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PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W 7CARÁTULA ESTUDIO DE EFICIENCIA ENERGÉTICA DEL INMUEBLE SITO EN AVDA. DE JEREZ, 17-19-21. PROYECTO FIN DE GRADO EN EDIFICACIÓN AUTOR: José Luis García López JUNIO 2022 Tutor: Dr. Francisco Javier Guevara García Dr. Jacinto Canivel García de Paredes Dr. Miguel Ángel Muñoz León
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 2 | 178 _ ÍNDICE
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 3 | 178 0 INDICE INDICE GENERAL CARÁTULA 1 0 INDICE 3 INDICE GENERAL 3 INDICE DE GRÁFICOS 5 INDICE DE TABLAS 7 1 AGRADECIMIENTOS 10 2 RESUMEN 12 3 INTRODUCCIÓN 14 4 JUSTIFICACIÓN 19 4.1 - JUSTIFICACIÓN DEL TEMA ELEGIDO 19 4.2 - JUSTIFICACIÓN DE LA ELECCIÓN DEL OBJETO MATERIAL 19 5 OBJETO 21 6 OBJETIVOS 21 7 ESTADO DE LA CUESTIÓN 23 7.1 - HISTORIA 23 7.2 - DATOS TÉCNICOS DE LA ÉPOCA 24 7.3 - DESCRIPCIÓN DEL EDIFICIO 27 7.4 – HERRAMIENTAS A UTILIZAR 34 7.5 – NORMATIVA DE REFERENCIA 35 8 METODOLOGÍA 37 9 DESCRIPCIÓN CONSTRUCTIVA 46 9.1 - FACHADAS 47 9.2 - CARPINTERIA 55 9.3 - DINTELES 55 9.4 - CUBIERTA 56 9.5 - SISTEMAS DE INSTALACIONES EXISTENTES 58 9.6 - ANÁLISIS CUALITATIVO ENERGETICO. CÁMARA TERMOGRÁFICA. 59
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PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 17 | 178 instalar paneles solares en cubiertas de edificios, no se alcanza su producción por las características del mercado Español. Iniciativas como los tomados en varios municipios españoles sobre autoconsumo compartido, entre otros van surgiendo a pesar de todo. La sociedad española, en 2019, a pesar de todo, estaba concienciada sobre la necesidad de cuidar el medio ambiente, entendiendo como necesaria las actuaciones sobre el medio urbano. Tabla 2. Encuesta a Españoles sobre cámbio climático. 6 6Lara Lázaro Touza , Carmen González Enríquez y Gonzalo Escribano, “Los españoles ante el cambio climático,” en Real Instituto Elcano (sitio web), 24 de septiembre de 2019, consultada 5 de febrero de 2020, https://www.realinstitutoelcano.org/encuestas/los-espanoles-ante-el-cambio-climatico/.
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PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 19 | 178 4 JUSTIFICACIÓN 4.1 - JUSTIFICACIÓN DEL TEMA ELEGIDO Se elige el estudio de eficiencia energética de un edificio existente, por lo interesante que me resulta compaginar los conceptos energéticos del pasado y del presente. Se necesita que los técnicos, entendamos el legado de conocimientos que nos brinda la arquitectura e ingeniería española en el parque de viviendas existentes. Hay que tener en cuenta que gran parte del parque de viviendas español tiene una calificación energética baja y por tanto se ve necesitado de soluciones que se adapten a sus necesidades. Los Grado en Edificación tienen atribuciones profesionales en instalaciones y en Gestión Energética. Se demuestra en el presente proyecto la competencia del alumno en instalaciones y gestión energética. La eficiencia energética es una de las atribuciones profesionales de un Grado en Edificación. 4.2 - JUSTIFICACIÓN DE LA ELECCIÓN DEL OBJETO MATERIAL Es interesante poner el foco en el estudio de la eficiencia energética de un edificio que es el fruto de los saberes pasados que podemos encontrar en una institución como es el Ejercito Español y en una corriente tan ecléctica como la arquitectura regionalista.
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PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 23 | 178 7 ESTADO DE LA CUESTIÓN En una primera fase de búsqueda de documentación, que nos aporte información sobre el edificio, no se consiguen datos, por lo que se cursan visitas al inmueble, desde los cuales tener los mimbres suficientes para poder abordar el presente estudio. De esta forma, se consigue realizar un levantamiento y un mejor conocimiento del inmueble. 7.1 - HISTORIA El edificio es parte de las dotaciones de cuarteles que hizo el gobierno para Sevilla, ubicándolos en el extrarradio e incorporando edificios para albergar a los oficiales u otros menesteres, denominando el edificio como pabellón de oficiales. Dos reales Órdenes de 1920 habían aprobado la construcción de los cuarteles de Pineda para los regimientos de Caballería y Artillería. El primero se denominó de Alfonso XII y se edifica entre 1922 y 1924; el segundo, llamado de Daoíz y Velarde se termina en 1928. Ambos, de arquitectura muy similar, siguen la tónica del ladrillo visto, mientras que la Ciudad Castrense, que se levanta en las proximidades para alojamiento de los mandos, agrupa una serie de viviendas unifamiliares de tipo chalet que repiten esquemas de origen talaverano, parecido a lo que se hizo en la barriada de Hoteles del Guadalquivir. Todo el conjunto, así como el Hospital Militar de Pineda (1924-30) se realizó con proyectos de capitán de ingenieros José Pérez Reina7. El presente edificio data de 1929 y está en el contexto de la arquitectura regionalista, vinculada con el modernismo, dentro de las obras arquitectónicas del hierro, al poseer una estructura de pilares y vigas de acero como entramado estructural interno. Presenta una estética de paramentos lisos, así como marcos de ventanas y pilastras de ladrillo que dividen los portales. Las ventanas se presentan en el muro perimetral y de patios con huecos rectangulares bien definidos, salvo las ventanas de coronación y de planta baja de la fachada principal y donde vemos dinteles de medio punto que alternando sus niveles rompen la monotonía. 7Alberto Villar Movellán, Arquitectura del Regionalismo (Sevilla: Excma. Diputación Provincial de Sevilla, 1979), 345.
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PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 32 | 178 7.3.2 - PLANO DE ALZADO Ilustración 11. Plano de alzado. Proyecto original (Fuente: INVIED. Archivo general, Madrid).
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 33 | 178 7.3.3 - DESCRIPCIÓN DE LA DISTRIBUCIÓN DE ESPACIOS. Ilustración 12. Plano de distribución de viviendas. Proyecto original Plano de alzado. Proyecto original (Fuente: INVIED. Archivo general, Madrid). Entre el plano actual del proyecto y el edificio, se produce una variación en el diseño, que pasa de tener cuatro patinillos a disponer de dos patios, que tienen acceso en planta baja a través de los pisos. Todos los pisos tienen dos puertas de entrada, una principal y otra trasera que dan a sendas escaleras, dichas escaleras están comunicadas en planta baja mediante patio y a través de cada piso por un ancho pasillo en forma de “C” que vertebra las estancias que componen el piso. En sus inicios la distribución de cada vivienda era, como sigue: entrando por la puerta principal, tenemos una antesala con una despensa y una sala a la izquierda, de frente encontramos una alcoba, ampliada a su izquierda con una recámara o sala, y a su derecha una alcoba y un ancho pasillo que va de oeste a este conectando con la fachada posterior, y casi al fondo a la derecha con otro recibidor que da a la puerta trasera. En el recorrido del pasillo nos encontramos alcobas y un baño a un lado y patio al otro lado, finalizando con una cocina con despensa y “W.C.” (inodoro) a un lado y antesala de puerta trasera y comedor al otro lado.
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 34 | 178 7.4 – HERRAMIENTAS A UTILIZAR CYPECAD MEP Software para el diseño y dimensionado de la envolvente, la distribución, y las instalaciones del edificio sobre un modelo 3D integrado con los distintos elementos del edificio. CYPETHERM HE PLUS Software de Cype para justificar la normativa HE-0 y HE-1 y proporcionar la calificación energética, el certificado de eficiencia energética de edificios. CYPETHERM IMPROVEMENT PLUS Software de Cype para la realización de la auditoría energética de un edificio y análisis de posibles medidas de mejora (estudio energético-económico). ARQUÍMIDES Concebido para la realización de mediciones, presupuestos, certificaciones. Además de pliegos de condiciones y libro del edificio. Con medición y certificación a partir de ficheros DFX Y DWG AUTOCAD Software de diseño asistido por ordenador para 2D y 3D. MICROSOFT OFFICE Se utiliza el programa de “Word”, para la redacción de documentos y tratamiento de imágenes, el programa “Excel”, para la realización de cálculos. Además para la exposición se usa “Power Point”. CÁMARA TERMOGRÁFICA “FLUKE TI 400” La cámara se usa para la toma de información necesaria sobre el comportamiento real del edificio desde el punto de vista energético.
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 35 | 178 7.5 – NORMATIVA DE REFERENCIA A raíz de estudios, que comenzaron en 1988 en el seno de Naciones Unidas mediante la creación de un Grupo Intergubernamental de Expertos sobre el Cambio Climático (ipcc) que trabajaron junto a la Organización Meteorológica Mundial (OMM) y el programa de las Naciones Unidas para el Medio Ambiente, sobre el cambio climático para la toma de decisiones por la comunidad internacional y la posterior firma por 195 países de una Convención marco en 1992 que entraría en vigor en 1994, reconociendo la existencia del cambio climático y estableciendo un objetivo común, los Gobiernos fueron sumándose para asumir el compromiso de reducir emisiones, definidas por primera vez en “kyoto Protocol “, en reuniones como DOHA 2012 o COP21.11 A medida que la Unión Europea se incorporaba a todos los acuerdos, fueron apareciendo directivas para el desarrollo de normativas de ahorro energético, como son: - Directiva 2002/91/CE relativa a la eficiencia energética de los edificios. - Directiva 2010/31/UE relativa a la eficiencia energética de los edificios. - Directiva 2012/27/UE relativa a la eficiencia energética de los edificios. - Directiva 2018/844 relativa a la eficiencia energética de los edificios. Dichas directivas iban modificando la normativa nacional, en concreto el código técnico de la edificación, en el apartado de ahorro de energía CTE DB HE. Tal y como se comenta en el apartado “Ámbito de aplicación” del CTE, el CTE “se aplica a los edificios existentes, ya sean ampliaciones, reformas o cambios de uso. En caso de inviabilidad o incompatibilidad para cumplir estrictamente lo exigido reglamentariamente, en este tipo de intervenciones el CTE permite cierta flexibilidad”12. En el presente proyecto estamos ante la inviabilidad económica y la incompatibilidad con el objeto del presente proyecto, que se alcanza lejos del cumplimento estricto de lo exigido en el CTE, además en el presente proyecto se resalta el valor histórico y arquitectónico del inmueble, que espera sea reconocido por otros. Además son pabellones militares que pertenecen a la ciudad castrense, en el ámbito de defensa, por lo que es una construcción de carácter militar. A pesar de no tener que cumplir dicha normativa, nos sirve de referencia para la realización del proyecto. De hecho se puede comprobar en la lectura del presente proyecto mucha similitud entre los criterios del redactor y la normativa. 11 Javier Manuel Juárez Martínez y Antonio Javier Siles Conejo, Principios en materia de eficiencia energética en edificación (Madrid: Fundación MUSAAT, 2020), 13-15. 12 Ministerio de transporte, movilidad y agenda urbana (sitio web), s.v. “CTE DB HS 3,” consultado el 7de junio de 2022, https://www.codigotecnico.org/QueEsCTE/AmbitoDeAplicacion.html.
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 36 | 178 _ METODOLOGÍA
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 37 | 178 8 METODOLOGÍA El objetivo del presente trabajo es demostrar que el objeto del presente trabajo es posible, para lo cual nos marcaremos un nivel de detalle básico, siguiendo los siguientes hitos: - 8.1 - Obtención de información básica del inmueble y planteamiento del PFG. - 8.2 - Puesta en común con tutor. - 8.3 - Formación. Aprender a usar las herramientas y conocimientos necesarios - 8.4 - Estudio del proyecto: o 8.4.1 Análisis de las bondades y limitaciones del edificio en materia de eficiencia energética. La pregunta es: ¿Cuál es nuestro patrimonio? (incluido la merma por la antigüedad del edificio) … para cuidarlo y no menoscabarlo. o 8.4.2 Participación de la comunidad. Conocer los costos que se generan para el uso y la conservación del inmueble y si se abordan según la capacidad económica de sus propietarios. o 8.4.3 Estudio de la situación del proyecto. o 8.4.4 Reflexión. No se dispone de información suficiente. o 8.4.5 Planteamiento de búsqueda de información necesaria. o 8.4.6 Obtención de la información necesaria. - 8.5 - Puesta en común con el tutor. - 8.6 - Estudio. - 8.7 - Reflexión. - 8.8 - Realización de fotografías termográficas. - 8.9 - Aplicación a la realización del trabajo. o 8.9.1 Formación necesaria para abordar las conclusiones. o 8.9.2 Participación de personas o empresas que puedan aportar más calidad al trabajo. o 8.9.3 Estudio de mejoras de la eficiencia energética del edificio. o 8.9.4 Resumen comparativo de las mejoras. o 8.9.5 Definición de solución para la mejora de la eficiencia energética. - 8.10 - Conclusión del trabajo.
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 38 | 178 8.1 - BUSQUEDA DE INFORMACIÓN BÁSICA No disponiendo de ninguna información respecto del inmueble, salvo la evidencia del edificio existente, se recurre en un inicio a compartir el deseo de encontrar información sobre el edificio, con propietarios y archiveros, realizando: - Visitas: se decide preguntar a las personas que han gestionado el mantenimiento del edificio. Se pregunta a las figuras más representativas de la comunidad de propietarios, ya que no han tenido nunca un administrador de fincas, de manera infructuosa para el proyecto. Solamente se obtienen vaguedades propias del conocimiento genérico que lo vinculan a arquitectos de renombre del Regionalismo, pero sin ninguna base documental. - Investigación documental: se inicia la búsqueda, tanto para el presente proyecto como para el necesario conocimiento de los propietarios: o Contactando por teléfono con el archivo histórico de Dos Hermanas y de Sevilla para solicitar información sobre el inmueble sita en Avda. de Jerez con los números de portal de 17, 19 y 21 (se realiza por teléfono al estar sufriendo las consecuencias de una Pandemia por Covid-SaRs-19, por lo que no se procede a realizar visita), quedándose en una mera consulta telefónica sin ningún tipo de resultados. o Visitas presenciales: Se prosigue con los archivos militares, empezando con la “Comandancia de Obras”, donde consigo una cita presencial y donde no me permitieron buscar directamente en los archivos, con lo que solamente se quedó en una solicitud de información verbal que no encontró quien arrojase luz a ninguna de las cuestiones planteadas. Desde allí me mandaron a buscar al archivo sita en el acuartelamiento militar de la Avda. de la Borbolla y tras ojear algunos documentos durante dos días, no encontré apenas nada. o Biblioteca de arquitectura (U.S.): Se realiza consulta en la biblioteca de Arquitectura, consultando en los ordenadores algún dato relacionado con el edificio y me lleva a la lectura de somera de libros en busca de información. Tras un primer estudio de las posibilidades del edificio y reflexionar sobre la temática del proyecto, se determina realizar un trabajo sobre las patologías del inmueble y la mejora compatible de su eficiencia energética, respetando las bondades en materia de eficiencia energética que los autores del inmueble procuraron en su inicio, rescatando parte de nuestro patrimonio en materia de eficiencia energética. Se visita el edificio en una primera visual. 8.2 - PUESTA EN COMÚN CON EL TUTOR Fruto de la reunión se propone realizar el trabajo centrando el tema en la mejora de la eficiencia energética del inmueble y se comenta de ir a las clases presenciales donde se dará la información para la realización del trabajo. 8.3 - FORMACIÓN Para tener los conocimientos necesarios, se actúa en dos campos: - Asistir a las clases. Se empiezan las clases donde se abordan las líneas generales del trabajo y cómo realizar la documentación. - Adaptar mi idea inicial para centrar el tema en la temática de la eficiencia energética. Empezar a pensar en los pasos a dar para conocer el edificio y conocer las herramientas necesarias, obtenerlas y abordar el conocimiento para manejarlas.
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 39 | 178 Al ser consciente de necesitar saber más sobre el edificio, visito la página del catastro, donde se constata que el edificio es de 1929.13 Se realiza consulta en la biblioteca de Arquitectura para conocer la dirección del inmueble en 1930, para lo que se consultan: - Diccionario Histórico de las calles de Sevilla (Consejería de Obras públicas y Transportes y Excmo. Ayuntamiento de Sevilla. - Arquitectura del regionalismo en Sevilla: 1900-1935 (Alberto Villar Movellán). - Introducción a la arquitectura regionalista, El modelo Sevillano. (Alberto Villar Movellán).Del Servicio de publicaciones de la Universidad de Córdoba. 2ª ed.- Córdoba 2007. Ed. III. Serie IV. Grupo ARCA. De la consulta se extrae la idea de que existen otros edificios parecidos al inmueble objeto del trabajo, aunque el problema estriba en que no son de origen militar, además me da la sensación de que el inmueble no ha sido diseñado por un arquitecto, y sí por un ingeniero. 8.4 - ESTUDIO DEL PROYECTO 8.4.1 - ANÁLISIS DEL EDIFICIO Con los datos conseguidos se hace un levantamiento y una auditoría del estado actual del edificio. 8.4.2 - PARTICIPACIÓN DE PERSONAS Visitas a propietarios: Se siguen cursando visitas al inmueble y se acude a las citas solicitadas previamente con personas que viven en el inmueble Se consiguen algunas fotos de interés, conocer las temperaturas existentes en varios pisos, se consigue un resumen de la última ITE y se recuperan fotos del derribo de uno de los edificios del conjunto arquitectónico. Algunas informaciones sobre las cuestiones económicas no se pueden desvelar ante la confidencialidad de los mismos. Reunión con la dirección de ETSIE: A raíz de la búsqueda y debido a los datos recabados recientemente tengo una charla con la Directora de ETSIE que me anima a indagar de nuevo en el Archivo Histórico Provincial y en el Archivo Municipal de Sevilla. 8.4.3 - ESTUDIO DE LA SITUACIÓN DEL PROYECTO Se intenta armar a grandes rasgos el proyecto, no obteniendo la calidad deseada. 8.4.4 - REFLEXIÓN. Comprendo la debilidad de la información de que dispongo y tomo la determinación de mejorar la búsqueda de información con más coraje y con la experiencia de la anterior búsqueda. 13 Sede electrónica del catastro, s.v. “JEREZ (AVENIDA), 17,” consultado el 3 de mayo de 2022, https://www1.sedecatastro.gob.es/Cartografia/mapa.aspx?buscar=S.
