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Malária em povos indígenas

Gabriel Willian Ferreira da Silva; Isabela Moura de Freitas; Angella Nobre Mendes Santos; Antonia Saliany da Silva Pereira; Fernanda da Costa Valadares; Tayane Moura Martins; Victor de Lima Dias; Reginaldo Pereira de Oliveira; Luan Aércio Melo Maciel; De

Abstract

Esse guia foi elaborado por acadêmicos do curso de enfermagem da Universidade do Estado do Pará, campus IX Altamira, tendo como objetivo a prevenção da malária e a promoção da saúde em povos indígenas. As informações contidas neste material são frutos de uma busca da literatura que tratam da temática em questão. O conteúdo deste material contém informações gerais sobre malária, seus sinais e sintomas, diagnóstico, tratamento, prevenção, entre outras, trazidas para o contexto indígena.

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POVOS MALÁRIA EM MALÁRIA EM UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE ALTAMIRA - IX CURSO BACHARELADO EM EMFERMAGEM INDÍGENAS INDÍGENAS ALTAMIRA-PA 2025 Este material foi produzido com o objetivo de orientar a população indígena quanto à importância de conhecer a malária, preveni-la e de tratá-la de forma adequada. É permitida a reprodução desta obra desde que citada a fonte. AUTORIA Fernanda da Costa Valadares, acadêmica de enfermagem do 8° período da Universidade do Estado do Pará, Campus Altamira. Gabriel Willian Ferreira da Silva, acadêmico de enfermagem do 8° período da Universidade do Estado do Pará, Campus Altamira. Isabela Moura de Freitas, acadêmica de enfermagem do 8° período da Universidade do Estado do Pará, Campus Altamira. Antonia Saliany da Silva Pereira, acadêmica de enfermagem do 8° período da Universidade do Estado do Pará, Campus Altamira. Angella Nobre Mendes Santos, acadêmica de enfermagem do 8° período da Universidade do Estado do Pará, Campus Altamira. COORDENAÇÃO/ ORGANIZAÇÃO / REVISÃO TÉCNICA Victor de Lima Dias - enfermeiro e docente da Universidade do Estado do Pará, campus Altamira. Especialista em Enfermagem em Urgência e Emergência. Tayane Moura Martins - enfermeira e docente da Universidade do Estado do Pará, campus Altamira. Doutora em Educação. Reginaldo Pereira de Oliveira - enfermeiro e docente da Universidade do Estado do Pará, campus Altamira. Especialista em Enfermagem em Nefrologia. Luan Aércio Melo Maciel - enfermeiro e docente da Universidade do Estado do Pará, campus Altamira. Doutor em Ciências Ambientais. Deizyane dos Reis Galhardo - fisioterapeuta e docente da Universidade do Estado do Pará, campus Altamira. Mestra em Saúde Coletiva na Amazônia. DOI: 10.5281/zenodo.17761036 APRESENTAÇÃO Esse guia foi elaborado por acadêmicos do curso de enfermagem da Universidade do Estado do Pará, campus IX Altamira, tendo como objetivo a prevenção da malária e a promoção da saúde em povos indígenas. As informações contidas neste material são frutos de uma busca da literatura que tratam da temática em questão. O conteúdo deste material contém informações gerais sobre malária, seus sinais e sintomas, diagnóstico, tratamento, prevenção, entre outras, trazidas para o contexto indígena. Boa leitura. 1O QUE É A MALÁRIA?..................................06 2 - QUEM TRANSMITE A MALÁRIA?.............07 3 - SINAIS E SINTOMAS ....................................13 4 - QUANDO PROCURAR O POSTO DE SAÚDE?.................................................................16 5 - COMO É FEITO O DIAGNÓSTICO? ............17 6 - COMO PREVENIR A MALÁRIA NA ALDEIA?...............................................................20 7TRATAMENTO DA MALÁRIA ....................25 8MALÁRIA NA GESTAÇÃO ..........................29 9 - A RELAÇÃO ENTRE MALÁRIA E O GARIMPO ............................................................ 37 10 - PAPEL DA COMUNIDADE ........................42 11 - PAPEL DOS AGENTES DE ENDEMIAS ...46 SUMÁRIO 1O QUE É A MALÁRIA? A malária é uma doença infecciosa causada por um parasito chamado Plasmodium. A malária é um problema sério de saúde no mundo, podendo ficar grave se não for tratada corretamente. 