Full text
II DIREITOS DE AUTOR E CONDIÇÕES DE UTILIZAÇÃO DO TRABALHO POR TERCEIROS Este é um trabalho académico que pode ser utilizado por terceiros desde que respeitadas as regras e boas práticas internacionalmente aceites, no que concerne aos direitos de autor e direitos conexos. Assim, o presente trabalho pode ser utilizado nos termos previstos na licença abaixo indicada. Caso o utilizador necessite de permissão para poder fazer um uso do trabalho em condições não previstas no licenciamento indicado, deverá contactar o autor, através do RepositóriUM da Universidade do Minho. Licença concedida aos utilizadores deste trabalho Atribuição-NãoComercial-SemDerivações CC BY-NC-ND https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
III Agradecimentos À minha orientadora, Professora Maria do Céu Taveira, agradeço pela sua disponibilidade e motivação, pelas palavras de conforto e ânimo, pela aprendizagem do primeiro ao último momento, pelas críticas e reflexões conjuntas que fizeram deste trabalho um desafio de princípio ao fim. Aos colegas dos seminários, pelo apoio e carinho, pelas reflexões e críticas que em conjunto nos fizeram encontrar tanto em comum e onde aprendemos que as fronteiras físicas ou as barreiras linguísticas não nos impedem de nada, pelo contrário, só nos enriquecem. Aos meus colegas de mestrado pelo apoio e carinho, em especial à minha parceira do segundo ano, Guilhermina, pelo companheirismo e pela amizade que nos uniu e nos fez “crescer” um pouco mais. À Vânia, a minha companheira desde o primeiro momento, e sem a qual não teria nem começado, nem acabado esta caminhada. A quem todos os agradecimentos serão poucos para exprimir o gosto e o privilégio que tive em fazer este percurso contigo a meu lado. Pelas horas de partilha, pela presença constante, pelo carinho e amizade. Aos meus amigos, pelo carinho e motivação, pelas palavras e pela presença. À minha família, os meus pilares, pelos sacrifícios, pelos momentos menos presentes e pelo seu amor incondicional. Ao Alberto, meu amigo e companheiro, que me motivou e apoiou incondicionalmente desde o primeiro momento, pelo seu amor, carinho, compreensão e doses de paciência, que tornou possível concretizar mais um sonho. E, por fim, à Leonor e ao Miguel, aos meus filhos, pelo amor e mimo, pela força e ajuda e para que nunca desistam dos seus sonhos e paixões!
IV DECLARAÇÃO DE INTEGRIDADE Declaro ter atuado com integridade na elaboração do presente trabalho académico e confirmo que não recorri à prática de plágio nem a qualquer forma de utilização indevida ou falsificação de informações ou resultados em nenhuma das etapas conducente à sua elaboração. Mais declaro que conheço e que respeitei o Código de Conduta Ética da Universidade do Minho.
V O Erro como Meio de Ensino-Aprendizagem dos Alunos Resumo Num futuro próximo, o plurilinguismo será a realidade de muitos jovens. Os programas de promoção do ensino-aprendizagem das línguas envolvem cada vez mais alunos e professores para além-fronteiras. Por isso, ambos devem ser capazes de gerir o erro a seu favor, utilizando-o como meio de ensino-aprendizagem. Em Portugal, o ensino de uma língua estrangeira, passou a ser obrigatório no Primeiro Ciclo. Neste contexto, o erro ainda é encarado como algo negativo e/ou punido, que afasta muitos alunos da aprendizagem a longo prazo. Partindo de uma revisão da literatura sobre aprendizagem, erro e inteligência emocional, sugere-se um projeto que responda à questão: Em que medida crenças e a abordagem dos professores ao erro podem interferir na aprendizagem de uma língua estrangeira? Participam 100 professores de Inglês do 7º ano e respetivos alunos, de escolas públicas da Comunidade Intermunicipal do Ave. Será aplicado um questionário on-line aos professores sobre crenças e estratégias face ao erro, realizada uma oficina de formação sobre o tema, com aplicação de conhecimentos em sala de aula numa unidade temática, seguida de recolha de informação sobre resultados escolares dos alunos, e opiniões dos professores sobre o erro. Analisa-se o impacto da abordagem ao erro na aprendizagem dos alunos. Palavras-chave: aprendizagem; erro; inteligência emocional
VI Error as a Teaching-Learning Environment for Students Abstract In a near future, Plurilinguism will be reality for many adolescents. Promotion on language teaching and learning programmes involve increasingly students and teachers beyond borders. Consequently, both need to be able to manage the error in their favour, using it as a teaching-learning environment. In Portugal, the teaching of a foreign language became mandatory for the first cycle of studies. In this context, the error is still looked as something negative and/or punished, which leads to student’s disinvestment in a long-term learning. Starting from a review of literature on emotional intelligence; error and learning, a project is suggested that answers to the question: In what extent can teachers’ convictions and approach on error interfere in the learning of a foreign language? Participate 100 English teachers of the 7th grade and their students, of public schools in the Intermunicipal Ave Community. An on-line questionnaire will be used with teachers on their beliefs and strategies towards the error, training workshop about the theme, with the appliance of the skills in the classroom during a thematic unit, followed by information collection on students’ educational outcomes and teachers’ opinion about error. The impact of the approach to error in the students learning is analysed. Keywords: emotional intelligence; error; learning.
