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Bases Conceituais da Saúde Capítulo 18 119 ELABORAÇÃO DE UM PROGRAMA DE ESTIMULAÇÃO DE COMPETÊNCIAS AUDITIVAS E FONOLÓGICAS – PECAFON CAPÍTULO 18 Roberta Neves CIEC, Universidade do Minho e-mail: [email protected] Cristiane Lima Nunes CIEC, Universidade do Minho Graça Simões de Carvalho CIEC, Universidade do Minho Simone Capellini Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho UNESP. FFC/ Marília – SP RESUMO: Objetivo: Descrever a elaboração, do programa de estimulação de competências auditivas e fonológicas (PECAFON), para crianças pré-escolares com e sem risco para perturbação do processamento auditivo (PPA). Método: Inicialmente, realizou-se levantamento bibliográfico nacional e internacional, através de palavras-chave e expressões, relacionadas ao estudo. Seguidamente, foram selecionadas as competências dos processamentos auditivo e processamento fonológico, a serem estimuladas. O programa foi dividido em 12 sessões, e para cada uma foram selecionadas as competências que fariam parte de cada estágio da estimulação. Houve o cuidado de respeitar a hierarquia dos processamentos auditivo e processamento fonológico. Para cada sessão, foram feitos exercícios para a competência auditiva, competência fonológica e a fusão tanto de uma competência auditiva quanto uma competência fonológica. Foram selecionados estímulos verbais, não-verbais e visuais, tendo em conta vários fatores tais como a escolha da voz, a seleção do material nãoverbal, escolha do ruído de fundo e a relação da palavra com a imagem correspondente. Os exercícios foram elaborados respeitando o grau de complexidade das tarefas e produzidos utilizando o programa Audacity e o software Power point. Resultados: Esperamos que o programa elaborado seja aplicado em um grupo de 10 crianças como parte do estudo piloto, para posterior análise de eficácia a partir da análise estatística ANOVA. Conclusão: Após a elaboração do programa de estimulação PECAFON e posterior aplicação do mesmo em um estudo piloto, espera-se encontrar correlação positiva entre o PECAFON e os dados obtidos em estudo. PALAVRAS-CHAVE: Processamento auditivo; Processamento fonológico; estimulação; préescolares ABSTRACT: Objective: To describe the elaboration of the programme of stimulation of auditory and phonological skills (PECAFON) for application to preschool children with and without risk for auditory processing disorders (APD). Method: Initially, a national and
Bases Conceituais da Saúde Capítulo 18 120 international bibliographical survey was carried out, through key words and expressions related to the study. Subsequently, the competences of the auditory processing and phonological processing to be stimulated were selected. The program was divided into 12 sessions and for each one, the skills that will be part of each stage of the stimulation were selected. Care was taken to respect the hierarchy of auditory processing and phonological processing. For each session, exercises were performed for auditory competence, phonological competence and the fusion of both auditory competence and phonological competence. Verbal, non-verbal and visual stimuli were selected taking into account several factors such as voice choice, selection of non-verbal material, choice of background noise and the relationship of the word to the corresponding image. The exercises were elaborated respecting the degree of complexity of the tasks and produced using the program Audacity and the software Power point. Results: It is expected that the developed program will be applied in a group of 10 children as part of the pilot study, for later effectiveness analysis by the statistical analysis ANOVA. Conclusion: After the elaboration of the PECAFON stimulation program and its subsequent application in a pilot study, it is expected to find a positive correlation between PECAFON and the data obtained in the study. KEYWORDS: Auditory processing; Phonological processing; stimulation; preschoolers INTRODUÇÃO Estudos comprovam que as competências perceptuais auditivas influenciam o desenvolvimento da linguagem, sobretudo, as competências de pré-alfabetização (“Central Auditory Processing Disorder”, n.d.; Richard, 2012). Os processos auditivos, cognitivos e de linguagem encontram-se diretamente ligados ao processamento de fala, ocorrendo, na maioria das vezes, de maneira simultânea, o que torna esse funcionamento bastante complexo (Medwetsky, 2011). A função auditiva tem uma importante parcela na análise e diferenciação do estímulo auditivo sejam eles não-verbais ou verbais de alta complexidade (Amaral, M. & Colella-Santos, 2010). Portanto, ainda que uma pessoa tenha acuidade auditiva para detectar sons subtis, pode manifestar dificuldades em perceber a fala em razão de alterações nas vias que transmitem o som até o córtex auditivo (Braga, Pereira, Dias, 2015) O processamento auditivo (PA) refere-se à análise do som realizada na porção central da via auditiva, iniciada no primeiro núcleo sináptico, próximo à cóclea, até chegar ao córtex. Quando há um funcionamento inadequado em um ou mais núcleos do sistema nervoso auditivo central, poderá haver dificuldade em analisar o som, o que se configura numa defasagem das competências auditivas de localização, atenção ao som, memória, figura-fundo, discriminação e análise acústica, denominada Perturbação do Processamento Auditivo (American Academy of Audiology, 2010), ou PPA. Importa dizer, ainda que crianças com perturbações do processamento auditivo
