3. INFLUÊNCI ALIMENTARES NA FERTILIDADE FEMININA: ESTRATÉGIAS NUTRICIONAIS NA SAÚDE INFLUENCE OF MICRONUTRIENTS AND DIETARY PATTERNS ON FEMALE FERTILITY: NUTRITIONAL STRATEGIES IN REPRODUCTIVE HEALTH Nutricionista. Doutora em Saúde Coletiva. Mestre em Saúde Pública. Professora Adjunta do Curso de Nutrição da Universidade Es Email do autor:
[email protected] RESUMO Introdução: A infertilidade é definida como a dificuldade de engravidar após 12 meses de relações sexuais regulares sem contracepção, podendo resultar de fatores femininos, masculinos ou desconhecidos. A alimentação exerce papel fundamental na saúde reprodutiva femin ina, influenciando diretamente a fertilidade, a qualidade dos gametas e o sucesso gestacional. Objetivo: Analisar a influência dos micronutrientes e padrões alimentares na fertilidade feminina. Métodos: narrativa, com abordagem qualitativa, realizada durante o mês de setembro de 2025, nas bases SciELO, PubMed, Portal de Periódicos da Capes e LILACS. Foram utilizados descritores em português e inglês relacionados à fertilidade, nutrição, mulher, micronutrientes e saúde reprodutiva, combinados com o operador booleano AND. Como critérios de inclusão, consideraram e inglês, disponíveis gratuitamente e que abordassem a temá feminino. Foram excluídos estudos com animais, trabalhos de conclusão de curso e publicações não relacionadas ao tema. Após a triagem de 1.197 artigos, 1.177 foram 29 INFLUÊNCI A DOS MICRONUTRIENTES E PADRÕES ALIMENTARES NA FERTILIDADE FEMININA: ESTRATÉGIAS NUTRICIONAIS NA SAÚDE REPRODUTIVA INFLUENCE OF MICRONUTRIENTS AND DIETARY PATTERNS ON FEMALE FERTILITY: NUTRITIONAL STRATEGIES IN REPRODUCTIVE HEALTH EIXO TEMÁTICO: Fertilidade Antonia Fernanda dos Santos Batista Graduanda em Nutrição pela Universidade Estadual do Ceará Emiliane Mendonça de Sousa Graduanda em Nutrição pela Universidade Estadual do Ceará Victória Moraes do Nascimento Graduanda e m Nutrição pela Universidade Estadual Do Ceará Ana Luísa Araújo Brito Graduanda em Nutrição pela Universidade Estadual do Ceará Jamilly Gouveia Frota Aragão Graduanda em Nutrição pela Universidade Estadual Do Ceará Alana Oliveira da Silva Graduanda em Nut rição pela Universidade Estadual Do Ceará Larissa Moreira Gadelha Graduanda em Nutrição pela Universidade Estadual Do Ceará Bárbara Mendes de Menezes Graduanda em Nutrição pela Universidade Estadual Do Ceará Luiza Torres Da Costa Graduanda em Nutrição pela Universidade Estadual Do Ceará Tatiana Uchôa Passos Nutricionista. Doutora em Saúde Coletiva. Mestre em Saúde Pública. Professora Adjunta do Curso de Nutrição da Universidade Es mail do autor:
[email protected] A infertilidade é definida como a dificuldade de engravidar após 12 meses de relações sexuais regulares sem contracepção, podendo resultar de fatores femininos, masculinos ou desconhecidos. A alimentação exerce papel fundamental na saúde reprodutiva ina, influenciando diretamente a fertilidade, a qualidade dos gametas e o sucesso Analisar a influência dos micronutrientes e padrões alimentares na Métodos: O presente estudo tratase de uma revisão de literatu narrativa, com abordagem qualitativa, realizada durante o mês de setembro de 2025, nas bases SciELO, PubMed, Portal de Periódicos da Capes e LILACS. Foram utilizados descritores em português e inglês relacionados à fertilidade, nutrição, mulher, micronutrientes e saúde reprodutiva, combinados com o operador booleano AND. Como critérios de inclusão, consideraram - se artigos publicados nos últimos dez anos, em português e inglês, disponíveis gratuitamente e que abordassem a temá tica proposta voltada ao público feminino. Foram excluídos estudos com animais, trabalhos de conclusão de curso e publicações não relacionadas ao tema. Após a triagem de 1.197 artigos, 1.177 foram A DOS MICRONUTRIENTES E PADRÕES ALIMENTARES NA FERTILIDADE FEMININA: ESTRATÉGIAS NUTRICIONAIS NA SAÚDE INFLUENCE OF MICRONUTRIENTS AND DIETARY PATTERNS ON FEMALE FERTILITY: NUTRITIONAL STRATEGIES IN REPRODUCTIVE HEALTH Antonia Fernanda dos Santos Batista Graduanda em Nutrição pela Universidade Estadual do Ceará Emiliane Mendonça de Sousa Graduanda em Nutrição pela Universidade Estadual do Ceará Victória Moraes do Nascimento m Nutrição pela Universidade Estadual Do Ceará Ana Luísa Araújo Brito Graduanda em Nutrição pela Universidade Estadual do Ceará Jamilly Gouveia Frota Aragão Graduanda em Nutrição pela Universidade Estadual Do Ceará Alana Oliveira da Silva rição pela Universidade Estadual Do Ceará Larissa Moreira Gadelha Graduanda em Nutrição pela Universidade Estadual Do Ceará Bárbara Mendes de Menezes Graduanda em Nutrição pela Universidade Estadual Do Ceará Luiza Torres Da Costa pela Universidade Estadual Do Ceará Tatiana Uchôa Passos Nutricionista. Doutora em Saúde Coletiva. Mestre em Saúde Pública. Professora Adjunta do Curso de Nutrição da Universidade Es tadual do Ceará. mail do autor:
[email protected] A infertilidade é definida como a dificuldade de engravidar após 12 meses de relações sexuais regulares sem contracepção, podendo resultar de fatores femininos, masculinos ou desconhecidos. A alimentação exerce papel fundamental na saúde reprodutiva ina, influenciando diretamente a fertilidade, a qualidade dos gametas e o sucesso Analisar a influência dos micronutrientes e padrões alimentares na se de uma revisão de literatu ra do tipo narrativa, com abordagem qualitativa, realizada durante o mês de setembro de 2025, nas bases SciELO, PubMed, Portal de Periódicos da Capes e LILACS. Foram utilizados descritores em padrões alimentares, micronutrientes e saúde reprodutiva, combinados com o operador booleano AND. Como se artigos publicados nos últimos dez anos, em português tica proposta voltada ao público feminino. Foram excluídos estudos com animais, trabalhos de conclusão de curso e publicações não relacionadas ao tema. Após a triagem de 1.197 artigos, 1.177 foram
excluídos, sendo 25 selecionados para leitura completa e, d Resultados e discussão: Os resultados indicam que micronutrientes como ferro, ácido fólico, cálcio, vitaminas A, D, B6, B12, zinco e ômega embrionária e o sucesso gestacional. Por outro consumo frequente de ultraprocessados aumentam o risco de obesidade, resistência à insulina e desequilíbrios hormonais, prejudicando a fertilidade. Dietas equilibradas, como a Mediterrânea e à base de plantas, ric inflamatórios, associamse à melhora da função reprodutiva e à redução do estresse oxidativo. Conclusão: A alimentação equilibrada, rica em nutrientes essenciais, é fundamental para a saúde reprodutiva feminina inadequados e o consumo de ultraprocessados prejudicam o equilíbrio hormonal e reduzem a qualidade dos gametas. Assim, ações de educação alimentar são essenciais para promover escolhas saudáveis, melhorar os desfechos reprodutivos e a qualidade de vida das mulheres. PALAVRASCHAVES: Mulher. ABSTRACT Introduction: Infertility is defined as the difficulty in becoming pregnant after 12 mont regular sexual intercourse without contraception, and may result from female, male, or unknown factors. Nutrition plays a fundamental