1
ORG ANIZADORES
André Cesar F alcão
COORDENADOR DE PE SQUISA, EXTENSÃO E DESENVOL VIMENTO - ASPED
Arthur Vieira de Lima
ANALISTA DE PESQUISA, EXTENSÃO E DESENVOL VIMENTO - A SPED
Claudia Facini dos R eis
ANALISTA DE PESQUISA, EXTENSÃO E DESENVOL VIMENTO - ASPED
PRODUÇÃ O EDIT ORIAL
Núcleo de Publicações Institucionais (NPI)
C OORDENA ÇÃ O EDIT ORIAL
Filipe C ar valho de Almeida
PROJET O GRÁFIC O
R aiff Pimen tel Félix Almeida
C OMO MELHOR
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A532
Anais do I Encon tro In tegrado de Pesquisa, Extensão e Desen volvimento do Unipê /
Organizado por André César Falcão, Arthur Vieira de Lima, Claudia Facini dos
R eis. Unipê: J oão Pessoa, 2018.
546p.
ISBN 978-85-87868- 70-1
1. Produção Acadêmica. 2. Pesquisa. 3. E nsino. 4. Extensão. I. Título.
UNIPÊ / BC CDU 001.89
DOI: 10.5281/zenodo.17675004
4
APRE SENT AÇ ÃO
O presen te volume apresen ta resultados
do VII E ncon tro de pesquisa, extensão do
Unipê, realizado com um novo f ormato,
caracterizando um momen to de in tegração en tre
e xtensionistas e pesquisadores, denominado
de I encon tro in tegrado de P esquisa e Extensão
e desen volvimen to, objetivando apresen tar a
todos os discen tes, docen tes e sociedade civil,
os trabalhos de pesquisa e extensão realizados
no C en tro Universitário de J oão pessoa - UNIPÊ.
T odos os trabalhos apresentados nesse volume
represen tam esf orços de alunos e professores
do Unipê, visando discussões sobre inovação e
difusão de conhecimen tos obedecendo sempre a
missão, visão e valores institucionais.
SUMÁRIO
AD M I N I STR A ÇÃ O
AD M I NI STR A ÇÃ O P AR A TO DO S .................................................................................................................. 15
L A B OR A T Ó R IO D E PR Á T I C A S EM G ES T ÃO E S T R AT É GIC A - DI SC O V E R Y .................................. 19
UBT EC H OR IE N TA VOC Ê : PL A NE J A ME N T O D E C A R R EI R A ............................................................... 24
AR Q U ITE TU R A
A INF LU Ê NCI A D A A R QUI T E T UR A MODE R NI S T A N O S ES C R I T ÓR I OS C ON T E MP OR Â NE OS:
A B US C A P E L A C OE R Ê NC I A E N T R E A O BR A E O DI SC UR S O ......................................................... 27
A T UA L I Z A Ç ÃO D E M A P A C L IM ÁT IC O UR B A NO PA R A A CID A DE D E JO Ã O PE S S OA /P B ...... 29
DE SE N VO L V IME N T O D E M AT ER I A L D IDÁT IC O PA R A D IS C IPL IN A S DE R E S TAUR O E HIS T ÓR I A
D A A R T E D O CU R SO D E A R QU I T E T UR A U T IL I Z A NDO E QUIPA ME N T O S DE V I S UA L I Z A Ç ÃO
IN T ER A T I V A - ÓC UL OS D E R E A L IDA DE V IR T U A L P RO DU Z IDO S NO FA B L A B ......................... 33
ED UC A Ç ÃO PA T R IM ONI A L E M ES C OL A S PÚ B L IC A S A T R A V É S DE T EC NOL OG I A S D E
R E A L IDA DE V IR T U A L - P A R C ER I A E N T R E UF P B E UNIP Ê ............................................................... 37
GE S T Ã O DO PA T R IM Ô NIO C UL T UR A L : IN T ER F A CE S DO S A B E R ................................................... 41
H A B I T A Ç Ã O C EN T R A L : A N Á L I SE D A H A B I TA B IL IDA DE N O CE N T R O HIS T ÓR IC O DE J OÃ O
PE S S O A CO MO A U X Í L IO À C ONS E R V A Ç Ã O ........................................................................................... 45
H A B I T A Ç Ã O NO C E N T R O HI S T Ó R IC O: A S S IS T Ê NC I A T ÉC NIC A P A R A P R OP RO PR IE T Á R IO S DE
R E SID Ê NCI A S N A Á R E A C EN T R A L D E JO ÃO P E S S OA ...................................................................... 50
MIE S: MODUL A Ç Ã O , INO V A Ç Ã O E ES T R A T ÉG I A S S U S T E N TÁ V EI S - CI T S ................................. 53
OC UPAÇ ÃO U R B A N A E A S Á GU A S SU BT E R R Â NE A S ......................................................................... 59
PA IS A GE M UR B A N A : UM A A N Á L IS E CR Í T IC A DA IM A GE M DA C ID A DE D E JO ÃO P E S S OA . 63
PR O JE T O E F A B R IC A Ç Ã O D E PR O T Ó T IP OS D EF OR M Á V E I S
U T IL I Z A DO S NO E N SIN O DA S E S T R U T UR AS AT R A V É S D O F A B L A B .......................................... 71
QU A ND O O PR O JE T O A R Q UI T E T ÔN IC O É UM R IS C O ........................................................................ 75
R E A B IL I T A Ç ÃO E M E SPA ÇO P ÚB L IC O DE L A Z ER E C ON V I V Ê NC I A ............................................ 77
R E A DE QU AÇ Ã O H A B I T AC ION A L À PE S SO A S C OM
NEC E S SID A DE S E SP EC I A I S N A CID A D E DE JO ÃO P E S SO A / PB .................................................. 80
R E V I V A DESIGN ................................................................................................................................................. 84
CIÊ NC I A D A C OMP U T AÇ Ã O
E SC OL A D E C OMP U T AÇ ÃO S OL ID Á R I A .................................................................................................. 88
F Á B R IC A DE S OF T W A R E DO U BT E CH OF F ICE / UNIP Ê – CL ÍNI C A-ES CO L A DE T I ................ 92
CIÊN CI AS CONT Á BEIS
S A B A DÃ O DO IMP O S T O DE R E ND A .......................................................................................................... 97
IMPAC T O DA S C A R A C T ER Í S T IC A S DE M ER C A D O E INS T I T U CIO N A I S
N A Q UA L ID A DE D A INF OR M A Ç Ã O C ON T Á B IL D A S COM P A NHI A S A BE R T A S BR A S ILE IR A S,
NOR T E A ME R IC A N A S E EUR OP EI AS ......................................................................................................... 101
DE SIGN
F A BR I C A Ç ÃO D IGI TA L + M OD A ................................................................................................................... 109
PA IS A GIS MO D A PR A Ç A DO S I T I O BR A V O: UM MOD EL O DE N EG ÓC IO ...................................... 1 13
UM A C OMP R A P R A Z E RO S A PA R A T OD O S: V I SU A L ME RC H A N DIS ING A P L IC A D O PA R A
DEFI CIENT ES AUDIT IVOS ............................................................................................................................. 121
DIR E I T O
A IMPA RC I A L ID A D E CO MO PIL A R D A CR E DI BIL ID A D E DO S IS T E M A J UDIC I Á R IO E S U A
PE R CE P T Í V E L SU PR E S S ÃO N A S DEC IS Õ ES P R OF ER ID A S PE L A S UP R EM A COR T E
BR ASI LEI R A ........................................................................................................................................................ 127
A A T UA Ç Ã O DO P ODE R P ÚB L IC O MUNIC IPA L DE JO Ã O PE S SO A
F R EN T E À C AU S A A NIM A L E S UA R E PE RC U S S ÃO N A SA ÚDE D A P OP UL A Ç Ã O .................... 1 29
PR O JE T O D E PL A NO M E T R OP OL I TA NO DE D ES EN VOL V IME N T O
IN T EGR A D O DA R E GI Ã O ME T RO PO LI T A N A DE JO ÃO P E S SO A ...................................................... 1 32
O S IMP A C T OS D A S ME DID A S PR O V IS Ó R I A S NO S CO N T R A T O S
DE C ONC E S S ÃO D O SE T OR EL É T R I CO : O C A S O DA MP 5 79 /201 2 .............................................. 13 4
OB JE T I VO S D E DE S EN V OL V IME N T O D O MIL ÊNI O SO B
A P E R S P E C T I V A DE AT UA Ç Ã O NO MUNICÍPIO DE JOÃO P E S S O A /P B ......................................... 1 36
PR O JE T O D E E X T E N S Ã O B A S E .................................................................................................................. 1 49
C A J UP - CE N T R O DE A S SIS T ÊN CI A JUR ÍDIC O P OP UL A R .............................................................. 153
CONSTI T UIÇÃO , PROP RIEDADE, DESENVOL VIM EN TO
N A A MÉ R I C A L A T IN A E CID A D A NI A A M B IEN T A L ................................................................................... 156
DI A L O GIS MO E IN T ER A Ç ÃO E M L IN GU AG E M FO R E NS E - A IN T ER A Ç ÃO V ER B A L EN T R E OS
PA R T IC IPA N T E S D A ME DI A Ç Ã O NO Â MB I T O D A V IO L Ê NC I A DOM É S T I C A ................................. 159
D I REIT O IN FRAESTR UTU R A C O NTR A TU ALIZAÇÃ O : P I L ARE S DO D E S ENV OL VI M ENTO ....... 162
F ER R A ME N TAS D E C ON T R OL E S O CI A L D O T R IB U T O :
C ON S T R U INDO A C ID A D A NI A AT I V A – N A F ........................................................................................... 165
F UN Ç Ã O IN T E R GE R A CI ON A L D OS C O N T R A T O S:
EFEIT OS DA SUS TEN T A BILIDADE S OC IOAMBI ENT A L NAS REL AÇÕES CO N T R A T UAIS ...... 168
F UN Ç Ã O S OC I A L E R E SP O NS A B IL ID A DE S OC I A L D A S E MP R E S A S ........................................... 170
ME IO A MB IEN T E DO T R A B A L HO E D E SE N VO L V IME N T O – IN S T RUM EN T O S
DE P R O T EÇ ÃO A O T R A B A L H A D OR F R E N T E A O U S O DE N A NO M AT E R I A IS .............................. 1 73
ME T OD OL OG I A S ED UC A C ION A IS PA R A PR E V E NIR E S OL UC ION A R C ON FL I T O S ................. 175
PR O JE T O D E E X T E N S Ã O DIR EI T O S F UND A ME N TA IS E T R A B A L H O INF A N T IL – PR OD F T IN 17 7
T IP IF IC A Ç Ã O DO D A NO MO R A L S O B A Ó T IC A DA
SE GU ND A INS T Â NC I A D O JU DIC I Á R IO T R A B A L HIS TA ...................................................................... 181
EDU CAÇÃO FÍSI CA
C ONDI Ç Õ E S DE T R A B A L H O E FOR M A Ç ÃO D O S PR O F ES SO R E S DE E D UC A Ç ÃO F Í S IC A
QUE AT UA M N A R ED E E S T A D U A L D E EN S INO M ÉD IO D A S R E GI Õ ES N OR T E E S UL D E JO Ã O
PESS OA / PAR A ÍBA ......................................................................................................................................... 18 4
A N Á L IS E DA S CO NC EP Ç ÕE S E P R Á T I C A S P E DA G Ó GI C A S D E DO CE N T E S D A R E D E P ÚB L IC A
DE JOÃO PESSOA /PB .................................................................................................................................... 1 89
E SC O L A D E T R EIN A M EN T O R ES IS T ID O - E T R ES ................................................................................ 19 4
ESPO R T ES U R BA NOS : DESAFIOS CO RPOR AIS .................................................................................. 19 6
E X T E NS ÃO DE HID RO GIN Á ST I CA ............................................................................................................. 19 9
E X T E NS ÃO DE N AT A Ç ÃO ............................................................................................................................. 203
HIDR OGIN Á ST I CA N A T E R CEIR A ID A DE .................................................................................................. 206
L A B OR A T Ó R IO DE A V A LI A Ç ÃO F ÍS IC A – L A F-UNIP Ê/S A NN Y
MUL T ID IS CIPL IN A R – FI SIOL OGI A D O MOV IME N T O ........................................................................... 210
P OS T O DE A T E NDIME N T O DE P RIME IR O S S OC O R R O S -PA P S ....................................................... 213
ENFERM AGEM
A N JOS D A EN FER M AGEM ............................................................................................................................. 2 19
A T E N Ç Ã O À S A ÚD E D A CR I A N Ç A C OM DE F IC IÊ N CI A ( A S C D) ......................................................... 22 1
B UR NO U T E N T R E O S T R A B A L H A DO R E S D E S A ÚD E :
C ONHEC E R , PR E V E NIR E DI A L O G A R ........................................................................................................ 223
ED U C A Ç Ã O E M S A ÚDE N A E S C OL A :
IMP OR T Â NC I A D E S UA A P L IC A Ç Ã O N A A D OL E S C Ê NC I A ................................................................. 2 26
E SPA Ç O A M A R , GE S TA R E PA R IR : EM P OD E R A ND O MU L HE R E S E F A MÍL I A S ........................... 2 30
E S T IM UL A Ç Ã O NE UR A L E M PE S S O A S ID O S A S: PR OP O S T A M UL T ID IS CIP L IN A R .................. 23 3
INO V A Ç Ã O E M S A ÚDE : D E SE N V O L V E ND O P R OD U T O S PA R A INS UL IN O DE P E ND E N T E S N A
A TE NÇÃO BÁS ICA ............................................................................................................................................ 236
C A PAC I TAÇ Ã O DE S UP OR T E B Á S IC O DE V ID A PA R A E S T UD A N T E S D O E N S INO M É DI O ... 2 39
SI S T E M A T I Z A Ç ÃO D A A S SI S T Ê N CI A D E E NF E R M A GE M P E R IOP E R A T Ó R I A C OM O F E R R A ME N TA
T EC NO L Ó G IC A PA R A O P R O C E S S O D E C UID A R ................................................................................. 2 41
PR Á T IC A S A S S I S T ID A S E A Ç Õ E S D E E D UC A Ç Ã O E M S A ÚD E R E L A CI ON A D A S
À IMUNI Z A Ç Ã O: FO R T A L E C E NDO C OMP E T Ê NC I A S E H A B IL ID A D E S DO S D I S C E N T E S N A
A T E N Ç Ã O PR IM Á R I A ....................................................................................................................................... 24 4
ENGE NH A R I A CI V IL
A IN T E R V E N Ç Ã O DO S R E S UL T A D O S P Ó S O B R A E M U M A E MP R E S A D A C ON S T R UÇ Ã O C I V IL
N A CID A D E DE J O Ã O P E S S O A .................................................................................................................... 2 49
A N Á L I SE D A QU A L ID A D E D A Á G UA D O R IO J A G UA R IB E E M J O Ã O PE S S O A-P B .................. 252
A PL IC A Ç ÕE S DE CO NCE I TO S M A T E M Á T IC O S N A E N GE NH A R I A CI V IL ....................................... 25 5
C OMPA R A T I V O E N T R E A R G IL A E X PA ND ID A E P OL IE S T IR E N O
E X PA NDID O E M C O NC R E T O L E V E D E A L T O DE S E MP E NH O (CL A D) ............................................ 25 7
E NGE N H A R I A C I V IL N A S E S C OL A S: O UNIP Ê DE S P E R TA ND O JO V E N S D O 3º A N O DO E N S INO
MÉ D IO PA R A A IMP OR TÂ NC I A E B E L E Z A DE S T E C UR S O AT R A V É S D A M A T E M Á T IC A ........... 26 1
E S T UDO D A IN F L UÊ N CI A D A Á G U A PA R A A R T E FA T O S N A C ON S T R U Ç Ã O C I V IL ................... 26 4
E S T UDO D O C O MP OR T A ME N T O D E S OL O S R E F OR Ç A D O S
C OM F I B R A S DE P O L I T E R E F T A L ATO D E E T IL E NO E M AT E R R O D E R OD O V I A S ....................... 269
A N A L I SE T ÉC NI C A D A A B OR D A GE M D O ME I O F ÍS I C O NO S E S T UD O S D E IMPAC T O
A MB IE N TA L (E I A S ) P A R A F IN S D E L I CE N CI A M E N T O A M B IE N T A L DE G R A N DE S O B R A S DE
ENG ENHA RI A ...................................................................................................................................................... 2 76
FI S I OTER API A
E F E I T O D O T R E IN A ME N T O MU S C U L A R R E SP IR A T ÓR IO E M AT L E TAS ......................................... 280
ANÁLI SE DA MAR CHA E M H EM I P ARÉTIC OS :
PR O P O S T A S D E IN T E R V E N Ç Ã O C OM Ó R T E S E S U S T E N T Á V E L ...................................................... 283
E Q U OTE R AP IA CO MO M OD ALI DAD E TER APÊ UTI CA .......................................................................... 288
E S C OL A DE P O S T UR A S ................................................................................................................................ 293
FISIO T ER A PI A DESPOR T I V A :
INC E N T I V A ND O O DE S E MP E NHO F ÍS IC O E R E S P IR AT Ó R I O DO AT L E T A .................................... 300
F IS IO T E R A P I A E C UID A D O S PA L I A T I V O S E M ONC OL O GI A ............................................................. 30 4
FO NO T E R A P I A D E GR UP O PA R A P R O F IS S IO N A IS D A V OZ – GV OZ ............................................ 309
F UN CI ON A L ID A DE N A U T I: E M B U S C A D O MO V IME N T O E D A V ID A ............................................. 313
GR UP O D E A P OI O A O S PA I S E C UID A D OR E S
DE C R I A N Ç A S C O M NE CE S S ID A DE S E S P E CI A I S (G A P C CE ) .......................................................... 317
PIL A T E S S OB R E R OD A S: R E P E R C U S S Õ E S D A P R ÁT IC A
N A S A ÚDE F UN CI ON A L D E C A D E IR A N T E S P OR L E S Ã O ME D UL A R T R AUM Á T I C A .................. 320
P R Á TI CAS I NTEG R A TIV AS E CO M PL EM E NT AR ES :
R A C IO N A L ID A D E S DO C UID A D O E M S A ÚD E ........................................................................................ 325
PR OGR A M A DE AT ENÇ Ã O AO S CUID A DO RE S (PAC )
DE P ES S OA S COM D IS T ÚR B IOS N EURO FUN CION A I S ...................................................................... 328
PR OGR A M A DE AT ENÇ Ã O IN T EGR A D A À CR I A NÇ A C OM MICR OCE F A L I A .................................. 332
R ES A T : ( R E) PE NS A NDO A S A Ç ÕE S EM S AÚD E
DO T R A B A L HO C OMO ES T R A T ÉG IA D E V A L OR I Z A Ç ÃO D OS FA TO RE S HUM A NO S ............... 3 36
V A L OR ES D E RE F ER Ê NCI A PA R A A FO RÇ A MU SC UL A R R E SPIR A T ÓR I A .................................. 3 41
F ONOAUDIOL OGI A
A V A LI A Ç ÃO D A L INGU AGE M E ME MÓR I A E M IDO SO S HIPE R T EN SO S E DI A B É T IC O S .......... 350
A V A LI A Ç ÃO F ONO AUDI OLÓ GI CA E M ES C OL A R ES D A P A R A IB A ................................................... 35 4
E ST R A T ÉG I AS F ONO AUDI OLÓ GIC A S PA R A UM EN V E L HEC IMEN T O S AUD Á V E L .................... 356
IN T E RV E NÇ Ã O FONO AUD IOL ÓG IC A NOS
T R A N ST OR N OS NEUR OL ÓG ICO S EM A D UL T OS E ID OS OS ............................................................. 3 59
OF ICIN A D E ES T IMUL A Ç ÃO PA R A A ME L HOR A
N A PR OD UÇ ÃO D E F A L A D E CR I A NÇ A S CO M DES V IO FO NOL ÓGI CO ........................................ 363
PR OGR A M A DE A V A L I AÇ Ã O FON OAU DIOL ÓG IC A DO S DIS T ÚR B IO S VOC A I S ......................... 3 67
R E A BIL I T A Ç ÃO V E S T IBU L A R : UM A A Ç ÃO F ONOA UDIOL Ó GIC A .................................................... 369
G EST Ã O AM B I ENT AL
GEST ÃO AMBI EN T A L, SUSTEN T A BI LIDADE E EFI CIÊN CIA
EN ER GÉTI C A AP LI CAD A A O S ETO R EM P RE SAR IAL ........................................................................... 3 74
PL A NO DE G ES T ÃO D E RE SÍD UO S SÓ LID OS D O UNIP Ê: F A SE 1 DI AG NÓ S T ICO .................. 3 79
“PR A SS A ” - P R ÁT IC AS S US T E N T Á V E IS E SE NS IBIL I Z A Ç ÃO A MB IE N T A L DO UNIP E ............ 381
PL A NO DE IN T E GR A Ç ÃO E N T R E PR O JE T O S SU ST E N T Á V E IS D O CE N T RO
UNI V E RS I T Á R IO DE JO ÃO P ES SO A - UNIP Ê PR O JE T O UNIP Ê SU ST E N T Á V E L ........................ 385
GE S T Ã O EM T E CNOL O GI A D A INFOR M A Ç ÃO
CL UB E DE PR OGR A M A ÇÃ O DO UN IPÊ .................................................................................................... 3 88
GE S T ÃO D E R E C UR S O S HUM A NO S
GE S TÃO DE P E S S OA S N A P R Á T IC A SIM UL A D A ................................................................................... 39 3
R HU M – O R IE N T A ND O E DE S E N V OL V E ND O PE S S O A S – DIS C O V E R Y ....................................... 397
GE S T ÃO F IN A NC E IR A
S A L A D E F IN A NÇ A S E ME R C A DO D E C A P I T A IS ................................................................................... 402
G E S TÃ O P Ú B L I C A
L IC I T A Ç Ã O E V IS I T A S T É C NIC A S: UM A A N Á L I S E À L UZ D A L E I N. º 8 .666/ 93 ......................... 41 0
PUBLI C – DISCO V ERY ................................................................................................................................... 41 3
LO G Í STI C A
JUNIOR A C HIE V E ME N T .................................................................................................................................. 41 8
P L AN I LHA S I NTE LI G ENTE S .......................................................................................................................... 42 2
PROJE TO DI SCOV ERY - C AD SO LU T IO NS ............................................................................................ 426
MARKETI N G
B UR E A U C R I A T I V O DE M A R K E T ING, DE SI GN E E C ONO MI A CR I AT I V A ......................................... 431
OB S E R V A T Ó R IO D O C ON S UMO. EN T E ND O H Á B I T O S E MUD A N Ç A S
NO C OMP OR T A ME N T O DE C ON S UM O N A CID A D E DE J OÃ O P E S S O A ........................................ 43 4
ME DIC IN A
A Ç Ã O M UL T IP R O F IS SI ON A L NO M ONI T O R A ME N T O
E IN T E R V EN Ç Ã O N A FA L H A T E R A P Ê U T IC A E M P E S S OA S V I V E ND O C OM HI V / A ID S ............. 43 8
A M B UL A T Ó R IO M UL T ID I S CIP L I N A R PA R A T R A TA ME N T O D A D OR D O UNIP Ê ............................ 4 40
CO RREL AÇÃO ENTRE ESTRESSE , PRESSÃ O A RT ERIAL
SI S T Ê MIC A E O C O T ID I A N O DO E S T UD A N T E DE ME D IC IN A ............................................................ 444
E S T UD O D A S C A R A C T E R ÍS T IC A S S Ó C IO D EM OG R Á F IC A S E O I T INE R Á R IO T E R A P Ê U T I C O
D A S M Ã E S C OM F IL H O S A C OME T ID O S P OR MI CR O CE FA L I A N A PA R A Í B A .............................. 450
FOR M A Ç ÃO MÉDIC A :
R E L A Ç Ã O E N T R E CUR R ÍC UL O D E GR A DUA ÇÃ O E P R Á T I C A P R OF IS S ION A L .......................... 452
INF R A V E R MEL HO E M A C HINE L E A R NING N A PR E D IÇ ÃO
AU T O M Á T IC A D E R I S C O PA R A ÚL C E R A S EM P É S D I A B É T IC O S: P E S Q U I S A
E DE S E N VOL V IMEN T O D E T ECN OL O GI A A P L I C A DA À P R E V EN Ç ÃO DE D OE N Ç AS .......................... 45 5
M A NE JO D A D OR E M PAC IE N T E S H O SP I T A L I Z A DO S: IMPL A N T A Ç Ã O D A A V A L I AÇ ÃO D A D OR
C OMO 5º SIN A L V I TA L E M HO S P I TA L E S C OL A DE J OÃ O P E S SO A .............................................. 45 8
PE R FIL S O CI OD EM OG R Á F I C O, CL ÍNIC O E IMUN OL Ó G IC O D O S P OR T A DOR E S D E HI V / A IDS
A T E ND ID O S NO HO S P I T A L DE R E F E R ÊN C I A D E JO Ã O P E S S O A ................................................... 461
R E L A Ç Ã O E N T R E ES T E AT O SE HE PÁ T IC A E OS FA T OR E S
DE R IS C O C A R DI OME T A B ÓL IC O S E M CR I A NÇ A S EM D E C A MPIN A GR A NDE - PB ................. 46 4
SE G UR A N Ç A DO PAC IE N T E NO UN IP Ê :
IN T EG R A N DO E D UC A Ç Ã O E T EC NOL O GI A A SE R V IÇ O D A C O MUNID A DE ................................ 466
UN IPÊ AS SIST E ................................................................................................................................................. 469
PR O JE T O C OM CIÊ N CI A ................................................................................................................................ 47 1
ODON T OL OGI A
A N JO S D O S OR R IS O ...................................................................................................................................... 4 74
A S S I S T Ê NC I A ODON T O L Ó GI C A N O PR OGR A M A DE
A T E N Ç Ã O IN T EGR A DA À C R I A N Ç A C O M MIC R OC E FA L I A ................................................................. 478
A T E N Ç Ã O A O S P O R T A DOR ES D E P R Ó T E S E S DE N T Á R I A S R EMO V Í V EI S T O T A I S OU PA RC I A IS
A T E ND ID O S N A CL ÍNI C A E S C OL A D E OD ON T OL O GI A DO UNIP Ê : R E L A T O D E E X PE R I Ê NC I A .. 481
C OMPA R A Ç ÃO E N T R E DOI S MÉ T O DO S D E
E S T IM AT I V A D E ID A DE A T R A V É S DE IM AG E NS PA N OR Â MIC A S ..................................................... 485
C OND IÇ ÃO OR A L DE DE P E ND E N T E S QUÍM IC O S D O MUNI CÍ PI O DE J OÃ O P E S SO A ............ 49 0
C UID A DO B UC A L D E CR I A NÇ AS E A DO L E S C E N T E S
C OM DE F I C IÊ NC I A E F AT OR E S A S S OC I A DO S ...................................................................................... 49 3
DI AG NÓ S T ICO O DO N T OL Ó G IC O E M P E S S O A S C O M DE F I CI Ê NC I A ............................................. 49 8
ED U C A Ç ÃO E M S AÚDE B UC A L EM A MB IE N T E HO S P I T A L A R .......................................................... 500
O GE R E NC I A ME N T O D OS R ES ÍD UO S DO S SE R V IÇ O S DE S A ÚDE ( R S S) N A OD ON T OL OG I A .. 502
PR O JE T O A P OL Ô NI A S D A PA R A Í B A ......................................................................................................... 50 4
L IG A A C A D Ê MIC A D E A N A T OMI A H A R OL D O DINI Z – L A A HD ......................................................... 50 7
SE R V IÇ O DE P R E V E N Ç Ã O E DI A GN Ó S T IC O OR A L – SE P DO ......................................................... 510
P SIC OL OGI A
A B R A C E A C AU S A : IN T E R V E N Ç Ã O P A R A P A CIE N T E S DO E S PE C T R O A U T IS TA ..................... 514
A V A L I A Ç Ã O P SIC OL Ó G IC A N A PR ÁT IC A C L INIC A ............................................................................... 516
C ONS T R UÇ ÃO E V A L ID A Ç Ã O DE UM A E SC A L A PA R A A V A L I A Ç Ã O D A S H A B IL ID A DE S
SOCI A IS ............................................................................................................................................................... 520
“ES C U T A A MP L I A D A E A T E NDIME N T O P SI C OS S O CI A L À S M Ã E S DE B E B Ê S CO M MIC RO CE F A L I A
E M CO NS EQU Ê NCI A D O V ÍR US Z IK A ” ...................................................................................................... 524
E X T E NS Ã O E M P SI CO LO GI A JUR ÍD IC A ................................................................................................... 526
OR IEN T A Ç ÃO PR OF IS SION A L ..................................................................................................................... 5 31
PR O G A M A D E E S T IMU L A Ç ÃO C O GNI T I V A E S OC IO E MO CIO N A L A PE S S O A IDO S A ID OS O E M
SI T UA Ç Ã O A S IL A R ........................................................................................................................................... 533
R EC ON S OL ID A Ç Ã O DE ME MÓ R I A E P SI CO T E R A P I A : UM A R E V I S Ã O SI S T E M ÁT IC A .............. 538
SE R V IÇ O DE E S C U TA AO A D OL E S CE N T E INF R A T OR N UM A V IS Ã O F E NOME NO L ÓG IC A-
E XI STE N C IAL ..................................................................................................................................................... 5 40
T R E IN A ME N T O DE H A BIL ID A DE S S OC I A I S E M ES T UD A N T E S UNI V ER S I TÁ R IO DE
P SIC OLOG I A ....................................................................................................................................................... 5 42
AD
MI
NIS
TRA
ÇÃ O
15
ADMINISTRA ÇÃ O P ARA T ODOS
Curso pr omotor do pr ojeto: Curso de A dministração
Cursos in tegrados: C urs o de C on tabilidade e os Superior es em tecnologia: Gestão
Financeir a, Gestão de Mark eting, Gestão de R ecursos Humanos, Gestão Pública e
Logística.
Coor denador( a ): Semíramis M angueira de Lima
Colabor adores( as ): She ylla da Silva Mendes
Discentes: Alanda Fr anciola Dos Santos G uimarães, Alêssa Bruna Gomes Dos San tos,
Alex andre S ilva Dantas, Amanda C arla De Oliveir a Bezerr a, Amélia Mickaela Dutelle,
A tila Henrique C osta, Camila M aria Bezerr a Holanda, Daniel De N ormando Pequeno,
Daniel Dos San tos Silva, Debor a Daniele Pon tes R odrigues, Eduar do R odrigues Alves,
Emily Maria C ar valho Alves, Giovanne M artins De Paiva Júnior , Gustavo José Da C. S ilva,
Jac queline Rocha Alves C outinho, J ane Pon tes Da Silva, Jennif er R ubia R odrigues Da
Silva, Jessica M ay ara P ereir a Da Conceição, Jusseli Ingridy B. Inácio, K armen R aiany De
Alex andria, Lucas Ar aujo De M acena, Mar ais a De F átima Alves Machado, Maria H arilma
Pinheir o Da Silva, Michael De O liveira S ilva, Mikaele Ar aújo R odrigues, Najla Mene zes,
Natalia Lima D iniz Pinto B r andão, Nathalia Gabriel Gomes, R aissa Ferr eira D e Araújo,
R enne Nunes Dos Santos, S idne y Cor deiro De Lima.
Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( x ) alunos – UNIPÊ, ( x ) C omunidade, ( x )
funcionários e colabor adores – UNIPÊ ( x ) Outr os, Quais? U suários da Fundação Cen tr o
In tegr ado de Apoio ao Portador de Deficiência (Funad).
Local onde o pr ojeto se des en volve: O projeto é desen volvido no Campus da Instituição,
bloco C, salas de 42 até 62. Par alelamen te, o proje to é realiz ado na Coor denadoria de
Pr odução e Pr ofissionalização – C ORPU, localizada na F unad.
Cr onograma de e xecução do pr ojeto: No C ampus da Unipê, está s endo r ealizado
aos sábados pela manhã, entr e 8hs e 11 hs. Na F unad, é r ealizado às segundas-f eiras
entr e 14hs e 17hs. O proje to teve início em 10 de mar ço e tem pr azo de encerr amento
pr evisto para dia 14 de junho.
R esumo: O modelo de extensão pr oposto é multidisciplinar e envolve saber es
das diversas áreas do conhecimen to, como a contabilidade; a gestão de recursos
16
humanos; a administr ação; as técnicas de vendas e a gestão de pessoas. É constituído
por docen tes e discentes da instituição, compr ometidos em socializ ar conhecimen to
e gerar oportunidades par a a comunidade de baix a renda. O pr ojeto institucional
de extensão universitária, denominado “ A dministr ação par a T odos” , tem como
finalidade contribuir par a o f ortalecimen to da r elação existen te entr e a instituição
e a comunidade, além influenciar , de forma positiva, a capacitação pro fissional e a
inserção de jovens no mer cado de tr abalho, com vistas a g er ar , desta f orma, g anhos
de bem estar s ocial. Justifica-se pelo fato de que o desempr eg o entr e os jovens de
baix a renda está dir etamente vinculado ao baix o nível de instrução e a pouca ou quase
nenhuma qualificação pr ofissional.
Objetivo: Ofer ecer curs os de capacitação, por meio da extensão institucional, às
comunidades car entes a fim de pr opor cionar oportunidades de ins er ção no mer cado
de trabalho. De forma específica: desenvolver nos alunos da gr aduação a capacidade de
ministr ar aulas, pondo em prática os conhecimen tos adquiridos em s ala; desenvolver
junto às comunidades car entes, um pr ograma de qualificação pr ofissional que
possibilite a esse público maiores oportunidades de ingr ess ar no mercado de trabalho
e; desenvolver par cerias com a iniciativa privada a fim de incr emen tar os noss os
cursos com: ajuda de custo com pass agens, uniforme, material a ser utilizado em
sala de aula etc.
Me todologia de ex ecução: Os cursos desenvolvidos no pr ojeto “ Administr ação para
T odos” tr azem noções básicas em cinco ár eas afins aos curs os de A dministr ação, CST
em Gestão de R ecurs os Humanos e Ciências C ontábeis; são elas: Noções em Gestão
de Pessoas; Assisten te Administr ativo; Excelência em V endas e A tendimen to; Gestão
Empr eendedora de Micr o neg ócios e Assisten te Con tábil.
O pr ojeto of erta, anualmente, 480 vagas que s ão distribuídas en tr e os cinco cursos
distintos do seguinte modo: 80 vagas para cada um deles, com e xceção do curso de
Assisten te A dministrativo, no qual são of er ecidas 160 vag as.
A cada semestre do ano letivo, é r ealizada a seleção dos discentes da instituição que
dever ão participar do projeto como monitor es e instrutores. Eles são selecionados a
partir da publicação de edital específico de extensão universitária, o qual impõe, como
r equisitos, a r ealização de uma pr ova dis cursiva e submeter -se a uma entr evista,
a qual é r ealizada por um avaliador , que pode s er o coordenador do pr ojeto ou os
demais docentes participan tes. No momen to da entr evista, o discente é avaliado em
r elação a sua disponibilidade, participação em outr os pr ojetos da instituição ou de
outr as instituições, ao nível de inter esse, levando-s e em consider ação os aspectos
17
financeir os e/ ou experiência, e a qual categoria de extensionista no pr ojeto f ar á parte,
se monitor ou instrutor .
A partir da seleção mencionada, os dis centes r eceberão a capacitação pedagógica e a
formação específica pelos pr ofissionais da instituição, distribuídas pelas quantidades
de hor as empr egadas e áreas específicas, ambas r ealiz adas ex clusivamente em um
único dia da semana.
R esultados alcançados/ esper ados: E m todos os anos de pr ojeto, participar am
apr o ximadamen te 350 pessoas da comunidade por semestre, to talizando cer ca de 8
mil membr os da comunidade. A cada semestre, um terço dos participan tes conseguem
entr ar no mer cado de tr abalho ainda dur an te os cursos. Com r elação aos dis centes,
metade deles já possuem empr ego ao termino do curso devido aos conhecimentos,
habilidades e atitudes desenvolvidas dur an te sua permanência no pr ojeto. Desde 2017 .1,
o pr ojeto também atende a demanda in terna da instituição, r ealizando atualiz ação
pr ofissional com os colabor ador es da pr ópria U nipê. No tocante a F unad, participam
20 Portador es de Deficiências nos curs os de qualificação por s emestre, sendo estes,
con vidados a participar em de seleção para tornar em-se futur os colabor ador es da
Unipê.
Além disso, muitos dos membros da comunidade que participam do pr ojeto, acabam
por ingr essar em cursos de gr aduação da Unipê nos semestr es seguintes.
A cer vo f otogr áfico:
18
Figur a 1: A tividade do proje to
Fon te: acer vo próprio (2018 )
Figur a 2: A tividade do proje to
Fon te: acer vo próprio (2018 )
Figur a 3: A tividade do proje to
Fon te: acer vo próprio (2018 )
19
LABORA T ÓRIO DE PRÁ TICA S
EM GE ST Ã O E STRA TÉ GIC A -
DISC O VER Y
Curso pr omotor do projeto: A dministr ação
Cursos in tegr ados: Logística, Ciências C on tábeis, Mark eting, Gestão Financeir a, Gestão
em R ecursos Humanos
Coor denador( a ): Gislene P er eir a da Silva
Discentes: A dolfo B arbosa Magalhães; A drya Beatriz F r eir e de Assunção; Ana Clar a de
F reitas C our a; Bárbar a Helen C avalcante de Souz a; Bianca P er eir a Bez erra Gama; Bruna
Gabrielle da Silva Barbosa Dias; C ássia K elly Araújo do N as cimen to; Emylene da Silva
Miguel; Glauco M enezes Gonçalves; H anna Ericka T r avassos R ocha; Henrique Sobr al
F ranzão; José de Arimateia Cavalcan te Lins J únior; Juan Vitor C osta Leite; May ara L uzia
Ar aújo da Silva; Milena Victorino Soares
Público alvo Beneficiário do pr ojeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( X ) Comunidade, ( )
funcionários e colabor ador es – UNIPÊ, ( X ) Outr os, Quais? PROC ON-PB.
Local onde o pr ojeto se des en volve: o pr ojeto acontece por meio de encontr os
semanais realiz ados às sextas- feir as, no Labor atório de In formática 8, na pr ópria
Instituição de Ensino. Ademais, são r ealizadas visitas ao Procon-PB, localiz ado ao
Par que Sólon de Lucena, 234, C entr o, que acontecem na pr ópria sexta-f eira ou em
qualquer outro dia da semana, a partir da necessidade do projeto e disponibilidade do
Ó r gão.
20
Cr onogr ama de ex ecução do pr ojeto:
MARÇO ABRIL MAIO JUNHO
Descrição da etapa 09 16 23 04 06 11 16 17 20 04 08 09 11 18 25 01 08
Apresen tação do
proje to, dinâmica de
boas vindas
Elaboração do
plano de trabalho
e prospecção de
clientes
T reinamen to da
equipe de alunos
R eunião de captação
do cliente
Levan tamento
dos dados da
organização-clien te
Pr é-diagnóstico
Diagnóstico
situacional
Elaboração da
proposta de
intervenção
R eunião de
aprovação da
proposta de
intervenção junto ao
cliente
Conclusão das
atividades do
primeiro semestr e
com feedback dos
resultados ob tidos
Obser vação: todos os encontr os f oram r ealizados das 14h às 17h.
R esumo: O pr ojeto tem como objetivo intervir na realidade de uma or ganização,
otimiz ar seu des empenho, bem como propiciar aos discen tes uma experiência
r eal em consultoria empresarial, a partir da in terdisciplinaridade e i n t e r a ç ã o e n t r e
discentes de diversas áreas da Gestão, unindo conhecimen tos e técnicas variadas desse
c a m po . S e constitui em um Labor atório de Pr áticas em Gestão Estratégica, que em
seu primeiro semestr e de ex ecução tem o Pr ocon-PB como alvo de intervenção.
Parte da pr emiss a de suprir uma inquietação que, normalmen te, é apresentada pelos
acadêmicos: a integr ação entr e teoria e prática. A o mesmo tempo, bus ca atender a
uma demanda latente iden tificada nas organizações locais que, muitas vezes, são
gerenciadas sem que haja aplicabilidade de conhecimen to técnico e especializado
n a á re a d e G e s t ã o . Uma vez que cada situação organizacional r equer soluções únicas,
o Labor atório de Práticas es t i m u l a o espírito crítico, analítico e a atualização permanen te
21
dos acadêmicos en volvidos. Como me todologia de atuação, se bas eia n a s e t a p a s d e u m a
consultoria empr esarial, em que, inicialmente, os alunos são tr einados a identificar
“ doenças empresariais” , a partir da aplicação de f err amentas variadas de diagnóstico
situacional, após, é pr oposto um plano de intervenção, segue-s e à implantação das
ações, acompanhamento e avaliação dos r esultados, concluindo com a detecção
das lições apr endidas. Desse modo, na fase final do pr ojeto deve-s e pr oceder a uma
avaliação objetiva jun to ao ór gão beneficiado, bus cando obter seu nível de s atisfação.