Bases Conceituais da Saúde Capítulo 18 121 podem ter incertezas no tocante às informações auditivas. Em ambientes acusticamente desfavoráveis, há um agravamento considerável e este pode estar vinculado a falhas na compreensão de fala e no desenvolvimento de linguagem e académico (Jerger & Musiek, 2000). Já o processamento fonológico trata-se da utilização dos sons linguísticos no processamento da linguagem oral e escrita. No processamento fonológico estão incluídas a consciência fonológica, memória operacional fonológica e nomeação automática rápida. Importa dizer que o bom funcionamento do processamento fonológico é fulcral para a aquisição das competências de leitura e escrita (Cardoso, Silva, & Pereira, 2013; Wagner & Torgesen, 1987) e qualquer alteração no desenvolvimento do processamento fonológico pode indicar risco para perturbações de leitura e escrita (Powers, Wang, Beach, Sideridis, & Gaab, 2016). Vilela e colaboradores (2016), num estudo com base no índice de percentagem de consoante correta-revisado, procuraram relacionar a probabilidade de uma criança com perturbação fonológica ter também perturbação do processamento auditivo. Os resultados mostraram a influência negativa da perturbação do processamento auditivo sobre o processamento fonológico, concluindo que a gravidade da perturbação fonológica se eleva com a presença de perturbação do processamento auditivo. O processamento ineficiente da informação sonora também pode gerar inibição do desenvolvimento de vocabulário, sintático, semântico e em última análise, académico visto que, tal perturbação é uma condição que dificulta o reconhecimento das diferenças subtis entre os sons da fala (American Academy of Audiology, 2010). De acordo com essa perspectiva, o processamento auditivo ineficaz pode manifestarse através de perturbações de comunicação ou dificuldades académicas (Auditory Processing Assessment, 2015) A avaliação do processamento auditivo é recomendada para crianças com pelo menos 7 anos de idade, isto porque, a variação relativamente à função neural é extremamente marcada em crianças mais novas o que pode tornar difícil a interpretação dos testes (Bellis, n.d). Entretanto há um número crescente de audiologistas propondo a flexibilização de avaliação para crianças mais novas, objetivando identificar o risco para a perturbação do processamento auditivo, de modo a fornecer recomendações de acompanhamento e desenvolvimento das competências auditivas. Tanto a American Speech-language-hearing Association (ASHA) como a American Academy of Audiology (AAA) apoiam essa iniciativa desde que o audiologista seja cauteloso com as interpretações dos resultados (Lucker, 2015). A utilização de questionários e escalas de comportamento auditivo podem fornecer uma referência para a perturbação do processamento auditivo em crianças de 4 ou 5 anos. Essas ferramentas de avaliação são mais abrangentes e projetadas especificamente para as configurações familiares e escolares, sendo aconselhadas para uma abordagem colaborativa com pais e educadores (Zhanneta, 2016). Tendo em vista os efeitos que uma perturbação do processamento auditivo pode
Bases Conceituais da Saúde Capítulo 18 122 ter sobre o desenvolvimento fonológico, requisito para a alfabetização, e a importância do acompanhamento de crianças de risco para perturbação do processamento auditivo e processamento fonológico, faz-se necessária a criação de programas de estimulação que atendam às crianças pré-escolares no sentido de fomentar o fortalecimento das competências auditivas e das competências fonológicas, detectando sinais de risco e promovendo o acompanhamento dos casos de fraca resposta à intervenção. MÉTODO O estudo intitulado Criação e análise de eficácia de um programa de estimulação auditivo e fonológico (PECAFON) em crianças pré-escolares com e sem risco para perturbação do processamento auditivo, possui um formato transversal, com abordagem quantitativa, pois favorece a quantificação dos dados e de natureza aplicada, devido ao seu direcionamento à prática do conhecimento. Ressaltamos que as variáveis independentes, idade e gênero, e as variáveis dependentes, competências auditivas, competências fonológicas e o risco de perturbação, serão analisadas. A amostra obtida para o estudo, será não probabilística, com divisão aleatória e equitativa, totalizando 100 crianças. O número de participantes da amostra, foi determinado pelo programa G*Power, tendo em consideração a sua representatividade, o critério de significância (p=0,05), o “effect size” (-0.14), o poder estatístico (-0.80) e os testes estatísticos. Considerando o total de crianças que compõe a amostra, o estudo piloto realizar-se-á com 10 crianças, o que corresponde a 10% da amostra (Eugénia Enes da Silva, 2008; Martins, Carvalho, Nunes, & Capellini, 2017). Este estudo será submetido ao Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade do Minho e à proteção de dados junto da comissão nacional de proteção de dados. Todos os participantes e seus encarregados de educação, serão informados sobre a natureza da pesquisa, seus objetivos, métodos e procedimentos a serem realizados. Todos os procedimentos de avaliação e estimulação seguem os códigos éticos e deontológicos em vigor nacional e internacionalmente (American Psychological, 2010) Como critério de inclusão na pesquisa, às crianças devem ter: anuência do encarregado de educação através da assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE); encontrar-se matriculado na pré-escola; ter idades entre 4 anos e 10 meses e 5 anos e 10 meses e falar português europeu. Serão excluídas as crianças com perturbações de ordem neurológica, genética, neuropsiquiátrica ou auditiva. Os instrumentos a serem utilizados no estudo são: • Questionário de saúde infantil – elaborado pela pesquisadora principal; • Questionário Scale of Auditory Behaviors (SAB) – adaptado anteriormente, para a população portuguesa (Nunes, Pereira, & Carvalho, 2013) e adaptado para a faixa etária do estudo, pela pesquisadora principal;
