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Anais da 12ª Semana de Enfermagem do Unipê

Author: Centro Universitário de João Pessoa
Publisher: Zenodo
DOI: 10.5281/zenodo.17675296
Source: https://zenodo.org/records/17675296/files/Anais-12-Semana-Enfermagem.pdf
O ganizado es:
FABIANA
Ma ia Rod igues Lopes de Oli ei a
GABRIELA
Lisieux Lima Gomes
KEYTH
Sulami a de Lima Guima ães
Diag amação:
NPI
- Núcleo de Publicações Ins i ucionais -
Rai Pimen el Félix Almeida
Não despe dice papel, imp ima somen e se
necessá io. Es e e-book oi ei o com in enção de
acili a o acesso à in o mação.
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de imp essão. Os bo ões in e a i os são apenas
elemen os isuais, u ilize-os pa a na ega pelo
documen o. Se p e e i , u ilize as eclas “Page Up” e
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e o na e p ossegui en e as páginas.
A532
Anais da 12ª Semana de En e magem do Unipê./ O ganizado po
Fabiana Ma ia Rod igues Lopes de Oli ei a, Gab iela Lisieux
Lima Gomes, Key h Sulami a de Lima Guima ães. Unipê:
João Pessoa, 2018.
450p.
ISBN 978-85-87868-57-2
1. P odução Acadêmica. 2. Cuidados de En e magem.
3. En e magem. Tí ulo.
UNIPÊ / BC CDU 616-083
COMO MELHOR UTILIZAR
ESTE E-BOOK
DOI: 10.5281/zenodo.17675296
APRESENTAÇÃO
Em odo país é comemo ado, anualmen e, a semana da en e magem, comp eendida
en e os dias 12 (dia do en e mei o) e 20 de maio (dia do écnico e auxilia de
en e magem) que azem e e ência ao nascimen o de Flo ence Nigh ingale e a
mo e de Anna Ne i, espec i amen e. No ano de 2018, a semana de en e magem
e e como ema p incipal “A cen alidade da En e magem nas dimensões do cuida ”.
Nessa pe spec i a o UNIPÊ, ealizou en e os dias 14 e 18 de maio des e mesmo ano,
sua XII Semana de En e magem UNIPÊ, que oco eu de o ma in eg ada com a 79ª
Semana B asilei a de En e magem da Associação B asilei a de En e magem (ABEN).
Na ocasião o am o e adas pales as, amos as, ó uns, minicu sos e ap esen ações
de abalhos cien í icos, ace ca da cen alidade da En e magem no cuida . O e en o
con ou com docen es, discen es, eg essos e p o issionais da á ea. Es a ob a az os
82 esumos expandidos ap esen ados no e en o.
SUMÁRIO
O CUIDAR SISTEMATIZADO DA CRIANÇA HOSPITALIZADA
COM DOENÇA CRÔNICA ..............................................................................................15
Ca lindo Maxshweel Que ino da Sil a, Wellyson Souza do Nascimen o, Thayna a
Fe ei a Filguei as, Ronny Ande son de Oli ei a C uz, Ma a Mi iam Lopes Cos a, Thalys
Maynna d Cos a Fe ei a
IMPLICAÇÕES DO MODELO CONCEITUAL DE HORTA:
TRABALHANDO COM A CRIANÇA HOSPITALIZADA ..................................................22
Ca lindo Maxshweel Que ino da Sil a, Wellyson Souza do Nascimen o, Thayna a
Fe ei a Filguei as, Ronny Ande son de Oli ei a C uz, Ma a Mi iam Lopes Cos a, Thalys
Maynna d Cos a Fe ei a
SUSTENTABILIDADE E SUA INSERÇÃO PARA
A ELABORAÇÃO DE CAIXA DE SUGESTÕES E ÁREA KIDS
PARA OS USUÁRIOS DA UBS JOÃO ROBERTO BORGES ............................................28
Hyanna a Ca alho Co eia, La issa Vila Melo de Mo aes, Ma ia Izabel Ca alcan i
da Sil a Ba os, Na a y Mabe T indade, P iscila Al es Delgado, Ube lândia Islândia
Ba bosa Dan as
EXAME FÍSICO NA CONSULTA DE ENFERMAGEM: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA ..... ..33
Wanessa Ma ia Cas o de Luna Mendes, E laine Souza da Sil a, Núbia de Souza
Ru ino, I ak ania Vi o ino Diniz
CONSULTA DE ENFERMAGEM PRESTADA A CRIANÇAS COM MICROCEFALIA:
UM RELATO DE EXPERIÊNCIA .....................................................................................38
Giulianna Oli ei a de Menezes, Lidiane Ma iz de Lima, Amanda Soa es, E laine Souza
da Sil a, Fabiana Ângelo Fe ei a
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM À CRIANÇA E ADOLESCENTE HOSPITALIZADOS:
IMPLICAÇÕES VOLTADAS À SEGURANÇA DO PACIENTE ..........................................43
Eliza Rhaquel Rod igues San os, Wellyson Souza do Nascimen o, Thayna a Fe ei a
Filguei as, Amanda Soa es, Ronny Ande son de Oli ei a C uz, Thalys Maynna d Cos a
Fe ei a
A UTILIZAÇÃO DO LÚDICO COMO
METODOLOGIA PARA ABORDAR A DENGUE COM CRIANÇAS ..................................50
Amanda Kelly A aujo de Almeida, G êscily de Lima Cab al, Paula Sil anny Po cino
Pe ei a, Camila Teixei a de Ca alho Dias

TECNOLOGIAS ASSISTIVAS EM PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL ADQUIRIDA........55
Ma iana Bea iz Al es Ba bosa, Tailane Viei a da Sil a, Vinicius de Mo ais San os,
Deoclécyo Elias Sil a dos San os Ma ins, Luiz Hen ique Soa es de Souza, E icka
Holmes Amo im
IMPLEMENTANDO UM PROTOCOLO DE URGÊNCIA E EMERGENCIA PEDIÁTRICA:
RESIGNIFICANDO PRÁTICAS .......................................................................................61
Lídia Sonally Cos a de Lima, Ca olynne Ribei o Maia do Ama al, Thayna a Fe ei a
Filguei as, Amanda Soa es, Ronny Ande son de Oli ei a C uz, Thalys Maynna d Cos a
Fe ei a
BRINQUEDO TERAPÊUCO NA ASSSITÊNCIA DA CRIANÇA HOSPITALIZADA ...........68
Tailane Viei a da Sil a, Ma iana Bea iz Al es Ba bosa, Vinicius de Mo ais San os,
Deoclécyo Elias Sil a dos San os Ma ins, Luiz Hen ique Soa es de Souza, E icka
Holmes Amo im
BIOSSEGURANÇA: ORGANIZAÇÃO SUSTENTÁVEL DO CONSULTÓRIO DE
ENFERMAGEM DO CENTRO DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL INFANTOJUVENIL-
CAPSi-CIRANDAR ........................................................................................................73
Al idiany Fe ei a Mi anda, Rayla Bo ges Ma ins, Ma ina Sa men o B aga Ramalho de
Figuei edo, Ana Ka ine dos San os Sil a, Amanda Lo ena Sil a And ade, Elizane e de
Magalhães Melo
BRINQUEDO TERAPÊUTICO COMO INSTRUMENTO DE INTERVENÇÃO EM
ENFERMAGEM À CRIANÇA HOSPITALIZADA: REVISÃO DE LITERATURA ................78
Ana Emília Alcân a a de A ela , Fe nanda Fe ei a de Oli ei a San os, Rozileide Ma ins
Simões Candei a
SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTENCIA DE
ENFERMAGEM NA INFANTILIZAÇÃO DA SALA DE VACINA .......................................83
Bea iz da Cos a B i o, F anciclea Maya a T indade, Ia a Ma ia Be na do Soa es,
Na halia Claudino do Nascimen o, Poliana Ma ins Cos a, E eline de Oli ei a Ba os
SEXARCA PREMATURA NA ADOLESCÊNCIA ..............................................................87
Bea iz da Cos a B i o, F anciclea Maya a T indade, Ia a Ma ia Be na do Soa es,
Na halia Claudino do Nascimen o, Poliana Ma ins Cos a, Núbia de Souza Ru ino
BIBLIOTECA SUSTENTÁVEL EM CONSTRUÇÃO: RELATO DE EXPERIÊNCIA .............91
Khaddija Hen iques de Lima, Lucélia Nób ega da Sil a Lima, Juliene de Lace da Diniz,
Ca la B az E angelis a
PROJETO TERAPÊUTICO SINGULAR AO PRÉ-ESCOLAR
COM TRANSTORNO HIPERCINÉTICO DE CONDUTA ..................................................96
La issa Li a de Figuei edo, Giulianna Oli ei a de Menezes, Ia a Ma ia Bena do Soa es,
La issa Gab iella Al es Fe nandes, José Madson Medei os de Souza, Elizane e de
Magalhães Melo
EDUCAÇÃO EM SAÚDE NA ATENÇÃO PRIMARIA:
AÇÕES REALIZADAS EM UMA UNIDADE DE SAÚDE DA FAMÍLIA ...........................101
Maya a Gab iela de Mi anda Qui ino, Naya a Texei a do Nascimen o, Thayna Ma ia
Almeida Sil a, Yanka La yssa Vicen e do Nascimen o, Ca la B az E angelis a
BEM-ESTAR, INDEPENDÊNCIA E AUTONOMIA:
RELATO DE EXPERIÊNCIA EM UM GRUPO DE IDOSAS ............................................106
Amanda Kelly A aujo de Almeida, Raiane Agos inho de Oli ei a, Taynah B i o Al es,
Paula Sil anny Po cino Pe ei a, Thayane La a Pa io a Lau indo, And éia Ch is ine
Soa es de Assis Ramalho
CONSTRUÇÃO DE BIOMBO COM MATERIAIS RECICLÁVEIS:
UM RELATO DE EXPERIÊNCIA ...................................................................................111
B enawinnie Souza de Almeida, Hen ique Lace No a de Holanda, Ianne Maya a
Ba os Cos a, Rena a Cosmo Rocha, Wanessa Ma ia Cas o de Luna Mendes, Ana
Eloísa C uz de Oli ei a
SAÚDE DO TRABALHADOR: ANÁLISE DE NOTIFICAÇÕES DE AGRAVOS AO
TRABALHADOR BRASILEIRO .....................................................................................116
Valé ia de Sousa Al es Lucena, Ube lândia Islândia Ba bosa Dan as de Meneses
CANTINHO DA CRIANÇA:
ESPAÇO DE ACOLHIMENTO INFANTIL NO ÂMBITO DA ATENÇÃO BÁSICA ............121
Ad iana Fa ias da Sil a, And éa Mo ei a dos San os, Julyeanne Souza dos San os,
Ma ia Ri a Cha es Pe ei aNunes, Sindia Sil a Pe ei a, Ana Eloísa C uz de Oli ei a
INTERVEÇÃO EDUCATIVA PARA A PREVENÇÃO DE ACIDENTES
COM MATERIAIS PERFUROCORTANTES NA EQUIPE DE ENFERMAGEM ................126
An ônio Ca los Na ciso, Aline de Sousa San os Sil a, Ana Ka oline Pe ei a da Sil a Luna,
S e hany G a Souza da Sil a
OFICINAS TERAPÊUTICAS COM CRIANÇAS MENORES DE 10 ANOS NO CENTRO
DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL INFANTOJUVENIL-CAPSI-CIRANDAR .....................131
Raiane Agos inho de Oli ei a, Taynah B i o Al es, Juliana Nób ega Dis e ano, Luciane
Fe ei a Vide es, Elizane e de Magalhães Melo
USO DE TECNOLOGIAS NA GESTÃO DE CUSTOS E NO PROCESSO DECISÓRIO:
UM RELATO DE EXPERIÊNCIA ...................................................................................136
Ca lindo Maxshweel Que ino da Sil a, Angélica Ba os A aújo, Ka la San os da Sil a,
Naya a Fe ei a Félix da Cos a, Yasmin Ge mana Al es Fe ei a, Hebe Janayna Mo a
Dua e Bese a
A IMPORTÂNCIA DOS GRUPOS DE CONVIVÊNCIA COM IDOSOS
PARA VIVÊNCIA ACADÊMICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA ................................142
Ma ia Amanda Pe ei a Lei e, Giulianna Oli ei a de Menezes, La issa Gab iella Al es
Fe nandes, La issa Li a de Figuei edo, Ma ia Apa ecida Lima de Aquino, And eia
Ch is ine Soa es de Assis
RELATO DE EXPERIÊNCIA POR MEIO DE
UM ESTUDO DE MEDICAMENTOS PARA HIPERTENSOS .........................................147
Raiane Agos inho de Oli ei a, Taynah B i o Al es, Thayane La a Pa io a Lau indo,
Ube landia Islândia Ba bosa Dan as
GRUPO TERAPÊUTICO COM OS FAMILIARES DAS CRIANÇAS DO CENTRO
DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL INFANTOJUVENIL – CAPSi-CIRANDAR ...................152
Paula Sil anny Po cino Pe ei a, Thayane La a Pa io a Lau indo, Rozali Rod igues de
Sousa, Elizane e de Magalhães Melo
SOFÁ SUSTENTÁVEL: OLHAR AMPLIADO DA ENFERMAGEM
NA ATENÇÃO AS NECESSIDADE DOS PROFISSIONAIS DO CAISI ...........................156
Fabiana Rod igues da Sil a Melo, Ka en Danyelle Nascimen o Al es, Ka olynne de
Kassia Rod igues Raimundo, Na hália P ado de Oli ei a Man a, Thais Souza de Lima,
Vi ginia Rod igues Raimundo, And eia Ch is ine Soa es de Assis
ESTUDO DE CASO SOBRE MEDICAMENTOS
PARA DIABETES EM UMA UNIDADE DE SAÚDE DA FAMÍLIA ..................................161
Amanda Kelly A aujo de Almeida, G êscily de Lima Cab al, Paula Sil anny Po cino
Pe ei a, Ube lândia Islândia Ba bosa Dan as
PROJETO DE SUSTENTABILIDADE: HORTA DE
PLANTAS MEDICINAIS NA UBS SÃO JOSE: RELATO DE EXPERIÊNCIA ..................166
Lisiane Sil a Madei o, Yohana Kelly Da Sil a Nascimen o, Te eza Ca olina Lima
Ca alcan i, Ube landia Islandia Ba bosa Dan as
IMPLANTAÇÃO DA PIRÂMIDE ALIMENTAR NAS CONSULTAS
DE ENFERMAGEM COMO INSTRUMENTO DE EDUCAÇÃO NUTRICIONAL:
UM RELATO DE EXPERIÊNCIA ...................................................................................172
Yohana Kelly da Sil a Nascimen o, Lisiane Sil a Madei o, E laine Souza da Sil a, Núbia
de Souza Ru ino, Jousianny Pa ício
PAPEL DO ENFERMEIRO FRENTE AO RECÉM NASCIDO COM ICTERÍCIA ...............178
Amanda Soa es, Elisa da Sil a Rangel, E ellyn do Nascimen o de Souza, Júlia de
Oli ei a Gomes, Ru h da Sil a G angei o de Almeida, Silma a Al es Pe ei a de San ana
Sil a
TECNOLOGIAS ASSISTIDAS NO AUXÍLIO À ADESÃO
DE TRATAMENTO MEDICAMENTOSO PARA IDOSOS ANALFABETOS .....................183
Fab ícia Malhei os de Oli ei a, Joacil dos San os Sil a Junio , Ma ia La issa Mi anda de
Cas o, P iscilla Ramos Nascimen o, José Madson Medei os Souza
SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO DA DOR COMO 5º SINAL VITAL:
CONTRIBUIÇÕES DA ENFERMAGEM .........................................................................188
Ana Flá ia Ponce de Leon Damasceno, Lilian Ma ia Se ega i, F ancisco Nêu on de
Oli ei a Magalhães, Ri a de Cassia Co dei o de Oli ei a
PRODUÇÃO DE SUPORTE PARA ROLO DE PAPEL
UTILIZADOS PARA RECOBRIR AS MACAS E RECEBER PACIENTES ........................194
La issa Gab iella Al es Fe nandes, Giulianna Oli ei a de Menezes, La issa Li a de
Figuei edo, Ma ia Amanda Pe ei a Lei e, Tayslla Loyhanne Ca alho Sil a, Núbia de
Souza Ru ino
ABORDAGEM SOBRE GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA
ATRAVÉS DA EDUCAÇÃO EM SAÚDE NA ESCOLA ....................................................199
Ra aela Guilhe me do Nascimen o, Kaline Dias de A aújo, La issa Ka lla Nascimen o de
Oli ei a, Camila Teixei a de Ca alho Dias
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM À PESSOA COM ANEMIA QUE VIVE COM HIV ....204
Ma ina Sa men o B aga Ramalho de Figuei edo, Amanda Lucena da Sil a, Debo a
E elly da Sil a Olanda, Fabiana Rod igues da Sil a Melo, Ma ia Ri a Cha es Pe ei a
Nunes, Ronny Ande son de Oli ei a C uz
O PAPEL DO ENFERMEIRO FRENTE O
PACIENTE PEDIÁTRICO VÍTIMA DE VIOLÊNCIA ........................................................210
Ana Emília Alcân a a de A ela , Joacil dos San os Sil a Junio , Tali a Gomes da Sil a,
Rozileide Ma ins Simões Candeia
VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA: A DOR QUE SILENCIA ......................................................215
Al idiany Fe ei a Mi anda, Luise Vi ó ia A aújo de Almeida, Luanna Sil a B aga, Rayla
Bo ges Ma ins, Ronny Ande son de Oli ei a C uz, Vanessa Jacqueline de Li a Mendes
PROMOÇÃO DA SAÚDE ATRAVÉS DE RODAS DE GESTANTES:
RELATO DE EXPERIÊNCIA DE DISCENTES ................................................................220
Railyne Leona do C uz, Amanda Lucena da Sil a, Ia a Ma ia Be na do Soa es, Lidianne
Ma iz de Lima, Ma ia Milaneide Lima Viana, Mo gana Guedes Ba is a
16
INTRODUÇÃO
O P ocesso de En e magem (PE) consis e em uma o ma me odológica de
o ganiza o cuidado do en e mei o, azendo lógica a odos os passos pe co idos den o
da sua assis ência, associando o senso c í ico e lexi o a omadas de decisões con ínuas e
imedia as que, pode ão assim, con lui em esolu i idade aos mais a iados p oblemas de
saúde e idenciados no pacien e subme ido à dinamicidade es abelecida no ansco e de sua
linha de cuida . Tal e amen a é u ilizada pa a que oco a a sis ema ização da assis ência
de en e magem (SAE) em ambien es os quais se desen ol am cuidados de en e magem
(BENEDETe al, 2016).
No que conce ne à SAE no ambien e de cuidado pediá ico, a pa i do
momen o que o se humano encon a-se numa si uação de doença g a e ou não,passa a
inse i -se no quan i a i o de indi íduos que buscam os se iços de saúde, galgando sup i
asnecessidadesa e adas pela en e midade. Quando nos eme emos de o ma especí ica ao
público pediá ico, a c iança necessa iamen e p ecisa de um cuidado di e enciado no que
diz espei o à a enção de En e magem e, em saúde de um modo ge al(OLIVEIRA; BORGES,
2017).
Pa a aspec os de a enção à saúde da c iança po ado a de doença c ônica inse ida
no con ex o hospi ala , emos a impo ância do acompanhamen o dessa desde a admissão,
a é a sua al a, acompanhamen o es e que só é passí el ao p osseguimen o e p og essão de ido
à implemen ação das es a égias do cuida elencadas a pa i de uma p á ica sis ema izada
e undamen ada, desen ol ida pelo p o issional en e mei o e a equipe de saúde inse ida na
ins i uição hospi ala (COSTA; MORAIS, 2017).
Quando se a a da p á ica sis ema izada do cuida em en e magem pediá ica,
e i ica-se que, pa a que a SAE possa se implemen ada de o ma esolu i a e e icaz, de e-se
le a em conside ação a complexidade do p ocesso do cuida da c iança, p incipalmen e se
es a encon a-se em p ocesso de hospi alização, eque endo assim do p o issional en e mei o
undamen os necessá ios pa a o acompanhamen o in eg al des e pequeno pacien e
(MACEDOe al, 2017).
F en e ao con ex o, le an ou-se a seguin e ques ão no eado a: quais os aspec os
pe inen es ao cuida sis ema izado do en e mei o à c iança hospi alizada que i e com

17
doença c ônica? Logo, obje i ou-se e i ica os aspec os pe inen es ao cuida sis ema izado
da c iança hospi alizada com doença c ônica.
METODOLOGIA
T a a-se de um es udo de e isão in eg a i a da li e a u a que, pa a seleção dos
a igos, u ilizou-se acesso ao Po al de Pe iódicos da Coo denação de Ape eiçoamen o de
Pessoal de Ensino Supe io (CAPES) e às seguin es bases de dados: BDENF (Base de Dados
de En e magem), MEDLINE (Na ional Lib a y o Medicine and Na ional Ins i u es o
Heal h), PubMed e SciELO (Scien i ic Ele onic Lib ay Online). O le an amen o dos a igos
oi ealizado du an e o pe íodo de janei o a ab il de 2018, u ilizando as pala as-cha e:
“c iança”, “hospi alização”, “doença c ônica”, “assis ência de en e magem” as quais o am
combinadas po meio dos ope ado es booleanos AND.
Cump e assinala que o am ado ados os seguin es c i é ios de inclusão: a igos
que abo dassem a emá ica segu ança do pacien e pediá ico acome ido po auma e que
espondessem a ques ão no eado a desse es udo; a igos comple os, o iginais, com esumo
disponí el e acesso g a ui o de o ma ele ônica; nos idiomas inglês e po uguês; publicados
en e o pe íodo de Janei o de 2013 a Janei o de 2018; o am excluídos da amos a: eses,
disse ações, monog a ias, abalhos de conclusão de cu so, ela os de caso, ela os de
expe iência, manuais, esenhas, no as p é ias, a igos que não con i essem esumos
disponí eis, publicações duplicadas, a igos edigidos com idioma dis in o ao escolhido pa a
e inamen o. A pa i do cump imen o dos c i é ios de inclusão e exclusão, pe manece am os
a igos selecionados e encon ados nas espec i as bases de dados elencadas pa a o es udo,
o alizando uma amos a de 10 a igos.
Pa a análise e pos e io sín ese dos a igos que a ende am aos c i é ios de inclusão
e exclusão, u ilizou-se da es a égia de ca ego ização emá ica das in o mações con idas nos
manusc i os le an ados.
18
RESULTADOS E DISCUSSÃO
A pa i da análise, le an ou-se duas ca ego ias que compuse am a desc ição dos esul ados,
sendo elas:
A c iança hospi alizada e o en en amen o da c onicidade
C ianças e adolescen es são sujei os, mui as ezes passi os, da doença que os
acome em. O pano ama da ealidade do adoece em pedia ia es á acionado dian e dos
aspec os que con igu am a doença e as necessidades que ão além do campo ísico do pequeno
pacien e, albe gando, ambém, o lado psicossocial que excede o en endimen o biologicis a.
Os es udos mos a am que, ao adoece de o ma c ônica, as c ianças passam a assumi
posicionamen os e ca ac e ís icas que ão além do seu momen o de desen ol imen o, ou
seja, os aspec os ligados à pa ologia c ônica passam a media o p ocesso de desen ol imen o
e c escimen o, suas in e ações, sua ida. E, ao econhece a condição des es como sujei os
de sua doença, p incipalmen e se es e pequeno encon a-se inse ido no ambien e hospi ala ,
en e mei os p ecisam assumi seus lados p o issionais, enquan o esponsá eis pelo cuida
pediá ico,implicando-se com a dignidade da c iança e minuciosidades ine en es a cada ase
de ida, ga an indo assim o espei o pela sua condição humana e es ado de saúde ulne á el
(MACEDOe al., 2017).
O en ol imen o social es i o, a mudança de o inas pe inen es à in ância, o
dis anciamen o po ezes dos en es que idos de ido à quan idade de hospi alizações, a
comp eensão do en ol imen o hospi ala como algo que sana á a do mas que, pa a isso,
p omo e do , são pon os a se em conside ados no cuida da c iança que, ão jo em, en en a
a si uação de c onicidade pa ológica du an e a e apa da ida que de e ia se esumi ao b inca
e ao des u a do mais doce sabo da in ância (AZÊVEDOe al., 2017).
Além disso, g ande pa e dos manusc i os le an ados deixa cla o que, o
en e mei o de e se capaz de lida com cada pa icula idade que a c iança hospi alizada
pode ap esen a como consequência do p ocesso de adoece po doença c ônica, e que isso
de e se con emplado em sua sis ema ização da assis ência de en e magem, o nando assim
o pacien e acolhido e assis ido de o ma coe en e median e sua necessidade de saúde a ual
(MACEDOe al., 2017).
19
Sis ema ização da assis ência de en e magem à c iança hospi alizada
Sendo conside ada como compe ência do en e mei o, os a igos demons am que
a sis ema ização da assis ência de en e magem em pedia ia é algo complexo, endo em is a
a g ande demanda de cuidados que a c iança em p ocesso de hospi alização az. Menciona
o PE como e amen a p imo dial à conc e ização da sis ema ização da assis ência sem
co elacioná-lo à dinâmica de abalho do en e mei o é algo in iá el. O en en amen o da
implemen ação do PE é pe meado po di iculdades e desa ios que ci cundam os en e mei os
assis encialis as a odo ins an e, mais ainda quando se a a de um cuida pediá ico
(BENEDETe al., 2016).
As e apas do desen ol imen o, os ma cos de c escimen o, os po meno es
elacionados à assis ência do en e mei o a cada uma das necessidades humanas
básicas al e adas que a c iança ap esen a, os diagnós icos e peculia idades ol ados aos
p ocedimen os conside ados essenciais à esolução do quad o de doença do pequeno pacien e
são p oblemá icas que os en e mei os lidam no co idiano do cuida da c iança den o do
ambien e hospi ala , eque endo des es um p epa o c i e ioso pa a o exe ce da p o issão no
amo da pediá ico(OLIVEIRA; BORGES, 2017).
Cada p o issional en e mei o de e sis ema iza , p esc e e cuidados e, assim,
elabo a o plano des inado à c iança en e a sua indi idualidade, pa a que assim consigam
ob e esul ados sa is a ó ios no ocan e à o malização da p á ica de en e magem.
Ou o pon o que de e se essal ado é a p esença do acompanhan e da c iança
den o do p ocesso de en e magem. Es udos mos am que os en e mei os demons am
esis ência à p esença do acompanhan e, po ém comp eendem a impo ância des e
no ansco e da assis ência em pedia ia. Além disso, as di iculdades elencadas pelos
p o issionais ace ca dos acompanhan es em ambien e labo al de cuidados in an is, ol am-se
às cob anças exe cidas po esses pe inen es à p á icas básicas do cuida e o igo do olha
a alia i o nos p ocedimen os e implemen ação de demais p á icas de en e magem, algo
mencionado pelos en e mei os. Logo, é p imo dial que o p o issional en e mei o en enda
a necessidade do acompanhan e da c iança e o insi a em seu p ocesso de en e magem,
o nando-o componen e a i o e escla ecendo cada ação que se á ealizada à c iança no
momen o da in e nação (AZÊVEDOe al., 2017).
20
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Conclui-se que, a sis ema ização da assis ência de en e magem é p imo dial
pa a o alcance da p imazia no cuida . A qualidade da assis ência, eabili ação, p omoção,
manu enção e p e enção da saúde do pacien e pediá ico, são epe cussões que gi am em
o no de um p ocesso de en e magem bem implemen ado, no qual o en e mei o de e de e -se
i memen e, na in enção de ans o ma os planos de cuida que eme gem do seu in elec o,
em ações e apêu icas que modi iquem a p á ica labo al diá ia. Logo, comp eende o pequeno
pacien e e sua g ande capacidade de modi ica -se a cada e apa de ida, a cada momen o de
doença c ônica é algo que de e se conside ado pelos en e mei os que lidam di e amen e com
o binômio c iança-acompanhan e inse ido no hospi al.
REFERÊNCIAS
AZÊVEDO, A. V. S. LANÇONI JUNIOR, A. C. CREPALDI, M. A. In e ação equipe de
en e magem, amília, e c iança hospi alizada: e isão in eg a i a. Re is a Ciência & Saúde
Cole i a da Associação B asilei a de Saúde Cole i a. Rio de Janei o, . 22, nº 11, p. 3653-
3666, 2017.
BENEDET, S. A. GELBCKE, F. L. AMANTE, L. N. PADILHA, M. I. S. PIRES, D. P. P ocesso
de en e magem: ins umen o da sis ema ização da assis ência de en e magem na pe cepção
dos en e mei os. Cuidado é Fundamen al: Re is a Online de Pesquisa da UFRJ. Rio de
Janei o, . 8, nº 3, p. 4780-4788, 2016.
COSTA, T. S. MORAIS, A. C. A hospi alização in an il: i ência de c ianças a pa i de ep esen ações
g á icas. Re is a de En e magem UFPE On Line. Reci e, .11, p. 358-67, 2017.
MACEDO, I. F. SOUZA, T. V. OLIVEIRA, I. C. S. CIBREIROS, S. A. MORAIS, R. C. M. VIEIRA,
R. F. C. As concepções da equipe de en e magem en e à amília da c iança hospi alizada.
Re is a B asilei a de En e magem da ABEn. B asília, . 70, nº5, p. 952-60, 2017.
21
OLIVEIRA, C. S. BORGES, M. S. Rep esen ações sociais de en e mei os que cuidam de c ianças
sob e a sis ema ização da assis ência de en e magem. Re is a Gaúcha de En e magem
da UFRGS. Po o Aleg e, . 38, nº 3, 2017.

22
IMPLICAÇÕES DO MODELO CONCEITUAL
DE HORTA: TRABALHANDO COM A
CRIANÇA HOSPITALIZADA
Ca lindo Maxshweel Que ino da Sil a (Rela o )
Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: [email p o ec ed]
Wellyson Souza do Nascimen o
Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: [email p o ec ed]
Thayna a Fe ei a Filguei as
Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: [email p o ec ed]
Ronny Ande son de Oli ei a C uz
Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: [email p o ec ed]
Ma a Mi iam Lopes Cos a
Uni e sidade Fede al da Pa aíba (UFPB). E-mail: ma hami [email p o ec ed]
Thalys Maynna d Cos a Fe ei a (O ien ado )
Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: [email p o ec ed]
RESUMO
In odução: O Modelo Concei ual, ins umen alizado po meio do P ocesso de En e magem
(PE), p opo ciona ao p o issional de En e magem, uma pe spec i a me odológico e cien í ico
do cuida . Es u u ado e elabo ado po Wanda de Aguia Ho a, alice çado aos ideais da
Teo ia das Necessidades Humanas Básicas (NHB) de Maslow, o MC p opos o pe passa
aspec os holís icos da complexidade humana e, no ocan e pediá ico, e ciência de suas
pa icula idades necessá ias à ida, o na o cuidado ab angen e e e e i o. Obje i o: Ve i ica
os aspec os pe inen es ao cuida sis ema izado da c iança hospi alizada baseado no modelo
concei ual das Necessidades Humanas Básicas de Wanda Aguia Ho a.Me odologia:
T a a-se de um es udo de e isão in eg a i a da li e a u a, u ilizando a igos publicados nas
pla a o mas digi ais en e os anos de 2013 a 2018. Resul ados e Discussões: Obse ou-
se a o mação de duas p incipais ca ego ias: o cuidado guiado po necessidades humanas
básicas, sendo es a a p omoção de um cuidado indi idual e p opo cional às demandas do
pacien e e, a comp eensão do adoece pediá ico baseada nos domínios de Wanda Aguia
Ho a, in e p e ação dos dados ap esen ados pelas c ianças acome idas po pa ologias, suas
exp essões e consequências e le em di e amen e nas suas elações sociais. Conside ações
Finais: A ação de en e magem, undamen ada e es u u ada, p opicia a cons ução de um
23
conhecimen o cien í ico e ele an e à p áxis, bem como, adap a a assis ência à ealidade e
necessidade indi idual de cada usuá io.
Desc i o es: P ocesso de en e magem. Hospi alização. C iança.
INTRODUÇÃO
Modelo concei ual (MC) é um caminho de ep esen ação da ealidade e pode
se cons uído de pa es de eo ias.Os MCde en e magem explici am dis in as manei as
de o p o issional en e mei o con empla a ciência da en e magem: quem é o se cuidado, a
de inição de saúde, qual é o eal papel do en e mei o e suas espec i as ações e qual é o meio
no qual a en e magem oco e. Den o do p ocesso de en e magem, são u ilizados pa a lide a
as espec i as e apas e p omo e o desen ol imen o de cada uma delas, os conhecimen os
abalhados nos MC. Sendo assim, os modelos passam a es abelece uma es u u a que guia a
p á ica da en e magem a pa i de um mé odo, nesse caso, o p óp io p ocesso de en e magem,
que po si só albe ga em exis ência os pila es da esolu i idade de p oblemas do clien e sob a
pe spec i a do pe cu so cien í ico do cuida (BRANDÃO e al, 2017; SANTOS, 2014).
A D a. Wanda de Aguia Ho a, po sua ez, c iou o modelo concei ual das
necessidades humanas básicas, baseado a na eo ia das necessidades humanas básicas de
Maslow, desen ol ido a pa i de uma combinação de ca ac e ís icas do indi íduo que es á
sendo cuidado, ou seja, pa icula idades ine en es às suas necessidades de saúde al e adas pelo
p ocesso de adoecimen o. Sob o olha holís ico, Ho a con empla o abalho do en e mei o
en e ao uso do p ocesso de en e magem ol ado aos espec i os domínios de ida do clien e:
psicobiológico,psicossocial e psicoespi i ual (CRUZ e al, 2018).
Podendo se ins i uído em qualque âmbi o do cuida , o p ocesso de en e magem
es abelecido pionei amen e pela eó ica passou a se u ilizado nos mais a iados se iços de
saúde pelos en e mei os como o ma de subsidia os cuidados implemen ados e elabo ados a
pa i do aciocínio c í ico- e lexi o e diagnós ico, o nando a p á ica assis encial sus en á el
cien i icamen e (SANTOS e al, 2016)
Em pedia ia, a con o midade en e o sabe cuida da c iança hospi alizada a
pa i de uma p odução de meios os quais le am a c iança a es abelece a sua si uação de
saúde con u bada pela doença, assumiu ca ac e ís icas mais i mes e embasadas quando
24
o en e mei o passou a sis ema iza as ações de cuidado e implemen á-las median e um
planejamen o conjun o à equipe. Sendo assim, a comp eensão do p ocesso da elabo ação
de cuidados ol ados à c iança hospi alizadabaseados no cons uc o das suas necessidades
humanas, o na-se necessá ia (COELHO e al, 2017; SANTOS, e al, 2016).
F en e ao con ex o, le an ou-se a seguin e ques ão no eado a: quais os
aspec os pe inen es ao cuida do en e mei o à c iança hospi alizada baseado no modelo
das Necessidades Humanas Básicas? Logo, obje i ou-se e i ica os aspec os pe inen es ao
cuida sis ema izado da c iança hospi alizada baseado no modelo concei ual das Necessidades
Humanas Básicas de Wanda Aguia Ho a.
METODOLOGIA
T a a-se de um es udo de e isão in eg a i a da li e a u a que, pa a seleção dos
a igos, u ilizou-se acesso ao Po al de Pe iódicos da Coo denação de Ape eiçoamen o de
Pessoal de Ensino Supe io (CAPES) e às seguin es bases de dados: BDENF (Base de Dados
de En e magem), MEDLINE (Na ional Lib a y o Medicine and Na ional Ins i u es o
Heal h), PubMed e SciELO (Scien i ic Ele onic Lib ay Online). O le an amen o dos a igos
oi ealizado du an e o pe íodo de no emb o de 2017 a ma ço de 2018, u ilizando as pala as-
cha e: “c iança”, “hospi alização”, “necessidades humanas básicas”, “modelo concei ual”, as
quais o am combinadas po meio dos ope ado es booleanos AND.
Cump e assinala que o am ado ados os seguin es c i é ios de inclusão: a igos
que abo dassem a emá ica segu ança do pacien e pediá ico acome ido po auma e que
espondessem a ques ão no eado a desse es udo; a igos comple os, o iginais, com esumo
disponí el e acesso g a ui o de o ma ele ônica; nos idiomas inglês e po uguês; publicados
en e o pe íodo de Janei o de 2013 a Janei o de 2018; o am excluídos da amos a: eses,
disse ações, monog a ias, abalhos de conclusão de cu so, ela os de caso, ela os de
expe iência, manuais, esenhas, no as p é ias, a igos que não con i essem esumos
disponí eis, publicações duplicadas, a igos edigidos com idioma dis in o ao escolhido pa a
e inamen o. A pa i do cump imen o dos c i é ios de inclusão e exclusão, pe manece am os
a igos selecionados e encon ados nas espec i as bases de dados elencadas pa a o es udo,
o alizando uma amos a de 8 a igos.
25
Pa a análise e pos e io sín ese dos a igos que a ende am aos c i é ios de inclusão
e exclusão, u ilizou-se da es a égia de ca ego ização emá ica das in o mações con idas nos
manusc i os le an ados.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
A pa i da análise, le an a am-se duas ca ego ias que compuse am a desc ição
dos esul ados, sendo elas:
O cuidado guiado po necessidades humanas básicas
Median e o le an amen o de dados dos es udos analisados, comp eende-se que,
quando o cuidado é di ecionado e o mulado a im de se es abelecido in eg almen e, cada
necessidade do indi íduo que se encon a acome ido po uma doença p ecisa se con emplada
(CRUZ e al, 2018).
O en e mei o de e en ol e -se com o pacien e e, des a o ma, iden i ica
p ecocemen e as al e ações no es ado de saúde des e que de e ão se equilib adas. As
necessidades humanas básicas e le em o que o clien e exp essa enquan o um odo, que é
acionado em pa es, mas con igu ado como indi isí el.
Ve i icou-se que os es udos e idenciam a impo ância do a o ecimen o do cuida
a pa i das necessidades do clien e, onde o en e mei o que se implica em cuida do clien e,
sua amília, e a comunidade a qual ele pe ence, de manei a que as elações es abelecidas
possam con ibui pa a a p odução de esul ados bené icos a odos os en ol idos nesse
p ocesso, é con emplado como p o issional exímio. En ende cada pacien e é p io iza as
necessidades indi iduais quando exis en es, onde o en e mei o, de e e le i empa icamen e
sob e o p opósi o da au onomia do “eu” enquan o “se cuidado” po um cuidado , le an ando
assim es a égias que p opo ciona ão um alcance mais sa is a ó io dos obje i os labo ais de
en e magem elencados no plano de cuidados p opos o po Ho a (CRUZ e al, 2018).
32
o es ei amen o de ínculo como a população, a melho ia do espaço e consequen emen e,
a pa i das c í icas e suges ões da comunidade, o ape eiçoamen o da assis ência p es ada
na unidade. Den o da p opos a, concluímos que os obje i os o am alcançados de o ma
que impulsiona am o c escimen o acadêmico e pessoal, ins igando a p ocu a pela cons an e
a ualização e melho ia de um ambien e sem gas os inancei os.
REFERÊNCIAS
BARBOSA, G.S. O desa io do desen ol imen o sus en á el. A ual, São Paulo,
2008. Disponí el em: <h p://www. sma.edu.b / isoes/ed04/4ed_O_Desa io_Do_
Desen ol imen o_Sus en a el_Gisele.pd >. Acesso em: 29 ab . 2018.
Minis é io da Saúde. Pa icipação e con ole social: ou ido ia. B asília, 2017. Disponí el
em:<h p://po alms.saude.go .b /pa icipacao-e-con ole-social/ou ido ia-do-sus>.
Acesso em: 29 ab . 2018.
FEIL, A. A., SCHREIBER, D. Sus en abilidade e desen ol imen o sus en á el:
des endando as sob eposições e alcances de seus signi icados. FGV EBAPE, 2017. Disponí el
em:<h p://www.scielo.b /scielo.php?pid=S1679-39512017000300667&sc ip =sci_
abs ac & lng=p >. Acesso em: 01 mai. 2018.