Objetivo: In tervir na r ealidade de uma organização e na vida dos discentes en volvidos,
com vistas ao des en volvimento mútuo, r elacionando ensinos teóricos à pr ática,
a partir da inter disciplinaridade e campo de experimen tação de ideias, soluções e
estr atégias, ao apr o ximar academia à realidade do mer cado de tr abalho, por meio de
um Labor atório de Práticas em Gestão Estr atégica.
Me todologia de ex ecução: O método e a estratégia de ação se baseiam no pr ocesso de
consultoria empr esarial, como tal, inicialmen te é prospectada e captada a or g anização-
cliente, em seguida, r ealiz am-se pesquis as de campo par a identificar as doenças
or ganizacionais, a fim de gerar um diagnóstico de sua situação, após, é proposto
um plano de intervenção, com soluções estratégicas específicas e dir ecionadas à
r ealidade or ganizacional, concluindo o primeir o semestre de desen volvimento do
pr ojeto com a r efle x ão do apr endizado. N o segundo semestre segue-se à implantação
das ações, acompanhamento, con trole e avaliação dos r esultados, concluindo o
ser viço com a detecção das lições aprendidas. Salien ta-s e que ao longo das etapas,
r euniões fr equen tes com a organização-clien te, visando direcionar os tr abalhos e as
pr opostas são práticas r ecorren tes.
R esultados alcançados/ esperados: os r esultados esper ados perpassam por 3
dimensões. A primeir a contempla o estudan te, pois este s e torna mais pr epar ado par a
atuar em sua área de f ormação, além de possibilitar uma correta aplicabilidade das
ferr amentas da gestão estratégica, uma vez que o mesmo está submetido à supervis ão
de um pr of essor par a r ealização de suas atividades; também, o dis cen te passa a
valorizar mais o conhecimento teórico; des en volve sua capacidade de r esolução de
problemas reais; qualifica seu currículo, e se bolsista, agrega ainda mais valor a ele,
por s er r esultado de um pr ocesso seletivo; ainda, possibilita a participação em eventos
acadêmicos que pr opagam o conhecimento ob tido por meio dessas atividades. Na
segunda dimens ão consider a-se a Instituição, que fortalece sua imagem no mer cado,
ao ser vista como atuante na comunidade local. N a ter ceir a dimensão promove-se
uma otimiz ação dos r esultados, maior eficiência e eficácia nos processos internos da
22
or ganização alvo de in ter venção, que podem ser avaliadas atr avés de indicador es de
desempenho organizacional.
A cervo fotogr áfico:
Figur a 1: Primeir a atividade do pr ojeto
Fon te: acervo próprio (2018 )
Figur a 2: Equipe do pr oje to na sala de reuniões do Pr ocon-PB
Fon te: acervo próprio (2018 )
23
Figur a 3: R eunião par a f eedback das atividades
Fon te: acervo próprio (2018 )
Figur a 4: R eunião de dir ecionamento das atividades da semana
Fon te: acervo próprio (2018 )
24
UB TE CH ORIENT A V OCÊ:
PLANE J AMENT O DE C ARREIRA
Curso pr omotor do projeto: A dministr ação
Cursos in tegrados: Gestão F inanceir a, Mark eting, Gestão de R ecursos Humanos,
Logística e Ciências C on tábeis
Coor denador: J oão Cor deir o Guedes
Colabor ador a: Cristiana C artax o de M ello Lula
Discentes: J or dânia Gouveia Batista, Alana Dias da Costa, F ábio R ocha R odrigues de
Lima
Público alvo Beneficiários do pr ojeto: Alunos do UNIPÊ
Local onde o pr ojeto se desenvolve: L abor atório 09 do Cen tr o de T ecnologia do UNIPÊ
Cr onogr ama de ex ecução do pr ojeto: T odas as segundas-f eir as, em dois horários:
11:30h e 17h.
R esumo: Orien tar os alunos sobre como planejar sua carreir a pr ofissional. En volve
capacitá-los com habilidades técnicas, humanas e conceituais. Pr ocur a mostrar as
oportunidades do mer cado de trabalho e as ár eas em que eles podem atuar . Pr ocur a
capacitá-los par a entr evistas de empr ego, dinâmicas de s eleção, como adquirir
técnicas par a treinar pess oas, para ministr ar palestras e dirigir r euniões. Aborda
também quais as car acterísticas que o mercado de trabalho exige de um gestor , além
de mapear oportunidades de empr ego e disponibilizá-las par a os alunos.
Objetivo: Dar aos alunos um “norte” par a que eles possam compreender a importância
do curso de graduação que estão f azendo e como poder ão se beneficiar destes
r eferidos cursos na ár ea pro fissional e pessoal. O projeto também obje tiva mapear
oportunidades de empr ego para disponibilizá-las par a os alunos.
Me todologia de ex ecução: A ulas teóricas sobr e requisitos par a ser um bom pr ofissional;
simulações diversas s obr e entr evistas de empr ego e dinâmicas de s eleção; trabalhos
e debates em grupo; apr esentação individual; pr áticas sobre didática básica; leitur a
(individual ou em grupo ), interpr etação e discussão de te xtos.
25
Quais ser viços de r efer ência: Elabor ação de currículo; D icas par a apr esentação
pessoal em entr evistas de empr ego e em dinâmicas ; Ofertas de empr ego.
R esultados alcançados/ esper ados: O pr ojeto começou em 2018.1 e atende mais de
42 alunos, sendo a maioria do curs o de administr ação. Os r esultados têm sido positivos
e notamos um cr escimen to na visão dos alunos no que tange a se prepar ar em par a
o mer cado de tr abalho. N ota-se compr ometimen to dos alunos em participar em do
pr ojeto.
AR
QUI
TE
TU
RA
27
A INFL UÊNCIA D A ARQUITETURA
MODERNIST A NOS E SCRIT ÓRIOS
C ONTEMPORÂNEOS:
A BUSCA PELA C OERÊNCIA
ENTRE A OBRA E O DISCURSO
Curso Pr omo tor do E ven to: Ar quitetur a e Urbanismo
Coor denador( a ): Pr of a. Ms. Christiane Nicolau R osendo Ferr eir a
Colabor adores: Pr of a. Ms. Debor ah Padula Kishimo to e Pro f . Ernani Henrique dos San tos Junior
Discentes: Arthur Nascimento, Jamille Denise Gosson, Car oline Albuquer que, Lucas
Figueir edo, Armando Pascoal, Gabriel L ucas Leodegário Silva, I gor Neves.
Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( ) C omunidade, ( )
funcionários e colabor ador es – UNIPÊ ( ) Outr os, Quais?
Local onde o pr ojeto s e desenvolve: O pr ojeto parte de uma leitura nacional de obr as
modernistas r efer enciadas e mapeamento de edificações ar quitetônicas den tr o do
Estado par aibano, com foco principal em João P ess oa – PB.
Cr onograma de ex ecução do proje to: A pesquisa s e des en volve com atividades
contínuas r epass adas aos discentes variando entr e atividades de curto, médio e longo
pr azo. Os encon tros acon tecem semanalmente, uma vez por s emana, na instituição
de ensino – UNIPÊ.
R esumo: A pesquisa parte da inquietação entr e o discurso e a prática na pr odução e
publicação de pr ojetos ar quitetônicos en tr e os anos de 2000 até 2015. Como a forte
pr esença do repertório desen volvido pela vanguarda modernista (1930-1960 ) é utilizada
par a apr esentar e justificar a construção das atuais obras de ar quitetura. O fato é que
ao analisarmos a obra e o discurso de determinados escritórios de arquitetur a da
contempor aneidade nos questionamos quanto à coer ência entr e a forma e o conceito.
Assim, partimos da hipó tese de que a influência modernista pr esente nos discursos
de alguns ar quitetos contempor âneos existe mais pr edominan temente no discurso
28
do que na concepção pr ojetual, devido à f or ça do movimento moderno e a in fluência
desta na sociedade de s eu tempo. V ários autor es, como por e x emplo, M ahfuz (2004 )
e Un win (2013 ) citam os con flitos e crises na definição do campo dis ciplinar da
Ar quitetur a e Urbanismo, e suas transf ormações ao longo dos anos. A o tr atarmos do
ensino da ar quitetur a, a f ormação do docente e sua atuação em sala de aula não
podem ser ignor adas, já que a influência na forma de ler e produzir o projeto está
dir etamen te ligado às suas próprias e xperiências pr ofissionais, assim como seus
r epertórios ar quitetônicos. A partir da inquie tação originada nos debates em sala de
aula da disciplina de projeto ar quitetônico, esta pesquis a f oi idealizada com o in tuito
de analisar a influência da vanguar da modernista e buscar car acterísticas em obr as
atuais que mostr em a coer ência com o discurs o, tr azendo r espostas para a f orma
ar quitetônica atual e como está se configur a em meio a nossa sociedade.
Objetivo: analisar a influência da vanguarda modernista tão presen te nos discurs os
dos ar quitetos con tempor âneos e buscar car acterísticas em obr as atuais que mostr em
a coer ência com o discurs o, tr azendo r espostas para a f orma ar quitetônica atual e
como esta se configur a em meio a nossa s ociedade.
Me todologia de Ex ecução: Os pr ocedimentos metodológicos ado tados par a o
desenvolvimen to desta pesquisa seguirão as seguintes e tapas: Embasamento T eórico
e Conceitual: C onsultas e discussões para r epertório teórico e r ef er encial pr ojetual;
Pesquisa Documen tal em U niversidades de Arquitetur a e Urbanismo, Aquisição
de dados físicos e Instrumen tos de coleta de dados; S istematização e Análise das
inf ormações: Visitas de campo a escritórios de arquitetur a locais, levantamen to de
inf ormações de car áter qualitativo. Articular as informações cole tadas, escrever os
r elatórios de entr evistas com arquitetos selecionados. R ecorte de projetos a ser em
r edesenhados e analis ados segundo objetivo desta pesquisa; Produção de pr anchas:
Articular pr ojetos selecionados, definir diretriz es de análises e sistematizar informações
e padr onização das pr anchas com informações analisadas; Desenvolvimen to de
Artigos e T e xtos par a publicação: Desenvolver artigos a s er em submetidos a r evistas,
anais e seminários relacionados ao tema e produzir cartilha com características da
ar quitetur a con tempor ânea e rumos da arquite tur a na con tempor aneidade.
R esultados alcançados/ esper ados: Alcance de 15 alunos participantes na pesquisa e
uma pr odução concluída de sete artigos científicos, vinte e seis banners de análise de
obr as ar quitetônicas conceituadas e dez esseis resenhas de textos a partir das leitur as e
debates ( estrutur as utilizadas como esboço par a novos artigos ). Em 2018.1 já temos cinco
r esumos expandidos en viados para o even to Docomomo 2018, sendo 2 par a o formato de
artigo e apresentação or al e outros 3 par a apr esentação na forma de banner .
29
A TU ALIZA ÇÃ O DE MAP A CLIMÁ TIC O
URB ANO P ARA A CID ADE DE JO Ã O
PE SSO A/PB
Curso pr omotor do pr ojeto: Ar quitetur a e Urbanismo
Cursos in tegr ados: Não há.
Coor denador( a): P ro f . Vladimir Sobral de Souz a.
Colabor adores( as ): Pr of( s ) Sheila F reir e e J ean Carlo Fechine T avar es.
Discentes: Ellen L uanda T . de Souza e Mariely Maria Souz a R odrigues.
Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( ) Alunos – UNIPÊ, ( x ) Comunidade, ( )
F uncionários e colaborador es – UNIPÊ, ( ) Outros, Q uais?
Local onde o pr ojeto s e desenvolve: R euniões do grupo: Cen tr o Universitário de João
Pessoa - Sala I183;
Cr onogr ama de e x ecução do pr ojeto:
E tapas desenvolvidas até o momen to
DESCRIÇÃ O D A ET AP A (MM/ AA) DIA E HORA REUNIÃO
1. INÍCIO D A S A TIVID ADES DO GRUPO DE PE SQUISA
• Apresen tação do tr abalho ao grupo;
• Apresen tação dos integr antes;
• Formação de equipes.
03/2018 T erça- feir a às 11:10h
2. COLET A DE D ADOS
• Dados climáticos – Aer oporto Castr o Pinto, LE S e INMET ;
• Dados de Planejamento e U s o do Solo - Secretaria de
Planejamento ( SEPLAN);
• Mapas temáticos de Souza (2010 );
03/2018 T erça- feir a às 11:10h
3. A V ALIA ÇÃO DE D ADOS
Classificação de dados coletados; 03/2018 T erça- feir a às 11:10h
4. TRA T AMENT O DO D ADOS
Formatação den tr o de parâmetr os da plataf orma SIG e da
metodologia de classificação climática;
04/2018 a
07 /2018 T erça-f eir a às 11:10h
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municipal ( plano dir etor ) está sendo coeren te com o conf orto ambiental da população.
Este é um pr ojeto de pesquisa de cunho explor atório, confirmatório e explicativo.
Explor atório pois bus car á definir um fenômeno ainda pouco desconhecido ou explor ado,
ampliando o conhecimento sobr e ele. Neste caso tr ata-s e do clima urbano da cidade
de J oão Pessoa e, consequentemen te, seu impacto no conforto térmico da população.
Con firmatório uma vez que a pesquisa incide sobre algo que já se tem uma ideia
do que está acontecendo. E m pesquisas do clima urbano realiz adas na cidade
de J oão Pessoa constata-se alteração do clima local causado estrutur a da cidade
e, principalmente, que estão ger ando afe tando a qualidade de vida da população.
Por último, esta pesquisa está centr ada na preocupação de iden tificar fator es
determinan tes ou contributivos ao desencadeamen to de f enômenos climáticos e
sua r elação com a conf orto ambiental, logo entende-se também como uma pesquis a
explicativa.
R esultados alcançados/ esperados: N a primeira e tapa f oi f eito o levantamen to de
séries de dados climáticos e de dados espaciais da cidade de João P essoa, tendo
como objetivo a construção do banco de dados destinado às análises espaciais e à
pr odução dos mapas no s oftw ar e ArcM ap. Esta etapa dever á f oi dividida em três fases:
• na primeir a f as e , realiz ou-se a coleta de dados climáticos da cidade (temper atura
do ar , pr ecipitações, direção e velocidade de ventos ), junto à estação me teorológica
do aer oporto Castr o Pinto e o I nstituto Nacional de M eteor ologia (INMET), vis ando o
conhecimento dos elemen tos climáticos da cidade e do movimento dos ventos. O
A tlas de V ento, construído por Silva (1999 ) par a a cidade de João P ess oa, também ser á
consultado;
• na segunda f ase , f oi feita uma pesquisa de campo, bucando o levantamen to
fo togr áfico dos principais topoclimas encon trados na cidade, tendo em vista a
constatação de su-as atuais car acterísticas físicas;
• na terceir a fase for am coletados dados espaciais ref er entes a estrutur a físi-ca da
cidade de João P ess oa (Mapa urbano digital, M apa de cur vas de nível, imagens de
satélite, etc.), objetivando a pr odução dos mapas ref er entes ao estudo de car ga térmica
e de potencial dinâmico da cidade. Estes dados encon tram-se disponibilizados pela
Secr etaria de Planejamento de João P ess oa (SEPLAN). Estes dados ainda estão em
tr atamento par a adequação à pesquisa.
32
Esper a-se finaliz ar esta ter ceir a fase para iniciarmos o pr ocess amento dos mapas
temáticos até meados de julho.
A cer vo fotogr áfico:
Fo tos de alguns topoclimas da cidade:
Figur a 1: T opoclima de corpos d’ água
Local: P arque Solon de Lucena
Figur a 3: T opoclima de área ver de
Local: P arque Arruda Câmar a – bairro Cen tro
Figur a 5: T opoclima de Cidade
Local: Bairr o Manaír a
Figur a 2: T opoclima de corpos d’ água
Local: Bairr o Jar dim V ene za e Ernani Sátir o
Figur a 4: T opoclima de área ver de
Local: R egião sul do bairro C uiá
Figur a 6: T opoclima de Cidade
Local: Bairr o T ambaú
33
DE SENV OL VIMENT O DE MA TERIAL
DID Á TIC O P ARA DISCIPLINA S DE
RE ST A URO E HIST ÓRIA D A AR TE
DO CURSO DE ARQUITETURA
UTILIZANDO E QUIP AMENT OS
DE VISU ALIZA ÇÃ O INTERA TIV A -
ÓCUL OS DE REALID ADE VIR TU AL
PRODUZIDOS NO F ABLAB
Curso pr omotor do projeto : Arquite tur a e Urbanismo – UNIPÊ
Cursos in tegr ados: Ar quitetur a e U rbanismo – UFPB
Coor denador( a ): Demetrius L acet R amalho da Silva
Discentes: Emmanuell C arlos Leite, Thaís T ravassos de Azevedo, Maria E duar da T avar es
de Souza, B árbara Gama
Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( x ) alunos – UNIPÊ, ( x ) C omunidade
Local onde o pr ojeto se desenvolve: L abcriativo – Unipê
Cr onogr ama de e x ecução do pr ojeto: Quin tas- feir as (14:00 às 17:00hs ).
R esumo: As f err amen tas utilizadas pelos ser es humanos acompanham o seu tempo
e as mudanças de par adigmas. V ygotsky (1999) 1 destacava que são os instrumentos
técnicos e os sistemas de signos, constituídos historicamente em seu meio
sociocultural, as f err amen tas capazes de estabelecer uma relação de mediação en tr e
o homem e o mundo. A ssim, adquirindo a capacidade de criar essas “ferr amen tas” ,
os seres humanos, ao mesmo tempo em que as concebem, r estabelecem a sua
1 VY GOTSKY , L. S. A f ormação social da mente. São Paulo: M artins Fon tes, 1999.
34
r elação com os seus pares e com o seu meio, tr ansf ormando-o, assim como, a si
mesmo. T al postur a r efor ça a necessidade de constan te atualiz ação dos meios e
ferr amen tas do ensino e da apr endiz agem por ex emplo. Os nascidos pós década
de 80 já são considerados ‘nativos digitais’ e, natur almente, apr endem a us ar toda
espécie de mídias digitais criando mundos par alelos que con vivem entr e o r eal e o
digital. O acesso às notícias e atualidades é dif er ente par a essa nova g er ação, que
busca informações em diversos formatos dif er entes. Segundo P alfre y e Gass er (2011)
educador es estão pr eocupados com dois fator es essenciais: o f ato de estarem em
descompass o com seus alunos; e a desatualização do sistema educacional face às
mudanças decorr entes do novo panor ama digital. Nesse caminho, e com finalidades
educativas, esse tr abalho procur a apr esentar uma nova abordagem par a auxiliar o
ensino de disciplinas teóricas do curso de ar quitetura e urbanismo que tratam, em sua
essência, do aprendiz ado de arquitetur as históricas de divers as épocas, localizadas
em lugares r emotos. En tendemos que em um cenário ideal s eria importan te para
o enriquecimento do r epertório do aluno conhecer as obras edificadas e sítios dos
mais diversos estilos espalhados pelo mundo, porém, na pr ática, as aulas de campo
normalmente se valem dos monumen tos locais, enquanto no con texto de sala de
aula, os r ecursos utilizados são f otos, pr ojeções ou filmes.
Me todologia de ex ecução: Nosso estudo utilizou a tecnologia da r ealidade virtual
inter ativa par a transportar virtualmente um grupo de alunos par a uma edificação
r eligiosa local, não conhecida por eles, enquanto um segundo grupo de alunos visitou
a mesma edificação pr esencialmente. F oram utilizados equipamen tos de baix o custo
de forma que todos puderam participar do experimen to. Os dois grupos de alunos
obtiver am as mesmas inf ormações dos prof ess or es, por meio de um
tour
guiado com
um trajeto pr é-definido, porém dando a liber dade para que todos pudessem explor ar
o ambiente de forma independen te enquanto o pr ofessor conte xtualizava com o
conteúdo. P osteriormente, os dois grupos de alunos r esponder am as questões de um
aplicativo especialmente criado par a a experiência.
R esultados alcançados/ esper ados: Os resultados apon taram a eficácia do mé todo
quando utilizado em conjun to com as explanações do pr ofessor , principalmente
em termos de avivamento da lembr ança, para quem esteve fisicamente no local e
a sens ação de “teletr ansporte” para quem não esteve. Além disso, gr avamos uma
matéria par a a TV REDE BRASIL explicando o proje to. Como desf echo da pesquis a,
esper amos testar a aplicação em um turma da dis ciplina T eoria e História da
Ar quitetur a e Urbanismo II no UNIPÊ.
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A cer vo fo togr áfico:
Figur a 1 : A tividade do proje to
Fon te: acer vo próprio (2018 )
Figur a 2 : A tividade do proje to
Fon te: acer vo próprio (2018 )
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Figur a 3: A tividade do proje to
Fon te: acer vo próprio (2018 )
Figur a 5 : A tividade do proje to
Fon te: acer vo próprio (2018 )
Figur a 4: A tividade do proje to
Fon te: acer vo próprio (2018 )
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EDUCA ÇÃ O P A TRIMONIAL EM
E SC OLA S PÚBLICA S A TRA VÉ S
DE TE CNOL OGIA S DE REALID ADE
VIR TU AL - P ARCERIA ENTRE UFPB
E UNIPÊ
Curso pr omotor do proje to : Ar quitetur a e U rbanismo – UNIPÊ
Cursos in tegr ados: Arquitetur a e Urbanismo – UFPB
Coor denador( a ): Deme trius Lacet R amalho da Silva
Colabor ador es( as ): P r of a. Maria B erthilde Mour a Filha
Discentes: Emmanuell C arlos Leite, Thaís T r avassos de Az evedo, Maria E duar da T avar es
de Souza, B árbara Gama
Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( x ) C omunidade
Local onde o pr ojeto se desenvolve: L abcriativo – Unipê, LPPM - L abor atório de
Pesquisa, Pr ojeto e M emória – UFPB.
Cr onogr ama de e x ecução do pr ojeto: Segundas- f eir as – UFPB e Labcriativo (14:00 às
17:00hs ). A cada 15 dias acon tece em uma das instituições.
R esumo: Sempr e foi do in ter esse do homem em toda a história salvaguardar a
memória visual dos lugar es, seja em des enhos, pintur as ou f otogr afia. C om o adven to
dos equipamentos de r egistro digital de imagem, a f orma de apr esentação vem s e
modificando e aplicações de r ealidade virtual vem s endo utilizadas par a pr opor cionar
visitas virtuais mais con vincen tes tornando essa experiência mais pr ó xima da visita
física. Nesse sentido, este tr abalho busca apr esentar uma nova abor dagem faz endo
uso da inter ação pr opor cionada pela R ealidade Virtual par a o ensino de uma área
pouco explor ada, mas de gr ande importância, que é a E ducação Patrimonial.
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Objetivo: D iante do desafio de abor dar a temática da educação patrimonial nas
instituições de ensino público na Par aíba, que ainda acon tecem de f orma muito r ar a, o
pr esente tr abalho em um acor do de cooper ação técnico-cien tífico entr e UNIPÊ e UFPB
teve como objetivo levar par a estas escolas atr avés de oficinas utiliz ando r ecursos
tecnológicos de r ealidade virtual, a discussão da educação patrimonial objetivando a
disseminação do conhecimento, a conscientiz ação par a a pr eser vação do Patrimônio
Cultur al e o enriquecimen to individual e coletivo.
Me todologia de ex ecução: A pesquisa f oi desenvolvida por meio de um estudo de
caso explor atório, com abor dagem quanti-qualitativa, em uma escola pública da
cidade de J oão P essoa – PB, utilizando r ealidade virtual disponível nas plataf ormas
Google Car dboar d
e
Google Expeditions
acessado de um smartphone ( app ) tendo como
visualizador inter ativo o óculos
Google Car dboar d
. Par a o experimento f oi escolhida
uma turma e dividida em dois grupos. Um grupo f oi levado par a uma visita física à um
monumento importan te da cidade, enquan to o outr o viu apenas imag ens pr ojetadas
do seu interior . F az endo uso dos óculos de realidade virtual, ambos os grupos visitar am
virtualmente o ambien te em questão e r esponder am um questionário pr epar ado par a
essa finalidade.
R esultados alcançados/ esper ados: Oficinas de educação patrimonial na Escola
Municipal Índio Pir agibe e pr odução de artigos publicados nos seguintes even tos:
Artigo - II Simpósio Científico IC OMOS B r asil – Belo H orizon te - MG
Artigo - EDULEARN18 - 10th annual International C on fer ence on E ducation and N ew
Learning T echnologies - Espanha
Artigos - XXII SIGr aD i 2018 – T echnopoliticas – USP – São P aulo - SP
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A cer vo fo togr áfico:
Figur a 1: A tividade do proje to
Fon te: acer vo próprio (2018 )
Figur a 2: A tividade do proje to
Fon te: acer vo próprio (2018 )
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Figur a 3: A tividade do proje to
Fon te: acer vo próprio (2018 )
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GE ST Ã O DO P A TRIMÔNIO
CUL TURAL: INTERF A CE S
DO S ABER
Curso pr omotor do pr ojeto: Ar quitetur a e Urbanismo
Cursos in tegr ados: Design de In terior es
Coor denador( a ): Mirella de Almeida B r aga
Colabor adores( as ): Debor ah Padula Kishimoto e M aiara A teciene dos Santos B elo
Discentes: Fagner de Sousa Santos, Arthur Nascimento F . T eix eira, L ucas Almeida de
Souza, Ar y ana de Assunção Santiago, I gor Vinicius de A. Neves, R afael M artins de Mour a,
R ogna Apar ecida C. Galdino, Barbar a Rocha C ariello, Eliza de Araújo Chaves, João Victor
Ferr eira da S. San tos, Joanne F ernandes Alves, L ucas Delfino, L ygia Alves P . Alex andre,
Anne K ar oline Br asil F arias, Jaiane Oliveir a de Lima Santos, Maria L uiza X avier Chaves,
Hebert de Azevedo Costa, N atalia Carneir o de Lima, Maykho w Douglas, Micaellen Brito.
Público alvo beneficiários do pr ojeto: mor ador es dos bairr os do Castelo B r anco e
Jaguaribe e alunos do U nipê.
Local onde o pr ojeto s e desen volve: C entr o Universitário de João P essoa, Bloco I,
salaI181.
Cr onograma de e x ecução do pr ojeto: Sextas- feir as, das 16:00 as 18:00 ( presencial)
MÊS D ATA A TIVID ADES
MARÇ O
Hor ário
16:00 as 18:00
02 DIVUL G A ÇÃ O ALUNOS APRO V ADOS
09 Pesquisa e análise de campo nos bairros estudados (D ivisão
de equipe )
16 Apresen tação do material recolhido ( socializado )
23 Amostragem par a evento Saau/ iesp
ABRIL
Hor ário
14:00 as 18:00
13/04 R eunião para análise da documentação r ecolhida para o
proje to ( culminância final)
24/04 Apresen tação do Pr ojeto de Extensão na Saau/Iesp.
42
MAIO
Hor ário
14:00 as 18:00
04/05
09/ 05
R eunião de articulação do evento A sped.
R eunião com Pr esidente da Associação dos M orador es do
Castelo B ranco
JUNHO
Hor ário
15:00 as 17:00
04
09
R eunião para culminância final do pr ojeto
En trega do produto final par a as comunidades: Jaguaribe e
Castelo B ranco
11 En trega do relatório final
R esumo: O pr ojeto “Gestão do P atrimônio Cultur al: interf aces do saber” , of erecido
pelo pr ograma de e xtensão do Cen tro U niversitário de João P essoa – Unipê, junto ao
Curso de Ar quitetur a e Urbanismo, tem como objetivo a r ealização de tr abalhos de
identificação, r econhecimen to e salvaguarda/ pr eser vação de r efer ências culturais
imateriais e materiais em dois bairr os da cidade de João P essoa, o bairro do J aguaribe
e o bairr o do Castelo Br anco. A singularidade desses dois bairros é fruto da nossa
pesquisa. Con tamos com extensionistas, divididos em equipes ( duas ) que r evers am a
pesquisa nos dois ref eridos bairros.
Objetivo: I dentificar os tipos de r elação que acon tecem num bairro, como elas ocorr em
e a importância dessas relações, en tendimento da dinâmica en tr e morador es do
bairr o e visitantes, turistas, etc.
Me todologia de ex ecução:
1. T r ansdis ciplinaridade
2. T r abalho cooperativo
3. Estudo de caso e diagnostico nos bairros
4. Leitur a de textos e/ ou artigos científicos
5. Experiências de campo, r ecolhimento do material
6. A valiação multiface tada de conhecimento
R esultados alcançados/ esper ados: Participação dos alunos em even tos da área
do Patrimônio cultural, disponibiliz ando resultados ob tidos ao longo do projeto de
extensão.
R ecolhimento de material par a composição do inven tário dos bairros, Jaguaribe
e Castelo B ranco. I mag ens cap tadas nas visitas de campo. En tr evistas e contatos
estabelecidos com mor adores e visitantes dos r eferidos bairr os. Elabor ação do produto
final par a culminância do projeto.
43
A cer vo fo togr áfico:
Figur a 1: Pr odutos da feir a de quarta-f eir a – Jaguaribe
Fon te: F otos r ealizadas por I gor Neves, abril 2018, editadas por D eborah Kishimo to.
Figur a 2: Pr odutos of ertados para venda na Feir a de quarta-feir a – J aguaribe
Fon te: fotos r ealizadas por L ygia Alex andre, abril 2018, editadas por Deborah Kishimo to.
44
Figur a 3: Jaguaribe
Fon te: F otos elabor adas por I gor N eves abril 2018, editadas por Debor ah Kishimo to.
45
HABIT A ÇÃ O CENTRAL :
ANÁLISE D A HABIT ABILID ADE
NO CENTRO HIST ÓRIC O DE
JO Ã O PE SSO A C OMO A UXÍLIO À
C ONSER V A ÇÃ O
Curso pr omotor do proje to: Ar quitetur a e Urbanismo
Cursos in tegrados: Design de In teriores
Coor denador( a ): Lizia A gra Villarim
Colabor adores( as ): Ana Gomes Negr ão, Flávia Dan tas da Nóbr eg a
Discentes: Jaine C ânido de Góis, Y asmim Lesiê da S ilva Medeir os; Abel T aiguar a Gomes
da Costa; Ilane Abreu de V asnconcelos; Daniel Araújo R omaniuc; Solange Rufino da
Silva
Público alvo Beneficiários do pr ojeto: alunos – UNIPÊ; e Comunidade
Local onde o pr ojeto se des en volve: Bloco de arquitetur a e urbanismo e pesquisas
in loco r ealizadas no cen tro histórico de João Pessoa e/ ou em cadastr o de dados de
imóveis da pr efeitur a Municipal de João P ess oa.
Cr onograma de e xecução do pr ojeto: O proje to teve inicio em 2017 .2, logo já f oram
r ealizadas as e tapas de Capacitação dos en volvidos, sendo de ag osto a setembr o
de 2017; e Levan tamento de dados cartogr áficos, demográficos e estudo de uso e
ocupação do solo, em s etembr o e outubro de 2017 . A ter ceira etapa pr evista par a o
primeir o semestre da pesquisa foi o estudo morfo- tipologico da área, que tomou
como r efer encia a delimitação do centr o histórico de João P ess oa estabelecido pelo
IPHAN, ocorr endo en tr e outubr o e novembro de 2017 . R ealizada esta etapa, por ém f oi
constatado que a mesma não seria repr es en tativa para o pr ojeto e, de março a abril do
corr en te ano, foi r ealizado a e xpans ão do levan tamento, desta vez, no tocante a poligonal
estabelecida pelo IPHAEP . Em par alelo, f oi realiz ado um levantamen to bibliogr áfico par a
subsidiar os conceitos que fundamentam a pesquisa, em especial o de habitabilidade.
46
Concluída esta e tapa, no pr esente ( maio de 2018 ) o grupo encon tr a-se estabelecendo
os indicador es de habitabilidade, ou seja, correlacionando o levan tamen to in loco com
as conclusões da anális e bibliogr áfica. A pr ó xima etapa será a análise da demanda
imobiliária, que necessitar á de um novo levantamen to, bem como, auxiliar á no
estabelecimento dos critérios de análise. Sendo pr evista par a iniciar em junho, com
pausa para o mês de f érias dos alunos, e r etomar em agosto, finaliz ando no citado
mês. Em par alelo ser á solicitada a autorização do comitê de ética par a a aplicação de
questionários com a população r esidente no cen tr o ( s endo estabelecido amostragem
mediante critérios de estatística ) o que ocorrer á em setembr o, com aplicação em
outubr o e novembr o de 2018.
R esumo: A população residen te nos centr os históricos diminui pr ogr essivamen te,
confirmando a desvalorização dessa por ção como local habitacional. Esse processo
deve-se ao modelo de crescimento nacional, onde, na atualidade, e xiste o “ estímulo
a pr odução de novas unidades habitacionais e novas espacialidades” (BERNARDINO;
LA CERD A,2015), as repr esen tações de decadência e obsolência ass ociada aos edifícios
históricos, e, ainda a visão de in tocabilidade naqueles ex emplar es r econhecidos
como patrimônio cultur al. Por ém, a importância do uso habitacional é apon tada pela
Carta de P etr ópolis (1987) como uma “função primor dial do espaço edificado ” , onde
a manutenção da população r esidente nos cen tr os históricos gar ante a con tinuidade
das “ atividades tr adicionais” e da “ambiência” . Essas consider ações for am, en tão,
corr elacionadas ao conte xto da habitação no Br asil, o que r esultou em cenários
contr aditórios: de um lado, o deficit habitacional e as condições pr ecárias de ár eas
r esidenciais locais; do outr o, a existência de um conjun to de edificações passíveis
de sediar a atividade habitacional em ár ea com ( possível) potencial, capacidade
e necessidade de r esgatar sua função como local de mor adia. A ssim, o pr esente
pr ojeto de pesquisa trata de uma pesquisa analítica que tem por objetivo identificar se
existe viabilidade na promoção do uso r esidencial no centr o histórico de João P essoa
como forma de pr omover a sua cons er vação a partir da análise das condições de
habitabilidade.
Objetivo: Este pr ojeto tem por obje tivo iden tificar se existe viabilidade na promoção
do uso residencial no cen tr o histórico de J oão P essoa como f orma de pr omover a sua
conser vação a partir da análise das condições de habitabilidade.
Me todologia de ex ecução: O pr ojeto trata-se de uma Pesquisa Analítica, que, para
o desenvolvimen to de um estudo qualitativo, necessita de atividades de avaliação
apr ofundadas, sendo, ainda, baseadas em coletas de dados oriundas de f err amen tas
obser vacionais ( análise da paisagem, levantamento morf ológico, análise de dados
47
demogr áficos e cartogr áficos, etc ). Esta opção, consider a que os levan tamen tos
desenvolvidos não en volvem modificações do cenário observado, apenas coleta
e análise de dados ( sendo estes dados estatísticos, cartográficos, estudos tipo-
morfológicos, e tc ). Isto é, a pesquisa bus ca não apenas uma descrição do conte xto em
estudo, mas também explicar as motivações, condicionan tes e possíveis tendências.
Por tr atar -s e de uma análise de porção urbana, e por entendermos que a cidade
é construída historicamente, o desenho da pesquisa será longitudinal. C om isso,
foi desen volvido um estudo da evolução urbana na ár ea, pois a abor dagem e o
entendimen to das distintas tempor alidades e suas consequências urbanas são
necessárias para o compr eens ão do conte xto atual. Esta postur a metodológica está
em acor do com o campo teórico a qual a pesquisa faz parta, a C ons er vação In tegr ada
( CI), onde a cidade é vista, como dita, como um palimpsesto, neste caso, num primeiro
momento, de coleta e análise de dados, serão feitos estudos r etr ospectivos; e, após
os r esultados, são realiz adas pr ospecções/ projeções baseadas nas perspectivas
históricas e no conte xto atual ( traduzidos na f orma de vocações e tendências ).
Em busca pelo estado da arte sobre o tema, constatou-s e que, embora a discussão já
tenha se iniciado em outras cidades, no caso de João P essoa, Par aíba, ainda car ece de
análise, pois os estudos encontr ados abor dam tipologias ar quitetônicas ou pr oblemas
específicos da habitabilidade do CHJP .
R esultados alcançados/ esperados: N o semestre de 2017 .2 o pr ojeto deu con tinuidade
aos levantamen to, o que, como dito no cronogr ama, ainda não f oi concluso. Ou seja,
ainda há não possibilidade de estimar o público alvo da pesquis a, visto que os dados
ainda estão em fase de análise.
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A cer vo fo togr áfico:
Figur a 1: Análise do Uso do Solo no V aradour o por pavimen to (indicação dos usos do pavimento
térreo ).
Fon te: Pr ojeto.
Figur a 2: Análise do Uso do Solo no V aradour o por pavimen to (indicação dos usos do primeiro
pavimento ).
Fon te: Pr ojeto.
49
Figur a 3: Análise do Uso do Solo do centr o histórico de J oão Pessoa ( delimitação IPHAEP) por pavimento.
Fon te: Pr ojeto.
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HABIT A ÇÃ O NO CENTRO
HIST ÓRIC O: A SSISTÊNCIA TÉ CNICA
P ARA PROPROPRIET ÁRIOS DE
RE SIDÊNCIA S NA ÁREA CENTRAL
DE JO Ã O PE SSO A
Curso pr omotor do pr ojeto: Ar quitetur a e Urbanismo
Coor denador( a): F ernanda R ocha de Oliveira
Colabor adores( as ): Deborah P adula Kishimoto; K elly Christine Silva de Lima
Discentes: Arthur Diniz Almeida; Gabriella Almeida de Oliveir a; Ivana A ccioly ; M aria
Luisa C ar valho Lopes
Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( x ) alunos – UNIPÊ, ( x ) C omunidade, ( )
funcionários e colabor ador es – UNIPÊ, ( ) Outr os, Quais?
Local onde o pr ojeto s e desenvolve: O pr ojeto s e desenvolve em dif er en tes locais: na
universidade ( r euniões na sala H171), em campo ( no centr o histórico de João P ess oa )
e, quanto aos períodos de r ealização de pesquisa, por necessitar apenas do uso do
computador , ocorr e onde estiverem os extensionistas.
Cr onogr ama de e x ecução do pr ojeto: as pesquisas e atividades de campo ocorrem
ao longo da s emana, de acor do com a disponibilidade dos extensionistas; as r euniões
par a planejamento atualiz ação das solicitações f eitas pelas pr of essor as coordenador a
e colabor ador as são realiz adas às sextas-f eiras, semanal ou quinzenalmen te ( a
depender dos prazos demandados ).
R esumo: D ian te dos sucessivos incentivos ao uso da L ei de Assistência Técnica para
Habitação de Inter ess e social, o presente pr ojeto prevê a capacitação teórica e prática
de alunos par a a captação destes incen tivos, bem como a e x ecução das atividades
pr ofissionais a ela corr elacionadas, de modo ético e in tegr ado às necessidades da
comunidade pessoens e. Seu difer encial é adotar como parte dos critérios de s eleção
do imóvel que será con templado a sua localização no cen tro histórico de João P essoa,
51
haja vista a car ência do us o habitacional nessa área par a a cidade e sua importância
estr atégica para a sociedade pessoens e. Ser ão diferen tes métodos e materiais par a
cada uma das etapas pr evistas, dentr e as quais estão a pesquis a de campo, os
levantamen tos bibliogr áficos, documentais, normativos e ar quitetônicos (mé tricos e
fo tográficos ), bem como a r ealização de pr ocess o pr ojetual de intervenção. Além dos
pr odutos práticos esper ados ( plantas e maquete ar quitetônica ), vê-s e um potencial
acadêmico ( atualiz ação do corpo docente e preparação dos alunos egressos par a
um nicho especializado de mer cado ) e outr o social, já que s e vislumbra, neste tipo
de ação, um potencial de valoriz ação não s omen te pontual de edificações, mas de
toda a ár ea pró xima ( dado o car áter de novidade que poderá pr oduzir ), bem como um
estímulo ao cuidado e às r elações de pertencimento com o território.
