urbanismo II no UNIPÊ. 35 A cer vo fo togr áfico: Figur a 1 : A tividade do proje to Fon te: acer vo próprio (2018 ) Figur a 2 : A tividade do proje to Fon te: acer vo próprio (2018 ) 36 Figur a 3: A tividade do proje to Fon te: acer vo próprio (2018 ) Figur a 5 : A tividade do proje to Fon te: acer vo próprio (2018 ) Figur a 4: A tividade do proje to Fon te: acer vo próprio (2018 ) 37 EDUCA ÇÃ O P A TRIMONIAL EM E SC OLA S PÚBLICA S A TRA VÉ S DE TE CNOL OGIA S DE REALID ADE VIR TU AL - P ARCERIA ENTRE UFPB E UNIPÊ Curso pr omotor do proje to : Ar quitetur a e U rbanismo – UNIPÊ Cursos in tegr ados: Arquitetur a e Urbanismo – UFPB Coor denador( a ): Deme trius Lacet R amalho da Silva Colabor ador es( as ): P r of a. Maria B erthilde Mour a Filha Discentes: Emmanuell C arlos Leite, Thaís T r avassos de Az evedo, Maria E duar da T avar es de Souza, B árbara Gama Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( x ) C omunidade Local onde o pr ojeto se desenvolve: L abcriativo – Unipê, LPPM - L abor atório de Pesquisa, Pr ojeto e M emória – UFPB. Cr onogr ama de e x ecução do pr ojeto: Segundas- f eir as – UFPB e Labcriativo (14:00 às 17:00hs ). A cada 15 dias acon tece em uma das instituições. R esumo: Sempr e foi do in ter esse do homem em toda a história salvaguardar a memória visual dos lugar es, seja em des enhos, pintur as ou f otogr afia. C om o adven to dos equipamentos de r egistro digital de imagem, a f orma de apr esentação vem s e modificando e aplicações de r ealidade virtual vem s endo utilizadas par a pr opor cionar visitas virtuais mais con vincen tes tornando essa experiência mais pr ó xima da visita física. Nesse sentido, este tr abalho busca apr esentar uma nova abor dagem faz endo uso da inter ação pr opor cionada pela R ealidade Virtual par a o ensino de uma área pouco explor ada, mas de gr ande importância, que é a E ducação Patrimonial. 38 Objetivo: D iante do desafio de abor dar a temática da educação patrimonial nas instituições de ensino público na Par aíba, que ainda acon tecem de f orma muito r ar a, o pr esente tr abalho em um acor do de cooper ação técnico-cien tífico entr e UNIPÊ e UFPB teve como objetivo levar par a estas escolas atr avés de oficinas utiliz ando r ecursos tecnológicos de r ealidade virtual, a discussão da educação patrimonial objetivando a disseminação do conhecimento, a conscientiz ação par a a pr eser vação do Patrimônio Cultur al e o enriquecimen to individual e coletivo. Me todologia de ex ecução: A pesquisa f oi desenvolvida por meio de um estudo de caso explor atório, com abor dagem quanti-qualitativa, em uma escola pública da cidade de J oão P essoa – PB, utilizando r ealidade virtual disponível nas plataf ormas Google Car dboar d e Google Expeditions acessado de um smartphone ( app ) tendo como visualizador inter ativo o óculos Google Car dboar d . Par a o experimento f oi escolhida uma turma e dividida em dois grupos. Um grupo f oi levado par a uma visita física à um monumento importan te da cidade, enquan to o outr o viu apenas imag ens pr ojetadas do seu interior . F az endo uso dos óculos de realidade virtual, ambos os grupos visitar am virtualmente o ambien te em questão e r esponder am um questionário pr epar ado par a essa finalidade. R esultados alcançados/ esper ados: Oficinas de educação patrimonial na Escola Municipal Índio Pir agibe e pr odução de artigos publicados nos seguintes even tos: Artigo - II Simpósio Científico IC OMOS B r asil – Belo H orizon te - MG Artigo - EDULEARN18 - 10th annual International C on fer ence on E ducation and N ew Learning T echnologies - Espanha Artigos - XXII SIGr aD i 2018 – T echnopoliticas – USP – São P aulo - SP 39 A cer vo fo togr áfico: Figur a 1: A tividade do proje to Fon te: acer vo próprio (2018 ) Figur a 2: A tividade do proje to Fon te: acer vo próprio (2018 ) 40 Figur a 3: A tividade do proje to Fon te: acer vo próprio (2018 ) 41 GE ST Ã O DO P A TRIMÔNIO CUL TURAL: INTERF A CE S DO S ABER Curso pr omotor do pr ojeto: Ar quitetur a e Urbanismo Cursos in tegr ados: Design de In terior es Coor denador( a ): Mirella de Almeida B r aga Colabor adores( as ): Debor ah Padula Kishimoto e M aiara A teciene dos Santos B elo Discentes: Fagner de Sousa Santos, Arthur Nascimento F . T eix eira, L ucas Almeida de Souza, Ar y ana de Assunção Santiago, I gor Vinicius de A. Neves, R afael M artins de Mour a, R ogna Apar ecida C. Galdino, Barbar a Rocha C ariello, Eliza de Araújo Chaves, João Victor Ferr eira da S. San tos, Joanne F ernandes Alves, L ucas Delfino, L ygia Alves P . Alex andre, Anne K ar oline Br asil F arias, Jaiane Oliveir a de Lima Santos, Maria L uiza X avier Chaves, Hebert de Azevedo Costa, N atalia Carneir o de Lima, Maykho w Douglas, Micaellen Brito. Público alvo beneficiários do pr ojeto: mor ador es dos bairr os do Castelo B r anco e Jaguaribe e alunos do U nipê. Local onde o pr ojeto s e desen volve: C entr o Universitário de João P essoa, Bloco I, salaI181. Cr onograma de e x ecução do pr ojeto: Sextas- feir as, das 16:00 as 18:00 ( presencial) MÊS D ATA A TIVID ADES MARÇ O Hor ário 16:00 as 18:00 02 DIVUL G A ÇÃ O ALUNOS APRO V ADOS 09 Pesquisa e análise de campo nos bairros estudados (D ivisão de equipe ) 16 Apresen tação do material recolhido ( socializado ) 23 Amostragem par a evento Saau/ iesp ABRIL Hor ário 14:00 as 18:00 13/04 R eunião para análise da documentação r ecolhida para o proje to ( culminância final) 24/04 Apresen tação do Pr ojeto de Extensão na Saau/Iesp. 42 MAIO Hor ário 14:00 as 18:00 04/05 09/ 05 R eunião de articulação do evento A sped. R eunião com Pr esidente da Associação dos M orador es do Castelo B ranco JUNHO Hor ário 15:00 as 17:00 04 09 R eunião para culminância final do pr ojeto En trega do produto final par a as comunidades: Jaguaribe e Castelo B ranco 11 En trega do relatório final R esumo: O pr ojeto “Gestão do P atrimônio Cultur al: interf aces do saber” , of erecido pelo pr ograma de e xtensão do Cen tro U niversitário de João P essoa – Unipê, junto ao Curso de Ar quitetur a e Urbanismo, tem como objetivo a r ealização de tr abalhos de identificação, r econhecimen to e salvaguarda/ pr eser vação de r efer ências culturais imateriais e materiais em dois bairr os da cidade de João P essoa, o bairro do J aguaribe e o bairr o do Castelo Br anco. A singularidade desses dois bairros é fruto da nossa pesquisa. Con tamos com extensionistas, divididos em equipes ( duas ) que r evers am a pesquisa nos dois ref eridos bairros. Objetivo: I dentificar os tipos de r elação que acon tecem num bairro, como elas ocorr em e a importância dessas relações, en tendimento da dinâmica en tr e morador es do bairr o e visitantes, turistas, etc. Me todologia de ex ecução: 1. T r ansdis ciplinaridade 2. T r abalho cooperativo 3. Estudo de caso e diagnostico nos bairros 4. Leitur a de textos e/ ou artigos científicos 5. Experiências de campo, r ecolhimento do material 6. A valiação multiface tada de conhecimento R esultados alcançados/ esper ados: Participação dos alunos em even tos da área do Patrimônio cultural, disponibiliz ando resultados ob tidos ao longo do projeto de extensão. R ecolhimento de material par a composição do inven tário dos bairros, Jaguaribe e Castelo B ranco. I mag ens cap tadas nas visitas de campo. En tr evistas e contatos estabelecidos com mor adores e visitantes dos r eferidos bairr os. Elabor ação do produto final par a culminância do projeto. 43 A cer vo fo togr áfico: Figur a 1: Pr odutos da feir a de quarta-f eir a – Jaguaribe Fon te: F otos r ealizadas por I gor Neves, abril 2018, editadas por D eborah Kishimo to. Figur a 2: Pr odutos of ertados para venda na Feir a de quarta-feir a – J aguaribe Fon te: fotos r ealizadas por L ygia Alex andre, abril 2018, editadas por Deborah Kishimo to. 44 Figur a 3: Jaguaribe Fon te: F otos elabor adas por I gor N eves abril 2018, editadas por Debor ah Kishimo to. 45 HABIT A ÇÃ O CENTRAL : ANÁLISE D A HABIT ABILID ADE NO CENTRO HIST ÓRIC O DE JO Ã O PE SSO A C OMO A UXÍLIO À C ONSER V A ÇÃ O Curso pr omotor do proje to: Ar quitetur a e Urbanismo Cursos in tegrados: Design de In teriores Coor denador( a ): Lizia A gra Villarim Colabor adores( as ): Ana Gomes Negr ão, Flávia Dan tas da Nóbr eg a Discentes: Jaine C ânido de Góis, Y asmim Lesiê da S ilva Medeir os; Abel T aiguar a Gomes da Costa; Ilane Abreu de V asnconcelos; Daniel Araújo R omaniuc; Solange Rufino da Silva Público alvo Beneficiários do pr ojeto: alunos – UNIPÊ; e Comunidade Local onde o pr ojeto se des en volve: Bloco de arquitetur a e urbanismo e pesquisas in loco r ealizadas no cen tro histórico de João Pessoa e/ ou em cadastr o de dados de imóveis da pr efeitur a Municipal de João P ess oa. Cr onograma de e xecução do pr ojeto: O proje to teve inicio em 2017 .2, logo já f oram r ealizadas as e tapas de Capacitação dos en volvidos, sendo de ag osto a setembr o de 2017; e Levan tamento de dados cartogr áficos, demográficos e estudo de uso e ocupação do solo, em s etembr o e outubro de 2017 . A ter ceira etapa pr evista par a o primeir o semestre da pesquisa foi o estudo morfo- tipologico da área, que tomou como r efer encia a delimitação do centr o histórico de João P ess oa estabelecido pelo IPHAN, ocorr endo en tr e outubr o e novembro de 2017 . R ealizada esta etapa, por ém f oi constatado que a mesma não seria repr es en tativa para o pr ojeto e, de março a abril do corr en te ano, foi r ealizado a e xpans ão do levan tamento, desta vez, no tocante a poligonal estabelecida pelo IPHAEP . Em par alelo, f oi realiz ado um levantamen to bibliogr áfico par a subsidiar os conceitos que fundamentam a pesquisa, em especial o de habitabilidade. 46 Concluída esta e tapa, no pr esente ( maio de 2018 ) o grupo encon tr a-se estabelecendo os indicador es de habitabilidade, ou seja, correlacionando o levan tamen to in loco com as conclusões da anális e bibliogr áfica. A pr ó xima etapa será a análise da demanda imobiliária, que necessitar á de um novo levantamen to, bem como, auxiliar á no estabelecimento dos critérios de análise. Sendo pr evista par a iniciar em junho, com pausa para o mês de f érias dos alunos, e r etomar em agosto, finaliz ando no citado mês. Em par alelo ser á solicitada a autorização do comitê de ética par a a aplicação de questionários com a população r esidente no cen tr o ( s endo estabelecido amostragem mediante critérios de estatística ) o que ocorrer á em setembr o, com aplicação em outubr o e novembr o de 2018. R esumo: A população residen te nos centr os históricos diminui pr ogr essivamen te, confirmando a desvalorização dessa por ção como local habitacional. Esse processo deve-se ao modelo de crescimento nacional, onde, na atualidade, e xiste o “ estímulo a pr odução de novas unidades habitacionais e novas espacialidades” (BERNARDINO; LA CERD A,2015), as repr esen tações de decadência e obsolência ass ociada aos edifícios históricos, e, ainda a visão de in tocabilidade naqueles ex emplar es r econhecidos como patrimônio cultur al. Por ém, a importância do uso habitacional é apon tada pela Carta de P etr ópolis (1987) como uma “função primor dial do espaço edificado ” , onde a manutenção da população r esidente nos cen tr os históricos gar ante a con tinuidade das “ atividades tr adicionais” e da “ambiência” . Essas consider ações for am, en tão, corr elacionadas ao conte xto da habitação no Br asil, o que r esultou em cenários contr aditórios: de um lado, o deficit habitacional e as condições pr ecárias de ár eas r esidenciais locais; do outr o, a existência de um conjun to de edificações passíveis de sediar a atividade habitacional em ár ea com ( possível) potencial, capacidade e necessidade de r esgatar sua função como local de mor adia. A ssim, o pr esente pr ojeto de pesquisa trata de uma pesquisa analítica que tem por objetivo identificar se existe viabilidade na promoção do uso r esidencial no centr o histórico de João P essoa como forma de pr omover a sua cons er vação a partir da análise das condições de habitabilidade. Objetivo: Este pr ojeto tem por obje tivo iden tificar se existe viabilidade na promoção do uso residencial no cen tr o histórico de J oão P essoa como f orma de pr omover a sua conser vação a partir da análise das condições de habitabilidade. Me todologia de ex ecução: O pr ojeto trata-se de uma Pesquisa Analítica, que, para o desenvolvimen to de um estudo qualitativo, necessita de atividades de avaliação apr ofundadas, sendo, ainda, baseadas em coletas de dados oriundas de f err amen tas obser vacionais ( análise da paisagem, levantamento morf ológico, análise de dados 47 demogr áficos e cartogr áficos, etc ). Esta opção, consider a que os levan tamen tos desenvolvidos não en volvem modificações do cenário observado, apenas coleta e análise de dados ( sendo estes dados estatísticos, cartográficos, estudos tipo- morfológicos, e tc ). Isto é, a pesquisa bus ca não apenas uma descrição do conte xto em estudo, mas também explicar as motivações, condicionan tes e possíveis tendências. Por tr atar -s e de uma análise de porção urbana, e por entendermos que a cidade é construída historicamente, o desenho da pesquisa será longitudinal. C om isso, foi desen volvido um estudo da evolução urbana na ár ea, pois a abor dagem e o entendimen to das distintas tempor alidades e suas consequências urbanas são necessárias para o compr eens ão do conte xto atual. Esta postur a metodológica está em acor do com o campo teórico a qual a pesquisa faz parta, a C ons er vação In tegr ada ( CI), onde a cidade é vista, como dita, como um palimpsesto, neste caso, num primeiro momento, de coleta e análise de dados, serão feitos estudos r etr ospectivos; e, após os r esultados, são realiz adas pr ospecções/ projeções baseadas nas perspectivas históricas e no conte xto atual ( traduzidos na f orma de vocações e tendências ). Em busca pelo estado da arte sobre o tema, constatou-s e que, embora a discussão já tenha se iniciado em outras cidades, no caso de João P essoa, Par aíba, ainda car ece de análise, pois os estudos encontr ados abor dam tipologias ar quitetônicas ou pr oblemas específicos da habitabilidade do CHJP . R esultados alcançados/ esperados: N o semestre de 2017 .2 o pr ojeto deu con tinuidade aos levantamen to, o que, como dito no cronogr ama, ainda não f oi concluso. Ou seja, ainda há não possibilidade de estimar o público alvo da pesquis a, visto que os dados ainda estão em fase de análise. 48 A cer vo fo togr áfico: Figur a 1: Análise do Uso do Solo no V aradour o por pavimen to (indicação dos usos do pavimento térreo ). Fon te: Pr ojeto. Figur a 2: Análise do Uso do Solo no V aradour o por pavimen to (indicação dos usos do primeiro pavimento ). Fon te: Pr ojeto. 49 Figur a 3: Análise do Uso do Solo do centr o histórico de J oão Pessoa ( delimitação IPHAEP) por pavimento. Fon te: Pr ojeto. 50 HABIT A ÇÃ O NO CENTRO HIST ÓRIC O: A SSISTÊNCIA TÉ CNICA P ARA PROPROPRIET ÁRIOS DE RE SIDÊNCIA S NA ÁREA CENTRAL DE JO Ã O PE SSO A Curso pr omotor do pr ojeto: Ar quitetur a e Urbanismo Coor denador( a): F ernanda R ocha de Oliveira Colabor adores( as ): Deborah P adula Kishimoto; K elly Christine Silva de Lima Discentes: Arthur Diniz Almeida; Gabriella Almeida de Oliveir a; Ivana A ccioly ; M aria Luisa C ar valho Lopes Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( x ) alunos – UNIPÊ, ( x ) C omunidade, ( ) funcionários e colabor ador es – UNIPÊ, ( ) Outr os, Quais? Local onde o pr ojeto s e desenvolve: O pr ojeto s e desenvolve em dif er en tes locais: na universidade ( r euniões na sala H171), em campo ( no centr o histórico de João P ess oa ) e, quanto aos períodos de r ealização de pesquisa, por necessitar apenas do uso do computador , ocorr e onde estiverem os extensionistas. Cr onogr ama de e x ecução do pr ojeto: as pesquisas e atividades de campo ocorrem ao longo da s emana, de acor do com a disponibilidade dos extensionistas; as r euniões par a planejamento atualiz ação das solicitações f eitas pelas pr of essor as coordenador a e colabor ador as são realiz adas às sextas-f eiras, semanal ou quinzenalmen te ( a depender dos prazos demandados ). R esumo: D ian te dos sucessivos incentivos ao uso da L ei de Assistência Técnica para Habitação de Inter ess e social, o presente pr ojeto prevê a capacitação teórica e prática de alunos par a a captação destes incen tivos, bem como a e x ecução das atividades pr ofissionais a ela corr elacionadas, de modo ético e in tegr ado às necessidades da comunidade pessoens e. Seu difer encial é adotar como parte dos critérios de s eleção do imóvel que será con templado a sua localização no cen tro histórico de João P essoa, 51 haja vista a car ência do us o habitacional nessa área par a a cidade e sua importância estr atégica para a sociedade pessoens e. Ser ão diferen tes métodos e materiais par a cada uma das etapas pr evistas, dentr e as quais estão a pesquis a de campo, os levantamen tos bibliogr áficos, documentais, normativos e ar quitetônicos (mé tricos e fo tográficos ), bem como a r ealização de pr ocess o pr ojetual de intervenção. Além dos pr odutos práticos esper ados ( plantas e maquete ar quitetônica ), vê-s e um potencial acadêmico ( atualiz ação do corpo docente e preparação dos alunos egressos par a um nicho especializado de mer cado ) e outr o social, já que s e vislumbra, neste tipo de ação, um potencial de valoriz ação não s omen te pontual de edificações, mas de toda a ár ea pró xima ( dado o car áter de novidade que poderá pr oduzir ), bem como um estímulo ao cuidado e às r elações de pertencimento com o território. Objetivo: O pr es ente P rojeto de Extensão almeja capacitar teórica e praticamen te alunos do curso de Arquitetur a e Urbanismo par a a captação de incen tivos de assistência técnica em habitação de in teresse social, bem como para a e xecução das atividades pr ofissionais a ela correlacionadas, de modo é tico e integr ado às necessidades da comunidade pessoens e. Me todologia de ex ecução: O projeto con ta com difer entes pr ocedimentos metodológicos: r ealização de pesquisa bibliográfica e de campo – par a entendimen to dos pr é-requisitos de aplicação da A THIS e busca por um objeto de estudo adequado a eles; aplicação de questionário; r ealização de con vers as par a entendimen to das necessidades do( a ) pr oprietário( a ) do objeto de estudo; r ealização de levan tamentos fo tográficos e mé tricos da edificação de estudo, bem como sistematização dessas inf ormações em meios digitais; aplicação dos conhecimentos r elacionados a R estauração e R evitaliz ação de bens culturais par a proposição de P rojeto de In ter venção par a adequação da edificação a melhores condições de mor adia; criação de manual inf ormativo s obr e todo o pr ocesso; elaboração de textos e apr esentações em eventos par a compartilhamento das experiências em ambien tes acadêmicos. R esultados alcançados/ esper ados: O pr ojeto está em s eu primeir o s emestr e de vigência, mas já vem apresentando alguns r esultados. A partir dos estudos r ealizados a r espeito da aplicação da lei A THIS ( sobretudo no cenário pessoense ), for am elaborados materiais inf ormativos ( em formato de folder , com linguag em simplificada ) par a ser entr egue a possíveis futur os contemplados por esse benefício. T ambém for am elabor adas refle xões críticas sobr e as potencialidades e os limites dessa lei, que for am submetidas e aceitas em um Simpósio Cien tífico de abrangência nacional. Ainda par a ess e semestre são esper ados outros tipos de resultados: con fecção de um manual com as inf ormações necess árias par a a aplicação da A THIS e realização de 52 um estudo de caso para elabor ação de pr ojeto arquite tônico de intervenção em bem de valor cultur al, que poderá ser consultado por discentes e in teressados, e ser vir á de base para a r ealização de diversos outr os projetos de mesma natur ez a. Em semestres futur os, o número de imóveis ( e proprietários/ as ) con templados poderá aumen tar significativamente, consider ando o in vestimento de base já r ealizado. A cer vo fo tográfico: Figur a 01: Logomarca criada no âmbito do Pr ojeto de Extensão. A utoria: Ciro F erreir a. Figur a 02: Folder apresen tado junto aos pr oprietários de imóveis selecionados como possível público-alvo do proje to. Elaboração conjun ta, extensionistas. Figur as 03 e 04: Exemplos de imóveis analisados nas visitas de campo, candidatos a serem contemplados pelo pr ojeto. 53 MIE S: MODULA ÇÃ O , INO V A ÇÃ O E E STRA TÉ GIA S SUSTENT Á VEIS - CITS Curso pr omotor do pr ojeto: Ar quitetur a e Urbanismo Cursos in tegr ados: Engenharia Civil Coor denador ( a ): Camila Sales N óbrega de Santana Colabor ador ( a ): Isis Amar al Mér o Público alvo beneficiários do pr ojeto: ( x ) alunos – UNIPE, o mer cado em geral Local onde o pr ojeto s e desenvolve: LABCRIA TIV O- Labor atório de Pr o totipagem Unipê, junto e xtensão CITS – Cidade de Inovações e T ecnologias Susten táveis do Unipê Cr onogr ama de e x ecução do pr ojeto: Mobiliários urbanos 2018.1 – 2018.2 Descrição da etapa Início (MM/ AA) T érmino(MM/ AA) Análise do mercado 02/18 02/18 Elaboração da especificação 03/18 03/18 Elaboração P arâmetr os Qualidade 04/18 04/18 Elaboração dos critérios de avaliação 05/18 05/18 Elaboração da lista dos fornecedores 06/18 06/18 R ecebimento das r espostas dos fornecedor es 06/18 06/18 A valiação técnica das pr opostas 08/18 08/18 R evisão Design Pr otó tipo 08/18 08/18 Início pr ocesso de Pro totipagem 09/18 09/18 R evisão Ergonomia 09/18 09/18 Eficiência ener gética 09/18 09/18 T este Pigmentação 09/18 10/18 T este de salubridade 10/18 11/18 R evisão Conforto Ambien tal 11/18 12/18 54 R esumo: Um dos principais desafios da atualidade é o papel da energia no desenvolvimen to mundial, através da busca pela construção de modelos que possam ser considerados susten táveis para a humanidade. Esses devem ser capazes não só de contribuir par a superar os pr oblemas atuais – panor ama social, econômico e ambiental, como passíveis de g ar antir a pr ópria vida por meio da pr oteção e manutenção dos sistemas natur ais. Neste con texto, op tou-se em realiz ar uma extensão de campo explor atória para ser des en volvida no LABCRIA TIV O- Labor atório de Pr oto tipagem Unipê, junto extensão CITS – Cidade de Inovações e T ecnologias Susten táveis do Unipê, com a criação de um modelo tridimensionais condizen tes com sustentabilidade. Partindo do pr essuposto, o pr ojeto de extensão pr oposta tem como objetivo além da eficiência ener g ética a r elação MODULA ÇÃ O e POR T ABILID ADE, estr atégia que possibilita escolher o f ormato de configur ação das cabines de acordo com a necessidade. Os materiais escolhidos par a a produção do pr ojeto, serão estudados e analisados como o polietileno de alta densidade com tratamen to químico contr a r aios ultraviole tas, painéis f otovoltaicos e sistema de automação. Das simulações, devem ser extr aídos testes e calibração do modelo computacional r epresentativo dos modelos criados par a em análises de desempenho térmico. O mesmo deve também ser capaz de verificar a influência da utiliz ação do aquecimento solar passivo para melhoria do con forto nos períodos de in verno e de ver ão, variando as abertur as das esquadrias. Portan to, a pesquisa s e detém ao monitor amento termo- ener g ético da edificação devendo fornecer informações e meios viáveis par a que s e possa empregar estr atégias de f orma consciente à eficiência ener g ética. Objetivo: Pr opor uma criação de pro tótipo par a banheiros químicos com enf oque na inovação, design, tecnologia, avaliação da iluminação, ventilação e con forto no C entr o Universitário de João P essoa, J oão Pessoa – Par aíba. a ) Desenvolver estudos, pesquisas, pro tótipos, pr ojetos, trabalhos técnicos e de design par a o meio acadêmico e mercado; b ) Desenvolver pro tótipo que venham a ser contr atados, dentr o das competências r elativos às áreas de inovação, tecnologia, design e sustentabilidade, consider ados de r elevante in teresse acadêmico e de mer cado; 55 c ) Fomen tar a f ormação ético-pr ofissional dos alunos, incutindo-lhes, a par da competência técnica, noções estritas de r esponsabilidades pro fissional e social, no campo de suas atividades pr ofissionais. Me todologia de ex ecução: A extensão M odulação, Inovação e Estr atégias Susten táveis CITS foi implemen tado no ano de 2017 no curs o de Arquitetur a e Urbanismo com intuito de atender a demanda cr escente de alunos que pr etendiam tr abalhar em estudos r elativos à sustentabilidade e inovação. A instituição adotou esta metodologia com intuito de f omentar pesquis as e extensões em ár eas de inter esse s ocial e de mer cado. O proje to foi implemen tado no curso de eng enharia civil no semestr e 2017 .2 do corr ente ano letivo. Esse proje to irá beneficiar os alunos da instituição e coor denadores das unidades acadêmicas, por meio de um pr ocesso de planejamento e contr ole claramen te definido. A Equipe do Pr ojeto está organizada de acor do com suas unidades acadêmicas, cursos de Arquitetur a e Urbanismo e E ng enharia Civil, cujos r esultados são acompanhados pelos coordenador es da extensão e pelo setor institucional r esponsável por Extensão e P esquisa- COESE. Den tr o da estrutura e xistem pr ofissionais, denominados pr ofessor es coordenador es/ orientador es, responsáveis por: • Man ter o r elacionamento e o atendimen to aos alunos; • Orien tar e acompanhar o desen volvimento do trabalho; • Gar antir o cumprimento das en tregas respeitando o cr onograma institucional; • Conduzir o pr ocesso de ensino aprendizagem. Além dos coor denadores da e xtensão e os alunos participantes o quadr o da equipe técnica é composto por um g estor administrativo, r esponsável pela condução dos pr ocessos, um laboratorista na ár ea de Pr oto tipag em e uma secretária r esponsável por man ter o atendimen to e contr ole de assiduidade dos alunos. Os alunos e pr of essores coor denadores utilizam as instalações do L abor atório de Pr oto tipag em nos semestres letivos em horário comer cial em dois turnos, manhã das 8:00hs até 12:00hs e no turno da tarde de 13:00hs até 17:00hs, dur ante os cinco dias úteis semanais, to talizando 20 hor as por turno semanal. Sendo pr evista a ampliação par a o turno da noite no ano de 2018. 56 Quadr o 1 - Início da Oper ação A daptação Elabor ar e disponibilizar aos pr of essores coor denadores os documen tos da metodologia adotada; Ajustar os documen tos ao modelo um modelo MEC; Definir um r epositório par a o armazenamen to da documentação. T r einamento T r einar toda equipe da e xtensão A companhamento de pr ojetos Orien tar o gestor e pro fessor es auxiliando na análise e avaliação contínua dos pr ojeto; - Ger ar r elatórios tecendo comen tários par a cada uma das ár eas de conhecimento definidas; Mé tricas e indicadores - In formar desempenho dos alunos, pr azos e riscos; - In formar tendências do pr ojeto; Monitor amen to dos alunos Monitor ar o desempenho dos alunos Monitor amen to de pr ojetos Monitor ar o pr ojeto de e xtensão por meio de indicador es coletados. As r estrições: As r estrições são f ator es de limitação no proje to, sendo eles: - Normas e legislações; - Pr azos; - R estrições técnicas e tecnológicas; - R estrições de r ecursos; - Or çamen to; - En volvimen to das áreas af etadas; - Disponibilidade dos participan tes par a atividades de tr einamen to; - Dosagem entr e burocr acia e necessidade de documen tação; - Manutenção de alguma estabilidade nas prioridades or ganizacionais; - Mudança do modelo de tr abalho das ár eas envolvidas; 57 PRINCIP AIS PRODUT OS A SEREM ENTREGUE S: Estrutur ação do pr ojeto - r euniões par a definição e validação do escopo e responsáveis; - elabor ação do plano de pr ojeto e todos os templates par a operacionaliz ação e validação; - mobilização da equipe in terna; Oper acionalização - definição com a equipe r esponsável e com os usuários dos s er viços, das ferr amentas e dos pr ocess os; - ex ecução e contr ole de atividades; - elabor ação de r elatórios de status de acor do com o plano de comunicação. Modelo de manutenção evolutiva - análise do relatório de evolução e maturidade; - elabor ação de um plano de médio pr azo. RESPONS ABILID ADES: R espons abilidades Institucionais - T odas as inf ormações técnicas; - Documen tação técnica que s ejam indispensáveis; - os r ecursos materiais; - o har dwar e e o softwar e que se f azem necessários. R espons abilidades dos coordenador es e gestores do Pr ojeto - super visionar todas as e tapas e o andamento dos tr abalhos; - gerir , juntamen te com os coor denador es de curso, qualquer mudança no escopo ou nas demais ár eas; - seguir os pr ocedimentos descritos no planos. 58 Quadr o 2 - Critérios de aceitação e implemen tação de pr ojetos feitas pelos docen tes e coor denadores: PRODUT O DESCRIÇ Ã O Estrutur ação do proje to - Plano de pr ojeto apr ovado; - equipe mobilizada; Oper acionalização - ser viços ferr amen tas e processos; - atividades r ealizadas; - principais stakeholders en volvidos e atualizados. Disponibiliz ação de base na internet - Sistema w eb oper ando Definições e modelos de tr einamento - Alinhamen to com os cursos de ref er ência. Con teúdo pr ogr amático - Alinhamen to com os cursos de ref er ência. Elabor ação de modelos de treinamen to - Alinhamen to com o con teúdo aprovado. Modelos de manutenção evolutiva - En tr eg a do documen to com atual estágio Labor atórios utilizados • Labor atório de M ateriais; • Labor atório de C onf orto Ambien tal; • Labor atório de Pr o totipagem; • Labor atório de Impr essão e Plotagem; R esultados alcançados e esper ados: A criação do pr o tótipo sur giu diante de uma atividade desenvolvida na disciplina de In teriores III, estando vinculada à linha de pesquisa design, neg ócios, cultur a e tecnologia com ênf ase na qualidade energética construtiva e nos r espectivos materiais de acabamento, modulação e portabilidade. Viabilidade e R esultados: C om a miss ão de pr ojetar 2018, propõe-se pr ojeto de mobiliários urbanos. Ambos s eguindo rigor os amen te as exigências pr evistas nas normas técnicas, buscando tr azer melhor conf orto ao usuário. A pr oposta deve atender diversificados públicos, lançando uma linha popular e uma linha de lux o onde o difer encial entr e as linhas acontece atr avés da utilização de pr odutos complementar es, como perfis também portáteis e modular es que podem s e moldar à necessidade atr avés de conectores. No ano de 2017 for am desenvolvidos banheir os químicos desde seus estudos iniciais, pr opostas de mercado, novos materiais, revisão do design do pr otó tipo, testes de pigmentação e resistência jun to com a r evisão do conforto térmico e detalhamentos do equipamento. 