33
EXAME FÍSICO NA CONSULTA DE
ENFERMAGEM: UM RELATO DE
EXPERIÊNCIA
Wanessa Ma ia Cas o de Luna Mendes,
Acadêmica do sé imo pe íodo de En e magem pelo Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ).
E-mail: [email p o ec ed]
E laine Souza da Sil a
En e mei a. Especialis a em Saúde da Família. Docen e do cu so de En e magem
pelo Cen o Uni e si á io de João Pessoa(UNIPÊ). E-mail: e laine.sil [email p o ec ed]
Núbia de Souza Ru ino
En e mei a. Especialis a em Saúde da Família. Docen e do cu so de En e magem
pelo Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: [email p o ec ed]
I ak ania Vi o ino Diniz
En e mei a. Es oma e apeu a Ti-Sobes . Mes e em En e magem.
Dou o anda PPGENF/UFPB. E-mail: [email p o ec ed]
RESUMO
In odução:O exame ísico conc e izado pelo En e mei o em o in ui o de analisa
cons i u i as p óp ias do co po humano, que se em pa a no ea os cuidados o e ados.
Sendo compos o po cinco e apas de o ma dinâmica, sis emá ica e in eg ada: in es igação,
diagnós ico, planejamen o, execução e a aliação.Obje i os: Rela a a ele ância do exame
isico na consul a de en e magem. Me odologia: T a a-se de um ela o de expe iência
i enciado po uma acadêmica do cu so de bacha elado em En e magem. A pa i da
ealização do Exame ísico no es ágio supe isionado no Complexo Labo a o ial Clínica-
Escola Flo ence Nigh ingale, oi e i icada a impo ância do exame ísico pa a diagnós ico de
en e magem baseado nos achados que en ol em es e p ocesso pe mi indo aça um plano de
cuidados de o ma sis emá ica e e icaz du an e os cuidados bem como o desen ol imen o de
uma e olução de en e magem comple a. Rela o da Expe iência: O Complexo-Labo a o ial
Clínica-Escola Flo ence Nigh ingale – COLACE dispõe de a endimen os e p ocedimen os po
demanda espon ânea. Den e eles, é ealizada a consul a de en e magem a qual é compos a
pela a anamnese, Exame ísico comple o seguido de e olução e in e enções.Conside ações
inais:Dian e do expos o, ica cla a a ele ância do exame ísico du an e a consul a de
en e magem, em que ale essal a o bene ício pa a um diagnós ico de en e magem p ecoce
pa a de e minadas pa ologias bem como a p e enção, além de se undamen al pa a um plano
34
de cuidados e icien e e e icaz du an e a amen os, além de c ia um inculo de con iança com
o usuá io conhecendo-o como um odo o que en iquece o p ocesso de cuida .
Desc i o es: Exame ísico, p e enção p ima ia, cuidados de en e magem.
INTRODUÇÃO
O exame ísico conc e izado pelo en e mei o em o in ui o de analisa cons i u i as
p óp ias do co po humano, que se em pa a no ea os cuidados o e ados. A a és da
anamnese é possí el cole a dados elacionados às queixas do pacien e e acon ecimen os
ine en es, que acili am os p imei os passos no eando, além, de p opo ciona um inculo
en e o p o issional de saúde e o pacien e, ins i uindo um ambien e ag adá el, acolhedo e
bas an e bené ico, coope ando pa a oen endimen o clinico. O exame ísico é a e apa inicial
do p ocesso de en e magem de o ma sis emá ica que dispõe de capacidades impo an es
em seu cump imen o e do undamen o do pensamen o do examinado , execu ado em cinco
e apas: (in es igação, diagnós ico, planejamen o, execução e a aliação), de o ma sis emá ica
e humanizada é um p ocesso dinâmico e in eg ado no con ex o da saúde (SILVA; TEIXEIRA,
2011).
O Exame ísico é ele an e pa a a idealização do cuidado do en e mei o, isando
analisa o pacien e a a és dos ela os e indícios encon ados du an e es a e apa, podendo
su gi p oblemas no p ocesso de saúde e doença. O sup aci ado é ealizado de o ma
sis emá ica cé alo-podal, seguido de obse ação me iculosa de odas as pa es do co po
a a és de écnicas p opedêu icas: inspeção, palpação, pe cussão e auscul a. U ilizando-se de
es igmomanôme o, es e oscópio, e môme o, lan e na, o oscópios, lu as de p ocedimen o
en e ou os. Além da u ilização dos ó gãos de sen ido: isão, audição, a o e ol a o pa a
o ganiza o plano de cuidado do en e mei o (SANTOS; VEIGA; ANDRADE, 2011).
O Exame ísico apon a à iden i icação de en e midades e di iculdades es u u ais,
auxiliando na igilância e análise p ecoce de doenças, se azendo undamen al a pesquisa e
esboço de cada caso quando ealizado, eque bas an e p á ica e es udo sob e como u iliza
co e amen e as écnicas, é uma e amen a ele an e na consul a de en e magem e nunca
se á demais essal a sua impo ância, pois sua execução pe mi e conhece o pacien e como
um odo, es abelecendo p io idades e a aliando seu es ado ge al (SOUSA., e al 2014).
35
A a uação do en e mei o na A enção P ima ia à Saúde – APS consis e na
ampliação de um abalho que en ol e á ias écnicas e a os que comp eendem o p ocesso
de cuida , isando o bem es a da comunidade como um odo, den e á ias e amen as
o exame isco é uma das mais impo an es is o a de ec ação de p oblemas ainda na APS,
p omo endo esolu i idade e segu ança, logo o en e mei o em papel c ucial nessas ações.
Sabe econhece e iden i ica possí eis al e ações do o ganismo ou a e mesmo ap esen a
um diagnós ico, den o das especi icaçõesdo abalho em equipe mul ip o issional. (VIANA.,
e al 2015).
Nessa pe spec i a, o obje i o des e es udo oi ela a a ele ância do Exame ísico
na consul a de en e magem.
METODOLOGIA
T a a-se de um ela o de expe iência i enciado po uma acadêmica do cu so
de bacha elado em En e magem jun amen e com p o issionais en e mei as no Complexo
Labo a o ial Clínica-Escola Flo ence Nigh ingale COLACE, localizado no Cen o Uni e si á io
de João Pessoa – UNIPÊ.
Foi ealizadoo Exame Físico seguindo as cinco e apas de o ma sis emá ica cé alo-
podal, seguido de uma obse ação me iculosa de odas as pa es do co po a a és de écnicas
p opedêu icas: inspeção, palpação, pe cussão e auscul a; desen ol endo diagnós ico de
en e magem, in e ençõese a e olução de en e magem.
RELATO DE EXPERIÊNCIA
O COLACE dispõe dea endimen os e p ocedimen os po demanda espon ânea
dispondo de uma equipe mul ip o issional, compos a po en e mei os, écnicos de en e magem
e nu icionis a.
Du an e as e apas do Exame ísico oi ealizado a anamnese, que consis e na
cole a dos dados em o mulá io p óp io, con endo queixas, his ó ia de doença c ônica,
an eceden es de doença sua e de seus amilia es, pa ologia e doença; seguindo com aplicação
dos mé odos p opedêu icos. A inspeção se inicia no momen o em que se ecebe o usuá io a é
36
a sua despedida, ao a alia cabeça e pescoço buscamos po descamação do cou o cabeludo,
sebo eia, uso de química, alopecia, cica izes, se a higiene es á sa is a ó ia, pupilas se
são isocó icas, olhos simé icos, na iz pé io, se em des io de sep o, p esença de pelos
cilia es, na boca com abaixado de língua e lan e na ga gan a hipe emiada, onsilas hipe
ou hipo ó ica, se uso de p ó ese ou apa elho o odôn ico, língua sabu osa, uso de pie cing,
al a de elemen os den á ios ci a sob e a a cada supe io ou in e io , u iliza o o óscopio
pa a ca idade au icula obse a p esença de ce ume ou excesso, amponamen o po ce ume,
pe u ação das memb anas impânicas ou p esença de algum co po es anho, p incipalmen e
se hou e queixa de zumbido, palpa a egião pos e io da ca idade au icula descendo po
pescoço a é a sup a cla icula buscando nódulo, mobilidade da aqueia. Auscul a pulmona
na an e io ápice e base e pos e io em 08 ocos, p esença de mu mú ios esicula es ou
uídos ad en ícios, se hou e o ul imo p ecisa iden i ica oncos, sibilos ou c ep os, se
expansibilidade bila e al ou unila e al, êmi o o aco ocal, na ca díaca passa pelo menos
um minu o em cada oco se assegu ando se i mo ca díaco egula ou ano mal, a auscul a
abdominal é ealizada nos qua o quad an es, pe cebendo se os uídos hid oaé eos es ão hipe
ou hipo oné icos, p osseguindo com palpação supe icial e p o unda, semp e in e agindo
com o usuá io obse ando se ap esen a do , po im a pe cussão essa de e se ealizada po
ul imo p incipalmen e na egião abdominal pa a não a i a o pe is al ismo. Con inuemos
com e i icação de memb os in e io es e supe io es se edema, do , o migamen o, cansaço,
pe da de o ça, ugo , hid a ação, pe usão, ainda p esença ou ausência de ungos, unha
enc a ada, ou pelo enc a ado, a uagens, es ias, in eg idade p ese ada, higiene sa is a ó ia.
Po ando ainda nos cabe a e i p essão a e ial (PA), ba imen os ca díacos, pulso,
eqüência espi a ó ia, glicemia capila , peso, al u a e calculo do índice de massa co po al
- IMC, após es es passos: é possí el, sub ai hipó eses diagnós icas baseadas nos achados
clínicos e aça in e enções plenamen e e icazes e segu as.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Nes e sen ido, ica cla a a ele ância do Exame ísico na consul a de en e magem,
pois o olha clínico dian e dos achados a a és do mesmo de o ma humanizada e in eg ada
az oda di e ença, é algo um an o acolhedo , que az á ios bene ícios pa a um diagnós ico
37
p ecoce de á ias pa ologias, além de se p á ico e de baixo cus o em uma g ande e icácia na
p omoção a saúde.
Os g andes pe calços pa a a execução do exame ísico en ol em: a demanda
excessi a pa a a endimen o nos di e sos se iços de saúde, e o domínio do p o issional sob
a écnica.
REFERÊNCIAS
SANTOS, Neuma; VEIGA, Pa ícia; ANDRADE, Rena a. Impo ância da anamnese e do
exame ísico pa a o cuidado do en e mei o. Re . b as. en e m., B asília, . 64, n. 2, ma ./
ab . 2011. Disponí el em: <h p://dx.doi.o g/10.1590/S0034-71672011000200021>. Acesso
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SILVA, Ca los Magno Ca alho Da; TEIXEIRA, Enéas Rangel. Exame ísico e sua
in eg alização ao p ocesso de en e magem na pe spec i a da complexidade. Esc. Anna
Ne y, Rio de Janei o, . 15, n. 4, ou ./dez. 2011. Disponí el em: <h p://dx.doi.o g/10.1590/
S1414-81452011000400010>. Acesso em: 24 ab . 2018.
SOUSA, K. M. D. e al. A IMPORTÂNCIA DO EXAME FÍSICO, PARA A PRÁTICA DE
ENFERMAGEM: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA.Conacis 1° Cong esso Nacional de
ciências em saúde, Cajazei as/PB, ma . 2014. Disponí el em: <h p://www.edi o a ealize.
com.b / e is as/conacis/ abalhos/Modalidade_4da aho a_21_03_2014_16_17_15_
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VIANA, S. A. A. e al. A IMPORTÂNCIA DO EXAME FÍSICO PARA O ENFERMEIRO QUE
ATUA NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA. COFEN, Cabedelo, ab . 2018. Disponí el
em: <h p://apps.co en.go .b /cbcen /sis emainsc icoes/a qui osT abalhos/I66148.E13.
T11924.D9AP.pd >. Acesso em: 25 ab . 2018.

38
CONSULTA DE ENFERMAGEM PRESTADA
A CRIANÇAS COM MICROCEFALIA:
UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
Giulianna Oli ei a de Menezes
Discen e do Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: [email p o ec ed]
Lidiane Ma iz de Lima
Discen e do Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: [email p o ec ed]
Amanda Soa es
Docen e do Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: amanda.soa [email p o ec ed]
E laine Souza da Sil a
Docen e do Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: e laine.sil [email p o ec ed]
Fabiana Ângelo Fe ei a
Docen e do Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: abiana. [email p o ec ed]
RESUMO
In odução: a assis ência p es ada a c ianças com mic oce alia ca ac e iza-se como um
p ocesso con inuo e in eg al, ealizando po uma equipe mul ip o issional que a ende e
es imula de o ma p ecoce as capacidades das c ianças pa a que es es enham um melho
desen ol imen o. E pa a e e i ação dessa assis ência, des aca-se a impo ância da equipe de
en e magem em sua assis ência. Obje i os: ela a a ele ância da consul a de en e magem
p es ada as c ianças com mic oce alia. Me odologia: T a a-se de um ela o de expe iência
i enciado po acadêmicos de en e magem do cu so de bacha elado em en e magem.
A pa i da ealização da consul a de en e magem a c ianças com mic oce alia do p oje o
de ex ensão, des acando a impo ância da a aliação e acompanhamen o do c escimen o e
desen ol imen o das c ianças. Rela o de Expe iência: na Clínica escola de Fisio e apia
dispõe de a endimen os e p ocedimen os mul ip o issional a c ianças com mic oce alia,
a a és do p oje o de ex ensão in i ulado: P og ama de a enção con inuada a c ianças
com mic oce alia po Zica Ví us. Den e eles des acam-se a impo ância da consul a de
en e magem que compõem a anamnese, exame ísico comple o e medidas an opomé icas
pa a a aliação do c escimen o e desen ol imen o, ealizando acompanhamen o indi idual
mensalmen e. Conside ações Finais: dian e do expos o, des aca-se a ele ância da
39
consul a de en e magem p es ada as c ianças com mic oce alia, essal ando a impo ância da
a aliação e acompanhamen o do c escimen o e desen ol imen o das mesmas.
Desc i o es: En e magem. Consul a. C iança. Mic oce alia.
INTRODUÇÃO
Em ou ub o de 2015, obse ou-se o aumen o na p e alência de mic oce alia em
bebês, inicialmen e em Pe nambuco, e pos e io men e em ou os es ados da egião No des e,
sendo es e su o associado à ansmissão au óc one da eb e pelo í us Zika no B asil (BRASIL,
2016).
Esse núme o c escen e de casos de mic oce alia no B asil le ou o Minis é io da
Saúde a econhecê-la como ag a o eme gencial em saúde pública, pois impac a na qualidade
de ida das bebês e amílias, além de se um inc emen o nos indicado es de mo alidade
neona al e in an il (BRASIL, 2015b).
A assis ência à saúde da c iança de e se o ganizada em linhas de cuidado, como
o ma de a iculação en e os ní eis de a enção ga an indo assim uma assis ência in eg al.
Na consul a de en e magem à c iança p es a-se assis ência sis ema izada de manei a global e
indi idualizada, com o obje i o de acompanha o c escimen o e o desen ol imen o da c iança,
como ambém de iden i ica p oblemas de saúde, execu a e a alia cuidados de p omoção,
p o eção e ecupe ação da saúde (CAMPOS e al., 2011).
O desen ol imen o in an il é um p ocesso mul idimensional que se inicia com o
nascimen o e que engloba o c escimen o ísico e a ma u ação neu ológica, compo amen al,
cogni i a, social e a e i a. Po ém, a c iança com mic oce alia ap esen a p ejuízos do
desen ol imen o neu opsicomo o . Com isso, é ecomendada a es imulação p ecoce da
mesma, pa a es imula e amplia suas compe ências (BRASIL, 2015a).
Dian e disso, o p esen e abalho em po obje i o ela a as expe iências
i enciadas po acadêmicas do cu so de En e magem, em um p oje o de ex ensão
mul idisciplina , com c ianças acome idos pela mic oce alia, desc e endo a ele ância da
consul a de en e magem p es ada a essas c ianças.
40
METODOLOGIA
T a a-se de um ela o de expe iência i enciado po discen es do cu so de
bacha elado em en e magem, em um p oje o de ex ensão mul idisciplina , que en ol e os
cu sos de en e magem, isio e apia, onoaudiologia e odon ologia, do Cen o Uni e si á io
de João Pessoa - PB, com c ianças acome idas pela mic oce alia, que são acompanhadas na
Clínica escola de Fisio e apia, localizada na ins i uição ci ada an e io men e, po docen es e
discen es dos cu sos ci ados.
Nes e p oje o, é possí el a ealização da consul a de en e magem a c ianças com
mic oce alia, com ên ase na anamnese, medidas an opomé icas e sinais i ais das c ianças,
como ambém a o ien ação aos pais ou esponsá eis, sob e a impo ância da es imulação
p ecoce das mesmas pa a que enham um melho desen ol imen o, des acando a impo ância
da consul a de en e magem pa a o acompanhamen o do c escimen o e desen ol imen o das
c ianças.
RELATO DE EXPERIÊNCIA
Na clínica escola de Fisio e apia dispõe de a endimen os e p ocedimen os
mul ip o issional a c ianças com mic oce alia, a a és do p oje o de ex ensão in i ulado:
P og ama de a enção con inuada a c ianças com mic oce alia po Zika Ví us, compos a po
en e mei as, isio e apeu as, psicólogos, odon ólogos, onoaudiólogos e acadêmicos dos
cu sos an e io men e mencionados. O a endimen o abo dado nesse es udo é a consul a de
en e magem.
Pa a ealização da consul a de en e magem a mãe ou acompanhan e da c iança
ecebe uma o ien ação p é ia do que se á ei o. Os p ocedimen os ealizados comp eendem a
anamnese, exame ísico comple o e medidas an opomé icas pa a a aliação do c escimen o
e desen ol imen o. Ao exame é expos o qualque achado clinico seja no mal ou ano mal
que a c iança enha ap esen a , como ambém a comemo ação de achados posi i os pa a o
c escimen o e desen ol imen o da mesma. Todas as in o mações são egis adas no p on uá io
indi idual e ao inal de cada consul a é ei a uma e olução, sendo es e acompanhamen o
ealizado mensalmen e.
41
A expe iência de pode i encia a p á ica das consul as de en e magem com os
bebês com mic oce alia des e p oje o, nos az um ap endizado e um ganho in elec ual que
con ibui ão signi ica i amen e pa a a ida p o issional. Pois, a a és da elação de oca
de conhecimen os en e as discen es e docen es do p oje o e das mesmas com as mães ou
esponsá eis e com os bebês podemos desen ol e habilidades ainda na ase da g aduação,
que a g ande maio ia dos acadêmicos só i encia quando en am no me cado de abalho.
Assim, emos que a pa icipação em um p oje o de ex ensão como es e, az
um ganho eno me de ap endizado, nos p epa ando pa a a ida p o issional. Nos azendo
en ende que um bebê com de iciências, p ecisa de um olha e um cuidado di e enciado, que
possa a ende as suas necessidades.
As a i idades desen ol idas no p oje o de ex ensão ge am ap endizagem de
á ias o mas, an o na ida p o issional, quan o no pessoal. Es a expe iência nos possibili a
en ende as eais necessidades das c ianças com mic oce alia, ge ando ap oximação e a
c iação de ínculos com as mesmas e seus esponsá eis, além de nos possibili a comp eende
a i ência dos pais de uma c iança com de iciências e a sob eca ga que os cuidados diá ios
com essas c ianças aca e a. Comp eende isso ge a empa ia en e odos os en ol idos no
p oje o, sendo ex emamen e g a i ican e acompanha e desen ol e as consul as.
Apesa das di iculdades que as c ianças ap esen am a pu eza em cada so iso com
e ibuição mu ua a é mesmo os cho os seguidos de consolos, desen ol e nos ex ensionis as
empa ia pa a com as c ianças, esses pequenos ges os azem o al di e ença, con ibuindo
pa a uma sa is ação pessoal de de e cump ido, além disso, a sensação de es a ajudando e
con ibuindo com seu conhecimen o pa a a comunidade é indesc i í el.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Dian e do expos o, des aca-se a ele ância da consul a de en e magem
p es ada a c ianças acome idas pela mic oce alia, essal ando a impo ância da a aliação e
acompanhamen o do c escimen o e desen ol imen o das mesmas. Sendo assim, desc e e
a impo ância da equipe de en e magem no a endimen o mul ip o issional as c ianças com
mic oce alia, a a és da i ência de acadêmicas de en e magem na ealização des a consul a.
Os a igos elacionados a consul a de en e magem p es ada a c ianças com
mic oce alia são escassos e ecomendamos o desen ol imen o de no os es udos sob e
48
e e i a du an e a passagem de plan ão, eduzindo a ansmissão de in o mações e ôneas
bem como ausência de dados ap op iados, con igu a-se algo ex emamen e necessá io à
p á ica segu a. Regis os co e os, écnicas bem execu adas, con oles de in ecção bem
desen ol idos, acompanhamen o clínico de aco do com o c escimen o e desen ol imen o
in an il, adap ações de cuidados à cada aixa e á ia e p ocedimen o, quando somados ao
conhecimen o p o issional apu ado, o nam-se uma po encial e amen a de segu ança ao
pacien e que de e se u ilizada o inei amen e pelos abalhado es de en e magem que a uam
em pedia ia (WEGNER e al., 2017).
CONCLUSÃO
O es udo pe mi iu conhece melho ace ca da segu ança do pacien e hospi alizado,
bem como p omo e uma maio conscien ização ace ca das minuciosidades a eladas ao
cuida segu o em pedia ia. A p odução en á ica de a igos cien í icos ol ados à segu ança
do pacien e é algo is o na a ualidade. C esce a p oblemá ica e o na-la isí el é essencial,
endo em is a a melho ia dos se iços de saúde a pa i da discussão nas bases de dados.
O pacien e pediá ico é do ado de uma complexidade que desa ia p o issionais de saúde
co idianamen e na assis ência em pedia ia. P omo e cuidados segu os ele a o sabe na
en e magem pediá ica e p omo e esigni icação da p á ica com undamen os, o nando o
cuidado do en e mei o capaz de se esolu i o en e aos mais a iados casos de in e nação
hospi ala da c iança e adolescen e agilizados.
REFERÊNCIAS
BELELA, A. S. C; PEDREIRA, M. L. G; PERTERLINI, M. A. S. E os de medicação em
pedia ia. Re is a B asilei a de En e magem, B asília, DF, .64, n.3, p. 563-9, Mai/Jun
2011.
CHAGAS, M. C. S. e al. Signi icado a ibuído pela amília ao cuidado da c iança hospi alizada.
A ances en En e me ía, Bogo á, COL, .35, n.1, p. 7-18, Jan/Ab 2017.

49
FERREIRA, T. M. C. e al. Cuidando da c iança hospi alizada com doença de wilson: ela o
de expe iência. Ciência, Cuidado e Saúde, Ma ingá, PR, .15, n.3, p.575-81, Jul/Se 2016.
LANDRIGAN, C. P. Heal hca e p o ide wo king condi ions and well-being: sha ing
in e na ional lessons o imp o e pa ien sa e y. Jo nal de Pedia ia, Rio de Janei o, .87,
n.6, p.463-5, No /Dez 2011.
SOUZA, F. T. e al. Pe cepção da en e magem sob e os a o es de isco que en ol em a
segu ança do pacien e pediá ico. Re is a de En e magem da UFSM, San a Ma ia, RS,
.4, n.1, p.152-62, Jan/Ma 2014.
WEGNER, W. e al. Segu ança do pacien e no cuidado à c iança hospi alizada: e idências
pa a a en e magem pediá ica. Re is a Gaúcha de En e magem, Po o Aleg e, RS, .38,
n.1, Maio 2017.
50
A UTILIZAÇÃO DO LÚDICO COMO
METODOLOGIA PARA ABORDAR A
DENGUE COM CRIANÇAS
Amanda Kelly A aujo de Almeida
Discen e do cu so de en e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: [email p o ec ed]
G êscily de Lima Cab al
Discen e do cu so de en e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: [email p o ec ed]
Paula Sil anny Po cino Pe ei a
Discen e do cu so de en e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: [email p o ec ed]
Camila Teixei a de Ca alho Dias
Docen e do cu so de en e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: [email p o ec ed]
RESUMO
In odução: A dengue co esponde a um g ande p oblema de saúde pública e a educação
em saúde co esponde a uma excelen e e amen a pa a abo da a emá ica. O Es ágio
Supe isionado do UNIPÊ ap esen a den e o plano de a i idades na ESF que os acadêmicos
do sé imo pe íodo desen ol am ações de educação em saúde, seja nas escolas ou no CREI,
como pa e impo an e no P og ama de Saúde na Escola (PSE). Sendo assim, a escolha da
emá ica a se abo dada acaba sendo ealizada pelos acadêmicos e docen e esponsá el,
bem como pela equipe. Obje i o: O obje i o ge al do p esen e abalho é ela a como oi
desen ol ida a a i idade lúdica sob e a dengue, com as c ianças do CREI. Me odologia: A
me odologia do p esen e abalho co esponde a um ela o de expe iência, ealizado po
acadêmicos de en e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa-UNIPÊ, a espei o de
uma a i idade lúdica sob e a dengue, que oi desen ol ida no mês de e e ei o, no CREI da
á ea de cobe u a da USF San a Cla a, no bai o do Cas elo B anco, na cidade de João Pessoa
– PB. Resul ados e discussões: Inicialmen e, ealizamos uma eunião em g upo pa a planeja
como se ia desen ol ida a a i idade. Pensamos em abo da p incipalmen e a impo ância
de não deixa em água pa ada, seja em pneus, asos ou ga a as, pa a a odo momen o
impedi a ep odução do mosqui o e pe pe uamen e en a izando ambém a impo ância
das c ianças ep oduzi em essas in o mações aos pais, pa a que esses ambém pudessem
e esse conhecimen o. Desse modo, a p incípio passamos uma mensagem pa a as c ianças,
sob e a p e enção da dengue, a a és de uma pa ódia, onde a ACS da Unidade de Saúde da
51
Família es a a es ida do mosqui o da dengue, mos ando a odo momen o que o mosqui o
não az bem à sociedade. Fo am con eccionados ca azes com imagens do mosqui o da
dengue, bem como os locais de sua p oli e ação, onde após a explicação do que é o mosqui o
Aedes Aegyp i e onde o mesmo se desen ol e, sin omas da dengue, di idimos as c ianças
em g upos po aixas e á ias e pedimos que eles indicassem com adesi os colo idos os locais
onde os mosqui os se desen ol iam, com o in ui o que de manei a lúdica osse ob ido um
bom esul ado sob e a ap endizagem do ema p opos o, de manei a que quem ace a a
ganha a um b inde. Ao é mino da a i idade, pudemos pe cebe que as c ianças consegui am
iden i ica bem os ocos da dengue e i e am uma ap endizagem sa is a ó ia, demons ando
mui o in e esse na a i idade. Conside ações inais: Foi mui o sa is a ó io pa icipa dessa
a i idade e pode mos colabo a um pouco com a comunidade, mos ando a impo ância de
odos se p o ege em con a esse mosqui o, usando semp e uma linguagem lúdica e de ácil
comp eensão, po se a a de um público in an il. Toda a equipe icou mui o g a a pela nossa
pa icipação, as c ianças ap ende am bas an e a espei o da impo ância da p e enção da
dengue. A expe iência oi bas an e en iquecedo a pa a a nossa ida acadêmica e pessoal.
Nosso egis o oi deixado naquela c eche, podendo e a ce eza que omos um g upo que
izemos a di e ença.
Desc i o es: Dengue. Saúde. Lúdico.
INTRODUÇÃO
A dengue co esponde a um g ande p oblema de saúde pública e a educação em
saúde co esponde a uma excelen e e amen a pa a abo da a emá ica.
A dengue simboliza um e iden e p oblema na saúde pública p incipalmen e nas
egiões opicais e sub opicais de odo o plane a. Re e e-se como uma doença i al ansmi ida
po mosqui os que ap esen ou um g ande aumen o de 30 ezes em sua incidência global nos
úl imos 50 anos. A O ganização Mundial de Saúde em es ima i a ce ca de 50 e 100 milhões
de in ecções a cada ano e que quase me ade da população mundial eside em países onde a
dengue é endêmica (JOHANSEN; CARMO; ALVES, 2016).
O Es ágio Supe isionado do UNIPÊ ap esen a den e o plano de a i idades na
ESF que os acadêmicos do sé imo pe íodo desen ol am ações de educação em saúde, seja nas
52
escolas ou no CREI, como pa e impo an e no P og ama de Saúde na Escola (PSE). Sendo
assim, a escolha da emá ica a se abo dada acaba sendo ealizada pelos acadêmicos e docen e
esponsá el, bem como pela equipe.
Dessa o ma, le ando em conside ação a p opos a da equipe, oi desen ol ida
uma a i idade de educação em saúde, u ilizando o lúdico, pa a o ien a as c ianças de 02 a
05 anos sob e como p e eni a dengue e quais cuidados necessá ios que de em se omados
pa a que possam e i a a con aminação do local e na casa de cada c iança do CREI, po meio
da p omoção e p e enção em saúde.
OBJETIVOS
O obje i o ge al do p esen e abalho é ela a como oi desen ol ida a a i idade
lúdica sob e a dengue, com as c ianças do CREI e como obje i os especí icos: sensibiliza os
uncioná ios do se iço, pa a a necessidade de u iliza hábi os adequados pa a p e eni a
dengue; ansmi i o ien ações ele an es sob e a dengue, pa a que as c ianças ep oduzam
essas in o mações em casa, pa a os pais; u iliza o lúdico como me odologia pa a acili a o
ap endizado das c ianças, a espei o da emá ica.
METODOLOGIA
A me odologia do p esen e abalho co esponde a um ela o de expe iência,
ealizado po acadêmicos de en e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa-UNIPÊ, a
espei o de uma a i idade lúdica sob e a dengue, que oi desen ol ida no mês de e e ei o,
no CREI da á ea de cobe u a da USF San a Cla a, no bai o do Cas elo B anco, na cidade de
João Pessoa – PB.
Foi p opos o pela equipe de saúde da amília que osse ealizada uma dinâmica
com as c ianças do Cen o de Re e ência em Educação In an il (CREI) ace ca da impo ância
do comba e ao mosqui o Aedes aegyp i.
53
RELATO DE EXPERIÊNCIA
A Unidade de Saúde da Família In eg ada San a Cla a oi o p imei o local de
expe iência pa a o Es ágio Supe isionado I, onde no ansco e do co idiano oi p opos o
pela ACS da Unidade aos discen es do cu so de en e magem do Unipê a ealização de uma
a i idade, a se ealizada de manei a dinâmica e lúdica com c ianças de aixas e á ias en e 2
a 5 anos de idade, do Cen o de Re e ência em Educação In an il (CREI) sob e a dengue, com
o obje i o de en a iza semp e a impo ância de não se deixa água pa ada e ou os a o es
que pudessem acili a o desen ol imen o do mosqui o Aedes Aegyp i, sendo essa uma ação
desen ol ida pela USF como pa e do p og ama de saúde na escola, ocando des e modo em
uma saúde p e en i a pa a oda a sociedade.
Inicialmen e, ealizamos uma eunião em g upo pa a planeja como se ia
desen ol ida a a i idade. Pensamos em abo da p incipalmen e a impo ância de não deixa em
água pa ada, seja em pneus, asos ou ga a as, pa a a odo momen o impedi a ep odução do
mosqui o e pe pe uamen e en a izando ambém a impo ância das c ianças ep oduzi em essas
in o mações aos pais, pa a que esses ambém pudessem e esse conhecimen o.
Desse modo, a p íncipio passamos uma mensagem pa a as c ianças, sob e a
p e enção da dengue, a a és de uma pa ódia, onde a ACS da Unidade de Saúde da Família
es a a es ida do mosqui o da dengue, mos ando a odo momen o que o mosqui o não az
bem à sociedade.
Fo am con eccionados ca azes com imagens do mosqui o da dengue, bem como
os locais de sua p oli e ação, onde após a explicação do que é o mosqui o Aedes Aegyp i e
onde o mesmo se desen ol e, sin omas da dengue, di idimos as c ianças em g upos po aixas
e á ias e pedimos que eles indicassem com adesi os colo idos os locais onde os mosqui os se
desen ol iam, com o in ui o que de manei a lúdica osse ob ido um bom esul ado sob e a
ap endizagem do ema p opos o, de manei a que quem ace a a ganha a um b inde.
Ao é mino da a i idade, pudemos pe cebe que as c ianças consegui am
iden i ica bem os ocos da dengue e i e am uma ap endizagem sa is a ó ia, demons ando
mui o in e esse na a i idade.

54
CONSIDERAÇÕES FINAIS
O p oje o oi ealizado isando os c i é ios de qualidade de ida e p incípios
ambien ais. Foi mui o sa is a ó io pa icipa dessa a i idade e pode mos colabo a um pouco
com a comunidade, mos ando a impo ância de odos se p o ege em con a esse mosqui o,
usando semp e uma linguagem lúdica e de ácil comp eensão, po se a a de um público
in an il.
Toda a equipe icou mui o g a a pela nossa pa icipação, as c ianças ap ende am
bas an e a espei o da impo ância da p e enção da dengue. A expe iência oi bas an e
en iquecedo a pa a a nossa ida acadêmica e pessoal. Nosso egis o oi deixado naquela
c eche, podendo e a ce eza que omos um g upo que izemos a di e ença.
REFERÊNCIA
JOHANSEN, I. C; CARMO, R. L; ALVES, L.C. Desigualdade social in au bana: implicações
sob e a epidemia de dengue em Campinas, SP, em 2014. Cad. Me op. São Paulo, . 18,
n. 36, pp. 421-440, 2016. Disponí el em: <h p://www.scielo.b /scielo.php?sc ip =sci_
a ex &pid=S2236-9962016000200421&lang=p >Acesso em: 01 Maio 2018.
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E-mail: [email p o ec ed].
RESUMO
O p esen e es udo em como obje i o ela a a expe iência do p oje o in eg ado em
Tecnologias Assis i as (TA), desen ol ido pelos g aduandos do cu so de En e magem do
Cen o Uni e si á io de João Pessoa – UNIPÊ, nos meses de ou ub o a dezemb o de 2017,
jun o à Fundação Cen o In eg ado de Apoio ao Po ado de De iciência – FUNAD. T a a-
se de um ela o de expe iência ace ca do p oje o in eg ado sob ema ans e sal de TA, as
quais isam p omo e e amplia a habilidade uncional de ici á ia ou possibili a a ealização
da unção desejada e que se encon a impedida po ci cuns ância de de iciência ou pelo
en elhecimen o. Como me odologia, p o esso es e alunos desen ol e am di e sas a i idades
de o ma in eg ada e colabo a i a como: isi a écnica, exposição de ma e ial, plená ia,
p odução e ap esen ação de ó um cien í ico e pales as, nas quais os alunos, mediados pelos
p o esso es, a ua am como p o agonis as, incen i ando-se, assim, o desen ol imen o de um
a senal de ecu sos e se iços que con ibuem pa a p opo ciona ou amplia habilidades
uncionais de pessoas com de iciência e consequen emen e p omo e ida independen e e
inclusão. Dessa manei a, conside ando a i ência no se iço isi ado, oi cons uído como TA
pa a de icien es isuais, um supo e de omada elé ica, que em po in ui o iabiliza e acili a
a plugagem di e a na omada, essa TA oi u ilizada po uma pessoa com de iciência isual
56
pa a comp o a sua e e i idade, icando explíci o que in luenciou de manei a posi i a pa a
sua maio independência. Po an o, po meio des e equipamen o, obse ou-se que a c iação
de um ambien e que possibili e minimiza as di iculdades, buscando melho a a qualidade de
ida desses indi íduos é essencial pa a p omoção da au onomia da pessoa de icien e isual.
Pala as-cha e: P oje o In eg ado , Tecnologias assis i as, De icien e isual, Au onomia.
INTRODUÇÃO
O es udo sob e as Tecnologias Assis i as (TA) e es e-se de undamen al
impo ância nas di e sas á eas do conhecimen o, pois, é um e mo ainda no o, u ilizado
pa a iden i ica odo o a senal de ecu sos e se iços que con ibuem pa a p opo ciona ou
amplia habilidades uncionais de pessoas com de iciência e consequen emen e p omo e
ida independen e e inclusão (BERSCH; TONOLLI, 2013).
As Tecnologias Assis i as êm como inalidade p opo ciona à pessoa com
de iciência maio independência, qualidade de ida e inclusão social, a a és da ampliação
de sua comunicação, mobilidade, con ole de seu ambien e, habilidades de seu ap endizado,
abalho e in eg ação com a amília, amigos e sociedade. En ão, de e se en endida como um
auxílio que p omo e á a ampliação de uma habilidade uncional de ici á ia ou possibili a á a
ealização da unção desejada e que se encon a impedida po ci cuns ância de de iciência ou
pelo en elhecimen o (BERSCH; TONOLLI, 2013; MANZINI, 2005).
A sabe , hoje em dia exis e uma demanda c escen e no me cado de TA, em is a
de um núme o al o de pessoas necessi ando de um apo e. Nesse p oje o oi desen ol ido um
supo e de omada elé ica pa a de icien es isuais, que em po in ui o iabiliza e acili a
a plugagem di e a na omada; um mé odo p á ico e segu o que pe mi e a pessoa com al
de iciência uma melho desen ol u a nesse quesi o.
O indi íduo com de iciência isual adqui ida encon a no seu dia a dia di iculdades
de es abelece uma con i ência de ha monia com udo o que es á ao seu edo e na maio ia
das ezes essas di iculdades são as mais simples possí eis, esses acabam desconhecendo
ambien es que an es lhes e am de ácil acesso e a adap ação den o de sua p óp ia i ência.
Po isso, em-se hoje em dia uma di e sidade de meios que possibili am minimiza odos
esses obs áculos, onde nesse p oje o abo damos um desses meios, que são as TA.
57
Conquan o, o p esen e es udo az pa e do P oje o In eg ado (PI) do Cu so
de En e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). O p oje o in eg ado é
uma a i idade in e disciplina , baseado na me odologia a i a com o in ui o p incipal de
p opo ciona aos alunos o desen ol imen o e conhecimen o p á ico dos concei os eó icos
adqui idos pelos con eúdos i idos em sala, en ol endo os componen es cu icula es
de cada pe íodo. Essas elações eó icas das disciplinas oco e am a a és de a i idades
p á icas aplicadas, ou seja, isi as écnicas em um Cen o In eg ado de Apoio ao Po ado de
De iciência (FUNAD), sob a o ien ação dos docen es. Assim, alunos e p o esso es soube am
cons ui jun os os seus p óp ios conhecimen os, supe ando os sabe es co idianos, em azão
de no os conhecimen os cien í icos, cons uídos com au onomia in elec ual.
Pa a an o, esse es udo az como obje i o ela a a expe iência i enciada no
p oje o in eg ado em Tecnologias Assis i as (TA), desen ol ido pelos g aduandos do cu so
de En e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa, du an e o segundo pe íodo. Esse
es udo oi no eado pelo seguin e ques ionamen o: Quais Tecnologias Assis i as ap esen am
g ande po encial pa a auxilia os de icien es isuais?
METODOLOGIA
T a a-se de um ela o de expe iência ace ca do p oje o in eg ado do segundo
pe íodo (2017.2). O p oje o oi desen ol ido em á ias e apas dis in as. Em no emb o de
2017 oi ealizada a p imei a isi a écnica, onde lá o am ap esen adas as p opos as pa a o
p oje o, com o in ui o de conhece o local, obse a a i ência dos p o issionais em elação ao
cuidado, le an a hipó eses e possí eis ações.
Ao inal da isi a os in eg an es do g upo ob i e am um ela o de uma pessoa com
de iciência isual, onde a i ma a que sua p incipal di iculdade depois de e pe dido a isão e a
ealiza a i idades domés icas que en ol esse ele icidade den o de sua p óp ia esidência.
Assim, ob e e-se subsídios pa a a p odução das ecnologias assis i as, p oduzindo-as a a és
de ma e iais de baixo cus o, a im da p omoção da saúde daquele pacien e.
Cabe des aca que o local escolhido oi a FUNAD, localizada no Conjun o Ped o
Gondim – João Pessoa – PB. A undação é e e ência nacional no Se iço de Habili ação e
Reabili ação nas qua o á eas da de iciência, a endendo mais de 5.000 usuá ios po mês. A
64
de a igos que e e enciam o cuidado com o pacien e na iagem que classi ica as eme gências
pediá icas e desc i a em ês e apas: ap oximação à ealidade; einamen o em iagem e
classi icação de isco pediá ico e implemen ação do p o ocolo.
Como supo e e e encial, le ou-se em conside ação o modelo de P o ocolo de
Manches e que, segundo Co dei o e al. (2014), em como obje i o o ganiza as ilas nos
se iços de u gências sem que o pacien e espe e além do empo necessá io pa a o a endimen o
médico, baseando-se em ca ego ias de sinais i ais que são sinalizados com co es e não em
escalas de u gências p é-de inidas, a im de não induzi o diagnós ico do usuá io.
O p o ocolo c iado e e embasamen o bibliog á ico de a igos publicados
em pla a o mas nos anos de 2007 a 2017, que de endem a implan ação de p o ocolos de
classi icação de isco ol ados à eme gência pediá ica, endo em is a que os pacien es
pediá icos compõem um g upo de ulne abilidade às doenças e às hospi alizações, bem
como aos a endimen os em u gências pediá icas (LIMA e al., 2012). A dinâmica u ilizada
pa a análise dos dados e desc ição da expe iência é undamen ada nos momen os de i ência
dos discen es du an e o es ágio na classi icação de isco e eme gência pediá ica, buscando-
se assim a idedignidade e e lexão/ação no con ex o da ealidade assis encial do se iço
de saúde em âmbi o eme gencial, baseando as ações assis enciais e possí eis mudanças na
li e a u a pe inen e à emá ica.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Ap oximação à ealidade
Du an e a isi a na UPA, hou e momen os de inse ção na Classi icação de Risco,
obse ando-se que o se o es a a uncionando com a p esença de um p o issional de ensino
supe io , mais p ecisamen e um en e mei o, e um écnico em en e magem. A sala o e ecia
dois espaços onde apenas um e a p eenchido. Os p o issionais abalha am sob um p o ocolo
ge al, onde não se di e encia a pa âme os adul os e pediá icos. A c iança é ecebida,
acompanhada pelos pais e/ou esponsá eis que, na maio ia das ezes, alam po elas. Como
condu a iguali á ia a odos os a endimen os, e i ica-se a empe a u a e peso dos pequenos
pacien es e, assim, são classi icadas. Como em odas as classi icações de isco, classi icação
pediá ica baseia-se na queixa p incipal e nos sinais e sin omas ap esen ados pelo pacien e,