Objetivo: O pr es ente P rojeto de Extensão almeja capacitar teórica e praticamen te alunos
do curso de Arquitetur a e Urbanismo par a a captação de incen tivos de assistência
técnica em habitação de in teresse social, bem como para a e xecução das atividades
pr ofissionais a ela correlacionadas, de modo é tico e integr ado às necessidades da
comunidade pessoens e.
Me todologia de ex ecução: O projeto con ta com difer entes pr ocedimentos
metodológicos: r ealização de pesquisa bibliográfica e de campo – par a entendimen to
dos pr é-requisitos de aplicação da A THIS e busca por um objeto de estudo adequado
a eles; aplicação de questionário; r ealização de con vers as par a entendimen to das
necessidades do( a ) pr oprietário( a ) do objeto de estudo; r ealização de levan tamentos
fo tográficos e mé tricos da edificação de estudo, bem como sistematização dessas
inf ormações em meios digitais; aplicação dos conhecimentos r elacionados a
R estauração e R evitaliz ação de bens culturais par a proposição de P rojeto de In ter venção
par a adequação da edificação a melhores condições de mor adia; criação de manual
inf ormativo s obr e todo o pr ocesso; elaboração de textos e apr esentações em eventos
par a compartilhamento das experiências em ambien tes acadêmicos.
R esultados alcançados/ esper ados: O pr ojeto está em s eu primeir o s emestr e de
vigência, mas já vem apresentando alguns r esultados. A partir dos estudos r ealizados a
r espeito da aplicação da lei A THIS ( sobretudo no cenário pessoense ), for am elaborados
materiais inf ormativos ( em formato de folder , com linguag em simplificada ) par a
ser entr egue a possíveis futur os contemplados por esse benefício. T ambém for am
elabor adas refle xões críticas sobr e as potencialidades e os limites dessa lei, que
for am submetidas e aceitas em um Simpósio Cien tífico de abrangência nacional.
Ainda par a ess e semestre são esper ados outros tipos de resultados: con fecção de um
manual com as inf ormações necess árias par a a aplicação da A THIS e realização de
52
um estudo de caso para elabor ação de pr ojeto arquite tônico de intervenção em bem
de valor cultur al, que poderá ser consultado por discentes e in teressados, e ser vir á de
base para a r ealização de diversos outr os projetos de mesma natur ez a. Em semestres
futur os, o número de imóveis ( e proprietários/ as ) con templados poderá aumen tar
significativamente, consider ando o in vestimento de base já r ealizado.
A cer vo fo tográfico:
Figur a 01: Logomarca criada no âmbito do Pr ojeto de Extensão. A utoria: Ciro F erreir a.
Figur a 02: Folder apresen tado junto aos pr oprietários de imóveis selecionados como possível
público-alvo do proje to. Elaboração conjun ta, extensionistas.
Figur as 03 e 04: Exemplos de imóveis analisados nas visitas de campo, candidatos a serem
contemplados pelo pr ojeto.
53
MIE S: MODULA ÇÃ O , INO V A ÇÃ O E
E STRA TÉ GIA S SUSTENT Á VEIS -
CITS
Curso pr omotor do pr ojeto: Ar quitetur a e Urbanismo
Cursos in tegr ados: Engenharia Civil
Coor denador ( a ): Camila Sales N óbrega de Santana
Colabor ador ( a ): Isis Amar al Mér o
Público alvo beneficiários do pr ojeto: ( x ) alunos – UNIPE, o mer cado em geral
Local onde o pr ojeto s e desenvolve: LABCRIA TIV O- Labor atório de Pr o totipagem Unipê,
junto e xtensão CITS – Cidade de Inovações e T ecnologias Susten táveis do Unipê
Cr onogr ama de e x ecução do pr ojeto:
Mobiliários urbanos 2018.1 – 2018.2
Descrição da etapa Início (MM/ AA) T érmino(MM/ AA)
Análise do mercado 02/18 02/18
Elaboração da especificação 03/18 03/18
Elaboração P arâmetr os Qualidade 04/18 04/18
Elaboração dos critérios de avaliação 05/18 05/18
Elaboração da lista dos fornecedores 06/18 06/18
R ecebimento das r espostas dos fornecedor es 06/18 06/18
A valiação técnica das pr opostas 08/18 08/18
R evisão Design Pr otó tipo 08/18 08/18
Início pr ocesso de Pro totipagem 09/18 09/18
R evisão Ergonomia 09/18 09/18
Eficiência ener gética 09/18 09/18
T este Pigmentação 09/18 10/18
T este de salubridade 10/18 11/18
R evisão Conforto Ambien tal 11/18 12/18
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R esumo: Um dos principais desafios da atualidade é o papel da energia no
desenvolvimen to mundial, através da busca pela construção de modelos que possam
ser considerados susten táveis para a humanidade. Esses devem ser capazes não
só de contribuir par a superar os pr oblemas atuais – panor ama social, econômico
e ambiental, como passíveis de g ar antir a pr ópria vida por meio da pr oteção e
manutenção dos sistemas natur ais.
Neste con texto, op tou-se em realiz ar uma extensão de campo explor atória para
ser des en volvida no LABCRIA TIV O- Labor atório de Pr oto tipagem Unipê, junto
extensão CITS – Cidade de Inovações e T ecnologias Susten táveis do Unipê, com
a criação de um modelo tridimensionais condizen tes com sustentabilidade.
Partindo do pr essuposto, o pr ojeto de extensão pr oposta tem como objetivo
além da eficiência ener g ética a r elação MODULA ÇÃ O e POR T ABILID ADE, estr atégia
que possibilita escolher o f ormato de configur ação das cabines de acordo
com a necessidade. Os materiais escolhidos par a a produção do pr ojeto, serão
estudados e analisados como o polietileno de alta densidade com tratamen to
químico contr a r aios ultraviole tas, painéis f otovoltaicos e sistema de automação.
Das simulações, devem ser extr aídos testes e calibração do modelo computacional
r epresentativo dos modelos criados par a em análises de desempenho térmico. O
mesmo deve também ser capaz de verificar a influência da utiliz ação do aquecimento
solar passivo para melhoria do con forto nos períodos de in verno e de ver ão, variando
as abertur as das esquadrias. Portan to, a pesquisa s e detém ao monitor amento termo-
ener g ético da edificação devendo fornecer informações e meios viáveis par a que s e
possa empregar estr atégias de f orma consciente à eficiência ener g ética.
Objetivo: Pr opor uma criação de pro tótipo par a banheiros químicos com enf oque na
inovação, design, tecnologia, avaliação da iluminação, ventilação e con forto no C entr o
Universitário de João P essoa, J oão Pessoa – Par aíba.
a ) Desenvolver estudos, pesquisas, pro tótipos, pr ojetos, trabalhos técnicos e de design
par a o meio acadêmico e mercado;
b ) Desenvolver pro tótipo que venham a ser contr atados, dentr o das competências
r elativos às áreas de inovação, tecnologia, design e sustentabilidade, consider ados de
r elevante in teresse acadêmico e de mer cado;
55
c ) Fomen tar a f ormação ético-pr ofissional dos alunos, incutindo-lhes, a par da
competência técnica, noções estritas de r esponsabilidades pro fissional e social, no
campo de suas atividades pr ofissionais.
Me todologia de ex ecução: A extensão M odulação, Inovação e Estr atégias Susten táveis
CITS foi implemen tado no ano de 2017 no curs o de Arquitetur a e Urbanismo com
intuito de atender a demanda cr escente de alunos que pr etendiam tr abalhar em
estudos r elativos à sustentabilidade e inovação. A instituição adotou esta metodologia
com intuito de f omentar pesquis as e extensões em ár eas de inter esse s ocial e de
mer cado. O proje to foi implemen tado no curso de eng enharia civil no semestr e
2017 .2 do corr ente ano letivo. Esse proje to irá beneficiar os alunos da instituição e
coor denadores das unidades acadêmicas, por meio de um pr ocesso de planejamento
e contr ole claramen te definido. A Equipe do Pr ojeto está organizada de acor do com
suas unidades acadêmicas, cursos de Arquitetur a e Urbanismo e E ng enharia Civil,
cujos r esultados são acompanhados pelos coordenador es da extensão e pelo setor
institucional r esponsável por Extensão e P esquisa- COESE.
Den tr o da estrutura e xistem pr ofissionais, denominados pr ofessor es coordenador es/
orientador es, responsáveis por:
• Man ter o r elacionamento e o atendimen to aos alunos;
• Orien tar e acompanhar o desen volvimento do trabalho;
• Gar antir o cumprimento das en tregas respeitando o cr onograma institucional;
• Conduzir o pr ocesso de ensino aprendizagem.
Além dos coor denadores da e xtensão e os alunos participantes o quadr o da equipe
técnica é composto por um g estor administrativo, r esponsável pela condução
dos pr ocessos, um laboratorista na ár ea de Pr oto tipag em e uma secretária
r esponsável por man ter o atendimen to e contr ole de assiduidade dos alunos.
Os alunos e pr of essores coor denadores utilizam as instalações do L abor atório de
Pr oto tipag em nos semestres letivos em horário comer cial em dois turnos, manhã das
8:00hs até 12:00hs e no turno da tarde de 13:00hs até 17:00hs, dur ante os cinco dias
úteis semanais, to talizando 20 hor as por turno semanal. Sendo pr evista a ampliação
par a o turno da noite no ano de 2018.
56
Quadr o 1 - Início da Oper ação
A daptação Elabor ar e disponibilizar aos pr of essores
coor denadores os documen tos da metodologia
adotada;
Ajustar os documen tos ao modelo um modelo
MEC;
Definir um r epositório par a o armazenamen to da
documentação.
T r einamento T r einar toda equipe da e xtensão
A companhamento de pr ojetos Orien tar o gestor e pro fessor es auxiliando na
análise e avaliação contínua dos pr ojeto;
- Ger ar r elatórios tecendo comen tários par a cada
uma das ár eas de conhecimento definidas;
Mé tricas e indicadores - In formar desempenho dos alunos, pr azos e
riscos;
- In formar tendências do pr ojeto;
Monitor amen to dos alunos Monitor ar o desempenho dos alunos
Monitor amen to de pr ojetos Monitor ar o pr ojeto de e xtensão por meio de
indicador es coletados.
As r estrições:
As r estrições são f ator es de limitação no proje to, sendo eles:
- Normas e legislações;
- Pr azos;
- R estrições técnicas e tecnológicas;
- R estrições de r ecursos;
- Or çamen to;
- En volvimen to das áreas af etadas;
- Disponibilidade dos participan tes par a atividades de tr einamen to;
- Dosagem entr e burocr acia e necessidade de documen tação;
- Manutenção de alguma estabilidade nas prioridades or ganizacionais;
- Mudança do modelo de tr abalho das ár eas envolvidas;
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PRINCIP AIS PRODUT OS A SEREM ENTREGUE S:
Estrutur ação do pr ojeto
- r euniões par a definição e validação do escopo e responsáveis;
- elabor ação do plano de pr ojeto e todos os templates par a operacionaliz ação e
validação;
- mobilização da equipe in terna;
Oper acionalização
- definição com a equipe r esponsável e com os usuários dos s er viços, das
ferr amentas e dos pr ocess os;
- ex ecução e contr ole de atividades;
- elabor ação de r elatórios de status de acor do com o plano de comunicação.
Modelo de manutenção evolutiva
- análise do relatório de evolução e maturidade;
- elabor ação de um plano de médio pr azo.
RESPONS ABILID ADES:
R espons abilidades Institucionais
- T odas as inf ormações técnicas;
- Documen tação técnica que s ejam indispensáveis;
- os r ecursos materiais;
- o har dwar e e o softwar e que se f azem necessários.
R espons abilidades dos coordenador es e gestores do Pr ojeto
- super visionar todas as e tapas e o andamento dos tr abalhos;
- gerir , juntamen te com os coor denador es de curso, qualquer mudança no escopo
ou nas demais ár eas;
- seguir os pr ocedimentos descritos no planos.
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Quadr o 2 - Critérios de aceitação e implemen tação de pr ojetos feitas pelos docen tes
e coor denadores:
PRODUT O DESCRIÇ Ã O
Estrutur ação do proje to - Plano de pr ojeto apr ovado;
- equipe mobilizada;
Oper acionalização - ser viços ferr amen tas e processos;
- atividades r ealizadas;
- principais stakeholders en volvidos e
atualizados.
Disponibiliz ação de base na internet - Sistema w eb oper ando
Definições e modelos de tr einamento - Alinhamen to com os cursos de ref er ência.
Con teúdo pr ogr amático - Alinhamen to com os cursos de ref er ência.
Elabor ação de modelos de treinamen to - Alinhamen to com o con teúdo aprovado.
Modelos de manutenção evolutiva - En tr eg a do documen to com atual estágio
Labor atórios utilizados
• Labor atório de M ateriais;
• Labor atório de C onf orto Ambien tal;
• Labor atório de Pr o totipagem;
• Labor atório de Impr essão e Plotagem;
R esultados alcançados e esper ados: A criação do pr o tótipo sur giu diante de uma
atividade desenvolvida na disciplina de In teriores III, estando vinculada à linha de
pesquisa design, neg ócios, cultur a e tecnologia com ênf ase na qualidade energética
construtiva e nos r espectivos materiais de acabamento, modulação e portabilidade.
Viabilidade e R esultados: C om a miss ão de pr ojetar 2018, propõe-se pr ojeto de
mobiliários urbanos. Ambos s eguindo rigor os amen te as exigências pr evistas nas
normas técnicas, buscando tr azer melhor conf orto ao usuário. A pr oposta deve atender
diversificados públicos, lançando uma linha popular e uma linha de lux o onde o
difer encial entr e as linhas acontece atr avés da utilização de pr odutos complementar es,
como perfis também portáteis e modular es que podem s e moldar à necessidade
atr avés de conectores.
No ano de 2017 for am desenvolvidos banheir os químicos desde seus estudos iniciais,
pr opostas de mercado, novos materiais, revisão do design do pr otó tipo, testes de
pigmentação e resistência jun to com a r evisão do conforto térmico e detalhamentos
do equipamento.
59
OCUP A ÇÃ O URB ANA E A S Á GU A S
SUB TERRÂNEA S
Curso pr omotor do proje to: Engenharia Civil
Cursos in tegrados: Ar quitetura e U rbanismo / Ciências da Computação
Coor denador a: Ms V ânia P aiva Martins
Colabor adora: Ms M aria Jacy Caju Do E gito
Discentes: R af ael Santos C ruz, Cay o I aslley Nunes de Lima, C arlos Alisson Aragão
Bez err a, F rancisco T alis on F urtado de Amorim,
Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( ) C omunidade, ( )
funcionários e colabor adores – UNIPÊ ( ) O utros, Q uais?
Local onde o pr ojeto se desenvolve: L abor atório de química no complex o labor atorial
de engenharia civil, Biblioteca do U nipê.
Cr onogr ama de ex ecução do projeto: Segunda-F eir a (18:00 às 19: horas )
R esumo: O meio ambiente urbano é uma mistur a de componentes natur ais e
antr ópicos. Nas últimas décadas a aceler ada expansão das cidades pr ovocou
pr ofundos impactos no ecossistema urbano. O pr esente estudo pr etende verificar
se o processo de adensamento urbano na costa litor ânea do município do J oão
Pessoa pr ovocou r ebaix amento do lençol freático nos últimos vinte anos. P ara isto,
serão utiliz ados dados de relatórios de sondagem de percussão ou de simples
r econhecimento, denominado SPT , do pr ocess o de ocupação urbana e dos índices
pluviométricos. O método ado tado será a localiz ação dos fur os de s ondagem nos
overlay s do município, levantamen to do pr ocesso de ocupação do s olo urbano e
análise dos dados pluviométricos utilizando a f erramen ta CAD , e o softw ar e QGIS.
Com isso, poder á ser gerado um banco de dados sobr e as condições hidro geológicas
dos bairr os pesquisados para estudos a serem desen volvidos por pr of essores e
alunos da instituição, como também de outr os pesquisadores in teressados no tema.
V ale r essaltar que esta pesquisa será desen volvida por alunos da engenharia civil,
ar quitetur a e do curs o Ciências da Computação. A temática sobr e r ecursos hídricos
60
e ocupação urbana é pertinente na ár ea da Engenharia Civil e pr ovoca a busca do
conhecimento abr angendo distintas ár eas da mesma.
Objetivo: V erificar se ocorrer am modificações na pro fundidade do lençol freático
nos últimos 20 anos nos bairr os da costa litorânea do município de J oão Pessoa-
PB, atr avés de um levantamento de in formações ob tidas em r elatórios de s ondagem
de per cuss ão ou de simples r econhecimento, denominado SPT ( S tandard P enetration
T est).
Esta pesquisa tem como obje tivos específicos:
I. Elabor ação de um banco de dados com s ondagens realiz adas nos últimos vinte
anos;
II. Elabor ação de mapa com as informações coletadas;
III. Elabor ação de mapas com obs er vações feitas em campo;
IV . Elaboração de mapas de uso do solo.
Me todologia de ex ecução: T r ata-s e de uma pesquisa explor atória, com a finalidade de
verificar rebaix amen to do lençol freático e as consequências deste rebaix amen to nos
bairr os costeiros do município de João P essoa. Quanto a natur eza da pesquisa, é um
estudo quantitativo e de campo com levan tamento compar ativo de dados temporais
em R elatórios de Sondagem.
R esultados alcançados/ esper ados: O levantamen to de dados demonstrou que na
avenida João M aurício no bairro de M anaíra en tre os anos de 2005 e 2009, levando
em consider ação o índice pluviométrico, verificou-s e a ocorr ência de rebaix amentos
similar es ar ser em realiz adas as s ondagens. O nível do lençol freático passou de uma
profundidade média de 1,49 m par a uma profundidade média de 2,93 m.
O estudo das consequências do adens amen to urbano s obr e as águas subterr âneas
é bastante comple xo, tan to do ponto de vista ambiental como do pon to de vista da
ocorr ência de recalque futuros nas edificações e xistentes na costa litor ânea do
município de João P ess oa.
61
A cer vo fo togr áfico:
Figur a 1: Mapa de L ocalização da Área O bjeto de Estudo ( via QGIs ).
Fon te: Autor es (2018).
Figur a 2: Mapa de L ocalização da Área O bjeto de Estudo em 2005 ( via Google Earth ).
Fon te: A utores (2018 ).
62
Figur a 3: Mapa de L ocalização da Área O bjeto de Estudo em 2005 ( via Google Earth ).
Fon te: Autor es (2018).
Figur a 4: Mapa de P ermeabilidade da Ár ea Objeto de Estudo em 2005 ( via QGIs ).
Font e : Autor es (2018).
63
P AIS A GEM URB ANA: UMA ANÁLISE
CRÍTICA D A IMA GEM D A CID ADE
DE JO Ã O PE SSO A
Curso pr omotor do pr ojeto: Ar quitetur a e Urbanismo
Coor denador( a ): Mar cela Dimenstein
Colabor adores( as ): Andr ei de Ferr er e Arruda Cavalcan ti
Discentes: Armando José Batista Fernandes P as coal, Arthur Diniz Almeida e L etícia
Queir oga Sousa de Mor ais
Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( ) C omunidade, ( )
funcionários e colabor ador es – UNIPÊ ( ) Outr os, Quais?
Local onde o pr ojeto se des envolve: O proje to está vinculado ao curs o de Ar quitetur a
e Urbanismo do UNIPÊ e trabalha com a paisagem urbana em dois bairros da cidade:
A er oclube e R og er .
Cr onograma de e x ecução do pr ojeto: As r euniões do grupo ocorrem quinz enalmente
às quintas- feir as, por ém as visitas in loco ocorrem segundo a necessidade e de acor do
com a disponibilidade dos participantes.
R esumo: O meio urbano é, hoje, lar da maior parte da população mundial, e por
consequência, grande parte das e xperiências humanas têm ocorrido em espaços
urbanizados. A Or ganização das Migr ações In ternacionais (2015) afirma que,
atualmente, as cidades que mais cr escem demograficamen te e economicamen te no
mundo, apesar de per calços históricos e problemas sociais laten tes, estão localizadas
em países em des en volvimen to. A realidade destas apon ta par a a necessidade de
se pens ar em s oluções inteligen tes, sustentáveis, inclusivas e que en volvam as
possibilidades da criatividade dos setores pr odutivos e inteligência dos planejador es
urbanos ( GEHL, 2010 ).
Consider ando pais agem urbana como a arte de organizar visualmente o conjun to de
edifícios, ruas e espaços que compõem a cidade ( CULLEN, 2006), o pr ojeto de pesquis a
64
“Paisagem urbana: uma análise crítica da imag em da cidade de João P essoa” s e
pr opõe a estudar e analis ar criticamente a paisagem produzida na capital par aibana.
João P essoa é hoje canteir o de uma série de obras de in fraestrutur a viária, como: os
tr evos de Mangabeira e Geisel, o novo viaduto sobre o R io Jaguaribe. Obr as estas que se
alinham ao viés funcionalista e que relegam os aspectos da imagem da cidade a um
segundo plano, numa expectativa de que a belez a surja a partir da contribuição dos
espaços par a um ‘bom funcionamen to ’ da cidade.
Com esta pesquisa, pr etendemos r ealizar leitur as da pais agem urbana em difer entes
ár eas da cidade, bus cando iden tificar as áreas mais ricas e mais pobr es em termos
de qualidades espaciais, levantando os elemen tos específicos que as dotam de tais
qualidades. For am selecionadas quatro ár eas da cidade, sendo duas delas parte do
núcleo tradicional, nos bairr os de R oger e Jaguaribe, e duas ár eas de ocupação mais
r ecente, nos bairr os do A eroclube e M angabeira. A qui nessa apresen tação f ocaremos
nossos esfor ços nos bairros do R oger e A er oclube.
Objetivo: A pr esente pesquisa tem o in tuito de r ealizar uma leitur a da pais agem urbana
de João P essoa. Mais especificamen te, bus camos per ceber os elementos que compõe
a paisag em das difer en tes áreas selecionadas, compr eendendo e comparando a
forma como o arr anjo destes geram po tencialidades e fragiliz adas na qualidade do
espaço.
Me todologia de ex ecução: O proje to está em atividade desde o s emestr e 2017 .2 e conta
com 06 discentes devidamen te matriculados no curs o de Arquite tura e Urbanismo.
Iniciamos nossas atividades com as leituras das bibliogr afias básicas da pesquis a
que contam com textos de Jan Gehl (2010 ), Cullen (2006 ), L ynch (2006), den tre outr os.
A partir das leituras e discussões em grupo, delimitamos o objeto de estudo para 04
bairr os da cidade: A eroclube, R og er , Jaguaribe e M angabeira.
As primeir as visitas de per cepção visual e s ensorial das áreas trabalhadas iniciar am-
se no final de 2017 .2 e possibilitar am uma leitura urbana compar ativa de dois dos
bairr os aqui estudados: R og er e Aer oclube. As pesquisas apontavam a construção da
paisag em cultur al como alg o comple xo, devido ao númer o de variáveis e do f ato das
per cepções g er adas s er em responsáveis pela sua constituição, já que não se restringe
ao visível, mas tr az uma carga de sentimen tos, valor es e crenças (FILHO; OLIVEIRA,
2013 ). Logo, além das obs er vações de campo, op tamos por utiliz ar a metodologia de
mapas mentais desen volvidos por Salete K ozel (2009 ).
65
O pr ocedimento ado tado f oi o de cartogr af ar o pr ocesso per ceptivos dos mor ador es
e daqueles que possuíam alguma vivência nos bairr os. P ar a a r ealiz ação de tal
tar efa, o grupo foi dividido com a finalidade de fazer en trevistas com a população,
que aconteciam ger almente en tre 15hs e 18hs, quando há maior flux o de pess oas
cir culando. Na abor dagem com os tr ans eun tes enfatiz ou-s e que o trabalho er a f eito
por estudantes universitários e er a pedido aos entr evistados que respondessem à
questão “R epresen te atr avés de imagens o que significa o bairro do A eroclube/R oger
par a você” . Par a o pr ocesso de interpr etação dos mapas f oi utilizado o método pr oposto
por K oz el (2009 ): In terpretação quan to à f orma de repr es en tação dos elementos na
imagem; Interpr etação quanto à distribuição dos elemen tos na imagem; Interpr etação
quanto à especificidade dos ícones: R epr es en tação dos elementos da paisag em
natur al; R epresen tação dos elementos da paisagem construída; R epresentação dos
elementos móveis; R epr es en tação dos elementos humanos; Apr es entação de outr os
aspectos ou particularidades. A o todo, for am coletados 10 mapas mentais em cada
bairr o ( Aer oclube e R oger) par a análise.
R esultados alcançados/ esper ado: Com as obser vações de campo conseguimos g er ar
um estudo compar ativo entr e os dois bairros e iden tificamos divers as especificidades
contr astantes como: ano de ocupação inicial, localiz ação g eogr áfica, tipologia de
edificações, r enda média dos habitantes, delimitação e dimensão de lo tes.
T ambém for am identificados seus pon tos de maior concen tração de pessoas, gr andes
equipamentos urbanos, den tre outr os, o que indicava uma maior probabilidade de
participação dos indivíduos na pesquisa. A aplicação dos mapas mentais mostr ou a
per cepção da paisag em urbana daqueles que vivem que cir culam pelos dois bairros
e apontou dif erenças significativas.
66
Figur a 1: Mapa men tal 1 - M.L., 23 anos ( mor adora ). Aer oclube, J oão Pessoa, 2018
O mapa 1 apr esenta ícones e letr as, elementos da paisagem construída dispostos de
maneir a separada. P ara fazer sua análise f oi necess ário coletar algumas inf ormações
emitidas pela autor a dur ante a en trevista. Ela r epresenta as r otatórias pelas quais passa
em seu percurso de carr o quando sai de cas a. Além disso repr es entou dois par ques
públicos que estão localizados em um bairr o tangen te ao A er oclube. R epresenta um
pequeno shopping do bairr o onde costuma comer , sua casa e o edifício onde mor ava
anteriormen te. Ess e mapa mostr a o distanciamento da autor a em r alação ao bairro,
r eflex o do lugar onde mor a, o edifício mais alto do bairro, no 32º pavimen to.
Figur a 2: Mapa men tal 2 – L.F ., 45 anos (mor adora ). Aer oclube, João Pessoa, 2018
O segundo mapa apresenta ícones e le tr as, dispostos em perspectiva, com elementos
da paisag em construída. A análise do mapa, juntamen te com o discurs o traz um
67
equipamento que dá nome ao bairr o - o A eroclube. O mapa troux e uma r epresentação
comum aos outr os mapas coletados no local, a simbologia tr azida pelo avião e a pista
de decolagem.
Figur a 3: Mapa mental 3– J.F ., 29 anos ( trabalha no bairr o ). Aer oclube, João Pessoa, 2018
O mapa 3 r etrata a falta de in fraestrutur a que existe nas vias, bur acos na pista, ainda
r epresenta o carr o, simbolizando o trânsito do lugar , além dos edifícios altos e o sol
r epresentando o calor . A f alta de afetividade com o bairr o marca o discurso da autora,
expr essando apenas os problemas no bairr o.
68
Figur a 4: Mapa men tal 4 – A.A., 70 anos ( mor ador ). R oger , J oão Pessoa, 2018
No quarto mapa e xistem dif er entes ícones dispostos em f orma de perspectiva, com
elementos humanos e edificados. A f ala do autor do mapa somada a sua repr es entação
tr az signos que simbolizam sua r elação af etuosa com o bairro: as pessoas aqui
simbolizam a amiz ade, as casas unidas repr esentam a vizinhança, onde todos se
conhecem e se ajudam, a igreja r epr esenta a r eligião no lugar .
Figur a 5: Mapa men tal 5 – J .S., 21 anos ( mor adora ). R og er , João P essoa, 2018
O mapa 5 apr esenta ícones gr áficos de forma dispersa, com elemen tos r epr esentando
a natur eza. P ar a in terpr etar esse mapa foi necessário r ecorr er ao discurso da autora,
que buscou repr esentar um coração simboliz ando o sentimen to de afe to que possui
pelo bairr o, mas apoiado sobre as mãos e com uma r achadur a, significando a sensação
de insegurança que ele sente ultimamen te, uma vez que recen temen te f oi assaltada.
69
Mas em con tr apartida des enha uma flor simbolizando a esper ança de que os crimes
diminuam.
A cer vo fo tográfico:
Figur a 01: 1º Encontr o da pesquisa no IAB/PB, 2017 .
Figur a 02 e 03: Encontr o da pesquisa no Piollin e na Bica, R og er , 2017 .
70
Figur a 04 e 05: Encon tro da pesquisa no P arque P ar ahyba, J ar dim Oceania, 2018.
R ef er ências:
CULLEN, Gor don. Paisagem Urbana . Lisboa: Edições 70, 2006.
GEHL, J an. Cidade par a P essoas. São Paulo: P erspectiva, 2010.
FILHO , F .S.M.; OLIVEIRA, I. J . A utiliz ação de mapas mentais na per cepção da paisagem
cultur al da cidade de Goiás/ GO . CUL TUR: R evista de C ultur a e T urismo, Ilhéus, ano 07 ,
n 03, p. 31-45, 2013.
K O ZEL, Salete. As linguagens do co tidiano como repr es entações : uma pr oposta
metodológica possível. Disponível em: h ttp:/ / obser vatoriogeograficoamericalatina.or g.
mx/ egal12/T eoriaymetodo /Metodologicos/ 04.pdf . A cesso em: 07 de maio de 2018.
L YNCH, K evin. A Imagem da Cidade . São P aulo: Martin F on tes, 2006.
71
PROJET O E F ABRICA ÇÃ O DE
PRO T Ó TIPOS DEFORMÁ VEIS
UTILIZADOS NO ENSINO D A S
E STRUTURA S A TRA VÉ S DO
F ABLAB
Curso pr omotor do proje to: Ar quitetur a e Urbanismo
Cursos in tegrados: não há cursos integr ados.
Coor denador( a ): José Giuseppe Per eira B r anquinho
Colabor adores( as): R odrigo José Lucena de M edeiros
Discentes: Alex andr e Jack s on da Silva Lima, Emanuela V aness a Coutinho do
Nascimen to, J os é O smar T enório Filho.
Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade, ( )
funcionários e colabor ador es – UNIPÊ ( X ) O utr os, Quais?
Local onde o pr ojeto se des en volve: Cen tr o Universitário de João P essoa, Bloco de
Ar quitetur a e Urbanismo, sala H171.
Cr onograma de e xecução do pr ojeto: A pesquisa está s endo desenvolvida em hor ários
adequados à agenda dos dis cen tes, porém especialmen te nas s egundas- feir as são
r ealizadas as aplicações da me todologia nas aulas de estrutur as I e nas ter ças-f eir as
são as reuniões de acompanhamen to e construção dos resultados. Depois das fases
de pesquisa bibliográficas, estudos pr eliminares e pr ojeto e ex ecução dos pro tótipos,
a pesquisa s e encon tra na fase de uso dos protó tipos como f erramen ta metodológica
de ensino.
R esumo: Os cursos de Arquite tur a e Urbanismo têm a particularidade de agrupar
disciplinas e assuntos que abr ang em uma ampla gama de aspectos. Nesse sentido,
o ensino dos componentes curricular es voltados para o estudo e compr eensão dos
sistemas estrutur ais é um tema que s empr e promoveu in vestigações por parte dos
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pesquisadores. Estudos mostr am que há certo desinter esse por essas matérias
não pelo teor técnico que elas apresentam, mas sim pela maneir a que as mesmas
são apresentadas par a os alunos. O uso de maquetes estrutur ais deformáveis, que
demonstr am visualmente o comportamen to de cada elemento estrutur al e suas
composições, pode ser uma s olução par a despertar um maior inter esse dos alunos.
A partir disso, a pr oposta deste projeto é baseada na utilização deste r ecurso para
pr omover um maior estímulo entr e os discentes no que diz r espeito às dis ciplinas
deste eix o curricular e, também, iniciar os alunos colabor ador es no processo de
fabricação de peças pr ojetadas por eles. P ara isso serão pr opostas atividades, com a
participação de alunos e colabor adores, que en volvam uma r evis ão bibliogr áfica do
assunto, o pr ojeto e a manuf atura dos modelos r eduzidos. A s peças dos pro tótipos
serão pr oduzidas utilizando o L aboratório de P ro totipagem Unipê, par a que os mesmos
possam s er vir de instrumento didático de ensino. P osteriormen te s er á f eita uma
análise qualitativa s obr e os resultados do uso destes pr otó tipos em aulas nas turmas
da disciplina de Estrutura I, componen te do segundo período do curs o de Ar quitetura
e Urbanismo desta instituição.
Objetivo: D esenvolver um conjunto de pr otó tipos estruturais def ormáveis e usá-los como
instrumento de ensino em aulas específicas do componen te curricular Estrutur a I.
Me todologia de ex ecução: Na r ealização deste estudo são ado tados procedimen tos de
r evis ão bibliogr áfica, contempladas todas as etapas do pr ocesso projetual, e xecução e
montagem dos modelos def ormáveis, bem como a aplicação dos conceitos físicos das
deformações e esf orços e xistentes em vários tipos de sistemas estruturais básicos.
Par a a r ealização de tais pr ocedimentos os alunos utiliz am f erramen tas digitais de
modelagem e des enho como também f err amentas de conf ecção de maquetes físicas.
R esultados alcançados/ esperados: A té o pr es ente momen to for am feitas pesquisas
bibliogr áficas s obr e o assunto específico e pr ojetados e fabricados quatr o pro tótipos
deformáveis. T ais modelos r eduzidos simulam os sistemas estruturais básicos cabos,
ar cos, tr eliças e vigas. Dur ante as aulas da disciplina Estrutur a I, do s egundo período
do curso de Arquite tura e U rbanismo, estas maquetes são utilizadas para conceituar
e demonstr ar , através do tato e visualmente, esfor ços iner entes a cada um dos
elementos estrutur ais já citados. Esper a-se, ao final da aplicação da metodologia,
buscar um panorama do uso destes pr otó tipos avaliando o impacto desta metodologia
no apr endizado do aluno. A partir destes primeiros r esultados será possível analisar os
possíveis ajustes e novos elementos que ser ão desenvolvidos posteriormen te.
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Figur a 3: Demonstr ação de esfor ços em tr eliças e cabos.
Fon te: Pr ojeto.
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QU ANDO O PROJET O
ARQUITET ÔNIC O É UM RISC O
Curso pr omotor do proje to: Arquite tura e U rbanismo
Cursos in tegrados: não há cursos in tegr ados.
Coor denador( a): K elly Christine Silva de Lima
Colabor adores( as ): Bruno Miguel F ernandes Mor eira, R ebecca V aness a Bandeir a
R odrigues de Souza.
Discentes: Liliana W anderley Guedes; K allinny Pimentel da Silva.
Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( ) alunos – UNIPÊ, ( ) C omunidade, ( ) funcionários
e colabor adores – UNIPÊ ( X ) Outr os, Quais? T oda a comunidade acadêmica.
Local onde o pr ojeto s e desenvolve: C entr o Universitário de João P essoa, Bloco de
Ar quitetur a e Urbanismo, sala H171.
Cr onogr ama de ex ecução do projeto: A pesquisa é desenvolvida dur ante o período da
tar de, de s egunda a sexta, por ém especialmente nas segundas-f eiras e nas terças-
feir as é reser vado espaço par a as r euniões de acompanhamento e construção dos
r esultados. De car áter teórico e de coleta de material bibliogr áfico, a pesquisa não
apr esenta necessidade de hor ários pr eestabelecidos, pois os discentes têm acesso
aos bancos de dados do Cen tro de In formação a todo momento. C ontudo, algumas
etapas são exigidas, r egistr o de todos os resultados, hor ários de pesquis a e alimen tação
da pasta compartilhada com os artigos encontr ados e selecionados.
R esumo: O pr ojeto ar quitetônico é um pr oduto complex o, fruto de um pr ocess o de
desenvolvimen to de ideias que levam em consider ação as condicionantes r elacionadas
com o terr eno, f orma, função e construção. As decisões tomadas dur ante este pr ocesso,
muitas vezes evidenciam mais a estética e a harmonia dos espaços construídos, além
do conf orto e os desejos do usuário. A norma ABNT 15.575:2013 determina que todos os
pr ojetos devem possuir as condições ideais de s egur ança no uso e operação, con tr a
o fogo e estrutur al; além de habitabilidade e sustentabilidade; tais requisitos legais,
visam o atendimento das necessidades dos usuários e a determinação do tempo de
vida útil do pr ojeto e edificação. En tr etan to, mesmo com as exigências legais e técnicas,
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o pr ojeto ar quitetônico pode con ter em suas car acterísticas condições insegur as,
ou seja, aspectos tr aduzidos como elemen tos construtivos do obje to ar quitetônico
que podem pr ovocar aciden tes e doenças não apenas na f ase de construção, mas
também após sua ocupação.
Objetivo: R ealizar uma r evisão sistemática em publicações nacionais ou internacionais,
a cer ca de temas que estejam r elacionados com a ocorr ência de riscos de acidentes,
ambientais e patrimoniais, consequências do pr ocess o de pr ojetual.
Me todologia de ex ecução: Na r ealização deste estudo são adotados pr ocedimen tos
de r evisão bibliográfica e documen tal em publicações digitais disponíveis no banco
de dados do Cen tro de In formação, por meio da revisão sistemática. Par a a s eleção
das publicações, são us ados os critérios: estar disponível para o
download
, ter sido
publicada dentr o dos últimos dez anos, estar alinhada ao tema de pesquisa. Par a a
análise de dados estão s endo utiliz ados os pr ocedimentos da r evis ão sistemática,
com o apoio de softw ar es como o W or d e o Ex cel.
R esultados alcançados/ esperados: A té o presen te momen to for am identificados
nas publicações selecionadas, algumas particularidades: os tr abalhos que levantam
a pr oblemática da pesquisa estão ass ociados ao pr ojeto arquitetônico em temas
r esidenciais, hospitalar es e institucionais ( especialmente espaços escolares ); os
artigos explor am as necessidades de alguns tipos de usuários como: os mais
vulner áveis aos riscos como os idos os, as crianças, as pessoas com deficiência e
as pessoas em estabelecimentos de cuidado com a saúde; algumas palavras-chave
for am acrescen tadas na pesquisa como Sustentabilidade, D esenho Universal e
Biossegur ança; além dos conceitos de segurança pr es entes na norma de desempenho,
foi iden tificada a citação da s egur ança patrimonial como fator de ris co; e também foi
obser vada a preocupação com os riscos em atividades que envolvam pr eparação de
risco nos projetos de in ter venção em áreas históricas. O estudo ainda se encon tr a em
fase de pesquisa e coleta de material bibliogr áfico. Esper a-se obter ao final do estudo
um pr oduto da r evisão sistemática que é o registr o em artig o cien tífico do estado da
arte dos temas trabalhados; material inf ormativo de f ácil divulgação e uma cartilha
com r ecomendações sobre os riscos que o pr ojeto ar quitetônico pode con ter .
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REABILIT A ÇÃ O EM E SP A Ç O
PÚBLIC O DE LAZER E
C ONVIVÊNCIA
Curso pr omotor do proje to: Ar quitetur a e Urbanismo
Coor denador( a ): Pr of . M e. Sebastião Ce zar P ar edes do Amaral
Colabor ador es( as ): Pr of . Dr . Pier Paolo Bertuzzi Pizz olato, Pro fa. Esp Cín tia Pedr oz a
Bez erra.
Discentes: K atiane Suenne de Brito Almeida, Heloisa Cristine Souza Lima B arbosa,
Pedr o Alves da Silva, F abiane Maria Nunes N oé, Fernanda Amorim da Cruz
Público alvo Beneficiários do pr ojeto: (X) alunos – UNIPÊ, (X) Comunidade
Local onde o pr ojeto se des en volve: Os trabalhos en volvidos na r ealização de proje to
de r evitalização de pr aça pública ocorrer ão tanto na cidade de Santa R ita (na fase
de levantamen to de dados ) como depois nos ateliês do Cen tr o Universitário de João
Pessoa – UNIPÊ – curso de Arquite tura e Urbanismo.