role in female reproductive health, directly influencing fertility, gamete quality, and gestational success. influence of micronutrients and dietary patterns on female fertility. narrative literature review with a qualitative approach, conducted in September 2025, using the SciELO, PubMed, Capes Journal Portal, and LILA Portuguese and English related to fertility, nutrition, women, dietary patterns, micronutrients, and reproductive health were used, combined with the Boolean operator AND. Inclusion criteria were articles published in the last available, and addressing the proposed topic aimed at women. Studies involving animals, undergraduate thesis papers, and publications unrelated to the topic were excluded. After screening 1,197 articles, 1,177 w of these, 15 were included in the review. micronutrients such as iron, folic acid, calcium, vitamins A, D, B6, B12, zinc, and omega promote ov ulation, embryo implantation, and gestational success. On the other hand, inadequate dietary patterns and frequent consumption of ultra risk of obesity, insulin resistance, and hormonal imbalances, impairing fertility. Balanced diets, such as the Mediterranean and plant inflammatory compounds, are associated with improved reproductive function and reduced oxidative stress. Conclusion: female reproductive health, promoting ovulation and fertility. Inadequate dietary patterns and the consumption of ultraprocessed foods harm hormonal balance and reduce gamete quality. 30 excluídos, sendo 25 selecionados para leitura completa e, d estes, 15 incluídos na revisão. Os resultados indicam que micronutrientes como ferro, ácido fólico, cálcio, vitaminas A, D, B6, B12, zinco e ômega - 3 favorecem a ovulação, a implantação embrionária e o sucesso gestacional. Por outro lado, padrões alimentares inadequados e o consumo frequente de ultraprocessados aumentam o risco de obesidade, resistência à insulina e desequilíbrios hormonais, prejudicando a fertilidade. Dietas equilibradas, como a Mediterrânea e à base de plantas, ric as em fibras, antioxidantes e compostos anti se à melhora da função reprodutiva e à redução do estresse oxidativo. A alimentação equilibrada, rica em nutrientes essenciais, é fundamental para a saúde reprodutiva feminina favorecendo a ovulação e a fertilidade. Padrões alimentares inadequados e o consumo de ultraprocessados prejudicam o equilíbrio hormonal e reduzem a qualidade dos gametas. Assim, ações de educação alimentar são essenciais para promover melhorar os desfechos reprodutivos e a qualidade de vida das mulheres. CHAVES: Fertilidade; Micronutrientes; Padrões alimentares; Saúde da Infertility is defined as the difficulty in becoming pregnant after 12 mont regular sexual intercourse without contraception, and may result from female, male, or unknown factors. Nutrition plays a fundamental role in female reproductive health, directly influencing fertility, gamete quality, and gestational success. Objecti influence of micronutrients and dietary patterns on female fertility. Methods: narrative literature review with a qualitative approach, conducted in September 2025, using the SciELO, PubMed, Capes Journal Portal, and LILA CS databases. Descriptors in Portuguese and English related to fertility, nutrition, women, dietary patterns, micronutrients, and reproductive health were used, combined with the Boolean operator AND. Inclusion criteria were articles published in the last ten years, in Portuguese and English, freely available, and addressing the proposed topic aimed at women. Studies involving animals, undergraduate thesis papers, and publications unrelated to the topic were excluded. After screening 1,197 articles, 1,177 w ere excluded, 25 of which were selected for full reading, and of these, 15 were included in the review. Results and discussion: The results indicate that micronutrients such as iron, folic acid, calcium, vitamins A, D, B6, B12, zinc, and omega ulation, embryo implantation, and gestational success. On the other hand, inadequate dietary patterns and frequent consumption of ultra - processed foods increase the risk of obesity, insulin resistance, and hormonal imbalances, impairing fertility. Balanced diets, such as the Mediterranean and plant - based diets, rich in fiber, antioxidants, and anti inflammatory compounds, are associated with improved reproductive function and reduced Conclusion: A balanced diet, rich in essential nutrients female reproductive health, promoting ovulation and fertility. Inadequate dietary patterns and processed foods harm hormonal balance and reduce gamete quality. estes, 15 incluídos na revisão. Os resultados indicam que micronutrientes como ferro, ácido fólico, 3 favorecem a ovulação, a implantação lado, padrões alimentares inadequados e o consumo frequente de ultraprocessados aumentam o risco de obesidade, resistência à insulina e desequilíbrios hormonais, prejudicando a fertilidade. Dietas equilibradas, como a as em fibras, antioxidantes e compostos anti - se à melhora da função reprodutiva e à redução do estresse oxidativo. A alimentação equilibrada, rica em nutrientes essenciais, é fundamental para a favorecendo a ovulação e a fertilidade. Padrões alimentares inadequados e o consumo de ultraprocessados prejudicam o equilíbrio hormonal e reduzem a qualidade dos gametas. Assim, ações de educação alimentar são essenciais para promover melhorar os desfechos reprodutivos e a qualidade de vida das mulheres. Fertilidade; Micronutrientes; Padrões alimentares; Saúde da Infertility is defined as the difficulty in becoming pregnant after 12 mont hs of regular sexual intercourse without contraception, and may result from female, male, or unknown factors. Nutrition plays a fundamental role in female reproductive health, directly Objecti ve: To analyze the Methods: This study is a narrative literature review with a qualitative approach, conducted in September 2025, using CS databases. Descriptors in Portuguese and English related to fertility, nutrition, women, dietary patterns, micronutrients, and reproductive health were used, combined with the Boolean operator AND. Inclusion ten years, in Portuguese and English, freely available, and addressing the proposed topic aimed at women. Studies involving animals, undergraduate thesis papers, and publications unrelated to the topic were excluded. After ere excluded, 25 of which were selected for full reading, and The results indicate that micronutrients such as iron, folic acid, calcium, vitamins A, D, B6, B12, zinc, and omega -3 ulation, embryo implantation, and gestational success. On the other hand, processed foods increase the risk of obesity, insulin resistance, and hormonal imbalances, impairing fertility. Balanced based diets, rich in fiber, antioxidants, and anti - inflammatory compounds, are associated with improved reproductive function and reduced A balanced diet, rich in essential nutrients , is essential for female reproductive health, promoting ovulation and fertility. Inadequate dietary patterns and processed foods harm hormonal balance and reduce gamete quality.