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 40 | 178 Es necesario seguir realizando el proceso de nuevo para obtener los beneficios del proceso de mejora continua. 8.4.5 – PLANTEAMIENTO DE BÚSQUEDA DE INFORMACIÓN SUFICIENTE Para seguir buscando con los nuevos datos encontrados se abren dos vías de búsqueda: - Para conseguir el proyecto del edificio. - Para conseguir información sobre las técnicas de construcción de edificios muy similares. 8.4.6 - OBTENCIÓN DE LA INFORMACIÓN NECESARIA. Contacto con archivos del Ejército: En un principio se realiza por correo electrónico, en donde se me responde por parte del ARCHIVO PROVINCIAL lo que en el “ANEXO I” se expone. De todo ello se desprende que la construcción y gestión de los inmuebles militares fue competencia del Patronato de Casas Militares, siendo el archivo que conserva el Archivo General Histórico de Defensa de Madrid, donde procedo a solicitar información. De la misma forma solicito otros días de consulta en el Archivo Municipal por haber leído el correo con posterioridad a las citas en la bandeja de archivos no deseados de mi correo electrónico. Visita a la Comandancia de Obras: Desde Comandancia de Obras, se me informa de un listado que puede ser de interés, por lo que tras semanas hablando y convenciendo de lo oportuno de mi visita y de que sería breve me conceden día para que les visite. Se dispone de documentación para las dos vías de búsqueda y que a continuación detallo en cada una de las visitas: - Archivo Municipal de Sevilla, donde se encuentran: o Referencias a la solicitud de licencia para las obras de la ciudad castrense. o Una obra particular donde se encuentra nomenclatura de materiales utilizados de la época. - Archivo Intermedio: o Se encuentra plano de situación de edificaciones en plano antiguo. - Archivo General e Histórico de Defensa de Madrid: o Se encuentran planos del edificio. - Comandancia de Obras. Me conceden buscar en el archivo los documentos que me interesen de una larga lista, por lo que busco, minuciosamente (plano tras plano) un par de archivos de mi especial interés. o Se consiguen planos de detalle de la cubierta de unos pabellones construidos en el mismo año que los pabellones de que son objeto el presente proyecto. Me refiero a los pabellones ubicados en el “cuartel de La Borbolla”. o Imagen de una sección de los pabellones de “La Borbolla”. Sigue faltando información: Hemos podido comprobar mediante las visitas que tenemos un inmueble con pisos fríos, conveniente para climas muy calurosos, gracias a sus techos altos y gruesos muros. Sería conveniente poder demostrar el comportamiento real del inmueble con el uso de una cámara termográfica. Así tendremos una guía en nuestras reflexiones.
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 41 | 178 8.5 - PUESTA EN COMÚN CON EL TUTOR Se pone en común con el tutor que indica cuales serían los días más favorables para realizar las fotografías con la cámara termográfica al tiempo que me indica las herramientas necesarias para el desarrollo del trabajo. 8.6 – ESTUDIO. Se realiza un estudio, según lo indicado por mi tutor, para poder escoger los momentos propicios para la toma de datos con la cámara termográfica. Para ello se consulta la Agencia Estatal de Meteorología (AEMET) que me muestran dos días casi consecutivos, una madrugada y una mañana, que se producen dentro de un par de días, con cambios bruscos de temperaturas que hay que aprovechar. Lecturas y búsquedas a través de internet para empezar a conocer las herramientas de trabajo. 8.7 – REFLEXIÓN. Se reflexiona para saber la mejor forma de poder acceder a una cámara termográfica, lo más rápidamente posible, surgiendo dos vías: - A través del COAAT de Sevilla. - Solicitándolo a una empresa de fotovoltaica. Pensar sobre lo necesario a realizar para obtener y controlar los programas informáticos. 8.8 – REALIZACIÓN DE FOTOGRAFÍAS TERMOGRÁFICAS. Se consigue realizar las fotografías en las horas y días previstos. 8.9 - APLICACIÓN A LA REALIZACIÓN DEL TRABAJO. Proseguimos con el estudio del estado actual del inmueble, dando el paso de computarlo en materia de eficiencia energética. 8.9.1 - FORMACION NECESARIA Se intensifica la labor didáctica del tutor al enseñarme el manejo global de los programas informáticos necesarios que son: - Obtenión y manejo de la cámara termográfica. - Cypecad Med. - Cypetherm HE Plus. - Cypetherm improvement Plus. Se hace necesaria la paciencia ante las limitaciones del alumno y la laboriosidad que impone el programa Cypecad Med. Abordo el manejo de algunos programas, como: - Autocad (con un conocimiento muy básico). - Microsoft office. Excel, word y Power Point. - Adobe acrobat.
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 48 | 178 MURO DE 46 CM. UBICACIÓN EN EL INMUEBLE IMAGEN DE LA COMPOSICIÓN REAL DEL MURO CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 49 | 178
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 50 | 178 MURO DE 44 CM. UBICACIÓN EN EL INMUEBLE IMAGEN DE LA COMPOSICIÓN REAL DEL MURO CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
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PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 64 | 178 Ilustración 21. Perspectiva trasera del edificio. Ilustración 22. Termográfica. Perspectiva trasera. Exterior a 10º C. En toda la fachada se siguen viendo los cambios de color en altura.
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 65 | 178 Las fachadas laterales parecen no tener un acabado uniforme en algunas zonas, pero se repiten los comportamientos anteriores donde las fachadas están más frías que el ambiente que les rodea. Ilustración 23, Termográfica. Fachada lateral derecha. Ilustración 24. Termográficas. Lateral derecha. 28 º C. Ilustración 25. Termográfica. Fachada lateral izquierda. Exterior a 10 º C.
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 66 | 178 PATIOS Ilustración 26. Termográficas. Patios. Los patios tienen una temperatura mayor que las fachadas, siendo más cálidas en zonas bajas.
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 67 | 178 PORTAL Y ESCALERA La puerta principal de la vivienda en segunda planta desde escalera se encuentra más fría que la zona común de escalera, indicio de que la vivienda se encuentra más fría que los espacios comunes. Ilustración 27. Termográficas. Zonas comunes y puerta de entrada. Exterior a 10º C.
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 68 | 178 INTERIOR DE UNA VIVIENDA Y sí, se comprueba como la vivienda, en su zona más cálida tiene una temperatura inferior a la que tiene el hueco de escalera. La imagen inferior muestra temperaturas bajas, teniendo 25 º C en el exterior. Ilustración 28. Termográfica. Pasillo vivienda. Exterior a 10 º C. Ilustración 29. Termográfica. Pasillo de vivienda. Exterior a 26º C.
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 69 | 178 Ilustración 30. Termográficas. Del interior de una vivienda que da al sur. Bajas temperaturas que descienden en los distintos espacios.
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 70 | 178 Ilustración 31. Del interior de una vivienda que da al sur. Con 25º C vemos que en habitaciones al oeste son más frías que las del este, donde da el sol.
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 71 | 178 DETALLES Ilustración 33. Termográfica. Patios. Detalle constructivo de dintel y puente térmico. En la imagen de la izquierda tenemos el Bloque 21 (con fachada de mortero de cal y pintura en su superficie exterior) que pertenece al edificio que estudiamos, mientras que la imagen de la derecha pertenece al bloque 23 (con cara exterior de la fachada que tiene una terminación de monocapa) portal que no pertenece al edificio objeto de estudio. Las dos nos muestran un comportamiento térmico casi idéntico Ilustración 32. Temperatura. Fachada en portal nº 21. Ilustración 34. Temperatura. Fachada de portal nº 23.
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 72 | 178 AUDITORÍA ENERGÉTICA DIAGNÓSTICA
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 73 | 178 10 AUDITORÍA ENERGÉTICA DIAGNÓSTICA En la pandemia, la vivienda ha sido el refugio para muchas personas, cobrando mayor importancia en todos los ámbitos de nuestra vida, incluso convirtiéndose en nuestra oficina. Esta importancia nos debe animar a conseguir unos niveles de confort adecuados y para ello debemos tener presente algunos factores, como los que conciernen a la salud derivados de ambientes fríos, unidos a la falta de movilidad, de independencia económica y ante el aislamiento social. Hay que recordar que los espacios para vivir han ido evolucionando, pero no así el parque inmobiliario español, por lo que urge concienciar y animar a la sociedad para adaptarlas a las necesidades actuales Ya en la NTP 917 se habla de los espacios de descanso en el trabajo, donde se realizan diversidad de actividades colectivas, de trabajo y personales (descanso, comida, aseo, de carácter psicosocial, etc.) y donde se comenta que, posiblemente, dos palabras sintetizarían los conceptos clave para un correcto diseño del hábitat laboral, que serían: “racionalidad humanística”. La primera representa que todas las fases de un proceso productivo se han de ligar de forma coherente y con la necesaria flexibilidad en diferentes ámbitos físicos que maximicen su eficiencia y faciliten el correcto desempeño de las personas. Pero sobre todo, ello ha de hacerse con visión humanista, situando en el punto de mira a las personas que han de ocupar tales espacios e intervenir en ellos. Nada debería ser diseñado sin considerar su relación con la función, posición y movilidad de las personas, con sus necesidades, exigencias y también con sus limitaciones14. En el presente edificio, la mayoría de las personas son personas mayores y por tanto más sensibles a los espacios fríos e insalubres. En la NTP 779 sobre “Bienestar térmico: criterios de diseño para ambientes térmicos confortables”. El primer factor que indica es el de aislar de agentes agresivos ambientales15 (en nuestro caso se realizará una pequeña contribución abordando el frio, la cálida del aire y las corrientes de aire). La temperatura que se puede encontrar en el interior llega a los 12 º C. Para una persona mayor sedentaria entraríamos en la tabla con 1.9 met (moviéndose), y con 1”clo” (algo abrigado), el límite de bienestar térmico esta en 16 ºC. En nuestro caso se tendría que abrigar y mover para no tener insatisfacción térmica. En nuestro caso muchos de los propietarios tienen una edad avanzada y algunos con problemas de movilidad, por lo que necesitarían unos 19º C como mínimo para tener bienestar térmico y se tendrían que abrigar. Para proteger su salud (física y mental) se hace necesario mejorar la eficiencia energética del edificio. Tabla 3. Límites de bienestar térmico. NTP 779. 14Sede electrónica del instituto nacional de seguridad y salud en el trabajo, s.v. “El descanso en el trabajo (II): espacios,” Consultado el 14 de junio de 2022, https://www.insst.es/documents/94886/326775/917w.pdf/c361797c-683a-470b-9329- 2a494c16972c?version=1.0&t=1617977752520. 15 Sede electrónica del instituto nacional de seguridad y salud en el trabajo, s.v. “Bienestar térmico: criterios de diseño para ambientes térmicos confortables,” Consultado el 14 de junio de 2022, https://www.insst.es/documents/94886/327740/nTP-779.pdf/7a2021b6-a176-463b-b347-953576961b83.
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 80 | 178 10.3 – ANÁLISIS CUANTITATIVO. PROPUESTAS DE MEJORA Se trata de proporcionar la energía necesaria para satisfacer la demanda de energía de un edificio en condiciones normales de uso y ocupación. Se ha estimado un coste de 0.19 kwh que se tendrá que tener en cuenta para el periodo de amortización de la inversión. Tabla 6. Precios de la electricidad. SUBVENCIONES Para abordar las medidas de mejora trazamos un camino a seguir, que consiste en realizar propuestas de mejora que sean en sí mismas rentables y, si luego al solicitar subvenciones, llegan las ayudas que se anunciaron el 24/05/2022 en comparecencia de la ministra de Política Territorial y portavoz del Gobierno, de la vicepresidenta primera y ministra de Asuntos Económicos y Transformación Digital y de la ministra de Hacienda y Función Pública, mejor. Para ello se habrá que tener en cuenta lo comentado en el segundo plan, aprobado en el Consejo de Ministros, sobre Medidas de Ahorro y de Eficiencia Energética, donde, en su tercera medida comenta: “Una tercera medida, dentro de este paquete, es el control de las condiciones de temperatura de los locales, que va a ser más exigente que el que se plantea en la actualidad, y también la identificación, en todos los edificios, de los lugares donde vamos a albergar instalaciones fotovoltaicas para el autoconsumo”. Se tendrán subvenciones para instalar autoconsumo, almacenamiento y climatización, y agua caliente sanitaria (ACS). En Andalucía se han suspendido las convocatorias de incentivos a la construcción sostenible, según lo publicado en el BOJA núm. 68 de 8 de abril de 2022 por agotamiento de los créditos de las partidas presupuestarias que le afecta.
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 81 | 178 En Andalucía se han suspendido las convocatorias de incentivos a la construcción sostenible, según lo publicado en el BOJA núm. 68 de 8 de abril de 2022 por agotamiento de los créditos de las partidas presupuestarias que le afecta.16 SUBVENCIONES Consciente de que es importante mejorar la viabilidad económica de las medidas a proponer, ampliamos la información sobre las subvenciones que se podrían percibir, con regulación: - Estatal. o Ministerio de Transportes, Movilidad y Agencia Urbana: Plan Estatal de acceso a la vivienda 2022-2025. Dispone de programas de ayudas a la vivienda con un programa de fomento de la mejora de la eficiencia energética y la sostenibilidad en viviendas. En su programa 5 aborda el “Fomento de la mejora de la eficiencia energética y la sostenibilidad en viviendas. Para zona climática B, si se consigue una reducción del 20% en calefacción y refrigeración y dispone de una superficie igual o mayor al 70% de uso residencial, como es el caso, se dispone de una ayuda con carácter general del 40% de la inversión. - Autonómica. o La autonomía no concreta a día de hoy las ayudas Estatales anteriormente mencionadas, aunque en la convocatoria de 2020 encauza las ayudas a través de: Rehabilitación de edificios. Rehabilitación de viviendas. Adecuación funcional básica de viviendas. Fomento de la rehabilitación edificatoria. (Actualmente en curso de resolución de convocatorias del programa de Rehabilitación de edificios y Rehabilitación de viviendas) Hay que tener en cuenta que, para llegar a estar en el “Listado de beneficiarios definitivos por provincia”, se deben cumplir los requisitos que se plantean en las bases de dichas ayudas. Los requisitos estatales, son: - Viviendas unifamiliares y edificios. - 50% de las viviendas del edificio o la vivienda unifamiliar deben constituir domicilio habitual. - Se exige una reducción de la demanda energética anual global de calefacción y refrigeración sea para nuestra zona (B) del 20 %. - Antigüedad preferentemente anterior a 1996. 16 Agencia andaluza de la energía (sitio web), s.v. “BOJA núm. 68 de 8 de abril de 2022,” consultado el 24 de junio de 2022, https://www.agenciaandaluzadelaenergia.es/sites/default/files/Documentos/Incentivos/44_resolucion_29_marzo_2022_sus pension_convocatoria.pdfhttps://www.agenciaandaluzadelaenergia.es/sites/default/files/Documentos/Incentivos/44_resolu cion_29_marzo_2022_suspension_convocatoria.pdf
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 82 | 178 - 70% de la superficie de los edificios de uso residencial de vivienda.17 PRIORIDADES A SEGUIR. Las prioridades a seguir en la realización de medidas, deberían ir encaminadas a combatir el frío, mejorar la cálida del aire y controlar las corrientes de aire. Es por ello que, respetando las capacidades del presente edificio, necesitamos reducir en primer lugar la demanda de calefacción y luego la demanda de refrigeración, mediante: - Implantación un sistemas de ventilación y de acondicionamiento de aire para crear ambientes de calidad. - Mejora de la envolvente para, dejando respirar el muro, pueda aislar térmicamente el edificio permitiendo el actual funcionamiento del mismo. - Mejorar el sistema de ACS. VENTILACIÓN Para la elección de los equipos podemos tener en cuenta la siguiente normativa que nos define el caudal de aire: - CTE DB HS 3. Calidad del aire interior. Cuyo ámbito de aplicación abarca a los edificios de viviendas, al interior de las mismas, entre otros. El caudal viene definido en la tabla 2.1 perteneciente al punto 3 del apartado dos (caracterización y cuantificación de exigencia), de la sección HS3 (calidad del aire interior) del DB HS de salubridad del CTE, que se muestra a continuación: Tabla 7. Caudales mínimos para ventilación. 18 17 Ministerio de transporte, movilidad y agenda urbana (sitio web), s.v. “Programa de fomento de la mejora de la eficiencia energética y la sostenibilidad en viviendas,” Consultado el 16 de junio de 2022, https://www.mitma.gob.es/arquitecturavivienda-y-suelo/programas-de-ayudas-a-la-vivienda/programa-de-fomento-de-eficiencia-energetica-y-sostenibilidad-en- viviendas. 18 Ministerio de transporte, movilidad y agenda urbana (sitio web), s.v. “CTE DB HS 3,” Consultado el 17 de junio de 2022, https://www.codigotecnico.org/pdf/Documentos/HS/DBHS.pdf.
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 83 | 178 6 dormitorios 32 l/s. 2 baños 16 l/s. 1 cocina 8 l/s. 1 salón 10 l/s. TOTAL 66 l/s = 237´6 m3/h. - RITE. En su tabla 1.4.2.1. (Caudales de aire exterior, en dm3/s por persona) de su instrucción técnica IT 1 (diseño y dimensionado) contenida en las instrucciones técnicas de la parte II define el caudal como sigue: Tabla 8. Caudales de aire exterior. 19 Con lo que tomando IDA 2 tendremos 12´5 dm3/s por persona. La ocupación según la tabla 2.1. Densidades de ocupación del punto 2 de la sección SI3, del DB SI, para uso residencial vivienda en zona de plantas de vivienda es de 1 persona por cada 20 m2 de superficie útil. Por lo que teniendo una superficie media de unos 100 m2, tendríamos una ocupación por vivienda de 7 personas. Aunque tras visitas al inmueble se constata que la ocupación no llega a 4 personas por vivienda, por lo que tomamos ésta última cifra. Tendremos por el CTE DB HS 3 un caudal de 66 l/s y en el RITE un caudal de 50 l/s. De forma que tomo el más desfavorable, 66 l/s (237´6 m3/h) para la elección de los equipos Vuelvo a decir que es una aproximación, ya que no tenemos que cumplir el CTE. Empezamos con la aplicación de medidas para mejorar las medidas de eficiencia energéticas. 19 Ministerio para la transición ecológica y el reto demográfico (sitio web), s.v. “RITE – Reglamento instalaciones térmicas en los edificios,” Consultado el 17 de junio de 2022, https://energia.gob.es/desarrollo/EficienciaEnergetica/RITE/Paginas/InstalacionesTermicas.aspx.
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 84 | 178 10.3.1 - HUECOS DE FACHADA. CARPINTERIA ALUMINIO CON R.P.T.. Consiste en la sustitución de la carpintería actual por la carpintería de aluminio con rotura de puente térmico que a continuación se define. Sustitución de carpinterías. Puertas en zonas comunes de PVC, salvo las puestas de entrada al portal. Sustitución de ventanas existentes por ventanas practicables de aluminio con rotura de Puente térmico y vidrio 4-8-4. Vida útil mayor a 50 años.
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 85 | 178 CLASIFICACIÓN ENERGÉTICA. DEMANDAS ENERGÉTICAS PARCIALES La demanda energética de calefacción y refrigeración es la energía necesaria para mantener las condiciones internas de confort del edificio. Demanda de calefacción. ESTADO ACTUAL 72,58 Demanda de refrigeración, ESTADO ACTUAL 18,12 A continuación se indica por donde se producen las pérdidas y ganancias de energía
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 86 | 178 CLASIFICACIÓN ENERGÉTICA. CONSUMO DE ENERGÍA PRIMARIA Por energía primaria no renovable se entiende la energía consumida por el edificio procedente de fuentes no renovables que no ha sufrido ningún proceso de conversión o transformación. Tabla 9. “% “de mejora. Consumo. Ventanas aluminio RPT.
