ANÁLISE DE PORCENTAGEM E CORRELAÇÃO DOS INDICADORES DE QUALIDADE DA FISIOTERAPIA
DOIS ANOS PRÉ E PÓS PANDEMIA DA COVID-19. AUTOR(A): LUZ, Régis Inocêncio Vale io da, coau o es:
RODRIGUES, Ana Paula Oli ei a, AQUIM, Espe idião Elias.
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ANÁLISE DE PORCENTAGEM E CORRELAÇÃO DOS INDICADORES DE
QUALIDADE DA FISIOTERAPIA DOIS ANOS PRÉ E PÓS PANDEMIA DA COVID-
19
ANALYSIS OF PERCENTAGE AND CORRELATION OF PHYSIOTHERAPY
QUALITY INDICATORS TWO YEARS BEFORE AND AFTER THE COVID-19
PANDEMIC
LUZ, Régis Inocêncio Vale io da
1
RODRIGUES, Ana Paula Oli ei a
2
AQUIM, Espe idião Elias
3
RESUMO
Na isio e apia, é essencial usa indicado es pa a a alia a qualidade do abalho e
o ien a os a amen os. Es e es udo analisou os indicado es isio e apêu icos an es e
depois da pandemia de COVID-19, em hospi ais de Cu i iba – PR, com dados da
emp esa P o isio Assis ência Fisio e ápica – LTDA, e e en es aos anos 2018, 2019,
2022 e 2023. Fo am a aliados os indicado es: Sucesso de ex ubação; sen a o a do
lei o (SFL) na Unidade de Te apia In ensi a (UTI) e no se o de en e ma ia (ALA);
o os a ismo e deambulação na UTI; deambulação pós ci u gias especí icas; en ega
de plano de al a isio e apêu ica na UTI e ALA; pesquisa de sa is ação com espos as
bom e ó imo. Os esul ados mos am aumen o na média anual de di e sos indicado es
e o e co elação en e alguns, como o os a ismo e mobilidade na UTI ( =1.0; p- alo
< 0,001). Apesa da pandemia, as a i idades isio e apêu icas man i e am-se
semelhan es ou com melho ia nos anos pós-pandemia, demons ando a e icácia dos
p o ocolos e a anços no pe íodo analisado.
Pala as-cha e: Mé ica de Saúde. Fisio e apia Respi a ó ia. COVID-19.
Reabili ação Hospi ala .
ABSTRACT
1
G aduado em Fisio e apia pela Uni e sidade Es adual do No e do Pa aná. Pós-g aduado em Ges ão
e Audi o ia em Saúde pela FAVENI. Pós-g aduado em Saúde Pública e Saúde da Família pela
INTERVALE. Pós-g aduado em Fisio e apia em Te apia In ensi a pela Faculdade Inspi a . Mes e em
Ciências da Reabili ação pela UNISUAM. egis.l[email p o ec ed]
2
G aduada em Fisio e apia pela Uni e sidade Es adual de Goiás. Pós-g aduada em Fisio e apia
Hospi ala pela PUC Goiás. Especialis a em Fisio e apia em Te apia In ensi a pelo COFFITO.
Os eopa a pela Escola de Os eopa ia Inspi a . RPGis a Soucha d pelo Ins i u o PH. E. Soucha d de
Reeducação Pos u al Global. Mes a em Biologia Celula e Molecula pela UFPR.
3
G aduado em Fisio e apia pela Uni e sidade Tuiu i do Pa aná. Dou o em Fisio e apia pela
Uni e sidade de Buenos Ai es. Di e o da Clínica de Fisio e apia P ó isio e Ins i u o de Neu ologia de
Cu i iba. P esiden e da Faculdade Inspi a . Memb o Rep esen an e da Fisio e apia na AMIB -
Associação de Medicina In ensi a B asilei a.
ANÁLISE DE PORCENTAGEM E CORRELAÇÃO DOS INDICADORES DE QUALIDADE DA FISIOTERAPIA
DOIS ANOS PRÉ E PÓS PANDEMIA DA COVID-19. AUTOR(A): LUZ, Régis Inocêncio Vale io da, coau o es:
RODRIGUES, Ana Paula Oli ei a, AQUIM, Espe idião Elias.