Bases Conceituais da Saúde Capítulo 18 123 • Rastreio auditivo – adaptado para a população portuguesa (Nunes & Pereira, 2013); • Rastreio das competências do processamento fonológico – elaborado por Simone Aparecida Capellini (2017) e adaptado para a faixa etária do estudo, pela pesquisadora principal; • Protocolo de análise informal de competências auditivas (Nunes & Capellini, 2018 – previsão de lançamento em 2018) – avalia as competências auditivas de memória auditiva, atenção seletiva, discriminação dos aspetos temporais e resolução temporal. Primeiramente, toda a amostra passará por preenchimento de questionários e por avaliação, onde serão selecionados os dois grupos, a partir dos dados do rastreio auditivo. Após a separação dos grupos, as crianças do grupo experimental, correspondente a 50% da amostra, passarão por 12 sessões de estimulação do programa PECAFON e os outros 50% farão parte do grupo controlo. Ao final da 12ª sessão, toda a amostra passará por avaliação e preenchimento do questionário SAB, pelos encarregados de educação e professores, para recolha de dados pós intervenção. O estudo está a ser realizado nos jardins de infância do município de Braga, durante todo o ano letivo de 2017/2018 e parte do período de 2018/2019. Os encarregados de educação, dos participantes desse estudo, assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido – TCLE, onde encontram-se as explicações sobre os procedimentos a serem realizados antes, durante e após o período de coleta de dados. O projeto foi desenhado com quatro fases, desta forma teremos a 1ª Fase, onde se realizou a elaboração do questionário para os pais, a adaptação do questionário Scale of Auditory Behaviors (SAB), a construção e adaptação do rastreio de competências do processamento fonológico e as fichas de desempenho dos pré-escolares em cada sessão. Na 2ª Fase, ocorrerá a elaboração do programa de estimulação das competências auditivas e fonológicas (PECAFON). Na 3ª Fase será efetuada a aplicação do programa de estimulação das competências auditivas e fonológicas (PECAFON) e a 4ª Fase, será analisada a eficácia do programa de estimulação das competências auditivas e fonológicas (PECAFON), elaborado na 2ª Fase. Assim, no presente estudo, apresenta-se pormenorizadamente a fase de elaboração do programa de estimulação (PECAFON). Fundamentação para a elaboração do Programa de estimulação das competências auditivas e fonológicas A exemplo de outros estudos, que referiam elaboração de programas de intervenção ou construção de testes, (César, 2018; Cristiane Nunes, 2012; Santos, 2017), iniciamos a elaboração do programa de estimulação das competências auditivas e fonológicas (PECAFON), através da revisão bibliográfica, a partir do levantamento dos estudos de programas, para pré-escolares, que mesclam as
Bases Conceituais da Saúde Capítulo 18 124 competências auditivas e fonológicas, para fins de estimulação. Sendo assim, procedeu-se a busca, entre o período de outubro de 2016 a setembro de 2017, utilizando expressões e palavras-chave relacionadas com o tema perturbação do processamento auditivo, perturbação fonológica e prevenção, programa de estimulação, competências auditivas, competências fonológicas, pré-escolares, elaboração e risco. Foram encontrados estudos internacionais sobre a utilização de programas, que estimulam, as competências auditivas e as competências fonológicas: “Áudio Training” (Nunes & Frota, 2006), “Fast ForWord”, “Earobics”, o “Phonomena”, “Just for me”, “Lindamood”, “Differential Processing Training”, (BSA, 2011); “Diferença de intensidade interaural dicótica (DIID)”, “CAPDOTS” e “SAT” (Weihing, Chermak, & Musiek, 2015), “PROCESA” (Ibáñez, Logopeda, Zaidin-Granada, Belén, & Jiménez, 2015), “Remediação fonológica” (Salgado & Capellini, 2008; Silva & Capellini, 2010) e “Intervenção fonológica” (Silva & Capellini, 2015). Muitos dos programas são propostos como treinamento auditivo para as perturbações do processamento auditivo e treino de competências metafonológicas para fortalecer o processamento fonológico ou para crianças de risco para perturbações específicas de aprendizagem. Até à presente data, não foram encontrados estudos portugueses sobre programas de estimulação de competências auditivas e fonológicas; dedicados à população portuguesa, sobretudo, para préescolares, o que nos faz ponderar a importância de preencher essa lacuna. Um recente estudo, de caráter longitudinal, (Vanvooren, Poelmans, De Vos, Ghesquière, & Wouters, 2017) aponta a influência das relações entre o processamento auditivo e as competências de perceção de fala na pré-escola e o desempenho em fonologia e a alfabetização no primeiro e segundo ano. O estudo mostra ainda que, a influência do processamento auditivo e da perceção de fala na fonologia e na alfabetização, precede o início da aquisição da leitura, evidenciando a importância de um programa de estimulação para pré-escolares. Tendo como base os achados da literatura, o programa de estimulação das competências auditivas e das competências fonológicas que pretendemos desenvolver irá mesclar exercícios para treinar o processamento auditivo e o processamento fonológico. Durante todo o programa de estimulação haverá o respeito à hierarquia de maturação e o desenvolvimento das vias auditivas e da consciência fonológica (Andrade, Olga; Andrade, Paulo; Capellini, 2014; Bradley & Bryant, 1983; Cristiane Nunes, 2012; Rodrigues & Befi-lopes, 2009). É expectável que para as crianças que não respondam positivamente ao programa de estimulação, seja indicado acompanhamento para controlo de risco de perturbações no processamento auditivo e no processamento fonológico (White-Schwoch et al., 2015, Lucker, 2015, Zhanneta, 2016).