Therefore, nutritional education is essential to pro outcomes, and improve women's quality of life. KEYWORDS: Fertility; Micronutrients; Dietary patterns; Woman’s Health. INTRODUÇÃO De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS, 2023) a infertilidade caracterizase pela dificuldade de alcançar uma gestação após 12 meses ou mais de relações sexuais regulares, sem o uso de métodos contraceptivos, podendo ocorrer tanto por fatores femininos, masculinos ou até mesmo por motivos inexplicáveis. A incapacidad e reprodutiva, seja ela primária, quando não há ocorrência prévia de gestação, ou secundária, quando já houve êxito em pelo menos uma gravidez anterior, afeta significamente a população em escala mundial, estima pessoas so frem com infertilidade ao longo da vida afetando cerca de 80 milhões de mulheres ao longo do mundo. Ademais, 15% dos casais não atribuído 35% da infertilidade a determinantes ligados ao sexo feminino (Skoracka 2021; OMS, 2023). Devido a fatores como o aumento da obesidade, maior exposição de xenobióticos e sedentarismo, há uma crescente preocupação com a saúde reprodutiva feminina, a qual constitui um aspecto fundamental da saúde integral da mulher (Yang Compreender a relevância do tema é essencial para melhor analisar e promover o acesso justo a serviços de saúde reprodutiva de qualidade, tão quanto explorar os fatores de riscos relacionados à disfunção reprodutiva (OMS, 2023). A partir disso, di buscado compreender a etiologia da infertilidade e seus fatores de risco, que podem ser modificáveis ou não. Entre eles, destacam tabagismo, sobrepeso/obesidade, consumo de bebidas alco al., 2023). Nesse sentido, pesquisas indicam que dietas equilibradas, ricas em vegetais, cereais integrais, peixes e óleos vegetais, favorecem melhores resultados em técnicas de reprodução assistida. Já o padrão ociden associase a pior qualidade de oócitos e embriões (Gaskins influência do padrão alimentar na qualidade dos gametas e no sucesso dos tratamentos reprodutivos. 31 Therefore, nutritional education is essential to pro mote healthy choices, improve reproductive outcomes, and improve women's quality of life. Fertility; Micronutrients; Dietary patterns; Woman’s Health. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS, 2023) a infertilidade se pela dificuldade de alcançar uma gestação após 12 meses ou mais de relações sexuais regulares, sem o uso de métodos contraceptivos, podendo ocorrer tanto por fatores femininos, masculinos ou até mesmo por motivos inexplicáveis. e reprodutiva, seja ela primária, quando não há ocorrência prévia de gestação, ou secundária, quando já houve êxito em pelo menos uma gravidez anterior, afeta significamente a população em escala mundial, estima - se que aproximadamente frem com infertilidade ao longo da vida afetando cerca de 80 milhões de mulheres ao longo do mundo. Ademais, 15% dos casais não têm a capacidade reprodutiva, sendo 35% da infertilidade a determinantes ligados ao sexo feminino (Skoracka Devido a fatores como o aumento da obesidade, maior exposição de xenobióticos e sedentarismo, há uma crescente preocupação com a saúde reprodutiva feminina, a qual constitui um aspecto fundamental da saúde integral da mulher (Yang Compreender a relevância do tema é essencial para melhor analisar e promover o acesso justo a serviços de saúde reprodutiva de qualidade, tão quanto explorar os fatores de riscos relacionados à disfunção reprodutiva (OMS, 2023). A partir disso, di buscado compreender a etiologia da infertilidade e seus fatores de risco, que podem ser modificáveis ou não. Entre eles, destacam - se a idade, alterações congênitas, danos tubários, tabagismo, sobrepeso/obesidade, consumo de bebidas alco ólicas e atividade física (Winter Nesse sentido, pesquisas indicam que dietas equilibradas, ricas em vegetais, cereais integrais, peixes e óleos vegetais, favorecem melhores resultados em técnicas de reprodução assistida. Já o padrão ociden tal, com carnes processadas, açúcares e gorduras saturadas, se a pior qualidade de oócitos e embriões (Gaskins et al ., 2019). Evidenciando a influência do padrão alimentar na qualidade dos gametas e no sucesso dos tratamentos mote healthy choices, improve reproductive Fertility; Micronutrients; Dietary patterns; Woman’s Health. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS, 2023) a infertilidade se pela dificuldade de alcançar uma gestação após 12 meses ou mais de relações sexuais regulares, sem o uso de métodos contraceptivos, podendo ocorrer tanto por fatores e reprodutiva, seja ela primária, quando não há ocorrência prévia de gestação, ou secundária, quando já houve êxito em pelo menos uma gravidez anterior, afeta se que aproximadamente 1 a cada 6 frem com infertilidade ao longo da vida afetando cerca de 80 milhões de mulheres a capacidade reprodutiva, sendo 35% da infertilidade a determinantes ligados ao sexo feminino (Skoracka et al., Devido a fatores como o aumento da obesidade, maior exposição de xenobióticos e sedentarismo, há uma crescente preocupação com a saúde reprodutiva feminina, a qual constitui um aspecto fundamental da saúde integral da mulher (Yang et al., 2023). Compreender a relevância do tema é essencial para melhor analisar e promover o acesso justo a serviços de saúde reprodutiva de qualidade, tão quanto explorar os fatores de riscos relacionados à disfunção reprodutiva (OMS, 2023). A partir disso, di versos estudos têm buscado compreender a etiologia da infertilidade e seus fatores de risco, que podem ser se a idade, alterações congênitas, danos tubários, ólicas e atividade física (Winter et Nesse sentido, pesquisas indicam que dietas equilibradas, ricas em vegetais, cereais integrais, peixes e óleos vegetais, favorecem melhores resultados em técnicas de reprodução tal, com carnes processadas, açúcares e gorduras saturadas, ., 2019). Evidenciando a influência do padrão alimentar na qualidade dos gametas e no sucesso dos tratamentos
Outro fa tor importante é a obesidade, que exerce forte impacto sobre a fertilidade. O excesso de tecido adiposo, principalmente na região abdominal, pode desregular o equilíbrio hormonal e comprometer a ovulação, favorecendo casos de infertilidade anovulatória (Zh et al ., 2020). Além disso, condições associadas, como resistência insulínica e inflamação crônica de baixo grau, influenciam negativamente tanto a função ovariana quanto a receptividade endometrial, diminuindo as chances de concepção natural e também o de sucesso em terapias de reprodução assistida. Por esse motivo, manter um peso corporal saudável por meio da alimentação adequada e da prática regular de atividade física se mostra fundamental para a promoção da fertilidade e a prevenção de dist Ademais ao sobrepeso e a obesidade, outro fator que influencia diretamente a infertilidade é o baixo peso. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o indivíduo que possui um Índice de Massa Corporal (IMC) abaixo de 18,5, enquadra de baixo peso. Em casos de mulheres abaixo do peso é observado uma deficiência de energia que pode implicar na desregulação do eixo hipotálamo uma deficiência na secreção do hormônio gerador de gonadotro para o acontecimento do ciclo reprodutivo (Łakoma preocupação quanto à fertilidade não está ligada apenas à obesidade, mas da mesma forma ao baixo peso, pois ambos podem gerar desregulações metab peso corporal dentro da eutrofia, e uma ingestão calórica com qualidade nutricional. Para complementar, estudos mais recentes mostram que a adoção de intervenções nutricionais individualizadas pode trazer benefícios não também para a função ovariana e para a receptividade endometrial (Oliveira isso, priorizar uma alimentação baseada em alimentos in natura e minimamente processados, junto com a manutenção de hábitos reduzir fatores de risco metabólicos ligados à infertilidade. Diante do exposto, fica claro o quanto a atuação do nutricionista é importante no suporte à saúde reprodutiva, colocando a nutrição como u ma ferramenta essencial tanto na prevenção quanto no tratamento, especialmente no período pré Este capítulo tem como objetivo analisar a relação entre micronutrientes, padrões alimentares e fertilidade femin antioxidantes e ácidos graxos essenciais, bem como a influência da dieta sobre a saúde dos gametas, regulação hormonal e desenvolvimento intrauterino, propondo estratégias nutricionais para a promoção 32 tor importante é a obesidade, que exerce forte impacto sobre a fertilidade. O excesso de tecido adiposo, principalmente na região abdominal, pode desregular o equilíbrio hormonal e comprometer a ovulação, favorecendo casos de infertilidade anovulatória (Zh ., 2020). Além disso, condições associadas, como resistência insulínica e inflamação crônica de baixo grau, influenciam negativamente tanto a função ovariana quanto a receptividade endometrial, diminuindo as chances de concepção natural e também o de sucesso em terapias de reprodução assistida. Por esse motivo, manter um peso corporal saudável por meio da alimentação adequada e da prática regular de atividade física se mostra fundamental para a promoção da fertilidade e a prevenção de dist úrbios reprodutivos. Ademais ao sobrepeso e a obesidade, outro fator que influencia diretamente a infertilidade é o baixo peso. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o indivíduo que possui um Índice de Massa Corporal (IMC) abaixo de 18,5, enquadra de baixo peso. Em casos de mulheres abaixo do peso é observado uma deficiência de energia que pode implicar na desregulação do eixo hipotálamo -hipófisegonadal (HPG), causando uma deficiência na secreção do hormônio gerador de gonadotro fina (GnRH), que é essencial para o acontecimento do ciclo reprodutivo (Łakoma et al ., 2023). Observa preocupação quanto à fertilidade não está ligada apenas à obesidade, mas da mesma forma ao baixo peso, pois ambos podem gerar desregulações metab ólicas. Assim, sendo recomendado o peso corporal dentro da eutrofia, e uma ingestão calórica com qualidade nutricional. Para complementar, estudos mais recentes mostram que a adoção de intervenções nutricionais individualizadas pode trazer benefícios não só para o equilíbrio metabólico, mas também para a função ovariana e para a receptividade endometrial (Oliveira isso, priorizar uma alimentação baseada em alimentos in natura e minimamente processados, junto com a manutenção de hábitos de vida saudáveis, mostrase uma estratégia eficaz para reduzir fatores de risco metabólicos ligados à infertilidade. Diante do exposto, fica claro o quanto a atuação do nutricionista é importante no suporte à saúde reprodutiva, colocando a ma ferramenta essencial tanto na prevenção quanto no tratamento, especialmente no período pré - concepção em casos de distúrbios de fertilidade. Este capítulo tem como objetivo analisar a relação entre micronutrientes, padrões alimentares e fertilidade femin ina, destacando o papel de vitaminas, minerais, fibras, antioxidantes e ácidos graxos essenciais, bem como a influência da dieta sobre a saúde dos gametas, regulação hormonal e desenvolvimento intrauterino, propondo estratégias nutricionais para a promoção da saúde reprodutiva. tor importante é a obesidade, que exerce forte impacto sobre a fertilidade. O excesso de tecido adiposo, principalmente na região abdominal, pode desregular o equilíbrio hormonal e comprometer a ovulação, favorecendo casos de infertilidade anovulatória (Zh eng ., 2020). Além disso, condições associadas, como resistência insulínica e inflamação crônica de baixo grau, influenciam negativamente tanto a função ovariana quanto a receptividade endometrial, diminuindo as chances de concepção natural e também o s índices de sucesso em terapias de reprodução assistida. Por esse motivo, manter um peso corporal saudável por meio da alimentação adequada e da prática regular de atividade física se mostra úrbios reprodutivos. Ademais ao sobrepeso e a obesidade, outro fator que influencia diretamente a infertilidade é o baixo peso. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o indivíduo que possui um Índice de Massa Corporal (IMC) abaixo de 18,5, enquadra -se na classificação de baixo peso. Em casos de mulheres abaixo do peso é observado uma deficiência de energia gonadal (HPG), causando fina (GnRH), que é essencial ., 2023). Observa -se que a preocupação quanto à fertilidade não está ligada apenas à obesidade, mas da mesma forma ao ólicas. Assim, sendo recomendado o peso corporal dentro da eutrofia, e uma ingestão calórica com qualidade nutricional. Para complementar, estudos mais recentes mostram que a adoção de intervenções só para o equilíbrio metabólico, mas também para a função ovariana e para a receptividade endometrial (Oliveira et al., 2024). Por isso, priorizar uma alimentação baseada em alimentos in natura e minimamente processados, se uma estratégia eficaz para reduzir fatores de risco metabólicos ligados à infertilidade. Diante do exposto, fica claro o quanto a atuação do nutricionista é importante no suporte à saúde reprodutiva, colocando a ma ferramenta essencial tanto na prevenção quanto no tratamento, concepção em casos de distúrbios de fertilidade. Este capítulo tem como objetivo analisar a relação entre micronutrientes, padrões ina, destacando o papel de vitaminas, minerais, fibras, antioxidantes e ácidos graxos essenciais, bem como a influência da dieta sobre a saúde dos gametas, regulação hormonal e desenvolvimento intrauterino, propondo estratégias
METODOLOGIA Tratase de uma revisão de literatura do tipo narrativa, utilizando uma abordagem qualitativa. Esse tipo de revisão, segundo Sukhera (2022), é uma análise crítica de estudos já publicados, com o objetivo de oferecer uma identificar lacunas científicas e situar o estudo em seu contexto teórico e metodológico. Diferente de revisões sistemáticas, possui metodologia mais simplificada e flexível. As fontes são escolhidas por sua relev exige rigor na seleção das evidências, o que garante a fidedignidade das interpretações. Em um primeiro momento, ocorreu a formulação da pergunta norteadora dessa pesquisa: “Há influência dos feminina?”. Além disso, foram investigadas, também, as estratégias nutricionais na saúde reprodutiva das mulheres e f A partir disso, foram realizadas busca de dados eletrônicas SciELO Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), utilizando língua inglesa e portuguesa, relacio “mulher”, “padrões alimentares”, “micronutrientes” e “saúde reprodutiva”. Os descritores foram combinados utilizando o descritor booleano ser utilizada em cada base de dados. Em seguida, o material bibliográfico selecionado passou por uma leitura exploratória, sendo os achados organizados, sintetizados e interpretados. Para a inclusão dos artigos, foram estabelecidos critérios que consistiam em ser artigos escr disponibilizados nos últimos 10 anos, abordassem a temática proposta e estarem associados ao sexo feminino. Além disso, foram excluídos artigos que não estavam disponíveis de forma gratuita para o acesso, que não contemplavam ao para estudo e Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC). Ao final, foram encontrados 1.197 artigos e excluídos 1.177, pelos critérios acima citados. Diante disso, foram selecionados 2 apenas 15 destes foram incluídos nesta revisão narrativa. A alta exclusão de artigos ocorreu porque, durante a análise, muitos deles não estavam relacionados à saúde reprodutiva feminina, já que 630 eram direc masculina e 154 eram estudos associados às plantas. O restante não contemplava o estudo ao tema. Dessa forma, não atendendo aos critérios previamente estabelecidos para a seleção. 