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CELEBRAR PARA CUIDAR: RELATO DE EXPERIÊNCIA DE AÇÃO VOLUNTÁRIA PARA PROMOÇÃO DO BEM-ESTAR DE IDOSOS INSTITUCIONALIZADOS

Author: Vitoria Helena de Paiva Tavares; Ana Júlia Sousa Lima Dornela; Anna Clara Parreira de Oliveira; Carla Queiroz Fernandes de Paula; Julia Alves de Melo; Laura Lucena Lisboa Borges; Tayane Souza Silva; Moraes, Julia de Miranda; Allana Souza Pereira
Publisher: Zenodo
DOI: 10.5281/zenodo.17671603
Source: https://zenodo.org/records/17671603/files/texto12.pdf
10.5281/zenodo.17671603
CELEBRAR PARA CUIDAR: RELATO DE EXPERIÊNCIA DE AÇÃO
VOLUNTÁRIA PARA PROMOÇÃO DO BEM-ESTAR DE IDOSOS
INSTITUCIONALIZADOS
Vi o ia Helena de Pai a Ta a es¹ ; Ana Júlia Sousa Lima Do nela¹ ; Anna Cla a
Pa ei a de Oli ei a¹ ; Ca la Quei oz Fe nandes de Paula¹ ; Julia Al es de Melo¹ ;
Lau a Lucena Lisboa Bo ges¹ ; Tayane Souza Sil a¹ ; Júlia de Mi anda Mo aes² ;
Allana Souza Pe ei a ³ .
¹ G aduando em Medicina pela Uni e sidade Fede al de Ja aí - UFJ, Ja aí, Goiás,
B asil
² Docen e do Cu so de Medicina da Uni e sidade Fede al de Ja aí - UFJ, Ja aí,
Goiás, B asil.
³ Técnica-adminis a i a em Educação do Cu so de Medicina da Uni e sidade
Fede al de Ja aí - UFJ, Ja aí, Goiás, B asil
INTRODUÇÃO E OBJETIVOS: O en elhecimen o é um p ocesso global que,
equen emen e, em acompanhado de declínio uncional, mul imo bidades e
sen imen os como solidão, is eza e isolamen o social. Nesse con ex o, as
in e ações sociais exe cem papel undamen al no en en amen o dessas
ad e sidades i enciadas pelos idosos, a uando como um impo an e a o p o e o .
Sendo assim, obje i a-se e idencia a ele ância da comemo ação dos
ani e sa ian es do mês na Ins i uição de Longa Pe manência pa a Idosos (ILPI),
Albe gue São Vicen e de Paulo em Ja aí, como uma es a égia socioemocional pa a
p omoção do bem-es a e edução do isolamen o i enciado po essas pessoas.
RELATO DE EXPERIÊNCIA : A ação é ealizada no úl imo domingo de cada mês e é
o ganizada po olun á ios da comunidade, com a pa icipação a i a dos acadêmicos
do p oje o de ex ensão Núcleo Acadêmico de Saúde e Espi i ualidade (NAESP) do
cu so de Medicina da UFJ. As a i idades desen ol idas incluem o can o de
pa abéns, a o e a de lanches e, p incipalmen e, momen os de diálogo, escu a a i a
e in e ação social. Obse a-se g ande ecep i idade dos esiden es, os quais
mani es am aleg ia e g a idão pela p esença dos olun á ios, sen indo-se
alo izados e acolhidos. Pa a os acadêmicos, essa expe iência ep esen a uma
i ência p á ica dos p incípios de humanização, empa ia e espei o ao
en elhecimen o, alo es essenciais à o mação médica con empo ânea, além de
pe mi i que os es udan es comp eendam as demandas biopsicossociais do idoso
ins i ucionalizado, usualmen e ma cado po limi ações ísicas e ca ência emocional.
Essa ap oximação com a ealidade con ibui pa a a cons ução de uma isão
ampliada e sensí el do cuidado em saúde, e o çando o comp omisso é ico e social
do u u o p o issional médico . CONCLUSÕES : A ação es imula a socialização e o
o alecimen o de ínculo en e os idosos esiden es, cuidado es e olun á ios,
p opo cionando celeb ação e pe encimen o, além de con ibui pa a a edução dos
sen imen os de solidão e isolamen o social. Po an o, a a-se de uma es a égia
simples e acessí el, mas com g ande po encial de p omo e bene ícios à saúde e ao
bem-es a , e o çando a sua impo ância na p omoção do cuidado in eg al e
humanizado à pessoa idosa, que alo ize, além dos aspec os clínicos, as dimensões
emocionais e a e i as ine en es ao p ocesso de en elhecimen o.
Pala as-cha e: saúde do idoso ins i ucionalizado; p omoção da saúde;
olun á ios.