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ORGANIZADORES:
RACHEL REINALDO ARNAUD
MARCOS AURÉLIO VASCONCELOS LIMA JUNIOR
ORGANIZADORES:
RACHEL REINALDO ARNAUD
MARCOS AURÉLIO VASCONCELOS LIMA JUNIOR
EQUIPE DE PROFESSORES:
MANUELA GOUVÊA CAMPÊLO DOS SANTOS,
PATRÍCIA GUERRA PEIXE GONÇALVES,
MARIA AUXILIADORA GOMES DO NASCIMENTO,
FERNANDA DE ARAÚJO TRIGUEIRO CAMPOS,
JÚLIO CÉZAR NASCIMENTO SOUZA, MARIA
CRISTINA TAVARES DE MEDEIROS HONORATO,
CONSUELO FERNANDA MACEDO DE SOUZA
EQUIPE DE ALUNOS:
CARLOS ALBERTO OLIVEIRA DOS SANTOS,
LARISSA BRAZ PONTES, RENALLY FRANÇA DE
OLIVEIRA, RHAYSSA KAREN MARQUES DE MELO,
FLAVIANA LAÍS PEREIRA DOS SANTOS, THAYSE
TARGINO DE MORAIS, NICOLE FERNANDES
TEIXEIRA, CYNÁRA LIANE JALES ATAÍDE DE MELO
PROJETO GRÁFICO
NÚCLEO DE PUBLICAÇÕES INSTITUCIONAIS (NPI)
RAIFF PIMENTEL FÉLIX ALMEIDA
E56
Endodon ia/ O ganizado po Rachel Reinaldo A naud, Ma cos
Au élio Vasconcelos Lima Junio . Unipê: João Pessoa,
2018.132p. . II
Coleção: Manuais Aplica i os em Clínica Odon ológica
ISBN 978-85-87868-52-7
1. Odon ologia. 2. Endodon ia. 3. Ci u gia de acesso I. Tí ulo.
UNIPÊ / BC CDU 616.314.163
COMO MELHOR UTILIZAR ESTE LIVRO:
Es e e-book oi desen ol ido com in enção de acili a o acesso à
in o mação. Baixe o a qui o e isualize-o na ela do seu compu ado
ou celula semp e que necessi a . U ilize as se as, as eclas Page Up
e Page Down do eclado ou o Sc oll do mouse pa a na ega pelo li o.
Não despe dice papel, imp ima somen e se necessá io.
DOI: 10.5281/zenodo.17675206
PREFACIO
Endodon ia é a especialidade que em como obje i o a
p ese ação do den e po meio de p e enção, diagnós ico,
p ognós ico, a amen o e con ole das al e ações da polpa e dos
ecidos pe i adicula es.
Te e uma g ande e olução nos úl imos anos, endo conseguido
ob e um ele ado g au de desen ol imen o não só em suas
bases biológicas como ambém no desen ol imen o de écnicas,
ins umen os, soluções e ma e iais.
Esses a anços ecnológicos êm possibili ado o desen ol i-
men o de no as pe spec i as pa a a Endodon ia, islumb ando p e-
pa o de canais adicula es de o ma mais segu a, mais e icaz e mais
ápido, auxiliando no p ocesso de ecupe ação e manu enção dos
elemen os den á ios e, consequen emen e, ele ando a qualidade de
ida associada à saúde bucal.
As á eas de compe ência pa a a uação da Endodon ia incluem:
p ocedimen os conse ado es da i alidade pulpa ; p ocedimen os
ci ú gicos no ecido e na ca idade pulpa es; p ocedimen os ci ú gicos
pa aendodôn icos e a amen o dos auma ismos den á ios.
Es es a amen os são ensinados desde a g aduação, icando
as écnicas mais a ançadas, como as que u ilizam ins umen os
o a ó ios, po exemplo, sob a esponsabilidade dos cu sos
de educação con inuada, sob e udo os ape eiçoamen os e
especializações.
A ualmen e, a população em buscado o a amen o
endodôn ico com maio anquilidade, comp eendendo a impo ância
e econhecendo nes e a amen o a possibilidade de p ese ação dos
den es e manu enção do so iso e a i idade mas iga ó ia. O sis ema
público de saúde b asilei o já em a ciência inco po ada em suas
p á icas co idianas, e os conhecimen os que pe meiam as écnicas
não são mais ão es i os aos especialis as. Um bom clínico ge al
necessi a sabe a alia as condições endodôn icas e e e encia e
con a- e e encia os pacien es nas edes de assis ência, de o ma
e icaz e ágil, no sen ido de a o ece a iabilidade do a amen o.
O a amen o de canal, no malmen e, inicia-se nos se iços
e consul ó ios de odon ologia básica, onde os ag a os aos ecidos
pulpa es são diagnos icados e as medidas p elimina es, como
a neu alização de condu os e eliminação quad o dolo oso são
execu adas.
Es e olume, az pa e da sé ie de Manuais Aplica i os em
Clínica Odon ológica, desen ol ido pelo Cu so de G aduação em
Odon ologia do Cen o Uni e si á io de João Pessoa – UNIPÊ, e
em como obje i o, no ea as p á icas na clínica endodôn ica de
ap endizado, consolidando as écnicas elei as pela equipe docen e
como escolha pa a es a ase da ap endizagem. Foi cons uído
conjun amen e po docen es e es udan es colabo ado es e cons i ui
impo an e o ei o de es udos e execução das écnicas endodôn icas
na clínica co idiana.
P o . Ma cos Au élio V. Lima Junio
Coo denado dos Cu sos de G aduação e Educação Con inuada – UNIPÊ
Especialis a em Educação e Mes e em Odon ologia
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4 - CIRURGIA DE
ACESSO
1 - DIAGNOSTICO DAS
ALTERAÇÕES PULPARES E
PERIRRADICULARES
5 - SUBSTANCIAS
QUÍMICAS AUXILIARES DA
INSTRUMENTAÇÃO
2 - ASPECTOS ANATÔMICOS
DA CAVIDADE PULPAR
6 - ODONTOMETRIA
9 - OBTURAÇÃO DOS
CANAIS RADICULARES
3 - INSTRUMENTOS
ENDODÔNTICOS
7 - PREPARO DO CANAL
RADICULAR
10 - MEDICAÇÃO SISTÊMICA
EM ENDODONTIA
8 - MEDICAÇÃO
INTRACANAL
11 - MANUAL DE BANCADA
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DIAGNÓSTICO DAS ALTERAÇÕES
PULPARES E PERIRRADICULARES
MANUELA GOUVÊA CAMPÊLO DOS SANTOS | RACHEL REINALDO ARNAUD | LARISSA BRAZ PONTES
CAPÍTULO 1
Uma co e a indicação do a amen o é de suma impo ância pa a o clínico o es abelecimen o de um diagnós ico
clínico/ adiog á ico da al e ação pa ológica pulpa aguda ou c ônica o mais p eciso possí el, uma ez que é es e
diagnós ico a base undamen al pa a a ins i uição da e apêu ica co e a. No exame clínico endodôn ico, são
undamen ais: Anamnese, inspeção den á ia, pe cussão den á ia, palpação, sondagem pe iodon al, mobilidade
den á ia e exames complemen a es.
Fon e: LEMOS, E. M., 2001
DIAGNÓSTICO
ANAMNESE
EXAME FÍSICO
EXTRA-ORAL
EXAME FÍSICO
INTRA-ORAL
EXAMES
COMPLEMENTARES
EXAME
RADIOGRÁFICO
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ANAMNESE
INSPEÇÃO
O exame clínico do pacien e inicia-se com a anamnese que ep esen a o segmen o subje i o do exame pa a
ob enção de in o mações que possam auxilia na de inição do diagnós ico e das modalidades de a amen o, além de
se i pa a o maliza os egis os legais. Comp eende in o mações ob idas do pacien e ou de esponsá el a espei o
da his ó ia médica, queixa p incipal, condição den al a ual, hábi os e ícios.
A ase de inspeção do exame clínico ex a e in ao al (Figu a 1 e 2) de em se ealizadas de manei a sis emá ica.
Pa a se ob e um adequado exame isual, es e de e se ealizado em condições adequadas, sendo indispensá el
boa iluminação, seca -se as á eas ao examiná-las, a as a as es u u as, coope ação do pacien e, conhecimen o de
isiologia e es a com os sen idos aguçados.
Figu a 2: Exame in a-o al
Fon e: LOPES, SIQUEIRA, 2015.
Figu a 1:
Exame ex a-o al
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Após um cuidadoso exame isual ex e no,
ealiza-se o exame in ao al, p ocu ando
ano malidades nos ecidos moles e du os. Lábios,
mucosa jugal, língua, pala o, assoalho, gengi as
e o o a inge de em se examinados, obse ando
al e ações de co e con o no dos ecidos moles,
ís ulas ou á eas de e melhidão ou edema
en ol endo os ecidos de sus en ação. A p esença
de ís ula pode indica uma in ecção pe iapical
que esul ou da nec ose pulpa e de e e seu
cu so as eado com um cone de gu a-pe cha pa a
localiza sua o igem.
