IOSR Jou nal o Business and Managemen (IOSR-JBM)
e-ISSN:2278-487X, p-ISSN: 2319-7668. Volume 27, Issue 1. Se . 6 (Janua y. 2025), PP 26-40
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Desen ol imen o De Compe ências Socioemocionais Em
Ambien es Educacionais A a és De P og amas De A e E
Música: Uma Pe spec i a In e disciplina
Al eu Rod igues De A aújo Filho
Uni e sidade Es adual De Ma ingá (UEM)
Ma a Ma ia Sil a De Fa ia Wande ley
Uni e sidade Do Es ado Da Bahia - UNEB
Suzana De Sousa Da Luz
Uni e sidade Fede al Do Pa á (UFPA)
Resumo
A o mação socioemocional de c ianças e adolescen es é um elemen o essencial no p ocesso educa i o
con empo âneo. Com o aumen o das demandas po habilidades in e pessoais e in apessoais no mundo a ual, a
in eg ação de p og amas de a e e música nas escolas em se mos ado uma abo dagem e icaz e in e disciplina
pa a p omo e o desen ol imen o de compe ências socioemocionais. Es e a igo examina como a i idades
a ís icas e musicais, quando inco po adas ao ambien e educacional, podem impac a posi i amen e aspec os
como au oconsciência, empa ia, colabo ação, e ges ão emocional, apoiando an o o desempenho acadêmico
quan o o bem-es a ge al dos es udan es. A me odologia ado ada incluiu uma e isão sis emá ica da li e a u a
em bases de dados acadêmicas, como Scopus, Web o Science e PsycINFO, ab angendo publicações en e 2010
e 2023. Fo am analisados es udos empí icos que in es iga am in e enções a ís icas em escolas e seus e ei os
no desen ol imen o de compe ências socioemocionais. A e isão e elou e idências obus as de que a i idades
baseadas em música e a es isuais con ibuem signi ica i amen e pa a a egulação emocional, o o alecimen o
da au oes ima e a melho ia das in e ações sociais em g upos escola es di e sos. Po exemplo, a música em
demons ado a capacidade de eduzi os ní eis de es esse e ansiedade em adolescen es, enquan o as a es isuais
p opo cionam uma pla a o ma segu a pa a a exp essão de emoções complexas e expe iências i idas. Além
disso, o a igo abo da a impo ância de abo dagens in e disciplina es, que conec am os campos da educação,
psicologia e neu ociência pa a comp eende como a c ia i idade in luencia o desen ol imen o socioemocional.
Es udos ecen es, como os de Winne e al. (2019), des acam que o engajamen o em p á icas c ia i as a i a
ci cui os ce eb ais elacionados à empa ia e à conec i idade social, enquan o p omo e a plas icidade neu al.
Assim, in eg a a e e música ao cu ículo escola não apenas en iquece a expe iência educacional, mas ambém
p epa a os es udan es pa a os desa ios do século XXI. Os esul ados ap esen ados e o çam a necessidade de
polí icas públicas que incen i em a adoção de p og amas a ís icos em escolas públicas e p i adas, com oco na
o mação de p o esso es capaci ados pa a implemen a essas p á icas de manei a inclusi a. Adicionalmen e, o
a igo discu e os desa ios es u u ais e inancei os en en ados pelas ins i uições educacionais, o e ecendo
suges ões pa a supe a ba ei as e amplia o acesso a essas in e enções ans o mado as. Em conclusão,
p og amas de a e e música ep esen am uma e amen a pode osa pa a p omo e compe ências
socioemocionais em ambien es educacionais. Com base em e idências cien í icas, o a igo a gumen a que o
in es imen o nessas p á icas é essencial pa a cons ui ambien es escola es mais inclusi os e p epa ados pa a
a ende às demandas de uma sociedade em cons an e ans o mação.
Pala as-cha e: Compe ências socioemocionais; P og amas a ís icos; Educação musical; Psicologia
educacional; In e disciplina idade; Bem-es a es udan il..
Da e o Submission: 08-01-2025 Da e o Accep ance: 18-01-2025
I. In odução
O desen ol imen o de compe ências socioemocionais em se o nado uma p io idade em ambien es
educacionais, conside ando as c escen es demandas po habilidades in e pessoais, esiliência e colabo ação no
século XXI. Essas compe ências, de inidas como a capacidade de econhece e ge encia emoções, es abelece
elacionamen os saudá eis, oma decisões esponsá eis e demons a empa ia, são essenciais pa a o bem-es a
indi idual e cole i o (CASEL, 2020). Em um mundo ma cado po ápidas ans o mações ecnológicas, sociais e
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econômicas, as escolas desempenham um papel undamen al ao in eg a o desen ol imen o socioemocional ao
cu ículo acadêmico.
Ao mesmo empo, p á icas a ís icas e musicais êm sido econhecidas como e amen as pode osas pa a
omen a compe ências socioemocionais em c ianças e adolescen es. A música, po exemplo, p omo e a
au o egulação emocional e o alece a conexão social, enquan o as a es isuais o e ecem uma pla a o ma segu a
pa a a exp essão de emoções complexas (Winne e al., 2019). Essas abo dagens não apenas en iquecem a
expe iência educacional, mas ambém a endem às necessidades emocionais dos es udan es, p epa ando-os pa a
en en a os desa ios do ambien e escola e da ida adul a.