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 87 | 178 CALIFICACIÓN ENERGÉTICA. EMISIONES. ESTIMACIÓN ECONÓMICA RECUPERACIÓN DE LA INVERSIÓN 27 años
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 88 | 178 10.3.2 - HUECOS DE FACHADA. CARPINTERIA DE P.V.C.. Consiste en la sustitución de la carpintería actual por la carpintería de aluminio con rotura de puente térmico que a continuación se define. Sustitución de carpinterías. Puertas en zonas comunes de PVC, salvo las puestas de entrada al portal. Sustitución de ventanas existentes por ventanas practicables de PVC. Vida útil de 40 a 50 años.
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 89 | 178 CALIFICACIÓN ENERGÉTICA. DEMANDAS ENERGÉTICAS PARCIALES Demanda de calefacción. ESTADO ACTUAL 72,58 Demanda de refrigeración, ESTADO ACTUAL 18,12 A continuación se indica por donde se producen las pérdidas y ganancias de energía.
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 96 | 178 10.3.4 – EQUIPOS. RECUPERADOR DE CALOR. La presente propuesta de mejora consiste en instalar un recuperador de calor en cada vivienda con las siguientes características: Ilustración 40. Página "web". Climaprecio.es Vida útil de 15 a 20 años. Ilustración 39. Página "web". Climaprecio.es
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PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 98 | 178 CALIFICACIÓN ENERGÉTICA. CONSUMO DE ENERGÍA PRIMARIA Por energía primaria no renovable se entiende la energía consumida por el edificio procedente de fuentes no renovables que no ha sufrido ningún proceso de conversión o transformación. Tabla 12. “% “de mejora. Consumo. Recuperador de calor.
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 99 | 178 CALIFICACIÓN ENERGÉTICA. EMISIONES ESTIMACIÓN ECONÓMICA RECUPERACIÓN DE LA INVERSIÓN 4.17 años
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 100 | 178 10.3.5 - EQUIPOS. RECUPERADOR DE CALOR ENTÁLPICO. La presente propuesta de mejora consiste en instalar un recuperador de calor entálpico VAM1000J en cada vivienda, con caudal de 550 m3/h, modulando la temperatura y humedad del aire fresco entrante. Modo Bypass. Vida útil. Sin datos disponibles. Tabla 13. Página "web". GAS,FRIO&CALOR.com. Como el programa no tiene en cuenta los beneficios del recuperador entálpico y sí su consumo, para el cálculo se ha optado por elegir el menor consumo y así disponer de datos que no nos aleje más de la realidad.
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PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 102 | 178 CALIFICACIÓN ENERGÉTICA. CONSUMO DE ENERGÍA PRIMARIA Por energía primaria no renovable se entiende la energía consumida por el edificio procedente de fuentes no renovables que no ha sufrido ningún proceso de conversión o transformación. Tabla 14. “% “de mejora. Consumo. Rec. Calor entálpico.
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 103 | 178 CALIFICACIÓN ENERGÉTICA. EMISIONES ESTIMACIÓN ECONÓMICA RECUPERACIÓN DE LA INVERSIÓN 4.91 años
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 104 | 178 10.3.6 – EQUIPOS. AIRE ACONDICIONADO INVERTER Y RECUPERADOR DE CALOR ENTÁLPICO. La presente propuesta de mejora consiste en instalar un aire acondicionado inverter y un recuperador de calor entálpico en cada vivienda, en concreto las características de los equipos son los mismos que los usados en las medidas de ahorro energético anteriores: - MAE- . Aire acondicionado inverter. - MAE- . Recuperador de calor entálpico. El objeto es combinar los dos equipos complementarios buscando obtener las mayores prestaciones por unidad de energía, de forma que minimicemos esa demanda de calefacción que nos requiere de forma notoria el edificio. Para ello hemos tomado dos equipos que parecen reducirla y al tiempo se complementan.
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 105 | 178 CALIFICACIÓN ENERGÉTICA. DEMANDAS ENERGÉTICAS PARCIALES La demanda energética de calefacción y refrigeración es la energía necesaria para mantener las condiciones internas de confort del edificio. Demanda de calefacción. ESTADO ACTUAL 72,58 Demanda de refrigeración, ESTADO ACTUAL 18,12 A continuación se indica por donde se producen las pérdidas y ganancias de energía.
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 112 | 178 CALIFICACIÓN EERGÉTICA. EMISIONES ESTIMACIÓN ECONÓMICA RECUPERACIÓN DE LA INVERSIÓN 2.81 años
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 113 | 178 10.3.8 ENVOLVENTE. SATE. Consiste en la colocación de varias capas de revestimiento ral y como se puede observar. Vida útil de al menos 25 años.
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 114 | 178 CALIFICACIÓN ENERGÉTICA. DEMANDAS ENERGÉTICAS PARCIALES Demanda de calefacción. ESTADO ACTUAL 72,58 Demanda de refrigeración, ESTADO ACTUAL 18,12 A continuación se indica por donde se producen las pérdidas y ganancias de energía.
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 115 | 178 CALIFICACIÓN ENERGÉTICA. CONSUMO DE ENERGÍA PRIMARIA Tabla 17. “% “de mejora. Consumo. SATE.
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 116 | 178 CALIFICACIÓN ENERGÉTICA. EMISIONES ESTIMACIÓN ECONÓMICA RECUPERACIÓN DE LA INVERSIÓN 18.53 años
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 117 | 178 10.3.9 EQUIPOS. BOMBA DE CALOR PARA A.C.S.. La presente propuesta de mejora consiste en instalar un sistema centralizado de bomba de calor ACS Thermor aeromax vm 150L para agua caliente sanitaria (ACS), en concreto con depósito de 150 litros. Vida útil de unos 25 años. Ilustración 43. Esquema de funcionamiento. Bomba de calor.
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 118 | 178 CALIFICACIÓN ENEREGÉTICA. DEMANDAS ENERGÉTICAS PARCIALES Demanda de calefacción. ESTADO ACTUAL 72,58 Demanda de refrigeración, ESTADO ACTUAL 18,12 A continuación se indica por donde se producen las pérdidas y ganancias de energía.
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 119 | 178 CALIFICACIÓN ENERGÉTICA. CONSUMO DE ENERGÍA PRIMARIA Tabla 18. “% “de mejora. Consumo. Bomba calor ACS.
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 120 | 178 CALIFICACIÓN ENERGÉTICA. EMISIONES ESTIMACIÓN ECONÓMICA RECUPERACIÓN DE LA INVERSIÓN 2.89 años
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 121 | 178 10.3.10 EQUIPOS. AEROTERMIA PARA A.C.S.. La presente propuesta de mejora consiste en instalar equipo de aerotermia para ACS, en concreto serie Split, con unidad exterior de 55ºC, monofásica con COP nominal de 4.9. y potencia nominal de 4.5 Kw. Vida útil de más de 25 años. Ilustración 44. Esquema de funcionamiento. Aerotermia.
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 128 | 178 Tabla 23. Gráficos comparativos de las distintas opciones. MAES. Se decide elegir para la propuesta de solución en la mejora de la eficiencia energética aquellas que dan garantías de rentabilidad a corto plazo y que reduzca el consumo, aunque disponemos de otras medidas no contempladas y que rescatamos como alternativas, y son las baldosas desmontables aislantes para cubierta y el aislamiento mediante SATE de la fachada norte, esta última mejoraría sustancialmente el consumo de energía primaria de los pisos en los que están integrada y sería una forma de abordar la colocación de SATE. Es difícil que se llegue a ejecutar ya que al ser pocos propietarios los afectados la derrama sería excesiva (en principio la decisión sería de la intercomunidad, en donde habría una clara mayoría de propietarios no interesados). Por otra parte se siguen tomando medidas respetuosas con el edificio para no menoscabar las virtudes energéticas del mismo y con el entorno (salud de los propietarios y medio ambiente).
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 129 | 178 Las mejoras que se proponen tras realizar un comparativo de su rentabilidad son: MEDIDAS A ADOPTAR MAE-6 Aire acondicionado split1x1 en cada vivienda. Aire acondicionado inverter. Instalación. MAE-7 Recuperador de calor. Instalación. MAE-7.1 Recuperador de calor entálpico. Instalación. MAE-8 Aire acondicionado split1x1 y recuperador de calor entálpico. Instalación. MAE-12 Bomba de calor para ACS. Instalación. MEDIDAS COMBINADAS P.C.-0 MURO Fachada norte + AIRE ACONDICIONADO INVERTER, RECUPERADOR DE CALOR ENTÁLPICO Y BOMBA DE CALOR PARA ACS Instalación. P.C.-1 AIRE ACONDICIONADO INVERTER, RECUPERADOR DE CALOR ENTÁLPICO Y BOMBA DE CALOR PARA ACS Instalación. P.C.-2 P.C.-1 + FOTOVOLTÁICA. Instalación. Tabla 24. Segunda selección. MAE. Se recuerda que los requisitos para acceder a subvenciones estatales, son: - Viviendas unifamiliares y edificios. - 50% de las viviendas del edificio o la vivienda unifamiliar deben constituir domicilio habitual. - Se exige una reducción de la demanda energética anual global de calefacción y refrigeración sea para nuestra zona (B) del 20 %. - Antigüedad preferentemente anterior a 1996. - 70% de la superficie de los edificios de uso residencial de vivienda.20 Se cumplen todos los requisitos para el presente edificio, salvo la exigencia de demanda, que a continuación comprobamos. Para ello tendremos que analizar la demanda anual global de calefacción y refrigeración en tres posibles medidas de mejora, como son: - MAE-1. Sustitución de carpintería por ventanas practicables de aluminio con RPT. - MAE-4. Sustitución de carpintería por ventanas de PVC. - MAE-10. Colocación de SATE. Las tres siguen no siendo rentables por ser medidas costosas, incluso con la subvención que se limitaría a proporcionar una cantidad de 12.000 euros como máximo. 20 Sede electrónica del instituto nacional de seguridad y salud en el trabajo, s.v. “Bienestar térmico: criterios de diseño para ambientes térmicos confortables.”
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 130 | 178 Podría esperarse otra subvención para más adelante y colocar la combinación de equipos y SATE en la fachada norte, medida que implica menor importe que las anteriores Esta medida aplicaría el SATE en la superficie mayor de la fachada norte, y podría obtener la subvención si se relajasen las medidas que exigen una reducción del 20% en refrigeración y en calefacción, ya que la propuesta de mejora aporta una mejora significativa en la demanda de energía anual global de refrigeración 7.3% y de calefacción 18.2 %. También tendría un retorno rápido, en torno a 4 años. Si fuera de interés para los propietarios, tendríamos que informarles de: - Se debe estudiar si es una de las apropiadas en la mejora de la eficiencia energética en el momento en el que se tenga en cuenta su aplicación. - El retraso en el cobro de aspectos también subvencionables que se deben hacer al inicio sobre la documentación técnica a presentar y el recomendable asesoramiento técnico para presentar la documentación frente a la administración. - La posibilidad de no estar en el “Listado de beneficiarios definitivos por provincia”, dado que la demanda de subvenciones puede ser mucha, y el del cribado muy exigente. La falta de garantía para percibir la subvención complica su financiación en el inicio. - Para entrar en el proceso hay que hacer inversiones en la realización de la documentación técnica y la presentación de subvención que se recomienda se realice por un técnico (la inversión no garantiza que pueda ser beneficiario). - Cuando se entra en la dinámica de la subvención ya concedida, se ha estado pagando ágilmente en los dos plazos previstos. Programa para el desarrollo energético sostenible de Andalucía está suspendido por agotamiento del presupuesto, por lo tanto que no se tendrá en cuenta en el presente trabajo dicha subvención. Tabla 25. Medidas con mayor ahorro en su vida útil (fabricación propia). (Cifras en cientos de miles de euros) La fachada norte se queda con un ahorro de 22.307´57 €, 1.28 veces la inversión realizada, lejos de las cifras de las medidas más rentables.
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 131 | 178 10.4.1 – EQUIPOS. AIRE ACONDICIONADO INVERTER PARA 100% DE SUPERFICIE Y BOMBA DE CALOR PARA A.C.S.. Sistema de climatización mediante aire acondicionado inverter con distribución por conductos de alta presión, siendo las características del equipo las que a continuación se exponen: Ilustración 45. Equipo de aire acondicionado inverter por conductos. Tabla 26. Hoja de producto aire acondicionado por conductos. Vida útil de 20 años
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 132 | 178 CALIFICACIÓN ENERGÉTICA. DEMANDAS ENERGÉTICAS PARCIALES CALIFICACIÓN PARCIAL DE LA DEMANDA ENERGÉTICA DE CALEFACCIÓN DEMANDA DE CALEFACCIÓN DEMANDA DE REFRIGERACIÓN Demanda de calefacción 71,35 [kWh/m²·año] Demanda de refrigeración 20,86 [kWh/m²·año] Demanda de calefacción. ESTADO ACTUAL 72,58 Demanda de refrigeración, ESTADO ACTUAL 18,12
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 133 | 178 CALIFICACIÓN ENERGÉTICA. CONSUMO DE ENERGÍA PRIMARIA CALIFICACIÓN ENERGÉTICA DEL EDIFICIO EN CONSUMO DE ENERGÍA PRIMARIA NO RENOVABLE INDICADOR GLOBAL INDICADORES PARCIALES CALEFACCIÓN ACS Energía primaria calefacción [kWh/m²·año] D Energía primaria ACS [kWh/m²·año] E 44.04 9.25 REFRIGERACIÓN ILUMINACIÓN Consumo global de energía primaria no renovable[kWh/m²·año] Energía primaria refrigeración [kWh/m²·año] B Energía primaria iluminación [kWh/m²·año] - 11.93 -
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 134 | 178 CALIFICACIÓN ENERGÉTICA. EMISIONES kgCO2/m²·año kgCO2·año Emisiones CO2 por consumo eléctrico 11.05 40596.66 Emisiones CO2 por otros combustibles 0.00 1.40 ESTIMACIÓN ECONÓMICA RECUPERACIÓN DE LA INVERSIÓN 10.96 años CALIFICACIÓN ENERGÉTICA DEL EDIFICIO EN EMISIONES INDICADOR GLOBAL INDICADORES PARCIALES CALEFACCIÓN ACS Emisiones calefacción [kgCO2/m²·año] D Emisiones ACS [kgCO2/m²·año] D 7.46 1.57 REFRIGERACIÓN ILUMINACIÓN Emisiones globales[kgCO /m²·año] 2 Emisiones refrigeración [kgCO 2 /m²·año ] B Emisiones iluminación [kgCO2/m²·año] - 2.02 -
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 135 | 178 10.4.2 – EQUIPOS. SATE FACHADA NORTE COMBINADO CON AIRE ACONDICIONADO INVERTER, RECUPERADOR ENTÁLPICO Y BOMBA DE CALOR PARA A.C.S. (SIN EQUIPOS SUPLEMENTARIOS DISPONIBLES). La propuesta combinada con los equipos de las mejoras anteriormente definidas tendrá una calificación de: CALIFICACIÓN ENERGÉTICA. DEMANDAS ENERGÉTICAS PARCIALES Demanda de calefacción. ESTADO ACTUAL 72,58 Demanda de refrigeración, ESTADO ACTUAL 18,12 Balance energético (con equipos suplementarios disponibles. El programa solamente proporciona la calificación energética cuando no entra dentro de sus rangos) CALIFICACIÓN PARCIAL DE LA DEMANDA ENERGÉTICA DE CALEFACCIÓN DEMANDA DE CALEFACCIÓN DEMANDA DE REFRIGERACIÓN Demanda de calefacción 59,34 [kWh/m²·año] Demanda de refrigeración 16,80 [kWh/m²·año]
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PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 146 | 178 CALIFICACIÓN ENERGÉTICA. EMISIONES ESTIMACIÓN ECONÓMICA Tras el cálculo realizado en la página: “PHOTOVOLTAIC GEOGRAPHICAL INFORMATION SYSTEM”, disponemos de los siguientes datos para la realización de los cálculos necesarios que nos muestren la potencia fotovoltaica pico instalada. Tabla 28. Rendimiento del sistema fotovoltaico (FV). Disponemos de varias opciones para la instalación fotovoltaica según instalemos la placa en horizontal, en vertical o con el ángulo de inclinación óptimo que resulta ser de 34 grados. Podríamos descartar la opción de una instalación horizontal, ya que contamos con poca superficie, no más de 135 m2, y necesitaríamos 484 m2 que implicaría colocarlo en fachadas con el coste adicional de los trabajos verticales, pero no hace falta, ya que se descarta por si sola en el cuadro de análisis de costes y beneficios expuesto a continuación.
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 147 | 178 Tabla 29. Análisis de las distintas opciones en FV para AAI+RCE+BC ACS. Resultando como mejor opción las placas colocadas en horizontal, cuya estimación económica viene dada a continuación, teniendo en cuenta el rendimiento de los equipos del 70 % (equipos de rendimiento decreciente, que suele ir desde el 80% al 40%).
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 148 | 178 Tabla 30. Ahorro neto actual. Combinación elegida con FV. RECUPERACIÓN DE LA INVERSIÓN 9.61 años
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 149 | 178 10.4.5 - EQUIPOS Y FOTOVOLTAICA. AIRE ACONDICIONADO INVERTER (100% SUPERFICIE), COMBINADO CON BOMBA DE CALOR PARA ACS CON APOYO DE PLACAS SOLARES. La presente propuesta de mejora consiste en la instalación de aire acondicionado inverter (RAV-SM2244DTP-E – RAV-SM2244AT8-E) dando servicio al 100% de la superficie habitada, combinado con bomba de calor ACS Thermor Aeromax VM 150L para agua caliente sanitaria, conjunto apoyado con la energía suministrada por 27 kits Solares residencial de 4200 w, 21500hdía, Growatt en la cubierta del edificio (594 m2), conectado a red, con las siguientes características: Con una producción de 122.652´79 Kwh/año. Ilustración 47. “kit solar” y ficha técnica del “kit”.
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 150 | 178 CALIFICACIÓN ENERGÉTICA. DEMANDAS ENERGÉTICAS PARCIALES CALIFICACIÓN ENERGÉTICA. CONSUMO DE ENERGÍA PRIMARIA CALIFICACIÓN PARCIAL DE LA DEMANDA ENERGÉTICA DE CALEFACCIÓN DEMANDA DE CALEFACCIÓN DEMANDA DE REFRIGERACIÓN Demanda de calefacción 71,35 [kWh/m²·año] Demanda de refrigeración 20,86 [kWh/m²·año] Demanda de calefacción. ESTADO ACTUAL 72,58 Demanda de refrigeración, ESTADO ACTUAL 18,12 CALIFICACIÓN ENERGÉTICA DEL EDIFICIO EN CONSUMO DE ENERGÍA PRIMARIA NO RENOVABLE INDICADOR GLOBAL INDICADORES PARCIALES CALEFACCIÓN ACS Energía primaria calefacción [kWh/m²·año] A Energía primaria ACS [kWh/m²·año] A 0 0 REFRIGERACIÓN ILUMINACIÓN Consumo global de energía primaria no renovable[kWh/m²·año] Energía primaria refrigeración [kWh/m²·año] A Energía primaria iluminación [kWh/m²·año] - 0 -
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 151 | 178 CALIFICACIÓN ENERGÉTICA. EMISIONES kgCO2/m²·año kgCO2·año Emisiones CO2 por consumo eléctrico 0.00 0.00 Emisiones CO2 por otros combustibles 0.00 0.00 ESTIMACIÓN ECONÓMICA Tras el cálculo realizado en la página: “PHOTOVOLTAIC GEOGRAPHICAL INFORMATION SYSTEM”, disponemos de los siguientes datos para la realización de los cálculos necesarios que nos muestren la potencia fotovoltaica pico instalada. Tabla 31. Rendimiento del sistema fotovoltaico (FV). Aire A. inverter (100%) Disponemos de varias opciones para la instalación fotovoltaica según instalemos la placa en horizontal, en vertical o con el ángulo de inclinación óptimo que resulta ser de 34 grados. Podríamos descartar la opción de una instalación horizontal, ya que contamos con poca superficie, no más de 135 m2, lo que implicaría colocarlo en fachadas con el coste adicional de los trabajos verticales, pero no hace falta, ya que se descarta por ser más cara, por lo que exponemos las dos opciones que restan. CALIFICACIÓN ENERGÉTICA DEL EDIFICIO EN EMISIONES INDICADOR GLOBAL INDICADORES PARCIALES CALEFACCIÓN ACS Emisiones calefacción [kgCO2/m²·año] A Emisiones ACS [kgCO2/m²·año] A 7.46 1.57 REFRIGERACIÓN ILUMINACIÓN Emisiones globales[kgCO /m²·año] 2 Emisiones refrigeración [kgCO 2 /m²·año ] A Emisiones iluminación [kgCO2/m²·año] - 2.02 -
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 152 | 178 Tabla 32. Análisis de las distintas opciones en FV para AAI100%+BC ACS Resultando como mejor opción las placas colocadas en horizontal, cuya estimación económica viene dada a continuación, teniendo en cuenta el rendimiento de los equipos del 70 % (equipos de rendimiento decreciente, que suele ir desde el 80% al 40%).