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O es e da pe cussão não
o nece indicação sob e a in eg idade
do ecido pulpa , mas ap esen a
impo ância pa a a alia -se o g au
de comp ome imen o dos ecidos
pe iapicais e se exis e in lamação no
ecido pe iodon al, auxiliando, des a
o ma, no diagnós ico de pa ologias
pe iapicais e/ou pe iodon ais po
in e médio da pe cussão den á ia
e ical ou ho izon al.
A pe cussão de e se iniciada
com delicadeza, iniciando-se com o
dedo indicado (Figu a 3) pe cu indo
a co oa do den e, in es igando
a espos a com le es oques,
e icalmen e e ho izon almen e.
Se o pacien e não ela a do , aí sim
ica indicada a u ilização do cabo de
espelho pa a ealiza o es e (Figu a
4).
Figu a 3: Pe cussão com o dedo indicado .
Figu a 4: Pe cussão com o cabo do espelho.
Pe cussão Ho izon al
Pe cussão Ho izon al
Pe cussão Ve ical
Pe cussão Ve ical
PERCUSSÃO
Fon e: LOPES, SIQUEIRA, 2015.
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Na palpação, po meio do a o e comp essão ou p eensão
digi al do dedo indicado (Figu a 5), colhem-se sinais sob e a po ção
supe icial e, ao mesmo empo, exace ba-se os sin omas locais. Na
palpação apical, examina-se a egião apical do elemen o den á io
com o dedo indicado , obse ando se há alguma espos a dolo osa
ou a p esença de al e ações pa ológicas, como edema pe iapical
(mole a palpação), aumen o de olume apical endu ecido, pe da de
con inuidade na in eg idade do osso ge almen e, acompanhada de
uma ligei a dep essão.
O exame pe iodon al é impo an e pa a dis ingui as lesões
de o igem pe iodon al daquelas de o igem endodôn ica. Os es es
de i alidade pulpa , jun amen e com a sondagem pe iodon al e as
adiog a ias, são essenciais pa a essa di e enciação. Se a lesão o
de o igem pe iodon al, a polpa den al pode á es a com i alidade.
O den e de e se e i icado pelo menos em ês egiões: es ibula ,
lingual e egião da u ca (Figu a 6).
Fon e: LOPES, SIQUEIRA, 2015.
Fon e: LOPES, SIQUEIRA, 2015.
Figu a 5: Palpação Apical.
Figu a 6: Sondagem Pe iodon al com a Sonda OMS.
PALPAÇÃO APICAL
SONDAGEM PERIODONTAL
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Respos a pulpa aos es es mecânicos
Polpa No mal Polpa In lamada
F io
Vasocons icção Vasocons icção
Diminuição da p essão in e na Diminuição da p essão in e na
Do ( espos a imedia a) Alí io da do *
Calo
Vasodila ação Vasodila ação
Aumen o da p essão in e na Aumen o da p essão in e na
Do Do ( espos a a dia
Diagnós ico clínico/ adiog á ico e a amen o da Pulpi e Aguda Re e sí el.
DIAGNÓSTICO PULPITE AGUDA REVERSÍVEL
Ca ac e ís icas da do P esen e, p o ocada, localizada e aguda
F equência da do In e mi en e
Inspeção clínica Cá ie ou es au ação a u ada ou exposição den iná ia
Palpação / Pe cussão Ausência de do
Tes e de sensibilidade Posi i o
Ca ac e ís icas adiog á icas Ausência de lesão pe iapical
T a amen o Conse ado – Capeamen o
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Diagnós ico clínico/ adiog á ico da Pulpi e aguda em ase de ansição.
DIAGNÓSTICO PULPITE AGUDA EM FASE DE TRANSIÇÃO
Ca ac e ís icas da do P esen e, espon ânea ou p o ocada, localizada
F equência da do In e mi en e
Inspeção clínica Cá ie ou es au ação a u ada
Palpação / Pe cussão Ausência de do
Tes e de sensibilidade Posi i o
Ca ac e ís icas adiog á icas Ausência de lesão pe iapical
T a amen o * Conse ado (capeamen o ou pulpo omia)
Ou Radical (Endodôn ico)
*de aco do com os sinais e sin omas clínicos e/ou ca ac e ís icas mac oscópica da polpa
Diagnós ico clínico/ adiog á ico e a amen o da Pulpi e aguda I e e sí el.
DIAGNÓSTICO PULPITE AGUDA IRREVERSÍVEL
Ca ac e ís icas da do P esen e, espon ânea, localizada, as ezes di usa e/ou e lexa, con ínua, lancinan e, pulsá il
F equência da do In e mi en e
Inspeção clínica Cá ie ou es au ação a u ada
Palpação / Pe cussão Ausência de do (pode ap esen a do em alguns casos)
Tes e de sensibilidade Posi i o
Ca ac e ís icas adiog á icas Ausência de lesão pe iapical ou espessamen o do ligamen o
T a amen o Endodôn ico
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Diagnós ico clínico/ adiog á ico e a amen o da nec ose pulpa .
DIAGNÓSTICO NECROSE PULPAR
Ca ac e ís icas da do Ausen e
Inspeção clínica Pode ap esen a escu ecimen o da co oa
Palpação / Pe cussão Ausência de do
Tes e de sensibilidade Nega i o
Ca ac e ís icas adiog á icas Ausência de lesão pe iapical
T a amen o Endodôn ico
O p ocesso p og ide po
compa imen os a é que os ecidos
pe iapicais sejam a ingidos e as
lesões pe i adicula es apa eça. A
pa ologia pe i adicula é uma espos a
in lama ó ia (aguda) e imunológica
(c ônica) com o obje i o de con e o
a anço da in ecção.
Pe iodon i e Apical Aguda
CARACTERÍSTICAS DAS ALTERAÇÕES PERIRRADICULARES
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Diagnós ico clínico/ adiog á ico e a amen o da Pe iodon i e Apical Aguda.
DIAGNÓSTICO PERIODONTITE APICAL AGUDA
Ca ac e ís icas da do Localizada, pulsá il, con ínua, exace bada ao oque e ical
Inspeção clínica P esença de cá ie
Palpação Le e sensibilidade dolo osa
Pe cussão e ical Exace bação da do
Pe cussão ho izon al Ausência de do
Tes e de sensibilidade Nega i o
Ca ac e ís icas adiog á icas Ligamen o pe iodon al no mal ou ligei amen e espessado
T a amen o Endodôn ico
• PERIODONTITE APICAL AGUDA:
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Diagnós ico clínico/ adiog á ico e a amen o do Abscesso den oal eola Agudo.
DIAGNÓSTICO ABSCESSO DENTOALVEOLAR
INICIAL
ABSCESSO
DENTOALVEOLAR EM
EVOLUÇÃO
ABSCESSO DENTOALVEOLAR
EVOLUÍDO
Ca ac e ís icas da do In ensa, localizada/ di usa,
pulsá il, con ínua, espon ânea
Di usa, pulsá il, con ínua,
espon ânea
Di usa, mode ada, pulsá il,
con ínua, espon ânea
Inspeção clínica P esença de cá ie P esença de cá ie P esença de cá ie
Palpação Posi i a Posi i a Posi i a
Pe cussão e ical Exace bação exage ada da
do Posi i a Posi i a
• ABSCESSO PERIRRADICULAR AGUDO:
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Pe cussão ho izon al Posi i a Posi i a Posi i a
Ex usão e mobilidade
den á ia P esen es P esen es P esen es
Tes e de sensibilidade Nega i o Nega i o Nega i o
Inchaço in a ou
ex ao al Ausen e
P esen e, di uso, i me,
sem pon o de lu uação e
aquecido
P esen e, com pon o de
lu uação
Ca ac e ís icas
adiog á icas
Ligamen o pe iodon al no mal
ou ligei amen e espessado
Ligamen o pe iodon al
no mal ou ligei amen e
espessado
Ligamen o pe iodon al
no mal ou ligei amen e
espessado
T a amen o Endodôn ico, d enagem ia
o ame apical Endodôn ico Endodôn ico
Diagnós ico clínico/ adiog á ico e a amen o do Abscesso Den oal eola C ônico
DIAGNÓSTICO ABSCESSO DENTOALVEOLAR CRÔNICO
Ca ac e ís icas da do Ausen e
Inspeção clínica P esença de cá ie; is ula pode ou não se isualizada
Palpação Pode ap esen a sin oma ologia dolo osa
Pe cussão e ical Ausência de do
Pe cussão ho izon al Ausência de do
Tes e de sensibilidade Nega i o
Ca ac e ís icas adiog á icas Ra e ação apical di usa
T a amen o Endodôn ico
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Ras eamen o da ís ula
Fon e: LOPES, SIQUEIRA, 2015.
Diagnós ico clínico/ adiog á ico e a amen o do G anuloma pe iapical e Cis o pe iodon al apical.