59 OCUP A ÇÃ O URB ANA E A S Á GU A S SUB TERRÂNEA S Curso pr omotor do proje to: Engenharia Civil Cursos in tegrados: Ar quitetura e U rbanismo / Ciências da Computação Coor denador a: Ms V ânia P aiva Martins Colabor adora: Ms M aria Jacy Caju Do E gito Discentes: R af ael Santos C ruz, Cay o I aslley Nunes de Lima, C arlos Alisson Aragão Bez err a, F rancisco T alis on F urtado de Amorim, Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( ) C omunidade, ( ) funcionários e colabor adores – UNIPÊ ( ) O utros, Q uais? Local onde o pr ojeto se desenvolve: L abor atório de química no complex o labor atorial de engenharia civil, Biblioteca do U nipê. Cr onogr ama de ex ecução do projeto: Segunda-F eir a (18:00 às 19: horas ) R esumo: O meio ambiente urbano é uma mistur a de componentes natur ais e antr ópicos. Nas últimas décadas a aceler ada expansão das cidades pr ovocou pr ofundos impactos no ecossistema urbano. O pr esente estudo pr etende verificar se o processo de adensamento urbano na costa litor ânea do município do J oão Pessoa pr ovocou r ebaix amento do lençol freático nos últimos vinte anos. P ara isto, serão utiliz ados dados de relatórios de sondagem de percussão ou de simples r econhecimento, denominado SPT , do pr ocess o de ocupação urbana e dos índices pluviométricos. O método ado tado será a localiz ação dos fur os de s ondagem nos overlay s do município, levantamen to do pr ocesso de ocupação do s olo urbano e análise dos dados pluviométricos utilizando a f erramen ta CAD , e o softw ar e QGIS. Com isso, poder á ser gerado um banco de dados sobr e as condições hidro geológicas dos bairr os pesquisados para estudos a serem desen volvidos por pr of essores e alunos da instituição, como também de outr os pesquisadores in teressados no tema. V ale r essaltar que esta pesquisa será desen volvida por alunos da engenharia civil, ar quitetur a e do curs o Ciências da Computação. A temática sobr e r ecursos hídricos 60 e ocupação urbana é pertinente na ár ea da Engenharia Civil e pr ovoca a busca do conhecimento abr angendo distintas ár eas da mesma. Objetivo: V erificar se ocorrer am modificações na pro fundidade do lençol freático nos últimos 20 anos nos bairr os da costa litorânea do município de J oão Pessoa- PB, atr avés de um levantamento de in formações ob tidas em r elatórios de s ondagem de per cuss ão ou de simples r econhecimento, denominado SPT ( S tandard P enetration T est). Esta pesquisa tem como obje tivos específicos: I. Elabor ação de um banco de dados com s ondagens realiz adas nos últimos vinte anos; II. Elabor ação de mapa com as informações coletadas; III. Elabor ação de mapas com obs er vações feitas em campo; IV . Elaboração de mapas de uso do solo. Me todologia de ex ecução: T r ata-s e de uma pesquisa explor atória, com a finalidade de verificar rebaix amen to do lençol freático e as consequências deste rebaix amen to nos bairr os costeiros do município de João P essoa. Quanto a natur eza da pesquisa, é um estudo quantitativo e de campo com levan tamento compar ativo de dados temporais em R elatórios de Sondagem. R esultados alcançados/ esper ados: O levantamen to de dados demonstrou que na avenida João M aurício no bairro de M anaíra en tre os anos de 2005 e 2009, levando em consider ação o índice pluviométrico, verificou-s e a ocorr ência de rebaix amentos similar es ar ser em realiz adas as s ondagens. O nível do lençol freático passou de uma profundidade média de 1,49 m par a uma profundidade média de 2,93 m. O estudo das consequências do adens amen to urbano s obr e as águas subterr âneas é bastante comple xo, tan to do ponto de vista ambiental como do pon to de vista da ocorr ência de recalque futuros nas edificações e xistentes na costa litor ânea do município de João P ess oa. 61 A cer vo fo togr áfico: Figur a 1: Mapa de L ocalização da Área O bjeto de Estudo ( via QGIs ). Fon te: Autor es (2018). Figur a 2: Mapa de L ocalização da Área O bjeto de Estudo em 2005 ( via Google Earth ). Fon te: A utores (2018 ). 62 Figur a 3: Mapa de L ocalização da Área O bjeto de Estudo em 2005 ( via Google Earth ). Fon te: Autor es (2018). Figur a 4: Mapa de P ermeabilidade da Ár ea Objeto de Estudo em 2005 ( via QGIs ). Font e : Autor es (2018). 63 P AIS A GEM URB ANA: UMA ANÁLISE CRÍTICA D A IMA GEM D A CID ADE DE JO Ã O PE SSO A Curso pr omotor do pr ojeto: Ar quitetur a e Urbanismo Coor denador( a ): Mar cela Dimenstein Colabor adores( as ): Andr ei de Ferr er e Arruda Cavalcan ti Discentes: Armando José Batista Fernandes P as coal, Arthur Diniz Almeida e L etícia Queir oga Sousa de Mor ais Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( ) C omunidade, ( ) funcionários e colabor ador es – UNIPÊ ( ) Outr os, Quais? Local onde o pr ojeto se des envolve: O proje to está vinculado ao curs o de Ar quitetur a e Urbanismo do UNIPÊ e trabalha com a paisagem urbana em dois bairros da cidade: A er oclube e R og er . Cr onograma de e x ecução do pr ojeto: As r euniões do grupo ocorrem quinz enalmente às quintas- feir as, por ém as visitas in loco ocorrem segundo a necessidade e de acor do com a disponibilidade dos participantes. R esumo: O meio urbano é, hoje, lar da maior parte da população mundial, e por consequência, grande parte das e xperiências humanas têm ocorrido em espaços urbanizados. A Or ganização das Migr ações In ternacionais (2015) afirma que, atualmente, as cidades que mais cr escem demograficamen te e economicamen te no mundo, apesar de per calços históricos e problemas sociais laten tes, estão localizadas em países em des en volvimen to. A realidade destas apon ta par a a necessidade de se pens ar em s oluções inteligen tes, sustentáveis, inclusivas e que en volvam as possibilidades da criatividade dos setores pr odutivos e inteligência dos planejador es urbanos ( GEHL, 2010 ). Consider ando pais agem urbana como a arte de organizar visualmente o conjun to de edifícios, ruas e espaços que compõem a cidade ( CULLEN, 2006), o pr ojeto de pesquis a 64 “Paisagem urbana: uma análise crítica da imag em da cidade de João P essoa” s e pr opõe a estudar e analis ar criticamente a paisagem produzida na capital par aibana. João P essoa é hoje canteir o de uma série de obras de in fraestrutur a viária, como: os tr evos de Mangabeira e Geisel, o novo viaduto sobre o R io Jaguaribe. Obr as estas que se alinham ao viés funcionalista e que relegam os aspectos da imagem da cidade a um segundo plano, numa expectativa de que a belez a surja a partir da contribuição dos espaços par a um ‘bom funcionamen to ’ da cidade. Com esta pesquisa, pr etendemos r ealizar leitur as da pais agem urbana em difer entes ár eas da cidade, bus cando iden tificar as áreas mais ricas e mais pobr es em termos de qualidades espaciais, levantando os elemen tos específicos que as dotam de tais qualidades. For am selecionadas quatro ár eas da cidade, sendo duas delas parte do núcleo tradicional, nos bairr os de R oger e Jaguaribe, e duas ár eas de ocupação mais r ecente, nos bairr os do A eroclube e M angabeira. A qui nessa apresen tação f ocaremos nossos esfor ços nos bairros do R oger e A er oclube. Objetivo: A pr esente pesquisa tem o in tuito de r ealizar uma leitur a da pais agem urbana de João P essoa. Mais especificamen te, bus camos per ceber os elementos que compõe a paisag em das difer en tes áreas selecionadas, compr eendendo e comparando a forma como o arr anjo destes geram po tencialidades e fragiliz adas na qualidade do espaço. Me todologia de ex ecução: O proje to está em atividade desde o s emestr e 2017 .2 e conta com 06 discentes devidamen te matriculados no curs o de Arquite tura e Urbanismo. Iniciamos nossas atividades com as leituras das bibliogr afias básicas da pesquis a que contam com textos de Jan Gehl (2010 ), Cullen (2006 ), L ynch (2006), den tre outr os. A partir das leituras e discussões em grupo, delimitamos o objeto de estudo para 04 bairr os da cidade: A eroclube, R og er , Jaguaribe e M angabeira. As primeir as visitas de per cepção visual e s ensorial das áreas trabalhadas iniciar am- se no final de 2017 .2 e possibilitar am uma leitura urbana compar ativa de dois dos bairr os aqui estudados: R og er e Aer oclube. As pesquisas apontavam a construção da paisag em cultur al como alg o comple xo, devido ao númer o de variáveis e do f ato das per cepções g er adas s er em responsáveis pela sua constituição, já que não se restringe ao visível, mas tr az uma carga de sentimen tos, valor es e crenças (FILHO; OLIVEIRA, 2013 ). Logo, além das obs er vações de campo, op tamos por utiliz ar a metodologia de mapas mentais desen volvidos por Salete K ozel (2009 ). 65 O pr ocedimento ado tado f oi o de cartogr af ar o pr ocesso per ceptivos dos mor ador es e daqueles que possuíam alguma vivência nos bairr os. P ar a a r ealiz ação de tal tar efa, o grupo foi dividido com a finalidade de fazer en trevistas com a população, que aconteciam ger almente en tre 15hs e 18hs, quando há maior flux o de pess oas cir culando. Na abor dagem com os tr ans eun tes enfatiz ou-s e que o trabalho er a f eito por estudantes universitários e er a pedido aos entr evistados que respondessem à questão “R epresen te atr avés de imagens o que significa o bairro do A eroclube/R oger par a você” . Par a o pr ocesso de interpr etação dos mapas f oi utilizado o método pr oposto por K oz el (2009 ): In terpretação quan to à f orma de repr es en tação dos elementos na imagem; Interpr etação quanto à distribuição dos elemen tos na imagem; Interpr etação quanto à especificidade dos ícones: R epr es en tação dos elementos da paisag em natur al; R epresen tação dos elementos da paisagem construída; R epresentação dos elementos móveis; R epr es en tação dos elementos humanos; Apr es entação de outr os aspectos ou particularidades. A o todo, for am coletados 10 mapas mentais em cada bairr o ( Aer oclube e R oger) par a análise. R esultados alcançados/ esper ado: Com as obser vações de campo conseguimos g er ar um estudo compar ativo entr e os dois bairros e iden tificamos divers as especificidades contr astantes como: ano de ocupação inicial, localiz ação g eogr áfica, tipologia de edificações, r enda média dos habitantes, delimitação e dimensão de lo tes. T ambém for am identificados seus pon tos de maior concen tração de pessoas, gr andes equipamentos urbanos, den tre outr os, o que indicava uma maior probabilidade de participação dos indivíduos na pesquisa. A aplicação dos mapas mentais mostr ou a per cepção da paisag em urbana daqueles que vivem que cir culam pelos dois bairros e apontou dif erenças significativas. 66 Figur a 1: Mapa men tal 1 - M.L., 23 anos ( mor adora ). Aer oclube, J oão Pessoa, 2018 O mapa 1 apr esenta ícones e letr as, elementos da paisagem construída dispostos de maneir a separada. P ara fazer sua análise f oi necess ário coletar algumas inf ormações emitidas pela autor a dur ante a en trevista. Ela r epresenta as r otatórias pelas quais passa em seu percurso de carr o quando sai de cas a. Além disso repr es entou dois par ques públicos que estão localizados em um bairr o tangen te ao A er oclube. R epresenta um pequeno shopping do bairr o onde costuma comer , sua casa e o edifício onde mor ava anteriormen te. Ess e mapa mostr a o distanciamento da autor a em r alação ao bairro, r eflex o do lugar onde mor a, o edifício mais alto do bairro, no 32º pavimen to. Figur a 2: Mapa men tal 2 – L.F ., 45 anos (mor adora ). Aer oclube, João Pessoa, 2018 O segundo mapa apresenta ícones e le tr as, dispostos em perspectiva, com elementos da paisag em construída. A análise do mapa, juntamen te com o discurs o traz um 67 equipamento que dá nome ao bairr o - o A eroclube. O mapa troux e uma r epresentação comum aos outr os mapas coletados no local, a simbologia tr azida pelo avião e a pista de decolagem. Figur a 3: Mapa mental 3– J.F ., 29 anos ( trabalha no bairr o ). Aer oclube, João Pessoa, 2018 O mapa 3 r etrata a falta de in fraestrutur a que existe nas vias, bur acos na pista, ainda r epresenta o carr o, simbolizando o trânsito do lugar , além dos edifícios altos e o sol r epresentando o calor . A f alta de afetividade com o bairr o marca o discurso da autora, expr essando apenas os problemas no bairr o. 68 Figur a 4: Mapa men tal 4 – A.A., 70 anos ( mor ador ). R oger , J oão Pessoa, 2018 No quarto mapa e xistem dif er entes ícones dispostos em f orma de perspectiva, com elementos humanos e edificados. A f ala do autor do mapa somada a sua repr es entação tr az signos que simbolizam sua r elação af etuosa com o bairro: as pessoas aqui simbolizam a amiz ade, as casas unidas repr esentam a vizinhança, onde todos se conhecem e se ajudam, a igreja r epr esenta a r eligião no lugar . Figur a 5: Mapa men tal 5 – J .S., 21 anos ( mor adora ). R og er , João P essoa, 2018 O mapa 5 apr esenta ícones gr áficos de forma dispersa, com elemen tos r epr esentando a natur eza. P ar a in terpr etar esse mapa foi necessário r ecorr er ao discurso da autora, que buscou repr esentar um coração simboliz ando o sentimen to de afe to que possui pelo bairr o, mas apoiado sobre as mãos e com uma r achadur a, significando a sensação de insegurança que ele sente ultimamen te, uma vez que recen temen te f oi assaltada. 69 Mas em con tr apartida des enha uma flor simbolizando a esper ança de que os crimes diminuam. A cer vo fo tográfico: Figur a 01: 1º Encontr o da pesquisa no IAB/PB, 2017 . Figur a 02 e 03: Encontr o da pesquisa no Piollin e na Bica, R og er , 2017 . 70 Figur a 04 e 05: Encon tro da pesquisa no P arque P ar ahyba, J ar dim Oceania, 2018. R ef er ências: CULLEN, Gor don. Paisagem Urbana . Lisboa: Edições 70, 2006. GEHL, J an. Cidade par a P essoas. São Paulo: P erspectiva, 2010. FILHO , F .S.M.; OLIVEIRA, I. J . A utiliz ação de mapas mentais na per cepção da paisagem cultur al da cidade de Goiás/ GO . CUL TUR: R evista de C ultur a e T urismo, Ilhéus, ano 07 , n 03, p. 31-45, 2013. K O ZEL, Salete. As linguagens do co tidiano como repr es entações : uma pr oposta metodológica possível. Disponível em: h ttp:/ / obser vatoriogeograficoamericalatina.or g. mx/ egal12/T eoriaymetodo /Metodologicos/ 04.pdf . A cesso em: 07 de maio de 2018. L YNCH, K evin. A Imagem da Cidade . São P aulo: Martin F on tes, 2006. 71 PROJET O E F ABRICA ÇÃ O DE PRO T Ó TIPOS DEFORMÁ VEIS UTILIZADOS NO ENSINO D A S E STRUTURA S A TRA VÉ S DO F ABLAB Curso pr omotor do proje to: Ar quitetur a e Urbanismo Cursos in tegrados: não há cursos integr ados. Coor denador( a ): José Giuseppe Per eira B r anquinho Colabor adores( as): R odrigo José Lucena de M edeiros Discentes: Alex andr e Jack s on da Silva Lima, Emanuela V aness a Coutinho do Nascimen to, J os é O smar T enório Filho. Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade, ( ) funcionários e colabor ador es – UNIPÊ ( X ) O utr os, Quais? Local onde o pr ojeto se des en volve: Cen tr o Universitário de João P essoa, Bloco de Ar quitetur a e Urbanismo, sala H171. Cr onograma de e xecução do pr ojeto: A pesquisa está s endo desenvolvida em hor ários adequados à agenda dos dis cen tes, porém especialmen te nas s egundas- feir as são r ealizadas as aplicações da me todologia nas aulas de estrutur as I e nas ter ças-f eir as são as reuniões de acompanhamen to e construção dos resultados. Depois das fases de pesquisa bibliográficas, estudos pr eliminares e pr ojeto e ex ecução dos pro tótipos, a pesquisa s e encon tra na fase de uso dos protó tipos como f erramen ta metodológica de ensino. R esumo: Os cursos de Arquite tur a e Urbanismo têm a particularidade de agrupar disciplinas e assuntos que abr ang em uma ampla gama de aspectos. Nesse sentido, o ensino dos componentes curricular es voltados para o estudo e compr eensão dos sistemas estrutur ais é um tema que s empr e promoveu in vestigações por parte dos 72 pesquisadores. Estudos mostr am que há certo desinter esse por essas matérias não pelo teor técnico que elas apresentam, mas sim pela maneir a que as mesmas são apresentadas par a os alunos. O uso de maquetes estrutur ais deformáveis, que demonstr am visualmente o comportamen to de cada elemento estrutur al e suas composições, pode ser uma s olução par a despertar um maior inter esse dos alunos. A partir disso, a pr oposta deste projeto é baseada na utilização deste r ecurso para pr omover um maior estímulo entr e os discentes no que diz r espeito às dis ciplinas deste eix o curricular e, também, iniciar os alunos colabor ador es no processo de fabricação de peças pr ojetadas por eles. P ara isso serão pr opostas atividades, com a participação de alunos e colabor adores, que en volvam uma r evis ão bibliogr áfica do assunto, o pr ojeto e a manuf atura dos modelos r eduzidos. A s peças dos pro tótipos serão pr oduzidas utilizando o L aboratório de P ro totipagem Unipê, par a que os mesmos possam s er vir de instrumento didático de ensino. P osteriormen te s er á f eita uma análise qualitativa s obr e os resultados do uso destes pr otó tipos em aulas nas turmas da disciplina de Estrutura I, componen te do segundo período do curs o de Ar quitetura e Urbanismo desta instituição. Objetivo: D esenvolver um conjunto de pr otó tipos estruturais def ormáveis e usá-los como instrumento de ensino em aulas específicas do componen te curricular Estrutur a I. Me todologia de ex ecução: Na r ealização deste estudo são ado tados procedimen tos de r evis ão bibliogr áfica, contempladas todas as etapas do pr ocesso projetual, e xecução e montagem dos modelos def ormáveis, bem como a aplicação dos conceitos físicos das deformações e esf orços e xistentes em vários tipos de sistemas estruturais básicos. Par a a r ealização de tais pr ocedimentos os alunos utiliz am f erramen tas digitais de modelagem e des enho como também f err amentas de conf ecção de maquetes físicas. R esultados alcançados/ esperados: A té o pr es ente momen to for am feitas pesquisas bibliogr áficas s obr e o assunto específico e pr ojetados e fabricados quatr o pro tótipos deformáveis. T ais modelos r eduzidos simulam os sistemas estruturais básicos cabos, ar cos, tr eliças e vigas. Dur ante as aulas da disciplina Estrutur a I, do s egundo período do curso de Arquite tura e U rbanismo, estas maquetes são utilizadas para conceituar e demonstr ar , através do tato e visualmente, esfor ços iner entes a cada um dos elementos estrutur ais já citados. Esper a-se, ao final da aplicação da metodologia, buscar um panorama do uso destes pr otó tipos avaliando o impacto desta metodologia no apr endizado do aluno. A partir destes primeiros r esultados será possível analisar os possíveis ajustes e novos elementos que ser ão desenvolvidos posteriormen te. 73 A cer vo fo togr áfico: Figur a 1: Alunos realiz ando experiência tátil nos pr otó tipos, tocar e sentir os f enômenos físicos. Fon te: Pr ojeto. Figur a 2: A ula sobr e comportamento estrutur al dos ar cos. Fon te: Pr ojeto. 74 Figur a 3: Demonstr ação de esfor ços em tr eliças e cabos. Fon te: Pr ojeto. 75 QU ANDO O PROJET O ARQUITET ÔNIC O É UM RISC O Curso pr omotor do proje to: Arquite tura e U rbanismo Cursos in tegrados: não há cursos in tegr ados. Coor denador( a): K elly Christine Silva de Lima Colabor adores( as ): Bruno Miguel F ernandes Mor eira, R ebecca V aness a Bandeir a R odrigues de Souza. Discentes: Liliana W anderley Guedes; K allinny Pimentel da Silva. Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( ) alunos – UNIPÊ, ( ) C omunidade, ( ) funcionários e colabor adores – UNIPÊ ( X ) Outr os, Quais? T oda a comunidade acadêmica. Local onde o pr ojeto s e desenvolve: C entr o Universitário de João P essoa, Bloco de Ar quitetur a e Urbanismo, sala H171. Cr onogr ama de ex ecução do projeto: A pesquisa é desenvolvida dur ante o período da tar de, de s egunda a sexta, por ém especialmente nas segundas-f eiras e nas terças- feir as é reser vado espaço par a as r euniões de acompanhamento e construção dos r esultados. De car áter teórico e de coleta de material bibliogr áfico, a pesquisa não apr esenta necessidade de hor ários pr eestabelecidos, pois os discentes têm acesso aos bancos de dados do Cen tro de In formação a todo momento. C ontudo, algumas etapas são exigidas, r egistr o de todos os resultados, hor ários de pesquis a e alimen tação da pasta compartilhada com os artigos encontr ados e selecionados. R esumo: O pr ojeto ar quitetônico é um pr oduto complex o, fruto de um pr ocess o de desenvolvimen to de ideias que levam em consider ação as condicionantes r elacionadas com o terr eno, f orma, função e construção. As decisões tomadas dur ante este pr ocesso, muitas vezes evidenciam mais a estética e a harmonia dos espaços construídos, além do conf orto e os desejos do usuário. A norma ABNT 15.575:2013 determina que todos os pr ojetos devem possuir as condições ideais de s egur ança no uso e operação, con tr a o fogo e estrutur al; além de habitabilidade e sustentabilidade; tais requisitos legais, visam o atendimento das necessidades dos usuários e a determinação do tempo de vida útil do pr ojeto e edificação. En tr etan to, mesmo com as exigências legais e técnicas, 76 o pr ojeto ar quitetônico pode con ter em suas car acterísticas condições insegur as, ou seja, aspectos tr aduzidos como elemen tos construtivos do obje to ar quitetônico que podem pr ovocar aciden tes e doenças não apenas na f ase de construção, mas também após sua ocupação. Objetivo: R ealizar uma r evisão sistemática em publicações nacionais ou internacionais, a cer ca de temas que estejam r elacionados com a ocorr ência de riscos de acidentes, ambientais e patrimoniais, consequências do pr ocess o de pr ojetual. Me todologia de ex ecução: Na r ealização deste estudo são adotados pr ocedimen tos de r evisão bibliográfica e documen tal em publicações digitais disponíveis no banco de dados do Cen tro de In formação, por meio da revisão sistemática. Par a a s eleção das publicações, são us ados os critérios: estar disponível para o download , ter sido publicada dentr o dos últimos dez anos, estar alinhada ao tema de pesquisa. Par a a análise de dados estão s endo utiliz ados os pr ocedimentos da r evis ão sistemática, com o apoio de softw ar es como o W or d e o Ex cel. R esultados alcançados/ esperados: A té o presen te momen to for am identificados nas publicações selecionadas, algumas particularidades: os tr abalhos que levantam a pr oblemática da pesquisa estão ass ociados ao pr ojeto arquitetônico em temas r esidenciais, hospitalar es e institucionais ( especialmente espaços escolares ); os artigos explor am as necessidades de alguns tipos de usuários como: os mais vulner áveis aos riscos como os idos os, as crianças, as pessoas com deficiência e as pessoas em estabelecimentos de cuidado com a saúde; algumas palavras-chave for am acrescen tadas na pesquisa como Sustentabilidade, D esenho Universal e Biossegur ança; além dos conceitos de segurança pr es entes na norma de desempenho, foi iden tificada a citação da s egur ança patrimonial como fator de ris co; e também foi obser vada a preocupação com os riscos em atividades que envolvam pr eparação de risco nos projetos de in ter venção em áreas históricas. O estudo ainda se encon tr a em fase de pesquisa e coleta de material bibliogr áfico. Esper a-se obter ao final do estudo um pr oduto da r evisão sistemática que é o registr o em artig o cien tífico do estado da arte dos temas trabalhados; material inf ormativo de f ácil divulgação e uma cartilha com r ecomendações sobre os riscos que o pr ojeto ar quitetônico pode con ter . 77 REABILIT A ÇÃ O EM E SP A Ç O PÚBLIC O DE LAZER E C ONVIVÊNCIA Curso pr omotor do proje to: Ar quitetur a e Urbanismo Coor denador( a ): Pr of . M e. Sebastião Ce zar P ar edes do Amaral Colabor ador es( as ): Pr of . Dr . Pier Paolo Bertuzzi Pizz olato, Pro fa. Esp Cín tia Pedr oz a Bez erra. Discentes: K atiane Suenne de Brito Almeida, Heloisa Cristine Souza Lima B arbosa, Pedr o Alves da Silva, F abiane Maria Nunes N oé, Fernanda Amorim da Cruz Público alvo Beneficiários do pr ojeto: (X) alunos – UNIPÊ, (X) Comunidade Local onde o pr ojeto se des en volve: Os trabalhos en volvidos na r ealização de proje to de r evitalização de pr aça pública ocorrer ão tanto na cidade de Santa R ita (na fase de levantamen to de dados ) como depois nos ateliês do Cen tr o Universitário de João Pessoa – UNIPÊ – curso de Arquite tura e Urbanismo. Cr onograma de e xecução do pr ojeto: DESCRIÇÃ O D A ET AP A INÍCIO TÉRMINO reuniões Fever eiro - 2018 Abril - 2018 visitas ao local Fever eiro - 2018 Fever eiro - 2018 levantamen tos arquitetônicos e planialtimétricos Mar ço - 2018 Abril - 2018 Consulta à pr efeitura e outr os órgãos públicos Mar ço - 2018 Mar ço - 2018 Leitur a da bibliografia Fever eiro - 2018 Maio - 2018 Desenvolvimen to de des enhos Abril - 2018 Junho - 2018 Maquete Abril - 2018 Junho - 2018 R eunião final de entr ega Junho - 2018 Junho - 2018 R esumo: A cidade de San ta Rita encon tra-se localizada jun to à J oão Pessoa e, como município integr ante da conurbação formada pelas r elações econômicas, sociais e de ser viços da Capital e r egião, s ofr e de vários problemas estrutur ais urbanos. Apesar de ser um município bastan te antigo den tro da configur ação da ocupação de espaço e ter uma economia calcada tanto na indústria como na pr odução agrícola ( até hoje é gr ande pr odutora de derivados da cana-de-açúcar ) depende em grande medida 78 de ser viços do polo formado pela C apital e C abedelo e seus munícipes acabam por utilizar cada vez mais as oportunidades que outr as cidades da r egião of er ecem, entr e elas as opções de lazer e con vívio. A pr oposta de reestrutur ação e revitaliz ação de praça localizada em San ta Rita, vem atender os ans eios de suprir um espaço de con vívio moderno, capaz de pr omover as r elações sociais e de lazer da comunidade localizada na r egião. Objetivo: Desenvolver pr ojeto arquitetônico e urbanístico que atenda às necessidades impostas pela Associação de Mor adores de mor adores do Bairr o de Santa C ruz, obser vando as principais teorias con temporâneas sobr e espaços públicos. Me todologia de ex ecução: • R ealização de r euniões ( tanto no local como no pr óprio Cen tro Universitário ) jun to à associação de morador es para levan tar as bases par a o pr ogr ama de necessidades e entender quais são os anseios da população; • R ealização de visitas ao local, para tomadas de f otos e levan tamentos ar quitetônicos e planialtimétricos par a subsídios ao projeto; • Visita e consulta à pr efeitur a e outros ór g ãos públicos que podem impactar o pr ojeto; • Leitur a da bibliografia pertinen te e dis cussão sobre as pr oposições advindas da r eflex ão ao tema; • Desenvolvimen to de des enhos em forma de cr oqui de estudos, levantamentos e pr oposta final do pr ojeto a ser implantado. • Maque te do terr eno em escala para estudo volumétrico e posterior apresen tação A os mor ador es, para facilitar o entendimen to da proposta a ser apresentada e debater possíveis alterações con tribuições. R esultados alcançados/ esper ados: A meta a ser alcançada é o proje to da r evitalização da pr aça, com capacidade de apr esentar à ass ociação par ceira sua implan tação, detalhamen to dos espaços, desenhos explicativos e ilustr ativos dos ambientes r esultantes, de talhamento dos equipamen tos a s er em instalados e planilha parcial dos custos par a a implantação do pr ojeto. Par a alcançarmos esta meta, estão sendo r ealizadas várias reuniões e visitas ao local para inter ação com a população, realiz ar um detalhamen to maior do progr ama de necessidades, realiz ação de medições e 79 coletas de dados jun to à pr efeitur a e ór gãos públicos en volvidos e entr ega nos pr azos fix ados dos itens r efer enciados jun to aos mor ador es. A cer vo fo togr áfico: Figur a 01 – Equipe r eunida no local objeto do pr ojeto de e xtensão Fon te: A cervo do Projeto. Figur a 02 – Pr aça objeto do pr ojeto de extensão – San ta Rita /PB Fon te: A cervo do Projeto. 80 READE QU A ÇÃ O HABIT A CIONAL À PE SSO A S C OM NE CESSID ADE S E SPE CIAIS NA CID ADE DE JO Ã O PE SSO A/PB Curso pr omotor do pr ojeto: Ar quitetur a e Urbanismo Coor denador( a ): Pr of . Vladimir Sobral de Souz a. Colabor adores( as ): Pr of( s ) Rui R ocha Jr , Sheila F reir e e Deborah Kishimo to. Discentes: Hebert de Azevedo C osta, Heloisa C. Souza l. Barbosa, M atheus José R odrigues Gomes, Victor Vinícius A. Barbosa, Juliana Amaral Leite e Ana Car olina O. Sousa. Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( ) Alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade, ( ) F uncionários e colaborador es – UNIPÊ, ( x ) Outros, Q uais? Pacien tes da Clínica de R eabilitação do Unipê. Local onde o pr ojeto s e desenvolve: R euniões do grupo: Cen tro Universitário de João P ess oa - Sala I183; Encon tros com os P cDs: Clínica de R eabilitação do Unipê; Levan tamento de campo: R esidência dos PcDs. Cr onograma de e xecução do pr ojeto: DESCRIÇÃ O D A ET AP A (MM/ AA ) DIA SEMANA HORÁRIO 1. captação dos pc ds 03/2018 segunda, quarta ou sexta-f eira 13:50 2. coleta de dados 04/2018 segunda, quarta ou sexta- feir a 13:50 3. discussão e início da proposta 05/2018 sexta-f eira 13:50 R esumo: Dados do censo do IBGE (2010 ) apontam que 45,6 milhões de pessoas declar aram ter ao menos um tipo de deficiência no Br asil, ou s eja, 23,9% da população br asileira. Esta significativa par cela da população não tem orien tação ou apoio para uma r eadequação de sua residência par a esta nova condição de vida. Este pr ojeto de extensão tem como pr oposta apoiar a r eadequação de unidades habitacionais de inter ess e social de pess oas que adquirir am deficiência física (PCD ). Esta readequação 81 ocorr er á, inicialmente, pela in vestigação de pessoas que passaram por um momen to de intenso str ess físico e que, consequentemen te, necessitar ão de apoio par a a adaptação de suas r esidências do pon to de vista da acessibilidade. Em seguida haver á um levantamen to da estrutura física da residência do PCD buscando-se avaliar a dimensão da readequação de sua unidade habitacional dian te da real necessidade da pessoa, uma vez que a deficiência física depende da sua real condição físico- motor a. Com a esta avaliação, será desen volvido um projeto ar quitetônico s eguindo as normas, conceitos e legislação pertinentes à acessibilidade en tre elas a NBR 9050 e, principalmente, a avaliação da condição físico-motor a do habitante. C om este pr ojeto pr etende-se apoiá-lo com a captação dos r ecurs os financeir os par a a viabilização da r eforma e r eadequação de sua residência, assim como também, participar da g estão da obr a. Objetivo: O objetivo deste proje to de extensão é participar da reabilitação de pessoas que adquirir am deficiência física por meio de uma anális e e ajuda técnica na r eadequação de sua habitação levando em consider ação o seu novo modo de vida. Me todologia de ex ecução: Na primeir a etapa buscamos captar , por meio da clínica de r eabilitação do curso de Fisioter apia do Unipê, um número de pacien tes que apr esentem deficiências físicas-motor as e que estejam em pr ocesso de reabilitação. Par a embasar o pr ocesso de s eleção, for am criados questionários com o objetivo de levantar inf ormações tais como: dados pessoais, dados financeir o, histórico e situação do acometimen to, r elação f amiliar , en tre outr os. Após a construção dos questionários ocorr er am r euniões com os Pc ds. Finalizado a aplicação dos questionários, for am selecionados tr ês participantes. Este númer o está adequado a capacidade de orientação e pr odução da equipe. Esta etapa ocorr eu nos meses de mar ço e abril. O objetivo da segunda etapa é o levan tamento físico da moradia dos PcD s e a in vestigação da real situação de sua deficiência e limitação. Esta e tapa ainda está em desenvolvimen to. Par a cada PcD um pr of essor e dois alunos for am os r esponsáveis por coletar dados físicos da r esidência, com f oco principalmente nas condições de acessibilidade interna e e xterna no que tange especificamente ao mobiliário e estrutur a física habitacional, buscando conhecer de que forma a realidade local está possibilitando e criando situações r estritivas. Esta etapa ocorr eu no mês de abril e ainda continua no mês de maio. N a ter ceira etapa dever á ocorrer uma ampla discuss ão e pr oblematização sobr e o espaço de inclusão, tendo em vista os dados coletados e analisados no processo da pesquisa. Na quarta etapa, a partir dos r esultado obtidos, ser á construído uma pr oposta de pr ojeto ar quitetônico de ref orma com base na bibliografia atual, sobr e a temática da diversidade e da acessibilidade, e 82 na documentação e legislação atual sobr e a temática da pesquisa e, especialmente a luz da “C on venção s obr e os Dir eitos das Pessoas com Deficiência” (BRA SIL, 2008 ). Embasado na apr ovação do projeto ar quitetônico de r ef orma, a quinta etapa tr atar á da análise de viabilidade financeira par a a r eforma da unidade r esidencial. P ar a tanto, ser ão avaliados pr ogramas governamen tais de financiamen to habitacional que melhor se enquadrar ão na condição do P cD . Na sexta e última etapa ser á conduzida a gestão da obra de r ef orma da edificação com o apoio dos integr an tes deste projeto de pesquisa. R esultados alcançados/ esper ados: Par a o pr ocesso de captação dos PcD s atendidos por este pr ojeto de extensão, as atividades de construção de questionários, coleta e tr atamento de dados, análise de inf ormações e seleção dos PcDs está concluída. O levantamen to de in formações físicas das r esidências f oco deste tr abalho ainda está em pr ocesso de construção. Apenas a coleta de dados de uma r esidência foi iniciado. Este pr ocesso s e mostrou demor ado devido a agenda dos PcD s que nem sempre podem r eceber os pr ofessor e e alunos. Esper a-s e que ao fim destes levantamen tos in loco, o desenvolvimen to do pr ojeto de extensão passe a depender mais da equipe formada por pro fessores e alunos, estando mais pr ó ximo do cr onogr ama pre tendido. A cer vo fo tográfico: Figur a 1: R esidência de um PcD . Imagens internas. Fon te: Pr ojeto. 83 Figur a 2: Imagem da entr ada da r esidencia. Fon te: Pr ojeto. 84 REVIV A DE SIGN Curso pr omotor do pr ojeto: Ar quitetur a e Urbanismo Cursos in tegr ados: Design de In terior es Coor denador( a): F lávia Cristina C outinho Bez err a Colabor adores( as ): R ebecca V anessa Bandeira R odrigues de Souza Discentes: Maria R ay ane Silva N ascimento, R afaela Soar es de Farias, B runo Henrique Mir anda da Costa F eitosa, Bruno F eliphe Silva Br andão, Julianna K arla dos San tos Henrique P ereir a Público alvo beneficiários do pr ojeto: alunos Unipê Local onde o pr ojeto s e desenvolve: C en tr o Universitário de João P essoa, Bloco H, sala H188, atelier de plástica Cr onogr ama de e x ecução do pr ojeto: Segundas- feir as, das 15:00 as 17:00 (pr es encial) MÊS D ATA A TIVID ADES MARÇO Hor ário 15:00 as 17:00 05 DIVUL GA ÇÃ O ALUNOS APRO V ADOS 12 Discussão sobre a temática ( Que tipo de material a ser trabalhado? Qual ser á o produto ?) Solicitar aos alunos uma pesquisa sobre peças de design feitos com material r eciclado. 19 Apresen tação da pesquisa sobre a temática (P ow erpoin t) ABRIL Hor ário 15:00 as 17:00 09 Apresen tação da proposta ( construção de um moodboard) 23 Desenvolvimen to do pr ojeto do mobiliário ( apresentar uma maquete para testes de resistência do material, tamanho, espessura do material) MAIO Hor ário 15:00 as 17:00 14/15 Apresen tação do projeto de e xtensão 21 Corte dos moldes par a montagem do mobiliário (F ABLAB ) JUNHO Hor ário 15:00 as 17:00 04 Corte dos moldes par a montagem do mobiliário (F ABLAB ) 11 En tr ega do relatório final e o pro tótipo em escala 1:1 85 R esumo: O pr ojeto visa ações educativas vinculadas ao desenvolvimen to de alternativas de r eciclag em e r eutilização de materiais oriundos do lix o urbano, assumindo o desafio de diss eminar os princípios da Educação Ambiental. Além disso, tem o in tuito de disseminar a refle x ão e a ação da cidadania para os desafios da g estão de r esíduos, através da incorpor ação de valor es e atitudes ambientalmen te corr etos, assim como o incentivo par a a pesquisa, ensino e extensão, com a participação de pr ofessor es e alunos universitários de várias áreas, tais como, ar quitetura, design, engenharia de alimen tos, eng enharia de pr odução e g estão ambiental. Objetivo: C riar mobiliários a partir do reapr oveitamento de r esíduos, com intuito de expandir a prática de o ficinas de manufatur a e artes, além de incumbir a r espons abilidade da competência técnica, noções de r espons abilidade pr ofissional e social no campo de suas atividades pro fissionais. Me todologia de ex ecução: As ferr amentas básicas de trabalho ser ão: reapr oveitamento de r esíduos s ólidos e manufatur as tridimensionais. P ara tanto, o e xperimento é r ealizado em três módulos: 1º M ódulo: r ealizado na atelier de plástica do curso de Ar quitetura e U rbanismo do UNIPE, o des en volvimento da pesquisa de materiais, leitur a de te xtos sobre criatividade, forma, função, materiais técnicos e r eutilizáveis, como também experimen tos de manufatur as de pro tótipos par a ação posterior na comunidade. 2º Módulo: aplicação das e xperiências r ealizadas na oficina, com a comunidade. 3º Módulo: seminários de avaliação dos r esultados conseguidos na comunidade e pr ogramação de ações posterior es. T odas as etapas são super visionadas pela pr ofessor a orientador a. R esultados alcançados/ esper ados: Aplicação dos conteúdos teóricos em experimen tos pr áticos; cons cientiz ação do desenvolvimen to sustentável a partir do consumo r espons ável, da minimização da ger ação de resíduos; incen tivo ao aluno na busca de métodos de empreender a partir do reapr oveitamen to de resíduos sólidos. Númer o de beneficiários: 20 alunos. 86 A cer vo fo togr áfico: Figur as 01 e 02: Corte do papelão no labor atório criativo F ablab. Fon te: A cervo do Projeto, 2018. Figur as 03 e 04: Ex ecução da poltrona, teste de r esistência do material Fon te: A cervo do Projeto, 2018. CO M PU TA ÇÃ O CIÊNCIA DA 88 E SC OLA DE C OMPUT A ÇÃ O SOLID ÁRIA Curso pr omotor: Ciência da C omputação Cursos in tegr ados: Gestão da T ecnologia da In formação, R edes de Computador es e Sistemas par a In ternet. Coor denador: P edr o de Ar aújo Amorim Fernandes Colabor ador a: I sabelly Camila D iniz de Oliveir a Discentes: Andr essa Gabrielly Macedo M ar çal, Cicer a V anessa Mar ques Sampaio Sidrim, Diego R ustnnes Bandeir a dos San tos, Emanuel da C osta Mesquita, G laucio V arela da C osta, Guttember g J osé Batinga de Fr eitas Medeir os, Her cules C osta da Silva, Iahgo Souza B arr os, Isa Matias San tos Silva, Jose Leonar do Soar es de L ucena, R af ael Matheus P er eir a de C astr o, Rivaldo Gomes da Silva, V alter de Sousa Filho, Mar cio C unha de Souza, L eonar do Diniz de Oliveir a, Anderson Henrique de Luna, D aniella Gadelha Soar es da Silva, Eduar do C aetano de Araújo, João Sér gio de Sousa Figueir edo Filho, Polly ana Cruz J ustino, Thalles Andr ey da Silva R odrigues, W eslley Macêdo Felix, Állam Brunno R odrigues da Silva, Bruna Araújo C andeia, Bruno H enrique Silva Bez err a, Jeff erson Guanabar a Azevedo de Lemos, Jonatha M endonça de Oliveir a, L enício de Souza M elo J unior , Mar cus R aff ael Oliveir a da Silva, R enato da Silva Galdino e V anessa Dutr a Gomes. Público alvo beneficiários do pr ojeto: Alunos do UNIPÊ, C omunidade e Funcionários/ Colabor ador es do UNIPÊ. Local onde o pr ojeto se desenvolve: C ampus do UNIPÊ: situado na Br 230, Km 22, Á gua F ria, João P essoa (PB), 58053-000. As aulas ocorr em nos labor atórios F115 e F118, equipados com 30 computador es ( 60 no total); Associação Beneficente São J osé: situada na Rua José Feliciano da S ilva, 816, bairr o Mangabeir a VIII, J oão Pessoa – PB, 58059-350. As aulas ocorrem num labor atório equipado com 12 computador es; Sociedade Amigos de Braços Abertos: situada na R ua Flor estal, S/N, Bairr o das Indústrias, João Pessoa – PB, 58083-095. As aulas ocorr em num labor atório com 8 computador es. 89 Cr onogr ama de ex ecução do pr ojeto: D ATA MÓDUL O CONTEÚDO 03/03/2018 Módulo 01 Acolhimen to e Intr odução à Inf ormática 10/ 03/2018 Windows e In ternet 17 /03/2018 R evisão e A valiação 01 24/03/2018 Módulo 02 MS Office W ord Básico 07 /04/2018 MS Office W ord Básico 14/04/2018 R evisão e A valiação 02 21/04/2018 Módulo 03 MS Office Ex cel Básico 28/04/2018 MS Office Ex cel Básico 05/05/2018 R evisão e A valiação 03 12/05/2018 M ódulo 04 MS Office Po werP oint 19/ 05/2018 R evisão e A valiação 04 26/05/2018 R eposição/Final R eposição e Prova F inal 02/06/2018 Módulo Extr a Intr odução à Pr ogramação 09/ 06/2018 Intr odução à Pr ogramação 16/06/2018 R evisão e A valiação 05 23/06/2018 Encerr amento En trega dos Certificados R esumo: Sur gida em 1999, com o objetivo de pr omover a inclusão s ociodigital de adolescentes pr ovenientes de famílias de baix a renda, a Escola de Computação Solidária (EC S), por meio do curso de Intr odução à In formática, já formou mais de três mil adolescentes. As aulas da ECS ocorr em aos s ábados, das 8:00hrs às 12:00hrs, no Campus do C en tro U niversitário de João P essoa (UNIPÊ) e em Instituições parceir as. O curso ofertado é ministr ado por alunos da graduação do UNIPÊ, majoritariamen te dos cursos de Ciência da Computação, Gestão da T ecnologia da In formação, R edes de Computador es e Sistemas par a In ternet. A ECS se pr epara par a uma nova f as e, buscando ampliar suas ações intr a e extr a mur os, além da of erta de novos curs os. Objetivo: Pr omover a inclusão s ociodigital de adolescen tes em situação de vulner abilidade s ocioeconômica. Me todologia de ex ecução: O curso de Inf ormática Básica é semestral, ocorr endo aos sábados, das 8:00-12:00hrs. Ao fim de cada módulo (In tr odução à Inf ormática, Windows, In ternet, MS Office W or d, MS Office Ex cel, MS Office Pow erpoin t e Intr odução à Pr ogr amação ), os discentes passam por uma avaliação de apr endizagem e, ao fim, pr ecis ar ão ob ter média global igual ou superior a 7 ,0 para ser em aprovados. 90 R esultados alcançados/ esper ados: Ao fim do curs o, esper a-s e que os discentes estejam capacitados tecnicamente par a pr oss eguir em seus estudos acadêmicos, com formação inicial, no que tange à informática, par a ingressarem no mer cado de trabalho, por meio do Pr ograma Jovem Aprendiz ou oportunidade similar e com consciência para ser em ag en tes multiplicadores em sua família e na sua comunidade. Não obstan te, par a os alunos da Instituição, r espons áveis pela oper acionalização do curso, bus ca-se despertar o sens o de r esponsabilidade social, s olidariedade, além do desenvolvimen to de competências e habilidades complementar es à f ormação acadêmica dos mesmos. Desde 1999, quando ocorr eu o primeiro curso de In tr odução à Inf ormática da Escola de Computação Solidária, mais de tr ês mil adoles cen tes já f oram formados no r eferido curso. Den tro do Planejamen to da ECS par a os pró ximos semestres, buscar -se-á ampliar as par cerias externas, de forma a ampliar os recursos financeiros disponíveis e a estrutur a física onde os cursos poder ão ocorrer . Não obstan te, novos cursos como Pr ogramação, MS Office A vançado (W ord, Ex cel e Pow erP oint) e M ontagem & Manutenção, estão sendo gestados. Outr ossim, em parceria com o RH do UNIPÊ, cursos específicos dever ão ser formatados par a f omentar ações de Educação C orporativa na Instituição. 91 A cer vo fo togr áfico: Figur a 1: Encerr amento da E CS (2014 ). Fon te: A cervo do Projeto, 2014. Figur a 2: Associação Beneficente São José (2017). Fon te: Acervo do Projeto, 2017 . 92 F ÁBRICA DE SOFTW ARE DO UB TE CH OFFICE/UNIPÊ – CLÍNICA -E SC OLA DE TI Curso pr omotor do projeto: Ciência da C omputação Cursos in tegrados: par cerias com os cursos de Odon tologia, Fisioter apia, Dir eito e Medicina Coor denador ( a ): Pr ofº M s. W alace Sartori Bonfim; [email protected] Colabor ador es ( as ): Pr ofª D ra. Aline Mar ques de M oraes; aline.mar [email protected] , Pr o fº Esp. Antonio Carlo D emingos da Silva; [email protected] , Pr ofº M s. Ricar do R oberto de Lima; ricar do.r [email protected] , Pr ofº Ms. Thiago R odrigues Medeir os; thiago. medeir [email protected] , Pr ofº Esp. Victor Guimar ães Pinheir o; victor .pinheir [email protected] Discentes: 100 discentes participar am no ano de 2017: 47 em 2017 .1 e 53 em 2017 .2 Pabllo M atheus Lima de P aulo, Diógenes Emidio Leódido, Thalles Andr e y da Silva R odrigues, M arcel M ar ques Matias, M atheus J osé Leite Ferr eir a M endes, Daniel F arias Henriques. Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( X ) C omunidade, ( ) funcionários e colabor adores – UNIPÊ ( ) O utros, Q uais? Local onde o pr ojeto se desenvolve: C ampus do UNIPÊ, Bloco K 220 e CT 04. Cr onogr ama de ex ecução do pr ojeto: de segunda a sexta- feir a, das 14:00hs às 18:00hs. R esumo: A informatiz ação dos setores pr odutivos e de ser viços, tais como empr esas, indústria, comér cio e hospitais, e a consolidação de métodos e técnicas da Engenharia de Softw ar e têm possibilitado a evolução dos pr ocessos de produção de softw are, r esultando na geração de tecnologias customizadas aos mais diversos setor es de aplicação. Neste con te xto, o Pr ojeto de Extensão Fábrica de Softw ar e – PFS apr esenta- se como uma clínica-es cola que oportuniza aos discen tes dos cursos de graduação do UB T ech TI a ambiência adequada às pr áticas, associadas aos objetivos específicos de cada curso, para a f ormação do perfil pro fissional que o atual mer cado de tr abalho requer . A F ábrica de Softw ar e, inserida nas linhas e eixos temáticos “Design, 93 Negócios, C ultur a e T ecnologia - Inovação e tecnologia” tr az demandas do mercado par a desenvolvimen to de s oftw are nas modalidades sistemas de in formação na WEB, aplicativos par a dispositivos móveis, ferr amentas de pr odutividade com interf ace homem-máquina inovadoras, sistemas especialistas, jogos educativos e de entr etenimen to, e ferr amentas e pr ocessos para administr ação de redes de computador es, ex er cendo a inter e transdisciplinaridade necessárias à formação de um pr ofissional dif erenciado par a ingresso no mer cado de trabalho. Objetivo: Ser o campo de prática dos cursos do UB T ech TI e estabelecer o elo entr e a sala de aula e o mercado de trabalho, oportuniz ando ao dis cente construir seu portfólio com vistas à sua inserção no mer cado de tr abalho. As par cerias com instituições públicas e privadas da r egião com foco no desenvolvimen to de produtos de tecnologia da inf ormação, bem como o apoio interno e externo a pr ojetos comer ciais e projetos de pesquisa e extensão existen tes no UNIPÊ, viabilizam a formação dif erenciada dos discentes nas três dimensões conhecimen tos, habilidades e atitudes, e ainda, a capacitação contínua dos e xtensionistas nas áreas de ger enciamento de pr ojetos, engenharia de requisitos, in terfaces homem-máquina, pr ogramação, engenharia de qualidade e teste, g er ência de configur ação, administração de r edes e jogos de entr etenimen to e educacionais. Me todologia de ex ecução: O Pr ojeto de Extens ão F ábrica de Softw are - PFS tem como pr emissa criar um ambiente empr esarial real semelhante às mais bem-conceituadas empr esas de des en volvimento de softw ar e da r egião nordeste, no qual o discen te r ealiza as pr áticas associadas aos objetivos específicos de s eu curso, s empr e no âmbito de pr ojetos r eais demandados pelos divers os setores pr odutivos e de ser viços. As atividades r ealizadas no pr ojeto s ão planejadas e organiz adas em conjuntos de taref as segundo s eus objetivos: pr ospecção de novas demandas; s eleção e acolhimento de novos e xtensionistas; planejamento; construção e implan tação de soluções; acompanhamento e transf erência tecnológica para o clien te; g er enciamento da ex ecução das atividades de pr odução e capacitação contínua dos e xtensionistas. A seleção e acolhimento de novos e xtensionistas ocorr e atr avés do Pr ocess o de Imersão da Fábrica, que faz a seleção e a inserção dos novos discen tes nos diferen tes perfis da linha de pr odução de s oftw are. Este pr ocess o mer ece destaque por ser inovador e ex clusivo, pois aplica de forma integr ada a metodologia PBL – Pr oblem Based Learning , a Engenharia de Softw are e o método ágil de ger enciamento de pr ojetos SCRUM. A seleção é dividida em duas semanas: na primeira ocorr e um ciclo de palestras, dadas pelos docentes colabor ador es juntamen te com os extensionistas veter anos, que tr azem a r ealidade atual do mercado e como esta r ealidade se reflete na F ábrica de 94 Softw ar e; na s egunda semana ocorrem w orkshops orien tados a pr oblemas reais den tr o de cada ár ea de atuação pro fissional, momento em que os candidatos vivenciam a experiência do tr abalho colabor ativo e em equipe, f ocado na r es olução de pr oblemas e ex ecutado segundo as cerimônias do SCRUM. Neste con texto ocorr e uma espécie de ‘ s eleção natur al’ entr e os discentes, e os que chegam até o final da imers ão estar ão pr eparados par a assumir atividades em pr ojetos de maior complexidade com clien tes r eais e cumprir a máxima da Fábrica de So ftwar e: “ en trega do escopo demandado, no pr azo definido e com a qualidade que satisfaz o clien te” . R esultados alcançados/ esper ados: Os r esultados alcançados/ esperados podem ser obs er vados nos seguintes con textos: e xtensionista; dos clientes in ternos e externos; da pr odução de softw are. N o conte xto do extensionista: aquisição de novos conhecimentos, desen volvimento de novas habilidades e amadurecimen to da atitude pr ofissional ( CHA); cr escimento pessoal nos aspectos de tr abalho em equipe, compartilhamento de conhecimen tos, r esponsabilidade e corresponsabilidade; desenvolvimen to de novas competências, a ex emplo da área de testes, de jogos e de interf aces homem-máquina. No con texto dos clien tes in ternos e externos: pr odução e entr eg a de produtos de softw ar e com efetiva transf erência tecnológica dess es pr odutos; entr ega de recurso humano melhor qualificado par a contr atação e r etenção de talentos na r egião. N o conte xto da produção de softw ar e: ex ecução de pr ocess o de desenvolvimen to bem definido, madur o e fundamen tado nas melhor es práticas do mer cado de TI e nas r ecomendações da literatur a; utilização de novas tecnologias de desenvolvimen to de softwar e; concepção e concretiz ação de s oluções inovador as customizadas par a cada clien te. A cer vo fo tográfico Figur a 1- Um dia normal de trabalho (2017 .1) Fon te: A cer vo do Proje to, 2017 . 95 Figur a 2 - Equipe da Imersão F ábrica de Softw ar e 2017 .1 Fon te: Acervo do Projeto, 2017 . Figur a 3- Homologação do Escritório de T estes (2017 .1) Fon te: Acervo do Pr ojeto, 2017 . CO N TÁ BE IS CIÊNCIA S 97 S AB AD Ã O DO IMPOST O DE REND A Curso pr omotor do pr ojeto: Ciências Con tábeis Cursos in tegrados: A dministração Coor denador( a ): Paulo C ésar Per eira da Silva Colabor adores( as ): Ailza S ilva de Lima Discentes: Isabella de Lima Custodio, D avi R oberto Dantas M oura, L esilaine Alves Santos, Joseilton Gomes de Lima Filho, Suennia da Silva R egis Araujo, M aria Graciele de Paiva San tos, Daiane Ner es da Silva, Josiane Mir elle da Silva, Andrez a Lucas da Silva, Hemak son W ell V asconcelos de Sousa, Maria Beatriz de M edeir os Caetano, W eslley Silva Gomes, Gleizielly Barbalho P ereir a, Luiz C arlos Lima da Silva Junior , E velyn F ernandes da Silva, M aria Isa da Silva Ar aujo, Douglas Ben to Dias, Vinicius de Mor ais Muniz, Lidiane dos Santos Per eira, Allana Maria Limda do Amaral, M oniky Emilly Alves Melo, Anacarla A ureliano Br ag a, Klew ertton Carlos T enorio de Oliveir a, Ananda R ebeka ataly Mendonça de Andrade Q ueir og a, Joverladio P er eira Ger aldo, Bruna Sousa de Lima, Maxw ell Ruan de Lima Martins, M aria Mychelly Gomes Evangelista, Iz abely K aroline Ar aujo Castr o, T atiana Prudencio Vieira, M onara Soar es Aur elio, Stephanie R ay ssa Souza, Victor Nobr eg a Souta Maior , Y sabelle Gomes Vieira, Juliana R amos de Oliveira R ibeiro, R ay ssa Soares Serr ano Ferr eira, K arina Ferr eira C assé, Dey s e Gabriela da Silva R odrigiues, Aline da Rocha M oraes, Jessica B ezerr a de Melo, L ais Brito da Silva, C amilla Maria da Silva Delfino, A fhonso Fabry cio de Sous a R amos, David Miguel Costa D uarte, Delosmar Lacerda dos San tos Filho, Bruna P atricia da Silva Carvalho, Carlos A ugusto Flor entino de Lima, F r ancisco de Assis F eitosa Neto, H obb ys Pierr e X avier Bezerr a, Maria Lay ss a Gomes F r ade,Lucas T oscano Quele, Liliane P acheco dos Santos, Any Car olainy de Oliveira F arias. Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( X ) C omunidade, ( ) funcionários e colabor adores – UNIPÊ ( ) O utros, Q uais? Local onde o pr ojeto s e desenvolve: BR 230 - Km 22, Á gua F ria - CEP 58053-000 – João Pessoa – PB – C omplex o de T ecnologia – Labor atório 09. Cr onograma de e xecução do pr ojeto: T odas as terças- feir as das 16:40 as 18:30. R esumo: O imposto sobre a r enda ou imposto s obr e o r endimento de qualquer natur eza é uma taxa inciden te s obr e os rendimen tos das pess oas físicas e os lucr os Page 98 could not be converted This page was skipped, but the rest of the document is available. HTTPSConnectionPool(host='convert.identific.com', port=2053): Read timed out. 99 R esultados alcançados/ esper ados: Consider a-se como resultados do pr ojeto de extensão a capacitação e treinamen to de apr oximadamen te 60 ( sess enta ) dis centes por semestre, a absor ção do conhecimento, pelos discentes, sobr e o imposto de r enda. Ainda, a aquisição, pelos discentes, de competências e habilidades par a o preenchimen to e entr ega das declarações de imposto de r enda da pessoa física conf orme os preceitos da legislação aplicável ao caso. O atendimen to de apr oximadamen te 100 ( cem ) pessoas, especialmente no primeir o semestre letivo de cada ano, que tiveram suas declar ações preenchidas e en tregues, no campus, por alunos extensionistas do pr ojeto. A agregação de responsabilidade social aos discentes e a comunidade quando da solicitação de doação de 3 k g de alimentos não per ecível por pess oa, doados em troca da pr estação de ser viços e revertidos a instituições car entes. A cer vo fo tográfico: Figur a 1: Execução do pr ojeto Fon te: A cer vo do Projeto, 2017 . 100 Figur a 2: Ex ecução do proje to Fon te: A cervo do Projeto, 2017 . Figur a 3: Ex ecução do proje to Fon te: A cervo do Projeto, 2017 . 101 IMP A CT O D A S CARA CTERÍSTICA S DE MERCADO E INSTITUCIONAIS NA QU ALID ADE D A INFORMA ÇÃ O C ONT ÁBIL D A S C OMP ANHIA S ABER T A S BRA SILEIRA S , NOR TE AMERICANA S E EUROPEIA S Curso pr omotor do pr ojeto: Ciências C ontábeis Cursos in tegr ados: Ciências Con tábeis, A dministr ação e Gestão Financeir a Coor denador: Pro f . Me. M arcelo P aulo de Arruda Colabor adores: Pr of a. Me. Ailza Silva de Lima, P ro f. M e. Alan dos Santos O liveir a e Pr of . Me. Thiago José Silva Pena Discentes: Amanda K elly do Nascimento Az evedo X avier , Débor a Daniele Pon tes R odrigues, Eduarda B eatriz Neves da S ilva, Fábio R ocha Rodrigues de Lima, F elipe Feliciano da S ilva, Jusseli Ingridy Brasiliano I nácio, Maria Clar a Paulino F elin to de Carvalho, Marilia Gabrielly Santos de Souz a e W eslle y Silva Gomes. Público alvo beneficiários do pr ojeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( X ) C omunidade, ( ) funcionários e colabor ador es – UNIPÊ, ( ) Outr os, Quais? Local onde o pr ojeto s e desenvolve: C entr o Universitário de João P ess oa (UNIPÊ), Sala 59, Bloco C. Cr onograma de e x ecução do pr ojeto: Sextas- feir as as 17 hor as R esumo: A inf ormação contábil se constitui de pon to de extr ema importância para a tomada de decisões, s eja nas pequenas empr esas ou em grandes corpor ações, com isto en tender as car acterísticas das companhias e de mer cado que impactam na qualidade da inf ormação con tábil r eportada por estas companhias é de gr ande r elevância. Alguns autores (W A TTS, 2003; BALL; SHIV AKUMAR, 2005, BUSHMAN; PIOTROSKI, 102 2006) afirmam que a qualidade da in formação con tábil pode sofr er influência de diversos f ator es, como o sistema de governança, regulação con tábil e sistemas de normas, tributação, auditoria, ambiente institucional, en tr e outros, ou seja, tem-se um gama de características r elacionadas a pr ópria empr es a e ao mer cado que impactam nos atributos da qualidade da inf ormação contábil. N este sentido, esta pesquisa analisará tais car acterísticas, elencando e verificando o impacto das mesmas nos mais diversos atributos da qualidade da informação con tábil (gerenciamen to de r esultados, persistência dos resultados, conservadorismo, value r elevance, qualidade na mensur ação dos accruals, nível de disclosure, entr e outr os ). A pesquis a contribuir á com a liter atura e xistente, além de auxiliar companhias no momento da evidenciação das suas inf ormações financeiras e ajudar órgãos r egulador es na possível elaboração de normativos r elacionadas a publicação de inf ormações financeir as. Objetivo: O objetivo geral desta pesquisa será verificar a influência das car acterísticas do mer cado de capitais e das companhias na qualidade da inf ormação contábil ( medida median tes os atributos tr atados na literatur a ) reportada pelas companhias br asileiras, norte-americanas e eur opeias. Me todologia de ex ecução: Os dis centes são orien tados a lerem artigos base para os assuntos r elacionados ao projeto. C omo o objetivo ger al do projeto é bastan te amplo, cada pr of ess or define um tema de pesquisa específico ( r elacionado ao objetivo do pr ojeto ) a ser pesquis ado em conjunto com os discen tes participantes do pr ojeto. A o longo do s emestre, os discen tes são instruídos a es crita científica, onde, após conclusão do artig o, o mesmo é submetido a even to científico da ár ea, g aran tindo ao discente, além de pr odução acadêmica, a oportunidade de debater com outros pesquisadores da ár ea. R esultados alcançados/ esperados: C onf orme exposto no item an terior , cada docen te tr abalha em um artigo específico. No semestre vigente, os tr abalhos que estão em desenvolvimen to são: a ) O impacto da R emuneração dos Ex ecutivos no nível de Assimetria In formacional; b ) A influência da S ustentabilidade E mpresarial na P ersistência dos Lucr os e dos Flux os de Caix a; c ) O impacto da R emuner ação dos Ex ecutivos na Suavização dos R esultados; d) A influência do processo de combinação de negócios na Qualidade da In formação Con tábil; 103 e ) Os estágios do Ciclo de Vida e a in fluência dos mesmos no V alue R elevance; f ) A cobertura dos analistas e seu impacto no C onser vadorismo Con tábil e na Persistência dos R esultados. Pode-se verificar que os tr abalhos em andamento r elacionam determinada( s) car acterística( s ) das companhias ou do mer cado com algum atributo da qualidade da inf ormação contábil, estando de acor do com o objetivo do pr esente pr ojeto. A cer vo F otogr áfico Figur a 1: R eunião entre discen tes e docentes. Fon te: Acervo do Pr ojeto. 104 Figur a 2: Discente debatendo com o docen te sobre a pesquisa. Fon te: A cervo do Pr ojeto. 105 Figur a 3: R eunião entr e docen tes do pr ojeto. Fon te: A cervo do Pr ojeto. 106 Figur a 4: Docen te explicando aos discentes a pesquisa. Fon te: A cervo do Pr ojeto. 