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In physio he apy, i is essen ial o use indica o s o assess he quali y o wo k and guide
ea men s. This s udy analyzed physio he apy indica o s be o e and a e he COVID-
19 pandemic, in hospi als in Cu i iba - PR, wi h da a om he company P o isio
Assis ência Fisio e ápica - LTDA, e e ing o he yea s 2018, 2019, 2022 and 2023.
The ollowing indica o s we e e alua ed: Ex uba ion success; si ing ou o bed (SFL)
in he In ensi e Ca e Uni (ICU) and in he wa d sec o (ALA); o hos a ism and
ambula ion in he ICU; ambula ion a e speci ic su ge ies; deli e y o physio he apy
discha ge plan in he ICU and ALA; sa is ac ion su ey wi h good and excellen
esponses. The esul s show an inc ease in he annual a e age o se e al indica o s
and a s ong co ela ion be ween some, such as o hos a ism and mobili y in he ICU
( = 1.0; p- alue < 0.001). Despi e he pandemic, physio he apy ac i i ies emained
simila o imp o ed in he pos -pandemic yea s, demons a ing he e ec i eness o he
p o ocols and ad ances in he pe iod analyzed.
KEYWORDS: Heal h Me ics. Respi a o y Physio he apy. COVID-19. Hospi al
Rehabili a ion.
1. INTRODUÇÃO
Nos dias de hoje, a isio e apia e o p o issional isio e apeu a são mui o mais
econhecidos quando compa ados a anos a ás. Em 1951, o cu so de isio e apia e a
écnico e não passa a de um ano pa a se o na um isio e apeu a. A ualmen e, um
cu so de o mação em du ação de 10 pe íodos. Ao longo desse empo, no as
écnicas, exe cícios e descobe as de a amen o o am adqui idos e ap imo ados. A
ciência ambém e e seu impo an e papel com pesquisas e esul ados impo an es
pa a o a anço da isio e apia (CAVALCANTI e al., 2011).
Enquan o a medicina busca cu a a on e do p oblema, ou seja, a doença, a
isio e apia oca na qualidade de ida e no a amen o de dis unções deco en es de
doenças ou al e ações ísicas, como dis unções musculoesquelé icas que causam
do , descon o o e, mui as ezes, incapaci ação do pacien e (VIEIRA e al., 2024). O
papel do isio e apeu a es á c escendo den o das unidades de saúde, endo como
unção p e eni e p omo e saúde à população, a uando no a amen o e eabili ação
de doenças e dis unções (VIEIRA e al., 2024).
Os campos de a uação ambém se amplia am pa a o p o issional isio e apeu a,
ab angendo desde a unidade básica de saúde a é a Unidade de Te apia In ensi a
(UTI), e a é mesmo como p o issional de p imei o con a o. A isio e apia, quando bem
exe cida, eduz o empo de ecupe ação do pacien e e o empo de in e nação
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hospi ala . O p o issional a ua em á ias á eas e con a com di e sos equipamen os e
écnicas (FU, 2018).
Pacien es c í icos, ge almen e, pe manecem po um empo p olongado den o
da UTI, o que p edispõe à incidência de á ias complicações deco en es do
imobilismo. O obje i o do isio e apeu a é es imula o pacien e pa a man e sua
capacidade uncional e e o na às a i idades de ida diá ia, e i ando ambém
complicações pulmona es. Com esul ados cada ez mais a o á eis, a isio e apia
em ganhando c edibilidade e espaço na á ea da saúde ao longo dos anos (WU,
MACGOOGAN, 2020; FURTADO e al., 2020).
Pa a uma assis ência e e i a, exige-se uma boa ges ão e moni o amen o pa a
a ingi os equisi os de qualidade e segu ança. As e amen as u ilizadas são o madas
de uma manei a que analisa as ações assis enciais (CARMO, 2019). Os indicado es
de qualidade da isio e apia são usados pa a mensu a dados de a aliações
quali a i as, ap esen ando a qualidade da assis ência isio e apêu ica. O obje i o do
indicado é compa a e analisa pa a melho a a saúde no país e a qualidade da
assis ência isio e apêu ica, des acando pon os nega i os e posi i os dos se iços
o e ados, iden i icando as qualidades e co igindo os e os pa a melho a o
a endimen o (CAVALHEIRO e al., 2015; VIEIRA e al., 2024).