DIAGNÓSTICO GRANULOMA
Ca ac e ís icas da do Ausen e
Inspeção clínica P esença de cá ie
Palpação Pode ap esen a sin oma ologia dolo osa
Pe cussão e ical Ausência de do
Pe cussão ho izon al Ausência de do
Tes e de sensibilidade Nega i o
Ca ac e ís icas adiog á icas Ra e ação apical ci cunsc i a
T a amen o Endodôn ico
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ALTERAÇÕES PERIAPICAIS CRÔNICAS QUE AGUDECEM
Mudanças da mic obio a
Queda da esis ência do hospedei o
In asão bac e iana na egião pe iapical
*Diagnós ico di e encial: p esença adiog a icamen e de lesão pe iapical
ABSCESSO FÊNIX
REFERÊNCIAS
PÁGINA 24
BERGEHHOLTZ, G.; HORSTED-BINDSLEY, P. REIT, C. Endodon ia. 1. ed. Rio de Janei o, Guanaba a-Koogan, 2006. 338p.
COHEN, S.; HARGREAVES, K.M. Caminhos Da Polpa: Endodon ia. 10. ed. Else ie , 2011.
ESTRELA,CARLOS. Endodon ia Labo a o ial e Clínica. São Paulo: A es Médica, 2013.
LAURETTI, M. B. Manual de Técnica Endodôn ica. 1. ed. São Paulo: Ed. San os, 2005. 256p.
LEMOS, E. M., 2001<h p://www.endo-e.com/> 2013. Acesso em: 2 ab il 2018.
LEONARDO, MR. Endodon ia: a amen o de canais adicula es. São Paulo: A es Médicas, 2005. 1491p.
LOPES, H.P.; SIQUEIRA JUNIOR, J.F. Endodon ia: Biologia e Técnica. 15. ed. Else ie , 2015.
MACHADO, MEL. Endodon ia – da Biologia à Técnica. São Paulo: Edi o a San os, 2007. 484p.
RAMOS, C. A. S.; BRAMANTE, C. M. Odon ome ia - Fundamen os e Técnicas. 1. ed. São Paulo: 2005. 130p.
ZUOLO, M. L e al. Rein e enção em Endodon ia. 1. ed. Rio de Janei o: Gen/Guanaba a Koogan, 2010. 276p
REFERÊNCIAS
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ASPECTOS ANATÔMICOS
DA CAVIDADE PULPAR
RACHEL REINALDO ARNAUD | FLAVIANA LAÍS PEREIRA DOS SANTOS
CAPÍTULO 2
A adequada in e enção endodôn ica
eque o conhecimen o de alhado da
con igu ação in e na den al. O es udo
de alhado da ca idade pulpa de cada den e,
seus aspec os no mais, bem como as a iações
ana ômicas mais equen es, é de ex ema
impo ância. En e an o, de emos conside a
que a adiog a ia, elemen o que dispomos
pa a obse ação da ca idade pulpa du an e a
e apia endodôn ica, o nece apenas a imagem
bidimensional, mui os de alhes pode ão
passa despe cebidos.
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PRÉ-MOLARES INFERIORES
Um canal, podendo possui dois;
F ame apical localiza no apice
adicula , des iado pa a es ibula e
lingual;
Co oa com o ma de cubo;
Raiz com secção o oide, acha ada no
sen ido mésio dis al.
Uma aiz, um canal, possibilidade de dois
canais, que podem des ia pa a dis al.
PRIMEIRO PRÉ MOLAR INFERIOR SEGUNDO PRÉ MOLAR INFERIOR
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MOLAR INFERIOR
T ês condu os, podendo apa ece o qua o na aiz dis al;
Duas aizes, uma dis al e uma mesial, acha adas no sen ido
mésio dis al e amplas no sen ido es ibulo lingual;
A aiz mesial habi ualmen e, em uma cu a u a acen uada,
já a dis al pode se le emen e encu ada ou e a;
Mais olumoso dos den es;
Possui cinco cúspides, ês es ibula es e duas linguais;
Câma a com o ma de cubo.
Condu o na o ma de “C”;
Qua o cúspides, ge almen e
duas aizes;
PRIMEIRO
MOLAR INFERIOR SEGUNDO
MOLAR INFERIOR
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TERCEIROS
MOLARES
REFERÊNCIAS
BERGEHHOLTZ, G.; HORSTED-BINDSLEY, P. REIT, C. Endodon ia. 1. ed. Rio de Janei o, Guanaba a-Koogan, 2006. 338p.
COHEN, S.; HARGREAVES, K.M. Caminhos Da Polpa: Endodon ia. 10. ed. Else ie , 2011.
ESTRELA,CARLOS. Endodon ia Labo a o ial e Clínica. São Paulo: A es Médica, 2013.
LAURETTI, M. B. Manual de Técnica Endodôn ica. 1. ed. São Paulo: Ed. San os, 2005. 256p.
LEMOS, E. M., 2001. <h p://www.endo-e.com/> 2013. Acesso em: 2 ab il 2018.
Po possui em g andes a iações ana ômicas, an o em
elação a o ma, como ao núme o de canais, di icul a a
desc ição de um modelo pad ão ana ômico.
PÁGINA 35
LEONARDO, MR. Endodon ia: a amen o de canais adicula es. São Paulo: A es Médicas, 2005. 1491p.
LOPES, H.P.; SIQUEIRA JUNIOR, J.F. Endodon ia: Biologia e Técnica. 15. ed. Else ie , 2015.
MACHADO, MEL. Endodon ia – da Biologia à Técnica. São Paulo: Edi o a San os, 2007. 484p.
RAMOS, C. A. S.; BRAMANTE, C. M. Odon ome ia - Fundamen os e Técnicas. 1. ed. São Paulo: 2005. 130p.
ZUOLO, M. L e al. Rein e enção em Endodon ia. 1. ed. Rio de Janei o: Gen/Guanaba a Koogan, 2010. 276p
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INSTRUMENTOS ENDODÔNTICOS
PATRÍCIA GUERRA PEIXE GONÇALVES | RHAYSSA KAREN MARQUES DE MELO
CAPÍTULO 3
O conhecimen o das ca ac e ís icas dos ins umen ais a se em u ilizados na p á ica endodôn ica possibili a ao
aluno/p o issional a a endimen o coe en e e ágil, selecionando-os de aco do com a e apa clínica do p ocedimen o.
Dispo emos nes e capí ulo os ins umen os u ilizados na p á ica labo a o ial e clínica do UNIPÊ de aco do com a
e apa ope a ó ia.
MATERIAIS E INSTRUMENTOS UTILIZADOS NA ETAPA DE ACESSO CORONÁRIO
O diagnós ico e a indicação de a amen o endodôn ico de em se ealizados po meio de ki clínico compos o
po bandeja, pinça, sonda no 5 e espelho plano no 5 (Figu a 1), e mé odos complemen a es.
No início do p ocedimen o endodôn ico, a anes esia se az necessá ia na maio ia dos casos, usando se inga
ca pule (Figu a 1), anes ésico e agulhas cu as ou longas.
O acesso co oná io é compos o pela ase de abe u a co oná ia e pelo e inamen o do p epa o. A abe u a
co oná ia é ealizada po pon a diaman ada es é ica (Figu a 2A) e b oca ca bide es é ica (Figu a 2B) pa a al a
o ação, de has e cu a ou longa. Na ase de e inamen o, as b ocas a se em usadas: Endo Z ou pon a diaman ada no
3083 (Figu a2C).
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Figu a 1: Bandeja me álica com ki clínico e se inga ca pule. Figu a 2: B ocas e Pon as diaman adas usadas no acesso co oná io.
MATERIAIS E INSTRUMENTOS UTILIZADOS NO ISOLAMENTO ABSOLUTO E NA
LOCALIZAÇÃO DOS CANAIS
Ao é mino do acesso co oná io, o isolamen o absolu o de e se ealizado. Pa a es e p ocedimen o, os
ins umen os usados são: o a co de Os by (Figu a 3A) ou a co dob á el ( igu a 3B); g ampos pa a incisi os, p é-
mola es e mola es (Figu as 4A, 4B E 4C); pe u ado de Ainswo h, pa e a i a com 5 u os, com unção de u a o
lençol de bo acha de aco do com o diâme o do den e (Figu a 5); e a pinça po a-g ampo de Palme (Figu a 6A) e de
B ewe (Figu a 6B), com unção de le a o g ampo ou conjun o g ampo, lençol de bo acha e a co ao den e.
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Figu as 3 e 4: Ins umen os pa a isolamen o absolu o: igu a 3A – A co de Os by, igu a 3B – A co dob á el, igu a 4A – G ampos pa a incisi os (210, 211e 212),
igu a 4B – G ampos pa a p é-mola es (0, 206 e 208), e igu a 4C – G ampos pa a mola es (200, 202, W8A e 26).
Figu as 5 e 6:Ins umen os pa a isolamen o absolu o: igu a 5A – Pe u ado de Ainswo h, igu a 6A – Pinça po a-g ampo de Palme , e igu a 6B – Pinça
po a-g ampo de B ewe .
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A emoção de calci icações pulpa es, localização dos condu os e a pe manência dos mesmos isí eis é ob ida
pela sonda explo ado a e a, i em que de e aze pa e da bandeja pa a a endimen o endodôn ico (Figu a 7).
Figu a 7: Sonda explo ado a e a.
MATERIAIS E INSTRUMENTOS UTILIZADOS NA ETAPA DO PREPARO QUÍMICO-
MECÂNICO
Os ins umen os endodôn icos agem nes a e apa como agen es mecânicos, endo ação di e a nas pa edes do
canal adicula . São u ilizados pa a explo a , emo e ma é ia o gânica e ajuda no saneamen o e p epa o do sis ema
de canais adicula es.