6 2 - QUEM TRANSMITE A MALÁRIA? A transmissão da doença acontece depois da picada de fêmeas infectadas do mosquitoprego. 7 Após o mosquito colocar o parasita no sangue, ele vai para o fígado, onde vai crescer e se multiplicar. Depois ele sai do fígado e vai para o sangue. No sangue, o parasita entra nas células e se multiplica novamente, causando os sintomas da doença. CICLO DA MALÁRIA 8 Estes mosquitos são mais abundantes nos horários ao amanhecer e ao entardecer. QUAL HORÁRIO APRESENTA MAIOR RISCO PARA O MOSQUITO PICAR? 9 Você mora ou viajou recentemente para áreas de risco (como a Amazônia). 4 - QUANDO PROCURAR O POSTO DE SAÚDE É fundamental procurar o posto de saúde ao primeiro sinal de febre, principalmente se: No posto de saúde, é feito um teste rápido ou exame de gota espessa, que confirma o diagnóstico em poucos minutos. A febre vem acompanhada de calafrios, suor e dor de cabeça. Já teve malária antes (pois pode ocorrer reinfecção). Está gestante, idoso ou criança pequena (grupos mais vulneráveis). 16 5 - COMO É FEITO O DIAGNÓSTICO? O diagnóstico da malária deve ser rápido e preciso, pois o tratamento precoce é essencial para evitar complicações. Os principais métodos de diagnóstico são: 1.Teste Rápido para Malária Feito com uma picadinha no dedo. Usa uma gota de sangue colocada em um pequeno teste, parecido com o de glicemia. O resultado sai em 10 a 15 minutos. Mostra se o sangue tem o parasita da malária (Plasmodium). Indica também qual tipo de parasita pode estar causando a doença. 🧪 Vantagens: rápido, fácil e não precisa de microscópio. ⚠ Limitação: pode não detectar infecções muito recentes ou com poucos parasitas no sangue. 17 É o exame mais seguro e preciso para confirmar a malária. O profissional coleta algumas gotas de sangue e espalha em uma lâmina de vidro. Essa lâmina é olhada no microscópio, onde o parasita é visto diretamente. O exame mostra: Se há o parasita da malária. Qual tipo de Plasmodium está no sangue. A quantidade de parasitas (gravidade da infecção). 5 - COMO É FEITO O DIAGNÓSTICO? 2. Exame de Gota Espessa Com essas informações, o profissional escolhe o melhor remédio e acompanha o tratamento corretamente. 18 Evita casos graves. Impede que outras pessoas sejam infectadas. Garante a cura completa com o tratamento certo. POR QUE É IMPORTANTE FAZER O TESTE LOGO? Porque a malária piora rápido se não for tratada! Sentiu febre que vai e volta? Mora ou esteve em região com malária? O diagnóstico precoce: Vá ao posto de saúde e peça o teste! É gratuito, rápido e pode salvar sua vida. 19 6 - COMO PREVENIR A MALÁRIA NA ALDEIA? O mosquito da malária pica principalmente À NOITE, por isso, durma sempre com o mosquiteiro bem fechado. Antes de deitar, veja se ele está sem buracos ou rasgos. O mosquiteiro protege toda a família enquanto dorme. 20 CUIDADO COM ÁGUA PARADA! O mosquito nasce na ÁGUA PARADA! ESVAZIE baldes e garrafas com água. CUBRA tambores e caixas d’água. Depois da chuva, jogue fora a água que ficou parada. Assim, o mosquito NÃO NASCE na aldeia. 21 PROTEJA-SE NA MATA E NO GARIMPO Na MATA e no GARIMPO há muito mosquito da malária. Use roupas compridas e repelente. Evite sair ao entardecer e à noite, quando o mosquito aparece mais. Se for trabalhar longe, leve o mosquiteiro para dormir protegido. 22 CUIDE DA SUA CASA E DA ALDEIA Mantenha o quintal limpo e sem entulho. Cubra buracos e rachaduras nas paredes, onde o mosquito pode se esconder. Trabalhem juntos para deixar a aldeia sempre limpa e protegida! 23 O teste rápido mostra se é malária e o REMÉDIO É DE GRAÇA. Quem se trata cedo: Melhora mais rápido; Evita passar a doença para os outros. SENTIU FEBRE? PROCURE O POSTO LOGO Febre, dor de cabeça e calafrio podem ser MALÁRIA. Não espere piorar! Vá logo ao posto de saúde. 