65
embo a isso não quei a dize que as c ianças de em se conside adas como adul os. Uma das
p incipais di e enças são os pa âme os u ilizados, sendo ambém le ado em conside ação as
al e ações bas an e isí eis no que diz espei o à classi icação das c ianças, an o no que diz
espei o à impo ância da in ensidade, sis emas co pó eos al e ados e espos as isiológicas,
quan o à o ma de algumas c ianças eagi em en e às queixas ap esen adas, po isso, de e-
se a en a às pa icula idades de cada pequeno pacien e. Po an o, segundo DINIZ e al.
(2010), a u ilização de Sis ema de Classi icação de Pacien e (SCP) pe mi e es ima , quan i ica
e a alia a demanda de cuidados de en e magem po g upos de pacien es, ca ego izando-os
de aco do com a necessidade de cuidados em um pe íodo de empo especí ico.
T einamen o em iagem e classi icação de isco
Dian e dis o, oi cons uído um P o ocolo de Classi icação de Risco Pediá ico pa a
se implemen ado na unidade, sendo es e desen ol ido com base na Classi icação de Risco de
Manches e e en e a uma e isão de li e a u a ampliada, a im de busca a igos que ambém
ap esen assem a mesma sis emá ica de c iação e implan ação de p o ocolo em classi icação
de isco in an il, en a izado os pa âme os pediá icos e demais aspec os pe inen es às
u gências/eme gências em c ianças, aca e ando assim um a endimen o mais p eciso pa a
o público pediá ico na u gência da UPA. Após a cons ução, oda equipe de en e magem da
unidade, compos a po en e mei os e écnicos, oi einada du an e dois dias, po discen es
e o docen e esponsá el, pa a a implemen ação do p o ocolo no se o de classi icação de
isco a pa i de si uações ealís icas, o imizando assim o uso e os conhecimen os ace ca das
classi icações eme genciais pediá icas.
Implemen ação do P o ocolo
Segundo A 1º da Resolução Co en 311/2007, o en e mei o é o único p o issional
da equipe que pode a ua no p ocesso de classi icação de isco e p io ização da assis ência à
saúde, desde que enha a de ida quali icação. Des e modo, o p o ocolo é uma e amen a a se
u ilizada pelos en e mei os que unciona á de o ma sis emá ica e pe mi i á uma classi icação
adequada, baseada nos sinais e sin omas ap esen ados pelo pacien e pediá ico, de o ma
que não p ejudique a agilidade do se iço pe an e o p ocesso de classi icação, nem mui o
menos dep eciando a singula idade da c iança/adolescen e inse idos no ambien e hospi ala ,
66
culminando assim em uma iagem mais ágil e e icaz. A implemen ação do p o ocolo se deu
a pa i do acompanhamen o dos p o issionais en e mei os no se o de classi icação de isco,
onde os discen es se inse i am no co idiano assis encial e passa am a classi ica jun o ao
en e mei o plan onis a u ilizando o p o ocolo c iado, sanando dú idas e anseios e idenciados
pelo p o issional, e assim, opo unizando o cuida di ecionado à c iança que se encon a a
em si uação de u gência/eme gência de o ma cien í ica e, ago a, di ecionada e sis ema izada
pe an e os c i é ios pediá icos p econizados.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Conclui-se que, nes e ela o de expe iência o am iden i icados p oblemas
elacionados à condu a u ilizada na iagem ol ada à c iança e adolescen e que equen a am
a Unidade de P on o A endimen o 24 ho as do bai o do Valen ina em João Pessoa-PB.
Po an o, oi ealizada a implemen ação de um P o ocolo de Classi icação de Risco Pediá ico
isando melho ias na iden i icação dos sinais e sin omas ap esen ados pelos pacien es da
pedia ia, bem como humanizando o a endimen o na iagem pa a aqueles que ão à p ocu a
da assis ência pela necessidade do a ual es ado de saúde con u bado, o e ado assim po
pessoas capaci adas e em p on idão pa a al.
REFERÊNCIAS
BRASIL. Minis é io da saúde. (O g.). Unidade de P on o A endimen o - UPA 24H.
2014. Disponí el em:<h p://po alsaude.saude.go .b /index.php/ominis e io/p incipal/
sec e a ias/959-sas- aiz/dahu- aiz u gencia-e-eme gencia/l2-u gencia-e-eme gencia/13396-
unidade-de-p on o-a endimen o-24-ho as-upa-24h>. Acesso em: 07 de se . 2017.
BRASIL. Minis é io da Saúde. Polí ica Nacional de Humanização da A enção e Ges ão
do SUS. Acolhimen o e classi icação de isco nos se iços de u gência. B asília: Minis é io
da Saúde, 2009. Disponí el em:<h p://b sms.saude.go .b /b s/publicacoes/acolhimen o_
classi icaao_ isco_se ico_u gencia.pd > Acesso em: 07 de se . 2017.
67
DINIZ, A iane Polido o e al. Sis ema de Classi icação de Pacien es Pediá icos: cons ução e
alidação de ca ego ias de cuidados. Re Esc En e m Usp, São Paulo, . 1, n. 9-11, p.576-576,
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SILVA, Michele de F ei as Ne es e al. P o ocolo de a aliação e classi icação
de isco de pacien es em unidade de eme gência. Re . La ino-am
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VERAS, Joelna Eline Gomes Lace da F ei as e al. Classi icação de isco em pedia ia: cons ução
e alidação de um guia pa a en e mei os. Re is a B asilei a de En e magem, Fo aleza Ce, .
68, n. 5, p.914-914, 21 maio 2015. Disponí el em: <h p://www.scielo.b /scielo.php?sc ip =sci_
a ex &pid=S0034-71672015000500913&lng=p & lng=p >. Acesso em: 17 se . 2017.
68
BRINQUEDO TERAPÊUCO NA
ASSSITÊNCIA DA CRIANÇA
HOSPITALIZADA
Tailane Viei a da Sil a
G aduanda de En e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: [email p o ec ed]
Ma iana Bea iz Al es Ba bosa
G aduanda de En e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: [email p o ec ed]
Vinicius de Mo ais San os
G aduando de En e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: [email p o ec ed]
Deoclécyo Elias Sil a dos San os Ma ins
G aduando de En e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: [email p o ec ed]
Luiz Hen ique Soa es de Souza
G aduando de En e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: [email p o ec ed]
E icka Holmes Amo im
En e mei a. Docen e do Cu so de En e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ).
E-mail: [email p o ec ed]
RESUMO
O p esen e es udo em como obje i o ela a a expe iência a espei o da elação equipe de
en e magem x amília/c iança/adolescen e hospi alizados, bem como o papel da amília
du an e a hospi alização in an il e as abo dagens da assis ência de en e magem a a és do
B inquedo Te apêu ico (BT). Desen ol ido pelos g aduandos do cu so de En e magem do
Cen o Uni e si á io de João Pessoa – UNIPÊ, no ano de 2017, jun o ao Hospi al A linda
Ma ques. T a a-se de um ela o de expe iência ace ca do p oje o de ex ensão Anjos da
En e magem, o qual isa a a és do lúdico a mudança de compo amen o, ap endizagem
e esga e de alo es, que p omo a a melho ia da a enção dos p o issionais e u u os
p o issionais de en e magem dada a odos os seus clien es. O BT é uma écnica u ilizada
apenas pela En e magem, que consis e na u ilização de b inquedos adequados e adap ados
pa a que c ianças consigam demons a seus medos e angus ias que a in e nação as ouxe.
Essas e amen as podem con o á-las em si uação hospi ala , além de educa-las sob e
sua saúde de manei a ec ea i a. Como me odologia, p o esso es e alunos desen ol e am
di e sas a i idades de o ma in eg ada, como: isi as hospi ala es, con ação de his ó ias,
ea o, musico e apia, b incadei as in an is e pales as. Dessa manei a, oi possí el in e i
que o cuidado de en e magem p es ado à c iança hospi alizada e sua amília é inclusi o e
69
abs uso, já que a hospi alização ep esen a pa a a c iança uma si uação dis an e de odas as
já i enciadas, is o que seu dia a dia é modi icado. Com isso, o en e mei o pode u iliza de
es a égias que acili em ainda mais essa in e ação com a c iança, conquis ando assim a sua
con iança, o que é mui o impo an e na ealização de p ocedimen os de en e magem, exames,
en e ou os.
Pala as-cha e: B inquedo Te apêu ico, Assis ência de En e magem, Hospi alização
In an il.
INTRODUÇÃO
A assis ência de en e magem em so endo modi icações ao longo do
empo. No B asil, a c iação da Lei Es a u o da C iança e Adolescen e, com o obje i o de
humaniza a in e nação, passou a ecomenda a pe manência da mãe jun o à c iança
hospi alizada, alo izando assim a impo ância da amília no p ocesso de ecupe ação
da c iança e adolescen e (SOARES, 2008).
Apesa disso, inúme as são as di iculdades encon adas na hospi alização
des es, a começa pela elação en e a equipe de en e magem e os amilia es. É uma
si uação c í ica e que na maio ia das ezes ambas as pa es pe manecem bloqueadas,
de ido à al a de diálogo, de ido mui as ezes a não explicação de um p ocedimen o a
se ei o na c iança à mãe, ou mui as ezes a manei a como é ei o o mesmo. Con udo,
isso depende mui o da his ó ia de ida de cada p o issional, se es e se iden i ica e
gos a da á ea de abalho, po exemplo, e ambém da his ó ia de ida daquela mãe ou
amilia , que na maio pa e das ezes nós não sabemos o que es á po az daquela
pessoa, que seg edos ela em, que angús ias, que medos (FONTES, 2010).
O a o da amília es a p esen e na in e nação da c iança se dá p incipalmen e
pela sua melho ecupe ação, já que a hospi alização é pa a a c iança uma expe iência
es essan e. Segundo San os (2011), a pe manência dos amilia es com a c iança
du an e o pe íodo de in e nação é a o ma de man e os egis os pessoais e o meio
de con í io, azendo com que o momen o de hospi alização o ne-se mais anquilo
e assim coope ando com a equipe de saúde, acili ando os canais de comunicação,
melho ando a assis ência.

70
A sabe , o BT é uma écnica u ilizada apenas pela En e magem, que
consis e na u ilização de b inquedos adequados e adap ados, com os quais as c ianças
conseguem demons a seus medos, angus ias que a in e nação as ouxe. Es e
ambém é u ilizado an es da ealização de p ocedimen os, ci u gias, como uma o ma
de mos a a c iança o que se á ei o com ela, sem esconde nada da mesma, sendo
es e um di ei o dela. Tem como obje i o u iliza o b inquedo como ecu so e apêu ico
no alí io das ensões eais e inconscien es da c iança (FONTES, 2010).
Dian e disso en a iza-se a impo ância da u ilização do BT no a amen o dessas
c ianças, a im de ona o ambien e e os p ocedimen os menos assus ado es, a o ecendo
sua adap ação ao con í io hospi ala . Ac edi a-se que o es ingimen o da do deco a
do a o de que o b inquedo ge a sa is ação e espai ece, ali iando o es esse da c iança e,
consequen emen e, a do . Assim, esse es udo ap esen a como obje i o: ela a a expe iência
a espei o da elação equipe de en e magem x amília/c iança/adolescen e hospi alizados,
bem como o papel da amília du an e a hospi alização in an il e as abo dagens da assis ência
de en e magem a a és do B inquedo Te apêu ico (BT).
METODOLOGIA
T a a-se de um ela o de expe iência ace ca do p oje o de ex ensão Anjos da
En e magem, do Cen o Uni e si á io de João Pessoa – UNIPÊ, no deco e do ano de 2017.
Du an e odo o ano, o p oje o oi baseado em isi as in a-hospi ala es com o obje i o de
le a a educação em saúde a a és do lúdico, usando o BT como e amen a p incipal pa a
pe mi i à c iança maio segu ança e enco ajamen o en e às si uações es essan es.
Du an e as isi as no Hospi al A linda Ma ques, a mãe de uma de e minada c iança
ela ou que seu ilho depois do con a o com o BT, ele conseguiu comp eende e conco da
com os p ocedimen os após a o ien ação da en e mei a, que ep oduzia o p ocedimen o no
boneco, e seu ilho passou a acei a melho sua ealização.
Pe an e o expos o, é de suma impo ância a u ilização do b inquedo e apêu ico
no a amen o das c ianças, pa a desmi i ica o medo sen ido po eles. E is o é algo cla o,
mas que ainda não es á pos o em p á ica po mui os p o issionais e que dian e disso nasce
a necessidade de uma capaci ação, de uma conscien ização dos mesmos, com o in ui o de
melho a a assis ência p es ada. Além disso, cabe ao p o issional de En e magem, po lida o
71
mais p óximo com esses pacien es, mesmo que na p á ica de mui os hospi ais seja di e en e,
enco aja a sua equipe, assim como capaci á-la pa a u iliza do b inquedo e apêu ico. Dessa
o ma pode-se no a o quan o a assis ência de en e magem é impo an e an es, du an e e na
al a da in e nação da c iança e adolescen e.
RESULTADOS E DISCUSSÕES
Em conco dância o es udo buscou comp eende a impo ância da u ilização do
b inquedo e apêu ico na assis ência da c iança hospi alizada, e elando que o b inca pode
modi ica o ambien e hospi ala o nando-o mais p óximo possí el do co idiano da c iança,
a o ecendo o cuida e pe mi indo ans o ma-lo em algo di e ido. É necessá io que ações e
in e enções dessa na u eza sejam implemen adas no dia a dia das Unidades hospi ala es, pois
a u ilização do b inquedo e apêu ico ai auxilia na minimização das ensões ge adas pela
in e nação e mudança de ambien e pelo qual a c iança passa.
En ão, oi possí el in e i que nes e es udo, a acei ação aos p ocedimen os
aumen ou após a implemen ação do BT. As c ianças passa am a colabo a mos ando-se mais
dispos as a ajuda espon aneamen e. So iam enquan o b inca am, deixando pa a ás o medo
e a ensão.
Figu a 01: Momen os da u ilização do b inquedo e apêu ico em c ianças no Hospi al A linda Ma ques - João Pessoa – PB, 2018.
Fon e: dados da pesquisa, 2018.
72
CONSIDERAÇÕES FINAIS
O p esen e es udo pe mi iu aos in eg an es a obse ação e comp o ação
de que an es da u ilização do BT, á ias c ianças mos a am-se assus adas, is es,
caladas, en e ou os. Foi is o en ão, que a maio ia desses compo amen os mudou
após o uso do BT, elas ago a se ap esen a am mais aleg es, comp eensi as do
p ocedimen o e colabo a i as.
Conclui-se que o b inca de e aze pa e da assis ência de en e magem e
se incluído como um cuidado usual na o ina diá ia da unidade. A a és da u ilização
desses b inquedos, é possí el que os mesmos auxiliem a c iança hospi alizada a
comp eende a si uação de mudança em que ela se encon a.
REFERÊNCIAS
FONTES, C.M.B; ET AL. U ilização do B inquedo Te apêu ico na Assis ência à
C iança Hospi alizada. Re is a B asilei a. Ed Esp. Ma ília, 16, n1, p. 95-106.
Jan/ab , 2010.
SANTOS, L. F; e al. Re lexos da hospi alização da c iança na ida do amilia
acompanhan e. Re B asilei a de En e magem, B asília. . 66, n4, p.473-8. 2013. Disponí el
em: <h p://www.scielo.b /pd / eben/ 66n4/ 66n4a02.pd >. Acesso em: 25/04/2018.
SOARES, M.F.; LEVENTHAL, L.C. A Relação en e a Equipe de En e magem e o
Acompanhan e da C iança Hospi alizada: Facilidades e Di iculdades. Cienc Cuid
Saude. Jul/ Se , .7, p. 327-332, 2008.
73
BIOSSEGURANÇA: ORGANIZAÇÃO
SUSTENTÁVEL DO CONSULTÓRIO DE
ENFERMAGEM DO CENTRO DE ATENÇÃO
PSICOSSOCIAL INFANTOJUVENIL-
CAPSi-CIRANDAR
Al idiany Fe ei a Mi anda
Discen es do cu so de en e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ).
E-mail: [email p o ec ed]
Rayla Bo ges Ma ins
E-mail: [email p o ec ed]
Ma ina Sa men o B aga Ramalho de Figuei edo
E-mail: [email p o ec ed]
Ana Ka ine dos San os Sil a
E-mail: [email p o ec ed]
Amanda Lo ena Sil a And ade
E-mail: [email p o ec ed]
Elizane e de Magalhães Melo
Docen e do cu so de en e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ).
E-mail: [email p o ec ed]
RESUMO
In odução: O cu so de En e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa – UNIPÊ,
p opões como a i idade de P oje o In eg ado (PI), pa a o Es ágio Supe isionado I, o
desen ol imen o de um P oje o Sus en á el (PS). A cons ução do p oje o e e como base
o consul ó io de en e magem que ap esen a a inadequações. O obje i o ge al do abalho
oi ga an i assis ência de en e magem com qualidade e segu ança no Cen o de A enção
Psicossocial In an oju enil –Ci anda – CAPSi-CIRANDAR, acili ando o p ocesso de abalho
dos p o issionais de en e magem. Me odologia: T a a-se de um ela o de expe iência,
ealizado po acadêmicos de En e magem, du an e es ágio supe isionado I, em um Cen o
de A enção Psicossocial In an oju enil, localizado no município de João Pessoa, no mês
de e e ei o de 2018. Como ecu sos me odológicos pa a ealização da a i idade, u ilizou-
se: ma é ias de baixo cus o e doações, ais como: uma balança de piso, i a an opomé ica
e supo e pa a Desca pack. Resul ados e discussões: Pa a o desen ol imen o dos
equipamen os o am u ilizados ma e iais de baixo cus o e de doações. O supo e pa a
80
Pa a a c iança, b inca é uma a i idade essencial ao bem-es a ísico, emocional,
men al e social, uma necessidade de desen ol imen o que não cessa quando ela
adoece ou é hospi alizada. Quando não se p opicia a possibilidade de b inca ,
ela pode á ap esen a dis ú bios de compo amen o, como al e ações do sono,
i i abilidade, ag essi idade, inadequação social e a aso no desen ol imen o. En e
as inúme as modalidades da b incadei a, des aca-se o B inquedo Te apêu ico (BT),
um b inca es u u ado que obje i a p omo e o bem-es a da c iança e ali ia a
ensão quando en en a uma si uação di ícil ou desconhecida e p ecisa se p epa ada
pa a p ocedimen os diagnós icos e e apêu icos (OLIVEIRA e al., 2014).
Desse modo, é indispensá el a u ilização do B inquedo Te apêu ico na p á ica
assis encial às c ianças, pois é no á el os inúme os bene ícios que consolidam no con ex o
do cuidado ao deco e de seu desen ol imen o e apêu ico. Os p o issionais de En e magem
podem u ilizá-lo não só como um meio de alí io pa a as ques ões de in e esse, pela
hospi alização ou pelos p ocedimen os que podem se di idi em diagnós ico ou e apêu ico,
mas ambém como uma possibilidade da c iança se comunica e exp essa os seus sen imen os
em um âmbi o hospi ala .
METODOLOGIA
Esse abalho oi elabo ado a pa i de uma e isão de li e a u a nas bases
de dados Medline, Lilacs e Scielo, no pe íodo en e 2009 e 2014 com acesso ao con eúdo
comple o, publicados em po uguês, com qualis A ou B. As pala as-cha e u ilizadas o am
“b inquedo e apêu ico” e “assis ência de En e magem à c iança hospi alizada”. Fo am
c i é ios de exclusão: a igos de acesso pago ou incomple os, monog a ias, disse ações e
eses. Somando-se odas as bases de dados, o am encon ados 362 a igos, após a lei u a dos
í ulos dos a igos, o am selecionados 21 a igos pa a a lei u a do esumo e excluídos os que
não diziam espei o ao p opósi o des a e isão, p eenche am os c i é ios de inclusão a sua
disponibilidade na ín eg a.

81
RESULTADOS E DISCUSSÕES
Foi is o que a maio ia dos p o issionais de En e magem em um conhecimen o
p é io sob e o b inquedo e apêu ico, sejam eles adqui idos na g aduação, pós-g aduação ou
esidência. Apesa do conhecimen o, g ande pa e não u iliza esse ipo de e apia ou não azem
uso de manei a sis ema izada, pois encon am di iculdades como sob eca ga de a i idades,
al a de empo, ma e ial e ambien e ap op iados, desconhecimen o e des alo ização do
b inca pelos demais p o issionais e ins i uição.
No mais, oi pe cep í el o sen imen o dos pais a a és de ela os em que eles
enxe gam a impo ância da u ilização do b inquedo e apêu ico na assis ência o e ecida aos
seus ilhos, uma ez que eles se o nam mais calmos e lexí eis aos p ocedimen os dolo osos,
ac edi a-se que com a u ilização do b inquedo pode oco e uma melho a signi ica i a na
in e ação c iança – p o issional, c iança – c ianças e uma maio colabo ação da c iança com
o a amen o.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Foi e idenciado a pa i des a e isão, a e icácia do b inquedo e apêu ico no
a amen o e e olução da c iança hospi alizada, suge indo que o p o issional de En e magem
aça uso do b inquedo na p á ica, pois ele pode se usado em odos os ní eis do p ocesso de
En e magem além de ob e espos as a espei o dos p oblemas psicossociais do pacien e, ela
ambém age de o ma in iolá el, assegu ando que a b incadei a aça pa e dos cuidados de
En e magem, o que ga an e a e olução indispensá el da c iança aden o do âmbi o hospi ala .
A a és dessas conside ações, essu gimos a impo ância da u ilização do
B inquedo Te apêu ico na p á ica assis encial de En e magem à c iança e sua amília,
apon ando pa a a necessidade de ealiza de no os es udos que pe mi am ap o unda a
comp eensão e bene ícios a espei o da i ência dos pais em di e en es con ex os assis enciais
en ol endo o b inquedo, pois é de suma impo ância pa a a e olução da c iança a con ibuição
e e i a dos mesmos.
82
REFERÊNCIAS
GIACOMELLO K J, MELO L L. Do az de con a à ealidade: comp eendendo o b inca de
c ianças ins i ucionalizadas í imas de iolência po meio do b inquedo e apêu ico. Cien
Saude Cole . 16(Supl. 1):1571–80, 2016. Disponí el em:< h ps://pe iodicos.u n.b / cp/
a icle/ iew/11225> Acesso em 14 de ab il de 2018.
LIMA, K Y N, SANTOS, V E P. O lúdico como es a égia no cuidado à c iança com cânce .
Re gaúcha En e m. Rio G ande do Sul, . 2 n.3, 6–81, 2015. Disponí el em: < h p://www.
scielo.b /pd /ean/ 20n3/1414-8145-ean-20-03-20160073.pd > Acesso em 17 de ma ço de
2018.
MELO, L A e al. A b inquedo eca na assis ência a c ianças com cânce : a isão dos amilia es.
Re is a ciência plu al. Alagoas. . 2. n.3, 97 – 110, 2016. Disponí el em:<h ps://pe iodicos.
u n.b / cp/a icle/ iew/11225/8307> Acesso em 17 de ma ço de 2018.
MONTEIRO L S, CORREA V A C. Re lexões sob e o b inca , a b inquedo eca e o p ocesso
de hospi alização. Re Pa a Med. . 3, 2011. Disponí el em: < h ps://pe iodicos.u n.b / cp/
a icle/ iew/11225> Acesso em 18 de ma ço de 2018.
NASCIMENTO, R R e al. A b inquedo eca como ins umen o na assis ência à c iança
hospi alizada, sob o olha do cuidado . R. In e d. 2016; 9(2):29-37. Disponí el em: < h ps://
e is ain e disciplina .unino a api.edu.b /index.php/ e in e /a icle/ iewFile/885/pd _309>
Acesso em 10 de ab il de 2018.
83
SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTENCIA DE
ENFERMAGEM NA INFANTILIZAÇÃO DA
SALA DE VACINA
Bea iz da Cos a B i o
Acadêmica do sé imo pe íodo de En e magem pelo Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ).
E-mail: [email p o ec ed]
F anciclea Maya a T indade
Acadêmica do sé imo pe íodo de En e magem pelo Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ).
E-mail: [email p o ec ed]
Ia a Ma ia Be na do Soa es
Acadêmica do sé imo pe íodo de En e magem pelo Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ).
E-mail: [email p o ec ed]
Na halia Claudino do Nascimen o
Acadêmica do sé imo pe íodo de En e magem pelo Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ).
E-mail: [email p o ec ed]
Poliana Ma ins Cos a
Acadêmica do sé imo pe íodo de En e magem pelo Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ).
E-mail: [email p o ec ed]
E eline de Oli ei a Ba os
En e mei a. Mes ado em En e magem, Especialis a em Saúde Pública e En e magem do T abalho. Docen e do cu so de
En e magem pelo Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: e eline.ba [email p o ec ed]
RESUMO
O P esen e p oje o oi ealizado na Unidade Saúde da Família (USF) – Leono Viana,
localizada em Cabedelo – PB, que con a com uma equipe mul idisciplina , cujo obje i o oi
o desen ol imen o de um p oje o, que a endesse às necessidades da unidade, de o ma que
não necessi e de uma manu enção cons an e. Vis o que as c ianças inham eceio de en a na
sala de acina e de se ap oxima dos p o issionais o plano de ação cons i ui-se em in an iliza
a sala de Vacina, o nando o ambien e mais acolhedo , minimizando possí eis es esses nas
c ianças, além disso, as janelas não es a am p o egidas con a a incidência di e a de luz sola .
Pala as-cha e: Sus en abilidade, Saúde da amília, Vacinação.
84
INTRODUÇÃO
O Minis é io da Saúde p econiza a supe isão das salas de acinas, de o ma
sis emá ica, pa a e i ica as condições da á ea ísica e o cump imen o de no mas, que isam
ga an i a qualidade dos imunobiológicos desde sua ab icação, conse ação adequada e
aplicação. Cabendo salien a o papel da equipe de en e magem, com a inalidade de planeja
e implan a es a égias, capazes de man e o con ole das doenças imunop e ení eis. Sendo
de undamen al impo ância ca ac e iza a o ganização a ual dos se iços básicos de saúde,
com um olha di ecionado especialmen e às salas de acinas. A li e a u a nacional ap esen a
poucos abalhos en ocando a a aliação no ma i a da ede de io (VASCONCELOS, 2012).
Segundo Bo (2017), sus en abilidade a a-se de um conjun o de p ocessos e
ações, que se des inam a man e a i alidade e a in eg idade da mãe e a, a p ese ação de
seus ecossis emas com odos os elemen os ísicos, químicos e ecológicos, que possibili am a
exis ência e a ep odução da ida, o a endimen o das necessidades da p esen e e das u u as
ge ações, e a con inuidade, a expansão e a ealização das po encialidades da ci ilização
humana em suas á ias exp essões. Em is a disso, o Cen o Uni e si á io de João Pessoa-
Unipê ê a necessidade de desen ol e p oje os sus en á eis, du an e a p á ica de es ágios
supe isionados, do 7º pe íodo.
OBJETIVO
Desen ol e um p oje o, que a endesse às necessidades da unidade, de o ma
que não necessi e de manu enção cons an e, e que possa se man ido na unidade.
METODOLOGIA
T a a-se de um ela o de expe iência i enciado po acadêmicas do cu so de
bacha elado em En e magem, ealizado na Unidade Saúde da Família (USF) – Leono Viana,
localizada em Cabedelo – PB, que con a com uma equipe mul idisciplina . Foi encon ado
como uma di iculdade a al a de um ambien e acolhedo e in an il na sala de acinação, onde
85
a cla idade, causada pela al a de e es imen o, a apalha a o abalho dos p o issionais e a
empe a u a não ica a de aco do com o que p econiza o Minis é io de Saúde.
De aco do com o que oi a aliado no deco e do es ágio, nossa pesquisa e á
como ma gem uma sala acolhedo a e in an il, pa a adminis ação das acinas, isando o bem
es a das c ianças, nesse momen o que pa a elas já é emido. Assim, a pesquisa oi ealizada
a a és de consul as bibliog á icas e a pe cepção da p á ica i enciada no campo de es ágio.
RELATO DE EXPERIÊNCIA
Vis o que as c ianças inham eceio de en a na sala de acina e de se ap oxima
dos p o issionais, que não possui nenhum i em de dis ação, pa a a o ece a p es ação da
assis ência do p o issional de en e magem du an e o seu a endimen o e a cla idade que
a apalha a assis ência desses p o issionais, já que a janela não possuía nenhum e es imen o.
O plano de ação cons i ui-se em in an iliza a sala de Vacina, o nando o ambien e mais
acolhedo , minimizando possí eis es esses nas c ianças, além disso, as janelas não es a am
p o egidas con a a incidência di e a de luz sola . Fo am ês dias pa a planejamen o e
o ganização sendo necessá ias 3 ho as pa a a implemen ação do p oje o com as cinco
discen es. O p oje o ge ou esul ado enquan o ainda es a a sendo implemen ado, o nando-
se um ambien e acolhedo .
CONSIDERAÇÕES FINAIS
O sis ema de acinação em, ao longo dos anos, e oluindo e se e idenciando como
um enômeno, que de e e um olha di e enciado pa a populações especí icas. Des aca-se
aqui a impo ância de um ambien e acolhedo que ansmi a ao clien e uma ap oximação
e con iança po pa e do p o issional ali p esen e. Embo a in an iliza a sala de acina seja
uma ó ima ideia, é uma a e a di ícil, pois é imp escindí el que os ma e iais usados es ejam
de aco do com o p econizado pelo Minis é io da Saúde, pa a que não haja con aminação
no ambien e e isso coloque a saúde dos pacien es e a segu ança dos imunobiológicos em
isco. Além disso, hou e a opo unidade de obse a o impac o dessa mudança, du an e a
implemen ação do p oje o, no qual pacien es ica am encan ados pelas igu as expos as. Em

86
esumo, o esul ado inal oi p aze oso, o nando a sala um ambien e in an il, acolhedo e
ilus a i o.
REFERÊNCIA
BOFF, Leona do. Sus en abilidade: o que é: o que não é. Pe opolis, RJ. Vozes, 2017.
Disponí el em: <h ps://books.google.com.b /books?hl=p -BR&l =&id=px46DwAAQBAJ&
oi= nd&pg=PT2&dq=sus en abilidade&o s=bD jmw 9s7&sig=ssU1 U6CL20H6_wj Vio0l_-
q8A# =onepage&q=sus en abilidade& = alse >. Acesso em: 14 ma . 2018.
BRASIL; Minis é io Da Saúde, Manual de ede de ios; B asília-DF; 2013 <h p://
b sms.saude.go .b /b s/publicacoes/manual_ ede_ io4ed.pd > Acesso em 24 de ab de
2018.
OLIVEIRA, Valé ia Conceição e al. P á icas da en e magem na conse ação de acinas. Ac a
Paulis a de En e magem. São Paulo, . 22, n. 6, p.814 - 818, no /dez, 2009.
OLIVEIRA, Valé ia Conceição de e al. Supe isão de en e magem em sala de acina: a
pe cepção do en e mei o. Tex o & Con ex o - En e magem, [s.l.], . 22, n. 4, p.1015-1021, dez.
2013.
VASCONCELOS, Kelly C is ina Encide de; ROCHA, Suelen Al es; AYRE, Jai o Apa ecido.
A aliação no ma i a das salas de acinas na ede pública de saúde do Município de Ma ília,
Es ado de São Paulo, B asil, 2008-2009. Epidemiol. Se . Saúde .21 n.1 B asília ma . 2012.
87
SEXARCA PREMATURA NA
ADOLESCÊNCIA
Bea iz da Cos a B i o
Acadêmica do sé imo pe íodo de En e magem pelo Cen o Uni e si á io de João Pessoa UNIPÊ).
E-mail: [email p o ec ed]
F anciclea Maya a T indade
Acadêmica do sé imo pe íodo de En e magem pelo Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ).
E-mail: [email p o ec ed]
Ia a Ma ia Be na do Soa es
Acadêmica do sé imo pe íodo de En e magem pelo Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ).
E-mail: [email p o ec ed]
Na halia Claudino do Nascimen o
Acadêmica do sé imo pe íodo de En e magem pelo Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ).
E-mail: [email p o ec ed]
Poliana Ma ins Cos a
Acadêmica do sé imo pe íodo de En e magem pelo Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ).
E-mail: [email p o ec ed]
Núbia de Souza Ru ino
En e mei a. Especialis a em Saúde da Família.
Docen e do cu so de En e magem pelo Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: [email p o ec ed]
RESUMO
O p esen e abalho isa ela a a impo ância de uma educação sexual pa a a
população jo em, abo dando os mé odos con acep i os, pois a adolescência é uma
ase da ida do se humano de p o undas ans o mações ísicas, psicológicas e sociais,
onde a p imei a elação sexual é conside ada um ma co na ida dos jo ens e em início cada
ez mais p ecoce.
Pala as-cha e: Educação Sexual, Jo em, Mé odos Con acep i os.
INTRODUÇÃO
As mudanças da pube dade sinalizam que os indi íduos es ão biologicamen e
capaci ados à ep odução (CANO; FERRIANI; GOMES, 2000). Con udo, isso não
que dize que es ejam psiquicamen e p epa ados pa a o exe cício sexual e pa a a
pa en alidade (PATIAS; DIAS, 2014).
88
No B asil, são poucos os es udos e e en es à idade da p imei a elação
sexual e sob e uso de mé odos an iconcepcionais en e adolescen es. Alguns
pesquisado es, e a p óp ia sociedade, alegam que a o ien ação sob e con acep i os
na adolescência é uma manei a de se es a es imulando a p á ica sexual que, como se
sabe, em se iniciado cada ez mais cedo. (SCHOR, 1995).
Já ou os pesquisado es acham impo an e a exis ência de uma educação sexual
en endida como “in o mação” que ansmi a conhecimen os essenciais à comp eensão da
p óp ia sexualidade e dos p ocessos no mais de c escimen o e ans o mações que oco em
na pube dade, com o obje i o de e i a p oblemas emocionais, doenças sexualmen e
ansmissí eis e g a idezes indesejadas (BEMFAM, 1992). A iniciação sexual du an e a
adolescência pode es a associada a compo amen os de iscos como g a idez p ecoce e
in ecções sexuais ansmissí el como HIV/AIDS (OLIVEIRA e . al., 2014).
OBJETIVO
Nessa pe spec i a, o obje i o des e es udo oi ela a a impo ância da educação
sexual como o ma de p e enção e p omoção da saúde dos adolescen es an es e após a
iniciação sexual.
METODOLOGIA
T a a-se de um ela o de expe iência i enciada po acadêmicas do sé imo pe íodo
do cu so de bacha elado em en e magem Complexo Labo a o ial Clínica-Escola Flo ence
Nigh ingale, localizado no Cen o Uni e si á io de João Pessoa – UNIPÊ.
No qual oi obse ado a a és da en e is a pa a o exame Ci ológico Papanicolau,
a oco ência da sexa ca p ecoce, sendo possí el iden i ica um início de ida sexual cada ez
mais p ecoce.
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DISCUSSÃO
Du an e o es ágio supe isionado oi obse ado na en e is a pa a ealização
do exame ci ológico Papanicolau um g ande núme o de mulhe es com uma iniciação
sexual p ecoce, sendo assim no ou-se a necessidade de escla ecimen o ace ca da ealização
do exame, sua impo ância e pe iodicidade. Dessa o ma, imos à impo ância de ealiza
o ien ações ol adas pa a educação em saúde sexual como o ma de p e enção das IST
(in ecções sexualmen e ansmissí eis), como ambém da g a idez na adolescência, e uso de
mé odos con acep i os pois mui as ap esen a am inúme as dú idas, o que aca e a a iscos
pa a sua saúde, de ido à al a de escla ecimen o. Após odas as o ien ações o exame ci ológico
oi ealizado e agendado seu e o no.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Dian e do que oi expos o, ica cla a a impo ância de uma educação sexual
pa a a população, p incipalmen e pa a aqueles que es ão p es es a inicia sua ida sexual.
Ressal ando que po esse enômeno acon ece cada dia mais cedo é p eciso es á p epa ado
pa a o ien a e educa esses jo ens e assim, com o conhecimen o adequado, o ien á-los
quan o ao uso do p ese a i o eminino ou masculino, como ambém no caso das meninas, a
u ilização de ou os mé odos con acep i os.
AGRADECIMENTOS
Ag adecemos p imei amen e a Deus pelo dom da ida e po odas as benções.
Ag adecemos a nossa amília po odo supo e du an e esse pe íodo de es ágios.
Ag adecemos a p o esso a Núbia po odo acompanhamen o, a enção e paciência du an e a
execução do abalho.
96
PROJETO TERAPÊUTICO SINGULAR
AO PRÉ-ESCOLAR COM TRANSTORNO
HIPERCINÉTICO DE CONDUTA
La issa Li a de Figuei edo
Discen e do Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: [email p o ec ed]
Giulianna Oli ei a de Menezes
Discen e do Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: [email p o ec ed]
Ia a Ma ia Bena do Soa es
Discen e do Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: ya asoa es@[email p o ec ed]
La issa Gab iella Al es Fe nandes
Discen e do Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: la issagabi [email p o ec ed]
José Madson Medei os de Souza
Docen e do Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: [email p o ec ed]
Elizane e de Magalhães Melo
Docen e do Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: [email p o ec ed]
RESUMO
In odução: O p esen e es udo se a en a ao ans o no hipe ciné ico associado ao
ans o no de condu a, que consis e em um g upo de ans o nos de início p ecoce du an e
os p imei os cinco anos de ida. Obje i o: T aça um plano de cuidado pa a se implan ado
ao p é-escola com ans o no hipe ciné ico associado ao ans o no de condu a a a és
do p oje o e apêu ico singula . Me odologia: T a a-se de um es udo de caso clínico que
oi desen ol ido pelas acadêmicas de en e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa
– UNIPÊ, a a és de uma isi a ao CAPS I In an o-Ju enil Ci anda . Os dados o am
cole ados no p on uá io da pacien e e a a és de in o mações dadas pelos p o issionais que
acompanha am a c iança e amília. Rela o de Caso: Y.R.M, sexo eminino, 5 anos, mo a
com a ó pa e na, em compo amen o ag essi o, quando es á em casa, ela a ê uma mulhe
no so á, que ambém se esconde na geladei a e embaixo da cama, a c iança ala de a mulhe
se sua mãe alecida, endo con i ido com a mesma a é os 5 meses. Os pais da c iança e am
usuá ios de d ogas. Foi diagnos icada com CID 10 F90.1 ( ans o no hipe ciné ico associado
ao ans o no de condu a). A p é-escola az a amen o no CAPSi. Conside ações Finais:
O p oje o p opo cionou um olha c í ico pa a que a cons ução do PTS osse e e i ada e dessa
o ma o esul ado espe ado da condu a e apêu ica dessa pacien e, é sua in e ação social de

97
o ma o denada, que consiga ealiza a i idades comuns pa a a idade de o ma o ganizada e
execu a uma e apêu ica amilia .
Desc i o es: P é-escola . T ans o no Men al. T ans o no de Condu a.
INTRODUÇÃO
Como e amen a pa a aça um plano de cuidado pa a pacien es com ans o nos
men ais emos o PTS, que é um ins umen o u ilizado a pa i de discussão cole i a de equipes
in e disciplina ou ede, com in ui o de aça p opos as, planos de in e enções e condu as
e apêu icas pa a um sujei o indi idual ou cole i o dian e as necessidades ap esen adas
(BRASIL, 2015).
O p esen e es udo se a en a ao ans o no hipe ciné ico associado ao ans o no
de condu a, que consis e em um g upo de ans o nos de início p ecoce du an e os p imei os
cinco anos de ida, como ca ac e ís ica ap esen a a al a de in e esse em a i idades que
eque um en ol imen o cogni i o, endo di iculdades em e mina a i idades, além de um
compo amen o global deso ganizado, incoo denado e excessi o (SERRANO; e al., 2015).
A di eção e apêu ica ado ada i á depende da a aliação que oi ealizada an o
psicopa ológica quan o diagnós ica. Po se e e i a um ans o no que inicia na in ância, se á
de ex ema impo ância que o a amen o seja ealizado nessa ase. Po se um ans o no
que comp ome e a ida da c iança como um odo, me ece uma a enção mul ip o issional
(ASSUMPÇÃO; KUCZYNSKI, 2012).
O Obje i o do p esen e es udo, é ap esen a o p oje o e apêu ico singula pa a se
implan ado ao p é-escola com ans o no hipe ciné ico associado ao ans o no de condu a.
METODOLOGIA
T a a-se de um es udo de caso clínico que oi desen ol ido pelas acadêmicas de
en e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa – UNIPÊ, a a és de uma isi a ao CAPS
I In an o-Ju enil Ci anda .
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Os dados o am cole ados no p on uá io da pacien e e a a és de in o mações
dadas pelos p o issionais que acompanha am a c iança e amília. Com essas in o mações
p é ias se deu a cons ução do PTS.
O plano de cuidado emp egado se deu a pa i do apoio mul ip o issional, sendo
de suma impo ância pa a se ob e uma isão holís ica na a enção in eg al da p é-escola
po ado a do T ans o no Hipe ciné ico associado ao T ans o no de Condu a. Os p o issionais
en ol idos na cons ução do PTS, são: en e mei o, médico psiquia a, nu icionis a e
isio e apeu a e e apeu a ocupacional.
ESTUDO DE CASO
Y.R.M, sexo eminino, 5 anos. Queixa p incipal: em compo amen o ag essi o
com ou as c ianças, só não ba e em bebê ecém-nascido, não se concen a pa a assis i
desenho e não ica em sala ancada. Quando es á em casa, ela a ê uma mulhe no so á,
que ambém se esconde na geladei a e embaixo da cama, a c iança ala de a mulhe se sua
mãe, endo con i ido com a mesma a é os 5 meses. A noi e não consegue do mi e aco da
cho ando. Foi diagnos icada com CID 10 F90.1 ( ans o no hipe ciné ico associado ao
ans o no de condu a) em 01/03/2016. Esses sin omas começa am a apa ece assim que
a meno começou a ala . Os pais da c iança e am usuá ios de d ogas, mo a am em Sapé,
e de ido as ag essões ísicas p a icadas pelo pai, o mesmo oi enquad ado na lei ma ia da
penha. Du an e a ges ação, a mãe azia uso abusi o de d ogas (c ack) e não ealizou o p é-
na al, ocasionando um pa o p ema u o, cesa iano, a c iança nasceu com 2500kg e 43 cm.
Seu desen ol imen o oi adequado, andou com 1 ano, alou com 1 ano e dois meses e oi pa a
a c eche com 2 anos. A p é-escola mo a com a a ó pa e na de 40 anos e duas ias: uma de 20
e a ou a de 9 anos. A a ó ecebeu a gua da da meno quando sua mãe a abandonou po uso
excessi o de d ogas quando a c iança inha 5 meses. Seu a ô pa e no em ans o no men al
(esquizo enia) onde após a sepa ação, e e um su o e ma ou a p óp ia i mã a pauladas. A
c iança u ilizou Amplic il e Haldol quando os sin omas inicia am, e hoje em dia az uso de
Rispe idona pela manhã e à noi e. Sua es u u a amilia é desequilib ada pelo a o de e sua
mãe alecida po causa das d ogas, um pai que cons i uiu ou a amília e mo a longe e um a ô
esquizo ênico e assassino.
99
PLANO DE METAS A CURTO PRAZO (PTS):
S
I
N
G
U
L
A
R
METAS ATIVIDADES
- C ia ínculo com a equipe do CAPS i;
- Mos a a impo ância das o icinas como
o ma de e apia;
- Mudança de ca dápio com alimen os
calman es, que con ibui ão pa a diminuição da
impulsi idade e agi ação da c iança;
- Exe cícios pa a melho a sua pe cepção
cogni i a, mo o a e social.
- O ien a o usuá io e amília quan o ao ans o no;
- Enco aja a pa icipação da usuá ia em o icinas
que ali iem os sin omas dos ans o nos.
- A en a pa a alimen os icos em i amina D
(ca nes, o os, lei e), cálcio ( eijão cozido e iogu e) e
i o e ápicos (chás);
- Execu a alongamen os e musico e apia;
S
O
C
I
A
L
METAS ATIVIDADES
- Es imula o con í io social de o ma
ha mônica - Aconselha a i idades de laze em amília.
F
A
M
I
L
I
A
R
METAS ATIVIDADES
- P es a assis ência a amília não somen e a
c iança.
- Escu a a a ó da c iança em elação aos seus
sen imen os e expe iências;
-Busca in o mações ine en es a esquizo enia e
passado médico do a ô.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
O P oje o e apêu ico singula é um ins umen o de suma impo ância pa a
os usuá ios de oda e qualque idade acome idos po ans o nos men ais do Sis ema
Único de Saúde, po u iliza meios que p opo cionam a amen o pa a o indi íduo em
sua o alidade, azendo-o o na -se pa icipa i o em sua eabili ação com a in e ação
social.
Esse PTS oi desen ol ido a pa i da i encia no CAPS I In an il Ju enil
Ci anda no Roge con a com di e sas a i idades dinâmicas e de o ma lúdica no a amen o
das c ianças com ans o nos men ais. Cada usuá io de aco do com as necessidades que
ap esen a, em seu obje i o a se açado no a amen o e apêu ico escolhido a pa i da
condu a mul ip o issional pa a melho a ende e a a essas c ianças.
Conclui-se que o p oje o p opo cionou um olha c í ico pa a que a
cons ução do PTS osse e e i ada e dessa o ma oi cons uído com a i idades
p opos a e in e enções a cu o, médio e longo p azo.
100
REFERÊNCIAS
ASSUMPÇÃO, F ancisco; KUCZYNSKI, E eline. T a ado de Psiquia ia da /In ância e
da Adolescência – 2°. Edição, A heneu, 2012.
BRASIL. P oje o Te apêu ico Singula . Humaniza SUS. B asília: Minis é io da Saúde, 2015.
SERRANO, A.I.; MENEZES, M.; SILVEIRA, P.A.F.; VIEIRA, G.M.; LOPES, S.M.B.; e al.
T ans o nos hipe ciné icos e dé ici de a enção - P o ocolo clínico. 2015.
101
EDUCAÇÃO EM SAÚDE NA ATENÇÃO
PRIMARIA: AÇÕES REALIZADAS EM UMA
UNIDADE DE SAÚDE DA FAMÍLIA
Maya a Gab iela de Mi anda Qui ino
Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: [email p o ec ed]
Naya a Texei a do Nascimen o
Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: [email p o ec ed]
Thayna Ma ia Almeida Sil a
Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: [email p o ec ed]
Yanka La yssa Vicen e do Nascimen o
Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: [email p o ec ed]
Ca la B az E angelis a
Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: [email p o ec ed]
RESUMO
A educação em saúde, u ilizada em di e sas ins i uições de saúde, incluindo a a enção básica con ibui
pa a p e enção de ag a os e a p omoção de saúde da população. Assim, o es udo e e o obje i o de
ela a o planejamen o e a implemen ação de a i idades de educação em saúde, em uma unidade de
saúde. T a a-se de um ela o de expe iência ealizado du an e i encia de discen es em uma Unidade
de Saúde da Família localizada no município de João Pessoa-PB, no pe íodo de ab il a maio de 2018.
Inicialmen e as necessidades que exis iam en e os usuá ios da unidade o am a aliadas e pe cebeu-
se que exis iam á ios casos de conjun i i e; e i icou-se a al a de in o mação sob e a acinação do
adul o, inclusi e da impo ância de possui o ca ão e gua dá-lo. Além disso, iden i icamos um g upo
de idosas, no qual pode iam se ealizadas a i idades in o ma i as sob e saúde e que es imulassem as
idosas pa icipan es. Desse modo o am planejadas as seguin es a i idades: explicação, demons ação
da la agem das mãos e a pa icipação dos usuá ios e idosas com a u ilização c ia i a da in a guache
e apa olho; elabo ação de um ca az com as acinas p econizadas pa a o adul o e o idoso, incluindo
doses e discussão ace ca da impo ância da acinação; ealização do bingo da saúde com as idosas do
g upo da e apia comuni á ia; e um chá da a de com comidas saudá eis e o ien ação sob e hábi os
alimen a es. Todas as a i idades o am execu adas du an e a ealização do es ágio na unidade. O
planejamen o das a i idades de educação em saúde e a sua implemen ação busca am con ibui de
o ma di e a pa a a comunidade e pa a o ap endizado do discen e, se indo de opo unidade pa a que