Bases Conceituais da Saúde Capítulo 18 125 Programa de estimulação das competências auditivas e fonológicas Apoiado no levantamento bibliográfico e no que foi exposto até aqui, o programa foi organizado em doze sessões de estimulação e foram selecionadas as competências auditivas e as competências fonológicas para serem estimuladas, nomeadamente, localização, resolução temporal, separação binaural, fechamento e memória auditiva, no que diz respeito às competências auditivas e rima, aliteração, segmentação, síntese e memória operacional fonológica no tocante às competências fonológicas. A estrutura do programa foi organizada tendo como base a hierarquia de maturação do processamento auditivo e do processamento fonológico e a distribuição das competências por sessão, partiu da correlação maturacional existente entre as competências auditivas e competências fonológicas. Importa dizer que os mecanismos fisiológicos precedem processos de alta complexidade no processamento auditivo. Com o objetivo de melhorar tais mecanismos, foram utilizados estímulos verbais e não-verbais com atividades que variavam entre estímulos monóticos e dicóticos (Nunes, 2015). A utilização de estímulos verbais e não-verbais, também estimulam os hemisférios e as transferências de estímulos entre eles. Ressaltamos ainda o respeito ao grau de complexidade das tarefas, o que significa que o PECAFON foi concebido com exercícios menos complexos no início do programa, indo aumentando, gradualmente o grau de complexidade (Samelli & Mecca, 2010). Na conceção de cada sessão, foram propostos exercícios que contemplavam, nessa ordem, as competências auditivas, as competências fonológicas e exercícios que fundiam tanto competências auditivas como competências fonológicas. Após a seleção, organização e distribuição das competências por sessão, procedeu-se à escolha dos estímulos verbais e visuais que comporiam as faixas de áudio e as imagens agregadas aos exercícios. Para os exercícios de caráter nãoverbal, foram utilizados tons puros e ruído branco também chamado “White noise”. As palavras escolhidas para os estímulos verbais, são substantivos, de alta frequência, retirados de livros infantis diversos, em português europeu, próprios para a faixa etária da pesquisa (4 anos e 10 meses até 5 anos e 10 meses) e verificadas no dicionário Priberam para confrontar o significado da palavra, mais utilizado em Portugal, e depois relacioná-lo às imagens correspondentes. Os substantivos escolhidos estão subdivididos, a partir da extensão silábica, em palavras monossilábicas, dissilábicas, trissilábicas e polissilábicas, com complexidade silábica variada. As imagens, que correspondem às palavras selecionadas, foram retiradas do banco de imagens do Laboratório de Investigação dos Desvios da Aprendizagem – LIDA-FFC/UNESP e do banco de imagens Pixabay que é uma comunidade de compartilhamento de imagens e vídeos livre de direitos autorais. As histórias a utilizar, em áudio, são de domínio público, adquiridas juntamente com livro infantil de mesmo título, todas com idioma de português europeu.
