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6. ESTRATÉGIAS NUTRICIONAIS PARA MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA DE MULHERES COM DOENÇA NUTRITIONAL STRATEGIES TO IMPROVE THE QUALITY OF LIFE OF WOMEN WITH CHRONIC KIDNEY DISEASE EIXO TEMÁTICO: Doença Renal Crônica Graduando em Nutrição pela Faculdade de Ciências Humanas e Exatas do Sertão do São Francisco (FACESF) Email do autor: RESUMO Introdução: A Doença Renal Crônica (DRC) representa um importante problema de saúde pública mundial, caracterizado pela perda progressiva da função renal e associada a complicações metabólicas, inflamatórias e cardiovasculares. O manejo nutricional exerce papel fundam ental no controle e na progressão da doença, contribuindo para a melhora do estado nutricional e da qualidade de vida dos pacientes, especialmente entre mulheres, que apresentam maior prevalência devido à fatores hormonais e psicossociais. tem como objetivo geral identificar e analisar as estratégias nutricionais utilizadas no manejo da DRC, enfatizando seus efeitos sobre a qualidade de vida de mulheres acometidas. Metodologia: A pesquisa será conduzida por meio de uma revisão integrativa realizada nas bases de dados SciELO, PubMed e LILACS, contemplando artigos publicados entre 2023 e 2025. Os estudos elegíveis abordaram intervenções direcionadas à manutenção ou melhora do estado nutricional, à qualidade de vida e/ou à redu contemplando desfechos clínicos e metabólicos relevantes. que o manejo nutricional da Doença Renal Crônica em mulheres deve ser individualizado, considerando aspectos fisiológicos e hormonais. E nutricional, abordagens comportamentais e suporte tecnológico mostraram melhores 65 ESTRATÉGIAS NUTRICIONAIS PARA MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA DE MULHERES COM DOENÇA RENAL CRÔNICA NUTRITIONAL STRATEGIES TO IMPROVE THE QUALITY OF LIFE OF WOMEN WITH CHRONIC KIDNEY DISEASE EIXO TEMÁTICO: Doença Renal Crônica EMANUELA DE OLIVEIRA REIS Enfermeira pelo Centro Universitário Maurício de Nassau, Petrolina MIRELA RODRIGUES Graduanda em Nutrição pela Universidade Federal de Pernambuco LETÍCIA DOS SANTOS LIMA Graduanda em Nutrição pela Universidade Federal de Pernambuco ELAYNE SANTOS SILVA DE SOUZA Graduada em Nutrição pelo Centro Universitário UniFTC. VINICIUS Graduando em Nutrição pela Faculdade de Ciências Humanas e Exatas do Sertão do São Francisco (FACESF) PAULO CÉSAR RODRIGUES DAMACENA Graduando em Nutrição pela Universidade Federal da Piauí SARAH ÂNGELO DINIZ MELO Graduada em Nutrição pela Graduanda em Nutrição pela Faculdade Pernambucana de Saúde JOSIANE KÖNZGEN SCHNEID Graduanda em Farmácia pela Universidade Federal de Pelotas ALINE DA SILVA PEREIRA Graduada em Nutrição pela Universidade Federal de Pernambuco, Vitória de Santo Antão mail do autor: [email protected] A Doença Renal Crônica (DRC) representa um importante problema de saúde pública mundial, caracterizado pela perda progressiva da função renal e associada a complicações metabólicas, inflamatórias e cardiovasculares. O manejo nutricional exerce ental no controle e na progressão da doença, contribuindo para a melhora do estado nutricional e da qualidade de vida dos pacientes, especialmente entre mulheres, que apresentam maior prevalência devido à fatores hormonais e psicossociais. tem como objetivo geral identificar e analisar as estratégias nutricionais utilizadas no manejo da DRC, enfatizando seus efeitos sobre a qualidade de vida de mulheres acometidas. A pesquisa será conduzida por meio de uma revisão integrativa realizada nas bases de dados SciELO, PubMed e LILACS, contemplando artigos publicados entre 2023 e 2025. Os estudos elegíveis abordaram intervenções direcionadas à manutenção ou melhora do estado nutricional, à qualidade de vida e/ou à redu ção da progressão da doença, contemplando desfechos clínicos e metabólicos relevantes. Resultados: que o manejo nutricional da Doença Renal Crônica em mulheres deve ser individualizado, considerando aspectos fisiológicos e hormonais. E stratégias que integram educação nutricional, abordagens comportamentais e suporte tecnológico mostraram melhores ESTRATÉGIAS NUTRICIONAIS PARA MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA DE MULHERES COM DOENÇA NUTRITIONAL STRATEGIES TO IMPROVE THE QUALITY OF LIFE OF WOMEN WITH CHRONIC KIDNEY DISEASE EMANUELA DE OLIVEIRA REIS Enfermeira pelo Centro Universitário Maurício de Nassau, Petrolina -PE MIRELA RODRIGUES DA SILVA LIRA Graduanda em Nutrição pela Universidade Federal de Pernambuco LETÍCIA DOS SANTOS LIMA Graduanda em Nutrição pela Universidade Federal de Pernambuco ELAYNE SANTOS SILVA DE SOUZA Graduada em Nutrição pelo Centro Universitário UniFTC. VINICIUS SANTOS DA SILVA Graduando em Nutrição pela Faculdade de Ciências Humanas e Exatas do Sertão do São Francisco (FACESF) PAULO CÉSAR RODRIGUES DAMACENA Graduando em Nutrição pela Universidade Federal da Piauí SARAH ÂNGELO DINIZ MELO Graduada em Nutrição pela Universidade Federal da Piauí JÚLIA BARROCA Graduanda em Nutrição pela Faculdade Pernambucana de Saúde JOSIANE KÖNZGEN SCHNEID Graduanda em Farmácia pela Universidade Federal de Pelotas -RS ALINE DA SILVA PEREIRA Graduada em Nutrição pela Universidade Federal de Pernambuco, Vitória de Santo Antão - PE A Doença Renal Crônica (DRC) representa um importante problema de saúde pública mundial, caracterizado pela perda progressiva da função renal e associada a complicações metabólicas, inflamatórias e cardiovasculares. O manejo nutricional exerce ental no controle e na progressão da doença, contribuindo para a melhora do estado nutricional e da qualidade de vida dos pacientes, especialmente entre mulheres, que apresentam maior prevalência devido à fatores hormonais e psicossociais. Objetivo: O estudo tem como objetivo geral identificar e analisar as estratégias nutricionais utilizadas no manejo da DRC, enfatizando seus efeitos sobre a qualidade de vida de mulheres acometidas. A pesquisa será conduzida por meio de uma revisão integrativa da literatura, realizada nas bases de dados SciELO, PubMed e LILACS, contemplando artigos publicados entre 2023 e 2025. Os estudos elegíveis abordaram intervenções direcionadas à manutenção ção da progressão da doença, Resultados: A análise demonstrou que o manejo nutricional da Doença Renal Crônica em mulheres deve ser individualizado, stratégias que integram educação nutricional, abordagens comportamentais e suporte tecnológico mostraram melhores
resultados, promovendo adesão ao tratamento, controle metabólico e melhoria da qualidade de vida. Destacase a importância do acompanhamento c micronutrientes, evidenciando que o cuidado deve ser integral, multiprofissional e centrado na paciente. Conclusão: A doença renal crônica é um fator de risco para saúde e qualidade de vida nas mulheres, aumentando o risco de morte estratégias nutricionais se tornam eficazes para promover a melhoria da qualidade de vida e saúde dessas mulheres, diagnosticadas com DRC. Palavras-Chaves: Doença renal crônica; Mulheres; Nutrição. ABSTRACT Introduction: Chronic kidney disease (CKD) is a major global public health problem characterized by progressive loss of kidney function and associated with metabolic, inflammatory, and cardiovascular complications. Nutritional management plays a fundamental r ole in controlling and slowing the progression of the disease, contributing to improved nutritional status and quality of life for patients, especially women, who have a higher prevalence due to hormonal and psychosocial factors. obj ective of this study is to identify and analyze the nutritional strategies used in the