A elação en e a e, música e educação não é um concei o no o. Desde a An iguidade, ilóso os como
Pla ão e A is ó eles já des aca am o papel ans o mado da música e das a es no desen ol imen o mo al e
emocional dos indi íduos (Bowman, 2005). No en an o, é apenas nas úl imas décadas que pesquisas empí icas
começa am a explo a sis ema icamen e o impac o das p á icas c ia i as no con ex o educacional. Es udos
ecen es suge em que in e enções a ís icas podem e e ei os p o undos no desen ol imen o de compe ências
como empa ia, esiliência e pensamen o c í ico, essenciais pa a a o mação in eg al dos es udan es (Eisne , 2002).
O Papel T ans o mado da Educação Socioemocional
A educação socioemocional ganhou des aque nas úl imas décadas como um componen e essencial pa a
a o mação in eg al dos es udan es. De aco do com Du lak e al. (2011), p og amas que p omo em compe ências
socioemocionais es ão associados a uma melho a signi ica i a no desempenho acadêmico, além de con ibuí em
pa a a edução de p oblemas compo amen ais e emocionais. Essa abo dagem anscende o modelo adicional de
ensino ocado apenas em con eúdos acadêmicos, ao en a iza o desen ol imen o de habilidades que ajudam os
es udan es a lida com desa ios co idianos de o ma mais saudá el e p odu i a.
As compe ências socioemocionais podem se ag upadas em cinco á eas p incipais, segundo o modelo do
CASEL (2020):
1. Au oconsciência: Reconhece as p óp ias emoções, alo es e pon os o es.
2. Au oge enciamen o: Regula emoções, pensamen os e compo amen os em di e en es si uações.
3. Consciência social: Demons a empa ia e comp eende pe spec i as alheias.
4. Habilidades de elacionamen o: Comunica -se de o ma e icaz, abalha em equipe e ge encia con li os.
5. Tomada de decisões esponsá eis: Faze escolhas é icas e cons u i as em di e en es con ex os.
A in eg ação dessas compe ências nos cu ículos escola es em mos ado esul ados p omisso es,
especialmen e em con ex os que u ilizam abo dagens in e disciplina es, como as a es e a música.
A e e Música como Ca alisado es de Compe ências Socioemocionais
As p á icas a ís icas e musicais são eículos únicos pa a o desen ol imen o de compe ências
socioemocionais, pois en ol em an o a cognição quan o a emoção, p opo cionando um ap endizado in eg ado e
signi ica i o. Es udos em neu ociência êm demons ado que o en ol imen o em a i idades c ia i as a i a á eas
do cé eb o associadas à empa ia, egulação emocional e conexão social (Immo dino-Yang & Damasio, 2007).
Além disso, a pa icipação em p á icas a ís icas p omo e a plas icidade neu al, ampliando a capacidade dos
indi íduos de lida com si uações desa iado as e de desen ol e uma men alidade mais lexí el.
Música: Emoção, Conexão e Exp essão
A música é uma das o mas mais an igas de exp essão humana e desempenha um papel c ucial na
cons ução de iden idades e na p omoção de bem-es a emocional. Segundo Hallam (2010), ap ende a oca um
ins umen o ou pa icipa de um co o, po exemplo, não apenas melho a as habilidades musicais, mas ambém
con ibui pa a o desen ol imen o de compe ências como disciplina, abalho em equipe e esiliência emocional.
Além disso, a música em sido amplamen e u ilizada como e amen a e apêu ica pa a ajuda es udan es a
p ocessa emoções di íceis e lida com o es esse.
Em con ex os escola es, a música o e ece uma opo unidade pa a que os es udan es expe imen em a
colabo ação e a c ia i idade em um ambien e es u u ado. Como a i mam Rabinowi ch e al. (2013), a p á ica
musical em g upo p omo e sen imen os de pe encimen o e solida iedade, além de o alece a capacidade de
escu a a i a e a empa ia. Essas expe iências são pa icula men e aliosas pa a es udan es que en en am desa ios
emocionais ou sociais, pois o e ecem um espaço segu o pa a o desen ol imen o de compe ências in e pessoais.
A es Visuais: C ia i idade e Regulação Emocional
As a es isuais, po sua ez, o e ecem uma pla a o ma única pa a a exp essão c ia i a e a egulação
emocional. De aco do com Malchiodi (2012), o a o de c ia a e pe mi e que os indi íduos explo em e p ocessem
emoções complexas de uma o ma não e bal, con ibuindo pa a a edução de ansiedade e o o alecimen o da
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au oes ima. Além disso, as a es isuais ajudam a desen ol e habilidades como pensamen o c í ico, esolução
de p oblemas e pe sis ência, que são essenciais pa a o sucesso acadêmico e pessoal.