Bases Conceituais da Saúde Capítulo 18 126 Para a escolha da voz para gravação dos estímulos verbais foram obedecidos critérios quanto à frequência fundamental, cerca de 180Hz (Faria et al., 2012; Maria Clara Pinheiro Capucho, 2017; Cristiane Nunes, 2012), a modulação da voz e a boa articulação orofacial, tendo sido selecionada uma pessoa do gênero feminino. Para a gravação dos estímulos, a falante disponibilizou-se a deslocar-se até o laboratório de gravação do Instituto de Educação da Universidade do Minho, onde o técnico responsável, com os seguintes equipamentos: computador - Apple Pro, Software – Pro Tools (Avid), Microfone – AKG (Perception 100) e Mesa de Mistura Áudio – M-Audio/ Project Mix I/O, efetuou a gravação de todos os estímulos utilizados para a construção dos exercícios. Para os estímulos não-verbais foram escolhidos tons puros, levando-se em conta frequência, intensidade e duração. Para o ruído de fundo, utilizado nos exercícios de fechamento, foi escolhido o ruído branco (White noise), com amplitude variada (Nunes, 2012)1954. A partir dos estímulos selecionados, foram elaborados exercícios auditivos, utilizando o programa multiplataforma livre e de código aberto “Audacity versão 2.1.2” (Nunes, 2015) e para os exercícios com apelo visual-auditivo foram utilizados não só o programa “Audacity”, como também o software de apresentação em diapositivos “Power point 2016” ambos para “Windows 10” em um “PC Acer Aspire E 15 intel Core i3”. O intervalo inter-estímulo variou de acordo com o tipo de exercício, tendo em conta o grau de complexidade da tarefa. O guião com as instruções das atividades por sessão e a folha para registo de desempenho dos alunos por sessão, foi digitado em Word para Windows 10, letra tipo ARIAL, tamanho 12, papel formato A4, espaçamento entre linhas de 1,5 e margens de 2,5 centímetros. Para manter a regularidade estética, todos os diapositivos foram elaborados em ecrã panorâmico, letra ARIAL de tamanho 50 para título e tamanho 30 para a nomeação das imagens. As imagens tinham dimensões entre 5 cm e 10 cm. Para o material de apoio as bandeirolas que serão utilizadas, representam a bandeira de Portugal e são de dimensão 15 cm x 25 cm a bandeira e 30 cm a haste. Organização do material e das sessões de estimulação das competências auditivas e fonológicas Com base no acima descrito, foram criadas 44 faixas de áudio com lista de 20 estímulos por faixa e 16 apresentações em diapositivos, com lista de 10 tarefas para cada apresentação em diapositivo, nesta última, com proposta de fusão auditiva e fonológica e o apoio de imagens. Cada faixa possui instruções de como devem ser realizadas as atividades propostas, como se descreve de seguida: As 44 faixas foram compostas da seguinte forma: • 4 faixas para localização sonora (direita/esquerda e frente/atrás);
Bases Conceituais da Saúde Capítulo 18 127 • 3 faixas de rima; • 4 faixas para o processamento temporal; • 3 faixas de aliteração; • 4 faixas de separação binaural; • 3 faixas de segmentação; • 12 faixas de fechamento; • 3 faixas de síntese; • 8 faixas de Memória. Os 16 diapositivos com apelo auditivo-visuais foram elaborados da seguinte maneira: • 1 diapositivo de localização + rima; • 1 diapositivo de localização + aliteração; • 1 diapositivo de padrões temporais + segmentação; • 1 diapositivo de padrões temporais + síntese; • 1 diapositivo de fechamento + rima; • 1 diapositivo de fechamento + aliteração; • 1 diapositivo de fechamento + segmentação; • 1 diapositivo de fechamento + síntese; • 4 diapositivo de fechamento + memória; • 1 diapositivo de separação binaural + rima; • 1 diapositivo de separação binaural + aliteração; • 1 diapositivo de separação binaural + segmentação; • 1 diapositivo de separação binaural + síntese. Como material de apoio foram utilizadas: • Bandeiras (para os exercícios de localização) Assim, as sessões foram organizadas da seguinte maneira: • Sessão 1: composta por 2 faixas de localização, 2 faixas de rima e 1 diapositivo de localização + rima. • Sessão 2: composta por 2 faixas de localização, 2 faixas de aliteração e 1 diapositivo de localização + aliteração.
Bases Conceituais da Saúde Atena Editora 2019 Elisa Miranda Costa (Organizadora)