management of CKD, emphasizing their effects on the quality of life of affected women. Methodology: The research will be conducted through an integrative literature revi carried out in the SciELO, PubMed, and LILACS databases, covering articles published between 2023 and 2025. Eligible studies addressed interventions aimed at maintaining or improving nutritional status, quality of life, and/or reducing disease progress relevant clinical and metabolic outcomes. nutritional management of Chronic Kidney Disease in women should be individualized, considering physiological and hormonal aspects. Strategies that integ education, behavioral approaches, and technological support showed better results, promoting treatment adherence, metabolic control, and improved quality of life. The importance of continuous monitoring and attention to micronutrients is h emphasizing that care should be comprehensive, multidisciplinary, and patient Conclusion: Chronic kidney disease is a risk factor for health and quality of life in women, increasing the risk of premature death. Given this, the develo becomes effective in promoting improved quality of life and health for women diagnosed with CKD. Keywords: Chronic kidney disease; Nutrition; Women. INTRODUÇÃO A Doença Renal Crônica (DRC) é uma síndrome progressiva e multi caracterizada pela perda lenta e irreversível da taxa de filtração glomerular (TFG), frequentemente associada a alterações estruturais e funcionais dos néfrons. Essa condição decorre, em grande parte, de agravos cumulativos como hipertensão arteri diabetes mellitus tipo 2 e glomerulopatias, os quais desencadeiam um ciclo de inflamação e 66 resultados, promovendo adesão ao tratamento, controle metabólico e melhoria da qualidade de se a importância do acompanhamento c ontínuo e da atenção aos micronutrientes, evidenciando que o cuidado deve ser integral, multiprofissional e centrado na A doença renal crônica é um fator de risco para saúde e qualidade de vida nas mulheres, aumentando o risco de morte prematura. Diante disso, a construção de estratégias nutricionais se tornam eficazes para promover a melhoria da qualidade de vida e saúde dessas mulheres, diagnosticadas com DRC. Doença renal crônica; Mulheres; Nutrição. Chronic kidney disease (CKD) is a major global public health problem characterized by progressive loss of kidney function and associated with metabolic, inflammatory, and cardiovascular complications. Nutritional management plays a ole in controlling and slowing the progression of the disease, contributing to improved nutritional status and quality of life for patients, especially women, who have a higher prevalence due to hormonal and psychosocial factors. Objective: ective of this study is to identify and analyze the nutritional strategies used in the management of CKD, emphasizing their effects on the quality of life of affected women. The research will be conducted through an integrative literature revi carried out in the SciELO, PubMed, and LILACS databases, covering articles published between 2023 and 2025. Eligible studies addressed interventions aimed at maintaining or improving nutritional status, quality of life, and/or reducing disease progress relevant clinical and metabolic outcomes. Results: The analysis demonstrated that the nutritional management of Chronic Kidney Disease in women should be individualized, considering physiological and hormonal aspects. Strategies that integ education, behavioral approaches, and technological support showed better results, promoting treatment adherence, metabolic control, and improved quality of life. The importance of continuous monitoring and attention to micronutrients is h emphasizing that care should be comprehensive, multidisciplinary, and patient Chronic kidney disease is a risk factor for health and quality of life in women, increasing the risk of premature death. Given this, the develo pment of nutritional strategies becomes effective in promoting improved quality of life and health for women diagnosed Chronic kidney disease; Nutrition; Women. A Doença Renal Crônica (DRC) é uma síndrome progressiva e multi caracterizada pela perda lenta e irreversível da taxa de filtração glomerular (TFG), frequentemente associada a alterações estruturais e funcionais dos néfrons. Essa condição decorre, em grande parte, de agravos cumulativos como hipertensão arteri diabetes mellitus tipo 2 e glomerulopatias, os quais desencadeiam um ciclo de inflamação e resultados, promovendo adesão ao tratamento, controle metabólico e melhoria da qualidade de ontínuo e da atenção aos micronutrientes, evidenciando que o cuidado deve ser integral, multiprofissional e centrado na A doença renal crônica é um fator de risco para saúde e qualidade de prematura. Diante disso, a construção de estratégias nutricionais se tornam eficazes para promover a melhoria da qualidade de vida e Chronic kidney disease (CKD) is a major global public health problem characterized by progressive loss of kidney function and associated with metabolic, inflammatory, and cardiovascular complications. Nutritional management plays a ole in controlling and slowing the progression of the disease, contributing to improved nutritional status and quality of life for patients, especially women, who have a Objective: The overall ective of this study is to identify and analyze the nutritional strategies used in the management of CKD, emphasizing their effects on the quality of life of affected women. The research will be conducted through an integrative literature revi ew, carried out in the SciELO, PubMed, and LILACS databases, covering articles published between 2023 and 2025. Eligible studies addressed interventions aimed at maintaining or improving nutritional status, quality of life, and/or reducing disease progress ion, considering The analysis demonstrated that the nutritional management of Chronic Kidney Disease in women should be individualized, considering physiological and hormonal aspects. Strategies that integ rate nutritional education, behavioral approaches, and technological support showed better results, promoting treatment adherence, metabolic control, and improved quality of life. The importance of continuous monitoring and attention to micronutrients is h ighlighted, emphasizing that care should be comprehensive, multidisciplinary, and patient -centered. Chronic kidney disease is a risk factor for health and quality of life in women, pment of nutritional strategies becomes effective in promoting improved quality of life and health for women diagnosed A Doença Renal Crônica (DRC) é uma síndrome progressiva e multi fatorial caracterizada pela perda lenta e irreversível da taxa de filtração glomerular (TFG), frequentemente associada a alterações estruturais e funcionais dos néfrons. Essa condição decorre, em grande parte, de agravos cumulativos como hipertensão arteri al sistêmica, diabetes mellitus tipo 2 e glomerulopatias, os quais desencadeiam um ciclo de inflamação e