24 7TRATAMENTO DA MALÁRIA Vá ao posto de saúde da aldeia ou da cidade. Lá o profissional faz o teste e dá o remédio certo e gratuito. Não tome remédio por conta própria! O agente de saúde sabe qual é o melhor tratamento. 25 O bebê pode nascer pequeno. O bebê pode nascer antes do tempo. O bebê pode morrer dentro da barriga da mãe. RISCOS PARA O BEBÊ 32 Dormir com mosquiteiro à noite. O QUE A GESTANTE PRECISA FAZER PARA SE PREVENIR Evitar áreas de garimpo e locais com muita mata desprotegida. Usar roupas que cubram braços e pernas, quando possível. 33 Procurar o posto de saúde ao menor sinal de febre. SE SENTIR ALGUM SINTOMA, O QUE DEVO FAZER? No posto de saúde será feito os exames e se der positivo vai começar o tratamento. 34 É muito importante também que a gestante volte ao posto para ver se os remédios estão funcionando. Quando inicia o tratamento a gestante tem que tomar os comprimidos no horário certo. Continuar usando o mosquiteiro e se protegendo mesmo durante o tratamento 35 GESTANTE: ESTE REMÉDIO NÃO PODE! Ela não pode ser usada porque faz mal para o bebê. como a PRIMAQUINA. Alguns medicamentos para malária não são seguros na gestação A gestante deve seguir somente o tratamento que a equipe de saúde entregar! Sem aceitar remédios de terceiros ou de pessoas que já trataram malária. 36 O garimpo mexe na terra, abre buracos e deixa água parada acumulada em muitos pontos. Essas poças viram locais onde o mosquito da malária se reproduz com mais facilidade, fazendo aumentar o número de mosquitos na região. 9 - A RELAÇÃO ENTRE MALÁRIA E O GARIMPO 37 Nos garimpos, muitas pessoas entram e saem o tempo todo. O FLUXO DE PESSOAS NO GARIMPO ESPALHA A DOENÇA Pessoas que já estão doentes podem levar o parasita para outros lugares, e pessoas que chegam saudáveis podem se infectar e voltar para suas comunidades trazendo a malária junto com elas. 38 A maioria dos garimpos é afastada, longe dos postos de saúde e das equipes que realizam exame e tratamento. Quando alguém fica doente lá dentro, muitas vezes, demora para conseguir atendimento, e isso faz a malária piorar. NO GARIMPO É MAIS DIFÍCIL TER TRATAMENTO RÁPIDO Pessoas que já estão doentes podem levar o parasita para outros lugares, e pessoas que chegam saudáveis podem se infectar e voltar para suas comunidades trazendo a malária junto com elas. 39 O GARIMPO FAZ A MALÁRIA CRESCER DENTRO DAS COMUNIDADES Quando alguém volta do garimpo doente, a doença entra no território indígena e pode se espalhar para outras pessoas. Isso coloca em risco famílias inteiras, crianças, idosos e, especialmente, as gestantes, que podem ter complicações mais graves. 40 A MELHOR PROTEÇÃO É EVITAR O GARIMPO O garimpo traz risco para o corpo, para a saúde e para a comunidade. Evitar ir para essas áreas ajuda a proteger a aldeia inteira, porque diminui a chance de levar o mosquito e a malária de volta para casa. 41 11PAPEL DOS AGENTES DE ENDEMIAS SUAS ATRIBUIÇÕES INCLUEM: MONITORAR CASOS SUSPEITOS, E CONFIRMAR DIAGNÓSTICOS; ELIMINAR CRIADOUROS DO MOSQUITO E APLICAR MEDIDAS DE MANEJO AMBIENTAL; DESENVOLVER ATIVIDADES EDUCATIVAS E ORIENTAR ÀS FAMÍLIAS SOBRE MEDIDAS PREVENTIVAS E PROTEÇÃO INDIVIDUAL; 48 11PAPEL DOS AGENTES DE ENDEMIAS SUAS ATRIBUIÇÕES INCLUEM: INCENTIVAR A PARTICIPAÇÃO DA POPULAÇÃO NAS AÇÕES DE CONTROLE E CUIDADO COM O AMBIENTE; DISSEMINAR INFORMAÇÕES SOBRE SINTOMAS, TRANSMISSÃO E TRATAMENTO ADEQUADO; REALIZAR TESTES RÁPIDOS E ENCAMINHAR OS CASOS CONFIRMADOS PARA TRATAMENTO IMEDIATO; 49 11PAPEL DOS AGENTES DE ENDEMIAS O ACE ATUA EM CONJUNTO COM AS EQUIPES DE SAÚDE DA FAMÍLIA (ESF) E COM OS AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE (ACS); ESSA INTEGRAÇÃO FORTALECE A ARTICULAÇÃO ENTRE AS VIGILÂNCIAS EPIDEMIOLÓGICAS, SANITÁRIA E AMBIENTAL; PROMOVENDO AÇÕES MAIS AMPLAS E EFICAZES NO CONTROLE DE ENDEMIAS. 