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ESPIRITUALIDADE E SAÚDE NAS REDES SOCIAIS: UM RELATO DE
EXPERIÊNCIA
Bianca Oli ei a Da id¹ , Yasmin Hanna Bo ges Almeida¹ , Thais Amanda
Damasceno Sil a¹ , Ca olina Pe ei a Câma a¹ , Isabela Dias C u inel¹ , Ra ael
Ribei o San os¹ , Ma illia Lima Cos a² , Júlia de Mi anda Mo aes³
¹ G aduando em Medicina pela Uni e sidade Fede al de Ja aí - UFJ, Ja aí, Goiás,
B asil
² Docen e Ex e na do P og ama de Pós-G aduação em Ciências Aplicadas à Saúde
da Uni e sidade Fede al de Ja aí - UFJ, Ja aí, Goiás. B asil
³ Docen e do Cu so de Medicina da Uni e sidade Fede al de Ja aí – UFJ, Ja aí,
Goiás, B asil.
INTRODUÇÃO E OBJETIVOS : Dian e do deba e en e espi i ualidade e
eligiosidade, des aca-se a necessidade de in eg a dimensões subje i as e
humanís icas ao cuidado em saúde. A espi i ualidade cons i ui uma dimensão
undamen al da busca humana po signi icado e p opósi o e es á associada à
conexão consigo mesmo, com o ou o, com a na u eza e com o sag ado, podendo
ou não es a inculada a eligiões. Di e encia-se da eligiosidade po não depende
exclusi amen e de ins i uições ou p á icas o mais, sendo um enômeno subje i o,
dinâmico e mul i ace ado. Es e abalho ap esen a um ela o de expe iência do uso
do Ins ag am como es a égia de in eg ação da espi i ualidade à p á ica p o issional
em saúde e de o alecimen o da humanização do cuidado, além de analisa o
impac o dessas ações no engajamen o discen e em emá icas elacionadas à saúde
e espi i ualidade. RELATO DE EXPERIÊNCIA : O uso das edes sociais es á
inculado ao p oje o de ex ensão Núcleo Acadêmico de Saúde e Espi i ualidade
(NAESP) do cu so de Medicina da UFJ. Fo am ealizadas pos agens e ansmissões
ao i o p omo endo a espi i ualidade como on e de equilíb io e e úgio emocional.
Com con eúdos acessí eis e di ecionados, obse ou-se aumen o do engajamen o
discen e em emas deba idos mensalmen e, como saúde men al, doenças c ônicas e
doação de sangue. As ansmissões ao i o des aca am bene ícios da dimensão
espi i ual na edução da ansiedade e do es esse e na melho a das elações
in e pessoais. A di ulgação de ações p esenciais em hospi ais, cen os espí i as e
albe gues es imulou a pa icipação discen e em campanhas de o ação que
in eg a am di e en es adições eligiosas e exp essões de espi i ualidade. Essa
p esença digi al oi es a égica pa a o pe il jo em do público uni e si á io, que
encon a nas edes sociais um espaço de ap endizado e cons ução de sen ido.
Assim, a página consolidou-se não apenas como canal de di ulgação, mas como
espaço de acolhimen o e apoio emocional, alinhado ao obje i o de in eg a a
dimensão espi i ual no cuidado à saúde. CONCLUSÕES : O uso das mídias digi ais
mos ou-se e icaz na di usão de con eúdos que a iculam é, ciência e saúde,
ampliando o alcance do p oje o e o alecendo o engajamen o discen e. Ao alo iza
a dimensão espi i ual no p ocesso de cu a e na p á ica p o issional, con ibui-se pa a
o bem-es a emocional e pa a elações mais compassi as en e pacien es e
p o issionais, ea i mando a espi i ualidade como pa e essencial do cuidado in eg al.
Pala as-cha e : espi i ualidade; educação em saúde; mídias sociais