VII Índice Resumo .................................................................................................................................................... V Abstract .................................................................................................................................................. VI Índice ..................................................................................................................................................... VII O Erro como Meio de Ensino-Aprendizagem dos Alunos ....................................................................... 8 A inteligência emocional e o conceito de erro ...................................................................................... 10 A valorização do erro como uma forma de aprendizagem e correção ................................................. 11 A perspetiva dos professores e dos alunos sobre o erro na aprendizagem ......................................... 12 O feedback sobre o erro como meio impulsionador da aprendizagem ................................................ 13 A superação do erro pelos alunos: comportamentos esperados ......................................................... 14 Projeto ................................................................................................................................................... 14 Método / Participantes ............................................................................................................ 14 Medidas .................................................................................................................................... 15 Procedimento ........................................................................................................................... 15 Conclusão .............................................................................................................................................. 17 Referências ............................................................................................................................................ 18
8 O Erro como Meio de Ensino-Aprendizagem dos Alunos Como comunidade plurilingue, que respeita a diversidade linguística e cultural, mesmo sendo ela regional e/ou local, e atendendo à necessidade crescente de adaptabilidade dos indivíduos, num mundo profissional em constante mudança, (Comissão Europeia, 2004) é essencial desenvolver nos jovens de hoje as competências essenciais em língua(s) materna(s) e em línguas estrangeiras e competências interculturais e cívicas que fazem parte da literacia global do indivíduo do Século XXI, tal como designadas pelo Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas (Conselho da Europa, 2001). Para que tal fosse aplicado ao sistema de ensino português, foi desenhado um Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, homologado pelo Despacho n.º 6478/2017, 26 de julho, e adotado como matriz comum para todas as escolas, no âmbito da escolaridade obrigatória, designadamente ao nível curricular, no planeamento, na realização e na avaliação interna e externa do ensino e da aprendizagem. É neste processo de ensino-aprendizagem das línguas estrangeiras que se torna necessário refletir e discutir qual pode ser o papel do erro e da correção deste. Salientado que os erros fazem parte do processo de qualquer tipo de aprendizagem e de que a sua correção deve servir para orientar, aprimorar a aprendizagem, aguçar até a curiosidade pelo querer saber mais e não para perturbar, evidenciar as fraquezas ou destacar o insucesso. Precisamos de consciencializar professores e alunos para uma aprendizagem possível a partir da utilização do erro, gerindo ou abordando a sua correção com maior frequência e recebendo feedback e/ou retorno assertivo, de modo a impulsionar uma nova participação até atingir o que é afinal pretendido – o sucesso na aprendizagem. (Corder, 1967; Cavalari, 2008; Zerr & Zerr, 2011). Para os alunos, descobrir os seus erros e depois analisar as resoluções em pares ou em grupo, bem como a discussão e o processo de revisão ou reformulação dos trabalhos, tem efeitos positivos para a sua aprendizagem (Lasagabaster & Sierra, 2005; Uysal & Aydin, 2017). A participação é mais ativa, os conceitos são clarificados, aprendem a questionar a validade das resoluções e ultrapassam algumas dificuldades. A própria tomada de consciência das suas dificuldades e/ou incorreções é facilmente por eles percebida. Apesar disso, há condicionantes que poderão afetar ou impedir a progressão na aprendizagem, como a falta de coordenação entre os vários elementos do grupo de alunos para finalizarem tarefas fora do contexto de sala de aula, e a distribuição de tarefas, nem sempre feita de