Conhece as ca ac e ís icas de cada ins umen o, pe mi e que o aluno/p o issional possa seleciona co e amen e
os ins umen os que se ão usados de aco do com o caso. Sob e a classi icação dos ins umen os, obse e a Tabela 1.
Tabela 1: Classi icação dos ins umen os endodôn icos de aco do com o desenho, secção, ipo de acionamen o e ab icação.
Fo ma do Ins umen o Desenho do Ins umen o Tipo de Acionamen o Fab icação
Fa pado Manual Usinagem
Tipo K Manual ou Mecanizado To ção ou Usinagem
Heds om Manual Usinagem
Especiais Mecanizado Usinagem
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Os ins umen os endodôn icos ap esen am pa es di e en es, es as são denominadas:
1 – Cabo
2 – Has e de Fixação
3 – Co po
4 – In e mediá io
5 – Pa e de Co e ou de T abalho
6 – Pon a
As dimensões dos ins umen os são ca ego izadas a a és do comp imen o, diâme o e conicidade. Os
ins umen os pad onizados obedecem a no ma ISO 3630-1, que es abelece o comp imen o a iando en e 21, 25 e 31
mm na ex ensão do co po do ins umen o. A pa e a i a do ins umen o (pa e de co e ou abalho) em medida ixa
de 16 mm, a iando o amanho do in e mediá io. No malmen e são di ididos em 4 sé ies (Tabela 2): especial (06, 08,
10), 1ª sé ie (15, 20, 25, 30, 35, 40), 2ª sé ie (45, 50, 55, 60, 70, 80) e 3ª sé ie (90, 100, 110, 120, 130, 140).
O diâme o da pon a é denominado D0, e jun o ao in e mediá io, D16. Em D0 os ins umen os podem ap esen a
desde 0,06 a 1,40 mm, po se em ins umen os pad onizados, há uma ole ância no aumen o do diâme o a cada
milíme o ao longo da pa e de abalho, sendo ole ado o aumen o de 0,02 mm dos ins umen os de núme o 06 ao 60,
e do 70 ao 140, ole ância de 0,04mm (Tabela 2).
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Tabela 2: Ins umen os endodôn icos pad onizados.
Os usos de ins umen os especiais ambém es ão p esen as no p epa o mecânico do canal. Os o ma os a iam,
bem como o ipo de liga, has e de ixação ou cabo, amanho, conicidade (Figu a 8).
Figu a 8: Ins umen os especiais – 8A: Ga es Glidden (do núme o 1 ao 6]; 8B: La go (do núme o 1 ao 6); 8C: P o ape Manual; e 8D: P o ape Ro a ó ia.
São ecomendados pa a o p epa o químico-mecânico ins umen os ipo K e P o ape manual ( igu a 9) na
clínica-escola, po ém há di e sos sis emas de ins umen os, na sua maio ia mecanizado, sendo acionado a mo o
(Tabela 3 e 4).
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PRINCIPIOS QUE
REGEM A ABERTURA
CORONÁRIA
Acesso di e o
em linha e a ao
canal adicula
Remoção de
es au ações
de ei uosas
Acesso a a és
das supe ícies
linguais e
oclusais
Remoção de
odo o e o da
câma a pulpa ;
Tecido ca iado
de e se
emo ido po
comple o
Conse a
a es u u a
den a ia;
P ese a o
assoalho;
Inclui co nos
pulpa es,
saliência e
e enções do
e o da câma a
pulpa
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ETAPAS OPERATÓRIAS DA ABERTURA CORONÁRIA
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INCISIVOS
PONTO DE ELEIÇÃO:
2 a 3mm p óximo ao cíngulo em di eção incisal.
DIREÇÃO DE TREPANAÇÃO:
com a b oca es é ica diaman ada pe pendicula a ace
lingual ealiza desgas e em esmal e. Em seguida, a b oca
ca bide pa alela ao longo eixo do den e.
FORMA DE CONTORNO: emoção do e o da câma a:
B oca es é ica - ação de den o pa a o a.
Ligei amen e inclinada pa a es ibula em elação
ao longo eixo do den e e colocada na câma a,
a a és de sua es mo imen os de ação pa a
amplia a abe u a e da a o ma adequada.
Ve i ica se ainda em p esença de emanescen e
(Al e ação de co da co oa den al) da pa ede
es ibula da câma a com a sonda explo ado a
angulada.
Fon e: Soa es, 2011.
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FORMA DE CONVENIÊNCIA: alisa as pa edes com a Endo Z.
Fo ma iangula com base ol ada pa a incisal. Fon e: Soa es, 2011.
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CANINOS
PONTO DE ELEIÇÃO: pon a
diaman ada es é ica, nas
p oximidades do cíngulo. No
canino supe io , 2 a 3mm
abaixo do cíngulo e no in e io ,
2 a 3mm acima do cíngulo.
DIREÇÃO DE TREPANAÇÃO:
b oca diaman ada desgas a o
esmal e, pe pendicula a ace
lingual. Em seguida, a ca bide,
no sen ido do longo eixo do
den e a é “cai no azio”.
FORMA DE CONTORNO:
emoção do e o
da câma a pulpa .
Con i ma com a sonda
explo ado a.
FORMA DE CONVENIÊNCIA:
usa a Endo Z pa a egula iza as
pa edes. Fo ma inal losangula
de lança pa a canino supe io e
o al pa a o in e io .
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PRÉ-MOLARES
PONTO DE ELEIÇÃO: á ea cen al da ace
oclusal. No in e io , com uma disc e a
endência pa a mesial do den e.
DIREÇÃO DE TREPANAÇÃO: b oca diaman ada desgas a
esmal e, no sulco cen al. A b oca ca bide, no supe io ,
az uma pequena inclinação pa a a lingual a é a ingi a
câma a pulpa , no in e io , a b oca ica em di eção e ical
pa alela ao longo eixo do den e, com pequena inclinação
da has e da b oca pa a lingual pa a a ingi a pa e mais
olumosa da câma a pulpa .
FORMA DE CONTORNO: com a Endo Z emo e o e o
da câma a pulpa . Nos p é-mola es supe io es az
mo imen os pendula es, no sen ido es íbulo lingual,
pa a emo e o e o. Con i ma a emoção do e o com o
auxílio de uma sonda explo ado a n°5.
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MOLARES
FORMA DE CONVENIÊNCIA: egula
as pa edes da câma a com a Endo Z.
A o ma inal do p é mola supe io
é o al, com acha amen o no sen ido
mésio dis al; e do in e io , o al ou
ci cula .
PONTO DE ELEIÇÃO: no cen o do sulco p incipal,
na osse a cen al, pa a a mesial da pon e de
esmal e, no mola supe io e no mola in e io ,
no cen o do sulco p incipal, na osse a cen al.
DIREÇÃO DE TREPANAÇÃO: b oca diaman ada ealiza desgas e
no esmal e, no cen o do sulco oclusal. Com a ca bide, no
mola supe io , com le e inclinação pa a aiz lingual e no
mola in e io , com le e inclinação pa a aiz dis al.
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FORMA DE CONTORNO: com sua es
mo imen os de den o pa a o a a
b oca ai dando a abe u a da o ma
desejada. Regula iza as pa edes
da câma a com a Endo Z e az
con i mação se em emanescen e
com uma sonda explo ado a n°5.
FORMA DE CONVENIÊNCIA: emo e
a p ojeção de den ina da pa ede
mesial e p omo e o ma iangula
ou apeizoidal com base maio
ol ada pa a es ibula nos mola es
supe io es e ol ada pa a mesial nos
mola es in e io es.
Ve i icação de e o MS e MI
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REFERÊNCIAS
BERGEHHOLTZ, G.; HORSTED-BINDSLEY, P. REIT, C. Endodon ia. 1. ed. Rio de Janei o, Guanaba a-Koogan, 2006. 338p.
COHEN, S.; HARGREAVES, K.M. Caminhos Da Polpa: Endodon ia. 10. ed. Else ie , 2011.
ESTRELA,CARLOS. Endodon ia Labo a o ial e Clínica. São Paulo: A es Médica, 2013.
LAURETTI, M. B. Manual de Técnica Endodôn ica. 1. ed. São Paulo: Ed. San os, 2005. 256p.
LEMOS, E. M., 2001<h p://www.endo-e.com/> 2013. Acesso em: 2 ab il 2018.
LEONARDO, MR. Endodon ia: a amen o de canais adicula es. São Paulo: A es Médicas, 2005. 1491p.
LOPES, H.P.; SIQUEIRA JUNIOR, J.F. Endodon ia: Biologia e Técnica. 15. ed. Else ie , 2015.
MACHADO, MEL. Endodon ia – da Biologia à Técnica. São Paulo: Edi o a San os, 2007. 484p.
RAMOS, C. A. S.; BRAMANTE, C. M. Odon ome ia - Fundamen os e Técnicas. 1. ed. São Paulo: 2005. 130p.