Cr onograma de e xecução do pr ojeto:
DESCRIÇÃ O D A ET AP A INÍCIO TÉRMINO
reuniões Fever eiro - 2018 Abril - 2018
visitas ao local Fever eiro - 2018 Fever eiro - 2018
levantamen tos arquitetônicos e
planialtimétricos Mar ço - 2018 Abril - 2018
Consulta à pr efeitura e outr os órgãos
públicos Mar ço - 2018 Mar ço - 2018
Leitur a da bibliografia Fever eiro - 2018 Maio - 2018
Desenvolvimen to de des enhos Abril - 2018 Junho - 2018
Maquete Abril - 2018 Junho - 2018
R eunião final de entr ega Junho - 2018 Junho - 2018
R esumo: A cidade de San ta Rita encon tra-se localizada jun to à J oão Pessoa e, como
município integr ante da conurbação formada pelas r elações econômicas, sociais e
de ser viços da Capital e r egião, s ofr e de vários problemas estrutur ais urbanos. Apesar
de ser um município bastan te antigo den tro da configur ação da ocupação de espaço
e ter uma economia calcada tanto na indústria como na pr odução agrícola ( até hoje
é gr ande pr odutora de derivados da cana-de-açúcar ) depende em grande medida
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de ser viços do polo formado pela C apital e C abedelo e seus munícipes acabam por
utilizar cada vez mais as oportunidades que outr as cidades da r egião of er ecem, entr e
elas as opções de lazer e con vívio.
A pr oposta de reestrutur ação e revitaliz ação de praça localizada em San ta Rita, vem
atender os ans eios de suprir um espaço de con vívio moderno, capaz de pr omover as
r elações sociais e de lazer da comunidade localizada na r egião.
Objetivo: Desenvolver pr ojeto arquitetônico e urbanístico que atenda às necessidades
impostas pela Associação de Mor adores de mor adores do Bairr o de Santa C ruz,
obser vando as principais teorias con temporâneas sobr e espaços públicos.
Me todologia de ex ecução:
• R ealização de r euniões ( tanto no local como no pr óprio Cen tro Universitário ) jun to à
associação de morador es para levan tar as bases par a o pr ogr ama de necessidades
e entender quais são os anseios da população;
• R ealização de visitas ao local, para tomadas de f otos e levan tamentos ar quitetônicos
e planialtimétricos par a subsídios ao projeto;
• Visita e consulta à pr efeitur a e outros ór g ãos públicos que podem impactar o
pr ojeto;
• Leitur a da bibliografia pertinen te e dis cussão sobre as pr oposições advindas da
r eflex ão ao tema;
• Desenvolvimen to de des enhos em forma de cr oqui de estudos, levantamentos e
pr oposta final do pr ojeto a ser implantado.
• Maque te do terr eno em escala para estudo volumétrico e posterior apresen tação
A os mor ador es, para facilitar o entendimen to da proposta a ser apresentada e
debater possíveis alterações con tribuições.
R esultados alcançados/ esper ados: A meta a ser alcançada é o proje to da r evitalização
da pr aça, com capacidade de apr esentar à ass ociação par ceira sua implan tação,
detalhamen to dos espaços, desenhos explicativos e ilustr ativos dos ambientes
r esultantes, de talhamento dos equipamen tos a s er em instalados e planilha parcial
dos custos par a a implantação do pr ojeto. Par a alcançarmos esta meta, estão sendo
r ealizadas várias reuniões e visitas ao local para inter ação com a população, realiz ar
um detalhamen to maior do progr ama de necessidades, realiz ação de medições e
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coletas de dados jun to à pr efeitur a e ór gãos públicos en volvidos e entr ega nos pr azos
fix ados dos itens r efer enciados jun to aos mor ador es.
A cer vo fo togr áfico:
Figur a 01 – Equipe r eunida no local objeto do pr ojeto de e xtensão
Fon te: A cervo do Projeto.
Figur a 02 – Pr aça objeto do pr ojeto de extensão – San ta Rita /PB
Fon te: A cervo do Projeto.
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READE QU A ÇÃ O HABIT A CIONAL À
PE SSO A S C OM NE CESSID ADE S
E SPE CIAIS NA CID ADE DE JO Ã O
PE SSO A/PB
Curso pr omotor do pr ojeto: Ar quitetur a e Urbanismo
Coor denador( a ): Pr of . Vladimir Sobral de Souz a.
Colabor adores( as ): Pr of( s ) Rui R ocha Jr , Sheila F reir e e Deborah Kishimo to.
Discentes: Hebert de Azevedo C osta, Heloisa C. Souza l. Barbosa, M atheus José
R odrigues Gomes, Victor Vinícius A. Barbosa, Juliana Amaral Leite e Ana Car olina O.
Sousa.
Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( ) Alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade, ( )
F uncionários e colaborador es – UNIPÊ, ( x ) Outros, Q uais? Pacien tes da Clínica de
R eabilitação do Unipê.
Local onde o pr ojeto s e desenvolve: R euniões do grupo: Cen tro Universitário de
João P ess oa - Sala I183; Encon tros com os P cDs: Clínica de R eabilitação do Unipê;
Levan tamento de campo: R esidência dos PcDs.
Cr onograma de e xecução do pr ojeto:
DESCRIÇÃ O D A ET AP A (MM/ AA ) DIA SEMANA HORÁRIO
1. captação dos pc ds 03/2018 segunda, quarta ou sexta-f eira 13:50
2. coleta de dados 04/2018 segunda, quarta ou sexta- feir a 13:50
3. discussão e início da proposta 05/2018 sexta-f eira 13:50
R esumo: Dados do censo do IBGE (2010 ) apontam que 45,6 milhões de pessoas
declar aram ter ao menos um tipo de deficiência no Br asil, ou s eja, 23,9% da população
br asileira. Esta significativa par cela da população não tem orien tação ou apoio para
uma r eadequação de sua residência par a esta nova condição de vida. Este pr ojeto
de extensão tem como pr oposta apoiar a r eadequação de unidades habitacionais de
inter ess e social de pess oas que adquirir am deficiência física (PCD ). Esta readequação
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na documentação e legislação atual sobr e a temática da pesquisa e, especialmente
a luz da “C on venção s obr e os Dir eitos das Pessoas com Deficiência” (BRA SIL, 2008 ).
Embasado na apr ovação do projeto ar quitetônico de r ef orma, a quinta etapa tr atar á
da análise de viabilidade financeira par a a r eforma da unidade r esidencial. P ar a
tanto, ser ão avaliados pr ogramas governamen tais de financiamen to habitacional que
melhor se enquadrar ão na condição do P cD . Na sexta e última etapa ser á conduzida
a gestão da obra de r ef orma da edificação com o apoio dos integr an tes deste projeto
de pesquisa.
R esultados alcançados/ esper ados: Par a o pr ocesso de captação dos PcD s atendidos
por este pr ojeto de extensão, as atividades de construção de questionários, coleta e
tr atamento de dados, análise de inf ormações e seleção dos PcDs está concluída. O
levantamen to de in formações físicas das r esidências f oco deste tr abalho ainda está
em pr ocesso de construção. Apenas a coleta de dados de uma r esidência foi iniciado.
Este pr ocesso s e mostrou demor ado devido a agenda dos PcD s que nem sempre
podem r eceber os pr ofessor e e alunos. Esper a-s e que ao fim destes levantamen tos
in loco, o desenvolvimen to do pr ojeto de extensão passe a depender mais da equipe
formada por pro fessores e alunos, estando mais pr ó ximo do cr onogr ama pre tendido.
A cer vo fo tográfico:
Figur a 1: R esidência de um PcD . Imagens internas.
Fon te: Pr ojeto.
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Figur a 2: Imagem da entr ada da r esidencia.
Fon te: Pr ojeto.
84
REVIV A DE SIGN
Curso pr omotor do pr ojeto: Ar quitetur a e Urbanismo
Cursos in tegr ados: Design de In terior es
Coor denador( a): F lávia Cristina C outinho Bez err a
Colabor adores( as ): R ebecca V anessa Bandeira R odrigues de Souza
Discentes: Maria R ay ane Silva N ascimento, R afaela Soar es de Farias, B runo Henrique
Mir anda da Costa F eitosa, Bruno F eliphe Silva Br andão, Julianna K arla dos San tos
Henrique P ereir a
Público alvo beneficiários do pr ojeto: alunos Unipê
Local onde o pr ojeto s e desenvolve: C en tr o Universitário de João P essoa, Bloco H,
sala H188, atelier de plástica
Cr onogr ama de e x ecução do pr ojeto: Segundas- feir as, das 15:00 as 17:00 (pr es encial)
MÊS D ATA A TIVID ADES
MARÇO
Hor ário
15:00 as
17:00
05 DIVUL GA ÇÃ O ALUNOS APRO V ADOS
12 Discussão sobre a temática ( Que tipo de material a ser trabalhado? Qual ser á o produto ?)
Solicitar aos alunos uma pesquisa sobre peças de design feitos com material r eciclado.
19 Apresen tação da pesquisa sobre a temática (P ow erpoin t)
ABRIL
Hor ário
15:00 as
17:00
09 Apresen tação da proposta ( construção de um moodboard)
23 Desenvolvimen to do pr ojeto do mobiliário ( apresentar uma maquete para testes de
resistência do material, tamanho, espessura do material)
MAIO
Hor ário
15:00 as
17:00
14/15 Apresen tação do projeto de e xtensão
21 Corte dos moldes par a montagem do mobiliário (F ABLAB )
JUNHO
Hor ário
15:00 as
17:00 04 Corte dos moldes par a montagem do mobiliário (F ABLAB )
11 En tr ega do relatório final e o pro tótipo em escala 1:1
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R esumo: O pr ojeto visa ações educativas vinculadas ao desenvolvimen to de
alternativas de r eciclag em e r eutilização de materiais oriundos do lix o urbano,
assumindo o desafio de diss eminar os princípios da Educação Ambiental.
Além disso, tem o in tuito de disseminar a refle x ão e a ação da cidadania para os
desafios da g estão de r esíduos, através da incorpor ação de valor es e atitudes
ambientalmen te corr etos, assim como o incentivo par a a pesquisa, ensino e extensão,
com a participação de pr ofessor es e alunos universitários de várias áreas, tais como,
ar quitetura, design, engenharia de alimen tos, eng enharia de pr odução e g estão
ambiental.
Objetivo: C riar mobiliários a partir do reapr oveitamento de r esíduos, com intuito
de expandir a prática de o ficinas de manufatur a e artes, além de incumbir a
r espons abilidade da competência técnica, noções de r espons abilidade pr ofissional e
social no campo de suas atividades pro fissionais.
Me todologia de ex ecução: As ferr amentas básicas de trabalho ser ão: reapr oveitamento
de r esíduos s ólidos e manufatur as tridimensionais. P ara tanto, o e xperimento é
r ealizado em três módulos: 1º M ódulo: r ealizado na atelier de plástica do curso de
Ar quitetura e U rbanismo do UNIPE, o des en volvimento da pesquisa de materiais,
leitur a de te xtos sobre criatividade, forma, função, materiais técnicos e r eutilizáveis,
como também experimen tos de manufatur as de pro tótipos par a ação posterior na
comunidade. 2º Módulo: aplicação das e xperiências r ealizadas na oficina, com a
comunidade. 3º Módulo: seminários de avaliação dos r esultados conseguidos na
comunidade e pr ogramação de ações posterior es. T odas as etapas são super visionadas
pela pr ofessor a orientador a.
R esultados alcançados/ esper ados: Aplicação dos conteúdos teóricos em
experimen tos pr áticos; cons cientiz ação do desenvolvimen to sustentável a partir do
consumo r espons ável, da minimização da ger ação de resíduos; incen tivo ao aluno na
busca de métodos de empreender a partir do reapr oveitamen to de resíduos sólidos.
Númer o de beneficiários: 20 alunos.
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A cer vo fo togr áfico:
Figur as 01 e 02: Corte do papelão no labor atório criativo F ablab.
Fon te: A cervo do Projeto, 2018.
Figur as 03 e 04: Ex ecução da poltrona, teste de r esistência do material
Fon te: A cervo do Projeto, 2018.
CO M
PU
TA
ÇÃ O
CIÊNCIA DA
88
E SC OLA DE C OMPUT A ÇÃ O
SOLID ÁRIA
Curso pr omotor: Ciência da C omputação
Cursos in tegr ados: Gestão da T ecnologia da In formação, R edes de Computador es e
Sistemas par a In ternet.
Coor denador: P edr o de Ar aújo Amorim Fernandes
Colabor ador a: I sabelly Camila D iniz de Oliveir a
Discentes: Andr essa Gabrielly Macedo M ar çal, Cicer a V anessa Mar ques Sampaio
Sidrim, Diego R ustnnes Bandeir a dos San tos, Emanuel da C osta Mesquita, G laucio
V arela da C osta, Guttember g J osé Batinga de Fr eitas Medeir os, Her cules C osta da Silva,
Iahgo Souza B arr os, Isa Matias San tos Silva, Jose Leonar do Soar es de L ucena, R af ael
Matheus P er eir a de C astr o, Rivaldo Gomes da Silva, V alter de Sousa Filho, Mar cio C unha
de Souza, L eonar do Diniz de Oliveir a, Anderson Henrique de Luna, D aniella Gadelha
Soar es da Silva, Eduar do C aetano de Araújo, João Sér gio de Sousa Figueir edo Filho,
Polly ana Cruz J ustino, Thalles Andr ey da Silva R odrigues, W eslley Macêdo Felix, Állam
Brunno R odrigues da Silva, Bruna Araújo C andeia, Bruno H enrique Silva Bez err a,
Jeff erson Guanabar a Azevedo de Lemos, Jonatha M endonça de Oliveir a, L enício de
Souza M elo J unior , Mar cus R aff ael Oliveir a da Silva, R enato da Silva Galdino e V anessa
Dutr a Gomes.
Público alvo beneficiários do pr ojeto: Alunos do UNIPÊ, C omunidade e Funcionários/
Colabor ador es do UNIPÊ.
Local onde o pr ojeto se desenvolve: C ampus do UNIPÊ: situado na Br 230, Km 22,
Á gua F ria, João P essoa (PB), 58053-000. As aulas ocorr em nos labor atórios F115 e F118,
equipados com 30 computador es ( 60 no total); Associação Beneficente São J osé:
situada na Rua José Feliciano da S ilva, 816, bairr o Mangabeir a VIII, J oão Pessoa –
PB, 58059-350. As aulas ocorrem num labor atório equipado com 12 computador es;
Sociedade Amigos de Braços Abertos: situada na R ua Flor estal, S/N, Bairr o das
Indústrias, João Pessoa – PB, 58083-095. As aulas ocorr em num labor atório com 8
computador es.
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Cr onogr ama de ex ecução do pr ojeto:
D ATA MÓDUL O CONTEÚDO
03/03/2018
Módulo 01
Acolhimen to e Intr odução à Inf ormática
10/ 03/2018 Windows e In ternet
17 /03/2018 R evisão e A valiação 01
24/03/2018
Módulo 02
MS Office W ord Básico
07 /04/2018 MS Office W ord Básico
14/04/2018 R evisão e A valiação 02
21/04/2018
Módulo 03
MS Office Ex cel Básico
28/04/2018 MS Office Ex cel Básico
05/05/2018 R evisão e A valiação 03
12/05/2018 M ódulo 04 MS Office Po werP oint
19/ 05/2018 R evisão e A valiação 04
26/05/2018 R eposição/Final R eposição e Prova F inal
02/06/2018
Módulo Extr a
Intr odução à Pr ogramação
09/ 06/2018 Intr odução à Pr ogramação
16/06/2018 R evisão e A valiação 05
23/06/2018 Encerr amento En trega dos Certificados
R esumo: Sur gida em 1999, com o objetivo de pr omover a inclusão s ociodigital de
adolescentes pr ovenientes de famílias de baix a renda, a Escola de Computação
Solidária (EC S), por meio do curso de Intr odução à In formática, já formou mais de três
mil adolescentes. As aulas da ECS ocorr em aos s ábados, das 8:00hrs às 12:00hrs, no
Campus do C en tro U niversitário de João P essoa (UNIPÊ) e em Instituições parceir as.
O curso ofertado é ministr ado por alunos da graduação do UNIPÊ, majoritariamen te
dos cursos de Ciência da Computação, Gestão da T ecnologia da In formação, R edes
de Computador es e Sistemas par a In ternet. A ECS se pr epara par a uma nova f as e,
buscando ampliar suas ações intr a e extr a mur os, além da of erta de novos curs os.
Objetivo: Pr omover a inclusão s ociodigital de adolescen tes em situação de
vulner abilidade s ocioeconômica.
Me todologia de ex ecução: O curso de Inf ormática Básica é semestral, ocorr endo
aos sábados, das 8:00-12:00hrs. Ao fim de cada módulo (In tr odução à Inf ormática,
Windows, In ternet, MS Office W or d, MS Office Ex cel, MS Office Pow erpoin t e Intr odução
à Pr ogr amação ), os discentes passam por uma avaliação de apr endizagem e, ao fim,
pr ecis ar ão ob ter média global igual ou superior a 7 ,0 para ser em aprovados.
90
R esultados alcançados/ esper ados: Ao fim do curs o, esper a-s e que os discentes
estejam capacitados tecnicamente par a pr oss eguir em seus estudos acadêmicos,
com formação inicial, no que tange à informática, par a ingressarem no mer cado
de trabalho, por meio do Pr ograma Jovem Aprendiz ou oportunidade similar e
com consciência para ser em ag en tes multiplicadores em sua família e na sua
comunidade. Não obstan te, par a os alunos da Instituição, r espons áveis pela
oper acionalização do curso, bus ca-se despertar o sens o de r esponsabilidade
social, s olidariedade, além do desenvolvimen to de competências e habilidades
complementar es à f ormação acadêmica dos mesmos.
Desde 1999, quando ocorr eu o primeiro curso de In tr odução à Inf ormática da
Escola de Computação Solidária, mais de tr ês mil adoles cen tes já f oram formados
no r eferido curso.
Den tro do Planejamen to da ECS par a os pró ximos semestres, buscar -se-á ampliar
as par cerias externas, de forma a ampliar os recursos financeiros disponíveis e
a estrutur a física onde os cursos poder ão ocorrer . Não obstan te, novos cursos
como Pr ogramação, MS Office A vançado (W ord, Ex cel e Pow erP oint) e M ontagem &
Manutenção, estão sendo gestados.
Outr ossim, em parceria com o RH do UNIPÊ, cursos específicos dever ão ser formatados
par a f omentar ações de Educação C orporativa na Instituição.
91
A cer vo fo togr áfico:
Figur a 1: Encerr amento da E CS (2014 ).
Fon te: A cervo do Projeto, 2014.
Figur a 2: Associação Beneficente São José (2017).
Fon te: Acervo do Projeto, 2017 .
92
F ÁBRICA DE SOFTW ARE DO
UB TE CH OFFICE/UNIPÊ –
CLÍNICA -E SC OLA DE TI
Curso pr omotor do projeto: Ciência da C omputação
Cursos in tegrados: par cerias com os cursos de Odon tologia, Fisioter apia, Dir eito e
Medicina
Coor denador ( a ): Pr ofº M s. W alace Sartori Bonfim; [email protected]
Colabor ador es ( as ): Pr ofª D ra. Aline Mar ques de M oraes; aline.mar [email protected] , Pr o fº
Esp. Antonio Carlo D emingos da Silva; [email protected] , Pr ofº M s. Ricar do
R oberto de Lima; ricar do.r [email protected] , Pr ofº Ms. Thiago R odrigues Medeir os; thiago.
medeir [email protected] , Pr ofº Esp. Victor Guimar ães Pinheir o; victor .pinheir [email protected]
Discentes: 100 discentes participar am no ano de 2017: 47 em 2017 .1 e 53 em 2017 .2
Pabllo M atheus Lima de P aulo, Diógenes Emidio Leódido, Thalles Andr e y da Silva
R odrigues, M arcel M ar ques Matias, M atheus J osé Leite Ferr eir a M endes, Daniel F arias
Henriques.
Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( X ) C omunidade, ( )
funcionários e colabor adores – UNIPÊ ( ) O utros, Q uais?
Local onde o pr ojeto se desenvolve: C ampus do UNIPÊ, Bloco K 220 e CT 04.
Cr onogr ama de ex ecução do pr ojeto: de segunda a sexta- feir a, das 14:00hs às 18:00hs.
R esumo: A informatiz ação dos setores pr odutivos e de ser viços, tais como empr esas,
indústria, comér cio e hospitais, e a consolidação de métodos e técnicas da Engenharia
de Softw ar e têm possibilitado a evolução dos pr ocessos de produção de softw are,
r esultando na geração de tecnologias customizadas aos mais diversos setor es de
aplicação. Neste con te xto, o Pr ojeto de Extensão Fábrica de Softw ar e – PFS apr esenta-
se como uma clínica-es cola que oportuniza aos discen tes dos cursos de graduação
do UB T ech TI a ambiência adequada às pr áticas, associadas aos objetivos específicos
de cada curso, para a f ormação do perfil pro fissional que o atual mer cado de
tr abalho requer . A F ábrica de Softw ar e, inserida nas linhas e eixos temáticos “Design,
93
Negócios, C ultur a e T ecnologia - Inovação e tecnologia” tr az demandas do mercado
par a desenvolvimen to de s oftw are nas modalidades sistemas de in formação
na WEB, aplicativos par a dispositivos móveis, ferr amentas de pr odutividade com
interf ace homem-máquina inovadoras, sistemas especialistas, jogos educativos
e de entr etenimen to, e ferr amentas e pr ocessos para administr ação de redes de
computador es, ex er cendo a inter e transdisciplinaridade necessárias à formação de
um pr ofissional dif erenciado par a ingresso no mer cado de trabalho.
Objetivo: Ser o campo de prática dos cursos do UB T ech TI e estabelecer o elo entr e a
sala de aula e o mercado de trabalho, oportuniz ando ao dis cente construir seu portfólio
com vistas à sua inserção no mer cado de tr abalho. As par cerias com instituições
públicas e privadas da r egião com foco no desenvolvimen to de produtos de tecnologia
da inf ormação, bem como o apoio interno e externo a pr ojetos comer ciais e projetos
de pesquisa e extensão existen tes no UNIPÊ, viabilizam a formação dif erenciada
dos discentes nas três dimensões conhecimen tos, habilidades e atitudes, e ainda,
a capacitação contínua dos e xtensionistas nas áreas de ger enciamento de pr ojetos,
engenharia de requisitos, in terfaces homem-máquina, pr ogramação, engenharia
de qualidade e teste, g er ência de configur ação, administração de r edes e jogos de
entr etenimen to e educacionais.
Me todologia de ex ecução: O Pr ojeto de Extens ão F ábrica de Softw are - PFS tem como
pr emissa criar um ambiente empr esarial real semelhante às mais bem-conceituadas
empr esas de des en volvimento de softw ar e da r egião nordeste, no qual o discen te
r ealiza as pr áticas associadas aos objetivos específicos de s eu curso, s empr e no
âmbito de pr ojetos r eais demandados pelos divers os setores pr odutivos e de ser viços.
As atividades r ealizadas no pr ojeto s ão planejadas e organiz adas em conjuntos
de taref as segundo s eus objetivos: pr ospecção de novas demandas; s eleção e
acolhimento de novos e xtensionistas; planejamento; construção e implan tação de
soluções; acompanhamento e transf erência tecnológica para o clien te; g er enciamento
da ex ecução das atividades de pr odução e capacitação contínua dos e xtensionistas. A
seleção e acolhimento de novos e xtensionistas ocorr e atr avés do Pr ocess o de Imersão
da Fábrica, que faz a seleção e a inserção dos novos discen tes nos diferen tes perfis
da linha de pr odução de s oftw are. Este pr ocess o mer ece destaque por ser inovador e
ex clusivo, pois aplica de forma integr ada a metodologia PBL –
Pr oblem Based Learning
,
a Engenharia de Softw are e o método ágil de ger enciamento de pr ojetos SCRUM. A
seleção é dividida em duas semanas: na primeira ocorr e um ciclo de palestras, dadas
pelos docentes colabor ador es juntamen te com os extensionistas veter anos, que
tr azem a r ealidade atual do mercado e como esta r ealidade se reflete na F ábrica de
94
Softw ar e; na s egunda semana ocorrem w orkshops orien tados a pr oblemas reais den tr o
de cada ár ea de atuação pro fissional, momento em que os candidatos vivenciam a
experiência do tr abalho colabor ativo e em equipe, f ocado na r es olução de pr oblemas
e ex ecutado segundo as cerimônias do SCRUM. Neste con texto ocorr e uma espécie de
‘ s eleção natur al’ entr e os discentes, e os que chegam até o final da imers ão estar ão
pr eparados par a assumir atividades em pr ojetos de maior complexidade com clien tes
r eais e cumprir a máxima da Fábrica de So ftwar e: “ en trega do escopo demandado, no
pr azo definido e com a qualidade que satisfaz o clien te” .
R esultados alcançados/ esper ados: Os r esultados alcançados/ esperados podem
ser obs er vados nos seguintes con textos: e xtensionista; dos clientes in ternos e
externos; da pr odução de softw are. N o conte xto do extensionista: aquisição de novos
conhecimentos, desen volvimento de novas habilidades e amadurecimen to da
atitude pr ofissional ( CHA); cr escimento pessoal nos aspectos de tr abalho em equipe,
compartilhamento de conhecimen tos, r esponsabilidade e corresponsabilidade;
desenvolvimen to de novas competências, a ex emplo da área de testes, de jogos e de
interf aces homem-máquina. No con texto dos clien tes in ternos e externos: pr odução
e entr eg a de produtos de softw ar e com efetiva transf erência tecnológica dess es
pr odutos; entr ega de recurso humano melhor qualificado par a contr atação e r etenção
de talentos na r egião. N o conte xto da produção de softw ar e: ex ecução de pr ocess o
de desenvolvimen to bem definido, madur o e fundamen tado nas melhor es práticas
do mer cado de TI e nas r ecomendações da literatur a; utilização de novas tecnologias
de desenvolvimen to de softwar e; concepção e concretiz ação de s oluções inovador as
customizadas par a cada clien te.
A cer vo fo tográfico
Figur a 1- Um dia normal de trabalho (2017 .1)
Fon te: A cer vo do Proje to, 2017 .
95
Figur a 2 - Equipe da Imersão F ábrica de Softw ar e 2017 .1
Fon te: Acervo do Projeto, 2017 .
Figur a 3- Homologação do Escritório de T estes (2017 .1)
Fon te: Acervo do Pr ojeto, 2017 .
CO N
TÁ
BE
IS
CIÊNCIA S
97
S AB AD Ã O DO IMPOST O DE REND A
Curso pr omotor do pr ojeto: Ciências Con tábeis
Cursos in tegrados: A dministração
Coor denador( a ): Paulo C ésar Per eira da Silva
Colabor adores( as ): Ailza S ilva de Lima
Discentes: Isabella de Lima Custodio, D avi R oberto Dantas M oura, L esilaine Alves
Santos, Joseilton Gomes de Lima Filho, Suennia da Silva R egis Araujo, M aria Graciele
de Paiva San tos, Daiane Ner es da Silva, Josiane Mir elle da Silva, Andrez a Lucas da Silva,
Hemak son W ell V asconcelos de Sousa, Maria Beatriz de M edeir os Caetano, W eslley Silva
Gomes, Gleizielly Barbalho P ereir a, Luiz C arlos Lima da Silva Junior , E velyn F ernandes
da Silva, M aria Isa da Silva Ar aujo, Douglas Ben to Dias, Vinicius de Mor ais Muniz, Lidiane
dos Santos Per eira, Allana Maria Limda do Amaral, M oniky Emilly Alves Melo, Anacarla
A ureliano Br ag a, Klew ertton Carlos T enorio de Oliveir a, Ananda R ebeka ataly Mendonça
de Andrade Q ueir og a, Joverladio P er eira Ger aldo, Bruna Sousa de Lima, Maxw ell Ruan de
Lima Martins, M aria Mychelly Gomes Evangelista, Iz abely K aroline Ar aujo Castr o, T atiana
Prudencio Vieira, M onara Soar es Aur elio, Stephanie R ay ssa Souza, Victor Nobr eg a Souta
Maior , Y sabelle Gomes Vieira, Juliana R amos de Oliveira R ibeiro, R ay ssa Soares Serr ano
Ferr eira, K arina Ferr eira C assé, Dey s e Gabriela da Silva R odrigiues, Aline da Rocha M oraes,
Jessica B ezerr a de Melo, L ais Brito da Silva, C amilla Maria da Silva Delfino, A fhonso
Fabry cio de Sous a R amos, David Miguel Costa D uarte, Delosmar Lacerda dos San tos
Filho, Bruna P atricia da Silva Carvalho, Carlos A ugusto Flor entino de Lima, F r ancisco
de Assis F eitosa Neto, H obb ys Pierr e X avier Bezerr a, Maria Lay ss a Gomes F r ade,Lucas
T oscano Quele, Liliane P acheco dos Santos, Any Car olainy de Oliveira F arias.
Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( X ) C omunidade, ( )
funcionários e colabor adores – UNIPÊ ( ) O utros, Q uais?
Local onde o pr ojeto s e desenvolve: BR 230 - Km 22, Á gua F ria - CEP 58053-000 – João
Pessoa – PB – C omplex o de T ecnologia – Labor atório 09.
Cr onograma de e xecução do pr ojeto: T odas as terças- feir as das 16:40 as 18:30.
R esumo: O imposto sobre a r enda ou imposto s obr e o r endimento de qualquer
natur eza é uma taxa inciden te s obr e os rendimen tos das pess oas físicas e os lucr os
98
auferidos das pessoas jurídicas, é facultado por legislação específica à dedução de
algumas despesas, entr e elas instrução e saúde própria e de dependen tes. A dedução
é r ealizada com nas inf ormações financeir as de cada contribuin te, com tabela pr ópria,
determinada pela Secr etaria da R eceita Feder al. Desenvolver nos alunos de gr aduação
a capacidade de compr eender a sistemática do imposto de r enda, preencher e
entr eg ar a declaração de imposto de r enda das pessoas físicas é o obje tivo do projeto
de Extensão do Sabadão do Imposto de R enda. A metodologia de ex ecução do projeto
consiste em estudos, na liter atura e na legislação sobr e impostos e tributos e sobre
o imposto de r enda. Consiste ainda, na r ealização de aulas teóricos práticas com os
alunos extensionistas, com e xposição de temas abordando a legislação do imposto
de r enda. R ealização de plan tões de dúvidas e treinamen to no progr ama g erador do
imposto de r enda, para posterior pr eenchimento e en trega da Declar ação de Ajuste Anual
do Imposto de R enda das Pessoas Físicas. C onsidera-se como r esultados do pr ojeto
de extensão a capacitação e tr einamento de 60 ( sess enta ) discentes por s emestre,
a absorção do conhecimen to, pelos dis centes, sobre o imposto de r enda. Ainda, a
aquisição, pelos discentes, de competências e habilidades par a o preenchimen to e
entr eg a das declar ações de imposto de renda da pessoa física conforme os pr eceitos
da legislação aplicável ao caso. O atendimento de apr oximadamen te 100 ( cem )
pessoas, que tiver am suas declarações pr eenchidas e entr egues, no campus, por
alunos extensionistas do pr ojeto.
Objetivo: Desenvolver nos alunos de gr aduação a capacidade de compr eender a
sistemática do imposto de r enda, preencher e entr eg ar a declaração de imposto de
r enda das pessoas físicas.
Me todologia de ex ecução: Consiste em estudos, na liter atura e na legislação sobr e
impostos e tributos e sobre o imposto de r enda. Consiste ainda, na r ealização de aulas
teóricos pr áticas com os alunos extensionistas, com e xposição de temas abor dando
a legislação do imposto de r enda. R ealização de plan tões de dúvidas e treinamen to
no pr ograma ger ador do imposto de renda, par a posterior preenchimen to e entr eg a
da Declar ação de Ajuste Anual do Imposto de R enda das Pessoas Físicas. O s discentes
são tr einados com dados fictícios de uma pessoa física no progr ama gerador da
Declar ação de Ajuste Anual do Imposto de R enda da Pessoa Física. O proje to funciona
todas as ter ças-f eiras de cada semana no labor atório 09 do complex o de tecnologia,
onde o pr eenchimento e en tr ega das declarações das pessoas da comunidade
acontece sempr e no último sábado do mês de abril de cada ex er cício. Os ser viços de
r efer ência s ão o estudo e o preenchimen to da Declaração de Ajuste Anual do Imposto
de R enda da Pessoa Física.
99
R esultados alcançados/ esper ados: Consider a-se como resultados do pr ojeto de
extensão a capacitação e treinamen to de apr oximadamen te 60 ( sess enta ) dis centes
por semestre, a absor ção do conhecimento, pelos discentes, sobr e o imposto
de r enda. Ainda, a aquisição, pelos discentes, de competências e habilidades
par a o preenchimen to e entr ega das declarações de imposto de r enda da pessoa
física conf orme os preceitos da legislação aplicável ao caso. O atendimen to de
apr oximadamen te 100 ( cem ) pessoas, especialmente no primeir o semestre letivo
de cada ano, que tiveram suas declar ações preenchidas e en tregues, no campus,
por alunos extensionistas do pr ojeto. A agregação de responsabilidade social aos
discentes e a comunidade quando da solicitação de doação de 3 k g de alimentos
não per ecível por pess oa, doados em troca da pr estação de ser viços e revertidos a
instituições car entes.
A cer vo fo tográfico:
Figur a 1: Execução do pr ojeto
Fon te: A cer vo do Projeto, 2017 .
100
Figur a 2: Ex ecução do proje to
Fon te: A cervo do Projeto, 2017 .
Figur a 3: Ex ecução do proje to
Fon te: A cervo do Projeto, 2017 .
101
IMP A CT O D A S CARA CTERÍSTICA S
DE MERCADO E INSTITUCIONAIS
NA QU ALID ADE D A INFORMA ÇÃ O
C ONT ÁBIL D A S C OMP ANHIA S
ABER T A S BRA SILEIRA S , NOR TE
AMERICANA S E EUROPEIA S
Curso pr omotor do pr ojeto: Ciências C ontábeis
Cursos in tegr ados: Ciências Con tábeis, A dministr ação e Gestão Financeir a
Coor denador: Pro f . Me. M arcelo P aulo de Arruda
Colabor adores: Pr of a. Me. Ailza Silva de Lima, P ro f. M e. Alan dos Santos O liveir a e Pr of .
Me. Thiago José Silva Pena
Discentes: Amanda K elly do Nascimento Az evedo X avier , Débor a Daniele Pon tes
R odrigues, Eduarda B eatriz Neves da S ilva, Fábio R ocha Rodrigues de Lima, F elipe
Feliciano da S ilva, Jusseli Ingridy Brasiliano I nácio, Maria Clar a Paulino F elin to de
Carvalho, Marilia Gabrielly Santos de Souz a e W eslle y Silva Gomes.
Público alvo beneficiários do pr ojeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( X ) C omunidade,
( ) funcionários e colabor ador es – UNIPÊ, ( ) Outr os, Quais?
Local onde o pr ojeto s e desenvolve: C entr o Universitário de João P ess oa (UNIPÊ), Sala
59, Bloco C.
Cr onograma de e x ecução do pr ojeto: Sextas- feir as as 17 hor as
R esumo: A inf ormação contábil se constitui de pon to de extr ema importância para
a tomada de decisões, s eja nas pequenas empr esas ou em grandes corpor ações,
com isto en tender as car acterísticas das companhias e de mer cado que impactam
na qualidade da inf ormação con tábil r eportada por estas companhias é de gr ande
r elevância. Alguns autores (W A TTS, 2003; BALL; SHIV AKUMAR, 2005, BUSHMAN; PIOTROSKI,
102
2006) afirmam que a qualidade da in formação con tábil pode sofr er influência de
diversos f ator es, como o sistema de governança, regulação con tábil e sistemas de
normas, tributação, auditoria, ambiente institucional, en tr e outros, ou seja, tem-se um
gama de características r elacionadas a pr ópria empr es a e ao mer cado que impactam
nos atributos da qualidade da inf ormação contábil. N este sentido, esta pesquisa
analisará tais car acterísticas, elencando e verificando o impacto das mesmas nos
mais diversos atributos da qualidade da informação con tábil (gerenciamen to de
r esultados, persistência dos resultados, conservadorismo,
value r elevance,
qualidade
na mensur ação dos
accruals,
nível de
disclosure,
entr e outr os ). A pesquis a contribuir á
com a liter atura e xistente, além de auxiliar companhias no momento da evidenciação
das suas inf ormações financeiras e ajudar órgãos r egulador es na possível elaboração
de normativos r elacionadas a publicação de inf ormações financeir as.
Objetivo: O objetivo geral desta pesquisa será verificar a influência das car acterísticas
do mer cado de capitais e das companhias na qualidade da inf ormação contábil
( medida median tes os atributos tr atados na literatur a ) reportada pelas companhias
br asileiras, norte-americanas e eur opeias.
Me todologia de ex ecução: Os dis centes são orien tados a lerem artigos base para os
assuntos r elacionados ao projeto. C omo o objetivo ger al do projeto é bastan te amplo,
cada pr of ess or define um tema de pesquisa específico ( r elacionado ao objetivo do
pr ojeto ) a ser pesquis ado em conjunto com os discen tes participantes do pr ojeto.
A o longo do s emestre, os discen tes são instruídos a es crita científica, onde, após
conclusão do artig o, o mesmo é submetido a even to científico da ár ea, g aran tindo
ao discente, além de pr odução acadêmica, a oportunidade de debater com outros
pesquisadores da ár ea.
R esultados alcançados/ esperados: C onf orme exposto no item an terior , cada docen te
tr abalha em um artigo específico. No semestre vigente, os tr abalhos que estão em
desenvolvimen to são:
a ) O impacto da R emuneração dos Ex ecutivos no nível de Assimetria In formacional;
b ) A influência da S ustentabilidade E mpresarial na P ersistência dos Lucr os e dos
Flux os de Caix a;
c ) O impacto da R emuner ação dos Ex ecutivos na Suavização dos R esultados;
d) A influência do processo de combinação de negócios na Qualidade da In formação
Con tábil;
103
e ) Os estágios do Ciclo de Vida e a in fluência dos mesmos no
V alue R elevance;
f ) A cobertura dos analistas e seu impacto no C onser vadorismo Con tábil e na
Persistência dos R esultados.
Pode-se verificar que os tr abalhos em andamento r elacionam determinada( s)
car acterística( s ) das companhias ou do mer cado com algum atributo da qualidade da
inf ormação contábil, estando de acor do com o objetivo do pr esente pr ojeto.
A cer vo F otogr áfico
Figur a 1: R eunião entre discen tes e docentes.
Fon te: Acervo do Pr ojeto.
104
Figur a 2: Discente debatendo com o docen te sobre a pesquisa.
Fon te: A cervo do Pr ojeto.
105
Figur a 3: R eunião entr e docen tes do pr ojeto.
Fon te: A cervo do Pr ojeto.
106
Figur a 4: Docen te explicando aos discentes a pesquisa.
Fon te: A cervo do Pr ojeto.
107
Figur a 5: Docen tes participantes do pr ojeto.
Fon te: A cervo do Pr ojeto.
DE
SI
GN
109
F ABRICA ÇÃ O DIGIT AL + MOD A
Curso pr omotor do pr ojeto: CST Design de M oda
Cursos in tegrados: C ST Design de Moda
Coor denador( a ): Uyar a de Sous a T r avassos Barbos a
Colabor adores( as ): Suellen Silva de Albuquer que, Victória Fernande z Bastos e L ucy ana
X avier de Azevedo
Discentes: Bruna Alves Nunes Santos; M eguy Magalhães Á vila de Ar aújo, Elyenai G ileno
Onias F ernandes, Giulia Lima de M orais e K arla T am yres San tos de Nascimento
Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( ) C omunidade, ( )
funcionários e colabor adores – UNIPÊ ( X ) Outr os, Quais? C omunidade acadêmica da
ár ea do Design de Moda.
Local onde o pr ojeto s e desenvolve: A contece no Bloco H do U nipê, usando a s ala H
179 (T eciteca ) e o Lab Criativo, também localizado nas instalações do Unipê.
Cr onograma de e xecução do pr ojeto: As r euniões do pr ojeto acontecem uma vez por
semana, às s egundas- feir as, das 15h às 18h. Além de serem r ealizadas pesquisas e
pr odução textual em hor ários extra, sendo e x ecutado no local mais convenien te para
os participantes.
R esumo: O pr ojeto de pesquisa ‘Fabricação Digital + M oda’ investiga as ferramen tas
de Fabricação D igital aplicadas a superfícies têxteis, den tro do campo do Design de
Moda. T em como finalidade determinar par âmetr os para a utiliz ação, em particular ,
da tecnologia de corte a laser em superfícies têxteis de uso comum para o
desenvolvimen to de pr odutos de moda. A pesquis a se f az pertinente devido ao cenário
descrito por alguns autores como a “T er ceira R evolução Industrial” está tão presen te
nos pr ocessos de des envolvimen to de produtos, pr ocess o esse que des centr aliza
tecnologias computadorizadas, pr oporcionando acesso a pessoas comuns ou
designers de pequenas pr oduções.