fibrose renal que compromete a auto regulação fisiológica do rim. Estima acometa até 15% da população mundial, configurando pública global com implicações clínicas, econômicas e sociais significativas (Wegge 2025). O processo fisiopatológico da DRC envolve uma complexa rede de mecanismos compensatórios. À medida que os néfrons remanescentes se hiper manter a função renal, ocorre sobrecarga hemodinâmica e metabólica que, ao longo do tempo, intensifica a lesão glomerular e intersticial. MacLaughlin hiperfiltração sustentada é o ponto de inflexão irreversível”, destacando a importância de intervenções precoces que previnem a progressão da doença. Esse processo é agravado pela ativação persistente do sistema renina aldosterona (SRAA), resp inflamação, fibrose e, em estágios avançados, culminar em insuficiência renal terminal. As repercussões nutricionais da DRC são amplas e afetam diretamente o prognóstico clínico. Pacientes com DRC apresentam maior risco de desnutrição proteico (PEW), desequilíbrio eletrolítico e deficiências de micronutrientes, sobretudo vitaminas lipossolúveis e minerais (Epifânio, 2018). Por outro lado, observa de obesidade e síndrome metabólica, o que agrava o estresse oxidativo e aumenta o risco cardiovascular. Nesse contexto, a terapia nutricional individualizada despon terapêutico essencial para retardar a deterioração da função renal, minimizar complicações e preservar a massa magra. Essa abordagem requer avaliação contínua, adequação da ingestão calóricoproteica, suplementação direcionada e acompanham Pires et al., 2024; Pinto et al A literatura contemporânea tem evidenciado que o manejo nutricional impacta de maneira significativa não apenas os parâmetros metabólicos, mas também a qualidade de vida e o bem-estar psicossocial dos pacientes renais. Esse efeito é particularmente notável em mulheres, que apresentam maior prevalência da doença e piores desfechos clínicos, influenciados por fatores hormonais, imunológicos e sociais (Carrero al., 2024; Conte et al ., 2023). Segundo Conte mecanismos renais de inflamação e fibrose, determinando respostas diferenciadas à injúria e à terapia”. Assim, compreender as especificidades de gênero é essencial par intervenções nutricionais mais equitativas e eficazes. 67 fibrose renal que compromete a auto regulação fisiológica do rim. Estima acometa até 15% da população mundial, configurando - se como um gra pública global com implicações clínicas, econômicas e sociais significativas (Wegge O processo fisiopatológico da DRC envolve uma complexa rede de mecanismos compensatórios. À medida que os néfrons remanescentes se hiper trofiam e hiperfiltram para manter a função renal, ocorre sobrecarga hemodinâmica e metabólica que, ao longo do tempo, intensifica a lesão glomerular e intersticial. MacLaughlin et al . (2022) ressaltam que “a hiperfiltração sustentada é o ponto de inflexão que transforma a adaptação em lesão estrutural irreversível”, destacando a importância de intervenções precoces que previnem a progressão da doença. Esse processo é agravado pela ativação persistente do sistema renina aldosterona (SRAA), resp onsável por amplificar a pressão intraglomerular, induzir inflamação, fibrose e, em estágios avançados, culminar em insuficiência renal terminal. As repercussões nutricionais da DRC são amplas e afetam diretamente o prognóstico clínico. Pacientes com DRC apresentam maior risco de desnutrição proteico (PEW), desequilíbrio eletrolítico e deficiências de micronutrientes, sobretudo vitaminas lipossolúveis e minerais (Epifânio, 2018). Por outro lado, observa - se também a coexistência de obesidade e síndrome metabólica, o que agrava o estresse oxidativo e aumenta o risco cardiovascular. Nesse contexto, a terapia nutricional individualizada despon terapêutico essencial para retardar a deterioração da função renal, minimizar complicações e preservar a massa magra. Essa abordagem requer avaliação contínua, adequação da ingestão proteica, suplementação direcionada e acompanham ento interdisciplinar (De Jesús et al ., 2009). A literatura contemporânea tem evidenciado que o manejo nutricional impacta de maneira significativa não apenas os parâmetros metabólicos, mas também a qualidade de vida psicossocial dos pacientes renais. Esse efeito é particularmente notável em mulheres, que apresentam maior prevalência da doença e piores desfechos clínicos, influenciados por fatores hormonais, imunológicos e sociais (Carrero et al., ., 2023). Segundo Conte et al . (2023), “os hormônios sexuais modulam mecanismos renais de inflamação e fibrose, determinando respostas diferenciadas à injúria e à terapia”. Assim, compreender as especificidades de gênero é essencial par intervenções nutricionais mais equitativas e eficazes. fibrose renal que compromete a auto regulação fisiológica do rim. Estima -se que a DRC se como um gra ve problema de saúde pública global com implicações clínicas, econômicas e sociais significativas (Wegge et al., O processo fisiopatológico da DRC envolve uma complexa rede de mecanismos trofiam e hiperfiltram para manter a função renal, ocorre sobrecarga hemodinâmica e metabólica que, ao longo do tempo, . (2022) ressaltam que “a que transforma a adaptação em lesão estrutural irreversível”, destacando a importância de intervenções precoces que previnem a progressão da doença. Esse processo é agravado pela ativação persistente do sistema renina -angiotensinaonsável por amplificar a pressão intraglomerular, induzir inflamação, fibrose e, em estágios avançados, culminar em insuficiência renal terminal. As repercussões nutricionais da DRC são amplas e afetam diretamente o prognóstico clínico. Pacientes com DRC apresentam maior risco de desnutrição proteico -energética (PEW), desequilíbrio eletrolítico e deficiências de micronutrientes, sobretudo vitaminas se também a coexistência de obesidade e síndrome metabólica, o que agrava o estresse oxidativo e aumenta o risco cardiovascular. Nesse contexto, a terapia nutricional individualizada despon ta como elemento terapêutico essencial para retardar a deterioração da função renal, minimizar complicações e preservar a massa magra. Essa abordagem requer avaliação contínua, adequação da ingestão ento interdisciplinar (De Jesús A literatura contemporânea tem evidenciado que o manejo nutricional impacta de maneira significativa não apenas os parâmetros metabólicos, mas também a qualidade de vida psicossocial dos pacientes renais. Esse efeito é particularmente notável em mulheres, que apresentam maior prevalência da doença e piores desfechos clínicos, et al., 2018; Chesnaye et . (2023), “os hormônios sexuais modulam mecanismos renais de inflamação e fibrose, determinando respostas diferenciadas à injúria e à terapia”. Assim, compreender as especificidades de gênero é essencial par a desenvolver
Nos últimos anos, estratégias nutricionais baseadas em educação alimentar e comportamento têm emergido como alternativas promissoras no cuidado à DRC. Padial et al. (2025) observaram que programas educativos estruturados elevaram significativamente os indicadores de qualidade de vida e a adesão terapêutica, enquanto Pereira demonstraram que a aplicação da alimentação intuitiva favorece maior autonomia, autocontrole alimentar e satisfação corporal entre mulheres com sobrepeso e DRC. Esses achados reforçam a relevância de abordagens centradas no paciente, que aliam conhecimento técnicocientífico e aspectos psicossociais para promover o autocuidado e a sustentabilidade terapêutica. A incorporação de tecnologias digitais também têm ampliado as possibilidades de acompanhamento nutricional. O estudo evidenciou que o telemonitoramento de pacientes em diálise contribui para o controle mai eficaz do fósforo sérico e para a redução da variabilidade na adesão dietética, mostrando uma ferramenta custoefetiva e acessível. Essa convergência entre nutrição e saúde digital indica um caminho inovador para otimizar o manejo clínico da DRC e amp intervenções personalizadas. Diante desse panorama, torna prevenção de complicações, na preservação funcional e na promoção da qualidade de vida de mulheres com DRC. Contudo, a lite nutricionais mais eficazes, especialmente diante da heterogeneidade metabólica e hormonal