33 se de uma revisão de literatura do tipo narrativa, utilizando uma abordagem qualitativa. Esse tipo de revisão, segundo Sukhera (2022), é uma análise crítica de estudos já publicados, com o objetivo de oferecer uma visão ampla sobre determinado tema. Busca identificar lacunas científicas e situar o estudo em seu contexto teórico e metodológico. Diferente de revisões sistemáticas, possui metodologia mais simplificada e flexível. As fontes são escolhidas por sua relev ância conceitual, histórica ou contextual. Apesar da liberdade, exige rigor na seleção das evidências, o que garante a fidedignidade das interpretações. Em um primeiro momento, ocorreu a formulação da pergunta norteadora dessa pesquisa: “Há influência dos micronutrientes e dos padrões alimentares na fertilidade Além disso, foram investigadas, também, as estratégias nutricionais na saúde reprodutiva das mulheres e f atores associados à fertilidade feminina. A partir disso, foram realizadas busca s durante o mês de setembro de 2025, nas bases SciELO , PubMed, Portal de Periódicos da CAPES e Literatura Latino Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), utilizando - língua inglesa e portuguesa, relacio nados a cada subtema, como “fertilidade”, “nutrição”, “padrões alimentares”, “micronutrientes” e “saúde reprodutiva”. Os descritores foram combinados utilizando o descritor booleano AND para construir a estratégia de busca a base de dados. Em seguida, o material bibliográfico selecionado passou por uma leitura exploratória, sendo os achados organizados, sintetizados e interpretados. Para a inclusão dos artigos, foram estabelecidos critérios que consistiam em ser artigos escr itos em inglês e português, disponibilizados nos últimos 10 anos, abordassem a temática proposta e estarem associados ao sexo feminino. Além disso, foram excluídos artigos que não estavam disponíveis de forma gratuita para o acesso, que não contemplavam ao estudo do tema, os que utilizavam animais para estudo e Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC). Ao final, foram encontrados 1.197 artigos e excluídos 1.177, pelos critérios acima citados. Diante disso, foram selecionados 2 5 para leitura na íntegra e, após nova análise, destes foram incluídos nesta revisão narrativa. A alta exclusão de artigos ocorreu porque, durante a análise, muitos deles não estavam relacionados à saúde reprodutiva feminina, já que 630 eram direc masculina e 154 eram estudos associados às plantas. O restante não contemplava o estudo ao tema. Dessa forma, não atendendo aos critérios previamente estabelecidos para a seleção. se de uma revisão de literatura do tipo narrativa, utilizando uma abordagem qualitativa. Esse tipo de revisão, segundo Sukhera (2022), é uma análise crítica de estudos já visão ampla sobre determinado tema. Busca identificar lacunas científicas e situar o estudo em seu contexto teórico e metodológico. Diferente de revisões sistemáticas, possui metodologia mais simplificada e flexível. As fontes ância conceitual, histórica ou contextual. Apesar da liberdade, exige rigor na seleção das evidências, o que garante a fidedignidade das interpretações. Em um primeiro momento, ocorreu a formulação da pergunta norteadora dessa micronutrientes e dos padrões alimentares na fertilidade Além disso, foram investigadas, também, as estratégias nutricionais na saúde s durante o mês de setembro de 2025, nas bases , PubMed, Portal de Periódicos da CAPES e Literatura Latino - - se de descritores, em nados a cada subtema, como “fertilidade”, “nutrição”, “padrões alimentares”, “micronutrientes” e “saúde reprodutiva”. Os descritores para construir a estratégia de busca a Em seguida, o material bibliográfico selecionado passou por uma leitura exploratória, sendo os achados organizados, sintetizados e interpretados. Para a inclusão dos artigos, foram itos em inglês e português, disponibilizados nos últimos 10 anos, abordassem a temática proposta e estarem associados ao sexo feminino. Além disso, foram excluídos artigos que não estavam disponíveis de forma estudo do tema, os que utilizavam animais Ao final, foram encontrados 1.197 artigos e excluídos 1.177, pelos critérios acima para leitura na íntegra e, após nova análise, A alta exclusão de artigos ocorreu porque, durante a análise, muitos deles não estavam relacionados à saúde reprodutiva feminina, já que 630 eram direc ionados à fertilidade masculina e 154 eram estudos associados às plantas. O restante não contemplava o estudo ao tema. Dessa forma, não atendendo aos critérios previamente estabelecidos para a seleção.
Outrossim, para fins de organização e controle, util auxiliar na separação dos artigos selecionados. De forma objetiva, essa separação ocorreu incluindo o ano de publicação, o link, a base de dados mostra o fluxograma referente às etap Figura 1. Fluxograma de seleção dos artigos. Fonte: Autoria própria. Os estudos selecionados foram analisados integralmente, e as informações extraídas foram organizadas em subtópicos: papel dos micronutrientes na fertilidade feminina; padrões alimentares e fertilidade; estratégias nutricionais na saúde reprodutiva da mulher e, por fim, fatores associados à f ertilidade RESULTADOS E DISCUSSÃO Papel dos Micronutrientes na Fertilidade Feminina Pesquisas evidenciam que padrões alimentares ricos em nutrientes esse ferro, ácido fólico e cálcio, exercem papel fundamental na manutenção da saúde reprodutiva feminina. A carência desses nutrientes pode resultar em complicações gestacionais, como parto prematuro e baixo peso ao nascer. Além disso, alimentos co antioxidantes, como frutas e hortaliças, têm sido relacionados à melhora da qualidade dos óvulos e espermatozoides, contribuindo para maiores chances de concepção e fertilidade (Oliveira et al., 2024). Há indícios de que o ácido f diretamente a fertilidade. Estudos apontam que a suplementação de ácido fólico, Total de artigos achados = 1.197 Retirados após leitura inicial = 5 34 Outrossim, para fins de organização e controle, util izouse o Google Planilhas, para auxiliar na separação dos artigos selecionados. De forma objetiva, essa separação ocorreu incluindo o ano de publicação, o link, a base de dados e os descritores utilizados. A Figura 1 mostra o fluxograma referente às etap as de seleção dos artigos. Fluxograma de seleção dos artigos. Os estudos selecionados foram analisados integralmente, e as informações extraídas foram organizadas em subtópicos: papel dos micronutrientes na fertilidade feminina; padrões estratégias nutricionais na saúde reprodutiva da mulher e, por fim, ertilidade feminina. RESULTADOS E DISCUSSÃO Papel dos Micronutrientes na Fertilidade Feminina Pesquisas evidenciam que padrões alimentares ricos em nutrientes esse ferro, ácido fólico e cálcio, exercem papel fundamental na manutenção da saúde reprodutiva feminina. A carência desses nutrientes pode resultar em complicações gestacionais, como parto prematuro e baixo peso ao nascer. Além disso, alimentos co m elevada concentração de antioxidantes, como frutas e hortaliças, têm sido