102
o u u o p o issional e li a sob e suas pos u as, a i udes e abo dagens que possam colabo a pa a a
p omoção e p e enção da saúde.
Pala as-cha e: Educação em saúde, A enção básica, Planejamen o, En e magem, Saúde.
INTRODUÇÃO
A educação em saúde é cons i uída po um amplo conjun o de sabe es e ações
ol adas pa a p omoção da saúde e a p e enção de doenças. Re e e-se a um mé odo a a és
do qual o conhecimen o cien i icamen e elabo ado e dialogado po p o issionais de saúde,
a inge o co idiano das pessoas, con ibuindo pa a ealização de hábi os e condu as saudá eis
(SOUZA e al., 2013).
A educação em saúde é um dos p incipais elemen os pa a a p omoção da saúde,
e exige o en ol imen o, comp omisso e solida iedade, isando semp e às necessidades
da população, o es ilo de ida, as c enças e alo es, man endo o comp omisso de oca
expe iências e as i encias (SOUZA e al., 2013). En e an o, não de e se isualizada apenas
como a i idade p á ica que se eme e a p opaga in o mações em saúde, uma ez que necessi a
de ecu sos educacionais e ambien ais pa a alcança ações que con ibuam com a saúde da
população (SALCI e al., 2013).
Ressal a-se que as ações de educação básica podem se ealizadas em qualque
ambien e, e p incipalmen e na a enção p imá ia, po se um local de p omoção da saúde e
p e enção de doenças. A sua p óp ia disposição com um local pa a sala de espe a auxilia no
desen ol imen o de a i idades de educação em saúde e pe mi e que o usuá io, du an e o
empo que agua da o a endimen o, possa se ap op ia de conhecimen os sob e saúde, discu i
ques ões de saúde e sana suas dú idas.
Dian e dessas conside ações, discen es pe cebe am a necessidade de ealiza
a i idades de educação em saúde pa a con ibui com a p omoção da saúde e p e enção de
doenças u ilizando-se não apenas do diálogo, mas ensinando, con e sando e obse ando a
ealização das ações po pa e da comunidade, o que pe mi iu a cons ução do abalho que
e e o obje i o de ela a o planejamen o e a implemen ação de a i idades de educação em
saúde, em uma unidade de saúde.
103
METODOLOGIA
T a a-se de um ela o de expe iência ealizado em uma Unidade de Saúde da
Família, localizada no município de João Pessoa- PB.
Cump e assinala que o ela o se deu a pa i da expe iência das discen es
que es agia am na unidade du an e o desen ol imen o do componen e cu icula Es ágio
Supe isionado I, no u no da a de, no pe íodo de ab il a maio de 2018.
Pa a o desen ol imen o das a i idades planejadas o am u ilizados os seguin es
ma e iais: ca olina, cola, cane as colo idas, papel o icio, in a guache, másca as apa olho,
ca ão de acina do adul o, bingo da saúde e b indes.
RELATO DE EXPERIÊNCIA
Ao chega na unidade os p o issionais o am ap esen ados, assim como sua
es u u a ísica da unidade e usuá ios. Com o passa dos dias oi possí el pe cebe a di iculdade
dos p o issionais em in e agi com os es agiá ios, deixa que p ocedimen os de en e magem
ossem ealizados e pe mi i a pa icipação dos discen es nas consul as. Dian e disso, os
es agiá ios se euni am com a p ecep o a pa a pensa em que es a égias e ações que pudesse
se ealizadas na unidade, sem comp ome e o ap endizado e ap o ei a o pe íodo de es ágio
de manei a mais p odu i a, azendo bene ícios pa a os usuá ios.
Em conjun o com a p o esso a, obse ando a comunidade e em con e sa com a
di e o a do se iço pensou-se em ações de educação em saúde que pudessem se implemen adas
na unidade isando à p omoção de saúde e p e enção de ag a os. Tendo em is a o su o de
conjun i i e na egião conside ou-se pe inen e abo da a emá ica de higienização das mãos,
que é uma o ma de p e enção de á ias doenças, incluindo a conjun i i e. A a i idade oi
ealizada na sala de espe a e com o g upo de idosas que unciona na p óp ia unidade, de
o ma lúdica e buscando a pa icipação dos usuá ios de o ma a i a, con ibuindo pa a uma
melho oca de in o mações.
Explicou-se a impo ância, e demos ou-se o passo a passo com imagens ilus a i as
e a p á ica da la agem das mãos de o ma adequada. Em seguida os usuá ios ealiza am a
la agem das mãos com u ilização de in a guache, epe indo os passos da la agem das mãos
104
com enda nos olhos. Após o é mino, eles i a am a enda e isualiza am a á ea que oi
higienizada com in a e a á eas que deixa am de la a , que encon a a-se sem in a.
Ou a a i idade ealizada oi sob e acinas, com o obje i o de demons a a
impo ância da imunização em adul os e idosos, uma ez que se pe cebeu que exis e o
desconhecimen o da impo ância da acinação, além da g ande pe da de ca ões de acina.
Mui as ezes os usuá ios só se p eocupa am com o ca ão e acinação das c ianças e das
ges an es. Nes e e en o, abo dou-se cada acina do calendá io de adul o e do idoso e as
espec i as doenças que cada uma p e enia, escla ecendo dú idas, esquemas e doses e semp e
isando a impo ância de p ocu a em a unidade pa a ealiza em a imunização.
Pa a inaliza nossas a i idades na unidade, ealizamos um bingo da saúde com
os idosos, que consis iu em uma a i idade ec ea i a e educa i a, na qual con e samos sob e
hábi os alimen a es saudá eis, em seguida demos con inuidade com a ealização do bingo,
com pe gun as sob e hábi os saudá eis e a higiene das mãos. E em o ma de ag adecimen o
e despedida da unidade izemos um chá da a de com alimen os saudá eis, o qual oi bem
ecebido pelo g upo e pela e apeu a.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Com as ações ealizadas os usuá ios pude am e o ien ações sob e as doenças
que es a am acome endo a comunidade, assim como sob e a impo ância das acinas, sendo
as a i idades de educação em saúde p omo o as de conhecimen os sob e saúde e auxiliando
na p omoção e p e enção de doenças.
A execução do bingo da saúde, além de p omo e a ec eação do g upo de
idosas, pe mi iu que ques ões ace ca de hábi os alimen a es e higiênicos ossem discu idos,
con ibuindo pa a a saúde e pa a o desen ol imen o cogni i o.
A expe iência oi en iquecedo a, uma ez que as es agia ias epensa am
sob e as p á icas ealizadas nos ambien es de saúde, inclusi e em como acolhe o ou o.
Enquan o u u os p o issionais pode ão ealiza ações educa i as e c ia i as que pe mi am o
conhecimen o sob e saúde, a p omoção e a p e enção de ag a os.
105
REFERÊNCIAS
SALCI, Ma ia Apa ecida e al. Educação em saúde e suas pe spec i as eó icas: algumas
e lexões. Tex o Con ex o En e m, . 22, n. 1, p. 224-230, 2013. Disponí el em: <h p://
www.scielo.b /pd / ce/ 22n1/p _27>. Acesso em: 25 de ab il de 2018.
SOUZA, Ilania Vanina Beze a e .al. Educação em saúde e en e magem: e isão in eg a i a
da li e a u a. Re . Ciênc. Saúde No a Espe ança, . 11, n. 1, p. 112-121, 2013. Disponí el em:
<h p://www. acene.com.b /wpcon en /uploads/2010/11/Educa%E2%94%9C%C2%BA%
E2%94%9C%C3%BAo-em-sa%E2%94%9C%E2%95%91de-e-en e magem.pd >. Acesso em:
25 de ab il de 2018.
112
saúde da mulhe e o alecendo a elação de con iança en e p o issionais e usuá ias a endidas
pelo se iço.
Desc i o es: En e magem, Desen ol imen o sus en á el, Exame colpoci ológico.
INTRODUÇÃO
Desen ol imen o sus en á el (DS) é comp eendido pela Comissão Mundial como
aquele que em a capacidade de sup i as necessidades do se iço, man endo a economia
e sem comp ome e as ge ações u u as. Pa a se ob e um DS é necessá io a pa icipação
das pessoas pa a que soluções sus en á eis sejam implemen adas no co idiano (FREIRE;
MOREIRA, 2016).
Pa a os au o es Oli ei a e al. (2015) a sus en abilidade pode se de inida como
o ma de ampa o ou de mediação no âmbi o o ganizacional e comuni á io pa a alcança os
esul ados de saúde almejados. O desen ol imen o da sus en abilidade melho a a qualidade
dos se iços de saúde, e uma ins i uição que se p eocupa com a saúde já pensa em a i udes
sus en á eis, p ocu ando in es i na educação pe manen e dos uncioná ios e o ien ando
pa a que haja mudanças nos hábi os que não p io izam o meio ambien e.
Como líde es, os en e mei os podem aze algo pa a que haja ans o mação das
ins i uições de saúde, p omo endo boas p á icas e in e agindo com a equipe, bem como com
os pacien es, pa a que se enha um ambien e sus en á el. Embo a essas p á icas es ejam
ol adas à adminis ação da Unidade, odos podem colabo a a a és de ges os e a i udes que
agam melho ias pa a o se iço (FURUKAWA e al., 2017).
O exame colpoci ológico é ido como ins umen o mais adequado, p á ico e
menos one oso pa a o as eamen o do cânce de colo de ú e o, pois possibili a a descobe a
de lesões p é-neoplásicas e da doença em seus es ágios iniciais. (NETO; FIGUEIREDO;
SIQUEIRA, 2008). O espaço ísico pa a ealização de al p ocedimen o de e se equipado po
mesa ginecológica, escada de dois deg aus, mesa auxiliado a, oco de luz com cabo lexí el,
biombo ou local ese ado pa a oca de oupa e ces o de lixo (BRASIL, 2013). No en an o, oi
obse ado que a sala de exame da UBS Lou i al Gou eia não dispunha de um biombo pa a
p ese ação da p i acidade du an e o p ocedimen o

113
Nessa pe spec i a, com base na obse ação da ealidade, buscou-se p omo e , de
o ma sus en á el, uma solução pa a a p oblemá ica iden i icada. Com isso, o es udo obje i a
desc e e a con ecção de um biombo u ilizando como ma é ia p incipal pedaços de cano de
PVC e e alhos de lona.
METODOLOGIA
T a a-se de um ela o de expe iência i enciado po acadêmicos do cu so de
bacha elado em En e magem du an e o es ágio supe isionado cu icula , desen ol ido na
UBS Lou i al Gou eia, localizada no Município de João Pessoa, no pe íodo de 20 ( in e) dias,
e supe isionado pela P o ª Ms. Ana Eloísa C uz de Oli ei a.
En e os obje i os do es ágio, p ecisa íamos desen ol e um P oje o com a
ca ac e ís ica p incipal de se um obje o que p omo esse um ambien e sus en á el, e que
ouxesse bene ícios pa a a UBS Lou i al Gou eia e aqueles que são a endidos pelo se iço.
Pa a Fuji a e al. (2016), o a co de Mague ez undamen a-se pela educação
p oblema izado a e unda-se na c ia i idade es imulando a e lexão e a ação sob e a ealidade,
compos o po cinco e apas, ais como a obse ação da ealidade, pon os cha es, eo ização,
hipó eses de solução e aplicação da ealidade.
Seguindo ais e apas, oi possí el de ec a a necessidade de um biombo no se iço,
e assim, desen ol e a sua cons ução. O mesmo oi con eccionado de manei a sus en á el,
u ilizando um o al de seis me os de cano PVC 20 mm segmen ados, e alhos de lona de 150
x 60 cm, cola pa a Cano PVC, ab açadei as de nylon e in a sp ay.
RELATO DE EXPERIÊNCIA
A UBS Lou i al Gou eia possui uma equipe mul ip o issional, compos a po
médicos, en e mei os, den is a, assis en e social e écnicas de en e magem, e dispõe de
a endimen os e p ocedimen os po demanda espon ânea, en e eles, a cole a do exame
colpoci ológico.
Du an e o econhecimen o da es u u a ísica da UBS, oi pe cebido que na sala
de cole a do exame colpoci ológico, possuía uma janela que pe mi ia a isibilidade do in e io
114
da sala e que a mesma não possuía um biombo, ins umen o impo an e pa a conse a a
p i acidade das usuá ias no momen o do p ocedimen o.
Com o obje i o da Sus en abilidade no P oje o, o biombo oi cons uído com
ma e iais eciclá eis, con endo em sua ma é ia p incipal canos de PVC e lona de banne . A
impo ância do uso do PVC como obje o p incipal do P oje o de Sus en abilidade se de e ao
a o de se um obje o e sá il e que subs i ui a u ilização de me ais pesados como alumínio,
cob e, e ma e iais de i ados do pe óleo como a bo acha. Segundo o Cade no de Diagnós ico
de Resíduos Sólidos U banos o consumo apa en e do PVC (Policlo e o de Vinila) no B asil em
2007 oi de 804,4 mil oneladas (BRASIL, 2012).
O pe íodo de es ágio, além da cons ução, possibili ou ainda a u ilização do
biombo. Foi pe cep í el a sa is ação das usuá ias, bem como a dos p o issionais do se iço,
quan o aos bene ícios azidos pelo p oje o, uma ez que, no momen o da cole a, as pacien es
se mos a am mais con o á eis e segu as de ido à p ese ação de sua in imidade.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A cons ução do biombo oi de suma impo ância pa a a Unidade de Saúde e as
usuá ias do se iço, uma ez que sua u ilização busca ga an i a p i acidade no momen o do
exame colpoci ológico, e o çando a elação de con iança do p o issional com a mulhe que
es á sendo a endida e auxiliando na cons ução de ínculos com a mesma, algo p imo dial na
assis ência à saúde desen ol ida na A enção Básica.
Além de sup i as necessidades que o am encon adas na UBS, a cons ução
do biombo oi ealizada de o ma sus en á el, u ilizando ma e iais que são eciclá eis e
demo a ão a chega à des inação inal, que são os a e os sani á ios e os lixões, diminuindo
assim os p ejuízos ao meio ambien e e as ge ações u u as.
REFERÊNCIAS
Minis é io da Saúde. Sec e a ia de A enção à Saúde. Depa amen o de A eção Básica.
Con ole dos cânce es do colo do ú e o e mama. B asília, 2013. 2 edição. Cade nos
115
de a enção básica, nº 13. Disponí el em: <h p://189.28.128.100/dab/docs/po aldab/
publicacoes/cab13.pd >. Acesso em: 28 de ab il de 2018.
BRASIL. Minis é io do Meio Ambien e. Polí ica Nacional de Resíduos Sólidos. Plano
Nacional de Resíduos Sólidos. B asília, 2012. Disponí el em: <h p://www.sini .go .b /
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15 c779a3657>. Acesso em: 25/04/2018.
FREIRE, A. E.; MOREIRA, C. R. M. P ospecção cien í ica sob e esíduos de saúde na
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.2, n.1, p. 7-22, 2016. Disponí el em: <h ps://pe iodicos.u ca.edu.b /ojs/index.php/
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FUJITA, J. A. L. M. e al. Uso da me odologia da p oblema izacão com o A co de Mague ez no ensino
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Acesso em: 29 de ab il de 2018.
FURUKAWA, P. D. O. e al. Ca ac e ís icas dos p o issionais de en e magem e a p á ica de ações
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[S.L], p. 25-29, jan. 2017. Disponí el em: <h p://www.scielo.b /pd / lae/ 25/p _0104-
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NETO, J.F.R. FIGUEIREDO, M.F.S. SIQUEIRA L.G. Exame ci opa ológico do colo do ú e o:
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OLIVEIRA, A. R. S.; POTVIN, L.; MEDINA, G. M. Sus en abilidade de in e enções em
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01/04/2018.
116
SAÚDE DO TRABALHADOR: ANÁLISE
DE NOTIFICAÇÕES DE AGRAVOS AO
TRABALHADOR BRASILEIRO
Valé ia de Sousa Al es Lucena
G aduanda do Cu so de Bacha elado em En e magem. Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ).
Ube lândia Islândia Ba bosa Dan as de Meneses
O ien ado a. P o esso a do Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ).
Mes a em En e magem pela Uni e sidade Fede al da Pa aíba (UFPB).
RESUMO
Obje i o Es udo abo dando o ema de como es á a saúde do abalhado no b asil e os
p incipais ag a os acome idos. Mé odo: Pesquisa de ca á e quan i a i a e desc i i a que
en ol eu cole a e ap esen ação de conjun os dos dados de acome imen o do adoecimen o
em saúde do abalhado dando ên ase na SB em um âmbi o nacional A amos a oi cole ada
a a és dos esul ados das in o mações do Sis ema de In o mação de Ag a os de No i icação-
SINAN , endo sua sé ie his ó ica cons uída en e os anos de 2014 a 2016Resul ados: o am
no i icados 454.208 casos, dis ibuídos com a seguin e elação de núme os absolu os e
de incidência espec i amen e: aciden es com ma e ial biológico com 160.163 ou 35%;
in oxicação exógena com 142.056 ou 31%; aciden es g a es com 116.320 ou 25%; LER/DORT
com 26.487 ou 5% saúde men al elacionada ao abalho com 3.399 ou 0,7%, pe da audi i a
elacionada ao abaho com 2.980 ou 0,6%; de ma oses com 2.107 ou 0,5%; pneumocomiose
com 761 ou 0,2%; cânce ealcionado ao abalho com 604 ou 0,1%. Conclusão:
E idenciou a saúde do abalhado em âmbi o nacional e a impo ância das no i icações
compulsó ias.
Pala as-cha e: Saúde do T abalhado , Ag a o, SINAN.
117
INTRODUÇÃO
O abalho é a a i idade sob e o qual o se humano emp ega a sua o ça pa a
p oduzi os meios pa a o seu sus en o, independen e de sua es u u a social em que es á
inse ido, ap op iando de ecu sos da na u eza pa a as necessidades humana (MARX, 1983).
A saúde do abalhado es á associada às elações en e o abalho, o p ocesso
saúde/doença e si uações de isco, de aciden es e de o mas de adoecimen o, segundo as
condições de gêne o que é o “agen e de isco” e como a ua como di e a e indi e amen e no
co po do indi iduo.
Em Maio de 1943 o en ão p esiden e da República sanciona a Consolidação das
Leis do T abalho (CLT) pelo Dec e o-Lei nº 5.452/43, que uni ica e o maliza oda legislação
abalhis a exis en e no B asil, a im de ga an i , p o ege e assegu a ao abalhado ca ei a
de abalho, jo nada de abalho e pe íodo de é ias, p o eção do abalho da mulhe , con a os
indi iduais, higiene e segu ança, jus iça e iscalização do abalho (BRASIL, 1943).
A Po a ia MS 104/2011, de ine a elação de doenças e ag a os em Saúde Pública
de No i icação compulsó ia, sendo suas a iá eis de es udo: Aciden e g a e elacionado
ao abalho, Aciden e de abalho g a e com exposição a ma e ial biológico, De ma ose
ocupacional, Lesão po es o ço epe i i o/ Doença os eomuscula , Pe da audi i a induzida
po uído, Pneumoconiose, T ans o no men al elacionado ao abalho, Cânce elacionado
ao abalho, in oxicação exógena(BRASIL,2004; BRASIL 2011).
OBJETIVO GERAL
Analisa o pe il dos ag a os elacionados ao abalho no i icados no SINAN no
B asil nos anos de 2014 a 2016.
METODOLOGIA
Es udo de abo dagem quan i a i a e desc i i a que en ol eu cole a e ap esen ação
de conjun os dos dados de acome imen o do adoecimen o em saúde do abalhado em um

118
âmbi o nacional en e os anos de 2014 a 2016l, sem dis inção de sexo, idade, p o issão e
ca ei a., sendo esul ados das in o mações do Sis ema de In o mação de Ag a os de
No i icação- SINAN, disponí el ao domínio público a a és do P og ama In eg ado em
Saúde Ambien al e do T abalhado - SIPAT,
RESULTADOS
O g á ico 1 mos a as no i icações de odos os abalhado es em ge al, sem dis inção
de p o issão ou ca ei a, in o mações do Sis ema de In o mação de Ag a os de No i icação-
SINAN, po dados secundá ios, de acesso público e sem nenhum ipo iden i icação do sujei o.
G á ico 1: No i icações de Ag a os a abalhado es no B asil nos anos de 2014 a 2016.
Fon e: p odução au o al.
Legenda: Tnac: To al Nacional; Acg a : Aciden es g a es; De m: De ma ose; PAIR: Pe da
audi i a causada po uído no abalho; Pnemn: Pneumocomiose; CAL: Cânce elacionado
ao abalho; Iexog: In oxicação Exógena; Acbio: Aciden es com Ma e ial Biológico;LER/
DOR: Lesão es o ço epe i i o elacionado ao abalho/ Doenças os eomuscula ;Smen :
Saúde Men al.
No B asil nos anos de 2014 a 2016 o am no i icados 454.208 casos, dis ibuídos
com a seguin e elação de núme os absolu os e de incidência espec i amen e: Em p imei o
119
luga es á aciden es com ma e ial biológico com 160.163 ou 35%; em segundo luga icou
in oxicação exógena com 142.056 ou 31%; em e cei o luga oi aciden es g a es com 116.320
ou 25%; em qua o luga oi LER/DORT com 26.487 ou 5% ; o quin o luga icou saúde
men al elacionada ao abalho com 3.399 ou 0,7%, o sex o luga icou com pe da audi i a
elacionada ao abaho com 2.980 ou 0,6%; em sé imo luga icou de ma oses com 2.107 ou
0,5%; em oi a o luga es á pneumocomiose com 761 ou 0,2% e em nona e úl imo luga es á
cânce ealcionado ao abalho com 604 ou 0,1%.
BRITO (2014) a i ma que segundo dados do Ins i u o Nacional da Segu o Social
(INSS) êm demons ado que os T ans o nos Men ais Relacionados ao T abalho (TMRT)
em assumido o e cei o luga em concessão de bene ícios aciden á ios nos úl imos anos
no B asil, pe dendo apenas pa a os aciden es e doenças os eomuscula es, po ém segundo
as no i icações compulsó ias do SINAN, os ag a os elacionados aos T ans o nos men ais
elacionados ao abalho ocupam o quin o luga den o do con ex o nacional.
Os sis emas de in o mações em saúde do país con inuam a demanda melho es
egis os, an o na cobe u a como na qualidade dos dados, ha endo um núme o conside ado
de dados em b anco ou igno ado, ainda que o SINAN seja a melho on e pa a a análise de
dados epidemiológicos, sabe-se que p oblemas do sis ema impossibili am um diagnós ico
si uacional da Vigilância em Saúde do T abalhado sob e bases mais p o undas e acu adas.
CAVALCANTE e al, (2014).
CONSIDERAÇÕES FINAIS
O abalhado em como um di ei o social, que o emp egado lhe p opo cione
ob iga o iamen e condições pa a que o abalho possa se exe cido de o ma segu a e o
emp egado o em a ob igação de exigi que o emp egado aça uso de seus equipamen os de
p o eção sendo de ex ema impo ância que ao se acome ido po qualque ag a o labo al,
independen e de g a idade ou ínculo emp ega ício, seja no i icado e odo p o issional de
saúde es á ap o ao p eenchimen o da icha de no i icação compulsó ia, como es abelece o
p o ocolo do MS.
Também de e da en e magem ealiza ações que a o eçam a saúde do
abalhado , independen e de se em especialis as na á ea, conhecendo os a o es de isco,
buscando semp e as a ualizações das no mas e leis que egulamen am a segu ança do abalho.
120
REFERÊNCIAS
BRITO.C.O T ans o nos men ais elacionados ao abalho no b asil no pe íodo de 2006 a
2012. Uni e sidade Es adual de Fei a de San ana. Fei a de San ana BA. 2014. Disponí el
em: h p:// ede2.ue s.b :8080/bi s eam/ ede/95/2/Disse a%C3%A7%C3%A3o%20
comple a%20Wo d%20co .pd . Acesso em 22/04/2018.
BRASIL. DECRETO-LEI Nº 5.452, DE 1º de Maio de 1943. Disponí el em: h p://www2.
cama a.leg.b /legin/ ed/declei/1940-1949/dec e o-lei-5452-1-maio-1943-415500-publicacaoo iginal-
1-pe.h ml. Acesso em 07/10/2017.
BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Po a ia GM/MS n° 777 /2004. Dispõe sob e
p ocedimen os écnicos pa a no i icação compulsó ia de ag a os a saúde do abalhado .
Disponí el em: h p://www.saude.am.go .b /ce es /docs/Po _2004_777.pd . Acesso em
13/04/2018
BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE , Po a ia n° 1339 de no emb o de 1999. Disponí el em:
h p://b sms.saude.go .b /b s/saudelegis/gm/1999/p 1339_18_11_1999.h ml. Acesso em
25/09/2017.
CAVALCANTE C. A. A; SANTOS R.S; CAVALCANTE E. F. O; MARTINS R. L. Pe il dos
ag a os elacionados ao abalho no i icados no Rio G ande do No e, 2007 a 2009.
Epidemiol. Se . Saúde .23 n.4 B asília dez. 2014. Disponí el em: h p://scielo.iec.go .b /
scielo.php?sc ip =sci_a ex &pid=S1679-49742014000400016. Acesso em: 09/04/2018.
121
CANTINHO DA CRIANÇA:
ESPAÇO DE ACOLHIMENTO INFANTIL NO
ÂMBITO DA ATENÇÃO BÁSICA
Ad iana Fa ias da Sil a
Discen e de en e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: [email p o ec ed]
And éa Mo ei a dos San os
Discen e de en e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: [email p o ec ed]
Julyeanne Souza dos San os
Discen e de en e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: [email p o ec ed]
Ma ia Ri a Cha es Pe ei aNunes
Discen e de en e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: [email p o ec ed]
Sindia Sil a Pe ei a
Discen e de en e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: [email p o ec ed]
Ana Eloísa C uz de Oli ei a
Docen e de en e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: [email p o ec ed]
RESUMO
O acolhimen o subsidia a ge ação de e lexões e mudanças na o ganização dos se iços, como
ambém na quali icação e no es ei amen o do ínculo en e usuá ios e p o issionais de saúde.
Nessa pe spec i a, o es udo obje i a ap esen a a cons ução e implan ação do Can inho da
c iança, um espaço de acolhimen o in an il no âmbi o da A enção Básica. T a a-se de um ela o
de expe iência que ap esen a a i ência de acadêmicas de en e magem na cons ução de um
p oje o sus en á el na Unidade de Saúde da Família In eg ada San a Cla a, em João Pessoa.
Du an e o pe íodo do es ágio, oi possí el obse a a ealidade p esen e no se iço, iden i ica
a necessidade de um melho acolhimen o do público in an il, e assim, in e i po meio da
cons ução de um local de acolhimen o ap op iado pa a as c ianças. O mesmo oi elabo ado
de o ma sus en á el, com ma e iais e b inquedos eciclá eis doados e con eccionados pelas
discen es idealizado as do p oje o. A p á ica do p oje o sus en á el oi imensu á el. Foi
possí el o imiza o acolhimen o in an il na A enção Básica, e ainda es imula a e lexão sob e
a p ese ação do meio ambien e.
Desc i o es: A enção p imá ia à saúde, Acolhimen o, Desen ol imen o sus en á el.
128
pe u oco an es.Dessa manei a oi possí el obse a no deco e do es ágio supe isionado
II, a al a de cuidadosde alguns p o issionais e a impo ância que da am a es es obje os que
ap esen am al os iscos de con aminação. Ac edi a-se que os mesmos são conscien es dos
iscos que so em, po ém agem de manei a incoe en e e negligenciam conhecimen os ou o a
ap eendidos nas escolas de saúde e aculdade.
O obje i o do p oje o de in e enção oi Conscien iza os p o issionais de
en e magem que abalham em uma Unidade de P on o a endimen o de João Pessoa – UPA
dos iscos de aciden es com ma e iais pe u oco an es.
METODOLOGIA
T a a-se de um ela o de expe iência sob e uma in e enção educa i a com os
p o issionais de uma Unidade de P on o A endimen o-UPA, sob e a p e enção de aciden es
com ma e iais pe u oco an es. As a i idades oco e am en e os dias 09 e 13 domês de
ma ço de 2018. A in e enção comp eendeu em ciclos de pales as com os p o issionais de
en e magem. A in e enção oi baseada na o ina dos p o issionais de en e magem da UPA
e oi desen ol ida a a és da exposição de um banne , explanação o al, en ega de pan le os
ilus a i os e mon agem de uma caixa de desca e de ma e ial pe u oco an es.
Fo am seguidos os seguin es passos me odológicos: Iden i icação do p oblema
- oi obse ada a o ina de abalho dos p o issionais; Plano de In e enção – açada uma
es a égia de abo dagem que chamasse a a enção dos pa icipan es com in o mações cla as
e obje i as; Resul ados espe ados – a ap eensão do conhecimen os median e ap esen ação
de in o mações sucin as e obje i as; Recu sos u ilizados - banne , explanação o al, en ega
de pan le os ilus a i os e mon agem de uma caixa de desca e de ma e ial pe u oco an es;
A aliação da in e enção – pau ada na eqüência, pa icipação, in e esse e decla ação
e bal de sa is ação dos p o issionais. A me a e a a ingi o maio quan i a i o possí el dos
p o issionais que a uam no se iço de a endimen o de u gência e eme gência.

129
RELATO DE EXPERIÊNCIA
O plano de in e enção oi ealizado em dois dias consecu i os isando a ende
o maio núme o de p o issionais de en e magem. Fo am u ilizados banne s, exposição
o al e pan le os ilus a i os como e amen as pedagógicas pa a acili a a ansmissão das
in o mações. Também oi u ilizada uma caixa de desca e de ma e iais pe u oco an es, a
mon agem oi ealizada com os p o issionais en ol idos na pales a pa a di imi dú idas;
udo ealizado em um empo máximo de 10 minu os.
Fo am abo dados 63 p o issionais de en e magem na unidade, onde 33% (21
p o issionais de en e magem) conco da am em pa icipa da pales a e 67% (42 p o issionais
de en e magem) se nega am a pa icipa alegando que não inham empo ou al a de in e esse
pa icula pelo ema.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Median e nossa i ência na Unidade de P on o A endimen o – UPA, no es ágio
supe isionado II, iden i icamos a necessidade de in e i e con ibui com o se iço pa a
a p e enção desses possí eis iscos ocupacionais na unidade de saúde, ac edi ando que a
p e enção é, e semp e se á, à medida mais signi ica i a pa a minimiza aciden es ocupacionais.
O p oje o de in e enção mos ou-se uma e amen a mui o posi i a pa a
a educação con inuada dos p o issionais de en e magem des e se iço. P opo cionou o
conhecimen o de ácil acesso, obedecendo a RDC Nº 306, de 7 de dezemb o de 2004 e a
NR-32, sendo ansmi ida as no ma izações igen es de o ma cla a e obje i a; pe mi iu
ao p o issional de en e magem pe cebe que cuidados simples no desen ol imen o de suas
a i idades labo ais podem e i a a oco ência de aciden es g a es que podem incapaci á-los
pa a o es o da ida.
Ações in e encionis as de cu a du ação como pales as, minicu sos, cu sos de
capaci ação e ape eiçoamen o p o issional con inuado, ainda é a melho e amen a pa a a
edução dos aciden es ocupacionais.
130
REFERÊNCIAS
BRASIL, 2004. Agência Nacional de Vigilância Sani á ia. Resolução RDC nº 306. Disponí el
em: <h p://www. ioc uz.b /biossegu anca/Bis/lab_ i ual/desca e- esiduos-g upo-e.
h m>. Acesso em: 03/03/2018.
CORREIA, C.M.A. e al. Fa o es p edisponen es e medidas p e en i as aos aciden es com
ma e iais pe u oco an es: e isão in eg a i a. Re . En e m. UFPE. Vol. 8, n. 3, pp.
726-34, 2014. Disponí el em: <h p://www. e is a.u pe.b / e is aen e magem/index.php/
e is a/a icle/download/50 51/8711>. Acesso em: 20 ab 2018.
SOUZA, A. M.; MONTE A. C.; PIRES L. M.; BRASILEIRO, M. E. P o ocolo pa a p e enção de
aciden es de abalho em saúde pública. Re is a Ele ônica de En e magem do Cen o
de Es udos de En e magem e Nu ição [se ial on-line] 2012 jan-jul Vol. 1 nº1, pág.
1-16. Disponí el em: h p://www.cpgls.pucgoias.edu.b /7mos a/A igos/SAUDE%20E%20
BIOLOGICAS/P o ocolo%20pa a%20P e en%C3%A7%C3%A3o%20de%20Aciden es%20
de%20T abalho%20em%20Sa%C3%BAde%20P%C3%BAblica.pd . Acesso em: 03/03/2018
131
OFICINAS TERAPÊUTICAS COM
CRIANÇAS MENORES DE 10 ANOS NO
CENTRO DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL
INFANTOJUVENIL-CAPSI-CIRANDAR
Raiane Agos inho de Oli ei a
Discen es do cu so de en e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: [email p o ec ed]
Taynah B i o Al es
E-mail: [email p o ec ed]
Juliana Nób ega Dis e ano
Psicóloga do Cen o de A enção Psicossocial In an oju enil-CAPSi-CIRANDAR. E-mail: [email p o ec ed]
Luciane Fe ei a Vide es
O icinei a do Cen o de A enção Psicossocial In an oju enil-CAPSi-CIRANDAR. E-mail: [email p o ec ed]
Elizane e de Magalhães Melo
Docen e do cu so de en e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: [email p o ec ed]
RESUMO
In odução: As o icinas e apêu icas são u ilizadas como uma e amen a pa a aguça a
c ia i idade, desinibição e o mação da pe sonalidade. Com elas, buscamos a einse ção do
usuá io na sociedade, a im de que os mesmos assegu em seus di ei os e de e es. Obje i o:
Desc e e a expe iências de acadêmicos de en e magem ao obse a em a i idades ealizadas
nas o icinas e apêu icas com c ianças meno es de 10 anos. Me odologia: T a a-se de
um ela o de expe iência, ealizado po acadêmicos de En e magem, du an e es ágio
supe isionado I, em um Cen o de A enção Psicossocial In an oju enil, localizado no
município de João Pessoa, no mês de ab il de 2018. U ilizou-se como ecu sos me odológicos
pa a ealização da a i idade: dinâmica, pin u as, p oblema ização sob e o co idiano e
seus sen imen os. Resul ados e discussões: Pa a aguça a c ia i idade e a o mação de
pe sonalidade das c ianças, oi ealizada uma dinâmica. Com o g upo dispos o em cí culo,
o am ei as pe gun as sob e o co idiano de cada uma e, em seguida, oi solici ado que
desenhassem uma “ca inha” elacionada ao sen indo indi idual daquele momen o. Po im,
oi exp essado e balmen e po elas o po quê daquele sen imen o. Logo depois oi colado
um aquá io ei o de papel na pa ede, explicado que a a i idade se ia ealizada pa a que eles
pudessem se dis ai e ap ende . Recebe am olhas pa a desenha e uns desenhos pa a que
132
iden i icassem qual es a a no papel e pin assem com as co es que mais gos assem ou que
ossem pa ecidas com as co es eais da igu a. Em seguida, as c ianças o am chamadas a
se ap oxima do aquá io e cola as igu as ei as e pin adas po elas. As c ianças que inham
acilidades cump i am odos os comandos e, ainda demons a am solida iedade, ajudando
as que inham di iculdades. Conside ações inais: Foi possí el pe cebe a sa is ação e a
in e ação das c ianças po pa icipa do g upo e das a i idades ealizadas. Ainda, obse ou
se que a b incadei a possibili a que a c iança esqueça daquilo que a az so e . A a i idade
cole i a oi essencial pa a a p omoção da saúde ísica e men al da c iança, con ibuindo
com o seu desen ol imen o indi idual e na in e ação cole i a. Pa a nós acadêmicas, oi uma
expe iência en iquecedo a, an o pa a a ida p o issional como pa a a ida pessoal.
Desc i o es: Saúde Men al. O icina Te apêu ica. In an oju enil.
INTRODUÇÃO
O p esen e abalho ela a a expe iência de acadêmicas de en e magem, na
pa icipação em o icinas e apêu icas, ol ada pa a c ianças meno es de 10 anos, no CAPSi-
CIRANDAR, como o ma de colabo a e en ende oda a dinâmica dessas o icinas.
O CAPSi-CIRANDAR é um luga de e e ência pa a acolhe c ianças e adolescen e
com ans o nos men ais ou que azem uso abusi o de subs âncias psicoa i as. O Cen o é um
se iço subs i u i o à in e nação psiquiá ica, buscando a einse ção do usuá io na sociedade
a a és do acompanhamen o psicossocial.
As o icinas e apêu icas são u ilizadas como uma e amen a pa a aguça a
c ia i idade, desinibição e o mação da pe sonalidade. O con a o com ou as c ianças az com
que elas desen ol am mais ápido e ele em a au o es ima (BERNADES, 2013).
Es e desen ol imen o es á elacionado ao ísico, mo o , cogni i o psicológico,
emocional e a in e ação social.
Essas o icinas são um dos p incípios do CAPS, pois além de se um ins umen o
e apêu ico que ajuda na Saúde Men al, ambém auxilia pa a a in eg ação do pacien e com a
p óp ia sociedade, além, de se um espaço onde dá mui a au onomia pa a os mesmos, po que
podem cons ui obje os e explo a a c ia i idade (PEREIRA CAMARGO, 2017).
133
Dessa o ma, le ando em conside ação a p opos a da psicóloga e da o icinei a
que es a am esponsá eis pela a i idade, oi possí el con ibui e en ende odo o p ocesso
ol ado pa a a melho ia da qualidade de ida do usuá io.
OBJETIVOS
O obje i o ge al do p esen e abalho é ela a a expe iência de acadêmicas de
en e magem na pa icipação e obse ação sob e as o icinas e apêu icas ealizadas no CAPSi,
pa a a melho ia do usuá io. Os obje i os especí icos o am: en ende a impo ância das
o icinas e apêu icas na ida das c ianças em adoecimen o men al e econhece impac os
e apêu icos da o icina sob e o g upo en ol ido.
METODOLOGIA
A me odologia do p esen e abalho co esponde a um ela o de expe iência,
ealizado po acadêmicas de En e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa-UNIPÊ.
A i ência oi desen ol ida, no mês de ma ço de 2018, no CAPSi-CIRANDAR, no bai o do
Roge , na cidade de João Pessoa – PB.
Foi p opos o pela psicóloga, o icinei a e pela p o esso a, que nós pa icipássemos
e obse ássemos oda a o ina dessa o icina pa a que en endêssemos odo o con ex o i ido
pelo usuá io, de o ma e apêu ica e, podendo assim, econhece impac os da o icina pa a o
g upo.
RELATO DE EXPERIÊNCIA
O Cen o de Re e ência Psicossocial In an il (CAPSI) oi o e cei o local de
expe iência pa a o Es ágio Supe isionado I, onde no ansco e do co idiano oi p opos o
pela p o esso a Elizane e, a pa icipação em o icinas e apêu icas ealizada de manei a
dinâmica e lúdica. Eles u ilizam mé odos que açam o usuá io se sen i segu os e a on ade
pa a exp essa seus sen imen os e dú idas.