107 Figur a 5: Docen tes participantes do pr ojeto. Fon te: A cervo do Pr ojeto. DE SI GN 109 F ABRICA ÇÃ O DIGIT AL + MOD A Curso pr omotor do pr ojeto: CST Design de M oda Cursos in tegrados: C ST Design de Moda Coor denador( a ): Uyar a de Sous a T r avassos Barbos a Colabor adores( as ): Suellen Silva de Albuquer que, Victória Fernande z Bastos e L ucy ana X avier de Azevedo Discentes: Bruna Alves Nunes Santos; M eguy Magalhães Á vila de Ar aújo, Elyenai G ileno Onias F ernandes, Giulia Lima de M orais e K arla T am yres San tos de Nascimento Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( ) C omunidade, ( ) funcionários e colabor adores – UNIPÊ ( X ) Outr os, Quais? C omunidade acadêmica da ár ea do Design de Moda. Local onde o pr ojeto s e desenvolve: A contece no Bloco H do U nipê, usando a s ala H 179 (T eciteca ) e o Lab Criativo, também localizado nas instalações do Unipê. Cr onograma de e xecução do pr ojeto: As r euniões do pr ojeto acontecem uma vez por semana, às s egundas- feir as, das 15h às 18h. Além de serem r ealizadas pesquisas e pr odução textual em hor ários extra, sendo e x ecutado no local mais convenien te para os participantes. R esumo: O pr ojeto de pesquisa ‘Fabricação Digital + M oda’ investiga as ferramen tas de Fabricação D igital aplicadas a superfícies têxteis, den tro do campo do Design de Moda. T em como finalidade determinar par âmetr os para a utiliz ação, em particular , da tecnologia de corte a laser em superfícies têxteis de uso comum para o desenvolvimen to de pr odutos de moda. A pesquis a se f az pertinente devido ao cenário descrito por alguns autores como a “T er ceira R evolução Industrial” está tão presen te nos pr ocessos de des envolvimen to de produtos, pr ocess o esse que des centr aliza tecnologias computadorizadas, pr oporcionando acesso a pessoas comuns ou designers de pequenas pr oduções. Objetivo: Pesquisar as aplicações e f erramen tas de f abricação digital e metodologias voltadas à inovação par a o desenvolvimen to de produtos de moda e têxteis. 110 Me todologia de ex ecução: Alinhado com as tendências mundiais de desenvolvimen to de novos negócios, este projeto de pesquisa utilizou a pr oposta metodológica do Design Thinking , apr esentado por Vianna (2011), o conceito faz uso de ferr amen tas colabor ativas par a o desenvolvimen to de projetos. Seguindo essa pr oposta, as etapas de desenvolvimen to da pesquis a se deram da seguinte forma: Imersão Pr eliminar: ( a ) Pesquisa Bibliogr áfica, por meio de um mapeamento de publicações cien tíficas a r espeito de Fabricação D igital e Design de Moda, nos dois anos an terior es, e r evisão teórica e conceitual do Estado da Arte ( GIL, 2016); (b ) P esquisa Documental por meio de análises de proje tos de moda que se utilizam de ferr amentas de F abricação Digital, documentários e sites especializ ados. As duas primeir as etapas r esultaram na publicação de um artigo no 13º Colóquio de M oda, com o título de “Projeto de pesquisa fabricação digital + moda: uma r eflex ão sobre esta r elação ”; Imersão em pro fundidade: ( c ) Oficinas de intr odução ao maquinário de corte a las er e experimen tos r ealizados no labor atório de Fabricação D igital da Instituição e Ensino; Análise e Síntese: ( d) P esquisa Experimental, que teve como objetivo verificar como o corte a laser e a gr avação se comportam em difer entes tipos de materiais tê xteis. Essa etapa foi dividida em três experimen tos iniciais, determinando variáveis para ob tenção de critérios de ex ecução do pr ocesso de corte a las er em superfícies têxteis. O s três experimen tos iniciais for am testes de corte em: difer entes composições e materiais têxteis; variações de potência do maquinário; e, dif eren tes suportes. Ess a etapa r esultou na publicação de um artigo científico no 13º C olóquio de Moda, com o título de “Pesquisa experimen tal de aplicação de corte a las er em superfícies têxteis: um r elato sobre os pr ocedimentos de pesquisa do pr ojeto “fabricação digital + moda” ; Ideação e P r oto tipação: ( e ) Análise e elaboração de catálogo: F as e na qual o proje to se encontr a, que consiste na análise dos dados obtidos na etapa descrita no tópico ( d). Estão sendo analisadas, atr avés da tabulação dos dados de f orma quantitativa, com in formações de potência, velocidade e estilos de cortes ( desenho vetorial), por ex emplo, e qualitativa, a partir da explanação de como o material têxtil se comportou ao ser submetido aos cortes 111 e gr avações à laser a depender de sua composição e gr amatur a. P ar a a publicação dos dados, será elabor ado um catálogo digital e físico ( com os materiais que for am utilizados ) para a divulgação par a toda a comunidade acadêmica da ár ea do design de moda. R esultados alcançados/ esper ados: Espera-se que com essa pesquis a, possa- se ampliar as possibilidades de aplicação das ferr amentas de F abricação Digital nos pr ojetos em Design; apr o ximar o C urso de T ecnologia em Design de M oda das tecnologias disponíveis par a o desenvolvimen to de pr odutos; desenvolver Pesquisa Cientifica e Experimen tal dentr o do curso tecnólogo; e, apr esentar material didático que sir va de r ef er ência no desenvolvimen to de pr ojetos de moda em um universo maior que o da instituição. A partir da pesquisa já realiz ada, f or am publicados 02 artigos completos nos Anais 13º Colóquio de M oda no ano de 2017 , um deles r elatando a f ase 1 da pesquis a r ef er en te a pesquisa bibliográfica e o segundo descrevendo a fase dos primeiros e xperimentos. A cer vo f otogr áfico: Figur a 1: Experimento 01 – V ariação de Composição dos M ateriais T êxteis. Fon te: A cervo do Projeto, 2017 . 112 Figur a 2: Experimento 02 – V ariação de T amanho do V etor e P o tência do Maquinário. Fon te: A cervo do Projeto, 2017 . Figur a 3: Experimento 03 – V ariação de Suporte. Fon te: Acervo do Projeto, 2017 . Figur a 4: Experimento 04 – C orte e gr avação em tecido de malha. Fon te: Acervo do Projeto, 2017 . Figur a 5: Experimento 04 – C orte e gr avação em tecido de malha. Fon te: Acervo do Projeto, 2017 . 113 P AIS A GISMO D A PRA ÇA DO SITIO BRA V O: UM MODEL O DE NE GÓCIO Curso pr omotor do pr ojeto: CST Design de I nterior es Cursos in tegr ados: CST Design de In terior es; CST Gestão Ambiental; Ar quitetur a e Urbanismo Coor denador( a ): Suellen Albuquer que Colabor adores( as ): Saulo Leal e Sônia M atos Discentes: Aleika Inácio da S ilva, Arnou Paiva de Lima Junior , Igor Oliveir a Pacheco, Antoine R odrigue Essala, Fernando S ilva dos Santos, B runa Car ollina Carvalho Esteves de Barr os, Lar a Antunes de Andr ade. Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( X ) Comunidade: Vilar ejo do Sítio Br avo – Boa Vista – PB Local onde o pr ojeto s e desenvolve: A contece em dois locais: • Bloco H do Unipê, na sala H 178 (T eciteca ) para r euniões s emanais; • Cen tro de Vivências Geopar que do Cariri P araibano – CV GCAP , Sítio Br avo, Z ona Rur al, PB-160, Boa Vista – PB; Cr onograma de e x ecução do proje to: As r euniões do pr ojeto acon tecem uma vez por s emana, às terças- feir as, das 16h às 18h. Além de serem r ealizadas pesquisas e pr odução em hor ários extr a, s endo ex ecutado no local mais convenien te par a os participantes. A pr ogramação das atividades seguem o planejamento do pr ojeto, com os devidos ajustes quando necessário. R esumo: Na r egião Nor deste encon tra-se alguns dos maior es déficits de desenvolvimen to socioambiental e econômico do país. C omo factual desse descaso pode ser citada a condição em que se encontr a o Bioma da C aatinga que poderia s er menos negligenciado pelas políticas públicas s ociais, econômicas e de conhecimento científico. N ess e conte xto, sur ge como Proje to de Extensão - Paisagismo para a Pr aça do Sitio B ravo: um modelo de negócio , em desenvolvimen to no Sítio do Br avo, localizado na Z ona Rur al no município de Boa Vista/PB. O Sítio do Br avo ocupa uma 114 ár ea de 20.000 m², onde r esidem apr o ximadamen te 200 pessoas, tangencia o extr emo Leste da AP A do Cariri P ar aibano, conhecida como L ajedos do Br avo. De belez a ímpar e ainda desconhecido par a a maioria dos par aibanos, é constituído por um gr ande maciço r ochoso onde há também um conjun to de gr andes matacões arr edondados, decor ados com arte rupestr e. Lider anças da comunidade e outr as pessoas que valorizam e apoiam o pr ojeto, constituír am uma associação, Cen tr o de Vivências Geopar que do Cariri P ar aibano – CV GCAP , par a estimular o desen volvimento socioeconômico da região atr avés da implan tação de atividades cultur ais, sociais e educativas nas comunidades do entorno da AP A do Cariri, sediada na comunidade rural, e da valorização do potencial da r egião par a a pr ática de ecoturismo, identificando as espécies, valorizando seus us os e benefícios par a a r egião e r espeitando, sobre tudo, o bioma local. Objetivo: Iden tificar as espécies, s eus usos e seus benefícios para a r egião r espeitando o bioma local; R eper cutir os ans eios e necessidades da comunidade local; Elabor ar o pr ojeto de paisagismo para ár ea centr al do Vilarejo S itio Br avo, município de Boa Vista, Par aíba, visando tr ansformá-lo em um modelo de negócio a s er disseminado em outr as r egiões que também sofr em com o pr ocesso de desertificação. Me todologia de ex ecução: A metodologia aplicada é o “ Design Thinking – uma abor dagem antr opocên trica par a inovação que usa f err amen tas dos designers par a integr ar as necessidades das pessoas, as possibilidades da tecnologia e os r equisitos par a o sucesso dos neg ócios” , conceitua Tim Br o wn , autor do livr o Change b y D esign . No Design Thinking, temos como ponto de partida o valor da empatia, da in venção e da inter ação com o cliente, ou seja, a compreensão e o estabelecimento de uma relação com o público par a o qual desen volvemos um projeto ou produto. Par a o desenvolvimen to e implemen tação do Pr ojeto, for am estabelecidas as seguintes etapas: - Imersão Pr eliminar : apr o ximação da r ealidade e e xperimentação dos fatos com visita à comunidade, levantamen to de dados técnicos (topogr áficos e do ecossistema ), identificação do “ cliente ” ; - Imers ão em pr ofundidade : desen volvimen to de empatia a partir da mobiliz ação social com a comunidade, compreendendo suas perspectivas, cr enças, anseios e necessidades, r euniões de sensibilização, en tr evistas, maquete de estudo, valorização das lider anças locais, elabor ação das dir etrizes do pr ojeto como f oco nas pessoas que ir ão usar / ocupar o espaço; 115 - Análise e Síntese, Ideação : estudo pr eliminar de dados e inf ormações par a a elabor ação do progr ama de necessidades, definição do progr ama pais agístico, zoneamen to e partido geral; M antendo a filosofia do pr ocess o Design Thinking , a ideação será r ealizada por meio dos r esultados obtidos na fase de imersão. As lider anças mapeadas na fase de imers ão em pr ofundidade for ão convidadas par a colaborar no desenvolvimen to de s oluções, r espondendo um questionário semiestruturado. Além disso, f oi elaborado uma maque te de estudo com a situação atual da ár ea de atuação, par a que a comunidade interfir a propondo as in ter venções que julgam pertinentes. Como e tapa final será feita a pr oto tipação. O pr ojeto alcança sua f as e final culminando o objetivo da extensão acadêmica, no desenvolvimen to do projeto de paisagismo na comunidade local, r esultando no Antepr ojeto. E ainda, de forma complemen tar e não menos importan te, a elaboração do Plano de Negócios par a implantação do pr ojeto, documento que ir á registr ar todo pr ocess o de g estão e analisar a viabilidade econômica e financeira par a o modelo de negócios, instrumento que será utiliz ado para cap tação de recursos econômicos e financeir os. R esultados alcançados/ esper ados: Espera-se que o pr ojeto de pais agismo da pr aça s eja um atrativo turístico par a a região, tornando-s e o ponto de r ecepção aos turistas que visitam a AP A do C ariri. Etendemos ainda, que apr o ximar a academia da comunidade é um meio par a promover o desenvolvimen to de projetos susten táveis. A partir das etapas já r ealizada, foi desenvolvido: • R elatório levantamen to bibliográfico; • Levan tamento f otogr áfico; • Estação T otal da ár ea do pr ojeto; • En trevista com a comunidade; • Plano de Necessidades; • Maque te da situação atual – estudo; • Estudos pr eliminares, zoneamen to e etc; • Cr oquis e estudos – Pr opostas de mobiliário urbano. No quadr o a seguir apr es entamos as etapas desen volvidas nos períodos 2017 .2 e 2018.1 ( em andamento ), da qual participaram os pr of ess ores, o coor denador do projeto, os alunos participantes da Extensão, líder es locais e os morador es da comunidade do Br avo. 116 R esultados/Etapa D escrição R elatório com levantamen to bibliográfico; Assun tos abordados na pesquisa bibliográfica: Desertificação; Espécies Arbór eas com potencial de utiliz ação; Viveiros e Tipos de Viveiros; Materiais nativos e/ ou aplicáveis; Mobiliário U rbano. Imersão Preliminar -Levan tamento fo tográfico, reconhecimen to da área de in ter venção. Visita técnica Inicial Visita técnica I nicial Imersão em Pr ofundidade: Levan tamento T opográfico – Tipo Estação T otal O estudo de uso e ocupação do solo tem como objetivo iden tificar a atividade predominan te do entorno, evidenciar a ausência de determinada atividade e separar as áreas de acor do com suas funções. 117 Imersão Preliminar -En trevista com a comunidade e A pesquis a e coleta de dados foi r ealizada com morador es e pess oas com algum tipo de vínculo com a Comunidade do Br avo, aplicadas através de um questionário e os entr evistados responder am através de r ecurso de áudio e es crita. Questionário Qual a sua r elação com Vilarejo do Br avo? V ocê gostaria de uma Praça? O que você gostaria que tivesse nesta Pr aça? Quais as atividades de lazer /r ecreativas que você faz no Vilarejo? Quando você pensa no Cariri que imagens, pais agens vem a sua men te? Qual sua opinião sobre a arte rupestr e? Sobre o T urismo, você acha bom? Quais as festas/ comemorações são realiz adas no Vilarejo ? V ocê acredita que é importan te o plantio de árvores no Vilarejo? P orque? Na sua visão qual a importância do Geopark do Cariri par a Vilarejo do B r avo? Análise do Discurso: Elaboração do Pr ograma de Necessidades O Pr ograma de N ecessidades é a sintetização das falas dos entr evistados, destacando os aspectos mais relevan tes das respostas par a esta análise. 118 Maquete da situação atual – estudo; Cr oquis Mobiliário Urbano. T erreno- C urvas de Nível e Limites. R esultados esper ados/ alcançados: Esper a-se que com essa extensão, poss a-se ampliar as possibilidades de aplicação dos conhecimen tos e habilidades dos alunos, por meio de uma pr opositur a pr ática. Além de apr o ximar os dis centes da sociedade. A partir do projeto em desen volvimento ser á possível desenvolver uma cartilha com identificação e car acterização das espécies nativas, além do pr ojeto de paisagismo da Pr aça para o Vilar ejo Sitio Br avo ( área pública cen tral – apr oximadamen te 8.000 m 2 ), que contemple: D imensionamento de Espaços; Aspectos P aisagísticos; A grupamentos arbór eos; Aspectos Ambientais (Sombr eamento, T emper atur a e umidade do ar , V entilação, ár eas de s ocialização / con templação/ valorização da flora local; Clima, Necessidade de água, Solo, A specto energético, C rescimen to das plantas Maquete da situação atual – estudo. 119 e Biodiversidade ); Mobiliários U rbanos; Iluminação e R epr esentação de Elemen tos Paisagísticos A cer vo fo togr áfico do pr ojeto: Figur a 1: Ár ea centr al da pr aça - Vilarejo do Br avo - Boa Vista – PB Fon te: Acervo do Projeto, 2017 . REFERÊNCIA S ALEX, Sun, Pr ojeto da Pr aça: convívio e e x clusão no espaço público/Sun Alex . São Paulo: E ditor a Senac São P aulo.2008 B A GNOLI, E duardo e FIALHO , Djair Araújo. Os L ajedos P olidos da Pr é-história do Nor deste Brasileir o . L ocal e ano (inédito ). CABRAL, Elisa Maria. O P o tencial Arqueológico do Cariri. I n: Cabr al et alli, Os Cariris V elhos da Par aíba. João P essoa, União Editor a / Editor a Universitária, UFPB – C CHLA – PRPG – PRA C/C OEX, 1997 . 88 p. 120 C OMISS Ã O Mundial sobr e M eio Ambien te e Desen volvimen to ( CMMAD ). Nosso F utur o Comum. 2 ed., R io de J aneir o: E ditor a da Fundação Ge túlio V ar gas, 1991. DEL RIO , Vicente. In tr odução ao desenho urbano no Processo de Planejamen to . São Paulo; Pini, 1990. FIALHO , D. A. Nor deste Viver e P r eser var , R ede Globo - P edr a do Ingá e L ajedo do Pai Mateus. (E n trevista, P r ogr ama de TV) exibido em 27 /10/2007 . Dur ação: 12 min. GÖ TSCH, E rnst. Br eak - thr opugh in agricultur e. R io de J aneir o: AS-PT A, 1995. LA GE S, G. A.; NASCIMENT O , M. A. L. 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R io de J aneir o: FUNBIO , 2002. 112p. 121 UMA C OMPRA PRAZEROS A P ARA T ODOS: VISU AL MERCHANDISING APLICADO P ARA DEFICIENTE S A UDITIV OS Curso pr omotor do proje to: Design de In terior es Cursos in tegr ados: Design de moda e design de in terior es Coor denador( a ): pr of a. M.E M aur a Maldonado Colabor ador es( as ): P ablo N ogueir a Discentes: T ania Evyllyn Dias Da Silva; I sabela Lopes Nunes; M ariana Vitória Salustino Dos San tos; Giulia Lima De M or ais; Bruna Be zerr a M eir eles; Y asmin F erreir a Da Silva; R ay ani Barbosa Da C osta. Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( ) C omunidade, ( ) funcionários e colabor ador es – UNIPÊ ( ) Outr os, Quais? Local onde o pr ojeto se desenvolve: CENTRO UNIVERSIT ÁRIO DE JO Ã O PESSO A- UNIPE: os encontr os s e r ealizam na sala de atendimento ao discen te do curso de Design de In terior es, bloco H do Cen tr o Universitário de João P essoa - UNIPÊ Cr onogr ama de e x ecução do pr ojeto: O pr ojeto iniciou-se no semestre 2017 .1 e ter á dur ação até 2018.2. Os encon tr os acontecem nas segundas f eiras às 17 hrs. R esumo: O pr esente pr ojeto tem como objetivo desen volver um estudo de visual mer chandising , juntamen te com a pr oposta de adequação de loja par a deficien tes auditivos. O visual merchandising tr ata-se de técnicas de or ganização de loja, vis ando aumentar a visibilidade do pr oduto, po tencializar vendas, gerar informações visuais sobre mar ca e pr oduto, criar um ambien te agr adável de vendas, fideliz ação de público consumidor / cliente, en tr e outr os. Demetr esco (2016 ) fala sobr e o assunto como um gr ande espetáculo or questr ado pela visualidade, ou seja, já não se trata apenas do tr abalho oper acional de alocação de produtos, mas algo mais pr ofundo como con tar uma estória, firmar a iden tidade de mar ca, estimular as compr as e tr azer conf orto e 122 bem-estar aos clientes ( Sackrider , et. al, 2009 ). Esta proposta de tr abalho se debruça sobre a questão da inclusão social e do aperfeiçoamen to da recep tividade em ponto- de- venda para consumidor es sur dos. O estudo é fruto de uma pesquisa que vem sendo des en volvida entr e pr ofessor es e alunos no Cen tro U niversitário de João P essoa - Unipê ( João P essoa/BR). Com abor dag ens de Design de M oda, Design de In teriores e Ar quitetura tomando o desafio de compreender o univers o do deficiente auditivo e suas limitações na busca por s oluções que lhes possibilitassem maior f acilidade e bem estar no ato da compr a. Nesse sentido, este artigo tem como objetivo analisar o comportamento do consumidor portador de deficiência auditiva. Este r ecorte se deu visando estimular os alunos dos curs os de Design de M oda, Design de In teriores e Ar quitetura par a trabalhar em com o desafio de compreender o univers o do deficiente auditivo, suas limitações e encon trar soluções possíveis que suprissem suas necessidades ao facilitar o ato da compr a tornando este um momento pr azen teiro / lúdico. En tende-se que este levantamento pode con tribuir par a desenvolvimen to de uma nova linha de visual mer chandising voltado par a consumidores especiais. Sabe- se que os deficientes auditivos (D A) são aqueles que não contemplam completamen te o sentido da audição. É importan te explicar que e xistem vários graus de deficiência auditiva e que o D A e o surdo tr azem pr oblemáticas distintas. Deficiência auditiva é consider ada como a difer ença existen te entr e o desempenho do indivíduo e a habilidade normal par a a detecção sonora de acor do com os padr ões estabelecidos pela American N ational Standar ds Institute ANSI- 1989. Este estudo f oi iniciado através de um ex ame bibliogr áfico sobre os temas centr ais visual mer chandising e D A o que nos levou a definir como metodologia a pesquisa de nature za quali-quan titativa, visando uma maior apro ximação do ambien te estudado, obser vando nuances e permitindo maior interf er ência e/ ou participação do pesquisador . A pesquis a qualitativa se deu a partir de encontr os e discuss ões em grupo com pro fessor es e f onoaudiólogos da clínica escola da instituição onde o projeto f oi realiz ado. Devido à dificuldade de comunicação com o público alvo em questão, falou-se com especialistas no assunto e que acompanham o desenvolvimen to do D A para en tender o seu univers o, f ormas de con vívio, des en volvimento dos outr os sentidos devido a ausência ou perda de audição, entr e outr os. Um dos pon tos mais destacados pelos pro fissionais que tr atam os distúrbios de audição, foi que os D A s ão muito ágeis e têm um maior inter ess e por tecnologias. Fato constatado devido a não necessidade de comunicação auditiva par a o manejo das tecnologias em computadores em g eral. A partir deste dado decidiu-se continuar a pesquis a com uma etapa quan titativa que s e deu a partir da aplicação de um questionário, en viado através da ferr amen ta WhatsApp com tabulação pelo Google formulário, ger ando dados numéricos e porcen tagens s obr e as pergun tas. Após a quantificação e compr eensão das necessidades de compra dos deficien tes auditivos, 123 foi feita a observação participante em lojas de vestuário par a verificar como estes estabelecimentos estão pr epar ados para r eceber estas pess oas. Visitas in loco , na cidade de João P ess oa (Br asil – PB ) permitiram coletar dados sobr e o funcionamen to de diversas lojas e a verificação das possíveis dificuldades encontr adas pelo consumidor surdo. P or fim, foi selecionada uma empr es a/loja e desenvolvida uma pr oposta de alteração do visual mer chandising par a o atendimento deste público especial. Como e xplicado na metodologia, a etapa qualitativa apr es en tou resultados no sentido do en tendimento geral sobr e o comportamento e r elações s ociais do D A. Os pr ofissionais en tr evistados apontar am que existe uma tendência em os D A s e r estringirem aos grupos sociais de semelhantes. R elatou-se ainda um posicionamento de gr ande aceitação da deficiência, ou s eja, eles se manifestam avessos a fazer em acompanhamento vocal e colocar em apar elhos auditivos no sentido de demonstr ar or gulho em ser D A. Por fim, os especialistas na ár ea, f oram enf áticos na predileção do D A pelo uso de computadores, tecnologia e smartphones, equipamen tos estes que podem dispensar o us o da audição. Este con texto levou a condução da segunda etapa da pesquisa do tipo quantitativa. Esta se deu a partir da aplicação, através do celular , de um questionário (11 per guntas ) com jovens surdos. Os principais pon tos questionados for am s obr e: (1) s e fazem compr as sozinhos ou acompanhados, (2) principais dificuldades de compr a, (3) elemen tos que f acilitariam a compra. F oram entr evistados um total de 79 pessoas onde o perfil dos responden tes está na f aixa entr e 19 e 31 anos, sendo 48% do g êner o mas culino e 52% do gêner o f eminino. Destes 54,5% estão concluindo ou possuem gr au superior , enquanto outr os 34% possuem apenas o ensino médio. Quando questionados sobre a pr efer ência de compr a, 64,6% apontar am a necessidade de r ealizar compras acompanhado enquan to outros 35,4% optam por realizar suas compras sozinhos. Quando per guntado sobr e o acompanhante 53,2% afirmar am s er alguém da família, enquan to 26,6% consideram o acompanhan te como sendo o ( a ) namorado ou cônjuge. O r estante 20,3% consider a ser acompanhado por amigos. Contudo, quando questionado se o usuário pr ecis a de auxílio, 62% consider am que não precisa enquanto apenas 38% apon tam que sim, necessita de auxílio na compr a de artig os. Em compar ação com as questões de anterior es voltadas a pr efer ência por acompanhamento obser va-se um equilíbrio par ado xal. C ontudo, este equilíbrio pode indicar uma série de possibilidades como, ou os usuários não gostariam de s er auxiliados no momen to da compr a, ou que g ostariam de ter maior liber dade, ou que sentem insegurança de fr equentar um espaço não adaptado as suas necessidades. Mas que acima de tudo demonstr am a necessidade de s e sentir em autônomos. Esta afirmação pode ser ref orçada pela questão que busca detectar a pr efer ência por tipos de atendimento. Q uando questionados quanto a pr efer ência por lojas com auxílio de atendentes, ou de lojas de departamen to, onde se oportuniza um 124 modelo de autoatendimento, apenas 24,1% afirmam pr eferir o auxílio de um atenden te no momento da compr a. Não fica clar o o motivo pela qual os questionados afirmam tal opção. Con tudo, o constrangimen to no momento da compr a parece ser algo ainda muito pr es ente no co tidiano deste usuário que quando questionado sobre sofr er constr angimento no ato da compr a, 60,3% dos responden tes afirmam que sim, já sofr eram ou sofr em algum tipo de constr angimento enquan to 39,7% consideram que não sofr em constrangimen tos. As limitações de comunicação em um ambiente de compr a para D As é algo que deve ser estudado com cautela. Aspectos que envolvem desde o lay out até a comunicação detalhada de um produto podem in terferir negativamente na per cepção deste pelo D A. Quando questionados sobre qual a maior dificuldade de compr a apresenta-se aspectos como pedir um tamanho diferen te de uma peça de vestuário que foi consider ado por 62,3% dos usuários. Per guntar sobre uma peça que não esta exposta foi apon tado como um problema por 64,9% dos entr evistados. E, pedir outras cor es de um determinado pr oduto f oi apontado por 66,2%. Ou seja, para o D A, o ambiente de compr a se s oma aos obstáculos diários de comunicação em geral. O questionamen to específico s obr e “ quais as principais dificuldades de compr a” levar am ao entendimen to deste ponto. D este modo, a compr a se f az mais difícil por não poder oper ar ações simples como apenas pergun tar s obr e uma peça que não está visível ou pedir variações de cores e tamanhos. Esta investigação contribuiu par a entender as limitações de compra dos deficien tes auditivos. A inclusão social é uma necessidade real que tr az benefícios par a este grupo especial de consumidor es, mas também par a as empresas como um todo. Já que estas aumentariam o númer o de potenciais clien tes, além de f ortalecer a imag em de mar ca como sendo loja inclusiva fideliz ando um maior público. As tecnologias de varejo aqui sugeridas não f oram desen volvidas em função do clien te D A, mas, são f erramen tas financeir amente acessíveis par a pequenos comércios, que auxiliariam o ato de compr a do público em questão e por fim agr eg ariam valor à outros clien tes também. Sendo este trabalho fruto de um pr ojeto de pesquisa, pr opõe-se futur amente um apr ofundamento no tema, na identificação de novos caminhos par a facilitar a compra, bem como torná-la mais praz erosa a este grupo. T ambém se f az necess ária a obser vação de outros grupos como portador es de deficiências motor as, deficiências visuais, entr e outr os. Propõe-se também um direcionamen to acerca de in ternet das coisas, bus cando um melhor entendimen to dos recursos disponíveis e melhor es estr atégias de aplicação no var ejo para aten ter estes usuários. C omo g anho par a as pesquisas em visual merchandising temos o olhar do visual merchandising par a grupos especiais e especificamente voltado para a inclusão social, até mesmo desenvolvendo e aplicando tecnologias que atendam aos demais grupos de clientes. Este pr ojeto tr ata-se da proposta de utiliz ação de ações de visual mer chandising, em 125 uma loja de moda, no sentido de auxiliar a compr a de deficientes auditivos. O visual mer chandising é uma técnica de pr eparação do var ejo para a e xposição de produtos. Esta técnica vis a a melhor apresen tação das ofertas, de modo a incen tivar , persuadir , con vencer e levar o consumidor à compr ar . O visual mer chandising é mais do que or ganização de objetos, é também a criação de ambientes agr adáveis, lúdicos, que contem histórias e acr escentem valor , significado e identidade às mar cas. Esta é uma ação que vem cr escendo, nos dias de hoje, mais empresas têm s e apr opriado deste artifício, inclusive utilizando métodos acr escidos de processos que utilizem a explor ação dos cinco sentidos. É sabido que deficientes auditivos têm percepções difer entes de cheir o, gosto e até vis ão. Dado a ausência da audição, outr os sentidos são aguçados e funcionam dif eren tes daquelas pess oas que não apr es en tam dificuldades auditivas. Neste sen tido, é intenção deste pr ojeto, compreender a forma de per cepção do ambiente de compr a, bem como as dificuldades encontr adas pelos deficientes auditivos em sua atividade de consumo em lojas de moda. Esse entendimen to se dará atr avés de entr evistas com o público alvo. As r espostas possibilitar ão o des en volvimento de pr oposta de melhorias e aplicação do visual mer chandising em uma loja de moda, para a sua adap tação para r eceber os consumidor es deficientes auditivos. Objetivo: Levan tar requisitos essenciais à melhor leitura espacial par a deficientes auditivos no momento da compr a a partir de técnicas de visual merchandising. Me todologia de ex ecução: os encontr os acontecem semanalmente, alternamos o apr ofundamento do estudo com apr esentação dos pr ofessor es colabor adores e apr es entações de pesquisas desenvolvidas pelos alunos. Além diss o fizemos alguns encontr os com pessoas surdas, bem como com pr ofissionais da clínica escola de fonoaudiologia par a discuss ões em grupo sobre o tema. Os encon tros acon tecem nas segundas f eiras às 17 hrs e não o fer ecemos ser viços à comunidade. R esultados alcançados/ esper ados: A pesquisa tem um objetivo acadêmico e científico de estudos na ár ea de visual merchandising. Tivemos como principal r esultado a aceite do artig o par a a participação e apresentação do pr ojeto em um Congr esso Internacional que acon tecerá no mês de maio na cidade de M adri. DI REI TO 127 A IMP ARCIALID ADE C OMO PILAR D A CREDIBILID ADE DO SISTEMA JUDICIÁRIO E SU A PERCEPTÍVEL SUPRE SS Ã O NA S DE CISÕE S PROFERID A S PELA SUPREMA C OR TE BRA SILEIRA R epr esentan te do grupo de estudos: She ylla Tiburtino Lacer da de Araújo F onsêca In tegr antes do grupo: Esdr as Ramon da C osta Ser afim, Jessyla Gomes M elquiades, João Gabriel F alcão da C unha Lima Alves, M arília Queir oz de Medeir os, Y asmin Ohana dos Santos B atista. Público alvo Beneficiários do grupo: ( x ) alunos – UNIPÊ, ( ) C omunidade, ( ) funcionários e colabor ador es – UNIPÊ ( ) Outr os. Locais onde o grupo se desenvolve: C en tr o Universitário de João P essoa – UNIPÊ R esumo: Este grupo de estudo tem como alvo in vestigar o con tr aste da prática judicial atr avés de pesquisas e dis cussões s obr e matérias r elacionadas à impar cialidade nas decisões pro feridas pela S upr ema Corte B r asileir a, dando importância ao discurs o pr oposto pelo Dir eito C onstitucional pátrio. Objetivo: Ex aminar a vulnerabilidade da impar cialidade na era do ativismo judicial destacando as deliber ações do Supr emo T ribunal Feder al. Me todologia de ex ecução: Promoção de discussões e refle x ões sobre o tema, produção de fichamentos e utiliz ação do estudo estr atégico com encon tr os quinzenais. R esultados alcançados/ esperados: F omentar o estudo sobre a fr agilidade da impar cialidade nos julgados do STF , tendo como foco a análise das decisões nas ar guições de impedimento e suspeição, assim como r efletir sobre a função da impar cialidade par a a solidez do prestígio do P oder J udiciário. 