feminina. Assim, este estudo tem como objetivo identificar e analisar criticamente as estratégias nutricionais u tilizadas no manejo da DRC, enfatizando seus efeitos sobre a qualidade de vida e os desfechos clínicos em mulheres acometidas. METODOLOGIA Tratase de uma revisão integrativa da literatura, conduzida de forma sistemática e rigorosa, com o propósito de reu recentes acerca das estratégias nutricionais aplicadas ao manejo da Doença Renal Crônica (DRC) em mulheres. Foram incluídos artigos originais publicados integralmente entre 2023 e 2025, que investi garam estratégias alimentares e/ou terapias nutricionais voltadas a pacientes adultos com DRC, em qualquer estágio da doença. Os estudos elegíveis abordaram intervenções direcionadas à manutenção ou melhora do estado nutricional, à qualidade de vida 68 Nos últimos anos, estratégias nutricionais baseadas em educação alimentar e comportamento têm emergido como alternativas promissoras no cuidado à DRC. Padial et al. programas educativos estruturados elevaram significativamente os indicadores de qualidade de vida e a adesão terapêutica, enquanto Pereira demonstraram que a aplicação da alimentação intuitiva favorece maior autonomia, e satisfação corporal entre mulheres com sobrepeso e DRC. Esses achados reforçam a relevância de abordagens centradas no paciente, que aliam conhecimento científico e aspectos psicossociais para promover o autocuidado e a sustentabilidade A incorporação de tecnologias digitais também têm ampliado as possibilidades de acompanhamento nutricional. O estudo TeleKinesis , conduzido por Beer evidenciou que o telemonitoramento de pacientes em diálise contribui para o controle mai eficaz do fósforo sérico e para a redução da variabilidade na adesão dietética, mostrando efetiva e acessível. Essa convergência entre nutrição e saúde digital indica um caminho inovador para otimizar o manejo clínico da DRC e amp intervenções personalizadas. Diante desse panorama, torna - se evidente que a nutrição constitui um eixo central na prevenção de complicações, na preservação funcional e na promoção da qualidade de vida de mulheres com DRC. Contudo, a lite ratura ainda carece de consenso quanto às estratégias nutricionais mais eficazes, especialmente diante da heterogeneidade metabólica e hormonal feminina. Assim, este estudo tem como objetivo identificar e analisar criticamente as tilizadas no manejo da DRC, enfatizando seus efeitos sobre a qualidade de vida e os desfechos clínicos em mulheres acometidas. se de uma revisão integrativa da literatura, conduzida de forma sistemática e rigorosa, com o propósito de reu nir e analisar criticamente as evidências científicas mais recentes acerca das estratégias nutricionais aplicadas ao manejo da Doença Renal Crônica (DRC) em mulheres. Foram incluídos artigos originais publicados integralmente entre 2023 e garam estratégias alimentares e/ou terapias nutricionais voltadas a pacientes adultos com DRC, em qualquer estágio da doença. Os estudos elegíveis abordaram intervenções direcionadas à manutenção ou melhora do estado nutricional, à qualidade de vida Nos últimos anos, estratégias nutricionais baseadas em educação alimentar e comportamento têm emergido como alternativas promissoras no cuidado à DRC. Padial et al. programas educativos estruturados elevaram significativamente os indicadores de qualidade de vida e a adesão terapêutica, enquanto Pereira et al. (2023) demonstraram que a aplicação da alimentação intuitiva favorece maior autonomia, e satisfação corporal entre mulheres com sobrepeso e DRC. Esses achados reforçam a relevância de abordagens centradas no paciente, que aliam conhecimento científico e aspectos psicossociais para promover o autocuidado e a sustentabilidade A incorporação de tecnologias digitais também têm ampliado as possibilidades de , conduzido por Beer et al. (2025), evidenciou que o telemonitoramento de pacientes em diálise contribui para o controle mai s eficaz do fósforo sérico e para a redução da variabilidade na adesão dietética, mostrando -se efetiva e acessível. Essa convergência entre nutrição e saúde digital indica um caminho inovador para otimizar o manejo clínico da DRC e amp liar o alcance das se evidente que a nutrição constitui um eixo central na prevenção de complicações, na preservação funcional e na promoção da qualidade de vida de ratura ainda carece de consenso quanto às estratégias nutricionais mais eficazes, especialmente diante da heterogeneidade metabólica e hormonal feminina. Assim, este estudo tem como objetivo identificar e analisar criticamente as tilizadas no manejo da DRC, enfatizando seus efeitos sobre a se de uma revisão integrativa da literatura, conduzida de forma sistemática e nir e analisar criticamente as evidências científicas mais recentes acerca das estratégias nutricionais aplicadas ao manejo da Doença Renal Crônica (DRC) em mulheres. Foram incluídos artigos originais publicados integralmente entre 2023 e garam estratégias alimentares e/ou terapias nutricionais voltadas a pacientes adultos com DRC, em qualquer estágio da doença. Os estudos elegíveis abordaram intervenções direcionadas à manutenção ou melhora do estado nutricional, à qualidade de vida
e/ou à redução da progressão da doença, contemplando desfechos clínicos e metabólicos relevantes. A questão de pesquisa foi estruturada segundo a estratégia PICO, onde: P (População) corresponde a mulheres adultas com diagnóstico de Doença Renal Crônica; I (Inte referese às estratégias nutricionais e terapias alimentares utilizadas no manejo da DRC; C (Comparação) compreende a ausência de intervenção nutricional estruturada ou manejo convencional; e O (Desfechos) envolve a melhora do estado nutricional, e a redução da progressão da doença. A questão norteadora formulada foi: quais estratégias nutricionais têm demonstrado efetividade na promoção da qualidade de vida e no controle clínico de mulheres com Doença Renal Crônica? A busca fo i realizada nas bases de dados SciELO, PubMed e LILACS, considerando a atualidade e a relevância científica das fontes. Os descritores utilizados foram selecionados a partir dos Descritores em Ciências da Saúde (DeCS/MeSH) e combinados por meio dos operadores booleanos AND Entre os principais termos empregados destacam “nutritional”. A seleção dos estudos foi conduzida em duas etapas. Na primeira, triagem de títulos e resumos para a identificação de publicações potencialmente elegíveis. Na segunda, os artigos selecionados passaram por leitura integral e criteriosa, com extração detalhada de informações sobre os objetivos, a população e nutricional, os desfechos avaliados e os principais resultados. Os dados obtidos foram organizados de forma descritiva e interpretativa, permitindo a comparação entre as abordagens nutricionais analisadas e a identificação de tendências e lacunas existentes na literatura recente. Essa sistematização possibilitou a construção de uma análise crítica sobre a efetividade, aplicabilidade e inovação das estratégias nutricionais voltadas à DRC, contribuindo para o avanço do aprimoramento das práticas assistenciais em saúde. RESULTADOS E DISCUSSÃO 69 redução da progressão da doença, contemplando desfechos clínicos e metabólicos A questão de pesquisa foi estruturada segundo a estratégia PICO, onde: P (População) corresponde a mulheres adultas com diagnóstico de Doença Renal Crônica; I (Inte se às estratégias nutricionais e terapias alimentares utilizadas no manejo da DRC; C (Comparação) compreende a ausência de intervenção nutricional estruturada ou manejo convencional; e O (Desfechos) envolve a melhora do estado nutricional, e