134
Nessa o icina, especi icamen e, pa icipa am c ianças de 5 a 10 anos de idade.
Pa icipamos, ambém, de manei a in e a i a sob a condução da psicóloga esponsá el, com
apoio da o icinei a, semp e obse ando a in e ação da c iança, seu compo amen o pa a com
os amigos, e sua pa icipação nas a i idades p opos as.
No deco e da o icina, o am execu adas a i idades nas quais as c ianças
pude am aguça a c ia i idade, desinibição e o mação da pe sonalidade. Elas ambém
pude am exp essa como se sen iam no momen o desenhando em um papel e pa ilha sob e
as coisas que es a am i enciando no seu dia a dia. Pa a cons ução de ínculo e con iança
du an e a o icina, con e samos com elas pa a que se sen issem à on ade, e assim, exp essa
e balmen e o mo i o de es a em com aqueles sen imen os. A e apeu a oi p opondo algumas
es a égias de en en amen o, e enco ajando-as a u ilizá-las nas si uações ou p oblemas que
elas es i essem passando.
Foi con eccionado um ca az com a imagem de um aquá io azio, onde, após a
explicação da a i idade p opos a, eles e iam que c ia desenhos de coisas que se em den o
de um aquá io. Papéis em b anco e alguns desenhos já p on os o am dis ibuídos pa a que
elas desenhassem, eco assem e/ou apenas pin assem usando a imaginação. Em seguida,
dialogando com o g upo, o am iden i icadas as igu as que pode iam cola no aquá io e as
que não pode iam. O obje i o dessa e apa, e a a alia se ealmen e es a am a en os ao ema
p opos o e, como o ganização, pediu-se que colassem as igu as no local co e o, pa a da
espaço pa a os desenhos de odos os colegas. Tudo isso e e o in ui o de ob e , de manei a
lúdica, um bom esul ado sob e a c ia i idade, desinibição e o mação da pe sonalidade.
No en an o, omos bem acolhidas na o icina, an o pelos p o issionais, quan o
pelas c ianças. Nos deixa am pa icipa das a i idades, de o ma in e a i a. Nela podemos
con ibui com a p opos a de e apia e i encia a expe iência que oi mui o en iquecedo a
pa a a nossa ida p o issional e pessoal.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Essa a i idade con emplou os obje i os p opos os, assim como, p omo eu
melho ia na qualidade de ida e no bem-es a de odos os en ol idos. A in eg ação e a
in e ação das c ianças ao pa icipa em do g upo e das a i idades ealizadas, nos mos ou que
a b incadei a possibili a que as mesmas supe em aquilo que as azem so e .
135
A o icina e apêu ica é essencial pa a a p omoção da saúde ísica e men al da
c iança, con ibuindo com o seu desen ol imen o psicossocial.
Toda a equipe exp essou sa is ação com a nossa colabo ação e, essa expe iência,
oi mui o en iquecedo a pa a a nossa ida p o issional.
REFERÊNCIAS
PEREIRA CAMARGO, Valé i e al. Cos u ando saúde: Possibilidades de in eg ação po meio
da con ecção de bonecos(as) de pano em um CAPS in an il. Psicologia A gumen o, [S.l.], .
29, n. 64, no . 2017. ISSN 1980-5942. Disponí el em: <h ps://pe iodicos.pucp .b /index.php/
psicologiaa gumen o/a icle/ iew/20365/19633>. Acesso em: 02 mai. 2018.
BERNARDES, Daniela Ma ia. (2013). O lúdico no auxílio do ensino da ma emá ica:
uma p opos a possí el. Disponí el em:< h ps://pedagogiaaopedale a.com/o-ludico-no-
auxilio-do-ensino-da-ma ema ica-uma-p opos a-possi el/> . Acesso em: 03 maio. 2018.
136
USO DE TECNOLOGIAS NA GESTÃO DE
CUSTOS E NO PROCESSO DECISÓRIO:
UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
Ca lindo Maxshweel Que ino da Sil a
Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: [email p o ec ed] (Rela o )
Angélica Ba os A aújo
Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: [email p o ec ed]
Ka la San os da Sil a
Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: [email p o ec ed]
Naya a Fe ei a Félix da Cos a
Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: [email p o ec ed]
Yasmin Ge mana Al es Fe ei a
Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: [email p o ec ed]
Hebe Janayna Mo a Dua e Bese a
Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: [email p o ec ed] (O ien ado a)
In odução: O campo de a uação da En e magem pe passa as es e as que es ão inse idas
no p ocesso do cuida . Ao en e mei o cabe-lhe, p i a i amen e, a ges ão de odas as e en es
da assis ência e, como al, eque in o mações p ecisas e que impulsionem a omada de
decisão, p omo ida po di e sos meios de p odução de dados. O P on uá io Ele ônico do
Pacien e soluciona p oblemas a ce ca da al a de o ganização, do p eenchimen o incoe en e
das in o mações dos pacien es e do a mazenamen o e, quando ape eiçoado, pode ge a
impo an es subsídios ao p ocesso de ges ão. Obje i o: Ape eiçoa o p ocesso decisó io da
ges ão po meio de um con ole maio dos cus os ine en es às ações de En e magem, a a és
da u ilização do PEP e alice çado em dados cole ados no deco e da p á ica assis encial.
Me odologia: T a a-se de um ela o de expe iência, elabo ado a a és de obse ações em
isi as écnicas ei as pelos discen es, em unidades hospi ala es e de saúde, endo como
pe cu so me odológico o A co de P oblema ização de Mague ez . Rela o de Expe iência:
De aco do com as in o mações encon adas no deco e das isi as, o que mais chamou
a enção com ele ância nega i a, o am a al a de o ganização dos p on uá ios, ichas sem
a de ida a enção, al a de p eenchimen o dos dados de cus eio, e elando um descaso com
o egis o das ações de saúde, ap esen ando inclusi e, ep oduções de dados cole ados
po ou os p o issionais. Conside ações Finais: A a és das isi as écnicas oi possí el
elabo a um plano de sis ema, que uncione an o na á ea hospi ala como na unidade de
137
saúde da amília, alimen ando o sis ema de o ma comple a e o nando possí el a apidez na
u ilização de dados do pacien e.
Desc i o es: Regis os Ele ônicos de Saúde. Cus os e Análise de Cus os; O ganização e
Adminis ação.
INTRODUÇÃO
O Cen o Uni e si á io de João Pessoa (Unipê) ins i uiu o P oje o In eg ado
(PI) como mé odo de ensino e ap endizagem, com obje i o de ag ega à i ência da p á ica,
a in e disciplina idade is a na eo ia. Esse mé odo a alia o desen ol imen o écnico do
discen e quan o à ealização dos p ocedimen os que lhe o am concedidos pelo (a) p ecep o
(a) esponsá el, p opo cionando ao es udan e es a égias de ape eiçoamen o nos campos da
p o issão.
O desen ol imen o do PI deu-se po meio da Visi a Técnica (VT), ecu so ado ado
que busca a ob enção de subsídios pa a esolu i idade de ques ões ine en es à p á ica
p o issional e que, p omo a a descobe a de enômenos in luenciado es no p ocesso social do
abalho, além de o na signi ican e a ap endizagem discen e (MARCONI; LAKATOS, 2010).
No deco e da VT, no ou-se que ecu sos u ilizados den o da p á ica
assis encial podem se elencados desde a mão-de-ob a humana a é o menos dos ma e iais
ísicos de p ocedimen o. Cada um deles ep esen a um gas o aos ó gãos inanciado es da
ede hospi ala , ca ac e izados como cus os, es es são ecu sos consumidos pa a a ob enção
de bens e se iços. Qualque ação po pa e da equipe de saúde, causada pela necessidade
especí ica do a endimen o, ge a cus os em sua execução (VEIGA; SANTOS, 2016)
O en e mei o encon a-se di e amen e elacionado aos cus os que aca e am à
p es ação de assis ência de ido ao uso diá io de ma e iais essenciais à sua p á ica onde, seu
papel de ges o obje i a a u ilização ponde ada desses insumos. Todos os p ocedimen os
ealizados pela equipe demandam ma e iais, equipamen os especí icos e, sem conside a ,
cus os com os mais di e sos á macos, exames clínicos, ecu sos ísicos, ma e iais e ima e iais
u ilizados nos cuidados de cada pacien e assis ido nos hospi ais (SIQUEIRA; SCHUTZ, 2010)
Enquan o ges o , o en e mei o, no deco e do p ocesso decisó io, demanda
in o mações p ecisas ace ca da assis ência p es ada, es as, p esen es nos p on uá ios
144
e p e enção de doenças, e que consequen emen e, p opo cionam bem-es a e melho am a
qualidade de ida dessa população (WANDERBROOCKE, 2015).
Dian e disso, o p esen e abalho em como obje i o ela a a i ência de discen es
do cu so de en e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa/UNIPÊ, du an e a ealização
de a i idades em g upo de memó ia.
METODOLOGIA
T a a-se de um es udo desc i i o, do ipo ela o de expe iência. A a i idade oi
ealizada no dia 02 de ab il de 2018, sob supe isão da docen e en e mei a And éia Ch is ine
Soa es de Assis.
A a i idade comp eendeu a lei u a de dois ex os, o p imei o ala a sob e ugas e o
segundo a his ó ia de Cha les Chaplin, em seguida oi ei o um eedback com os pa icipan es.
Tendo sido ealizada no Cen o de A enção In eg al à Saúde da Pessoa Idosa-CAISI, localizado
no Lo . Eugenio Nei a, s/n, João Pessoa - PB, 58013-025. O público al o da a i idade o am
idosos, ou seja, pessoas com idade igual ou supe io a 60 anos.
RELATO DE EXPERIÊNCIA
A a i idade oi di idida em dois momen os. Inicialmen e oi ealizada a lei u a
de um ex o que abo da a o ema “ ugas e a his ó ia que se esconde a ás delas”, após a
lei u a os pa icipan es exp essa am suas opiniões ace ca do ex o e ouxe am his ó ias
de cunho pessoal que inham de encon o a e lexão p opos a. No segundo momen o, oi
ealizada a lei u a de um ex o que con empla a oda a his ó ia pessoal e p o issional do
Cha les Chaplin, maio a o da his ó ia do cinema mudo, em seguida a psicóloga do se iço
escolhia alea o iamen e um pa icipan e pa a esponde pe gun as. Todos os idosos p esen es
pa icipa am a i amen e da a i idade e demons a am bas an e in e esse na a i idade.
As pe gun as que e am ealizadas busca am es imula a cognição dos idosos,
ou seja, sua memó ia, linguagem, pe cepção, aciocínio, en e ou os. A cada indagação, as
expec a i as das es udan es e am supe adas, pelo amanho desempenho dos anciões.

145
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Du an e o p ocesso de o mação do en e mei o é imp escindí el a u ilização de
es a égias di ecionadas à p omoção da saúde e p e enção de doenças, em qualque ambien e,
pois al p á ica p opicia a o mação de um (a) en e mei o (a) capaci ado pa a iden i ica
os p incipais p oblemas de sua á ea de a uação, e median e os achados aça me as pa a
consegui impedi o ag a amen o de uma de e minada si uação. Des a e, esse de e u iliza
de me odologias a i as que p omo em simul aneamen e in e ação social e disseminação de
in o mações ele an es pa a con ole de doenças e ag a os.
REFERÊNCIAS
WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO). Wo ld Heal h S a is ics 2014. Disponí el
em<h p://apps.who.in /i is/bi s eam/10665/112739/1/WHO_HIS_HSI_14.1_eng.
pd ?ua=1>. Acesso em 04 de ab . 2018
LIMA C.M.F; Es udo de Coo e de Idosos de Bambuí (1997-2008). Cad. Saúde Pública, . 27
(Sup 3), Rio de Janei o (RJ) 2011. Disponí el em <h p://www.scielosp.o g/pd /csp/ 27s3/
p _01.pd > acesso 19 de ou . 2017.
ÁVILA, R.I.; MACHADO, A.M. T ansição demog á ica b asilei a: desa ios e opo unidades
na educação, no me cado de abalho e na p odu i idade. Tex os Pa a Discussão FEE. Tex o
n° 133. Sec e a ia de Planejamen o e Desen ol imen o Regional. Fundação de Economia e
Es a ís ica Sieg ied Emanuel Heuse . Po o Aleg e. 2015.
Cha iglione, I. P. F; Janczu a, G. A. Con ibuições de um eino cogni i o pa a a memó ia
de idosos ins i ucionalizados. Psico-USF, B agança Paulis a, . 18, n. 1, p. 13-22, jan./ab il
2013. Disponí el em: < h p://www.scielo.b /pd /pus / 18n1/ 18n1a03.pd >. Acesso em 04
de mai. 2018.
146
Wande b oocke, A.C. e al. O icina de memó ia pa a idosos em uma unidade básica de saúde:
um ela o de expe iência. Psic. Re . São Paulo, . 24, n.2, p. 253-263, 2015. Disponí el em:
< h ps:// e is as.pucsp.b /index.php/psico e is a/a icle/ iew/27798/19627>. Acesso em:
04 mai. 2018.
147
RELATO DE EXPERIÊNCIA POR MEIO DE
UM ESTUDO DE MEDICAMENTOS PARA
HIPERTENSOS
Raiane Agos inho de Oli ei a
Discen e do cu so de en e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: [email p o ec ed]
Taynah B i o Al es
Discen e do cu so de en e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: [email p o ec ed]
Thayane La a Pa io a Lau indo
Discen e do cu so de en e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ).
E-mail: [email p o ec ed]
Ube landia Islândia Ba bosa Dan as
Docen e do cu so de en e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: [email p o ec ed]
RESUMO
In odução: O in ui o des e es udo é ela a o que oi is o sob e a impo ância de
conhece sob e os mecanismos e e ei os dos medicamen os de Hipe ensão A e ial
Sis ólica (HAS). Obje i o: ela a de o ma desc i i a a expe iência i enciada na
Unidade de Saúde da Família João Robe o Bo ges, ocando des e modo como obje i o
especí ico o conhecimen o dos medicamen os pa a pessoas com hipe ensão, o que
i á con ibui pa a a nossa o mação p o issional. Me odologia: A me odologia do
p esen e abalho co esponde a um ela o de expe iência, ealizado po acadêmicos
de en e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa-UNIPÊ que oi desen ol ido
no mês de ab il, na Unidade de Saúde da Família João Robe o Bo ges, localizado no
Cen o, na cidade de Cabedelo. Rela o de Expe iência: A USF João Robe o Bo ges
oi o qua o local de expe iência pa a o Es ágio Supe isionado I, onde no ansco e
do co idiano oi p opos o pela p ecep o a Ube landia a ealização de um es udo
a se ealizado de manei a dinâmica e lúdica, onde e íamos que nos di igi a é a
a mácia da Unidade e sepa a os medicamen os nos quais achá amos que ossem
u ilizados po pessoas hipe ensas, pa a assim le a mos a é a nossa p ecep o a e em
seguida deba e mos ais medicamen os. No ansco e de ais conhecimen os nos
quais es á amos adqui indo, a p o esso a Ube landia pôde escla ece um pouco mais
sob e os medicamen os, o que com oda ce eza con ibuiu pa a a nossa o mação
p o issional como acadêmicos de En e magem. Conside ações inais: es e abalho
148
con ibuiu de o ma aliosa, onde essa expe iência oi bas an e en iquecedo a pa a
a nossa ida acadêmica e pessoal, o que nos pe mi iu o desen ol imen o de olha es
mais sensí eis azendo a comp eensão da ele ância e singula idade de um indi íduo
dian e da sua ealidade de ida.
Desc i o es: Rela o de Expe iência. Es ágio supe isionado I. Hipe ensão.
INTRODUÇÃO
O in ui o des e es udo é ela a o que oi is o sob e a impo ância de conhece
sob e os mecanismos e e ei os dos medicamen os de Hipe ensão A e ial Sis ólica (HAS).
A hipe ensão a e ial sis êmica é ca ac e izada pela diminuição dos ní eis de
p essão a e ial. Po isso a e i icação é indispensá el pa a sabe se a mesma es á no mo ensa
ou hipe ensa, o que ai de ini são os alo es p essó icos a e idos (SILVA; PIERIN, 2012).
A hipe ensão a e ial (HA) é um dos a o es que causam as doenças
ca dio ascula es, le ando a mo e súbi a, in a o agudo do miocá dio (IAM), edema agudo de
pulmão e aciden e ascula ence álico (AVE) (SANTOS; MOREIRA, 2012).
A adesão do a amen o es á o almen e ligada a mudanças no es ilo de ida.
O pacien e de e se de idamen e o ien ado quan o a melho ia dos hábi os alimen a es e
ealizações de a i idades ísicas. A não adesão de medicamen os, ai es á ol ada pa a como
o pacien e ai se po a dian e do a amen o, sua o ça de on ade, sen imen os e a o es
psicológicos in luenciam di e amen e na con i ência com a doença (BEZERRA e al., 2014).
O ela o de expe iência do Cu so de En e magem do UNIPÊ expõe como concepção
pa a os alunos do sé imo pe íodo que iden i iquem a impo ância de conhece mais sob e a
doença, pa a que saibam se po a dian e de pacien es com essa en e midade.
OBJETIVOS
O obje i o ge al do p esen e es udo é ela a de o ma desc i i a a expe iência
i enciada na Unidade de Saúde da Família João Robe o Bo ges, localizado em Cabedelo,
po acadêmicos de En e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa – PB, ocando
149
des e modo como obje i o especí ico: o conhecimen o dos medicamen os pa a pessoas com
hipe ensão, o que i á con ibui pa a a nossa o mação p o issional.
METODOLOGIA
A me odologia do p esen e es udo co esponde a um ela o de expe iência,
ealizado po acadêmicos de en e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa-UNIPÊ
que oi desen ol ido no mês de ab il, na Unidade de Saúde da Família João Robe o Bo ges,
localizado no Cen o, na cidade de Cabedelo.
Foi p opos o pela p ecep o a Ube lândia, na qual é quem nos acompanha no
p esen e campo de es ágio supe isionado I, que osse ealizado uma a i idade na qual
i íamos adqui i conhecimen os dian e de odos os medicamen os pa a uma pessoa que
enha hipe ensão, ace ca da impo ância de que al conhecimen o i á con ibui pa a a nossa
o mação p o issional como acadêmicos de En e magem.
RELATO DE EXPERIÊNCIA
A Unidade de Saúde da Família João Robe o Bo ges, localizado no Cen o, na
cidade de Cabedelo oi o qua o local de expe iência pa a o Es ágio Supe isionado I, onde
no ansco e do co idiano oi p opos o pela p ecep o a Ube landia na qual acompanha a
nós discen es do Unipê no p esen e es ágio, a ealização de um es udo a se ealizado de
manei a dinâmica e lúdica, onde e íamos que nos di igi a é a a mácia da Unidade e sepa a
os medicamen os nos quais achá amos que ossem u ilizados po pessoas hipe ensas, pa a
assim le a mos a é a nossa p ecep o a e em seguida deba e mos ais medicamen os.
Os medicamen os nos quais es a am disponí eis na a mácia da Unidade de Saúde
o am: a enolol, enalap il, hid oclo o iazida, losa ana, cap op il, u osemida e anlodipino,
onde ais medicamen os são p esc i os pelo médico da unidade, endo em is a que só podem
se omados po p o issionais que au o izam o seu uso, conside ando as ca ac e ís icas de cada
pacien e.
Com undamen o no ema p opos o, a nossa p ecep o a nos mandou pesquisa
a unção de ais medicamen os nos quais encon amos na a mácia da Unidade, pa a assim

150
em seguida nos aze algumas pe gun as pa a a alia se ínhamos comp eendido bem. No
ansco e de ais conhecimen os nos quais es á amos adqui indo, a p o esso a Ube landia
pôde escla ece um pouco mais sob e os medicamen os, o que com oda ce eza con ibuiu
pa a a nossa o mação p o issional como acadêmicos de En e magem.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
O p oje o oi ealizado isando adqui i conhecimen os dian e de odos os
medicamen os pa a uma pessoa que enha hipe ensão, ace ca da impo ância de que
al conhecimen o i á con ibui pa a a nossa o mação p o issional como acadêmicos de
En e magem, onde oi mui o sa is a ó io pa icipa dessa a i idade, sendo assim de g ande
impo ância, pois possibili a a junção da eo ia e p á ica, a a és desses exe cícios que são
ealizadas du an e a i ência.
Assim, es e abalho con ibuiu de o ma aliosa, onde essa expe iência oi bas an e
en iquecedo a pa a a nossa ida acadêmica e pessoal, o que nos pe mi iu o desen ol imen o
de olha es mais sensí eis azendo a comp eensão da ele ância e singula idade de um
indi íduo dian e da sua ealidade de ida.
REFERÊNCIA
BEZERRA, Amanda Sil a de Macêdo; LOPES, Juliana de Lima; BARROS, Alba Lúcia Bo u a
Lei e de. Adesão de pacien es hipe ensos ao a amen o medicamen oso. Re . b as.
en e m., B asília , . 67, n. 4, p. 550-555, Aug. 2014 . Disponí el em: <h p://www.
scielo.b /scielo.php?sc ip =sci_a ex &pid=S0034-71672014000400550&lng=en&n m=i
so>. Acesso em: 03. Mai. 2018.
SANTOS, Jêni a Ca alcan e dos; MOREIRA, The eza Ma ia Magalhães. Fa o es de isco e
complicações em hipe ensos/diabé icos de uma egional sani á ia do no des e b asilei o.
Re . esc. en e m. USP, São Paulo , . 46, n. 5, p. 1125-1132, ou . 2012 . Disponí el em
<h p://www.scielo.b /scielo.php?sc ip =sci_a ex &pid=S0080-62342012000500013&ln
g=p &n m=iso>. acessos em 03. Mai. 2018.
151
SILVA, Giane Ch is ina Al es da; PIERIN, Angela Ma ia Ge aldo. A moni o ização esidencial
da p essão a e ial e o con ole de um g upo de hipe ensos. Re . esc. en e m. USP, São
Paulo , . 46, n. 4, p. 922-928, ago. 2012 . Disponí el em <h p://www.scielo.b /scielo.
php?sc ip =sci_a ex &pid=S0080-62342012000400020&lng=p &n m=iso>. acessos em
03. Mai. 2018.
152
GRUPO TERAPÊUTICO COM OS
FAMILIARES DAS CRIANÇAS DO
CENTRO DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL
INFANTOJUVENIL – CAPSi-CIRANDAR
Paula Sil anny Po cino Pe ei a
Discen e do cu so de en e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: [email p o ec ed]
Thayane La a Pa io a Lau indo
Discen e do cu so de en e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: ha[email p o ec ed]
Rozali Rod igues de Sousa
Assis en e Social do Cen o de A enção Psicossocial In an oju enil-CAPSi-CIRANDAR. E-mail: [email p o ec ed]
Elizane e de Magalhães Melo
Docen e do cu so de en e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ). E-mail: [email p o ec ed]
RESUMO
In odução: O icina Te apêu ica Familia é uma abo dagem indicada como g upo de
apoio, com unção e apêu ica e e amen a de cuidado as amílias. Obje i o: Desc e e a
expe iência de acadêmicos de en e magem que pa icipa am da O icina Te apêu ica Familia ,
ealizada pela Assis en e Social do Cen o de A enção Psicossocial In an oju enil CAPSi-
CIRANDAR. E como especí ico oi obse a , a pa i da o icina, o ali io da do , angus ia,
is eza e ansiedade, e comp eende o so imen o dos que i enciam a doença men al na
amília. Me odologia: T a a-se de um ela o de expe iência, ealizado po acadêmicos de
en e magem, du an e es ágio supe isionado I, no mês de ab il de 2018, com 10 amilia es de
um Cen o de A enção Psicossocial In an oju enil, localizado no município de João Pessoa.
U iliza am-se como ecu sos me odológicos: dinâmicas e oda de con e sa. Na oda, odos
os amilia es pude am expo suas angús ias, medos e di iculdades. Pa ilha am, ambém, o
que e a i enciado com os seus ilhos no ambien e amilia e suas es a égias de supe ação.
Resul ados e discussões: Pa a a a dos assun os a se em dialogados com os amilia es,
oi lançado po eles sen imen os que es a am incomodando. Em seguida oi ei a uma o ação
pa a a escolha do ema a se deba ido. Os mais comuns o am: angús ia, ansiedade, es esse e o
medo. Angús ia oi o mais o ado. Os amilia es ela a am seus en en amen os e decla a am
se sen i em acolhidos no CAPSi. Ali é um espaço onde, os mesmos, podem expo odas as
di iculdades e sen i em-se, ambém, cuidados. Conclusão: Foi possí el pe cebe a sa is ação
153
dos amilia es pela opo unidade de pa ilha odas as suas di iculdades, medos e angús ias.
Os mesmos exp essa am sen i -se mais ali iados e assis idos. Pa a nós ica o ap endizado
pa a a ida p o issional e pessoal.
Desc i o es: Saúde Men al. Te apia Familia . In an oju enil.
INTRODUÇÃO
O p esen e abalho ela a a expe iência i enciada po discen es do cu so de
Bacha elado em En e magem, du an e o icina e apêu ica amilia , ealizada em um CAPSi.
De aco do com (FARIAS e al, 2016) as o icinas e apêu icas são capazes de
es abelece um impo an e ins umen o pa a conduzi os pensamen os das pessoas a o mação
de algo impo an e pa a si e pa a a cole i idade a sua ol a.
A impo ância da o icina é cole i a, uma ez que odos ap endem com a o ma de
en en amen o do ou o, dian e de so imen os pa ecidos ou de maio so imen o.
Ins i uído como p á icas de cuidados as o icinas e apêu icas em ealizado
di e sos papéis. Desse modo é pe cep í el que as o icinas es ão in oduzidas como o mé odo
de comp eende o enômeno do so imen o e da ida (KINKER e al, 2015).
As o icinas e apêu icas p ecisam es a inclusas em um mé odo dinâmico, os
di e en es ambien es e apêu icos p ecisam p opo ciona uma a aliação ampla do indi íduo
pa a que dessa o ma consiga se acessada como um odo, no ando-se as suas e idências
dian e do cole i o (FARIAS e al, 2016).
É necessá io le a em conside ação o que a amília sen e, so e, e que po mui as
ezes se calam pa a não expo suas angus ia e us ações dian e dos p oblemas en en ados
com seus amilia es, podendo desse modo ge a uma u u a doença nos mesmos. Esse
con ex o mos a o quan o é impo an e a e apia amilia como e amen a de cuidado.
OBJETIVOS
O obje i o ge al do p esen e abalho é desc e e a expe iência de acadêmicas
de en e magem na dinâmica de uma o icina e apêu ica com amilia es de c ianças com
256
MONITORIA ACADÊMICA NO
COMPONENTE CURRICULAR
SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA DO
CUIDADO HUMANO II: RELATO DE
EXPERIÊNCIA
Railyne Leona do C uz
Cen o Uni e si á io de João Pessoa - UNIPÊ - [email p o ec ed]
Eliza Rhaquel Rod igues San os
Cen o Uni e si á io de João Pessoa - UNIPÊ - [email p o ec ed]
Ca la B az E angelis a
Cen o Uni e si á io de João Pessoa - UNIPÊ - [email p o ec ed]
RESUMO
A moni o ia cons i ui um auxílio pa a as a i idades de ensino e ap endizagem, na qual os
moni o es são enco ajados à docência. No caso do componen e cu icula Semiologia e
Semio écnica do Cuidado Humano II, os es udan es ap endem a maio pa e das p á icas
de en e magem e que se ão u ilizadas em ou os componen es, desse modo, auxilia no
desen ol imen o de habilidades que se ão u ilizadas ao longo do cu so e du an e as a i idades
p o issionais. O p esen e es udo a a-se de um ela o de expe iência que e e o obje i o
de ela a a expe iência de discen es de en e magem du an e o exe cício de moni o ia de
Semiologia e Semio écnica do Cuidado Humano II. As moni o ias são ealizadas no labo a ó io
e con emplam os seguin es emas: p epa o e adminis ação de medicamen os pelas ias
pa en e ais, glicemia capila , oxigeno e apia, ca e e ismo gás ico e en é ico, enemas, sonda
esical de demo a e alí io, cu a i os e p epa o do co po. Além disso, os moni o es p ocu am
auxilia os es udan es a pa i da u ilização de edes sociais, sendo ealizados exe cícios, casos
clínicos, esumos e en io de ma e ial de apoio. É e iden e que as a i idades de moni o ia
con ibuem posi i amen e pa a a melho ia do endimen o acadêmico e p á ico do aluno e
ambém do moni o .
Pala as-cha e: Moni o ia, Saúde, Ensino de en e magem, Ap endizado.

257
INTRODUÇÃO
A moni o ia auxilia as a i idades de ensino e ap endizagem du an e o cu so de
g aduação. Jun o a ela, os discen es são enco ajados à docência e ampliam seus ho izon es
no que diz espei o às p á icas e ape eiçoamen os disciplina es. As a i idades es ão dispos as
na Resolução do Conselho de Ensino, Pesquisa e Ex ensão do Cen o Uni e si á io de João
Pessoa - UNIPÊ, nº 56 (CONSEPE, 2016).
O exe cício de moni o ia e ela a opo unidade pa a o esga e e ap o undamen o
de con eúdos abo dados, o desen ol imen o de p á icas pedagógicas, ap oximando o moni o
da ealidade docen e, e p opo ciona i ências que i ão auxilia a p á ica p o issional (SILVA,
2016).
Segundo SCHMITT (2013), o aluno moni o exe ce a unção de colabo ado , assim
como de in e mediado dos docen es esponsá eis pelas unidades cu icula es, o mando
ínculos e incen i ando o aciocínio c í ico.
É a pa i dos conhecimen os semiológicos que os p o issionais e es udan es
pode ão ealiza écnicas indispensá eis pa a o p ocesso de ecupe ação do pacien e. Tal a o,
e ela a necessidade de momen os, pa a além da sala de aula, que pe mi am aos es udan es
e isa , e esga a habilidades ine en es aos cuidados de en e magem, que podem oco e nas
moni o ias.
Desse modo, a moni o ia do componen e cu icula Semiologia e Semio écnica do
Cuidado Humano II em a inalidade de ap oxima os concei os eó ico e p á icos da ealidade
do discen e, se indo de espaço pa a discussão, ensino e ap endizagem em empo hábil.
Conside ando a impo ância da ealização da moni o ia pa a o aluno e sua p á ica
enquan o u u o p o issional ealizou-se o p esen e abalho que e e o obje i o de ela a
a expe iência de moni o as du an e o exe cício da moni o ia do componen e cu icula
Semiologia e Semio écnica do Cuidado Humano II.
METODOLOGIA
T a a-se de um ela o de ela o de expe iência e e en e às a i idades de moni o ia
ealizadas po discen es do Cu so de En e magem no componen e cu icula de Semiologia
258
e Semio écnica do Cuidado Humano II, o qual compõe a g ade cu icula do 4º pe íodo do
Cu so de G aduação em En e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa -UNIPÊ.
A seleção pa a moni o ia se deu em ês e apas, sendo a p imei a elimina ó ia,
com p o a obje i a, depois a e apa classi ica ó ia, com en e is a, p o a p á ica, e análise
cu icula , sendo selecionados dois moni o es.
Após con i mação da seleção, oco eu o encon o com a docen e o ien ado a
da e e ida moni o ia, a qual epassou suas o ien ações e di e izes pa a a sis ema ização
das a i idades que acon ece iam no pe íodo 2018.1, e pa a maio ap o undamen o eó ico-
p á ico dos discen es e moni o es. Nesse momen o, ambém oi elabo ado o c onog ama de
a i idades.
A pa i disso, as a i idades o am ealizadas no Complexo Labo a o ial Clínica
Escola Flo ence Nigh ingale - COLACE, nas e ças, qua as e sex as- ei as, nos u nos da
a de e noi e.
RELATO DE EXPERIÊNCIA
Após a eunião com a o ien ado a da moni o ia e de inição do c onog ama pa a
a ealização das a i idades, o am p opos os os seguin es emas: p epa o e adminis ação
de medicamen os pelas ias pa en e ais (in adé mica, subcu ânea, in amuscula e
endo enosa), glicemia capila , oxigeno e apia, ca e e ismo gás ico e en é ico, enemas, sonda
esical de demo a e alí io, cu a i os e p epa o do co po.
Os emas das moni o ia o am p og amados de o ma a acompanha o c onog ama
de aulas p é-es abelecido pelos docen es esponsá eis da disciplina, com oco na ealização e
ap imo amen o das écnicas ap endidas.
As moni o as ambém u iliza am as edes sociais com alunos pa a que es es
pudessem pa icipa a i amen e das a i idades. Nesses momen os, con eúdos o am
esga ados e hou e a p epa ação de esumos, exe cícios, casos clínicos e en io de ma e ial de
apoio.
Quando su gem dú idas ine en es ao con eúdo minis ado, como quando há
dualidade de pensamen os de p o esso es, p o issionais e na li e a u a, pa a execução de
p ocedimen os, oco e o con a o com a p o esso a o ien ado a pa a que possamos e le i
sob e que p ocedimen o u iliza e se ambos são pe inen es.
259
De ido a di e sidade de docen es que lecionam, e suas di e en es me odologias
de ensino e ap endizagem, o moni o em a opo unidade de desen ol e uma análise c í ica
de ais p ocessos, es imulando seu ins in o pedagógico e possibili ando a elabo ação de sua
p óp ia me odologia. Es a expe iência é de g ande impo ância caso o moni o enha in e esse
de segui no caminho da docência (CARVALHO e al, 2012).
Pe cebe-se que a a és da moni o ia, os alunos êm a opo unidade de e isa
o con eúdo minis ado e sana dú idas, p opo cionando um melho ap o ei amen o do
p ocesso de ensino e ap endizagem. As p á icas de moni o ia são mui o impo an es, pois
ajudam o discen e a supe a p oblemas, bloqueios, di iculdades in e nalizadas que limi am
a ap endizagem, sendo pe cep í el quando no início das moni o ias há insegu ança, e no
deco e e ao inal de ais a i idades exis e a e e são dessa si uação.
Essas a i idades ambém es imulam o ensino-ap endizagem do moni o , que
ao es uda os con eúdos pa a ealiza as moni o ias, a pesquisa as di e sas li e a u as, em
discussões com o p o esso , desen ol e aciocínio c í ico e e lexi o, além de adqui i maio
segu ança pa a ealiza os p ocedimen os.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
É ex emamen e g a i ican e pode colabo a na o mação acadêmica dos
alunos e e o in e esse dos mesmos du an e a moni o ia. Con udo, há algumas us ações,
elacionadas à meno demanda no início de cada unidade e uma p ocu a maio nos dias que
an ecedem às a aliações e p á icas assis idas.
É e iden e que as a i idades de moni o ia con ibuem posi i amen e pa a a
melho ia do endimen o acadêmico e p á ico do aluno e ambém do moni o , p opo cionando
seu c escimen o pessoal e p o issional, uma ez que a epe ição con ínua dos p ocedimen os
ealizados nas a i idades az com que oco a um melho desempenho de suas habilidades
écnicas, o que acili a desen ol imen o p á ico e ambém eó ico.
260
REFERÊNCIAS
CARVALHO, I. S. e al. Moni o ia em semiologia e semio écnica pa a a en e magem: um
ela o de expe iência. Re is a de En e magem da UFSM, . 2, n. 2, p.464-471, 2012.
CONSEPE. Conselho de Ensino, Pesquisa e Ex ensão. Resolução N º56, de 07 de no emb o
de 2016. Dá no a edação a Resolução 09/16, que egulamen a a a i idade de Moni o ia nos
cu sos de g aduação (p esenciais e a dis ância) do Cen o Uni e si á io de João Pessoa –
UNIPÊ. João Pessoa, 2016.
SCHMITT, M. D. e al. Con ibuições da moni o ia em Semiologia e Semio écnica pa a a
o mação do en e mei o: ela o de expe iência. Cidadania em Ação: Re is a de Ex ensão
e Cul u a, .7, n.1, p. 1-8, 2013.
SALÃO INTERNACIONAL DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DA UNIPAMPA, 8.,
2016, Bagé, RS. Anais ele ônicos. Bagé: UNIPAMPA, 2016. A impo ância da moni o ia
de semiologia em En e magem pa a o discen e-moni o : ela o de expe iência, .8, n.1.
261
RÉGUA INDICADORA DE ÂNGULOS DE
ELEVAÇÃO DE CABECEIRA DO LEITO NA
UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA
E aneide Viei a de Sousa
Discen e de En e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ),
João Pessoa, Pa aíba (PB), B asil, e [email p o ec ed]
Da id Lopes Co dei o
Discen e de En e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ),
João Pessoa, Pa aíba (PB), B asil, [email p o ec ed]
Jose a Ilma Sal ino de San ana
Discen e de En e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ),
João Pessoa, Pa aíba (PB), B asil, [email p o ec ed].
João Ba is a Rod igues Albuque que
En e mei o. Docen e do Cu so de En e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ),
João Pessoa, Pa aíba (PB), B asil, jb [email p o ec ed].
Zaí a Ve íssimo de Aguia
En e mei a. Docen e do Cu so de En e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ),
João Pessoa, Pa aíba (PB), B asil, zai a [email p o ec ed].
RESUMO
A en ilação mecânica em sendo u ilizada há mui os anos, соmo um ecu so impo an e
pa a sal a idas nas UTls. Po se a a de um mé odo in asi o, ap esen a iscos p óp ios,
à maio a incidência de PAV. O obje i o do plano de in e enção, oi eduzi a incidência de
Pneumonia Associada a Ven ilação (PAV). T a a-se de um plano de in e enção em saúde,
desen ol ido du an e os meses de Fe e ei o e Ma ço de 2018, na Unidade de Te apia In ensi a
– UTI do Hospi al Municipal San a Isabel em João Pessoa/PB. A a i idade ealizada na UTI
do Hospi al San a Isabel, oi de g ande ele ância, endo em is a o e ei o posi i o que se
espe a em elação a edução dos índices de pneumonia associada a en ilação mecânica, a
pa i da elabo ação e implan ação da égua como ambém das ou as medidas de p e enção
e con ole de PAV, de incumbência dos p o issionais da UTI.
Pala as-cha e: Ven ilação mecânica, Unidade de Te apia In ensi a, Pneumonia.

262
INTRODUÇÃO
A di e sidade de mecanismos ecnológicos a ançados, u ilizados na Unidade de
Te apia In ensi a – UTI, con ibuem signi ica i amen e pa a o p olongamen o da ida dos
clien es c í icos, em uma a iedade de cená ios. Den e os con a empos, são e idenciados,
o uso an ecipado de an imic obiano indisc iminado a pa ologia inicial, o p olongamen o do
pacien e na UTI e mé odos in asi os, des acando-se a en ilação mecânica. Não obs an e,
esul am no aumen o de condições p opícias ao desen ol imen o de Pneumonia Associada a
Ven ilação Mecânica – PAV (FERREIRA e al., 2017).
Um dos a o es p edisponen e mais ele an e pa a o apa ecimen o da PAV é o
ubo endo aqueal, is o que in e e e nos mecanismo de de esa do hospedei o e p opo ciona
que mic o ganismos aspi ados enham acesso con inuo às ias aé eas in e io es (MOTA e
al., 2017). Sabe-se que a PAV é uma das complicações mais o midá eis e mais comum den e
as in ecções que acome em pacien es de UTIs, chegando a compo 85% das pneumonias
nosocomiais e a é 40% das in ecções em ge al. Além de es a associada a um aumen o no
pe íodo de hospi alização e índices de mo bimo alidade (PERUGINI e al., 2015).
Apesa da en ilação mecânica se um ecu so indispensá el pa a sal a idas
nas UTls, po se a a de um mé odo in asi o, com implicações em iscos p óp ios, sua
u ilização de e se c i e iosa, ce i icando-se semp e de cuidados especí icos, uma ez que
á ios es udos demons am que quan o maio a du ação da VM, maio a incidência de
PAV. Dessa o ma, a equipe esponsá el pelo cuidado de pacien es em en ilação mecânica,
de em man e a a enção edob ada, po se a a de uma população com al os índices de
mo bimo alidade, comp o adamen e em á ios es udos (SHIMABUKURO; PAULON;
FELDMAN, 2014).
Nes a pe spec i a, os acadêmicos de en e magem, du an e o es ágio cu icula
supe isionado II, c ia am uma égua g aduada, especí ica pa a implan ação nos lei os da
Unidade de Te apia In ensi a do Hospi al, no qual acon eceu o es ágio. O ins umen o oi
desen ol ido especialmen e pa a indicação dos ângulos de ele ação da cabecei a do lei o,
deixando-a acima da posição ho izon al e com al a p ecisão.
O plano de in e enção, e e como obje i o, eduzi a incidência de Pneumonia
Associada à Ven ilação (PAV); p e eni aspi ação do con eúdo gás ico e melho a a
es abilidade hemodinâmica dos pacien es. O ins umen o oi impo an e pa a agiliza o
263
abalho da equipe de assis ência, e man e o ângulo de inclinação da cabecei a dos lei os,
na posição co e a. Con ibuindo dessa o ma, pa a uma assis ência mais quali icada aos
pacien es c í icos e melho abo dagem labo al dos p o issionais.
METODOLOGIA
T a a-se de um plano de in e enção em saúde como de olu i a ensino-se iço,
desen ol ido pelos acadêmicos de en e magem do 8º pe íodo, em cump imen o das a i idades
do Es ágio Cu icula Supe isionado II. A execução do plano de in e enção oco eu du an e
os meses de Fe e ei o e Ma ço de 2018, na Unidade de Te apia In ensi a – UTI do Hospi al
Municipal San a Isabel em João Pessoa/PB. Pa icipam: en e mei os (as), écnicos de
en e magem, isio e apeu a, odon ólogo e médico da UTI. Além do p ecep o esponsá el
pelo supo e dos acadêmicos.
Os passos pa a sua execução, consis i am em pales a sob e es a ís icas de
Pneumonia Associada à Ven ilação Mecânica – PAV, axa de mo alidade e ap esen ação das
boas p á icas clínicas de p e enção do insul o. Essas p á icas consis em em higienização das
mãos, an es e após a ealização de p ocedimen os; ele ação da cabecei a da cama de 30º à
45º; aspi ação das ias aé eas; manu enção da p essão do cu en e 25 e 30 cmH2O; higiene
o al diá ia com clo exidina 0,12%; edução da sedação (SAS OU RASS); e nu ição en e al.
Ao inal da pales a, ap esen ou-se a p opos a de elabo ação de uma égua
g aduada, pa a a ixação na pa ede dos lei os dos pacien es, em local de isibilidade à oda
equipe mul idisciplina . O ins umen o, acili a a pe manência da ele ação da cabecei a do
lei o en e 30° e 45° g aus, com o obje i o de p e eni PAV e aspi ação do con eúdo gás ico.
A segunda a i idade, co espondeu à medição do comp imen o da pa e que ele a
a cabecei a do lei o, pa a elabo ação da égua e consul a a um engenhei o mecânico pa a
calcula as medidas exa as, elacionando ângulo de inclinação da cabecei a e comp imen o
e ical da égua, le ando-se em conside ação as di e enças de cada ângulo, con ecção da
égua e a ixação na pa ede dos 10 lei os da UTI. A égua oi di idida em ês ní eis de ele ação,
espec i amen e: 0° à 15° (18cm), 15° à 30° (17cm) e 30° à 45° (14cm). As dimensões da égua
são: al u a o al de 49cm (co esponden e à 45°) e la gu a de 10cm. U ilizada pa a ajus e de 3
ângulos de ele ação adequada da cabecei a do lei o do pacien e.
264
Medidas dos ângulos da égua
30° à 45° (14 cm)
15° à 30° (17 cm) Al u a o al = 49 cm
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A a i idade ealizada na UTI do Hospi al San a Isabel, oi de g ande ele ân-
cia, endo em is a o e ei o posi i o que se espe a em elação a edução dos índices de
pneumonia associada a en ilação mecânica, a pa i da elabo ação e implan ação da
égua como ambém das ou as medidas de p e enção e con ole de PAV, de incum-
bência dos p o issionais da UTI. Dessa o ma, ap imo a а p á ica de en e magem na
a enção а pacien es em uso de supo e en ila ó io é ques ão que de e me ece dis-
cussões e e lexões en e en e mei os in ensi is as e demais p o issionais que compõe
o ime da UTI.
É álido essal a , a impo ância da equipe a en a semp e pa a aos a o es
en ol idos na melho ia da qualidade da assis ência, elacionada aos p ocedimen os
écnicos, ealizados nos pacien es c í icos. Como pode se e i icado, o uso da égua
265
de ele ação da cabecei a, associado ao conjun o de boas p á icas clínicas é um mé odo
e icien e e e icaz, no que diz espei o a p e enção de PAV e suas complicações, além de
e como obje i o, diminui em 50% a incidência de al in ecção.
REFERÊNCIAS
FERREIRA, Elenice Gomes e al. P e alência de pneumonia associada à en ilação mecânica
po meio de análise das sec eções aqueob ônquicas. Re Rene. 2017 jan- e ; 18(1):114-
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MOTA, Écila C. e al. Incidência da pneumonia associada à en ilação mecânica em unidade de
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PERUGINI, Ma cia Regina Eches e al. Impac o de um bundle nas axas de pneumonia
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SHIMABUKURO, Pa ícia Mi sue Sa uhashi; PAULON, P iscila; FELDMAN, Liliane Baue .
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272
GUERRA, Camilla de Sena e .al Do Sonho a Realidade: Vi ência de Mães de Filhos com
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Acesso em 22 de ab .2018.