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 153 | 178 RECUPERACIÓN DE LA INVERSIÓN 16.16 años
ANEXO IV PRUEBAS, COMPROBACIONES E INSPECCIONES REALIZADAS POR EL TÉCNICO CERTIFICADOR Se describen a continuación las pruebas, comprobaciones e inspecciones llevadas a cabo por el técnico certificador durante el proceso de toma de datos y de calificación de la eficiencia energética del edificio, con la finalidad de establecer la conformidad de la información de partida contenida en el certificado de la eficiencia energética. Fecha de realización de la visita del técnico certificador 27/05/2022 Se realiza búsqueda ,mediante correos electrónicos, búsqueda en internet, llamadas telefónicas y visitas concertadas, de la información documental sobre el inmueble y sobre la carpintería. Además se toman los datos necesarios del inmueble, tomando medidas e identeificando materiales mediante visita organoléptica. Fecha (de generación del documento) 06/06/2022 Página 10 de 10 Ref. Catastral 6581001TG3368S, 6581002TG3368S, 6581003TG3368S
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 170 | 178 ANEXO IX. C.E.E.. RECUPERADOR DE CALOR ENTÁLPICO.
CERTIFICADO DE EFICIENCIA ENERGÉTICA DE EDIFICIOS IDENTIFICACIÓN DEL EDIFICIO O DE LA PARTE QUE SE CERTIFICA: Nombre del edificio EDIFICIO PLURIFAMILIAR Dirección AVDA. DE JEREZ, 17, 19, 21 Municipio SEVILLA Código Postal 41013 Provincia SEVILLA Comunidad Autónoma ANDALUCÍA Zona climática B4 Año construcción 1929 Normativa vigente (construcción / rehabilitación) 1929 Referencia/s catastral/es 6581001TG3368S, 6581002TG3368S, 6581003TG3368S Tipo de edificio o parte del edificio que se certifica: Edificio de nueva construcción Edificio Existente Vivienda Unifamiliar Bloque Bloque completo Vivienda individual Terciario Edificio completo Local DATOS DEL TÉCNICO CERTIFICADOR: Nombre y Apellidos JOSÉ LUIS GARCÍA LÓPEZ NIF/NIE 28728819W Razón social -NIF - Domicilio C/ ESTRELLA VEGA, 5, P-5, 6 C Municipio SEVILLA Código Postal 41015 Provincia SEVILLA Comunidad Autónoma ANDALUCÍA e-mail [email protected] Teléfono 651531711 Titulación habilitante según normativa vigente ARQUITECTO TÉCNICO Procedimiento reconocido de calificación energética utilizado y versión: CYPETHERM HE Plus. 2022.f CALIFICACIÓN ENERGÉTICA OBTENIDA: CONSUMO DE ENERGÍA PRIMARIA NO RENOVABLE [kWh/m²·año] EMISIONES DE DIÓXIDO DE CARBONO [kg CO2/m²·año] < 19,2 A 19,2-33,1 B 33,1-54,0 C 54,0-84,8 D 84,8-184,3 E 184,3-200,9 F ≥ 200,9 G 114,75 E < 4,4 A 4,4-7,7 B 7,7-12,5 C 12,5-19,7 D 19,7-44,1 E 44,1-48,1 F ≥ 48,1 G 23,15 E El técnico abajo firmante declara responsablemente que ha realizado la certificación energética del edificio o de la parte que se certifica de acuerdo con el procedimiento establecido por la normativa vigente y que son ciertos los datos que figuran en el presente documento, y sus anexos: Fecha: 18/05/2022 Firma del técnico certificador: Anexo I. Descripción de las características energéticas del edificio. Anexo II. Calificación energética del edificio. Anexo III. Recomendaciones para la mejora de la eficiencia energética. Anexo IV. Pruebas, comprobaciones e inspecciones realizadas por el técnico certificador. Registro del Órgano Territorial Competente: Fecha (de generación del documento) 06/06/2022 Página 1 de 10 Ref. Catastral 6581001TG3368S, 6581002TG3368S, 6581003TG3368S
ANEXO I DESCRIPCIÓN DE LAS CARACTERÍSTICAS ENERGÉTICAS DEL EDIFICIO En este apartado se describen las características energéticas del edificio, envolvente térmica, instalaciones, condiciones de funcionamiento y ocupación y demás datos utilizados para obtener la calificación energética del edificio. 1. SUPERFICIE, IMAGEN Y SITUACIÓN Superficie habitable [m²] 3675.03 Imagen del edificio Plano de situación 2. ENVOLVENTE TÉRMICA Cerramientos opacos Nombre Tipo Superficie [m²] Transmitancia [W/m²·K] Modo de obtención Muro de carga de 46 cm. Fachada 157.40 1.99 Usuario Muro de carga de 46 cm. Fachada 238.34 1.99 Usuario Muro de carga de 46 cm. Fachada 157.40 1.99 Usuario Muro de carga de 46 cm. Fachada 238.86 1.99 Usuario Muro de carga de 60 cm. Fachada 147.12 1.68 Usuario Losa de cimentación Suelo 996.84 0.13 Usuario Muro de carga de 44 cm. Fachada 230.49 2.05 Usuario Muro de carga de 44 cm. Fachada 393.02 2.05 Usuario Muro de carga de 44 cm. Fachada 230.49 2.05 Usuario Muro de carga de 44 cm. Fachada 251.23 2.05 Usuario Muro de carga de 28 cm. Fachada 244.85 2.64 Usuario Muro de carga de 28 cm. Fachada 212.06 2.64 Usuario Muro de carga de 28 cm. Fachada 207.45 2.64 Usuario Muro de carga de 35 cm. Fachada 75.51 2.35 Usuario Muro de carga de 35 cm. Fachada 157.80 2.35 Usuario Muro de carga de 35 cm. Fachada 171.56 2.35 Usuario Cubierta transitable, no ventilada con solado fijo. Cubierta 1044.09 1.71 Usuario Muro de carga de 35 cm. Fachada 75.51 2.35 Usuario Muro de carga de 28 cm. Fachada 241.71 2.64 Usuario Huecos y lucernarios Nombre Tipo Superficie [m²] Transmitancia [W/m²·K] Factor solar Modo de obtención. Transmitancia Modo de obtención. Factor solar Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1000x1550 mm) Hueco 23.25 5.70 0.64 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 600x1500 mm) Hueco 19.80 5.70 0.54 Usuario Usuario Fecha (de generación del documento) 06/06/2022 Página 2 de 10 Ref. Catastral 6581001TG3368S, 6581002TG3368S, 6581003TG3368S
Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 500x1500 mm) Hueco 15.75 5.70 0.49 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 900x1500 mm) Hueco 31.05 5.70 0.63 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1500x1500 mm) Hueco 49.50 5.70 0.68 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1000x1500 mm) Hueco 54.00 5.70 0.64 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1000x1500 mm) Hueco 27.00 5.70 0.64 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1000x1500 mm) Hueco 39.00 5.70 0.64 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Puerta balconera abisagrada, de 1100x2200 mm) Hueco 43.56 5.70 0.66 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Puerta balconera abisagrada, de 1100x2300 mm) Hueco 70.84 5.70 0.66 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana una hoja oscilobatiente y fijo inferior de madera de pino, de 600x1600 cm) Hueco 2.88 4.10 0.48 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable de acero S235JR, de 110x145 cm) Hueco 4.79 5.70 0.69 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1550 mm) Hueco 10.85 5.70 0.61 Usuario Usuario Fecha (de generación del documento) 06/06/2022 Página 3 de 10 Ref. Catastral 6581001TG3368S, 6581002TG3368S, 6581003TG3368S
Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1500 mm) Hueco 10.50 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1500 mm) Hueco 4.50 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1500 mm) Hueco 4.50 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1100x1450 mm) Hueco 12.76 5.70 0.62 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1500 mm) Hueco 21.00 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1550 mm) Hueco 1.55 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1550 mm) Hueco 1.55 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1100x1450 mm) Hueco 23.92 5.70 0.65 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1000x1500 mm) Hueco 39.00 5.70 0.64 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1000x1550 mm) Hueco 23.25 5.70 0.64 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable de acero S235JR, de 155x150 cm) Hueco 4.65 5.70 0.73 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable de acero S235JR, de 100x150 cm) Hueco 3.00 5.70 0.69 Usuario Usuario Fecha (de generación del documento) 06/06/2022 Página 4 de 10 Ref. Catastral 6581001TG3368S, 6581002TG3368S, 6581003TG3368S
Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable de acero S235JR, de 100x150 cm) Hueco 9.00 5.70 0.69 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable de acero S235JR, de 100x150 cm) Hueco 6.00 5.70 0.69 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Puerta balconera abisagrada, de 800x1800 mm) Hueco 2.88 5.70 0.60 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Puerta balconera abisagrada, de 800x1800 mm) Hueco 2.88 5.70 0.60 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana fija de acero S235JR, de 60x150 cm) Hueco 0.90 5.70 0.79 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana fija de acero S235JR, de 50x150 cm) Hueco 0.75 5.70 0.78 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable de acero S235JR, de 87x150 cm) Hueco 1.31 5.70 0.72 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable de acero S235JR, de 100x150 cm) Hueco 4.50 5.70 0.69 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1550 mm) Hueco 7.75 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Puerta practicable de acero S235JR, de 80x171 cm) Hueco 4.10 5.70 0.14 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1100x800 mm) Hueco 1.76 5.70 0.59 Usuario Usuario Fecha (de generación del documento) 06/06/2022 Página 5 de 10 Ref. Catastral 6581001TG3368S, 6581002TG3368S, 6581003TG3368S
Cristal simple de 4 mm. (Puerta balconera practicable de acero S235JR, de 140x250 cm) Hueco 10.50 5.70 0.77 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana fija de acero S235JR, de 140x70 cm) Hueco 2.94 5.70 0.79 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable, de 1100x800 mm) Hueco 0.88 3.25 0.39 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Puerta balconera abisagrada, de 800x1800 mm) Hueco 4.32 5.70 0.60 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1100x1000 mm) Hueco 4.40 5.70 0.62 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1100x600 mm) Hueco 2.64 5.70 0.55 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable, de 1100x1000 mm) Hueco 2.20 3.46 0.43 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable, de 1100x600 mm) Hueco 1.32 3.05 0.35 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1100x400 mm) Hueco 0.88 5.70 0.46 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable, de 1100x400 mm) Hueco 0.44 2.20 0.19 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Puerta practicable de acero S235JR, de 80x171 cm) Hueco 6.08 5.70 0.14 Usuario Usuario Fecha (de generación del documento) 06/06/2022 Página 6 de 10 Ref. Catastral 6581001TG3368S, 6581002TG3368S, 6581003TG3368S
Cristal simple de 4 mm. (Puerta practicable de acero S235JR, de 80x171 cm) Hueco 3.04 5.70 0.14 Usuario Usuario 3. INSTALACIONES TÉRMICAS Generadores de calefacción Nombre Tipo Potencia nominal [kW] Rendimiento Estacional [%] Tipo de Energía Modo de obtención Sistema de sustitución Sistema de rendimiento estacional constante - 95.50 GasNatural PorDefecto TOTALES 0 Generadores de refrigeración Nombre Tipo Potencia nominal [kW] Rendimiento Estacional [%] Tipo de Energía Modo de obtención Sistema de sustitución Sistema de rendimiento estacional constante - 252.00 ElectricidadPeninsular PorDefecto TOTALES 0 Instalaciones de Agua Caliente Sanitaria Demanda diaria de ACS a 60°C (litros/día) 3427.20 Nombre Tipo Potencia nominal [kW] Rendimiento Estacional [%] Tipo de Energía Modo de obtención Equipo de ACS TERMO 0.60 95.50 GasNatural Usuario TOTALES 0.60 4. INSTALACIÓN DE ILUMINACIÓN 5. CONDICIONES DE FUNCIONAMIENTO Y OCUPACIÓN 6. ENERGÍAS Térmica Nombre Consumo de Energía Final, cubierto en función del servicio asociado [%] Demanda de ACS cubierta [%] Calefacción Refrigeración ACS TOTALES 0 0 0 0 Eléctrica Nombre Energía eléctrica generada y autoconsumida [kWh/año] Panel fotovoltaico 0 TOTAL 0 Fecha (de generación del documento) 06/06/2022 Página 7 de 10 Ref. Catastral 6581001TG3368S, 6581002TG3368S, 6581003TG3368S
ANEXO II CALIFICACIÓN ENERGÉTICA DEL EDIFICIO Zona climática B4 Uso Residencial privado 1. CALIFICACIÓN ENERGÉTICA DEL EDIFICIO EN EMISIONES INDICADOR GLOBAL INDICADORES PARCIALES < 4,4 A 4,4-7,7 B 7,7-12,5 C 12,5-19,7 D 19,7-44,1 E 44,1-48,1 F ≥ 48,1 G 23,15 E CALEFACCIÓN ACS Emisiones calefacción [kgCO2/m²·año] EEmisiones ACS [kgCO2/m²·año] F 13.68 4.87 REFRIGERACIÓN ILUMINACIÓN Emisiones globales[kgCO2/m²·año]1Emisiones refrigeración [kgCO2/m²·año] BEmisiones iluminación [kgCO2/m²·año] - 2.53 - La calificación global del edificio se expresa en términos de dióxido de carbono liberado a la atmósfera como consecuencia del consumo energético del mismo. kgCO2/m²·año kgCO2·año Emisiones CO2 por consumo eléctrico 4.6 16915.5 Emisiones CO2 por otros combustibles 18.55 68157.8 2. CALIFICACIÓN ENERGÉTICA DEL EDIFICIO EN CONSUMO DE ENERGÍA PRIMARIA NO RENOVABLE Por energía primaria no renovable se entiende la energía consumida por el edificio procedente de fuentes no renovables que no ha sufrido ningún proceso de conversión o transformación. INDICADOR GLOBAL INDICADORES PARCIALES < 19,2 A 19,2-33,1 B 33,1-54,0 C 54,0-84,8 D 84,8-184,3 E 184,3-200,9 F ≥ 200,9 G 114,75 E CALEFACCIÓN ACS Energía primaria calefacción [kWh/m²·año] EEnergía primaria ACS [kWh/m²·año] G 64.59 22.99 REFRIGERACIÓN ILUMINACIÓN Consumo global de energía primaria no renovable[kWh/m²·año]1 Energía primaria refrigeración [kWh/m²·año] C Energía primaria iluminación [kWh/m²·año] - 14.92 - 3. CALIFICACIÓN PARCIAL DE LA DEMANDA ENERGÉTICA DE CALEFACCIÓN Y REFRIGERACIÓN La demanda energética de calefacción y refrigeración es la energía necesaria para mantener las condiciones internas de confort del edificio. DEMANDA DE CALEFACCIÓN DEMANDA DE REFRIGERACIÓN < 4,6 A 4,6-10,7 B 10,7-19,2 C 19,2-32,2 D 32,2-64,3 E 64,3-70,1 F ≥ 70,1 G 55,29 E < 7,8 A 7,8-12,6 B 12,6-19,5 C 19,5-30,0 D 30,0-36,9 E 36,9-45,4 F ≥ 45,4 G 20,03 D Demanda de calefacción[kWh/m²·año] Demanda de refrigeración[kWh/m²·año] 1 El indicador global es resultado de la suma de los indicadores parciales más el valor del indicador para consumos auxiliares, si los hubiera (sólo edificios terciarios, ventilación, bombeo, etc...). La energía eléctrica autoconsumida se descuenta únicamente del indicador global, no así de los valores parciales. Fecha (de generación del documento) 06/06/2022 Página 8 de 10 Ref. Catastral 6581001TG3368S, 6581002TG3368S, 6581003TG3368S
Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1500 mm) Hueco 10.50 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1500 mm) Hueco 4.50 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1500 mm) Hueco 4.50 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1100x1450 mm) Hueco 12.76 5.70 0.62 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1500 mm) Hueco 21.00 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1550 mm) Hueco 1.55 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1550 mm) Hueco 1.55 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1100x1450 mm) Hueco 23.92 5.70 0.65 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1000x1500 mm) Hueco 39.00 5.70 0.64 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1000x1550 mm) Hueco 23.25 5.70 0.64 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable de acero S235JR, de 155x150 cm) Hueco 4.65 5.70 0.73 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable de acero S235JR, de 100x150 cm) Hueco 3.00 5.70 0.69 Usuario Usuario Fecha (de generación del documento) 07/06/2022 Página 4 de 11 Ref. Catastral 6581001TG3368S, 6581002TG3368S, 6581003TG3368S
Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable de acero S235JR, de 100x150 cm) Hueco 9.00 5.70 0.69 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable de acero S235JR, de 100x150 cm) Hueco 6.00 5.70 0.69 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Puerta balconera abisagrada, de 800x1800 mm) Hueco 2.88 5.70 0.60 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Puerta balconera abisagrada, de 800x1800 mm) Hueco 2.88 5.70 0.60 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana fija de acero S235JR, de 60x150 cm) Hueco 0.90 5.70 0.79 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana fija de acero S235JR, de 50x150 cm) Hueco 0.75 5.70 0.78 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable de acero S235JR, de 87x150 cm) Hueco 1.31 5.70 0.72 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable de acero S235JR, de 100x150 cm) Hueco 4.50 5.70 0.69 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1550 mm) Hueco 7.75 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Puerta practicable de acero S235JR, de 80x171 cm) Hueco 4.10 5.70 0.14 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1100x800 mm) Hueco 1.76 5.70 0.59 Usuario Usuario Fecha (de generación del documento) 07/06/2022 Página 5 de 11 Ref. Catastral 6581001TG3368S, 6581002TG3368S, 6581003TG3368S
