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IDOSO VULNERÁVEL E O CUIDADO INTEGRAL EM SAÚDE: RELATO DE EXPERIÊNCIA

Author: Mariana Lopes de Ávila; Láisa Quintino de Oliveira; João Bosco da Silva Neto; Freitas Vilela, Ana Amélia; Jacqueline Rodrigues do Carmo Cavalcante; Jeane Franco Pires Medeiros; Virgínia Oliveira Chagas; Lopes Rezende, Wender
Publisher: Zenodo
DOI: 10.5281/zenodo.17705458
Source: https://zenodo.org/records/17705458/files/texto29.pdf
10.5281/zenodo.17705458
IDOSO VULNERÁVEL E O CUIDADO INTEGRAL EM SAÚDE: RELATO DE
EXPERIÊNCIA
Ma iana Lopes de Á ila¹; Láisa Quin ino de Oli ei a¹; João Bosco da Sil a Ne o¹;
Ana Amélia F ei as Vilela²; Jacqueline Rod igues do Ca mo Ca alcan e²; Jeane
F anco Pi es Medei os²; Vi gínia Oli ei a Chagas²; Wende Lopes Rezende²
1 G aduando do Cu so de Medicina, Uni e sidade Fede al de Ja aí – UFJ, Ja aí,
Goiás, B asil.
2 Docen e do Cu so de Medicina da Uni e sidade Fede al de Ja aí – UFJ, Ja aí,
Goiás, B asil.
INTRODUÇÃO E OBJETIVOS : O en elhecimen o populacional demanda maio
a enção às necessidades de saúde dos idosos, isando um en elhecimen o digno e
saudá el. En e os desa ios eco en es, des aca-se o abandono social e a e i o, que
comp ome e a au onomia, a qualidade de ida e a adesão ao cuidado. Dian e desse
cená io, o na-se essencial a implemen ação de polí icas públicas e de es a égias
in e se o iais que a o eçam a p o eção social e o cuidado in eg al. O p esen e
abalho obje i a ela a a expe iências de es udan es de Medicina no
acompanhamen o de um idoso em si uação de ulne abilidade amilia e
comuni á ia, discu indo as epe cussões da ausência de ede de apoio e essal ando
a impo ância de uma abo dagem humanizada e in eg al no cuidado em saúde.
RELATO DE EXPERIÊNCIA : Em isi as semanais ealizadas en e julho e se emb o
de 2025, no âmbi o da disciplina P á icas de In eg ação Ensino, Se iço e
Comunidade I (PIESC I) do Cu so de Medicina da Uni e sidade Fede al de Ja aí, oi
acompanhado um idoso de 88 anos, com limi ações de mobilidade e sinais de
demência, que eside em domicílio sem o necimen o de água, dependendo de
izinhos pa a sup i necessidades básicas. Rela ou inge i apenas um copo de água
po dia e ap esen a a di iculdade de adesão às o ien ações médicas e de
au ocuidado pela ausência de supo e amilia . Foi elabo ado P oje o Te apêu ico
Singula (PTS), com in e enções que incluí am educação em saúde sob e
hid a ação adequada, encaminhamen o pa a isio e apia, pe sonalização de caixa de
medicamen os pa a acili a o uso co e o sob a lógica do le amen o em saúde,
supo e emocional du an e as isi as e a iculação com a equipe da Es a égia
Saúde da Família e do Cen o de Re e ência de Assis ência Social (CRAS). Apesa
dos es o ços, a al a de apoio amilia di icul ou a con inuidade do cuidado,
e idenciado pela ausência da ilha, a ualmen e em si uação de ua. CONCLUSÕES:
O acompanhamen o ealizado e idencia a impo ância de uma ede de apoio ao
idoso em si uação de ulne abilidade, já que a ausência de supo e ou a si uação de
abandono epe cu e em sua saúde ísica, emocional e na p ese ação da
au onomia. A expe iência e o çou a necessidade de in eg ação en e saúde,
assis ência social e di ei o pa a p e eni si uações de negligência e p omo e um
en elhecimen o digno. Ressal a ainda a impo ância da a uação acadêmica em
campo, desen ol endo empa ia e compe ências na abo dagem de populações
ulne á eis.
Pala as-cha e: Abandono de Idoso; Idoso; Vulne abilidade em Saúde