ZUOLO, M. L e al. Rein e enção em Endodon ia. 1. ed. Rio de Janei o: Gen/Guanaba a Koogan, 2010. 276p
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O p epa o de um canal adicula deco e da in e ação dos ins umen os endodôn icos com as subs âncias
químicas auxilia es e com a i igação-aspi ação com que se comple am. A u ilização de uma subs ância química
auxilia du an e o a o de ins umen ação isa acili a a ação do ins umen o e p omo e auxílio indispensá el à
sani icação do complexo endodôn ico.
P o ocolos al e na i os de desin ecção, ab angendo meios químicos são essenciais ao a amen o
endodôn ico, ob idos pelo emp ego de soluções químicas auxilia es de ins umen ação e soluções i igado as.
OBJETIVOS
Dissolução de ecidos o gânicos;
Eliminação ou máxima edução de mic o ganismos;
Lub i icação;
Quelação de íons cálcio;
Suspensão de de i os o iundos da ins umen ação.
SUBSTANCIAS QUÍMICAS AUXILIARES DA
INSTRUMENTAÇÃO
MARIA AUXILIADORA GOMES DO NASCIMENTO | RACHEL REINALDO ARNAUD | RENALLY FRANÇA DE OLIVEIRA
CAPÍTULO 5
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QUELANTES
Em 1957, Os by - u ilização de EDTA;
Ins umen ação de canais a esiados
(ação quelan e - p omo e a emoção de íons cálcio da den ina);
Não é indicado como solução i igado a.
O EDTA neu o (a concen ação de 17%) mos ou um g au mais al o de descalci icação das supe ícies den iná ias
que o RC-P ep (um ipo de gel de EDTA). Recomenda-se o uso do EDTA a 17% combinado com o hipoclo i o de sódio na
i igação inal pa a a emoção da smea laye , após o PQM dos canais adicula es.
PROTOCOLO
I- Inje a a solução de EDTA com se inga
II- Man e po 3 minu os a 5 min (agi ação mecânica)
III- I iga com Hipoclo i o a 2,5% (5 ml)
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OBJETIVO:
Reno a a subs ância química no in e io do canal adicula e de o na a limpeza do canal adicula mais e e i a.
A ins umen ação é complemen ada pela i igação, sucção e inundação de subs âncias ou soluções i igado as que
cons i ui um p ocesso único, simul âneo e con ínuo.
Pa a os casos de polpa i a e nec osada: hipoclo i o de sódio 2,5%.
Aplicação de líquidos no in e io
da ca idade pulpa .
Ação de a ai , po sucção, luidos e
pa ículas sólidas de uma ca idade
São enômenos ísicos dis in os
Na endodon ia são simul âneos
IRRIGAÇÃO ASPIRAÇÃO
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PRINCÍPIOS DA IRRIGAÇÃO
O mais impo an e na i igação-aspi ação de um canal adicula é a elação exis en e en e o diâme o
da ins umen ação apical e o diâme o da agulha i igado a. Quan o maio es a elação, melho a pene ação
da agulha i igado a em sen ido apical e o con a o da solução i igan e com o é mino do canal adicula .
Se inga plás ica hipodé mica ipo Lue Lock ou se ingas especiais (de 3 ou 5 mL.)
Agulhas i igado as Endo-Eze: de e possui pon a omba e a ingi o e ço apical do
canal (3 mm aquém do ápice). A agulha não pode obli e a a luz do canal;
De e-se i iga no mínimo 3 ml po canal a cada oca de ins umen o. Reno a a
solução quando a câma a não es i e p eenchida ou quando se obse a mui os
de i os;
Du an e a i igação, ealiza mo imen os de en ada e saída pa a po encializa o
e luxo;
I iga e aspi a simul aneamen e pa a aumen a o luxo da solução e em seguida
inunda a ca idade pulpa a cada sequência de emp ego de um mesmo ins umen o
e a cada mudança de ins umen o.
1
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PROTOCOLO DE IRRIGAÇÃO FINAL:
A i igação-aspi ação inal em como obje i o p incipal emo e aços dos á macos usados du an e o p epa o
do canal ou como medicamen o in acanal.
I - 5 ml de Hipoclo i o de sódio + EDTA 17% (3 minu os) + 5ml de Hipoclo i o de Sódio.
II - Secagem do canal adicula (pon as de papel abso en e a é o CRT) compa í eis com o ins umen o de memó ia.
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REFERÊNCIAS
BERGEHHOLTZ, G.; HORSTED-BINDSLEY, P. REIT, C. Endodon ia. 1. ed. Rio de Janei o, Guanaba a-Koogan, 2006. 338p.
COHEN, S.; HARGREAVES, K.M. Caminhos Da Polpa: Endodon ia. 10. ed. Else ie , 2011.
ESTRELA,CARLOS. Endodon ia Labo a o ial e Clínica. São Paulo: A es Médica, 2013.
FARZANEH S., PARIROKH M., NAKHAEE N., ABBOTT P.V. E ec o wo di e en concen a ions o sodium hypochlo i e
on pos ope a i e pain ollowing single- isi oo canal ea men : a iple-blind andomized clinical ial. In e na ional
Endodon ic Jou nal, . 51, n. 2, p.11, 2017.
FILHO M.T. e al. In i o mic obiological e alua ion o he e ec o biomechanical p epa a ion o oo canals using
di e en i iga ing solu ions. J. Appl. O al Sci., .14, n. 2, 2006.
JUNIOR I.M.I., PESCE J., MEDEIROS H.F. E icácia de subs âncias químicas auxilia es na ins umen ação de canais
adicula es. Re Odon ol Uni São Paulo, . 13, n. 2, p. 153-157, 1999.
LAURETTI, M. B. Manual de Técnica Endodôn ica. 1. ed. São Paulo: Ed. San os, 2005. 256p.
LEMOS, E. M., 2001<h p://www.endo-e.com/> 2013. Acesso em: 2 ab il 2018.
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LOPES, H.P.; SIQUEIRA JUNIOR, J.F. Endodon ia: Biologia e Técnica. 15. ed. Else ie , 2015.
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MACHADO, MEL. Endodon ia – da Biologia à Técnica. São Paulo: Edi o a San os, 2007. 484p.
MALENTACCA A. e al. The compa a i e e ec i eness and sa e y o h ee ac i a ed i iga ion echniques in he is hmus
a ea using a anspa en oo h model. In e na ional Endodon ic Jou nal, .51, p. 35-41, 2018.
MARTINS DL e al. Lase de baixa in ensidade pa a a amen o de ex a asamen os de hipoclo i o de sódio - ela o
de caso. B azilian jou nal o su ge y and clinical, . 21, n. 1, p. 82-85, 2018.
PÁGINA 70
A Odon ome ia e e e-se à medida do
comp imen o do den e. Mui as écnicas êm
sido emp egadas na en a i a de de e mina
clinicamen e, com o máximo de p ecisão,
o comp imen o dos den es e dos canais
adicula es. Pa a al, são u ilizadas ó mulas
ma emá icas, mensu ações di e amen e nas
adiog a ias, e, ainda, meios ele ônicos.
ODONTOMETRIA
FERNANDA DE ARAÚJO TRIGUEIRO CAMPOS | RACHEL REINALDO ARNAUD | THAYSE TARGINO MORAIS
CAPÍTULO 6
OBJETIVOS:
Conhece a écnica odon omé ica e os a o es que
jus i icam sua execução;
Sabe de e mina o limi e apical de abalho nas
di e en es si uações ana omopa ológicas;
De e mina a écnica adiog á ica e sabe in e p e á-la;
Desen ol e sensibilidade ác il e isual.
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Raio X inicial pa a diagnos ico com uso de posicionado es
1
MATERIAL NECESSÁRIO:
SEQUÊNCIA TÉCNICA:
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De e mina o Comp imen o apa en e do den e (CAD):
Na adiog a ia inicial, mede-se com o auxílio de uma égua milime ada anspa en e e lupa o comp imen o
apa en e do den e (CAD), que se es ende do ápice adicula ao pon o de e e ência incisal ou oclusal. Chama-se
apa en e po que pode e so ido dis o ção adiog á ica al e ando a medida eal do den e.
De e mina o Comp imen o eal do ins umen o (CRI):
Dessa o ma, sub aímos 3 mm da medida inicial que equi ale a ap oximadamen e 2/3 do comp imen o da aiz.
CRI= CAD – 3 mm
2
3
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Inse e-se uma lima ipo K no in e io do canal, ajus ada no CRI, de o ma que o cu so ique apoiado no pon o de
e e ência na co oa.
Realiza-se uma omada adiog á ica com a lima assim posicionada.
Mede-se nes a adiog a ia a Dis ância ápice- ins umen o (DAI), que co esponde à dis ância da pon a do
ins umen o ao ápice adiog á ico.
Se a dis ância da pon a do ins umen o a é o
ápice o maio que 4 mm, ajus a o ins umen o
em mais 2 mm e epe i a adiog a ia.
4
5
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TÉCNICAS DE INSTRUMENTAÇÃO
TECNICA DE OREGON MODIFICADA (COROA-ÁPICE)
Essa écnica consis e em emp ega os ins umen os endodôn icos em
o dem dec escen e de diâme o a dis âncias maio es pa a o in e io do
canal adicula . A ins umen ação segmen ada co oa-ápice an ecede
a ins umen ação apical. Essa sequência écnica ealiza um p epa o
de ce ical pa a apical, eduzindo assim a ex usão de es os de polpa
i a ou nec ó ica e p odu os mic obianos em di eção aos ecidos
pe i adicula es. Além disso, o diâme o das limas ai eduzindo à medida
que se ap oximam do ápice.