Objetivo: Pesquisar as aplicações e f erramen tas de f abricação digital e metodologias
voltadas à inovação par a o desenvolvimen to de produtos de moda e têxteis.
110
Me todologia de ex ecução: Alinhado com as tendências mundiais de desenvolvimen to
de novos negócios, este projeto de pesquisa utilizou a pr oposta metodológica do
Design Thinking
, apr esentado por Vianna (2011), o conceito faz uso de ferr amen tas
colabor ativas par a o desenvolvimen to de projetos. Seguindo essa pr oposta, as etapas
de desenvolvimen to da pesquis a se deram da seguinte forma:
Imersão Pr eliminar:
( a ) Pesquisa Bibliogr áfica, por meio de um mapeamento de publicações cien tíficas a
r espeito de Fabricação D igital e Design de Moda, nos dois anos an terior es, e r evisão
teórica e conceitual do Estado da Arte ( GIL, 2016);
(b ) P esquisa Documental por meio de análises de proje tos de moda que se utilizam
de ferr amentas de F abricação Digital, documentários e sites especializ ados. As duas
primeir as etapas r esultaram na publicação de um artigo no 13º Colóquio de M oda, com
o título de “Projeto de pesquisa fabricação digital + moda: uma r eflex ão sobre esta
r elação ”;
Imersão em pro fundidade:
( c ) Oficinas de intr odução ao maquinário de corte a las er e experimen tos r ealizados no
labor atório de Fabricação D igital da Instituição e Ensino;
Análise e Síntese:
( d) P esquisa Experimental, que teve como objetivo verificar como o corte a laser e a
gr avação se comportam em difer entes tipos de materiais tê xteis. Essa etapa foi dividida
em três experimen tos iniciais, determinando variáveis para ob tenção de critérios de
ex ecução do pr ocesso de corte a las er em superfícies têxteis. O s três experimen tos
iniciais for am testes de corte em: difer entes composições e materiais têxteis;
variações de potência do maquinário; e, dif eren tes suportes. Ess a etapa r esultou na
publicação de um artigo científico no 13º C olóquio de Moda, com o título de “Pesquisa
experimen tal de aplicação de corte a las er em superfícies têxteis: um r elato sobre os
pr ocedimentos de pesquisa do pr ojeto “fabricação digital + moda” ;
Ideação e P r oto tipação:
( e ) Análise e elaboração de catálogo: F as e na qual o proje to se encontr a, que consiste
na análise dos dados obtidos na etapa descrita no tópico ( d). Estão sendo analisadas,
atr avés da tabulação dos dados de f orma quantitativa, com in formações de potência,
velocidade e estilos de cortes ( desenho vetorial), por ex emplo, e qualitativa, a partir
da explanação de como o material têxtil se comportou ao ser submetido aos cortes
111
e gr avações à laser a depender de sua composição e gr amatur a. P ar a a publicação
dos dados, será elabor ado um catálogo digital e físico ( com os materiais que for am
utilizados ) para a divulgação par a toda a comunidade acadêmica da ár ea do design
de moda.
R esultados alcançados/ esper ados: Espera-se que com essa pesquis a, possa-
se ampliar as possibilidades de aplicação das ferr amentas de F abricação Digital
nos pr ojetos em Design; apr o ximar o C urso de T ecnologia em Design de M oda das
tecnologias disponíveis par a o desenvolvimen to de pr odutos; desenvolver Pesquisa
Cientifica e Experimen tal dentr o do curso tecnólogo; e, apr esentar material didático
que sir va de r ef er ência no desenvolvimen to de pr ojetos de moda em um universo
maior que o da instituição.
A partir da pesquisa já realiz ada, f or am publicados 02 artigos completos nos Anais 13º
Colóquio de M oda no ano de 2017 , um deles r elatando a f ase 1 da pesquis a r ef er en te a
pesquisa bibliográfica e o segundo descrevendo a fase dos primeiros e xperimentos.
A cer vo f otogr áfico:
Figur a 1: Experimento 01 – V ariação de Composição dos M ateriais T êxteis.
Fon te: A cervo do Projeto, 2017 .
112
Figur a 2: Experimento 02 – V ariação de T amanho do V etor e P o tência do Maquinário.
Fon te: A cervo do Projeto, 2017 .
Figur a 3: Experimento 03 – V ariação de Suporte.
Fon te: Acervo do Projeto, 2017 .
Figur a 4: Experimento 04 – C orte e gr avação em tecido de malha.
Fon te: Acervo do Projeto, 2017 .
Figur a 5: Experimento 04 – C orte e gr avação em tecido de malha.
Fon te: Acervo do Projeto, 2017 .
113
P AIS A GISMO D A PRA ÇA DO SITIO
BRA V O: UM MODEL O DE NE GÓCIO
Curso pr omotor do pr ojeto: CST Design de I nterior es
Cursos in tegr ados: CST Design de In terior es; CST Gestão Ambiental; Ar quitetur a e
Urbanismo
Coor denador( a ): Suellen Albuquer que
Colabor adores( as ): Saulo Leal e Sônia M atos
Discentes: Aleika Inácio da S ilva, Arnou Paiva de Lima Junior , Igor Oliveir a Pacheco,
Antoine R odrigue Essala, Fernando S ilva dos Santos, B runa Car ollina Carvalho Esteves
de Barr os, Lar a Antunes de Andr ade.
Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( X ) Comunidade: Vilar ejo
do Sítio Br avo – Boa Vista – PB
Local onde o pr ojeto s e desenvolve: A contece em dois locais:
• Bloco H do Unipê, na sala H 178 (T eciteca ) para r euniões s emanais;
• Cen tro de Vivências Geopar que do Cariri P araibano – CV GCAP , Sítio Br avo, Z ona
Rur al, PB-160, Boa Vista – PB;
Cr onograma de e x ecução do proje to: As r euniões do pr ojeto acon tecem uma vez
por s emana, às terças- feir as, das 16h às 18h. Além de serem r ealizadas pesquisas
e pr odução em hor ários extr a, s endo ex ecutado no local mais convenien te par a os
participantes. A pr ogramação das atividades seguem o planejamento do pr ojeto, com
os devidos ajustes quando necessário.
R esumo: Na r egião Nor deste encon tra-se alguns dos maior es déficits de
desenvolvimen to socioambiental e econômico do país. C omo factual desse descaso
pode ser citada a condição em que se encontr a o Bioma da C aatinga que poderia s er
menos negligenciado pelas políticas públicas s ociais, econômicas e de conhecimento
científico. N ess e conte xto, sur ge como Proje to de Extensão - Paisagismo para a
Pr aça do Sitio B ravo: um modelo de negócio , em desenvolvimen to no Sítio do Br avo,
localizado na Z ona Rur al no município de Boa Vista/PB. O Sítio do Br avo ocupa uma
114
ár ea de 20.000 m², onde r esidem apr o ximadamen te 200 pessoas, tangencia o extr emo
Leste da AP A do Cariri P ar aibano, conhecida como L ajedos do Br avo.
De belez a ímpar e ainda desconhecido par a a maioria dos par aibanos, é constituído
por um gr ande maciço r ochoso onde há também um conjun to de gr andes matacões
arr edondados, decor ados com arte rupestr e. Lider anças da comunidade e outr as
pessoas que valorizam e apoiam o pr ojeto, constituír am uma associação, Cen tr o de
Vivências Geopar que do Cariri P ar aibano – CV GCAP , par a estimular o desen volvimento
socioeconômico da região atr avés da implan tação de atividades cultur ais, sociais e
educativas nas comunidades do entorno da AP A do Cariri, sediada na comunidade rural,
e da valorização do potencial da r egião par a a pr ática de ecoturismo, identificando as
espécies, valorizando seus us os e benefícios par a a r egião e r espeitando, sobre tudo,
o bioma local.
Objetivo: Iden tificar as espécies, s eus usos e seus benefícios para a r egião r espeitando
o bioma local; R eper cutir os ans eios e necessidades da comunidade local; Elabor ar
o pr ojeto de paisagismo para ár ea centr al do Vilarejo S itio Br avo, município de Boa
Vista, Par aíba, visando tr ansformá-lo em um modelo de negócio a s er disseminado
em outr as r egiões que também sofr em com o pr ocesso de desertificação.
Me todologia de ex ecução: A metodologia aplicada é o “
Design Thinking
– uma
abor dagem antr opocên trica par a inovação que usa f err amen tas dos designers par a
integr ar as necessidades das pessoas, as possibilidades da tecnologia e os r equisitos
par a o sucesso dos neg ócios” , conceitua
Tim Br o wn
, autor do livr o
Change b y D esign
.
No Design Thinking, temos como ponto de partida o valor da empatia, da in venção
e da inter ação com o cliente, ou seja, a compreensão e o estabelecimento de uma
relação com o público par a o qual desen volvemos um projeto ou produto. Par a o
desenvolvimen to e implemen tação do Pr ojeto, for am estabelecidas as seguintes
etapas:
- Imersão Pr eliminar : apr o ximação da r ealidade e e xperimentação dos fatos com
visita à comunidade, levantamen to de dados técnicos (topogr áficos e do ecossistema ),
identificação do “ cliente ” ;
- Imers ão em pr ofundidade : desen volvimen to de empatia a partir da mobiliz ação
social com a comunidade, compreendendo suas perspectivas, cr enças, anseios e
necessidades, r euniões de sensibilização, en tr evistas, maquete de estudo, valorização
das lider anças locais, elabor ação das dir etrizes do pr ojeto como f oco nas pessoas que
ir ão usar / ocupar o espaço;
115
- Análise e Síntese, Ideação : estudo pr eliminar de dados e inf ormações par a a
elabor ação do progr ama de necessidades, definição do progr ama pais agístico,
zoneamen to e partido geral; M antendo a filosofia do pr ocess o
Design Thinking
, a ideação
será r ealizada por meio dos r esultados obtidos na fase de imersão. As lider anças
mapeadas na fase de imers ão em pr ofundidade for ão convidadas par a colaborar no
desenvolvimen to de s oluções, r espondendo um questionário semiestruturado. Além
disso, f oi elaborado uma maque te de estudo com a situação atual da ár ea de atuação,
par a que a comunidade interfir a propondo as in ter venções que julgam pertinentes.
Como e tapa final será feita a pr oto tipação.
O pr ojeto alcança sua f as e final culminando o objetivo da extensão acadêmica, no
desenvolvimen to do projeto de paisagismo na comunidade local, r esultando no
Antepr ojeto. E ainda, de forma complemen tar e não menos importan te, a elaboração
do Plano de Negócios par a implantação do pr ojeto, documento que ir á registr ar todo
pr ocess o de g estão e analisar a viabilidade econômica e financeira par a o modelo de
negócios, instrumento que será utiliz ado para cap tação de recursos econômicos e
financeir os.
R esultados alcançados/ esper ados: Espera-se que o pr ojeto de pais agismo da
pr aça s eja um atrativo turístico par a a região, tornando-s e o ponto de r ecepção aos
turistas que visitam a AP A do C ariri. Etendemos ainda, que apr o ximar a academia da
comunidade é um meio par a promover o desenvolvimen to de projetos susten táveis.
A partir das etapas já r ealizada, foi desenvolvido:
• R elatório levantamen to bibliográfico;
• Levan tamento f otogr áfico;
• Estação T otal da ár ea do pr ojeto;
• En trevista com a comunidade;
• Plano de Necessidades;
• Maque te da situação atual – estudo;
• Estudos pr eliminares, zoneamen to e etc;
• Cr oquis e estudos – Pr opostas de mobiliário urbano.
No quadr o a seguir apr es entamos as etapas desen volvidas nos períodos 2017 .2 e 2018.1
( em andamento ), da qual participaram os pr of ess ores, o coor denador do projeto, os
alunos participantes da Extensão, líder es locais e os morador es da comunidade do
Br avo.
116
R esultados/Etapa D escrição
R elatório com
levantamen to
bibliográfico;
Assun tos abordados na pesquisa bibliográfica:
Desertificação;
Espécies Arbór eas com potencial de utiliz ação;
Viveiros e Tipos de Viveiros;
Materiais nativos e/ ou aplicáveis;
Mobiliário U rbano.
Imersão Preliminar
-Levan tamento
fo tográfico,
reconhecimen to da
área de in ter venção.
Visita técnica Inicial
Visita técnica I nicial
Imersão em
Pr ofundidade:
Levan tamento
T opográfico – Tipo
Estação T otal
O estudo de uso e ocupação do solo tem como objetivo iden tificar a atividade
predominan te do entorno, evidenciar a ausência de determinada atividade e separar
as áreas de acor do com suas funções.
117
Imersão Preliminar
-En trevista com a
comunidade e
A pesquis a e coleta de dados foi r ealizada com morador es e pess oas com algum
tipo de vínculo com a Comunidade do Br avo, aplicadas através de um questionário e
os entr evistados responder am através de r ecurso de áudio e es crita.
Questionário
Qual a sua r elação com Vilarejo do Br avo?
V ocê gostaria de uma Praça? O que você gostaria que tivesse nesta Pr aça?
Quais as atividades de lazer /r ecreativas que você faz no Vilarejo?
Quando você pensa no Cariri que imagens, pais agens vem a sua men te?
Qual sua opinião sobre a arte rupestr e?
Sobre o T urismo, você acha bom?
Quais as festas/ comemorações são realiz adas no Vilarejo ?
V ocê acredita que é importan te o plantio de árvores no Vilarejo? P orque?
Na sua visão qual a importância do Geopark do Cariri par a Vilarejo do B r avo?
Análise do Discurso:
Elaboração do
Pr ograma de
Necessidades
O Pr ograma de N ecessidades é a sintetização das falas dos entr evistados,
destacando os aspectos mais relevan tes das respostas par a esta análise.
118
Maquete da situação
atual – estudo;
Cr oquis Mobiliário
Urbano.
T erreno- C urvas de Nível e Limites.
R esultados esper ados/ alcançados: Esper a-se que com essa extensão, poss a-se
ampliar as possibilidades de aplicação dos conhecimen tos e habilidades dos alunos,
por meio de uma pr opositur a pr ática. Além de apr o ximar os dis centes da sociedade.
A partir do projeto em desen volvimento ser á possível desenvolver uma cartilha com
identificação e car acterização das espécies nativas, além do pr ojeto de paisagismo
da Pr aça para o Vilar ejo Sitio Br avo ( área pública cen tral – apr oximadamen te
8.000 m 2 ), que contemple: D imensionamento de Espaços; Aspectos P aisagísticos;
A grupamentos arbór eos; Aspectos Ambientais (Sombr eamento, T emper atur a e
umidade do ar , V entilação, ár eas de s ocialização / con templação/ valorização da flora
local; Clima, Necessidade de água, Solo, A specto energético, C rescimen to das plantas
Maquete da situação atual – estudo.
119
e Biodiversidade ); Mobiliários U rbanos; Iluminação e R epr esentação de Elemen tos
Paisagísticos
A cer vo fo togr áfico do pr ojeto:
Figur a 1: Ár ea centr al da pr aça - Vilarejo do Br avo - Boa Vista – PB
Fon te: Acervo do Projeto, 2017 .
REFERÊNCIA S
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LIMBERGER, Lucienne R ossi Lopes, S ANT OS, N ar a R ejane Z amberlan. C aderno Didático
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121
UMA C OMPRA PRAZEROS A P ARA
T ODOS: VISU AL MERCHANDISING
APLICADO P ARA DEFICIENTE S
A UDITIV OS
Curso pr omotor do proje to: Design de In terior es
Cursos in tegr ados: Design de moda e design de in terior es
Coor denador( a ): pr of a. M.E M aur a Maldonado
Colabor ador es( as ): P ablo N ogueir a
Discentes: T ania Evyllyn Dias Da Silva; I sabela Lopes Nunes; M ariana Vitória Salustino
Dos San tos; Giulia Lima De M or ais; Bruna Be zerr a M eir eles; Y asmin F erreir a Da Silva;
R ay ani Barbosa Da C osta.
Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( ) C omunidade, ( )
funcionários e colabor ador es – UNIPÊ ( ) Outr os, Quais?
Local onde o pr ojeto se desenvolve: CENTRO UNIVERSIT ÁRIO DE JO Ã O PESSO A- UNIPE:
os encontr os s e r ealizam na sala de atendimento ao discen te do curso de Design de
In terior es, bloco H do Cen tr o Universitário de João P essoa - UNIPÊ
Cr onogr ama de e x ecução do pr ojeto: O pr ojeto iniciou-se no semestre 2017 .1 e ter á
dur ação até 2018.2. Os encon tr os acontecem nas segundas f eiras às 17 hrs.
R esumo: O pr esente pr ojeto tem como objetivo desen volver um estudo de
visual
mer chandising
, juntamen te com a pr oposta de adequação de loja par a deficien tes
auditivos. O
visual merchandising
tr ata-se de técnicas de or ganização de loja, vis ando
aumentar a visibilidade do pr oduto, po tencializar vendas, gerar informações visuais
sobre mar ca e pr oduto, criar um ambien te agr adável de vendas, fideliz ação de público
consumidor / cliente, en tr e outr os. Demetr esco (2016 ) fala sobr e o assunto como um
gr ande espetáculo or questr ado pela visualidade, ou seja, já não se trata apenas do
tr abalho oper acional de alocação de produtos, mas algo mais pr ofundo como con tar
uma estória, firmar a iden tidade de mar ca, estimular as compr as e tr azer conf orto e
122
bem-estar aos clientes ( Sackrider ,
et. al,
2009 ). Esta proposta de tr abalho se debruça
sobre a questão da inclusão social e do aperfeiçoamen to da recep tividade em ponto-
de- venda para consumidor es sur dos. O estudo é fruto de uma pesquisa que vem
sendo des en volvida entr e pr ofessor es e alunos no Cen tro U niversitário de João P essoa
- Unipê ( João P essoa/BR). Com abor dag ens de Design de M oda, Design de In teriores e
Ar quitetura tomando o desafio de compreender o univers o do deficiente auditivo e
suas limitações na busca por s oluções que lhes possibilitassem maior f acilidade e
bem estar no ato da compr a. Nesse sentido, este artigo tem como objetivo analisar o
comportamento do consumidor portador de deficiência auditiva. Este r ecorte se deu
visando estimular os alunos dos curs os de Design de M oda, Design de In teriores e
Ar quitetura par a trabalhar em com o desafio de compreender o univers o do deficiente
auditivo, suas limitações e encon trar soluções possíveis que suprissem suas
necessidades ao facilitar o ato da compr a tornando este um momento pr azen teiro /
lúdico. En tende-se que este levantamento pode con tribuir par a desenvolvimen to de
uma nova linha de
visual mer chandising
voltado par a consumidores especiais. Sabe-
se que os deficientes auditivos (D A) são aqueles que não contemplam completamen te
o sentido da audição. É importan te explicar que e xistem vários graus de deficiência
auditiva e que o D A e o surdo tr azem pr oblemáticas distintas. Deficiência auditiva é
consider ada como a difer ença existen te entr e o desempenho do indivíduo e a
habilidade normal par a a detecção sonora de acor do com os padr ões estabelecidos
pela American N ational Standar ds Institute ANSI- 1989. Este estudo f oi iniciado através
de um ex ame bibliogr áfico sobre os temas centr ais
visual mer chandising
e D A o que
nos levou a definir como metodologia a pesquisa de nature za quali-quan titativa,
visando uma maior apro ximação do ambien te estudado, obser vando nuances e
permitindo maior interf er ência e/ ou participação do pesquisador . A pesquis a qualitativa
se deu a partir de encontr os e discuss ões em grupo com pro fessor es e f onoaudiólogos
da clínica escola da instituição onde o projeto f oi realiz ado. Devido à dificuldade de
comunicação com o público alvo em questão, falou-se com especialistas no assunto
e que acompanham o desenvolvimen to do D A para en tender o seu univers o, f ormas
de con vívio, des en volvimento dos outr os sentidos devido a ausência ou perda de
audição, entr e outr os. Um dos pon tos mais destacados pelos pro fissionais que tr atam
os distúrbios de audição, foi que os D A s ão muito ágeis e têm um maior inter ess e por
tecnologias. Fato constatado devido a não necessidade de comunicação auditiva par a
o manejo das tecnologias em computadores em g eral. A partir deste dado decidiu-se
continuar a pesquis a com uma etapa quan titativa que s e deu a partir da aplicação de
um questionário, en viado através da ferr amen ta
WhatsApp
com tabulação pelo
Google
formulário, ger ando dados numéricos e porcen tagens s obr e as pergun tas. Após a
quantificação e compr eensão das necessidades de compra dos deficien tes auditivos,
123
foi feita a observação participante em lojas de vestuário par a verificar como estes
estabelecimentos estão pr epar ados para r eceber estas pess oas. Visitas
in loco
, na
cidade de João P ess oa (Br asil – PB ) permitiram coletar dados sobr e o funcionamen to
de diversas lojas e a verificação das possíveis dificuldades encontr adas pelo
consumidor surdo. P or fim, foi selecionada uma empr es a/loja e desenvolvida uma
pr oposta de alteração do
visual mer chandising
par a o atendimento deste público
especial. Como e xplicado na metodologia, a etapa qualitativa apr es en tou resultados
no sentido do en tendimento geral sobr e o comportamento e r elações s ociais do D A.
Os pr ofissionais en tr evistados apontar am que existe uma tendência em os D A s e
r estringirem aos grupos sociais de semelhantes. R elatou-se ainda um posicionamento
de gr ande aceitação da deficiência, ou s eja, eles se manifestam avessos a fazer em
acompanhamento vocal e colocar em apar elhos auditivos no sentido de demonstr ar
or gulho em ser D A. Por fim, os especialistas na ár ea, f oram enf áticos na predileção do
D A pelo uso de computadores, tecnologia e smartphones, equipamen tos estes que
podem dispensar o us o da audição. Este con texto levou a condução da segunda
etapa da pesquisa do tipo quantitativa. Esta se deu a partir da aplicação, através do
celular , de um questionário (11 per guntas ) com jovens surdos. Os principais pon tos
questionados for am s obr e: (1) s e fazem compr as sozinhos ou acompanhados, (2)
principais dificuldades de compr a, (3) elemen tos que f acilitariam a compra. F oram
entr evistados um total de 79 pessoas onde o perfil dos responden tes está na f aixa
entr e 19 e 31 anos, sendo 48% do g êner o mas culino e 52% do gêner o f eminino. Destes
54,5% estão concluindo ou possuem gr au superior , enquanto outr os 34% possuem
apenas o ensino médio. Quando questionados sobre a pr efer ência de compr a, 64,6%
apontar am a necessidade de r ealizar compras acompanhado enquan to outros 35,4%
optam por realizar suas compras sozinhos. Quando per guntado sobr e o acompanhante
53,2% afirmar am s er alguém da família, enquan to 26,6% consideram o acompanhan te
como sendo o ( a ) namorado ou cônjuge. O r estante 20,3% consider a ser acompanhado
por amigos. Contudo, quando questionado se o usuário pr ecis a de auxílio, 62%
consider am que não precisa enquanto apenas 38% apon tam que sim, necessita de
auxílio na compr a de artig os. Em compar ação com as questões de anterior es voltadas
a pr efer ência por acompanhamento obser va-se um equilíbrio par ado xal. C ontudo,
este equilíbrio pode indicar uma série de possibilidades como, ou os usuários não
gostariam de s er auxiliados no momen to da compr a, ou que g ostariam de ter maior
liber dade, ou que sentem insegurança de fr equentar um espaço não adaptado as
suas necessidades. Mas que acima de tudo demonstr am a necessidade de s e sentir em
autônomos. Esta afirmação pode ser ref orçada pela questão que busca detectar a
pr efer ência por tipos de atendimento. Q uando questionados quanto a pr efer ência por
lojas com auxílio de atendentes, ou de lojas de departamen to, onde se oportuniza um
124
modelo de autoatendimento, apenas 24,1% afirmam pr eferir o auxílio de um atenden te
no momento da compr a. Não fica clar o o motivo pela qual os questionados afirmam
tal opção. Con tudo, o constrangimen to no momento da compr a parece ser algo ainda
muito pr es ente no co tidiano deste usuário que quando questionado sobre sofr er
constr angimento no ato da compr a, 60,3% dos responden tes afirmam que sim, já
sofr eram ou sofr em algum tipo de constr angimento enquan to 39,7% consideram que
não sofr em constrangimen tos. As limitações de comunicação em um ambiente de
compr a para D As é algo que deve ser estudado com cautela. Aspectos que envolvem
desde o lay out até a comunicação detalhada de um produto podem in terferir
negativamente na per cepção deste pelo D A. Quando questionados sobre qual a maior
dificuldade de compr a apresenta-se aspectos como pedir um tamanho diferen te de
uma peça de vestuário que foi consider ado por 62,3% dos usuários. Per guntar sobre
uma peça que não esta exposta foi apon tado como um problema por 64,9% dos
entr evistados. E, pedir outras cor es de um determinado pr oduto f oi apontado por
66,2%. Ou seja, para o D A, o ambiente de compr a se s oma aos obstáculos diários de
comunicação em geral. O questionamen to específico s obr e “ quais as principais
dificuldades de compr a” levar am ao entendimen to deste ponto. D este modo, a compr a
se f az mais difícil por não poder oper ar ações simples como apenas pergun tar s obr e
uma peça que não está visível ou pedir variações de cores e tamanhos. Esta investigação
contribuiu par a entender as limitações de compra dos deficien tes auditivos. A inclusão
social é uma necessidade real que tr az benefícios par a este grupo especial de
consumidor es, mas também par a as empresas como um todo. Já que estas
aumentariam o númer o de potenciais clien tes, além de f ortalecer a imag em de mar ca
como sendo loja inclusiva fideliz ando um maior público. As tecnologias de varejo aqui
sugeridas não f oram desen volvidas em função do clien te D A, mas, são f erramen tas
financeir amente acessíveis par a pequenos comércios, que auxiliariam o ato de
compr a do público em questão e por fim agr eg ariam valor à outros clien tes também.
Sendo este trabalho fruto de um pr ojeto de pesquisa, pr opõe-se futur amente um
apr ofundamento no tema, na identificação de novos caminhos par a facilitar a compra,
bem como torná-la mais praz erosa a este grupo. T ambém se f az necess ária a
obser vação de outros grupos como portador es de deficiências motor as, deficiências
visuais, entr e outr os. Propõe-se também um direcionamen to acerca de in ternet das
coisas, bus cando um melhor entendimen to dos recursos disponíveis e melhor es
estr atégias de aplicação no var ejo para aten ter estes usuários. C omo g anho par a as
pesquisas em visual merchandising temos o olhar do visual merchandising par a
grupos especiais e especificamente voltado para a inclusão social, até mesmo
desenvolvendo e aplicando tecnologias que atendam aos demais grupos de clientes.
Este pr ojeto tr ata-se da proposta de utiliz ação de ações de visual mer chandising, em
125
uma loja de moda, no sentido de auxiliar a compr a de deficientes auditivos. O visual
mer chandising é uma técnica de pr eparação do var ejo para a e xposição de produtos.
Esta técnica vis a a melhor apresen tação das ofertas, de modo a incen tivar , persuadir ,
con vencer e levar o consumidor à compr ar . O visual mer chandising é mais do que
or ganização de objetos, é também a criação de ambientes agr adáveis, lúdicos, que
contem histórias e acr escentem valor , significado e identidade às mar cas. Esta é uma
ação que vem cr escendo, nos dias de hoje, mais empresas têm s e apr opriado deste
artifício, inclusive utilizando métodos acr escidos de processos que utilizem a
explor ação dos cinco sentidos. É sabido que deficientes auditivos têm percepções
difer entes de cheir o, gosto e até vis ão. Dado a ausência da audição, outr os sentidos
são aguçados e funcionam dif eren tes daquelas pess oas que não apr es en tam
dificuldades auditivas. Neste sen tido, é intenção deste pr ojeto, compreender a forma
de per cepção do ambiente de compr a, bem como as dificuldades encontr adas pelos
deficientes auditivos em sua atividade de consumo em lojas de moda. Esse
entendimen to se dará atr avés de entr evistas com o público alvo. As r espostas
possibilitar ão o des en volvimento de pr oposta de melhorias e aplicação do visual
mer chandising em uma loja de moda, para a sua adap tação para r eceber os
consumidor es deficientes auditivos.
Objetivo: Levan tar requisitos essenciais à melhor leitura espacial par a deficientes
auditivos no momento da compr a a partir de técnicas de visual merchandising.
Me todologia de ex ecução: os encontr os acontecem semanalmente, alternamos o
apr ofundamento do estudo com apr esentação dos pr ofessor es colabor adores e
apr es entações de pesquisas desenvolvidas pelos alunos. Além diss o fizemos alguns
encontr os com pessoas surdas, bem como com pr ofissionais da clínica escola de
fonoaudiologia par a discuss ões em grupo sobre o tema. Os encon tros acon tecem nas
segundas f eiras às 17 hrs e não o fer ecemos ser viços à comunidade.
R esultados alcançados/ esper ados: A pesquisa tem um objetivo acadêmico e
científico de estudos na ár ea de visual merchandising. Tivemos como principal
r esultado a aceite do artig o par a a participação e apresentação do pr ojeto em um
Congr esso Internacional que acon tecerá no mês de maio na cidade de M adri.
DI
REI
TO
127
A IMP ARCIALID ADE C OMO PILAR
D A CREDIBILID ADE DO SISTEMA
JUDICIÁRIO E SU A PERCEPTÍVEL
SUPRE SS Ã O NA S DE CISÕE S
PROFERID A S PELA SUPREMA
C OR TE BRA SILEIRA
R epr esentan te do grupo de estudos: She ylla Tiburtino Lacer da de Araújo F onsêca
In tegr antes do grupo: Esdr as Ramon da C osta Ser afim, Jessyla Gomes M elquiades,
João Gabriel F alcão da C unha Lima Alves, M arília Queir oz de Medeir os, Y asmin Ohana
dos Santos B atista.
Público alvo Beneficiários do grupo: ( x ) alunos – UNIPÊ, ( ) C omunidade, ( )
funcionários e colabor ador es – UNIPÊ ( ) Outr os.
Locais onde o grupo se desenvolve: C en tr o Universitário de João P essoa – UNIPÊ
R esumo: Este grupo de estudo tem como alvo in vestigar o con tr aste da prática judicial
atr avés de pesquisas e dis cussões s obr e matérias r elacionadas à impar cialidade nas
decisões pro feridas pela S upr ema Corte B r asileir a, dando importância ao discurs o
pr oposto pelo Dir eito C onstitucional pátrio.
Objetivo: Ex aminar a vulnerabilidade da impar cialidade na era do ativismo judicial
destacando as deliber ações do Supr emo T ribunal Feder al.
Me todologia de ex ecução: Promoção de discussões e refle x ões sobre o tema, produção
de fichamentos e utiliz ação do estudo estr atégico com encon tr os quinzenais.
R esultados alcançados/ esperados: F omentar o estudo sobre a fr agilidade da
impar cialidade nos julgados do STF , tendo como foco a análise das decisões nas
ar guições de impedimento e suspeição, assim como r efletir sobre a função da
impar cialidade par a a solidez do prestígio do P oder J udiciário.
128
Conclusão: Con forme visto, visamos ao enquadramen to dos estudos do grupo a um
tema de suma r elevância à aplicabilidade do Dir eito, isto é, aos institutos da aplicação
pr ática do ordenamen to jurídico, buscando ao final, pr opor condições que auxiliem o
ver edito imparcial.
A cer vo fo togr áfico
Figur a 1: R eunião do Grupo com participação da Pr of .ª Priscilla Maciel, em 11/ 05/2018.
Fon te: Acervo do Projeto, 2017 .
Figur a 2: R eunião do Grupo com participação da Pr of .ª Priscilla Maciel, em 11/ 05/2018.
Font e : Acervo do Projeto, 2017 .
129
A A TU A ÇÃ O DO PODER PÚBLIC O
MUNICIP AL DE JO Ã O PE SSO A
FRENTE À CA US A ANIMAL E SU A
REPERCUSS Ã O NA S A ÚDE D A
POPULA ÇÃ O
Curso pr omotor do pr ojeto: Dir eito
Coor denador: Glauber de Lucena C ordeir o
Discentes: Ale x Gomes de P aiva; Poly ana da Nóbr ega Farias de Oliveir a
Público alvo beneficiário do pr ojeto: toda a comunidade
Local onde o pr ojeto s e desenvolve: município de João P essoa/PB
Cr onogr ama de e x ecução do pr ojeto: sextas- feir as, das 14h às 17h
R esumo: A r elação do homem com os animais data de tempos muito r emotos.
A evolução s ocial foi seguida também pelo estreitamen to desse vínculo. Como
consequência, obs er va-se o refle x o desses laços nos ordenamen tos jurídicos de
países do mundo inteir o e no Br asil não é difer ente. E m uma análise superficial,
pode-se identificar que a Declaração U niversal dos Dir eitos Animais f oi pr oclamada
pela UNESC O, Ór gão da ONU, em 1978, há 40 anos, em B rux elas, com o objetivo de
criar motivações e fatos par a que os Países, Estados e Municípios em todo o planeta
criassem f ormas de pr o teger os animais, muitas vezes vítimas de tr atamento indigno.
A Constituição F eder al Br asileir a de 1988, ao pr ever , em s eu art. 225 §1, inc. VII, a
pr oteção da fauna e da flor a, conf er e tutela constitucional aos animais e impõe tal
dever de proteção ao P oder Público. A os mais r esisten tes a esse entendimen to, deve-
se ressaltar que tr atar de direito dos animais vai muito além, é uma questão de saúde
pública, de economia, de educação, etc. Um animal abandonado, por ex emplo, pode
disseminar doenças, caus ar acidentes de trânsito, reproduzir-se desenfreadamente,
entre tantas outr as consequências negativas, principalmente para os centros urbanos.
De a co r do c om a O rganização P an-Americana de Saúde, a saúde dos animais está
130
intimamen te ligada à s aúde dos seres humanos. Outr a r elação pouco identificada
pelo público em geral é a r elação entr e maus- tratos aos animais e violência social.
Os agr essores de animais apr es en tam como característica em comum a pr ática de
atos de violência con tra seres mais vulner áveis, que em determinado momen to é
um animal, mas que poder á reverber ar contr a crianças, mulheres e idosos. Dian te do
exposto, é inegável a necessidade de atenção especial pelo P oder Público à pr o teção
e pr omoção do bem-estar animal no enfren tamento indir eto das maz elas s ociais
nos centr os urbanos.
Objetivo: Iden tificar a atuação do poder público municipal de João P ess oa na pr oteção
do dir eito e bem-estar dos animais e sua reper cussão na s aúde da população.
Me todologia de ex ecução: A pr es ente pesquisa trata-se de um estudo quan ti-
qualitativo, com abor dag em histórica, baseada na legislação vig ente acer ca das ações
desenvolvidas pelo poder público municipal de J oão Pessoa no sentido de assegurar
a pr oteção e o bem-estar dos animais, com potencial r eflex o na saúde da população.
Par a isso, será utilizada a técnica de levantamen to, com o intuito de in vestigar a
existência de legislação ou pr ojetos de lei, dados estatísticos ou dados históricos
sobre a temática, bem como a técnica documental, a fim de apr ofundar a análise dos
dados levantados.
R esultados esper ados: Espera-se encontr ar um número r eduzido de ações municipais
voltadas par a a pro teção e bem-estar animal, s endo estas limitadas e insuficientes
par a g ar antir a saúde plena da população, principalmente das ár eas mais periféricas da
cidade. Em con trapartida, estima-se iden tificar um avanço no sur gimento de pr ojetos
de lei com foco na causa animal, que aumentam a r esponsabilidade do Município,
obrigando-o a incremen tar a sua atuação.
131
A cer vo fo togr áfico:
Figur a 1: Levan tamento de imagens do pr ojeto
Fon te: A cervo do Projeto, 2017 .
Figur a 2: Levan tamento de imagens do pr ojeto
Fon te: A cervo do Projeto, 2017 .
Figur a 3: Levan tamento de imagens do pr ojeto
Fon te: A cervo do Projeto, 2017 .
132
PROJET O DE PLANO
METROPOLIT ANO DE
DE SENV OL VIMENT O INTE GRADO
D A RE GIÃ O METROPOLIT ANA DE
JO Ã O PE SSO A
Curso pr omotor do pr ojeto: Dir eito
Coor denador: Glauber de Lucena C ordeir o
Discentes: L eticia A guiar Neves e Thaís Emmanuella Isidr o Alves
Local e dia na semana onde ocorr em as ações: O pr ojeto é oriundo do Pr ojeto de
Pesquisa “In tegr ação Municipal, Gestão e T ecnologia: Ações do Governo Ele tr ônico nas
Políticas Públicas M etropolitanas” da própria I nstituição, por isso, não há “ ações” e sim
r euniões ( ocorr endo necessidade presencial - r ealizar -se-á nas s egundas- feir as ).
R esumo: O pr ojeto enf atiz a a r egião metr opolitana de João P essoa, f ormada por 12
municípios, dos quais nem todos apr esentam Plano Dir etor . Assim, em virtude do
Estatuto da Me tr ópole – Lei 13.089 de 2015 que assever a o Plano de Desen volvimento
Urbano In tegrado das R egiões Metr opolitanas busca-se através de um estudo en tr e
os planos dir etor es existen tes, uma sistemática comparativa, a fim de construir uma
visão de metrópole, definindo seus objetivos, principais temas e áreas, bem como
suas prioridades, par a assim, formar o PDUI da R egião M etr opolitana de João P essoa.
Objetivo: Pr omover uma analogia com os demais planos metropolitanos do país
adequando à nossa realidade P essoense.
Me todologia de Ex ecução: Compar ativo dos planos diretor es das cidades que
integr am a região metr opolitana de João P essoa buscando pontos em comum par a a
elabor ação do plano integr ado.
R esultados Alcançados/Esperados: Um esboço/base de Plano de Desenvolvimen to
Urbano In tegrado
Conclusão: Com esse pr ojeto pode-se sistematizar um instrumento de
desenvolvimen to e de governança interf eder ativa com participação de todos os en tes
133
públicos e da sociedade civil, de f orma integr ada e compartilhada, ser vindo de alicer ce
par a a elaboração de pr oposta par a o PDUI, compatibilizando todos os planos dir etor es
de cada município que integr a a unidade territorial urbana.
A cer vo fo togr áfico:
Figur a 1: Pr ojeto em ex ecução
Fon te: A cer vo do Pr ojeto, 2017 .
Figur a 2: Pr ojeto em ex ecução
Fon te: A cer vo do Pr ojeto, 2017 .
134
OS IMP A CT OS D A S MEDID A S
PRO VISÓRIA S NOS C ONTRA T OS DE
C ONCE SS Ã O DO SET OR ELÉTRIC O:
O CA SO D A MP579 /2012
Curso pr omotor do proje to: Curso de Dir eito
Coor denadora do pr ojeto: M aria Mar coniete Fernandes P ereir a
Colabor adora: Priscilla M aciel de Menez es Silva
Discente: Esdr as R amon da Costa Ser afim
Público alvo beneficiários do pr ojeto: ( X ) Alunos- Unipê; ( ) Comunidade;
( ) F uncionários e colaborador es do Unipê; ( X ) Outr os. Quais? Gestor es públicos,
advogados e pro fissionais que tr abalham no s etor elétrico.
Local onde o pr ojeto s e desenvolve: N o Cen tr o Universitário de João P ess oa- UNIPÊ,
na nova coor denação do Curso de Dir eito, cabine n.4.
Cr onogr ama de ex ecução do pr ojeto: As r euniões ocorrem todas as quartas e s extas-
feir as das 11h às 11:30h
R esumo: Não é de hoje que as intervenções do Estado no s etor elétrico se dão
atr avés de medidas provisórias. No en tanto, é importan te analis ar (i) s e os requisitos
constitucionais de ur g ência e r elevância estão s endo pr eenchidos no caso concreto,
(ii) se há ou não usurpação de competência das atribuições da Agência R eguladora
de Ener gia Elétrica ( ANEEL) e (iii) se o art. 4º, da Lei n.º 9.427 /1996, que pr econiza que
pr ocess os decisórios que afetam dir eitos dos ag entes econômicos do setor elétrico ou
dos consumidor es, s er ão precedidos de audiência pública con vocada pela ANEEL, está
sendo respeitado. C ontudo, o debate se concen trar á nas reper cussões provocadas pela
publicação da MP 579/2012, que teve por finalidade reduzir 20% do valor das tarif as, nas
vésper as da corrida eleitoral, justamen te em um momento em que havia uma crise
hídrica, e com acionamento das termelétricas fazia-se necessário um aumento não
uma diminuição do pr eço da energia. N este sentido, a discuss ão se voltar á à anális e
135
das consequências deste sinal equivocado do g overno nos contr atos de concessão
de ener gia elétrica.
