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AVALIAÇÃO DE FATORES RELACIONADOS ÀS DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS EM POPULAÇÃO CARENTE

Author: Thiago Alves Silva; Raquel Queiroz e Silva; Jeane Franco Pires Medeiros
Publisher: Zenodo
DOI: 10.5281/zenodo.17671416
Source: https://zenodo.org/records/17671416/files/texto9.pdf
10.5281/zenodo.17671416
AVALIAÇÃO DE FATORES RELACIONADOS ÀS DOENÇAS CRÔNICAS NÃO
TRANSMISSÍVEIS EM POPULAÇÃO CARENTE
Thiago Al es Sil a1 ; Raquel Quei oz e Sil a² ; Jeane F anco Pi es Medei os³ .
¹G aduando em Medicina pela Uni e sidade Fede al de Ja aí – UFJ, Ja aí, Goiás,
B asil
² G aduando em Medicina pela Uni e sidade Fede al de Ja aí – UFJ, Ja aí, Goiás,
B asil
³ Nu icionis a. Dou o a em Ciências da Saúde pela Uni e sidade Fede al do Rio
G ande do No e – UFRN, Na al, Rio G ande do No e, B asil.
In odução e Obje i os: Doenças c ônicas não ansmissí eis (DCNT) necessi am
de acompanhamen o de longa du ação e possuem ca á e mul i a o ial, além de
ap esen a em ele ada axa de mo bimo alidade em odo o mundo. Em
comunidades ca en es, elas são ag a adas po a o es como: baixa escola idade,
di iculdade de acesso aos se iços médicos, más condições de abalho e enda,
al a de hábi os alimen a es saudá eis e de a i idade ísica egula . Esse es udo
analisou um g upo de mo ado es de uma comunidade do in e io de Goiás cole ando
in o mações sob e o seu es ado de saúde, es ilo de ida e p e alência de doenças
c ônicas. O obje i o é comp eende melho a ealidade local e des aca a
impo ância de polí icas públicas ol adas pa a a p e enção e o acompanhamen o
dessas condições. Ma e ial e Mé odos: Fo am a aliados um o al de 18
pa icipan es, den e os quais, a idade a iou en e 40 e 70 anos, pe íodo em que
aumen am os iscos de desen ol imen o des as en e midades. Com aplicação de
ques ioná io elabo ado pelos au o es. Resul ados: A maio ia é do sexo eminino
endo dois homens den e os en e is ados. A maio pa e se iden i icou como
b anco ou Pa do e, den e as p o issões, hou e p edomínio das in o mais e de baixa
emune ação como dia is a, auxilia de p odução, abalhado es de eciclagem, além
de donas de casa e aposen ados, e elando um pe il de ele ada ulne abilidade
socioeconômica. En e os pa icipan es, 72% decla a am possui algum ipo de
doença c ônica, den e elas hipe ensão a e ial sis êmica, diabe es melli us ipo 2,
obesidade e ansiedade. O cálculo do IMC indicou p edomínio de sob epeso e
obesidade em 66,67%. Quan o aos indicado es de p essão a e ial, se e
ap esen a am hipe ensão e 15 ci a am não aze nenhum ipo de a i idade ísica.
Sob e o acompanhamen o médico, apesa das di iculdades da Comunidade, como
al a de anspo e e di iculdade de acesso à unidade de saúde mais p óxima, 13
pa icipan es a i ma am ealiza o acompanhamen o egula de sua condição de
saúde. Conclusões : O esul ado se elaciona com a li e a u a que ci a uma elação
di e a en e hábi os de ida e o su gimen o de DCNT ao longo dos anos. A
p omoção de campanhas educa i as sob e hábi os de ida saudá eis, a impo ância
do acompanhamen o médico, além do desen ol imen o de polí icas públicas que
in eg em apoio psicológico e inicia i as de ge ação de enda p opiciam a melho ia da
ealidade local e possibili am maio longe idade com saúde e qualidade de ida.
Pala as-cha e: doenças não ansmissí eis; populações ulne á eis; a o es de
isco.