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__________________________________________________________________________________ Anais do Congresso Brasileiro de Iniciação Científica Vol2 nº1 (2025) 729 (Ciências Biológicas e da Saúde) ANÁLISE DO CONHECIMENTO DOS PACIENTES DA CLÍNICA DE FISIOTERAPIA DA UNIVERSIDADE SANTA CECÍLIA SOBRE A CROMOTERAPIA ANALYSIS OF THE KNOWLEDGE OF PATIENTS AT THE PHYSIOTHERAPY CLINIC AT SANTA CECILIA UNIVERSITY ABOUT CHROMOTHERAPY Anna Karolina Oliveira Plácido da Silva, Beatriz Xavier de Carvalho, Paulo Henrique Fernandes de Oliveira, Alessandra Fernandes Loureiro Orefice. Universidade Santa Cecília, Faculdade de Fisioterapia, curso de Fisioterapia E-mail para contato: [email protected] RESUMO: O objetivo deste trabalho foi analisar o nível de conhecimento dos pacientes da clínica de fisioterapia da Universidade Santa Cecília (UNISANTA) sobre a cromoterapia. Para isso, foi realizado um estudo observacional do tipo transversal, foram analisados 30 participantes, que estão em tratamento na clínica. Os dados foram analisados no programa Excel® sendo os dados numéricos expressos em média e desvio padrão (DP). Os dados categóricos foram apresentados em frequência absoluta (n) e relativa (%). Com a análise dos dados foi observado o conhecimento sobre a cromoterapia. Após a análise dos dados foram observados que 16(53,3%) dos pacientes conhecem a terapia e 14(46,6%) não conhecem, visto que essa técnica apresenta resultados benéficos, podendo agregar maior conhecimento a essa população. Palavras-chave: cromoterapia; prática integrativa; fisioterapia. ABSTRACT: The objective of this study was to analyze the level of knowledge of patients at the physiotherapy clinic of Santa Cecília University (UNISANTA) about chromotherapy. For this purpose, an observational, cross-sectional study was conducted, analyzing 30 participants, who are undergoing treatment at the clinic. Data were analyzed in Excel®, with numerical data expressed as mean and standard deviation (SD). Categorical data were presented as absolute (n) and relative (%) frequency. The analysis of the data of this research observed the knowledge about chromotherapy. After data analysis, was observed that 16 (53.3%) of the patients were familiar with the therapy and 14 (46.6%) were unfamiliar, given that this technique presents beneficial results, and can add greater knowledge to population. Keywords: cromotherapy; integrative therapy; physiotherapy.
730 1 INTRODUÇÃO As Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS) são abordagens terapêuticas que têm como objetivos a prevenção, a promoção e a recuperação da saúde (Ministério da Saúde, 2021). Uma das ideias centrais dessa abordagem é uma visão ampliada do processo saúde e doença, assim como a promoção do cuidado integral do ser humano (Ministério da Saúde, 2021). As indicações às práticas se baseiam no indivíduo como um todo, levando em conta seus aspectos físicos, emocionais, mentais e sociais (Ministério da Saúde, 2021). Atualmente, são reconhecidas 29 PICS pelo Sistema Único de Saúde (SUS), como, por exemplo, a Cromoterapia (Ministério da Saúde, 2021). Logo, o objetivo dessa ciência é restaurar o equilíbrio normal das energias das cores do corpo (Ghadiali, 1997). A cromoterapia é uma modalidade terapêutica alternativa enraizada nos princípios da psicologia e fisiologia das cores e, tem atraído atenção pelo seu papel potencial no alívio do estresse e no bem-estar mental geral (Labrecque, 2012). É uma antiga prática de medicina alternativa que emprega a energia do espectro visível das radiações eletromagnéticas (ou seja, luz colorida) (Azeemi e Raza, 2005). Pode ser implantado em qualquer idade e é realizado direto no ponto específico para o tratamento trabalhando na base da doença, proporcionando equilíbrio entre o chakras e o ponto vibratório do corpo, gerando, assim, equilíbrio