15 Básicas de 2º e 3º Ciclos e 190 Escolas do 1º Ciclo, e os respetivos alunos que integrem estas turmas de 7º ano e tenham como LE I, o Inglês. Medidas As variáveis a ter em conta deverão ser o sexo, a idade, a formação académica e o tempo de serviço dos professores. Os dados poderão ser recolhidos aquando da realização de uma oficina de formação. No que diz respeito aos alunos, também deve ser recolhida informação sobre a sua idade, sexo, rendimento escolar global e à disciplina de Inglês, bem como as habilitações literárias e profissões dos progenitores e/ou Encarregados de Educação. Relativamente aos alunos estes dados deverão ser recolhidos antes da intervenção, em contexto de sala de aula, com os docentes de Inglês, ou junto do Diretor de Turma, aquando do preenchimento da ficha biográfica ou ficha do aluno a partir do preenchimento de um questionário. Após a intervenção deverão ser recolhidos novos dados a partir dos resultados da aplicação de um teste de avaliação ou de um novo questionário. Procedimento Com a ajuda de uma equipa especializada na área da Psicologia da Educação, realizarse-ia uma oficina de formação para os professores. Previamente, será aplicado um questionário online de resposta imediata para procurar verificar quais as crenças sobre o erro e que abordagens face ao erro utilizam em sala de aula. No que respeita aos alunos, serão recolhidas informações sociodemográficas e de rendimento escolar (e.g., sexo, idade, resultados globais e à língua estrangeira). Na fase seguinte, procurar-se-á consciencializar os professores de Línguas para as crenças irracionais que cada um possa ter face ao erro no processo de ensino/aprendizagem das línguas estrangeiras. Num segundo momento, procurar-se-á consciencializar os professores da existência de diferentes estratégias de utilização do erro no contexto do ensino-aprendizagem, demonstrando ferramentas ao dispor como meios estimuladores e facilitadores da aprendizagem dos seus alunos, aquando de uma autocorreção atempada, assertiva e dialogada. Após a formação, seria pedido a cada professor que planificasse um conjunto de aulas (uma unidade temática, por exemplo) onde procuraria aplicar algumas técnicas de correção em momentos de oralidade. Por fim, e após
16 a avaliação realizada à unidade temática, no que respeita aos alunos, seria aplicado aos professores, de novo, um questionário on-line sobre os comportamentos e resultados esperados por parte dos seus alunos e sobre a utilização do erro como ferramenta de ensino-aprendizagem, a sua utilidade e pertinência. Os inquéritos devem ser aplicados após consentimento informado e da garantia de salvaguarda do direito à confidencialidade. As informações devem ser recolhidas individualmente e tratadas estatisticamente. Em seguida, proceder-se-ia à análise do impacto da oficina de formação na modificação de crenças e abordagens dos professores e resultados escolares dos alunos. Questões que se poderão abordar/colocar: A abordagem dos professores em contexto de sala de aula, relativamente ao erro, continuará a ser a mesma? Haverá diferença na aprendizagem dos alunos no que diz respeito à Língua Estrangeira, consoante a abordagem utilizada perante a correção do erro linguístico ou gramatical?
17 Conclusão Com este estudo, pretende-se proporcionar a professores e alunos um novo olhar sobre a utilização do erro. Essencialmente que seja utilizado como meio de aprendizagem e não como forma de punição ou castigo. No processo de ensino-aprendizagem o foco no erro, se for trabalhado corretamente, pode ser estimulador dessa mesma aprendizagem. Tudo depende do foco e do feedback proporcionado pelo docente, principalmente quando se trata de aprender uma língua estrangeira – pois se os alunos não a falam, também poderão não a compreender. E se não a compreendem, também poderão não ter coragem de a falar. Assim, é necessário ter liberdade para cometer erros e poder aprender por tentativas (Azenha, 2001).