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APRESENTAÇÃO Com a efervescência da Medicina Integral e da Medicina Comunitária no Brasil, surgiu uma reorientação das práticas médicas dentro das universidades. Esses modelos propuseram uma certa rearticulação dos conhecimentos médicos na dimensão social, o que ampliou a concepção acerca do processo saúde/doença e seus determinantes que a medicina clínica vinha contribuindo quando enfatizava uma abordagem individual e biomédica. Com o surgimento do campo da Saúde Coletiva, se observa a necessidade de reformas não só educacionais, mas sobretudo sobre o próprio sistema de saúde brasileiro. Portanto, a saúde coletiva consolidou-se como espaço multiprofissional e interdisciplinar. A educação influencia e é influenciada pelas condições de saúde, estabelecendo um estreito contato com todos os movimentos de inserção nas situações cotidianas em seus complexos aspectos sociais, políticos, econômicos, culturais, dentre outros. Portanto, a prática educativa em saúde, além da formação permanente de profissionais para atuar nesse contexto, tem como eixo principal a dimensão do desenvolvimento de capacidades individuais e coletivas visando à melhoria da qualidade de vida e saúde da comunidade assistida pelos serviços, reforçando que a educação e a saúde são práticas sociais inseparáveis e interdependentes. A Educação em saúde no contexto dos serviços de Saúde Pública tem importantes dimensões a serem tratadas: a educação permanente em saúde como política norteadora dos processos educativos contínuos nos diferentes modelos assistenciais do SUS a educação popular em saúde, que reconhece que os saberes são construídos diferentemente e, por meio da interação entre sujeitos, esses saberes se tornam comuns ao serem compartilhados. Ao longo deste volume serão discutidas as experiências educacionais de acadêmicos de saúde e o processo educativo nas práticas de saúde nas ações dos profissionais inseridos no Sistema Único de Saúde. Elisa Miranda Costa
SUMÁRIO CAPÍTULO 1 ................................................................................................................1 PROMOÇÃO E PREVENÇÃO EM SAÚDE NAS ESCOLAS: A PERCEPÇÃO DAS ORIENTADORAS EDUCACIONAIS DO MUNICÍPIO DE SAPUCAIA DO SUL/RS Leda Rúbia Maurina Coelho Déborah Goulart Silveira Rafael da Silva Cezar Letícia Santos DOI 10.22533/at.ed.4111915021 CAPÍTULO 2 .............................................................................................................. 11 A EDUCAÇÃO DA HIGIENE BÁSICA NO ÂMBITO ESCOLAR Claudiane Santana Silveira Amorim Fernanda Cruz de Oliveira Mônica de Cássia Pinheiro Costa Sávio Felipe Dias Santos Alba Lúcia Ribeiro Raithy Pereira DOI 10.22533/at.ed.4111915022 CAPÍTULO 3 ..............................................................................................................16 A FORMAÇÃO ACADÊMICA EM SAÚDE E SEUS DESAFIOS PARA A INTERDISCIPLINARIDADE. Eliane Soares Tavares Lucia Azambuja Vieira Rosane Eunice Oliveira Silveira Patrícia Albano Mariño DOI 10.22533/at.ed.4111915023 CAPÍTULO 4 ..............................................................................................................27 ACADÊMICOS DE MEDICINA DURANTE ESTÁGIO NA DIVISÃO DE TRANSPLANTES DE FÍGADO E ÓRGÃOS DO APARELHO DIGESTIVO EM UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA Victor Vieira Silva Aline Andrade de Sousa Fábio de Azevedo Gonçalves Darah Fontes da Silva Assunção Rafael de Azevedo Silva DOI 10.22533/at.ed.4111915024 CAPÍTULO 5 ..............................................................................................................31 AÇÃO EDUCATIVA EM ENFERMAGEM SOBRE ECTOPARASITOSES NO ÂMBITO ESCOLAR PARA PREVENÇÃO E CUIDADO NA INFÂNCIA - RELATO DE EXPERIÊNCIA Raquel Silva Nogueira Manuela Furtado Veloso de Oliveira Matheus Barbosa Martins Daniela Marçal Valente Aline Bento Neves Glenda Keyla China Quemel Aldeyse Teixeira de Lima Leide da Conceição do Espírito Santo Monteiro Irineia Bezerril de Oliveira da Silva Nubia Cristina Pereira Garcia Lilian Thais Dias Santos Monteiro DOI 10.22533/at.ed.4111915025
CAPÍTULO 6 ..............................................................................................................39 AÇÃO EDUCATIVA PARA OS PORTADORES DE DIABETES E HIPERTENSÃO ARTERIAL MATRICULADOS EM UMA ESF DE BELÉM-PA Eliomara Azevedo do Carmo Lemos Carla Andrea Avelar Pires Geraldo Mariano Moraes de Macedo Ceres Larissa Barbosa de Oliveira Sérgio Bruno dos Santos Silva DOI 10.22533/at.ed.4111915026 CAPÍTULO 7 ..............................................................................................................42 ADEQUA-SE O TEMA ESPIRITUALIDADE NA GRADE CURRICULAR DOS CURSOS DA ÁREA DA SAÚDE NA PÓS-MODERNIDADE? Edson Umeda Juliana Ferreira de Andrade Juliana Fehr Muraro DOI 10.22533/at.ed.4111915027 CAPÍTULO 8 ..............................................................................................................49 AS ATIVIDADES LÚDICAS COMO MECANISMO TRANSFORMADOR NO PROCESSO DE EDUCAÇÃO EM SAÚDE: RELATO DE EXPERIÊNCIA Marcos José Risuenho Brito Silva Diully Siqueira Monteiro Camilla Cristina Lisboa Do Nascimento Eliseth Costa Oliveira de Matos DOI 10.22533/at.ed.4111915028 CAPÍTULO 9 ..............................................................................................................52 