Objetivo: Analisar os impactos das mudanças do s etor elétrico r ealizadas por meio
de medidas pr ovis ória, sobretudo por meio da MP 579/2012 e as suas r epercussões na
garan tia do equilíbrio econômico-financeir o dos contr atos de concess ão de ener gia
elétrica, instrumen tal para pr estação de um s er viço módico e adequado.
Me todologia de ex ecução: A metodologia utilizada é dedutiva, posto que as conclusões
são retir adas a partir de premissas já existen tes, conhecidas por meio de pesquis as
doutrinárias e jurisprudenciais, sobretudo do S upremo T ribunal Feder al, bem como
r esultados de auditorias realizadas pelo T ribunal de C ontas da União.
136
OBJETIV OS DE
DE SENV OL VIMENT O DO MILÊNIO
SOB A PERSPE CTIV A DE A TU AÇÃO
NO MUNICÍPIO DE JOÃO PESSO A/
PB
Membr os: V alter Witalo Nelo Lima, Arleciane Emilia de Azevêdo Bor ges, W aleska Bez err a
de Carvalho V asconcelos.
RESUMO: Dentr e os obje tivos de desenvolvimen to do milênio, são objetos desse estudo
o sétimo, que trata da gar an tia da sustentabilidade ambien tal, e o oitavo, que consiste
em estabelecer par ceria mundial par a o desenvolvimen to. P arte-se da premissa
de que a sociedade civil e as instituições públicas e privadas s ão corr esponsáveis
pelo desenvolvimen to susten tável do país por meio do pr essuposto da cooper ação
par a obter a tr ansf ormação do con texto social em que estão inseridos, tan to a nível
econômico como histórico-cultur al. Objetiva-se analisar os r esultados do sétimo e
do oitavo ODM no município de J oão P essoa/PB. O estudo está respaldado por uma
abor dagem qualitativa, constituindo uma pesquis a explicativa, de documen tação
indir eta e bibliogr áfica median te os métodos indutivo, de interpr etação e s ociológico
pr oposto por Savigny . C om r elação ao sétimo ODM, a meta 10 (R eduzir à metade, até
2015, a pr opor ção da população sem acess o sustentável à água po tável segura ) e
a meta 11 (R eduzir pela metade, até 2015, a propor ção da população sem acesso a
saneamento e ser viços essenciais) alcançar am eficiência entr e os anos de 1991 e
2010 no r eferido município. R efer ente ao oitavo ODM no município supr acitado, os
dados apr esentados encon tr am-se minimamente compilados, dificultando a análise
completa acer ca da eficiência das metas. N o en tanto, as desigualdades sociais, que
se refletem no acesso aos meios de comunicação, estão sendo reduzidas. C onstata-
se que o município de João P essoa/PB avançou consider avelmente em r elação ao
cumprimento do sétimo e do oitavo ODM, alicer çando o caminho par a alcançar as
metas no ano de 2015, conf orme pactuado dian te das N ações Unidas.
Palavr as-chave: desen volvimen to, sustentabilidade, cooper ação global.
137
INTRODUÇÃ O
Na A ssembleia da Organização das N ações Unidas ( ONU), em setembro de 2000,
189 nações firmaram um compr omiss o par a combater a extr ema pobrez a e outr os
males da sociedade. Esta promessa acabou se concretiz ando nos 8 Objetivos de
Desenvolvimen to do Milênio ( ODM) que deverão ser alcançados até 2015. Salienta-se
que o Br asil é signatário da Declaração do Milênio e, par a tanto, inser e-s e nas ações do
Pr ograma das N ações Unidas par a o Desenvolvimen to (PNUD ) que tem como foco de
tr abalho abr anger cada vez mais o desenvolvimen to de capacidades, o f ortalecimento
e a modernização institucionais de Estados e municípios, com uma cr es cen te
participação do setor privado e da s ociedade civil nos pr ojetos (PNUD , 2015).
O Br asil avançou muito em relação ao cumprimen to dos ODM e pavimentou o caminho
par a cumprir as metas até 2015. O desempenho brasileir o s ó foi possível em função de
uma série de políticas públicas colocadas em curs o nos últimos anos que troux eram
impactos positivos sobre os ODM. H á bons indicadores, mas há muitos desafios
a serem vencidos. P ar a cada um dos objetivos e xistem políticas públicas que vêm
apr o ximando o Br asil do cumprimento das metas. Em algumas ár eas o país tem que
avançar . Em outr as, os indicadores positivos já são r ealidade ( ODM, 2015).
De modo geral, os obje tivos r elacionados com a fome, a educação, a igualdade de
gêneros, a saúde e o meio ambien te r evestem de importância vital para o cr escimento
econômico global. Logo, além de con venientes por si s ó, os Obje tivos do Milênio
r epr esentam uma parte da acumulação de capitais e uma parte do caminho par a
o desenvolvimen to igualitário mundial, o qual a cooperação in ternacional pode
pr opor cionar a aliança global para pr omover a r ealização das metas e o in vestimento no
desenvolvimen to. Desse modo, visa s omar necessidades e capacidades provenien tes
de toda a rede global, r ealizando uma ampla quantidade de atividades, com a finalidade
de r everter condições políticas e econômicas (MANCCINI, 2015).
Nessa seara, nos últimos anos, o desgaste do meio ambien te associado ao crescimento
econômico tem sus citado vários debates em todo o mundo. P ercebe-se que pr oblemas
ambientais e socioeconômicos estão in terligados devido ao des equilíbrio do binômio
consumo – pr odução e suas r elações causais s obr e o meio-ambiente e a saúde
humana (MEL O, 2006 ).
A tualmente, os ef eitos degradan tes ao meio ambiente associados ao crescimen to
econômico e os padr ões de consumo desses recursos vêm ocupando posição
de destaque nas discuss ões de nível mundial. Sur g e, en tão, o conceito de
138
desenvolvimen to sustentável, que tr ata do equilíbrio en tr e a utilização dos r ecursos
natur ais, o crescimen to econômico e a distribuição de riquezas (L UCENA, CA V ALC ANTE,
CÂNDIDO , 2011).
Cabe destacar que o termo “ cooper ação” começou a ganhar ênf ase no plano
internacional com a C arta das Nações Unidas ( art. 1º, § 3º), quando ali se pr eviu ser
um dos pr opósitos da ONU “ conseguir uma cooperação in ternacional par a resolver os
pr oblemas internacionais de car áter econômico, social, cultur al ou humanitário, e par a
pr omover e estimular o r espeito aos direitos humanos e às liber dades fundamen tais
par a todos, s em distinção de r aça, sex o, língua ou religião ” (MAZZUOLI, 2011).
A Constituição da R epública Feder ativa do Brasil de 1988 consagr a, em seu artig o 4º,
II e IX, os princípios da pr evalência dos direitos humanos e da cooper ação entr e os
povos par a o progr ess o da humanidade, em que indubitavelmente se inclui a pr oteção
do meio ambiente, nestes termos: “ Artigo 4º - A R epública Feder ativa do Brasil r eg e-se
nas suas r elações internacionais pelos seguintes princípios: (...) II – pr evalência dos
dir eitos humanos; (...) IX – cooper ação entr e os povos para o pr ogresso da humanidade ” .
A preservação do meio ambiente está elencada em seu “ Artigo 225º - T odos têm
dir eito ao meio ambiente ecologicamen te equilibrado, bem de uso comum do povo
e essencial à s adia qualidade de vida, impondo-s e ao poder público e à coletividade
o dever de defendê-lo e pr eser vá-lo par a as presen tes e futur as gerações” (BRASIL,
2015).
Sendo assim, os pr oblemas decorren tes da degradação ambien tal têm assumido
alcance cada vez mais global, tornando pr emente a soma de esfor ços dos Estados a
fim de evitá-los, impedindo também novos danos ao meio ambiente como meio de
r esguardar as gerações futuras. Essa ação conjunta estatal se faz por meio do instituto
da cooper ação internacional, que encon tr a na seara ambien tal um universo vasto de
possibilidades e também desafios (MAZZUOLI, A Y ALA, 2012).
Especificamente no que tange à cooperação par a fins de pro teção e melhoramen to
do meio ambiente, o P rincípio 24 da Declar ação de Estocolmo sobre o M eio Ambiente
Humano (1972) dispôs o seguinte:
T odos os países, gr andes ou pequenos, devem empenhar -s e com espírito de
cooper ação e em pé de igualdade na solução das questões internacionais r elativas à
pr oteção e melhoria do meio. É indispensável cooper ar mediante acor dos multilaterais
e bilater ais e por outros meios apr opriados, a fim de evitar , eliminar ou r eduzir , e
contr olar eficazmente os ef eitos pr ejudiciais que as atividades que se realiz em em
139
qualquer esfer a possam acarre tar para o meio, levando na devida con ta a soberania e
os inter esses de todos os Estados ( C OMISSÃ O DE DIREIT OS HUMANOS D A USP , 2015).
Esse estudo é fruto do P rojeto de P esquisa de Iniciação Científica in titulado “Obje tivos
de Desenvolvimen to do Milênio s ob a perspectiva da atuação do Estado da Par aíba” ,
sendo ex ecutado nos anos de 2012 e 2013 por dois discentes do C urs o de Dir eito do
Cen tro Universitário de João P essoa (UNIPÊ) e s ob a orien tação de uma docente do
r eferido curso. A problematiz ação do proje to supracitado pauta-se em fomen tar uma
r eflex ão sobre determinados princípios do dir eito público que devem s er r esg atados
par a a construção de um novo modelo de g estão pública por participação e resultados,
pautados na aplicação dos Objetivos de D esenvolvimen to do Milênio ( ODM), no Estado
da Par aíba.
Den tre os ODM do P acto do Milênio da ONU, são objetos desse estudo o sétimo, que trata
da garan tia da sustentabilidade ambien tal, e o oitavo, que consiste em estabelecer
par ceria mundial para o desen volvimento. P arte-s e da pr emissa de que a s ociedade
civil e as instituições públicas e privadas são corresponsáveis pelo desenvolvimen to
sustentável do país por meio do pr essuposto da cooperação par a obter a tr ansformação
do conte xto social em que estão ins eridos, tanto a nível econômico como histórico-
cultur al.
O pr es en te tr abalho objetiva analis ar os resultados do sétimo e do oitavo ODM no
município de João Pessoa/PB.
MÉT ODO
A anális e da metodologia con templa as nomenclatur as e as classificações
metodológicas corr elacionadas ao assunto pr oposto, enunciando-s e a seguir
conf orme os estudos de Mar coni e Lak atos (2002), Oliveir a (2003, 2002).
Com r efer ência à naturez a da vertente me todológica, este tr abalho é permeado por
uma abor dag em qualitativa, uma vez que se estuda a preocupação socioeconômica
a partir da indicação de funcionamento de políticas governamentais dir ecionadas ao
desenvolvimen to autossustentável par a o cumprimento do sétimo e do oitavo ODM.
R elativo ao objetivo geral, trata-se de uma pesquisa explicativa em r azão da análise
dos indicador es que s ão monitor ados pelo governo f ederal, visto que a interpr etação
sociológica constituirá par âmetr os da realidade par a o alcance das metas do s étimo
e do oitavo ODM a nível local.
140
No tocante à técnica de pesquisa, o estudo consiste em documentação indir eta
mediante o levan tamento de dados agrupados em tabelas estatísticas e relatórios
construídos pelo Grupo T écnico par a o A companhamento dos ODM, como também
levantamen to de toda bibliogr afia já publicada e que tenha r elação com o tema a s er
estudado ( obr as literárias em ger al e imprensa escrita ).
Com r elação ao procedimen to técnico, con templa-s e dois tipos de procedimen tos: (I)
Pesquisa documen tal por meio de fon tes estatísticas compiladas pelo Grupo T écnico
par a o A companhamento dos ODM. (II) P esquisa bibliográfica na medida em que se
analisam recursos como livr os, artigos de periódicos científicos, documen tos oficiais,
manuais, materiais derivados da interne t, a pr ópria lei na forma da Constituição da
R epública Feder ativa do Brasil de 1988 e outr as legislações específicas.
R efer ente ao método de abor dag em, o método indutivo é empr eg ado a partir de
situações particular es de análise do cumprimento da meta 7 “ garan tir a susten tabilidade
ambiental” e da meta 8 “ estabelecer parceria mundial par a o desenvolvimen to” par a
a obtenção do desen volvimento do milênio.
Concernen te ao método jurídico, o método de in terpr etação é utilizado no que
se ref ere aos dados obtidos. P ara tal, deve-se correlacionar essa pesquis a com o
universo teórico que lhe fundamentou, em virtude da opção por um modelo que ser ve
de embasamento à in terpretação do significado de in formações e fatos colhidos no
Grupo T écnico par a o A companhamento dos ODM. N ess a sear a, o método sociológico
pr oposto por Savigny é demonstrado no instan te em que o direito se car acteriza por
um fenômeno cultural, que se desenvolve no espaço e no tempo, r epr esentando
comportamento de governos e sociedades civis com o intuito de r egular a vida social.
RESUL T ADOS E DISCUSS Ã O
O UNIPÊ desenvolve pr ojetos de inclusão e sustentabilidade, firmando parcerias com
empr esas privadas, instituições e organizações. P ara sediar o Obser vatório dos ODM,
um con vênio foi assinado, no dia 17 de maio de 2012, en tre o UNIPÊ e as N ações Unidas.
Nessa perspectiva, o UNIPÊ sediaria o Obser vatório do Milênio da P araíba par a
monitor ar o cumprimento dos oito ODM na P araíba, sendo instituídos pela ONU a
fim de que sejam cumpridos até 2015 por vários países para melhor ar a qualidade
de vida no mundo. Par a iss o, foi assinado um T ermo de Cooper ação T écnica
com a F undação Solidariedade e o Núcleo Gestor do Movimen to “Nós P odemos
Par aíba” , no dia 18 de maio de 2012, no Ho tel T ambaú, município de João P ess oa/
PB, com a pr esença do s ecr etário g er al da Presidência da R epública do Br asil.
141
No en tanto, até a presente data, não f oi possível o início da anális e dos indicador es
monitor ados pelo Obser vatório do Milênio da Par aíba no UNIPÊ, em raz ão de não ter
sido implantado devido alguns en tr aves de cunho administrativo que impossibilitam
o efe tivo des empenho da parceria en tr e tal instituição privada e o ór gão internacional
da ONU.
7º ODM: A gar antia da susten tabilidade ambiental
O sétimo ODM que corresponde à gar antia da susten tabilidade ambiental inclui metas
r elativas à qualidade ambiental dos meios físico e biótico e dos assentamen tos
humanos. Par a o monitor amento dessas metas postuladas pelas N ações Unidas, foi
atribuído um conjunto composto por indicador es r efer entes a temas tão divers os,
como: cobertur a flor estal, emissões de dióxido de carbono, destruição da camada de
oz ônio, cons er vação da biodiversidade, acesso a água potável e esgoto adequados e
população urbana em assentamen tos precários (BRA SIL, 2010 ).
Seguem dados publicados pelos R elatórios Dinâmicos: monitor amento de indicador es,
sendo publicados no Portal ODM e compilados até o ano de 2010 com r efer ência ao
município de João P essoa/PB.
Gr áfico 1 – Per centual de mor adores urbanos com acesso a
água ligada à rede e esgoto sanitário adequado - 1991/2000 /2010
Dados: R elatórios Dinâmicos: monitor amento de indicador es, 2015.
O abastecimento de água po tável, o esgoto sanitário e a coleta de resíduos são alguns
ser viços que melhoram a qualidade de vida das comunidades. N este município, em
1991, 88,1% dos mor adores urbanos tinham acesso à rede de água ger al com canalização
em pelo menos um cômodo. Em 2010, esse per centual passou para 94,9%. E m 1991,
75,1% dos mor adores urbanos tinham acesso à rede de esgoto adequada ( r ede geral
ou fossa séptica ), pass ando par a 71,0% em 2010 (PORT AL ODM, 2015).
142
Gr áfico 2 – Per cen tual de morador es urbanos com serviço de coleta de resíduos - 1991/2000 /2010
Dados: R elatórios Dinâmicos: monitor amen to de indicadores, 2015.
Em 1991, 84,1% dos mor ador es urbanos con tavam com o ser viço de coleta de r esíduos.
Em 2010, este per cen tual aumentou par a 99,2%. E m 2010, 91,9% dos mor ador es urbanos
tinham ener gia elétrica distribuída pela companhia r esponsável ( uso ex clusivo ) (PORT AL
ODM, 2015).
Gr áfico 3 – Pr oporção de mor adores urbanos segundo a condição de ocupação - 1991/2000/2010
Dados: R elatórios Dinâmicos: monitor amento de indicadores, 2015.
Em 2010, havia 91.368 mor ador es urbanos vivendo em aglomerados subnormais
( favelas e similar es). P ar a ser consider ado pr oprietário, o r esidente deve possuir
documentação de acor do com as normas leg ais que gar antem esse dir eito, seja ela
de pr opriedade ou de aluguel. A pr opor ção de morador es, em 2010, com acess o ao
dir eito de propriedade ( própria ou alugada ) atingiu 95,3%, respectivamen te 71,9% e
23,4% (PORT AL ODM, 2015).
Com r elação ao s étimo ODM, a me ta 10 (R eduzir à metade, até 2015, a propor ção da
população sem acess o susten tável à água potável segura ) e a meta 11 (R eduzir pela
metade, até 2015, a pr opor ção da população sem acess o a saneamen to e ser viços
essenciais ) alcançar am eficiência entr e os anos de 1991 e 2010 no ref erido município.
143
8º ODM: A formação de uma parceria mundial par a o desenvolvimen to
O 8º ODM pr ega a f ormação de uma parceria mundial, objetivando ter um
desenvolvimen to equânime entr e os país es, par ceria esta a ser r ealizada quer seja
entr e entes governamen tais, quer s eja com a iniciativa privada.
No que se r efer e às iniciativas no âmbito nacional par a cumprimento deste ODM, pode-
se obs ervar uma atuação incisiva do Estado br asileiro nas maior es cúpulas de decisões
internacionais, r ealizando um trabalho de abertur a da economia internacional par a
os países subdes en volvidos e em des en volvimento, assim como possibilitando um
r elacionamento em par de igualdade com os países desenvolvidos.
Na atuação como colabor ador dos país es em desenvolvimen to, o Br asil atua de
forma a r espeitar a s ober ania e a não intervenção nos assuntos in ternos dos país es
destinatários do apoio, por meio da cooperação técnica, pela qual são compartilhados
conhecimentos e e xperiências brasileir os para ár eas consideradas r elevantes pelos
países recep tores. C oer entemen te com os esfor ços empreendidos no âmbito dos
pr ogr amas nacionais de combate à pobr eza e à e xclusão social, o Br asil tem instado
a comunidade internacional a assumir a r espons abilidade pela segurança alimen tar
global (BRA SIL, 2010 ).
O Br asil tem colabor ado efetivamen te de f orma propositiva par a a construção de uma
agenda internacional a favor do desenvolvimen to e expandido sua participação em
or ganismos e progr amas internacionais, pr ocurando pr opor e negociar mudanças nas
r egr as de governança global s obr e flux os financeir os, regr as de comér cio mundial
mais justas par a os países pobres e ampliação da participação dos países em
desenvolvimen to nos organismos internacionais. P orém, a gr ave cris e in ternacional
que afe tou principalmente os países industrializados fragilizou velhos conceitos
de governança global, s obr etudo no que s e r efer e às r elações com os países em
desenvolvimen to (BRASIL, 2010 ).
As ações de cooper ação técnica com países em desen volvimento, em especial com
os da América do Sul, da América C entr al e da Á frica, de que o Br asil participa s ão
inspir adas no conceito de diplomacia solidária, na qual s e colocam à disposição de
outr os países em des en volvimento as experiências e os conhecimen tos de instituições
especializadas domésticas, atr avés de ações com tr ansfer ência de conhecimento e
tecnologias, baseada em uma ag enda comum en tr e os países, s em a imposição de
condicionalidades e desvinculadas de inter ess es comer ciais ou fins lucr ativos, nas
ár eas consider adas mais r elevantes pelos pr óprios países parceir os (BRASIL, 2010 ).
144
Con forme a me ta 12 dos ODM, que visa avançar no desenvolvimen to de um sistema
comer cial e financeir o aberto, baseado em r egras pr evisíveis e não discriminatórias,
o Br asil vem participando ativamen te, e de forma pr opositiva, par a garan tir o êxito da
R odada de Doha da O rganização Mundial do C omér cio ( OMC). Denominada o ficialmente
de R odada do Desen volvimento, e em curso desde 2001, a R odada de D oha tem como
objetivo cen tral tornar o sistema multilater al do comér cio mais justo e equilibr ado, d e
forma a con tribuir par a a pr omoção do desenvolvimen to socioeconômico (BRASIL, 2010 ).
O Br asil tem of erecido cr escente e significativa assistência técnica par a o
desenvolvimen to. En tr e 2003 e 2009, o governo brasileir o pr omoveu a negociação,
apr ovação e implementação de mais de 400 acor dos, ajustes, pr otocolos e
memor andos de entendimen to com governos de país es em desenvolvimen to da
América Latina, C aribe, Á frica, Ásia e Oceania. Esse mesmo período testemunhou
um cr escimento superior a 150% no númer o de países beneficiários da cooperação
br asileira ( de 21 par a 56 países ), com uma carteir a de projetos e atividades da or dem
de US$ 90 milhões. Somente na Á frica, a cooperação br asileira atende atualmen te a
22 países, com um orçamen to total de apr o ximadamen te US$ 45 milhões. A pauta
de cooper ação brasileir a f oi f ortemen te potencializ ada a partir da intensa agenda de
missões presidenciais br asileir as ao continen te africano nos últimos anos. P ara a
América Latina têm sido destinados US$ 40 milhões; e outros US$ 5 milhões par a o
Timor Leste (BRA SIL, 2010).
Nestas e em outr as iniciativas o Estado brasileir o tem se destacado na s eara
internacional, pr omovendo a democracia par a acesso dos países subdes envolvidos
e em desenvolvimen to median te as benesses que a globalização pode disponibilizar
e cumprindo o oitavo ODM. Não se pode dizer o mesmo na seara in terna do Estado
br asileiro, uma vez que o âmbito de alcance do oitavo ODM é minimamen te reduzido
quando consider ada a participação dos Estados-membros e dos municípios, mais
especificamente tratar -se-á no presente estudo do município de João P essoa na Par aíba.
Em acesso aos R elatórios Dinâmicos: monitor amen to de indicadores que apon tam
a contribuição dos en tes f ederados no cumprimen to dos ODM, r elatórios estes
disponibilizados no
site
do Pr ogr ama das Nações U nidas para o D es en volvimento –
PNUD , o oitavo ODM ( a f ormação de uma par ceria mundial para o desen volvimento )
teve sua enorme abr angência, quando considerada no aspecto in ternacional, reduzida
ao acesso aos meios de comunicação e internet, quando se tr ata dos Estados e
municípios br asileiros.
T al fato demonstr a que apesar das várias f ormas que estes entes podem con tribuir ,
pr omovendo não só o s eu des en volvimento, mas con tribuindo par a o desenvolvimen to
145
de outr os entes, estão sendo deix ados de lado, não sendo apr oveitada a posição
estr atégica que ocupam.
As desigualdades sociais também se refle tem no acesso aos meios de comunicação.
Por isto, o oitavo objetivo tr ata desta questão. N o supr acitado município, em 2010, a
pr opor ção de mor ador es urbanos com acesso a microcomputador era de 46,5%;
essa propor ção diminui para 39,7% se considerado o acesso a micr ocomputador
com interne t. No meio rur al, 9,6% tinham acesso a micr ocomputador e 9,6% acess o
a micr ocomputador com internet. A propor ção de morador es com acesso a telef one
celular , em 2010, no meio urbano, er a de 95,3%; no meio rural, 87 ,6% (POR T AL ODM,
2015).
Gr áfico 4 – Pr opor ção de mor adores com acesso a micr ocomputador e in ternet – 2010
Dados: R elatórios Dinâmicos: monitoramen to de indicador es, 2015.
Muitos jovens pr eocupam-se em conciliar estudos e trabalho. A o analisar os jovens
de 15 a 17 anos que estavam tr abalhando, per cebe-se que, em 2013, 40,7% deles
tr abalhavam de 41 a 44 hor as semanais, o que pode influenciar neg ativamente nas
hor as disponíveis aos estudos. Quando analisada a faix a etária de 18 a 24 anos, esse
per centual vai par a 7 4,1%. O r endimen to médio mensal dos jovens de 15 a 17 anos era
de R$ 648,10, em 2013; enquan to que, entr e jovens de 18 a 24 anos o rendimen to era
de R$ 931,30 (PORT AL ODM, 2015).
Gr áfico 5 – Per centual dos trabalhador es formais com idade de 15 a 24 anos segundo as hor as semanais
trabalhadas - 2013
Dados: R elatórios Dinâmicos: monitoramen to de indicador es, 2015.
146
R efer en te ao oitavo ODM e as contribuições dadas pelo município de J oão P ess oa/PB,
são os dados acima que podem s er apr esentados, tendo em vista que há um órgão
específico par a realiz ar tal apur ação. T odavia, há uma minimalização da abr angência
de tão importante ODM, que sequer poderia ter sido deix ado de lado haja vista a
inter dependência que se vivencia hodiernamente.
C ONCL USÕES
De acor do com os dados extr aídos dos R elatórios Dinâmicos: monitor amento
de indicador es, constata-s e que o município de J oão Pessoa/PB avançou
consider avelmente em r elação ao cumprimento do sétimo e do oitavo ODM, alicer çando
o caminho par a alcançar as metas no ano de 2015, conf orme pactuado diante das
Nações U nidas.
O sétimo ODM busca g aran tir a pr oteção de um dir eito constitucional pertinente a todos
os indivíduos, que consiste em um meio ambien te ecologicamente equilibr ado, sendo
pr opício à s aúde e ao bem-estar das pr es en tes e das futur as gerações. P ar a tan to,
o acesso à informação de cunho ambien tal r elativo a processos de degr adação e
r ecuperação é fundamen tal para as estr atégias globais de cooper ação entr e os entes
feder ados.
R essalta-s e a importância salutar do Estado ness e pr ocesso quando da criação e
ex ecução de políticas públicas, bem como da elabor ação e obediência às leis que
r egulamentam os crimes ambien tais. T ambém s e faz impr escindível uma eficaz
participação da sociedade civil enquanto agente fiscalizador da atuação governamental,
buscando melhorias na qualidade de vida de todos.
F risa-s e que a ordem pública global acer ca das ações políticas br asileiras está
embasada no princípio da dignidade da pess oa humana, enf atizando o bem
coletivo e pr ojetando suas consequências em realidades sociais e ambientais, de
modo a satisfazer as necessidades humanas mínimas par a uma vida digna. Dessa
forma, acor dos in ternacionais intencionam pr eser var e melhor ar o meio ambien te,
assegurando o desen volvimento susten tável e respeitando o pr óprio dir eito à vida,
consequentemen te pro tegendo um pressuposto dos dir eitos humanos fundamentais.
O oitavo ODM tem sido f oco de gr ande parte da atuação internacional br asileira, não
só na autopromoção desse Estado, mas no auxílio ao desenvolvimen to dos demais,
r espeitando o princípio do direito objetivo ao desen volvimento, bem como se pautando
no
status
de inter dependência e globalização pr edominan te na contempor aneidade.
147
T odavia, estas políticas se concentr am apenas nas mãos do governo centr al, uma
vez que os governos das localidades – Estados-membros e municípios – são de
certa forma esquecidos, pois suas po tencialidades são subutilizadas no alcance do
supr acitado objetivo.
A liter atur a é farta quando se posiciona favor avelmen te a eficiência das políticas locais,
devido ao posicionamento estr atégico que os municípios ocupam, por ém nem sempre
a teoria se aplica à prática, principalmen te em um caso complex o como este que
en volve inúmeros ór gãos governamentais, den tre outr as peculiaridades, r essaltando
apenas que há uma deficiência na logística governamental e no in teresse par a o bom
funcionamento da bur ocr acia.
Por fim, o monitoramen to dos dados f oi consider ado um dos maiores desafios par a
a concr etização do P acto do Milênio, pois existem dificuldades quan to à ausência
de dados estatísticos compilados oficialmen te e à existência de dados incomple tos
sobre determinadas me tas, ocasionando problemas que compr ometem a construção
e a alimentação de bancos de dados acer ca dos indicadores.
En tão, almeja-se a necessidade do des en volvimento de mecanismos estatísticos
par a que o tr atamento dos dados seja capaz de refle tir a organiz ação das ações
consolidadas dos indicadores a partir de inf ormações completas quantitativa e
qualitativamente com acesso irr estrito a todos os cidadãos.
REFERÊNCIA S
BRA SIL. Constituição da R epública Feder ativa do Brasil de 1988. D isponível em:
<http:/ / www .planalto.gov .br / ccivil_03/ constituicao / constituicao.htm>. A cess o em: 13
out. 2015.
______. Objetivos de desen volvimento do milênio: r elatório nacional de
acompanhamento. C oordenação: Instituto de P esquisa Econômica Aplicada e
Secr etaria de Planejamento e I nvestimen tos Estratégicos. Supervisão: Grupo T écnico
par a o acompanhamento dos ODM. B rasília, DF: IPEA: MP , SPI, 2010.
C OMISSÃ O DE DIREIT OS HUMANOS D A USP . Declar ação de Estocolmo s obr e o Meio
Ambiente H umano – 1972. Disponível em: <h ttp:/ /www .dir eitoshumanos.usp.br /inde x.
php/M eio- Ambiente/ declaracao-de-estocolmo-sobr e-o-ambiente-humano.h tml>.
A cesso em: 13 out. 2015.
148
L UCENA, A. D .; CA V AL CANTE, J . N.; CÂNDIDO , G. A. Sustentabilidade do município de J oão
Pessoa: uma aplicação do bar ômetr o da sustentabilidade. R evista Brasileir a de
Gestão e Desenvolvimen to R egional , T aubaté, v . 7 , n. 1, p. 19-49, jan./ abr ., 2011.
MANC CINI, G. Cooper ação in ternacional para o desen volvimento: mecanismos,
história e eficácia. Disponível em: <h ttp:/ / www .egov .ufs c.br / portal/ conteudo /
cooper a%C3%A7%C3%A 3o-in ternacional-par a-o-desenvolvimen to-mecanismos-
hist%C3%B3ria-e-efic%C3%A1cia>. A cesso em: 13 out. 2015.
MARC ONI, M. A.; LAKA T OS, E. M. T écnicas de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2002.
MAZZUOLI, V . O. Curso de direito in ternacional público. 5. ed. r ev ., atual. e ampl. São
Paulo: E d. R T , 2011.
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v . 8, n. 1, p. 297-327 , jan./jun., 2012.
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Fluminense, Niterói, 2006.
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Disponível em: <h ttp:/ /www .odmbrasil.gov .br / ar quivos/ artigo-como-esta-o-brasil-
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em: 13 out. 2015.
OLIVEIRA, O . M. B. A. M onografia jurídica. 3. ed. P orto Alegre: Sín tese, 2003.
OLIVEIRA, S. L. T r atado de metodologia científica. São P aulo: Pioneir a, 2002.
PNUD . Os objetivos de desenvolvimen to do milênio: 8 objetivos par a 2015. Disponível
em: <http:/ / www .pnud.or g.br / odm.aspx>. Acesso em: 13 out. 2015.
PORT AL ODM. R elatórios dinâmicos: monitoramen to de indicadores. D isponível em:
<http:/ / www .r elatoriosdinamicos.com.br / portalodm/8- todo-mundo-tr abalhando-
pelo-desenvolvimen to/BRA 002025095/joao-pessoa---pb>. A cesso em: 13 out. 2015.
149
PROJET O DE EXTENS Ã O B A SE
Curso pr omotor do pr ojeto: DIREIT O
Coor denadora: W aleska Be zerr a de C. V asconcelos
Colabor adora: H élcia Macedo de C ar valho Diniz e Silva
Discente C olaborador es( as ) - Extensionistas: Irlly T ammar a Alves De Araujo, M ariana
De Lima R odrigues, Thalyta Anisio Maia , R ossana, Cavalcan ti F reir e V entur a, Samila
Per eira Gomes D os Santos, F elipe Batista C avalcante, C rislayne K elly Roberto D antas,
Allana K arine De Lemos S ilva, Larissa Vilar Silva, R amilly Sebadelhe V alério R ocha,
T ânia Z uily Cabr al Vitamatos, R ober o Eugênio R odrigues, Luana Dos San tos X avier , J iulia
Apar ecida Brito Da Silva, J eferson R enato Da Silva, Day anne Ferr eira Da S ilva
Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade, ( )
funcionários e colabor adores – UNIPÊ ( X ) Outr os, Quais? Estudan tes de escolas
públicas e/ ou pr ovadas.
Local onde o pr ojeto s e desen volve: Sala A 14 (Bloco ), com r euniões periódicas
aos sábados, ex ceto aqueles que an teceder ão a s emana de pr ova determinada no
calendário da instituição par a o curso de Direito.
Cr onograma de ex ecução do proje to:
ET AP AS POR EST Á GIO Primeir a
Semana Segunda
Semana T erceir a
Semana
Nas sextas- feiras
que antecedem as
semanas de prova
Após a 3ª
avaliação
Seleção dos novos
extensionistas
1 Estágio –
Sábado /
manhã
Divulgação do Pr ojeto X
Período de I nscrição 1 Estágio –
Sábado / manhã
A tividades de
estudos: elaboração
de mapas mentais 1 Estágio - 2 Estágio - 3 Estágio
A tividades Externas
nas Escolas
2 Estágio
Manha /
tarde
Inf ormativo do Base T rês edições, uma a
cada estágio
En trega dos
certificados X
150
R esumo: O Pr ojeto de Extensão Base é uma ação des en volvida no Curso de Dir eito/
UNIPÊ, en volvendo estudantes dos tr ês primeiros períodos. O tr abalho intelectual volta-
se para a aplicação de metodologias ativas, tais como: elabor ação de mapas mentais
com base nos conteúdos abor dados em cada componente curricular , adequando-
se ao período e a dificuldade de cada etapa do curso. Além disso, os extensionistas
visitam escolas públicas e/ ou privadas, a partir da orien tação da coordenação do
pr ojeto com o fim de aplicar metodologias ativas visando tr abalhar o desempenho do
estudante par a que seja aprimorada a capacidade de r esolução de problemas na vida
escolar e, por cons eguin te, no ex ercício da cidadania.
Objetivo: Aperf eiçoar a metodologia de estudo dos discentes do curso de Dir eito do
Cen tr o Universitário de J oão Pessoa
Me todologia de ex ecução: O Pr ojeto B ASE funciona com encontr os aos s ábados pela
manhã, na sala A 14 (Bloco A ), cujo objetivo é o de capacitar os extensionistas, par a que
sejam mediadores no pr ocesso de orientação dos participan tes para a elabor ação
de mapas mentais. C omo mecanismos de ex ecução s ão r ealizados debates de
estudos dos mapas men tais construídos e f eito a inter ação de conhecimentos sobre
os assuntos estudados por componente curricular . N o tr einamen to dos participantes,
dividir emos os estudantes em grupos, sob a super visão de um extensionista.
Neste encon tr o, a coordenador a pr ofessor a Hélcia dar á uma palestr a explicando o
funcionamento do pr ojeto e tudo sobr e a metodologia de estudo abor dada, no cas o,
mapas mentais, treinados por Pro f . Luciano Almeida e coordenado por Hélcia M acedo
e W aleska V asconcelos.
R esultados alcançados/ esperados: Visita à escolas com a realiz ação de Oficinas
de Estudos. Elabor ação de mapas mentais e fichamentos. O númer o de beneficiários
atendidos em 2017 .2 f oi de apro ximadamente 150 estudan tes.
Histórico de r esultados alcançados e esperados: Sala do curso de Dir eito – R eunião
or dinária. A uditórios do Unipê - E ventos pr omovidos pelo Projeto.
REFERÊNCIA S
BRA SIL. INSTITUT O P A UL O MONTENEGRO . Indicador de Analfabetismo F uncional 2011-
2012. Disponível em: h ttp:/ / www .ipm.org.br /ipmb_pagina.php?mpg=4.02.00.00.00&-
ver=por . A cess ado em: 08 de maio de 2013.
DE ASSIS, M aria Cristina: Me todologia do tr abalho científico . Disponível em: h ttp:/ /
portal. virtual.ufpb.br /biblioteca- virtual/files/ pub_1291081139.pdf Acessado em: 09 de
maio de 2013.
151
HERMANN, W . ; BO V O , V . Mapas men tais : enriquecendo Inteligências. São P aulo: Idph, 2005.
THIESEN, J uar ez da Silva: A inter dis ciplinaridade como um movimento de articula-
ção no pr ocesso de ensino-aprendiz ag em. Disponível em: h ttp:/ / www .periodicos.
udesc.br /inde x.php/ per curs os/ article/viewF ile/1541/1294 A cess ado em: 09 de maio
de 2013.
A cer vo fo togr áfico:
Figur a 1: Projeto em e xecução
Fon te: Projeto
Figur a 2: Projeto em e xecução
Fon te: Projeto
152
Figur a 3: Pr ojeto em ex ecução
Fon te: Pr ojeto
Figur a 4: Pr ojeto em ex ecução
Fon te: Pr ojeto
153
CA JUP - CENTRO DE A SSISTÊNCIA
JURÍDIC O POPULAR
Curso pr omotor do projeto: D ireito
Cursos in tegrados: E nf ermagem, Odontologia
Coor denador( a ): Lucilene Solano de F r eitas M artins
Discentes: R anielle C osta Medeir os, W aleska Batista da Silva, E riberto Gama da Silva,
Igor J osé Nóbr ega de Andr ade, Rita de C ássia Lima de Assis, Maria N atalya B atista da
Câmar a, anderson Lucas M elo e Thiag o da Silva M oura
Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( X ) C omunidade, ( )
funcionários e colabor adores – UNIPÊ ( ) O utros, Q uais?
Local onde o pr ojeto se desenvolve: C risto: Cen tr o de R efer ência da Cidadania Cícer o
Lucena ( CRC) - Rua Pr o fessor a Luiz a Fernandes Vieira s/ nº: 3ª e 5ª Feir as; Mangabeir a:
CRC – Rua Joaquim Dan tas s/ nº: F one: 32386793. 2ª e 4ª F eira; Associação Beneficente
São J osé – Rua J osé Feliciano da Silva nº 816 e ane x o 804. Mangabeir a VIII – Cep.:
58059-350: Fone: 32387825: 2ª e 6ª F eir a; F uncionários 2 : CRC – Fernando C arrilho
Milanez – R ua F rancisco Gomes de Oliveir a s/ nº. P erto da Pr aça Bela: 2ª e 4ª F eir a;
Costa e S ilva : CRC – Rua D r . Arlindo C orr eia, s/ nº: 3ª e 5ª Feir as; Água Fria: UNIPÊ – BR
230, km 22.sala E 89. Cep.: 58053-000: 3ª e 5ª F eira
Cr onogr ama de ex ecução do pr ojeto: É r ealizado de Segunda a Se xta feir a, das 13:30
às 17:00.
R esumo: O CA JUP , pr esta ser viços a toda a comunidade, realiz ando atendimentos
de esclarecimen to e orien tação jurídicas, bem como realiz a ações sociais aos
necessitados.
Objetivo: Dar oportunidade ao aluno, de pr aticar a teoria ministr ada em sala de aula,
assim como tornar o acesso a justiça mais pró ximo das comunidades car en tes.
Me todologia de ex ecução: O aluno se desloca a comunidade e em uma sala presta
assistência jurídica, encaminhando cada caso, dependendo da matéria, aos núcleos
de pr atica do UNIPÊ.
154
R esultados alcançados/ esper ados: Por s emestr e é realiz ado cerca de 50
atendimentos por núcleo até 2017 .2. V ê-se que a população é atendida em suas
demandas, não ar cando com nenhuma despes a, e esper a-se que suas questões
sejam s olucionadas pacifico ou judicialmen te. Assim como beneficia um melhor
entendimen to do aluno da matéria vista em s ala de aula.