273
TRABALHANDO O LÚDICO COM
CRIANÇAS NA SALA DE ESPERA DA
ATENÇÃO PRIMÁRIA:
REVISÃO DA LITERATURA
Dilaé cio Oli ei a Soa es Nascimen o
Cen o Uni e si á io de João Pessoa – UNIPÊ. E-mail: dilae ciooli [email p o ec ed]
Tami es Dayanna Al es Resende
Cen o Uni e si á io de João Pessoa – UNIPÊ. E-mail: ami esda[email p o ec ed]
Gab iela Lisieux Lima Gomes
Cen o Uni e si á io de João Pessoa – UNIPÊ. E-mail: [email p o ec ed]
RESUMO
Es udo do ipo e isão bibliog á ica, que pa e da comp eensão da u ilização de a i idades
lúdicas com c ianças na a enção básica, des acando a impo ância da ealização desse ipo de
a i idade na sala de espe a, como p incipal o ma de execu a educação em saúde. Tendo em
is a a ob iga o iedade de b inquedo ecas e a i idades lúdicas em ambien es hospi ala es e
ambém a sua u ilização em di e sos se iços de saúde, com o obje i o de p opo ciona um
acolhimen o com qualidade e humanizado, u iliza-se de es a égias lúdicas isando o e ece
uma educação em saúde pela p á ica da b incadei a. Essa me odologia é uma medida simples e
e icaz, que o e ece um ambien e de dis ação, conhecimen o, a enção, cuidado, aleg ia e a e o,
capaz de ajuda na adap ação, equência, socialização, e e i ando um ambien e aumá ico,
po diminui o es esse emocional, além de p omo e um ínculo en e o p o issional e
pacien e.
Pala as-cha e: Educação em Saúde, Sala de espe a, A enção Básica, Lúdico, C iança.
INTRODUÇÃO
O lúdico é a união das a i idades educa i as com o ipo de abo dagem ec ea i a,
que p opo cionam manei as di e idas de educa . Tal ação em ocupado um espaço no âmbi o
274
da saúde, sendo uma es a égia humanizada que p omo e o bem do clien e, in luenciando
na sua ecupe ação e, nesse con ex o, a u ilização de mé odos ludo e ápicos p opo cionam
à c iança um momen o de aleg ia dian e da ensão ou c ise, ao ealiza uma consul a ou
p ocedimen o (ALMEIDA, 2005).
Nos úl imos anos a a i idade lúdica em o nando-se mais conhecida, e es á
exe cendo unções em ambien es di e enciados, que pos e io men e não exe cia, sendo
abalhada nos ní eis da assis ência à saúde, u ilizando-se de ecu sos como a a e e apia,
musico e apia, Biblio e apia e b incadei as, com o obje i o de p omo e a humanização
baseada cien i icamen e, possibili ando uma ans o mação na qualidade do a endimen o e
na assis ência da equipe mul ip o issional.
O e ece um ambien e humanizado ao usuá io é p omo e um cuidado cheio de
amo , aleg ia e conhecimen o, além de in luencia na eabili ação do pacien e, alcançando
esul ados posi i os e desejá eis e na in e - elação en e o clien e e o p o issional. Na A enção
Básica, ambém conhecida como a enção p imá ia à saúde, as a i idades lúdicas são poucas e
se limi am apenas a u ilização da b inquedo eca, po co esponde a um conjun o de se iços
de ca á e indi idual ou cole i o, que isam a p omoção, p e enção, diagnós ico e edução
de danos à saúde, po meio de a i idades, desen ol idas po uma equipe mul ip o issional
a uma população de de e minado e i ó io (BRASIL, 2012). Nessa pe spec i a, a u ilização
do lúdico nas a i idades da sala de espe a, acili a a comp eensão das c ianças sob e educação
em saúde.
Toda ia, o a endimen o às c ianças da a enção básicas de saúde, êm de se
di e enciado e humanizado, pois ele es á in ei amen e inculado ao bem es a dos pacien es
e usuá ios de uma unidade de saúde. Po isso é de g ande impo ância que a equipe
mul ip o issional, além de p opo ciona os mais di e sos se iços de saúde, enham a
o e ece mé odos ludo e ápicos como um cuidado e apêu ico que possibili e uma melho ia
na sis ema ização da assis ência, des azendo possí eis aumas e medos que a c iança em do
se iço de saúde e ajudando na p omoção e p e enção de possí eis pa ologias.
MÉTODOLOGIA
O es udo a a-se de uma e isão bibliog á ica e e en e ao lúdico na sala de espe a
na a enção p imá ia, onde ealizou-se um le an amen o bibliog á ico nas bases de dados
275
BVS, Scielo e Pubmed com a u ilização dos desc i o es, lúdico AND a enção básica AND sala
de espe a, c iança AND a enção p imá ia AND sala de espe a, lúdico AND a enção p imá ia
AND c iança.
Fo am u ilizados como c i é ios de inclusão pa a u ilização no es udo os a igos
disponí eis na ín eg a que abo dassem a emá ica, ealizados na a enção p imá ia, publicados
en e os anos de 2010 e 2018, sem cus o pa a acesso em odos os idiomas. Os c i é ios de
exclusão o am: a igos epe idos nas bases, não abo da a emá ica de in e esse e publicados
an es de 2010.
Após ealiza a exclusão, apenas 2 a igos encon ados a endiam os c i é ios e
o am u ilizados como base cien i ica pa a a elabo ação desse es udo, sendo complemen ados
com ou as e e ências.
DISCUSSÃO
A sala de espe a nos se iços de a enção básica são espaços essenciais pa a o
desen ol imen o de ações educacionais em saúde. A c iação desse ambien e, consis e em
um local undamen al pa a o descanso e p epa o do pacien e pa a a consul a, se o nando um
ambien e ideal pa a a oca de sabe es en e p o issional e usuá io, além de es abelece uma
conexão maio en e o sabe cien í ico e popula . (VERISSIMO; VALE; 2006).
A u ilização de a i idades lúdicas na sala de espe a culmina no desen ol imen o
de habilidades cogni i as nas c ianças, onde o a o de b inca es á en elaçado com o p ocesso
de educação em saúde. O b inca é uma a i idade indispensá el pa a o desen ol imen o
social, ísico e men al da c iança, o alecendo o sabe e o ap ende (ALMEIDA, 2005).
A aplicação desse ecu so, e o ça a ideia de que saúde se az com educação, c iando
um ciclo de a i idades que culmina am na p omoção de saúde. Essa p omoção, é ei a po
meio da educação em saúde, que co esponde a um conjun o de a o es, é icos, socais, ísicos,
men al e ambien al que um indi íduo possui, onde o p o issional, po meio da ansmissão de
conhecimen os, ans o ma esse usuá io em au o e esponsá el pelo seu p ocesso de cu a ou
adoecimen o (SALCI, 2013).
A legislação b asilei a econhece explici amen e o di ei o de b inca , an o no
a igo 227 da Cons i uição Fede al (1988), quan o no Es a u o da C iança e do Adolescen e -
ECA (1990), em seus a igos 4º e 16, que abo dam o di ei o de b inca pa a odas as c ianças,
276
ga an ido po lei. A a i idade lúdica az g andes bene ícios, e po isso su giu à necessidade
da implan ação de b inquedo ecas em odos os hospi ais que a endem c ianças. A Lei Nº
11.104, de 21 de Ma ço de 2005, egulamen ada pela Po a ia nº 2.261, de 23 de no emb o
de 2005, ‘‘ob iga’’ odos os hospi ais que o e eçam a endimen o pediá ico a implan a em
b inquedo ecas em suas dependências, es abelecendo di e izes pa a o seu uncionamen o e
c iação (BRASIL, 2005).
Haja is a, que em ambien es hospi ala es pediá icos já são ob iga ó ios um
ambien e especí ico pa a c ianças, com a i idades lúdicas, e o ça ainda mais a ideia de
que a humanização e o lúdico são ações es a égicas que p opo cionam bons esul ados
pa a os clien es e p o issionais, o nando o ambien e mais acolhedo e menos aumá ico,
possibili ando à amília le a , com mais equência, as c ianças à unidade de saúde, pa a se em
acompanhadas, desmis i icando, desse modo, a má imp essão que as c ianças adqui em com
possí eis aumas so idos no p ocedimen o da assis ência à saúde.
Po an o, é de g ande impo ância na A enção P imá ia, coloca esse di ei o em
p á ica, como uma es a égia pa a o bom desen ol imen o de uma assis ência humanizada à
c iança no âmbi o da saúde amilia , sendo abalhado a a és do lúdico.
Humanização e a ludicidade jun as i ão o e ece esul ados posi i os ao cuida
de c ianças, acili ando a elação des as com o p o issional de saúde. Quando se concebe
uma no a manei a de u iliza o espaço da sala de espe a, p o oca-se um p ocesso de e lexão
das p á icas e dos modos de ope a naquele espaço, con ibui-se pa a a cons ução de no as
si uações.
Nes a concepção, a elabo ação de a i idades lúdicas, consis e em es a égias
que incluem ambien es com co es, chei os, iluminações, sons e obje os, que es imulam
e p opo cionam um desen ol imen o psicomo o e emocional, solucionando o dé ici no
acompanhamen o do c escimen o, e possí eis aumas das acinas, ap esen ando um
a endimen o de qualidade, a a és de um ambien e ol ado pa a as c ianças, consis indo em
es a égias baseadas na humanização e no lúdico, deixando as c ianças, mas à on ade pa a
aze qualque p ocedimen o espe ado.
Toda ia, é pe inen e abalha o lúdico na a enção básica, es abelecendo os
meios ce os pa a ealiza educação em saúde, comp eendendo a na u eza única da c iança e
disponibilizando os meios ideias pa a alcança esul ados.
277
CONCLUSÃO
A pa i da emá ica desen ol ida, é e iden e a necessidade do melho amen o
das a i idades lúdicas na sala de espe a de unidades básicas de saúde, ol ada pa a c ianças,
isando uma melho ia no a endimen o e na elação en e os p o issionais e a amília. Embo a
o en oque des e abalho seja a in luência dessa ca ac e ís ica na Unidade de Saúde Básica,
esses cuidados de em es ende -se a odos os demais se o es de saúde, obje i ando um melho
acolhimen o da população.
O desen ol imen o dessas a i idades é ei o a a és da o imização da u ilização
da es u u a ísica e dos se iços p opo cionados po esses es abelecimen os. Semelhan e,
a deco ação da sala de acolhimen o p omo endo o bem-es a de g ande pa e daqueles que
u ilizam a unidade de saúde da amília, conside ando o núme o de c ianças que equen am
a unidade.
Tais pensamen os e o çam os ideais e as expec a i as que a en e magem de e e
com o comp omisso de o na a saúde pública mais humana e acolhedo a, pensando semp e
no bem es a ísico, men al e social das c ianças, espei ando e man endo semp e nossos
p incípios enquan o en e mei os e os p incípios da c iança enquan o se humano e usuá io.
REFERÊNCIAS
ALMEIDA, F. A.; Lidando com a mo e e o lu o po meio do b inca : a c iança com cânce no
hospi al. Bole im de psicologia. São Paulo; . 55; n. 123; p. 149-167, jul./dez. 2005.
BRASIL. Minis é io da Saúde. Sec e a ia de A enção à Saúde. Depa amen o de A enção
Básica. Polí ica Nacional de A enção Básica / Minis é io da Saúde. Sec e a ia de
A enção à Saúde. Depa amen o de A enção Básica. – B asília: Minis é io da Saúde, 2012.
. Cons i uição (1988). Cons i uição da República Fede a i a do B asil. B asília, DF:
Senado Fede al. 1988.
. Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Dispõe sob e o es a u o da c iança e do
adolescen e e dá ou as p o idências. Diá io O icial da União - Seção 1 - 16/7/1990, Página
13563 (Publicação O iginal).

278
. Lei nº 11.104, de 21 de ma ço de 2005. Dispõe sob e a ob iga o iedade de ins alação
de b inquedo ecas nas unidades de saúde que o e ecem a endimen o pediá ico em egime de
in e nação. Diá io O icial da União – Seção 1- 22/03/2005, Página 1.
. Po a ia nº 2.261, de 23 de no emb o de 2005. Ap o a o Regulamen o que es abelece
as di e izes de ins alação e uncionamen o das b inquedo ecas nas unidades de saúde que
o e eçam a endimen o pediá ico em egime de in e nação. Diá io O icial da União –
Seção 1- 24/11/2005, Página 70.
SALCI, M. A. e al. EDUCAÇÃO EM SAÚDE E SUAS PERSPECTIVAS TEÓRICAS: ALGUMAS
REFLEXÕES. Tex o con ex o - en e magem. Flo ianópolis; ol.22; n.1; p. 224-230, jan./
ma . 2013.
VERISSIMO, D. S; VALLE, E.R.M. A expe iência i ida po pessoas com umo ce eb al e po
seus amilia es. Psicologia A gumen a. Cu i iba, . 24, n. 45 p. 45-57, ab ./jun. 2006.
279
SAPATEIRA E TAPETE:
CONSTRUINDO UM PROJETO
SUSTENTÁVEL
Ana Cláudia Ma inho Ly a
Cen o Uni e si á io de João Pessoa – Unipê [email p o ec ed]
Tainelly Souza de Viei a
Cen o Uni e si á io de João Pessoa – Unipê [email p o ec ed]
Ni leide Sil a Ma ins
Cen o Uni e si á io de João Pessoa – Unipê [email p o ec ed]
Ana C is ina de A aújo Melo
Cen o Uni e si á io de João Pessoa – Unipê [email p o ec ed]
Fabiana Dua e Fe ei a
Cen o Uni e si á io de João Pessoa – Unipê [email p o ec ed]
E laine Souza da Sil a
Cen o Uni e si á io de João Pessoa – Unipê [email p o ec ed]
RESUMO
Foi desen ol ido no Complexo Labo a o ial e Clínica Escola Flo ence Nigh ingale-COLACE
du an e o Es ágio Supe isionado I, um P oje o Sus en á el que deu-se pela necessidade local
de cons ui um u ensílio que osse du á el, uncional e p ese asse nossos ecu sos na u ais
na b inquedo eca. Sendo obse ado a ausência de algo no local que pudesse complemen a
de o ma posi i a sendo ag adá el e a a i o pa a as c ianças que agua dam a endimen o ou
mesmo seus amilia es. O p oje o deu-se início de 15/02/18 a 14/03/2018, sendo iden i icado
o que pode ia con ibui de o ma posi i a e sus en á el pa a a ambiência, seguindo a
di e iz de ambiência da Polí ica Nacional de Humanização na qual inclui a c iação espaços
saudá eis, acolhedo es e con o á eis, que espei em a p i acidade, p opiciem mudanças no
p ocesso de abalho e sejam luga es de encon o en e as pessoas. Pa a o desen ol imen o
do p oje o oi u ilizado a me odologia da P oblema ização com o A co de Mague ez, onde oi
possí el ealiza o seguimen o das cinco e apas, sendo inalizada com a aplicação da solução
que oi a cons ução da sapa ei a e a ins alação do ape e colo ido. Foi ealizado de o ma
a i a a busca po ma e iais, os canos o am ecolhidos de uma ob a ealizada no bai o do
Valen ina Figuei edo em João Pessoa-PB, a e ando de o ma nega i a ao meio ambien e.
280
O p oje o a endeu seus obje i os e obedeceu as e apas da me odologia, iniciando com a
obse ação da ealidade e pô im a aplicação a ealidade. Assim a cons ução e implan ação
des es u ensílios passa á a aze pa e da b inquedo eca e p opo ciona á às c ianças mais
incen i o a b incadei a, se indo ambém de incen i o à educação das c ianças pa a man e
a o ganização do espaço, bem como a colocação do ape e p opo cionando mais con o o e
opo unidade de usa os b inquedos com mais libe dade no chão.
Pala as-cha e: Sus en abilidade, Reu ilização, En e magem.
INTRODUÇÃO
O Cen o Uni e si á io de João Pessoa – UNIPÊ possui o p oje o denominado
UNIPÊ Sus en á el, o qual busca o o alecimen o da capacidade do Campus em con ibui
de o ma ino ado a e e icaz pa a o desen ol imen o sus en á el na Região No des e (UNIPÊ,
2018).“O desen ol imen o sus en á el p ocu a a melho ia da qualidade de ida de odos os
habi an es do mundo sem aumen a o uso de ecu sos na u ais além da capacidade da Te a.
” (ONU, 2002).
Pa a a consecução do P oje o oi e i icado a necessidade local de cons ui um
u ensílio que osse du á el, uncional e p ese asse nossos ecu sos na u ais. Assim, du an e
o Es agio Supe isionado I do cu so de en e magem ealizado no Complexo Labo a o ial e
Clínica Escola Flo ence Nigh ingale-COLACE oi obse ada a necessidade local que pudesse
complemen a de o ma posi i a, ag adá el e a a i a pa a as c ianças que agua dam
a endimen o ou mesmo os seus amilia es.
De aco do com a Polí ica Nacional de Humanização (2013) uma de suas di e izes
é a Ambiência na qual inclui a c iação espaços saudá eis, acolhedo es e con o á eis, que
espei em a p i acidade, p opiciem mudanças no p ocesso de abalho e sejam luga es de
encon o en e as pessoas. Sendo ealizado a pa i da discussão compa ilhada do p oje o
a qui e ônico, das e o mas e do uso dos espaços de aco do com as necessidades de usuá ios
e abalhado es de cada se iço é uma o ien ação que pode melho a o abalho em saúde.
O obje i o do abalho oi ap esen a a cons ução de uma sapa ei a in an il e
ins alação de um ape e colo ido pa a con ibui com a ambiência, educação, con o o e
o ganização da b inquedo eca.
281
METODOLOGIA
T a a-se de um ela o de expe iência i enciado po acadêmicas do cu so de
bacha elado em En e magem no Complexo Labo a o ial Clínica-Escola Flo ence Nigh ingale,
localizado no Cen o Uni e si á io de João Pessoa – UNIPÊ du an e o Es ágio Supe isionado
I no pe íodo de 15/02/18 a 14/03/2018.
Pa a a ealização des e ela o u ilizou-se a me odologia da P oblema ização com
o “A co de Mague ez” ap esen ado pela p imei a ez po Bo dena e e Pe ei a, em 1982. São
cinco e apas que se desen ol em a pa i de um eco e da ealidade e que pa a ela e o nam:
a obse ação da ealidade e a iden i icação do p oblema, os pon os-cha e, a eo ização, as
hipó eses de solução e a aplicação à ealidade.
RELATO DE EXPERIÊNCIA
PRIMEIRA ETAPA: OBSERVAÇÃO DA REALIDADE:
Com o a endimen o clínico ealizado pa a as c ianças no COLACE, e a necessá io
que hou esse um ambien e acolhedo e que p opo cionasse bem es a e amenizasse a
ansiedade pa a o a endimen o ou a é mesmo pa a que se isse de espe a pa a um amilia
que az uso do se iço. Assim, oi c iada a b inquedo eca na ecepção da Clínica Escola.
Há um espaço com á ios jogos, b inquedos, ma e iais de pin u a e desenho e
uma mesinha pequena com cadei as. Po ém, al a am ecu sos que p opo cionasse con o o
as c ianças pa a b inca em descalças, ao mesmo empo em que delimi asse o espaço e
o ganização da b inquedo eca.
SEGUNDA ETAPA: Pon os-cha e do es udo.
Fal a de um ape e pa a delimi ação do espaço da b incadei a, já que a ecepção é
um espaço onde há a ci culação de mui as pessoas (alunos, p o esso es, uncioná ios, usuá ios
dos se iços, en e ou os) e o a o de não ha e essa delimi ação con ibui pa a ocasiona
algum aciden e, pois os obje os ica am espalhados po oda a ecepção.
288
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A inicia i a de in oduzi a emá ica sus en abilidade na a enção básica a a és do
p oje o sus en á el com o eixo emá ico sus en abilidade na saúde oi um excelen e ins umen o
de ap endizado que nos desa iou, le ando-nos a e le i sob e a ealidade encon ada na USF
Oceania VI e suas pa icula idades, e a pa i des as obse ações, implemen amos a c iação
de um banco de palle s (madei a), a im de possibili a con o o aos usuá ios da unidade
du an e a espe a po a endimen o.
Esse p oje o e e boa acei ação pela equipe da unidade de Cabedelo e pelos usuá ios
onde se ez de manei a singela, po ém com ca inho e cuidado le ando em conside ação a
u ilidades do banco pa a a comunidade como o ma de melho ia com a eu ilização de
ma é ias que não em u ilidade e o mando e endo um des ino di e en e do lixo.
A implan ação desse p oje o sus en á el e e g ande ele ância pa a nossa ida
acadêmica e p o issional uma ez que possibili ou expe iências únicas. Além disso, oi possí el
ag ega na comunidade a conscien ização sob e a eu ilização de ma e iais e a impo ância
sob e sus en abilidade.
REFERÊNCIAS
FELISBERTO, E. e al. Análise da sus en abilidade de uma polí ica de a aliação: o caso da
a enção básica no B asil. Cad. Saúde Pública, Rio de Janei o, . 26, n. 6, p. 1079-95, 2010.
Disponí el em: <h p://www.scielo.b /pd /csp/ 26n6/03.pd >. Acesso em: 18 ab . 2018.
SILVA, B. S. M.; MERCES, M. C.; ARAÚJO; T. M. In e ace en e saúde, ambien e e abalho
na ó ica da sus en abilidade. Re . Epidemiol. Con ol. In ec ., . 4, n. 2, p. 165-70,
2014. Disponí el em: <h ps://online.unisc.b /see /index.php/epidemiologia/a icle/
iew/4259/3789>. Acesso em: 18 de ab . 2018.
UNIPÊ. Unipê Sus en á el. João Pessoa, 2018. Disponí el em: <h p://unipe.b /unipe-
sus en a el/>. Acesso em: 19 ab . 2018.

289
CUIDANDO DE CUIDADORES:
RELATO DE EXPERIÊNCIA EM UMA
INSTITUIÇÃO DE LONGA PERMANÊNCIA
Debo a E elly da Sil a Olanda
Discen e. G aduação em En e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa, PB. E-mail: [email p o ec ed]
Amanda Lucena da Sil a
Discen e. G aduação em En e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa, PB.
E-mail: [email p o ec ed]
Cassia Ma ia Ben o
Discen e. G aduação em En e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa, PB. E-mail: [email p o ec ed]
La yssa E elyn Ma iano da Sil a
Discen e. G aduação em En e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa, PB. E-mail: [email p o ec ed]
Michelle Al es de Ca alho
O ien ado a. En e mei a. Docen e do Cu so de En e magem no Cen o Uni e si á io de João Pessoa, PB.
E-mail: [email p o ec ed]
RESUMO
O en elhecimen o populacional é uma ealidade mundial. Em 2025 o B asil passa á a se
o sex o país com maio núme o de idosos, des a o ma as polí icas públicas êm o papel de
esponde as necessidades de cuidados, p incipalmen e pa a aqueles dependen es e cuja
amília não ap esen a condições de assis i-los. Nesse con ex o, ê-se a necessidade de inse i
cuidado es pa a a ende as demandas do idoso. Po ém, ao assumi esse papel, essas pessoas
podem i encia si uações desgas an es e de sob eca ga. An e ao expos o, o es udo em ela
obje i ou ealiza o icinas de massagem e apêu ica pa a minimiza a sob eca ga ensional
de cuidado es em uma ins i uição de longa pe manência pa a idosos no município de João
Pessoa, Pa aíba. T a a-se de um ela o de expe iência de a i idades desen ol idas du an e
o p imei o campo de es ágio supe isionado I, no pe íodo de 15 a 28 de e e ei o de 2018.
P imei amen e ealizou-se o le an amen o das di iculdades encon adas no e e ido campo de
es ágio (pequeno núme o de cuidado es e sob eca ga des es), após isso o am desen ol idas
hipó eses de solução, planejamen o das a i idades a se em implemen adas, einamen o das
écnicas de massagem en e os colegas de u ma e, po im a ealização das o icinas com
os cuidado es da ins i uição. Os bene ícios da massagem são inúme os, desde o alí io da
290
do e melho uncionamen o da isiologia co po al a é auxílio na ecupe ação de sequelas
pa ológicas. Des a o ma, no a-se que o desen ol imen o desse p oje o pe mi iu eduzi
a sob eca ga de es esse desses p o issionais do cuidado, bene iciando de o ma indi e a
ambém o idoso, is o que as écnicas o am epassadas aos cuidado es pa a ep oduzi em
com seus clien es.
Pala as-cha e: En e magem, Cuidado es, Massagem, Te apias Complemen a es.
INTRODUÇÃO
O en elhecimen o populacional é uma ealidade mundial. Com isso, países em
desen ol imen o como o B asil êm i enciado o desa io de en en a essa no a ealidade
com soluções c ia i as e iá eis. Esse p ocesso em exigido espos as e e en es às polí icas
de saúde e polí icas sociais di igidas à população idosa, com o in ui o de p ese a sua saúde
e qualidade de ida, bem como de a endê-las em suas en e midades (CERQUEIRA, 2002).
Segundo a O ganização Mundial de Saúde (OMS) a é o ano de 2025 o núme o de
idosos no B asil aumen a á ap oximadamen e 15 ezes. Des a o ma, o B asil passa á a se o
sex o país quan o ao con ingen e de idosos, ap esen ando ap oximadamen e 32 milhões de
pessoas com mais de 60 anos (OLIVEIRA, 2014).
Nesse con ex o, ce ca de 40% dos indi íduos b asilei os com a aixa e á ia de
65 anos ou mais dependem de algum ipo de ajuda pa a ealização de, pelo menos,
uma a e a (MEIKA UESUGU, 2011), e idenciando a necessidade de inse i cuidado es pa a
a ende as demandas dessa população.
Ao assumi esse papel, mui as ezes, os cuidado es acabam en en ando si uações
de sob eca ga labo al e o es esse, de ido ao núme o eduzido de p o issionais nas ins i uições
de longa pe manência pa a os idosos. As p incipais queixas e e idas pelos cuidado es dizem
espei o a do es no apa elho locomo o , ce aléia ensional, adiga c ônica, ansiedade e insônia.
Nesse sen ido, pe cebe-se que esses a o es, além de comp ome e em asaúde do cuidado ,
acabam p ejudicando o p ocesso de cuida do idoso (GRATÃO e al, 2012).
A im de minimiza um pouco essa sob eca ga, obje i ou-se ealiza o icinas de
massagem e apêu ica pa a aos cuidado es de uma Ins i uição de Longa Pe manência pa a
291
Idosos (ILPI), endo em is a minimiza as ensões muscula es p opo cionando elaxamen o
e, po conseguin e, melho a qualidade de assis ência p es ada a população esiden e na ILPI.
Essa p opos a se jus i ica pelos inúme os bene ícios que a massagem az à saúde,
is o que os ansmisso es ho monais libe am “subs ancias sinalizado as” pa a o cé eb o
e as ecebem de ol a. O oque p opo ciona oaumen o do ní el de oxi ocina, ho mônio
esponsá el pelo elaxamen o e sensação de elicidade. Des a o ma, a massagem con ibui
pa a o equilíb io ísico, emocional e espi i ual (KAVANAGH, 2003).
METODOLOGIA
T a a-se de um ela o de expe iência, o iundo das a i idades desen ol idas em
uma ILPI no município de João Pessoa-PB, du an e o es ágio supe isionado I do cu so de
en e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa (UNIPÊ), onde o am ealizadas o icinas
de massagens pa a os cuidado es da ILPI. Segundo Pozes e al. (2013), ela o de expe iência
consis e em obse a a sis emá ica da ealidade, inculado a i ências que coope am como
on e de di usão de sabe es e aze es.
Todo o p ocesso acon eceu no pe íodo de 15 a 28 de e e ei o de 2018, median e
aos seguin es passos: iden i icação das di iculdades no local de es ágio, desen ol imen o
das hipó eses de solução, pesquisas e discussões sob e a emá ica com os p o issionais da
ins i uição, en e os memb os do g upo e a supe iso a de es ágio, planejamen o das ações,
einamen o com os colegas da sala e, po im, implemen ação das massagens.
Os ma e iais u ilizados o am álcool gel (pa a assepsia), hid a an e co po al e
óleo p óp io pa a massagem. Fo am dis ibuídas amos as g á is desses ma e iais pa a que
os cuidado es eplicassem as écnicas ap eendidas com os idosos.
RELATO DE EXPERIÊNCIA
Inicialmen e conheceu-se o campo de es ágio (espaço ísico, p o issionais
a uan es, idosos esiden es), após isso oi ealizado um le an amen o dos p incipais p oblemas
encon ados a im de in e i na ealidade e melho a a assis ência p es ada.
292
Nesse sen ido obse ou-se a sob eca ga ísica e emocional dos cuidado es dos
idosos, is o que a ins i uição só ap esen a ês cuidado es diu nos e dois no u nos pa a o
quan i a i o de 64 idosos, sendo me ade dependen es pa a ealização de a i idades básicas
da ida diá ia.
Segundo li e a u a pe inen e, a maio ia dos cuidado es ap esen am cansaço
ísico e pe cepção que sua saúde decaiu desde que inicia am as a i idades de cuidado ao idoso
dependen e (PEREIRA; CARVALHO, 2012), co obo ando com o encon ado na ILPI.
Nessa pe spec i a, o am desen ol idas hipó eses de solução pa a a e e ida
p oblemá ica, buscou-se ambém a opinião dos p o issionais a uan es na ins i uição (di e o ia,
equipe de en e magem, cuidado es) e oi ealizada ampla busca na li e a u a ace ca dos
bene ícios e écnicas de massagens a se em desen ol idas.
Após isso, discu iu-se en e os memb os do g upo e a supe iso a de es ágio quais
pon os se iam abo dados e como se da ia a ealização das o icinas de massagem, a im de
bene icia an o os cuidado es como es ende esse cuidado aos idosos.
As buscas na li e a u a e idencia am que a p á ica da massagem ali ia do es,
eduz edemas, auxilia a ci culação e p omo e nu ição dos ecidos. Além desses bene ícios
ambém p opo ciona elaxamen o a apoio emocional (CASSAR, 2001).
Nesse sen ido, op ou-se po ealiza a massagem em pon os especí icos das mãos,
is o que cada um desses pon os es á di e amen e elacionado a ó gãos e músculos, sendo
capaz de p opo ciona elaxamen o em odo o co po. Des a o ma, a massagem p opo cionou
o bem-es a dos cuidado es e, indi e amen e, dos idosos, pois o am epassadas as écnicas
de massagens pa a que os cuidado es as desen ol essem du an e a assis ência ao idoso.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
As p á icas ealizadas pe mi i am amplia o conhecimen o pa a além dos
p oblemas pa ológicos encon ados no p ocesso do cuida , sensibilizando e conscien izando
sob e o desen ol imen o de soluções pa a os desa ios encon ados no co idiano do p o issional
en e mei o.
Po an o, oi possí el elabo a de o ma c ia i a, sus en á el e de baixo cus o,
uma a i idade que bene iciasse a an o os abalhado es da ins i uição que se encon a am
293
sob eca egados (cuidado es), como o público a quem se des ina o cuidado (idosos), pela
possibilidade de eplicação das massagens.
REFERÊNCIAS
CASSAR, M.P. Manual de massagem e apêu ica. São Paulo: Manole, 2001.
CERQUEIRA, A.T.A.R.; OLIVEIRA, N.I.L. P og ama de apoio a cuidado es: Uma ação
e apêu ica e p e en i a na a enção à Saúde dos Idosos. Psicologia USP, . 13, n. 1, p. 133-
150, 2002.
GRATAO, A.C.M. e al. Sob eca ga e descon o o emocional em cuidado es de idosos. Tex o
& Con ex o En e magem, . 21, n. 2, p. 304-312, 2012.
KAVANAGH, WENDY. Exe cícios básicos de Massagem. São Paulo: Manole, 2003.
UESUGUI, H. M.; FAGUNDES, D.S.; PINHO, D.L.M. Pe il e g au de dependência de idosos
e sob eca ga de seus cuidado es. Ac a Paulis a de En e magem, . 24, n. 5, 2011.
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Dis i o Fede al: oco ência de al e ações. 2014. 28 . Monog a ia (G aduação em
En e magem)- Uni e sidade de B asília-DF, 2014.
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conjugal e mo bidade psicológica em cuidado es de idosos com dependência uncional. Temas
em psicologia, . 20, n. 2, p. 369-384, 2012.
POZES, V.L.S.; DAHER,D.V.; FONSECA,T.C. Resga e de ese as cogni i as em idosos com
demência de Alzheime : Rela o de Expe iência. Cuidado é Fundamen al Online, .5, n.5,
p.148-154,2013.

294
DESENVOLVIMENTO DE UM KIT DE
PRIMEIROS SOCORROS SUSTENTÁVEL
EM UM CENTRO DE ATENÇÃO
PSICOSSOCIAL
Igo de Oli ei a San os
Discen e do cu so de En e magem no Cen o Uni e si á io de João Pessoa- UNIPÊ. E-mail: [email p o ec ed]
Ka iana Rod igues Co eia Gama
Discen e do cu so de En e magem no Cen o Uni e si á io de João Pessoa- UNIPÊ - E-mail: [email p o ec ed]
Robe o Ca los da Sil a San os
Discen e do cu so de En e magem no Cen o Uni e si á io de João Pessoa- UNIPÊ. E-mail: [email p o ec ed],
Alan Ba bosa de Jesus
Discen e do cu so de En e magem no Cen o Uni e si á io de João Pessoa- UNIPÊ - E-mail: [email p o ec ed]
Ana Eloisa C uz de Oli ei a
En e mei a Mes e em Modelos de Decisão e Saúde-PPGMDS/UFPB. Docen e do cu so de En e magem no Cen o
Uni e si á io de João Pessoa- UNIPÊ. E-mail: eloisa.oli [email p o ec ed]
My ian Ca nei o de F anca
En e mei a. Docen e do cu so de En e magem no Cen o Uni e si á io de João Pessoa- UNIPÊ.
E-mail: [email p o ec ed]
RESUMO
O desen ol imen o da sus en abilidade é capaz de p omo e melho ias na qualidade dos
se iços de saúde, e uma ins i uição que se p eocupa com a saúde já pensa em a i udes
sus en á eis, buscando in es i nesse âmbi o. Des a o ma, o es udo obje i a desc e e
o desen ol imen o de um ki de p imei os soco os sus en á el em um Cen o de A enção
Psicossocial (CAPS), na cidade de João Pessoa. T a a-se de um ela o de expe iência,
desen ol ido a pa i da cons ução e implan ação de um ki de p imei os soco os sus en á el,
du an e o pe íodo de es ágios dos discen es de en e magem do UNIPÊ no CAPS. Ao pe cebe
a impo ância do en e mei o e sua equipe es a em p epa ados pa a p es a os p imei os
soco os aos seus pacien es, oi possí el obse a que não exis ia um ki de p imei os soco os
disponí el no se iço, despe ando um in e esse pa a al necessidade. Ao e e i a a cons ução
de um ki de p imei os soco os, e de o ma sus en á el, oi pe cep í el a impo ância da sua
u ilização dian e do ambien e e das demandas exis en es, dando melho supo e pa a que os
p o issionais pudessem o e a um cuidado com maio qualidade aos pacien es. O p oje o
bene iciou os usuá ios e p o issionais do se iço, ouxe sa is ação aos discen es em pode
295
con ibui na melho ia das condições de abalho e ainda de o ma sus en á el, colabo ando
pa a a p ese ação do meio ambien e.
Desc i o es: En e magem, P imei os soco os, Desen ol imen o sus en á el.
INTRODUÇÃO
O e mo “sus en á el” em do la im sus en a e, que signi ica sus en a , de ende ,
a o ece , apoia , conse a e cuida , con o me (SICHE 2007). No que diz espei o ao
desen ol imen o da sus en abilidade, Oli ei a e al. (2015) a i ma que a mesma é capaz de
p omo e melho ias e e i as na qualidade dos se iços de saúde, e uma ins i uição que se
p eocupa com a saúde já pensa em a i udes sus en á eis, buscando in es i nesse âmbi o.
Dian e desse con ex o, o UNIPÊ (Cen o Uni e si á io de João Pessoa) az a
cons ução de um p oje o sus en á el como pa e in eg an e do seu p ocesso pedagógico,
buscando ado a soluções pa a p oblemá icas iden i icadas nos campos de es ágio e
p omo e saúde pela sus en abilidade, despe ando no aluno a esponsabilidade social, com
a p ese ação do meio ambien e e com o bem es a do homem e suas u u as ge ações.
Du an e o pe íodo de es ágio desen ol ido no Cen o de A enção Psicossocial
(CAPS), oi possí el pe cebe que e a um local suscep í el pa a aciden es, a é mesmo po
a a de pacien es com ans o nos men ais. Po ém, obse ou-se que mesmo dian e da
impo ância do en e mei o e sua equipe es a em p epa ados pa a p es a os p imei os
soco os, não exis ia um ki pa a es e im, disponí el no se iço, despe ando um in e esse
pa a al necessidade.
Dian e de al p oblemá ica iden i icada, a cons ução de um ki de p imei os
soco os sus en á el oi planejada, buscando ape eiçoa a assis ência aos pacien es do Cen o,
o nando ainda mais quali icado o cuidado o e ado pelos p o issionais de saúde do se iço.
Des a o ma, o es udo obje i a desc e e o desen ol imen o de um ki de
p imei os soco os sus en á el em um Cen o de A enção Psicossocial.
296
METODOLOGIA
T a a-se de um ela o de expe iência, i enciado po acadêmicos de En e magem,
du an e es ágio supe isionado do sé imo pe íodo. O mesmo oi desen ol ido en e os dias 15
e 28 de e e ei o de 2018, no CAPS Caminha , localizado na cidade João Pessoa – PB.
No deco e das a i idades e e uadas no se iço em ques ão, obse a am-se as
necessidades ap esen adas, pa a que osse possí el cons ui um p oje o sus en á el que
ouxesse bene ícios pa a o seu uncionamen o e a assis ência p es ada aos seus usuá ios.
Pa a a conc e ização do p oje o, odo o seu p ocesso de execução oi ealizado com
base na me odologia p oblema izado a, conhecida como o A co de Mague ez. Tal mé odo
a o ece a p oblema ização da i ência, na busca de soluções pa a os p oblemas encon ados
e desen ol e-se em cinco e apas, a pa i de um eco e da ealidade e que pa a ela e o na po
meio das seguin es e apas: a obse ação da ealidade e iden i icação do p oblema, os pon os-
cha e, a eo ização, as hipó eses de solução e a aplicação à ealidade, con o me (VILLARDI,
2015).
Dessa o ma, dian e da p oblemá ica iden i icada no local de es ágio, oi possí el
implan a um ki de p imei os soco os, cons uído de o ma sus en á el, isando melho a a
assis ência p es ada aos seus usuá ios e ainda con ibuindo na p ese ação do meio ambien e.
Pa a a con ecção do p oje o o am u ilizados os seguin es ma e iais: papel ca onagem, cola,
esou a, adesi o e co da.
RELATO DE EXPERIÊNCIA
Du an e o pe íodo de es ágio desen ol ido no CAPS, oi possí el pe cebe que e a
um local suscep í el pa a aciden es, po ém, o mesmo não con a a com um ki de p imei os
soco os disponí el pa a a ealização de uma assis ência ap op iada nessas ci cuns âncias.
Dian e desse pano ama, oi possí el planeja , cons ui , e implan a um ki
que pudesse dá um maio supo e aos p o issionais du an e o seu p ocesso de abalho,
melho ando a qualidade do cuidado o e ado aos pacien es que equen am o se iço.
Colocando o p oje o em p á ica, os discen es cons uí am uma caixa com papel
ca onagem, cola, adesi o e co da, equipando-a com insumos como: so o isiológico, gazes,
297
a adu as, cu a i os, algodão, lu as, espa ad apo e sul adiazina de p a a. Todos os ma e iais
u ilizados nesse p ocesso o am doados ao se iço pelos p óp ios discen es.
Na implan ação do p oje o, o ki oi ap esen ado aos p o issionais do CAPS e
dispos o em um local adequado, com isibilidade, possibili ando a sua u ilização. Na ocasião,
ambém oi es imulada a ealização da manu enção dessa signi ica i a e amen a, an o
po pa e dos p o issionais, como pelos demais es agiá ios que pa icipam do co idiano do
se iço, azendo doações de ma e iais e ga an indo a con inuidade do p oje o.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Du an e a i ência no es ágio supe isionado, obse ou-se que o CAPS e a um
espaço ulne á el pa a aciden es, p incipalmen e po assis i pacien es com ans o nos
men ais, e que mesmo dian e dessa ealidade, o local não dispunha de um ki de p imei os
soco os, despe ando um in e esse pa a al necessidade.
Ao e e i a a cons ução de um ki de p imei os soco os, e de o ma sus en á el,
oi pe cep í el a impo ância da sua u ilização dian e do ambien e e das demandas exis en es,
dando melho supo e pa a que os p o issionais pudessem o e a um cuidado com maio
qualidade aos seus pacien es.
O desen ol imen o do p oje o não só bene iciou o se iço, seus p o issionais
e usuá ios, mas ambém ouxe aos discen es pa icipan es a opo unidade de coloca
em p á ica os conhecimen os eó icos, adqui idos ao longo do cu so de G aduação em
En e magem, possibili ando um signi ica i o c escimen o acadêmico, que e le i á na u u a
p á ica p o issional de cada um.
REFERÊNCIAS
CANOTILHO, J. J. G. O P incípio da sus en abilidade como P incípio es u u an e do Di ei o
Cons i ucional. Tékhne, Ba celos , n. 13, p. 07-18, jun. 2010 . Disponí el em <h p://www.
scielo.mec.p /scielo.php?sc ip =sci_a ex &pid=S1645-99112010000100002&lng=p &n m
=iso>. Acesso em 03 de maio de 2018.
304
AVALIAÇÃO DO ALEITAMENTO MATERNO
EXCLUSIVO APÓS INCENTIVO ÀS MÃES
VIA REDE SOCIAL ONLINE
Roseane Viei a Sil a dos San os
G aduanda de En e magem, aluna do p oje o de iniciação cien í ica -PIBIC- Uni e sidade Fede al da Pa aíba.
E-mail: [email p o ec ed]. João Pessoa-PB.
Débo a Sil a Ca alcan i
Nu icionis a do Hospi al Uni e si á io Lau o Wande ley-HULW, Dou o anda Uni e sidade Fede al de Pe nambuco.
E-mail: [email p o ec ed]. João Pessoa-PB.
Rod igo Pinhei o Vianna de Toledo
Engenhei o do Alimen o, P o esso adjun o da Uni e sidade Fede al da Pa aíba- Depa amen o de Nu ição, Dou o em
Saúde Cole i a. E-mail: [email p o ec ed]. João Pessoa-PB.
A p á ica do alei amen o ma e no é conside ada uma es a égia isolada de p e enção de
mo bimo alidade in an il e ma e na. Es udos apon am que se o alei amen o ma e no osse
u ilizado de manei a uni e sal pode ia p e eni 823.000 mo es a cada ano em c ianças
meno es de 5 anos e 20.000 mo es po cânce de mama. Além de ou os bene ícios. No
en an o, as axas de alei amen o ma e no no país, sob e udo do exclusi o, encon am-se abaixo
do ecomendado. Nesse con ex o, e sabendo que o alei amen o ma e no, apesa de se um a o
indi idual, so e in luência de a o es ex e nos à mulhe . Obje i ou-se a alia o alei amen o
ma e no das mães pa icipan es do p oje o de ex ensão, du an e o pe íodo de e e ei o a
agos o de 2017. Tal p oje o incen i a o alei amen o ma e no po meio de edes sociais
online, unciona no Hospi al Uni e si á io Lau o Wande ley, no se o da clínica obs é ica.
Con ou-se com uma amos a de 246 binômios mãe e ilho. Todas as pa icipan es assina am
um e mo de consen imen o li e escla ecido, núme o do pa ece do CEP n.1.515.096. As
mães o am acompanhadas du an e os seis p imei os meses pós-al a hospi ala . Sendo
di ididas em dois g upos: g upo con ole e g upo in e enção. As mães do g upo con ole
ecebiam o acompanhamen o a a és de ligações ealizadas mensalmen e Já as mães do
g upo in e enção, além do acompanhamen o mensal po ele one, ambém pa icipa am do
g upo online no Facebook, onde podiam in e agi com es udan es e p o issionais de saúde,
i ando suas dú idas e ecebendo in o mações sob e alei amen o. Ao compa a os dias de
amamen ação exclusi a en e os dois g upos, obse ou-se uma di e ença signi ica i a de 63
dias a mais de alei amen o ma e no no g upo in e enção do que no g upo con ole, sendo
149 dias e sus 86 dias. Dian e do expos o, ica e iden e o e ei o posi i o da in e enção ia