Segundo a esolução do COFFITO Nº 392, de 04 de ou ub o de 2011,
econhece-se a isio e apia em e apia in ensi a como especialidade do p o issional
isio e apeu a. Isso é ela i amen e no o compa ado a ou as p o issões no mesmo
ambien e de a uação. Dian e disso, a a uação isio e apêu ica em um ambien e c í ico
em omando o ma a é os dias de hoje, com di e sos impasses, mas ambém mui as
i ó ias. O p o issional isio e apeu a em ganhando espaço pa a sua a uação a cada
dia mais (BRASIL 2011).
Com a chegada da COVID-19, o p o issional de saúde en en ou um dos
maio es desa ios sani á ios em escala global des e século, desde aqueles
p o issionais linha de en e, como a é mesmo a ní el educacional como a educação
médica que oi a e ada po essa pandemia (SILVA e al., 2023). A COVID-19 é uma
pa ologia ela ada como uma no a pneumonia po co ona í us (2019-nCoV) que pode
le a à insu iciência espi a ó ia. As mani es ações clínicas incluem eb e, osse seca,
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dispneia, mialgia, adiga e e idências adiog á icas de pneumonia (GATTINONI e al.,
2020; IOANIDIS, 2020).
O pe cen ual de pacien es en ilados mecanicamen e com insu iciência
espi a ó ia g a e é ex emamen e ele ado. Pacien es em en ilação espon ânea
podem subi amen e e olui pa a a necessidade de in ubação e en ilação mecânica,
o que pode pe du a po a é 2 a 3 semanas. Po esse mo i o, a g ande maio ia dos
pacien es encon a-se sob oxigeno e apia ou en ilação mecânica in asi a,
necessi ando de a enção isio e apêu ica in ensi a. De ido à g a idade espi a ó ia
dos pacien es e ao isco cons an e de con aminação dos p o issionais, a o ina de
abalho nesse ambien e é mui o mais desgas an e ísica e emocionalmen e do que o
usual. Po ou o lado, essa pandemia e idenciou a impo ância do isio e apeu a na
e apia in ensi a, p omo endo o econhecimen o da sociedade em ge al e dos
ges o es em saúde (GATTINONI e al., 2020).
Com a COVID-19, a a uação do isio e apeu a o nou-se ainda mais e iden e,
assim como os di e sos desa ios ao cuidado do pacien e. O a amen o não se esume
apenas aos cuidados espi a ó ios, mas ambém inclui o a amen o da aqueza
muscula adqui ida, condição que pode se c ucial pa a o des echo do pacien e
(GASTALDI, 2021).
Du an e esse pe íodo, o p o issional isio e apeu a buscou ainda mais
conhecimen o espaldado pelas melho es e idências cien í icas. En e an o, a
in ecção causada pela COVID-19 nunca ha ia oco ido an es, azendo um no o
desa io pa a odos os p o issionais da á ea da saúde e pesquisado es. A uando na
linha de en e, de ido ao ele ado isco de con aminação, o uso de EPI’s o nou-se
indispensá el, o que não ouxe con o o algum ao p o issional e, inclusi e, pode
causa lesões cu âneas pelo uso da másca a acial. Além disso, hou e a exaus ão
de ido ao ele ado núme o de pacien es en ilados mecanicamen e com suas
pa icula idades, mui as ezes em uma linha ênue en e a ida e a mo e. Como
memb o da equipe mul idisciplina , o p o issional a ua ambém nas inúme as condu as
da p o issão, na essusci ação ca diopulmona , auxílio à in ubação aqueal e
anspo e de pacien es em en ilação mecânica, p ocedimen os que possuem
pa icula idades em pacien es com COVID-19 (GUIMARÃES, 2020).
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A a uação do isio e apeu a in ensi is a no con ex o da pandemia da COVID-19
não se es inge apenas a alguns exemplos ci ados, mas ambém en ol e uma
a aliação/ ea aliação c i e iosa quan o ao pacien e de o ma indi idualizada, o que
demanda anos de es udo e dedicação, além de empa ia e amo ao p óximo
(GUIMARÃES, 2020). Des a manei a, endo a pandemia da COVID-19 como ma co
na a uação da isio e apia hospi ala e le ando em con a a impo ância dos
indicado es de qualidade da isio e apia, o p esen e abalho em como obje i o
analisa e co elaciona os indicado es de qualidade da isio e apia dois anos p é e
pós pandemia da COVID-19 em di e en es hospi ais da cidade de Cu i iba – PR.