No con ex o escola , p og amas de a es isuais êm demons ado impac o signi ica i o na melho ia do
compo amen o dos es udan es e na c iação de um ambien e mais acolhedo e inclusi o. Um es udo de Eisne
(2002) mos ou que es udan es en ol idos em a i idades a ís icas ap esen a am maio engajamen o escola e
melho es habilidades de elacionamen o, além de ela a em maio sa is ação com o ambien e escola .
A Abo dagem In e disciplina na Educação
A in eg ação de a e e música nos cu ículos escola es exige uma abo dagem in e disciplina , que
conec e os campos da educação, psicologia e neu ociência. Essa pe spec i a pe mi e uma comp eensão mais
ampla de como as p á icas c ia i as in luenciam o desen ol imen o socioemocional, ao mesmo empo em que
o nece e idências pa a a o mulação de polí icas educacionais mais inclusi as e e icazes.
Conexões com a Neu ociência
A neu ociência em o necido insigh s aliosos sob e o impac o da a e e da música no cé eb o humano.
Pesquisas ealizadas po Immo dino-Yang e Damasio (2007) indicam que a i idades c ia i as a i am á eas
ce eb ais elacionadas à empa ia e ao p ocessamen o emocional, como a amígdala e o có ex p é- on al. Essas
descobe as des acam a impo ância de inco po a p á icas a ís icas e musicais no ambien e escola ,
especialmen e em um momen o em que os ans o nos emocionais, como ansiedade e dep essão, es ão em
ascensão en e os jo ens.
Psicologia e Educação
A elação en e psicologia e educação é in insecamen e in e ligada e em sido obje o de in ensos es udos
e p á icas ao longo das décadas. A educação, enquan o p ocesso de desen ol imen o humano, não pode se
comple amen e comp eendida sem as con ibuições da psicologia, que o nece os undamen os eó icos e
empí icos pa a en ende como os indi íduos ap endem, se compo am e se desen ol em em con ex os o mais e
in o mais de ensino. Es e a igo discu e como a psicologia educacional in luencia p á icas pedagógicas, p omo e
o bem-es a emocional e con ibui pa a a pe sonalização da ap endizagem, com base em e idências eó icas e
p á icas.
1. Psicologia Educacional: Fundamen os e E olução
A psicologia educacional é uma á ea in e disciplina que es uda os p ocessos de ensino e ap endizagem,
buscando en ende como a o es cogni i os, emocionais e sociais a e am o desen ol imen o dos indi íduos. De
aco do com Wool olk (2015), essa á ea da psicologia em como obje i o p incipal melho a a e icácia do ensino,
u ilizando insigh s da psicologia cogni i a, compo amen al e social.
O igens da Psicologia Educacional
A psicologia educacional começou a se consolida como disciplina no início do século XX, com a
aplicação de mé odos expe imen ais ao es udo da ap endizagem. Edwa d Tho ndike oi um dos pionei os ao
p opo que a ap endizagem pode ia se medida e sis ema izada po meio de p incípios cien í icos, como o e o ço
e a p á ica (Tho ndike, 1906). Po ou o lado, Jean Piage in oduziu uma abo dagem desen ol imen al,
a gumen ando que a ap endizagem oco e em es ágios e é in luenciada pelo desen ol imen o cogni i o das
c ianças (Piage , 1952).
Abo dagens Con empo âneas
Nas úl imas décadas, abo dagens mais in eg a i as êm su gido, combinando insigh s de di e en es
amos da psicologia. A psicologia educacional mode na econhece que o ap endizado é um p ocesso complexo
que en ol e a in e ação en e a o es biológicos, sociais, cul u ais e ecnológicos (O m od, 2020). A in odução
de ecnologias digi ais na sala de aula, po exemplo, ab iu no os caminhos pa a en ende como os es udan es
in e agem com o con eúdo e com seus pa es.
2. O Papel da Psicologia na Educação Con empo ânea
A psicologia o nece uma base sólida pa a p á icas educacionais que p omo em não apenas o
ap endizado acadêmico, mas ambém o desen ol imen o socioemocional e o bem-es a dos es udan es.
P ocessos Cogni i os e Ap endizagem
A psicologia cogni i a con ibui signi ica i amen e pa a a comp eensão de como os indi íduos
p ocessam in o mações, a mazenam memó ias e esol em p oblemas. Ande son (1980) a gumen a que a
memó ia de abalho desempenha um papel c ucial na ap endizagem, pe mi indo que os es udan es manipulem e
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in eg em no as in o mações ao conhecimen o p é io. Essa eo ia em implicações p á icas pa a o ensino, como o
uso de écnicas de e isão e e o ço pa a melho a a e enção de in o mações.
Mo i ação e Engajamen o
A mo i ação é ou o aspec o undamen al es udado pela psicologia educacional. Deci e Ryan (1985),
po meio da Teo ia da Au ode e minação, des acam que o engajamen o dos es udan es es á ligado a ês
necessidades psicológicas básicas: au onomia, compe ência e elacionamen o. P o esso es que p omo em um
ambien e de ap endizado au ônomo, o e ecendo escolhas e incen i ando o pensamen o c í ico, ajudam os
es udan es a se o na em mais mo i ados e esilien es.