50 CONSIDERAÇÕES FINAIS Esperamos que esta cartilha tenha trazido informações importantes, claras e acessíveis sobre o que é a malária, como ela é transmitida, seus principais sinais e sintomas, e, principalmente, sobre as formas de prevenção dentro das comunidades indígenas. Também buscamos reforçar a importância do diagnóstico rápido e do tratamento adequado, oferecidos pelas unidades de saúde. A malária é uma doença que pode atingir qualquer pessoa, mas quando a comunidade se une, compartilha saberes e fortalece os cuidados coletivos, é possível reduzir casos, evitar agravamentos e proteger a saúde de todos. Cuidar do ambiente, manter atenção ao uso de mosquiteiros, buscar atendimento ao primeiro sinal de febre e acompanhar os tratamentos são atitudes fundamentais para preservar a vida. Agradecemos por dedicar um momento para ler esta cartilha. Lembre-se: a informação é uma ferramenta de proteção, e conhecer a doença é o primeiro passo para preveni-la. Juntos, fortalecemos o cuidado, o respeito e a valorização da saúde das comunidades. 51 REFERÊNCIAS BRASIL. Secretaria de Comunicação Social. Malária: garimpo ilegal mina ações de controle da doença na Terra Indígena Munduruku. Brasília: Secretaria de Comunicação Social, 23 dez. 2024. Disponível em: https://www.gov.br/secom/ptbr/assuntos/noticias/2024/12/malaria-garimpo-ilegal-mina-acoesde-controle-da-doenca-na-terra-indigena-munduruku. Acesso em: 30 out. 2025, 13h10min. BRASIL. Ministério da Saúde. AÇÕES DE CONTROLE DE ENDEMIAS MALÁRIA: manual para agentes comunitários de saúde e agentes de controle de endemias. Brasilia, 2002. 105 p. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-deconteudo/publicacoes/svsa/malaria/vigilancia-epidemiologica-damalaria/a-es-de-controle-de-endemias-mal-ria-manual-paraagentes-comunit-rios-de-sa-de-e-agentes-de-controle-deendemias.pdf/view. Acesso em: 30 out. 2025, 10h24min BRASIL. Ministério da Saúde. Guia de tratamento da malária no Brasil. 2. ed. atual. Brasília: Ministério da Saúde, 2021. 84 p. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-deconteudo/publicacoes/svsa/malaria/tratamento/guia_tratamento_m alaria_2nov21_isbn_site.pdf . Acesso em: 01 nov. 2025, 17h10min. CALDAS, Rosinelle Janayna Coêlho; NOGUEIRA, Laura Maria Vidal; RODRIGUES, Ivaneide Leal Ataíde; ANDRADE, Erlon Gabriel Rego de; COSTA, Carla Monique Lavareda; TRINDADE, Lidiane de Nazaré Mota. Incidência de malária entre indígenas associada à presença de garimpos. Revista Gaúcha de Enfermagem, [S.L.], v. 44, p. 1-11, jan. 2023. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rgenf/a/VnhpFLmYFz3TgCyKW8c5QRz/? lang=pt. Acesso em: 01 nov. 2025, 15h24min. CALDAS, Rosinelle Janayna Coêlho; SANTOS, Natália Cristina Costa dos; RODRIGUES, Ivaneide Leal Ataíde; PAIVA, Bárbara Lopes; TRINDADE, Lidiane de Nazaré Mota; NOGUEIRA, Laura Maria Vidal. Padrão espacial da malária em populações indígena e não indígena no estado do Pará. Cogitare Enfermagem, [S.L.], v. 26, p. 1-14, 26 out. 2021. Disponível em: https://revistas.ufpr.br/cogitare/article/view/76244. Acesso em: 01 nov. 2025, 15h29min. 52 REFERÊNCIAS TEIXEIRA, A. C. de L.; SILVESTRINI, C. M. A.; ARRUDA, D. F. D.; LOUREIRO, D. S.; DOS SANTOS, K. C. Malária - uma revisão abrangente sobre o ciclo de vida do parasito e transmissão, diagnóstico, tratamento, prevenção e controle. Brazilian Journal of Health Review, [S. l.], v. 7, n. 1, p. 3718–3727, 2024. DOI: 10.34119/bjhrv7n1-300. Disponível em: https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view /66812. Acesso em: 3 nov. 2025. BWOLFARTH-COUTO, Bruna; FILIZOLA, Naziano; DURIEUX, Laurent. Padrão sazonal dos casos de malária e a relação com a variabilidade hidrológica no Estado do Amazonas, Brasil. Revista Brasileira de Epidemiologia, [S.L.], v. 23, p. 1-13, jan. 2020. FapUNIFESP (SciELO). http://dx.doi.org/10.1590/1980549720200018. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbepid/a/JvFc9R4KMKkxFSTqKKBC6FC/? lang=pt. Acesso em: 31 out. 2025, 18h46min. 53 MATERIAL ELABORADO POR ACADÊMICOS DO CURSO DE ENFERMAGEM, TURMA 2022. CONHECIMENTO PROTEGE. A UNIÃO DO POVO MANTÉM A FORÇA CAMPUS ALTAMIRA-PA 2025 ISBN 978-65-01-81892-4