a redução da progressão da doença. A questão norteadora formulada foi: quais estratégias nutricionais têm demonstrado efetividade na promoção da qualidade de vida e no controle clínico de mulheres com Doença Renal Crônica? i realizada nas bases de dados SciELO, PubMed e LILACS, considerando a atualidade e a relevância científica das fontes. Os descritores utilizados foram selecionados a partir dos Descritores em Ciências da Saúde (DeCS/MeSH) e combinados por meio dos AND e OR , de modo a ampliar a precisão e a sensibilidade da pesquisa. Entre os principais termos empregados destacam -se: “chronic kidney disease” A seleção dos estudos foi conduzida em duas etapas. Na primeira, triagem de títulos e resumos para a identificação de publicações potencialmente elegíveis. Na segunda, os artigos selecionados passaram por leitura integral e criteriosa, com extração detalhada de informações sobre os objetivos, a população e studada, o tipo de intervenção nutricional, os desfechos avaliados e os principais resultados. Os dados obtidos foram organizados de forma descritiva e interpretativa, permitindo a comparação entre as abordagens nutricionais analisadas e a identificação de tendências e lacunas existentes na literatura recente. Essa sistematização possibilitou a construção de uma análise crítica sobre a efetividade, aplicabilidade e inovação das estratégias nutricionais voltadas à DRC, contribuindo para o avanço do conhecimento científico e o aprimoramento das práticas assistenciais em saúde. RESULTADOS E DISCUSSÃO redução da progressão da doença, contemplando desfechos clínicos e metabólicos A questão de pesquisa foi estruturada segundo a estratégia PICO, onde: P (População) corresponde a mulheres adultas com diagnóstico de Doença Renal Crônica; I (Inte rvenção) se às estratégias nutricionais e terapias alimentares utilizadas no manejo da DRC; C (Comparação) compreende a ausência de intervenção nutricional estruturada ou manejo convencional; e O (Desfechos) envolve a melhora do estado nutricional, da qualidade de vida e a redução da progressão da doença. A questão norteadora formulada foi: quais estratégias nutricionais têm demonstrado efetividade na promoção da qualidade de vida e no controle i realizada nas bases de dados SciELO, PubMed e LILACS, considerando a atualidade e a relevância científica das fontes. Os descritores utilizados foram selecionados a partir dos Descritores em Ciências da Saúde (DeCS/MeSH) e combinados por meio dos , de modo a ampliar a precisão e a sensibilidade da pesquisa. “chronic kidney disease” , “women” e A seleção dos estudos foi conduzida em duas etapas. Na primeira, realizou-se a triagem de títulos e resumos para a identificação de publicações potencialmente elegíveis. Na segunda, os artigos selecionados passaram por leitura integral e criteriosa, com extração studada, o tipo de intervenção Os dados obtidos foram organizados de forma descritiva e interpretativa, permitindo a comparação entre as abordagens nutricionais analisadas e a identificação de padrões, tendências e lacunas existentes na literatura recente. Essa sistematização possibilitou a construção de uma análise crítica sobre a efetividade, aplicabilidade e inovação das estratégias conhecimento científico e o
A análise dos estudos selecionados evidencia a diversidade e evolução das estratégias nutricionais aplicadas ao manejo da Doença Renal Crônica (DRC), c promoção da qualidade de vida e no controle metabólico em mulheres. As diferenças fisiológicas, hormonais e metabólicas entre homens e mulheres tornam esse recorte particularmente relevante, pois influenciam tanto a progressão da doença quanto intervenções nutricionais. Carrero apresentam diagnóstico tardio, menor inclusão em ensaios clínicos e respostas diferenciadas a terapias nutricionais e farmacológicas. Chesnaye hormonais, como estrogênio e progesterona, além de aspectos socioculturais, impactam diretamente a adesão dietética, o metabolismo renal e a capacidade de manter o estado nutricional adequado. Conte papel crucial na regulação da função renal e do metabolismo mineral, justificando a necessidade de abordagens individualizadas e sensíveis ao sexo. O manejo nutricional da DRC deve considerar não apenas a ingestão calórico mas também os efeitos do metabolismo proteico e fosfórico sobre o estado clínico. Epifânio (2018) demonstra que pacientes em hemodiálise apresentam risco elevado de desnutrição e perda de massa magra devido a anorexia, inflamação e intercorrências clínica Pinto et al. (2009) destaca que o controle rigoroso da ingestão de fósforo é fundamental para a prevenção de complicações metabólicas, incluindo hiperfosfatemia e desequilíbrios minerais, comuns em pacientes com DRC. Essas evidências reforçam q devem ser estruturadas com base em monitoramento contínuo, individualização e adequação às necessidades metabólicas de cada paciente, especialmente em mulheres que enfrentam desafios hormonais, psicossociais e funcionais. O ens aio clínico de Padial (NEP), baseado em coaching e autogestão, em pacientes nos estágios 4 e 5 da DRC não dialítica. O estudo demonstrou melhorias significativas na qualidade de vida, preservação da massa magra, redução de massa gorda, maior desempenho físico e diminuição da sintomatologia depressiva. A intervenção participativa e multiprofissional evidenciou que a educação nutricional contínua fortalece o empoderamento da paciente, aumenta a adesão tratamento e promove benefícios psicossociais, corroborando as recomendações de Pires et al. (2024) sobre a importância da assistência nutricional contínua no manejo da DRC. Pereira et al. (2023) exploraram uma intervenção comportamental baseada em Alim entação Intuitiva especificamente para mulheres com sobrepeso e DRC não dialítica. 70 A análise dos estudos selecionados evidencia a diversidade e evolução das estratégias nutricionais aplicadas ao manejo da Doença Renal Crônica (DRC), c promoção da qualidade de vida e no controle metabólico em mulheres. As diferenças fisiológicas, hormonais e metabólicas entre homens e mulheres tornam esse recorte particularmente relevante, pois influenciam tanto a progressão da doença quanto intervenções nutricionais. Carrero et al. (2018) destacam que mulheres frequentemente apresentam diagnóstico tardio, menor inclusão em ensaios clínicos e respostas diferenciadas a terapias nutricionais e farmacológicas. Chesnaye et al. (2024 ) reforçam que fatores hormonais, como estrogênio e progesterona, além de aspectos socioculturais, impactam diretamente a adesão dietética, o metabolismo renal e a capacidade de manter o estado nutricional adequado. Conte et al. (2023) evidenciam que os ho rmônios sexuais exercem papel crucial na regulação da função renal e do metabolismo mineral, justificando a necessidade de abordagens individualizadas e sensíveis ao sexo. O manejo nutricional da DRC deve considerar não apenas a ingestão calórico mas também os efeitos do metabolismo proteico e fosfórico sobre o estado clínico. Epifânio (2018) demonstra que pacientes em hemodiálise apresentam risco elevado de desnutrição e perda de massa magra devido a anorexia, inflamação e intercorrências clínica Pinto et al. (2009) destaca que o controle rigoroso da ingestão de fósforo é fundamental para a prevenção de complicações metabólicas, incluindo hiperfosfatemia e desequilíbrios minerais, comuns em pacientes com DRC. Essas evidências reforçam q ue intervenções nutricionais devem ser estruturadas com base em monitoramento contínuo, individualização e adequação às necessidades metabólicas de cada paciente, especialmente em mulheres que enfrentam desafios