128 Conclusão: Con forme visto, visamos ao enquadramen to dos estudos do grupo a um tema de suma r elevância à aplicabilidade do Dir eito, isto é, aos institutos da aplicação pr ática do ordenamen to jurídico, buscando ao final, pr opor condições que auxiliem o ver edito imparcial. A cer vo fo togr áfico Figur a 1: R eunião do Grupo com participação da Pr of .ª Priscilla Maciel, em 11/ 05/2018. Fon te: Acervo do Projeto, 2017 . Figur a 2: R eunião do Grupo com participação da Pr of .ª Priscilla Maciel, em 11/ 05/2018. Font e : Acervo do Projeto, 2017 . 129 A A TU A ÇÃ O DO PODER PÚBLIC O MUNICIP AL DE JO Ã O PE SSO A FRENTE À CA US A ANIMAL E SU A REPERCUSS Ã O NA S A ÚDE D A POPULA ÇÃ O Curso pr omotor do pr ojeto: Dir eito Coor denador: Glauber de Lucena C ordeir o Discentes: Ale x Gomes de P aiva; Poly ana da Nóbr ega Farias de Oliveir a Público alvo beneficiário do pr ojeto: toda a comunidade Local onde o pr ojeto s e desenvolve: município de João P essoa/PB Cr onogr ama de e x ecução do pr ojeto: sextas- feir as, das 14h às 17h R esumo: A r elação do homem com os animais data de tempos muito r emotos. A evolução s ocial foi seguida também pelo estreitamen to desse vínculo. Como consequência, obs er va-se o refle x o desses laços nos ordenamen tos jurídicos de países do mundo inteir o e no Br asil não é difer ente. E m uma análise superficial, pode-se identificar que a Declaração U niversal dos Dir eitos Animais f oi pr oclamada pela UNESC O, Ór gão da ONU, em 1978, há 40 anos, em B rux elas, com o objetivo de criar motivações e fatos par a que os Países, Estados e Municípios em todo o planeta criassem f ormas de pr o teger os animais, muitas vezes vítimas de tr atamento indigno. A Constituição F eder al Br asileir a de 1988, ao pr ever , em s eu art. 225 §1, inc. VII, a pr oteção da fauna e da flor a, conf er e tutela constitucional aos animais e impõe tal dever de proteção ao P oder Público. A os mais r esisten tes a esse entendimen to, deve- se ressaltar que tr atar de direito dos animais vai muito além, é uma questão de saúde pública, de economia, de educação, etc. Um animal abandonado, por ex emplo, pode disseminar doenças, caus ar acidentes de trânsito, reproduzir-se desenfreadamente, entre tantas outr as consequências negativas, principalmente para os centros urbanos. De a co r do c om a O rganização P an-Americana de Saúde, a saúde dos animais está 130 intimamen te ligada à s aúde dos seres humanos. Outr a r elação pouco identificada pelo público em geral é a r elação entr e maus- tratos aos animais e violência social. Os agr essores de animais apr es en tam como característica em comum a pr ática de atos de violência con tra seres mais vulner áveis, que em determinado momen to é um animal, mas que poder á reverber ar contr a crianças, mulheres e idosos. Dian te do exposto, é inegável a necessidade de atenção especial pelo P oder Público à pr o teção e pr omoção do bem-estar animal no enfren tamento indir eto das maz elas s ociais nos centr os urbanos. Objetivo: Iden tificar a atuação do poder público municipal de João P ess oa na pr oteção do dir eito e bem-estar dos animais e sua reper cussão na s aúde da população. Me todologia de ex ecução: A pr es ente pesquisa trata-se de um estudo quan ti- qualitativo, com abor dag em histórica, baseada na legislação vig ente acer ca das ações desenvolvidas pelo poder público municipal de J oão Pessoa no sentido de assegurar a pr oteção e o bem-estar dos animais, com potencial r eflex o na saúde da população. Par a isso, será utilizada a técnica de levantamen to, com o intuito de in vestigar a existência de legislação ou pr ojetos de lei, dados estatísticos ou dados históricos sobre a temática, bem como a técnica documental, a fim de apr ofundar a análise dos dados levantados. R esultados esper ados: Espera-se encontr ar um número r eduzido de ações municipais voltadas par a a pro teção e bem-estar animal, s endo estas limitadas e insuficientes par a g ar antir a saúde plena da população, principalmente das ár eas mais periféricas da cidade. Em con trapartida, estima-se iden tificar um avanço no sur gimento de pr ojetos de lei com foco na causa animal, que aumentam a r esponsabilidade do Município, obrigando-o a incremen tar a sua atuação. 131 A cer vo fo togr áfico: Figur a 1: Levan tamento de imagens do pr ojeto Fon te: A cervo do Projeto, 2017 . Figur a 2: Levan tamento de imagens do pr ojeto Fon te: A cervo do Projeto, 2017 . Figur a 3: Levan tamento de imagens do pr ojeto Fon te: A cervo do Projeto, 2017 . 132 PROJET O DE PLANO METROPOLIT ANO DE DE SENV OL VIMENT O INTE GRADO D A RE GIÃ O METROPOLIT ANA DE JO Ã O PE SSO A Curso pr omotor do pr ojeto: Dir eito Coor denador: Glauber de Lucena C ordeir o Discentes: L eticia A guiar Neves e Thaís Emmanuella Isidr o Alves Local e dia na semana onde ocorr em as ações: O pr ojeto é oriundo do Pr ojeto de Pesquisa “In tegr ação Municipal, Gestão e T ecnologia: Ações do Governo Ele tr ônico nas Políticas Públicas M etropolitanas” da própria I nstituição, por isso, não há “ ações” e sim r euniões ( ocorr endo necessidade presencial - r ealizar -se-á nas s egundas- feir as ). R esumo: O pr ojeto enf atiz a a r egião metr opolitana de João P essoa, f ormada por 12 municípios, dos quais nem todos apr esentam Plano Dir etor . Assim, em virtude do Estatuto da Me tr ópole – Lei 13.089 de 2015 que assever a o Plano de Desen volvimento Urbano In tegrado das R egiões Metr opolitanas busca-se através de um estudo en tr e os planos dir etor es existen tes, uma sistemática comparativa, a fim de construir uma visão de metrópole, definindo seus objetivos, principais temas e áreas, bem como suas prioridades, par a assim, formar o PDUI da R egião M etr opolitana de João P essoa. Objetivo: Pr omover uma analogia com os demais planos metropolitanos do país adequando à nossa realidade P essoense. Me todologia de Ex ecução: Compar ativo dos planos diretor es das cidades que integr am a região metr opolitana de João P essoa buscando pontos em comum par a a elabor ação do plano integr ado. R esultados Alcançados/Esperados: Um esboço/base de Plano de Desenvolvimen to Urbano In tegrado Conclusão: Com esse pr ojeto pode-se sistematizar um instrumento de desenvolvimen to e de governança interf eder ativa com participação de todos os en tes 133 públicos e da sociedade civil, de f orma integr ada e compartilhada, ser vindo de alicer ce par a a elaboração de pr oposta par a o PDUI, compatibilizando todos os planos dir etor es de cada município que integr a a unidade territorial urbana. A cer vo fo togr áfico: Figur a 1: Pr ojeto em ex ecução Fon te: A cer vo do Pr ojeto, 2017 . Figur a 2: Pr ojeto em ex ecução Fon te: A cer vo do Pr ojeto, 2017 . 134 OS IMP A CT OS D A S MEDID A S PRO VISÓRIA S NOS C ONTRA T OS DE C ONCE SS Ã O DO SET OR ELÉTRIC O: O CA SO D A MP579 /2012 Curso pr omotor do proje to: Curso de Dir eito Coor denadora do pr ojeto: M aria Mar coniete Fernandes P ereir a Colabor adora: Priscilla M aciel de Menez es Silva Discente: Esdr as R amon da Costa Ser afim Público alvo beneficiários do pr ojeto: ( X ) Alunos- Unipê; ( ) Comunidade; ( ) F uncionários e colaborador es do Unipê; ( X ) Outr os. Quais? Gestor es públicos, advogados e pro fissionais que tr abalham no s etor elétrico. Local onde o pr ojeto s e desenvolve: N o Cen tr o Universitário de João P ess oa- UNIPÊ, na nova coor denação do Curso de Dir eito, cabine n.4. Cr onogr ama de ex ecução do pr ojeto: As r euniões ocorrem todas as quartas e s extas- feir as das 11h às 11:30h R esumo: Não é de hoje que as intervenções do Estado no s etor elétrico se dão atr avés de medidas provisórias. No en tanto, é importan te analis ar (i) s e os requisitos constitucionais de ur g ência e r elevância estão s endo pr eenchidos no caso concreto, (ii) se há ou não usurpação de competência das atribuições da Agência R eguladora de Ener gia Elétrica ( ANEEL) e (iii) se o art. 4º, da Lei n.º 9.427 /1996, que pr econiza que pr ocess os decisórios que afetam dir eitos dos ag entes econômicos do setor elétrico ou dos consumidor es, s er ão precedidos de audiência pública con vocada pela ANEEL, está sendo respeitado. C ontudo, o debate se concen trar á nas reper cussões provocadas pela publicação da MP 579/2012, que teve por finalidade reduzir 20% do valor das tarif as, nas vésper as da corrida eleitoral, justamen te em um momento em que havia uma crise hídrica, e com acionamento das termelétricas fazia-se necessário um aumento não uma diminuição do pr eço da energia. N este sentido, a discuss ão se voltar á à anális e 135 das consequências deste sinal equivocado do g overno nos contr atos de concessão de ener gia elétrica. Objetivo: Analisar os impactos das mudanças do s etor elétrico r ealizadas por meio de medidas pr ovis ória, sobretudo por meio da MP 579/2012 e as suas r epercussões na garan tia do equilíbrio econômico-financeir o dos contr atos de concess ão de ener gia elétrica, instrumen tal para pr estação de um s er viço módico e adequado. Me todologia de ex ecução: A metodologia utilizada é dedutiva, posto que as conclusões são retir adas a partir de premissas já existen tes, conhecidas por meio de pesquis as doutrinárias e jurisprudenciais, sobretudo do S upremo T ribunal Feder al, bem como r esultados de auditorias realizadas pelo T ribunal de C ontas da União. 136 OBJETIV OS DE DE SENV OL VIMENT O DO MILÊNIO SOB A PERSPE CTIV A DE A TU AÇÃO NO MUNICÍPIO DE JOÃO PESSO A/ PB Membr os: V alter Witalo Nelo Lima, Arleciane Emilia de Azevêdo Bor ges, W aleska Bez err a de Carvalho V asconcelos. RESUMO: Dentr e os obje tivos de desenvolvimen to do milênio, são objetos desse estudo o sétimo, que trata da gar an tia da sustentabilidade ambien tal, e o oitavo, que consiste em estabelecer par ceria mundial par a o desenvolvimen to. P arte-se da premissa de que a sociedade civil e as instituições públicas e privadas s ão corr esponsáveis pelo desenvolvimen to susten tável do país por meio do pr essuposto da cooper ação par a obter a tr ansf ormação do con texto social em que estão inseridos, tan to a nível econômico como histórico-cultur al. Objetiva-se analisar os r esultados do sétimo e do oitavo ODM no município de J oão P essoa/PB. O estudo está respaldado por uma abor dagem qualitativa, constituindo uma pesquis a explicativa, de documen tação indir eta e bibliogr áfica median te os métodos indutivo, de interpr etação e s ociológico pr oposto por Savigny . C om r elação ao sétimo ODM, a meta 10 (R eduzir à metade, até 2015, a pr opor ção da população sem acess o sustentável à água po tável segura ) e a meta 11 (R eduzir pela metade, até 2015, a propor ção da população sem acesso a saneamento e ser viços essenciais) alcançar am eficiência entr e os anos de 1991 e 2010 no r eferido município. R efer ente ao oitavo ODM no município supr acitado, os dados apr esentados encon tr am-se minimamente compilados, dificultando a análise completa acer ca da eficiência das metas. N o en tanto, as desigualdades sociais, que se refletem no acesso aos meios de comunicação, estão sendo reduzidas. C onstata- se que o município de João P essoa/PB avançou consider avelmente em r elação ao cumprimento do sétimo e do oitavo ODM, alicer çando o caminho par a alcançar as metas no ano de 2015, conf orme pactuado dian te das N ações Unidas. Palavr as-chave: desen volvimen to, sustentabilidade, cooper ação global. 137 INTRODUÇÃ O Na A ssembleia da Organização das N ações Unidas ( ONU), em setembro de 2000, 189 nações firmaram um compr omiss o par a combater a extr ema pobrez a e outr os males da sociedade. Esta promessa acabou se concretiz ando nos 8 Objetivos de Desenvolvimen to do Milênio ( ODM) que deverão ser alcançados até 2015. Salienta-se que o Br asil é signatário da Declaração do Milênio e, par a tanto, inser e-s e nas ações do Pr ograma das N ações Unidas par a o Desenvolvimen to (PNUD ) que tem como foco de tr abalho abr anger cada vez mais o desenvolvimen to de capacidades, o f ortalecimento e a modernização institucionais de Estados e municípios, com uma cr es cen te participação do setor privado e da s ociedade civil nos pr ojetos (PNUD , 2015). O Br asil avançou muito em relação ao cumprimen to dos ODM e pavimentou o caminho par a cumprir as metas até 2015. O desempenho brasileir o s ó foi possível em função de uma série de políticas públicas colocadas em curs o nos últimos anos que troux eram impactos positivos sobre os ODM. H á bons indicadores, mas há muitos desafios a serem vencidos. P ar a cada um dos objetivos e xistem políticas públicas que vêm apr o ximando o Br asil do cumprimento das metas. Em algumas ár eas o país tem que avançar . Em outr as, os indicadores positivos já são r ealidade ( ODM, 2015). De modo geral, os obje tivos r elacionados com a fome, a educação, a igualdade de gêneros, a saúde e o meio ambien te r evestem de importância vital para o cr escimento econômico global. Logo, além de con venientes por si s ó, os Obje tivos do Milênio r epr esentam uma parte da acumulação de capitais e uma parte do caminho par a o desenvolvimen to igualitário mundial, o qual a cooperação in ternacional pode pr opor cionar a aliança global para pr omover a r ealização das metas e o in vestimento no desenvolvimen to. Desse modo, visa s omar necessidades e capacidades provenien tes de toda a rede global, r ealizando uma ampla quantidade de atividades, com a finalidade de r everter condições políticas e econômicas (MANCCINI, 2015). Nessa seara, nos últimos anos, o desgaste do meio ambien te associado ao crescimento econômico tem sus citado vários debates em todo o mundo. P ercebe-se que pr oblemas ambientais e socioeconômicos estão in terligados devido ao des equilíbrio do binômio consumo – pr odução e suas r elações causais s obr e o meio-ambiente e a saúde humana (MEL O, 2006 ). A tualmente, os ef eitos degradan tes ao meio ambiente associados ao crescimen to econômico e os padr ões de consumo desses recursos vêm ocupando posição de destaque nas discuss ões de nível mundial. Sur g e, en tão, o conceito de 138 desenvolvimen to sustentável, que tr ata do equilíbrio en tr e a utilização dos r ecursos natur ais, o crescimen to econômico e a distribuição de riquezas (L UCENA, CA V ALC ANTE, CÂNDIDO , 2011). Cabe destacar que o termo “ cooper ação” começou a ganhar ênf ase no plano internacional com a C arta das Nações Unidas ( art. 1º, § 3º), quando ali se pr eviu ser um dos pr opósitos da ONU “ conseguir uma cooperação in ternacional par a resolver os pr oblemas internacionais de car áter econômico, social, cultur al ou humanitário, e par a pr omover e estimular o r espeito aos direitos humanos e às liber dades fundamen tais par a todos, s em distinção de r aça, sex o, língua ou religião ” (MAZZUOLI, 2011). A Constituição da R epública Feder ativa do Brasil de 1988 consagr a, em seu artig o 4º, II e IX, os princípios da pr evalência dos direitos humanos e da cooper ação entr e os povos par a o progr ess o da humanidade, em que indubitavelmente se inclui a pr oteção do meio ambiente, nestes termos: “ Artigo 4º - A R epública Feder ativa do Brasil r eg e-se nas suas r elações internacionais pelos seguintes princípios: (...) II – pr evalência dos dir eitos humanos; (...) IX – cooper ação entr e os povos para o pr ogresso da humanidade ” . A preservação do meio ambiente está elencada em seu “ Artigo 225º - T odos têm dir eito ao meio ambiente ecologicamen te equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à s adia qualidade de vida, impondo-s e ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e pr eser vá-lo par a as presen tes e futur as gerações” (BRASIL, 2015). Sendo assim, os pr oblemas decorren tes da degradação ambien tal têm assumido alcance cada vez mais global, tornando pr emente a soma de esfor ços dos Estados a fim de evitá-los, impedindo também novos danos ao meio ambiente como meio de r esguardar as gerações futuras. Essa ação conjunta estatal se faz por meio do instituto da cooper ação internacional, que encon tr a na seara ambien tal um universo vasto de possibilidades e também desafios (MAZZUOLI, A Y ALA, 2012). Especificamente no que tange à cooperação par a fins de pro teção e melhoramen to do meio ambiente, o P rincípio 24 da Declar ação de Estocolmo sobre o M eio Ambiente Humano (1972) dispôs o seguinte: T odos os países, gr andes ou pequenos, devem empenhar -s e com espírito de cooper ação e em pé de igualdade na solução das questões internacionais r elativas à pr oteção e melhoria do meio. É indispensável cooper ar mediante acor dos multilaterais e bilater ais e por outros meios apr opriados, a fim de evitar , eliminar ou r eduzir , e contr olar eficazmente os ef eitos pr ejudiciais que as atividades que se realiz em em 139 qualquer esfer a possam acarre tar para o meio, levando na devida con ta a soberania e os inter esses de todos os Estados ( C OMISSÃ O DE DIREIT OS HUMANOS D A USP , 2015). Esse estudo é fruto do P rojeto de P esquisa de Iniciação Científica in titulado “Obje tivos de Desenvolvimen to do Milênio s ob a perspectiva da atuação do Estado da Par aíba” , sendo ex ecutado nos anos de 2012 e 2013 por dois discentes do C urs o de Dir eito do Cen tro Universitário de João P essoa (UNIPÊ) e s ob a orien tação de uma docente do r eferido curso. A problematiz ação do proje to supracitado pauta-se em fomen tar uma r eflex ão sobre determinados princípios do dir eito público que devem s er r esg atados par a a construção de um novo modelo de g estão pública por participação e resultados, pautados na aplicação dos Objetivos de D esenvolvimen to do Milênio ( ODM), no Estado da Par aíba. Den tre os ODM do P acto do Milênio da ONU, são objetos desse estudo o sétimo, que trata da garan tia da sustentabilidade ambien tal, e o oitavo, que consiste em estabelecer par ceria mundial para o desen volvimento. P arte-s e da pr emissa de que a s ociedade civil e as instituições públicas e privadas são corresponsáveis pelo desenvolvimen to sustentável do país por meio do pr essuposto da cooperação par a obter a tr ansformação do conte xto social em que estão ins eridos, tanto a nível econômico como histórico- cultur al. O pr es en te tr abalho objetiva analis ar os resultados do sétimo e do oitavo ODM no município de João Pessoa/PB. MÉT ODO A anális e da metodologia con templa as nomenclatur as e as classificações metodológicas corr elacionadas ao assunto pr oposto, enunciando-s e a seguir conf orme os estudos de Mar coni e Lak atos (2002), Oliveir a (2003, 2002). Com r efer ência à naturez a da vertente me todológica, este tr abalho é permeado por uma abor dag em qualitativa, uma vez que se estuda a preocupação socioeconômica a partir da indicação de funcionamento de políticas governamentais dir ecionadas ao desenvolvimen to autossustentável par a o cumprimento do sétimo e do oitavo ODM. R elativo ao objetivo geral, trata-se de uma pesquisa explicativa em r azão da análise dos indicador es que s ão monitor ados pelo governo f ederal, visto que a interpr etação sociológica constituirá par âmetr os da realidade par a o alcance das metas do s étimo e do oitavo ODM a nível local. 140 No tocante à técnica de pesquisa, o estudo consiste em documentação indir eta mediante o levan tamento de dados agrupados em tabelas estatísticas e relatórios construídos pelo Grupo T écnico par a o A companhamento dos ODM, como também levantamen to de toda bibliogr afia já publicada e que tenha r elação com o tema a s er estudado ( obr as literárias em ger al e imprensa escrita ). Com r elação ao procedimen to técnico, con templa-s e dois tipos de procedimen tos: (I) Pesquisa documen tal por meio de fon tes estatísticas compiladas pelo Grupo T écnico par a o A companhamento dos ODM. (II) P esquisa bibliográfica na medida em que se analisam recursos como livr os, artigos de periódicos científicos, documen tos oficiais, manuais, materiais derivados da interne t, a pr ópria lei na forma da Constituição da R epública Feder ativa do Brasil de 1988 e outr as legislações específicas. R efer ente ao método de abor dag em, o método indutivo é empr eg ado a partir de situações particular es de análise do cumprimento da meta 7 “ garan tir a susten tabilidade ambiental” e da meta 8 “ estabelecer parceria mundial par a o desenvolvimen to” par a a obtenção do desen volvimento do milênio. Concernen te ao método jurídico, o método de in terpr etação é utilizado no que se ref ere aos dados obtidos. P ara tal, deve-se correlacionar essa pesquis a com o universo teórico que lhe fundamentou, em virtude da opção por um modelo que ser ve de embasamento à in terpretação do significado de in formações e fatos colhidos no Grupo T écnico par a o A companhamento dos ODM. N ess a sear a, o método sociológico pr oposto por Savigny é demonstrado no instan te em que o direito se car acteriza por um fenômeno cultural, que se desenvolve no espaço e no tempo, r epr esentando comportamento de governos e sociedades civis com o intuito de r egular a vida social. RESUL T ADOS E DISCUSS Ã O O UNIPÊ desenvolve pr ojetos de inclusão e sustentabilidade, firmando parcerias com empr esas privadas, instituições e organizações. P ara sediar o Obser vatório dos ODM, um con vênio foi assinado, no dia 17 de maio de 2012, en tre o UNIPÊ e as N ações Unidas. Nessa perspectiva, o UNIPÊ sediaria o Obser vatório do Milênio da P araíba par a monitor ar o cumprimento dos oito ODM na P araíba, sendo instituídos pela ONU a fim de que sejam cumpridos até 2015 por vários países para melhor ar a qualidade de vida no mundo. Par a iss o, foi assinado um T ermo de Cooper ação T écnica com a F undação Solidariedade e o Núcleo Gestor do Movimen to “Nós P odemos Par aíba” , no dia 18 de maio de 2012, no Ho tel T ambaú, município de João P ess oa/ PB, com a pr esença do s ecr etário g er al da Presidência da R epública do Br asil. 141 No en tanto, até a presente data, não f oi possível o início da anális e dos indicador es monitor ados pelo Obser vatório do Milênio da Par aíba no UNIPÊ, em raz ão de não ter sido implantado devido alguns en tr aves de cunho administrativo que impossibilitam o efe tivo des empenho da parceria en tr e tal instituição privada e o ór gão internacional da ONU. 7º ODM: A gar antia da susten tabilidade ambiental O sétimo ODM que corresponde à gar antia da susten tabilidade ambiental inclui metas r elativas à qualidade ambiental dos meios físico e biótico e dos assentamen tos humanos. Par a o monitor amento dessas metas postuladas pelas N ações Unidas, foi atribuído um conjunto composto por indicador es r efer entes a temas tão divers os, como: cobertur a flor estal, emissões de dióxido de carbono, destruição da camada de oz ônio, cons er vação da biodiversidade, acesso a água potável e esgoto adequados e população urbana em assentamen tos precários (BRA SIL, 2010 ). Seguem dados publicados pelos R elatórios Dinâmicos: monitor amento de indicador es, sendo publicados no Portal ODM e compilados até o ano de 2010 com r efer ência ao município de João P essoa/PB. Gr áfico 1 – Per centual de mor adores urbanos com acesso a água ligada à rede e esgoto sanitário adequado - 1991/2000 /2010 Dados: R elatórios Dinâmicos: monitor amento de indicador es, 2015. O abastecimento de água po tável, o esgoto sanitário e a coleta de resíduos são alguns ser viços que melhoram a qualidade de vida das comunidades. N este município, em 1991, 88,1% dos mor adores urbanos tinham acesso à rede de água ger al com canalização em pelo menos um cômodo. Em 2010, esse per centual passou para 94,9%. E m 1991, 75,1% dos mor adores urbanos tinham acesso à rede de esgoto adequada ( r ede geral ou fossa séptica ), pass ando par a 71,0% em 2010 (PORT AL ODM, 2015). 142 Gr áfico 2 – Per cen tual de morador es urbanos com serviço de coleta de resíduos - 1991/2000 /2010 Dados: R elatórios Dinâmicos: monitor amen to de indicadores, 2015. Em 1991, 84,1% dos mor ador es urbanos con tavam com o ser viço de coleta de r esíduos. Em 2010, este per cen tual aumentou par a 99,2%. E m 2010, 91,9% dos mor ador es urbanos tinham ener gia elétrica distribuída pela companhia r esponsável ( uso ex clusivo ) (PORT AL ODM, 2015). Gr áfico 3 – Pr oporção de mor adores urbanos segundo a condição de ocupação - 1991/2000/2010 Dados: R elatórios Dinâmicos: monitor amento de indicadores, 2015. Em 2010, havia 91.368 mor ador es urbanos vivendo em aglomerados subnormais ( favelas e similar es). P ar a ser consider ado pr oprietário, o r esidente deve possuir documentação de acor do com as normas leg ais que gar antem esse dir eito, seja ela de pr opriedade ou de aluguel. A pr opor ção de morador es, em 2010, com acess o ao dir eito de propriedade ( própria ou alugada ) atingiu 95,3%, respectivamen te 71,9% e 23,4% (PORT AL ODM, 2015). Com r elação ao s étimo ODM, a me ta 10 (R eduzir à metade, até 2015, a propor ção da população sem acess o susten tável à água potável segura ) e a meta 11 (R eduzir pela metade, até 2015, a pr opor ção da população sem acess o a saneamen to e ser viços essenciais ) alcançar am eficiência entr e os anos de 1991 e 2010 no ref erido município. 143 8º ODM: A formação de uma parceria mundial par a o desenvolvimen to O 8º ODM pr ega a f ormação de uma parceria mundial, objetivando ter um desenvolvimen to equânime entr e os país es, par ceria esta a ser r ealizada quer seja entr e entes governamen tais, quer s eja com a iniciativa privada. No que se r efer e às iniciativas no âmbito nacional par a cumprimento deste ODM, pode- se obs ervar uma atuação incisiva do Estado br asileiro nas maior es cúpulas de decisões internacionais, r ealizando um trabalho de abertur a da economia internacional par a os países subdes en volvidos e em des en volvimento, assim como possibilitando um r elacionamento em par de igualdade com os países desenvolvidos. Na atuação como colabor ador dos país es em desenvolvimen to, o Br asil atua de forma a r espeitar a s ober ania e a não intervenção nos assuntos in ternos dos país es destinatários do apoio, por meio da cooperação técnica, pela qual são compartilhados conhecimentos e e xperiências brasileir os para ár eas consideradas r elevantes pelos países recep tores. C oer entemen te com os esfor ços empreendidos no âmbito dos pr ogr amas nacionais de combate à pobr eza e à e xclusão social, o Br asil tem instado a comunidade internacional a assumir a r espons abilidade pela segurança alimen tar global (BRA SIL, 2010 ). O Br asil tem colabor ado efetivamen te de f orma propositiva par a a construção de uma agenda internacional a favor do desenvolvimen to e expandido sua participação em or ganismos e progr amas internacionais, pr ocurando pr opor e negociar mudanças nas r egr as de governança global s obr e flux os financeir os, regr as de comér cio mundial mais justas par a os países pobres e ampliação da participação dos países em desenvolvimen to nos organismos internacionais. P orém, a gr ave cris e in ternacional que afe tou principalmente os países industrializados fragilizou velhos conceitos de governança global, s obr etudo no que s e r efer e às r elações com os países em desenvolvimen to (BRASIL, 2010 ). As ações de cooper ação técnica com países em desen volvimento, em especial com os da América do Sul, da América C entr al e da Á frica, de que o Br asil participa s ão inspir adas no conceito de diplomacia solidária, na qual s e colocam à disposição de outr os países em des en volvimento as experiências e os conhecimen tos de instituições especializadas domésticas, atr avés de ações com tr ansfer ência de conhecimento e tecnologias, baseada em uma ag enda comum en tr e os países, s em a imposição de condicionalidades e desvinculadas de inter ess es comer ciais ou fins lucr ativos, nas ár eas consider adas mais r elevantes pelos pr óprios países parceir os (BRASIL, 2010 ). 