relacionados à melhora da qualidade dos óvulos e espermatozoides, contribuindo para maiores chances de concepção e fertilidade Há indícios de que o ácido f ólico, a vitamina B12 e a vitamina B6 influenciem diretamente a fertilidade. Estudos apontam que a suplementação de ácido fólico, Excluídos = 1.177 Artigos potenciais = 25 Analisados minuciosamente= 20 Artigos incluídos = 15 se o Google Planilhas, para auxiliar na separação dos artigos selecionados. De forma objetiva, essa separação ocorreu e os descritores utilizados. A Figura 1 Os estudos selecionados foram analisados integralmente, e as informações extraídas foram organizadas em subtópicos: papel dos micronutrientes na fertilidade feminina; padrões estratégias nutricionais na saúde reprodutiva da mulher e, por fim, Pesquisas evidenciam que padrões alimentares ricos em nutrientes esse nciais, como ferro, ácido fólico e cálcio, exercem papel fundamental na manutenção da saúde reprodutiva feminina. A carência desses nutrientes pode resultar em complicações gestacionais, como m elevada concentração de antioxidantes, como frutas e hortaliças, têm sido relacionados à melhora da qualidade dos óvulos e espermatozoides, contribuindo para maiores chances de concepção e fertilidade ólico, a vitamina B12 e a vitamina B6 influenciem diretamente a fertilidade. Estudos apontam que a suplementação de ácido fólico, Artigos potenciais = 25 Artigos incluídos
especialmente em doses superiores às indicadas para prevenir defeitos congênitos e em combinação com vitamina B12 antes da con aumentar o êxito em técnicas de reprodução assistida (TRA). Contudo, ainda não existem ensaios clínicos randomizados que confirmem a associação entre altas doses de ácido fólico e os resultados positivos já descritos em pesquisas observacionais (Gaskins A vitamina A desempenha funções essenciais na regulação da esteroidogênese, na diferenciação celular e na proteção antioxidante durante o desenvolvimento do ovócito e do embrião. Sua ação antiox idante ajuda a reduzir o estresse oxidativo, preservando a qualidade dos folículos e promovendo condições mais favoráveis para a fertilização. Níveis adequados de vitamina A estão associados à manutenção da competência reprodutiva, enquanto o excesso pode resultar em efeitos teratogênicos, evidenciando a necessidade de monitoramento e suplementação controlada (Mashhadi, A vitamina D também parece desempenhar um papel importante na regulação das funções reprodutivas femininas. Evidências mostr diversos tecidos dos órgãos reprodutivos, como ovários, endométrio, placenta, hipófise e hipotálamo (Skoracka, et al., podem estar relacionados à síndrom sucesso da reprodução assistida. Entretanto, não foi observada relação significativa entre vitamina D e fertilidade em mulheres saudáveis (Chen Uma metaanálise revelou que não há diferen vitamina D entre mulheres com SOP e mulheres sem a condição. Porém, destacou deficiência de vitamina D é bastante prevalente em mulheres com SOP e está associada a diversas comorbidades. De fato, aquelas com ní maior ocorrência de alterações endócrinas e metabólicas quando comparadas às que possuem concentrações adequadas. É relevante frisar que a vitamina D apresenta propriedades anti inflamatórias e imunomoduladoras, principais causas de infertilidade (Skoracka O zinco, por sua vez, é fundamental para a síntese de DNA, a divisão celular e a maturação do oócito, atuando em processos críticos da ovu desenvolvimento embrionário. A ingestão adequada desse mineral contribui para a melhora do ambiente folicular, reforçando os resultados positivos na fecundabilidade e nas taxas de sucesso em técnicas de reprodução assistida (Mashhadi, Os ácidos graxos ômega desempenham um papel crucial na fertilidade feminina ao influenciar múltiplos processos 35 especialmente em doses superiores às indicadas para prevenir defeitos congênitos e em combinação com vitamina B12 antes da con cepção pode favorecer a ocorrência da gravidez e aumentar o êxito em técnicas de reprodução assistida (TRA). Contudo, ainda não existem ensaios clínicos randomizados que confirmem a associação entre altas doses de ácido fólico e descritos em pesquisas observacionais (Gaskins A vitamina A desempenha funções essenciais na regulação da esteroidogênese, na diferenciação celular e na proteção antioxidante durante o desenvolvimento do ovócito e do idante ajuda a reduzir o estresse oxidativo, preservando a qualidade dos folículos e promovendo condições mais favoráveis para a fertilização. Níveis adequados de vitamina A estão associados à manutenção da competência reprodutiva, enquanto o resultar em efeitos teratogênicos, evidenciando a necessidade de monitoramento e suplementação controlada (Mashhadi, et al., 2025). A vitamina D também parece desempenhar um papel importante na regulação das funções reprodutivas femininas. Evidências mostr am que seus receptores estão presentes em diversos tecidos dos órgãos reprodutivos, como ovários, endométrio, placenta, hipófise e et al., 2021). Pesquisas sugerem que os níveis séricos de vitamina D podem estar relacionados à síndrom e dos ovários policísticos (SOP), à endometriose e ao sucesso da reprodução assistida. Entretanto, não foi observada relação significativa entre vitamina D e fertilidade em mulheres saudáveis (Chen et al., 2020). análise revelou que não há diferen ças expressivas nas concentrações de vitamina D entre mulheres com SOP e mulheres sem a condição. Porém, destacou deficiência de vitamina D é bastante prevalente em mulheres com SOP e está associada a diversas comorbidades. De fato, aquelas com ní veis insuficientes dessa vitamina apresentam maior ocorrência de alterações endócrinas e metabólicas quando comparadas às que possuem concentrações adequadas. É relevante frisar que a vitamina D apresenta propriedades anti inflamatórias e imunomoduladoras, e sua carência pode estar ligada à endometriose, uma das principais causas de infertilidade (Skoracka et al., 2021). O zinco, por sua vez, é fundamental para a síntese de DNA, a divisão celular e a maturação do oócito, atuando em processos críticos da ovu desenvolvimento embrionário. A ingestão adequada desse mineral contribui para a melhora do ambiente folicular, reforçando os resultados positivos na fecundabilidade e nas taxas de sucesso em técnicas de reprodução assistida (Mashhadi, et al., 2025). Os ácidos graxos ômega - 3, particularmente o ácido docosahexaenóico (DHA), desempenham um papel crucial na fertilidade feminina ao influenciar múltiplos processos especialmente em doses superiores às indicadas para prevenir defeitos congênitos e em cepção pode favorecer a ocorrência da gravidez e aumentar o êxito em técnicas de reprodução assistida (TRA). Contudo, ainda não existem ensaios clínicos randomizados que confirmem a associação entre altas doses de ácido fólico e descritos em pesquisas observacionais (Gaskins et al., 2018). A vitamina A desempenha funções essenciais na regulação da esteroidogênese, na diferenciação celular e na proteção antioxidante durante o desenvolvimento do ovócito e do idante ajuda a reduzir o estresse oxidativo, preservando a qualidade dos folículos e promovendo condições mais favoráveis para a fertilização. Níveis adequados de vitamina A estão associados à manutenção da competência reprodutiva, enquanto o resultar em efeitos teratogênicos, evidenciando a necessidade de monitoramento A vitamina D também parece desempenhar um papel importante na regulação das am que seus receptores estão presentes em diversos tecidos dos órgãos reprodutivos, como