A cer vo fo tográfico:
Figur a 1: Proje to em ex ecução
Fon te: Pr ojeto
Figur a 2: Proje to em ex ecução
Fon te: Pr ojeto
155
Figur a 3: Pr ojeto em ex ecução
Fon te: Pr ojeto
156
C ONSTITUIÇÃ O , PROPRIED ADE,
DE SENV OL VIMENT O NA AMÉRICA
LA TINA E CID AD ANIA AMBIENT AL
Período no qual o aluno pode participar: A partir do 4º período com apr ovação em
todas as disciplinas dos períodos anterior es.
Curso pr omotor do proje to: Dir eito.
Coor denador a: Ir anice Gonçalve z Muniz
Colabor ador es: Andr é R icardo F onseca da Silva
Discentes: A dna Bheatriz de Oliveir a Alencar , Ana R aquel Gomes da Silva R ozeno,
Anderson Barbosa Ramos, B eatriz Mour a Dias, Day anne Ferr eir a da Silva, E venllyn
K alianne Nascimento da S ilva, L yandr a M aria F ernandes de Sá T ar gino, She ylla Tiburtino
Lacer da de Araújo F onsêca.
Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( ) alunos – UNIPÊ, ( x ) C omunidade, ( )
funcionários e colabor ador es – UNIPÊ ( ) Outr os.
Locais onde o pr ojeto se desenvolve: C en tr o Universitário de João P essoa – UNIPÊ
R esumo: Consagr ada na C onstituição Feder al, em seu artigo 207 , que prevê a
indissociabilidade entr e ensino, pesquisa e extensão, a importância da iniciação
científica está em constituir a tríade par a a cons olidação da educação a nível superior
de múltiplas formas. D entr e as quais, permite a análise do con teúdo visto em sala de
aula sob uma ótica alternativa, estimulando o senso crítico, a dis cussão apro fundada,
pr opor cionando a saída do automatismo, propondo novos caminhos par atender os
conflitos sociais de forma eficaz, o f erece diversas f ontes de conhecimen to, estimula
a união e apoio entr e os dis centes, planejamen to de pr ojetos e ações visando repassar
o conhecimento adquirido. Desse modo, conjuga as funções técnica, r acional e crítica.
Objetivo: Com base na iniciação cien tífica do Cen tr o Universitário de João P essoa (UNIPÊ)
foi criado em 2017 o G rupo de Pesquisa C onstituição, Pr opriedade, Desen volvimento
na América Latina e Cidadania Ambien tal, devidamen te certificado.
157
Este grupo de pesquisa tem como obje tivo geral pesquisar o dir eito de pr opriedade
nas constituições da America Latina e como se desenvolve políticas públicas par a a
pr eser vação do meio ambiente como um dir eito humano. Objetivos específicos:
- Estudar o direito de pr opriedade constitucionalmente pr otegida, na perspectiva do
desenvolvimen to s ócio / ambien tal e no conte xto da América Latina.
- Estudar o direito à memória e à ver dade como elemento-chave da justiça de transição
br asileir a, chilena e ar gentina.
Me todologia de ex ecução: R euniões quinzenais, leitur as discuss ões e pr odução de
fichamentos.
R esultados alcançados/ esper ados: Participação e apr esentação em even tos
acadêmicos; elabor ação e publicação de uma cartilha sobre dir eitos fundamen tais
constitucionalmente pr otegidos; publicação de artigos em periódicos nacionais.
Bibliogr afia básica:
BOBBIO , Norbe to. A Er a dos Dir eitos . Rio de Janeir o: Campus.
CANO TILHO , José Joaquim Gomes. Direito Constitucional e Teoria da C onstituicão.
Lisboa: Almedina.
CANO TILHO , José J oaquim Gomes. Dir eito Constitucional Ambien tal Brasileir o. Rio
de Janeir o: Saraiva.
HESSE, K onr ad. A For ça Normativa da C onstituição . V er editora
LEFF , E nrrique. Aposta pela vida . Rio de Janeir o: V ozes
SEN, Amarty a. Desenvolvimen to como liberdade. São P aulo: Companhia das Le tr as.
158
A cer vo fo togr áfico:
Mulher es expõem
seus produtos em
feir a agr oecológica,
UFPB, em
04/05/2018.
Exposição
de produtos
agroecológicos
na UFPB em
04/05/2018.
Feir a
agroecológica
na UFPB em
04/05/2018.
Mulher e xpondo
seu trabalho f eira
agroecológica
na UFPB em
04/05/2018.
Homem e xpõe
produto em feir a
agroecológica,
UFPB, em
04/04/2018.
159
DIAL OGISMO E INTERA Ç Ã O
EM LINGU A GEM FORENSE - A
INTERA Ç Ã O VERB AL ENTRE OS
P AR TICIP ANTES D A MEDIA ÇÃ O NO
ÂMBIT O D A VIOLÊNCIA DOMÉSTIC A
Curso pr omotor do proje to: DIREIT O
Coor denador( a ): Pr ofa. Dr a. Rivaldete Maria O liveir a da Silva
Colabor ador es( as ): Pro fa. D r a. Hélcia M acedo de C ar valho Diniz e Silva
Discentes: Isabela Camar go Sodr é, T aynah L y s M edeir os Gomes, Vitória Ferr eir a de
Carvalho.
Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( X ) Alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade, ( )
F uncionários e colaborador es – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?
Local onde o pr ojeto se desenvolve: no UNIPÊ, na sala de aula A14 (Bloco A) e na sala
de r euniões da Coor denação do C urso de Dir eito.
Cr onogr ama de ex ecução do projeto: as r euniões acon tecem semanalmente ( quarta-
feir a ) das 16:00 às 18:00.
R esumo: A realidade da linguagem se materializa nas enunciações construídas por
meio da palavr a, que segue os atos de compreensão e in terpre tação da vida humana,
pr oduzindo seu efeito de sentido nas mais diversas situações em que o diálogo s eja
constituído entr e dois ou mais indivíduos s ocialmente or ganizados. Esta pesquisa se
justifica por compr eender que advog ados e mediadores são sujeitos de atividades
judiciais que se materializam na e pela linguagem, utilizando a língua, dialógica por
natur eza, por meio da palavra que se concr etiza como signo ideológico no fluxo da
inter ação verbal e estabelece sentidos difer enciados no contexto em que está inserida.
Dessa maneira, o sujeito é r espons ável pelo que diz nas r elações ideológicas, sociais
e históricas com outr os sujeitos também r esponsáveis, f ormador es, mediador es e,
extr emamen te, dependen tes da sociedade em que vivem. Essa relação contínua
160
ocorr e pela assimilação das palavr as alheias e pela criação constitutiva das r espostas
entr e os en volvidos no pr ocesso de in ter ação.
Objetivo: Esta pesquisa tem por objetivo analisar a in ter ação verbal entr e os participantes
da mediação no âmbito da violência doméstica com bas e na teoria bakh tiniana.
Me todologia de ex ecução: Par a as reflex ões, são evidenciados os pressupostos
teóricos de Bakh tin (2009, 2010 ) e de outros autor es como Brait (2010 ), Sobral (2009 ) e
Far aco (2009), a fim de que se aprofundem particularidades discursivas em de conflito.
Assim, r ealiza-se uma pesquis a de abordagem qualitativa e natur ez a bibliogr áfica,
apr ofundando os questionamen tos discursivos e semânticos do pr ocesso judicial.
R esultados alcançados/ esperados: C ontribui-se, assim, para a compr eens ão das
r elações dialógicas en tr e mediador , vítimas e of ensores na solução de um impasse.
Esper a-se f ornecer subsídios aos mecanismos de us o do discurs o em um campo
específico do conhecimento: o D ir eito.
A cer vo fo tográfico:
Figur a 1: Encerr amen to das atividades 2017 .2
Fon te: A cer vo do Proje to, 2017 .
161
Figur a 2: R eunião do grupo DELF - abril 2018
Fon te: A cervo do Pr ojeto, 2017 .
Figur a 3: Encerr amento das atividades 2017 .2
Fon te: A cervo do Projeto, 2017 .
162
DIREIT O INFRAE STRUTURA
C ONTRA TU ALIZA ÇÃ O:
PILARE S DO DE SENV OL VIMENT O
Curso pr omotor do proje to: Dir eito
Coor denador( a ): M aria Mar coniete Fernandes P er eira
Nome comple to do discente C olaborador es( as ): Pris cilla Maciel de M enez es
Nome comple to do discente Discen tes: Álvaro George Rosas de Albuquerque Júnior ,
Bárbar a N atasha Arruda de O liveir a, R enally son Cavalcan te do Nascimen to, Esdr as
R amon da C osta Ser afim.
Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( x ) alunos – UNIPÊ, ( ) C omunidade, ( )
funcionários e colabor ador es – UNIPÊ ( ) Outr os, Quais?
Local onde o pr ojeto se desenvolve: B loco C – Curso de Dir eito – sala 16 ou sala da
R evista no mestr ado.
Cr onogr ama de e x ecução do pr ojeto: r euniões quinzenais: quartas- f eir as às 11horas
e/ ou sextas- feir as ás 17 hor as.
R esumo: O papel de desconstruir velhos paradigmas e pr opor novos, tem na tessitur a
constitucional o condutor determinan te, emer gindo como dir etriz normativa. Assim,
a pr emissa principal a s er assumida é a de os aspectos jurídicos da Administr ação
Pública, a instrumentalidade e a atuação finalística estão alicerçadas na estrutur a
da Constituição, a partir das quais o Estado-A dministr ador deverá se organizar
par a pr oteger , pr omover e compatibiliz ar dir eitos individuais e in ter esses g erais da
coletividade. Se o Estado tem se tr ansformado no decorr er da história, o direito como
instrumentaliz ador do sistema estatal também recebeu impactos de mutações
r efletidas nas atividades estrutur ais. Com ef eito, o dir eito não se mantém na
neutr alidade, indifer en te ao con texto socioeconômico que lhe ser ve de inspiração,
haja vista a dinâmica da A dministração Pública em que o dir eito a norteia, com lastro
em dir eito administr ativo, em construção de uma adaptabilidade de r egime fle xível e
consensual. Nessa adaptabilidade de gestão pública voltada a negócios públicos em
ser viços estruturan tes, por meio das par cerias público-privadas, a escolha pública
163
de atividades econômicas se fundamen ta numa contr atualiz ação de interf ace Estado
e iniciativa privada, pr ovocando transf ormações institucionais tanto nos aspectos
teóricos como funcionais, e buscando suprir as f alhas de mercado. N esse arcabouço
evidencia-se a resultan te “fuga para o Dir eito Privado ” permitindo a pr olifer ação de
formas de con tr atualização no âmbito da A dministr ação Pública, com parcerias com o
setor produtivo empr esarial. Nessa abor dag em duas verten tes de pesquis a tornam-se
fundamental: primeir o, o ambien te de incentivos e de eficiência a ser em analisados s ob
a perspectiva da Análise Econômica do D ireito, den tr o de uma teoria comportamen tal
dos en volvidos, estado e iniciativa privada, e s egundo a transpar ência pública r esultante
das atuações públicas. Análise Econômica do D ireito permite o avanço de análises
além das normativas, permitindo uma posição do dir eito contr atual sob a ótica de
eficiência, ou seja, na bus ca do desenvolvimen to por meio de políticas públicas. Par a
tanto, a pr odução e aplicação das normas con tratuais pr ecisam de interpr etação com
critérios e par âmetros instrumen tais que conduza a compr eensão da realidade pública,
desta forma permitir uma análise do pr ocesso real de implemen tação das normas, o
que r equer uma tr anspar ência par a conhecimento da sociedade. Nesse ar cabouço de
implicações na busca do des en volvimento em ár eas estrutur antes, há de se verificar
as r epercussões econômicas e sociais dess es arr anjos neg ociais. Dessa maneira, a
interr elação en tre o D ireito A dministrativo E conômico e o Dir eito da Infr aestrutur a com
uma interr elação de desen volvimento r evela-se um campo propiciador par a uma
pesquisa, no intuito de buscar indicar pr opostas s alutar es.
Objetivo: Analisar a intervenção do Estado e a interr elação com a iniciativa privada
em ser viços públicos por meio do contr ato administr ativo s ob a ótica da Análise
Econômica do D ireito.
Me todologia de ex ecução: Levan tamento bibliogr áficos, atr avés de estudos e
fichamentos à legislação e textos indicados nas r efer ências bibliográficas.
R esultados alcançados/ esperados: Histórico do númer o de beneficiários atendidos
até 2017 .2.
Histórico de r esultados alcançados e esperados.
1. PEREIRA, Maria M ar coniete Fernandes; LEITE, G lauco Salomão. Pr ocess o e Sindicância
A dministrativa. I n: Nascimento, C arlos V alder; DI PIETRO , M aria Sylvia Z anella; MENDES,
Gilmar F erreir a ( Coor d.). T r atado de Dir eito Municipal . Belo H orizon te: Fórum, 2018.
2. OLIVEIRA, Bárbar a Natasha Arruda de. PEREIRA, Mar coniete F ernandes. As par cerias
público privadas (PPPs ) na otimização da cr escente demanda de pacien tes na
164
saúde. C ONPEDI – XXVII E ncon tr o Nacional do C onselho N acional de Pesquisa e
Pós-G r aduação em Dir eito – Salvador /B A, de 13 a 16/06/2018.
3. PEREIRA, Maria M ar coniete F ernandes. O R egime de Con tratações Administr ativas da
Análise Econômica do Dir eito. CONPEDI – XXVII Encontr o Nacional do Conselho
Nacional de P esquis a e Pós-G r aduação em Dir eito – Salvador /B A, de 13 a
16/06/2018.
Como r esultados esperados, con tinuar pr oduzindo artigos e participação em eventos
acadêmicos.
A cer vo fo tográfico:
Figur a 1: R euniões do Projeto.
Fon te: Acervo do Projeto, 2017 .
Figur a 2: R euniões do Projeto.
Fon te: Acervo do Projeto, 2017 .
165
FERRAMENT A S DE C ONTROLE
SOCIAL DO TRIBUT O:
C ONSTRUINDO A CID AD ANIA A TIV A
– NAF
Curso pr omotor do pr ojeto: Dir eito
Cursos in tegrados: Ciências C ontábeis e Gestão Pública
Coor denador( a ): F rancisco Leite D uarte
Docen tes colabor adores: J ane K elly B atista R amalho Pedr oz a, Fernando Be zerr a
W anderle y Basto, Glauber de Lucena Cor deiro, S ulamita Escarião da Nóbr ega,
Outr os pr of essores colabor ador es: W alace Sartori Bonfim, L udinaura R egina Souza
dos Santos, C arlos Braulio da S ilveira Chaves,
Par ceiros: F rance T avares de M edeiros
Nome comple to dos discentes Colabor adores ( as ): Alex R odrigues de Lima, Maria
Brígida Barbosa Ben to, Gabison Neves de Assunção, Bianca P aiva de Araújo, Thamyr es
Mir elle Melo oliveir a, Joelson Tássio Cer queir a Silva, K atia Jaqueline dos San tos Catão
Ana Bez err a Cavalcan ti Maculan, Victória de de K ássia Ferr eir a Queir oz, Alister Alves
Mor eirra, W alyson R oberto Araújo de Lima, Jéssica N as cimento Lima, K ellen Araújo da
Nóbr eg a Dias.
Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( x ) alunos – UNIPÊ, (x ) C omunidade, ( x )
funcionários e colabor adores – UNIPÊ ( ) O utros, Q uais?
Local onde o pr ojeto s e desenvolve: A s r euniões ocorrer am na Sala 11, Bloco – A do
UNIPÊ
Cr onograma de e xecução do pr ojeto: Na primeir a f ase, as reuniões têm ocorrido nas
sextas feir as, uma no mês, no mínimo.
R esumo: O pr ojeto de pesquisa ins er e-se no âmbito das dis cussões s obr e o ex ercício
da cidadania participativa e tem como pr essuposto o f ato de que o contr ole social do
166
tributo é um aliado importante na sedimen tação da atividade de tributação, en tendida
esta, como um dever fundamen tal do cidadão. O Pr ojeto objetiva implemen tar ações
compr ometidas com a Educação Fiscal, particularmente conhecer , desenvolver e
disseminar ferr amentas aliadas da gestão pública, incentivando o con trole social do
tributo como forma de ef etivo ex ercício da cidadania.
Me todologia de ex ecução: Metodologicamen te, o projeto se aliou ao Núcleo de
Assessoramen to Contábil e F iscal – NAF-UNIPÊ, bem como à f ábrica de s oftw are
do UB TECH/UNIPÊ par a mapear e estudar as condições materiais, bibliográficas e
oper acionais de desenvolvimen to de um aplicativo s obr e educação fiscal. Par a tanto
já r ealizou as seguintes atividades:
a ) Seleção de alunos: 23 de f evereir o de 2018
b ) Primeir a reunião ( Apenas pro fessor es – apr esentação, esclarecimen tos de dúvida,
alinhamento das atividades ): Dia 26 de mar ço de 2108
c ) Segunda reunião ( Apenas prof ess or es – Definição da estrutura do aplicativo e
escolha dos pro fessor es r esponsáveis ): Dia 14/ 03/2018
d) T er ceir a reunião ( pr of essores e alunos- D istribuição de atividades por alunos e por
pr of essores ): Dia 10 /04/2018
e ) Outr as atividades contr oladas pelo grupo w atzzap. ( Orien tações de leitura de
materiais, participação em cursos EAD, seminários, etc.)
R esultados alcançados/ esper ados: Esper a-se que até o final do semestr e, tenha-
se condições de f ornecer à fábrica de softw are do UNIPÊ os insumos necessários
à construção o aplicativo. Par a tanto, no semestr e de 2018.1 está s endo feito o
mapeamento de cole ta de inf ormações e alinhamento de estr atégias de estudo em
linhas de in vestigação.
Histórico do númer o de beneficiários atendidos até 2017 .2: Nenhum. O pr ojeto está
em fase de coleta de dados, por se tr atar de um pr ojeto de pesquisa, sua aplicabilidade
depende da fase final do projeto.
Histórico de r esultados alcançados e esper ados: Como se trata de um pr ojeto que
pr essupõe sua r enovação e atualização, seus r esultados só surgir ão após a construção
do Aplicativo. Par a o semestre de 2018.1 se propôs um mapeamen to das informações
necessárias à construção do aplicativo.
167
A cer vo fo togr áfico:
Figur a 1: R eunião de trabalho Aplicativo cidadania ativa
Fon te: A cervo do Projeto, 2017 .
Figur a 2: Encon tro de pr of essores e alunos – App cidadania ativa
Fon te: Acervo do Projeto, 2017 .
168
FUNÇÃ O INTERGERA CIONAL
DOS C ONTRA T OS: EFEIT OS
D A SUSTENT ABILID ADE
SOCIO AMBIENT AL NA S RELA Ç ÕES
C ONTRA TU AIS
Curso pr omotor do projeto: D ir eito
Cursos in tegrados: Não há
Coor denador( a ): P r o f . D r. Alfr edo R angel Ribeir o
Colabor ador es( as ): Pr ofs. M aria Cristina P aiva Santiago e F r ancisco Fr eir e de Figueir edo
Filho
Discentes: C amila Simões Gomes, Alex F abiano Alves Oliveir a e J ayme H olanda A guiar
Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( X ) C omunidade, ( )
funcionários e colabor adores – UNIPÊ ( ) O utros, Q uais?
Local onde o pr ojeto se desenvolve: I nstalações do curso de Direito do U nipê.
Cr onogr ama de ex ecução do pr ojeto: Quartas- f eir as, das 09h20 às 10h.
R esumo: T r adicionalmente, a teoria ger al dos contr atos parte da per cepção liber al pela
qual os negócios jurídicos existem par a satisfazer inter esses meramen te individuais
e patrimoniais, sedimentando os princípios con tr atuais clássicos relacionados
à autonomia privada. O advento do Estado Social e o r econhecimento de r elações
contr atuais matizadas pela disparidade entr e os con tr atantes tr oux e à teoria contr atual
a tendência socializante em voga do início do s éculo XX, erigindo a função social, a
boa fé objetiva e o equilíbrio material das partes ao patamar de princípios contr atuais.
T odavia, as vertentes epistemológicas emer gentes do “ Conhecimen to Pruden te par a
uma Vida Decente ” de Boaventur a Souz a Santos, a “E pistemologia Ambien tal” de
Enrique L eff e a “Nova F ísica” de F ritjof Capr a suplantam os par adigmas que embasar am
169
a teoria contr atual clássica, dir ecionando a função social dos contr atos par a as futur as
gerações.
Objetivo: V erificar os ef eitos do princípio constitucional da sustentabilidade
socioambiental sobre a teoria ger al dos con tratos e sobr e o princípio da função social
dos contr atos.
Me todologia de ex ecução: A pesquisa parte de tr ês vertentes epistemológicas
emer gentes: o “C onhecimen to Prudente para uma Vida Decen te” de Boaventur a
Souza San tos, a “Epistemologia Ambien tal” de Enrique L eff e a “Nova F ísica” de Fritjo f
Capr a, que simultaneamente tr anscendem a ciência tr adicional e propõem as bases
ecológicas do conhecimento. E m linhas gerais, esse par adigma epistemológico
emer gente pr opõe um saber transf ormativo in ter e tr ansdisciplinar , que reabilita
métodos in tegrados, híbridos ou mesmo sincr éticos, suplantando, por meio dos
r aciocínios re tórico-argumen tativos, o hermetismo da linguag em lógico-matemática
pr ópria da ciência cartesiana, capaz de ampliar os limites que a teoria con tratual
tr adicional impôs à função social dos contr atos. A ex ecução do pr ojeto se dá a partir
de r euniões periódicas, virtuais ou pr esenciais, s eguidas de pesquisas bibliográficas e
elabor ação de textos cien tíficos pelos discentes pesquisadores.
R esultados alcançados/ esperados: P or s e tratar de pr ojeto de pesquisa, o público
beneficiado pelo conhecimento pr oduzido é difus o, não sendo possível nominar
ou individualizar os beneficiários. Nada obstan te, os discentes pesquisador es são
dir etamente beneficiados pelo pr ojeto.
170
FUNÇÃ O SOCIAL E
RE SPONS ABILID ADE SOCIAL D A S
EMPRE S A S
Curso pr omotor do pr ojeto: Dir eito
Cursos in tegr ados: Não há
Coor denador( a ): Hertha U rquiz a Baracho
Colabor adores( as ): Fernando An tônio V as concelos; K aiana Cor alina do Mon te Vilar ,
Leilah L uahnda Gomes de Almeida.
Discentes: J osé da Silva Alves Júnior; João Victor F ernandes Nogueir a; Merisvan J únior
Santos Soar es; J osé Lucas Soar es; Allana K arine de Lemos S ilva; Heberth H enrique
Palhano C rispim; Irlly T ammar a Alves de Araújo; A cener eide Alanka San tos de Melo;
K ar olayne Day se dos Santos Silva.
Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( x ) alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade,
( ) funcionários e colabor ador es – UNIPÊ ( ) Outr os, Quais?
Local onde o pr ojeto s e desenvolve: O pr ojeto desenvolve suas atividades nas
dependências do UNIPÊ (biblioteca, salas de estudos ), em horários pr é-estabelecidos.
Cr onograma de e x ecução do pr ojeto: Especificamente, pr omove reuniões periódicas,
às quartas- feir as, a partir das 11h00 . A demais, conta com a formação de equipes
menor es, sob a orientação dos pr of essores colabor adores, que r ealizam encontr os
extr as duran te o mês.
R esumo: T rata-se de pesquisa bibliográfica que tem como objetivo r efletir s obr e a
concepção da função social e responsabilidade social da empresa, com base na
constituição econômica. A leitura da C onstituição F eder al de 1988 propicia uma
interpr etação da livr e iniciativa associada à valorização do trabalho humano, à
existência digna e à justiça social. N este ínterim, estuda-se a empr esa sustentável
que se preocupa não apenas com o econômico, mas com o social, o cultur al e com
a ética.
171
Objetivo: T em por objetivo geral estudar a Função Social da Empr esa e analisar as
ações de empr es as compr ometidas com o Desenvolvimen to Susten tável.
Me todologia de ex ecução: Den tre os pr ocedimen tos metodológicos de técnicas
adotadas pelo pr ojeto, estão r euniões periódicas com os membr os do grupo para
tr atar das questões relevan tes ao procedimen to das atividades. N e s t e s e n t i d o , e x e r c e
suas funções a partir do levantamen to bibliográfico por meio de leituras e acar eamento de
liter aturas, elabor ação de trabalhos cien tíficos, apr es entações dos tr abalhos desenvolvidos em
eventos cien tíficos, pesquisas em doutrinas e legislações estrangeir as.
R esultados alcançados/ esperados: C om a pesquisa de iniciação cientifica os docen tes
incr ementam o po tencial educativo e os alunos avançam em relação ao estudo e a
elabor ação de artig os científicos. D estarte, tr abalhos como “ A responsabilidade social
empr es arial como mecanismo à pr oteção in tegral de crianças e adolescen tes” ,
de autoria do discente J osé da Silva Alves J únior , nas modalidades pôster e artigo
científico; “R espons abilização das Empr esas por violação dos dir eitos humanos” , de
autoria do discente J osé Lucas Soar es; bem como a elaboração de uma coletânea
sobre à r esponsabilidade s ocial empr es arial, coor denada pela docente H ertha Urquiz a
Bar acho e de vários artigos apresen tados em Even tos do C ONPEDI. Além disso, outros
tr abalhos estão s endo pr oduzidos a fim de abor dar os limites da empr es a e da atuação
estatal, a Compliance como fundamen to da R esponsabilidade Social Empresarial e a
pr omoção da ética, ou a verificação se a Corte In teramericana de D ireitos H umanos,
atr avés do cas o “faz enda Br asil V erde ” considera o dir eito social ao tr abalho digno
como um dir eito fundamen tal.
A cer vo fo tográfico:
Figur a 1. Reunião do G rupo de Pesquisa
Fon te: A cer vo do Proje to, 2017 .
172
Figur a 2. Pesquisador es do Pr ojeto F unção Social e R esponsabilidade Social Empresarial
Fon te: A cervo do Projeto, 2017 .
Figur a 3. Apresen tação de artigo científico na C osta Rica
Fon te: A cervo do Projeto, 2017 .
173
MEIO AMBIENTE DO TRAB ALHO
E DE SENV OL VIMENT O –
INSTRUMENT OS DE PRO TEÇ Ã O A O
TRAB ALHADOR FRENTE A O USO
DE NANOMA TERIAIS
Período no qual o aluno pode participar: a partir do 6º período do curso de Dir eito
Curso pr omotor do pr ojeto: Dir eito
Coor denador( a): F lávia de Paiva M edeir os de Oliveir a
Discentes: Armstr ong dos Santos L eal, C aroline S ilva Bez err a, Gabriela Per eira Victor ,
Natália Mir anda T avar es.
Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( x ) alunos – UNIPÊ; ( x ) C omunidade.
Local onde o pr ojeto s e desenvolve: N as salas de aula do Bloco C, em qualquer s ala
que estiver disponível no horário mar cado.
Cr onogr ama de e x ecução do pr ojeto: O pr ojeto se desenvolve a partir de levantamen to
bibliogr áfico de textos nacionais e in ternacionais com r euniões semanais às quintas-
feir as com a equipe de pesquis a;
R esumo: O estudo das consequências jurídicas do nanomateriais ainda é pouco
discutido no Dir eito brasileir o, embora amplamen te abor dado no cenário internacional,
onde é vastamente r egulado e objeto de constan te pr eocupação pelos juristas. A
pr esente pesquisa pre tende analisar o ordenamen to jurídico in ternacional de r egulação
de tais materiais e avaliar quais os parâmetr os que a normativa internacional pr evê
que poder ão ser utilizados pela or dem jurídica in terna par a r egular tal matéria, já que
o uso dess es materiais pode apr esentar ris cos par a a saúde humana, notadamen te,
de tr abalhador es e fornecedor es e para o meio ambien te em geral.
1 74
Objetivo: analisar a normativa internacional e in terna sobr e o tema; compar ar a
normativa pátria e a alienígena para fins de delinear as bases de uma futur a normativa
nacional;
Me todologia de ex ecução: A pesquis a utiliza o método compar ativo, que será ef etivado
por meio de anális e bibliográfica sobr e o tema.
R esultados alcançados/ esper ados: Como r esultado parcial, obser va-se a
completa ausência de regulação sobr e o tema dos nanomateriais, inclusive, com
desconhecimento do trabalhador e do consumidor com relação ao risco de tais
partículas par a a saúde humana
175
MET ODOL OGIA S EDUCA CIONAIS
P ARA PREVENIR E SOL UCIONAR
C ONFLIT OS
Período no qual o aluno pode participar: 4º P eríodo com aprovação na unidade
curricular de Direito C onstitucional
Curso pr omotor do pr ojeto: Dir eito
Cursos in tegrados: P sicologia e Dir eito
Coor denadora: L eilah Luahnda Gomes de Almeida
Colabor adores: S ulamita Escarião da Nóbr ega
Discentes: Ana K alline Soar es Castor , Anders on Barbosa R amos, Bianca P aiva de Araújo,
Br enda Hellen Simões Silva, Damiana R odrigues Dan tas, Éricka M onique de F r eitas
X avier , E velyn K ezia Per eira da Silva, E venllyn K alianne Nascimento da S ilva, Gabriella
Martins J acinto F err eira, H ebert Henrique P alhano Crispin, Janay Ribeir o Per eira, João
Victor Dantas da N óbr ega Machado, Lucas de V asconcelos Alves, P atrícia T amires Gomes
dos Santos S ilva, Ruth Arruda Diniz, Sabrina E milly Evangelista Ribeir o, Suzanne S pinelli
de Figueir êdo P ess oa, T alissa Mor ais de Figueir edo, Vitória Estefani M eir eles Mendonça,
W aldir Henrique Silva B atista.
Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( ) alunos – UNIPÊ, ( x ) Comunidade, ( )
funcionários e colabor adores – UNIPÊ ( ) O utros.
Locais onde o pr ojeto s e desenvolve: C entr o Universitário de João P essoa – UNIPÊ
Cr onograma de e xecução do pr ojeto: As r euniões presenciais acontecem nas
quartas- feir as às 11:00, quinzenalmen te, na s ala B38, Unipê, par a apr esentação do
material que vem s endo desenvolvido. A capacitação em EAD , par a esse s emestr e,
possui car g a hor ária de 40 hor as aula, em parceria com a P olícia Rodoviária F ederal. As
apr esentações pr esenciais ( campanhas ) estão agendadas para dia 30 de maio.
R esumo: Ligado aos Dir eitos Fundamen tais, como Educação, Saúde, Cultur a e meio
ambiente, trata-se de um pr ojeto que visa expandir os horizontes da população,
fornecendo-lhes meios alternativos par a s olucionar conflitos e evitar o litígio por meio
de políticas educacionais alternativas.
176
Objetivo: Conscien tizar os estudantes da r ede municipal de ensino e os vulneráveis
sociais s obr e seus direitos básicos como cidadão, construindo o pensar s ob novos
cenários e criando perspectivas par a esse grupo e para a sociedade de uma forma ger al.
Me todologia de ex ecução: Encon tros quinz enais, dis cussão s obre mé todos lúdicos e
alternativos de abor dagem voltado par a o público-alvo, leitur a e capacitação EAD dos
extensionistas em uma par ceria firmada en tre o pr ojeto e a Polícia R odoviária Feder al,
tr abalhando o tema “Educação par a o tr ânsito” .
R esultados alcançados/ esper ados: R ealização de visitas quinzenais, por alunos
do Curso de Dir eito, às es colas estaduais ou municipais ou C entr os de Assistência
Social Municipal, visando a realiz ação de peças teatr ais, aulas, palestr as, work shops
e distribuição de material inf ormativo em HQs (Histórias em Quadrinhos ), s endo a
temática desenvolvida par a ess e semestre corr elata à Segurança no T r ânsito.
A cer vo fo tográfico:
Figur a 1: Lançamen to FETRAN em
João P ess oa em 26 de março de
2018.
Figur a 4: Lançamen to FETRAN em
João P ess oa em 26 de março de
2018.
Figur a 5: Capacitação EAD par a os
extensionistas pr omovida em parceria
com a Polícia R odoviária Feder al.
Figur a 2: Capacitação
dos discentes pr esencial
realiz ada no dia 23 de abril
de 2018 em parceria en tre o
proje to e a Polícia R odoviária
Feder al.
Figur a 3: Capacitação com agen te
da Polícia R odoviária Feder al em
23 de abril de 2018.
177
PROJET O DE EXTENS Ã O DIREIT OS
FUND AMENT AIS E TRAB ALHO
INF ANTIL – PRODFTIN
Curso pr omotor do pr ojeto: Dir eito
Coor denador( a ): MICHELINE MARIA MA CHADO DE CAR V ALHO
Discentes: Álvaro Souza S ilva, Élidi Anne Fernandes Da Rocha, F abíola De F atíma
Camelo P ereir a, Hanna Nóbrega R aia De Araújo, L uiza Miranda Lima, Maria Clara De
Paiva, N ady J akelle Queir oz Dias, R afael Lopes D e Figueir edo, Tiago Da Cruz Medeiros,
Welly son Medeir os Lucena.
Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( X ) C omunidade, ( )
funcionários e colabor adores – UNIPÊ ( ) O utros, Q uais?
Local onde o pr ojeto s e desenvolve: E m escolas públicas e instituições de pro teção
e apoio à criança e o adolescente. N as escolas públicas é direcionado aos alunos do
ensino médio e aluno do EJ A (Escola para Jovens e A dultos ).
Cr onograma de ex ecução do proje to: o proje to se apresenta dur ante a semana, nos
turnos da manhã, tarde e noite, con forme o agendamento pr évio feito nas escolas.
R esumo: O Pr ojeto de Extens ão Dir eitos F undamentais e T rabalho I nf antil – PRODFTIN
começou suas atividades no semestre letivo de 2016.1. A partir do s emestr e 2016.2
passou a s er projeto apr ovado e acompanhado institucionalmente pela ASPED .
O pr esente pr ojeto de extensão tem o objetivo de desenvolver , junto à comunidade do município
de João Pessoa, ações de conscientiz ação, debate, esclarecimen to de direitos fundamentais.
Em especial, par a o combate, pr evenção e erradicação do trabalho in fan til. Com a finalidade
de pr omover o empoderamen to da comunidade s obre os dir eitos fundamen tais das crianças
e adolescente, apr esentando as consequências do trabalho in fan til e quais os direitos do
tr abalhador jovem.
A proposta de ação escolhida par a alcançar os objetivos propostos pr etende, conhecer ,
r efletir e dar significados a r ealidade da explor ação do tr abalho inf antil em João P ess oa,
e das questões e demandas subjacentes a pr oteção dos dir eitos fundamentais.
178
Neste sen tido, o pr ojeto de extensão tem como pr oposta atuar nas comunidades e
escolas públicas, onde a equipe do projeto desen volve atividades de conscientiz ação,
debate, esclarecimen to de dir eitos par a o combate, pr evenção e err adicação do
tr abalho inf an til, e temas tr ansversais de proteção dos dir eitos fundamen tais.
O per curso metodológico seguido pelos acadêmicos do Curso de Dir eito está pautado
numa consciência crítica da realidade da in fância e juven tude af etada pelo f enômeno
tr abalho inf an til, e em estudos das questões de vulner abilidades sociais e jurídicas
sobre a pr o teção dos dir eitos fundamen tais.
É feito um tr abalho cooper ativo entr e a equipe do proje to de extensão, a comunidade e
a instituições en volvidas, que contribua par a um processo dialógico de enriquecimen to
mútuo, em especial par a a formação pr ofissional e pessoal dos acadêmicos e da
pr of ess or a r esponsável.
Considerando essa proposta, o projeto de extensão se desenvolve em etapas que
se complementam, que são a intervenção social e a produção de conhecimentos
específicos sobre a temática de proteção dos direitos fundamentais e trabalho
infantil.
Os ser viços desenvolvidos pelo pr ojeto são: des en volvimento de estudos e pesquisas
sobre as pr oblemáticas envolvendo a pr oteção dos dir eitos fundamen tais; promoção
de palestr as e eventos de debates e conscien tização de dir eitos fundamen tais;
r ealização de seminários/ palestr as no UNIPÊ junto a comunidade acadêmica sobr e
a pr oteção dos dir eitos fundamen tais, em especial o trabalho in fan til e direitos do
tr abalhador jovem.
As apr es en tações consistem em temas de pro teção dos dir eitos fundamentais. O s
temas são estudados e prepar ados pelos alunos. T emos apr esentações sobre: tr abalho
inf antil, dir eitos do tr abalhador jovem; mudanças da ref orma tr abalhista; bullying,
r acismo, e desigualdade de gênero.
O cr onogr ama de atividades no semestre de 2018. 1 foi dividido em etapas par a s er em
cumpridas. Nos meses de mar ço e abril f oram feitas r euniões par a prepar ação do
material de apr esentações das escolas. Os extensionistas debater am, pesquisaram e
elabor ar am os materiais das apr esentações. N os meses de maio e junho acon tecerão
as apr esentações.
Nos dias 14 e 15 de maio vão apr es en tar no even to integr ado de pesquis a e e xtensão
r ealizado pela A SPED; Nos dias 15, 16 e 17 de maio vão apr esentar palestras no Seminário
179
Dir eitos F undamentais, Pr áticas e Instrumen tos de Pr oteção. Esse evento está sendo
or g anizado pelo PRODFTIN e C AJUP . Nos dias 22 e 23 de maio a apr esentação ser á na
escola pública Índio Piragibe; E m 24 e 29 de maio na Escola Zumbi dos P almares; E m
30 /05 e 12/ 06 na Es cola F r ancis ca Mour a; N os dias 13 e 14 de junho na Escola Chico
X avier .
Desde o início de suas atividades, em 2016.1, o P rojeto D ireitos F undamen tais e T r abalho
In fan til – PRODFTIN visitou um total de 12 ( doz e ) es colas, sendo 6 ( s eis ) estaduais e
6 ( cinco ) municipais. Ess e grupo de escolas pass ou a ser visitado semestralmen te
de forma alternada. Além de visitas às escolas, os extensionistas fizer am pesquisas
em várias entidades r espons áveis sobre cadastr o, recrutamen to e capacitação de
jovens par a o mercado de trabalho. Ademais, for am organizados/ realiz ados 3 (tr ês)
seminários, dentr e os quais 2 ( dois ) sobre tr abalho infan til, eix o- temático do projeto e
um seminário s obr e o tema I nf ância e Juven tude.
As atividades e xtensionistas ness as escolas f or am muito bem recebidas, com
participação dos pr ofessor es e alunos nos debates desenvolvidos nas escolas. Um
ponto a se destacar , é o f ato de que a maioria das escolas visitadas no semestre
de 2017 .2 f oram escolas que tinham sido visitadas no semestre an terior e pedir am
par a continuar recebendo as visitas do PRODFTIN colocando a visita no calendário das
atividades da escola. Um r esultado da s atisfação e qualidade das apr es entações que
são feitas.
O sucesso do PRODFTIN vem do compromisso e dedicação dos alunos do pr ojeto que
cada vez mais vem aumentado o leque de temas que s ão levados para as escolas e
eventos que o pr ojeto participa. Além de aumentar os assuntos que são explor ados
nas apr es en tações, s er ão ampliados também as instituições que vão r eceber a visita
e atuação do PRODFTIN em 2018.2.
180
A cer vo fo togr áfico das atividades do PRODFTIN:
Imagem 1: A tividade no L yceu par aibano
Fon te: Pr ojeto.
Imagem 2: A tividade na Escola Municipal Nazinha Barbosa Da F ranca
Fon te: Projeto.
181
TIPIFICA ÇÃ O DO D ANO MORAL
SOB A Ó TICA D A SE GUND A
INST ÂNCIA DO JUDICIÁRIO
TRAB ALHIST A
Curso pr omo tor do projeto: Dir eito.
Coor denador: P r of . Dr . P aulo H enrique T avar es da Silva
Discente: I sr ael O liveir a M endes
Discentes: Ivy Nunes dos San tos Lima, João Victor ben to da Silva, I sr ael O liveir a M endes,
Felipe Alves F ernandes, V aléria Félix da S ilva, C atianne Macena de O liveir a F err eir a,
Elaine Cristina da C onceição Silva.
Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( ) C omunidade, ( )
funcionários e colabor ador es – UNIPÊ ( ) Outr os, Q uais?
Local onde o pr oje to se des en volve: O pr ojeto se desenvolve a partir de uma
r eunião no Cen tro Universitário de João P essoa-UNIPÊ, em uma das salas de pós-
gr aduação pautando dir etriz es e, a partir diss o, temos um grupo virtual par a melhor
compartilharmos ideias e f azer a cooperação necessária ao desenvolvimen to do
pr ojeto.