ASSISTÊNCIA INTEGRAL AO PACIENTE OBESO EXPERIÊNCIA EM ENSINO E EXTENSÃO Tiago Franco David Ana Carolina Contente Braga de Souza Karem Mileo Felício João Soares Felício Camila Castro Cordeiro DOI 10.22533/at.ed.4111915029 CAPÍTULO 10 ............................................................................................................56 ATENÇÃO FARMACÊUTICA EM DROGARIAS: RELATO DE EXPERIÊNCIA NA VIVÊNCIA DA PRÁTICA PROFISSIONAL COM FORMAÇÃO EM METODOLOGIA ATIVA - APRENDIZAGEM BASEADA EM PROBLEMA NA GRADUAÇÃO DE FARMÁCIAFPS Emília Mendes da Silva Santos Ivana Glaucia Barroso da cunha DOI 10.22533/at.ed.41119150210 CAPÍTULO 11 ............................................................................................................63 BIOÉTICA E TRANSVERSALIDADE NAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE IGUALDADE ENTRE OS GÊNEROS Renata Bertti Nunes Tereza Rodrigues Vieira DOI 10.22533/at.ed.41119150211
CAPÍTULO 12 ............................................................................................................74 COMUNICAÇÃO ENTRE OS SURDOS E OS PROFISSIONAIS DA SAÚDE, UMA QUESTÃO DE SAÚDE PÚBLICA? REVISÃO SISTEMÁTICA Welington Jose Gomes Pereira Marciana Matyak Simone Cristina Pires Domingos Tainá Gomes Valeiro Anna Carolina Vieira Martins Haysa Camila Boguchevski DOI 10.22533/at.ed.41119150212 CAPÍTULO 13 ............................................................................................................86 CONFECÇÃO DE MATERIAIS DIDÁTICOS NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM PARA TRABALHAR EDUCAÇÃO EM SAÚDE Clarice Munaro Emanuella Simas Gregório DOI 10.22533/at.ed.41119150213 CAPÍTULO 14 ............................................................................................................92 CONTRIBUIÇÕES DA MONITORIA ACADÊMICA NO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM SOB A ÓTICA DE DISCENTES DO CURSO DE ENFERMAGEM: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA Alba Lúcia Ribeiro Raithy Pereira Jamilly Nunes Moura DOI 10.22533/at.ed.41119150214 CAPÍTULO 15 ............................................................................................................99 DIAGNÓSTICO DO TERRITÓRIO: UMA VISÃO INTERDISCIPLINAR NO CAMPO DA ATENÇÃO BÁSICA Vanessa dos Santos Silva Roberto Mendes Júnior Ruhama Beatriz da Silva Ruty Thaís Silva de Medeiros Lorena Oliveira de Souza Robson Marciano Souza da Silva Ylanna Kelaynne Lima Lopes Adriano Silva Arysleny de Moura Lima Juciane Miranda DOI 10.22533/at.ed.41119150215 CAPÍTULO 16 ..........................................................................................................107 EDUCAÇÃO EM SAÚDE E FISIOTERAPIA: DESENVOLVIMENTO DE HABILIDADES PESSOAIS NA SALA DE ESPERA DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE Josiane Schadeck de Almeida Altemar Cássia Cristina Braghini DOI 10.22533/at.ed.41119150216 CAPÍTULO 17 .......................................................................................................... 111 ELABORAÇÃO DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL PARA USUÁRIO SOBRE A REDE DE ATENÇÃO À SAÚDE NA ONCOLOGIA Juliana da Costa Santana Antônio Samuel da Silva Santos Bruno Thiago Gomes Baia Lennon Wallamy Sousa Carvalho
Letícia Caroline da Cruz Paula Mayara Tracy Guedes Macedo Héllen Cristhina Lobato Jardim Rêgo DOI 10.22533/at.ed.41119150217 CAPÍTULO 18 .......................................................................................................... 119 ELABORAÇÃO DE UM PROGRAMA DE ESTIMULAÇÃO DE COMPETÊNCIAS AUDITIVAS E FONOLÓGICAS – PECAFON Roberta Neves Cristiane Lima Nunes Graça Simões de Carvalho Simone Capellini2 Júlio de Mesquita Filho DOI 10.22533/at.ed.41119150218 CAPÍTULO 19 ..........................................................................................................133 ENQUANTO ESTOU NO HOSPITAL - UM LIVRO PARA CRIANÇAS HOSPITALIZADAS, SEUS CUIDADORES E GRUPOS DE TRABALHO DE HUMANIZAÇÃO Simone Lopes de Mattos DOI 10.22533/at.ed.41119150219 CAPÍTULO 20 ..........................................................................................................138 ESCOLA SAUDÁVEL E SUSTENTÁVEL: A PERCEPÇÃO DOCENTE PELA IDENTIFICAÇÃO DE CONCEITOS Nádia Teresinha Schröder Ana Maria Pujol Vieira dos Santos DOI 10.22533/at.ed.41119150220 CAPÍTULO 21 ..........................................................................................................152 FALANDO SOBRE HIPERTENSÃO ARTERIAL COM AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE, ANTES E DEPOIS DE UMA PRÁTICA EDUCATIVA – RELATO DE EXPERIÊNCIA Rafaela Garcia Pereira Dirce Nascimento Pinheiro DOI 10.22533/at.ed.41119150221 CAPÍTULO 22 ..........................................................................................................156 INCLUSÃO DE POPULAÇÃO INDIGENA E OS DESAFIOS PARA PRATICA DOCENTE HOSPITALAR EM ENFERMAGEM NO ENSINO SUPERIOR: RELATO DE EXPERIÊNCIA Edileuza Nunes Lima Sandra Helena Isse Polaro Roseneide dos Santos Tavares Carlos Benedito Marinho Souza DOI 10.22533/at.ed.41119150222 CAPÍTULO 23 ..........................................................................................................162 INTERVENÇÃO E PESQUISA EM PROMOÇÃO DE SAÚDE NA EJA:DESAFIO DO USO DE METODOLOGIAS EMANCIPATÓRIAS Daniela Ribeiro Schneider Leandro Castro Oltramari Diego Alegre Coelho Aline da Costa Soeiro Paulo Otávio D’Tôlis Caroline Cristine Custódio