144 Con forme a me ta 12 dos ODM, que visa avançar no desenvolvimen to de um sistema comer cial e financeir o aberto, baseado em r egras pr evisíveis e não discriminatórias, o Br asil vem participando ativamen te, e de forma pr opositiva, par a garan tir o êxito da R odada de Doha da O rganização Mundial do C omér cio ( OMC). Denominada o ficialmente de R odada do Desen volvimento, e em curso desde 2001, a R odada de D oha tem como objetivo cen tral tornar o sistema multilater al do comér cio mais justo e equilibr ado, d e forma a con tribuir par a a pr omoção do desenvolvimen to socioeconômico (BRASIL, 2010 ). O Br asil tem of erecido cr escente e significativa assistência técnica par a o desenvolvimen to. En tr e 2003 e 2009, o governo brasileir o pr omoveu a negociação, apr ovação e implementação de mais de 400 acor dos, ajustes, pr otocolos e memor andos de entendimen to com governos de país es em desenvolvimen to da América Latina, C aribe, Á frica, Ásia e Oceania. Esse mesmo período testemunhou um cr escimento superior a 150% no númer o de países beneficiários da cooperação br asileira ( de 21 par a 56 países ), com uma carteir a de projetos e atividades da or dem de US$ 90 milhões. Somente na Á frica, a cooperação br asileira atende atualmen te a 22 países, com um orçamen to total de apr o ximadamen te US$ 45 milhões. A pauta de cooper ação brasileir a f oi f ortemen te potencializ ada a partir da intensa agenda de missões presidenciais br asileir as ao continen te africano nos últimos anos. P ara a América Latina têm sido destinados US$ 40 milhões; e outros US$ 5 milhões par a o Timor Leste (BRA SIL, 2010). Nestas e em outr as iniciativas o Estado brasileir o tem se destacado na s eara internacional, pr omovendo a democracia par a acesso dos países subdes envolvidos e em desenvolvimen to median te as benesses que a globalização pode disponibilizar e cumprindo o oitavo ODM. Não se pode dizer o mesmo na seara in terna do Estado br asileiro, uma vez que o âmbito de alcance do oitavo ODM é minimamen te reduzido quando consider ada a participação dos Estados-membros e dos municípios, mais especificamente tratar -se-á no presente estudo do município de João P essoa na Par aíba. Em acesso aos R elatórios Dinâmicos: monitor amen to de indicadores que apon tam a contribuição dos en tes f ederados no cumprimen to dos ODM, r elatórios estes disponibilizados no site do Pr ogr ama das Nações U nidas para o D es en volvimento – PNUD , o oitavo ODM ( a f ormação de uma par ceria mundial para o desen volvimento ) teve sua enorme abr angência, quando considerada no aspecto in ternacional, reduzida ao acesso aos meios de comunicação e internet, quando se tr ata dos Estados e municípios br asileiros. T al fato demonstr a que apesar das várias f ormas que estes entes podem con tribuir , pr omovendo não só o s eu des en volvimento, mas con tribuindo par a o desenvolvimen to 145 de outr os entes, estão sendo deix ados de lado, não sendo apr oveitada a posição estr atégica que ocupam. As desigualdades sociais também se refle tem no acesso aos meios de comunicação. Por isto, o oitavo objetivo tr ata desta questão. N o supr acitado município, em 2010, a pr opor ção de mor ador es urbanos com acesso a microcomputador era de 46,5%; essa propor ção diminui para 39,7% se considerado o acesso a micr ocomputador com interne t. No meio rur al, 9,6% tinham acesso a micr ocomputador e 9,6% acess o a micr ocomputador com internet. A propor ção de morador es com acesso a telef one celular , em 2010, no meio urbano, er a de 95,3%; no meio rural, 87 ,6% (POR T AL ODM, 2015). Gr áfico 4 – Pr opor ção de mor adores com acesso a micr ocomputador e in ternet – 2010 Dados: R elatórios Dinâmicos: monitoramen to de indicador es, 2015. Muitos jovens pr eocupam-se em conciliar estudos e trabalho. A o analisar os jovens de 15 a 17 anos que estavam tr abalhando, per cebe-se que, em 2013, 40,7% deles tr abalhavam de 41 a 44 hor as semanais, o que pode influenciar neg ativamente nas hor as disponíveis aos estudos. Quando analisada a faix a etária de 18 a 24 anos, esse per centual vai par a 7 4,1%. O r endimen to médio mensal dos jovens de 15 a 17 anos era de R$ 648,10, em 2013; enquan to que, entr e jovens de 18 a 24 anos o rendimen to era de R$ 931,30 (PORT AL ODM, 2015). Gr áfico 5 – Per centual dos trabalhador es formais com idade de 15 a 24 anos segundo as hor as semanais trabalhadas - 2013 Dados: R elatórios Dinâmicos: monitoramen to de indicador es, 2015. 146 R efer en te ao oitavo ODM e as contribuições dadas pelo município de J oão P ess oa/PB, são os dados acima que podem s er apr esentados, tendo em vista que há um órgão específico par a realiz ar tal apur ação. T odavia, há uma minimalização da abr angência de tão importante ODM, que sequer poderia ter sido deix ado de lado haja vista a inter dependência que se vivencia hodiernamente. C ONCL USÕES De acor do com os dados extr aídos dos R elatórios Dinâmicos: monitor amento de indicador es, constata-s e que o município de J oão Pessoa/PB avançou consider avelmente em r elação ao cumprimento do sétimo e do oitavo ODM, alicer çando o caminho par a alcançar as metas no ano de 2015, conf orme pactuado diante das Nações U nidas. O sétimo ODM busca g aran tir a pr oteção de um dir eito constitucional pertinente a todos os indivíduos, que consiste em um meio ambien te ecologicamente equilibr ado, sendo pr opício à s aúde e ao bem-estar das pr es en tes e das futur as gerações. P ar a tan to, o acesso à informação de cunho ambien tal r elativo a processos de degr adação e r ecuperação é fundamen tal para as estr atégias globais de cooper ação entr e os entes feder ados. R essalta-s e a importância salutar do Estado ness e pr ocesso quando da criação e ex ecução de políticas públicas, bem como da elabor ação e obediência às leis que r egulamentam os crimes ambien tais. T ambém s e faz impr escindível uma eficaz participação da sociedade civil enquanto agente fiscalizador da atuação governamental, buscando melhorias na qualidade de vida de todos. F risa-s e que a ordem pública global acer ca das ações políticas br asileiras está embasada no princípio da dignidade da pess oa humana, enf atizando o bem coletivo e pr ojetando suas consequências em realidades sociais e ambientais, de modo a satisfazer as necessidades humanas mínimas par a uma vida digna. Dessa forma, acor dos in ternacionais intencionam pr eser var e melhor ar o meio ambien te, assegurando o desen volvimento susten tável e respeitando o pr óprio dir eito à vida, consequentemen te pro tegendo um pressuposto dos dir eitos humanos fundamentais. O oitavo ODM tem sido f oco de gr ande parte da atuação internacional br asileira, não só na autopromoção desse Estado, mas no auxílio ao desenvolvimen to dos demais, r espeitando o princípio do direito objetivo ao desen volvimento, bem como se pautando no status de inter dependência e globalização pr edominan te na contempor aneidade. 147 T odavia, estas políticas se concentr am apenas nas mãos do governo centr al, uma vez que os governos das localidades – Estados-membros e municípios – são de certa forma esquecidos, pois suas po tencialidades são subutilizadas no alcance do supr acitado objetivo. A liter atur a é farta quando se posiciona favor avelmen te a eficiência das políticas locais, devido ao posicionamento estr atégico que os municípios ocupam, por ém nem sempre a teoria se aplica à prática, principalmen te em um caso complex o como este que en volve inúmeros ór gãos governamentais, den tre outr as peculiaridades, r essaltando apenas que há uma deficiência na logística governamental e no in teresse par a o bom funcionamento da bur ocr acia. Por fim, o monitoramen to dos dados f oi consider ado um dos maiores desafios par a a concr etização do P acto do Milênio, pois existem dificuldades quan to à ausência de dados estatísticos compilados oficialmen te e à existência de dados incomple tos sobre determinadas me tas, ocasionando problemas que compr ometem a construção e a alimentação de bancos de dados acer ca dos indicadores. En tão, almeja-se a necessidade do des en volvimento de mecanismos estatísticos par a que o tr atamento dos dados seja capaz de refle tir a organiz ação das ações consolidadas dos indicadores a partir de inf ormações completas quantitativa e qualitativamente com acesso irr estrito a todos os cidadãos. REFERÊNCIA S BRA SIL. Constituição da R epública Feder ativa do Brasil de 1988. D isponível em: <http:/ / www .planalto.gov .br / ccivil_03/ constituicao / constituicao.htm>. A cess o em: 13 out. 2015. ______. Objetivos de desen volvimento do milênio: r elatório nacional de acompanhamento. C oordenação: Instituto de P esquisa Econômica Aplicada e Secr etaria de Planejamento e I nvestimen tos Estratégicos. Supervisão: Grupo T écnico par a o acompanhamento dos ODM. B rasília, DF: IPEA: MP , SPI, 2010. C OMISSÃ O DE DIREIT OS HUMANOS D A USP . Declar ação de Estocolmo s obr e o Meio Ambiente H umano – 1972. Disponível em: <h ttp:/ /www .dir eitoshumanos.usp.br /inde x. php/M eio- Ambiente/ declaracao-de-estocolmo-sobr e-o-ambiente-humano.h tml>. A cesso em: 13 out. 2015. 148 L UCENA, A. D .; CA V AL CANTE, J . N.; CÂNDIDO , G. A. Sustentabilidade do município de J oão Pessoa: uma aplicação do bar ômetr o da sustentabilidade. R evista Brasileir a de Gestão e Desenvolvimen to R egional , T aubaté, v . 7 , n. 1, p. 19-49, jan./ abr ., 2011. MANC CINI, G. Cooper ação in ternacional para o desen volvimento: mecanismos, história e eficácia. Disponível em: <h ttp:/ / www .egov .ufs c.br / portal/ conteudo / cooper a%C3%A7%C3%A 3o-in ternacional-par a-o-desenvolvimen to-mecanismos- hist%C3%B3ria-e-efic%C3%A1cia>. A cesso em: 13 out. 2015. MARC ONI, M. A.; LAKA T OS, E. M. T écnicas de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2002. MAZZUOLI, V . O. Curso de direito in ternacional público. 5. ed. r ev ., atual. e ampl. São Paulo: E d. R T , 2011. MAZZUOLI, V . O.; A Y ALA, P . A. C ooper ação internacional par a a pr eser vação do meio ambiente: o direito br asileir o e a Con venção de Aarhus. R evista Dir eito GV , São P aulo, v . 8, n. 1, p. 297-327 , jan./jun., 2012. MEL O , C. M. ISO 26000: uma análise da elaboração da norma in ternacional de r esponsabilidade s ocial. 2006. 132f . Dissertação ( mestrado ) - Universidade F eder al Fluminense, Niterói, 2006. ODM. Como está o B rasil em r elação aos objetivos de desen volvimento do milênio. Disponível em: <h ttp:/ /www .odmbrasil.gov .br / ar quivos/ artigo-como-esta-o-brasil- em-r elacao-aos-objetivos-de-desenvolvimen to-do-milenio-equipe-odm>. A cesso em: 13 out. 2015. OLIVEIRA, O . M. B. A. M onografia jurídica. 3. ed. P orto Alegre: Sín tese, 2003. OLIVEIRA, S. L. T r atado de metodologia científica. São P aulo: Pioneir a, 2002. PNUD . Os objetivos de desenvolvimen to do milênio: 8 objetivos par a 2015. Disponível em: <http:/ / www .pnud.or g.br / odm.aspx>. Acesso em: 13 out. 2015. PORT AL ODM. R elatórios dinâmicos: monitoramen to de indicadores. D isponível em: <http:/ / www .r elatoriosdinamicos.com.br / portalodm/8- todo-mundo-tr abalhando- pelo-desenvolvimen to/BRA 002025095/joao-pessoa---pb>. A cesso em: 13 out. 2015. 149 PROJET O DE EXTENS Ã O B A SE Curso pr omotor do pr ojeto: DIREIT O Coor denadora: W aleska Be zerr a de C. V asconcelos Colabor adora: H élcia Macedo de C ar valho Diniz e Silva Discente C olaborador es( as ) - Extensionistas: Irlly T ammar a Alves De Araujo, M ariana De Lima R odrigues, Thalyta Anisio Maia , R ossana, Cavalcan ti F reir e V entur a, Samila Per eira Gomes D os Santos, F elipe Batista C avalcante, C rislayne K elly Roberto D antas, Allana K arine De Lemos S ilva, Larissa Vilar Silva, R amilly Sebadelhe V alério R ocha, T ânia Z uily Cabr al Vitamatos, R ober o Eugênio R odrigues, Luana Dos San tos X avier , J iulia Apar ecida Brito Da Silva, J eferson R enato Da Silva, Day anne Ferr eira Da S ilva Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade, ( ) funcionários e colabor adores – UNIPÊ ( X ) Outr os, Quais? Estudan tes de escolas públicas e/ ou pr ovadas. Local onde o pr ojeto s e desen volve: Sala A 14 (Bloco ), com r euniões periódicas aos sábados, ex ceto aqueles que an teceder ão a s emana de pr ova determinada no calendário da instituição par a o curso de Direito. Cr onograma de ex ecução do proje to: ET AP AS POR EST Á GIO Primeir a Semana Segunda Semana T erceir a Semana Nas sextas- feiras que antecedem as semanas de prova Após a 3ª avaliação Seleção dos novos extensionistas 1 Estágio – Sábado / manhã Divulgação do Pr ojeto X Período de I nscrição 1 Estágio – Sábado / manhã A tividades de estudos: elaboração de mapas mentais 1 Estágio - 2 Estágio - 3 Estágio A tividades Externas nas Escolas 2 Estágio Manha / tarde Inf ormativo do Base T rês edições, uma a cada estágio En trega dos certificados X 150 R esumo: O Pr ojeto de Extensão Base é uma ação des en volvida no Curso de Dir eito/ UNIPÊ, en volvendo estudantes dos tr ês primeiros períodos. O tr abalho intelectual volta- se para a aplicação de metodologias ativas, tais como: elabor ação de mapas mentais com base nos conteúdos abor dados em cada componente curricular , adequando- se ao período e a dificuldade de cada etapa do curso. Além disso, os extensionistas visitam escolas públicas e/ ou privadas, a partir da orien tação da coordenação do pr ojeto com o fim de aplicar metodologias ativas visando tr abalhar o desempenho do estudante par a que seja aprimorada a capacidade de r esolução de problemas na vida escolar e, por cons eguin te, no ex ercício da cidadania. Objetivo: Aperf eiçoar a metodologia de estudo dos discentes do curso de Dir eito do Cen tr o Universitário de J oão Pessoa Me todologia de ex ecução: O Pr ojeto B ASE funciona com encontr os aos s ábados pela manhã, na sala A 14 (Bloco A ), cujo objetivo é o de capacitar os extensionistas, par a que sejam mediadores no pr ocesso de orientação dos participan tes para a elabor ação de mapas mentais. C omo mecanismos de ex ecução s ão r ealizados debates de estudos dos mapas men tais construídos e f eito a inter ação de conhecimentos sobre os assuntos estudados por componente curricular . N o tr einamen to dos participantes, dividir emos os estudantes em grupos, sob a super visão de um extensionista. Neste encon tr o, a coordenador a pr ofessor a Hélcia dar á uma palestr a explicando o funcionamento do pr ojeto e tudo sobr e a metodologia de estudo abor dada, no cas o, mapas mentais, treinados por Pro f . Luciano Almeida e coordenado por Hélcia M acedo e W aleska V asconcelos. R esultados alcançados/ esperados: Visita à escolas com a realiz ação de Oficinas de Estudos. Elabor ação de mapas mentais e fichamentos. O númer o de beneficiários atendidos em 2017 .2 f oi de apro ximadamente 150 estudan tes. Histórico de r esultados alcançados e esperados: Sala do curso de Dir eito – R eunião or dinária. A uditórios do Unipê - E ventos pr omovidos pelo Projeto. REFERÊNCIA S BRA SIL. INSTITUT O P A UL O MONTENEGRO . Indicador de Analfabetismo F uncional 2011- 2012. Disponível em: h ttp:/ / www .ipm.org.br /ipmb_pagina.php?mpg=4.02.00.00.00&- ver=por . A cess ado em: 08 de maio de 2013. DE ASSIS, M aria Cristina: Me todologia do tr abalho científico . Disponível em: h ttp:/ / portal. virtual.ufpb.br /biblioteca- virtual/files/ pub_1291081139.pdf Acessado em: 09 de maio de 2013. 151 HERMANN, W . ; BO V O , V . Mapas men tais : enriquecendo Inteligências. São P aulo: Idph, 2005. THIESEN, J uar ez da Silva: A inter dis ciplinaridade como um movimento de articula- ção no pr ocesso de ensino-aprendiz ag em. Disponível em: h ttp:/ / www .periodicos. udesc.br /inde x.php/ per curs os/ article/viewF ile/1541/1294 A cess ado em: 09 de maio de 2013. A cer vo fo togr áfico: Figur a 1: Projeto em e xecução Fon te: Projeto Figur a 2: Projeto em e xecução Fon te: Projeto 152 Figur a 3: Pr ojeto em ex ecução Fon te: Pr ojeto Figur a 4: Pr ojeto em ex ecução Fon te: Pr ojeto 153 CA JUP - CENTRO DE A SSISTÊNCIA JURÍDIC O POPULAR Curso pr omotor do projeto: D ireito Cursos in tegrados: E nf ermagem, Odontologia Coor denador( a ): Lucilene Solano de F r eitas M artins Discentes: R anielle C osta Medeir os, W aleska Batista da Silva, E riberto Gama da Silva, Igor J osé Nóbr ega de Andr ade, Rita de C ássia Lima de Assis, Maria N atalya B atista da Câmar a, anderson Lucas M elo e Thiag o da Silva M oura Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( X ) C omunidade, ( ) funcionários e colabor adores – UNIPÊ ( ) O utros, Q uais? Local onde o pr ojeto se desenvolve: C risto: Cen tr o de R efer ência da Cidadania Cícer o Lucena ( CRC) - Rua Pr o fessor a Luiz a Fernandes Vieira s/ nº: 3ª e 5ª Feir as; Mangabeir a: CRC – Rua Joaquim Dan tas s/ nº: F one: 32386793. 2ª e 4ª F eira; Associação Beneficente São J osé – Rua J osé Feliciano da Silva nº 816 e ane x o 804. Mangabeir a VIII – Cep.: 58059-350: Fone: 32387825: 2ª e 6ª F eir a; F uncionários 2 : CRC – Fernando C arrilho Milanez – R ua F rancisco Gomes de Oliveir a s/ nº. P erto da Pr aça Bela: 2ª e 4ª F eir a; Costa e S ilva : CRC – Rua D r . Arlindo C orr eia, s/ nº: 3ª e 5ª Feir as; Água Fria: UNIPÊ – BR 230, km 22.sala E 89. Cep.: 58053-000: 3ª e 5ª F eira Cr onogr ama de ex ecução do pr ojeto: É r ealizado de Segunda a Se xta feir a, das 13:30 às 17:00. R esumo: O CA JUP , pr esta ser viços a toda a comunidade, realiz ando atendimentos de esclarecimen to e orien tação jurídicas, bem como realiz a ações sociais aos necessitados. Objetivo: Dar oportunidade ao aluno, de pr aticar a teoria ministr ada em sala de aula, assim como tornar o acesso a justiça mais pró ximo das comunidades car en tes. Me todologia de ex ecução: O aluno se desloca a comunidade e em uma sala presta assistência jurídica, encaminhando cada caso, dependendo da matéria, aos núcleos de pr atica do UNIPÊ. 154 R esultados alcançados/ esper ados: Por s emestr e é realiz ado cerca de 50 atendimentos por núcleo até 2017 .2. V ê-se que a população é atendida em suas demandas, não ar cando com nenhuma despes a, e esper a-se que suas questões sejam s olucionadas pacifico ou judicialmen te. Assim como beneficia um melhor entendimen to do aluno da matéria vista em s ala de aula. A cer vo fo tográfico: Figur a 1: Proje to em ex ecução Fon te: Pr ojeto Figur a 2: Proje to em ex ecução Fon te: Pr ojeto 155 Figur a 3: Pr ojeto em ex ecução Fon te: Pr ojeto 156 C ONSTITUIÇÃ O , PROPRIED ADE, DE SENV OL VIMENT O NA AMÉRICA LA TINA E CID AD ANIA AMBIENT AL Período no qual o aluno pode participar: A partir do 4º período com apr ovação em todas as disciplinas dos períodos anterior es. Curso pr omotor do proje to: Dir eito. Coor denador a: Ir anice Gonçalve z Muniz Colabor ador es: Andr é R icardo F onseca da Silva Discentes: A dna Bheatriz de Oliveir a Alencar , Ana R aquel Gomes da Silva R ozeno, Anderson Barbosa Ramos, B eatriz Mour a Dias, Day anne Ferr eir a da Silva, E venllyn K alianne Nascimento da S ilva, L yandr a M aria F ernandes de Sá T ar gino, She ylla Tiburtino Lacer da de Araújo F onsêca. Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( ) alunos – UNIPÊ, ( x ) C omunidade, ( ) funcionários e colabor ador es – UNIPÊ ( ) Outr os. Locais onde o pr ojeto se desenvolve: C en tr o Universitário de João P essoa – UNIPÊ R esumo: Consagr ada na C onstituição Feder al, em seu artigo 207 , que prevê a indissociabilidade entr e ensino, pesquisa e extensão, a importância da iniciação científica está em constituir a tríade par a a cons olidação da educação a nível superior de múltiplas formas. D entr e as quais, permite a análise do con teúdo visto em sala de aula sob uma ótica alternativa, estimulando o senso crítico, a dis cussão apro fundada, pr opor cionando a saída do automatismo, propondo novos caminhos par atender os conflitos sociais de forma eficaz, o f erece diversas f ontes de conhecimen to, estimula a união e apoio entr e os dis centes, planejamen to de pr ojetos e ações visando repassar o conhecimento adquirido. Desse modo, conjuga as funções técnica, r acional e crítica. Objetivo: Com base na iniciação cien tífica do Cen tr o Universitário de João P essoa (UNIPÊ) foi criado em 2017 o G rupo de Pesquisa C onstituição, Pr opriedade, Desen volvimento na América Latina e Cidadania Ambien tal, devidamen te certificado. 157 Este grupo de pesquisa tem como obje tivo geral pesquisar o dir eito de pr opriedade nas constituições da America Latina e como se desenvolve políticas públicas par a a pr eser vação do meio ambiente como um dir eito humano. Objetivos específicos: - Estudar o direito de pr opriedade constitucionalmente pr otegida, na perspectiva do desenvolvimen to s ócio / ambien tal e no conte xto da América Latina. - Estudar o direito à memória e à ver dade como elemento-chave da justiça de transição br asileir a, chilena e ar gentina. Me todologia de ex ecução: R euniões quinzenais, leitur as discuss ões e pr odução de fichamentos. R esultados alcançados/ esper ados: Participação e apr esentação em even tos acadêmicos; elabor ação e publicação de uma cartilha sobre dir eitos fundamen tais constitucionalmente pr otegidos; publicação de artigos em periódicos nacionais. Bibliogr afia básica: BOBBIO , Norbe to. A Er a dos Dir eitos . Rio de Janeir o: Campus. CANO TILHO , José Joaquim Gomes. Direito Constitucional e Teoria da C onstituicão. Lisboa: Almedina. CANO TILHO , José J oaquim Gomes. Dir eito Constitucional Ambien tal Brasileir o. Rio de Janeir o: Saraiva. HESSE, K onr ad. A For ça Normativa da C onstituição . V er editora LEFF , E nrrique. Aposta pela vida . Rio de Janeir o: V ozes SEN, Amarty a. Desenvolvimen to como liberdade. São P aulo: Companhia das Le tr as. 158 A cer vo fo togr áfico: Mulher es expõem seus produtos em feir a agr oecológica, UFPB, em 04/05/2018. Exposição de produtos agroecológicos na UFPB em 04/05/2018. Feir a agroecológica na UFPB em 04/05/2018. Mulher e xpondo seu trabalho f eira agroecológica na UFPB em 04/05/2018. Homem e xpõe produto em feir a agroecológica, UFPB, em 04/04/2018. 159 DIAL OGISMO E INTERA Ç Ã O EM LINGU A GEM FORENSE - A INTERA Ç Ã O VERB AL ENTRE OS P AR TICIP ANTES D A MEDIA ÇÃ O NO ÂMBIT O D A VIOLÊNCIA DOMÉSTIC A Curso pr omotor do proje to: DIREIT O Coor denador( a ): Pr ofa. Dr a. Rivaldete Maria O liveir a da Silva Colabor ador es( as ): Pro fa. D r a. Hélcia M acedo de C ar valho Diniz e Silva Discentes: Isabela Camar go Sodr é, T aynah L y s M edeir os Gomes, Vitória Ferr eir a de Carvalho. Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( X ) Alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade, ( ) F uncionários e colaborador es – UNIPÊ ( ) Outros, Quais? Local onde o pr ojeto se desenvolve: no UNIPÊ, na sala de aula A14 (Bloco A) e na sala de r euniões da Coor denação do C urso de Dir eito. Cr onogr ama de ex ecução do projeto: as r euniões acon tecem semanalmente ( quarta- feir a ) das 16:00 às 18:00. R esumo: A realidade da linguagem se materializa nas enunciações construídas por meio da palavr a, que segue os atos de compreensão e in terpre tação da vida humana, pr oduzindo seu efeito de sentido nas mais diversas situações em que o diálogo s eja constituído entr e dois ou mais indivíduos s ocialmente or ganizados. Esta pesquisa se justifica por compr eender que advog ados e mediadores são sujeitos de atividades judiciais que se materializam na e pela linguagem, utilizando a língua, dialógica por natur eza, por meio da palavra que se concr etiza como signo ideológico no fluxo da inter ação verbal e estabelece sentidos difer enciados no contexto em que está inserida. Dessa maneira, o sujeito é r espons ável pelo que diz nas r elações ideológicas, sociais e históricas com outr os sujeitos também r esponsáveis, f ormador es, mediador es e, extr emamen te, dependen tes da sociedade em que vivem. Essa relação contínua 160 ocorr e pela assimilação das palavr as alheias e pela criação constitutiva das r espostas entr e os en volvidos no pr ocesso de in ter ação. Objetivo: Esta pesquisa tem por objetivo analisar a in ter ação verbal entr e os participantes da mediação no âmbito da violência doméstica com bas e na teoria bakh tiniana. Me todologia de ex ecução: Par a as reflex ões, são evidenciados os pressupostos teóricos de Bakh tin (2009, 2010 ) e de outros autor es como Brait (2010 ), Sobral (2009 ) e Far aco (2009), a fim de que se aprofundem particularidades discursivas em de conflito. Assim, r ealiza-se uma pesquis a de abordagem qualitativa e natur ez a bibliogr áfica, apr ofundando os questionamen tos discursivos e semânticos do pr ocesso judicial. R esultados alcançados/ esperados: C ontribui-se, assim, para a compr eens ão das r elações dialógicas en tr e mediador , vítimas e of ensores na solução de um impasse. Esper a-se f ornecer subsídios aos mecanismos de us o do discurs o em um campo específico do conhecimento: o D ir eito. A cer vo fo tográfico: Figur a 1: Encerr amen to das atividades 2017 .2 Fon te: A cer vo do Proje to, 2017 . 161 Figur a 2: R eunião do grupo DELF - abril 2018 Fon te: A cervo do Pr ojeto, 2017 . Figur a 3: Encerr amento das atividades 2017 .2 Fon te: A cervo do Projeto, 2017 . Page 162 could not be converted This page was skipped, but the rest of the document is available. HTTPSConnectionPool(host='convert.identific.com', port=2053): Read timed out. 163 de atividades econômicas se fundamen ta numa contr atualiz ação de interf ace Estado e iniciativa privada, pr ovocando transf ormações institucionais tanto nos aspectos teóricos como funcionais, e buscando suprir as f alhas de mercado. N esse arcabouço evidencia-se a resultan te “fuga para o Dir eito Privado ” permitindo a pr olifer ação de formas de con tr atualização no âmbito da A dministr ação Pública, com parcerias com o setor produtivo empr esarial. Nessa abor dag em duas verten tes de pesquis a tornam-se fundamental: primeir o, o ambien te de incentivos e de eficiência a ser em analisados s ob a perspectiva da Análise Econômica do D ireito, den tr o de uma teoria comportamen tal dos en volvidos, estado e iniciativa privada, e s egundo a transpar ência pública r esultante das atuações públicas. Análise Econômica do D ireito permite o avanço de análises além das normativas, permitindo uma posição do dir eito contr atual sob a ótica de eficiência, ou seja, na bus ca do desenvolvimen to por meio de políticas públicas. Par a tanto, a pr odução e aplicação das normas con tratuais pr ecisam de interpr etação com critérios e par âmetros instrumen tais que conduza a compr eensão da realidade pública, desta forma permitir uma análise do pr ocesso real de implemen tação das normas, o que r equer uma tr anspar ência par a conhecimento da sociedade. Nesse ar cabouço de implicações na busca do des en volvimento em ár eas estrutur antes, há de se verificar as r epercussões econômicas e sociais dess es arr anjos neg ociais. Dessa maneira, a interr elação en tre o D ireito A dministrativo E conômico e o Dir eito da Infr aestrutur a com uma interr elação de desen volvimento r evela-se um campo propiciador par a uma pesquisa, no intuito de buscar indicar pr opostas s alutar es. Objetivo: Analisar a intervenção do Estado e a interr elação com a iniciativa privada em ser viços públicos por meio do contr ato administr ativo s ob a ótica da Análise Econômica do D ireito. Me todologia de ex ecução: Levan tamento bibliogr áficos, atr avés de estudos e fichamentos à legislação e textos indicados nas r efer ências bibliográficas. R esultados alcançados/ esperados: Histórico do númer o de beneficiários atendidos até 2017 .2. Histórico de r esultados alcançados e esperados. 1. PEREIRA, Maria M ar coniete Fernandes; LEITE, G lauco Salomão. Pr ocess o e Sindicância A dministrativa. I n: Nascimento, C arlos V alder; DI PIETRO , M aria Sylvia Z anella; MENDES, Gilmar F erreir a ( Coor d.). T r atado de Dir eito Municipal . Belo H orizon te: Fórum, 2018. 2. OLIVEIRA, Bárbar a Natasha Arruda de. PEREIRA, Mar coniete F ernandes. As par cerias público privadas (PPPs ) na otimização da cr escente demanda de pacien tes na 164 saúde. C ONPEDI – XXVII E ncon tr o Nacional do C onselho N acional de Pesquisa e Pós-G r aduação em Dir eito – Salvador /B A, de 13 a 16/06/2018. 3. PEREIRA, Maria M ar coniete F ernandes. O R egime de Con tratações Administr ativas da Análise Econômica do Dir eito. CONPEDI – XXVII Encontr o Nacional do Conselho Nacional de P esquis a e Pós-G r aduação em Dir eito – Salvador /B A, de 13 a 16/06/2018. Como r esultados esperados, con tinuar pr oduzindo artigos e participação em eventos acadêmicos. A cer vo fo tográfico: Figur a 1: R euniões do Projeto. Fon te: Acervo do Projeto, 2017 . Figur a 2: R euniões do Projeto. Fon te: Acervo do Projeto, 2017 . 165 FERRAMENT A S DE C ONTROLE SOCIAL DO TRIBUT O: C ONSTRUINDO A CID AD ANIA A TIV A – NAF Curso pr omotor do pr ojeto: Dir eito Cursos in tegrados: Ciências C ontábeis e Gestão Pública Coor denador( a ): F rancisco Leite D uarte Docen tes colabor adores: J ane K elly B atista R amalho Pedr oz a, Fernando Be zerr a W anderle y Basto, Glauber de Lucena Cor deiro, S ulamita Escarião da Nóbr ega, Outr os pr of essores colabor ador es: W alace Sartori Bonfim, L udinaura R egina Souza dos Santos, C arlos Braulio da S ilveira Chaves, Par ceiros: F rance T avares de M edeiros Nome comple to dos discentes Colabor adores ( as ): Alex R odrigues de Lima, Maria Brígida Barbosa Ben to, Gabison Neves de Assunção, Bianca P aiva de Araújo, Thamyr es Mir elle Melo oliveir a, Joelson Tássio Cer queir a Silva, K atia Jaqueline dos San tos Catão Ana Bez err a Cavalcan ti Maculan, Victória de de K ássia Ferr eir a Queir oz, Alister Alves Mor eirra, W alyson R oberto Araújo de Lima, Jéssica N as cimento Lima, K ellen Araújo da Nóbr eg a Dias. Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( x ) alunos – UNIPÊ, (x ) C omunidade, ( x ) funcionários e colabor adores – UNIPÊ ( ) O utros, Q uais? Local onde o pr ojeto s e desenvolve: A s r euniões ocorrer am na Sala 11, Bloco – A do UNIPÊ Cr onograma de e xecução do pr ojeto: Na primeir a f ase, as reuniões têm ocorrido nas sextas feir as, uma no mês, no mínimo. R esumo: O pr ojeto de pesquisa ins er e-se no âmbito das dis cussões s obr e o ex ercício da cidadania participativa e tem como pr essuposto o f ato de que o contr ole social do 166 tributo é um aliado importante na sedimen tação da atividade de tributação, en tendida esta, como um dever fundamen tal do cidadão. O Pr ojeto objetiva implemen tar ações compr ometidas com a Educação Fiscal, particularmente conhecer , desenvolver e disseminar ferr amentas aliadas da gestão pública, incentivando o con trole social do tributo como forma de ef etivo ex ercício da cidadania. Me todologia de ex ecução: Metodologicamen te, o projeto se aliou ao Núcleo de Assessoramen to Contábil e F iscal – NAF-UNIPÊ, bem como à f ábrica de s oftw are do UB TECH/UNIPÊ par a mapear e estudar as condições materiais, bibliográficas e oper acionais de desenvolvimen to de um aplicativo s obr e educação fiscal. Par a tanto já r ealizou as seguintes atividades: a ) Seleção de alunos: 23 de f evereir o de 2018 b ) Primeir a reunião ( Apenas pro fessor es – apr esentação, esclarecimen tos de dúvida, alinhamento das atividades ): Dia 26 de mar ço de 2108 c ) Segunda reunião ( Apenas prof ess or es – Definição da estrutura do aplicativo e escolha dos pro fessor es r esponsáveis ): Dia 14/ 03/2018 d) T er ceir a reunião ( pr of essores e alunos- D istribuição de atividades por alunos e por pr of essores ): Dia 10 /04/2018 e ) Outr as atividades contr oladas pelo grupo w atzzap. ( Orien tações de leitura de materiais, participação em cursos EAD, seminários, etc.) R esultados alcançados/ esper ados: Esper a-se que até o final do semestr e, tenha- se condições de f ornecer à fábrica de softw are do UNIPÊ os insumos necessários à construção o aplicativo. Par a tanto, no semestr e de 2018.1 está s endo feito o mapeamento de cole ta de inf ormações e alinhamento de estr atégias de estudo em linhas de in vestigação. Histórico do númer o de beneficiários atendidos até 2017 .2: Nenhum. O pr ojeto está em fase de coleta de dados, por se tr atar de um pr ojeto de pesquisa, sua aplicabilidade depende da fase final do projeto. Histórico de r esultados alcançados e esper ados: Como se trata de um pr ojeto que pr essupõe sua r enovação e atualização, seus r esultados só surgir ão após a construção do Aplicativo. Par a o semestre de 2018.1 se propôs um mapeamen to das informações necessárias à construção do aplicativo. 167 A cer vo fo togr áfico: Figur a 1: R eunião de trabalho Aplicativo cidadania ativa Fon te: A cervo do Projeto, 2017 . Figur a 2: Encon tro de pr of essores e alunos – App cidadania ativa Fon te: Acervo do Projeto, 2017 . 168 FUNÇÃ O INTERGERA CIONAL DOS C ONTRA T OS: EFEIT OS D A SUSTENT ABILID ADE SOCIO AMBIENT AL NA S RELA Ç ÕES C ONTRA TU AIS Curso pr omotor do projeto: D ir eito Cursos in tegrados: Não há Coor denador( a ): P r o f . D r. Alfr edo R angel Ribeir o Colabor ador es( as ): Pr ofs. M aria Cristina P aiva Santiago e F r ancisco Fr eir e de Figueir edo Filho Discentes: C amila Simões Gomes, Alex F abiano Alves Oliveir a e J ayme H olanda A guiar Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( X ) C omunidade, ( ) funcionários e colabor adores – UNIPÊ ( ) O utros, Q uais? Local onde o pr ojeto se desenvolve: I nstalações do curso de Direito do U nipê. Cr onogr ama de ex ecução do pr ojeto: Quartas- f eir as, das 09h20 às 10h. R esumo: T r adicionalmente, a teoria ger al dos contr atos parte da per cepção liber al pela qual os negócios jurídicos existem par a satisfazer inter esses meramen te individuais e patrimoniais, sedimentando os princípios con tr atuais clássicos relacionados à autonomia privada. O advento do Estado Social e o r econhecimento de r elações contr atuais matizadas pela disparidade entr e os con tr atantes tr oux e à teoria contr atual a tendência socializante em voga do início do s éculo XX, erigindo a função social, a boa fé objetiva e o equilíbrio material das partes ao patamar de princípios contr atuais. T odavia, as vertentes epistemológicas emer gentes do “ Conhecimen to Pruden te par a uma Vida Decente ” de Boaventur a Souz a Santos, a “E pistemologia Ambien tal” de Enrique L eff e a “Nova F ísica” de F ritjof Capr a suplantam os par adigmas que embasar am 169 a teoria contr atual clássica, dir ecionando a função social dos contr atos par a as futur as gerações. Objetivo: V erificar os ef eitos do princípio constitucional da sustentabilidade socioambiental sobre a teoria ger al dos con tratos e sobr e o princípio da função social dos contr atos. Me todologia de ex ecução: A pesquisa parte de tr ês vertentes epistemológicas emer gentes: o “C onhecimen to Prudente para uma Vida Decen te” de Boaventur a Souza San tos, a “Epistemologia Ambien tal” de Enrique L eff e a “Nova F ísica” de Fritjo f Capr a, que simultaneamente tr anscendem a ciência tr adicional e propõem as bases ecológicas do conhecimento. E m linhas gerais, esse par adigma epistemológico emer gente pr opõe um saber transf ormativo in ter e tr ansdisciplinar , que reabilita métodos in tegrados, híbridos ou mesmo sincr éticos, suplantando, por meio dos r aciocínios re tórico-argumen tativos, o hermetismo da linguag em lógico-matemática pr ópria da ciência cartesiana, capaz de ampliar os limites que a teoria con tratual tr adicional impôs à função social dos contr atos. A ex ecução do pr ojeto se dá a partir de r euniões periódicas, virtuais ou pr esenciais, s eguidas de pesquisas bibliográficas e elabor ação de textos cien tíficos pelos discentes pesquisadores. R esultados alcançados/ esperados: P or s e tratar de pr ojeto de pesquisa, o público beneficiado pelo conhecimento pr oduzido é difus o, não sendo possível nominar ou individualizar os beneficiários. Nada obstan te, os discentes pesquisador es são dir etamente beneficiados pelo pr ojeto. 170 FUNÇÃ O SOCIAL E RE SPONS ABILID ADE SOCIAL D A S EMPRE S A S Curso pr omotor do pr ojeto: Dir eito Cursos in tegr ados: Não há Coor denador( a ): Hertha U rquiz a Baracho Colabor adores( as ): Fernando An tônio V as concelos; K aiana Cor alina do Mon te Vilar , Leilah L uahnda Gomes de Almeida. Discentes: J osé da Silva Alves Júnior; João Victor F ernandes Nogueir a; Merisvan J únior Santos Soar es; J osé Lucas Soar es; Allana K arine de Lemos S ilva; Heberth H enrique Palhano C rispim; Irlly T ammar a Alves de Araújo; A cener eide Alanka San tos de Melo; K ar olayne Day se dos Santos Silva. Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( x ) alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade, ( ) funcionários e colabor ador es – UNIPÊ ( ) Outr os, Quais? Local onde o pr ojeto s e desenvolve: O pr ojeto desenvolve suas atividades nas dependências do UNIPÊ (biblioteca, salas de estudos ), em horários pr é-estabelecidos. Cr onograma de e x ecução do pr ojeto: Especificamente, pr omove reuniões periódicas, às quartas- feir as, a partir das 11h00 . A demais, conta com a formação de equipes menor es, sob a orientação dos pr of essores colabor adores, que r ealizam encontr os extr as duran te o mês. R esumo: T rata-se de pesquisa bibliográfica que tem como objetivo r efletir s obr e a concepção da função social e responsabilidade social da empresa, com base na constituição econômica. A leitura da C onstituição F eder al de 1988 propicia uma interpr etação da livr e iniciativa associada à valorização do trabalho humano, à existência digna e à justiça social. N este ínterim, estuda-se a empr esa sustentável que se preocupa não apenas com o econômico, mas com o social, o cultur al e com a ética. 171 Objetivo: T em por objetivo geral estudar a Função Social da Empr esa e analisar as ações de empr es as compr ometidas com o Desenvolvimen to Susten tável. Me todologia de ex ecução: Den tre os pr ocedimen tos metodológicos de técnicas adotadas pelo pr ojeto, estão r euniões periódicas com os membr os do grupo para tr atar das questões relevan tes ao procedimen to das atividades. N e s t e s e n t i d o , e x e r c e suas funções a partir do levantamen to bibliográfico por meio de leituras e acar eamento de liter aturas, elabor ação de trabalhos cien tíficos, apr es entações dos tr abalhos desenvolvidos em eventos cien tíficos, pesquisas em doutrinas e legislações estrangeir as. R esultados alcançados/ esperados: C om a pesquisa de iniciação cientifica os docen tes incr ementam o po tencial educativo e os alunos avançam em relação ao estudo e a elabor ação de artig os científicos. D estarte, tr abalhos como “ A responsabilidade social empr es arial como mecanismo à pr oteção in tegral de crianças e adolescen tes” , de autoria do discente J osé da Silva Alves J únior , nas modalidades pôster e artigo científico; “R espons abilização das Empr esas por violação dos dir eitos humanos” , de autoria do discente J osé Lucas Soar es; bem como a elaboração de uma coletânea sobre à r esponsabilidade s ocial empr es arial, coor denada pela docente H ertha Urquiz a Bar acho e de vários artigos apresen tados em Even tos do C ONPEDI. Além disso, outros tr abalhos estão s endo pr oduzidos a fim de abor dar os limites da empr es a e da atuação estatal, a Compliance como fundamen to da R esponsabilidade Social Empresarial e a pr omoção da ética, ou a verificação se a Corte In teramericana de D ireitos H umanos, atr avés do cas o “faz enda Br asil V erde ” considera o dir eito social ao tr abalho digno como um dir eito fundamen tal. A cer vo fo tográfico: Figur a 1. Reunião do G rupo de Pesquisa Fon te: A cer vo do Proje to, 2017 . 172 Figur a 2. Pesquisador es do Pr ojeto F unção Social e R esponsabilidade Social Empresarial Fon te: A cervo do Projeto, 2017 . Figur a 3. Apresen tação de artigo científico na C osta Rica Fon te: A cervo do Projeto, 2017 . 173 MEIO AMBIENTE DO TRAB ALHO E DE SENV OL VIMENT O – INSTRUMENT OS DE PRO TEÇ Ã O A O TRAB ALHADOR FRENTE A O USO DE NANOMA TERIAIS Período no qual o aluno pode participar: a partir do 6º período do curso de Dir eito Curso pr omotor do pr ojeto: Dir eito Coor denador( a): F lávia de Paiva M edeir os de Oliveir a Discentes: Armstr ong dos Santos L eal, C aroline S ilva Bez err a, Gabriela Per eira Victor , Natália Mir anda T avar es. Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( x ) alunos – UNIPÊ; ( x ) C omunidade. Local onde o pr ojeto s e desenvolve: N as salas de aula do Bloco C, em qualquer s ala que estiver disponível no horário mar cado. Cr onogr ama de e x ecução do pr ojeto: O pr ojeto se desenvolve a partir de levantamen to bibliogr áfico de textos nacionais e in ternacionais com r euniões semanais às quintas- feir as com a equipe de pesquis a; R esumo: O estudo das consequências jurídicas do nanomateriais ainda é pouco discutido no Dir eito brasileir o, embora amplamen te abor dado no cenário internacional, onde é vastamente r egulado e objeto de constan te pr eocupação pelos juristas. A pr esente pesquisa pre tende analisar o ordenamen to jurídico in ternacional de r egulação de tais materiais e avaliar quais os parâmetr os que a normativa internacional pr evê que poder ão ser utilizados pela or dem jurídica in terna par a r egular tal matéria, já que o uso dess es materiais pode apr esentar ris cos par a a saúde humana, notadamen te, de tr abalhador es e fornecedor es e para o meio ambien te em geral. 1 74 Objetivo: analisar a normativa internacional e in terna sobr e o tema; compar ar a normativa pátria e a alienígena para fins de delinear as bases de uma futur a normativa nacional; Me todologia de ex ecução: A pesquis a utiliza o método compar ativo, que será ef etivado por meio de anális e bibliográfica sobr e o tema. R esultados alcançados/ esper ados: Como r esultado parcial, obser va-se a completa ausência de regulação sobr e o tema dos nanomateriais, inclusive, com desconhecimento do trabalhador e do consumidor com relação ao risco de tais partículas par a a saúde humana 175 MET ODOL OGIA S EDUCA CIONAIS P ARA PREVENIR E SOL UCIONAR C ONFLIT OS Período no qual o aluno pode participar: 4º P eríodo com aprovação na unidade curricular de Direito C onstitucional Curso pr omotor do pr ojeto: Dir eito Cursos in tegrados: P sicologia e Dir eito Coor denadora: L eilah Luahnda Gomes de Almeida Colabor adores: S ulamita Escarião da Nóbr ega Discentes: Ana K alline Soar es Castor , Anders on Barbosa R amos, Bianca P aiva de Araújo, Br enda Hellen Simões Silva, Damiana R odrigues Dan tas, Éricka M onique de F r eitas X avier , E velyn K ezia Per eira da Silva, E venllyn K alianne Nascimento da S ilva, Gabriella Martins J acinto F err eira, H ebert Henrique P alhano Crispin, Janay Ribeir o Per eira, João Victor Dantas da N óbr ega Machado, Lucas de V asconcelos Alves, P atrícia T amires Gomes dos Santos S ilva, Ruth Arruda Diniz, Sabrina E milly Evangelista Ribeir o, Suzanne S pinelli de Figueir êdo P ess oa, T alissa Mor ais de Figueir edo, Vitória Estefani M eir eles Mendonça, W aldir Henrique Silva B atista. Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( ) alunos – UNIPÊ, ( x ) Comunidade, ( ) funcionários e colabor adores – UNIPÊ ( ) O utros. Locais onde o pr ojeto s e desenvolve: C entr o Universitário de João P essoa – UNIPÊ Cr onograma de e xecução do pr ojeto: As r euniões presenciais acontecem nas quartas- feir as às 11:00, quinzenalmen te, na s ala B38, Unipê, par a apr esentação do material que vem s endo desenvolvido. A capacitação em EAD , par a esse s emestr e, possui car g a hor ária de 40 hor as aula, em parceria com a P olícia Rodoviária F ederal. As apr esentações pr esenciais ( campanhas ) estão agendadas para dia 30 de maio. R esumo: Ligado aos Dir eitos Fundamen tais, como Educação, Saúde, Cultur a e meio ambiente, trata-se de um pr ojeto que visa expandir os horizontes da população, fornecendo-lhes meios alternativos par a s olucionar conflitos e evitar o litígio por meio de políticas educacionais alternativas. 176 Objetivo: Conscien tizar os estudantes da r ede municipal de ensino e os vulneráveis sociais s obr e seus direitos básicos como cidadão, construindo o pensar s ob novos cenários e criando perspectivas par a esse grupo e para a sociedade de uma forma ger al. Me todologia de ex ecução: Encon tros quinz enais, dis cussão s obre mé todos lúdicos e alternativos de abor dagem voltado par a o público-alvo, leitur a e capacitação EAD dos extensionistas em uma par ceria firmada en tre o pr ojeto e a Polícia R odoviária Feder al, tr abalhando o tema “Educação par a o tr ânsito” . R esultados alcançados/ esper ados: R ealização de visitas quinzenais, por alunos do Curso de Dir eito, às es colas estaduais ou municipais ou C entr os de Assistência Social Municipal, visando a realiz ação de peças teatr ais, aulas, palestr as, work shops e distribuição de material inf ormativo em HQs (Histórias em Quadrinhos ), s endo a temática desenvolvida par a ess e semestre corr elata à Segurança no T r ânsito. A cer vo fo tográfico: Figur a 1: Lançamen to FETRAN em João P ess oa em 26 de março de 2018. Figur a 4: Lançamen to FETRAN em João P ess oa em 26 de março de 2018. Figur a 5: Capacitação EAD par a os extensionistas pr omovida em parceria com a Polícia R odoviária Feder al. Figur a 2: Capacitação dos discentes pr esencial realiz ada no dia 23 de abril de 2018 em parceria en tre o proje to e a Polícia R odoviária Feder al. Figur a 3: Capacitação com agen te da Polícia R odoviária Feder al em 23 de abril de 2018. 177 PROJET O DE EXTENS Ã O DIREIT OS FUND AMENT AIS E TRAB ALHO INF ANTIL – PRODFTIN Curso pr omotor do pr ojeto: Dir eito Coor denador( a ): MICHELINE MARIA MA CHADO DE CAR V ALHO Discentes: Álvaro Souza S ilva, Élidi Anne Fernandes Da Rocha, F abíola De F atíma Camelo P ereir a, Hanna Nóbrega R aia De Araújo, L uiza Miranda Lima, Maria Clara De Paiva, N ady J akelle Queir oz Dias, R afael Lopes D e Figueir edo, Tiago Da Cruz Medeiros, Welly son Medeir os Lucena. Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( X ) C omunidade, ( ) funcionários e colabor adores – UNIPÊ ( ) O utros, Q uais? Local onde o pr ojeto s e desenvolve: E m escolas públicas e instituições de pro teção e apoio à criança e o adolescente. N as escolas públicas é direcionado aos alunos do ensino médio e aluno do EJ A (Escola para Jovens e A dultos ). Cr onograma de ex ecução do proje to: o proje to se apresenta dur ante a semana, nos turnos da manhã, tarde e noite, con forme o agendamento pr évio feito nas escolas. R esumo: O Pr ojeto de Extens ão Dir eitos F undamentais e T rabalho I nf antil – PRODFTIN começou suas atividades no semestre letivo de 2016.1. A partir do s emestr e 2016.2 passou a s er projeto apr ovado e acompanhado institucionalmente pela ASPED . O pr esente pr ojeto de extensão tem o objetivo de desenvolver , junto à comunidade do município de João Pessoa, ações de conscientiz ação, debate, esclarecimen to de direitos fundamentais. Em especial, par a o combate, pr evenção e erradicação do trabalho in fan til. Com a finalidade de pr omover o empoderamen to da comunidade s obre os dir eitos fundamen tais das crianças e adolescente, apr esentando as consequências do trabalho in fan til e quais os direitos do tr abalhador jovem. A proposta de ação escolhida par a alcançar os objetivos propostos pr etende, conhecer , r efletir e dar significados a r ealidade da explor ação do tr abalho inf antil em João P ess oa, e das questões e demandas subjacentes a pr oteção dos dir eitos fundamentais. 178 Neste sen tido, o pr ojeto de extensão tem como pr oposta atuar nas comunidades e escolas públicas, onde a equipe do projeto desen volve atividades de conscientiz ação, debate, esclarecimen to de dir eitos par a o combate, pr evenção e err adicação do tr abalho inf an til, e temas tr ansversais de proteção dos dir eitos fundamen tais. O per curso metodológico seguido pelos acadêmicos do Curso de Dir eito está pautado numa consciência crítica da realidade da in fância e juven tude af etada pelo f enômeno tr abalho inf an til, e em estudos das questões de vulner abilidades sociais e jurídicas sobre a pr o teção dos dir eitos fundamen tais. É feito um tr abalho cooper ativo entr e a equipe do proje to de extensão, a comunidade e a instituições en volvidas, que contribua par a um processo dialógico de enriquecimen to mútuo, em especial par a a formação pr ofissional e pessoal dos acadêmicos e da pr of ess or a r esponsável. Considerando essa proposta, o projeto de extensão se desenvolve em etapas que se complementam, que são a intervenção social e a produção de conhecimentos específicos sobre a temática de proteção dos direitos fundamentais e trabalho infantil. Os ser viços desenvolvidos pelo pr ojeto são: des en volvimento de estudos e pesquisas sobre as pr oblemáticas envolvendo a pr oteção dos dir eitos fundamen tais; promoção de palestr as e eventos de debates e conscien tização de dir eitos fundamen tais; r ealização de seminários/ palestr as no UNIPÊ junto a comunidade acadêmica sobr e a pr oteção dos dir eitos fundamen tais, em especial o trabalho in fan til e direitos do tr abalhador jovem. As apr es en tações consistem em temas de pro teção dos dir eitos fundamentais. O s temas são estudados e prepar ados pelos alunos. T emos apr esentações sobre: tr abalho inf antil, dir eitos do tr abalhador jovem; mudanças da ref orma tr abalhista; bullying, r acismo, e desigualdade de gênero. O cr onogr ama de atividades no semestre de 2018. 1 foi dividido em etapas par a s er em cumpridas. Nos meses de mar ço e abril f oram feitas r euniões par a prepar ação do material de apr esentações das escolas. Os extensionistas debater am, pesquisaram e elabor ar am os materiais das apr esentações. N os meses de maio e junho acon tecerão as apr esentações. Nos dias 14 e 15 de maio vão apr es en tar no even to integr ado de pesquis a e e xtensão r ealizado pela A SPED; Nos dias 15, 16 e 17 de maio vão apr esentar palestras no Seminário 179 Dir eitos F undamentais, Pr áticas e Instrumen tos de Pr oteção. Esse evento está sendo or g anizado pelo PRODFTIN e C AJUP . Nos dias 22 e 23 de maio a apr esentação ser á na escola pública Índio Piragibe; E m 24 e 29 de maio na Escola Zumbi dos P almares; E m 30 /05 e 12/ 06 na Es cola F r ancis ca Mour a; N os dias 13 e 14 de junho na Escola Chico X avier . Desde o início de suas atividades, em 2016.1, o P rojeto D ireitos F undamen tais e T r abalho In fan til – PRODFTIN visitou um total de 12 ( doz e ) es colas, sendo 6 ( s eis ) estaduais e 6 ( cinco ) municipais. Ess e grupo de escolas pass ou a ser visitado semestralmen te de forma alternada. Além de visitas às escolas, os extensionistas fizer am pesquisas em várias entidades r espons áveis sobre cadastr o, recrutamen to e capacitação de jovens par a o mercado de trabalho. Ademais, for am organizados/ realiz ados 3 (tr ês) seminários, dentr e os quais 2 ( dois ) sobre tr abalho infan til, eix o- temático do projeto e um seminário s obr e o tema I nf ância e Juven tude. As atividades e xtensionistas ness as escolas f or am muito bem recebidas, com participação dos pr ofessor es e alunos nos debates desenvolvidos nas escolas. Um ponto a se destacar , é o f ato de que a maioria das escolas visitadas no semestre de 2017 .2 f oram escolas que tinham sido visitadas no semestre an terior e pedir am par a continuar recebendo as visitas do PRODFTIN colocando a visita no calendário das atividades da escola. Um r esultado da s atisfação e qualidade das apr es entações que são feitas. O sucesso do PRODFTIN vem do compromisso e dedicação dos alunos do pr ojeto que cada vez mais vem aumentado o leque de temas que s ão levados para as escolas e eventos que o pr ojeto participa. Além de aumentar os assuntos que são explor ados nas apr es en tações, s er ão ampliados também as instituições que vão r eceber a visita e atuação do PRODFTIN em 2018.2. 180 A cer vo fo togr áfico das atividades do PRODFTIN: Imagem 1: A tividade no L yceu par aibano Fon te: Pr ojeto. Imagem 2: A tividade na Escola Municipal Nazinha Barbosa Da F ranca Fon te: Projeto. 181 TIPIFICA ÇÃ O DO D ANO MORAL SOB A Ó TICA D A SE GUND A INST ÂNCIA DO JUDICIÁRIO TRAB ALHIST A Curso pr omo tor do projeto: Dir eito. Coor denador: P r of . Dr . P aulo H enrique T avar es da Silva Discente: I sr ael O liveir a M endes Discentes: Ivy Nunes dos San tos Lima, João Victor ben to da Silva, I sr ael O liveir a M endes, Felipe Alves F ernandes, V aléria Félix da S ilva, C atianne Macena de O liveir a F err eir a, Elaine Cristina da C onceição Silva. Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( ) C omunidade, ( ) funcionários e colabor ador es – UNIPÊ ( ) Outr os, Q uais? Local onde o pr oje to se des en volve: O pr ojeto se desenvolve a partir de uma r eunião no Cen tro Universitário de João P essoa-UNIPÊ, em uma das salas de pós- gr aduação pautando dir etriz es e, a partir diss o, temos um grupo virtual par a melhor compartilharmos ideias e f azer a cooperação necessária ao desenvolvimen to do pr ojeto. Cr onogr ama de e x ecução do pr ojeto: O projeto é r ealizado quinzenalmen te em hor ários pr eviamen te definidos en tr e o coor denador e os dis centes. In tr odução: O or a pr ojeto de iniciação visa o estudo dos pedidos de indenização por danos mor ais e materiais decorr entes da r elação de tr abalho ( art. 114, VI, da CF). T ambém busca identificar de que maneira essas pr etensões compar ecem nas ações tr abalhistas e de que f orma os juíz es de 2ª instância estão enfrentando os temas principais relacionados à afetação mor al, procurando identificar , inclusive, possíveis patamares de valor quando se estabelece um quantum indeniz atório. Mé todo: A metodologia quanto ao tipo de estudo é uma pesquis a de naturez a jurídica-explor atória e quali-quan titativa, atr avés da anális e documental por meio da 182 técnica do estudo de casos. Quanto aos I nstrumentos se dá pela análise de casos jurídicos corr elatos ao estudo e P esquisa bibliográfica e documen tal. Já quan to aos pr ocedimentos de coleta de dados, as decisões judiciais f oram cole tadas, analisadas e tabuladas, a partir do método do estudo de caso e da análise de conteúdo, pr ocurando identificar componen tes que s e r elacionem com o objeto de pesquis a. R esultados: A partir dos dados analisados e da dis cussão s obre o tema “tipificação do dano mor al sob a ótica da segunda instância do T ribunal R egional do T r abalho-13ª r egião ” . V erificou- se, que do to tal dos julg ados pr ocedentes no que se ref ere ao tema D ANO MORAL analisados no período, 56% provier am da 1ª T urma do TRT 13ª R egião, 7% do Pleno do TRT 13ª R egião e 37% da 1ª T urma do TR T 13ª R egião. E também que dos 23 ( vinte e três ) tipos de danos mor ais constatados nos acórdãos, os 05 ( Cinco ) mais r ecorren tes f oram: 003- Dano M oral C oletivo; 011- Por A cidente/Doença do trabalho, quando o empr egador não cumpr e, s eja por dolo ou culpa, as normas de s egur ança e medicina do trabalho; 013- Por assédio mor al quando for configur ada a manipulação per vers a e o terrorismo psicológico, assim compr eendidos a degradação nas condições de trabalho, seja por meio do rigor ex cessivo, incumbir o empregado com taref as inúteis, is olamento e tc; 014- Por A tr aso s alarial ou A tr as o na r escis ão contr atual; 017 - Por falta de Ano tação da CTPS ou Anotação desabonador a na CTPS. FÍ SI CA EDUCAÇÃO 184 C ONDIÇ ÕE S DE TRAB ALHO E FORMA ÇÃ O DOS PROFE SSORE S DE EDUCA Ç Ã O FÍSICA QUE A TU AM NA REDE E ST ADU AL DE ENSINO MÉDIO D A S REGIÕE S NOR TE E SUL DE JO Ã O PESSO A / P ARAÍB A Curso pr omotor do proje to: Educação Física. Cursos in tegr ados: Licenciatura em E ducação Física. Coor denador( a ): L aur o Pires X avier Ne to Colabor ador es( as ): Lígia L uís de F r eitas; Sílvia Azevêdo Sousa. Discentes: B runo Otavio da Silva Albino; Moisés Horus Andr ade Sousa Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( ) alunos – UNIPÊ, ( X ) C omunidade, ( ) funcionários e colabor ador es – UNIPÊ ( ) Outr os, Quais? Local onde o pr ojeto se desenvolve: C en tr o Universitário de João P essoa – UNIPÊ / Sala 233, Bloco L. Cr onogr ama de ex ecução do projeto: N as T erças-F eir as / horário 17:00 às 19:00. R esumo: O pr esente estudo in titulado Condições de T r abalho e Formação dos Pr of essores de E ducação Física que A tuam na Rede Estadual de E nsino Médio das R egiões N orte e Sul de João P essoa / Par aíba, tem como objetivo desvelar as condições de tr abalho e as condições de formação em que se ef etiva o tr abalho do pr of essor de educação física na r ede de educação estadual do ensino médio das r egiões norte e sul do município de J oão P essoa / Par aíba, com a finalidade de orien tar a pr omoção de melhorias nas políticas de formação de pr o fessor es par a este componente curricular da educação básica e nos currículos de formação de pr o fessor es das instituições de ensino superior da r egião. O que já sabemos sobre as condições de tr abalho e 185 condições formação dos pr o fessor es de educação física que atuam na r ede estadual de J oão P essoa / Par aíba? Embor a a pr odução que in vestiga os pro fessor es no Br asil seja vasta e f ecunda, a r esposta a esta questão que tr ata especificamen te do segmento dos pr of essores de educação física não é f acilmen te obtida em uma r evisão do balanço da pr odução do conhecimento sobr e f ormação e condições de tr abalho de pr of essores no Br asil, tão menos na P ar aíba. A população da pesquis a serão os pr of essores de educação física que atuam na Rede estadual de E nsino médio das r egiões norte e sul do município de J oão Pessoa / P ar aíba. Ser ão utilizados r ecursos da técnica da amostr agem estratificada de escolas da r ede pública estadual da Par aíba consider ando-se as características da divisão geográfica do município de João P essoa, abr angendo as es colas que compõem as r egiões norte e sul do município de João Pessoa; consider ando-se no Estado a diversidade de ciclos de níveis de escolaridade of er ecidos ( educação básica: fundamental e médio ), com validação, após definição da amostr agem no Estados, na margem de 2% para mais ou par a menos, com intervalo de confiança de 95%. P ar a o levantamen to das informações sobr e tr abalho e formação dos pr ofessor es que atuam na r ede pública estadual do ensino médio das r egiões norte e sul de J oão Pessoa / P ar aíba, r ecorrer emos aos documentos oficiais, à entr evista com os coordenador es pedagógicos e à entr evista com os pr of essores que atuam no chão da escola. Esta delimitação de f on tes de documentação dir eta e indir eta demanda uso de métodos de pesquisa bibliográfica, documen tal e de campo. Objetivo: Desvelar as condições de tr abalho e as condições de f ormação em que se efe tiva o tr abalho do pro fessor de educação física na r ede estadual do Ensino Médio das R egiões N orte e Sul de João P essoa - Par aíba, com a finalidade de orien tar a promoção de melhorias nas políticas de formação de pr ofessor es par a este componente curricular da educação básica e nos currículos de formação de pr ofessor es das instituições de ensino superior da r egião. Me todologia de ex ecução: Par a o levantamen to das informações sobr e tr abalho e formação dos pr ofessor es que atuam na r ede pública Estadual das regiões norte e sul do município de João Pessoa do Estado da P ar aíba, r ecorrer emos aos documentos o ficiais, à en tr evista com os coordenador es pedag ógicos pelo contr ole e acompanhamento do pessoal e à en tr evista com os pr of essores de educação física que atuam no chão da escola. Esta delimitação de f on tes de documentação dir eta e indir eta demanda uso de métodos de pesquisa bibliográfica, documen tal e de campo. A pesquis a bibliogr áfica pr ocurar á por investigações que estiver am pr eocupadas com o conhecimento das ef etivas condições de trabalho e formação a partir das quais atuam os pr of essores de educação física na rede de educação básica da P ar aíba. 186 A pesquisa documental MARC ONI; LAKA T OS (2011), levantar á, compilará, catalogar á, descrever á e analis ar á os dados r efer entes às condições de trabalho e formação dos pr of ess ores de educação física pr oduzidos pelo Instituto Br asileiro de Geogr afia e Estatística (IBGE), Instituto de P esquis a Econômica Aplicada (IPEA ), Ministério da Educação (ME C), ou arquivados nas Secr etarias dos Estados da Par aíba. Os