2. DESENVOLVIMENTO
O p esen e es udo é de ca á e longi udinal obse acional, se a a de uma
pesquisa documen al, onde oi a aliado os indicado es de qualidade da isio e apia da
emp esa PRÓFISIO ASSISTÊNCIA FISIOTERÁPICA (CNPJ: 01.580.876/0001-17),
indicado es es es, e e en es a a endimen os de pacien es c í icos in e nados nas
Unidades de Te apia In ensi a (UTI) e pacien es da en e ma ia (ALA) de 6 hospi ais
de Cu i iba-PR.
Inicialmen e o abalho oi subme ido ao comi ê de é ica e pesquisa com se es
humanos da Faculdade Inspi a de Cu i iba-PR pa a se analisado, e ecebeu
ap o ação segundo núme o CAEE: 78884724.9.0000.5221.
Fo am analisados os indicado es de qualidade da isio e apia dois anos p é e
dois anos pós pandemia, anos 2018, 2019, 2022 e 2023, sendo eles: Taxa de sucesso
de ex ubação; po cen agem de sen a o a do lei o na UTI e na ALA; o os a ismo na
UTI; deambulação na UTI; deambulação pós ci u gias de p ó ese de joelho (PTJ) e
quad il (PTQ); deambulação pós ba iá ica; axa de en ega de plano de al a
isio e apêu ica (PAF) na UTI e ALA; Pesquisa de Sa is ação com espos as em bom
e ó imo.
Fo am incluídos os dados dos indicado es da isio e apia e e en e a pacien es
maio es de 18 anos; in e nados em Unidade de Te apia In ensi a e en e ma ia dos
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hospi ais ci ados; com diagnós ico de COVID-19; dados dos anos de 2018, 2019, 2022
e 2023.
Fo am excluídos dados em ou os pe íodos não sendo dos anos ci ados; e
indicado es com dados al an es.
P ima iamen e, oi ei o con a o com a ges o a da isio e apia da emp esa
PRÓFISIO ASSISTÊNCIA FISIOTERÁPICA, a qual é esponsá el e de ém os
indicado es de qualidade da isio e apia de cada hospi al, oi explicado sob e o
abalho em ques ão e após acei ação e assina u a do Te mo de Consen imen o Li e
e Escla ecido (TCLE), oi o necido os dados a a és de a qui os em PDF´s, pa a
se em analisados.
Em seguida, os esul ados o am abulados u ilizando o p og ama EXCEL,
pos e io men e o am analisados u ilizando o p og ama es a ís ico Jamo i na e são
2.3.28, onde oi ealizado es e de co elação de Pea son en e os indicado es
es udados. O alo de P oi conside ado es a is icamen e signi ican e quando meno
que 0,05.
3. RESULTADOS
De aco do com os Indicado es de Qualidade analisados, é possí el no a que
hou e am algumas oscilações nas médias ge ais con o me os anos, embo a os
indicado es de Plano de Al a Fisio e apêu ica (PAF) nas unidades da ALA e UTI
ob i e am uma queda maio em elação aos ou os em compa ação dois anos p é e
pós pandemia da COVID 19, a g ande maio ia dos indicado es pe manece am com
pouca a iação. Segue na abela 1 as médias ge ais de odos os indicado es de
qualidade analisados con o me os anos mencionados.
Tabela 1. Médias ge ias dos Indicado es de Qualidade analisados con o me os anos
2018, 2019, 2022 e 2023.
INDICADOR DE QUALIDADE
2018
2019
COVID 19
2022
2023
Sucesso de Ex ubação
89%
90%
93%
95%
SFL UTI
94%
94%
95%
96%
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SFL ALA
95%
95%
90%
90%
O os a ismo UTI
96%
96%
96%
98%
Deambulação UTI
96%
96%
97%
98%
Deambulação PTQ/PTJ
97%
98%
99%
99%
Deambulação Ba iá ica
100%
100%
99%
99%
PAF UTI
93%
98%
84%
85%
PAF ALA
88%
85%
71%
75%
Pesquisa de Sa is ação
99%
99%
99%
100%
Fon e: P óp io Au o . SFL: Sen a Fo a do lei o; UTI: Unidade de Te apia in ensi a; ALA: Se o da
en e ma ia hospi ala ; PTQ = P ó ese To al de Quad il; PTJ = P ó ese To al de Joelho; PAF = Plano de
Al a Fisio e apêu ica.