Cristal simple de 4 mm. (Puerta balconera practicable de acero S235JR, de 140x250 cm) Hueco 10.50 5.70 0.77 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana fija de acero S235JR, de 140x70 cm) Hueco 2.94 5.70 0.79 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable, de 1100x800 mm) Hueco 0.88 3.25 0.39 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Puerta balconera abisagrada, de 800x1800 mm) Hueco 4.32 5.70 0.60 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1100x1000 mm) Hueco 4.40 5.70 0.62 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1100x600 mm) Hueco 2.64 5.70 0.55 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable, de 1100x1000 mm) Hueco 2.20 3.46 0.43 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable, de 1100x600 mm) Hueco 1.32 3.05 0.35 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1100x400 mm) Hueco 0.88 5.70 0.46 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable, de 1100x400 mm) Hueco 0.44 2.20 0.19 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Puerta practicable de acero S235JR, de 80x171 cm) Hueco 6.08 5.70 0.14 Usuario Usuario Fecha (de generación del documento) 07/06/2022 Página 6 de 11 Ref. Catastral 6581001TG3368S, 6581002TG3368S, 6581003TG3368S
Cristal simple de 4 mm. (Puerta practicable de acero S235JR, de 80x171 cm) Hueco 3.04 5.70 0.14 Usuario Usuario 3. INSTALACIONES TÉRMICAS Generadores de calefacción Nombre Tipo Potencia nominal [kW] Rendimiento Estacional [%] Tipo de Energía Modo de obtención Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 565.00 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 567.34 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 570.17 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 581.30 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 571.45 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 573.53 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 573.85 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 573.37 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 576.65 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 559.77 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 560.61 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 561.17 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 560.93 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 565.15 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 556.69 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 557.53 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 558.19 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 557.78 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 562.87 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 555.11 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 555.96 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 556.58 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 555.85 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 562.30 ElectricidadPeninsular Usuario Sistema de sustitución Sistema de rendimiento estacional constante - 95.50 GasNatural PorDefecto TOTALES 76.80 Generadores de refrigeración Nombre Tipo Potencia nominal [kW] Rendimiento Estacional [%] Tipo de Energía Modo de obtención Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 454.86 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 459.43 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 461.19 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 468.06 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 470.13 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 470.34 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 471.29 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 470.64 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 469.42 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 463.64 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 464.57 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 465.75 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 465.04 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 463.68 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 462.23 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 462.92 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 463.61 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 463.47 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 462.57 ElectricidadPeninsular Usuario Fecha (de generación del documento) 07/06/2022 Página 7 de 11 Ref. Catastral 6581001TG3368S, 6581002TG3368S, 6581003TG3368S
Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 457.72 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 458.17 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 458.81 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 458.90 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 458.43 ElectricidadPeninsular Usuario Sistema de sustitución Sistema de rendimiento estacional constante - 252.00 ElectricidadPeninsular PorDefecto TOTALES 60.00 Instalaciones de Agua Caliente Sanitaria Demanda diaria de ACS a 60°C (litros/día) 3427.20 Nombre Tipo Potencia nominal [kW] Rendimiento Estacional [%] Tipo de Energía Modo de obtención Equipo de ACS TERMO 0.60 95.50 GasNatural Usuario TOTALES 0.60 4. INSTALACIÓN DE ILUMINACIÓN 5. CONDICIONES DE FUNCIONAMIENTO Y OCUPACIÓN 6. ENERGÍAS Térmica Nombre Consumo de Energía Final, cubierto en función del servicio asociado [%] Demanda de ACS cubierta [%] Calefacción Refrigeración ACS Medioambiente 79.54 0 0 0 TOTALES 79.54 0 0 0 Eléctrica Nombre Energía eléctrica generada y autoconsumida [kWh/año] Panel fotovoltaico 0 TOTAL 0 Fecha (de generación del documento) 07/06/2022 Página 8 de 11 Ref. Catastral 6581001TG3368S, 6581002TG3368S, 6581003TG3368S
ANEXO II CALIFICACIÓN ENERGÉTICA DEL EDIFICIO Zona climática B4 Uso Residencial privado 1. CALIFICACIÓN ENERGÉTICA DEL EDIFICIO EN EMISIONES INDICADOR GLOBAL INDICADORES PARCIALES < 4,4 A 4,4-7,7 B 7,7-12,5 C 12,5-19,7 D 19,7-44,1 E 44,1-48,1 F ≥ 48,1 G 12,49 C CALEFACCIÓN ACS Emisiones calefacción [kgCO2/m²·año] BEmisiones ACS [kgCO2/m²·año] F 3.55 4.87 REFRIGERACIÓN ILUMINACIÓN Emisiones globales[kgCO2/m²·año]1Emisiones refrigeración [kgCO2/m²·año] BEmisiones iluminación [kgCO2/m²·año] - 2 - La calificación global del edificio se expresa en términos de dióxido de carbono liberado a la atmósfera como consecuencia del consumo energético del mismo. kgCO2/m²·año kgCO2·año Emisiones CO2 por consumo eléctrico 7.16 26307.1 Emisiones CO2 por otros combustibles 5.34 19608.7 2. CALIFICACIÓN ENERGÉTICA DEL EDIFICIO EN CONSUMO DE ENERGÍA PRIMARIA NO RENOVABLE Por energía primaria no renovable se entiende la energía consumida por el edificio procedente de fuentes no renovables que no ha sufrido ningún proceso de conversión o transformación. INDICADOR GLOBAL INDICADORES PARCIALES < 19,2 A 19,2-33,1 B 33,1-54,0 C 54,0-84,8 D 84,8-184,3 E 184,3-200,9 F ≥ 200,9 G 67,45 D CALEFACCIÓN ACS Energía primaria calefacción [kWh/m²·año] CEnergía primaria ACS [kWh/m²·año] G 20.43 22.99 REFRIGERACIÓN ILUMINACIÓN Consumo global de energía primaria no renovable[kWh/m²·año]1 Energía primaria refrigeración [kWh/m²·año] B Energía primaria iluminación [kWh/m²·año] - 11.78 - 3. CALIFICACIÓN PARCIAL DE LA DEMANDA ENERGÉTICA DE CALEFACCIÓN Y REFRIGERACIÓN La demanda energética de calefacción y refrigeración es la energía necesaria para mantener las condiciones internas de confort del edificio. DEMANDA DE CALEFACCIÓN DEMANDA DE REFRIGERACIÓN < 4,6 A 4,6-10,7 B 10,7-19,2 C 19,2-32,2 D 32,2-64,3 E 64,3-70,1 F ≥ 70,1 G 55,29 E < 7,8 A 7,8-12,6 B 12,6-19,5 C 19,5-30,0 D 30,0-36,9 E 36,9-45,4 F ≥ 45,4 G 20,03 D Demanda de calefacción[kWh/m²·año] Demanda de refrigeración[kWh/m²·año] 1 El indicador global es resultado de la suma de los indicadores parciales más el valor del indicador para consumos auxiliares, si los hubiera (sólo edificios terciarios, ventilación, bombeo, etc...). La energía eléctrica autoconsumida se descuenta únicamente del indicador global, no así de los valores parciales. Fecha (de generación del documento) 07/06/2022 Página 9 de 11 Ref. Catastral 6581001TG3368S, 6581002TG3368S, 6581003TG3368S
ANEXO III RECOMENDACIONES PARA LA MEJORA DE LA EFICIENCIA ENERGÉTICA No se han definido medidas de mejora de la eficiencia energética Fecha (de generación del documento) 07/06/2022 Página 10 de 11 Ref. Catastral 6581001TG3368S, 6581002TG3368S, 6581003TG3368S
ANEXO IV PRUEBAS, COMPROBACIONES E INSPECCIONES REALIZADAS POR EL TÉCNICO CERTIFICADOR Se describen a continuación las pruebas, comprobaciones e inspecciones llevadas a cabo por el técnico certificador durante el proceso de toma de datos y de calificación de la eficiencia energética del edificio, con la finalidad de establecer la conformidad de la información de partida contenida en el certificado de la eficiencia energética. Fecha de realización de la visita del técnico certificador 27/05/2022 Se realiza búsqueda ,mediante correos electrónicos, búsqueda en internet, llamadas telefónicas y visitas concertadas, de la información documental sobre el inmueble y sobre la carpintería. Además se toman los datos necesarios del inmueble, tomando medidas e identeificando materiales mediante visita organoléptica. Fecha (de generación del documento) 07/06/2022 Página 11 de 11 Ref. Catastral 6581001TG3368S, 6581002TG3368S, 6581003TG3368S
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 172 | 178 ANEXO XI. C.E.E.. BOMBA DE CALOR PARA A.C.S..
CERTIFICADO DE EFICIENCIA ENERGÉTICA DE EDIFICIOS IDENTIFICACIÓN DEL EDIFICIO O DE LA PARTE QUE SE CERTIFICA: Nombre del edificio EDIFICIO PLURIFAMILIAR Dirección AVDA. DE JEREZ, 17, 19, 21 Municipio SEVILLA Código Postal 41013 Provincia SEVILLA Comunidad Autónoma ANDALUCÍA Zona climática B4 Año construcción 1929 Normativa vigente (construcción / rehabilitación) 1929 Referencia/s catastral/es 6581001TG3368S, 6581002TG3368S, 6581003TG3368S Tipo de edificio o parte del edificio que se certifica: Edificio de nueva construcción Edificio Existente Vivienda Unifamiliar Bloque Bloque completo Vivienda individual Terciario Edificio completo Local DATOS DEL TÉCNICO CERTIFICADOR: Nombre y Apellidos JOSÉ LUIS GARCÍA LÓPEZ NIF/NIE 28728819W Razón social -NIF - Domicilio C/ ESTRELLA VEGA, 5, P-5, 6 C Municipio SEVILLA Código Postal 41015 Provincia SEVILLA Comunidad Autónoma ANDALUCÍA e-mail [email protected] Teléfono 651531711 Titulación habilitante según normativa vigente ARQUITECTO TÉCNICO Procedimiento reconocido de calificación energética utilizado y versión: CYPETHERM HE Plus. 2022.f CALIFICACIÓN ENERGÉTICA OBTENIDA: CONSUMO DE ENERGÍA PRIMARIA NO RENOVABLE [kWh/m²·año] EMISIONES DE DIÓXIDO DE CARBONO [kg CO2/m²·año] < 19,2 A 19,2-33,1 B 33,1-54,0 C 54,0-84,8 D 84,8-184,3 E 184,3-200,9 F ≥ 200,9 G 113,65 E < 4,4 A 4,4-7,7 B 7,7-12,5 C 12,5-19,7 D 19,7-44,1 E 44,1-48,1 F ≥ 48,1 G 23,08 E El técnico abajo firmante declara responsablemente que ha realizado la certificación energética del edificio o de la parte que se certifica de acuerdo con el procedimiento establecido por la normativa vigente y que son ciertos los datos que figuran en el presente documento, y sus anexos: Fecha: 18/05/2022 Firma del técnico certificador: Anexo I. Descripción de las características energéticas del edificio. Anexo II. Calificación energética del edificio. Anexo III. Recomendaciones para la mejora de la eficiencia energética. Anexo IV. Pruebas, comprobaciones e inspecciones realizadas por el técnico certificador. Registro del Órgano Territorial Competente: Fecha (de generación del documento) 08/06/2022 Página 1 de 10 Ref. Catastral 6581001TG3368S, 6581002TG3368S, 6581003TG3368S
ANEXO II CALIFICACIÓN ENERGÉTICA DEL EDIFICIO Zona climática B4 Uso Residencial privado 1. CALIFICACIÓN ENERGÉTICA DEL EDIFICIO EN EMISIONES INDICADOR GLOBAL INDICADORES PARCIALES < 4,4 A 4,4-7,7 B 7,7-12,5 C 12,5-19,7 D 19,7-44,1 E 44,1-48,1 F ≥ 48,1 G 23,08 E CALEFACCIÓN ACS Emisiones calefacción [kgCO2/m²·año] EEmisiones ACS [kgCO2/m²·año] D 19.15 1.55 REFRIGERACIÓN ILUMINACIÓN Emisiones globales[kgCO2/m²·año]1Emisiones refrigeración [kgCO2/m²·año] BEmisiones iluminación [kgCO2/m²·año] - 2.38 - La calificación global del edificio se expresa en términos de dióxido de carbono liberado a la atmósfera como consecuencia del consumo energético del mismo. kgCO2/m²·año kgCO2·año Emisiones CO2 por consumo eléctrico 3.93 14448 Emisiones CO2 por otros combustibles 19.15 70382.8 2. CALIFICACIÓN ENERGÉTICA DEL EDIFICIO EN CONSUMO DE ENERGÍA PRIMARIA NO RENOVABLE Por energía primaria no renovable se entiende la energía consumida por el edificio procedente de fuentes no renovables que no ha sufrido ningún proceso de conversión o transformación. INDICADOR GLOBAL INDICADORES PARCIALES < 19,2 A 19,2-33,1 B 33,1-54,0 C 54,0-84,8 D 84,8-184,3 E 184,3-200,9 F ≥ 200,9 G 113,65 E CALEFACCIÓN ACS Energía primaria calefacción [kWh/m²·año] EEnergía primaria ACS [kWh/m²·año] E 90.44 9.16 REFRIGERACIÓN ILUMINACIÓN Consumo global de energía primaria no renovable[kWh/m²·año]1 Energía primaria refrigeración [kWh/m²·año] C Energía primaria iluminación [kWh/m²·año] - 14.05 - 3. CALIFICACIÓN PARCIAL DE LA DEMANDA ENERGÉTICA DE CALEFACCIÓN Y REFRIGERACIÓN La demanda energética de calefacción y refrigeración es la energía necesaria para mantener las condiciones internas de confort del edificio. DEMANDA DE CALEFACCIÓN DEMANDA DE REFRIGERACIÓN < 4,6 A 4,6-10,7 B 10,7-19,2 C 19,2-32,2 D 32,2-64,3 E 64,3-70,1 F ≥ 70,1 G 72,58 G < 7,8 A 7,8-12,6 B 12,6-19,5 C 19,5-30,0 D 30,0-36,9 E 36,9-45,4 F ≥ 45,4 G 18,12 C Demanda de calefacción[kWh/m²·año] Demanda de refrigeración[kWh/m²·año] 1 El indicador global es resultado de la suma de los indicadores parciales más el valor del indicador para consumos auxiliares, si los hubiera (sólo edificios terciarios, ventilación, bombeo, etc...). La energía eléctrica autoconsumida se descuenta únicamente del indicador global, no así de los valores parciales. Fecha (de generación del documento) 08/06/2022 Página 8 de 10 Ref. Catastral 6581001TG3368S, 6581002TG3368S, 6581003TG3368S
ANEXO III RECOMENDACIONES PARA LA MEJORA DE LA EFICIENCIA ENERGÉTICA No se han definido medidas de mejora de la eficiencia energética Fecha (de generación del documento) 08/06/2022 Página 9 de 10 Ref. Catastral 6581001TG3368S, 6581002TG3368S, 6581003TG3368S
ANEXO IV PRUEBAS, COMPROBACIONES E INSPECCIONES REALIZADAS POR EL TÉCNICO CERTIFICADOR Se describen a continuación las pruebas, comprobaciones e inspecciones llevadas a cabo por el técnico certificador durante el proceso de toma de datos y de calificación de la eficiencia energética del edificio, con la finalidad de establecer la conformidad de la información de partida contenida en el certificado de la eficiencia energética. Fecha de realización de la visita del técnico certificador 27/05/2022 Se realiza búsqueda ,mediante correos electrónicos, búsqueda en internet, llamadas telefónicas y visitas concertadas, de la información documental sobre el inmueble y sobre la carpintería. Además se toman los datos necesarios del inmueble, tomando medidas e identeificando materiales mediante visita organoléptica. Fecha (de generación del documento) 08/06/2022 Página 10 de 10 Ref. Catastral 6581001TG3368S, 6581002TG3368S, 6581003TG3368S
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 173 | 178 ANEXO XII. C.E.E.. AEROTERMIA PARA A.C.S..