documentos serão analisados conf orme os procedimen tos de anális e de conteúdo MARC ONI; LAKA T OS (2011), TRIVIÑOS (2011). A pesquisa de campo MARCONI; LAKA T OS (2011), bus car á dados sobre as condições de tr abalho e formação dos pr of ess ores da r ede pública estadual das regiões norte e sul de João P ess oa - PB, recorr endo a coleta de dados dir eta. Na ausência de dados concr etos s obr e a r ealidade dos pr of ess ores, os pr ocessos de políticas e planejamento da formação de pr of essores de educação física, especialmente nas licenciatur as, que pr eveem uma car ga horária de 600 hor as de prática de ensino e estágio, estão assentados em impr ess ões subjetivas pon tuais decorr entes da r elação imediata dos pr ofessores em formação, supervisores de campo e pr ofessor es do ensino superior duran te as situações de estágio. O des conhecimento dos dados objetivos sobre o corpo de pr of essores de educação física que atuam na educação básica do estado da Par aíba impossibilita, o desenvolvimen to de políticas de melhoria da qualificação do pr of ess ores e o desen volvimento de qualquer política, ass en tada em bases realmen te existentes, de formação das crianças e jovens matriculados na educação básica, esteja esta política voltada ao rendimen to esportivo, à promoção da saúde, ao domínio dos conhecimentos sobr e a cultur a corporal, ou às políticas de extensão do tempo es colar ou es cola integr al. F ren te a este des conhecimento, nossa hipótese é que há significativa distância entr e: a ) as condições de tr abalho e f ormação dos pro fessor es do quadro de pessoal da r ede pública estadual que of erta a educação básica na Par aíba; b ) a elabor ação das pr oposições pedagógicas para a educação física empr eendida por quadros das instituições de educação superior; c ) a f ormação de pro fessor es de educação Física nos cursos superior es e as pr oposições de políticas par a a educação física na educação básica. A coleta de dados ir á levantar e catalogar in formações acer ca das condições de tr abalho dos pr of ess ores de educação física da r ede pública estadual do ensino médio da r egiões norte e sul do município de João P ess oa - PB, considerando-se: o tempo de ser viço, tipo de vínculo empr eg atício, carr eir a, salários, jornada de tr abalho, quantidade de turmas, es colas e turnos em que lecionam, quantidades de alunos por sala de aula 187 em que atuam, distância local de tr abalho e local de moradia, tempo de deslocamen to do local de tr abalho ao local de moradia, car ga hor ária de planejamento de ensino compar ada com a jornada total em sala de aula, atuação em pr ojetos e pr ogr amas, infr aestrutur a disponível par a o ensino de educação física nas escolas considerando- se equipamentos e instalações par a a r ealização do tr ato com o conhecimen to da ginástica, dança, jogos, lutas e esportes na educação básica. Os dados ser ão coletados a partir de en tr evistas semiestruturada T riviños(2011), Lak atos (2011) com os coor denadores pedagógicos, en trevista estrutur ada (MARCONI; LAKA T OS, 2011) e conduzida com auxílio de formulários (TRIVIÑOS, 2011) com os pr ofessor es de educação física que atuam na r ede de ensino estadual do ensino médio das r egiões norte e sul de João P essoa / Par aíba, inicialmente ( nesta primeir a fase de desenvolvimen to dos instrumentos ) a partir de amostra estr atificada. Os dados coletados dur ante a pesquisa em sua fase documen tal e de campo serão compilados em acer vo físico e catalogados em planilha EX CEL ( progr ama de planilha eletr ônica es crito e produzido pela Micr os oft par a computadores que utiliz am o sistema oper acional Microsoft Windo ws e também computador es Macin tosh da Apple Inc. Seus r ecursos incluem uma interface in tuitiva e capacitadas f erramen tas de cálculo, construção de gr áficos e relatórios ), planilha que ficará ar quivada em sistema de computação nas nuvens DROPBO X partilhado com todas as instituições colaborador as. R esultados alcançados/ esper ados: O conhecimento das condições r ealmente existen tes do tr abalho e f ormação dos prof ess ores de educação física que atuam na r ede de educação estadual das regiões norte e sul do município de J oão Pessoa do estado da Par aíba, permitirá a melhoria do planejamen to de políticas de f ormação inicial e continuada de pr of essores de educação física para a educação básica, assim como melhorias do planejamento de políticas de formação em educação básica par a a população de crianças e jovens matriculados na r ede estadual de ensino da educação básica. No âmbito do desen volvimento de Ciência, T ecnologia e Inovação, dispomo-nos a levantar dados mais consisten tes sobre as condições de trabalho e de formação r ealmente e xistentes, integr ando-os aos dados já levantados, tabulados e analisados pela A dministração Pública e O rganizações N ão-Governamentais ( ONG), tais como Instituto Br asileiro de Geogr afia e Estatística (IBGE), Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA ), Ministério da Educação (ME C), Or ganização das Nações U nidas ( ONU), F undo das Nações U nidas para a I nf ância (UNICEF), entr e outros. L og o esperasse que a atual pesquisa auxilie o planejamento de políticas educacionais voltadas ao aprimor amento da formação e da atuação de pr ofessor es de educação física par a o tr abalho pedagógico com a educação física nas r edes estaduais de ensino. 188 T ambém nas ter ças-f eir as na sala 233, bloco L do cen tro universitário de João P ess oa – UNIPÊ, ocorr e um grupo de estudos voltado a f ormação continuado par a docência. A cer vo fo tográfico: Figur a 1: EEEFM Pr ofessor a Daur a Santiago R ang el Fon te: Pr ojeto. Figur a 2: EEEM L yceu P araibano Fon te: Pr ojeto. Figur a 3: EEEFM Compositor Luís R amalho Fon te: Pr ojeto. 189 ANÁLISE D A S C ONCEPÇ ÕE S E PRÁ TICA S PED A GÓGICA S DE DOCENTE S D A REDE PÚBLIC A DE JO Ã O PESSO A/PB Curso pr omotor do projeto: E ducação Física. Coor denador( a ): Laur o Pires X avier Ne to. Colabor adores( as ): Lígia L uís de F r eitas e Sílvia Azevêdo Sousa. Discentes: A driano Coutinho dos San tos, Deyvidi Henrique de Andrade e Gabriel Guedes da Silva. Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( ) alunos – UNIPÊ, ( X ) C omunidade, ( ) funcionários e colabor ador es – UNIPÊ ( ) Outr os, Quais? Local onde o pr ojeto se des en volve: Unipê - C en tro Universitário de João P essoa, BR 230 – km 22, Á gua F ria – CEP 58053-000, J oão Pessoa – PB, Sala 233, bloco L. Cr onograma de e x ecução do pr ojeto: T odas as T erças-F eiras, das 17h às 19h. R esumo: A pesquisa Análise das concepções e práticas pedagógicas dos docen tes da r ede pública de João P essoa/PB objetiva analis ar as concepções e práticas pedagógicas de docentes do ensino fundamental da R ede Pública de Ensino de João Pessoa-PB, bem como estabelecer ações concre tas no tocante a formação em ser viço de pr of essores e pr ofessor as desses níveis. O Pr ojeto destina-se a escolas públicas da Zona S ul de João P essoa/PB. A amostra é composta por cinco Escolas Públicas de João Pessoa/PB da Z ona Sul, escolhidas por conveniência ( es colas par ceir as do estágio super visionado ), nas quais contempla-se um grupo de docentes da educação in fan til, o ensino fundamental I e II, total que r epresentou 20% do quadr o de pro fissionais que compõem as escolas participantes. Essa pesquisa é de naturez a qualitativa, descritiva e de campo, do tipo documental ( GIL, 2008), apr oxima-se de uma pesquisa-ação, utiliza par a a anális e dos dados a Análise de Con teúdo de Bar din (1992), o método crítico-dialético ( GAMBO A, 1998) e o método obser vacional ( GIL, 2008). F oram utiliz ados como instrumentos par a a coleta de dados, questionário e r oteir o de obs er vação. A 190 pesquisa encontr a-se em andamento, cujas análises for am r ealizadas apenas em tr ês escolas. A té o pr esente momen to, como r esultado, encontr a-se um T C C em fase de conclusão, um artig o apr esentado na IX FIPED , cujas análises for am r ealizadas com tr ês PPP’s, e com cinco pr o fessores de E ducação Física. Analisou a relação teórico- pr ática entr e as concepções apresentadas nos PPP’ s com as aulas dos respectivos pr of ess or es, na tentativa de obser var a coerência da materializ ação das concepções pr esentes nos documentos. Objetivo: Analisar as concepções e práticas pedagógicas de docentes da r ede pública de ensino de João P ess oa/PB. Me todologia de Ex ecução: A pesquis a se caracteriza de natur eza qualitativa, descritiva e de campo do tipo documental ( GIL, 2008 ). Está sendo realizada em instituições de ensino público municipal de João P ess oa, podendo alguma de suas etapas, a ex emplo da anális e dos dados, acontecer em instalações mais adequadas par a esse procedimen to. Mostr ará qual o modelo das pr áticas pedag ógicas atuais de uma amostr a de pro fessor es de Educação Física da r ede municipal de João P essoa, e qual a r elação que essa prática tem com a concepção adotada pelo pr of essor e com o pr ojeto político pedagógico da es cola. Apro xima-s e de uma pesquisa-ação, utilizando par a a análise dos dados a Análise de Con teúdo de Bardin (1992), o mé todo crítico- dialético ( GAMBO A, 1998 ) e o método obser vacional ( GIL, 2008). F oram utiliz ados como instrumentos par a a coleta de dados, questionário e ro teiro de obser vação. R esultados Esperados: O campo da pesquisa qualitativa é uma ref er ência que congrega difer entes corr entes que possuem em comum a oposição aos mé todos experimen tais nas ciências humanas e sociais. E é neste s entido que nos apr oximamos de uma vertente da pesquisa qualitativa – a pesquisa-ação (RICHARDSON, 2015). Neste aspecto, esper a-se cumprir as e tapas da pesquis a-ação ( ação-r eflex ão-nova ação ). Espera-se identificar as difer entes concepções e pr áticas pedagógicas, acompanhamento das r elações f ormativas inter dis ciplinar es, troca de e xperiências entr e docentes atr avés da r ealização de seminários, oficinas temáticas, exibição de filmes e documentários e pr ojetos de estudo/in ter venção nas escolas e realiz ação da formação con tinuada em ser viço. Onde encon tr a-s e a pesquisa Primeir as ações: Análises dos documentos dos PPP’ s, cujo mesmo foi analisado a partir das categ orias do método crítico-dialético, que “utiliza técnicas bibliográficas 191 e históricas com estudos de textos, documen tos, r egistr os, etc” ( G AMBO A, 1998, p. 112). Iden tificou tr ês gr andes grupos de concepções pedagógicas. Quadr o 1 – Distribuição de dados segundo categorias de concepção D ADOS DOS PPP’ s ESC OLAS C ONCEPÇÃ O TEÓRICO- MET ODOL ÓGICA C ONCEPÇÃ O DE HOMEM CONCEPÇ Ã O DE EDUCA ÇÃ O CONCEPÇÃ O DE SOCIED ADE ESC OLA A SÓCIO-INTERA CIONIST A (VY GO TSKY) Sujeito ativo, participativo, construtor e utilizador de conhecimentos em suas relações in tr a e interpessoais. Inter ação contínua entr e ser humano e meio, construindo nas relações sociais conhecimento, valor es, repr esentações e identidades. Sociedade moderna e em constante transf ormação que exige novas ações e comportamentos do homem. ESC OLA B SÓCIO-INTERA CIONIST A (VY GO TSKY) Sujeitos com saberes, valor es e atitudes que subsidiem posicionamentos críticos, responsáveis e construtivos nas difer entes situações. Vivências de diversas situações que desenvolvam as relações in terpessoais e propor cione a participação da vida científica, cultur al, social e política do país e do mundo. Sociedade democrática a partir da organização e participação de difer entes segmentos sociais na tomada de decisões e no contr ole coletivo. ESC OLA C COGNITIVIST A (PIA GET) SÓCIO INTERA CIONIST A (VY GO TSKY) LIBERT ADORA (P A UL O FREIRE) Cidadão integr ado e útil à sociedade, habilitado e capaz de enfr entar a competição no campo de tr abalho. A partir de várias metodologias, desenvolvendo uma prática docen te que ressalta a importância de construção dos potenciais de aprendiz agem e de refle x ão crítica dos alunos. Sociedade globalizada. Não e xpõe as perspectivas dessa sociedade em relação ao meio e ao homem. Fon te: Dados da pesquisa, (2018). No segundo momen to houve a aplicação do questionário temático em apenas três escolas da rede municipal de João pessoa. O r eferido questionário, nos subsidiou identificar as r elações entr e a concepção pedag ógica do pr of essor e sua r elação concepção da escola. Onde desejamos chegar V erifica-se a necessidade de uma formação con tinuada no município. P ortanto, esper amos aplicar uma formação na r ede municipal de João pessoa, vis ando formar os pr of essores de modo a r eduzir ess a dissociação entr e a concepção do pr of essor e a da escola. 192 A cer vo fo togr áfico: Figur a 1: Encon tro par a desenvolvimen to do Pr ojeto. Fon te: acervo dos pesquis adores 193 Figur a 2: Pr ogramação par a e x ecução do proje to. Fon te: acervo dos pesquis adores Figur a 3: Campo de P esquisa 1. Fon te: acervo dos pesquis adores 194 E SC OLA DE TREINAMENT O RE SISTIDO - ETRE S Curso pr omotor do proje to: Educação Física Coor denador( a ): M ar cos Antonio de Araujo L eite Filho Discentes: Y uri Emanuell de Sousa Santos; K assio N ascimento M orais; R onaldo Oliveir a T orr es de Souza; Dan y ella F arias Alves; M aria Gabriela R ocha Estevam; Eliana Alves de Brito; Pietr osviky Janossés Per eir a Nunes; B runo Henrique F err eir a da Silva e M anoel Mar celino F . De Souza Junior . Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( x ) alunos – UNIPÊ, ( x ) C omunidade, ( ) funcionários e colabor ador es – UNIPÊ ( ) Outr os, Quais? Local onde o pr ojeto se desenvolve: A cademia de Mus culação do UNIPÊ Cr onogr ama de ex ecução do projeto: Segunda, ter ças e quin tas das 16:30 ás 17:30 R esumo: Pr omover a melhoria na qualidade de vida, s aúde e na estética corpor al em usuários pr aticantes de T reinamen to com pessoas e campo de estágio prático par a os discentes do curso de Educação Física do C en tr o Universitário de João P essoa – UNIPÊ. Palavr as Chave: Mus culação; Qualidade de Vida; Pr ojeto de Extensão Me todologia: A ETRES é um dos proje tos de extensões mais antigos do UNIPÊ. A tualmente o pr ojeto encon tr a-se atendendo 30 alunos ( usuários ), com idades en tr e 18 a 60 anos, de ambos os sex os. São utilizados e x er cícios com pesos, livre e em maquinas articuladas. As atividades são realizadas de acor do com a supervis ão de 01 ( um ) pro fessor e, 08 ( oito ) estudantes e xtensionistas volun tários e 01 ( um ) extensionista com incentivo, totalizando 09 discen tes. É importante destacar que as atividades s ão desenvolvidas dur an te 04 ( quatro ) mes es na sala de mus culação do Cen tr o Universitário de J oão P essoa - UNIPÊ, no turno tarde (16:30 às 17:30 h ) nas s egundas, ter ças e quintas. T odos os usuários são avaliados inicialmente em r elação as car acterísticas clinicas, antr opometria e composição corporal por meio da bioimpedância, modelo Inbody 720, antes e após o termino das atividades. Par a o acompanhamen to das atividades, utiliza-se uma ficha de musculação, onde são registr ados os dados dos perfis do aluno, ex ercícios, car gas, repetições e in tervalos, configur ando assim, monitor amento de todas as atividades desenvolvidas e consecutivamen te a identificação da evolução 195 dos indivíduos. Quan to ao aluno extensionistas, os mesmos passar por diversos tr einamentos, permitindo unir o conhecimen to pr ático com o teórico. R esultados: dur ante as sessões de treinos, constata-se nos usuários, melhorias visíveis na diminuição da massa de g or dura corpor al e ampliação da massa mus cular , nos níveis de ansiedade e depr essão, redução de dor es articulares dos membr os inferior es, melhor capacidade física, maior r esistência física e amplificação da for ça muscular . Conclusão: As atividades o fer ecidas resultar am uma vida mais saudável, maior inter ação social e melhorias na qualidade de vida dos usuários participantes do pr ojeto. Quan to aos dis centes, permitir que sejam adquiridas experiências no r amo do treinamen to com pesos (musculação ), pr eparando-os par a o mercado a partir do planejamento das atividades, do con tato com o público/ usuário. EXTENSIONIST AS SEMETRE 2013.1 EXTENSIONIST AS SEMETRE 2013.2 196 E SPOR TE S URB ANOS: DE S AFIOS C ORPORAIS Curso pr omotor do pr ojeto: E ducação Física Cursos in tegr ados: Nenhum Coor denador( a ): R og ério Fonseca dos San tos Nome comple to do discente: M ateus Ruggeri M artins, Adriano C oatti J unior , Hugo Germano R. Silva, M er cia da Paz M elo Costa, Nay s a C ampos Soar es, R odolfo Fonseca Seix as, R og erio da Silva P ereir a, Jonatha N ascimento de Oliveir a, T amir es Pâmela Nascimen to Matias. Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( X ) alunos - UNIPÊ, ( X ) Comunidade, ( ) funcionários e colabor ador es - UNIPÊ ( ) Outr os, Quais? Local onde o pr ojeto se des en volve: Comple x o desportivo Educação Física, sala de ginástica artística, bloco L e área aberta pr ocima a caixa d’ agua. Cr onograma de e x ecução do pr ojeto: quartas e sextas das 17:15 as 18:30. R esumo: O s esportes r adicais urbanos são atividades da atualidade que s ão pr aticadas entr e jovens de 16 aos 30 anos, muito embora e xista muitas pessoas que praticam esses esportes em outras faix a etárias. Essas atividades estimulam a tomada de decisão e resolução de pr oblemas e que melhor apresenta a manif estação da inteligência corpor al na educação física. São vários os esportes urbanos podemos citar a corrida orientação S prin t, r apel, escalada, slackline, patins, skate entr e outros. Esses esportes podem desenvolver vários benefícios tais como velocidade, r esistência, for ça, estr atégia, habilidades motor as, tr abalho em grupo, percepção, atenção, equilíbrio dinâmico e pr ecisão de movimentos. O pr ojeto de extensão Esportes Urbanos D esafios Corpor ais, tem como objetivo possibilitar a pratica de alguns esportes urbanos enquan to atividade física, criando condições par a conhecimento, pesquisas e desenvolvimen to dos esportes radicais no meio universitário e comunidade em geral. Objetivo: Possibilitar a pr atica de alguns esportes urbanos enquanto atividade física, criando condições par a conhecimento, pesquisas e desenvolvimen to dos esportes r adicais no meio universitário e comunidade em geral. 197 Me todologia de ex ecução: O pr oje to funciona com a of erta de atividade física com base em alguns esportes urbanos. Os tr einos iniciam com um aquecimen to e a pr atica dos esportes Park our , Slackline e iniciação a corrida de orien tação Sprin t, Escalada indoor . R esultados esper ados: A o iniciar o pr ojeto os participan tes r ealizar am teste um teste de equilíbrio dinâmico, ao final do semestre ser á r epetido o mesmo teste, esper amos encontr ar melhorias no equilíbrio dinâmico dos participan tes, nossa pespectiva é também que as pessoas possam ter um contato segur o e orientado com os esportes urbanos de aventur a e que lhes possam contribuir no conhecimento de novas sens ações, fisicas e psicossociais que promovam o bem estar e melhoria na qualidade de vida. Beneficiários: O projeto Escalada Esportiva que deu origem ao proje to atual teve início oficialmen te em 14.2 tendo um numer o de beneficiário médio 40 a 50 pess oas por semestre e uns 40 e xtensionistas nesses 10 semestres. A cer vo fo tográfico: Figur a 1: A tividade de escalada Figur a 2: A tividade de P arkour 198 Figur a 3 - A tividades de aventur a urbana (Arvorismo ) BIBLIOGRAFIA: Bernar des, L. C. A tividades de A ventur a para Pr ofissionais de Educação Física . São Paulo: Phorte editor a. 2013, 1ª edição. PEREIRA. Dimitri W uo, ARMBRUST . I gor . Pedagogia da A ventur a: Os esporte R adicais de aventur a e de Ação na escola. Jundiaí: F ontour a, jun. 2010. SIL V A D A. C. F . C., VID AL. L. M. S., SIL V A D A. S. A. C, CA TUND A M. G. Slackline: Uma fita como ponte par a a educação através da aven tura. C adernos de Extensão do Instituto Feder al Fluminense . Campos dos Go ytacazes, RJ , v .2, p. 25-30, 2016. U s Beco D’ Sampa. Arquivo da T A G: Esportes Urbanos; Ciclismo; Sk ate; Slackline; Parkur . Disponível em: www .usbecosp. w or dpress.com/tag/ esportes-urbanos- ciclismo-skate-slackline-parkur /; acesso em 28.08.2017 . 199 EXTENS Ã O DE HIDROGINÁ STICA Curso pr omotor do pr ojeto: Educação F ísica Coor denador( a ): Dr .ª S ilvana Nóbr eg a Gomes Nome comple to do discente Colabor adores( as ): J osé Ronaldo E duardo da Silva, Edvaldo de O liveira C osta Filho, R ebeca Cristina da Silva San tos, Stéf any Nay ara P er eira da Conceição, S ivanês Diniz de V er as, Luiz H enrique dos Santos da Cruz M ar ques, Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( X ) Comunidade, ( X ) funcionários e colabor adores – UNIPÊ ( ) O utros, Q uais? Local onde o pr ojeto s e desenvolve: N a pis cina do Cen tro Universitário de João Pessoa – UNIPÊ. Ender eço: Br 230 - Km 22 S/N - Campus do UNIPÊ - 58053-000 JO A O PESSO A – PB, pró ximo ao bloco F . Cr onograma de e xecução do pr ojeto: A extensão é realiz ada nos dias de Segunda e quarta- feir a, das 17:00 hrs às 18:30. Sendo a Hidr oginástica das 17:00 às 17:50 e a natação 17:50 às 18:30. R esumo: A extensão de natação e hidr oginástica tem como obje tivo promover e possibilitar a construção do s aber experiencial para os discen tes do curso de Educação Física r elacionado com a pr odução e refle xão do conhecimen to cientifico, atr avés do ser viço a comunidade. Metodologia: O pr ojeto é des en volvido sob a coordenação da disciplina A tividades aquáticas II, sendo coordenado pela D ocente Pr of .ª Drª Silvana Nóbr eg a Gomes e 16 discentes do curso de Educação Física, volun tários par a as aulas de Hidr oginástica. São disponibilizadas 60 vagas para turma de hidroginástica par a pessoas na f aix a etária de 20 a 80 anos. As atividades são des en volvidas nas segundas, quartas e quintas- feir as, das 17:00 as 17:50 horas. C arr egando um difer encial através das con truções e aplicações de novas pr opostas metodologicas nas aulas de hidr oginástica. R esultados: Foi r ealizada a capacitação dos discentes en volvidos, que agora em sua maioria já estao inseridos no mercado de trabalho na hidr oginástica( estágios ); For am realiz adas publicações de artig os científicos em congr esso e revistas; M elhoria na qualidade de vida dos participantes de hidr o, verificado atr avés de todos os parâme tros avaliados ( for ça, flexibilidade, r esistência, composição corpor al, etc ); Bem como a elabor ação e aplicação de novas formas de 200 periodizar e planejar tr einos de natação e hidroginástica . E assim esper amos par a os pr ó ximos semestres. Objetivo: Pr omover e possibilitar a construção do s aber experiencial par a os discentes do curso de Educação Física r elacionado com a produção e r eflex ão do conhecimen to cientifico, atr avés do ser viço a comunidade. Me todologia de ex ecução: O proje to é desenvolvido sob a coor denação da disciplina A tividades aquáticas I e II, sendo coordenado pela Docen te Pro f .ª Drª Silvana N óbr ega Gomes e 16 discentes do curso de Educação Física, voluntários par a as aulas de Hidr oginástica e natação. São disponibilizadas 60 vag as para turma de hidr oginástica par a pessoas na f aixa etária de 20 a 80 anos. As atividades são des en volvidas nas segundas e quartas-f eir as, das 17h:00 as 18:40. Em 2017 .2 foram ministr adas aulas tr adicionais de Hidr oginástica e iniciou-se a elabor ação e construção de uma nova metodologia nas aulas de hidr oginástica, e a pr epar ação dos discentes voluntários par a avaliação dos participantes par a assim garan tir um alcance r eal dos resultados ob tidos. Assim, em 2018.1 a hidr oginástica, inovou com a apr esentação de uma nova pr oposta metodologicas nas aulas. E para tanto, estão sendo r ealizados questionários e testes iniciais e finais, que ser vem como par âmetr o tan to par a a pr escrição inicial, como para verificar os r esultados obtidos com maior fidedignidade. Além de toda a pr eocupação com os benefícios físicos, a extensão de hidroginástica também inovou com um diferencial na atenção especial da socializ ação dos seus participantes, promovendo o chá da tarde, que é um momento após a aula destinado par a a confr aternização e inter ação social dos participantes através de um lanche, algo que tanto benefício o aspecto social, bem como desperta sutilmente a importância dos cuidados e bons hábitos alimentar es. R esultados alcançados/ esper ados: Em 2017 .2, a turma de hidroginástica con tou com 60 participantes, os quais ob tiveram r esultados altamente favor áveis, tais como: melhor ar da fle xibilidade, diminuição do pes o corporal, r edução de dores articular es e musculares, melhor a na auto-estima, como também uma melhor ar significativa quanto à inter ação e inserção social. Par a 2018.1 há uma expectativa de melhor es r esultados no nível de for ça, r esistência aer óbica, flexibilidade, composição corpor al, pr essão arterial, qualidade de vida e s ocialização. Dessa forma, foi r ealizada a capacitação dos discentes en volvidos, que ag ora em sua maioria já estão inseridos no mercado de trabalho na ár ea de natação e hidroginástica; 201 For am r ealizadas publicações de artigos científicos em congr ess o e r evistas; Melhoria na qualidade de vida dos participantes da natação e hidr o, verificado através de todos os par âmetros avaliados ( for ça, fle xibilidade, resistência, composição corpor al, etc ); Bem como a elabor ação e aplicação de novas f ormas de periodizar e planejar tr einos de natação e hidr oginástica . E assim esperamos par a os pró ximos semestres. A cer vo fo togr áfico: Figur a 1 - A ula de hidroginástica, alunos r ealizando ex ercícios par a MMII. Fon te: Projeto. 202 Figur a 2: Alunos desfrutando com alegria a aula de hidr oginástica. Fon te: Pr ojeto. Figur a 3: Momen to de r elax amento, parte final da A ula. Fon te: Projeto. 203 EXTENS Ã O DE NA T A ÇÃ O Curso pr omotor do pr ojeto: Educação F ísica Coor denador( a ): Dr .ª S ilvana Nóbr eg a Gomes Nome comple to do discente Colabor adores( as ): Amanda Samar a, Edvaldo de O liveira Costa F ilho, Jamily Barbosa Bezerr a, J os é R onaldo Eduardo da S ilva, Luiz H enrique dos Santos da C ruz Mar ques, Maria Eliziane C aitano Per eira, P ablo Modesto de Ar aújo, Rebeca Cristina da Silva San tos, Sivanês Diniz de V er as, S téfan y Nay ara P ereir a da Conceição, T ar cisio Araújo de C astr o. Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( X ) Comunidade, ( X ) funcionários e colabor adores – UNIPÊ ( ) O utros, Q uais? Local onde o pr ojeto s e desenvolve: N a pis cina do Cen tro Universitário de João Pessoa – UNIPÊ. Ender eço: Br 230 - Km 22 S/N - Campus do UNIPÊ - 58053-000 JO A O PESSO A – PB, pró ximo ao bloco F . Cr onograma de e x ecução do proje to: A extensão é realiz ada nos dias de Segunda e quarta- feir a, das 17:50 às 18:30. R esumo: A extensão de natação tem como objetivo pr omover e possibilitar a construção do saber experiencial par a os dis centes do curso de Educação F ísica r elacionado com a produção e r eflex ão do conhecimento cientifico, atr avés do s erviço a comunidade. Me todologia: O proje to é desenvolvido sob a coordenação da disciplina A tividades aquáticas I, sendo coordenado pela Docen te Pro f .ª Drª Silvana Nóbr eg a Gomes e 16 discentes do curso de Educação Física, volun tários para as aulas de natação. São disponibilizadas par a turma de natação (iniciação ) serão of erecidas 25 vagas para crianças na faix a etária de 08 a 14 anos. As atividades são desenvolvidas nas segundas e quartas-f eiras, das 18:00 as 18:40. C arregando um difer encial através das contruções e aplicações de novas pr opostas metodologicas, traz endo novas r eflex ões e proposta par a aprendizagem da natação inf antil. R esultados: Foi r ealizada a capacitação dos discentes en volvidos, que agora em sua maioria já estao inseridos no mer cado de trabalho na ár ea de natação; For am r ealizadas publicações de artigos científicos em congr ess o e r evistas; Bem como a elabor ação e aplicação de novas formas de periodiz ar e planejar treinos de natação . E assim esper amos para os pr ó ximos s emestr es. 204 Objetivo: Pr omover e possibilitar a construção do saber experiencial par a os discentes do curso de Educação Física r elacionado com a pr odução e refle x ão do conhecimento cientifico, atr avés do ser viço a comunidade. Me todologia de ex ecução: O pr ojeto é desenvolvido sob a coor denação da disciplina A tividades aquáticas I e II, sendo coor denado pela Docen te Pr of .ª Drª S ilvana Nóbr ega Gomes e 16 discentes do curso de Educação Física, voluntários par a as aulas de Hidr oginástica e natação. São disponibilizadas 60 vag as para turma de hidr oginástica par a pessoas na f aix a etária de 20 a 80 anos. P ara turma de natação (iniciação ) serão o fer ecidas 25 vagas, par a crianças na faix a etária de 08 a 14 anos. As atividades são des en volvidas nas segundas e quartas-f eiras, das 17h:00 as 18:40. As aulas de N atação em 2017 .2 f or am desenvolvidas aulas de adaptação ao meio líquido e iniciação aos nados Cr awl e C osta. R esultados alcançados/ esperados: N a natação todos os alunos participan tes f or am adaptados ao meio líquido e alcançar am com sucesso a aprendiz agem do nado Cr awl e Costa. Além do sucesso nos objetivos das aulas, também tivemos a pr odução de um T C C dos nossos alunos, que teve publicação no Congr esso Br asileir o de Natação In fan til. Dessa f orma, foi r ealizada a capacitação dos discen tes envolvidos, que agor a em sua maioria já estão inseridos no mercado de tr abalho na ár ea de natação; For am r ealizadas publicações de artigos científicos em congr esso e revistas; M elhoria na qualidade de vida dos participan tes da natação; Bem como a elabor ação e aplicação de novas formas de periodiz ar e planejar tr einos de natação e hidroginástica . E assim esper amos para os pr ó ximos semestres. 205 A cer vo fo togr áfico: Figur a 1 - A ula de natação inf antil Fon te: Pr ojeto. Figur a 2 - A daptação ao meio líquido. Fon te: Pr ojeto. [Document text truncated for crawler view.]