TÉCNICA
DE OREGON
MODIFICADA
DENTES AMPLOS
E RETOS
DENTES ESTREITOS
E/OU CURVOS
TÉCNICA DO
PROTAPER
MANUAL
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PREPARO DOS TERÇOS CERVICAL E MÉDIO
P epa o químico-mecânico pa a den es amplos e e os
Execu ado com ga es glidden em o dem dec escen e de diâme o com a medida p é-es abelecida do C.A.D. – 4 mm,
compa í el com o diâme o do canal adicula .
Pos e io men e ao p epa o dos e ços ce ical e médio, ealiza-se a odon ome ia que consis e em de e mina
o comp imen o eal de abalho a a és de manob as e medidas execu adas pa a esse im. A pa ência o aminal é
checada após cada in e enção ei a no canal adicula depois da odon ome ia.
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COMPRIMENTO DE PATÊNCIA DO CANAL
P epa o químico-mecânico pa a den es amplos e e os
É a medida ob ida de um pon o de e e ência co oná io a é a abe u a do o ame apical na supe ície ex e na
adicula . Tem como obje i o man e o canal cemen á io desobs uído.
CDR
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PREPARO DOS TERÇOS MÉDIO E APICAL
INSTRUMENTOS MANUAIS
Limas ipo K, em o dem dec escen e de diâme o a é chega no CRT, onde se á con eccionado o ba en e apical
Obs.: Man e a pa ência o aminal e a i igação/aspi ação
Após cada in e enção no canal adicula
O Ba en e Apical é a úl ima e apa do a amen o endodôn ico. Ele é ealizado após a de e minação do I.A.I.
(Ins umen o apical inicial), que é o p imei o ins umen o a abalha jus o no C.R.T. Sua con ecção consis e em
u iliza 3 limas em o dem CRESCENTE de diâme o, po ém no mesmo C.R.T. O úl imo ins umen o que se á u ilizado
na con ecção do Ba en e Apical é denominado Ins umen o memó ia (I.M.), que se i á como e e ência pa a a
anco agem do cone de gu a pe cha na ob u ação do canal adicula .
1° Ins umen o jus o no
CRT = IAI
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PREPARO DOS TERÇOS MÉDIO E APICAL
P epa o químico-mecânico pa a den es amplos e e os
Ba en e apical
Após cada in e enção no c. Radicula , i iga /aspi a e passa o ins umen o apical o mainal (I.A.F.) no
Comp imen o eal de abalho (C.R.D.).
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TECNICA DO PROTAPER MANUAL UNIVERSAL
Es a écnica p opõe o uso dos ins umen os de Níquel- i ânio,
que êm como ca ac e ís icas peculia es a memó ia de o ma e a
supe elas icidade que lhes pe mi em pene a em canais cu os
e/ou com cu a u as mais se e as. O sis ema P oTape manual
uni e sal é di idido em: ins umen os modelado es e inalizado es.
Ins umen os Modelado es Ins umen os de Acabamen o
I iga /aspi a com NaOCl após cada in e enção no Canal Radicula .
S2
F1 F2 F3
S1
Sx
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SISTEMA PROTAPER UNIVERSAL MANUAL
TÉCNICA DE INSTRUMENTAÇÃO
Explo ação do canal – K# 10 ou #15 no CAD - 3mm
PREPARO DO CORPO DO CANAL –
SX - Te ço ce ical
S1 e S2 – Te ço ce ical e médio CAD – 3mm
Mo imen o de o ação con ínua
(ho á io / an i-ho á io)
Le e p essão apical
Após o P epa o do e ço ce ical com as limas SX, S1 e S2 no CAD – 3mm,
ealiza-se a Odon ome ia pa a de e mina o CRD e CRT.
P epa o do Co po do Canal - S1
P epa a o condu o nas á eas ainda não ins umen adas.
U ilizado a é o CT
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S1 - I igação - Pa ência I igação
SISTEMA PROTAPER UNIVERSAL MANUAL
Odon ome ia
CAD - 3mm
RC (DAI + CRI = CRO)
CRT (CRO - 1mm)
P epa o do Co po do Canal - S2
U ilizada a é o CT
P epa a o condu o pa a o abalaho do ins umen o F1
P epa o Apical Final - F1. (K#15) F2. (K#20) F3. (K#25
En e cada lima F. passa uma lima ipo K nada
nume ação an e io da ISSO,
i iga /aspi a e passa o IAF no CRD
IM no
mínimo F2
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REFERÊNCIAS
BERGEHHOLTZ, G.; HORSTED-BINDSLEY, P. REIT, C. Endodon ia. 1. ed. Rio de Janei o, Guanaba a-Koogan, 2006. 338p.
COHEN, S.; HARGREAVES, K.M. Caminhos Da Polpa: Endodon ia. 10. ed. Else ie , 2011.
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LEMOS, E. M., 2001<h p://www.endo-e.com/> 2013. Acesso em: 2 ab il 2018.
LEONARDO, MR. Endodon ia: a amen o de canais adicula es. São Paulo: A es Médicas, 2005. 1491p.
LOPES, H.P.; SIQUEIRA JUNIOR, J.F. Endodon ia: Biologia e Técnica. 15. ed. Else ie , 2015.
MACHADO, MEL. Endodon ia – da Biologia à Técnica. São Paulo: Edi o a San os, 2007. 484p.
RAMOS, C. A. S.; BRAMANTE, C. M. Odon ome ia - Fundamen os e Técnicas. 1. ed. São Paulo: 2005. 130p.
ZUOLO, M. L e al. Rein e enção em Endodon ia. 1. ed. Rio de Janei o: Gen/Guanaba a Koogan, 2010. 276p
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EMPREGO DOS MEDICAMENTOS PROTOCOLOS UTILIZADOS NA CLÍNICA
BIOPULPECTOMIA
In ecção de den es com i alidade pulpa
Res i a à polpa co oná ia
Meio assép ico
Recomendada ob u ação imedia a do sis ema de canais adicula es
Na e en ual impossibilidade de ob u ação, uso de medicação in acanal (MIC) com o obje i o de impedi a
con aminação en e sessões.
BIOPULPETOMIA - PQM INCOMPLETO - MIC: OTOSPORIN
Acesso e emoção da polpa – medicamen o em mecha de algodão na polpa
co oná ia
PQM pa cial – inunda-se o canal, bombeando com lima de pequeno diâme o; eduz
a in lamação do emanescen e pulpa
BIOPULPECTOMIA - PQM COMPLETO - MIC: CALEN
Callen;
E i a ou e a da a con aminação do canal;
7 a 30 dias
Obs.: Sem sin oma ologia após PQM, ob u a na mesma sessão.
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NECROPULPECTOMIA E RETRATAMENTO
Impõe-se o uso de MIC
Desobs ução da smea laye - pa a acili a o acesso da MIC
NECROPULPETOMIA
- PQM INCOMPLETO – NaOCl
Mecha de algodão com amanho compa í el com a câma a pulpa ;
Umedece em NAOCL 2,5%;
Desin ecção pa cial;
Ba ei a química con a econ aminação.
- PQM COMPLETO
P o ocolo de i igação inal: 5 ml de NAOCL + 3 ml de EDTA (3 MIN)
emoção smea laye + 5 ml de NAOCL;
SECAGEM DO CANAL:
cone de papel abso en e compa í el com o Ins umen o memó ia.
PASTA HPG = CALLEN + PMCC;
Mínimo 15 dias, e no máximo 30 dias.
PÁGINA 98
BIOPULPECTOMIA NECROPULPECTOMIA
PQM COMPLETO OBTURAÇÃO CALLEN CALLEN + PMCC
PQM INCOMPLETO OTOSPORIN HIPOCLORITO DE SÓDIO
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TÉCNICA DE APLICAÇÃO DO CALEN
APÓS O PQM COMPLETO:
Secagem dos condu os com pon as de papel abso en e es é il;
Com a Se inga Má io Leona do, que ap esen a um êmbolo osqueá el, adap a-se uma agulha longa e um s op
dema cado a 2mm aquém do CRT;
Coloca p imei amen e o ube e de glice ina, osquea a se inga no sen ido ho á io, deixando cai 3 go inhas. Es a
não de e i aos condu os adicula es, se e apenas pa a lub i ica a agulha, pe mi indo um melho escoamen o
da pas a;
Re i a o ube e de glice ina e coloca o CALEN com ou sem PMCC, de aco do com o caso. Rosquea o êmbolo no
sen ido ho á io a é p eenche o(s) condu o(s) adicula (es). É impo an e que as p imei as go as do Calen não
sejam u ilizadas den o dos condu os, es as p o a elmen e de em es a mis u adas com a glice ina.
Se inga Ma io Leona do
Agulha longa Pas a de hid óxido de cálcio + glice ina
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Lub i icação da agulha com glice ina Pas a de hid óxido de cálcio
Obs.: Desp eza a p imei a go a de Calen.