hormonais, psicossociais e funcionais. aio clínico de Padial et al . (2025) aplicou um Programa de Educação Nutricional (NEP), baseado em coaching e autogestão, em pacientes nos estágios 4 e 5 da DRC não dialítica. O estudo demonstrou melhorias significativas na qualidade de vida, preservação da massa magra, redução de massa gorda, maior desempenho físico e diminuição da sintomatologia depressiva. A intervenção participativa e multiprofissional evidenciou que a educação nutricional contínua fortalece o empoderamento da paciente, aumenta a adesão tratamento e promove benefícios psicossociais, corroborando as recomendações de Pires et al. (2024) sobre a importância da assistência nutricional contínua no manejo da DRC. (2023) exploraram uma intervenção comportamental baseada em entação Intuitiva especificamente para mulheres com sobrepeso e DRC não dialítica. A análise dos estudos selecionados evidencia a diversidade e evolução das estratégias nutricionais aplicadas ao manejo da Doença Renal Crônica (DRC), c om ênfase na promoção da qualidade de vida e no controle metabólico em mulheres. As diferenças fisiológicas, hormonais e metabólicas entre homens e mulheres tornam esse recorte particularmente relevante, pois influenciam tanto a progressão da doença quanto a resposta às (2018) destacam que mulheres frequentemente apresentam diagnóstico tardio, menor inclusão em ensaios clínicos e respostas diferenciadas a ) reforçam que fatores hormonais, como estrogênio e progesterona, além de aspectos socioculturais, impactam diretamente a adesão dietética, o metabolismo renal e a capacidade de manter o estado rmônios sexuais exercem papel crucial na regulação da função renal e do metabolismo mineral, justificando a O manejo nutricional da DRC deve considerar não apenas a ingestão calórico -proteica, mas também os efeitos do metabolismo proteico e fosfórico sobre o estado clínico. Epifânio (2018) demonstra que pacientes em hemodiálise apresentam risco elevado de desnutrição e perda de massa magra devido a anorexia, inflamação e intercorrências clínica s, enquanto Pinto et al. (2009) destaca que o controle rigoroso da ingestão de fósforo é fundamental para a prevenção de complicações metabólicas, incluindo hiperfosfatemia e desequilíbrios minerais, ue intervenções nutricionais devem ser estruturadas com base em monitoramento contínuo, individualização e adequação às necessidades metabólicas de cada paciente, especialmente em mulheres que enfrentam . (2025) aplicou um Programa de Educação Nutricional (NEP), baseado em coaching e autogestão, em pacientes nos estágios 4 e 5 da DRC não dialítica. O estudo demonstrou melhorias significativas na qualidade de vida, preservação da massa magra, redução de massa gorda, maior desempenho físico e diminuição da sintomatologia depressiva. A intervenção participativa e multiprofissional evidenciou que a educação nutricional contínua fortalece o empoderamento da paciente, aumenta a adesão ao tratamento e promove benefícios psicossociais, corroborando as recomendações de Pires et al. (2024) sobre a importância da assistência nutricional contínua no manejo da DRC. (2023) exploraram uma intervenção comportamental baseada em entação Intuitiva especificamente para mulheres com sobrepeso e DRC não dialítica.
Após 14 sessões, observou escores de alimentação intuitiva, indicando que estratégias que valorizam a reconexão sinais fisiológicos de fome e saciedade promovem maior autonomia e reduzem o estresse alimentar. Essa abordagem comportamental representa um avanço conceitual, ao colocar a mulher como protagonista no autocuidado nutricional, reduzindo o impacto emoci social das restrições dietéticas impostas pela DRC. O protocolo TeleKinesis, descrito por Beer tecnológica inovadora no cuidado nutricional, utilizando aplicativos móveis para monitoramento de fósforo sérico, ade diálise. Essa modalidade de telemonitoramento é particularmente relevante para mulheres que enfrentam sobrecarga de responsabilidades familiares e profissionais, oferecendo um acompanhamento contínuo e pers nutricional. Estudos anteriores, como os de Epifânio (2018) e Pinto ressaltaram a necessidade de controle rigoroso da ingestão proteica e fosfórica; o TeleKinesis potencializa essa gestão por meio da tecnologia, aumentando a precisão do manejo clínico. Além do controle macronutricional, Wegge micronutrientes é um componente crítico do manejo nutricional da Doença Renal Crônica. Entre os nutri entes de destaque, a vitamina K apresenta papel central na regulação da mineralização óssea e na prevenção de complicações cardiovasculares, cuja deficiência tem sido associada à maior morbimortalidade em pacientes renais. Esse achado evidencia que o cuida do nutricional deve transcender a simples prescrição calórico avaliação e o monitoramento de micronutrientes essenciais, tais como vitaminas lipossolúveis, minerais e oligoelementos, cuja deficiência pode exacerbar o risco de fratu vascular e disfunções metabólicas. Nesse contexto, a intervenção nutricional precisa ser abrangente e individualizada, considerando o estágio da doença, o perfil bioquímico e os fatores fisiológicos específicos de cada paciente, especialm particularidades hormonais e metabólicas que podem afetar a absorção, metabolismo e excreção desses nutrientes. A abordagem integrada de educação nutricional, orientação comportamental e suporte digital surge, portanto, co para otimizar o controle de macronutrientes e micronutrientes, mas também para promover adesão, engajamento e autonomia da paciente na gestão da própria saúde. Em síntese, os estudos analisados convergem para a necessid cuidado nutricional centrado na paciente, que integre aspectos educativos, comportamentais e 71 Após 14 sessões, observou - se melhora expressiva na percepção de qualidade de vida e nos escores de alimentação intuitiva, indicando que estratégias que valorizam a reconexão sinais fisiológicos de fome e saciedade promovem maior autonomia e reduzem o estresse alimentar. Essa abordagem comportamental representa um avanço conceitual, ao colocar a mulher como protagonista no autocuidado nutricional, reduzindo o impacto emoci social das restrições dietéticas impostas pela DRC. O protocolo TeleKinesis, descrito por Beer et al. (2025), introduz uma dimensão tecnológica inovadora no cuidado nutricional, utilizando aplicativos móveis para monitoramento de fósforo sérico, ade são dietética e qualidade de vida em pacientes em diálise. Essa modalidade de telemonitoramento é particularmente relevante para mulheres que enfrentam sobrecarga de responsabilidades familiares e profissionais, oferecendo um acompanhamento contínuo e pers onalizado, ampliando o acesso e a efetividade do cuidado nutricional. Estudos anteriores, como os de Epifânio (2018) e Pinto ressaltaram a necessidade de controle rigoroso da ingestão proteica e fosfórica; o TeleKinesis gestão por meio da tecnologia, aumentando a precisão do manejo clínico. Além do controle macronutricional, Wegge et al . (2025) enfatizam que a atenção aos micronutrientes é um componente crítico do manejo nutricional da Doença Renal Crônica. entes de destaque, a vitamina K apresenta papel central na regulação da mineralização óssea e na prevenção de complicações cardiovasculares, cuja deficiência tem sido associada à maior morbimortalidade em pacientes renais. Esse achado evidencia que o do nutricional deve transcender a simples prescrição calórico - proteica, incorporando a avaliação e o monitoramento de micronutrientes essenciais, tais como vitaminas lipossolúveis, minerais e oligoelementos, cuja deficiência pode exacerbar o