mental, psíquico, emocional e harmonia (Boccanera, 2006). Existem diferentes métodos de aplicação de luz colorida (Ott, 1972). A terapia poderá ser feita de maneira preventiva, energizando o órgão com a cor relacionada a ele ou de maneira remediativa, ou seja, quando já existe algum distúrbio físico ou emocional (Valcapelli, 2017). Pode ser através da aplicação de luzes coloridas, na ingestão de água solarizada e na projeção mental das cores (Valcapelli, 2017). Segundo a literatura sobre a cromoterapia, as cores frias do espectro como azul, índigo e violeta possui efeitos calmantes e relaxantes, já as cores quentes do espectro como o vermelho, laranja e amarelo são cores estimulantes e excitantes, enquanto o verde possui efeito equilibrador (Valcapelli, 2017). A procura por terapias não convencionais no tratamento de diversas doenças e problemas de saúde vem aumentando nas últimas décadas e tais tratamentos têm sido aplicados de forma complementar ou integrada em relação ao modelo biomédico tradicional (Valcapelli, 2017). A cromoterapia não é um modelo para procurar curar os sintomas, mas um método de interferir nas causas proporcionando o equilíbrio físico-energético do corpo, juntamente com o tratamento já estabelecido (Barros, 2000). Algumas patologias como diferentes tipos de depressão foram tratados com luz brilhante (Prasko, 2008).
731 Já passada por séculos, essa terapia nos traz hoje no Brasil um modo de entender que bem utilizada e associada ao tratamento pode ter uma efetividade na doença, sendo uma grande aliada para quem busca além da cura o bem-estar e qualidade de vida (Boccanera, 2006). Logo, com dadas as informações sobre o efeito e a possível abordagem em ambulatórios, clínicas e hospitais a partir do acesso às informações corretas, o objetivo deste estudo foi de analisar o conhecimento dos pacientes frequentadores da clínica de fisioterapia da UNISANTA sobre a cromoterapia como intervenção complementar. 2 MATERIAIS E MÉTODOS Trata-se de um estudo observacional do tipo transversal. Participaram da pesquisa 30 participantes, sendo eles pacientes da clínica de fisioterapia da Universidade Santa Cecília (UNISANTA), de acordo com os critérios de inclusão e de exclusão descritos a seguir. Critérios de inclusão: idade igual ou superior a 18 anos; ambos os sexos; ter assinado o Termo de consentimento livre esclarecido (TCLE). Critérios de exclusão: desistência da pesquisa; preenchimento incompleto e/ou incorreto dos formulários. Este trabalho foi aprovado pelo Comitê de ética e pesquisa (CEP) da Universidade Santa Cecília (UNISANTA), com CAAE (83263824.1.0000.5513) e parecer (7.181.376) e seguiu todas as recomendações da resolução 466/12 do Conselho Nacional de Saúde (CNS). O convite para a participação da pesquisa foi feito após a finalização do atendimento fisioterapêutico, no qual os participantes foram orientados sobre informações da pesquisa. Os indivíduos que aceitaram participar foram convidados a assinar o Termo de consentimento livre esclarecido - TCLE, após retiradas todas as dúvidas sobre a pesquisa. Em sequência, foram aplicados os questionários de caracterização da amostra e sobre o conhecimento da cromoterapia, ambos elaborados pelas autoras do presente estudo. Quanto aos instrumentos de pesquisa, o questionário para a caracterização da amostra coletou dados de informações básicas como nome e/ou iniciais do nome; idade; sexo; nível de escolaridade; setor da clínica de fisioterapia em que a pessoa é atendida e há quanto tempo realiza os atendimentos e se conhece essa intervenção. Após este, foi aplicado o questionário referente ao objetivo da pesquisa sobre o conhecimento a respeito da cromoterapia; foram questionados sobre o conhecimento da mesma, se o entrevistado gostaria de experimentar a
732 intervenção se houvesse oportunidade, e se a pessoa acredita que se houvesse um maior conhecimento das pessoas sobre a cromoterapia, essa técnica seria mais procurada e utilizada. Quanto á análise estatística, os dados foram analisados pelo pacote estatístico Excel® para Windows. Os dados numéricos foram expressos em média e desvio padrão (DP), os dados categóricos nominais foram apresentados em frequência absoluta (n) e relativa (%). 3 RESULTADOS E DISCUSSÃO Conforme a tabela 1, a média de idade dos participantes foi de 56,2 (DP=17,23) anos, com predomínio feminino (n=21; 70%) sendo o nível de alfabetização mais frequente de ensino médio completo (n=14; 46,6%). Foi observado, também, que o setor de atendimento com maior número de pacientes que conhecem a terapia foi o ambulatório de fisioterapia na saúde da mulher e do homem (n=13; 43,3%). Tabela 1 – Caracterização da amostra (n=30) - Santos/SP, 2025 Variável Média±DP n(%) Idade (em anos) 56,2±17,2 Sexo Feminino 21(70%) Masculino 9 (30%) Nível de alfabetização Analfabeto 0(0,00%) Assina o nome 0(0,00%) Fundamental incompleto 4(13,3%) Fundamental completo 1 (3,3%) Ensino médio incompleto 0 (0,0%) Ensino médio completo 14 (46,6%) Ensino superior incompleto 2 (6,6%) Ensino superior completo 9 (30%) Aparelho locomotor 7(23,3%) Saúde da mulher e homem 13(43,3%) Neurofuncional adulto 4(13,3%) Pneumofuncional adulto 0(0,0%) (continua)
733 Tabela 1 – Caracterização da amostra (n=30) - Santos/SP, 2025 (continuação) Variável Média±DP n(%) MTC 5(16,6%) Dermatofuncional 1(3,3%) Pós covid 0(0%) Tempo de atendimento 1-3 semanas 5(16,6%) 1-3 meses 8(26,6%) 4-11 meses 8(26,6%) +1ano 4(13,3%) +2 anos 5(16,6%) Legenda: DP= desvio padrão, %= porcentagem de frequência relativa. Conforme o Gráfico 1, acerca do conhecimento sobre a cromoterapia, 16 (53,3%) dos participantes afirmam conhecer a técnica, enquanto, somente 14 (46,6%) não conhecem o método. Gráfico 1 - Conhecimento dos Pacientes da Clínica de Fisioterapia da Universidade Santa Cecília sobre a Cromoterapia (n=30) - Santos/SP Legenda: % = porcentagem (frequência relativa) Conforme a tabela 2, 100% (n=16) dos participantes acreditam que se houvesse um maior conhecimento sobre a terapia ela seria mais utilizada e procurada, além do mais, 15 participantes (93,7%) acham que a cromoterapia agregaria no atendimento fisioterapêutico e que experimentariam a terapia se houvesse oportunidade.
734 Tabela 2 - Questionário sobre a avaliação da cromoterapia segundo os participantes que afirmaram conhecer a técnica (n= 16) - Santos/SP, 2025 Variável n(%) Você acredita que se houvesse maior conhecimento da terapia esta seria mais utilizada e procurada? Sim 16 (100%) Não 0 (0,0%) Você gostaria de experimentar a terapia se tivesse a oportunidade? Sim 15 (93,7%) Não 1 (6,25%) Você acredita que a cromoterapia agregaria no atendimento fisioterapêutico? Sim 15 (93,7%) Não 1 (6,25%) Legenda:% = porcentagem(frequência relativa). DISCUSSÃO As práticas integrativas complementares (PICs) têm sido cada vez mais procuradas, especialmente pelo público feminino (Levorato et al., 2014). No mesmo estudo de Levorato et al., 2014 que contou com a participação de 320 pessoas de ambos os sexos, mostrou que as mulheres buscaram os serviços de saúde 1,9 vezes mais que os homens. Esse dado corrobora ao que foi encontrado no presente estudo, no qual o predomínio de participantes entrevistadas eram mulheres. Já no estudo de Chagas et al., 2021, que avaliou o conhecimento das pessoas sobre as PICs, mostrou que 78,8% dos participantes tinham mais de nove anos de escolaridade. Este dado vai de encontro com os resultados do presente estudo que analisa o conhecimento de pacientes sobre a cromoterapia, no qual a maioria deste público possui ensino médio completo, sendo um total de 14 pessoas. Dentre essas, 8 indivíduos afirmaram conhecer a cromoterapia. Logo, quanto à caracterização da amostra avaliada, pode-se concluir que mulheres e pessoas com ensino médio completo foram em sua maioria as que possuíam