18 Referências Almeida, P. F. (2014). Erro e Equilíbrio. Encontros Estúdio UM, nº 11. Acedido em: http://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/35351 Alves, L. R. M. (2012). O desenvolvimento de destrezas de escrita em estudantes de Português Língua Estrangeira: componentes lexicais, gramaticais, gráficas e pragmáticas. (Dissertação de Mestrado, Universidade do Minho Instituto de Letras e Ciências Humanas, Braga). Acedido em: http://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/24034 Azenha, M. (2001). As línguas estrangeiras e a aprendizagem baseada na execução de tarefas (ABET) Guia Prático. In Coleção Cadernos Pedagógicos. Porto: Edições ASA. ISBN 972-41-2646-3 Barros, P. M., Fernandes, J. A. & Araújo, C. M. (2016). Perspetivas dos alunos sobre o erro como estratégia de aprendizagem. In Martinho, M. H., Tomás Ferreira, R. A., Vale, I., e Guimarães, H. (Eds.). Atas do XXVII Seminário de Investigação em Educação Matemática (pp. 119-131). Porto: Associação de Professores de Matemática. Acedido em: http://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/49775 Bravo, C., Cravo, A. & Duarte, E.: Metas Curriculares de Inglês Ensino Básico: 1.º, 2.º e 3.º Ciclos – Homologadas a 31 de julho de 2015. Ministério da Educação. Acedido em: http://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Basico/Metas/ING/eb_metas_curriculares _ingles.pdf Cavalari, S. M. S. (2008). O gerenciamento do erro em aulas de inglês como língua estrangeira: um estudo com foco na produção oral. Trabalhos em Linguística Aplicada, Campinas, Volume 47. (nº 1), pp. 45-63. Acedido em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-18132008000100004 Comissão Europeia (2004). Many tongues, one family. Languages in the European Union. Bruxelas: Comissão Europeia. ISBN 92-894-7759-8 Conselho da Europa (2001). Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas - Aprendizagem, ensino, avaliação. (1ª Edição) In Coleção Perspectivas Actuais/Educação. Porto: Edições ASA. Acedido em: http://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Basico/Documentos/quadro_europeu_co mum_referencia.pdf
19 Corder, S. P. (1967). The significance of learner’s errors. In B. M. Lund e G. N. Kiel (Eds.) International Review of Applied Linguistics in Language Teaching, Vol. 5. (nº 4), pp. 161-170. Heidelberg: Julius Groos Verlag. Acedido em: http://www.uky.edu/~tmclay/Corder%201967.pdf Cunha, J. S. (2013). Tipos de feedback sobre las TPC y su relación con el rendimiento académico. (Dissertação de Mestrado, Universidade do Minho. Escola de Psicologia, Braga). Acedido em: http://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/25502 Cury, H. N. (2004). Análise de erros em educação matemática. Veritati Salvador, 3(4), pp. 95107. Decreto-Lei nº 176/2014, Diário da República nº 240/2014, Série I, de 12 de dezembro de 2014, pp. 6064 – 6068. Acedido em: https://data.dre.pt/eli/declei/176/2014/12/12/p/dre/pt/html Decreto-Lei nº 55/2018, Diário da República nº 129/2018, Série I, de 6 de julho de 2018, pp. 2928 – 2943. Acedido em: https://data.dre.pt/eli/declei/55/2018/07/06/p/dre/pt/html Despacho-Normativo nº 30/2001, Diário da República nº 166/2001, Série I-B, de 19 de julho de 2001, pp. 4438 – 4441. Acedido em: https://data.dre.pt/eli/despnorm/30/2001/07/19/p/dre/pt/html Faria, L. (2015). Motivação e perceções de competência na adolescência: impacto na promoção da aprendizagem. In Gina C. Lemos, & Leandro S. Almeida, Cognição e aprendizagem: promoção do sucesso escolar. (pp. 9-34). Braga: Associação para o Desenvolvimento da Investigação em Psicologia da Educação. Acedido em: https://sigarra.up.pt/fpceup/pt/pub_geral.pub_view?pi_pub_base_id=108073 Faria, L. (2005). Concepções Pessoais de Inteligência: Definição, Diferenciação e Emergência como Modelo Organizador e Integrador de Outros Construtos da Motivação. Porto: Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto. Acedido em: https://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/55815 Fernandes, J. A. G., (2011). A tipologia e o tratamento de erros na expressão escrita da língua estrangeira (Dissertação de mestrado em Ensino de Português no 3ºCiclo do Ensino Básico e no Ensino Secundário e de Espanhol nos Ensinos Básicos e Secundário, Universidade do Minho, Braga) Acedido em http://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/19282
20 Gumbaridze, J. (2012). Error correction in EFL speaking classrooms. Akdeniz Language Studies Conference 2012. Procedia Social and Behavioral Sciences, volume 70, pp. 1660-1663. doi: 10.1016/j.sbspro.2013.01.237. Acedido em: https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1877042813002383 Hadji, C. (1997). L’évaluation démystifiée. Paris: ESF Éditeur. ISBN: 978-2710112358 Hamid, H. A., Nasri, N. F. & Ghazali, N. (2018). Colours as a Form of Corrective Feedback in EFL Learner’s Writing. GEMA Online Journal of Language Studies, Volume 18, nº 4, pp. 106-123. Doi: http://doi.org/10.17576/gema-2018-1804-08 Lasagabaster, D. & Sierra, J. M. (2005). Error Correction: Students’ Versus Teachers’ Perceptions, In Language Awareness, volume 14. (nº 2 e 3), pp. 112-127, DOI: 10.1080/09658410508668828 Lyster, R. & Ranta, L. (1997). Corrective Feedback and Learner Uptake: Negotiation of Form in Communicative Classrooms, Studies in Second Language Acquisition, Cambridge University Press, volume 19, pp.37-66. Acedido em: http://digitool.library.mcgill.ca/R/-?func=dbin-jumpfull&object_id=19364&silo_library=GEN01 Portaria nº 243-A/2012 e nº 243-B/2012, Diário da República nº 156/2012, 1º Suplemento, Série I., de 13 de agosto de 2012, pp. 4398-(2-19) a 4398-(19-39). Acedido em: https://data.dre.pt/eli/port/243-a/2012/08/13/p/dre/pt/html e https://data.dre.pt/eli/port/243-b/2012/08/13/p/dre/pt/html Portaria nº 235-A/2018, Diário da República nº 162/2018, 1º Suplemento, Série I, de 23 de agosto de 2018, pp. 4342-(2) a 4342-(17) Acedido em: https://data.dre.pt/eli/port/235-a/2018/08/23/p/dre/pt/html Ryan, R. M. & Deci, E. L. (2000). Intrinsic and Extrinsic Motivations: Classic Definitions and New Directions. Rochester: University of Rochester. Contemporary Educational Psychology, volume 25, pp. 54-67. doi:10.1006/ceps.1999.1020 Santos, L. (2002) Auto-avaliação regulada: porquê, o quê e como? In L. Santos (Ed.) Avaliação das Aprendizagens. Das concepções às práticas. (pp. 75-84). Lisboa: Universidade de Lisboa. Ministério da Educação: Departamento do Ensino Básico. Acedido em: http://repositorio.ul.pt/handle/10451/4884 Silva, S. V. & Figueiredo, F. J. Q. (2006). Erro e correção: as crenças de dois professores de escola pública e de alguns de seus alunos. In Revista Brasileira de Linguística
21 Aplicada, volume 6. (nº 2), pp. 113-141. Acedido em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1984-63982006000200006 Uysal, N. D. & Aydin, S. (2017). Foreign Language Teacher’s Perceptions of Error Correction in Speaking Classes: A Qualitative Study. In The Qualitative Report, volume 22. (nº 1, artigo 7), pp. 123-135. Acedido em https://nsuworks.nova.edu/tqr/vol22/iss1/7 Zerr, J. M., & Zerr, R. J. (2011). Learning from their mistakes: Using students’ incorrect proofs as a pedagogical tool. PRIMUS, volume 21. (nº 6), pp. 530-544, doi: 10.1080/10511970903386915