risco de fratu vascular e disfunções metabólicas. Nesse contexto, a intervenção nutricional precisa ser abrangente e individualizada, considerando o estágio da doença, o perfil bioquímico e os fatores fisiológicos específicos de cada paciente, especialm ente das mulheres, que apresentam particularidades hormonais e metabólicas que podem afetar a absorção, metabolismo e excreção desses nutrientes. A abordagem integrada de educação nutricional, orientação comportamental e suporte digital surge, portanto, co mo ferramenta estratégica não apenas para otimizar o controle de macronutrientes e micronutrientes, mas também para promover adesão, engajamento e autonomia da paciente na gestão da própria saúde. Em síntese, os estudos analisados convergem para a necessid ade de um modelo de cuidado nutricional centrado na paciente, que integre aspectos educativos, comportamentais e se melhora expressiva na percepção de qualidade de vida e nos escores de alimentação intuitiva, indicando que estratégias que valorizam a reconexão com sinais fisiológicos de fome e saciedade promovem maior autonomia e reduzem o estresse alimentar. Essa abordagem comportamental representa um avanço conceitual, ao colocar a mulher como protagonista no autocuidado nutricional, reduzindo o impacto emoci onal e (2025), introduz uma dimensão tecnológica inovadora no cuidado nutricional, utilizando aplicativos móveis para são dietética e qualidade de vida em pacientes em diálise. Essa modalidade de telemonitoramento é particularmente relevante para mulheres que enfrentam sobrecarga de responsabilidades familiares e profissionais, oferecendo um onalizado, ampliando o acesso e a efetividade do cuidado nutricional. Estudos anteriores, como os de Epifânio (2018) e Pinto et al. (2009), já ressaltaram a necessidade de controle rigoroso da ingestão proteica e fosfórica; o TeleKinesis gestão por meio da tecnologia, aumentando a precisão do manejo clínico. . (2025) enfatizam que a atenção aos micronutrientes é um componente crítico do manejo nutricional da Doença Renal Crônica. entes de destaque, a vitamina K apresenta papel central na regulação da mineralização óssea e na prevenção de complicações cardiovasculares, cuja deficiência tem sido associada à maior morbimortalidade em pacientes renais. Esse achado evidencia que o proteica, incorporando a avaliação e o monitoramento de micronutrientes essenciais, tais como vitaminas lipossolúveis, minerais e oligoelementos, cuja deficiência pode exacerbar o risco de fratu ras, calcificação vascular e disfunções metabólicas. Nesse contexto, a intervenção nutricional precisa ser abrangente e individualizada, considerando o estágio da doença, o perfil bioquímico e os ente das mulheres, que apresentam particularidades hormonais e metabólicas que podem afetar a absorção, metabolismo e excreção desses nutrientes. A abordagem integrada de educação nutricional, orientação mo ferramenta estratégica não apenas para otimizar o controle de macronutrientes e micronutrientes, mas também para promover adesão, engajamento e autonomia da paciente na gestão da própria saúde. ade de um modelo de cuidado nutricional centrado na paciente, que integre aspectos educativos, comportamentais e
tecnológicos. A tríade educação Padial et al. (2025), Alimentação Intuitiva de Pereira (2025), demonstra impacto positivo sobre parâmetros funcionais, metabólicos e psicossociais. A assistência nutricional contínua, conforme Pires micronutrientes críticos (Wegge et al., sexo e gênero (Carrero et al., promoção da qualidade de vida em mulheres com DRC deve transcender o paradigma restritivo, avançando para mediada. Dessa forma, esta revisão responde de maneira consistente à questão norteadora quais estratégias nutricionais têm demonstrado efetividade na promoção da qualidade de vida e no controle clí nico de mulheres com Doença Renal Crônica? intervenções mais eficazes combinam múltiplas dimensões do cuidado: a educação nutricional continuada, que fortalece o conhecimento e a autogestão; as estratégias comportamentais, como a ali mentação intuitiva, que resgatam a autonomia e reduzem o estresse alimentar; e o monitoramento digital, que garante acompanhamento remoto, personalização do cuidado e otimização clínica. A integração desses elementos constitui um modelo de intervenção híbr ido, centrado na paciente, capaz de melhorar parâmetros funcionais, metabólicos e psicossociais, além de favorecer a adesão prolongada e reduzir lacunas de cuidado. Este panorama reforça que o manejo nutricional da DRC em mulheres deve ser compreendido com o um processo dinâmico, multiprofissional e tecnologicamente mediado, onde a personalização do tratamento, o respeito às particularidades fisiológicas e hormonais e a promoção do autocuidado se apresentam como pilares fundamentais para maximizar a qualidad e de vida e os desfechos clínicos. CONSIDERAÇÕES FINAIS Concluise que a doença renal crônica é um fator de risco para saúde e qualidade de vida nas mulheres, aumentando o risco de morte prematura. Diante disso, a construção de estratégias nutricionais se tornam eficazes para promover a melhoria da qualidade d saúde dessas mulheres, diagnosticadas com DRC. Sendo assim, as intervenções nutricionais devem ser individualizadas, adequadas ao estágio da doença e às necessidades metabólicas de 72 tecnológicos. A tríade educação –comportamento– tecnologia, exemplificada pelo NEP de (2025), Alimentação Intuitiva de Pereira et al. (2023) e TeleKinesis de Beer et al. (2025), demonstra impacto positivo sobre parâmetros funcionais, metabólicos e psicossociais. A assistência nutricional contínua, conforme Pires et al . (2024), aliada à atenção a micronutrientes críticos (Wegge et al., 2025) e à individualização baseada em diferenças de et al., 2018; Chesnaye et al., 2024; Conte et al ., 2023), evidencia que a promoção da qualidade de vida em mulheres com DRC deve transcender o paradigma restritivo, avançando para uma abordagem integral, personalizada e tecnologicamente Dessa forma, esta revisão responde de maneira consistente à questão norteadora quais estratégias nutricionais têm demonstrado efetividade na promoção da qualidade de vida nico de mulheres com Doença Renal Crônica? — intervenções mais eficazes combinam múltiplas dimensões do cuidado: a educação nutricional continuada, que fortalece o conhecimento e a autogestão; as estratégias comportamentais, mentação intuitiva, que resgatam a autonomia e reduzem o estresse alimentar; e o monitoramento digital, que garante acompanhamento remoto, personalização do cuidado e otimização clínica. A integração desses elementos constitui um modelo de intervenção ido, centrado na paciente, capaz de melhorar parâmetros funcionais, metabólicos e psicossociais, além de favorecer a adesão prolongada e reduzir lacunas de cuidado. Este panorama reforça que o manejo nutricional da DRC em mulheres deve ser compreendido o um processo dinâmico, multiprofissional e tecnologicamente mediado, onde a personalização do tratamento, o respeito às particularidades fisiológicas e hormonais e a promoção do autocuidado se apresentam como pilares fundamentais para maximizar a e de vida e os desfechos clínicos. CONSIDERAÇÕES FINAIS se que a doença renal crônica é um fator de risco para saúde e qualidade de vida nas mulheres, aumentando o risco de morte prematura. Diante disso, a construção de estratégias nutricionais se tornam eficazes para promover a melhoria da qualidade d saúde dessas mulheres, diagnosticadas com DRC. Sendo assim, as intervenções nutricionais devem ser individualizadas, adequadas ao estágio da doença e às necessidades metabólicas