735 conhecimento sobre a terapia. Para Bonadia, 2008, pessoas com maior nível de escolaridade tendem a ter maior nível socioeconômico. Neste sentido, pode-se inferir que pessoas com maior nível de escolaridade possam ter mais acesso a serviços de saúde e práticas complementares para o tratamento tradicional. As PICs visam o desenvolvimento do autocuidado e da autoestima nas pessoas (Silva, 2016). Em uma pesquisa de Martins et al., 2021, que conta com a participação de 10 enfermeiras na Atenção Primária à Saúde, revelou que a comunidade procura as PICs como por exemplo, a cromoterapia, visando o bem-estar pessoal, melhora da qualidade de vida, aliviar sinais e sintomas de doenças e minimizar complicações. Essa informação está alinhada com os resultados do presente estudo, no qual a maioria dos participantes apresentou interesse em utilizar a cromoterapia como intervenção complementar, caso tivessem oportunidade. Neste sentido, pode-se compreender que a busca por práticas integrativas pode aumentar caso haja maior abordagem, informação e implementação dessas terapias em locais de fácil acesso a população, especialmente no SUS, visto que esse público busca não apenas saúde física, mas também mental e energética. Na presente pesquisa na qual indivíduos foram avaliados quanto ao conhecimento sobre cromoterapia e suas formas de utilização, foi possível avaliar que a maioria dos entrevistados conhecia as PICs, mas nunca a utilizaram. Esses achados vão de encontro ao estudo de Valcapelli, 2017 e Alves, 2018, que afirmam que a busca por terapias não convencionais têm crescido, motivada pelo envelhecimento populacional, insatisfação com o sistema de saúde atual e interesse na qualidade de vida. Assim, essas terapias vêm sendo aplicadas como complemento ou integração ao modelo biomédico tradicional. Ademais, um estudo realizado por Jardim et al., 2021, que contou com 93 participantes se mostrou compatível com o presente estudo, visto que a pesquisa dos autores apontou que a maioria dos entrevistados conhece as PICs, porém 64,52% dos indivíduos não realizam nenhuma prática integrativa e complementar. Ainda na pesquisa do autor supracitado, a população relata que durante a fase de tratamento, não houve discussões com os profissionais de saúde sobre a possibilidade de uso das PICs, tampouco foram fornecidas informações a respeito (Jardim et al., 2021). Esses dados também corroboram com o presente estudo, no qual a maioria dos participantes acredita que a partir de maior conhecimento e abordagem sobre a cromoterapia, esta poderia agregar valor ao tratamento fisioterapêutico como terapia complementar. Além disso, é fundamental analisar os fatores que influenciam o acesso aos serviços oferecidos. Com essas informações, poderá ser possível implementar
736 serviços que atendam melhor às necessidades específicas da comunidade. No entanto, os resultados do presente estudo podem ir de encontro aos citados, devido ao tamanho reduzido da amostra e ao fato de a população avaliada ser composta por pacientes atendidos em uma clínica universitária de fisioterapia, onde a cromoterapia não está inserida como conduta complementar. Além disso, esse público ainda não é majoritariamente idoso, o que pode diminuir a incidência de doenças crônicas e, consequentemente, a busca e o conhecimento sobre a cromoterapia e outras terapias complementares. Assim, sugere-se maior implementação da cromoterapia em clínicas, hospitais, Unidades Básicas de Saúde e ambulatórios, proporcionando assim maior acessibilidade às práticas integrativas. Para isso, é necessário ampliar o conhecimento, a procura e a oferta dessa terapia de forma integral, em mais unidades principalmente no sistema público, mas também garantindo que o público possa optar por essa terapia de forma particular de