305
ede online na du ação do alei amen o ma e no, po an o, ecomenda-se a u ilização desses
meios pa a amplia e o alece a ede de apoio às mães lac an es, de modo que elas se sin am
segu as e con ian es pa a amamen a seus ilhos de manei a exclusi a a é o sex o mês e de
manei a complemen a a é os dois anos ou mais de idade.
Pala as-cha e: Alei amen o ma e no, ede social, incen i o.
INTRODUÇÃO
A p á ica do alei amen o ma e no é conside ada uma es a égia isolada de
p e enção de mo bimo alidade in an il e ma e na. Resul ados de uma me análise ealizada
em países de baixa e média enda apon a am que se o alei amen o ma e no osse p a icado
de manei a uni e sal pode ia p e eni 823.000 mo es a cada ano em c ianças meno es de 5
anos e 20.000 mo es po cânce de mama. Ou os esul ados apon am que a amamen ação
associou-se a uma edução de 36% na oco ência de mo e súbi a in an il, edução de 58 % na
oco ência de en e ocoli e nec o izan e, p e enção de 72% das in e nações po dia eia e 57%
po in ecções espi a ó ias. (VICTORA e al; 2016).
Inúme os são os bene ícios do alei amen o ma e no, comp o ados cien i icamen e
e amplamen e conhecidos e deba idos, con udo, as axas de alei amen o ma e no no país es ão
abaixo das ecomendadas pela O ganização Mundial da Saúde e pelo Minis é io da Saúde do
B asil, os quais ecomendam o alei amen o ma e no exclusi o, ou seja, aquele no qual se
o e ece somen e lei e ma e no à c iança, a é o sex o mês de idade e de manei a complemen a ,
com a adição p og essi a de ou os alimen os, a é os dois anos ou mais. (BRASIL, 2015)
Segundo Pinho e al. (2016) exis em di e sos a o es que in e e em no a o
da amamen ação, como: a inse ção da mulhe no me cado de abalho, di iculdades da
amamen ação, baixa escola idade, al a de conhecimen o sob e os bene ícios da p á ica,
hábi os cul u ais, uso p ecoce de chupe a e mamadei a, dep essão pós-pa o, en e ou os.
Nesse con ex o, o p esen e abalho obje i ou a alia a du ação do alei amen o
ma e no exclusi o das mães pa icipan es do p oje o: “Uma in e enção pa a p omoção e
apoio ao alei amen o ma e no po meio de ede social on line”, du an e o pe íodo de e e ei o
a agos o de 2017, e e i ica seus a o es associados. Tal p oje o unciona no Hospi al
Uni e si á io Lau o Wande ley, é inculado ao Depa amen o de Nu ição da Uni e sidade
306
Fede al da Pa aíba, con a com a pa icipação de es udan es e p o issionais de saúde, que
o e ecem apoio e incen i o ao alei amen o ma e no, ao binômio, mãe e ilho, desde a al a
hospi ala a é o sex o mês de ida do lac en e, a a és da ede social Facebook. Todas as
pa icipan es após se em in o madas sob e a pesquisa assina am um e mo de consen imen o
li e e escla ecido, com núme o do pa ece de ap o ação do comi ê de é ica 1.515.096.
METODOLOGIA
Con ou-se com uma amos a de 246 binômios, sendo di ididos em dois g upos:
g upo con ole e g upo in e enção.
As mulhe es do g upo con ole ecebiam um acompanhamen o mensal ia
ele one, a a és da ealização de um ques ioná io semi-es u u ado, com pe gun as abe as
e echadas sob e a pe manência da amamen ação exclusi a, a saúde da c iança e da mãe;
já as mulhe es do g upo in e enção, além das ligações mensais, ambém pa icipa am
do g upo no Facebook, onde, dia iamen e e am pos adas in o mações sob e alei amen o
ma e no, como seus p incipais bene ícios, posição e pega co e a, desmi i icação de mi os
sob e o lei e e a mamada, dicas sob e a alimen ação ma e na, o ma de e i a e a mazena o
lei e ma e no, p incipalmen e pa a as mulhe es du an e o e o no ao abalho. Nes e g upo,
as mães possuíam um a endimen o pe sonalizado, pe mi indo que es as compa ilhassem
suas dú idas e di iculdades en en adas du an e a amamen ação, ob endo e o no, quase que
imedia o, com espos as embasadas em es udos cien í icos e dependendo do p oblema e a
aconselhado p ocu a um se iço especializado.
RESULTADOS E DISCUSSÕES
Ao analisa os dados, compa a i amen e, dos dois g upos, e i icou-se uma
mediana o al de alei amen o ma e no exclusi o de 117 dias. Quando compa ado o empo de
alei amen o ma e no exclusi o en e os g upos, de in e enção e con ole, obse ou-se que a
mediana do empo do AME do g upo in e enção, ou seja, aquele que ecebeu apoio a a és
da ede social online oi 63 dias maio que do g upo con ole, 149 dias e sus 86 dias. Uma
307
di e ença signi ica i a, demos ando a e e i a in luência da in e enção ia ede online na
du ação do alei amen o ma e no exclusi o.
O que pode se isualizado na igu a 1 abaixo
Figu a 1: In e alos de Con iança (IC95%) pa a as es a ís icas dos g upos In e enção (GI) e g upo con ole
(GC).
Na linha a obse a-se que a mediana o al do AME oi de 117, co espondendo à
união dos g upos in e enção e con ole. Compa ando-se os alo es das medianas dos g upos
GI e GC (linhas b e c) obse a-se um aumen o de 63 dias de AME no g upo de in e enção.
Po an o, podemos conclui que a sob e i ência do AME es á di e amen e elacionada com
as a i idades e ações de p omoção ao alei amen o ma e no, ealizadas du an e o pe íodo do
es udo, ia edes sociais online. Po an o, a ampla u ilização desses meios, jun amen e com
ou os meios de apoio exis en es, pode in luencia posi i amen e nas axas de alei amen o
ma e no, diminuindo assim o desmame p ecoce e o uso de lei es a i icias.
Quan o aos a o es associados, e i icou-se que ca ac e ís icas da mãe, do bebê
e pa o, como idade, núme o de ilhos, abalha o a de casa, enda econômica, possui
pa cei o ixo, ipo de pa o, peso ao nasce e sexo do bebê não ep esen ou in luência na
du ação do alei amen o, is o que as mães de ambos os g upos possuíam ais ca ac e ís icas
simila es, dando maio c edibilidade a alea o iedade composição dos g upos de es udo.
Resul ados semelhan es o am obse ados no es udo de Giglia e al, (2015)
ealizado na Aus ália, em que se obje i ou a alia o e ei o de uma in e enção de apoio à
amamen ação na In e ne sob e os esul ados da amamen ação em mulhe es que i em na
Aus ália Ociden al egional, no qual, as mulhe es ma iculadas no g upo de in e enção
ap esen a am maio p obabilidade de es a em exclusi amen e amamen ando aos 6 meses
pós-pa o em compa ação com os pa icipan es do g upo con ole. O que em e o ça o e ei o
308
posi i o do apoio du an e o pós-pa o. O apoio ia ede online oi capaz de apoia às mulhe es
que ap esen a am p oblemas du an e a amamen ação, ajudando-as a cump i a in enção de
amamen a .
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Inúme os são os bene ícios do alei amen o ma e no, an o pa a a mãe quan o
pa a o bebê, além dos bene ícios elacionados à economia amilia , que não p ecisa comp a
ó mulas a i iciais, nem bicos e mamadei as, ap esen ando ainda bene ícios ao ambien e,
no en an o, as axas de alei amen o ma e no es ão mui o aquém do ecomendado. E apesa
do alei amen o ma e no se um a o indi idual, so e in luência de di e sos a o es ex e nos à
mulhe que amamen a, ais como: o apoio ecebido du an e o pe íodo de alei amen o ma e no.
O apoio e incen i o ao alei amen o ma e no o e ecido às mães ia ede social online, a a és
do p oje o de ex ensão uni e si á ia ap esen a um e ei o posi i o na du ação do alei amen o
ma e no exclusi o, de endo, po an o, se incen i ado e ec iado em ou as localidades.
Ac edi a-se que es e mé odo associado a ou os mé odos já exis en es, como o
Hospi al amigo da c iança, as es ições as publicidade de ó mulas a i icias, o incen i o
iscal às emp esas que ade em a licença ma e nidade es endida, ho as de descanso pa a
amamen a nos abalhos, locais ap op iados pa a amamen a , e i a e a mazena o lei e
ma e no, c eches p óximas ao abalho, en e ou os, possa con ibui decisi amen e no
aumen o das axas de alei amen o ma e no exclusi o, o que consequen emen e e mina ia
po eduzi a mo bimo alidade in an il e ma e na, um p oblema p esen e na saúde pública
b asilei a.
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VICTORA, Cesa . G., BAHL, R., BARROS, Aluisio. J. D, FRANÇA; Gio any. V. A.,
HORTON, Susan. KRASEVEC, Julia., … Amamen ação no século 21: epidemiologia,
mecanismos, e e ei os ao longo da ida.B asília, Epidemiol. Se . Saúde. 2016

310
PRÁTICA DE AUTOMEDICAÇÃO ENTRE
GRADUANDOS DE ENFERMAGEM DA
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
Damião Rome o Fi mino Al es
G aduando em en e magem, Uni e sidade Fede al da Pa aíba/UFPB, João Pessoa (PB), B asil.
E-mail: [email p o ec ed]
Ge son da Sil a Ribei o
P o esso de His ó ia da En e magem, É ica e Legislação de En e magem da Uni e sidade Fede al da Pa aíba/UFPB, João
Pessoa (PB), B asil. E-mail: ge sondasil a ibei [email p o ec ed]
Gesualdo Gonsal es de Ab an es
G aduando em en e magem, Uni e sidade Fede al da Pa aíba/UFPB, João Pessoa (PB), B asil.
E-mail: [email p o ec ed]
He be Kauan Al es Ma ins
G aduando em en e magem, Uni e sidade Fede al da Pa aíba/UFPB, João Pessoa (PB), B asil.
E-mail: [email p o ec ed]
RESUMO
A au omedicação é a u ilização de medicamen os sem a o ien ação de um p o issional habili ado,
sendo es a uma p á ica mui o comum na a ualidade, mas que ambém é pe meada po á ios
iscos. Es e abalho em po obje i o e i ica a oco ência da p á ica de au omedicação en e
acadêmicos do cu so de G aduação em En e magem da Uni e sidade Fede al da Pa aíba
(UFPB). Pa a isso, op ou-se po ealiza um es udo explo a ó io desc i i o com abo dagem
quan i a i a, ealizado com g aduandos de en e magem da Uni e sidade Fede al da Pa aíba
- UFPB, na população de 380 es udan es, des a oi cons i uída uma amos a de 100. U ilizou-
se um ques ioná io adap ado e os dados o am analisados a pa i de um banco de dados com
o auxílio do so wa e es a ís ico SPSS (S a is ical Package o Sopcial Sciences, e são 21.1.).
Es e es udo oi ap o ado pelo Comi ê de É ica, sob CAAE: 67176317.6.0000.5188. Como
esul ados, obse ou-se que quase a o alidade dos in es igados, mais especi icamen e 99,0%,
a i ma am que já p a ica am au omedicação, enquan o que apenas 1,0% e e em nunca e em
ei o uso de medicamen o sem p esc ição de p o issionais habili ados legalmen e. A pa i dos
dados, é possí el cons a a que a au omedicação é uma p á ica comum en e os acadêmicos do
cu so de En e magem da Uni e sidade Fede al da Pa aíba e que é um p oblema impo an e
que necessi a de in e enções educacionais sob e o uso de al p á ica.
311
Pala as-cha e: Au omedicação, En e magem, Es udan es.
INTRODUÇÃO
A au omedicação, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sani á ia
(ANVISA), é de inida como sendo o uso de medicamen o sem a p esc ição, o ien ação e/
ou acompanhamen o de p o issional habili ado, e ainda complemen a colocando que
a au omedicação esponsá el é a p á ica pela qual os indi íduos a am doenças, sinais e
sin omas u ilizando medicamen os ap o ados pa a enda sem p esc ição de p o issional
habili ado, sendo es es de e icácia e segu ança comp o adas quando u ilizados acionalmen e
(BRASIL, 2001).
Segundo Aquino (2008), no B asil pelo menos 35% dos medicamen os adqui idos
são ei os a a és da au omedicação. Os b asilei os endem a se au omedica po não encon a
disponibilidade de se iços de saúde com apidez e acessibilidade. Soma-se a is o, uma
g ande disponibilidade de p odu os, a eiculação de p opagandas de medicamen os isen os
de p esc ição na mídia, a p esença da a macinha casei a nos domicílios e a c ença de que
os medicamen os esol em udo, cons i uindo ambém a o es impo an es pa a a p á ica
da au omedicação (NAVES, 2010). Es a ealidade sup aci ada ge a maio amilia idade dos
usuá ios com os medicamen os o nando a au omedicação um p oblema de saúde pública
(LOYOLA FILHO e al., 2008).
Caso a au omedicação seja ealizada de manei a i esponsá el, a mesma pode
ge a g a es consequências. Os iscos possí eis pa a a saúde do indi íduo causados pela
au omedicação são: e a damen o do econhecimen o do dis ú bio, com possí el ag a amen o;
escolha da e apia inadequada; uso excessi amen e cu o ou p olongado; aumen o do e o
nos diagnós icos das doenças; u ilização de dosagem insu icien e ou excessi a; apa ecimen o
de e ei os indesejá eis g a es ou eações alé gicas; comp ome imen o pos e io men e do
a amen o adequado de de e minadas pa ologias, po masca a os e dadei os sin omas;
gas os supé luos; isco de dependência; causa e ei os ad e sos podendo esul a em iscos
ac escidos; pode causa in e ação com ou os medicamen os que o doen e já es eja azendo
uso; in e nação hospi ala e mo e (SÁ, BARROS E SÁ 2007).
Es a ís icas do Sis ema Nacional de In o mações Tóxico Fa macológica (SINITOX,
2013), da Fundação Oswaldo C uz (FIOCRUZ), e elam que os medicamen os espondem
312
po (28,78%) das in oxicações no B asil, e (22,1%) dos casos de mo e po in oxicações são
causadas po medicamen os.
A pa i des e con ex o, di e sos es udos indicam que os indi íduos com maio
g au de ins ução são os que mais eco em à au omedicação (GALATO, MADALENA
e PEREIRA, 2012; AQUINO, BARROS e SILVA, 2010). Pa a esses au o es, o acúmulo de
conhecimen o, seja ele adqui ido nas ins i uições educacionais, especialmen e nos cen os de
es udos supe io es ol ados pa a as ciências da saúde, ou em expe iências de ida, ge a uma
maio con iança naqueles que se au omedicam.
F en e a es e cená io, jus i ica-se o p esen e es udo, pois, ac edi a-se que a
ca ac e ização e análise ace ca do consumo de medicamen os na população em es udo, possam
subsidia p oje os de in e enção e p og amas que isem a maximização da comp eensão dos
es udan es uni e si á ios a espei o da au oadminis ação de medicamen os. Dessa o ma,
es e abalho em po obje i o e i ica a oco ência da p á ica de au omedicação en e
acadêmicos do cu so de g aduação em en e magem da Uni e sidade Fede al da Pa aíba.
METODOLOGIA
T a a-se de uma pesquisa do ipo Explo a ó ia Desc i i a, com abo dagem
quan i a i a, undamen ada em Pesquisa Bibliog á ica. Realizada com os acadêmicos de
en e magem do Cen o de Ciência da Saúde (CCS), da Uni e sidade Fede al da Pa aíba
(UFPB).
A população o al de es udan es do cu so de en e magem da UFPB é de
ap oximadamen e 380 alunos egula men e ma iculados nos pe íodos le i os co en es.
Tais alunos cen am-se no Campus I da ins i uição. Pa a e ei o explo a ó io in es iga i o, o a
analisada uma amos a de 100 alunos, os quais olun a iamen e se dispuse am a pa icipa
da pesquisa a a és da assina u a no Te mo de Consen imen o Li e e Escla ecido (TCLE).
Pa a a seleção da amos a oi de inido os seguin es c i é ios de inclusão: se aluno
egula men e no cu so de G aduação em En e magem (Bacha elado/Licencia u a) e es a
p esen e na sala de aula no momen o da cole a de dados. Como c i é io de exclusão, ado amos
o a o do e e ido aluno se ecusa a assina o Te mo de Consen imen o Li e e Escla ecido
(TCLE).
313
O ins umen o pa a cole a de dados oi um o mulá io compos o de duas pa es:
sendo a p imei o e e en e aos dados de ca ac e ização da amos a e a segunda elacionada à
p á ica da au omedicação.
A cole a de dados oi ealizada du an e o mês de maio de 2017 após a ap o ação do
p esen e p oje o pela comissão cien í ica do DENC (Depa amen o de En e magem Clínica) e
pelo Comi ê de É ica em Pesquisa do CCS/UFPB, CAAE: 67176317.6.0000.5188.
A análise dos dados oi ei a es a is icamen e pelo Mé odo Quan i a i o. Todos os
dados o am ap esen ados a a és de abelas com as de idas discussões, analisados a pa i
de um banco de dados com o auxílio do so wa e es a ís ico SPSS (S a is ical Package o
Sopcial Sciences, e são 21.1.).
A pesquisa oi ealizada le ando-se em conside ação os aspec os é icos em pesquisa
en ol endo se es humanos, p econizados pela Resolução 466/12 do Conselho Nacional de
Saúde, como ambém o que ege a Resolução 311/2007 do Conselho Fede al de En e magem
(COFEN, 2007), que a a do Código de É ica dos P o issionais.
RESULTADOS E DISCUSSÕES
Os dados ob idos a pa i desse es udo são ala man es, e e elam que quase a
o alidade dos in es igados, mais especi icamen e 99,0%, a i ma am p a ica a au omedicação,
enquan o que apenas 1,0% e e em nunca e em ei o uso de medicamen o sem p esc ição de
p o issionais habili ados legalmen e. Além disso, os dados ambém ele am que a g ande
maio ia dos pesquisados, 91,0%, e e em já e indicado medicamen os pa a ou as pessoas,
enquan o que apenas 9,0% a i mam nunca e em indicado a ou as pessoas o uso de nenhum
ipo de medicamen o sem p esc ição de p o issionais legalmen e habili ados.
Segundo Penna (2004) o que le a os uni e si á ios da á ea de saúde a se
au omedica em é o a o dos mesmos se em de en o es de in o mações e conhecimen os
p i ilegiados em elação ao es an e da população. Fa o que exp essa consonância com os
es udos de Gala o, Madalena e Pe ei a (2012); Aquino, Ba os e Sil a (2010) que indica am
que os indi íduos com maio g au de ins ução são os que mais eco em à au omedicação.
Pa a es es, o acúmulo de conhecimen o, seja ele adqui ido nas ins i uições educacionais,
especialmen e nos cen os de es udos supe io es ol ados pa a as ciências da saúde, ou em
expe iências de ida, ge a uma maio con iança naqueles que se au omedicam.
320
de 10 de julho de 2013, e de aco do com es a po a ia, em como unção p incipal euni as
in o mações sob e a AB a ní el nacional com o obje i o de mode niza e acili a o sis ema
de ge enciamen o de in o mações des a ede de a enção. No a-se a impo ância des e úl imo
pa a o uncionamen o adequado e espe ado na ede de AB, sendo assim, o mais ele an e SIS
pa a o p esen e es udo.
OBJETIVO
Re le i a luz da li e a u a sob e a impo ância da u ilização do Sis ema de
In o mação em Saúde, e sua aplicabilidade na A enção Básica.
METODOLOGIA
T a a-se de um es udo bibliog á ico, e pa a o sal elabo ação oi ealizada uma
busca de publicações ace ca da emá ica no pe íodo de ab il a maio de 2018, na base de
dados da Biblio eca Vi ual em Saúde, azendo o uso dos seguin es desc i o es: “Sis ema
de In o mação em Saúde”, “Planejamen o em Saúde” e “A enção Básica”. Nesse con ex o,
ao u iliza o desc i o ‘’Sis ema de In o mação em Saúde’ ob e e-se 21.415 publicações.
Es e núme o oi eduzido pa a 2.268 ao inse i o ope ado booleano AND jun amen e ao
desc i o “Planejamen o em Saúde”. Com o obje i o de ealiza uma iagem ainda maio oi
associado à busca, o ope ado AND jun amen e ao desc i o “A enção Básica”, esul ando em
233 publicações. Ao limi a o ano de publicação de 2015 a 2017, esul ou em 77 publicações.
Desse o al o am selecionados apenas os que e am a igos, que es a am disponí eis de o ma
comple a e g a ui a, e no idioma po uguês, esul ando em um o al de 15 a igos, os quais
i e am seus esumos lidos, e desses o am selecionados apenas 02. Também o am u ilizados
pa a cons ução des e es udo, in o mações do si e do Minis é io da Saúde e do Depa amen o
de A enção Básica, além de a igos acadêmicos os quais con ibuí am na undamen ação
eó ica, compondo des a o ma as e e ências bibliog á icas do es udo.

321
RESULTADO E DISCUSSÕES
O SISAB oi idealizado pa a a ende a demanda nacional do a mazenamen o
de in o mações isando as mais a iadas ealidades da in o ma ização e conec i idade nos
se iços da saúde, e po isso con a com dois so wa es pa a a cap ação de dados, com o obje i o
de cole a as in o mações. Mesmo que as USF não enham acesso aos se iços ele ônicos
podem u iliza o ci ado sis ema de in o mação. Es es dois so wa es são a Cole a de Dados
Simpli icada (CDS) e o P on uá io Ele ônico do Cidadão (PEC). Segundo o Depa amen o
de A enção Básica (DAB), o CDS é compos o po ichas pa a o egis o de in o mações das
ações ealizadas pelas equipes da AB. Es e so wa e é u ilizado p incipalmen e nas Unidades
de Saúde que não possuem um sis ema in o ma izado, e acesso à in e ne pa a u ilização
do so wa e online. Se e ichas são u ilizadas pa a a cole a de dados simpli icada, sendo elas
di ididas em ês ca ego ias: cadas o da a enção básica, que con a com cadas o indi idual
e amilia ; ichas de a endimen o de ní el supe io , compos as pela icha de a endimen o
indi idual, icha de a endimen o indi idual odon ológico, icha de a i idade cole i a e icha
de p ocedimen os; e a icha de a endimen o ní el médio, den e ou as.
Em con apa ida, de aco do com o DAB, o PEC oi o mulado pa a a ende às
equipes de AB em UBS pa cialmen e ou o almen e in o ma izadas. Esse sis ema é usado
pa a inse i os egis os clínicos dos a endimen os, e ambém as ichas de CDS p eenchidas,
manualmen e, pela equipe de saúde.
As di e enças e g andes e oluções da cole a do SISAB o am à indi idualização
do egis o a a és do CDS e PEC, uma ez que os ela ó ios passa am a se ag egados do
mic o e i ó io ao mac o e i ó io, e não apenas po equipe, de modo que o acompanhamen o
no e i ó io passou a se po domicílio, núcleos amilia es e indi íduos. Além disso, os
ela ó ios ge enciais deixa am de se limi ados aos dados consolidados, e se o na am
dinâmicos.
En e an o, alguns desa ios são e idenciados no SISAB, como podemos
des aca : a necessidade de einamen o pa a que o se ido possa u iliza o sis ema; o
e abalho no egis o dos dados, uma ez que p ecisam se digi ados após a cole a dos dados
po meios de o mulá ios esc i os; a exposição das condu as clínicas no PEC; e p incipalmen e
a segu ança das in o mações, pois segundo Guima ães e É o a (2004), os sis emas de em
pe mi i o acesso de um usuá io somen e aos módulos elacionados ao seu pe il cadas ado,
322
ou seja, é imp escindí el que as in o mações disponí eis aos usuá ios sejam apenas, aquelas
ela i as às suas necessidades de abalho.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
O SIS em como papel p incipal ans o ma os dados ob idos em in o mações
con iá eis e idedignas, com o obje i o de con ibui pa a o p ocesso de decisão de mudanças
na ges ão das polí icas públicas.
No que ange a impo ância do SISAB e do e-SUS AB e idenciou-se que são
sis emas mode nos que endem a ino a o sis ema de cole a e a in eg a as equipes, com
is a à sup essão de e abalhos e elabo ação de dados con iá eis. A implan ação des es
sis emas condiciona e melho a a es u u a do abalho em equipe nas Unidades de Saúde,
e consequen emen e, p omo e o a endimen o cen ado na demanda e na ealidade da
população local.
Es es sis emas ambém dão supo e ao Minis é io da Saúde pa a pô em p á ica a
Polí ica Nacional da A enção Básica (PNAB), de o ma que oda a população possa e maio
acessibilidade às in o mações e aos dados p oduzidos pelos sis emas, a a és das pla a o mas
ele ônicas disponí eis de o ma anspa en e.
REFERÊNCIAS
BEZERRA CAVALCANTE, RICARDO; CAVALCANTE SILVA, POLIANA; NAGATA FERREIRA,
MARINA. Sis ema de in o mação em saúde: Possibilidade e desa ios. 2011. 10 p. A igo de e lexão
(En e magem)- Uni e sidade Fede al de San a Ma ia, Rio G ande do Sul, 2011. 2. Disponí el em:
<h ps://pe iodicos.u sm.b / eu sm/a icle/ iew/2580/1643>. Acesso em: 03 maio 2018.
BRASIL. Minis é io da Saúde PORTAL DO DEPARTAMENTO DA ATENÇÃO BÁSICA. Disponí el
em: <h p://dab.saude.go .b /po aldab/esus.php?con eudo=pe gun as_ equen es_esus%20do%20
DAB>. Acesso em: 03 maio 2018.
323
BRASIL. Minis é io da Saúde. Ações e P og amas. Es a égia Saúde da Família. Disponí el em:
<h p://dab.saude.go .b /po aldab/esus.php?con eudo=pe gun as_ equen es_esus%20do%20DAB>.
Acesso em: 03 maio 2018.
BRASIL. Minis é io da Saúde. Gabine e do Minis o. Po a ia Nº 1.412, de 10 de Julho de 2013.
Disponí el em: < h p://b sms.saude.go .b /b s/saudelegis/gm/2013/p 1412_10_07_2013.h ml >.
Acesso em: 03 maio 2018.
BRASIL. Minis é io da Saúde. Polí ica Nacional de In o mação e In o má ica em Saúde: P opos a
e são 2.0 (Inclui delibe ações da 12ª Con e ência Nacional de Saúde). B asília (DF): Depa amen o
de In o mação e In o má ica do SUS; 2004.
CONASS. Es a égias e-SUS: A enção básica e sis ema de in o mação em saúde da a enção
básica - SISAB. B asília, 2013. Disponí el em: <h p://www.conass.o g.b /biblio eca/wp-
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GUIMARÃES EMP, ÉVORA YDM. Sis ema de In o mação: Ins umen o pa a omada de
decisão no exe cício da ge ência. Re Ci In . 2004; 33(1):72-80.
HEIDEMANN, I.T.S.B.; COSTA, M.F.B.N.A.; HERMIDA, P.M.V.; MARÇAL, C.C.B.;
CYPRIANO, C.C. Sis ema de in o mação da a enção básica: po encialidades pa a a
p omoção da saúde. Ac a Paul En e m. 2015; 28(2): 152-9.
MARTINS, L.M.P.; SILVA, E.M.; MARQUES, D. In o mações em Saúde na Ó ica de
En e mei as da Saúde da Família. REME - Re Min En e m. 2016; 20:e932
324
UTILIZAÇÃO DE METODOLOGIAS ATIVAS
NA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO
SOBRE TEORIAS DE ENFERMAGEM
Ronny Ande son de Oli ei a c uz
Docen e do Cen o Uni e si á io de João Pessoa – UNIPE, [email p o ec ed]
La uane Suellen A uas e
Discen e de en e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa – UNIPE, [email p o ec ed]
Thayna a Fe ei a Filguei as
Docen e do Cen o Uni e si á io de João Pessoa – UNIPE, ha[email p o ec ed]
Thalys Maynna d Cos a Fe ei a
Docen e do Cen o Uni e si á io de João Pessoa – UNIPE, halys_ma[email p o ec ed]
Simone Helena dos San os Oli ei a
Docen e do P og ama de Pós-G aduação em En e magem – UFPB, [email p o ec ed]
Ma a Mi iam Lopes Cos a
Docen e do P og ama de Pós-G aduação em En e magem – UFPB, ma hami [email p o ec ed]
RESUMO
T a a-se de um ela o de expe iência com o obje i o de ap esen a a u ilização de me odologias
a i as de ensino na disciplina “P ocesso do Cuida em En e magem I” que az pa e do segundo
pe íodo do cu so de g aduação em en e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa
– UNIPE, que oco eu du an e uma manhã de a i idades no mês de ab il de 2018. Fo am
u ilizadas de o ma combinada as écnicas: empes ade de idéias, snowball e ho po a oes
no ensino de Teo ias de En e magem. Desen ol eu-se em qua o ases dis in as, sequenciais
e complemen a es. Pa icipa am da a i idade um docen e e in a e ês alunos. A ua com
mé odos a i os e es a égias di e si icadas de ap endizagem exige empo, planejamen o e
dedicação do se docen e onde in e e-se ainda a necessidade de apoio humano, logís ico
e inancei o das ins i uições o mado as. Podemos essal a o en usiasmo dos alunos, o
en ol imen o e a cons ução de um co pus de conhecimen os ampliado, c í ico e e lexi o que
se con apõem as me odologias conse ado as do modelo de ensino educionis a e ca esiano.
Pala as-cha e: En e magem, Teo ia de en e magem, Ensino, Ap endizagem.
325
INTRODUÇÃO
A o mação em saúde oi his o icamen e alice çada em me odologias educionis as,
agmen adas e assis encialis as, com oco em abo dagens conse ado as e cen alizadas
no sabe docen e, onde exis iu o p i ilégio do sabe cu a i is a em de imen o das p á icas
p oa i as que de e iam es a ol adas pa a a p o eção e a p omoção da saúde (CRUZ e al.,
2017).
Esse ipo de o mação ouxe ao p o issional da en e magem como ca ac e ís ica
um aspec o de agilidade em econhece e e le i ace ca do se humano nas suas dimensões
de singula idade e plu alidade, bem como em sua cole i idade, le ando em conside ação sua
his o ia de ida, seus con ex os social, cul u al, econômico e espi i ual (SALVIANO e al.,
2016).
Nesse con ex o su ge à necessidade de a iculação e a sis ema ização de no as
isões eó ico- ilosó icas no campo da en e magem ganhando o ça a pa i da década de
1950. O ma co e e encial do su gimen o das Teo ias de En e magem (TE) se deu em 1952,
com a publicação do li o de Hildega d Peplau, que abo da a o elacionamen o in e pessoal
na en e magem e desde en ão, os caminhos pa a no as eo is as o am abe os e en e mei as
no e-ame icanas passa am a desen ol e e publica , sob di e en es pon os de is as
ilosó icos, no as eo ias de en e magem. As TE paula inamen e o am inco po adas na
elabo ação de cu ículos indo a a o ece o desen ol imen o de uma educação c í ica, que
aba ca as ques ões elacionadas à in eg alidade da saúde (PINTO e al., 2017).
As ins i uições de ensino êm buscado o ma p o issionais c í icos e e lexi os
que busquem embasamen o e o ien ação com base nas eo ias de en e magem, e com isso
em-se obse ado a busca po meios de eo ien a es e p ocesso com me odologias ol adas
pa a o desen ol imen o de compe ências e habilidades, bem como pa a o exe cício de
p á icas e sabe es que consolidem os p incípios que undamen am o p ocesso de cuida
em en e magem. As Me odologias A i as de Ensino (MAE) con ibuem nessa pe spec i a,
uma ez que es udos nacionais ecen es ela am expe iências posi i as de aplicação dessas
me odologias e discu em a ele ância que em sendo a ibuída à sua implemen ação na
o mação dos p o issionais da saúde (HERMIDA e al., 2015).

326
Assim, es e es udo em como obje i o desc e e a expe iência do ensino de
Teo ias de En e magem com a u ilização de me odologias a i as no cu so de g aduação em
en e magem de uma ins i uição p i ada na cidade de João Pessoa – PB.
METODOLOGIA
T a a-se de um ela o de expe iência a pa i da u ilização de me odologias a i as
de ensino desen ol ido na disciplina “P ocesso do Cuida em En e magem I” que az pa e
do segundo pe íodo do cu so de g aduação em en e magem do Cen o Uni e si á io de João
Pessoa – UNIPE, que oco eu du an e uma manhã de a i idades no mês de ab il de 2018.
Pa icipa am da a i idade um docen e e in a e ês discen es e a cons ução des e momen o
oi planejada po ês docen es mes andos pe encen es à ins i uição sob o ien ação de duas
p o esso as dou o as do PPGENF - UFPB. Com is as a alcança os obje i os planejados oi
u ilizado um mix de es a égias que busca am o na os alunos a i os e co- esponsá eis pela
cons ução do conhecimen o, aço p esen e na u ilização de me odologias a i as.
O p oje o polí ico pedagógico do cu so con empla a u ilização de MAE que
con empla um p incípio eó ico signi ica i o que é a au onomia. Assim, a p oblema ização é
p esen e como es a égia de ensino-ap endizagem, com o obje i o de alcança e mo i a os
discen es que en e aos p oblemas é es imulado a examina , e le i , elaciona a sua his ó ia
e essigni ica suas descobe as.
Um es udo ealizado po Ma os e al., (2011) sinaliza que o con a o que os discen es
possuem com as eo ias de en e magem dá-se no ge al, de o ma pon ual e usualmen e no
início do cu so de En e magem. Sendo assim, pode esul a em di iculdade pa a elaciona
os con eúdos eó icos com a p á ica, o que in e e e na comp eensão do que em a se uma
eo ia de en e magem. Po isso, as abo dagens não signi ica i as sob e as eo ias, causam
esquecimen o das mesmas ou a é di iculdades impo an es em aplicá-las na assis ência ao
clien e.
A disciplina se di ide em ês componen es que são ano ações e egis os de
en e magem, Teo ias de En e magem e Sis ema ização da Assis ência de En e magem. Es e
ela o em en oque no segundo momen o da disciplina que abo da as Teo ias de En e magem
e sua aplicabilidade du an e o p ocesso de cuida . Pa a ins didá icos, es a expe iência se á
ela ada em qua o dis in as, sequenciais e complemen a es.
327
RELATO DA EXPERIÊNCIA
1° ase
Os alunos o am con idados com uma semana de an ecedência a a és da
pla a o ma i ual de ensino a ealiza em a lei u a de ês es udos sendo o p imei o sob e
os p essupos os ge ais de uma Teo ia de En e magem, a Teo ia das Necessidades Humanas
Básicas de Wanda Aguia Ho a e po im sob e a aplicabilidade das Teo ias de En e magem
du an e a p á ica de en e magem.
2° ase
No encon o em sala de aula os alunos o am con idados a aze um cí culo e
em seguida explicados sob e como a aula oco e ia à aula. Pa a o p imei o momen o op ou-
se po ela a o concei o de Teo ia de En e magem como dispa ado e em seguida inicia
com a es a égia de “Tempes ade de idéias”. Ao pe cebe que a dinâmica começou a sa u a
com a pa icipação dos mesmos alunos op ou-se po u iliza o “Snowball” com aqueles
que não inham pa icipado ainda. Es a ase du ou ap oximadamen e 30 min. Ambas são
possibilidades de o na o aluno p o agonis a cen al, ou seja, co- esponsá el e p oa i o pela
sua aje ó ia educacional e o p o esso ap esen a-se como coadju an e, um acili ado das
expe iências elacionadas ao p ocesso de ap endizagem (URIO, 2016).
3° ase
Com is as a o imiza as possí eis lacunas, ou concei os e discussões que não
ossem con empladas p ocedeu-se com a es a égia “Ho Po a oes”. Ao som de músicas que
são ou idas no co idiano dos alunos oi obse ado um elaxamen o e o eme gi da discussão
à medida que uma bola de ênis passa a de mão em mão simulando a ba a a quen e. Pa a
di eciona a cons ução do conhecimen o nes a e apa os alunos i a am i as com pe gun as
ine en es aos ex os es udados an e io men e e caso não conseguissem elabo a a espos a a
ques ão ol a a pa a a oda. Es a ase du ou 1h30min.
4° ase
Pa a conclui a a i idade os alunos o am solici ados a ela a o que acha am da
aula e o que ouxe de ap endizado. Pa a conclusão u ilizou-se 30min.
328
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A busca po MAE bem como de o na o p oje o pedagógico dos cu sos de g aduação
em en e magem cada ez mais ol ados a uma o mação a i a e com uma pe spec i a de
ensino híb ido sinaliza a necessidade de um p ocesso de ensino e ap endizagem di e en e
azendo do aluno p o agonis a e co- esponsá el po sua o mação onde o se docen e assume
a igu a de acili ado des e caminha . A ua com mé odos a i os e es a égias di e si icadas
de ap endizagem exige empo, planejamen o e dedicação do se docen e onde in e e-se
ainda a necessidade de apoio humano, logís ico e inancei o das ins i uições o mado as.
Podemos essal a o en usiasmo dos alunos, o en ol imen o e a cons ução de um co pus de
conhecimen os ampliado, c í ico e e lexi o que se con apõem as me odologias conse ado as
do ensino agmen ado e ca esiano.
REFERÊNCIAS
CRUZ, R.A.O. e al. Ensino do p ocesso de en e magem na academia: ela o à luz de
Mague ez. Re is a de En e magem UFPE on line, [S.l.], . 11, n. 12, p. 5471-5477, dez.
2017. Disponí el em: <h ps://pe iodicos.u pe.b / e is as/ e is aen e magem/a icle/
iew/22496>. Acesso em: 11 ab . 2018.
HERMIDA, P.M.V. e al. Me odologia a i a de ensino na o mação do en e mei o: ino ação
na a enção básica. Re is a de En e magem da UFSM, [S.l.], . 5, n. 4, p. 683-691, dez.
2015. Disponí el em: <h ps://pe iodicos.u sm.b / eu sm/a icle/ iew/16920>. Acesso em:
11 ab . 2018.
MATOS, J.C. e al . Ensino de eo ias de en e magem em Cu sos de G aduação em En e magem
do Es ado do Pa aná - B asil. Ac a paul. en e m., . 24, n. 1, p. 23-28, 2011. Disponí el em:
<h p://www.scielo.b /scielo.php?sc ip =sci_a ex &pid=S0103-21002011000100003&ln
g=en&n m=iso>. Acesso em 11 ab . 2018.
PINTO, A. C. e al. Concei o de se humano nas eo ias de en e magem: ap oximação
com o ensino da condição humana. P o-Posições, [S.l.], . 28, n. 1, p. 88-110, dez.
329
2017 . Disponí el em: <h p://www.scielo.b /scielo.php?sc ip =sci_a ex &pid=S0103-
73072017000400088&lng=p &n m=iso>. Acesso em: 11 ab . 2018.
SALVIANO, M.E.M. e al. Epis emologia do cuidado de en e magem: uma e lexão sob e suas
bases. Re B as En e m, . 69, n. 6, p. 172-7, no . 2016. Disponí el em: <h p://dx.doi.
o g/10.1590/0034-7167-2016-0331>. Acesso em 11 ab . 2018.
URIO, Â. Ações educa i as em saúde no espaço escola : a u ilização de me odologias
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[S.l.], . 1, n. 6, se . 2016. ISSN 2526-205X. Disponí el em: <h ps://pe iodicos.u s.edu.b /
index.php/JORNADA/a icle/ iew/4691>. Acesso em: 15 ab . 2018.
336
MENDES, K.D.S; SILVEIRA, R.C.C.P; GALVÃO, C.M. Re isão in eg a i a: mé odo de pesquisa
pa a a inco po ação de e idências na saúde e na en e magem. Tex o con ex o -en e m.
. 17, n. 4, pp. 758-64, 2008. Disponí el em: <h p://www.scielo.b /scielo.php?sc ip =sci_
a ex &pid=S0104-07072008000400018&lng=en>. Acesso em: 21 mai, 2017.
RAMALHO NETO, J.M; FONTES, W.D; NÓBREGA, M.M.L. Ins umen o de cole a de
dados de en e magem em Unidade de Te apia In ensi a Ge al. Re B as En e m. .
66, n. 4, p. 535-42, 2013. Disponí el em: <h p://www.scielo.b /scielo.php?pid=S0034-
71672013000400011&sc ip =sci_a ex >. Acesso em: 18 mai, 2017.