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REFERÊNCIAS
BERGEHHOLTZ, G.; HORSTED-BINDSLEY, P. REIT, C. Endodon ia. 1. ed. Rio de Janei o, Guanaba a-Koogan, 2006. 338p.
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FARZANEH S., PARIROKH M., NAKHAEE N., ABBOTT P.V. E ec o wo di e en concen a ions o sodium hypochlo i e
on pos ope a i e pain ollowing single- isi oo canal ea men : a iple-blind andomized clinical ial. In e na ional
Endodon ic Jou nal, . 51, n. 2, p.11, 2017.
FILHO M.T. e al. In i o mic obiological e alua ion o he e ec o biomechanical p epa a ion o oo canals using
di e en i iga ing solu ions. J. Appl. O al Sci., .14, n. 2, 2006.
Limi ado de silicone
à 2mm aquém do CRT.
PÁGINA 102
JUNIOR I.M.I., PESCE J., MEDEIROS H.F. E icácia de subs âncias químicas auxilia es na ins umen ação de canais
adicula es. Re Odon ol Uni São Paulo, . 13, n. 2, p. 153-157, 1999.
LAURETTI, M. B. Manual de Técnica Endodôn ica. 1. ed. São Paulo: Ed. San os, 2005. 256p.
LEMOS, E. M., 2001<h p://www.endo-e.com/> 2013. Acesso em: 2 ab il 2018.
LEONARDO, M. R. Endodon ia: a amen o de canais adicula es. 2 ed. São Paulo: A es Médicas, 2017.
LEONARDO, MR. Endodon ia: a amen o de canais adicula es. São Paulo: A es Médicas, 2005. 1491p.
LOPES, H.P.; SIQUEIRA JUNIOR, J.F. Endodon ia: Biologia e Técnica. 15. ed. Else ie , 2015.
MACHADO, MEL. Endodon ia – da Biologia à Técnica. São Paulo: Edi o a San os, 2007. 484p.
MALENTACCA A. e al. The compa a i e e ec i eness and sa e y o h ee ac i a ed i iga ion echniques in he is hmus
a ea using a anspa en oo h model. In e na ional Endodon ic Jou nal, .51, p. 35-41, 2018.
MARTINS DL e al. Lase de baixa in ensidade pa a a amen o de ex a asamen os de hipoclo i o de sódio - ela o
de caso. B azilian jou nal o su ge y and clinical, . 21, n. 1, p. 82-85, 2018.
PÁGINA 103
A ob u ação é a ase inal do a amen o endodôn ico, endo como obje i o o selamen o idimensional de oda
a ca idade endodôn ica. Pa a execu a a e apa de ob u ação é necessá io que alguns aspec os sejam le ados em
conside ação:
O canal de e es a co e amen e ins umen ado e desin e ado;
O den e em a amen o de e es a sem sin oma ologia;
Não de e ha e p esença de exsuda o, e;
Não pode ha e ompimen o da es au ação na e apa an e io .
Os ma e iais u ilizados na ob u ação são cones de gu a-pe cha e cimen o endodôn ico.
OBTURAÇÃO DOS CANAIS RADICULARES
CONSUELO FERNANDA MACEDO DE SOUZA | RACHEL REINALDO ARNAUD | CYNÁRA LIANE JALES ATAÍDE DE MELO
CAPÍTULO 9
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OBTURAÇÃO DO SISTEMA DE CANAIS
A gu a pe cha (GP) oi in oduzida na endodon ia em 1867 em o ma de lá ex ex aída de á o es, po isso os
cones são o mados de 20% de gu a-pe cha, 75% de óxido de zinco, que em a unção de con e i igidez e a i idade
an ibac e iana e ou os elemen os em meno quan idade. As an agens de biocompa ibilidade, adiopacidade, ácil
manuseio e es abilidade dimensional ize am com que a GP osse a escolha de ma e ial pa a o selamen o do canal,
no en an o, po se pouca adesi a e com pouca esis ência mecânica é necessá io o uso do cimen o endodôn ico.
Es e po sua ez de e e como p op iedades ideais nenhuma con ação de p esa, adesi idade, biocompa ibilidade,
solú eis em sol en es e insolú el em luídos, adiopacidade e ausência de manchamen o.
Ma e iais em
es ado sólido Ma e iais em
es ado plás ico
Cimen os
endodôn icos
Cones de
gu a-pe cha
TÉNICA
SELEÇÃO DE MATERIAIS OBTURADORES
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Políme o de me ibu adieno ou isop openo
Isôme o de bo acha
mais du a
queb adiça
menos elás ica
Coagulação do lá ex de á o es (Payena ou Palaquium);
Composição
Gu a-pe cha: 19 a 20%
Óxido de zinco: 60 a 75% - igidez a i idade an ibac e iana
Sul a o de bá io: 1,5 a 17% - adiopaci icado
Ou as subs âncias: 1 a 4%
Resinas
Ce as
Co an es
VANTAGENS
Adap am-se as i egula idades do canal;
Boa ole ância pelos ecidos pe i adicula es;
Radiopacos;
Facilmen e plas i icados;
Es abilidade dimensional;
Não al e am a co da co oa quando no limi e adequado;
Podem se acilmen e emo idos do canal.
DESVANTAGENS
Pequena esis ência mecânica a lexocomp essão;
Pouca adesi idade;
Podem se deslocados pela p essão
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11° Colocação do ma e ial es au ado p o isó io
12° Radiog a ia inal com posicionado .
Po sua ez quando u ilizamos na
ins umen ação a Técnica P o ape , a
compac ação la e al se á um pouco
di e en e, uma ez que u ilizamos
apenas 1 cone (ob u ação em cone
único), equi alen e ao úl imo
ins umen o u ilizado.
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REFERÊNCIAS
BERGEHHOLTZ, G.; HORSTED-BINDSLEY, P. REIT, C. Endodon ia. 1. ed. Rio de Janei o, Guanaba a-Koogan, 2006. 338p.
COHEN, S.; HARGREAVES, K.M. Caminhos Da Polpa: Endodon ia. 10. ed. Else ie , 2011.
ESTRELA,CARLOS. Endodon ia Labo a o ial e Clínica. São Paulo: A es Médica, 2013.
FILHO,SOUZA JOSÉ FRANCISCO. Endodon ia passo a passo: e idências clínicas. 2.ed. São Paulo: A es médica, 2015.
LAURETTI, M. B. Manual de Técnica Endodôn ica. 1. ed. São Paulo: Ed. San os, 2005. 256p.
LEMOS, E. M., 2001<h p://www.endo-e.com/> 2013. Acesso em: 2 ab il 2018.
LEONARDO, MR. Endodon ia: a amen o de canais adicula es. São Paulo: A es Médicas, 2005. 1491p.
LOPES, H.P.; SIQUEIRA JUNIOR, J.F. Endodon ia: Biologia e Técnica. 15. ed. Else ie , 2015.
MACHADO, MEL. Endodon ia – da Biologia à Técnica. São Paulo: Edi o a San os, 2007. 484p.
RAMOS, C. A. S.; BRAMANTE, C. M. Odon ome ia - Fundamen os e Técnicas. 1. ed. São Paulo: 2005. 130p.
ZUOLO, M. L e al. Rein e enção em Endodon ia. 1. ed. Rio de Janei o: Gen/Guanaba a Koogan, 2010. 276p
PÁGINA 114
O a amen o endodôn ico ealizado po meio de écnicas con encionais
em al as axas de sucesso, pela inco po ação dos a anços ecnológicos
já consolidados, aliada p o ocolo a macológico coadju an e e ao g au de
expe iência p o issional. Embo a o a amen o endodôn ico de a se enca ado
mais sob o pon o de is a ci ú gico, em mui as ocasiões, az-se necessá io o uso
de á macos de ação sis êmica, pa a con o na p oblemas que podem su gi na
sequência do a amen o, ep esen ados po eação in lama ó ia, do e in ecção,
p opo cionando maio con o o e segu ança ao pacien e.
ANSIOLÍTICOS
São emp egados, de p e e ência, os anquilizan es meno es do g upo das Benzodiazepínicos, que são indicados
no caso de pacien es ebeldes ou eme osos ao a amen o ou na sedação p é-anes ésica e como auxilia no con ole
da do .
MEDICAÇÃO SISTÊMICA EM ENDODONTIA
RACHEL REINALDO ARNAUD | THAYSE TARGINO MORAIS | NICOLE FERNANDES TEIXEIRA
CAPÍTULO 10
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APRESENTAM OUTROS EFEITOS DESEJÁVEIS:
Aumen a o limia da do ;
Diminuição do me abolismo basal (Po encializando o e ei o do AL);
Relaxamen o da muscula u a esquelé ica;
Inal e ação da p essão a e ial e FC;
Manu enção da glicemia em ní eis acei á eis nos diabé icos.
Quad o 1 – Medicamen os u ilizados pa a con ole de ansiedade na Endodon ia.
Nome Gené ico Início de ação Min Adul os Idosos C ianças Adminis ação (Dose
única*)
Diazepam (Valium) 30-45 5 a 10mg 5mg 0,2 a 0,5mg/kg 40 a 60 min,
An es da in e enção
Lo azepam (Lo ax) 60-120 1 a 2mg 1mg ----- 1,5 a 2H
An es da in e enção
Alp azolam (F on al) 60-90 0,5 a 0,75mg 0,25mg ----- 20 a 30min.