forma segura e acessível e com profissionais qualificados para a mesma. O estudo de Azeemi e Raza, 2005 sobre a evolução científica da cromoterapia, destaca que essa terapia das cores é pouco explorada e aprofundada, muitas vezes ignorada ou descartada, evidenciando a escassez de literatura no tema. Santos e Cidral Filho, 2012 reiteram essa dificuldade, mencionando que os estudos na área ainda são recentes e limitados. Ambas pesquisas se relacionam ao presente estudo que aborda a cromoterapia, uma vez que a escassez da literatura foi um limitador para essa pesquisa, que encontrou poucos trabalhos confiáveis e aprofundados sobre o conhecimento das PICs. No entanto, o presente estudo se mostrou com potencial para agregar na literatura sobre a cromoterapia como intervenção complementar, além da possibilidade desta ser inserida em mais locais de atendimento e cuidado em saúde, visto que a cromoterapia é uma prática de baixo custo, segura e disponível no SUS. Neste sentido, sugere-se a realização de novas pesquisas que abordem o tema com diferentes perfis populacionais variando em idade, sexo, região, crenças, escolaridade e renda e sendo realizado em âmbito nacional, realizando estudos multicêntricos. Assim, a cromoterapia poderá ganhar maior embasamento científico, oferecendo segurança a pacientes e profissionais quanto aos seus benefícios e aplicações. 4 CONCLUSÃO Os dados da presente pesquisa nos permitem concluir que a maioria das pessoas atendidas na clínica de fisioterapia da UNISANTA tem conhecimento sobre a cromoterapia, porém, não fazem o uso da mesma, apesar de apresentarem interesse como uma intervenção de forma complementar.
737 5 REFERÊNCIAS ALVES, MR et al. Práticas integrativas e complementares no sus: revisão integrativa sobre a concretização e a integralidade do cuidado em saúde. Revista Online de Pesquisa: cuidado é fundamental. 2018;10:179182. Azeemi ST, Raza SM. Uma análise crítica da cromoterapia e sua evolução científica. Complemento Alternativo Baseado em Evid Med. 2005;2:481–8. Barros NF. Medicina Complementar: uma reflexão sobre o outro lado da prática médica. 1a. ed. São Paulo: Annablume. 2000. Boccanera NB. As cores no ambiente de terapia intensiva: percepção de pacientes e profissionais. Rev da escola de Enfermagem da USP. 2006;40(3):343–9 Bonadia, PR. A Relação Entre O Nível De Escolaridade E a Renda No Brasil. Repositório Institucional da INSPER. 2008. Chagas KE, Melo C do VA, Rocha IR, Almeida-Leite CM, Paula JS de. Knowledge and use of Integrative and Complementary Health Practices by patients with orofacial pain. BrJP. 2021;4(1):15–9. Ghadiali, D. Enciclopédia de Medição Espectro Cromática. 5a ed. EUA: Dinshah Health Society. 1997. Jardim LL, Oliveira ACS, Santos JFA dos, Mendes AS, Nicolussi AC. Conhecimento e uso de práticas integrativas e complementares por pacientes submetidos a tratamento quimioterápico. J. nurs. health. [Internet]. 2024;14(2):e1426336. Labrecque LI, Milne GR. Vermelho emocionante e azul competente: a importância da cor no marketing. J. Acad. Marca. Ciência. 2012;40:711–727. Levorato CD, Mello LM de, Silva AS da, Nunes AA. Fatores associados à procura por serviços de saúde numa perspectiva relacional de gênero. Ciência coletiva. 2014;19(4):1263– 74 Martins PG, Brito RS, Santos PC, Laverde CR, de Oliveira NF, Pilger C. Conhecimento popular e utilização das práticas integrativas e complementares na perspectiva das enfermeiras. J. nurs. health. 2021;11(2):e2111219495. Ministério da Saúde(BR). Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS), Brasil. 2021. [Acesso em: 09 Mai 2024] Disponível em: https://www.gov.br/saude/ptbr/composicao/saps/pics. Ott J. Saúde e Luz: Os Efeitos da Luz Natural e Artificial no Homem e em Outros Seres Vivos. Connecticut, EUA: Devin-Adair Pub. 1972. Prasko J. Terapia de luz brilhante. Neuroendocrinol. Rev Vamos. 2008;29:33–64.