CERTIFICADO DE EFICIENCIA ENERGÉTICA DE EDIFICIOS IDENTIFICACIÓN DEL EDIFICIO O DE LA PARTE QUE SE CERTIFICA: Nombre del edificio EDIFICIO PLURIFAMILIAR Dirección AVDA. DE JEREZ, 17, 19, 21 Municipio SEVILLA Código Postal 41013 Provincia SEVILLA Comunidad Autónoma ANDALUCÍA Zona climática B4 Año construcción 1929 Normativa vigente (construcción / rehabilitación) 1929 Referencia/s catastral/es 6581001TG3368S, 6581002TG3368S, 6581003TG3368S Tipo de edificio o parte del edificio que se certifica: Edificio de nueva construcción Edificio Existente Vivienda Unifamiliar Bloque Bloque completo Vivienda individual Terciario Edificio completo Local DATOS DEL TÉCNICO CERTIFICADOR: Nombre y Apellidos JOSÉ LUIS GARCÍA LÓPEZ NIF/NIE 28728819W Razón social -NIF - Domicilio C/ ESTRELLA VEGA, 5, P-5, 6 C Municipio SEVILLA Código Postal 41015 Provincia SEVILLA Comunidad Autónoma ANDALUCÍA e-mail [email protected] Teléfono 651531711 Titulación habilitante según normativa vigente ARQUITECTO TÉCNICO Procedimiento reconocido de calificación energética utilizado y versión: CYPETHERM HE Plus. 2022.f CALIFICACIÓN ENERGÉTICA OBTENIDA: CONSUMO DE ENERGÍA PRIMARIA NO RENOVABLE [kWh/m²·año] EMISIONES DE DIÓXIDO DE CARBONO [kg CO2/m²·año] < 19,2 A 19,2-33,1 B 33,1-54,0 C 54,0-84,8 D 84,8-184,3 E 184,3-200,9 F ≥ 200,9 G 121,30 E < 4,4 A 4,4-7,7 B 7,7-12,5 C 12,5-19,7 D 19,7-44,1 E 44,1-48,1 F ≥ 48,1 G 24,38 E El técnico abajo firmante declara responsablemente que ha realizado la certificación energética del edificio o de la parte que se certifica de acuerdo con el procedimiento establecido por la normativa vigente y que son ciertos los datos que figuran en el presente documento, y sus anexos: Fecha: 18/05/2022 Firma del técnico certificador: Anexo I. Descripción de las características energéticas del edificio. Anexo II. Calificación energética del edificio. Anexo III. Recomendaciones para la mejora de la eficiencia energética. Anexo IV. Pruebas, comprobaciones e inspecciones realizadas por el técnico certificador. Registro del Órgano Territorial Competente: Fecha (de generación del documento) 08/06/2022 Página 1 de 10 Ref. Catastral 6581001TG3368S, 6581002TG3368S, 6581003TG3368S
ANEXO I DESCRIPCIÓN DE LAS CARACTERÍSTICAS ENERGÉTICAS DEL EDIFICIO En este apartado se describen las características energéticas del edificio, envolvente térmica, instalaciones, condiciones de funcionamiento y ocupación y demás datos utilizados para obtener la calificación energética del edificio. 1. SUPERFICIE, IMAGEN Y SITUACIÓN Superficie habitable [m²] 3675.03 Imagen del edificio Plano de situación 2. ENVOLVENTE TÉRMICA Cerramientos opacos Nombre Tipo Superficie [m²] Transmitancia [W/m²·K] Modo de obtención Muro de carga de 46 cm. Fachada 157.40 1.99 Usuario Muro de carga de 46 cm. Fachada 238.34 1.99 Usuario Muro de carga de 46 cm. Fachada 157.40 1.99 Usuario Muro de carga de 46 cm. Fachada 238.86 1.99 Usuario Muro de carga de 60 cm. Fachada 147.12 1.68 Usuario Losa de cimentación Suelo 996.84 0.13 Usuario Muro de carga de 44 cm. Fachada 230.49 2.05 Usuario Muro de carga de 44 cm. Fachada 393.02 2.05 Usuario Muro de carga de 44 cm. Fachada 230.49 2.05 Usuario Muro de carga de 44 cm. Fachada 251.23 2.05 Usuario Muro de carga de 28 cm. Fachada 244.85 2.64 Usuario Muro de carga de 28 cm. Fachada 212.06 2.64 Usuario Muro de carga de 28 cm. Fachada 207.45 2.64 Usuario Muro de carga de 35 cm. Fachada 75.51 2.35 Usuario Muro de carga de 35 cm. Fachada 157.80 2.35 Usuario Muro de carga de 35 cm. Fachada 171.56 2.35 Usuario Cubierta transitable, no ventilada con solado fijo. Cubierta 1044.09 1.71 Usuario Muro de carga de 35 cm. Fachada 75.51 2.35 Usuario Muro de carga de 28 cm. Fachada 241.71 2.64 Usuario Huecos y lucernarios Nombre Tipo Superficie [m²] Transmitancia [W/m²·K] Factor solar Modo de obtención. Transmitancia Modo de obtención. Factor solar Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1000x1550 mm) Hueco 23.25 5.70 0.64 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 600x1500 mm) Hueco 19.80 5.70 0.54 Usuario Usuario Fecha (de generación del documento) 08/06/2022 Página 2 de 10 Ref. Catastral 6581001TG3368S, 6581002TG3368S, 6581003TG3368S
Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 500x1500 mm) Hueco 15.75 5.70 0.49 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 900x1500 mm) Hueco 31.05 5.70 0.63 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1500x1500 mm) Hueco 49.50 5.70 0.68 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1000x1500 mm) Hueco 54.00 5.70 0.64 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1000x1500 mm) Hueco 27.00 5.70 0.64 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1000x1500 mm) Hueco 39.00 5.70 0.64 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Puerta balconera abisagrada, de 1100x2200 mm) Hueco 43.56 5.70 0.66 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Puerta balconera abisagrada, de 1100x2300 mm) Hueco 70.84 5.70 0.66 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana una hoja oscilobatiente y fijo inferior de madera de pino, de 600x1600 cm) Hueco 2.88 4.10 0.48 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable de acero S235JR, de 110x145 cm) Hueco 4.79 5.70 0.69 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1550 mm) Hueco 10.85 5.70 0.61 Usuario Usuario Fecha (de generación del documento) 08/06/2022 Página 3 de 10 Ref. Catastral 6581001TG3368S, 6581002TG3368S, 6581003TG3368S
Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1500 mm) Hueco 10.50 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1500 mm) Hueco 4.50 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1500 mm) Hueco 4.50 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1100x1450 mm) Hueco 12.76 5.70 0.62 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1500 mm) Hueco 21.00 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1550 mm) Hueco 1.55 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1550 mm) Hueco 1.55 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1100x1450 mm) Hueco 23.92 5.70 0.65 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1000x1500 mm) Hueco 39.00 5.70 0.64 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1000x1550 mm) Hueco 23.25 5.70 0.64 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable de acero S235JR, de 155x150 cm) Hueco 4.65 5.70 0.73 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable de acero S235JR, de 100x150 cm) Hueco 3.00 5.70 0.69 Usuario Usuario Fecha (de generación del documento) 08/06/2022 Página 4 de 10 Ref. Catastral 6581001TG3368S, 6581002TG3368S, 6581003TG3368S
Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable de acero S235JR, de 100x150 cm) Hueco 9.00 5.70 0.69 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable de acero S235JR, de 100x150 cm) Hueco 6.00 5.70 0.69 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Puerta balconera abisagrada, de 800x1800 mm) Hueco 2.88 5.70 0.60 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Puerta balconera abisagrada, de 800x1800 mm) Hueco 2.88 5.70 0.60 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana fija de acero S235JR, de 60x150 cm) Hueco 0.90 5.70 0.79 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana fija de acero S235JR, de 50x150 cm) Hueco 0.75 5.70 0.78 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable de acero S235JR, de 87x150 cm) Hueco 1.31 5.70 0.72 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable de acero S235JR, de 100x150 cm) Hueco 4.50 5.70 0.69 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1550 mm) Hueco 7.75 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Puerta practicable de acero S235JR, de 80x171 cm) Hueco 4.10 5.70 0.14 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1100x800 mm) Hueco 1.76 5.70 0.59 Usuario Usuario Fecha (de generación del documento) 08/06/2022 Página 5 de 10 Ref. Catastral 6581001TG3368S, 6581002TG3368S, 6581003TG3368S
Cristal simple de 4 mm. (Puerta balconera practicable de acero S235JR, de 140x250 cm) Hueco 10.50 5.70 0.77 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana fija de acero S235JR, de 140x70 cm) Hueco 2.94 5.70 0.79 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable, de 1100x800 mm) Hueco 0.88 3.25 0.39 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Puerta balconera abisagrada, de 800x1800 mm) Hueco 4.32 5.70 0.60 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1100x1000 mm) Hueco 4.40 5.70 0.62 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1100x600 mm) Hueco 2.64 5.70 0.55 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable, de 1100x1000 mm) Hueco 2.20 3.46 0.43 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable, de 1100x600 mm) Hueco 1.32 3.05 0.35 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1100x400 mm) Hueco 0.88 5.70 0.46 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable, de 1100x400 mm) Hueco 0.44 2.20 0.19 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Puerta practicable de acero S235JR, de 80x171 cm) Hueco 6.08 5.70 0.14 Usuario Usuario Fecha (de generación del documento) 08/06/2022 Página 6 de 10 Ref. Catastral 6581001TG3368S, 6581002TG3368S, 6581003TG3368S
ANEXO I DESCRIPCIÓN DE LAS CARACTERÍSTICAS ENERGÉTICAS DEL EDIFICIO En este apartado se describen las características energéticas del edificio, envolvente térmica, instalaciones, condiciones de funcionamiento y ocupación y demás datos utilizados para obtener la calificación energética del edificio. 1. SUPERFICIE, IMAGEN Y SITUACIÓN Superficie habitable [m²] 3675.03 Imagen del edificio Plano de situación 2. ENVOLVENTE TÉRMICA Cerramientos opacos Nombre Tipo Superficie [m²] Transmitancia [W/m²·K] Modo de obtención Muro de carga de 46 cm. Fachada 157.40 1.99 Usuario Muro de carga de 46 cm. Fachada 238.34 1.99 Usuario Muro de carga de 46 cm. Fachada 157.40 1.99 Usuario Muro de carga de 46 cm. Fachada 238.86 1.99 Usuario Muro de carga de 60 cm. Fachada 147.12 1.68 Usuario Losa de cimentación Suelo 996.84 0.13 Usuario Muro de carga de 44 cm. Fachada 230.49 2.05 Usuario Muro de carga de 44 cm. Fachada 393.02 2.05 Usuario Muro de carga de 44 cm. Fachada 230.49 2.05 Usuario Muro de carga de 44 cm. Fachada 251.23 2.05 Usuario Muro de carga de 28 cm. Fachada 244.85 2.64 Usuario Muro de carga de 28 cm. Fachada 212.06 2.64 Usuario Muro de carga de 28 cm. Fachada 207.45 2.64 Usuario Muro de carga de 35 cm. Fachada 75.51 2.35 Usuario Muro de carga de 35 cm. Fachada 157.80 2.35 Usuario Muro de carga de 35 cm. Fachada 171.56 2.35 Usuario Cubierta transitable, no ventilada con solado fijo. Cubierta 1044.09 1.71 Usuario Muro de carga de 35 cm. Fachada 75.51 2.35 Usuario Muro de carga de 28 cm. Fachada 241.71 2.64 Usuario Huecos y lucernarios Nombre Tipo Superficie [m²] Transmitancia [W/m²·K] Factor solar Modo de obtención. Transmitancia Modo de obtención. Factor solar Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1000x1550 mm) Hueco 23.25 5.70 0.64 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 600x1500 mm) Hueco 19.80 5.70 0.54 Usuario Usuario Fecha (de generación del documento) 27/06/2022 Página 2 de 11 Ref. Catastral 6581001TG3368S; 6581002TG3368S; 6581003TG3368S
Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 500x1500 mm) Hueco 15.75 5.70 0.49 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 900x1500 mm) Hueco 31.05 5.70 0.63 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1500x1500 mm) Hueco 49.50 5.70 0.68 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1000x1500 mm) Hueco 54.00 5.70 0.64 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1000x1500 mm) Hueco 27.00 5.70 0.64 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1000x1500 mm) Hueco 39.00 5.70 0.64 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Puerta balconera abisagrada, de 1100x2200 mm) Hueco 43.56 5.70 0.66 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Puerta balconera abisagrada, de 1100x2300 mm) Hueco 70.84 5.70 0.66 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana una hoja oscilobatiente y fijo inferior de madera de pino, de 600x1600 cm) Hueco 2.88 4.10 0.48 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable de acero S235JR, de 110x145 cm) Hueco 4.79 5.70 0.69 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1550 mm) Hueco 10.85 5.70 0.61 Usuario Usuario Fecha (de generación del documento) 27/06/2022 Página 3 de 11 Ref. Catastral 6581001TG3368S; 6581002TG3368S; 6581003TG3368S
Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1500 mm) Hueco 10.50 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1500 mm) Hueco 4.50 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1500 mm) Hueco 4.50 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1100x1450 mm) Hueco 12.76 5.70 0.62 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1500 mm) Hueco 21.00 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1550 mm) Hueco 1.55 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1550 mm) Hueco 1.55 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1100x1450 mm) Hueco 23.92 5.70 0.65 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1000x1500 mm) Hueco 39.00 5.70 0.64 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1000x1550 mm) Hueco 23.25 5.70 0.64 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable de acero S235JR, de 155x150 cm) Hueco 4.65 5.70 0.73 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable de acero S235JR, de 100x150 cm) Hueco 3.00 5.70 0.69 Usuario Usuario Fecha (de generación del documento) 27/06/2022 Página 4 de 11 Ref. Catastral 6581001TG3368S; 6581002TG3368S; 6581003TG3368S
Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable de acero S235JR, de 100x150 cm) Hueco 9.00 5.70 0.69 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable de acero S235JR, de 100x150 cm) Hueco 6.00 5.70 0.69 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Puerta balconera abisagrada, de 800x1800 mm) Hueco 2.88 5.70 0.60 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Puerta balconera abisagrada, de 800x1800 mm) Hueco 2.88 5.70 0.60 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana fija de acero S235JR, de 60x150 cm) Hueco 0.90 5.70 0.79 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana fija de acero S235JR, de 50x150 cm) Hueco 0.75 5.70 0.78 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable de acero S235JR, de 87x150 cm) Hueco 1.31 5.70 0.72 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable de acero S235JR, de 100x150 cm) Hueco 4.50 5.70 0.69 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1550 mm) Hueco 7.75 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Puerta practicable de acero S235JR, de 80x171 cm) Hueco 4.10 5.70 0.14 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1100x800 mm) Hueco 1.76 5.70 0.59 Usuario Usuario Fecha (de generación del documento) 27/06/2022 Página 5 de 11 Ref. Catastral 6581001TG3368S; 6581002TG3368S; 6581003TG3368S
Cristal simple de 4 mm. (Puerta balconera practicable de acero S235JR, de 140x250 cm) Hueco 10.50 5.70 0.77 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana fija de acero S235JR, de 140x70 cm) Hueco 2.94 5.70 0.79 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable, de 1100x800 mm) Hueco 0.88 3.25 0.39 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Puerta balconera abisagrada, de 800x1800 mm) Hueco 4.32 5.70 0.60 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1100x1000 mm) Hueco 4.40 5.70 0.62 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1100x600 mm) Hueco 2.64 5.70 0.55 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable, de 1100x1000 mm) Hueco 2.20 3.46 0.43 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable, de 1100x600 mm) Hueco 1.32 3.05 0.35 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1100x400 mm) Hueco 0.88 5.70 0.46 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable, de 1100x400 mm) Hueco 0.44 2.20 0.19 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Puerta practicable de acero S235JR, de 80x171 cm) Hueco 6.08 5.70 0.14 Usuario Usuario Fecha (de generación del documento) 27/06/2022 Página 6 de 11 Ref. Catastral 6581001TG3368S; 6581002TG3368S; 6581003TG3368S
Cristal simple de 4 mm. (Puerta practicable de acero S235JR, de 80x171 cm) Hueco 3.04 5.70 0.14 Usuario Usuario 3. INSTALACIONES TÉRMICAS Generadores de calefacción Nombre Tipo Potencia nominal [kW] Rendimiento Estacional [%] Tipo de Energía Modo de obtención Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 315.71 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 317.16 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 318.48 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 326.22 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 319.19 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 320.74 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 321.28 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 320.81 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 323.81 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 312.74 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 313.51 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 313.93 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 313.61 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 316.49 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 311.59 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 312.21 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 312.63 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 312.39 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 315.53 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 310.79 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 311.35 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 311.76 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 311.45 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 314.84 ElectricidadPeninsular Usuario TOTALES 537.60 Generadores de refrigeración Nombre Tipo Potencia nominal [kW] Rendimiento Estacional [%] Tipo de Energía Modo de obtención Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 374.32 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 375.38 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 376.02 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 381.99 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 383.93 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 383.63 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 384.14 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 383.81 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 383.02 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 378.09 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 377.96 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 378.21 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 378.05 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 377.34 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 377.55 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 377.49 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 377.57 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 377.57 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 376.91 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 376.65 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 376.51 ElectricidadPeninsular Usuario Fecha (de generación del documento) 27/06/2022 Página 7 de 11 Ref. Catastral 6581001TG3368S; 6581002TG3368S; 6581003TG3368S
Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 376.52 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 376.65 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 375.95 ElectricidadPeninsular Usuario TOTALES 456.00 Instalaciones de Agua Caliente Sanitaria Demanda diaria de ACS a 60°C (litros/día) 3427.20 Nombre Tipo Potencia nominal [kW] Rendimiento Estacional [%] Tipo de Energía Modo de obtención Equipo de ACS Bomba de calor para ACS 2.19 390.00 ElectricidadPeninsular Usuario TOTALES 2.19 4. INSTALACIÓN DE ILUMINACIÓN 5. CONDICIONES DE FUNCIONAMIENTO Y OCUPACIÓN 6. ENERGÍAS Térmica Nombre Consumo de Energía Final, cubierto en función del servicio asociado [%] Demanda de ACS cubierta [%] Calefacción Refrigeración ACS Medioambiente 68.42 0 74.36 74.36 TOTALES 68.42 0 74.36 74.36 Eléctrica Nombre Energía eléctrica generada y autoconsumida [kWh/año] Panel fotovoltaico 0 TOTAL 0 Fecha (de generación del documento) 27/06/2022 Página 8 de 11 Ref. Catastral 6581001TG3368S; 6581002TG3368S; 6581003TG3368S
ANEXO II CALIFICACIÓN ENERGÉTICA DEL EDIFICIO Zona climática B4 Uso Residencial privado 1. CALIFICACIÓN ENERGÉTICA DEL EDIFICIO EN EMISIONES INDICADOR GLOBAL INDICADORES PARCIALES < 4,4 A 4,4-7,7 B 7,7-12,5 C 12,5-19,7 D 19,7-44,1 E 44,1-48,1 F ≥ 48,1 G 11,05 C CALEFACCIÓN ACS Emisiones calefacción [kgCO2/m²·año] DEmisiones ACS [kgCO2/m²·año] D 7.46 1.57 REFRIGERACIÓN ILUMINACIÓN Emisiones globales[kgCO2/m²·año]1Emisiones refrigeración [kgCO2/m²·año] BEmisiones iluminación [kgCO2/m²·año] - 2.02 - La calificación global del edificio se expresa en términos de dióxido de carbono liberado a la atmósfera como consecuencia del consumo energético del mismo. kgCO2/m²·año kgCO2·año Emisiones CO2 por consumo eléctrico 11.05 40596.7 Emisiones CO2 por otros combustibles 0 1.4 2. CALIFICACIÓN ENERGÉTICA DEL EDIFICIO EN CONSUMO DE ENERGÍA PRIMARIA NO RENOVABLE Por energía primaria no renovable se entiende la energía consumida por el edificio procedente de fuentes no renovables que no ha sufrido ningún proceso de conversión o transformación. INDICADOR GLOBAL INDICADORES PARCIALES < 19,2 A 19,2-33,1 B 33,1-54,0 C 54,0-84,8 D 84,8-184,3 E 184,3-200,9 F ≥ 200,9 G 65,21 D CALEFACCIÓN ACS Energía primaria calefacción [kWh/m²·año] DEnergía primaria ACS [kWh/m²·año] E 44.04 9.24 REFRIGERACIÓN ILUMINACIÓN Consumo global de energía primaria no renovable[kWh/m²·año]1 Energía primaria refrigeración [kWh/m²·año] B Energía primaria iluminación [kWh/m²·año] - 11.93 - 3. CALIFICACIÓN PARCIAL DE LA DEMANDA ENERGÉTICA DE CALEFACCIÓN Y REFRIGERACIÓN La demanda energética de calefacción y refrigeración es la energía necesaria para mantener las condiciones internas de confort del edificio. DEMANDA DE CALEFACCIÓN DEMANDA DE REFRIGERACIÓN < 4,6 A 4,6-10,7 B 10,7-19,2 C 19,2-32,2 D 32,2-64,3 E 64,3-70,1 F ≥ 70,1 G 71,35 G < 7,8 A 7,8-12,6 B 12,6-19,5 C 19,5-30,0 D 30,0-36,9 E 36,9-45,4 F ≥ 45,4 G 20,86 D Demanda de calefacción[kWh/m²·año] Demanda de refrigeración[kWh/m²·año] 1 El indicador global es resultado de la suma de los indicadores parciales más el valor del indicador para consumos auxiliares, si los hubiera (sólo edificios terciarios, ventilación, bombeo, etc...). La energía eléctrica autoconsumida se descuenta únicamente del indicador global, no así de los valores parciales. Fecha (de generación del documento) 27/06/2022 Página 9 de 11 Ref. Catastral 6581001TG3368S; 6581002TG3368S; 6581003TG3368S
ANEXO III RECOMENDACIONES PARA LA MEJORA DE LA EFICIENCIA ENERGÉTICA No se han definido medidas de mejora de la eficiencia energética Fecha (de generación del documento) 27/06/2022 Página 10 de 11 Ref. Catastral 6581001TG3368S; 6581002TG3368S; 6581003TG3368S
ANEXO IV PRUEBAS, COMPROBACIONES E INSPECCIONES REALIZADAS POR EL TÉCNICO CERTIFICADOR Se describen a continuación las pruebas, comprobaciones e inspecciones llevadas a cabo por el técnico certificador durante el proceso de toma de datos y de calificación de la eficiencia energética del edificio, con la finalidad de establecer la conformidad de la información de partida contenida en el certificado de la eficiencia energética. Fecha de realización de la visita del técnico certificador 24/05/2022 Se realiza búsqueda, mediante correos electrónicos, búsqueda en internet, llamadas telefónicas y visitas concertadas, de la información documental sobre el inmueble y sobre la carpintería. Además se toman los datos necesarios del inmueble, tomando medidas e identeificando materiales mediante visita organoléptica. Fecha (de generación del documento) 27/06/2022 Página 11 de 11 Ref. Catastral 6581001TG3368S; 6581002TG3368S; 6581003TG3368S
Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1100x800 mm) Hueco 1.76 5.70 0.59 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Puerta balconera practicable de acero S235JR, de 140x250 cm) Hueco 10.50 5.70 0.77 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana fija de acero S235JR, de 140x70 cm) Hueco 2.94 5.70 0.79 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable, de 1100x800 mm) Hueco 0.88 3.25 0.39 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Puerta balconera abisagrada, de 800x1800 mm) Hueco 4.32 5.70 0.60 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1100x1000 mm) Hueco 4.40 5.70 0.62 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1100x600 mm) Hueco 2.64 5.70 0.55 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable, de 1100x1000 mm) Hueco 2.20 3.46 0.43 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable, de 1100x600 mm) Hueco 1.32 3.05 0.35 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1100x400 mm) Hueco 0.88 5.70 0.46 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable, de 1100x400 mm) Hueco 0.44 2.20 0.19 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Puerta practicable de acero S235JR, de 80x171 cm) Hueco 6.08 5.70 0.14 Usuario Usuario Fecha (de generación del documento) 26/06/2022 Página 6 de 10 Ref. Catastral 6581001TG3368S, 6581002TG3368S, 6581003TG3368S
Cristal simple de 4 mm. (Puerta practicable de acero S235JR, de 80x171 cm) Hueco 3.04 5.70 0.14 Usuario Usuario 3. INSTALACIONES TÉRMICAS Generadores de calefacción Nombre Tipo Potencia nominal [kW] Rendimiento Estacional [%] Tipo de Energía Modo de obtención Sistema de sustitución Sistema de rendimiento estacional constante - 95.50 GasNatural PorDefecto TOTALES 0 Generadores de refrigeración Nombre Tipo Potencia nominal [kW] Rendimiento Estacional [%] Tipo de Energía Modo de obtención Sistema de sustitución Sistema de rendimiento estacional constante - 252.00 ElectricidadPeninsular PorDefecto TOTALES 0 Instalaciones de Agua Caliente Sanitaria Demanda diaria de ACS a 60°C (litros/día) 3427.20 Nombre Tipo Potencia nominal [kW] Rendimiento Estacional [%] Tipo de Energía Modo de obtención Equipo de ACS Bomba de calor para ACS 2.19 390.00 ElectricidadPeninsular Usuario TOTALES 2.19 4. INSTALACIÓN DE ILUMINACIÓN 5. CONDICIONES DE FUNCIONAMIENTO Y OCUPACIÓN 6. ENERGÍAS Térmica Nombre Consumo de Energía Final, cubierto en función del servicio asociado [%] Demanda de ACS cubierta [%] Calefacción Refrigeración ACS Medioambiente 0 0 74.36 74.36 TOTALES 0 0 74.36 74.36 Eléctrica Nombre Energía eléctrica generada y autoconsumida [kWh/año] Panel fotovoltaico 0 TOTAL 0 Fecha (de generación del documento) 26/06/2022 Página 7 de 10 Ref. Catastral 6581001TG3368S, 6581002TG3368S, 6581003TG3368S
ANEXO II CALIFICACIÓN ENERGÉTICA DEL EDIFICIO Zona climática B4 Uso Residencial privado 1. CALIFICACIÓN ENERGÉTICA DEL EDIFICIO EN EMISIONES INDICADOR GLOBAL INDICADORES PARCIALES < 4,4 A 4,4-7,7 B 7,7-12,5 C 12,5-19,7 D 19,7-44,1 E 44,1-48,1 F ≥ 48,1 G 19,34 D CALEFACCIÓN ACS Emisiones calefacción [kgCO2/m²·año] EEmisiones ACS [kgCO2/m²·año] D 13.16 1.57 REFRIGERACIÓN ILUMINACIÓN Emisiones globales[kgCO2/m²·año]1Emisiones refrigeración [kgCO2/m²·año] BEmisiones iluminación [kgCO2/m²·año] - 2.54 - La calificación global del edificio se expresa en términos de dióxido de carbono liberado a la atmósfera como consecuencia del consumo energético del mismo. kgCO2/m²·año kgCO2·año Emisiones CO2 por consumo eléctrico 6.18 22685.3 Emisiones CO2 por otros combustibles 13.16 48312.4 2. CALIFICACIÓN ENERGÉTICA DEL EDIFICIO EN CONSUMO DE ENERGÍA PRIMARIA NO RENOVABLE Por energía primaria no renovable se entiende la energía consumida por el edificio procedente de fuentes no renovables que no ha sufrido ningún proceso de conversión o transformación. INDICADOR GLOBAL INDICADORES PARCIALES < 19,2 A 19,2-33,1 B 33,1-54,0 C 54,0-84,8 D 84,8-184,3 E 184,3-200,9 F ≥ 200,9 G 98,62 E CALEFACCIÓN ACS Energía primaria calefacción [kWh/m²·año] EEnergía primaria ACS [kWh/m²·año] E 62.14 9.25 REFRIGERACIÓN ILUMINACIÓN Consumo global de energía primaria no renovable[kWh/m²·año]1 Energía primaria refrigeración [kWh/m²·año] C Energía primaria iluminación [kWh/m²·año] - 14.97 - 3. CALIFICACIÓN PARCIAL DE LA DEMANDA ENERGÉTICA DE CALEFACCIÓN Y REFRIGERACIÓN La demanda energética de calefacción y refrigeración es la energía necesaria para mantener las condiciones internas de confort del edificio. DEMANDA DE CALEFACCIÓN DEMANDA DE REFRIGERACIÓN < 4,6 A 4,6-10,7 B 10,7-19,2 C 19,2-32,2 D 32,2-64,3 E 64,3-70,1 F ≥ 70,1 G 53,25 E < 7,8 A 7,8-12,6 B 12,6-19,5 C 19,5-30,0 D 30,0-36,9 E 36,9-45,4 F ≥ 45,4 G 20,11 D Demanda de calefacción[kWh/m²·año] Demanda de refrigeración[kWh/m²·año] 1 El indicador global es resultado de la suma de los indicadores parciales más el valor del indicador para consumos auxiliares, si los hubiera (sólo edificios terciarios, ventilación, bombeo, etc...). La energía eléctrica autoconsumida se descuenta únicamente del indicador global, no así de los valores parciales. Fecha (de generación del documento) 26/06/2022 Página 8 de 10 Ref. Catastral 6581001TG3368S, 6581002TG3368S, 6581003TG3368S
ANEXO III RECOMENDACIONES PARA LA MEJORA DE LA EFICIENCIA ENERGÉTICA No se han definido medidas de mejora de la eficiencia energética Fecha (de generación del documento) 26/06/2022 Página 9 de 10 Ref. Catastral 6581001TG3368S, 6581002TG3368S, 6581003TG3368S
ANEXO IV PRUEBAS, COMPROBACIONES E INSPECCIONES REALIZADAS POR EL TÉCNICO CERTIFICADOR Se describen a continuación las pruebas, comprobaciones e inspecciones llevadas a cabo por el técnico certificador durante el proceso de toma de datos y de calificación de la eficiencia energética del edificio, con la finalidad de establecer la conformidad de la información de partida contenida en el certificado de la eficiencia energética. Fecha de realización de la visita del técnico certificador 27/05/2022 Se realiza búsqueda ,mediante correos electrónicos, búsqueda en internet, llamadas telefónicas y visitas concertadas, de la información documental sobre el inmueble y sobre la carpintería. Además se toman los datos necesarios del inmueble, tomando medidas e identeificando materiales mediante visita organoléptica. Fecha (de generación del documento) 26/06/2022 Página 10 de 10 Ref. Catastral 6581001TG3368S, 6581002TG3368S, 6581003TG3368S
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 176 | 178 ANEXO XV. C.E.E.. AIRE ACONDICIONADO INVERTER, RECUPERADOR DE CALOR ENTÁLPICO Y CON BOMBA DE CALOR (ACS).
CERTIFICADO DE EFICIENCIA ENERGÉTICA DE EDIFICIOS IDENTIFICACIÓN DEL EDIFICIO O DE LA PARTE QUE SE CERTIFICA: Nombre del edificio VIVIENDA UNIFAMILIAR Dirección AVDA. DE JEREZ, 17, 19, 21 Municipio SEVILLA Código Postal 41013 Provincia SEVILLA Comunidad Autónoma ANDALUCÍA Zona climática B4 Año construcción 1929 Normativa vigente (construcción / rehabilitación) 1929 Referencia/s catastral/es 6581001TG3368S; 6581002TG3368S; 6581003TG3368S Tipo de edificio o parte del edificio que se certifica: Edificio de nueva construcción Edificio Existente Vivienda Unifamiliar Bloque Bloque completo Vivienda individual Terciario Edificio completo Local DATOS DEL TÉCNICO CERTIFICADOR: Nombre y Apellidos JOSÉ LUIS GARCÍA LÓPEZ NIF/NIE 28728819W Razón social -NIF - Domicilio C/ESTRELLA VEGA, 5, P-5, 6 C Municipio SEVILLA Código Postal 41015 Provincia SEVILLA Comunidad Autónoma ANDALUCÍA e-mail [email protected] Teléfono 651531711 Titulación habilitante según normativa vigente ARQUITECTO TÉCNICO Procedimiento reconocido de calificación energética utilizado y versión: CYPETHERM HE Plus. 2022.f CALIFICACIÓN ENERGÉTICA OBTENIDA: CONSUMO DE ENERGÍA PRIMARIA NO RENOVABLE [kWh/m²·año] EMISIONES DE DIÓXIDO DE CARBONO [kg CO2/m²·año] < 19,2 A 19,2-33,1 B 33,1-54,0 C 54,0-84,8 D 84,8-184,3 E 184,3-200,9 F ≥ 200,9 G 54,22 D < 4,4 A 4,4-7,7 B 7,7-12,5 C 12,5-19,7 D 19,7-44,1 E 44,1-48,1 F ≥ 48,1 G 9,28 C El técnico abajo firmante declara responsablemente que ha realizado la certificación energética del edificio o de la parte que se certifica de acuerdo con el procedimiento establecido por la normativa vigente y que son ciertos los datos que figuran en el presente documento, y sus anexos: Fecha: 18/05/2022 Firma del técnico certificador: Anexo I. Descripción de las características energéticas del edificio. Anexo II. Calificación energética del edificio. Anexo III. Recomendaciones para la mejora de la eficiencia energética. Anexo IV. Pruebas, comprobaciones e inspecciones realizadas por el técnico certificador. Registro del Órgano Territorial Competente: Fecha (de generación del documento) 03/06/2022 Página 1 de 11 Ref. Catastral 6581001TG3368S; 6581002TG3368S; 6581003TG3368S
ANEXO I DESCRIPCIÓN DE LAS CARACTERÍSTICAS ENERGÉTICAS DEL EDIFICIO En este apartado se describen las características energéticas del edificio, envolvente térmica, instalaciones, condiciones de funcionamiento y ocupación y demás datos utilizados para obtener la calificación energética del edificio. 1. SUPERFICIE, IMAGEN Y SITUACIÓN Superficie habitable [m²] 3675.03 Imagen del edificio Plano de situación 2. ENVOLVENTE TÉRMICA Cerramientos opacos Nombre Tipo Superficie [m²] Transmitancia [W/m²·K] Modo de obtención Muro de carga de 46 cm. Fachada 157.40 1.99 Usuario Muro de carga de 46 cm. Fachada 238.34 1.99 Usuario Muro de carga de 46 cm. Fachada 157.40 1.99 Usuario Muro de carga de 46 cm. Fachada 238.86 1.99 Usuario Muro de carga de 60 cm. Fachada 147.12 1.68 Usuario Losa de cimentación Suelo 996.84 0.13 Usuario Muro de carga de 44 cm. Fachada 230.49 2.05 Usuario Muro de carga de 44 cm. Fachada 393.02 2.05 Usuario Muro de carga de 44 cm. Fachada 230.49 2.05 Usuario Muro de carga de 44 cm. Fachada 251.23 2.05 Usuario Muro de carga de 28 cm. Fachada 244.85 2.64 Usuario Muro de carga de 28 cm. Fachada 212.06 2.64 Usuario Muro de carga de 28 cm. Fachada 207.45 2.64 Usuario Muro de carga de 35 cm. Fachada 75.51 2.35 Usuario Muro de carga de 35 cm. Fachada 157.80 2.35 Usuario Muro de carga de 35 cm. Fachada 171.56 2.35 Usuario Cubierta transitable, no ventilada con solado fijo. Cubierta 1044.09 1.71 Usuario Muro de carga de 35 cm. Fachada 75.51 2.35 Usuario Muro de carga de 28 cm. Fachada 241.71 2.64 Usuario Huecos y lucernarios Nombre Tipo Superficie [m²] Transmitancia [W/m²·K] Factor solar Modo de obtención. Transmitancia Modo de obtención. Factor solar Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1000x1550 mm) Hueco 23.25 5.70 0.64 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 600x1500 mm) Hueco 19.80 5.70 0.54 Usuario Usuario Fecha (de generación del documento) 03/06/2022 Página 2 de 11 Ref. Catastral 6581001TG3368S; 6581002TG3368S; 6581003TG3368S
Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 500x1500 mm) Hueco 15.75 5.70 0.49 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 900x1500 mm) Hueco 31.05 5.70 0.63 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1500x1500 mm) Hueco 49.50 5.70 0.68 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1000x1500 mm) Hueco 54.00 5.70 0.64 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1000x1500 mm) Hueco 27.00 5.70 0.64 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1000x1500 mm) Hueco 39.00 5.70 0.64 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Puerta balconera abisagrada, de 1100x2200 mm) Hueco 43.56 5.70 0.66 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Puerta balconera abisagrada, de 1100x2300 mm) Hueco 70.84 5.70 0.66 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana una hoja oscilobatiente y fijo inferior de madera de pino, de 600x1600 cm) Hueco 2.88 4.10 0.48 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable de acero S235JR, de 110x145 cm) Hueco 4.79 5.70 0.69 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1550 mm) Hueco 10.85 5.70 0.61 Usuario Usuario Fecha (de generación del documento) 03/06/2022 Página 3 de 11 Ref. Catastral 6581001TG3368S; 6581002TG3368S; 6581003TG3368S
Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1500 mm) Hueco 10.50 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1500 mm) Hueco 4.50 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1500 mm) Hueco 4.50 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1100x1450 mm) Hueco 12.76 5.70 0.62 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1500 mm) Hueco 21.00 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1550 mm) Hueco 1.55 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1550 mm) Hueco 1.55 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1100x1450 mm) Hueco 23.92 5.70 0.65 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1000x1500 mm) Hueco 39.00 5.70 0.64 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1000x1550 mm) Hueco 23.25 5.70 0.64 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable de acero S235JR, de 155x150 cm) Hueco 4.65 5.70 0.73 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable de acero S235JR, de 100x150 cm) Hueco 3.00 5.70 0.69 Usuario Usuario Fecha (de generación del documento) 03/06/2022 Página 4 de 11 Ref. Catastral 6581001TG3368S; 6581002TG3368S; 6581003TG3368S
ANEXO IV PRUEBAS, COMPROBACIONES E INSPECCIONES REALIZADAS POR EL TÉCNICO CERTIFICADOR Se describen a continuación las pruebas, comprobaciones e inspecciones llevadas a cabo por el técnico certificador durante el proceso de toma de datos y de calificación de la eficiencia energética del edificio, con la finalidad de establecer la conformidad de la información de partida contenida en el certificado de la eficiencia energética. Fecha de realización de la visita del técnico certificador 24/05/2022 Se realiza búsqueda, mediante correos electrónicos, búsqueda en internet, llamadas telefónicas y visitas concertadas, de la información documental sobre el inmueble y sobre la carpintería. Además se toman los datos necesarios del inmueble, tomando medidas e identeificando materiales mediante visita organoléptica. Fecha (de generación del documento) 03/06/2022 Página 11 de 11 Ref. Catastral 6581001TG3368S; 6581002TG3368S; 6581003TG3368S
PFG I 2022 T Í T U L O : E S T U D I O D E E F I C I E N C I A E N E R G É T I C A D E L I N M U E B L E S I T O E N A V D A . D E J E R E Z , 1 7 - 1 9 - 2 1 . P o r J o s é L u i s G a r c í a L ó p e z , 2 8 7 2 8 8 1 9 - W P á g i n a 177 | 178 ANEXO XVI. C.E.E.. AIRE ACONDICIONADO INVERTER, RECUPERADOR DE CALOR ENTÁLPICO Y BOMBA DE CALOR PARA (ACS). F.V..