ovários, endométrio, placenta, hipófise e 2021). Pesquisas sugerem que os níveis séricos de vitamina D e dos ovários policísticos (SOP), à endometriose e ao sucesso da reprodução assistida. Entretanto, não foi observada relação significativa entre ças expressivas nas concentrações de vitamina D entre mulheres com SOP e mulheres sem a condição. Porém, destacou -se que a deficiência de vitamina D é bastante prevalente em mulheres com SOP e está associada a veis insuficientes dessa vitamina apresentam maior ocorrência de alterações endócrinas e metabólicas quando comparadas às que possuem concentrações adequadas. É relevante frisar que a vitamina D apresenta propriedades anti - e sua carência pode estar ligada à endometriose, uma das O zinco, por sua vez, é fundamental para a síntese de DNA, a divisão celular e a lação, fertilização e desenvolvimento embrionário. A ingestão adequada desse mineral contribui para a melhora do ambiente folicular, reforçando os resultados positivos na fecundabilidade e nas taxas de 3, particularmente o ácido docosahexaenóico (DHA), desempenham um papel crucial na fertilidade feminina ao influenciar múltiplos processos
reprodutivos. Sua presença no fluido folicular contribui para a composição ade membrana do ovócito, garantindo maior integridade celular e facilitando a comunicação entre células durante o desenvolvimento folicular. Além disso, os ômega modulação de prostaglandinas anti endometrial mais favorável à maturação ovocitária, fertilização e implantação embrionária (Mashhadi, et al., 2025). Padrões Alimentares e Fertilidade Os padrões alimentares podem ser caracterizados por um conjunto de hábitos frequentes do in divíduo relacionados a sua alimentação, tais como a quantidade ingerida, proporção e variedade de alimentos. Estudos recentes apontam o impacto significativo dos padrões alimentares à infertilidade, apresentando que diferenças significativas entre as mulhe res férteis e as com distúrbios de fertilidade estão associadas ao estilo de vida, como alimentação e atividade física ( Um estudo mostrou que os fatores socioeconômicos e culturais influenciam os padrões alimentares, a renda alimentos que ele pode ter na sua dieta. Observa natura e a preferência do consumo de ultraprocessados devido a acessibilidade e praticidade, refletindo, as sim, na qualidade nutricional da alimentação. Ressalta insegurança alimentar e padrões alimentares inadequados é prejudicial à saúde reprodutiva (Andrade et al, 2020). Nesse sentido, em relação ao consumo alimentar, as mulheres na idade reprodutiva podem ser acometidas com condições nutricionais adversas como doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) e deficiências de micronutrientes, devido o alto consumo de produtos ultraprocessados e baixo consumo de alimentos como frutas e hortaliças (Andrade 2020). Nesse sentido, dentre as DCNTs vale sua relação com a infertilidade feminina. O estudo de doença crônica, apontou sua capacidade de prejudicar a saúde reprodutiva por provocar maior estresse oxidativo e distúrbios no metabolismo dos hormônios sexuais. Evidenciando os malefícios provocados a fertilidade pelos padrões alimentares inade Ademais, dietas de baixa qualidade nutricional podem ter como consequência a ingestão inadequada de micronutrientes essenciais para a saúde reprodutiva feminina. Como foi citado anteriormente, os minerais são de suma importância para os processos fisiológi 36 reprodutivos. Sua presença no fluido folicular contribui para a composição ade membrana do ovócito, garantindo maior integridade celular e facilitando a comunicação entre células durante o desenvolvimento folicular. Além disso, os ômega modulação de prostaglandinas anti - inflamatórias, promovendo um ambiente f endometrial mais favorável à maturação ovocitária, fertilização e implantação embrionária Padrões Alimentares e Fertilidade Os padrões alimentares podem ser caracterizados por um conjunto de hábitos divíduo relacionados a sua alimentação, tais como a quantidade ingerida, proporção e variedade de alimentos. Estudos recentes apontam o impacto significativo dos padrões alimentares à infertilidade, apresentando que diferenças significativas entre as res férteis e as com distúrbios de fertilidade estão associadas ao estilo de vida, como alimentação e atividade física ( Łakoma; Kukharuk; Śliż, 2023). Um estudo mostrou que os fatores socioeconômicos e culturais influenciam os padrões alimentares, a renda de um indivíduo tem relação direta com a disponibilidade de alimentos que ele pode ter na sua dieta. Observa - se a redução do consumo de alimentos in natura e a preferência do consumo de ultraprocessados devido a acessibilidade e praticidade, sim, na qualidade nutricional da alimentação. Ressalta - se que a associação entre insegurança alimentar e padrões alimentares inadequados é prejudicial à saúde reprodutiva Nesse sentido, em relação ao consumo alimentar, as mulheres na idade reprodutiva podem ser acometidas com condições nutricionais adversas como doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) e deficiências de micronutrientes, devido o alto consumo de produtos ultraprocessados e baixo consumo de alimentos como frutas e hortaliças (Andrade 2020). Nesse sentido, dentre as DCNTs vale - se citar a obesidade, diversos estudos avaliam a sua relação com a infertilidade feminina. O estudo de Fichman et al. doença crônica, apontou sua capacidade de prejudicar a saúde reprodutiva por provocar maior estresse oxidativo e distúrbios no metabolismo dos hormônios sexuais. Evidenciando os malefícios provocados a fertilidade pelos padrões alimentares inade quados. Ademais, dietas de baixa qualidade nutricional podem ter como consequência a ingestão inadequada de micronutrientes essenciais para a saúde reprodutiva feminina. Como foi citado anteriormente, os minerais são de suma importância para os processos fisiológi reprodutivos. Sua presença no fluido folicular contribui para a composição ade quada da membrana do ovócito, garantindo maior integridade celular e facilitando a comunicação entre células durante o desenvolvimento folicular. Além disso, os ômega -3 participam da inflamatórias, promovendo um ambiente f olicular e endometrial mais favorável à maturação ovocitária, fertilização e implantação embrionária Os padrões alimentares podem ser caracterizados por um conjunto de hábitos divíduo relacionados a sua alimentação, tais como a quantidade ingerida, proporção e variedade de alimentos. Estudos recentes apontam o impacto significativo dos padrões alimentares à infertilidade, apresentando que diferenças significativas entre as res férteis e as com distúrbios de fertilidade estão associadas ao estilo de vida, como Um estudo mostrou que os fatores socioeconômicos e culturais influenciam os de um indivíduo tem relação direta com a disponibilidade de se a redução do consumo de alimentos in natura e a preferência do consumo de ultraprocessados devido a acessibilidade e praticidade, se que a associação entre insegurança alimentar e padrões alimentares inadequados é prejudicial à saúde reprodutiva Nesse sentido, em relação ao consumo alimentar, as mulheres na idade reprodutiva podem ser acometidas com condições nutricionais adversas como doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) e deficiências de micronutrientes, devido o alto consumo de produtos ultraprocessados e baixo consumo de alimentos como frutas e hortaliças (Andrade et al, se citar a obesidade, diversos estudos avaliam a et al. em 2020 sobre essa doença crônica, apontou sua capacidade de prejudicar a saúde reprodutiva por provocar maior estresse oxidativo e distúrbios no metabolismo dos hormônios sexuais. Evidenciando os quados. Ademais, dietas de baixa qualidade nutricional podem ter como consequência a ingestão inadequada de micronutrientes essenciais para a saúde reprodutiva feminina. Como foi citado anteriormente, os minerais são de suma importância para os processos fisiológi cos