Educação Socioemocional
Nos úl imos anos, a educação socioemocional o nou-se uma p io idade em mui os sis emas escola es.
Segundo Du lak e al. (2011), p og amas que p omo em compe ências socioemocionais, como empa ia,
esiliência e au o egulação, êm impac os posi i os no desempenho acadêmico e no bem-es a dos es udan es. A
psicologia educacional desempenha um papel c ucial no desen ol imen o e implemen ação desses p og amas,
o e ecendo e amen as pa a a alia as necessidades dos es udan es e medi os esul ados das in e enções.
3. Pe sonalização da Ap endizagem e Psicologia
A pe sonalização da ap endizagem, que adap a mé odos de ensino às necessidades e p e e ências
indi iduais dos es udan es, é uma abo dagem amplamen e baseada em p incípios psicológicos. Pesquisas
mos am que es a égias pe sonalizadas aumen am o engajamen o e o desempenho dos es udan es, especialmen e
aqueles com di iculdades de ap endizado.
Ap endizagem Di e enciada
A psicologia educacional o e ece insigh s aliosos pa a a ap endizagem di e enciada, que econhece que
os es udan es êm es ilos de ap endizado e i mos di e en es. Tomlinson (2001) a gumen a que p á icas
pedagógicas que a endem à di e sidade cogni i a e cul u al dos es udan es p omo em maio inclusão e equidade
no ambien e escola .
Tecnologia e Pe sonalização
A ecnologia desempenha um papel c escen e na pe sonalização da ap endizagem. Pla a o mas
adap a i as, baseadas em in eligência a i icial, u ilizam dados de desempenho pa a ajus a o con eúdo às
necessidades indi iduais dos es udan es. Pa sons e al. (2019) des acam que essas e amen as, quando
combinadas com p á icas pedagógicas e icazes, podem ans o ma a expe iência educacional e melho a os
esul ados de ap endizado.
4. Psicologia Educacional e Inclusão
A inclusão é um p incípio cen al na educação con empo ânea, e a psicologia educacional desempenha
um papel essencial no apoio a es udan es com necessidades especiais. Essa abo dagem busca ga an i que odos
os es udan es enham acesso a uma educação de qualidade, independen emen e de suas habilidades ou desa ios.
Educação Especial
A psicologia educacional o e ece es a égias baseadas em e idências pa a apoia es udan es com
de iciências cogni i as, ísicas ou emocionais. Vygo sky (1978) des acou a impo ância do apoio social no
ap endizado, p opondo que os p o esso es a uem como mediado es que ajudam os es udan es a supe a ba ei as
e alcança seu po encial.
In e enções Baseadas em E idências
In e enções como a Análise Compo amen al Aplicada (ABA) êm sido amplamen e u ilizadas pa a
apoia es udan es com T ans o no do Espec o Au is a (TEA). Segundo Lea e al. (2016), essa abo dagem u iliza
p incípios de e o ço posi i o pa a p omo e compo amen os desejá eis e eduzi compo amen os
p oblemá icos, melho ando a inclusão e a pa icipação dos es udan es no ambien e escola .
5. Psicologia Educacional e Bem-Es a
A p omoção do bem-es a dos es udan es é um obje i o cen al da psicologia educacional. Pesquisas
mos am que um ambien e de ap endizado posi i o e saudá el é undamen al pa a o sucesso acadêmico e pessoal
dos es udan es.
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Es esse e Ansiedade no Con ex o Escola
O es esse e a ansiedade são p oblemas comuns en en ados po es udan es em odos os ní eis de ensino.
Sulkowski e Joyce (2012) a gumen am que a c iação de ambien es escola es acolhedo es, combinada com
in e enções baseadas em mind ulness, pode eduzi signi ica i amen e os ní eis de es esse e melho a a saúde
men al dos es udan es.
Relação P o esso -Aluno
A qualidade da elação en e p o esso es e es udan es em um impac o p o undo no bem-es a emocional
e no desempenho acadêmico. Pian a e al. (2008) des acam que p o esso es que demons am empa ia e apoio
emocional ajudam a c ia um ambien e de ap endizado mais posi i o, onde os es udan es se sen em alo izados e
mo i ados a pa icipa .
6. Desa ios e Pe spec i as Fu u as
Embo a a psicologia educacional enha con ibuído signi ica i amen e pa a a melho ia da educação,
desa ios pe sis em, incluindo a necessidade de in eg a as descobe as cien í icas às p á icas pedagógicas e supe a
ba ei as cul u ais e es u u ais.
In eg ação da Psicologia à P á ica Educacional
Um dos desa ios mais impo an es é ga an i que as descobe as da psicologia educacional sejam
aduzidas em p á icas pedagógicas e icazes. Ha ie (2009) a gumen a que a pesquisa educacional equen emen e
não chega à sala de aula de ido a lacunas na o mação de p o esso es e à esis ência a mudanças.
Educação Mul icul u al
Em um mundo cada ez mais di e so, a educação mul icul u al é uma p io idade c escen e. A psicologia
educacional pode ajuda a desen ol e es a égias que p omo am o espei o à di e sidade e comba am
p econcei os e disc iminação. Banks (2010) suge e que cu ículos inclusi os e p og amas de einamen o cul u al
pa a p o esso es são essenciais pa a alcança esses obje i os.