de tecnologia, exemplificada pelo NEP de (2023) e TeleKinesis de Beer et al. (2025), demonstra impacto positivo sobre parâmetros funcionais, metabólicos e psicossociais. . (2024), aliada à atenção a 2025) e à individualização baseada em diferenças de ., 2023), evidencia que a promoção da qualidade de vida em mulheres com DRC deve transcender o paradigma uma abordagem integral, personalizada e tecnologicamente Dessa forma, esta revisão responde de maneira consistente à questão norteadora — quais estratégias nutricionais têm demonstrado efetividade na promoção da qualidade de vida ao evidenciar que as intervenções mais eficazes combinam múltiplas dimensões do cuidado: a educação nutricional continuada, que fortalece o conhecimento e a autogestão; as estratégias comportamentais, mentação intuitiva, que resgatam a autonomia e reduzem o estresse alimentar; e o monitoramento digital, que garante acompanhamento remoto, personalização do cuidado e otimização clínica. A integração desses elementos constitui um modelo de intervenção ido, centrado na paciente, capaz de melhorar parâmetros funcionais, metabólicos e psicossociais, além de favorecer a adesão prolongada e reduzir lacunas de cuidado. Este panorama reforça que o manejo nutricional da DRC em mulheres deve ser compreendido o um processo dinâmico, multiprofissional e tecnologicamente mediado, onde a personalização do tratamento, o respeito às particularidades fisiológicas e hormonais e a promoção do autocuidado se apresentam como pilares fundamentais para maximizar a se que a doença renal crônica é um fator de risco para saúde e qualidade de vida nas mulheres, aumentando o risco de morte prematura. Diante disso, a construção de estratégias nutricionais se tornam eficazes para promover a melhoria da qualidade d e vida e saúde dessas mulheres, diagnosticadas com DRC. Sendo assim, as intervenções nutricionais devem ser individualizadas, adequadas ao estágio da doença e às necessidades metabólicas de
cada mulher, para que seu impacto seja positivo sobre o controle d bemestar e preservação da função renal. Dessa forma, apesar dos desafios clínicos relacionados a DRC, é possível através da intervenção nutricional retardar a progressão da doença, minimizar as complicações e melh orar a sobrevida das pacientes, preservando seu estado nutricional. Além disso, a atuação multiprofissional contribui de forma positiva para a eficácia do tratamento, além do uso de estratégias que auxiliem não só nos aspectos nutricionais das pacientes, questões psicológicas também. O trabalho teve como limitação a falta de ensaios clínicos com amostras amplas e específicas para o público feminino, o que impede a generalização dos resultados. Ademais, a diversidade de métodos entre os estudos torn intervenções nutricionais diretamente. Diante disso, recomenda nutricionais personalizados de longo prazo, considerando fatores hormonais, psicossociais e culturais próprio s das mulheres. Estudos que integrem novas tecnologias de monitoramento remoto e avaliação de micronutrientes também representam um campo promissor para aprimorar a efetividade das estratégias nutricionais no manejo da DRC. REFERÊNCIAS BEER, J.; JACQUES, A.; LAMBERT, K.; LIM, W.; HOWELL, M.; BOU DVILLE, N. TELEnutrition and KIdNey hEalth Study: protocol for a randomised controlled trial comparing the effect of digital health to standard care on serum phoSphate control in patients on dIalysiS (TeleKinesis S https://doi.org/10.1136/bmjopen CARRERO, J. J. et al. Sex and gender disparities in the epidemiology and outcomes of chronic kidney disease. Nature Reviews Nephrology Disponível em: https://doi.org/10.1038/nrneph.2017.181 CHESNAYE, N. C. et al. kidney disease in men and women. 2024. Disponível em: https://doi.org/10.1038/s41581 CONTE, C. et al. Role of sex hormones in prevalent kidney diseases of Molecular Sciences , v. 24, n. 9, p. 8244, 4 maio 2023. Disponível em: https://doi.org/10.3390/ijms24098244 73 cada mulher, para que seu impacto seja positivo sobre o controle d os distúrbios metabólicos, estar e preservação da função renal. Dessa forma, apesar dos desafios clínicos relacionados a DRC, é possível através da intervenção nutricional retardar a progressão da doença, minimizar as complicações e orar a sobrevida das pacientes, preservando seu estado nutricional. Além disso, a atuação multiprofissional contribui de forma positiva para a eficácia do tratamento, além do uso de estratégias que auxiliem não só nos aspectos nutricionais das pacientes, questões psicológicas também. O trabalho teve como limitação a falta de ensaios clínicos com amostras amplas e específicas para o público feminino, o que impede a generalização dos resultados. Ademais, a diversidade de métodos entre os estudos torn a mais difícil comparar as intervenções nutricionais diretamente. Diante disso, recomenda - se que futuras pesquisas explorem o impacto de programas nutricionais personalizados de longo prazo, considerando fatores hormonais, psicossociais e s das mulheres. Estudos que integrem novas tecnologias de monitoramento remoto e avaliação de micronutrientes também representam um campo promissor para aprimorar a efetividade das estratégias nutricionais no manejo da DRC. A.; LAMBERT, K.; LIM, W.; HOWELL, M.; BOU DVILLE, N. TELEnutrition and KIdNey hEalth Study: protocol for a randomised controlled trial comparing the effect of digital health to standard care on serum phoSphate control in patients on dIalysiS (TeleKinesis S tudy). BMJ Open , v. 15, n. 5, p. e096381, 2025. Disponível em: https://doi.org/10.1136/bmjopen -2024-096381. al. Sex and gender disparities in the epidemiology and outcomes of Nature Reviews Nephrology , v. 14, n. 3, p. 151 https://doi.org/10.1038/nrneph.2017.181 . et al. Differences in the epidemiology, management and outcomes of kidney disease in men and women. Nature Reviews Nephrology , v. 20, n. 1, p. 7 https://doi.org/10.1038/s41581 -023-00784-z. Role of sex hormones in prevalent kidney diseases . International , v. 24, n. 9, p. 8244, 4 maio 2023. Disponível em: https://doi.org/10.3390/ijms24098244 . os distúrbios metabólicos, Dessa forma, apesar dos desafios clínicos relacionados a DRC, é possível através da intervenção nutricional retardar a progressão da doença, minimizar as complicações e orar a sobrevida das pacientes, preservando seu estado nutricional. Além disso, a atuação multiprofissional contribui de forma positiva para a eficácia do tratamento, além do uso de estratégias que auxiliem não só nos aspectos nutricionais das pacientes, mas nas questões psicológicas também. O trabalho teve como limitação a falta de ensaios clínicos com amostras amplas e específicas para o público feminino, o que impede a generalização dos a mais difícil comparar as se que futuras pesquisas explorem o impacto de programas nutricionais personalizados de longo prazo, considerando fatores hormonais, psicossociais e s das mulheres. Estudos que integrem novas tecnologias de monitoramento remoto e avaliação de micronutrientes também representam um campo promissor para A.; LAMBERT, K.; LIM, W.; HOWELL, M.; BOU DVILLE, N. TELEnutrition and KIdNey hEalth Study: protocol for a randomised controlled trial comparing the effect of digital health to standard care on serum phoSphate control in patients , v. 15, n. 5, p. e096381, 2025. Disponível em: al. Sex and gender disparities in the epidemiology and outcomes of , v. 14, n. 3, p. 151 –164, 22 jan. 2018. Differences in the epidemiology, management and outcomes of , v. 20, n. 1, p. 7 –20, 1 jan. . International Journal , v. 24, n. 9, p. 8244, 4 maio 2023. Disponível em: