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Programa e livro de resumos – 11º Congresso Internacional em Saúde (CISaúde-2024): Capacitação, Consciencialização e Educação para ganhos em Saúde desde a Infância

Abstract

Este livro apresenta o "Programa e Livro de Resumos" do 11º Congresso Internacional em Saúde, realizado de 17 a 19 de julho de 2024 na Universidade do Minho. Este é um evento científico que reúne profissionais, estudantes e investigadores da área da Saúde, na sua globalidade. O congresso é organizado em parceria há muito firmada entre a Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUÍ), na cidade de Ijuí, no Estado do Rio Grande do Sul, Brasil e o Centro de Investigação em Estudos da Criança (CIEC) do Instituto de Educação da Universidade do Minho (UMinho), em Braga, Portugal. O evento teve início na UNIJUÍ em 2011 e realizou-se pela primeira vez na UMinho em 2018. Com regularidade anual, o evento ocorre de forma alternada entre estas duas instituições de ensino superior e investigação. Os temas subjacentes a cada edição têm procurado ser resposta às questões de saúde que emergem em cada momento da sua organização. Desde uma atividade de pós-graduação e intercâmbio de docentes, passando pelo enfrentamento da pandemia COVID-19 e seguindo para uma adaptação a novas formas de interagir e comunicar, o Congresso Internacional em Saúde tem vindo a fortalecer-se e a expandir a sua rede de participantes a cada ano e edição que passa. No presente ano de 2024 temos o 11º Congresso Internacional em Saúde a ser realizado no CIEC do Instituto de Educação da Universidade do Minho, de 17 a 19 de julho. O tema de ancoragem do 11ºCIS é Capacitação, Consciencialização e Educação para Ganhos em Saúde desde a Infância, palavras-chave para devolver a cada indivíduo o poder de gerir, resgatar e promover a sua saúde e a dos outros.

Full text

ZÉLIA ANASTÁCIO, REGINA ALVES, GRAÇA CARVALHO & ELIANE ROSELI WINKELMANN (ORGS.) P og ama e Li o de Resumos 17 a 19 de julho de 2024 CIS 2024 2 FICHA TÉCNICA Edi o es: Zélia Anas ácio, Regina Al es, G aça Ca alho & Eliane Roseli Winkelmann Tí ulo: 11.º Cong esso In e nacional em Saúde: Capaci ação, Consciencialização e Educação pa a Ganhos em Saúde desde a In ância - li o de esumos Modalidade: e-book Edi o : CIEC NOTA DE APRESENTAÇÃO O Cong esso In e nacional em Saúde é um e en o cien í ico que eúne p o issionais, es udan es e in es igado es da á ea da Saúde, na sua globalidade. O cong esso é o ganizado em pa ce ia há mui o i mada en e a Uni e sidade Regional do No oes e do Es ado do Rio G ande do Sul (UNIJUÍ), na cidade de Ijuí, no Es ado do Rio G ande do Sul, B asil e o Cen o de In es igação em Es udos da C iança (CIEC) do Ins i u o de Educação da Uni e sidade do Minho (UMinho), em B aga, Po ugal. O e en o e e início na UNIJUÍ em 2011 e ealizou-se pela p imei a ez na UMinho em 2018. Com egula idade anual, o e en o oco e de o ma al e nada en e es as duas ins i uições de ensino supe io e in es igação. Os emas subjacen es a cada edição êm p ocu ado se espos a às ques ões de saúde que eme gem em cada momen o da sua o ganização. Desde uma a i idade de pós-g aduação e in e câmbio de docen es, passando pelo en en amen o da pandemia COVID-19 e seguindo pa a uma adap ação a no as o mas de in e agi e comunica , o Cong esso In e nacional em Saúde em indo a o alece -se e a expandi a sua ede de pa icipan es a cada ano e edição que passa. No p esen e ano de 2024 emos o 11º Cong esso In e nacional em Saúde a se ealizado no CIEC do Ins i u o de Educação da Uni e sidade do Minho, de 17 a 19 de julho. O ema de anco agem do 11ºCIS é Capaci ação, Consciencialização e Educação pa a Ganhos em Saúde desde a In ância, pala as-cha e pa a de ol e a cada indi íduo o pode de ge i , esga a e p omo e a sua saúde e a dos ou os. Sabendo do in e esse e en ol imen o da ex ensa comunidade cien í ica em emas de saúde, con idamos pa a a pa icipação e pa ilha de conhecimen os e expe iências que i ão en iquece o elenco de painéis p og amados pa a es e encon o de e lexão salu a . Sejam Bem Vindos! A Coo denado a do 11ºCIS Zélia Caçado Anas ácio CIS 2024 3 ÍNDICE COMISSÃO CIENTÍFICA ................................................................................................................. 6 COMISSÃO ORGANIZADORA INTERNACIONAL .................................................................... 7 ORGANIZAÇÃO LOCAL E SECRETARIADO ............................................................................. 7 COORDENAÇÃO DO 11º CIS ........................................................................................................ 7 COORDENAÇÃO INTERNACIONAL ............................................................................................ 7 COMITÊ INTERNACIONAL ............................................................................................................ 7 PROGRAMA GERAL ....................................................................................................................... 8 CONFERÊNCIAS .............................................................................................................................. 9 CONFERÊNCIA PLENÁRIA 1 ................................................................................................. 9 CONFERÊNCIA PLENÁRIA 2 ............................................................................................... 10 CONFERÊNCIA PLENÁRIA 3 ............................................................................................... 11 CONFERÊNCIA PLENÁRIA 4 ............................................................................................... 12 CONFERÊNCIA PLENÁRIA 5 ............................................................................................... 14 CONFERÊNCIA PLENÁRIA 6 ............................................................................................... 15 CONFERÊNCIA PLENÁRIA 7 ............................................................................................... 15 SESSÕES PARALELAS ............................................................................................................... 17 SESSÃO PARALELA 1 ........................................................................................................... 17 SESSÃO PARALELA 2 ........................................................................................................... 18 SESSÃO PARALELA 3 ........................................................................................................... 19 SESSÃO PARALELA 4 ........................................................................................................... 20 SESSÕES DE PÓSTERS .............................................................................................................. 21 LIVRO DE RESUMOS .................................................................................................................... 23 ÁREA TEMÁTICA: ALIMENTAÇÃO, NUTRIÇÃO, SAÚDE E ESTÉTICA ............................ 23 EDUCAÇÃO ALIMENTAR E NUTRICIONAL INCORPORADA AO CURRÍCULO ESCOLAR: UM ESTUDO DAS CENOURAS NA HORTA ESCOLAR ............................ 23 DOR MUSCULOESQUELÉTICA EM ENFERMEIROS ATUANTES NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE ............................................................................................................... 23 ÁREA TEMÁTICA: ATIVIDADE FÍSICA / DESPORTIVA E SAÚDE .................................... 24 OS ÍNDICES DE COMPOSIÇÃO CORPORAL, FORÇA E POTÊNCIA MUSCULAR NOS DIFERENTES NÍVEIS COMPETITIVOS DO FUTSAL ............................................. 24 ANÁLISE DE HÁBITOS DE VIDA E FATORES DE BEM ESTAR COM ELOS NOS NÍVEIS DE PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA DE ADOLESCENTES .......................... 24 RESISTÊNCIA GASTROINTESTINAL DE CEPAS PROBIÓTICAS DE LACTOBACILLUS ..................................................................................................................... 25 ÁREA TEMÁTICA: CIÊNCIAS BIOMÉDICAS ........................................................................... 25 ANÁLISE DA ADESÃO AO TRATAMENTO DE GESTANTES E PARCEIROS EXPOSTOS A SÍFILIS .............................................................................................................. 25 ANTICORPO ANTI-PP1PK, ABORDAGEM LABORATORIAL DE UM CASO CLÍNICO ....................................................................................................................................................... 26 ÁREA TEMÁTICA: EDUCAÇÃO ESPECIAL, DESENVOLVIMENTO E SAÚDE ............... 27 AVALIAÇÃO DA LINGUAGEM DE CRIANÇAS EM MODALIDADE DE ACOLHIMENTO RESIDENCIAL: UM ESTUDO NA REGIÃO NORTE DE PORTUGAL ....................................................................................................................................................... 27 INTERVENÇÃO EM COMPETÊNCIAS FONOLÓGICAS PARA ALUNOS COM PERDA AUDITIVA: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA .......................................................... 27 EARLY COMMUNICATION INDICATOR – PORTUGAL: UM INSTRUMENTO PARA AVALIAR E MONITORIZAR O DESENVOLVIMENTO DA COMUNICAÇÃO EXPRESSIVA EM IDADES PRECOCES .............................................................................. 28 O POTENCIAL DA SOCIALIZAÇÃO ESCOLAR NO DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM DA CRIANÇA COM SCZV ..................................................................... 28 ÁREA TEMÁTICA: EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE EM CONTEXTOS EDUCATIVOS ....... 29 O EXERCÍCIO PROFISSIONAL DE ENFERMEIROS NA EDUCAÇÃO EM SAÚDE NA SAÚDE MENTAL ....................................................................................................................... 29 EDUCAÇÃO EM SAÚDE EM LIVROS DIDÁTICOS DE CIÊNCIAS DA NATUREZA E SUAS TECNOLOGIAS: ESTUDOS PRELIMINARES ........................................................ 29 A INSERÇÃO DA METACOGNIÇÃO EM PESQUISAS EM EDUCAÇÃO EM SAÚDE: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA ......................................................................................... 30 SAÚDE E BEM-ESTAR: A EXPERIÊNCIA DO PROJETO RAVHA NO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA – CEFET/RJ-BRASIL .................................................................................................................. 31 SAÚDE MENTAL E EMOCIONAL NA SALA DE AULA DE CIÊNCIAS NATURAIS DO SUL DA COLÔMBIA .......................................................................................................... 31 REFLEXÕES SOBRE EDUCAÇÃO EM SAÚDE E FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE CIÊNCIAS: UM ESTUDO SOBRE BACTÉRIAS E FUNGOS EM BEBIDAS ENLATAS .................................................................................................................................... 32 DESAFIOS DA FORMAÇÃO EM EDUCAÇÃO EM SAÚDE A PARTIR DA ÁREA DE SAÚDE MENTAL ....................................................................................................................... 32 PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL E BEM-ESTAR NO ENSINO SUPERIOR, D.R.E.A.M. ................................................................................................................................... 33 VACINAR PARA PREVENIR: UM ESTUDO COM ALUNOS DO 6.º ANO DE ESCOLARIDADE ....................................................................................................................... 33 E-BUG PLATFORM: CONTRIBUTION TO HEALTH LITERACY PROMOTION ........... 34 GAMIFICAÇÃO EM SAÚDE: EPIWARE............................................................................... 34 CIS 2024 4 CONTEÚDO DE UM E-BOOK PARA PROFISSIONAIS SOBRE PREVENÇÃO DE DOENÇAS CARDIOVASCULARES EM MULHERES RECLUSAS ............................... 35 ÁREA TEMÁTICA: EDUCAÇÃO PARA A SEXUALIDADE, GÉNERO E SAÚDE ............. 36 LA SEXUALIDAD DE LAS PERSONAS CON DISCAPACIDAD INTELECTUAL MODERADA ............................................................................................................................... 36 ANÁLISIS DE EFICACIA DE SALUDIVERSEX-M©: PROGRAMA DE EDUCACIÓN AFECTIVO-SEXUAL PARA PERSONAS CON DI MODERADA .................................... 36 FORTALECENDO FAMÍLIAS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES AUTISTAS NA PREVENÇÃO DO ABUSO SEXUAL ATRAVÉS DA EDUCAÇÃO PARA SEXUALIDADE .......................................................................................................................... 37 A ABORDAGEM DO HIV/AIDS EM LIVROS DIDÁTICOS BRASILEIROS DE CIÊNCIAS/BIOLOGIA, SABERES E VALORES: 1986-1996 ........................................ 37 ÁREA TEMÁTICA: EMERGÊNCIA, ENFERMAGEM, FISIOTERAPIA E FONOAUDIOLOGIA ....................................................................................................................... 38 A INSERÇÃO DO TREINAMENTO MUSCULAR INSPIRATÓRIO COMO RECURSO NO PROTOCOLO DE REABILITAÇÃO CARDIOVASCULAR.......................................... 38 O USO DE ESTRATÉGIAS QUE VISAM MELHORAR O ATRASO VACINAL DE CRIANÇAS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA .................................................................... 38 ÁREA TEMÁTICA: EPIDEMIOLOGIA E SAÚDE PÚBLICA .................................................. 39 DADOS EPIDEMIOLÓGICOS DOS IDOSOS ADSCRITOS EM UMA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE DA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO DE CAMPINA GRANDE/PB - BRASIL........................................................................................................................................ 39 ANÁLISE DOS CASOS DE DENGUE NOS MUNICÍPIOS DA 17a COORDENADORIA REGIONAL DE SAÚDE NO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2023 ...................................... 40 ANÁLISE DE MORTE SÚBITA DE CAUSA DESCONHECIDA DE IDOSOS SOCORRIDOS PELO SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIA (SAMU) DE UM MUNICÍPIO DA REGIÃO SUL DO BRASIL .......................................................... 40 IDENTIFICAÇÃO DA EXPOSIÇÃO MATERNA A AGROTÓXICOS ................................ 41 MORTALIDADE DE PACIENTES COM COVID-19 INTERNADOS NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA .............................................................................................................. 41 VODKA: BEBIDA ALCOÓLICA FAVORITA DOS ESTUDANTES DO ENSINO MÉDIO EM ESCOLA NO NORTE DO RS ........................................................................................... 42 ÁREA TEMÁTICA: FAMÍLIA, CUIDADORES E DOENÇA CRÓNICA ................................. 42 FUNCIONALIDADE FAMILIAR: RELAÇÃO COM O GRAU DE DEPENDÊNCIA À NICOTINA ................................................................................................................................... 42 TRANSIÇÃO DO CUIDADO DE PESSOAS COM DOENÇAS CRÔNICAS: CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS QUE INFLUENCIAM ..................................................... 43 PERCEÇÃO DA AUTOEFICÁCIA NOS COMPORTAMENTOS DE ADESÃO AO PAPEL DE CUIDADOR: RELAÇÃO COM VARIÁVEIS SOCIODEMOGRÁFICAS ...... 43 BEM-ESTAR PSICOLÓGICO PARENTAL E QUALIDADE DE VIDA EM CRIANÇAS SAUDÁVEIS E COM LEUCEMIA: ESTUDO COMPARATIVO ......................................... 44 DISTRESS E QUALIDADE DE VIDA EM PACIENTES COM FIBRILAÇÃO AURICULAR ............................................................................................................................... 45 DESAFIOS DA ALIMENTAÇÃO EM FIM DE VIDA: UMA REVISÃO NARRATIVA ... 45 CONHECIMENTO DOS ESTUDANTES DE ENFERMAGEM SOBRE A DOENÇA DE ALZHEIMER: UM ESTUDO DESCRITIVO E CORRELACIONAL ................................... 46 ÁREA TEMÁTICA: FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE ............................................................................................................................................................ 46 FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES SOBRE ATIVIDADES DE MICROBIOLOGIA USANDO MATERIAL DE FÁCIL ACESSO PARA A 8.ª CLASSE EM MOÇAMBIQUE ATIVIDADE “OBSERVAÇÃO DE MICRORGANISMOS DE UMA INFUSÃO ..................................................................................................................................... 46 INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E OS NOVOS AMBIENTES DE ENSINO E APRENDIZAGEM ...................................................................................................................... 47 ÁREA TEMÁTICA: POLÍTICAS DE SAÚDE .............................................................................. 47 ÍNDICE DE SAÚDE INFANTIL E OS DETERMINANTES SOCIAIS: MODELO DE PREDIÇÃO DA SAÚDE DAS CRIANÇAS ........................................................................... 47 COMPROMETIMENTO ORGANIZACIONAL DOS ENFERMEIROS DA UNIDADE LOCAL DE SAÚDE DO NORDESTE DE PORTUGAL: UM ESTUDO TRANSVERSAL ....................................................................................................................................................... 48 ÁREA TEMÁTICA: PÓS PANDEMIA DE COVID-19 .............................................................. 48 AVALIAÇÃO DA FORÇA MUSCULAR PERIFÉRICA DE PACIENTES PÓS-COVID- 19 PRÉ E PÓS-REABILITAÇÃO PULMONAR .................................................................. 48 PACIENTES PÓS-COVID-19 MELHORAM SINTOMAS APÓS O PROGRAMA DE REABILITAÇÃO PULMONAR ................................................................................................ 49 RASTREIO SEROLÓGICO À COVID-19 EM PEQUENOS RUMINANTES DE EXPLORAÇÕES DO NORDESTE TRANSMONTANO ...................................................... 49 ALTERAÇÕES NA SAÚDE E SINTOMATOLOGIA MENSTRUAL DE ADOLESCENTES APÓS CONTACTO COM O SARS-COV-2 ......................................... 50 ÁREA TEMÁTICA: PREVENÇÃO DA VIOLÊNCIA E DO BULLYING NA ESCOLA ........ 50 A LITERATURA INFANTIL PARA PREVENÇÃO DA VIOLÊNCIA SEXUAL: ANÁLISE DE MATERIAIS....................................................................................................... 50 ÁREA TEMÁTICA: PROMOÇÃO E EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE ...................................... 51 CIS 2024 5 BARREIRAS À IMPLEMENTAÇÃO DA PROMOÇÃO E EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE EM MEIO ESCOLAR: A PERCEÇÃO DOS PROFESSORES E DOS ENFERMEIROS DE SAÚDE ESCOLAR ............................................................................................................. 51 HORTA FAMILIAR: PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL E EDUCAÇÃO ALIMENTAR E NUTRICIONAL ....................................................................................................................... 52 ORIENTAÇÃO FARMACÊUTICA PARA USUÁRIOS DE INSULINOTERAPIA NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE: UMA PESQUISA AÇÃO ............................................ 52 CLÍNICA-ESCOLA DE PSICOLOGIA, INTERSETORIALIDADE E SAÚDE MENTAL DA CRIANÇA ............................................................................................................................. 53 GIRA A ROLETA: LUDICIDADE NAS OFICINAS DE PREVENÇÃO ÀS IST .............. 53 REDES SOCIAIS, LITERACIA EM SAÚDE E MEDICINA ALTERNATIVA E COMPLEMENTAR: UMA REVISÃO NARRATIVA ............................................................. 54 RELATO DE EXPERIÊNCIA: PROCESSO EDUCATIVO E PROMOÇÃO DA SAÚDE DE MÃES DE BEBÊS COM ANQUILOGLOSSIA .............................................................. 54 ATIVIDADE DE EDUCAÇÃO EM SAÚDE AUXILIA A MELHORA DO CONHECIMENTO EM SAÚDE ASSOCIADO A FISIOTERAPIA EM PACIENTES CARDIOPATAS .......................................................................................................................... 55 DISCRIMINAÇÃO NA SAÚDE: UM ESTUDO EM ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS ....................................................................................................................................................... 55 TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS PARA EDUCAÇÃO EM SAÚDE: PRODUÇÕES DE UM PROGRAMA DE PÓS-GRADAÇÃO EM ENFERMAGEM ........................................ 56 ÁREA TEMÁTICA: SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE ...................................... 56 O CONTROLO POSTURAL DO TRONCO NAS CRIANÇAS: UM ESTUDO DE AVALIAÇÃO NO AMBIENTE NATURAL PRÉ-ESCOLAR .............................................. 56 FATORES DE RISCO E RESULTADOS DO DISTRESS PARENTAL NAS QUEIMADURAS PEDIÁTRICAS: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA ................................. 57 A LITERATURA COMO RECURSO TERAPÊUTICO NA INFÂNCIA.............................. 58 RELAÇÃO ENTRE O NÚMERO DE CONSULTAS PRÉ-NATAL E A NECESSIDADE DE UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA NEONATAL EM PREMATUROS ................ 58 ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO PACIENTE ONCOLÓGICO PEDIÁTRICO EM CUIDADOS PALIATIVOS: UMA REVISÃO NARRATIVA ................................................. 59 ESOTROPIA CONGÊNITA ASSOCIADA AO ATRASO NO DESENVOLVIMENTO INFANTIL: UM RELATO DE CASO ....................................................................................... 59 GENERAL AND CENTRAL OBESITY IN ITALIAN ADOLESCENTS: INFLUENCE OF SPORTS PRACTICE AND LIFESTYLE HABITS ................................................................ 60 RESULTADOS ESCOLARES DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES NASCIDOS PRÉ- TERMOS: REVISÃO INTEGRATIVA DA LITERATURA .................................................... 60 ÁREA TEMÁTICA: SAÚDE DA PESSOA IDOSA E ENVELHECIMENTO ATIVO ............ 61 AVALIAÇÃO DO SOFRIMENTO EXISTENCIAL NA PESSOA EM SITUAÇÃO PALIATIVA: UMA REVISÃO NARRATIVA .......................................................................... 61 ÁREA TEMÁTICA: SAÚDE MENTAL E COMPETÊNCIAS SOCIO EMOCIONAIS ........... 62 IDENTIFICAÇÃO DOS PRINCIPAIS FATORES DE RISCO PARA CRISE DO TRANSTORNO BIPOLAR E PRINCIPAIS TÉCNICAS DA TCC PARA CONTROLE DE CRISE ........................................................................................................................................... 62 PERSPETIVAS SOBRE A SOLIDÃO E O ISOLAMENTO SOCIAL DOS JOVENS EM SITUAÇÃO NEET....................................................................................................................... 62 ÁREA TEMÁTICA: SAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVA ....................................................... 63 SAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVA DE MULHERES EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA CONJUGAL ................................................................................................................................. 63 EXPOSIÇÃO AO AMINOCARB PROMOVE A PRODUÇÃO DE ANDROSTENEDIONA ....................................................................................................................................................... 63 RELACIONAMENTOS AFETIVO-SEXUAIS ENTRE MULHERES PRIVADAS DE LIBERDADE ............................................................................................................................... 64 ÁREA TEMÁTICA: SAÚDE, AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE ...................................... 65 BIOMARCADORES GENOTÓXICOS EM AGRICULTORES EXPOSTOS A PESTICIDAS ............................................................................................................................... 65 RESÍDUOS DE GLIFOSATO EM BEBÊS E CRIANÇAS: REVISÃO .............................. 65 ÁREA TEMÁTICA: TERAPÊUTICAS, FARMACOLOGIA E TECNOLOGIAS DA SAÚDE66 OS MEDICAMENTOS MANIPULADOS NA TERAPÊUTICA ........................................... 66 A IMPORTÂNCIA DA VACINA MENINGOCÓCICA ACWY .............................................. 66 CIS 2024 6 COMISSÃO CIENTÍFICA Ad iana Moh (UFSC, SC, B asil) Ad iana Sampaio (EPsi-UMinho, Po ugal) Ad iane C is ina Be na Kolankiewicz (UNIJUÍ, RS, B asil) Amâncio Ca alho (UTAD; CIEC-UMinho, Po ugal) Ana Cláudia Bo olozzi Maia (UNESP, SP, B asil) Ana Cláudia Coelho (Uni e sidade de T ás-os-Mon es e Al o Dou o, Po ugal) Ana Isabel Isid o (Uni e sidade de Salamanca, Espanha) Ana Ma ia Gal ão (Ins i u o Poli écnico de B agança, Po ugal) Ana Ma ia Se ano (IE, Uni e sidade do Minho, Po ugal) Ana Pa ícia Pad ão (Uni e sidade do Po o, Po ugal) Ana Paula Loução Ma ins (IE, Uni e sidade do Minho, Po ugal) Ana Paula Pe ei a (IE, Uni e sidade do Minho, Po ugal) Ana Paula Pilla (UNIJUÍ, B asil) Anabela C uz dos San os (IE, Uni e sidade do Minho, Po ugal) And ea S opiglia Guedes B aide (ESP/CE, B asil) An ónio Camilo Cunha (CIEC-UMinho, Po ugal) An ónio Rui Gomes (CIEC-UMinho, Po ugal) Ca los Albe o Magalhães Júnio (UEM, Ma ingá, B asil) Ca los Albuque que (IP Viseu, Po ugal) Ca ol Jogla (Uni e sidad de San iago de Chile, Chile) Cecília Gue a (Uni e sidade do Po o, Po ugal) Celes e An ão (IP B agança, Po ugal) Ch is ina P aça B asil (UNIFOR, CE, B asil) Cláudia Thomé da Rosa Piase zki (UNIJUI, RS, B asil) C is ina A aújo Ma ins (CIEC-UMinho, Po ugal) Diane Dua e Ha mann (UNIJUÍ, RS, B asil) Dominique Be ge (Uni e si é Lyon 1, F ance) Elena Rod íguez Na ei as (Uni e sidad de La Laguna, Tene i e, Espanha) Eliane Roseli Winkelmann (UNIJUÍ, RS, B asil) Eliane San os (UFFS, RS, B asil) Elias F. Amo egui Cedeno (Uni e sidade Su Colombiana, Colômbia) Elsa Meina di (Uni e sidad de Buenos Ai es, A gen ina) El i a Pa icia Flo ez (Uni e sidad de Có doba, Colombia) Es ela Mon ei o (Uni e sidade Fede al de Pe nambuco, PE, B asil) Eugénia Anes (IP B agança, Po ugal) E a Te esinha de Oli ei a Bo (UNIJUÍ, RS, B asil) Fabiana Diniz Ku z da Sil a (UNIJUI, RS, B asil) Fabiane P es es (UNIJUI, RS, B asil) Fabio Man edini (Fe a a, I ália) Fe nanda F anzolini (UFABC. B asil) Flo encio Vicen e Cas o (Uni e sidade da Ex emadu a,Espanha) Ia a Denise End uwei Ba is i (UFFS, RS, B asil) I ma B i o (ESSE, IPCoimb a, Po ugal) Isabela Rêgo Ba os (UNICAP, PE, B asil) Isilda Rod igues (UTAD, Po ugal) I one Pa ão (ISPA, Ins i u o Uni e si á io, Po ugal) Jaime Conceição (Uni e sidade do Alga e, Po ugal) Jaqueline Ri e (Uni e sidade Fede al do Rio G ande, FURG, B asil) Joana To es (Escola Supe io de Educação de Fa e | IEES, Po ugal) Jona han And es Mosque a (Uni e sidade Su colombiana, Nei a, Colombia) Jo ge Boni o (U É o a, Po ugal) José P ecioso (CIEC-UMinho, Po ugal) La issa Paim Be na do (UNIJUÍ, RS, B asil) Leonel Lusquinhos Oli ei a (Escola de En e magem, Uni e sidade de É o a, Po ugal Lilian Conceição Almeida (Escola de En e magem, UFBA, B asil Luísa Ne es (IP Viana do Cas elo, Po ugal) Madalena Cunha (IP Viseu, Po ugal) Manecas Cândido (Uni e sidade Pedagógica, Moçambique) Ma celo B i es (CiTechCa e – Cen e o Inno a i e Ca e and Heal h Technology, Ins i u o Poli écnico de Lei ia, Po ugal) Má cia Roye (UNESPAR, PR, B asil) Ma ia C is ina Panse a de A aújo (UNIJUÍ, RS, B asil) CIS 2024 7 Ma ia da G aça Pe ei a (UMinho, Po ugal) Ma ia da G aça S. Ca alho (UMinho, Po ugal) Ma ia de Lou des Pe ei a (U A ei o, Po ugal) Ma ia Dolo es Gil Lla io (Uni e sidade de Valencia, Espanha) Ma ia Go e i Mendes (UMinho, Po ugal) Ma ia Isabel Condessa ( Uni e sidade dos Aço es, Po ugal) Mei i Mi anda (Uni e sidade Fede al do ABC, SP, B asil) Miguel Rebelo (Ins i u o Poli écnico de Cas elo B anco, Po ugal) Nadi lene Pe ei a Gomes (Escola de En e magem, UFBA, B asil) Nelson Lima (Uni e sidade do Minho, Po ugal) Paula C is ina Ma ins (CIEC-UMinho, Po ugal) Paulo Ma a (IP B agança, Po ugal) Ra ael Balles e -A nal (Uni e sidade Jaume I, Cas ellon, Espanha) Ra aela Fe ei a Pe obelli Dumoncel (UNIJUÍ, RS B asil) Raimunda Sil a (UNIFOR, CE, B asil) Regina Al es (Uni e sidade No a de Lisboa, Po ugal ) Robe o Tadeu Laochi e (UNESP, B asil) Ronaldo Sil a (UNILA, B asil) Rosa B anca T acana (IP Gua da; CIEC-UMinho, Po ugal) Ru e San os (IE, Uni e sidade do Minho Po ugal) Shalima Calega i (UNESPAR, PR, B asil) Sil ana Bene ides (Uni e sidade Fede al do Ma o G osso, B asil) Simão Vilaça (CIEC-UMinho, Po ugal) Sónia Oli ei a (CICECO, Uni e sidade de A ei o, Po ugal) Suzymei i Ba oni (UFFS, RS, B asil) Thiago Gomes Heck (UNIJUÍ, RS, B asil) Tiago Ven u i (UFPR, Pa aná, B asil) Vee anoo Nissapa o n (U Delhi, Índia) Vidica Bianchi (UNIJUÍ, RS, B asil) Zélia Caçado Anas ácio (IE, Uni e sidade do Minho, Po ugal) COMISSÃO ORGANIZADORA INTERNACIONAL Bea iz Pe ei a (CIEC-UMinho, Po ugal) Eliane Roseli Winkelmann, (UNIJUÍ, RS, B asil) E a Te esinha de Oli ei a Bo (UNIJUÍ, RS, B asil) G aça Simões de Ca alho (CIEC-UMinho, Po ugal) Ma ia C is ina Panse a de A aújo (UNIJUÍ, RS, B asil Zélia Caçado Anas ácio (CIEC-UMinho, Po ugal) ORGANIZAÇÃO LOCAL E SECRETARIADO And ea Ke ckho Daniela Reis G aça Ca alho G aça Pe ei a Ma celo B i es Regina Al es Zélia Anas ácio COORDENAÇÃO DO 11º CIS Zélia Caçado Anas ácio (CIEC-UMinho) COORDENAÇÃO INTERNACIONAL G aça Simões de Ca alho (CIEC-UMinho, Po ugal) Eliane Roseli Winkelmann UNIJUÍ, RS, B asil) COMITÊ INTERNACIONAL Bea iz Pe ei a Eliane Roseli Winkelmann E a Te esinha Bo G aça Simões de Ca alho Ma ia C is ina Panse a de A aújo Zélia Caçado Anas ácio CIS 2024 8 PROGRAMA GERAL Cong esso em Fo ma o Híb ido (h ps:// ideocon -colib i.zoom.us/j/7031963556) 17/07 (Qua a- ei a) 18/07 (Quin a- ei a) 19/07 (Sex a- ei a) 9:00 Receção aos Pa icipan es 9:30 Sessão Abe u a En idades O iciais Coo denado as do CIS 10:00 Con e ência Inaugu al P o . Jaime Conceição An ibio e apia e esis ência bac e iana Mode ado a: P o ª G aça S. Ca alho Con e ência Plená ia 4 P o . Miguel Rebelo O Desen ol imen o Mo o da C iança nos p imei os 48 meses – a iá eis in luenciado as Mode ado : P o ª Ana Gal ão Con e ência Plená ia 6 P o .ª Nú ia G acia-Blanc P omo iendo el Bienes a median e P og amas de Educación Emocional Mode ado : P o Jona han Mosque a 11:00 Co ee B eak Co ee B eak Co ee B eak 11:30 Sessão Pa alela 1 Sessão Pa alela 3 Con e ências P o . Ma celo Mansue o Neu omodulação: uma no a ecnologia pa a o imiza o cuidado em Saúde P o . Ra ael Dan as Simulação no Ensino em Saúde Mode ado a: P o ª And ea B aide 13:00 Almoço li e ou na can ina Almoço li e ou na can ina Almoço li e ou na can ina 14:30 Con e ência Plená ia 2 P o ª Sil ana Bene ides, Fabiane Sil a & Gu embe gue Sousa Re isão de Escopo: mapeando os ins umen os de a aliação da assis ência a c iança e adolescen e na a enção p imá ia Mode ado a: P o ª Celes e An ão Con e ência Plená ia 5 P o .ª Eliane Roseli Winkelmann A i idade ísica e compo amen o seden á io em c ianças e adolescen es e in luência no compo amen o mo o Mode ado a: P o .ª Anabela C uz dos San os Con e ência Plená ia 7 P o .ª Subha Bassu E olu iona y analysis o WSSV in ec ion in c us acean and mRNA accine de elopmen s a egy in he apeu ics Mode ado a: P o ª Zélia Anas ácio 15:30 Sessão de Pós e s Sessão de Ence amen o e A ibuição de P émios Coo denado as do CIS Eliane Winkelmann G aça s. Ca alho Zélia Anas ácio 16:00 Co ee B eak Co ee B eak 16:30 Con e ência Plená ia 3 P o .ª Cláudia Piaze sky Alimen ação saudá el na escola Mode ado a: Regina Al es Wo kshop P o .ª Flá ia Viei a Comunicação Não Violen a em Saúde Mode ado a: P o ª And ea B aide 17:30 Sessão Pa alela 2 Sessão Pa alela 4 19:30 Ve de Hon a e P og ama Sociocul u al Jan a de Gala – Res au an e a con i ma CIS 2024 9 CONFERÊNCIAS CONFERÊNCIA PLENÁRIA 1 NOTA BIOGRÁFICA JAIME CONCEIÇÃO Habili ações li e á ias: Pós-G aduação em Ges ão na Saúde na Ca ólica Po o Business School (2021; equência); Tí ulo de Dou o amen o Eu opeu pela Uni e sidade do Po o (2020); Dou o amen o em Ciências Fa macêu icas na Faculdade de Fa mácia da Uni e sidade do Po o (FFUP; 2020); Cu so de Pós-G aduação em Di ei o da Fa mácia e do Medicamen o na Faculdade de Di ei o da Uni e sidade de Coimb a (2014); Cu so de Pós-G aduação em Ensaios Clínicos na Faculdade de Fa mácia da Uni e sidade de Coimb a (2013); Mes ado In eg ado em Ciências Fa macêu icas (MICF) na FFUP (2012); e Licencia u a em Es udos Básicos de Ciências Fa macêu icas na FFUP (2011). Ca gos e í ulos a uais: Fa macêu ico; P o esso Auxilia na Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT) da Uni e sidade do Alga e (UAlg). Regen e das unidades cu icula es “Fa maco e apia I”, “Fa maco e apia II”, “Assun os Regulamen a es” e “His ó ia e Sociologia da Fa mácia” do MICF; Coo denado da Secção de Ciências Fa macêu icas do Depa amen o de Química e Fa mácia da FCT da UAlg; Memb o in eg ado e in es igado esponsá el (g oup leade ) do g upo de in es igação em incubação denominado “Pha maco he apy and Pha maco igilance G oup” no Ins i u o de In es igação do Cen o Biomédico do Alga e (ABC-Ri); In es igado colabo ado do Cen o de Es udos In e disciplina es (CEIS20) da Uni e sidade de Coimb a; Memb o da Comissão de Fa mácia e Te apêu ica da Adminis ação Regional de Saúde do Alga e; Memb o do Conselho pa a a Quali icação e Admissão da O dem dos Fa macêu icos; e Pe i o do G upo de A aliação de Medicamen os Ve e iná ios da Di eção-Ge al de Alimen ação e Ve e iná ia (DGAV). Expe iência an e io ele an e: Assis en e Con idado de "Tecnologia Fa macêu ica" e de "Bio a mácia e Fa macociné ica" na FFUP; Pe i o Fa macêu ico de Fa maco igilância, Memb o do Conselho Execu i o e P esiden e do Conselho Cien í ico da Unidade de Fa maco igilância do Alga e e Baixo Alen ejo (UFALBA). ANTIBIOTERAPIA E RESISTÊNCIA BACTERIANA Jaime Conceição 1,2,3* 1 Faculdade de Ciências e Tecnologia, Uni e sidade do Alga e, Fa o, Po ugal 2 Ins i u o de In es igação do Cen o Biomédico do Alga e (ABC-Ri), Uni e sidade do Alga e, Fa o, Po ugal 3 Cen o de Es udos In e disciplina es (CEIS20), Uni e sidade de Coimb a, Coimb a, Po ugal [email protected] , h ps://o cid.o g/0000-0002-6201-3662 Os an ibió icos são conside ados os á macos mais impo an es do século XX, uma ez que pe mi i am a a di e sas in eções bac e ianas pa a as quais não exis ia qualque e apêu ica a macológica e icaz. Em 1928, Alexande Fleming (1881-1955; mic obiologis a escocês) descob iu a penicilina e ab iu caminho à descobe a cien í ica de no os á macos com a i idade bac e icida ou bac e ios á ica. O obje i o des a con e ência é e e ua uma sinopse his ó ica da an ibio e apia, abo dando os seus p incipais ma cos e pe sonalidades, desde Pa acelso (1493-1541; médico suíço) a é à a ualidade. Adicionalmen e, ap esen a-se a e olução dos p incipais mecanismos de esis ência bac e iana, az-se e e ência às ca ac e ís icas e apêu icas de alguns an ibió icos ap o ados ecen emen e no a senal e apêu ico e menciona-se a abo dagem "Uma Só Saúde". Em elação à me odologia, eco eu-se à análise documen al de di e sas on es bibliog á icas, p i ilegiando-se os a igos cien í icos, li os écnicos e guidelines. CIS 2024 16 ha e h ee Na ional pa en s and 9 In e na ional pa en s. She se es cu en ly as a e iewe o PLOS one, GENE, META GENE, Aquacul u e, Aquacul u e Resea ch and Genomics jou nal. He u u e s eps is always ha e o emba k on esea ch wi h e hics and in eg i y as he esea ch p og ess in he aqua ic wo ld ha in ol es mul idisciplina y app oaches and hope o ins iga e he scien i ic wo ld on hough p o oking ideas ha can shi he people’s mind, hea and soul o be mo e aligned o he wo ld’s needs and happiness. EVOLUTIONARY ANALYSIS OF WSSV INFECTION IN CRUSTACEAN AND MRNA VACCINE DEVELOPMENT STRATEGY IN THERAPEUTICS Subha Bhassua,b , Alieen See Siou Ninga , Tan Swee Sweonga and Kha ijah Yuso b aAnimal Gene ics and Genome E olu iona y Biology Lab, Ins i u e o Biological Sciences, Facul y o Science, Uni e si i Malaya, 50300 Kuala Lumpu , Malaysia bMalaysian Genome Vaccine Ins i u e, Na ional Ins i u e o Bio echnology Malaysia *Co esponding au ho email: [email protected] and kyuso @nibm.my Whi e spo synd ome i us (WSSV) is highly con agious i al in ec ion ha signi ican ly impac s c us acean species, pa icula ly penaeid sh imp. This in ec ion leads o high mo ali y a es in sh imp cul u es, d as ically educing p oduc ion. The i s ou b eak occu ed in Taiwan in 1992 and apidly sp ead wo ldwide. Cu en ly, he e is no p o en e icien p o ec i e me hod o he sh imp indus y agains WSSV, necessi a ing igo ous biosa e y managemen p ac ices on sh imp a ms. This includes egula heal h moni o ing o sh imp and e ec i e wa e pond managemen . In e eb a es lack o adap i e immuni y bu ely on inna e immuni y o de end agains pa hogens. Howe e , ecen s udies e ealed ha in e eb a es possess an immune p iming sys em wi h immunoglobulin-like componen s ha help sus ain su i al du ing in ec ions. In his s udy, new mRNA accines we e de eloped using codon deop imiza ion o de end agains WSSV. Upon in i o challenge wi h hese mRNA accines, i was ound ha he su i al a e o accina ed sh imps eached up o 80% wi hin nine days. Keywo ds: mRNA accine, WSSV i us, inna e immuni y and The apeu ics CIS 2024 17 SESSÕES PARALELAS SESSÃO PARALELA 1 17 de julho de 2024 - 11:30 – 13:00 SALA A Sessão Híb ida (h ps:// ideocon -colib i.zoom.us/j/7031963556) Mode ado /a: TRANSIÇÃO DO CUIDADO DE PESSOAS COM DOENÇAS CRÔNICAS: CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS QUE INFLUENCIAM Ad iane C is ina Be na Kolankiewicz, La issa Be ghe i, Ca olina Machado Ca alho, Gab iela F anco Budel,Gab iela Kahl Kunkel, Amanda Ca oline Mélo da Rosa BEM-ESTAR PSICOLÓGICO PARENTAL E QUALIDADE DE VIDA EM CRIANÇAS SAUDÁVEIS E COM LEUCEMIA: ESTUDO COMPARATIVO Ana Fe az, M. G aça Pe ei a DISTRESS E QUALIDADE DE VIDA EM PACIENTES COM FIBRILAÇÃO AURICULAR Ana Mónica Machado, Fe nanda Lei e; M. G aça Pe ei a FUNCIONALIDADE FAMILIAR: RELAÇÃO COM O GRAU DE DEPENDÊNCIA À NICOTINA Ca la Alexand a Sil a Pombo Soa es, Nadi lene Pe ei a Gomes; Juliana So ia O iga Noguei a; Amâncio An ónio Sousa Ca alho, PERCEÇÃO DA AUTOEFICÁCIA NOS COMPORTAMENTOS DE ADESÃO AO PAPEL DE CUIDADOR: RELAÇÃO COM VARIÁVEIS SOCIODEMOGRÁFICAS Juliana So ia O iga Noguei a, Ca la Alexand a Sil a Pombo Soa es, Nadi lene Pe ei a Gomes, Amâncio An ónio de Sousa Ca alho DESAFIOS DA ALIMENTAÇÃO EM FIM DE VIDA: UMA REVISÃO NARRATIVA Paula de Fá ima Oli ei a de Ca alho, Ca ina Coelho, Na acha F anco, Daniela Cunha, Zélia Anas ácio SALA B Sessão Híb ida (h ps:// ideocon -colib i.zoom.us/j/6147377543) Mode ado /a: O POTENCIAL DA SOCIALIZAÇÃO ESCOLAR NO DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM DA CRIANÇA COM SCZV Fabíola Mônica da Sil a Gonçal es INTERVENÇÃO EM COMPETÊNCIAS FONOLÓGICAS PARA ALUNOS COM PERDA AUDITIVA: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA João Paulo San os, Anabela C uz-San os EARLY COMMUNICATION INDICATOR – PORTUGAL: UM INSTRUMENTO PARA AVALIAR E MONITORIZAR O DESENVOLVIMENTO DA COMUNICAÇÃO EXPRESSIVA EM IDADES PRECOCES Sand a Fe ei a, Anabela C uz-San os, Leand o Almeida AVALIAÇÃO DA LINGUAGEM DE CRIANÇAS EM MODALIDADE DE ACOLHIMENTO RESIDENCIAL: UM ESTUDO NA REGIÃO NORTE DE PORTUGAL Sand a Isabel Mi anda, Anabela C uz-San os INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E OS NOVOS AMBIENTES DE ENSINO E APRENDIZAGEM Ca ina de Fá ima Rod igues FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES SOBRE ATIVIDADES DE MICROBIOLOGIA USANDO MATERIAL DE FÁCIL ACESSO PARA A 8.ª CLASSE EM MOÇAMBIQUE ATIVIDADE “OBSERVAÇÃO DE MICRORGANISMOS DE UMA INFUSÃO Manecas Aze edo, Paulo Ma a, G aça S. Ca alho CIS 2024 18 SESSÃO PARALELA 2 17 de julho de 2024 - 17:30 – 19:30 SALA A Sessão Híb ida (h ps:// ideocon -colib i.zoom.us/j/7031963556) Mode ado /a: EDUCAÇÃO ALIMENTAR E NUTRICIONAL INCORPORADA AO CURRÍCULO ESCOLAR: UM ESTUDO DAS CENOURAS NA HORTA ESCOLAR Claudia Ma chesan, Cláudia Thomé da Rosa Piase zki, E a Te ezinha de Oli ei a Bo , Alessand a Co êa Cecca o ANÁLISE DE HÁBITOS DE VIDA E FATORES DE BEM ESTAR COM ELOS NOS NÍVEIS DE PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA DE ADOLESCENTES Isabel Cab i a Condessa, Zélia Caçado Anas ácio A INSERÇÃO DO TREINAMENTO MUSCULAR INSPIRATÓRIO COMO RECURSO NO PROTOCOLO DE REABILITAÇÃO CARDIOVASCULAR Rayane Fab icio Al es, Mi ian Ru y dos San os Telêmaco Mou a, Yasmin de Aze edo Muniz, Ta iana Holanda Cos a, Sab ina Reis Beze a, And ea S opiglia Guedes B aide ANTICORPO ANTI-PP1PK, ABORDAGEM LABORATORIAL DE UM CASO CLÍNICO Elsa Ma ia Ca alhei o Dias, Inês G a e, Ma ia Lou des Pe ei a ANÁLISE DA ADESÃO AO TRATAMENTO DE GESTANTES E PARCEIROS EXPOSTOS A SÍFILIS Taina a Jung on Bönmann, Ka ol Bade Sonda, C is ina Smanio o F onza, E elise Mo aes Be lezi, Da io Ge ásio Ronchi Eliane Roseli Winkelmann COMPROMETIMENTO ORGANIZACIONAL DOS ENFERMEIROS DA UNIDADE LOCAL DE SAÚDE DO NORDESTE DE PORTUGAL: UM ESTUDO TRANSVERSAL Celes e An ão, An ónio Fe nandes, G aça Ca alho; Susana Fe nandes, Ma ia Ribei o ÍNDICE DE SAÚDE INFANTIL E OS DETERMINANTES SOCIAIS: MODELO DE PREDIÇÃO DA SAÚDE DAS CRIANÇAS Ped o Dias, Inês Baía Dias, Ana Mesqui a, Liliana Fe nandes, Paula Veiga, Ad iana Sampaio, Manuel Sa men o e Isabel Soa es SALA B Sessão Híb ida (h ps:// ideocon -colib i.zoom.us/j/6147377543) Mode ado /a: IDENTIFICAÇÃO DOS PRINCIPAIS FATORES DE RISCO PARA CRISE DO TRANSTORNO BIPOLAR E PRINCIPAIS TÉCNICAS DA TCC PARA CONTROLE DE CRISE Bea iz Domingues A onso, Sil ia Helena Modenesi Pucci PERSPETIVAS SOBRE A SOLIDÃO E O ISOLAMENTO SOCIAL DOS JOVENS EM SITUAÇÃO NEET Regina Fe ei a Al es, Ma ia J. Ma ques, Joana Pi es, Ma cello Be o i, Emanuele To i, Ca ina Dan as, Sónia Dias, o he COPE S udy G oup A INSERÇÃO DA METACOGNIÇÃO EM PESQUISAS EM EDUCAÇÃO EM SAÚDE: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Rod igo Pessoa, Vinicius Fe ei a Lou enço, Ma iana Apa ecida Bologna Soa es de And ade, And eia de F ei as Zompe o DESAFIOS DA FORMAÇÃO EM EDUCAÇÃO EM SAÚDE A PARTIR DA ÁREA DE SAÚDE MENTAL Ve a Lucia Quinhones Guidolin, Ma ia C is ina Panse a de A aujo, Suzina a Bea iz Soa es de Lima, Lucas Guidolin, B uno Luiz Guidolin A LITERATURA INFANTIL PARA PREVENÇÃO DA VIOLÊNCIA SEXUAL: ANÁLISE DE MATERIAIS Ana Claudia Bo olozzi, B enda Sayu i Tanaka BIOMARCADORES GENOTÓXICOS EM AGRICULTORES EXPOSTOS A PESTICIDAS Cín hia de Oli ei a Gonçal es, Laila Ba celos, Ra aella da Sil a de Melo, Ia a Denise End uwei Ba is i, Suzymei e Ba oni, Lizia a da Cos a Cab e a RESÍDUOS DE GLIFOSATO EM BEBÊS E CRIANÇAS: REVISÃO Jaqueline S e le Leobe , Ia a Denise End uwei Ba is i; Lizia a da Cos a Cab e a OS MEDICAMENTOS MANIPULADOS NA TERAPÊUTICA Ma ilde Rod igues, Isilda Rod igues, Jaime Conceição VODKA: BEBIDA ALCOÓLICA FAVORITA DOS ESTUDANTES DO ENSINO MÉDIO EM ESCOLA NO NORTE DO RS Ma eus Vancin de Oli ei a, P iscila Pe in B usco, Gislaine C is ina Pe ei a, Janesca Mansu Guedes, Mi iam Sale e Vilk Wisniewski, Fe nanda Dal’Maso Came a CIS 2024 19 SESSÃO PARALELA 3 18 de julho de 2024 - 11:30 – 13:00 SALA A Sessão Híb ida (h ps:// ideocon -colib i.zoom.us/j/7031963556) Mode ado /a: ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO PACIENTE ONCOLÓGICO PEDIÁTRICO EM CUIDADOS PALIATIVOS: UMA REVISÃO NARRATIVA Amanda Bob zyk Pe ei a, Ma eus Gama a Schwiede , Kelly C is ina Sangoi O CONTROLO POSTURAL DO TRONCO NAS CRIANÇAS: UM ESTUDO DE AVALIAÇÃO NO AMBIENTE NATURAL PRÉ-ESCOLAR C is ina Alexand a Ma ins Lima A aújo, Ma ia G aça Fe ei a Simões Ca alho A LITERATURA COMO RECURSO TERAPÊUTICO NA INFÂNCIA Elisangela Reinheime de Bi encou , Magale de Cama go Machado, Analice B usius FATORES DE RISCO E RESULTADOS DO DISTRESS PARENTAL NAS QUEIMADURAS PEDIÁTRICAS: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA Ma im San os, Ana Fe az, M. G aça Pe ei a ESOTROPIA CONGÊNITA ASSOCIADA AO ATRASO NO DESENVOLVIMENTO INFANTIL: UM RELATO DE CASO Paola Bo gmann, Ped o Vic o Dua e A aldi, Robe o Pe uzzo Lo enzoni, Douglas Gio elli, Monique Lazza e i A ozani RELAÇÃO ENTRE O NÚMERO DE CONSULTAS PRÉ-NATAL E A NECESSIDADE DE UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA NEONATAL EM PREMATUROS Vi ó ia Massa a Rod igues, Jacin a Tamiozzo Goe gen, Ca olina Rolim B and , Simone Minuzzi Ca o Vaz ALTERAÇÕES NA SAÚDE E SINTOMATOLOGIA MENSTRUAL DE ADOLESCENTES APÓS CONTACTO COM O SARS-COV-2 Zélia Anas ácio, Celes e An ão Sa a Fe nandes, Regina Al es, Paula Ca alho & Isabel Condessa SALA B Sessão Híb ida (h ps:// ideocon -colib i.zoom.us/j/6147377543) Mode ado /a: ANÁLISE DOS CASOS DE DENGUE NOS MUNICÍPIOS DA 17a COORDENADORIA REGIONAL DE SAÚDE NO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2023 Edua da Sch eibe , Bianca Tayluane Cemb anel Jakimczuk, E elise Mo aes Be lezi, Eliane Roseli Winkelmann ANÁLISE DE MORTE SÚBITA DE CAUSA DESCONHECIDA DE IDOSOS SOCORRIDOS PELO SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIA (SAMU) DE UM MUNICÍPIO DA REGIÃO SUL DO BRASIL Ca la Pa ícia Mello, Edua da Sch eibe , E elise Mo aes Be lezi, Eliane Roseli Winkelmann MORTALIDADE DE PACIENTES COM COVID-19 INTERNADOS NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA Lais Rossana F anco, Gab ielly Laíz Zwan, Ri elino Be ollo Júnio , Fe nanda Dallazen Sa o i, Eliane Roseli Winkelmann DADOS EPIDEMIOLÓGICOS DOS IDOSOS ADSCRITOS EM UMA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE DA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO DE CAMPINA GRANDE/PB - BRASIL Luana Ma ia Lopes da Sil a, Risoma da Sil a Viei a, Alecsand a Fe ei a Tomaz, José Robe o Jo dão Rod igues PACIENTES PÓS-COVID-19 MELHORAM SINTOMAS APÓS O PROGRAMA DE REABILITAÇÃO PULMONAR Lau a Toniazzo Backes, Ma ia Ca olina Be i; I ama Luís Gonçal es; Leand o An ônio G i i; Eliane Roseli Winkelmann; Fe nanda Dal’Maso Came a AVALIAÇÃO DA FORÇA MUSCULAR PERIFÉRICA DE PACIENTES PÓS-COVID- 19 PRÉ E PÓS-REABILITAÇÃO PULMONAR Ma ia Ca olina Be i, Janesca Mansu Guedes, El is Wisniewski, Ka ine Angélica Malysz, I ama Luis Gonçal es, Fe nanda Dal Maso Came a OS ÍNDICES DE COMPOSIÇÃO CORPORAL, FORÇA E POTÊNCIA MUSCULAR NOS DIFERENTES NÍVEIS COMPETITIVOS DO FUTSAL Ca a ina Ma ques, Miguel Rebelo,Ru e C isós omo, Ma co Ba is a, Rui Paulo, Ped o Dua e-Mendes, João Se ano CIS 2024 20 SESSÃO PARALELA 4 18 de julho de 2024 - 17:30 – 19:30 SALA A Sessão Híb ida (h ps:// ideocon -colib i.zoom.us/j/7031963556) Mode ado /a: A ABORDAGEM DO HIV/AIDS EM LIVROS DIDÁTICOS BRASILEIROS DE CIÊNCIAS/BIOLOGIA, SABERES E VALORES: 1986-1996 Joelma Ramos San ana, Da i da Rosa Ramos ANÁLISIS DE EFICACIA DE SALUDIVERSEX-M©: PROGRAMA DE EDUCACIÓN AFECTIVO-SEXUAL PARA PERSONAS CON DI MODERADA Ma ía Dolo es Gil-Lla io, Ve ónica Es uch-Ga cía, Vicen e Mo ell-Mengual, Olga Fe nández-Ga cía, Ra ael Balles e -A nal FORTALECENDO FAMÍLIAS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES AUTISTAS NA PREVENÇÃO DO ABUSO SEXUAL ATRAVÉS DA EDUCAÇÃO PARA SEXUALIDADE Ta iane Ge alda And é, Olga Fe nandez-Ga cía, Ve onica Es uch-Ga cía, Vicen e Ja ie Mo ell Mengual, Ma ia Dolo es Gil Lla io, Lucila Cas anhei a Nascimen o LA SEXUALIDAD DE LAS PERSONAS CON DISCAPACIDAD INTELECTUAL MODERADA Vicen e Mo ell-Mengual, Ma ía Dolo es Gil-Lla io, Ve ónica Es uch-Ga cía, Olga Fe nández-Ga cía, Ta iane Ge alda And é SAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVA DE MULHERES EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA CONJUGAL Geo anna Ca alho Ca doso Lima, Au icélia da Rocha Nunes, P iscila Kisela Mo ela o F anceschini, Lilian Conceição Guima ães de Almeida, Telma a Menezes Cou o, Luana Mou a Campos RELACIONAMENTOS AFETIVO-SEXUAIS ENTRE MULHERES PRIVADAS DE LIBERDADE Na a dos San os Ma iano, Ananda San os Pimen el, Ra ael de Oli ei a Sil a, Daniel Masca enhas Oli ei a, Lilian Conceição Guima ães de Almeida e Tânia Ch is iane Fe ei a Bispo EXPOSIÇÃO AO AMINOCARB PROMOVE A PRODUÇÃO DE ANDROSTENEDIONA Síl ia Mo ei a, Ana Ma ins, Raquel Be na dino, Ma co Al es, Luis Miguel Pas o , Vicen e Seco-Ro i a, Ma ia de Lou des Pe ei a, Ped o Oli ei a AVALIAÇÃO DO SOFRIMENTO EXISTENCIAL NA PESSOA EM SITUAÇÃO PALIATIVA: UMA REVISÃO NARRATIVA So aia Isabel Ribei o Fe ei a, Júlia Al es, Paula Ca alho, Zélia Caçado Anas ácio, Daniela Cunha SALA B Sessão Híb ida (h ps:// ideocon -colib i.zoom.us/j/6147377543) Mode ado /a: SAÚDE E BEM-ESTAR: A EXPERIÊNCIA DO PROJETO RAVHA NO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA – CEFET/RJ-BRASIL Ad iana Doyle Po ugal, Helga Dolo ico Balbi VACINAR PARA PREVENIR: UM ESTUDO COM ALUNOS DO 6.º ANO DE ESCOLARIDADE Ana Filipa Veloso Cos a, Luísa Ne es PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL E BEM-ESTAR NO ENSINO SUPERIOR, D.R.E.A.M. Ana Gal ão, Cla a Vaz; Cla isse Pais, Ma co Pinhei o REFLEXÕES SOBRE EDUCAÇÃO EM SAÚDE E FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE CIÊNCIAS: UM ESTUDO SOBRE BACTÉRIAS E FUNGOS EM BEBIDAS ENLATAS Ca alina Salaza , Nicolas And és Mon oy, Es eban Guzman, Jona han And és Mosque a4, Rosa Alci a Ca eño GAMIFICAÇÃO EM SAÚDE: EPIWARE Eugénia Anes, Ana Gal ão, Ma ia José Gomes SAÚDE MENTAL E EMOCIONAL NA SALA DE AULA DE CIÊNCIAS NATURAIS DO SUL DA COLÔMBIA Jona han And és Mosque a, Elías F ancisco Amó egui Cedeño O EXERCÍCIO PROFISSIONAL DE ENFERMEIROS NA EDUCAÇÃO EM SAÚDE NA SAÚDE MENTAL Lucas Guidolin, Ve a Lucia Quinhones Guidolin, B uno Luiz Guidolin, Ma ia C is ina Panse a dE A aujo, Suzina a Bea iz Soa es de Lima EDUCAÇÃO EM SAÚDE EM LIVROS DIDÁTICOS DE CIÊNCIAS DA NATUREZA E SUAS TECNOLOGIAS: ESTUDOS PRELIMINARES Vinícius Fe ei a Lou enço, And eia de F ei as Zompe o CIS 2024 21 SALA C Sessão Híb ida (h ps:// ideocon -colib i.zoom.us/j/9629180462) Mode ado /a: HORTA FAMILIAR: PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL E EDUCAÇÃO ALIMENTAR E NUTRICIONAL Cláudia Thomé da Rosa Piase zki, Claudia Ma chesan, E a Te esinha de Oli ei a Bo , Tá cio Rica do Thomas DISCRIMINAÇÃO NA SAÚDE: UM ESTUDO EM ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS Conceição Tomé, Hugo Al es, C is ina Teixei a, Celes e An ão E-BUG PLATFORM: CONTRIBUTION TO HEALTH LITERACY PROMOTION Joana To es, Ma iana Guise, Rosa Ma ins, Dulce Pascoalinho TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS PARA EDUCAÇÃO EM SAÚDE: PRODUÇÕES DE UM PROGRAMA DE PÓS-GRADAÇÃO EM ENFERMAGEM Ka la Pi es Mou a Ba bosa, Eliane Ma ia Ribei o de Vasconcelos; Helena Ra aela Viei a do Rosá io ORIENTAÇÃO FARMACÊUTICA PARA USUÁRIOS DE INSULINOTERAPIA NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE: UMA PESQUISA AÇÃO Ké lin Luiza S ada, Luciane da Sil a Pas ó io, Manoela Fonseca, Gus a o Ribei o Ped oso, Vanessa Adelina Casali Bandei a BARREIRAS À IMPLEMENTAÇÃO DA PROMOÇÃO E EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE EM MEIO ESCOLAR: A PERCEÇÃO DOS PROFESSORES E DOS ENFERMEIROS DE SAÚDE ESCOLAR Leonel Lusquinhos, Rui Gu ei o, G aça S. Ca alho CLÍNICA-ESCOLA DE PSICOLOGIA, INTERSETORIALIDADE E SAÚDE MENTAL DA CRIANÇA Magale de Cama go Machado, Elisângela Maisa Fe nandes Thomas, Elisângela Reinheime de Bi encou CONTEÚDO DE UM E-BOOK PARA PROFISSIONAIS SOBRE PREVENÇÃO DE DOENÇAS CARDIOVASCULARES EM MULHERES RECLUSAS Ma iana Luiza de Acioly Rod igues, Ad iana Ta ei a, Ia a Ra aela Fe ei a, Ana Ma ga ida Machado, F ancisca Má cia Linha es, Ana Paula Macedo GIRA A ROLETA: LUDICIDADE NAS OFICINAS DE PREVENÇÃO ÀS IST Monique F ança dos San os, Juliana Simas San os, P iscila Kisela Mo ela o F anceschini, Samille C uz dos San os, Isabela Ribei o Passos Viei a, Lilian Conceição Guima ães de Almeida SESSÕES DE PÓSTERS 18 de julho de 2024 - 15:30 – 16:00 Sessão Híb ida (h ps:// ideocon -colib i.zoom.us/j/7031963556) Mode ado /a: RESISTÊNCIA GASTROINTESTINAL DE CEPAS PROBIÓTICAS DE LACTOBACILLUS Ma cieli Pe uzzolo, Sab ina Pa an Zannoni, B una Angela Bu a i, Gio ana C is ina Ceni, Rogé io Luis Cansian, Geciane Toniazzo Backes DOR MUSCULOESQUELÉTICA EM ENFERMEIROS ATUANTES NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE Ma cilene Ma ques de F ei as Tambo ini, Ka ine Raquel Uhdich Kleibe , Jona han Tambo ini, Ch is iane de Fá ima Cole . GENERAL AND CENTRAL OBESITY IN ITALIAN ADOLESCENTS: INFLUENCE OF SPORTS PRACTICE AND LIFESTYLE HABITS Na ascia Rinaldo, Gio anni Pi a, Lo enzo Ca uso, Fabio Man edini, Nicola Lambe i O USO DE ESTRATÉGIAS QUE VISAM MELHORAR O ATRASO VACINAL DE CRIANÇAS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA Maiane Kine z A nold, Ad iane C is ina Be na Kolankiewicz, Cá ia Ma e Dezo di CONHECIMENTO DOS ESTUDANTES DE ENFERMAGEM SOBRE A DOENÇA DE ALZHEIMER: UM ESTUDO DESCRITIVO E CORRELACIONAL Anabela Pe ei a, Ad iana Du o, Elisabe e Gonçal es, Ma ia Inês C uz, And eia Félix RESULTADOS ESCOLARES DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES NASCIDOS PRÉ- TERMOS: REVISÃO INTEGRATIVA DA LITERATURA Ri a Gab iela Mo ei a Gomes Kellne , Helena Ra aela Viei a Rosá io, Ma isa A onso De And ade B unhe o i, Ma ilu des C uz Bo ges, Diene Monique Ca los, Jo ge Luiz Da Sil a A IMPORTÂNCIA DA VACINA MENINGOCÓCICA ACWY And é Augus o, Jaime Conceição RELATO DE EXPERIÊNCIA: PROCESSO EDUCATIVO E PROMOÇÃO DA SAÚDE DE MÃES DE BEBÊS COM ANQUILOGLOSSIA And ea Ke ckho dos San os, Zélia Caçado Anas ácio; Eliane Roseli Winkelmann CIS 2024 22 REDES SOCIAIS, LITERACIA EM SAÚDE E MEDICINA ALTERNATIVA E COMPLEMENTAR: UMA REVISÃO NARRATIVA Ângela Almeida de Ca alho, Ana Gal ão, Eugénia Anes ATIVIDADE DE EDUCAÇÃO EM SAÚDE AUXILIA A MELHORA DO CONHECIMENTO EM SAÚDE ASSOCIADO A FISIOTERAPIA EM PACIENTES CARDIOPATAS G aziela Wenzel Kochhann, Juliana Gia e a, Bianca Tayluane Cemb anel Jakimczuk, E elise Mo aes Be lezi, Eliane Roseli Winkelmann IDENTIFICAÇÃO DA EXPOSIÇÃO MATERNA A AGROTÓXICOS Bea iz dos San os Ca alho, Ia a Denise End uwei Ba is i RASTREIO SEROLÓGICO À COVID-19 EM PEQUENOS RUMINANTES DE EXPLORAÇÕES DO NORDESTE TRANSMONTANO Ti any Pe ei a, Ma ia João Caldei a, Helde Mi anda Quin as, Ca ina Rod igues CIS 2024 23 LIVRO DE RESUMOS ÁREA TEMÁTICA: ALIMENTAÇÃO, NUTRIÇÃO, SAÚDE E ESTÉTICA EDUCAÇÃO ALIMENTAR E NUTRICIONAL INCORPORADA AO CURRÍCULO ESCOLAR: UM ESTUDO DAS CENOURAS NA HORTA ESCOLAR Claudia Ma chesan, Cláudia Thomé da Rosa Piase zki, E a Te ezinha de Oli ei a Bo , Alessand a Co êa Cecca o Uni e sidade Fede al do Rio G ande do Sul – UFRGS, B asil Con o me a Base Nacional Comum Cu icula b asilei a a educação p ecisa en ol e odas as dimensões do se humano, supe ando a agmen ação dos con eúdos disciplina es po meio da p oblema ização da ealidade e das si uações de ap endizagem. Nes a pe spec i a o es udo em como obje i o discu i a Educação Alimen a e Nu icional (EAN), a iculada ao Cu ículo Escola . Abo da uma ho a geomé ica como es a égia i a de ensino e ap endizagem. A pesquisa é quali a i a, na modalidade de pesquisa ação. Des aca ações ealizadas de o ma in e disciplina com oco no es udo do cul i o e nu ien es p esen es na cenou a, ho aliça escolhida pa a se cul i ada no can ei o que ep esen a a igu a geomé ica iângulo. En ol eu uma u ma do 3º ano do Ensino Fundamen al Anos Iniciais, de uma escola pública do in e io do Es ado do Rio G ande do Sul – B asil. As a i idades desen ol idas con empla am as di e en es á eas do conhecimen o ais como: Ma emá ica – Es udo das ca ac e ís icas geomé icas do iângulo, explo ação das medidas, lados e pe íme os, concei o de di isão ao colhe as cenou as, modos de esolução de uma si uação p oblema, noções de g andeza; Linguagens – Pesquisa sob e os bene ícios da cenou a pa a a saúde e de ecei as saudá eis endo como ing edien e p incipal a cenou a, explo ação do gêne o ex ual, des acando os ing edien es, lei u a e in e p e ação, p odução de ca azes in o ma i os; Ciências da Na u eza – P odução de um bolo de cenou a, des acando a alimen ação saudá el, co an e na u al e a unção do e men o. Ciências Humanas – Ambien e e qualidade de ida, o igem dos alimen os, p odução, dis ibuição e consumo; bene ícios da ho a na escola e em casa. Ac edi a-se que a abo dagem da emá ica EAN, de o ma a iculada ao cu ículo escola possibili a a p omoção da educação em saúde desde a in ância, bem como con ibui no p ocesso de ensino e ap endizagem de concei os das di e en es á eas. P omo e nas c ianças a capacidade de cons ui e econs ui conhecimen os impo an es pa a a ida, conside ando suas i ências. Pala as-cha e: In e disciplina idade. A iculação. Saúde. Educação. DOR MUSCULOESQUELÉTICA EM ENFERMEIROS ATUANTES NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE Ma cilene Ma ques de F ei as Tambo ini, Ka ine Raquel Uhdich Kleibe , Jona han Tambo ini, Ch is iane de Fá ima Cole . EBSERH – Unijui, B asil In odução: a en e magem se des aca en e as p o issões mais suscep í eis aos iscos de desen ol e em sin omas ísicos, sendo ulne á el ao sin oma da do , is o que seu p ocesso de abalho en ol e uma o ina com sob eca ga de abalho, con li os in e pessoais, al a demanda e baixo supo e social. Obje i o: iden i ica a oco ência da do musculoesquelé ica em en e mei os da A enção P imá ia à Saúde. Mé odo: es udo quan i a i o ans e sal, ealizado no sul do B asil, en e junho de 2021 e e e ei o de 2022. Amos a de 21 en e mei os, u ilizando ques ioná io elacionado à do e aos sin omas os eomuscula es. Dados analisados com es a ís ica desc i i a e analí ica. Resul ados: 20 (95,2%) dos en e mei os ela a am do de in ensidade a iada, em di e en es egiões ana ômicas no úl imo ano. Des es, 8 (38%) a i ma am e ido impedimen o pa a ealiza a i idades co idianas. E, 10 (47,3%) p ocu a am ajuda p o issional pa a a amen o. Quan o à in ensidade da do : 66,6% a alia am sua do como mode ada e 14,2%, como in ensa. As maio es queixas de do es i e am associadas a aixa e á ia (p˂0,026); e conside a o es ado saúde a ual como egula es e e associado com a do CIS 2024 24 nos punhos/mãos (p˂0,047), pescoço (p˂0,045); e omb os (p˂0,019); não e empo pa a o laze associou-se com do na pa e in e io das cos as (p˂0,045). Conclusão: os en e mei os da APS sen em do musculoesquelé ica em di e sas egiões ana ômicas e com in ensidade a iada. E, es a do es a associada à a o es de isco ine en es ao p ocesso de abalho. As egiões mais acome idas o am omb os, pescoço e pa e supe io das cos as. Cons a ou-se que a idade e a pe cepção do es ado de saúde como egula es i e am associados a maio es queixas de do . Tendo em is a que, a do se cons i ui em um p oblema que pode a e a di e amen e a qualidade de ida e da assis ência desses p o issionais, des aca-se a impo ância de aça es a égias que isem a diminuição dos a o es que a o ecem a do no ambien e de abalho desses p o issionais. Pala as-cha e: Do musculoesquelé ica. En e mei o. A enção P imá ia à Saúde. Saúde do abalhado . ÁREA TEMÁTICA: ATIVIDADE FÍSICA / DESPORTIVA E SAÚDE OS ÍNDICES DE COMPOSIÇÃO CORPORAL, FORÇA E POTÊNCIA MUSCULAR NOS DIFERENTES NÍVEIS COMPETITIVOS DO FUTSAL Ca a ina Ma ques, Miguel Rebelo,Ru e C isós omo, Ma co Ba is a, Rui Paulo, Ped o Dua e-Mendes, João Se ano Ins i u o Poli écnico de Cas elo B anco Po ugal O obje i o des e es udo oi e i ica as di e enças na condição ísica (composição co po al, po ência e o ça muscula ) em jogado es de u sal de ês ní eis compe i i os. O es udo en ol eu 68 jogado es (24.26 ± 4.63 anos), di ididos em ês ní eis compe i i os: eli e, sub-eli e e amado . Pa a a alia a condição ísica, u ilizámos o Inbody270, o coun e mo emen jump (CMJ) e o dinamóme o isociné ico, e eco emos ao es e de K uskal-Wallis pa a compa a as a iá eis en e g upos. Não hou e di e enças na composição co po al en e g upos. Os jogado es de eli e ob i e am al u as de CMJ maio es que os jogado es amado es (p < 0.001). Hou e di e enças signi ica i as na o ça muscula isociné ica dos lexo es do joelho, ap esen ando os jogado es de eli e mais o ça em compa ação com os jogado es amado es (p = 0.047). Em suma, os jogado es de eli e ap esen a am pa âme os da condição ísica supe io es (mais po ência dos memb os in e io es e mais o ça muscula lexo a) em compa ação com os jogado es amado es. Realçamos que odos os g upos ap esen a am uma ele ada p obabilidade de lesão muscula dos memb os in e io es ( ácio H/Q < 60%) nes a ase da época despo i a, ale ando os p o issionais do eino pa a a impo ância da análise indi idualizada da condição ísica. Pala as-cha e: Condição Física; Composição co po al; Po ência Muscula ; Fo ça muscula ; Fu sal. ANÁLISE DE HÁBITOS DE VIDA E FATORES DE BEM ESTAR COM ELOS NOS NÍVEIS DE PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA DE ADOLESCENTES Isabel Cab i a Condessa, Zélia Caçado Anas ácio CIEC, I.E. Uni e sidade do Minho; FCSH; Uni e sidade dos Aço es, Po ugal In odução: O P og ama Nacional pa a a P omoção da A i idade Física pa a 2024 es á de inido em coo denação com os obje i os es a égicos da Di eção Ge al da Saúde, sendo inicia i a es a égica “Melho a a capaci ação da população pa a a escolha e implemen ação de um es ilo de ida a i o.” (DGS, 2023, p.42). Obje i o: Es e es udo e e como obje i o ele a os a o es pe cecionados pelos jo ens, alguns associados ao seu bem-es a em ge al, com impac o no seu ní el de p á ica de A i idade Física e Despo i a (AFD) ela ada, e elaciona esses a o es e AFD com alguns dos seus hábi os de ida. Me odologia: Aplicou-se um ques ioná io no Google Fo ms a um g upo de 592 indi íduos, selecionados de o ma alea ó ia, de ambos os sexos e com idade in e io a 25 anos, com um índice de massa co po al (IMC) médio de 22.8 (±3,96) e com ní eis de adesão às p á icas de AFD a iados (baixo: 23.9%; médio: 48.1%; al o: 28%). Realizámos uma análise dos dados a a és do es e de K uskal-Wallis e Coe icien e de Co elação de B a ais-Pea son, a p≤.05, u ilizando o p og ama SPSS ( e são 28). Resul ados: Ve i icou-se que um núme o ainda conside á el des es adolescen es (23.9%) conside a a e um ní el CIS 2024 25 de adesão baixo à AFD. Regis ou-se uma co elação nega i a baixa, mas signi ica i a, en e o ní el de adesão AFD e o IMC de e minado em cada g upo ( = -.096 a p=.022). Os mo i os aduzidos pa a a p á ica e am o gos o pelo despo o e a impo ância de se sen i bem. Conside a am a p á ica egula de AFD como o a o com maio impac o pa a o seu bem-es a ( =.472 a p<.001), seguindo-se a alimen ação saudá el, as o inas de abalho e as é ias epa ado as. Pa a os di e en es g upos de adesão encon amos di e enças signi ica i as, quando analisado o alo de “h”, com maio impac o pa a os que inham mais p á ica de AFD, quan o ao “excesso de p eocupação com a o ma ísica” (p=.004); à p á ica AFD li e e “sem supe isão écnica” (p<.001); seguindo-se a “inges ão de bebidas ene gé icas”, a “ oma de suplemen os alimen a es” e, po im, a “comp a de medicação/suplemen os on-line”. Conclusões: A p á ica egula de a i idade ísica, mui o associada ao despo o – gos os e i ências an e io es, oi o pon o mais associado ao bem-es a pelos adolescen es des e es udo. Pala as-cha e: Adolescen es; Hábi os de Vida; P á ica A i idade Física; Bem-Es a RESISTÊNCIA GASTROINTESTINAL DE CEPAS PROBIÓTICAS DE LACTOBACILLUS Ma cieli Pe uzzolo, Sab ina Pa an Zannoni, B una Angela Bu a i, Gio ana C is ina Ceni, Rogé io Luis Cansian, Geciane Toniazzo Backes Uni e sidade Regional In eg ada do Al o U uguai - Campus E echim, B asil Os p obió icos são mic o ganismos i os que ap esen am bene ícios à saúde do hospedei o, pa a exe ce seus bené icos, os mesmos p ecisam es a iá eis nos p odu os onde são incluídos e esis i em ao p ocesso de diges ão humana, p omo e a colonização e p oli e ação no ecido in es inal. A esis ência ao ácido do es ômago e a ole ância aos sais bilia es são duas p op iedades undamen ais pa a que os mic o ganismos sejam conside ados p obió icos, pe mi indo-lhes sob e i e a condições es omacais ácidas e a p esença de sais bilia es no in es ino delgado du an e a passagem pelo a o gas oin es inal. Nes e sen ido, o obje i o desse abalho oi a alia a iabilidade das cepas p obió icas de Lac obacillus b e is, L. acidophilus 02, L. amnosus, L. acidophilus 05, L. gasse i, en e a condições de simulação in i o do a o gas oin es inal. A simulação da diges ão gas oin es inal e idencia que, após e apa do íleo, maio iabilidade das cepas L. b e is, L. acidophilus 02 e L. amnosus oi de 96, 82 e 68%, espec i amen e, com con agens inais de 10,13, 8,88 e 7,54 log UFC g-1 após diges ão in i o. As cepas de L. gasse i e L. acidophilus 05 ap esen a am con agens inais de 5,63 e de 5,48 log UFC g-1, espec i amen e, abaixo do ecomendado pa a se conside ado p obió ico (6 log UFC g-1). Os esul ados des e es udo demons am que as cepas p obió icas de L. b e is, L. acidophilus 02 e L. amnosus exibi am maio esis ência às condições simuladas do a o gas oin es inal, des acando-se como po enciais candida os pa a o mulações p obió icas. Pala as-cha e: P obió icos, Simulação Gas oin es inal, Viabilidade Celula ÁREA TEMÁTICA: CIÊNCIAS BIOMÉDICAS ANÁLISE DA ADESÃO AO TRATAMENTO DE GESTANTES E PARCEIROS EXPOSTOS A SÍFILIS Taina a Jung on Bönmann, Ka ol Bade Sonda, C is ina Smanio o F onza, E elise Mo aes Be lezi, Da io Ge ásio Ronchi Eliane Roseli Winkelmann Uni e sidade Regional Do No oes e Do Es ado Do Rio G ande Do Sul- UNIJUÍ, Ijuí, B asil In odução: A sí ilis é uma in ecção sexualmen e ansmissí el, causada pela bac é ia T eponema pallidum, sendo as pessoas in ec adas po ia sexual, e ical du an e a ges ação ou no pa o. A sí ilis ges acional, aumen a o isco de óbi o e al, óbi o neona al, p ema u idade, baixo peso ao nasce e mal o mações congêni as. Tendo em is a a impo ância da de ecção p ecoce des a doença, é imp escindí el o co e o acompanhamen o e a amen o da sí ilis nas ges an es, bem como em seus pa cei os. Obje i o: Analisa a elação en e o compo amen o de CIS 2024 32 sala de aula de ciências na u ais, econhecendo o seu impac o di e o no p ocesso de ensino e ap endizagem. Recomenda-se a implemen ação de es a égias pedagógicas que p omo am o bem-es a emocional dos alunos, bem como a inclusão de a i idades que ap o ei em os enómenos ísicos pa a en iquece a expe iência educa i a nes e domínio disciplina . Pala as-cha e: Saúde men al, emoções, dimensão a e i a, desenho cu icula . REFLEXÕES SOBRE EDUCAÇÃO EM SAÚDE E FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE CIÊNCIAS: UM ESTUDO SOBRE BACTÉRIAS E FUNGOS EM BEBIDAS ENLATAS Ca alina Salaza , Nicolas And és Mon oy, Es eban Guzman, Jona han And és Mosque a4, Rosa Alci a Ca eño Uni e sidad Su colombiana, Colombia Pensa a saúde escola signi ica incula as concepções dos p o esso es de ciências na u ais com á eas como a mic obiologia. Nes e caso, os conhecimen os e p á icas sob e ungos e bac é ias p o enien es do consumo de bebidas alcoólicas acondicionadas em embalagens ipo la a. Pa a isso, oi elabo ado um ques ioná io com pe gun as abe as sob e o papel ecológico, higiene, saúde e ap endizagem de ungos e bac é ias. Além disso, oi ei a amos agem alea ó ia de la as de ce eja, u ilizando a écnica de swab. Em p imei o luga , os p o esso es em o mação ap esen am endências de pensamen o p óximas de um ní el de conhecimen o biológico ela i amen e às ca ac e ís icas dos ungos e bac é ias, comp eendendo o compo amen o dos mic o ganismos com os alimen os e a de e io ação dos p odu os lác eos. Em segundo luga , oi de e minada a p esença de bac é ias como Esche ichia colli, En e obac e cloacae, Pseudomonas o yzihabi ans e ungos de le edu a do ipo Candida albicans nas supe ícies dos ecipien es me álicos de ce ejas come cializadas na cidade de Nei a, Huila, Colômbia. Assim, oi desenhada uma sequência de aulas, es u u ada na abo dagem do Pensamen o C í ico e Ques ões Sociocien í icas (CSC) pa a abo da o ensino de mic o ganismos com p o esso es em o mação den o de um seminá io de p á ica pedagógica. Po an o, é impo an e conhece a in e ação en e mic o ganismos e alimen os, e como essa elação le a a possí eis consequências quando se pensa em saúde nu icional, ícios e higiene, campos da Educação em Saúde que são abo dados nas aulas de ciências que podem se in eg ados. Nesse sen ido, o ensino de mic obiologia desempenha um papel mui o impo an e no en en amen o desses ipos de p oblemas socioambien ais, além de encon a uma o ma de moni o a e ga an i a segu ança mic obiológica em odos os ambien es e con ibui pa a a al abe ização cien í ica em saúde a pa i dos p ocessos escola es. Pala as-cha e: Saúde Nu icional, Higiene, Ensino de Mic obiologia, Fungos, Bac é ias, Educação em Saúde DESAFIOS DA FORMAÇÃO EM EDUCAÇÃO EM SAÚDE A PARTIR DA ÁREA DE SAÚDE MENTAL Ve a Lucia Quinhones Guidolin, Ma ia C is ina Panse a de A aujo, Suzina a Bea iz Soa es de Lima, Lucas Guidolin, B uno Luiz Guidolin Uni e sidade Fede al de San a Ma ia/UFSM Es a pesquisa examinou a o mação acadêmica dos en e mei os em elação à educação em saúde, in es igando o papel dos educado es, a ele ância na p á ica p o issional e impac o no cuidado ao pacien e. Pa a an o, o am en e is ados 11 en e mei os da equipe da Unidade de In e nação de Saúde Men al, 9 acadêmicos de en e magem, 2 esiden es en e mei os e um en e mei o p ecep o da Residência Mul ip o issional , ên ase em Saúde Men al e 2 p o esso es da disciplina de Saúde Men al. A análise das espos as dos en e is ados, com a u ilização da Análise Tex ual Discu si a e elou oi o ca ego ias in e mediá ias, ais como a inclusão da disciplina de Educação em Saúde, nos p imei os semes es, e alo ização no cu ículo. Os depoimen os en a iza am o papel c ucial dos p o esso es na p omoção da educação em saúde, além da me a inclusão no p og ama, e isando capaci a os alunos pa a se em agen es ans o mado es da sociedade, p omo endo a saúde como condição básica da cidadania. Além disso, os en e is ados des aca am a CIS 2024 33 impo ância da o mação em educação em saúde em sua p á ica acadêmica e p o issional, econhecendo-a como essencial pa a es imula em e o ien a em os pacien es e amilia es a pa icipa em a i amen e no cuidado de sua saúde. Foi essal ada a impo ância da comunicação de in o mações não apenas pa a os pacien es, mas ambém pa a suas amílias, isando ga an i uma ansição segu a e e icaz pa a o ambien e domés ico. Es as descobe as e o çam a necessidade de abo dagem in eg ada na o mação dos en e mei os, que inco po e a educação em saúde como componen e essencial do cuidado holís ico dos pacien es. Esses depoimen os ecoam a ideia de que a educação em saúde, embo a possa e uma ca ga ho á ia eduzida, como oi obse ado ao longo da pesquisa, é equen emen e ap endida na p á ica, e idenciando a in e conexão cons an e en e eo ia e p á ica pa a uma o mação comple a e e icaz. Pala as-cha e: Fo mação do en e mei o; Educação em Saúde; Saúde Men al PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL E BEM-ESTAR NO ENSINO SUPERIOR, D.R.E.A.M. Ana Gal ão, Cla a Vaz; Cla isse Pais, Ma co Pinhei o Ins i u o Poli écnico de B agança, Po ugal In odução. A ansição e adap ação ao con ex o do ensino supe io cos uma se desa iado a pa a a maio ia dos es udan es, sob e udo no pe íodo inicial des a aje ó ia académica. Os es udan es en en am a e as mais exigen es, no os i mos e es a égias de ap endizagem, sis emas de ensino e a aliação, a ní el social, no os pad ões de elacionamen o, a ní el pessoal, desen ol imen o de um sen ido mais o e de iden idade e a ní el ocacional, de inição de obje i os e me as de ca ei a. A i ência do pe íodo de adap ação ao ensino supe io pode se conside ada como um p edi o do sucesso escola e da sa is ação no desen ol imen o da ca ei a p o issional. Obje i os. P opusemos desen ol e uma e amen a que ajudasse os es udan es na p omoção da sua saúde men al, na ges ão de sin omas e na p á ica de au ocuidados. Me odologia. T a a-se de um p oje o de boas p á icas, com ecu so ao Design Thinking. Resul ados. Desen ol emos a App D.R.E.A.M. " Design- hinking pa a alcança , ab aça e econhece a saúde men al" (Design- hinking o Reach-ou , Emb ace and Acknowledge Men al heal h) uma e amen a de au oajuda na au oa aliação e au oges ão da p omoção da saúde men al dos es udan es do ensino supe io . No p imei o semes e do ano le i o 2023/2024, desca ega am a app 469 es udan es, ececionámos dezano e e-mails a solici a consul a de psicologia e os es udan es êm sido a endidos p on amen e. Conclusões. Na ega pelos desa ios do ensino supe io eque mais do que apenas habilidades académicas, exige ambém au o egulação emocional, esiliência men al e emocional. Reconhece os desa ios comuns en en ados e en ende os seus impac os na saúde men al é o p imei o passo. Implemen a es a égias de en en amen o e icazes e p ocu a ecu sos disponí eis são passos subsequen es i ais. Uni e sidades, p o esso es, alunos e a comunidade em ge al êm um papel a desempenha na p omoção da saúde men al e bem-es a no ensino supe io . C ia um ambien e de apoio e inclusão, onde os es udan es se sin am capaci ados pa a p ocu a ajuda, é essencial pa a cul i a uma comunidade académica saudá el e esilien e. Pala as-cha e: Saúde men al; Es udan es Ensino supe io ; Aplica i os VACINAR PARA PREVENIR: UM ESTUDO COM ALUNOS DO 6.º ANO DE ESCOLARIDADE Ana Filipa Veloso Cos a, Luísa Ne es Escola Supe io de Educação do Ins i u o Poli écnico de Viana do Cas elo, Po ugal O p esen e ela ó io e le e o abalho desen ol ido no âmbi o da P á ica de Ensino Supe isionada (PES) do Mes ado em Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico e de Ma emá ica e Ciências Na u ais no 2.º Ciclo do Ensino Básico. As acinas são e amen as segu as e e icazes que impedem a p oli e ação de en e midades na comunidade e i ando g andes mo andades. No en an o, ainda exis em milhões de pessoas sem acesso à acinação, assim como pessoas que se ecusam a se acinadas. Po isso CIS 2024 34 é impo an e, desde cedo, ale a os cidadãos pa a a impo ância da acinação pa a a saúde das populações. O es udo ealizado no âmbi o da in e enção pedagógica na disciplina de Ciências Na u ais p e endia a e i as pe ceções de alunos de 6.º ano de escola idade sob e acinação e sensibilizá-los pa a as desigualdades no acesso às acinas. Pa a o ien a o abalho a se desen ol ido de ini am-se os seguin es obje i os: (1) Iden i ica pe ceções de alunos de 6.º ano de escola idade sob e a acinas, nomeadamen e a o ma como uncionam, cons angimen os ao seu acesso e impo ância pa a a saúde das populações; (2) Desenha e implemen a a i idades sob e a emá ica; (3) A e i o impac o das a i idades implemen adas nos conhecimen os e a i udes dos alunos ela i amen e à acinação. Op ou-se po uma me odologia de na u eza quali a i a, sendo a ecolha de dados baseada em obse ação, ques ioná ios e egis os esc i os dos alunos. Os pa icipan es o am 26 alunos de uma u ma do 6.º ano de escola idade. Os esul ados e elam que os alunos econheciam a impo ância da acinação pa a a saúde das populações na medida em que nos p o egem de de e minadas doenças, embo a á ios aspe os associados com es e p ocesso ossem desconhecidos ou pouco cla os pa a mui os dos alunos. A in e enção pedagógica con ibuiu pa a cla i ica concei os, do a os alunos de conhecimen os e ocabulá io de ca iz cien í ico ine en es ao p ocesso de acinação e pa a os sensibiliza pa a as desigualdades no acesso às acinas. Pala as-cha e: Saúde, Vacinação, Ciências Na u ais 6.º ano de escola idade E-BUG PLATFORM: CONTRIBUTION TO HEALTH LITERACY PROMOTION Joana To es, Ma iana Guise, Rosa Ma ins, Dulce Pascoalinho Escola Supe io de Educação de Fa e, CIDI-IEES, Fa e, Po ugal; Ins i u o de Ciências da Te a (ICT), Polo Po o, Po o, Po ugal; Faculdade de Ciências e Tecnologia da Uni e sidade de Coimb a, Po ugal School plays a c ucial ole in Heal h Li e acy P omo ion, being undamen al ha s uden s de elop no only accu a e knowledge, bu also he abili y o make conscious and esponsible decisions ega ding hei heal h and o hose who su ound hemsel es. In his way, i is necessa y o de elop and implemen ac i i ies ha in ol e s uden s o achie e hese goals. The e-Bug pla o m is he esul o he wo k o an in e na ional conso ium and p o ides a weal h o educa ional esou ces on in ec ion p e en ion and con ol and he p ope use o an ibio ics. In Po ugal, hese ma e ials ha e been e iewed by expe s in he ield o educa ion and heal h and can be applied om p e-school o seconda y school in a p ac ical and in e disciplina y way. A e es ing hese ma e ials in 10 pilo schools, i is c ucial o dissemina e he pla o m and p omo e i s use in as many Po uguese schools as possible. Wi h his communica ion, we in end o p esen and discuss he ad an ages and po en ial o his educa ional esou ce, using examples om he a ious school yea s. We also wan o p esen he esul s o a s udy ha has al eady been ca ied ou on hand hygiene in p e-school, based on in e iews applied o he child en be o e and a e he implemen a ion o he ac i i ies and on inal ques ionnai es wi h pa en s. I was possible o see ha he child en no only imp o ed hei knowledge conside ably, bu also changed hei habi s in a posi i e way. Despi e he need o ex end his s udy o a la ge sample in he u u e, hese p elimina y esul s a e e y sa is ac o y, since he ac i i ies implemen ed p omo ed no only imp o emen s in knowledge bu also in a i udes, demons a ing hei con ibu ion o e ec i e heal h li e acy. Keywo ds: Heal h Li e acy, in ec ion p e en ion and con ol, e-Bug, an ibio ics. GAMIFICAÇÃO EM SAÚDE: EPIWARE Eugénia Anes, Ana Gal ão, Ma ia José Gomes Ins i u o Poli cnico de B agana, Li eWell Resea ch Cen e o Ac i e Li ing and Wellbeing, Po ugal In odução. A O ganização Mundial da Saúde es ima que 8 em cada 1000 pessoas em odo o mundo enham epilepsia, e a p e alência des a doença em países em desen ol imen o é mais ele ada quando compa ada com a de países desen ol idos. Embo a a epilepsia seja uma das pa ologias CIS 2024 35 neu ológicas mais p e alen es, ainda é ce cada po p econcei os, es igma, al a de consciencialização e a i udes e óneas da população pa a com a doença. Es udan es uni e si á ios com epilepsia podem en en a desa ios únicos no ambien e académico. Obje i os: mapea bibliog a ia sob e o es igma e a i udes dos es udan es do ensino supe io sob e epilepsia e p opo es a égias de gami icação de p omoção da li e acia em epilepsia. Me odologia: Pa a a conc e ização des e es udo o am seguidas as indicações de A ksey e O’Malley (2005), indo ao encon o à checklis PRISMA-ScR, desen ol ido po (age e al. (2021) pa a epo a scoping e iews. A ealização des a scoping e iew isou da espos a à seguin e ques ão de in es igação: quais os conhecimen os e a i udes dos es udan es do ensino supe io sob e epilepsia? Resul ados: Es udan es uni e si á ios com epilepsia podem en en a desa ios únicos no ambien e académico. Alguns desses desa ios podem inclui a necessidade de ge i a medicação, a possibilidade de e con ulsões em público, o impac o das con ulsões na memó ia e na concen ação, e as p eocupações com a es igma ização e a disc iminação. Conclusão: Des aca-se a necessidade de melho a o conhecimen o e as a i udes em elação à epilepsia en e os es udan es de p o issões de saúde e des aca-se ambém a impo ncia da educação e de uma abo dagem mul idisciplina pa a lida com a doença. Assim, ao ans o ma o es igma e o desconhecimen o em comp eensão e in e enção se á uma expe iência in e a i a e di e ida e cons i ui -se- á como uma e amen a de inclusão. A gami icação (Game EpiWa e) pode ajuda a mo i a os es udan es a ado a em compo amen os saudá eis, moni o iza em a sua condição de saúde e ade i em ao a amen o p esc i o. Pala as-cha e: Epilepsia, Es udan es, P omoção da saúde, Gami icação. CONTEÚDO DE UM E-BOOK PARA PROFISSIONAIS SOBRE PREVENÇÃO DE DOENÇAS CARDIOVASCULARES EM MULHERES RECLUSAS Ma iana Luiza de Acioly Rod igues, Ad iana Ta ei a, Ia a Ra aela Fe ei a, Ana Ma ga ida Machado, F ancisca Má cia Linha es, Ana Paula Macedo Uni e sidade Fede al de Pe nambuco, B asil In odução: As doenças ca dio ascula es são a p incipal causa de mo e e incapacidade na Eu opa e no mundo, ep esen ando a ealidade das unidades p isionais, onde as mulhe es eclusas são um dos g upos mais susce í eis aos a o es de isco ca dio ascula , o que eque a en ol ência de mais p o issionais in o mados que a uam nes e cená io. Obje i o: Cons ui o con eúdo eó ico de um e-book sob e p e enção de doenças ca dio ascula es em mulhe es eclusas, di ecionado a p o issionais que abalham em es abelecimen os p isionais emininos. Me odologia: Re isão na a i a/ emá ica consis en e, pa a a elabo ação e de e minação da pa e eó ica de um e-book, que compõe a p imei a e apa – análise – do e e encial me odológico de Design Ins ucional p opos o po Fila o (2008), a pa i do modelo ADDIE. Resul ados: As emá icas do e-book o am delineadas em cinco pa es compos as po 14 ópicos, den o dos quais, a in odução onde oi espelhada a impo ância da conc e ização des e ma e ial didá ico, endo em con a a esc i a comp eensí el, de o ma a a ai a a enção e cu iosidade do público-al o; o con ex o da pa ologia em ques ão, onde oi e e ida a espe i a de inição, as p e alências mundiais, de Po ugal e do B asil e a explicação dos a o es de isco; e po úl imo, ap esen a-se uma b e e compa ação en e o ambien e p isional do B asil e de Po ugal, ocando as di e enças e as semelhanças, e os espe i os p og amas de p e enção já exis en es em ambos os países. Conclusões: To na-se undamen al in es i na di ulgação adequada, pa a que os p o issionais que desempenham unções no con ex o p isional eminino mul ipliquem o conhecimen o, de o ma a p omo e a saúde ca dio ascula , já que exis em a o es de isco ine en es ao géne o eminino (como sínd ome dos o á ios policís icos, ges acionais, mena ca e menopausa p ecoces) e os compo amen ais que são modi icá eis e podem se ap endidos. P e ê-se a execução dos es an es ópicos, en a izando a p e enção das doenças ca dio ascula es, os p og amas de in e enção mul idisciplina e as polí icas públicas em saúde. Pala as-cha e: Doenças ca dio ascula es; Mulhe es; P isões; Tecnologia educacional. CIS 2024 36 ÁREA TEMÁTICA: EDUCAÇÃO PARA A SEXUALIDADE, GÉNERO E SAÚDE LA SEXUALIDAD DE LAS PERSONAS CON DISCAPACIDAD INTELECTUAL MODERADA Vicen e Mo ell-Mengual, Ma ía Dolo es Gil-Lla io, Ve ónica Es uch- Ga cía, Olga Fe nández-Ga cía, Ta iane Ge alda And é Uni e si a València, España In oducción: En los úl imos años se ha obse ado un c ecien e in e és en mejo a la salud sexual de las pe sonas con discapacidad in elec ual. Sin emba go, la mayo ía de los p og amas de educación sexual se han en ocado en las pe sonas con discapacidad in elec ual le e y han sido implemen ados en g upos he e ogéneos, sin conside a la necesidad de adap a las in e enciones a las ca ac e ís icas especí icas de la población diana. Obje i o: Nues o obje i o es explo a la his o ia sexual y el ni el de conocimien os sob e la salud sexual en un g upo de pe sonas con discapacidad in elec ual mode ada (PDIM), con la in ención de educi el es igma social y las ac i udes in an ilizadas hacia es e colec i o, además de p opo ciona e idencia pa a el diseño de p og amas de educación sexual adap ados a sus necesidades. Me odología: 142 PDIM cuyas edades oscilaban en e los 20 y 69 años (M=37,07; DT=10,59) espondie on a cues iona ios sob e conocimien os y expe iencias sexuales (60,6% e an homb es y 39,4% e an muje es). Además, se ecopiló in o mación adicional sob e la his o ia sexual de los pa icipan es a a és de su pe sonal de apoyo. El análisis desc ip i o de las a iables se ealizó median e po cen ajes. Resul ados: El 52,7% de los pa icipan es habían enido elaciones omán icas, aunque las elaciones sexuales ue on poco ecuen es, con sólo el 30,5% epo ando el uso de p ese a i os. Las muje es p esen a on una mayo incidencia de abuso sexual (27,3% en muje es s. 6% en homb es), no obs an e, ambas ci as disminuye on cuando la in o mación ue p opo cionada po los p o esionales (21,4 % en muje es s. 3,6% en homb es). Se iden i ica on concep os e óneos sob e los iesgos de las elaciones sexuales y los mé odos an iconcep i os. Conclusión: Es os esul ados en a izan la u gencia de p opo ciona una educación sexual in eg al a las PDIM, con el in de omen a expe iencias sexuales saludables, co egi c eencias e óneas y p omo e un compo amien o sexual saludable. Palab as cla e: discapacidad in elec ual; his o ia sexual; salud sexual, ANÁLISIS DE EFICACIA DE SALUDIVERSEX-M©: PROGRAMA DE EDUCACIÓN AFECTIVO-SEXUAL PARA PERSONAS CON DI MODERADA Ma ía Dolo es Gil-Lla io, Ve ónica Es uch-Ga cía, Vicen e Mo ell- Mengual, Olga Fe nández-Ga cía, Ra ael Balles e -A nal Uni e si a de València, España In oducción: La educación a ec i o-sexual es esencial pa a odas las pe sonas, independien emen e de su capacidad in elec ual. Las pe sonas con discapacidades in elec uales, y especialmen e aquellas con limi aciones concep uales, sociales y p ác icas más p onunciadas, pueden en en a se a desa íos adicionales. En espues a a la ca encia de p og amas de educación a ec i o-sexual di igidas a es e g upo, su ge el p og ama Saludi e sex-M© pa a pe sonas con discapacidad in elec ual mode ada (PDIM). Obje i o: Nues o obje i o es analiza la e icacia de Saludi e sex-M© u ilizando un diseño de ensayo con olado. Me odología: 99 PDIM comple a on una ba e ía de ins umen os an es y después de la in e ención. Respec o al g upo expe imen al, el 38% de los pa icipan es e an muje es (n=19) y el 62% (n=31) e an homb es, con edades que oscila on en e los 19 y los 67 años (M=38,58; DT=11,46). En el g upo de con ol, el 40,8% de los pa icipan es (n=20) e an muje es y el 59,2% (n=29) e an homb es, y sus edades a ia on en e los 20 y los 55 años (M=35,32; DT=9,65). 30 p o esionales de apoyo ambién pa icipa on en es e es udio cumplimen ando una ba e ía de p egun as adicional. Resul ados: Los análisis mul ini el mos a on que el conocimien o sob e la sexualidad aumen ó signi ica i amen e en e aquellos que ecibie on la in e ención en compa ación con aquellos que pa icipa on en el g upo con ol. La CIS 2024 37 e aluación del pe sonal de apoyo coincidió en que hubo un aumen o en el conocimien o sob e la sexualidad y una disminución de la p eocupación del pe sonal de apoyo po los compo amien os sexuales desinhibidos exhibidos po aquellos que pa icipa on en el p og ama. Conclusiones: Nues os esul ados sugie en que Saludi e sex-M© es e ec i o pa a inc emen a el ni el de conocimien os sob e la sexualidad, uno de los componen es más ele an es pa a p omo e compo amien os sexuales saludables. Todo ello indica que es una es a egia educa i a pione a y e ec i a pa a p omo e la salud sexual de las PDIM, que al mismo iempo busca capaci a al pe sonal de apoyo que abaja con ellos. Palab as cla e: educación a ec i o-sexual, iscapacidad in elec ual, e icacia sexual educa ion, in ellec ual disabili ies, e ec i eness FORTALECENDO FAMÍLIAS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES AUTISTAS NA PREVENÇÃO DO ABUSO SEXUAL ATRAVÉS DA EDUCAÇÃO PARA SEXUALIDADE Ta iane Ge alda And é, Olga Fe nandez-Ga cía, Ve onica Es uch-Ga cía, Vicen e Ja ie Mo ell Mengual, Ma ia Dolo es Gil Lla io, Lucila Cas anhei a Nascimen o Uni e sidade de São Paulo, B asil In odução: As c ianças au is as equen emen e en en am di iculdades adicionais no que diz espei o à comp eensão da sexualidade, o nando- as mais ulne á eis ao abuso sexual. Obje i o: Rela a a expe iencia do uso de odas de con e sa educa i as ol adas pa a amílias de c ianças e adolescen es au is as, com oco na p e enção do abuso sexual Desen ol imen o: As odas de con e sa são p oje adas pa a p omo e a oca de expe iências, in o mações e es a égias en e os pa icipan es. U ilizando uma abo dagem colabo a i a e cen ada nas necessidades das amílias, abo damos uma a iedade de ópicos elacionados à educação pa a sexualidade e p e enção do abuso sexual. Incen i amos os pa icipan es a compa ilha suas p óp ias expe iências e desa ios, enquan o o e ecemos o ien ações p á icas e ecu sos ele an es. U ilizamos écnicas de escu a a i a e empa ia pa a ga an i que odas as ozes sejam ou idas e espei adas. Além disso, acili amos discussões em g upo e a i idades e lexi as pa a p omo e uma comp eensão mais p o unda dos emas abo dados. Resul ados: Os esul ados dessas odas de con e sa êm sido ex emamen e g a i ican es. As amílias ela am uma maio conscien ização sob e os desa ios especí icos en en ados po c ianças au is as em elação à sexualidade, assim como uma sensação de empode amen o pa a lida com essas ques ões de o ma e icaz. Obse amos ambém uma melho ia na comunicação e no apoio mú uo en e os pa icipan es, bem como uma maio con iança em abo da emas sensí eis em casa. Conclusão: As odas de con e sa desempenham um papel c ucial na capaci ação das amílias de c ianças au is as na p e enção do abuso sexual. Ao c ia espaços segu os e inclusi os pa a diálogo e ap endizado mú uo, essas odas de con e sa p omo em uma maio conscien ização, apoio e ação em p ol do bem-es a das c ianças au is as. Pala as-cha e: au ismo, sexualidade, educação pa a a sexualidade, odas de con e sa. A ABORDAGEM DO HIV/AIDS EM LIVROS DIDÁTICOS BRASILEIROS DE CIÊNCIAS/BIOLOGIA, SABERES E VALORES: 1986-1996 Joelma Ramos San ana, Da i da Rosa Ramos Uni e sidade Fede al do ABC, B asil Em junho de 1981, oi econhecido o icialmen e, nos Es ados Unidos, o apa ecimen o de uma doença mo al, en e a comunidade de homens homossexuais de São F ancisco. É a o que o al o oço em o no do ema se deu, en e ou os mo i os, po sua elação com a sexualidade. Oco e que o episódio do HIV/AIDS desencadeou uma mobilização social in ensa, impac ando p o undamen e as o mas de p odução de conhecimen o sob e sexualidade, e sua dimensão indissociá el da ida humana. O obje i o ge al des a pesquisa, de abo dagem quali a i a, oi in es iga quais discu sos sob e HIV/AIDS es a am di usos, nos Li os Didá icos (LDs), u ilizados nas aulas de Ciências/Biologia, no pe íodo de sua in odução, en e inal da década de 80 e meados dos anos 90. Elegemos, CIS 2024 38 como p opos a analí ica pa a es e es udo, uma associação en e duas me odologias: a Análise Temá ica (AT), con o me B aun & Cla ke (2006), e do modelo Knowledge, Value, P ac ice (KPV), p opos o po Clémen (2006). Pa a an o, in es igamos qua o LDs publicados em nosso pe íodo de in e esse, sendo cons i uído po dois ep esen an es de cada disciplina. Nossos esul ados pa ciais mos am que alguns alo es p econcei uosos, ci culan es na época, a exemplo da homo obia e acismo, es ão p esen es nos LDs, en e nizados com a discussão cien í ica. Apon am ainda que es a abo dagem, u ilizada po alguns au o es b asilei os, assemelha-se ao discu so polí ico do Pa ido Republicano Ame icano. Pala as-cha e: HIV/AIDS, Discu so, Análise Temá ica, Valo es, Li o Didá ico. ÁREA TEMÁTICA: EMERGÊNCIA, ENFERMAGEM, FISIOTERAPIA E FONOAUDIOLOGIA A INSERÇÃO DO TREINAMENTO MUSCULAR INSPIRATÓRIO COMO RECURSO NO PROTOCOLO DE REABILITAÇÃO CARDIOVASCULAR Rayane Fab icio Al es, Mi ian Ru y dos San os Telêmaco Mou a, Yasmin de Aze edo Muniz, Ta iana Holanda Cos a, Sab ina Reis Beze a, And ea S opiglia Guedes B aide Cen o Uni e si á io Ch is us – Unich is us, B asil In odução: O einamen o muscula inspi a ó io a a-se de uma es a égia e apêu ica que u iliza a especi icidade e sob eca ga cons an e ou dependen e do luxo inspi a ó io sob e o dia agma e os músculos acessó ios. Nesse con ex o, é u ilizada como um mé odo que a o ece a capacidade uncional du an e a execução da eabili ação de pacien es com doenças ca dio ascula es. Obje i o: Rela a os e ei os do eino muscula inspi a ó io como pa e do p o ocolo de eabili ação ca dio ascula . Me odologia: T a a-se de um es udo de e isão in eg a i a, ealizado em 2024.1. Fo am ealizadas buscas nas pla a o mas Li e a u a la ino- ame icana e do Ca ibe em Ciências da Saúde (LILACS), Coch ane lib a y e MEDLINE. Os desc i o es eabili ação ca dio ascula , einamen o muscula inspi a ó io e isio e apia inse idos de o ma c uzada com auxílio dos ope ado es booleanos AND e OR, em inglês e po uguês. A análise englobou publicações de li e acesso, publicados nos úl imos 5 anos (2019-2023), que con emplassem o obje i o da pesquisa. A igos duplicados, pagos, incomple os ou que ugissem do escopo da pesquisa o am desca ados. Resul ados: Fo am encon ados 42 a igos e a pa i dos c i é ios de inclusão e exclusão ado ados, essa pesquisa a en ou-se a 18 a igos. A li e a u a e idenciou melho a da capacidade uncional com ganhos da unção espi a ó ia, diminuição da dispneia e es imulo da muscula u a pe i é ica. O aumen o da esis ência inspi a ó ia é capaz de ge a melho a do ganho uncional in luenciando di e amen e na melho qualidade de ida em casos de doenças ca dio ascula es. Conclusão: O einamen o muscula inspi a ó io é capaz de ge a aumen o da ole ância ao exe cício ae óbico e anae óbico além de melho a uncional e clínica. Po an o, a in ensi icação de es udos sob e os e ei os do einamen o muscula inspi a ó io o na-se complemen a com a inalidade de es imula bene ícios du an e a execução do p o ocolo de eabili ação ca dio ascula adicional o imizando espos as da capacidade uncional em indi íduos com doenças ca dio ascula es. Pala as-cha e: Reabili ação ca díaca. Exe cícios espi a ó ios. Fisio e apia. O USO DE ESTRATÉGIAS QUE VISAM MELHORAR O ATRASO VACINAL DE CRIANÇAS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA Maiane Kine z A nold, Ad iane C is ina Be na Kolankiewicz, Cá ia Ma e Dezo di Uni e sidade Regional do No oes e do Es ado do Rio G ande do Sul - UNIJUÍ B asil In odução: O P og ama Nacional de Imunização é econhecido como uma impo an e in e enção de saúde pública, pois, com a acinação, os esul ados são signi ica i os na edução de doenças e i á eis. Os a asos do calendá io de acinação, cons i uem uma agilidade no con ex o das CIS 2024 39 in e enções da A enção P imá ia à Saúde. Obje i o: Rela a a expe iência de uma acadêmica de en e magem, na sala de acina que u ilizou es a égias pa a melho a a cobe u a acinal de c ianças meno es de qua o anos. Me odologia: T a a-se de um ela o de expe iência, a pa i da i ência ealizada na sala de acina de uma Es a égia de Saúde da Família, du an e as a i idades p á icas da disciplina En e magem em Saúde Cole i a III, desen ol idas de Ma ço a Junho de 2023. Resul ados e Discussão: du an e as p á icas oi iden i icado uma edução dos indicado es da cobe u a acinal em c ianças com menos de qua o anos. Nes e sen ido, algumas es a égias o am o ganizadas pela acadêmica de en e magem e a iculadas com os p o issionais de saúde. Inicialmen e, op ou-se po e isa os ca ões espelho da sala de acina, incluindo uma a aliação inicial do egis o de acinação da c iança, egis o das doses ecebidas, iden i icação de doses a asadas, p ocu a a i a de a ualizações do calendá io de acinação. Ao inal, iden i icou-se que ce ca de um e ço das c ianças, meno es de qua o anos, não possuíam seu calendá io acinal comple o ou a ualizado. Assim, pe cebe-se a necessidade de u iliza di e en es es a égias como, mobiliza os Agen es Comuni á ios de Saúde, como busca a i a das c ianças cadas adas, isi as domicilia es, agendamen o de consul as de pue icul u a e a i idades de educação em saúde com is as a desen ol e ações que o aleçam a cobe u a acinal. Conclusão: Não exis e uma es a égia de in e enção única que possa ab ange odas as di e en es ace as elacionadas ao a aso do calendá io acinal. A necessidade de es o ços é con ínua, des aca-se a impo ância dos en e mei os pa a p omo e e e o ça in e enções que incen i am a imunização de c ianças. Pala as-cha e: Esquemas de Imunização; Vacinas; Ges ão em Saúde; En e mei o; Es a égias de Saúde. ÁREA TEMÁTICA: EPIDEMIOLOGIA E SAÚDE PÚBLICA DADOS EPIDEMIOLÓGICOS DOS IDOSOS ADSCRITOS EM UMA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE DA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO DE CAMPINA GRANDE/PB - BRASIL Luana Ma ia Lopes da Sil a, Risoma da Sil a Viei a, Alecsand a Fe ei a Tomaz, José Robe o Jo dão Rod igues Uni e sidade Es adual da Pa aíba, B asil As Doenças C ônicas Não T ansmissí eis (DCNT) são o emen e in luenciadas pelas condições de ida e desigualdades sociais, acome endo pessoas que se encon am em g upos ulne á eis, a exemplo disso os idosos. O dinamismo da pi âmide e á ia e idencia a mudança do pe il de saúde no mundo, en e an o, concomi an e a isso, polí icas públicas em saúde que p omo em a diminuição/p e enção das DCNT não es ão espondendo as necessidades que se ap esen am. Desse modo, o p esen e abalho isa iden i ica o pe il epidemiológico dos idosos cadas ados na Unidade de Saúde da Família (UBSF) Hindembu go Nunes de Figuei edo, no sen ido de omen a subsídios pa a con ibui com o desen ol imen o de polí icas públicas e com o cuidado di ecionado pa a in e enções em saúde na população en elhecida. T a a-se de uma pesquisa ans e sal, com eco e populacional de idosos, de ca á e explo a ó io, desc i i o, analí ico, com abo dagem quan i-quali a i a. Realizada po meio de ques ioná io p óp io di ecionado a cole a de dados po a a po a, en ol endo as a ecções p esen es na população idosa no e i ó io adsc i o pela UBSF, e as condições de ida desses indi íduos. Os dados o am ca alogados e analisados a a és do so wa e es a ís ico SPSS ( e são 22.0). Pa icipa am da pesquisa 126 idosos, com 69% de mulhe es, a média de idade oi de 69,6 anos (DP ± 7,36); sob e a p e alência das p incipais DCNT, iden i icou-se: hipe ensão a e ial sis êmica (76,2%), neoplasia (42,4%), ca diopa ia (35,7%), p oblemas os eoa icula (39,7%), diabe es (33,3%) e pneumopa ia (9,5%), ademais 73,8% ecebem apenas um salá io mínimo e 70% são seden á ios. Conclui- se que, en e as possí eis causas das DCNT en e os indi íduos CIS 2024 40 in es igados es ão os hábi os de ida e condições socioeconômicas des a o á eis. Logo, ações de in es igação p ecoce pa a as eamen o das DCNT é de suma impo ância pa a o planejamen o de a i idades educa i as p e en i as e clínicas, no sen ido de melho a a qualidade de ida dessa população que c esce apidamen e. Pala as-cha e: Pe il de Saúde; P e alência; Doenças; Idosos. ANÁLISE DOS CASOS DE DENGUE NOS MUNICÍPIOS DA 17a COORDENADORIA REGIONAL DE SAÚDE NO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2023 Edua da Sch eibe , Bianca Tayluane Cemb anel Jakimczuk, E elise Mo aes Be lezi, Eliane Roseli Winkelmann Unijuí, B asil A dengue é a doença do g upo das a bo i oses que mais acome e o homem. O B asil, país em que a dengue mani es a-se de o ma endêmica, é um dos países mais a e ados po essa doença i al. A p og essão da doença no país associada à di iculdade no manejo dos pacien es acome idos e idencia a impo ância de in es i em pesquisas e e en es à emá ica. O obje i o oi analisa o cená io epidemiológico da dengue no es ado do Rio G ande do Sul (RS) e nos municípios da 17ª Coo denado ia Regional de Saúde do Rio G ande do Sul (17a CRS) de janei o a junho de 2023. As in o mações o am cole adas no Painel de Dados da Dengue do po al do Cen o Es adual de Vigilância em Saúde e no si e do Ins i u o B asilei o de Geog a ia e Es a ís ica. O RS encon a a-se em si uação de in es ação (460 municípios in ec ados). A é o início da segunda quinzena do mês de junho, o am egis ados 50.013 no i icações, 23.253 casos con i mados, 21.031 casos au óc ones, 48 óbi os e uma incidência de 276,6 casos pa a cada 100.000 habi an es. A maio concen ação de casos con i mados oco eu na aixa de 20 a 69 anos, com maio ia do sexo eminino, e maio concen ação de óbi os nas aixas acima de 60 anos (70,8%). A é a 27a semana epidemiológica de 2023, o acumulado de casos con i mados a ingiu 25.233. No p imei o semes e de 2023, odos os municípios componen es da 17a CRS encon a am-se em si uação de in es ação, com casos con i mados e em des aque pa a Ijuí (3140), seguido de Jóia (335), Augus o Pes ana (131), Panambi (46) e Ca uípe (41). O Es ado do RS possuiu uma epidemia da dengue em 1/2023. Po an o, medidas de con ole e p e enção à dengue são necessá ias pa a e i a u u as epidemias. Pala as-cha e: Dengue. Incidência. In ecções po A bo i us. No i icação de Doenças. Sis emas de in o mação em saúde. ANÁLISE DE MORTE SÚBITA DE CAUSA DESCONHECIDA DE IDOSOS SOCORRIDOS PELO SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIA (SAMU) DE UM MUNICÍPIO DA REGIÃO SUL DO BRASIL Ca la Pa ícia Mello, Edua da Sch eibe , E elise Mo aes Be lezi, Eliane Roseli Winkelmann Uni e sidade Regional Do No oes e Do Es ado Do Rio G ande Do Sul- Unijui, B asil In odução: Uma das compe ências do SAMU é cons a a o óbi o; con udo, conside ando o pe il de doenças da população idosa e o quad o de múl iplas doenças e como bidades, a causa mo e pode se de di ícil de inição, le ando a decla a óbi o po causas desconhecidas. Obje i o: Analisa o his ó ico de como bidades e doenças p é ias de idosos que i e am mo e súbi a po causa desconhecida ( (CID 10- R96) de um município da egião no oes e do Es ado do Rio G ande do Sul - B asil. Mé odos: Es udo ans e sal e ospec i o ap o ado pelo CEP/UNIJUI. A população do es udo o am idosos com idade ≥ 60 anos, ambos os sexos, soco idos pelo A endimen o Mó el de U gência (SAMU) do município de Ijuí no pe íodo de janei o de 2020 a dezemb o de 2022. As a iá eis de in e esse o am cole adas a pa i do acesso ao Sis ema de In o mação de Mo alidade, Decla ação de Óbi o imp esso, Sis ema In eg ado Mul idiagnós ico de Saúde, Au o ização de In e nações Hospi ala es e Bole im de A endimen o do SAMU. Resul ado: Fo am analisados 248 óbi os oco idos en e 2020 a 2022, sendo 133 (53,6%) do sexo eminino e 115 (46,4%) do sexo masculino. A média de idade oi em média 81,7±11,0 anos. Quan o a análise das como bidades, 162 (65,3%) dos idosos em CIS 2024 41 his ó ico de hipe ensão, 80 (32,3%) e am diabé icos, 62 (25%) em his ó ico de neoplasia, 76 (30,6%) his ó ico de demências. 66 (26,6%) i e am doenças espi a ó ias, 64 (25,8%) his ó ico de in a o agudo do miocá dio, 77 (31%) his ó ico de aciden e ascula ce eb al, 16 (6,5%) doença enal, 16 (6,5%) obesidade, 122 (49,2%) es a am acamados. A média de in e nação oi 0,61±0,89 dias e 94 (37,9%) inham his ó ico de in e nação no úl imo ano, 73 (29,4%) aziam uso con ínuo de cinco ou mais medicações. Conclusão: O pe il mos a idosos de idade mais a ançada, com his ó ico de múl iplas doenças associadas e acamados. Pala as-cha e: Idosos; Causas de Mo e; Regis o de Mo alidade; Sis emas de In o mação; A aliação em Saúde. IDENTIFICAÇÃO DA EXPOSIÇÃO MATERNA A AGROTÓXICOS Bea iz dos San os Ca alho, Ia a Denise End uwei Ba is i UFFS - Ce o La go, B asil In odução: Sabe-se que o alei amen o ma e no é uma ia de eliminação de ag o óxicos, po isso há uma p eocupação c escen e dos p o issionais da saúde com a exposição de mulhe es a es es compos os, que pode aze p oblemas pa a a saúde ma e no-in an il. Obje i os: Iden i ica as possí eis causas de exposição a ag o óxicos de mulhe es em pe íodo de amamen ação ma e na, mo ado as do meio u al. Me odologia: A amos a consis iu de 33 mulhe es, esiden es na zona u al de 8 municípios da egião Missões do RS. A amília da maio ia delas em a ag icul u a como o ma de enda(26), ou as(7) apenas esidem na zona u al. A cole a de dados deu-se a a és de en e is a ealizada pela pesquisado a in loco a a és de um ques ioná io semi- es u u ado. Resul ados: Sob e as a i idades de exposição ao ag o óxico, es a se dá a a és da la ou a (26), c iação de animais (12), dede ização (4), ho a (2). Nenhuma das mulhe es en e is adas pa icipa da p epa ação ou aplicação do ag o óxico, não endo exposição di e a a es es. Sob e o a o de e ido algum amilia com sin omas elacionados à exposição aos ag o óxicos, 10 e e i am que sim, 1 não sabe e 22 não. Em elação a e izinhos que u ilizam ag o óxicos, 31 e e i am que sim e 2 não; além disso, 29 disse am que pe cebem que o ag o óxico u ilizado pelo izinho a inge a p op iedade, a a és do a (chei o). Conclusões: São di e sas as a i idades a a és das quais pode ha e exposição indi e a das mães da zona u al aos ag o óxicos. O a o das mães não manipula em o ag o óxico de o ma di e a é algo posi i o, pois eduz o isco de in oxicação. Cons a a-se que a po cen agem de amílias que já i e am sin omas elacionados à exposição é al a (30,3%). Um dos g andes a o es de exposição é pela ia aé ea. Salien a-se a necessidade de medidas educacionais e p e en i as sob e a exposição indi e a aos ag o óxicos, pa a e i a iscos à saúde ma e no-in an il. Pala as-cha e: ag o óxico, saúde ma e no-in an il, alei amen o ma e no, saúde in an il, isco. MORTALIDADE DE PACIENTES COM COVID-19 INTERNADOS NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA Lais Rossana F anco, Gab ielly Laíz Zwan, Ri elino Be ollo Júnio , Fe nanda Dallazen Sa o i, Eliane Roseli Winkelmann Uni e sidade Regional do No oes e do Es ado do Rio G ande do Sul, Ijuí, B asil In odução: In odução: Du an e a pandemia Co id19 hou e g ande núme o de indi íduos que o am a óbi o. O B asil ap esen a g ande di e sidade nas di e en es egiões e o egis o des a si uação é impo an e pa a a análise cien í ica des es casos. Obje i o: Analisa o pe il clínico da mo alidade de pacien es com Co id-19 in e nados na Unidade de Te apia In ensi a (UTI) de um hospi al no No oes e do Es ado do Rio G ande do Sul. Mé odos: Es udo ans e sal do ipo analí ico, e ospec i o, de modelo obse acional. A cole a de dados oi ealizada em p on uá ios de pacien es com diagnós ico posi i o pa a Co id-19 in e nados no pe íodo de dezemb o de 2020 a dezemb o de 2021. Pa a análise es a ís ica as a iá eis con ínuas o am desc i as po média ± des io-pad ão e as ca egó icas em equências absolu as e ela i as. Resul ados: Fo am analisados 54 p on uá ios de pacien es, des es 46,3% e am do sexo masculino, a idade média oi de 62,0±13,8 anos, hou e maio p e alência de hipe ensão (HAS) com 72,2%, os adul os encon a am-se CIS 2024 48 Resul ados: Os esul ados espe ados são: a) o desen ol imen o do ISI; b) o desen ol imen o de um modelo es a ís ico que elaciona o ISI com os seus componen es e com os de e minan es sociais de saúde; c) a elabo ação de um ela ó io anual incluindo as p incipais conclusões das análises, desc ição do modelo desen ol ido e ecomendações pa a implemen ação de polí icas públicas. Conclusões: Com es e p oje o desen ol e-se um Índice de Saúde In an il com um oco especí ico na análise dos seus de e minan es sociais. A iden i icação e quan i icação dos mecanismos a a és dos quais os de e minan es sociais a e am a saúde in an il é c ucial pa a in o ma in e enções p e en i as e ea i as pa a que p omo am equidade em saúde. Pala as-cha e: polí icas de saúde; indicado es; de e minan es sociais da saúde. COMPROMETIMENTO ORGANIZACIONAL DOS ENFERMEIROS DA UNIDADE LOCAL DE SAÚDE DO NORDESTE DE PORTUGAL: UM ESTUDO TRANSVERSAL Celes e An ão, An ónio Fe nandes, G aça Ca alho; Susana Fe nandes, Ma ia Ribei o Ins i u o Poli écnico de B agança, Po ugal Os en e mei os, o g upo p o issional mais ep esen a i o no sis ema de saúde, possuem compe ências cien í icas, écnicas e humanas pa a a p es ação de cuidados de en e magem ge ais ao indi íduo, amília, g upos e comunidade. O ní el de comp ome imen o o ganizacional (CO) des es p o issionais es á in imamen e ligado à sua p odu i idade e à qualidade dos cuidados de saúde p es ados. O p esen e es udo, quan i a i o e ans e sal, e e como obje i os a alia o ní el de CO dos en e mei os da Unidade Local de saúde do No des e; e, e i ica se exis em di e enças endo em con a a idade e a si uação p o issional. Na ecolha de dados, que deco eu en e julho de 2022 e ou ub o de 2023, oi u ilizada a escala idimensional do CO desen ol ida po Meye e Allen (1991). Os dados o am analisados u ilizando o so wa e SPSS e são 29. Pa a compa a as médias o am u ilizados os es es -S uden e ANOVA One-Way. Os en e mei os e ela am ní eis mode ados de CO. Além disso, egis a am- se di e enças na dimensão A e i a (p- alue = 0,041) e no CO (p- alue = 0,042) endo em con a a ca ego ia p o issional. Os en e mei os(a) ges o (es) o am os que egis a am os sco es mais ele ados. Po im, o empo de se iço, na mesma ca ego ia p o issional, oi iden i icado como a o di e enciado (p- alue = 0,014) do comp ome imen o calcula i o. Os en e mei os(as) com mais anos de se iço na mesma ca ego ia o am os que egis a am ní eis mais ele ados. Os en e mei os ap esen a am ní eis mode ados de comp ome imen o. Nes e con ex o, ecomenda-se, aos deciso es polí icos e ges o es das o ganizações de saúde, a o mulação e implemen ação de polí icas e es a égias que isem a p omoção e a melho ia do comp ome imen o dos p o issionais de saúde pa a que es es possam abalha com o máximo es o ço, o almen e dedicados e mo i ados pa a melho a a qualidade dos se iços p es ados. Pala as-cha e: Saúde, en e mei os, comp ome imen o o ganizacional. ÁREA TEMÁTICA: PÓS PANDEMIA DE COVID-19 AVALIAÇÃO DA FORÇA MUSCULAR PERIFÉRICA DE PACIENTES PÓS- COVID-19 PRÉ E PÓS-REABILITAÇÃO PULMONAR Ma ia Ca olina Be i, Janesca Mansu Guedes, El is Wisniewski, Ka ine Angélica Malysz, I ama Luis Gonçal es, Fe nanda Dal Maso Came a URI E echim, B asil In odução: Em janei o de 2020, su giu no mundo o co ona í us (SARS- CoV-2), iden i icado como o p incipal causado de um su o de pneumonia i al, denominada de COVID-19. A doença causou consequências em di e en es sis emas, inclusi e no músculo esquelé ico, onde a do , pe da de massa muscula , aqueza, o am os p incipais sin omas, bem como pe da de equilíb io e lexibilidade. Obje i o: A alia a o ça muscula pe i é ica de pacien es Pós-COVID-19 p é e pós RP da clínica escola de Fisio e apia da URI E echim. Me odologia: Es udo longi udinal, in e encionis a, quase expe imen al e quan i a i o. Os es es o am ealizados com o dinamôme o hid áulico analógico, ma ca Baseline®, e CIS 2024 49 os mo imen os a aliados o am lexão e ex ensão do omb o, lexão e ex ensão do joelho e abdução do quad il, odos bila e almen e. Resul ados: Ve i icou-se aumen o signi ica i o no mo imen o da lexão do omb o di ei o (p=0.0191) e esque do (p=0.0186), lexão do joelho di ei o (p=0.0065), ex ensão do joelho di ei o (p=0.0110), abdução do quad il esque do (p=0.0344) após 3 meses de RP. Em elação à lexibilidade, os pacien es PÓS-COVID-19 ap esen a am melho a signi ica i a após 3 meses de RP (p=0,0315). Em elação ao equilíb io, não hou e melho a signi ica i a. Conclusão: Concluiu-se que os pacien es Pós-COVID-19 que pa icipa am do p og ama de RP ap esen a am melho a na maio ia dos mo imen os da o ça muscula pe i é ica. Pala as-cha e: Fo ça muscula , Reabili ação pulmona , COVID-19 PACIENTES PÓS-COVID-19 MELHORAM SINTOMAS APÓS O PROGRAMA DE REABILITAÇÃO PULMONAR Lau a Toniazzo Backes Ma ia Ca olina Be i; I ama Luís Gonçal es; Leand o An ônio G i i; Eliane Roseli Winkelmann; Fe nanda Dal’Maso Came a Uni e sidade Regional In eg ada do Al o U uguai e das Missões - URI E echim, B asil In odução: A in ecção pelo í us SARS-CoV-2 causou nos pacien es um quad o espi a ó io g a e o qual oi chamado de Sínd ome Respi a ó ia Aguda G a e. Pesquisas indicam que após a pandemia da COVID-19, mui os pacien es ainda ap esen am alguns sinais e sin omas impo an es, o que os limi a nas a i idades de ida diá ia, como caminha , subi escadas e cuida de si mesmo. Além disso, os sin omas como adiga e dispneia, pa a mui os pacien es, ainda são pe sis en es. Obje i o: A alia a dispneia, adiga e mudanças nas a i idades de ida diá ia de pacien es pós-COVID- 19 que pa icipa am do p og ama de Reabili ação Pulmona (RP) da Clínica Escola de Fisio e apia da URI E echim. Me odologia: Es udo longi udinal, in e encionis a, quase expe imen al e quan i a i o. A amos a oi compos a de 6 pacien es acome idos pela COVID-19 da cidade de E echim que ealiza am eabili ação ambula o ial po 3 meses. Foi u ilizado o ins umen o Dyspnea Ques ionnai e Pulmona y Func ional S a us (PFSDQ-M), o qual a alia a dispneia, a adiga e as a i idades de ida diá ia dos pacien es. Resul ados: Em elação aos sin omas não hou e di e ença signi ica i a na dispneia (p=0,9747), adiga (p=0,9999) e na mudança nas a i idades de ida diá ia (p=0,4283) an es e após 3 meses de eabili ação pulmona , po ém hou e uma edução nos esco es em cada um dos sin omas após 3 meses de RP. Conclusão: Conclui-se que os pacien es Pós-COVID-19 que pa icipa am do p og ama de RP ap esen a am meno es esco es pa a dispneia, adiga e a i idades de ida diá ia, demons ando assim, a impo ância da eabili ação na ida desses pacien es, melho ando a qualidade de ida dos mesmos. Pala as-cha e: Co id-19, dispneia, adiga, eabili ação pulmona RASTREIO SEROLÓGICO À COVID-19 EM PEQUENOS RUMINANTES DE EXPLORAÇÕES DO NORDESTE TRANSMONTANO Ti any Pe ei a, Ma ia João Caldei a, Helde Mi anda Quin as, Ca ina Rod igues Cen o de In es igação de Mon anha do Ins i u o Poli écnico de B agança, Po ugal Pa a comp eende melho a disseminação e o impac o do SARS-CoV-2, o í us esponsá el pela pandemia de COVID-19, as eios se ológicos êm sido e e uados em di e sas espécies animais. O obje i o des e abalho oi pesquisa o ní el de exposição ao í us de pequenos uminan es de explo ações do No des e T ansmon ano ealizando ensaios imunoenzimá icos (ELISA). Numa amos a de con eniência, oi ealizada a colhei a de sangue de cab as (n=357) e o elhas (n=508) ao longo do pe íodo da pandemia, coincidindo com os pe íodos de p edominância de ês impo an es a ian es do SARS-CoV-2: al a, del a e omic on. Pa a a de eção de an ico pos especí icos con a o SARS-CoV-2 o am ealizados es es ELISA, emp egando an ico pos con a o domínio de ligação ao ece o (RBD: Recep o Binding Domain) das di e en es a ian es sendo que o an ico po secundá io e a ambém especí ico da espécie. As amos as o am conside adas posi i as quando a di e ença en e o sinal CIS 2024 50 an i-RBD e o sinal BSA se ap esen ou acima de 0.6, e o sinal dos an ico pos an i-RBD e a pelo menos 2.5 ezes maio do sinal BSA. Os esul ados e idencia am uma maio pe cen agem de casos posi i os na amos a de cab as 10% (n= 35), des as 31% o am iden i icados com an ico po an i-RBD da a ian e al a, 40% del a, 6% omic on e 23% posi i as pa a al a e del a. Nas o elhas apenas 3% dos casos o am iden i icados como posi i os (n=14), sendo que 50% o am iden i icados com an ico po an i-RBD da a ian e al a, 21% del a e 29% al a mais del a. Embo a enha sido iden i icada a p esença de an ico pos especí icos do í us é essencial con i ma se esses animais podem a ua como ese a ó ios pa a o í us. Es a abo dagem em sido u ilizada pa a ou as espécies de animais. Iden i ica a exposição dos animais ao SARS-CoV-2 pode ajuda a en ende melho como o í us ci cula en e di e en es espécies e e ela no as ias de ansmissão. Iden i ica no os ese a ó ios animais do í us é, na a ualidade, da máxima impo ância pa a con ola e p e eni u u os su os. Pala as-cha e: SARS-CoV-2; COVID-19; Ras eio Se ológico; Pequenos Ruminan es. ALTERAÇÕES NA SAÚDE E SINTOMATOLOGIA MENSTRUAL DE ADOLESCENTES APÓS CONTACTO COM O SARS-COV-2 Zélia Anas ácio1, Celes e An ão2 Sa a Fe nandes1,3, Regina Al es1, Paula Ca alho1,4 & Isabel Condessa5 1CIEC, Ins i u o de Educação, Uni e sidade do Minho, 2Escola Supe io de Saúde, Ins i u o Poli écnico de B agança, 3Unidade Local de Saúde En e Dou o e Vouga, 4Escola Supe io de Saúde do No e da C uz Ve melha Po uguesa, 5Uni e sidade dos Aço es Du an e a pandemia de COVID-19, a p e enção, o diagnós ico e o p ocesso de a amen o o am bas an e discu idos, acele ando-se in es igação que pe mi iu p oduzi acinas pa a p o eção con a o í us SARS-CoV-2 e edução de complicações a ais em empo eco d. Mui os aspec os da ida humana o am a ec ados, de en e os quais adqui e impo ância pa a a saúde das mulhe es comp eende o impac o da COVID-19 no seu ciclo mens ual. De ido à no idade do ema e ao ac o de o conhecimen o sob e es a ques ão se escasso, há necessidade de es udos sob e es a possí el in e ação. Es e es udo e e como obje i os iden i ica os e ei os da acina e da in eção po COVID-19 no ciclo mens ual de apa igas po uguesas a equen a o ensino supe io ; e i ica a associação en e ac o es indi iduais e al e ações no ciclo mens ual após o con ac o com o í us SARS-CoV-2, po in eção ou po acina. T a ou-se de um es udo ans e sal e obse acional, u ilizando um ques ioná io pa a a ecolha de dados. A amos a incluiu 296 adolescen es com idades comp eendidas en e os 18 e os 24 anos (M=20,80±1,69), sendo 98,6% do sexo eminino, 0,7% in e sexo e 0,7% p e e iu não se dize . Mais de me ade da amos a e e COVID-19 apenas uma ez (51,1%) e omou duas doses da acina (54,7%). Os esul ados apon am pa a al e ações nos ciclo mens ualmais no ó ias na edução do pe íodo mens ual, dimunição do luxo e aumen o de coágulos. Mais de 10% ela am e pio ado as do es abdominais, as do es de cabeça e o cansaço ísico gene alizado. Ou os a o es p ecisam de se es udados a im de cla i ica es es e ei os. Pala as-Cha e: Saúde mens ual, Vacina COVID-19, Adolescen es ÁREA TEMÁTICA: PREVENÇÃO DA VIOLÊNCIA E DO BULLYING NA ESCOLA A LITERATURA INFANTIL PARA PREVENÇÃO DA VIOLÊNCIA SEXUAL: ANÁLISE DE MATERIAIS Ana Claudia Bo olozzi, B enda Sayu i Tanaka Uni e sidade Es adual Paulis a Julio De Mesqui a Filho- Unesp, B asil A iolência sexual con a c ianças é um enômeno ala man e, com g a es implicações pa a o desen ol imen o das í imas e que, po isso, de e se al o de polí icas públicas de p e enção. Pa a as a i idades p e en i as que podem se ealizadas, an o na á ea da saúde quan o da educação, um bom ecu so pedagógico é o uso de li os que a am dessa complexa emá ica. Es e es udo quali a i o-explo a ó io, ipo documen al, e e po CIS 2024 51 obje i o analisa a li e a u a in an il sob e p e enção à iolência sexual con a c ianças disponí el no me cado. Fo am analisados 11 li os b asilei os localizados no si e come cial amazon.com, a pa i dos quais eme gi am ca ego ias emá icas em dois eixos: 1) Ve en es de educação sexual p esen es nas ob as: (a) Biológica (nomeação de pa es ín imas do co po, noção de p i acidade e oques do “sim” e “não”); (b) Religiosa (p o eção de um co po que é c iação de Deus); (c) Di ei os Humanos (ensino sob e o ema enquan o unção da amília e do Es ado pa a p o ege as c ianças da iolência sexual). 2) Rep esen ação da di e sidade: a) Co e aça (as ilus ações en a izando co pos b ancos, pa dos e neg os, poucas imagens de pe sonagens ama elos e nenhum indígena); b) Classe (p e alência de uma classe social média); c) Pad ões es é icos (p edomínio de co pos sem de iciência, mag os e al os). A maio pa e dos li os usa pe sonagens humanos (poucos são animais ou igu as abs a as); alguns u ilizam imas pa a acili a a linguagem e quase odos ap esen am ecomendações aos adul os que de em acompanha a lei u a. Alguns li os são mais comple os em con eúdo, enquan o ou os são mais supe iciais; alguns são endenciosos a alo es mais conse ado es ou a pad ões amilia es no ma i os e he e ossexuais. En e an o, a mensagem de iden i icação da iolência e meios de p o eção são explíci os em odos eles. Apesa de algumas essal as, conclui-se que há bons ma e iais que podem se u ilizados e adap ados pa a p ocessos de educação em sexualidade na in ância. Pala as-cha e: In ância; Violência Sexual; P e enção; Li e a u a; Educação em Sexualidade ÁREA TEMÁTICA: PROMOÇÃO E EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE BARREIRAS À IMPLEMENTAÇÃO DA PROMOÇÃO E EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE EM MEIO ESCOLAR: A PERCEÇÃO DOS PROFESSORES E DOS ENFERMEIROS DE SAÚDE ESCOLAR Leonel Lusquinhos, Rui Gu ei o, G aça S. Ca alho Uni e sidade de É o a, Po ugal In odução: Os p og essos ela i os à Saúde Escola êm sido e iden es em oda a Eu opa, endo passado de uma isão eduzida ocada exclusi amen e no cu ículo, pa a uma abo dagem mais ab angen e com ecu so a múl iplas es a égias e polí icas. Na li e a u a o am iden i icados a o es que di icul am a implemen ação de p og amas e p oje os de P omoção e Educação pa a a Saúde em Meio Escola (PEpS- ME), nomeadamen e, o oco nos con eúdos p og amá icos das di e en es disciplinas e a al a de apoio ins i ucional, o s ess, a sob eca ga de abalho e us ação, de ido ao abalho adicional ge ado pela p á ica, e eações nega i as de colegas. Obje i os: Es e es udo p e ende da espos a à ques ão: Quais os cons angimen os iden i icados pelos p o esso es e en e mei os de saúde escola ela i os à implemen ação de p og amas e p oje os de PEpS-ME? Me odologia: es udo desc i i o, quali a i o, com ecu so à écnica de en e is a semies u u ada ealizada a p o esso es e a en e mei os que exe cem a sua a i idade em saúde escola . Resul ados: Pa icipa am 31 p o esso es e 6 en e mei os de 6 ag upamen os de escolas de B aga. Da ca ego ia Cons angimen os eme gi am duas subca ego ias: implemen ação e ecu sos. Rela i amen e à implemen ação os p o esso es iden i ica am como ba ei as a bu oc acia e o en edo legisla i o. P o esso es e en e mei os e e i am a ex ensão dos cu ículos e a necessidade de cump i os p og amas, a necessidade da sensibilidade dos p o esso es e a exis ência de á ias en idades a abalha na escola. No que diz espei o aos ecu sos os p o esso es iden i ica am a ausência de inanciamen o. Os p o esso es e en e mei os e e i am a al a de empo e ho as alocadas, o anspo e das CIS 2024 52 equipas de saúde e a al a de ecu sos humanos. Conclusões: É necessá ia uma in e enção jun o das di eções das escolas de o ma a sensibiliza pa a a PEpS-ME, as p opos as de p og amas e p oje os de PEpS-ME nas escolas de em se a iculadas de o ma a não sob eca ega as escolas e é u gen e a alocação de en e mei os e de inanciamen o. Pala as-cha e: Escola; P omoção da Saúde; P o esso es; En e mei os HORTA FAMILIAR: PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL E EDUCAÇÃO ALIMENTAR E NUTRICIONAL Cláudia Thomé da Rosa Piase zki, Claudia Ma chesan, E a Te esinha de Oli ei a Bo , Tá cio Rica do Thomas Sec e a ia Municipal de Saúde e Sec e a ia Municipal de Educação de Bozano / RS / B asil, B asil De aco do com a Lei Fede al n°.10.216, 06 de ab il de 2001, os municípios b asilei os de em desen ol e a Polí ica de Saúde Men al no con ex o do Sis ema Único de Saúde (SUS), em ações de p omoção e p o eção da saúde. A Agenda 2030 da ONU, ambém az no obje i o 3 a Saúde e Bem- Es a , o qual isa ga an i o acesso à saúde de qualidade e p omo e o bem-es a pa a odos, em odas as idades. Nes a pe spec i a o es udo em como obje i o iden i ica e des aca as po encialidades da p á ica com ho as amilia es como e amen a de p omoção da saúde men al associada a Educação Alimen a e Nu icional. A pesquisa é quali a i a, na modalidade de pesquisa ação. Des aca ações ealizadas de cons ução e desen ol imen o de ho as amilia es na pe spec i a de p omoção da saúde men al e Educação Alimen a e Nu icional na a enção básica do Município de Bozano/RS, B asil. As a i idades desen ol idas con emplam a in eg ação de p o issionais da saúde, de di e en es á eas, ha endo a iculação e diálogo de di e en es sabe es pa a a comp eensão dos p ocessos de saúde e adoecimen o, na busca de cuidado e a amen o de aco do com a singula idade de cada caso. Ac edi a-se que as p á icas com ho as amilia es não subs i uem o a amen o, mas são e amen as e apêu icas complemen a es que isam p opo ciona bene ícios pa a a saúde e bem-es a humano a pa i do con a o com a na u eza, da in e ação social, da ocupação ú il do empo e da alo ização pessoal, além da sensibilização e consciên ização alimen a e nu icional. O abalho diá io dedicado ao cul i o de seu p óp io alimen o con ibui na segu ança alimen a e p omo e o sen imen o de iden idade, esga ando, dessa o ma, uma aleg ia de i e , ele ação da auoes ima e se sen i pe encen e na sociedade. Pala as-cha e: Polí icas Públicas. P omoção da Saúde. Segu ança Alimen a . Ho icul u a Te apêu ica. ORIENTAÇÃO FARMACÊUTICA PARA USUÁRIOS DE INSULINOTERAPIA NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE: UMA PESQUISA AÇÃO Ké lin Luiza S ada, Luciane da Sil a Pas ó io, Manoela Fonseca, Gus a o Ribei o Ped oso, Vanessa Adelina Casali Bandei a Uni e sidade Regional do No oes e do Es ado do Rio G ande do Sul- UNIJUI, B asil In odução: O Diabe es melli us é conside ado um p oblema de saúde pública. Ca ac e iza-se po se uma pa ologia me abólica e c ônica, de inida pela de iciência ou ausência de p odução, sec eção ou ação da insulina no o ganismo. Obje i o: Obse a a adesão ao a amen o de insulino e apia, iden i ica os p incipais p oblemas na aplicação de insulina e de ini os p oblemas elacionados à insulino e apia na a enção p imá ia. Me odologia: É uma pesquisa-ação, ealizada com pacien es ads i os a uma ESF, em como público pacien es com idade en e 60 e 79 anos que azem uso de insulino e apia, os dados o am cole ados com isi as domicilia es aos pacien es, isando o nece -lhes apoio nas écnicas de aplicação de insulina e o ien ações de saúde. A a aliação dos pacien es oi conduzida po meio de uma icha de anamnese a macêu ica e acompanhamen o da glicemia capila po meio de ichas de egis o. Resul ados: Fo am en e is ados oi o pacien es, onde 62,5% e am mulhe es e 37,5% e am homens. Em elação aos p oblemas associados à insulino e apia, obse ou-se que 50% dos indi íduos ela a am en en a ce a di iculdade na adminis ação do a amen o. Conside ações inais: En ende-se que embo a a insulino e apia seja um a amen o mui o CIS 2024 53 u ilizado, os pacien es que dependem da insulino e apia como pa e do seu a amen o ainda en en am di iculdades pela al a de in o mações e o ien ações adequadas nos se iços de saúde. Pala as-cha e: Assis ência Fa macêu ica, A enção p imá ia à saúde, Diabe es Melli us Tipo 2, Resis ência à Insulina. CLÍNICA-ESCOLA DE PSICOLOGIA, INTERSETORIALIDADE E SAÚDE MENTAL DA CRIANÇA Magale de Cama go Machado, Elisângela Maisa Fe nandes Thomas, Elisângela Reinheime de Bi encou Faculdade Ins i uição E angélica de No o Hambu go, B asil O es udo e sa sob e luxos de a endimen o a c ianças em uma clínica- escola de psicologia na Faculdade Ins i uição E angélica de No o Hambu go (IENH) - RS/B asil, é uma unidade suplemen a do cu so de psicologia, que o e ece supo e pa a a i idades de ensino, nos ní eis de pesquisa e ex ensão. A clínica-escola é campo de es ágio pa a o mação de psicólogos em g aduação e o mação con inuada, ealizando acompanhamen os psicológicos à comunidade, que acessa po demanda espon ânea ou po ou as a iculações in e se o iais de assis ência em educação, saúde e demais segmen os. A clínica-escola IENH ambém possui ele ância social, dados a endimen os em psicologia com baixo cus o inancei o (PERES, SANTOS, COELHO, 2004). Pa imos da in e ogação sob e as possibilidades de uma clínica-escola de psicologia auxilia na p omoção de saúde men al na ede in e se o ial de assis ência em saúde de c ianças. Po encializamos o espaço de g aduação em psicologia pa a in es imen os na in ância e, assim, p omo e a saúde men al de c ianças. Se ão cole adas in o mações dos egis os de acolhimen o de c ianças nos anos 2023 e 2024, seguidos de análises quan i a i as e quali a i as sob e luxos nos p ocessos de acompanhamen o psicológico. Des acamos esul ados como: 37% das demandas o am espon âneas, 29% dos casos ie am de escolas e 44% de di e en es segmen os. As queixas iniciais o am: 44,4%, sob e ques ões amilia es e 25,9%, ela i as à ag essi idade, 14,8% po ansiedade. Os dados ap esen am a escola como espaço de p o eção em sua unção social (BRASIL, PNEDH, 2007), nos encaminhamen os ealizados. A ede in e se o ial é cons i uída nas a iculações de p á icas em campos di e sos de conhecimen o no compa ilhamen o do cuidado e coges ão das ações di ecionadas à c iança (BRASIL, 2014). Ressal a-se a impo ância do o alecimen o da ede in e se o ial e de espaços abe os às comunidades pa a demandas espon âneas, como se cons i ui a clínica- escola, cump indo ambém impo an e papel no sis ema de cuidado e p omoção da saúde men al de c ianças. Pala as-cha e: clínica-escola, ede in e se o ial, in ância school clinic, in e sec o al ne wo k, childhood GIRA A ROLETA: LUDICIDADE NAS OFICINAS DE PREVENÇÃO ÀS IST Monique F ança dos San os, Juliana Simas San os, P iscila Kisela Mo ela o F anceschini, Samille C uz dos San os, Isabela Ribei o Passos Viei a, Lilian Conceição Guima ães de Almeida Cen o Uni e si á io Jo ge Amado, B asil In odução: O p oje o de ex ensão Bonde Uni e si á io p omo e ações de p e enção às In ecções Sexualmen e T ansmissí eis (IST). Pe an e a limi ada discussão sob e o ema, o conhecimen o ace ca das IST é incipien e, o nando necessá io o desen ol imen o de a i idades que ampliem o acesso à in o mação. Obje i o: Rela a a expe iência de g aduandos na cons ução da Role a da P e enção. Me odologia: O uso da e amen a lúdica nas ações de p e enção e e as seguin es e apas: chu a de ideais, escolha de ecnologia lúdica de cuidado, planejamen o, implemen ação e a aliação. Todas as a i idades con a am com a pa icipação dos discen es, a elabo ação da ole a, a escolha da sua es u u a, ma e ial e layou o am pensados de o ma que a ai-se a a enção e es imulasse a in e ação, po isso o uso de co es i as. A ole a oi p eenchida com a iados ca ões colo idos com pe gun as dispa ado as sob e IST. Resul ados: A a i idade consis iu em gi a a ole a, a co so eada inclui pe gun as sob e os emas: Concei o e ipos de CIS 2024 54 IST, es a égias de p e enção combinada, es agem ápida, a amen os, p omoção da saúde. Além do deba e, hou e a o e a de b indes, insumos de p e enção e pan le os educa i os. A Role a da P e enção a aiu as pessoas nas ações educa i as, ge ou cu iosidade e ecep i idade ao uso. Dian e da pe gun a no ca ão, os pa icipan es o am es imulados a expo conhecimen os, dú idas e cu iosidades. A o ien ação sob e p e enção às IST, a educação sob e saúde sexual e ep odu i a o am ações ins, o que possibili ou a p opagação do conhecimen o. Conclusões: O uso de a i idades lúdicas du an e as ações é impo an e, pois mo i a a pa icipação do público al o. A Role a da P e enção o nou o p ocesso de ap endizagem le e, dinâmico e en ol en e, con ibuindo pa a a sensibilização. A expe iência dos discen es na c iação e aplicação dessa e amen a demons a a aplicabilidade de abo dagens ino ado as na saúde. Pala as-cha e: Ma e iais de ensino, Educação, In ecções sexualmen e ansmissí eis, Saúde da população REDES SOCIAIS, LITERACIA EM SAÚDE E MEDICINA ALTERNATIVA E COMPLEMENTAR: UMA REVISÃO NARRATIVA Ângela Almeida de Ca alho, Ana Gal ão, Eugénia Anes Ins i u o Poli écnico de B agança, Po ugal In odução: Uma das p incipais on es de in o mações a ualmen e são as edes sociais de ido a acilidade de acesso e a quan idade de dados que ag ega. É um eículo que soma uma eno me quan idade de in o mação ou desin o mação em saúde e as medicinas al e na i as e complemen a es (MAC). Bons ní eis de li e acia em saúde (LS) são essenciais pa a a capacidade de disce ni a qualidade e e acidade das in o mações ob idas an es da omada de decisões indi iduais. Obje i o: obje i a-se analisa a associação en e a li e acia em saúde, a u ilização das edes das edes sociais e a u ilização de medicinas al e na i as e complemen a es. Mé odos: Realizada uma e isão na a i a da li e a u a a a és das pla a o mas digi ais Google Académico, PubMed e ScienceDi ec , com 21 a igos incluídos pa a análise. Resul ados: As edes sociais são amplamen e u ilizadas a ualmen e pela população, cons i uindo uma das p incipais on es de in o mação pa a emas como a saúde e a medicina al e na i as e complemen a es. A quan idade de desin o mação p esen e nas edes sociais ep esen a um pe igo à saúde de ido ao po encial de in luencia a i udes e po encializa compo amen os de isco. A li e acia em saúde apa ece como um a o de e minan e e mediado da capacidade de disce ni a qualidade das in o mações ob idas, in luenciando a o ma como os indi íduos p ocessam e buscam in o mações das edes sociais, e suas a i udes pe an e as medicinas al e na i as e complemen a es. A li e acia em saúde, as edes sociais e as medicinas al e na i as e complemen a es es ão associadas no que diz espei o à ob enção, in e p e ação e u ilização de in o mações de saúde e de p á icas al e na i as e complemen a es. Conclusão: As MACs possibili am di e sas opções pa a além das con encionais, sendo i al que os indi íduos sejam in o mados de odas as opções disponí eis com os mais a ualizados dados pa a pode em exe ce seu di ei o de decisão da o ma mais in o mada e con ex ualizada possí el. Pala as-cha e: Li e acia em saúde; Medicina al e na i a e complemen a ; edes sociais. RELATO DE EXPERIÊNCIA: PROCESSO EDUCATIVO E PROMOÇÃO DA SAÚDE DE MÃES DE BEBÊS COM ANQUILOGLOSSIA And ea Ke ckho dos San os, Zélia Caçado Anas ácio; Eliane Roseli Winkelmann Uni e sidade do Minho, Po ugal Es e a igo a a-se de um ela o de expe iência sob e um abalho desen ol ido com as mães de bebês que ap esen a am di iculdade na mamada no seio, em especial os de anquiloglossia, mo ado as da g ande Vi ó ia, ES, B asil, com dis in os pe is socioeconômicos. O obje i o do abalho oi a educação pa a a saúde com con ex ualização na acili ação à pega e o ganização senso io-mo o a do binômio mãe-bebê. Pa icipa am dos a endimen os, 150 mães, com idade en e 15 e 45 anos. Fo am ealizadas sessões indi iduais de a endimen o ansdisciplina e CIS 2024 55 educação pa a a saúde, no pe íodo en e se emb o de 2021 e agos o de 2022. Fo am le an adas as p incipais dú idas que as mães inham sob e a mamada co e a e e icien e, as quais o am escla ecidas no deco e das sessões de a endimen o assis encial e educação pa a a saúde, com u ilização de es a égia pa icipa i a e isual. Os e mos écnicos o am decodi icados pa a a linguagem popula . Com base nos emas abalhados nas sessões, oi elabo ada uma a e a de casa com exe cícios pa a a mãe e o bebê ealiza em a é à p óxima sessão. A comp eensão sob e o con eúdo oi alidada com as mães a pa i do momen o em que se sen iam segu as pa a al a e no alcance dos c i é ios elabo ados pela equipe ansdisciplina pa a cada caso. A expe iência pe mi iu conhece as peculia idades do g upo e planeja o ien ações comp eensí eis e signi ica i as com as mães. Pala as-cha e: Alei amen o; anquiloglossia; bebês; mães; p omoção da saúde. ATIVIDADE DE EDUCAÇÃO EM SAÚDE AUXILIA A MELHORA DO CONHECIMENTO EM SAÚDE ASSOCIADO A FISIOTERAPIA EM PACIENTES CARDIOPATAS G aziela Wenzel Kochhann, Juliana Gia e a, Bianca Tayluane Cemb anel Jakimczuk, E elise Mo aes Be lezi, Eliane Roseli Winkelmann Uni e sidade Regional do No oes e do Es ado do Rio G ande do Sul - UNIJUÍ B asil In odução: As ca diopa ias êm in luência di e a na qualidade de ida dos indi íduos, a eabili ação isio e apêu ica impac a posi i amen e na ques ão de saúde, e pa indo de um conhecimen o p é io as es a égias de educação em saúde des es pacien es podem se o pon o cha e na e apêu ica. O obje i o: Análise de a i idade educa i a em g upo pa a pacien e ca diopa a, que ealizam isio e apia em um p og ama de eabili ação ca díaca, a aliando o impac o no conhecimen o e qualidade de ida. Me odologia: T a a-se de um es udo de in e enção do ipo an es e depois com pa icipação de 9 pacien es. O g upo ecebeu a endimen o de isio e apia ca dio espi a ó ia duas ezes na semana po 5 semanas e pa icipou de um p og ama de educação em saúde com o ien ações quan o ao es ilo de ida e a condição de saúde uma ez po semana du an e as cinco semanas. Resul ados: 9 indi íduos concluí am o es udo. Após a in e enção hou e melho a no conhecimen o de saúde, no que diz espei o às pa ologias que a e am o sis ema ca dio ascula (p é in e enção a maio ia ela a a en e egula e bom e após a in e enção a classi icação oi pa a bom e ó imo em 87% dos indi íduos) assim como, sinais e sin omas e sob e o econhecimen o quan o aos pe íodos de exace bação da doença. Não hou e al e ações na qualidade de ida, sendo que no p é e pós in e enção, espec i amen e o esco e ge al oi em média de 87,50 e 89,94 (p=1,00), dimensão ísica oi 85,06 e 87,34(p=0,28), dimensão psicológico oi 87,88 e 90,10 (p=0,10), dimensão elações sociais 88,63 e 91,70 (p=0,06) dimensão meio ambien e 100,56 e 101,42 (p=0,46) Conclusão: A p á ica educa i a associada a um p og ama de eabili ação ca dio ascula oi e e i a pa a a melho a do conhecimen o dos pacien es sob e a doença e seu cuidado de saúde. Pala as-cha e: Ca diopa ias; educação em saúde; qualidade de ida. DISCRIMINAÇÃO NA SAÚDE: UM ESTUDO EM ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS Conceição Tomé, Hugo Al es, C is ina Teixei a, Celes e An ão ULsNo des e In odução: A disc iminação nos cuidados de saúde é de inida como ações nega i as ou al a de conside ação di igidas a um indi íduo ou g upo com base em noções p econcebidas sob e a sua iden idade. É hoje consensual que não é necessá io que exis am danos pa a que exis a disc iminação. Obje i os: Iden i ica a exis ência de disc iminação pelos se iços de saúde em alunos de uma Ins i uição Supe io do No e de Po ugal e elaciona a exis ência de disc iminação em unção da sua na u alidade, idade e sexo. Me odologia: Es udo ans e sal, quan i a i o e co elacional. Foi disponibilizado online um ques ioná io in eg ando uma escala de Disc iminação Racial In e pessoal nos Se iços de Saúde (DRISS) de Rosa, Bo ges e A aújo (2021) com 4 subescalas: Reação, CIS 2024 56 Imagem, Vi ências e Obse ações. Resul ados: A amos a in eg a 103 alunos, sendo 80 apa igas e 23 apazes com idades co esponden es en e os 18 e os 54 anos. Do o al, 64% êm nacionalidade po uguesa, 14% b asilei a e de Países A icanos de Língua O icial Po uguesa (PALOP’s) são 22%. Em unção da nacionalidade, na subescala Reação, e i icou-se que a média mais al a ob ida oi da população b asilei a (2,57±1,38). Na subescala Imagem, Vi encias e Obse ações o am os PALOP’s que ap esen a am uma média mais ele ada , espe i amen e 3,2±1,76, 2,43±1,27 e 2,34±1,16. Embo a sem di e enças es a is icamen e signi ica i as pa a o sco e o al en e g upos, o am encon ados sco es mais ele ados nos mais elhos (58,0±16,6), no sexo eminino (57,5±17,8) e na população b asilei a (62,7±15,4). Conclusões: Conside ando que odas as p o issões são ab angidas po p incípios é icos e deon ológicos, pa ece impo an e di ulga es es achados como o ma de e lexão e in ospeção de p á icas e a i udes de o ma a caminha pa a a inclusão Pala as-cha e: disc iminação, se iços de saúde, es udan es TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS PARA EDUCAÇÃO EM SAÚDE: PRODUÇÕES DE UM PROGRAMA DE PÓS-GRADAÇÃO EM ENFERMAGEM Ka la Pi es Mou a Ba bosa, Eliane Ma ia Ribei o de Vasconcelos; Helena Ra aela Viei a do Rosá io Uni e sidade Fede al de Pe nambuco, B asil In odução: No con ex o b asilei o, os p o issionais da á ea da en e magem es ão cada ez mais a inse i -se no âmbi o da in es igação median e o ing esso em p og amas de pós-g aduação em en e magem s ic o sensu. O P og ama de Pós-g aduação em En e magem da Uni e sidade Fede al de Pe nambuco, localizada na cidade do Reci e/Pe nambuco/B asil, o e ece cu sos de mes ado e dou o amen o na á ea de en e magem e educação em saúde. As in es igações ealizadas no p og ama êm ge ado ecnologias educacionais que isam a p omoção da saúde a a és da comunicação e in o mação em saúde, possibili adas pelas ações de educação em saúde. Obje i o: Desc e e as ecnologias educacionais p oduzidas no P og ama de Pós-g aduação em En e magem da Uni e sidade Fede al de Pe nambuco. Me odologia: T a a-se de um ela o de expe iência ace ca das ecnologias educacionais p oduzidas no P og ama de Pós-g aduação em En e magem da Uni e sidade Fede al de Pe nambuco, que buscam acili a as ações de educação em saúde pa a a p omoção da saúde e do au ocuidado median e a consciencialização da população. Resul ados: As ecnologias educacionais p oduzidas no P og ama são le es, le e-du a e du as, endo já sido p oduzidos so wa es, aplicações, podcas s, ca ilhas, ídeos, álbuns se iados, co déis e jogos. Di e en es emá icas em saúde e do cuida são abo dadas nas ecnologias, ais como: ne ologia, ca dio ascula , hemo e apia, pa o, amamen ação, sexualidade e in ecções sexualmen e ansmissí el, hanseníase, bullying, p imei os soco os, iolência. As mesmas ab angem os indi íduos nas di e en es e apas da ida e con ex o, como: g a idez, pa o, in ância, adolescência, adul os, idosos, escola es, p o esso es, enca ce ados. Todas es as ecnologias são o esul ado da expe iência p o issional e são cons uídas median e a ealidade e pa icipação da população-al o. Conclusões: As ecnologias educacionais que o am e con inuam sendo p oduzidas no P og ama isam acili a as ações de educação em saúde com di e en es emá icas, nas di e sas ases da ida e di e en es con ex os pa a a p omoção da saúde, consciencialização e o mação de cidadãos c í icos e e lexi os pa a a p á ica do au ocuidado. Pala as-cha e: En e magem; Tecnologia educacional; Educação em saúde; P omoção da saúde. ÁREA TEMÁTICA: SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE O CONTROLO POSTURAL DO TRONCO NAS CRIANÇAS: UM ESTUDO DE AVALIAÇÃO NO AMBIENTE NATURAL PRÉ-ESCOLAR C is ina Alexand a Ma ins Lima A aújo, Ma ia G aça Fe ei a Simões Ca alho CIEC – UMinho, Po ugal O con olo pos u al é de inido como o p ocesso neu ológico en ol ido na es abilidade da elação do co po com a g a idade, pela manu enção ou CIS 2024 57 e o no do cen o de p essão (CoP) na base de supo e (BoS). O desen ol imen o do con olo pos u al com a a i idade ísica lúdica e in ensa, desde idades p ecoces, é essencial pa a p e eni de o midades e a do na coluna e eb al em c ianças e adolescen es. Es e es udo p e endeu medi e analisa o con olo pos u al do onco das c ianças no ambien e na u al p é-escola , du an e o desempenho de a e as pos u ais. Pa icipa am 15 c ianças de 5 e 6 anos com desen ol imen o ípico. Fo am ecolhidos os dados ela i os às a iá eis independen es que ca ac e izam o g upo de pa icipan es. Uma pla a o ma de o ças e a ele omiog a ia (EMG) o am sinc onizadas an es da ecolha de dados e o con olo pos u al do onco das c ianças oi medido du an e o desempenho de um p o ocolo de a e as pos u ais p ede inido, que as c ianças ha iam expe imen ado an e io men e. Os dados ecolhidos com a pla a o ma de o ças pe mi i am moni o iza , com p ecisão e sensibilidade, pequenas al e ações na oscilação co po al, pa a medi e analisa o con olo pos u al do onco e os ajus es na pos u a (equilíb io) aquando das a e as pos u ais. Com os dados da EMG oi possí el a alia a a i idade muscula do onco e analisa o empo e a magni ude da con ação muscula du an e o desempenho do p o ocolo. Fez-se es a ís ica desc i i a pa a analisa a iá eis independen es e dependen es (deslocamen os do CoP e espos a muscula ). A análise co elacional oi u ilizada pa a es abelece compa ações e iden i ica di e enças signi ica i as en e as a iá eis independen es e as dependen es (en e meninos e meninas e en e c ianças com di e en es pesos, idades ges acionais e p á icas de a i idade ísica). Assim, es e es udo possibili ou medi e analisa os pa âme os es abilomé icos sob e o con olo pos u al do onco das c ianças e iden i ica a o es de isco pa a o desen ol imen o saudá el da pos u a co po al. Pala as-cha e: con olo pos u al, onco, c ianças, pla a o ma de o ças, ele omiog a ia FATORES DE RISCO E RESULTADOS DO DISTRESS PARENTAL NAS QUEIMADURAS PEDIÁTRICAS: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA Ma im San os, Ana Fe az, M. G aça Pe ei a Cen o de In es igação em Psicologia, Escola de Psicologia, Uni e sidade do Minho, Po ugal In odução: As lesões po queimadu as não in encionais em idade pediá ica cons i uem um impo an e p oblema de saúde pública, mundialmen e. Os pais de pacien es pediá icos com queimadu as en en am á ios s esso es que podem esul a em dis ess psicológico signi ica i o. Obje i os: A p esen e e isão sis emá ica e e como obje i o sin e iza a e idência disponí el sob e a o es e esul ados do dis ess pa en al nas lesões po queimadu as em idade pediá ica. Me odologia: A pesquisa oi e e uada a é no emb o de 2021 a a és das bases de dados Web o Science, PubMed, and PsycINFO. Fo am incluídos in a e oi o es udos, ca o ze dos quais com desenho longi udinal. Dois e iso es independen es a alia am a qualidade me odológica eco endo à Na ional Hea , Lung, and Blood Ins i u e Quali y Assessmen Tool o Obse a ional Coho and C oss-Sec ional S udies. Resul ados: Dos in a e oi o es udos incluídos, in e e oi o explo a am a o es de isco/con ibu i os pa a o dis ess pa en al, in e iden i ica am esul ados e onze a igos epo a am di e enças en e subg upos (e.g., sin omas de dis ess das mães e dos pais). A maio ia dos es udos ap esen ou uma qualidade azoá el. Cinco ca ego ias majo de a o es de isco/con i u i os o am encon adas, nomeadamen e a o es sociodemog á icos, psicossociais, psicológicos, amilia es e elacionados com a queimadu a da c iança, e duas ca ego ias de esul ados do dis ess pa en al (i.e., psicológicos e elacionados com os cuidados da queimadu a, e esul ados de saúde/ uncionais da c iança). Ní eis iniciais de dis ess pa en al o am um o e p edi o de dis ess pos e io . O dis ess pa en al oi um po encial a o de isco pa a compo amen os desadap a i os, eações aumá icas e pio ecupe ação (e.g., baixa qualidade de ida) da c iança. Os esul ados ambém suge em que a maio ia dos sin omas de dis ess pa en al endem a diminui com o empo. Conclusões: CIS 2024 64 impac o do aminoca b na e ilidade masculina são escassos. Assim, o obje i o des e abalho oi a alia o impac o do inse icida aminoca b nas células de Leydig, que são esponsá eis pela p odução de and ogénios, essenciais pa a o no mal uncionamen o do sis ema ep odu o masculino. Pa a al, expusemos uma linha celula de Leydig (BLTK1) a concen ações c escen es de aminoca b e, de seguida a aliámos a p oli e ação e iabilidade celula es, assim como danos memb ana es. Adicionalmen e, es udámos a unção e me abolismo mi ocônd ial, e a p odução de espécies eac i as de oxigénio (ROS) e s ess oxida i o. Finalmen e, a aliámos a p odução de and os enediona. Os nossos esul ados e ela am uma diminuição da p oli e ação celula na concen ação mais ele ada e um e ei o bi ásico do aminoca b na iabilidade celula . In e essan emen e, obse ámos uma diminuição nos ní eis das p o eínas dos complexos I e III da cadeia anspo ado a de ele ões, sem al e ações no po encial memb ana ou bioene gé ico das mi ocônd ias. Além disso, não de e ámos al e ações que na p odução endógena de ROS que s ess oxida i o. Con udo, na p esença de 50 μM de aminoca b hou e um aumen o na p odução de and os enediona. Des a o ma, es e abalho expõem alguns dos e ei os do aminoca b na e ilidade masculina, ale ando a comunidade cien í ica pa a a necessidade de mais es udos pa a melho comp eende o impac o des e insec icida não só no sis ema ep odu o masculino, mas na sáude em ge al. Pala as-cha e: Células de Leydig, aminoca b, mi ocônd ia RELACIONAMENTOS AFETIVO-SEXUAIS ENTRE MULHERES PRIVADAS DE LIBERDADE Na a dos San os Ma iano, Ananda San os Pimen el, Ra ael de Oli ei a Sil a, Daniel Masca enhas Oli ei a, Lilian Conceição Guima ães de Almeida e Tânia Ch is iane Fe ei a Bispo Uni e sidade Fede al da Bahia, B asil In odução: O sis ema p isional, ma cado pela in e seccionalidade de gêne o, aça e classe, negligência as necessidades das Mulhe es P i adas de Libe dade (MPL), incluindo a exp essão da sexualidade. Obje i o: Analisa os a o es que in luenciam a p á ica dos elacionamen os a e i o-sexuais en e MPL. Me odologia: A pesquisa explo a ó io- desc i i a de abo dagem quali a i a oi conduzida no Conjun o Peni enciá io Feminino de Sal ado , BA, en e ma ço e maio de 2023, a a és de ações socioeduca i as, en e is ando mulhe es em si uação de p isão sob e elacionamen os a e i o-sexuais. Todas as pa icipan es assina am o Te mo de Consen imen o Li e e Escla ecido (TCLE). Resul ados: Pa icipa am da pesquisa 13 mulhe es. O g upo in es igado ap esen ou um pe il p edominan emen e compos o po mulhe es neg as, de baixa escola idade e inculadas ao me cado in o mal de abalho, com idades en e 20 e 49 anos. An es da de enção, a maio ia se elaciona a com pessoas do sexo opos o, po ém, den o do p esídio, inicia am elacionamen os a e i os sexuais com ou as mulhe es o que ez com que algumas se decla assem lésbicas e ou as bissexuais, com mui as ela ando o p imei o con a o com mulhe es na p isão, buscando essas elações po ca ência e espei o. As mulhe es do cá ce e ompem es e eó ipos, e em como consequência o abandono e solidão. Logo, a p á ica dos elacionamen os a e i o-sexuais den o do cá ce e a enua a do das mulhe es. Conclusão: A pesquisa e ela como abandono, ca ência, busca po espei o e p o eção in luenciam os elacionamen os a e i o- sexuais de MPL, e le indo ba ei as ins i ucionais e p econcei os, is o que além de se em punidas legalmen e, so em pela queb a dos es e eó ipos. Pala as-cha e: Mino ias Sexuais e de Gêne o; P isões; Sexualidade. CIS 2024 65 ÁREA TEMÁTICA: SAÚDE, AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE BIOMARCADORES GENOTÓXICOS EM AGRICULTORES EXPOSTOS A PESTICIDAS Cín hia de Oli ei a Gonçal es, Laila Ba celos, Ra aella da Sil a de Melo, Ia a Denise End uwei Ba is i, Suzymei e Ba oni, Lizia a da Cos a Cab e a Uni e sidade Fede al da F on ei a Sul, B asil O uso de ag o óxicos ep esen a uma p eocupação signi ica i a a saúde dos abalhado es que icam expos os, pesquisas indicam que a exposição a pes icidas, como o gano os o ados, pode le a ao es esse oxida i o e danos ao DNA em abalhado es ag ícolas. Nesse con ex o, os bioma cado es geno óxicos como o es e come a e o es e de mic onúcleo de mucosa o al, podem se u ilizados como e amen as pa a o moni o amen o da saúde desses indi íduos. O ensaio come a pe mi e a de ecção de á ios ipos de danos no DNA com al a sensibilidade, incluindo queb as de i a simples e queb as de i a dupla, sendo uma e amen a aliosa pa a o es udo dos e ei os noci os dos pes icidas. Con udo, o es e de mic onúcleo a alia a ins abilidade c omossômica, onde os mic onúcleos são o mados a pa i de c omossomos in ei os ou agmen os, que não conseguem seg ega adequadamen e du an e a di isão celula . Também pode medi ou os bioma cado es de ins abilidade c omossómica, ais como células binucleadas e mul inucleadas, ca io exe com bolhas nuclea es, pon es nucleoplasma icas conhecida como "b oken egg" e c omossomos com uma dep essão no cen o (no ched). Es udos ecen es indicam que o uso de ag o óxicos po ag icul o es es á associado a danos geno óxicos, e elados po análises de sangue e mucosa bucal. Esses danos incluem aumen o de células basais e al e ações ci ogené icas, especialmen e en e aqueles que lidam com o p epa o e anspo e de ag o óxicos. Além disso, há uma associação en e o uso de pes icidas e o aumen o do isco de doenças neu odegene a i as, neu ológicas e diabe es, de ido à exposição equen e a mis u as complexas de pes icidas e à al a de equipamen os de p o eção indi idual. Assim, os abalhado es em es u as ou en ol idos na pul e ização es ão pa icula men e expos os a esses iscos. Po an o é necessá io o moni o amen o dos bioma cado es em abalhado es expos os con inuamen e aos ag o óxicos, possibili ando con ibui com e idências sob e a causalidade dos p oblemas de saúde em deco ência do uso de pes icidas. Pala as-cha e: Saúde; Células; Ag o óxicos; Ma cado Biológico; Mucosa Bucal. RESÍDUOS DE GLIFOSATO EM BEBÊS E CRIANÇAS: REVISÃO Jaqueline S e le Leobe , Ia a Denise End uwei Ba is i; Lizia a da Cos a Cab e a Uni e sidade Fede al da F on ei a Sul, B asil In odução: O ele ado uso de ag o óxicos na ag icul u a mode na, p incipalmen e he bicidas como o gli osa o, que des aca-se pelo ele ado uso no B asil e no mundo, em ge ado g andes p eocupações pa a com a saúde da população, em especial bebês e c ianças, que po es a em em p ocesso de c escimen o e desen ol imen o es ão mais ulne á eis aos con aminan es ambien ais e oxinas químicas p esen es no meio ambien e. A exposição das c ianças a esse he bicida se dá a a és do consumo de água e alimen os, con a o com o meio ambien e e/ou con í io p óximo a á eas ag ícolas. Obje i o: Ap esen a es udos que ealiza am a de ecção de gli osa o em u ina de bebês e c ianças, bem como os e ei os ad e sos que esses compos os p o ocam na saúde dos mesmos. Me odologia: Fo am selecionados es udos que de ec a am a p esença de gli osa o em u ina de c ianças e bebês. Resul ados e conclusões: Pesquisas e ela am a p esença de gli osa o na u ina de c ianças com idades de 3 a 6 anos, com concen ações médias de 0,04 μg/L, e c ianças de 7 a 9 anos com concen ações em o no de 1,77 μg/L, ambos g upos amos ais esidiam em o no de á eas ag ícolas. Fo am iden i icados esíduos de gli osa o em 220 c ianças (95,05%), com concen ações médias de 7,429 μg/L, sendo os alo es mais ele ados em c ianças de 3 a 7 anos (9,32 μg/L). Bebês ecém nascidos ap esen a am baixos ní eis de CIS 2024 66 gli osa o no es e de biomoni o amen o u iná io, supõe-se que esses esíduos p o ém da lac ação ou ó mula in an il. Es udos êm suge ido associação en e a exposição ao gli osa o e uma sé ie de p oblemas de saúde, como e ei os neu ológicos, asma, ini e alé gica e p incipalmen e p oblemas enais. Além de más o mações congêni as e pube dade p ecoce. A ques ão dos ag o óxicos e sua elação com a saúde in an il é complexa e p eocupan e, e ende a aumen a nos p óximos anos. Pala as-cha e: Gli osa o; Bebês; C ianças. ÁREA TEMÁTICA: TERAPÊUTICAS, FARMACOLOGIA E TECNOLOGIAS DA SAÚDE OS MEDICAMENTOS MANIPULADOS NA TERAPÊUTICA Ma ilde Rod igues, Isilda Rod igues, Jaime Conceição Cen o de In es igação de Mon anha (CIMO), Po ugal A Indús ia Fa macêu ica dedica-se ao ab ico em sé ie (la ga escala) de medicamen os. Con udo, os medicamen os indus iais não sa is azem odas as necessidades e apêu icas, azendo com que os medicamen os manipulados, p epa ados em pequena escala nas a mácias comuni á ias e nos se iços a macêu icos hospi ala es sob a supe isão de um a macêu ico, ap esen em um papel impo an e na a maco e apia a ual. As azões pa a a u ilização dos medicamen os manipulados podem se di e sas, sendo a p incipal a possibilidade de pe sonaliza a e apêu ica de doen es especí icos, em pa icula no que espei a à composição, dosagem e o ma a macêu ica. De aco do com o Dec e o-Lei n.º 95/2004, de 22 de ab il, um medicamen o manipulado é qualque ó mula magis al ou p epa ado o icinal p epa ado e dispensado sob a esponsabilidade de um a macêu ico. Uma ó mula magis al é p epa ada segundo uma ecei a médica que especi ica o doen e a quem o medicamen o se des ina, e o p epa ado o icinal é p epa ado segundo indicações compendiais de uma a macopeia ou o mulá io. O p incipal obje i o des a comunicação é e e ua um enquad amen o his ó ico dos medicamen os manipulados em Po ugal, ap esen ando-se exemplos p á icos e as suas an agens e apêu icas. Adicionalmen e, p e ende-se expo , c onologicamen e, os p incipais documen os legais que egula am a p epa ação e a dispensa des e ipo de medicamen os. Em elação à me odologia, eco eu-se à análise documen al de di e sas on es, p i ilegiando-se os o mulá ios (po exemplo, o Fo mulá io Galénico Po uguês), as a macopeias (po exemplo, a Fa macopeia Po uguesa) e os a igos cien í icos. Concluiu-se que os medicamen os manipulados ap esen am um papel undamen al na a maco e apia de di e sas si uações clínicas, p incipalmen e em Pedia ia, Ge ia ia e De ma ologia. Em 2024, apesa do ele ado g au de indus ialização e de desen ol imen o ecnológico exis en e, a p epa ação e a dispensa de medicamen os manipulados pelo a macêu ico ainda é uma ealidade mui o p esen e em algumas a mácias comuni á ias e hospi ala es em Po ugal. Pala as-cha e: Medicamen os Manipulados; Fa macêu ico; Fa mácia Comuni á ia; Fa mácia Hospi ala ; Te apêu ica. A IMPORTÂNCIA DA VACINA MENINGOCÓCICA ACWY And é Augus o, Jaime Conceição 1 Faculdade de Ciências e Tecnologia, Uni e sidade do Alga e, Fa o, Po ugal, Ins i u o de In es igação do Cen o Biomédico do Alga e (ABC- Ri), Uni e sidade do Alga e, Fa o, Po ugal, Cen o de Es udos In e disciplina es (CEIS20), Uni e sidade de Coimb a, Coimb a, Po ugal A meningi e é uma doença in lama ó ia das meninges, as ês memb anas (du a-má e , a acnoide e pia-má e ) que p o egem o encé alo e a medula espinhal. Es a in lamação é ge almen e causada po mic o ganismos pa ogénicos, den o dos quais, a bac é ia Neisse ia meningi idis (meningococo G am-nega i o) se des aca, uma ez que é esponsá el po causa uma meningi e in eciosa g a e e po encialmen e a al. En e os eze se og upos conhecidos, seis (A, B, C, W, X e Y) êm g ande po encial epidémico. O obje i o des e abalho oi demons a a impo ância da acina con a os se og upos da meningi e A, C, W-135 e Y, a acina MenACWY, não incluída no Plano Nacional de Vacinação (PNV) de CIS 2024 67 Po ugal. Salien a -se-á, ambém, a sua segu ança e e icácia na população pediá ica. Foi ealizada uma e isão da li e a u a sob e as acinas disponí eis con a a meningi e em Po ugal, compa ando as acinas incluídas no PNV com a acina MenACWY, que é apenas ecomendada pa a g upos de isco ele ado. Obse ou-se que a adminis ação da acina MenACWY aumen a a p o eção con a múl iplos se og upos de Neisse ia meningi idis, alguns des es incluídos nas acinas incluídas no PNV. Pa a além disso, a espos a imunológica con a se og upos especí icos não é comp ome ida. A adesão à acina MenACWY pe manece baixa, p incipalmen e, pelo ac o de es a não se g a ui a, ao con á io das acinas incluídas no PNV, e ambém po se necessá io omá-la em múl iplas doses. No en an o, a adminis ação des a acina o e ece an agens signi ica i as, p opo cionando uma imunização de longo p azo con a á ios se og upos. A inclusão des a acina no PNV pode ia melho a a p e enção da meningi e in eciosa p o ocada pela Neisse ia meningi idis, sob e udo den o das populações de isco. Adicionalmen e, é c ucial aumen a a conscien ização da população e dos p o issionais de saúde sob e os bene ícios associados a es a acina. Pala as-cha e: Meningi e; Neisse ia meningi idis; Vacinação; Plano Nacional de Vacinação. CIS 2024 1