Júlia Andrade Ew Gabriela Rodrigues DOI 10.22533/at.ed.41119150223 CAPÍTULO 24 ..........................................................................................................180 O PROGRAMA MENTORING NO CURSO DE MEDICINA DE UMA IES: RELATO DE EXPERIÊNCIA Rafael de Azevedo Silva Elana Cristina da Silva Penha Tamara Pinheiro Mororo Daniel Figueiredo Alves da Silva Raquel de Souza Gomes da Silva DOI 10.22533/at.ed.41119150224 CAPÍTULO 25 ..........................................................................................................184 OFICINA EDUCACIONAL UTILIZADA PELA ENFERMAGEM PARA A EDUCAÇÃO CONTINUADA SOBRE A VACINAÇÃO INFANTIL Aliniana da Silva Santos Ana Carolina Ribeiro Tamboril Natalia Daiana Lopes de Sousa Fernanda Maria Silva Maria Corina Amaral Viana DOI 10.22533/at.ed.41119150225 CAPÍTULO 26 ..........................................................................................................190 PERCEPÇÃO DO ACADÊMICO DE MEDICINA EM AÇÕES DE UM PROJETO DE EXTENSÃO COMO POTENCIALIZADORA DA PROMOÇÃO E PREVENÇÃO À SAÚDE Brenna Lucena Dantas Rebecca Maria Inocêncio Gabínio Borges Vanessa Carolinne de Andrade e Albuquerque Yago Martins Leite Etiene de Fátima Galvão Araújo DOI 10.22533/at.ed.41119150226 CAPÍTULO 27 ..........................................................................................................199 PIBID COMO PROMOTOR DA SAÚDE DO ESTUDANTE: ‘BULLYING’ EM AMBIENTE ESCOLAR Viviane de Lima Cezar Laura Alves Strehl Maria Isabel Morgan-Martins Eliane Fraga da Silveira DOI 10.22533/at.ed.41119150227 CAPÍTULO 28 ..........................................................................................................205 PERFIL DAS PUBLICAÇÕES DE ENFERMAGEM SOBRE SAÚDE DO ADULTO EM CONDIÇÕES CIRÚRGICAS: REVISÃO INTEGRATIVA Luana de Macêdo Eloíde André Oliveira Fabiana Maria Rodrigues Lopes de Oliveira DOI 10.22533/at.ed.41119150228 CAPÍTULO 29 ..........................................................................................................219 PROCESSO DE SOCIALIZAÇÃO PROFISSIONAL NA ENFERMAGEM: DEMANDAS ÉTICAS E
POLÍTICAS NA VIVÊNCIA NO ESTÁGIO CURRICULAR Heloiza Maria Siqueira Rennó Carolina da Silva Caram; Lilian Cristina Rezende Lívia Cozer Montenegro Flávia Regina Souza Ramos Maria José Menezes Brito DOI 10.22533/at.ed.41119150229 CAPÍTULO 30 ..........................................................................................................230 PROMOÇÃO DA SAÚDE COMO EIXO INTEGRADOR DAS DISCIPLINAS DO PRIMEIRO PERÍODO DO CURSO DE MEDICINA DE UMA UNIVERSIDADE DO RIO DE JANEIRO Ana Maria Florentino Aline Cristina Brando Lima Simões Ana Cristina Borges Damião Carlos Moraes dos Santos Denize Augusto da Silva Nina Lúcia Prates Nielebock de Souza Rodrigo Chaves DOI 10.22533/at.ed.41119150230 CAPÍTULO 31 ..........................................................................................................232 PROMOÇÃO DE AÇÃO EDUCATIVA SOBRE ANTICONCEPÇÃO E GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA Amanda de Alencar Pereira Gomes Sintya Gadelha Domingos da Silva Jonathan Emanuel Lucas Cruz de Oliveira Clístenes Daniel Dias Cabral Débora Taynã Gomes Queiroz DOI 10.22533/at.ed.41119150231 CAPÍTULO 32 ..........................................................................................................241 TECNOLOGIA, EDUCAÇÃO E SAÚDE DESENVOLVIMENTO DE APLICATIVO MÓVEL VOLTADO PARA AMAMENTAÇÃO SEGURA NOS PERÍODOS NEONATAL E PEDIÁTRICO Tobias do Rosário Serrão DOI 10.22533/at.ed.41119150232 CAPÍTULO 33 ..........................................................................................................248 VISITA DOMICILIAR PARA FAMÍLIA DE JOVEM COM RECIDIVAS DE SUICÍDIO COM MEDICAMENTOS: RELATO DE CASO Camila Cristiane Formaggi Sales Eloisa Leardini Pires Jéssica Yumi de Oliveira Lisa Bruna Saraiva de Carvalho Allana Roberta da Silva Pontes Jullye Mardegan Desirée Marata Gesualdi Marcia Regina Jupi Guedes Magda Lúcia Félix de Oliveira DOI 10.22533/at.ed.41119150233 SOBRE A ORGANIZADORA ...................................................................................254