337
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
RELACIONADA À UTI:
UMA REVISÃO INTEGRATIVA DO TEMA
A is ó enes Rolim de Holanda
Cen o Uni e si á io de João Pessoa Unipê
B hunna Jéssyka Ca alcan i de Souza
Cen o Uni e si á io de João Pessoa Unipê
Luana Al es Gomes
Cen o Uni e si á io de João Pessoa Unipê
Ma iana Guedes de Vasconcelos Sil a
Cen o Uni e si á io de João Pessoa Unipê
RESUMO
In e ação medicamen osa é aquela quando um medicamen o é al e ado pela ação de ou o
medicamen o, i o e ápico, alimen o, bebida ou algum agen e químico ambien al e con ibui
signi ica i amen e pa a maio es incidências de eações ad e sas no âmbi o hospi ala ,
ocasionando uma maio pe manência do pacien e no hospi al e aumen o de cus os com a
saúde. Os en e mei os são cons an emen e desa iados na busca de conhecimen o cien í ico
a im de p omo e em a melho ia do cuidado ao pacien e. A poli a mácia é um p oblema
impo an e no a endimen o em e apia in ensi a, sendo os pacien es nesse se o aqueles
com iscos aumen ados, po ap esen a em mui as doenças limi an es, agilidade e baixa
uncionalidade. Dian e do expos o su giu o seguin e ques ionamen o: o que se sabe ace ca de
in e ações medicamen osas e como elas oco em den o de uma unidade de e apia in ensi a,
luga onde mais se ealiza poli a mácia. Foi u ilizado pa a esse es udo a e isão in eg a i a que
inclui a análise de pesquisas ele an es que dão supo e pa a a omada de decisão e a melho ia
da p á ica clínica, possibili ando a sín ese do es ado do conhecimen o de um de e minado
assun o, além de apon a lacunas do conhecimen o que p ecisam se p eenchidas com a
ealização de no os es udos. A maio ia das in e ações medicamen osas se encon a en e os
g aus mode ados a le e, seguidas pelas in e ações de g au maio , além disso, elas dependem
das condições do pacien e, ou seja, uma mesma in e ação em indi íduos di e en es pode á
esul a em ní eis de se e idade desiguais. Po an o os p o issionais de saúde de em es a
338
a en os às in o mações sob e in e ações medicamen osas e de em se capazes de desc e e o
esul ado da po encial in e ação e suge i in e enções ap op iadas.
Desc i o es: In e ações medicamen osas, UTI, P esc ição.
INTRODUÇÃO
Os pacien es de Unidades de Te apia In ensi a (UTI) equen emen e ecebem
medicamen os a a és de acessos enosos ou sondas. A maio ia dos medicamen os p esc i os
pa a se em adminis ados po essa ia, quando na o ma sólida, p ecisam se i u ados e
diluídos pa a sua adminis ação. Pode acon ece de se em i u ados medicamen os sólidos
de libe ação con olada com e es imen o ou cápsulas gela inosas, sendo possí el que as
p op iedades a macológicas do medicamen o não sejam ga an idas. Nesses casos, conside a-
se que hou e um e o. Também é possí el oco e in e ação quando o en e mei o in ensi is a
ap aza as medicações no mesmo ho á io.
O moni o amen o das p esc ições de UTI é mui o impo an e dian e da
g ande quan idade de medicamen os p esc i os nes a unidade, sendo que as complicações
elacionadas ao uso de medicações são o ipo de e en o ad e so mais comum na in e nação,
ep esen ando 3 a 5% das eações ad e sas a medicamen os, que podem se p e enidas em
hospi ais (GASRKE, 2016).
Os e os en ol endo medicamen os oco em equen emen e em hospi ais,
podendo se classi icados como e en os ad e sos em média, po média um pacien e
hospi alizado é í ima de pelo menos um e o de medicação po dia. Po isso é necessá io
odo o conhecimen o sob e a d oga que i á u iliza , a dosagem p esc i a, p incipal ação no
o ganismo, a ia a se adminis ada a im de e i a ce os e os de medicação (SILVA, 2012).
A eação ad e sa ao medicamen o ambém pode se en endida como eação
noci a e desag adá el, esul an e de in e enção elacionada ao uso de um medicamen o, da
qual a iden i icação pe mi e p e e iscos de u u a adminis ação, assegu a a p e enção e
a amen o especí ico, bem como de e mina al e ação da dose ou cessação do a amen o
(BRASIL, 2010).
In e ação medicamen osa é aquela quando um medicamen o é al e ado pela ação
de ou o medicamen o, i o e ápico, alimen o, bebida ou algum agen e químico ambien al
339
e con ibui signi ica i amen e pa a maio es incidências de eações ad e sas no âmbi o
hospi ala , ocasionando uma maio pe manência do pacien e no hospi al e aumen o de cus os
com a saúde (BRASIL, 2010).
METODOLOGIA
A e isão in eg a i a inclui a análise de pesquisas ele an es que dão supo e
pa a a omada de decisão e a melho ia da p á ica clínica, possibili ando a sín ese do es ado
do conhecimen o de um de e minado assun o, além de apon a lacunas do conhecimen o
que p ecisam se p eenchidas com a ealização de no os es udos. Es e mé odo de pesquisa
pe mi e a sín ese de múl iplos es udos publicados e possibili a conclusões ge ais a espei o
de uma pa icula á ea de es udo. É um mé odo alioso pa a a en e magem, pois mui as
ezes os p o issionais não êm empo pa a ealiza a lei u a de odo o conhecimen o cien í ico
disponí el. Pa a a elabo ação da e isão in eg a i a, no p imei o momen o o e iso de e mina
o obje i o especí ico, o mula os ques ionamen os a se em espondidos ou hipó eses a se em
es adas, en ão ealiza a busca pa a iden i ica e cole a o máximo de pesquisas p imá ias
ele an es den o dos c i é ios de inclusão e exclusão p e iamen e es abelecidos. O e iso
a alia c i icamen e os c i é ios e mé odos emp egados no desen ol imen o dos á ios es udos
selecionados pa a de e mina se são álidos me odologicamen e. Esse p ocesso esul a em
uma edução do núme o de es udos incluídos na ase inal da e isão. Os dados cole ados
desses es udos são analisados de manei a sis emá ica. Finalmen e os dados são in e p e ados,
sin e izados e conclusões são o muladas o iginadas dos á ios es udos incluídos na e isão
in eg a i a. A e isão in eg a i a da li e a u a consis e na cons ução de uma análise ampla
da li e a u a, con ibuindo pa a discussões sob e mé odos e esul ados de pesquisas, assim
como e lexões sob e a ealização de u u os es udos. O p opósi o inicial des e mé odo de
pesquisa é ob e um p o undo en endimen o de um de e minado enômeno baseando-se em
es udos an e io es. É necessá io segui pad ões de igo me odológico, cla eza na ap esen ação
dos esul ados, de o ma que o lei o consiga iden i ica as ca ac e ís icas eais dos es udos
incluídos na e isão (MENDES e al; 2008).
340
DISCUSSÕES
In e ações medicamen osas oco em quando os e ei os de um á maco são
al e ados pela p esença de ou o á maco, alimen o, bebida ou algum agen e químico
ambien al. Cons i ui causa comum de e ei os ad e sos.
Há in e ações que podem se bené icas e mui o ú eis, como na co-p esc ição
delibe ada de an i-hipe ensi os e diu é icos, em que esses aumen am o e ei o dos p imei os
po diminuí em a pseudo ole ância dos p imei os. A incidência de p oblemas é mais al a nos
idosos po que a idade a e a o uncionamen o de ins e ígado, de modo que mui os á macos
são eliminados mui o mais len amen e do o ganismo. As in e ações medicamen osas
classi icam-se em: In e ações Fa macociné icas: São aquela em que o á maco al e a a
elocidade ou a ex ensão de abso ção, dis ibuição, bio ans o mação ou exc eção de ou o
á maco. In e ações Fa macodinâmicas: Oco em nos sí ios de ação dos á macos, en ol endo
os mecanismos pelos quais os e ei os desejados se p ocessam. In e ação de e ei o: Oco e
quando dois ou mais á macos em uso concomi an e êm ações a macológicas simila es
ou opos as. Podem p oduzi sine gias ou an agonismos sem modi ica a macociné ica ou
mecanismo de ação dos á macos en ol idos. In e ações Físico-químicas ambém conhecida
como incompa ibilidade, oco em in i o, ou seja, an es da adminis ação dos á macos no
o ganismo,quando se mis u am dois ou mais deles numa mesma se inga, equipo de so o ou
ou o ecipien e (FUCHS F.D., WANNMACHER L., FERREIRA M. B. C; 2004).
A maio ia das in e ações medicamen osas se encon a en e os g aus mode ados
a le e, seguidas pelas in e ações de g au maio , além disso, elas dependem das condições do
pacien e, ou seja, uma mesma in e ação em indi íduos di e en es pode á esul a em ní eis de
se e idade desiguais. Po an o os p o issionais de saúde de em es a a en os às in o mações
sob e in e ações medicamen osas e de em se capazes de desc e e o esul ado da po encial
in e ação e suge i in e enções ap op iadas. Também é esponsabilidades dos p o issionais
de saúde aplica a li e a u a disponí el pa a uma si uação e indi idualiza ecomendações
com base nos pa âme os especí icos de um pacien e. Toda ia, é quase impossí el lemb a
de odas as in e ações medicamen osas conhecidas e de como elas oco em (FUCHS F.D.,
WANNMACHER L., FERREIRA M. B. C; 2004).
341
REFERÊNCIAS
BRASIL. Minis é io da Saúde. Sec e á ia de Ciência, Depa amen o de Assis ência
Fa macêu ica e Insumos Es a égicos. Fo mulá io e apêu ico nacional 2010. B asília: [s.n.],
2010.
FUCHS F.D., WANNMACHER L., FERREIRA M. B. C. (Eds). Fa macologia clínica:
undamen os da e apêu ica acional. 3ª ed. Rio de Janei o: Guanaba a Koogan; 2004.
GARSKE, C. C. D. e al. A aliação das In e ações Medicamen osas Po enciais em P esc ições
de Pacien es em uma Unidade de Te apia In ensi a. Saúde e Pesquisa - Ma ingá-PR, 2016.
MENDES. K. D. S. SILVEIRA R. C. C. P. GALVÃO. C. M. Re isão in eg a i a: MÉTODO DE
PESQUISA PARA INCORPORAÇÃO DE EVIDÊNCIAS NA SAÚDE E NA ENFERMAGEM.
Tex o Con ex o En e m, Flo ianópolis, 2008 Ou -Dez; 17(4): 758-64.
SILVA. D. L. E al. Análise da adminis ação de medicamen os in a enosos em hospi al
da ede sen inela. Tex o Con ex o En e m. [In e ne ], .21, n.3, 2012. Disponí el
em: <h p://www.scielo.b /pd / ce/ 21n3/ 21n3a19>. Acesso em 18 ab . 2018.

342
PROMOÇÃO DA MELHORIA NA ESPERA
PELO ATENDIMENTO ATRAVÉS DA
SUSTENTABILIDADE
Raiane Agos inho de Oli ei a
Discen e do cu so de en e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa – UNIPÊ. [email p o ec ed]
Taynah B i o Al es
Discen e do cu so de en e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa – UNIPÊ. [email p o ec ed]
Thayane La a Pa io a Lau indo
Discen e do cu so de en e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa – UNIPÊ. [email p o ec ed]
Camila Teixei a de Ca alho Dias
Docen e do cu so de en e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa – UNIPÊ. [email p o ec ed]
RESUMO
In odução: o P oje o de Sus en abilidade do Cu so de En e magem do UNIPÊ ap esen a
como p opos a que os alunos do sé imo pe íodo iden i iquem alguma necessidade no campo
de es ágio e possam lança uma p opos a pa a melho a a ealidade do local, po meio da
sus en abilidade. Dessa o ma, le ando em conside ação a p opos a da ins i uição, oi
desen ol ido o p oje o de sus en abilidade pa a melho a ia da espe a pelo a endimen o,
na USF San a Cla a. Obje i o: o obje i o ge al des e abalho é ela a a expe iência de
acadêmicas de en e magem na implan ação do p oje o de sus en abilidade, pa a a melho ia
da espe a pelo a endimen o, na USF San a Cla a. Me odologia: co esponde a um ela o de
expe iência, que oi desen ol ido median e a p opos a de P oje o de Sus en abilidade da
ins i uição, no mês de e e ei o, na USF San a Cla a, no bai o do Cas elo B anco, na cidade
de João Pessoa – PB, po um g upo de alunos do sé imo pe íodo. Resul ados e discussões:
ao longo das a i idades ealizadas na unidade em ques ão, que oi o local aonde demos início
às nossas a i idades do Es ágio Supe isionado I, iden i icamos que uma g ande demanda
de usuá ios chega a ao local pa a e em acesso aos se iços que a unidade o e ecia, an es
mesmo dela ab i e inham que espe a em pé, po al a de comodidade. Dian e do expos o,
su giu a ideia de p oduzi mos como p oje o de sus en abilidade bancos pa a que os usuá ios
pudessem se acomoda , a é que a unidade osse abe a e um balanço pa a que as c ianças
pudessem b inca , enquan o espe a am os seus pais, ei o à base de obje os eciclados e u o
de doações, no in ui o de que osse o início de uma p aça no local, com o desen ol imen o
343
de p á icas sus en á eis. Após á ias e lexões, chegamos à conclusão que os ma e iais mais
indicados pa a ealiza o p oje o se iam pneus de au omó eis, de ido a sua esis ência
e du abilidade, assim como as co das, pa a que as pessoas pudessem se sen a . Passamos
pa a a ase de cole a dos ma e iais que se iam necessá ios, onde conseguimos os pneus,
co das e in as encidas, po meio de doações da comunidade. Após cole ados os ma e iais,
passamos pa a a ase de limpeza, onde e i amos oda a água que es a a acomodada nos
pneus, pa a assim pode pin á-los, jun amen e com as idosas da Te apia Comuni á ia, que
nos ajuda am no p ocesso. Ao inaliza mos odo o p ocesso p á ico de cons ução do nosso
p oje o de sus en abilidade, os bancos e balanço ei os de pneus o am en egues à unidade,
a a és de um momen o onde escla ecemos o que é sus en abilidade e o po quê de e mos
implan ado aqueles bancos, endo como oco da discussão a humanização na melho ia da
espe a. Conside ações inais: oi g a i ican e con ibui com o se iço, na p ese ação do meio
ambien e e sensibiliza a comunidade pa a a impo ância de u iliza a sus en abilidade como
al e na i a de ida. A equipe icou mui o g a a pela nossa con ibuição, a comunidade em
u ilizado bas an e o espaço, oi ma a ilhoso inse i o g upo de Te apia Comuni á ia nesse
p ocesso, sendo uma expe iência en iquecedo a.
Desc i o es: Sus en abilidade. A endimen o. Humanização.
INTRODUÇÃO
O p esen e abalho i á ela a a expe iência de implan ação de um p oje o de
sus en abilidade, em uma Unidade de Saúde da Família, como o ma de melho ia da espe a
pelo a endimen o, a a és da sus en abilidade.
Mui o se ala sob e a sus en abilidade e, es a pala a en ol e um conjun o de
pa adigmas pa a o uso o uso dos ecu sos que obje i am a ende as necessidades humanas.
Es e e mo oi alado em 1987 no Rela ó io B und land da O ganização das Nações Unidas,
que de e minou que desen ol imen o sus en á el osse o desen ol imen o que a ende as
necessidades do p esen e, sem p ejudica a capacidade das ge ações u u as a ende em as
suas p óp ias necessidades. É necessá io le a em conside ação a sus en abilidade ambien al,
econômica e sociopolí ica. Assim, udo que nos en ol e p ecisa de cuidados especiais pa a
344
que con inue exis indo. Com is o, a conse ação do meio ambien e de e se es a incluída em
uma polí ica de desen ol imen o do país (TORRESI, 2010).
O P oje o de Sus en abilidade do Cu so de En e magem do UNIPÊ ap esen a
como p opos a que os alunos do sé imo pe íodo iden i iquem alguma necessidade no campo
de es ágio e possam lança uma p opos a pa a melho a a ealidade do local, po meio da
sus en abilidade.
Dessa o ma, le ando em conside ação a p opos a da ins i uição, oi desen ol ido
o p oje o de sus en abilidade pa a melho a ia da espe a pelo a endimen o, na USF San a
Cla a, que se á ela ado a segui .
OBJETIVOS
O obje i o ge al do p esen e abalho é ela a a expe iência de acadêmicas de
en e magem na implan ação do p oje o de sus en abilidade, pa a a melho ia da espe a pelo
a endimen o, na USF San a Cla a e os obje i os especí icos são: abo da a impo ância da
humanização na espe a pelo a endimen o e sensibiliza a população sob e a impo ância da
sus en abilidade na p ese ação do meio ambien e.
METODOLOGIA
A me odologia do p esen e abalho co esponde a um ela o de expe iência, que
oi desen ol ido median e a p opos a de P oje o de Sus en abilidade da ins i uição, no mês
de e e ei o, na USF San a Cla a, no bai o do Cas elo B anco, na cidade de João Pessoa – PB,
po um g upo de alunos do sé imo pe íodo.
Du an e o empo de ealização do es ágio, pe cebemos que mui os usuá ios
chega am an es da abe u a da unidade e não inham aonde sen a , a é o ho á io de abe u a,
que po ezes demo a a bas an e.
345
RELATO DE EXPERIÊNCIA
Ao longo das a i idades ealizadas na USF San a Cla a, local aonde demos início
às nossas a i idades do Es ágio Supe isionado I, iden i icamos que uma g ande demanda de
usuá ios chega a ao local pa a e em acesso aos se iços que a unidade o e ecia, an es mesmo
dela ab i e inham que espe a em pé, po al a de comodidade. Alguns se acomoda am
no chão, a é que o se iço osse abe o às 07h, pa a assim pode em se a endidos pelos
p o issionais de saúde que ali se encon a am.
Dian e do expos o, su giu a ideia de p oduzi mos como p oje o de sus en abilidade
bancos pa a que os usuá ios pudessem se acomoda , a é que a unidade osse abe a e um balanço,
pa a que as c ianças pudessem b inca enquan o espe a am os seus pais, ei o à base de obje os
eciclados e u o de doações, no in ui o de que osse o início de uma p aça no local, com o
desen ol imen o de p á icas sus en á eis. Após á ias e lexões, jun amen e com Isolda, que é
ACS do se iço e líde do g upo de Te apia Comuni á ia, chegamos à conclusão que os ma e iais
mais indicados pa a ealiza o p oje o se iam pneus de au omó eis, de ido a sua esis ência e
du abilidade, assim como as co das, pa a que as pessoas pudessem sen a -se.
Passamos pa a a ase de cole a dos ma e iais que se iam necessá ios, onde conseguimos
os pneus, co das e in as encidas, po meio de doações da comunidade. Após cole ados os
ma e iais, passamos pa a a ase de limpeza, onde e i amos oda a água que es a a acomodada
nos pneus, pa a assim pode pin á-los, jun amen e com as idosas da Te apia Comuni á ia, que
nos ajuda am no p ocesso. U ilizados uma u adei a pa a ealiza u os nos pneus, pa a que
pudéssemos passa as co das e, assim, as pessoas pudessem sen a -se.
Ao inaliza mos odo o p ocesso p á ico de cons ução do nosso p oje o de
sus en abilidade, os bancos e o balanço ei os de pneus o am en egues à unidade, a a és de
um momen o onde escla ecemos o que é sus en abilidade e o po quê de e mos implan ado
aqueles bancos, endo como oco da discussão a humanização na melho ia da espe a.
A USF em ques ão ecebeu com sa is ação nossa con ibuição e em u ilizando os
bancos e o balanço no co idiano, dando um con o o melho pa a a espe a.
A impo ância da inse ção de Te apia Comuni á ia nes e p oje o, que possui
idosas em sua maio ia, ai além da ajuda pa a a c iação, pois es e abalho se iu como uma
e apia e o alecimen o da coo denação mo o a des as.
352
CUIDADOS PALIATIVOS E FÉ: UMA
ABORDAGEM SISTEMÁTICA DA
ENFERMAGEM
B uno Gonçalo Souza de A aújo
Cen o Uni e si á io de João Pessoa- UNIPÊ, [email p o ec ed]
Joelma Rocha Felipe da Sil a
Cen o Uni e si á io de João Pessoa- UNIPÊ, [email p o ec ed]
Lilian Ma ia Se ega i
Cen o Uni e si á io de João Pessoa- UNIPÊ, [email p o ec ed]
Ma isa Ma ins Fe nandes Dias
Cen o Uni e si á io de João Pessoa- UNIPÊ, [email p o ec ed]
Ma a Es elle Xa ie Soa es
Cen o Uni e si á io de João Pessoa- UNIPÊ, [email p o ec ed]
Rejane Fe ei a de Oli ei a Mo a
Cen o Uni e si á io de João Pessoa- UNIPÊ, [email p o ec ed]
Kaisy Pe ei a Ma ins.
Cen o Uni e si á io de João Pessoa- UNIPÊ, kaisy[email p o ec ed]
RESUMO
In odução: O p esen e abalho possui como emá ica p incipal os cuidados palia i os e é,
is o que du an e as p á icas assis idas es udou-se o caso clínico de uma clien e hospi alizada
ap esen ando Doença de C ohn e em deco ência da pa ologia ap esen ou complicações a
qual oi subme ida a lapa o omia explo a ó ia associada a um cânce (CA) no in es ino e
pos e io men e a uma ileos omia, necessi ando de cuidados palia i os. Es e se dá a a és
de uma assis ência indi idualizada englobando oda sua conjun u a e e idenciando a é
como ca ac e ís ica essencial no que diz espei o ao p ocesso saúde-doença. Me odologia:
T a a-se de um es udo de caso deco en e de uma pesquisa obse acional que oco eu
du an e dois dias de p á icas assis idas po uni e si á ios do quin o pe íodo do cu so de
En e magem do Cen o Uni e si á io de João Pessoa- UNIPÊ. Resul ados: Em deco ência
dos p o issionais pouco quali icados no que diz espei o aos cuidados palia i os e de como
a é em seus e ei os posi i os em pacien es e minais, o hospi al ainda depa a-se com um
cená io de p o issionais desp epa ados quan o ao acompanhamen o e a amen o nesse
ipo de si uação. Conclusão: Dian e do disco ido, o desen ol imen o de uma assis ência
sa is a ó ia se inicia a pa i da sensibilidade e empa ia da equipe em não se limi a apenas

353
à isão cen ada no diagnós ico, ca ac e izada pela isão biomédica e cu a i is a, uma ez
que negligencia ia possí eis esul ados posi i os deco en es de in e enções simples que
p opo ciona iam uma assis ência humanizada embasada em uma isão holís ica.
Pala as-cha e: Cuidados Palia i os; Espi i ualidade; Fé; En e magem.
INTRODUÇÃO
O signi icado de p o ege , palia , é de i ado do la im pallium, e mo que nomeia
o man o que os ca alei os usa am pa a se p o ege das empes ades pelos caminhos que
pe co iam. É o p es a de cuidados po unidades e equipes especí icas, em in e namen o
ou no domicílio a doen es em si uação de so imen o deco en e de doença incu á el com o
obje i o de p omo e o seu bem-es a , sua qualidade de ida, a a és do alí io do so imen o
da do ísica, psicológica, social e espi i ual (WHO, 2017).
A pacien e L.S.M encon a a-se em cuidados palia i os de ido a doença de C ohn
não descobe a e, consequen emen e, não a ada. A doença de C ohn ca ac e iza-se po uma
in lamação c ônica da mucosa do a o diges i o que pode acome e desde a boca, passando
po odo o a o in es inal a é o ânus. Po ém, é mais comum na egião do in es ino delgado e
g osso.
OBJETIVOS
O p esen e abalho em como obje i o, es abelece um plano de cuidados
indi idual pa a a pacien e L.S.M., que possui clínica i e e sí el, necessi ando de cuidados
palia i os, abo dando a signi icância dessa p á ica pela equipe de saúde quando somada a
uma assis ência holís ica.
354
METODOLOGIA
A pesquisa obse acional oco eu du an e dois dias consecu i os de p á icas
assis idas po uni e si á ios do quin o pe íodo do cu so de En e magem do Cen o
Uni e si á io de João Pessoa- UNIPÊ. As p á icas o am ealizadas no Hospi al Municipal
San a Isabel, nos dias 25 de Ou ub o e 08 de no emb o de 2017 e os dados sob e o caso clínico
o am ob idos a pa i do p on uá io do pacien e e in o mações o necidas pelo cuidado
amilia da pacien e L.S.M, com 57 anos de idade, sexo eminino e que a é o p esen e momen o
pe manecia ins i ucionalizado.
RELATO DE CASO
Caso clínico:
L.S.M, 57 anos, casada, na u al de São João do Rio do Peixe- PB. Foi a endida
no hospi al de sua cidade onde diagnos icou-se, a a és da anamnese, exame ísico ce alo-
podálico e exames complemen a es, cânce in es inal associado à Doença de C ohn. Foi
encaminhada em seguida pa a o Hospi al Municipal San a Isabel, sendo admi ida com queixa
de do in ensa no abdome e melena. Nega DM, HAS, his ó ico de umo e não p a ica a i idade
ísica.
Medidas de melho ias:
Obse ou-se o não de alhamen o do quad o clínico da pacien e pa a si e seus
amilia es/acompanhan es. A mesma ela ou que ha ia um “ca oço” no in es ino e que oi
e i ado. No en an o, a pacien e inha um cânce in es inal que não oi emo ido e não pode á
se de ido a possí eis complicações. Os amilia es/acompanhan es ambém desconheciam
esse a o.
Da mesma o ma, obse ou-se a ca ência de p o issionais capaci ados em cuidados
palia i os e/ou amilia es/cuidado es que comp eendessem sua de inição e a aplicassem
o inei amen e com im de p omo e uma melho qualidade de ida ao pacien e.
355
Po úl imo, obse ou-se que a ambiência da en e ma ia não es a a de aco do. A
pacien e es á em egime de cuidados palia i os, pe manece ins i ucionalizada, sem p e isão
de al a, necessi ando assim de apa a o es u u al e ísico que con ibui á com o seu emocional
e consequen emen e com o seu p ocesso de en en amen o da doença du an e oda a sua
es adia hospi ala .
P opos as de melho ias:
Den e as p opos as iá eis pa a melho a a qualidade de ida da pacien e em
ques ão, as desen ol idas o am a elabo ação de ma e iais eligiosos conce nen es à é da
pacien e, isando a p ese ação da comunhão com Deus e sua espi i ualidade, a aplicação da
ambiência adequada ao egime e apêu ico em que a pacien e es a a inse ida e a elabo ação
de um Manual de Ins uções pa a os amilia es/cuidado es, pa a que a a és desse p o ocolo,
os cuidados pelos amilia es leigos sejam e icazes, minimizando demais iscos à saúde da
pacien e.
Pa a acili a a p ese ação da comunhão com Deus o am selecionados 365
e sículos bíblicos, os mesmos o am imp essos, eco ados, dob ados e colocados den o
de um ecipien e. Todos os dias é e i ado um e sículo, du an e um ano. Tal ecipien e oi
cus omizado com ma e ial E.V.A. em o ma de pé alas simulando uma osa.
Le ando em conside ação o empo de in e nação e a al a de laze que exis e
no hospi al, oi con eccionado um li o que con ém á ias imagens pa a pin u a. Abaixo de
cada igu a encon a-se um espaço pa a cola os e sículos e i ados dia iamen e. Assim, a
pacien e além de o alece o seu dia com mensagens da Bíblia, ela ainda em uma a i idade
pa a dis ação. Foi disponibilizado pa a ela os lápis de colo i , apon ado e cola.
Pensando não só na ques ão psicoemocional e espi i ual, como ambém na lesão
que a az pe manece no ambien e hospi ala , oi elabo ado um Manual de Ins uções pa a
que o acompanhan e possa ealiza a oca do cu a i o, pelos mo i os ci ados no i em an e io ,
que é a não disponibilidade da equipe esponsá el semp e que há a necessidade de oca (que,
segundo a pacien e, em uma média de cinco a se e ezes po dia).
356
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Dian e de udo que oi abo dado no p esen e abalho passamos a e le i que
econhece e da impo ância de um cuidado di e enciado de o ma holís ica, abalhando
de o ma mul idisciplina , po meio do qual seja p io izada a qualidade de ida, o con o o, a
diminuição da do e a in e ação com a amília na busca de um cuidado e e i o ao pacien e que
não co esponde à e apêu ica cu a i a, des aca como uma e amen a essencial a p omoção
dos cuidados palia i os pa a essa amília, an o no p ocesso de ini ude e lu o associada à é e
espei o, como p opõe uma mo e digna ao pacien e e minal.
REFERÊNCIAS
B asil. Minis é io da Saúde(MS), B asília: CNS; 2002. (Sé ie CNS-Cade nos Técnicos,
Sé ie A, No mas e Manuais Técnicos, N. 133).
CABRE, E.; DOMENECH, E. Impac o en i onmen al and die a y ac o s on he
Cou se o in lamma o y bowel disease. Wo ld Jou nal o Gas oen e ology, 2012.
CERVELIN, A. F. Espi i ualidade e eligiosidade nos cuidados palia i os: conhece pa a
go e na . Escola Anna Ne y Re is a de En e magem, . 18, n. 1, p. 1-7, 2013.
CORREIA, J. P. Gas en e ologia. Lisboa: Fundação Calous e Gulbenkian, 1986.
Diagnós icos de en e magem da NANDA: de inições e classi icação 2015-2017/ NANDA
In e na ional; adução Regina Machado Ga cez. - Po o Aleg e: A med, 2015.
ESCOTT, G. M. P e alência de anemia nas doenças in lama ó ias in es inais. Ciência em
Mo imen o, 2009.
EVANGELISTA, C. B. Bioe hics, pallia i e ca e and e minali y: a in eg a i e e iew o he
li e a u e. Jou nal o Nu sing, . 7, n. 3, p. 1-1, 2013.
357
INFECÇÃO RELACIONADA À
ASSISTÊNCIA À SAÚDE (IRAS)
Ma celo Fe ei a da Sil a Junio
Cen o Uni e si á io de João Pessoa- UNIPÊ, [email p o ec ed]
Ma isa Ma ins Fe nandes Dias
Cen o Uni e si á io de João Pessoa- UNIPÊ, [email p o ec ed]
Ma a Es elle Xa ie Soa es
Cen o Uni e si á io de João Pessoa- UNIPÊ, [email p o ec ed]
Pa ícia Ma ia Rod igues Ben o
Cen o Uni e si á io de João Pessoa- UNIPÊ, [email p o ec ed]
Rejane Fe ei a de Oli ei a Mo a
Cen o Uni e si á io de João Pessoa- UNIPÊ, [email p o ec ed]
Vi ó ia Ma ia Viei a de Aze êdo
Cen o Uni e si á io de João Pessoa- UNIPÊ, [email p o ec ed]
Tayna a Gomes da Sil a Cos a
Cen o Uni e si á io de João Pessoa- UNIPÊ, [email p o ec ed]
Ca la B az E angelis a
Cen o Uni e si á io de João Pessoa- UNIPÊ, [email p o ec ed]
RESUMO
In odução: Pa a p e enção da In ecção Relacionada à Assis ência à Saúde (IRAS) es a égias
p ecisam se discu idas e implemen adas, de manei a a eduzi os danos à saúde do pacien e
e p o issional, os gas os com a saúde e o empo de in e nação, melho ando consequen emen e
a qualidade da assis ência. Me odologia: O p esen e es udo a a-se de um ela o de
expe iência desen ol ido du an e as p á icas assis idas ealizadas no Hospi al Pad e Zé po
discen es do e cei o pe íodo. Du an e as isi as oi possí el iden i ica p oblemá icas, e le i
e p opo ciona medidas cabí eis pa a en a soluciona p oblemas encon ados no ambien e
hospi ala . Resul ados: Dian e das p oblemá icas obse adas e das possí eis soluções pa a
e adi de e minados ag a os elacionados a IRAS, a medida mais iá el oi a implan ação
de elógios em odas as en e ma ias, com o p opósi o de eduzi os índices de con aminação
c uzada. Conclusão: Dian e de oda a p oblemá ica ace ca da IRAS, o am doados elógios
de pa ede ao Hospi al Pad e Zé, com o in ui o de aze bene ícios pa a o pacien e no que
diz espei o a manu enção do seu es ado men al, social e ísico, esga a medidas assép icas,
sus en á eis e p e en i as pa a a equipe de saúde, e assim ambém pode minimiza os al os
índices de in ecção.

358
Pala as-cha e: In ecção, Assis ência de En e magem, P e enção.
INTRODUÇÃO
A in ecção hospi ala ca ac e iza-se po oda in ecção adqui ida du an e a
in e nação do pacien e no ambien e hospi ala , desde que não incubada an es do pe íodo de
hospi alização, ou que seja elacionada a algum p ocedimen o ealizado du an e a in e nação,
podendo se mani es ada mesmo após a al a (PARANÁ, 2017; SANTOS e al., 2017).
Esse e mo, nos dias a uais, em sendo subs i uído po In ecção Relacionada à
Assis ência à Saúde (IRAS) po ab ange a in ecção adqui ida em di e sas ocasiões, a exemplo da
in e nação hospi ala , ealização de p ocedimen os a ní el ambula o ial, cuidados domicilia es e
po p o issionais da saúde du an e a execução de suas a i idades (PARANÁ, 2017).
Ainda é no ó io o descaso em elação a de e minadas medidas básicas de p e enção
e con ole de in ecção nos ambien es de saúde. Nes e con ex o, iden i ica os iscos, p e eni
e con ola a IRAS se az necessá io, de modo a diminui os índices de in ecção, os p ejuízos
pa a o pacien e (BRASIL, 2017) e p o issional, o empo de in e nação e consequen emen e
eduzi os gas os com a saúde e melho a a qualidade da assis ência p es ada.
An e ao expos o, o p esen e abalho em o obje i o de ela a as i ências de
es udan es du an e as p á icas assis idas em um hospi al e desc e e as es a égias pa a
diminuição da IRAS nes e ambien e.
METODOLOGIA
O p esen e es udo a a-se de um ela o de expe iência e e en e às p á icas
assis idas ealizadas po discen es do e cei o pe íodo do Cu so de En e magem do Cen o
Uni e si á io de João Pessoa – UNIPÊ, no Hospi al Pad e Zé, localizado no município de
João Pessoa – PB.
Du an e os dias de p á icas assis idas, além de ealiza a i idades ine en es às
écnicas de en e magem, os discen es i e am que iden i ica p oblemas, ealiza e lexões, e
en a soluciona os p oblemas no e e ido hospi al.
359
Desse modo, pe cebeu-se a necessidade da implan ação de elógios de pa ede nas
en e ma ias pa a eduzi a in ecção hospi ala . Assim, ma e iais como elógios de pa edes,
pilhas e p egos o am u ilizados.
RELATO DE EXPERIÊNCIA
Pa a man e o con ole de in ecções no âmbi o hospi ala azem-se necessá ias
medidas igo osas e a u ilização de ma e iais e ins umen os que con ibuem pa a a
minimização desses índices. Pa a an o, de e es a disponí el no se o de en e magem e
en e ma ias álcool à 70%, pias e la abos pa a a equipe de saúde, equipamen os de p o eção
indi idual (lu as de p ocedimen o, ouca, másca a e óculos de p o eção), sabone e líquido,
papel oalha pa a a secagem das mãos e elógios de pa ede pa a auxilia a equipe du an e a
mensu ação dos sinais i ais no deco e da assis ência.
Dian e das p oblemá icas obse adas e das possí eis soluções pa a e adi
de e minados ag a os elacionados à IRAS, hou e um consenso en e os discen es ace ca das
medidas cabí eis pa a melho a a assis ência de en e magem e, consequen emen e, de oda a
equipe de saúde do Hospi al Pad e Zé.
A medida mais iá el oi a implan ação de elógios de pa edes em odas as
en e ma ias, com o p opósi o de eduzi os índices de con aminação c uzada pela u ilização
de elógios de pulso e celula es, p odu os que podem se agen es p opagado es de in ecção.
De aco do com a Agência Nacional de Vigilância Sani á ia, a ansmissão c uzada de in ecções
(pessoa pa a pessoa) oco e p incipalmen e pelas mãos da equipe de saúde e po meio de
obje os e equipamen os ecen emen e con aminados (BRASIL, 2018).
Ou o meio de con ibuição pa a melho ia na qualidade dos se iços de saúde
se á a ealização de campanhas di ecionadas às emp esas e comunidade pa a doações de
ma e iais com ins man enedo es pa a que os elógios e pilhas possam se epos os de aco do
com as necessidades locais. Sendo assim, es as soluções êm como inalidade p e eni a
ansmissão de agen es in ecciosos, bene iciando an o os pacien es quan o os p o issionais
da á ea de saúde que, median e às suas unções, es ão expos os a di e sos iscos em seu
co idiano.
360
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Dian e do expos o, deno a-se que a In ecção Relacionada à Assis ência à Saúde
(IRAS) é deco en e do não cump imen o das di e izes p essupos as pela Comissão de
Con ole de In ecção Hospi ala (CCIH) que, jun amen e com a Agência Nacional de Vigilância
Sani á ia (ANVISA), p econizam em suas po a ias mé odos pa a p e enção e con ole de
in ecção.
Desse modo, pe cebeu-se que a doação de elógios de pa ede ao Hospi al Pad e
Zé pode ia aze bene ícios ao pacien e no que diz espei o a manu enção do seu es ado
men al, social e ísico, esga a medidas assép icas, sus en á eis e p e en i as pa a a equipe
de saúde e consequen emen e minimiza a in ecção hospi ala .
Ressal a-se que os elógios de pa ede podem se u ilizados em di e sos se o es da
saúde, Unidades Básicas de Saúde, ambula ó ios e ou os hospi ais, pa a que assim, o ní el
de in ecção hospi ala e in ecção c uzada sejam eduzidos.
Em e isões li e á ias pa a o embasamen o desse abalho, pe cebeu-se a ausência
de egis os cien í icos ace ca dessa emá ica. Assim, o p esen e es udo pode á se i pa a
disseminação do conhecimen o sob e mé odos p e en i os e de con ole da in ecção nos
ambien es de saúde, e se i de base pa a ou as pesquisas, o que pe mi i á aos lei o es
uma ideia ab angen e sob e a p e enção de in ecção, não somen e a a és de p oblemá icas
ala man es, mas de de alhes que co iquei amen e são igno ados, sendo eles, mui as ezes, o
causado de danos à saúde.
REFERÊNCIAS
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col_coun =1&_101_s u s_ac ion=%2Fasse _publishe %2F iew_con en &_101_
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361
BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sani á ia. C i é ios Diagnós icos de In ecções
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DURAN, R.S. e al. A esponsabilidade ci il po in ecção hospi ala . Re is a In aciência, . 13,
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pd >. Acesso em: 16 de ab il de 2018.
PARANÁ. Sec e á ia da Saúde (PR). In ecção hospi ala : pe gun as e espos as. 2017.
Disponí el em: <h p://www.saude.p .go .b /a qui os/File/ aq_in eccao_hospi ala _ inal.
pd >. Acesso em: 16 de ab il de 2018.
368
INTRODUÇÃO
A sínd ome de Fou nie ou gang ena de Fou nie é uma pa ologia deco en e
de uma p oli e ação de bac é ias g am nega i as, g am posi i as e anae óbicas, que se
desen ol em p incipalmen e nos ó gãos geni ais, le ando há uma edução de oxigênio nas
á eas a e adas, de ido a hipóxia e a isquemia ecidual, p ejudicando o me abolismo, ele ando
a p oli e ação de mic oo ganismos, comum aos homens com seu su gimen o na egião
esc o al e no pênis; na geni ália eminina, as p incipais á eas a ingidas são a ul a e a i ilha,
com maio es índices de casos no sexo masculino e em indi íduos imunodep imidos, le ando
a consequências g a es como a in e ilidade e a é mesmo a óbi o (AZEVEDO, 2016).
Uma das o mas de a amen o pa a pa ologia desc i a é a OHB (oxigeno e apia
hipe bá ica). Um mé odo coadju an e que a ua á na íade de mé odos de a amen o
jun amen e com a An ibio ico e apia de amplo espec o e desb idamen o, u ilizando uma
câma a hipe bá ica que o nece á O2 pu o de o ma inala ó ia e in e mi en e, com uma
p essão maio que o a mos é ico, a im de hipe oxigena ecidos que se encon am em hipóxia
deco en e de uma ação bac e iana. Uma de suas unções é p omo e a ne o ascula ização
e es imula a o mação de colágeno (VETORATTO; LAMBERTY, 2015).
Segundo Bicalho e T e isan (2016), a écnica u ilizada é um mecanismo assessó io
no a amen o de pa ologias, onde es á associada à íade de desb idamen o e an ibio ico e apia
de amplo espec o, com necessidade de se obse a a segu ança do pacien e com ga an ia da
sua p i acidade e dignidade.
O p o issional de en e magem desempenha impo an e papel no cuidado com o
pacien e in ec ado pela Sínd ome de Fou nie , a a és da elabo ação de um plano de cuidado
indi idual com es a égias pa a auxilia nas omadas de decisões, na in enção de p opo ciona
uma p á ica assis encial que o e eça qualidade nessa assis ência, sendo undamen ado no
conhecimen o cien í ico (CRUZ, e al 2016).
O En e mei o, além de e capaci ação e au onomia, de e se ol a sua a enção
pa a a ealização dos cu a i os que eque paciência e u ilização co e a das écnicas assép icas
a im de p e eni a p opagação da con aminação, e capacidade de execu a os p ocedimen os
elacionados às câma as hipe bá icas, de o ma a p e eni aciden es e man e um pad ão de
qualidade e segu ança, con ibuindo pa a o bem es a do pacien e (FELIX; SANTOS; 2017).

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