Cr onogr ama de e x ecução do pr ojeto: O projeto é r ealizado quinzenalmen te em
hor ários pr eviamen te definidos en tr e o coor denador e os dis centes.
In tr odução: O or a pr ojeto de iniciação visa o estudo dos pedidos de indenização
por danos mor ais e materiais decorr entes da r elação de tr abalho ( art. 114, VI, da CF).
T ambém busca identificar de que maneira essas pr etensões compar ecem nas ações
tr abalhistas e de que f orma os juíz es de 2ª instância estão enfrentando os temas
principais relacionados à afetação mor al, procurando identificar , inclusive, possíveis
patamares de valor quando se estabelece um quantum indeniz atório.
Mé todo: A metodologia quanto ao tipo de estudo é uma pesquis a de naturez a
jurídica-explor atória e quali-quan titativa, atr avés da anális e documental por meio da
182
técnica do estudo de casos. Quanto aos I nstrumentos se dá pela análise de casos
jurídicos corr elatos ao estudo e P esquisa bibliográfica e documen tal. Já quan to aos
pr ocedimentos de coleta de dados, as decisões judiciais f oram cole tadas, analisadas e
tabuladas, a partir do método do estudo de caso e da análise de conteúdo, pr ocurando
identificar componen tes que s e r elacionem com o objeto de pesquis a. R esultados: A
partir dos dados analisados e da dis cussão s obre o tema “tipificação do dano mor al
sob a ótica da segunda instância do T ribunal R egional do T r abalho-13ª r egião ” . V erificou-
se, que do to tal dos julg ados pr ocedentes no que se ref ere ao tema D ANO MORAL
analisados no período, 56% provier am da 1ª T urma do TRT 13ª R egião, 7% do Pleno do
TRT 13ª R egião e 37% da 1ª T urma do TR T 13ª R egião. E também que dos 23 ( vinte e três )
tipos de danos mor ais constatados nos acórdãos, os 05 ( Cinco ) mais r ecorren tes f oram:
003- Dano M oral C oletivo; 011- Por A cidente/Doença do trabalho, quando o empr egador
não cumpr e, s eja por dolo ou culpa, as normas de s egur ança e medicina do trabalho;
013- Por assédio mor al quando for configur ada a manipulação per vers a e o terrorismo
psicológico, assim compr eendidos a degradação nas condições de trabalho, seja por
meio do rigor ex cessivo, incumbir o empregado com taref as inúteis, is olamento e tc;
014- Por A tr aso s alarial ou A tr as o na r escis ão contr atual; 017 - Por falta de Ano tação da
CTPS ou Anotação desabonador a na CTPS.
FÍ
SI
CA
EDUCAÇÃO
184
C ONDIÇ ÕE S DE TRAB ALHO E
FORMA ÇÃ O DOS PROFE SSORE S
DE EDUCA Ç Ã O FÍSICA QUE A TU AM
NA REDE E ST ADU AL DE ENSINO
MÉDIO D A S REGIÕE S NOR TE E SUL
DE JO Ã O PESSO A / P ARAÍB A
Curso pr omotor do proje to: Educação Física.
Cursos in tegr ados: Licenciatura em E ducação Física.
Coor denador( a ): L aur o Pires X avier Ne to
Colabor ador es( as ): Lígia L uís de F r eitas; Sílvia Azevêdo Sousa.
Discentes: B runo Otavio da Silva Albino; Moisés Horus Andr ade Sousa
Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( ) alunos – UNIPÊ, ( X ) C omunidade,
( ) funcionários e colabor ador es – UNIPÊ ( ) Outr os, Quais?
Local onde o pr ojeto se desenvolve: C en tr o Universitário de João P essoa – UNIPÊ /
Sala 233, Bloco L.
Cr onogr ama de ex ecução do projeto: N as T erças-F eir as / horário 17:00 às 19:00.
R esumo: O pr esente estudo in titulado Condições de T r abalho e Formação dos
Pr of essores de E ducação Física que A tuam na Rede Estadual de E nsino Médio das
R egiões N orte e Sul de João P essoa / Par aíba, tem como objetivo desvelar as condições
de tr abalho e as condições de formação em que se ef etiva o tr abalho do pr of essor de
educação física na r ede de educação estadual do ensino médio das r egiões norte e
sul do município de J oão P essoa / Par aíba, com a finalidade de orien tar a pr omoção de
melhorias nas políticas de formação de pr o fessor es par a este componente curricular
da educação básica e nos currículos de formação de pr o fessor es das instituições
de ensino superior da r egião. O que já sabemos sobre as condições de tr abalho e
185
condições formação dos pr o fessor es de educação física que atuam na r ede estadual
de J oão P essoa / Par aíba? Embor a a pr odução que in vestiga os pro fessor es no
Br asil seja vasta e f ecunda, a r esposta a esta questão que tr ata especificamen te do
segmento dos pr of essores de educação física não é f acilmen te obtida em uma r evisão
do balanço da pr odução do conhecimento sobr e f ormação e condições de tr abalho
de pr of essores no Br asil, tão menos na P ar aíba. A população da pesquis a serão os
pr of essores de educação física que atuam na Rede estadual de E nsino médio das
r egiões norte e sul do município de J oão Pessoa / P ar aíba. Ser ão utilizados r ecursos da
técnica da amostr agem estratificada de escolas da r ede pública estadual da Par aíba
consider ando-se as características da divisão geográfica do município de João P essoa,
abr angendo as es colas que compõem as r egiões norte e sul do município de João
Pessoa; consider ando-se no Estado a diversidade de ciclos de níveis de escolaridade
of er ecidos ( educação básica: fundamental e médio ), com validação, após definição
da amostr agem no Estados, na margem de 2% para mais ou par a menos, com
intervalo de confiança de 95%. P ar a o levantamen to das informações sobr e tr abalho e
formação dos pr ofessor es que atuam na r ede pública estadual do ensino médio das
r egiões norte e sul de J oão Pessoa / P ar aíba, r ecorrer emos aos documentos oficiais,
à entr evista com os coordenador es pedagógicos e à entr evista com os pr of essores
que atuam no chão da escola. Esta delimitação de f on tes de documentação dir eta e
indir eta demanda uso de métodos de pesquisa bibliográfica, documen tal e de campo.
Objetivo: Desvelar as condições de tr abalho e as condições de f ormação em que se
efe tiva o tr abalho do pro fessor de educação física na r ede estadual do Ensino Médio das
R egiões N orte e Sul de João P essoa - Par aíba, com a finalidade de orien tar a promoção de
melhorias nas políticas de formação de pr ofessor es par a este componente curricular
da educação básica e nos currículos de formação de pr ofessor es das instituições de
ensino superior da r egião.
Me todologia de ex ecução: Par a o levantamen to das informações sobr e tr abalho
e formação dos pr ofessor es que atuam na r ede pública Estadual das regiões
norte e sul do município de João Pessoa do Estado da P ar aíba, r ecorrer emos aos
documentos o ficiais, à en tr evista com os coordenador es pedag ógicos pelo contr ole e
acompanhamento do pessoal e à en tr evista com os pr of essores de educação física
que atuam no chão da escola. Esta delimitação de f on tes de documentação dir eta e
indir eta demanda uso de métodos de pesquisa bibliográfica, documen tal e de campo.
A pesquis a bibliogr áfica pr ocurar á por investigações que estiver am pr eocupadas com
o conhecimento das ef etivas condições de trabalho e formação a partir das quais
atuam os pr of essores de educação física na rede de educação básica da P ar aíba.
186
A pesquisa documental MARC ONI; LAKA T OS (2011), levantar á, compilará, catalogar á,
descrever á e analis ar á os dados r efer entes às condições de trabalho e formação
dos pr of ess ores de educação física pr oduzidos pelo Instituto Br asileiro de Geogr afia
e Estatística (IBGE), Instituto de P esquis a Econômica Aplicada (IPEA ), Ministério da
Educação (ME C), ou arquivados nas Secr etarias dos Estados da Par aíba. Os documentos
serão analisados conf orme os procedimen tos de anális e de conteúdo MARC ONI;
LAKA T OS (2011), TRIVIÑOS (2011).
A pesquisa de campo MARCONI; LAKA T OS (2011), bus car á dados sobre as condições de
tr abalho e formação dos pr of ess ores da r ede pública estadual das regiões norte e sul
de João P ess oa - PB, recorr endo a coleta de dados dir eta.
Na ausência de dados concr etos s obr e a r ealidade dos pr of ess ores, os pr ocessos de
políticas e planejamento da formação de pr of essores de educação física, especialmente
nas licenciatur as, que pr eveem uma car ga horária de 600 hor as de prática de ensino
e estágio, estão assentados em impr ess ões subjetivas pon tuais decorr entes da
r elação imediata dos pr ofessores em formação, supervisores de campo e pr ofessor es
do ensino superior duran te as situações de estágio. O des conhecimento dos dados
objetivos sobre o corpo de pr of essores de educação física que atuam na educação
básica do estado da Par aíba impossibilita, o desenvolvimen to de políticas de melhoria
da qualificação do pr of ess ores e o desen volvimento de qualquer política, ass en tada
em bases realmen te existentes, de formação das crianças e jovens matriculados na
educação básica, esteja esta política voltada ao rendimen to esportivo, à promoção
da saúde, ao domínio dos conhecimentos sobr e a cultur a corporal, ou às políticas de
extensão do tempo es colar ou es cola integr al.
F ren te a este des conhecimento, nossa hipótese é que há significativa distância
entr e: a ) as condições de tr abalho e f ormação dos pro fessor es do quadro de pessoal
da r ede pública estadual que of erta a educação básica na Par aíba; b ) a elabor ação
das pr oposições pedagógicas para a educação física empr eendida por quadros
das instituições de educação superior; c ) a f ormação de pro fessor es de educação
Física nos cursos superior es e as pr oposições de políticas par a a educação física na
educação básica.
A coleta de dados ir á levantar e catalogar in formações acer ca das condições de
tr abalho dos pr of ess ores de educação física da r ede pública estadual do ensino médio
da r egiões norte e sul do município de João P ess oa - PB, considerando-se: o tempo de
ser viço, tipo de vínculo empr eg atício, carr eir a, salários, jornada de tr abalho, quantidade
de turmas, es colas e turnos em que lecionam, quantidades de alunos por sala de aula
187
em que atuam, distância local de tr abalho e local de moradia, tempo de deslocamen to
do local de tr abalho ao local de moradia, car ga hor ária de planejamento de ensino
compar ada com a jornada total em sala de aula, atuação em pr ojetos e pr ogr amas,
infr aestrutur a disponível par a o ensino de educação física nas escolas considerando-
se equipamentos e instalações par a a r ealização do tr ato com o conhecimen to da
ginástica, dança, jogos, lutas e esportes na educação básica.
Os dados ser ão coletados a partir de en tr evistas semiestruturada T riviños(2011), Lak atos
(2011) com os coor denadores pedagógicos, en trevista estrutur ada (MARCONI; LAKA T OS,
2011) e conduzida com auxílio de formulários (TRIVIÑOS, 2011) com os pr ofessor es
de educação física que atuam na r ede de ensino estadual do ensino médio das
r egiões norte e sul de João P essoa / Par aíba, inicialmente ( nesta primeir a fase de
desenvolvimen to dos instrumentos ) a partir de amostra estr atificada.
Os dados coletados dur ante a pesquisa em sua fase documen tal e de campo serão
compilados em acer vo físico e catalogados em planilha EX CEL ( progr ama de planilha
eletr ônica es crito e produzido pela Micr os oft par a computadores que utiliz am o sistema
oper acional Microsoft Windo ws e também computador es Macin tosh da Apple Inc.
Seus r ecursos incluem uma interface in tuitiva e capacitadas f erramen tas de cálculo,
construção de gr áficos e relatórios ), planilha que ficará ar quivada em sistema de
computação nas nuvens DROPBO X partilhado com todas as instituições colaborador as.
R esultados alcançados/ esper ados: O conhecimento das condições r ealmente
existen tes do tr abalho e f ormação dos prof ess ores de educação física que atuam na
r ede de educação estadual das regiões norte e sul do município de J oão Pessoa do
estado da Par aíba, permitirá a melhoria do planejamen to de políticas de f ormação
inicial e continuada de pr of essores de educação física para a educação básica, assim
como melhorias do planejamento de políticas de formação em educação básica
par a a população de crianças e jovens matriculados na r ede estadual de ensino da
educação básica.
No âmbito do desen volvimento de Ciência, T ecnologia e Inovação, dispomo-nos
a levantar dados mais consisten tes sobre as condições de trabalho e de formação
r ealmente e xistentes, integr ando-os aos dados já levantados, tabulados e analisados
pela A dministração Pública e O rganizações N ão-Governamentais ( ONG), tais como
Instituto Br asileiro de Geogr afia e Estatística (IBGE), Instituto de Pesquisa Econômica
Aplicada (IPEA ), Ministério da Educação (ME C), Or ganização das Nações U nidas ( ONU),
F undo das Nações U nidas para a I nf ância (UNICEF), entr e outros. L og o esperasse
que a atual pesquisa auxilie o planejamento de políticas educacionais voltadas ao
aprimor amento da formação e da atuação de pr ofessor es de educação física par a o
tr abalho pedagógico com a educação física nas r edes estaduais de ensino.
188
T ambém nas ter ças-f eir as na sala 233, bloco L do cen tro universitário de João P ess oa
– UNIPÊ, ocorr e um grupo de estudos voltado a f ormação continuado par a docência.
A cer vo fo tográfico:
Figur a 1: EEEFM Pr ofessor a Daur a Santiago R ang el
Fon te: Pr ojeto.
Figur a 2: EEEM L yceu P araibano
Fon te: Pr ojeto.
Figur a 3: EEEFM Compositor Luís R amalho
Fon te: Pr ojeto.
189
ANÁLISE D A S C ONCEPÇ ÕE S E
PRÁ TICA S PED A GÓGICA S DE
DOCENTE S D A REDE PÚBLIC A DE
JO Ã O PESSO A/PB
Curso pr omotor do projeto: E ducação Física.
Coor denador( a ): Laur o Pires X avier Ne to.
Colabor adores( as ): Lígia L uís de F r eitas e Sílvia Azevêdo Sousa.
Discentes: A driano Coutinho dos San tos, Deyvidi Henrique de Andrade e Gabriel Guedes
da Silva.
Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( ) alunos – UNIPÊ, ( X ) C omunidade,
( ) funcionários e colabor ador es – UNIPÊ ( ) Outr os, Quais?
Local onde o pr ojeto se des en volve: Unipê - C en tro Universitário de João P essoa, BR
230 – km 22, Á gua F ria – CEP 58053-000, J oão Pessoa – PB, Sala 233, bloco L.
Cr onograma de e x ecução do pr ojeto: T odas as T erças-F eiras, das 17h às 19h.
R esumo: A pesquisa Análise das concepções e práticas pedagógicas dos docen tes
da r ede pública de João P essoa/PB objetiva analis ar as concepções e práticas
pedagógicas de docentes do ensino fundamental da R ede Pública de Ensino de João
Pessoa-PB, bem como estabelecer ações concre tas no tocante a formação em ser viço
de pr of essores e pr ofessor as desses níveis. O Pr ojeto destina-se a escolas públicas da
Zona S ul de João P essoa/PB. A amostra é composta por cinco Escolas Públicas de João
Pessoa/PB da Z ona Sul, escolhidas por conveniência ( es colas par ceir as do estágio
super visionado ), nas quais contempla-se um grupo de docentes da educação in fan til,
o ensino fundamental I e II, total que r epresentou 20% do quadr o de pro fissionais que
compõem as escolas participantes. Essa pesquisa é de naturez a qualitativa, descritiva
e de campo, do tipo documental ( GIL, 2008), apr oxima-se de uma pesquisa-ação,
utiliza par a a anális e dos dados a Análise de Con teúdo de Bar din (1992), o método
crítico-dialético ( GAMBO A, 1998) e o método obser vacional ( GIL, 2008). F oram utiliz ados
como instrumentos par a a coleta de dados, questionário e r oteir o de obs er vação. A
190
pesquisa encontr a-se em andamento, cujas análises for am r ealizadas apenas em
tr ês escolas. A té o pr esente momen to, como r esultado, encontr a-se um T C C em fase
de conclusão, um artig o apr esentado na IX FIPED , cujas análises for am r ealizadas com
tr ês PPP’s, e com cinco pr o fessores de E ducação Física. Analisou a relação teórico-
pr ática entr e as concepções apresentadas nos PPP’ s com as aulas dos respectivos
pr of ess or es, na tentativa de obser var a coerência da materializ ação das concepções
pr esentes nos documentos.
Objetivo: Analisar as concepções e práticas pedagógicas de docentes da r ede pública
de ensino de João P ess oa/PB.
Me todologia de Ex ecução: A pesquis a se caracteriza de natur eza qualitativa, descritiva
e de campo do tipo documental ( GIL, 2008 ). Está sendo realizada em instituições
de ensino público municipal de João P ess oa, podendo alguma de suas etapas, a
ex emplo da anális e dos dados, acontecer em instalações mais adequadas par a
esse procedimen to. Mostr ará qual o modelo das pr áticas pedag ógicas atuais de uma
amostr a de pro fessor es de Educação Física da r ede municipal de João P essoa, e qual
a r elação que essa prática tem com a concepção adotada pelo pr of essor e com o
pr ojeto político pedagógico da es cola. Apro xima-s e de uma pesquisa-ação, utilizando
par a a análise dos dados a Análise de Con teúdo de Bardin (1992), o mé todo crítico-
dialético ( GAMBO A, 1998 ) e o método obser vacional ( GIL, 2008). F oram utiliz ados como
instrumentos par a a coleta de dados, questionário e ro teiro de obser vação.
R esultados Esperados: O campo da pesquisa qualitativa é uma ref er ência que congrega
difer entes corr entes que possuem em comum a oposição aos mé todos experimen tais
nas ciências humanas e sociais. E é neste s entido que nos apr oximamos de uma
vertente da pesquisa qualitativa – a pesquisa-ação (RICHARDSON, 2015). Neste aspecto,
esper a-se cumprir as e tapas da pesquis a-ação ( ação-r eflex ão-nova ação ). Espera-se
identificar as difer entes concepções e pr áticas pedagógicas, acompanhamento das
r elações f ormativas inter dis ciplinar es, troca de e xperiências entr e docentes atr avés
da r ealização de seminários, oficinas temáticas, exibição de filmes e documentários e
pr ojetos de estudo/in ter venção nas escolas e realiz ação da formação con tinuada em
ser viço.
Onde encon tr a-s e a pesquisa
Primeir as ações: Análises dos documentos dos PPP’ s, cujo mesmo foi analisado a
partir das categ orias do método crítico-dialético, que “utiliza técnicas bibliográficas
191
e históricas com estudos de textos, documen tos, r egistr os, etc” ( G AMBO A, 1998, p. 112).
Iden tificou tr ês gr andes grupos de concepções pedagógicas.
Quadr o 1 – Distribuição de dados segundo categorias de concepção
D ADOS DOS PPP’ s
ESC OLAS C ONCEPÇÃ O TEÓRICO-
MET ODOL ÓGICA C ONCEPÇÃ O DE
HOMEM CONCEPÇ Ã O DE
EDUCA ÇÃ O CONCEPÇÃ O DE
SOCIED ADE
ESC OLA A SÓCIO-INTERA CIONIST A
(VY GO TSKY)
Sujeito ativo,
participativo,
construtor e
utilizador de
conhecimentos em
suas relações in tr a
e interpessoais.
Inter ação contínua
entr e ser humano e
meio, construindo
nas relações sociais
conhecimento, valor es,
repr esentações e
identidades.
Sociedade moderna
e em constante
transf ormação que
exige novas ações e
comportamentos do
homem.
ESC OLA B SÓCIO-INTERA CIONIST A
(VY GO TSKY)
Sujeitos com
saberes, valor es
e atitudes que
subsidiem
posicionamentos
críticos,
responsáveis
e construtivos
nas difer entes
situações.
Vivências de diversas
situações que
desenvolvam as
relações in terpessoais
e propor cione a
participação da vida
científica, cultur al,
social e política do país
e do mundo.
Sociedade
democrática a partir
da organização
e participação
de difer entes
segmentos sociais
na tomada de
decisões e no
contr ole coletivo.
ESC OLA C
COGNITIVIST A (PIA GET)
SÓCIO INTERA CIONIST A
(VY GO TSKY)
LIBERT ADORA (P A UL O
FREIRE)
Cidadão integr ado
e útil à sociedade,
habilitado e capaz
de enfr entar a
competição no
campo de tr abalho.
A partir de várias
metodologias,
desenvolvendo uma
prática docen te que
ressalta a importância
de construção
dos potenciais de
aprendiz agem e de
refle x ão crítica dos
alunos.
Sociedade
globalizada.
Não e xpõe as
perspectivas dessa
sociedade em
relação ao meio e ao
homem.
Fon te: Dados da pesquisa, (2018).
No segundo momen to houve a aplicação do questionário temático em apenas três
escolas da rede municipal de João pessoa. O r eferido questionário, nos subsidiou
identificar as r elações entr e a concepção pedag ógica do pr of essor e sua r elação
concepção da escola.
Onde desejamos chegar
V erifica-se a necessidade de uma formação con tinuada no município. P ortanto,
esper amos aplicar uma formação na r ede municipal de João pessoa, vis ando formar
os pr of essores de modo a r eduzir ess a dissociação entr e a concepção do pr of essor e
a da escola.
192
A cer vo fo togr áfico:
Figur a 1: Encon tro par a desenvolvimen to do Pr ojeto.
Fon te: acervo dos pesquis adores
193
Figur a 2: Pr ogramação par a e x ecução do proje to.
Fon te: acervo dos pesquis adores
Figur a 3: Campo de P esquisa 1.
Fon te: acervo dos pesquis adores
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E SC OLA DE TREINAMENT O
RE SISTIDO - ETRE S
Curso pr omotor do proje to: Educação Física
Coor denador( a ): M ar cos Antonio de Araujo L eite Filho
Discentes: Y uri Emanuell de Sousa Santos; K assio N ascimento M orais; R onaldo Oliveir a
T orr es de Souza; Dan y ella F arias Alves; M aria Gabriela R ocha Estevam; Eliana Alves de
Brito; Pietr osviky Janossés Per eir a Nunes; B runo Henrique F err eir a da Silva e M anoel
Mar celino F . De Souza Junior .
Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( x ) alunos – UNIPÊ, ( x ) C omunidade,
( ) funcionários e colabor ador es – UNIPÊ ( ) Outr os, Quais?
Local onde o pr ojeto se desenvolve: A cademia de Mus culação do UNIPÊ Cr onogr ama
de ex ecução do projeto: Segunda, ter ças e quin tas das 16:30 ás 17:30
R esumo: Pr omover a melhoria na qualidade de vida, s aúde e na estética corpor al em
usuários pr aticantes de T reinamen to com pessoas e campo de estágio prático par a os
discentes do curso de Educação Física do C en tr o Universitário de João P essoa – UNIPÊ.
Palavr as Chave: Mus culação; Qualidade de Vida; Pr ojeto de Extensão
Me todologia: A ETRES é um dos proje tos de extensões mais antigos do UNIPÊ.
A tualmente o pr ojeto encon tr a-se atendendo 30 alunos ( usuários ), com idades en tr e
18 a 60 anos, de ambos os sex os. São utilizados e x er cícios com pesos, livre e em
maquinas articuladas. As atividades são realizadas de acor do com a supervis ão de 01
( um ) pro fessor e, 08 ( oito ) estudantes e xtensionistas volun tários e 01 ( um ) extensionista
com incentivo, totalizando 09 discen tes. É importante destacar que as atividades s ão
desenvolvidas dur an te 04 ( quatro ) mes es na sala de mus culação do Cen tr o Universitário
de J oão P essoa - UNIPÊ, no turno tarde (16:30 às 17:30 h ) nas s egundas, ter ças e quintas.
T odos os usuários são avaliados inicialmente em r elação as car acterísticas clinicas,
antr opometria e composição corporal por meio da bioimpedância, modelo Inbody
720, antes e após o termino das atividades. Par a o acompanhamen to das atividades,
utiliza-se uma ficha de musculação, onde são registr ados os dados dos perfis do
aluno, ex ercícios, car gas, repetições e in tervalos, configur ando assim, monitor amento
de todas as atividades desenvolvidas e consecutivamen te a identificação da evolução
195
dos indivíduos. Quan to ao aluno extensionistas, os mesmos passar por diversos
tr einamentos, permitindo unir o conhecimen to pr ático com o teórico. R esultados:
dur ante as sessões de treinos, constata-se nos usuários, melhorias visíveis na
diminuição da massa de g or dura corpor al e ampliação da massa mus cular , nos níveis
de ansiedade e depr essão, redução de dor es articulares dos membr os inferior es,
melhor capacidade física, maior r esistência física e amplificação da for ça muscular .
Conclusão: As atividades o fer ecidas resultar am uma vida mais saudável, maior
inter ação social e melhorias na qualidade de vida dos usuários participantes do
pr ojeto. Quan to aos dis centes, permitir que sejam adquiridas experiências no r amo
do treinamen to com pesos (musculação ), pr eparando-os par a o mercado a partir do
planejamento das atividades, do con tato com o público/ usuário.
EXTENSIONIST AS SEMETRE 2013.1 EXTENSIONIST AS SEMETRE 2013.2
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E SPOR TE S URB ANOS:
DE S AFIOS C ORPORAIS
Curso pr omotor do pr ojeto: E ducação Física
Cursos in tegr ados: Nenhum
Coor denador( a ): R og ério Fonseca dos San tos
Nome comple to do discente: M ateus Ruggeri M artins, Adriano C oatti J unior , Hugo
Germano R. Silva, M er cia da Paz M elo Costa, Nay s a C ampos Soar es, R odolfo Fonseca
Seix as, R og erio da Silva P ereir a, Jonatha N ascimento de Oliveir a, T amir es Pâmela
Nascimen to Matias.
Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( X ) alunos - UNIPÊ, ( X ) Comunidade,
( ) funcionários e colabor ador es - UNIPÊ ( ) Outr os, Quais?
Local onde o pr ojeto se des en volve: Comple x o desportivo Educação Física, sala de
ginástica artística, bloco L e área aberta pr ocima a caixa d’ agua.
Cr onograma de e x ecução do pr ojeto: quartas e sextas das 17:15 as 18:30.
R esumo: O s esportes r adicais urbanos são atividades da atualidade que s ão pr aticadas
entr e jovens de 16 aos 30 anos, muito embora e xista muitas pessoas que praticam
esses esportes em outras faix a etárias. Essas atividades estimulam a tomada
de decisão e resolução de pr oblemas e que melhor apresenta a manif estação da
inteligência corpor al na educação física. São vários os esportes urbanos podemos citar
a corrida orientação S prin t, r apel, escalada, slackline, patins, skate entr e outros. Esses
esportes podem desenvolver vários benefícios tais como velocidade, r esistência, for ça,
estr atégia, habilidades motor as, tr abalho em grupo, percepção, atenção, equilíbrio
dinâmico e pr ecisão de movimentos.
O pr ojeto de extensão Esportes Urbanos D esafios Corpor ais, tem como objetivo
possibilitar a pratica de alguns esportes urbanos enquan to atividade física, criando
condições par a conhecimento, pesquisas e desenvolvimen to dos esportes radicais no
meio universitário e comunidade em geral.
Objetivo: Possibilitar a pr atica de alguns esportes urbanos enquanto atividade física,
criando condições par a conhecimento, pesquisas e desenvolvimen to dos esportes
r adicais no meio universitário e comunidade em geral.
197
Me todologia de ex ecução: O pr oje to funciona com a of erta de atividade física com
base em alguns esportes urbanos. Os tr einos iniciam com um aquecimen to e a pr atica
dos esportes
Park our , Slackline
e iniciação a corrida de orien tação
Sprin t,
Escalada
indoor .
R esultados esper ados: A o iniciar o pr ojeto os participan tes r ealizar am teste um
teste de equilíbrio dinâmico, ao final do semestre ser á r epetido o mesmo teste,
esper amos encontr ar melhorias no equilíbrio dinâmico dos participan tes, nossa
pespectiva é também que as pessoas possam ter um contato segur o e orientado com
os esportes urbanos de aventur a e que lhes possam contribuir no conhecimento de
novas sens ações, fisicas e psicossociais que promovam o bem estar e melhoria na
qualidade de vida.
Beneficiários: O projeto Escalada Esportiva que deu origem ao proje to atual teve início
oficialmen te em 14.2 tendo um numer o de beneficiário médio 40 a 50 pess oas por
semestre e uns 40 e xtensionistas nesses 10 semestres.
A cer vo fo tográfico:
Figur a 1: A tividade de escalada
Figur a 2: A tividade de P arkour
198
Figur a 3 - A tividades de aventur a urbana (Arvorismo )
BIBLIOGRAFIA:
Bernar des, L. C. A tividades de A ventur a para Pr ofissionais de Educação Física . São
Paulo: Phorte editor a. 2013, 1ª edição.
PEREIRA. Dimitri W uo, ARMBRUST . I gor . Pedagogia da A ventur a: Os esporte R adicais de
aventur a e de Ação na escola. Jundiaí: F ontour a, jun. 2010.
SIL V A D A. C. F . C., VID AL. L. M. S., SIL V A D A. S. A. C, CA TUND A M. G. Slackline: Uma fita como
ponte par a a educação através da aven tura. C adernos de Extensão do Instituto
Feder al Fluminense . Campos dos Go ytacazes, RJ , v .2, p. 25-30, 2016.
U s Beco D’ Sampa. Arquivo da T A G: Esportes Urbanos; Ciclismo; Sk ate; Slackline;
Parkur . Disponível em: www .usbecosp. w or dpress.com/tag/ esportes-urbanos-
ciclismo-skate-slackline-parkur /; acesso em 28.08.2017 .
199
EXTENS Ã O DE HIDROGINÁ STICA
Curso pr omotor do pr ojeto: Educação F ísica
Coor denador( a ): Dr .ª S ilvana Nóbr eg a Gomes
Nome comple to do discente Colabor adores( as ): J osé Ronaldo E duardo da Silva,
Edvaldo de O liveira C osta Filho, R ebeca Cristina da Silva San tos, Stéf any Nay ara P er eira
da Conceição, S ivanês Diniz de V er as, Luiz H enrique dos Santos da Cruz M ar ques,
Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( X ) Comunidade, ( X )
funcionários e colabor adores – UNIPÊ ( ) O utros, Q uais?
Local onde o pr ojeto s e desenvolve: N a pis cina do Cen tro Universitário de João
Pessoa – UNIPÊ. Ender eço: Br 230 - Km 22 S/N - Campus do UNIPÊ - 58053-000 JO A O
PESSO A – PB, pró ximo ao bloco F .
Cr onograma de e xecução do pr ojeto: A extensão é realiz ada nos dias de Segunda
e quarta- feir a, das 17:00 hrs às 18:30. Sendo a Hidr oginástica das 17:00 às 17:50 e a
natação 17:50 às 18:30.
R esumo: A extensão de natação e hidr oginástica tem como obje tivo promover e
possibilitar a construção do s aber experiencial para os discen tes do curso de Educação
Física r elacionado com a pr odução e refle xão do conhecimen to cientifico, atr avés do
ser viço a comunidade. Metodologia: O pr ojeto é des en volvido sob a coordenação da
disciplina A tividades aquáticas II, sendo coordenado pela D ocente Pr of .ª Drª Silvana
Nóbr eg a Gomes e 16 discentes do curso de Educação Física, volun tários par a as
aulas de Hidr oginástica. São disponibilizadas 60 vagas para turma de hidroginástica
par a pessoas na f aix a etária de 20 a 80 anos. As atividades são des en volvidas
nas segundas, quartas e quintas- feir as, das 17:00 as 17:50 horas. C arr egando um
difer encial através das con truções e aplicações de novas pr opostas metodologicas
nas aulas de hidr oginástica. R esultados: Foi r ealizada a capacitação dos discentes
en volvidos, que agora em sua maioria já estao inseridos no mercado de trabalho
na hidr oginástica( estágios ); For am realiz adas publicações de artig os científicos
em congr esso e revistas; M elhoria na qualidade de vida dos participantes de hidr o,
verificado atr avés de todos os parâme tros avaliados ( for ça, flexibilidade, r esistência,
composição corpor al, etc ); Bem como a elabor ação e aplicação de novas formas de
200
periodizar e planejar tr einos de natação e hidroginástica . E assim esper amos par a os
pr ó ximos semestres.
Objetivo: Pr omover e possibilitar a construção do s aber experiencial par a os discentes
do curso de Educação Física r elacionado com a produção e r eflex ão do conhecimen to
cientifico, atr avés do ser viço a comunidade.
Me todologia de ex ecução: O proje to é desenvolvido sob a coor denação da disciplina
A tividades aquáticas I e II, sendo coordenado pela Docen te Pro f .ª Drª Silvana N óbr ega
Gomes e 16 discentes do curso de Educação Física, voluntários par a as aulas de
Hidr oginástica e natação. São disponibilizadas 60 vag as para turma de hidr oginástica
par a pessoas na f aixa etária de 20 a 80 anos. As atividades são des en volvidas nas
segundas e quartas-f eir as, das 17h:00 as 18:40.
Em 2017 .2 foram ministr adas aulas tr adicionais de Hidr oginástica e iniciou-se a
elabor ação e construção de uma nova metodologia nas aulas de hidr oginástica, e
a pr epar ação dos discentes voluntários par a avaliação dos participantes par a assim
garan tir um alcance r eal dos resultados ob tidos. Assim, em 2018.1 a hidr oginástica,
inovou com a apr esentação de uma nova pr oposta metodologicas nas aulas. E para
tanto, estão sendo r ealizados questionários e testes iniciais e finais, que ser vem como
par âmetr o tan to par a a pr escrição inicial, como para verificar os r esultados obtidos
com maior fidedignidade.
Além de toda a pr eocupação com os benefícios físicos, a extensão de hidroginástica
também inovou com um diferencial na atenção especial da socializ ação dos seus
participantes, promovendo o chá da tarde, que é um momento após a aula destinado
par a a confr aternização e inter ação social dos participantes através de um lanche, algo
que tanto benefício o aspecto social, bem como desperta sutilmente a importância
dos cuidados e bons hábitos alimentar es.
R esultados alcançados/ esper ados: Em 2017 .2, a turma de hidroginástica con tou
com 60 participantes, os quais ob tiveram r esultados altamente favor áveis, tais como:
melhor ar da fle xibilidade, diminuição do pes o corporal, r edução de dores articular es
e musculares, melhor a na auto-estima, como também uma melhor ar significativa
quanto à inter ação e inserção social. Par a 2018.1 há uma expectativa de melhor es
r esultados no nível de for ça, r esistência aer óbica, flexibilidade, composição corpor al,
pr essão arterial, qualidade de vida e s ocialização.
Dessa forma, foi r ealizada a capacitação dos discentes en volvidos, que ag ora em sua
maioria já estão inseridos no mercado de trabalho na ár ea de natação e hidroginástica;
201
For am r ealizadas publicações de artigos científicos em congr ess o e r evistas; Melhoria
na qualidade de vida dos participantes da natação e hidr o, verificado através de todos
os par âmetros avaliados ( for ça, fle xibilidade, resistência, composição corpor al, etc );
Bem como a elabor ação e aplicação de novas f ormas de periodizar e planejar tr einos
de natação e hidr oginástica . E assim esperamos par a os pró ximos semestres.
A cer vo fo togr áfico:
Figur a 1 - A ula de hidroginástica, alunos r ealizando ex ercícios par a MMII.
Fon te: Projeto.
202
Figur a 2: Alunos desfrutando com alegria a aula de hidr oginástica.
Fon te: Pr ojeto.
Figur a 3: Momen to de r elax amento, parte final da A ula.
Fon te: Projeto.
203
EXTENS Ã O DE NA T A ÇÃ O
Curso pr omotor do pr ojeto: Educação F ísica
Coor denador( a ): Dr .ª S ilvana Nóbr eg a Gomes
Nome comple to do discente Colabor adores( as ): Amanda Samar a, Edvaldo de O liveira
Costa F ilho, Jamily Barbosa Bezerr a, J os é R onaldo Eduardo da S ilva, Luiz H enrique dos
Santos da C ruz Mar ques, Maria Eliziane C aitano Per eira, P ablo Modesto de Ar aújo, Rebeca
Cristina da Silva San tos, Sivanês Diniz de V er as, S téfan y Nay ara P ereir a da Conceição,
T ar cisio Araújo de C astr o.
Público alvo Beneficiários do pr ojeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( X ) Comunidade, ( X )
funcionários e colabor adores – UNIPÊ ( ) O utros, Q uais?
Local onde o pr ojeto s e desenvolve: N a pis cina do Cen tro Universitário de João
Pessoa – UNIPÊ. Ender eço: Br 230 - Km 22 S/N - Campus do UNIPÊ - 58053-000 JO A O
PESSO A – PB, pró ximo ao bloco F .
Cr onograma de e x ecução do proje to: A extensão é realiz ada nos dias de Segunda e
quarta- feir a, das 17:50 às 18:30.
R esumo: A extensão de natação tem como objetivo pr omover e possibilitar a
construção do saber experiencial par a os dis centes do curso de Educação F ísica
r elacionado com a produção e r eflex ão do conhecimento cientifico, atr avés do s erviço
a comunidade. Me todologia: O proje to é desenvolvido sob a coordenação da disciplina
A tividades aquáticas I, sendo coordenado pela Docen te Pro f .ª Drª Silvana Nóbr eg a
Gomes e 16 discentes do curso de Educação Física, volun tários para as aulas de
natação. São disponibilizadas par a turma de natação (iniciação ) serão of erecidas 25
vagas para crianças na faix a etária de 08 a 14 anos. As atividades são desenvolvidas
nas segundas e quartas-f eiras, das 18:00 as 18:40. C arregando um difer encial através
das contruções e aplicações de novas pr opostas metodologicas, traz endo novas
r eflex ões e proposta par a aprendizagem da natação inf antil. R esultados: Foi r ealizada
a capacitação dos discentes en volvidos, que agora em sua maioria já estao inseridos
no mer cado de trabalho na ár ea de natação; For am r ealizadas publicações de artigos
científicos em congr ess o e r evistas; Bem como a elabor ação e aplicação de novas
formas de periodiz ar e planejar treinos de natação . E assim esper amos para os
pr ó ximos s emestr es.
204
Objetivo: Pr omover e possibilitar a construção do saber experiencial par a os discentes
do curso de Educação Física r elacionado com a pr odução e refle x ão do conhecimento
cientifico, atr avés do ser viço a comunidade.
Me todologia de ex ecução: O pr ojeto é desenvolvido sob a coor denação da disciplina
A tividades aquáticas I e II, sendo coor denado pela Docen te Pr of .ª Drª S ilvana Nóbr ega
Gomes e 16 discentes do curso de Educação Física, voluntários par a as aulas de
Hidr oginástica e natação.
São disponibilizadas 60 vag as para turma de hidr oginástica par a pessoas na f aix a
etária de 20 a 80 anos. P ara turma de natação (iniciação ) serão o fer ecidas 25 vagas,
par a crianças na faix a etária de 08 a 14 anos. As atividades são des en volvidas nas
segundas e quartas-f eiras, das 17h:00 as 18:40.
As aulas de N atação em 2017 .2 f or am desenvolvidas aulas de adaptação ao meio
líquido e iniciação aos nados Cr awl e C osta.
R esultados alcançados/ esperados: N a natação todos os alunos participan tes f or am
adaptados ao meio líquido e alcançar am com sucesso a aprendiz agem do nado Cr awl
e Costa. Além do sucesso nos objetivos das aulas, também tivemos a pr odução de
um T C C dos nossos alunos, que teve publicação no Congr esso Br asileir o de Natação
In fan til. Dessa f orma, foi r ealizada a capacitação dos discen tes envolvidos, que agor a
em sua maioria já estão inseridos no mercado de tr abalho na ár ea de natação; For am
r ealizadas publicações de artigos científicos em congr esso e revistas; M elhoria na
qualidade de vida dos participan tes da natação; Bem como a elabor ação e aplicação
de novas formas de periodiz ar e planejar tr einos de natação e hidroginástica . E assim
esper amos para os pr ó ximos semestres.
205
A cer vo fo togr áfico:
Figur a 1 - A ula de natação inf antil
Fon te: Pr ojeto.
Figur a 2 - A daptação ao meio líquido.
Fon te: Pr ojeto.
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