An es da in e enção
Midazolam (Do monid) 30 7,5 a 15mg 7,5mg 0,2 a 0,35mg/kg 20 a 30min.
An es da in e enção
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A melho al e na i a pa a pacien es idosos são os benzodiazepínicos de ação cu a, como o Lo azepam, que
pode se adminis ado como medicação p é-anes ésica na dose única de 1mg ou 2mg, duas ho as an e da in e enção.
Em casos de pacien es mui o ansiosos, oma o benzodiazepínico, em dose única, em o no de uma ho a an es do
a amen o endodôn ico; en e an o, se o pacien e o mui o ne oso, é aconselhá el, ambém, oma um comp imido
no dia an e io ao a amen o, de p e e ência ao dei a .
ANESTÉSICOS
A anes esia local é de inida como um bloqueio e e sí el da condução ne osa, de e minando pe da das
sensações, em ní el local, sem al e ação do ní el de consciência. Os anes ésicos locais bloqueiam isicamen e po
in e ações lipo ílicas (ocluindo os po os) os canais de sódio da memb ana dos e minais dos neu ônios. Como o
po encial de ação depende do luxo de sódio, ao não oco e , não há p opagação do sinal ne oso. Assim sua ação é
bloquea a condução ne osa de o ma e e sí el e que não cause danos ao ne o.
Quad o 2 - Di isão dos anes ésicos po composição química
ANESTÉSICOS INJETÁVEIS
1 AMIDAS:
P op iedades hid o ílicas e lipo ilicas
Meno po encial ale gênico que os anes ésicos ipo és e
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1.1 LIDOCAÍNA:
Con en ação: 2%
Início de ação: 3 minu os
Con aindicação:
• hipe sensibilidade a amida
• c ianças meno es de 5 anos ou com o peso abaixo de 20 quilos
1.2 MEPIVACAÍNA
P op iedade asodila ado a le e
Po ência e oxicidade duas ezes maio que a lidocaína
Concen ação:
• com asocons i o 2%
• sem asocons i o 3%
1.3 BUPIVACAÍNA:
Po ência qua o ezes maio que a lidocaína
Toxidade qua o ezes menos que a lidocaína
Início da Ação: 6 a 10 minu os
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1.4 PRILOCAÍNA:
Toxicidade duas ezes maio que a lidocaína.
Concen ação: 3%
Po ência e du ação semelhan e ao da lidocaína.
Início de ação: 2 a 4 minu os.
Indicação: pacien es ca diopa as e diabé icos
Con aindicação: pacien es ges an es
1.5 ARTICAÍNA:
Concen ação: 4%
Con aindicação: Pacien es alé gicos a sul a e c ianças com menos de 4 anos.
Baixa oxidade e uma boa e icácia (4%)
Quad o 3 – Dose máxima dos anes ésicos inje á eis
DOSE MÁXIMA DOS ANESTÉSICOS
Lidocaína (com ou sem aso) 4,4mg/kg a é 300mg
Mepi acaína (com ou sem aso) 4,4mg/kg a é 300mg
P ilocaína (com ou sem aso) 6,0mg/kg a é 400mg
Bupi acaína (com aso) 1,3mg/kg a é 90mg
A icaína (com aso) 7,0mg/kg a é 500mg
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QUALIDADES DE UM ANESTÉSICO
Ação e e sí el.
Não de e se i i an e ao ecido.
Te início de ação ápido e du ação su icien e.
G au eduzido de oxicidade.
P op iedade de pene ação su icien e pa a se e icaz como anes ésico ópico.
Não desencadea eações alé gicas.
Po encial su icien e pa a anes esia .
Se es á el em soluções e so e bio ans o mação ápida no o ganismo.
Es a es é il ou capaz de se es e ilizado sem de e io ação.
VASOCONSTRITORES
O e ei o da ação dos asocons i o es é p olonga a du ação do anes ésico local, enquan o
que eduz simul aneamen e sua oxicidade e aumen ado sua e icácia e segu ança. O asocons i o
ambém em a necessidade de p oduzi hemos asia. E os agen es com p op iedade asocons i o a
que em sendo u ilizados são (ad enalina, no ad enalina, no epine ina, enile ina, elip essina).
Os asocons i o es são adicionados aos anes ésicos locais com a inalidade de ob e as
seguin es an agens:
P olongamen o da ação ou du ação da anes esia po con a do e a do da abso ção do anes ésico;
Meno quan idade de anes ésico a se u ilizado;
Meno eação de oxicidade;
Meno sang amen o da á ea a se ci u giada;
Redução da possiblidade de e ei os sis émicos.
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Quad o 4 – Requisi os pa a escolha dos asocons i o es
SELEÇÃO DOS VASOCONSTRITORES
Du ação desejada do e ei o (aumen a si ni ican emen e a ação do anes ésico local).
Condição ísica do pacien e, cuidado especial pa a o hipe i eoidismo, cuidado ela i o com o hipe enso,
diabe es e ou as doenças ca díacas.
Necessidade de p oduzi hemos asia: a hemos asia só suu gi á no local ci ú gico di e o de in il ação do asocons i o .
Quad o 5 – Cálculo dos anes ésicos inje á eis
CÁLCULO DE CONCENTRAÇÃO DE VASOCONSTRITOR POR TUBETE DE 1,8ml
Exemplo de p opo ção de 1:200.000
1:200.00 = 1g em 200.000ml
1g = 1000mg ___ 200.000ml =0,005mg/ml x 1.8 = 0,009 mg/ ub
X ___ 1ml
ANALGÉSICOS
Os analgésicos u ilizados em endodon ia se em pa a diminui o descon o o da do ge ada pelas al e ações
pulpa es e pe i adicula es agudas e descon o o pós-ope a ó io. É pe cep í el uma p e e ência pelo pa ace amol
500 ou 750mg e dipi ona 500mg.
Pa a pacien es idosos e c ianças são indicados pa ace amol e dipi ona, sendo em solução “go as” pa a as
c ianças e nos dois casos podem eco e aos co icos e oides em p ocessos mais in asi os. Em ges an es, pode-se
emp ega o pa ace amol ou a dipi ona. Em es ados de polpa i e e sí el os analgésicos não possuem e ei o algum,
sendo a condu a co e a do p o issional ealiza o a amen o endodôn ico imedia o.
Nas nec oses pulpa es sem en ol imen o pe iapical, o uso de analgésicos é indicado após a in e enção
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endodôn ica como nas Pulpi es i e e sí eis. Em casos de pe iodon i es apical aguda após a emoção do con eúdo
óxico do canal p esc e e-se analgésico po 24 ho as cessando o quad o que acompanha a ase aguda. Em pacien es
que ap esen am do no pós-ope a ó io o analgésico é indicado em casos de do le e e se ap esen a do se e a e
pe sis en e o a amen o i á depende de: ob u ação adequada p esc e e analgésico e an i-in lama ó io. Em casos
de abscesso pe i adicula agudo ecomenda-se o uso de analgésico e an i-in lama ó io em odas as ases, inicial,
em e olução e e oluído.
Quad o 6: P incipais analgésicos adminis ados no a amen o endodôn ico
ANALGÉSICOS NÃO OPIOIDE
NOME GENÉRICO APRESENTAÇÃO POSOLOGIA
Dipi ona
* Do ins alada Comp imidos – 500mg
Go as – 500mg/ml* Adul os: 1 comp , 4/4 ou 6/6h
Pa ace amol
* P e enção da do Comp imidos – 500mg
Go as – 100mg/ml* Adul os: 1 comp., 4/4h ou 6/6
ANTI-INFLAMATÓRIOS
Como a do pulpa e pe iapical en ol em p ocessos in lama ó ios, a p imei a escolha de analgésicos são os
AINES. En e an o, nenhum medicamen o subs i ui a limpeza do canal adicula pa a elimina a causa da in ecção,
com o obje i o de p e eni ou a a a do de o igem endodôn ica. Na e apia endodôn ica, os an i-in lama ó ios são
u ilizados de aco do com as al e ações pulpa es e/ou pe iapicais:
Pulpi e i e e sí el / Pe iodon i e Apical Aguda: A in lamação pulpa se disseminou pa a os ecidos pe iapicais,
esul ando em uma combinação de sin omas pulpa es e pe iapicais. Após o a amen o endodôn ico, a pe iodon i e
apical pode se desen ol e como um esul ado do auma aos ecidos pe iapicais ou da espos a in lama ó ia aos
es os eciduais le ados além do limi e do sis ema de canais adicula es.
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ANESTESIA
Ins umen ais:
Anes ésico ópico
Ca pule
Tube e de anes ésico
Agulha
CIRURGIA DE ACESSO
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ISOLAMENTO ABSOLUTO
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PREPARO CERVICAL E PQM NA TÉCNICA DE
OREGON MODIFICADA
PREPARO CERVICAL E PQM
NA TÉCNICA PROTAPER
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OBTURAÇÃO NA TÉCNICA DE OREGON MODIFICADAOBTURAÇÃO NA TÉCNICA PROTAPER MANUAL
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