Em elação as análises de co elações ealizadas, oi in e p e ada como
co elação aca aquelas com coe icien e de co elação a é 0,3, mode ada de 0,4 a
0,6, e o e de 0,7 a 1,0, o mesmo ale pa a núme os nega i os com in e p e ação
seguindo a mesma mé ica.
Dian e das co elações analisadas, as que o am signi ica i as (com alo de p
< 0,05), odas ap esen a am co elações o es (posi i as acima de 0.7 ou nega i as
acima de -0.7), como po exemplo a co elação en e Deambulação na UTI com SFL
UTI que apon ou co elação posi i a ( = 1.0), sendo ela signi ica i a, ou seja, quan o
mais deambulação na UTI mais oco e am SFL. Pa a co elação o e nega i a,
i emos po exemplo en e ano e SFL ALA ( = -0.970), con o me a c escen e do passa
dos anos analisados, menos oco e am SFL ALA. Os alo es de co elações
signi ica i as o am ap esen ados na abela 2 abaixo.
Tabela 2. Co elações com signi icância en e os indicado es es udados.
INDICADOR 1
INDICADOR 2
COEFICIÊNTE DE
CORRELAÇÃO ®
p- alo
SFL UTI
SUCESSO EXTUBAÇÃO
0.980
0,02*
DEAMBULAÇÃO UTI
SUCESSO EXTUBAÇÃO
0.980
0,02*
DEAMBULAÇÃO UTI
SFL UTI
1.000
<0.001***
DEAMBULAÇÃO
BARIÁTRICA
SFL ALA
1.000
<0.001***
PAF UTI
SFL ALA
0.950
0.05*
DEAMBULAÇÃO
BARIÁTRICA
PAF UTI
0.950
0.05*
SFL ALA
PAF ALA
0.967
0.04*
DEAMBULAÇÃO
PAF ALA
0.967
0.04*
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BARIÁTRICA
ORTOSTATISMO UTI
PESQUISA SATISFAÇÃO
1.000
<0.001***
ANO
SUCESSO EXTUBAÇÃO
0.992
0.008**
ANO
SFL UTI
0.951
0.049*
ANO
SFL ALA
-0.970
0.030*
ANO
DEAMBULAÇÃO UTI
0.951
0.049*
ANO
DEAMBULAÇÃO PTQ/PTJ
0.951
0.049*
ANO
DEAMBULAÇÃO
BARIÁTRICA
-0.970
0.030*
Fon e: P óp ia do Au o . Co elação de Pea son. * = p < 0.05; ** = p < 0.01; *** = p < 0.001.
4. DISCUSSÃO
Um dos nossos achados nes e es udo, são as oscilações nas médias dos
indicado es ge ais da isio e apia, po ém, de manei a ge al, es as a iações não
i e am uma ma gem p eocupan e. Em um es udo (SILVA e al., 2020) que isou
a alia a axa de mo alidade em unidades de e apia in ensi a (UTI), des aca a
ein ubação o o aqueal, conhecida como alha de ex ubação, como um dos p incipais
a o es de isco associados a al as axas de mo alidade, e segundo es e es udo, a
axa de alha na ex ubação planejada a ia en e 2% e 25%, com uma axa de sucesso
que ai de 75% a 98%, o que es á alinhado com os esul ados ob idos em nosso
es udo. Fa o es e, nos mos a que a isio e apia, ainda que com o en en amen o da
pandemia da COVID 19, que oi um g ande desa io pa a odos os p o issionais de
saúde linha de en e, se man e e i me no desempenho de suas a i idades em p ol
do pacien e.
Du an e a in e nação nas UTIs, pacien es em en ilação mecânica pe dem
g ada i amen e a massa muscula , o nando-os mais susce í eis a danos mo o es e
sa copenia. Em um es udo (REIDEL e al., 2020) obse ando a uncionalidade de
idosos, indicou que a pe da de massa muscula es á associada à pe da de unção;
pacien es sem uncionalidade mo o a endem a e pe da eco en e de massa
muscula . Também em ou o abalho (ROSA e al., 2021), é e elado que a baixa
mobilidade du an e a in e nação pode le a à " aqueza adqui ida na UTI" (FAUTI),
que a e a an o os músculos pe i é icos quan o os espi a ó ios, aumen ando o isco
de mo alidade. A mobilização p ecoce, po an o, desempenha um papel c ucial na
p ese ação e ecupe ação uncional, e p e enção de mo alidade.