da reprodução, influenciando na qualidade dos ovócitos e fertilização (Skoracka, 2021). Resultados referentes a diferentes estudos apresentam que padrão de dieta ocidental afeta negativamente a saúde reprodutiva, já o padrão de nutricional med está associado a diversos benefícios à saúde. Diferente do estilo de alimentação ocidental caracterizado por ingestões de alta densidade calórica e baixo consumo de fibras e minerais a dieta mediterrânea tradicional, além de promo diminui a possibilidade de ganho de peso e do desenvolvimento de resistência à insulina. Dessa maneira, minimizando riscos de distúrbios endócrinos e estresse oxidativo que podem causar impactos negativos a fe Nos últimos anos, observa compreensão da influência da microbiota intestinal sobre os mecanismos fisiológicos do organismo humano. O estudo relatou a re obesidade, mostraram promover benefícios ao estimularem seletivamente o crescimento e a atividade de bactérias benéficas que colonizam o intestino grosso. A maioria desses compostos eram oligossacarídeos ou pol de origem vegetal, como hortaliças, cereais integrais e produtos fortificados. Associada ao consumo de prebióticos, o aumento do crescimento de bactérias benéficas ao intestino contribui para a normalizaç (Calcaterra et al, 2021). O consumo de álcool, mesmo em uma quantidade moderada, é responsável por efeitos negativos para a saúde (Łakoma; Kukharuk; Śliż, 2023). De acordo com Skoracka h á evidências que indicam que o alto consumo de álcool pode estar associado à diminuição da fertilidade e ao aumento do risco de distúrbios menstruais. Demais impacto do uso de bebidas alcoólicas e cigarros à saúde reprodutiva feminina, dificultam a instalação da possível gravidez ao interferir nos níveis hormonais e diminuir a libido (Fichman et al. , 2020). Além disso, a pesquisa de relação entre o tabagismo e á infertilidade, afirmando que a partir dos estudos encontrados podese supor que mulheres que fumam tem 1,85 vezes mais chances de apresentarem distúrbios na fertilidade em comparação com as mulheres não fazem u Estratégias Nutricionais na Saúde Reprodutiva da Mulher Os estudos evidenciam o papel da alimentação como fator para o favorecimento da fertilidade, tendo ela papel modulador positivo ou negativo, a depender dos padrões 37 da reprodução, influenciando na qualidade dos ovócitos e fertilização (Skoracka, Resultados referentes a diferentes estudos apresentam que padrão de dieta ocidental afeta negativamente a saúde reprodutiva, já o padrão de nutricional med está associado a diversos benefícios à saúde. Diferente do estilo de alimentação ocidental caracterizado por ingestões de alta densidade calórica e baixo consumo de fibras e minerais a dieta mediterrânea tradicional, além de promo ver diferentes efeitos benéficos para a saúde, diminui a possibilidade de ganho de peso e do desenvolvimento de resistência à insulina. Dessa maneira, minimizando riscos de distúrbios endócrinos e estresse oxidativo que podem causar impactos negativos a fe rtilidade feminina (Łakoma; Kukharuk; Śliż, 2023). Nos últimos anos, observa - se um aumento significativo nas pesquisas voltadas à compreensão da influência da microbiota intestinal sobre os mecanismos fisiológicos do organismo humano. O estudo relatou a re lação do uso de prebióticos em indivíduos com obesidade, mostraram promover benefícios ao estimularem seletivamente o crescimento e a atividade de bactérias benéficas que colonizam o intestino grosso. A maioria desses compostos eram oligossacarídeos ou pol issacarídeos de cadeia curta presentes em alimentos de origem vegetal, como hortaliças, cereais integrais e produtos fortificados. Associada ao consumo de prebióticos, o aumento do crescimento de bactérias benéficas ao intestino contribui para a normalizaç ão do processo inflamatório e o aumento da tolerância à glicose O consumo de álcool, mesmo em uma quantidade moderada, é responsável por efeitos negativos para a saúde (Łakoma; Kukharuk; Śliż, 2023). De acordo com Skoracka á evidências que indicam que o alto consumo de álcool pode estar associado à diminuição da fertilidade e ao aumento do risco de distúrbios menstruais. Demais impacto do uso de bebidas alcoólicas e cigarros à saúde reprodutiva feminina, dificultam a instalação da possível gravidez ao interferir nos níveis hormonais e diminuir a , 2020). Além disso, a pesquisa de Hazlina et al em 2022 relação entre o tabagismo e á infertilidade, afirmando que a partir dos estudos encontrados se supor que mulheres que fumam tem 1,85 vezes mais chances de apresentarem distúrbios na fertilidade em comparação com as mulheres não fazem u so de cigarros. Estratégias Nutricionais na Saúde Reprodutiva da Mulher Os estudos evidenciam o papel da alimentação como fator para o favorecimento da fertilidade, tendo ela papel modulador positivo ou negativo, a depender dos padrões da reprodução, influenciando na qualidade dos ovócitos e fertilização (Skoracka, et al., Resultados referentes a diferentes estudos apresentam que padrão de dieta ocidental afeta negativamente a saúde reprodutiva, já o padrão de nutricional med iterrâneo demonstrou está associado a diversos benefícios à saúde. Diferente do estilo de alimentação ocidental - caracterizado por ingestões de alta densidade calórica e baixo consumo de fibras e minerais -, ver diferentes efeitos benéficos para a saúde, diminui a possibilidade de ganho de peso e do desenvolvimento de resistência à insulina. Dessa maneira, minimizando riscos de distúrbios endócrinos e estresse oxidativo que podem rtilidade feminina (Łakoma; Kukharuk; Śliż, 2023). se um aumento significativo nas pesquisas voltadas à compreensão da influência da microbiota intestinal sobre os mecanismos fisiológicos do lação do uso de prebióticos em indivíduos com obesidade, mostraram promover benefícios ao estimularem seletivamente o crescimento e a atividade de bactérias benéficas que colonizam o intestino grosso. A maioria desses issacarídeos de cadeia curta presentes em alimentos de origem vegetal, como hortaliças, cereais integrais e produtos fortificados. Associada ao consumo de prebióticos, o aumento do crescimento de bactérias benéficas ao intestino ão do processo inflamatório e o aumento da tolerância à glicose O consumo de álcool, mesmo em uma quantidade moderada, é responsável por efeitos negativos para a saúde (Łakoma; Kukharuk; Śliż, 2023). De acordo com Skoracka et al á evidências que indicam que o alto consumo de álcool pode estar associado à diminuição da fertilidade e ao aumento do risco de distúrbios menstruais. Demais autores ressaltam o impacto do uso de bebidas alcoólicas e cigarros à saúde reprodutiva feminina, já que, dificultam a instalação da possível gravidez ao interferir nos níveis hormonais e diminuir a em 2022 relata sobre a relação entre o tabagismo e á infertilidade, afirmando que a partir dos estudos encontrados se supor que mulheres que fumam tem 1,85 vezes mais chances de apresentarem so de cigarros. Os estudos evidenciam o papel da alimentação como fator para o favorecimento da fertilidade, tendo ela papel modulador positivo ou negativo, a depender dos padrões