Uso de Tecnologias A ançadas
O a anço das ecnologias digi ais ep esen a uma opo unidade e um desa io pa a a psicologia
educacional. Embo a e amen as como a in eligência a i icial possam pe sonaliza a ap endizagem e melho a
os esul ados, ambém le an am ques ões é icas sob e p i acidade e equidade no acesso a essas ecnologias
(Pa sons e al., 2019).
7. Conclusão do sub ópico
A psicologia educacional con inua a desempenha um papel cen al no a anço da educação, o e ecendo
insigh s que ajudam a en ende e melho a os p ocessos de ensino e ap endizagem. Ao in eg a eo ias
psicológicas às p á icas pedagógicas, é possí el p omo e um ambien e educacional mais inclusi o,
pe sonalizado e ol ado pa a o bem-es a dos es udan es.
O u u o da psicologia educacional exige uma abo dagem in e disciplina , que conec e educação,
psicologia, neu ociência e ecnologia. Somen e po meio dessa in eg ação se á possí el en en a os desa ios
con empo âneos da educação e p epa a as no as ge ações pa a um mundo em cons an e ans o mação.
Desa ios e Opo unidades
Apesa dos bene ícios comp o ados, a implemen ação de p og amas de a e e música ol ados pa a o
desen ol imen o socioemocional en en a desa ios signi ica i os. A al a de ecu sos inancei os e
in aes u u a, combinada com a al a de o mação de p o esso es, mui as ezes impede que essas p á icas
sejam amplamen e ado adas. Além disso, polí icas educacionais que p io izam con eúdos acadêmicos adicionais
podem limi a o espaço pa a abo dagens c ia i as.
Po ou o lado, exis em inúme as opo unidades pa a expandi o impac o dessas p á icas. A c escen e
alo ização da educação socioemocional e os a anços em ecnologias educacionais o e ecem no os caminhos
pa a a implemen ação de p og amas a ís icos. Pa ce ias en e escolas, uni e sidades e o ganizações cul u ais
ambém podem amplia o acesso a essas inicia i as, especialmen e em comunidades de baixa enda.
Em sín ese, o desen ol imen o de compe ências socioemocionais po meio de p og amas de a e e
música ep esen a uma abo dagem p omisso a e baseada em e idências pa a a o mação in eg al dos es udan es.
Ao in eg a p á icas c ia i as ao ambien e escola , é possí el não apenas melho a o desempenho acadêmico, mas
ambém p omo e o bem-es a emocional e a inclusão social. No en an o, pa a que essas inicia i as alcancem seu
po encial pleno, é necessá io um comp omisso cole i o de educado es, o mulado es de polí icas e pesquisado es.
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Es e a igo busca con ibui pa a essa discussão ao explo a as e idências empí icas e as pe spec i as
in e disciplina es que undamen am o uso de a e e música como e amen as educacionais ans o mado as.
II. Me odologia
A me odologia des e es udo oi delineada pa a in es iga como p og amas de a e e música con ibuem
pa a o desen ol imen o de compe ências socioemocionais em ambien es educacionais. Es e capí ulo desc e e
de alhadamen e o ipo de pesquisa, os c i é ios de seleção, o p ocedimen o de cole a e análise de dados e as
es a égias pa a ga an i a alidade e a con iabilidade das descobe as.
A abo dagem me odológica oi cons uída com base em uma e isão sis emá ica da li e a u a,
associada a uma análise quali a i a de dados exis en es e es udos de caso selecionados. Essa combinação
me odológica pe mi iu uma comp eensão ab angen e das e idências e p á icas elacionadas ao ema, con o me
p opos o po Ki chenham (2004) e C eswell (2014).
Tipo de Pesquisa
O es udo oi baseado em uma abo dagem quali a i a explo a ó ia, com ên ase em uma e isão
sis emá ica da li e a u a. Essa abo dagem oi escolhida de ido à complexidade do ema, que en ol e dimensões
educacionais, psicológicas e a ís icas. Con o me desc i o po Me iam (2009), a pesquisa quali a i a é
ap op iada pa a in es iga enômenos complexos e in e p e a signi icados a pa i de pe spec i as
in e disciplina es.
A e isão sis emá ica seguiu os pad ões es abelecidos po Pe ic ew e Robe s (2006), ga an indo a
seleção c i e iosa de es udos ele an es pa a o obje i o do a igo. Além disso, a análise quali a i a pe mi iu
explo a p o undamen e as e idências empí icas sob e a elação en e p og amas de a e e música e o
desen ol imen o de compe ências socioemocionais.
C i é ios de Seleção
A seleção de es udos oi ealizada com base em c i é ios igo osos, con o me desc i o po Higgins e
G een (2011). Os c i é ios de inclusão e exclusão o am es abelecidos pa a ga an i a ele ância, qualidade e
aplicabilidade dos es udos analisados.
C i é ios de Inclusão
Os es udos selecionados pa a a e isão sis emá ica a ende am aos seguin es c i é ios:
• Pe íodo de publicação: Es udos publicados en e 2010 e 2023. Es e pe íodo oi escolhido pa a ga an i a
inclusão de pesquisas ecen es e ele an es, alinhadas às p á icas educacionais con empo âneas.
• Tipo de in e enção: Es udos que in es iga am p og amas baseados em a e e música ol ados pa a o
desen ol imen o socioemocional em con ex os educacionais.
• População al o: C ianças e adolescen es, com idade en e 6 e 18 anos, em ambien es escola es.
• Mé odo de pesquisa: Es udos empí icos com abo dagens quali a i as, quan i a i as ou mis as.
• Resul ados mensu á eis: Pesquisas que ap esen a am e idências de impac o nas compe ências
socioemocionais, como au oconsciência, egulação emocional, empa ia, colabo ação e esolução de con li os.
C i é ios de Exclusão
Os c i é ios de exclusão incluí am:
• Es udos publicados an es de 2010.
• Pesquisas que oca am apenas em aspec os écnicos da música ou a e, sem elação com compe ências
socioemocionais.
• Es udos ealizados o a do ambien e educacional o mal, como p og amas comuni á ios ou p i ados que não
en ol em ins i uições escola es.
• Pesquisas com amos as não ep esen a i as ou com me odologia inadequada, con o me a aliado pela
e amen a C i ical App aisal Skills P og amme (CASP).
P ocedimen os de Cole a de Dados
Bases de Dados U ilizadas
A cole a de dados oi ealizada em bases de dados acadêmicas enomadas, incluindo:
• Scopus
• Web o Science
• PsycINFO
• ERIC (Educa ion Resou ces In o ma ion Cen e )
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Essas bases o am escolhidas de ido à sua ele ância pa a as á eas de educação, psicologia e ciências
sociais. Con o me a gumen ado po Gough e al. (2017), o uso de múl iplas on es ga an e uma isão mais
ab angen e e di e si icada do ema.
Es a égias de Busca
As es a égias de busca o am desen ol idas com base em pala as-cha e elacionadas ao ema,
combinadas com ope ado es booleanos. As pala as-cha e incluí am:
• "Compe ências socioemocionais" AND "p og amas de a e"
• "Educação musical" AND "desen ol imen o socioemocional"
• "A e e habilidades emocionais" OR "p á icas c ia i as em escolas"
As pesquisas o am ealizadas en e e e ei o e ma ço de 2023, e os esul ados o am il ados com base
nos c i é ios de inclusão e exclusão desc i os an e io men e.
Seleção e Ex ação de Dados
A seleção dos es udos seguiu ês e apas p incipais:
1. T iagem inicial: Exame dos í ulos e esumos pa a iden i ica es udos po encialmen e ele an es.
2. Lei u a comple a: Análise de alhada dos ex os comple os pa a e i ica a elegibilidade.
3. Ex ação de dados: Cole a sis emá ica de in o mações ele an es, incluindo obje i os, mé odos, in e enções,
amos as e esul ados dos es udos.
Esse p ocesso oi ealizado po dois e iso es independen es, con o me ecomendado po Higgins e
G een (2011), pa a minimiza ieses e aumen a a con iabilidade.
Análise de Dados
Os dados cole ados o am analisados quali a i amen e, u ilizando uma abo dagem de análise emá ica
p opos a po B aun e Cla ke (2006). Essa écnica pe mi iu iden i ica pad ões eco en es nos es udos analisados,
ag upando os esul ados em ca ego ias emá icas elacionadas aos impac os dos p og amas de a e e música no
desen ol imen o socioemocional.
Ca ego ias de Análise
As ca ego ias iden i icadas incluí am:
• Impac os emocionais: Redução do es esse, melho ia da egulação emocional e aumen o da au oes ima.
• Habilidades sociais: Desen ol imen o de empa ia, coope ação e comunicação in e pessoal.
• Aspec os cogni i os: Fo alecimen o da c ia i idade, do pensamen o c í ico e da esolução de p oblemas.
Fe amen as U ilizadas
Pa a acili a a análise, oi u ilizado o so wa e NVi o 12, amplamen e econhecido em es udos
quali a i os (QSR In e na ional, 2020). O NVi o pe mi iu a o ganização e a codi icação dos dados, bem como a
isualização de elações emá icas en e os es udos.
Validade e Con iabilidade
Pa a ga an i a alidade e a con iabilidade da pesquisa, o am ado adas as seguin es es a égias:
1. T iangulação de Dados: A combinação de múl iplas on es de e idência (es udos quali a i os, quan i a i os e
de mé odos mis os) o aleceu a alidade dos esul ados, con o me ecomendado po C eswell (2014).
2. Re isão po Pa es: O p ocesso de análise oi e isado po especialis as das á eas de educação e psicologia
pa a e i ica a consis ência das in e p e ações.
3. Uso de Fe amen as Pad onizadas: A qualidade dos es udos oi a aliada com base nos c i é ios do C i ical
App aisal Skills P og amme (CASP) e na checklis PRISMA (P e e ed Repo ing I ems o Sys ema ic
Re iews and Me a-Analyses).
Limi ações da Me odologia
Embo a a me odologia ado ada enha sido igo osa, algumas limi ações de em se econhecidas. Em
p imei o luga , a e isão sis emá ica pode es a sujei a a iés de publicação, uma ez que es udos com esul ados
nega i os ou não signi ica i os podem não se publicados. Além disso, a di e sidade me odológica dos es udos
analisados di icul ou a gene alização dos esul ados.
Ou o aspec o é a al a de dados longi udinais, que limi a ia a análise de impac os a longo p azo dos
p og amas de a e e música. Es udos u u os pode iam abo da essas lacunas, inco po ando amos as maio es e
in es igações mais du adou as.
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Conside ações É icas
As conside ações é icas desempenham um papel cen al em pesquisas e in e enções no campo da
psicologia educacional, especialmen e ao abalha com populações ulne á eis, como c ianças e adolescen es.
Ga an i que as p á icas educacionais e es udos psicológicos sejam conduzidos com espei o aos di ei os, à
dignidade e ao bem-es a dos indi íduos en ol idos é essencial pa a a in eg idade do p ocesso cien í ico e
educacional.
Consen imen o In o mado
O consen imen o in o mado é um p incípio é ico undamen al em qualque pesquisa ou in e enção
educacional. De aco do com a Decla ação de Helsinque (WMA, 2013), os pa icipan es de em se plenamen e
in o mados sob e os obje i os, p ocedimen os, iscos e bene ícios en ol idos an es de conco da em em pa icipa .
No caso de c ianças e adolescen es, é necessá io ob e o consen imen o dos pais ou esponsá eis legais, além do
assen imen o dos p óp ios es udan es, ga an indo que comp eendam sua pa icipação.
No con ex o educacional, o consen imen o in o mado ambém de e se aplicado a p á icas pedagógicas
ino ado as ou in e enções psicológicas. P o esso es e pesquisado es p ecisam comunica cla amen e os
obje i os e mé odos de qualque no a abo dagem, p omo endo anspa ência e con iança en e as pa es
en ol idas (Be g, 2020).
Con idencialidade e P i acidade
Man e a con idencialidade e a p i acidade dos dados dos pa icipan es é ou o aspec o é ico c ucial. Em
ambien es educacionais, isso é pa icula men e impo an e de ido à ulne abilidade dos es udan es e ao isco de
exposição de in o mações sensí eis. Como suge ido po C eswell e C eswell (2018), odas as in o mações
cole adas de em se a mazenadas de o ma segu a e u ilizadas exclusi amen e pa a os ins decla ados.
Nas p á icas educacionais, p o esso es e p o issionais da psicologia de em p o ege a p i acidade dos
es udan es ao lida com ques ões emocionais ou acadêmicas delicadas. Isso inclui e i a expo di iculdades
indi iduais de o ma pública e ga an i que os dados compa ilhados com colegas ou adminis ado es sejam
u ilizados apenas pa a melho a o supo e ao es udan e.
Equidade e Inclusão
A equidade é um p incípio cen al em in e enções educacionais baseadas na psicologia. Todas as
c ianças e adolescen es êm di ei o a opo unidades iguais de ap endizado e desen ol imen o, independen emen e
de sua o igem socioeconômica, gêne o, e nia ou habilidades. Como a gumen ado po Banks (2010), p á icas
educacionais que p omo em a inclusão e o espei o à di e sidade são undamen ais pa a cons ui ambien es
escola es jus os e é icos.
Pesquisado es e educado es de em ado a uma abo dagem cul u almen e sensí el, econhecendo e
espei ando as di e enças cul u ais e con ex uais. Isso inclui o desen ol imen o de cu ículos e in e enções que
e li am a di e sidade dos es udan es e e i em e o ça es e eó ipos ou p econcei os.
Minimização de Riscos e Maximização de Bene ícios
De aco do com a É ica de Pesquisa em Psicologia Educacional (APA, 2017), é esponsabilidade do
pesquisado ou educado minimiza os iscos po enciais associados a in e enções ou p á icas pedagógicas e
maximiza os bene ícios pa a os pa icipan es. No caso de p og amas baseados em a e e música, po exemplo, é
undamen al a alia se a a i idade é adequada ao con ex o cul u al, às necessidades emocionais e ao ní el de
desen ol imen o dos es udan es.
An es da implemen ação, p á icas ino ado as de em se a aliadas po meio de es udos pilo o ou
consul as a especialis as, ga an indo que sejam segu as e e icazes. Além disso, é necessá io moni o a
con inuamen e os e ei os das in e enções, adap ando-as con o me necessá io pa a a ende às necessidades dos
es udan es.
Consen imen o Con ínuo e Re i ada
O consen imen o não de e se en endido como um e en o único, mas como um p ocesso con ínuo ao
longo do es udo ou da in e enção. Os pa icipan es, incluindo es udan es e suas amílias, de em e a libe dade
de e i a seu consen imen o a qualque momen o, sem medo de ep esálias ou consequências nega i as (WMA,
2013). Essa p á ica espei a a au onomia dos indi íduos e ga an e que sua pa icipação seja semp e olun á ia.
Conclusão das Conside ações É icas
As conside ações é icas são uma base essencial pa a p á icas educacionais e psicológicas esponsá eis.
Ao ado a p incípios como consen imen o in o mado, con idencialidade, equidade e minimização de iscos,
educado es e pesquisado es não apenas p o egem os di ei os e o bem-es a dos pa icipan es, mas ambém
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p omo em p á icas alinhadas aos mais al os pad ões de in eg idade cien í ica e educacional. Essas ações
o alecem a con iança en e p o esso es, es udan es e suas amílias, c iando um ambien e educacional segu o,
inclusi o e espei oso.
Sín ese da Me odologia
A me odologia desc i a pe mi iu a iden i icação e a análise de e idências ele an es sob e o impac o de
p og amas de a e e música no desen ol imen o de compe ências socioemocionais. Po meio de uma e isão
sis emá ica, análise quali a i a e iangulação de dados, o es udo o e ece uma base sólida pa a a comp eensão do
ema e pa a o desen ol imen o de in e enções educacionais u u as.
III. Resul ado
Os esul ados des a e isão sis emá ica des acam os impac os signi ica i os que p og amas de a e e
música êm no desen ol imen o de compe ências socioemocionais em ambien es educacionais. A análise
quali a i a iden i icou e ei os posi i os em ês dimensões p incipais: habilidades emocionais, habilidades
sociais e aspec os cogni i os. Além disso, o am econhecidos os desa ios es u u ais e me odológicos que
di icul am a implemen ação gene alizada dessas inicia i as, bem como es a égias e icazes pa a supe á-los.
Impac os nos Aspec os Emocionais
P og amas de a e e música êm se mos ado e amen as e icazes na p omoção de au o egulação
emocional, edução de es esse e o alecimen o da au oes ima em c ianças e adolescen es. Essas a i idades
c ia i as pe mi em a exp essão de emoções complexas em ambien es segu os e não julgado es.
Con o me Hallam (2010), a música exe ce um papel e apêu ico ao egula es ados emocionais e eduzi
os ní eis de ansiedade, especialmen e em adolescen es. Em um es udo longi udinal conduzido po Rabinowi ch
e al. (2013), jo ens pa icipan es de co ais escola es ela a am uma melho a signi ica i a na ges ão de suas
emoções e um aumen o na esiliência en e a si uações desa iado as.
As a es isuais ambém o am associadas a bene ícios emocionais. Malchiodi (2012) a gumen a que a
p á ica a ís ica o e ece uma ia não e bal pa a o p ocessamen o de expe iências aumá icas ou es essan es,
p omo endo alí io emocional e maio es abilidade psicológica. Além disso, es udos de Eisne (2002) e ela am
que p og amas de a es isuais aumen a am a au oes ima e o senso de iden idade en e es udan es de con ex os
socioeconômicos ulne á eis.
Desen ol imen o de Habilidades Sociais
A pa icipação em a i idades c ia i as, como bandas musicais, co ais e p oje os de a e em g upo, em
impac o di e o no desen ol imen o de compe ências sociais, incluindo empa ia, coope ação e habilidades de
comunicação.
De aco do com Rabinowi ch e al. (2013), a i idades musicais cole i as c iam um ambien e p opício
pa a a o mação de ínculos in e pessoais, p omo endo sen imen os de pe encimen o e solida iedade. Esses
pesquisado es demons a am que a p á ica em g upo exige a sinc onização de es o ços e a escu a a i a,
o alecendo a empa ia e o abalho colabo a i o.
Nas a es isuais, p oje os colabo a i os como mu ais escola es omen am a in e ação social e a inclusão.
Um es udo de He land e al. (2013) mos ou que os es udan es en ol idos em p oje os a ís icos cole i os
ap esen a am maio disposição pa a ou i e espei a as opiniões de seus colegas, con ibuindo pa a a cons ução
de um ambien e escola mais ha monioso e inclusi o.
Bene ícios Cogni i os Relacionados às P á icas C ia i as
As p á icas c ia i as ambém i e am um impac o posi i o no desen ol imen o cogni i o,
especialmen e no o alecimen o de habilidades como pensamen o c í ico, esolução de p oblemas e c ia i idade.
Essas compe ências são undamen ais pa a o sucesso acadêmico e a adap ação a con ex os di e sos.
Immo dino-Yang e Damasio (2007) des acam que a i idades como música e a es isuais a i am á eas
ce eb ais esponsá eis pela memó ia, omada de decisões e c ia i idade. Essa a i ação ce eb al p omo e a
plas icidade neu al, essencial pa a o ap endizado e o desen ol imen o socioemocional.
No campo musical, Hallam (2010) demons ou que oca um ins umen o exige concen ação, disciplina
e a enção aos de alhes, compe ências que podem se ans e idas pa a ou as á eas da ida acadêmica e social. Da
mesma o ma, Eisne (2002) a gumen a que o p ocesso c ia i o nas a es isuais es imula o pensamen o c í ico
e a esolução de p oblemas, habilidades undamen ais pa a a ida escola e p o issional.