CERTIFICADO DE EFICIENCIA ENERGÉTICA DE EDIFICIOS IDENTIFICACIÓN DEL EDIFICIO O DE LA PARTE QUE SE CERTIFICA: Nombre del edificio VIVIENDA UNIFAMILIAR Dirección AVDA. DE JEREZ, 17, 19, 21 Municipio SEVILLA Código Postal 41013 Provincia SEVILLA Comunidad Autónoma ANDALUCÍA Zona climática B4 Año construcción 1929 Normativa vigente (construcción / rehabilitación) 1929 Referencia/s catastral/es 6581001TG3368S; 6581002TG3368S; 6581003TG3368S Tipo de edificio o parte del edificio que se certifica: Edificio de nueva construcción Edificio Existente Vivienda Unifamiliar Bloque Bloque completo Vivienda individual Terciario Edificio completo Local DATOS DEL TÉCNICO CERTIFICADOR: Nombre y Apellidos JOSÉ LUIS GARCÍA LÓPEZ NIF/NIE 28728819W Razón social -NIF - Domicilio C/ESTRELLA VEGA, 5, P-5, 6 C Municipio SEVILLA Código Postal 41015 Provincia SEVILLA Comunidad Autónoma ANDALUCÍA e-mail [email protected] Teléfono 651531711 Titulación habilitante según normativa vigente ARQUITECTO TÉCNICO Procedimiento reconocido de calificación energética utilizado y versión: CYPETHERM HE Plus. 2022.f CALIFICACIÓN ENERGÉTICA OBTENIDA: CONSUMO DE ENERGÍA PRIMARIA NO RENOVABLE [kWh/m²·año] EMISIONES DE DIÓXIDO DE CARBONO [kg CO2/m²·año] < 19,2 A 19,2-33,1 B 33,1-54,0 C 54,0-84,8 D 84,8-184,3 E 184,3-200,9 F ≥ 200,9 G 2,21 A < 4,4 A 4,4-7,7 B 7,7-12,5 C 12,5-19,7 D 19,7-44,1 E 44,1-48,1 F ≥ 48,1 G 0,47 A El técnico abajo firmante declara responsablemente que ha realizado la certificación energética del edificio o de la parte que se certifica de acuerdo con el procedimiento establecido por la normativa vigente y que son ciertos los datos que figuran en el presente documento, y sus anexos: Fecha: 18/05/2022 Firma del técnico certificador: Anexo I. Descripción de las características energéticas del edificio. Anexo II. Calificación energética del edificio. Anexo III. Recomendaciones para la mejora de la eficiencia energética. Anexo IV. Pruebas, comprobaciones e inspecciones realizadas por el técnico certificador. Registro del Órgano Territorial Competente: Fecha (de generación del documento) 25/06/2022 Página 1 de 11 Ref. Catastral 6581001TG3368S; 6581002TG3368S; 6581003TG3368S
ANEXO I DESCRIPCIÓN DE LAS CARACTERÍSTICAS ENERGÉTICAS DEL EDIFICIO En este apartado se describen las características energéticas del edificio, envolvente térmica, instalaciones, condiciones de funcionamiento y ocupación y demás datos utilizados para obtener la calificación energética del edificio. 1. SUPERFICIE, IMAGEN Y SITUACIÓN Superficie habitable [m²] 3675.03 Imagen del edificio Plano de situación 2. ENVOLVENTE TÉRMICA Cerramientos opacos Nombre Tipo Superficie [m²] Transmitancia [W/m²·K] Modo de obtención Muro de carga de 46 cm. Fachada 157.40 1.99 Usuario Muro de carga de 46 cm. Fachada 238.34 1.99 Usuario Muro de carga de 46 cm. Fachada 157.40 1.99 Usuario Muro de carga de 46 cm. Fachada 238.86 1.99 Usuario Muro de carga de 60 cm. Fachada 147.12 1.68 Usuario Losa de cimentación Suelo 996.84 0.13 Usuario Muro de carga de 44 cm. Fachada 230.49 2.05 Usuario Muro de carga de 44 cm. Fachada 393.02 2.05 Usuario Muro de carga de 44 cm. Fachada 230.49 2.05 Usuario Muro de carga de 44 cm. Fachada 251.23 2.05 Usuario Muro de carga de 28 cm. Fachada 244.85 2.64 Usuario Muro de carga de 28 cm. Fachada 212.06 2.64 Usuario Muro de carga de 28 cm. Fachada 207.45 2.64 Usuario Muro de carga de 35 cm. Fachada 75.51 2.35 Usuario Muro de carga de 35 cm. Fachada 157.80 2.35 Usuario Muro de carga de 35 cm. Fachada 171.56 2.35 Usuario Cubierta transitable, no ventilada con solado fijo. Cubierta 1044.09 1.71 Usuario Muro de carga de 35 cm. Fachada 75.51 2.35 Usuario Muro de carga de 28 cm. Fachada 241.71 2.64 Usuario Huecos y lucernarios Nombre Tipo Superficie [m²] Transmitancia [W/m²·K] Factor solar Modo de obtención. Transmitancia Modo de obtención. Factor solar Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1000x1550 mm) Hueco 23.25 5.70 0.64 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 600x1500 mm) Hueco 19.80 5.70 0.54 Usuario Usuario Fecha (de generación del documento) 25/06/2022 Página 2 de 11 Ref. Catastral 6581001TG3368S; 6581002TG3368S; 6581003TG3368S
Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 500x1500 mm) Hueco 15.75 5.70 0.49 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 900x1500 mm) Hueco 31.05 5.70 0.63 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1500x1500 mm) Hueco 49.50 5.70 0.68 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1000x1500 mm) Hueco 54.00 5.70 0.64 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1000x1500 mm) Hueco 27.00 5.70 0.64 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1000x1500 mm) Hueco 39.00 5.70 0.64 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Puerta balconera abisagrada, de 1100x2200 mm) Hueco 43.56 5.70 0.66 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Puerta balconera abisagrada, de 1100x2300 mm) Hueco 70.84 5.70 0.66 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana una hoja oscilobatiente y fijo inferior de madera de pino, de 600x1600 cm) Hueco 2.88 4.10 0.48 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable de acero S235JR, de 110x145 cm) Hueco 4.79 5.70 0.69 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1550 mm) Hueco 10.85 5.70 0.61 Usuario Usuario Fecha (de generación del documento) 25/06/2022 Página 3 de 11 Ref. Catastral 6581001TG3368S; 6581002TG3368S; 6581003TG3368S
Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1500 mm) Hueco 10.50 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1500 mm) Hueco 4.50 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1500 mm) Hueco 4.50 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1100x1450 mm) Hueco 12.76 5.70 0.62 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1500 mm) Hueco 21.00 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1550 mm) Hueco 1.55 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1550 mm) Hueco 1.55 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1100x1450 mm) Hueco 23.92 5.70 0.65 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1000x1500 mm) Hueco 39.00 5.70 0.64 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1000x1550 mm) Hueco 23.25 5.70 0.64 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable de acero S235JR, de 155x150 cm) Hueco 4.65 5.70 0.73 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable de acero S235JR, de 100x150 cm) Hueco 3.00 5.70 0.69 Usuario Usuario Fecha (de generación del documento) 25/06/2022 Página 4 de 11 Ref. Catastral 6581001TG3368S; 6581002TG3368S; 6581003TG3368S
Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable de acero S235JR, de 100x150 cm) Hueco 9.00 5.70 0.69 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable de acero S235JR, de 100x150 cm) Hueco 6.00 5.70 0.69 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Puerta balconera abisagrada, de 800x1800 mm) Hueco 2.88 5.70 0.60 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Puerta balconera abisagrada, de 800x1800 mm) Hueco 2.88 5.70 0.60 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana fija de acero S235JR, de 60x150 cm) Hueco 0.90 5.70 0.79 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana fija de acero S235JR, de 50x150 cm) Hueco 0.75 5.70 0.78 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable de acero S235JR, de 87x150 cm) Hueco 1.31 5.70 0.72 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable de acero S235JR, de 100x150 cm) Hueco 4.50 5.70 0.69 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1550 mm) Hueco 7.75 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Puerta practicable de acero S235JR, de 80x171 cm) Hueco 4.10 5.70 0.14 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1100x800 mm) Hueco 1.76 5.70 0.59 Usuario Usuario Fecha (de generación del documento) 25/06/2022 Página 5 de 11 Ref. Catastral 6581001TG3368S; 6581002TG3368S; 6581003TG3368S
Cristal simple de 4 mm. (Puerta balconera practicable de acero S235JR, de 140x250 cm) Hueco 10.50 5.70 0.77 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana fija de acero S235JR, de 140x70 cm) Hueco 2.94 5.70 0.79 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable, de 1100x800 mm) Hueco 0.88 3.25 0.39 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Puerta balconera abisagrada, de 800x1800 mm) Hueco 4.32 5.70 0.60 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1100x1000 mm) Hueco 4.40 5.70 0.62 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1100x600 mm) Hueco 2.64 5.70 0.55 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable, de 1100x1000 mm) Hueco 2.20 3.46 0.43 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable, de 1100x600 mm) Hueco 1.32 3.05 0.35 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1100x400 mm) Hueco 0.88 5.70 0.46 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable, de 1100x400 mm) Hueco 0.44 2.20 0.19 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Puerta practicable de acero S235JR, de 80x171 cm) Hueco 6.08 5.70 0.14 Usuario Usuario Fecha (de generación del documento) 25/06/2022 Página 6 de 11 Ref. Catastral 6581001TG3368S; 6581002TG3368S; 6581003TG3368S
Cristal simple de 4 mm. (Puerta practicable de acero S235JR, de 80x171 cm) Hueco 3.04 5.70 0.14 Usuario Usuario 3. INSTALACIONES TÉRMICAS Generadores de calefacción Nombre Tipo Potencia nominal [kW] Rendimiento Estacional [%] Tipo de Energía Modo de obtención Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 565.00 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 567.34 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 570.17 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 581.30 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 571.45 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 573.53 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 573.85 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 573.37 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 576.65 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 559.77 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 560.61 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 561.17 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 560.93 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 565.15 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 556.69 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 557.53 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 558.19 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 557.78 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 562.87 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 555.11 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 555.96 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 556.58 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 555.85 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 3.20 562.30 ElectricidadPeninsular Usuario Sistema de sustitución Sistema de rendimiento estacional constante - 95.50 GasNatural PorDefecto TOTALES 76.80 Generadores de refrigeración Nombre Tipo Potencia nominal [kW] Rendimiento Estacional [%] Tipo de Energía Modo de obtención Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 454.86 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 459.43 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 461.19 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 468.06 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 470.13 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 470.34 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 471.29 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 470.64 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 469.42 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 463.64 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 464.57 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 465.75 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 465.04 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 463.68 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 462.23 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 462.92 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 463.61 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 463.47 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 462.57 ElectricidadPeninsular Usuario Fecha (de generación del documento) 25/06/2022 Página 7 de 11 Ref. Catastral 6581001TG3368S; 6581002TG3368S; 6581003TG3368S
Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 457.72 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 458.17 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 458.81 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 458.90 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 2.50 458.43 ElectricidadPeninsular Usuario Sistema de sustitución Sistema de rendimiento estacional constante - 252.00 ElectricidadPeninsular PorDefecto TOTALES 60.00 Instalaciones de Agua Caliente Sanitaria Demanda diaria de ACS a 60°C (litros/día) 3427.20 Nombre Tipo Potencia nominal [kW] Rendimiento Estacional [%] Tipo de Energía Modo de obtención Equipo de ACS Bomba de calor para ACS 2.19 390.00 ElectricidadPeninsular Usuario TOTALES 2.19 4. INSTALACIÓN DE ILUMINACIÓN 5. CONDICIONES DE FUNCIONAMIENTO Y OCUPACIÓN 6. ENERGÍAS Térmica Nombre Consumo de Energía Final, cubierto en función del servicio asociado [%] Demanda de ACS cubierta [%] Calefacción Refrigeración ACS Medioambiente 79.54 0 74.36 74.36 TOTALES 79.54 0 74.36 74.36 Eléctrica Nombre Energía eléctrica generada y autoconsumida [kWh/año] Panel fotovoltaico 96862.82 TOTAL 96862.82 Fecha (de generación del documento) 25/06/2022 Página 8 de 11 Ref. Catastral 6581001TG3368S; 6581002TG3368S; 6581003TG3368S
Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 500x1500 mm) Hueco 15.75 5.70 0.49 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 900x1500 mm) Hueco 31.05 5.70 0.63 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1500x1500 mm) Hueco 49.50 5.70 0.68 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1000x1500 mm) Hueco 54.00 5.70 0.64 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1000x1500 mm) Hueco 27.00 5.70 0.64 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1000x1500 mm) Hueco 39.00 5.70 0.64 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Puerta balconera abisagrada, de 1100x2200 mm) Hueco 43.56 5.70 0.66 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Puerta balconera abisagrada, de 1100x2300 mm) Hueco 70.84 5.70 0.66 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana una hoja oscilobatiente y fijo inferior de madera de pino, de 600x1600 cm) Hueco 2.88 4.10 0.48 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable de acero S235JR, de 110x145 cm) Hueco 4.79 5.70 0.69 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1550 mm) Hueco 10.85 5.70 0.61 Usuario Usuario Fecha (de generación del documento) 27/06/2022 Página 3 de 11 Ref. Catastral 6581001TG3368S; 6581002TG3368S; 6581003TG3368S
Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1500 mm) Hueco 10.50 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1500 mm) Hueco 4.50 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1500 mm) Hueco 4.50 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1100x1450 mm) Hueco 12.76 5.70 0.62 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1500 mm) Hueco 21.00 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1550 mm) Hueco 1.55 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1550 mm) Hueco 1.55 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1100x1450 mm) Hueco 23.92 5.70 0.65 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1000x1500 mm) Hueco 39.00 5.70 0.64 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1000x1550 mm) Hueco 23.25 5.70 0.64 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable de acero S235JR, de 155x150 cm) Hueco 4.65 5.70 0.73 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable de acero S235JR, de 100x150 cm) Hueco 3.00 5.70 0.69 Usuario Usuario Fecha (de generación del documento) 27/06/2022 Página 4 de 11 Ref. Catastral 6581001TG3368S; 6581002TG3368S; 6581003TG3368S
Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable de acero S235JR, de 100x150 cm) Hueco 9.00 5.70 0.69 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable de acero S235JR, de 100x150 cm) Hueco 6.00 5.70 0.69 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Puerta balconera abisagrada, de 800x1800 mm) Hueco 2.88 5.70 0.60 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Puerta balconera abisagrada, de 800x1800 mm) Hueco 2.88 5.70 0.60 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana fija de acero S235JR, de 60x150 cm) Hueco 0.90 5.70 0.79 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana fija de acero S235JR, de 50x150 cm) Hueco 0.75 5.70 0.78 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable de acero S235JR, de 87x150 cm) Hueco 1.31 5.70 0.72 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable de acero S235JR, de 100x150 cm) Hueco 4.50 5.70 0.69 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana abisagrada, de 1000x1550 mm) Hueco 7.75 5.70 0.61 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Puerta practicable de acero S235JR, de 80x171 cm) Hueco 4.10 5.70 0.14 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1100x800 mm) Hueco 1.76 5.70 0.59 Usuario Usuario Fecha (de generación del documento) 27/06/2022 Página 5 de 11 Ref. Catastral 6581001TG3368S; 6581002TG3368S; 6581003TG3368S
Cristal simple de 4 mm. (Puerta balconera practicable de acero S235JR, de 140x250 cm) Hueco 10.50 5.70 0.77 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana fija de acero S235JR, de 140x70 cm) Hueco 2.94 5.70 0.79 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable, de 1100x800 mm) Hueco 0.88 3.25 0.39 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Puerta balconera abisagrada, de 800x1800 mm) Hueco 4.32 5.70 0.60 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1100x1000 mm) Hueco 4.40 5.70 0.62 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1100x600 mm) Hueco 2.64 5.70 0.55 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable, de 1100x1000 mm) Hueco 2.20 3.46 0.43 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable, de 1100x600 mm) Hueco 1.32 3.05 0.35 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana corredera, de 1100x400 mm) Hueco 0.88 5.70 0.46 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Ventana practicable, de 1100x400 mm) Hueco 0.44 2.20 0.19 Usuario Usuario Cristal simple de 4 mm. (Puerta practicable de acero S235JR, de 80x171 cm) Hueco 6.08 5.70 0.14 Usuario Usuario Fecha (de generación del documento) 27/06/2022 Página 6 de 11 Ref. Catastral 6581001TG3368S; 6581002TG3368S; 6581003TG3368S
Cristal simple de 4 mm. (Puerta practicable de acero S235JR, de 80x171 cm) Hueco 3.04 5.70 0.14 Usuario Usuario 3. INSTALACIONES TÉRMICAS Generadores de calefacción Nombre Tipo Potencia nominal [kW] Rendimiento Estacional [%] Tipo de Energía Modo de obtención Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 315.71 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 317.16 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 318.48 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 326.22 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 319.19 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 320.74 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 321.28 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 320.81 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 323.81 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 312.74 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 313.51 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 313.93 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 313.61 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 316.49 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 311.59 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 312.21 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 312.63 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 312.39 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 315.53 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 310.79 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 311.35 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 311.76 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 311.45 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 22.40 314.84 ElectricidadPeninsular Usuario TOTALES 537.60 Generadores de refrigeración Nombre Tipo Potencia nominal [kW] Rendimiento Estacional [%] Tipo de Energía Modo de obtención Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 374.32 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 375.38 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 376.02 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 381.99 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 383.93 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 383.63 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 384.14 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 383.81 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 383.02 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 378.09 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 377.96 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 378.21 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 378.05 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 377.34 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 377.55 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 377.49 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 377.57 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 377.57 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 376.91 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 376.65 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 376.51 ElectricidadPeninsular Usuario Fecha (de generación del documento) 27/06/2022 Página 7 de 11 Ref. Catastral 6581001TG3368S; 6581002TG3368S; 6581003TG3368S
Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 376.52 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 376.65 ElectricidadPeninsular Usuario Split 1x1 1 Split 1x1 19.00 375.95 ElectricidadPeninsular Usuario TOTALES 456.00 Instalaciones de Agua Caliente Sanitaria Demanda diaria de ACS a 60°C (litros/día) 3427.20 Nombre Tipo Potencia nominal [kW] Rendimiento Estacional [%] Tipo de Energía Modo de obtención Equipo de ACS Bomba de calor para ACS 2.19 390.00 ElectricidadPeninsular Usuario TOTALES 2.19 4. INSTALACIÓN DE ILUMINACIÓN 5. CONDICIONES DE FUNCIONAMIENTO Y OCUPACIÓN 6. ENERGÍAS Térmica Nombre Consumo de Energía Final, cubierto en función del servicio asociado [%] Demanda de ACS cubierta [%] Calefacción Refrigeración ACS Medioambiente 68.42 0 74.36 74.36 TOTALES 68.42 0 74.36 74.36 Eléctrica Nombre Energía eléctrica generada y autoconsumida [kWh/año] Panel fotovoltaico 0 TOTAL 0 Fecha (de generación del documento) 27/06/2022 Página 8 de 11 Ref. Catastral 6581001TG3368S; 6581002TG3368S; 6581003TG3368S
ANEXO II CALIFICACIÓN ENERGÉTICA DEL EDIFICIO Zona climática B4 Uso Residencial privado 1. CALIFICACIÓN ENERGÉTICA DEL EDIFICIO EN EMISIONES INDICADOR GLOBAL INDICADORES PARCIALES < 4,4 A 4,4-7,7 B 7,7-12,5 C 12,5-19,7 D 19,7-44,1 E 44,1-48,1 F ≥ 48,1 G 11,05 C CALEFACCIÓN ACS Emisiones calefacción [kgCO2/m²·año] DEmisiones ACS [kgCO2/m²·año] D 7.46 1.57 REFRIGERACIÓN ILUMINACIÓN Emisiones globales[kgCO2/m²·año]1Emisiones refrigeración [kgCO2/m²·año] BEmisiones iluminación [kgCO2/m²·año] - 2.02 - La calificación global del edificio se expresa en términos de dióxido de carbono liberado a la atmósfera como consecuencia del consumo energético del mismo. kgCO2/m²·año kgCO2·año Emisiones CO2 por consumo eléctrico 11.05 40596.7 Emisiones CO2 por otros combustibles 0 1.4 2. CALIFICACIÓN ENERGÉTICA DEL EDIFICIO EN CONSUMO DE ENERGÍA PRIMARIA NO RENOVABLE Por energía primaria no renovable se entiende la energía consumida por el edificio procedente de fuentes no renovables que no ha sufrido ningún proceso de conversión o transformación. INDICADOR GLOBAL INDICADORES PARCIALES < 19,2 A 19,2-33,1 B 33,1-54,0 C 54,0-84,8 D 84,8-184,3 E 184,3-200,9 F ≥ 200,9 G 65,21 D CALEFACCIÓN ACS Energía primaria calefacción [kWh/m²·año] DEnergía primaria ACS [kWh/m²·año] E 44.04 9.24 REFRIGERACIÓN ILUMINACIÓN Consumo global de energía primaria no renovable[kWh/m²·año]1 Energía primaria refrigeración [kWh/m²·año] B Energía primaria iluminación [kWh/m²·año] - 11.93 - 3. CALIFICACIÓN PARCIAL DE LA DEMANDA ENERGÉTICA DE CALEFACCIÓN Y REFRIGERACIÓN La demanda energética de calefacción y refrigeración es la energía necesaria para mantener las condiciones internas de confort del edificio. DEMANDA DE CALEFACCIÓN DEMANDA DE REFRIGERACIÓN < 4,6 A 4,6-10,7 B 10,7-19,2 C 19,2-32,2 D 32,2-64,3 E 64,3-70,1 F ≥ 70,1 G 71,35 G < 7,8 A 7,8-12,6 B 12,6-19,5 C 19,5-30,0 D 30,0-36,9 E 36,9-45,4 F ≥ 45,4 G 20,86 D Demanda de calefacción[kWh/m²·año] Demanda de refrigeración[kWh/m²·año] 1 El indicador global es resultado de la suma de los indicadores parciales más el valor del indicador para consumos auxiliares, si los hubiera (sólo edificios terciarios, ventilación, bombeo, etc...). La energía eléctrica autoconsumida se descuenta únicamente del indicador global, no así de los valores parciales. Fecha (de generación del documento) 27/06/2022 Página 9 de 11 Ref. Catastral 6581001TG3368S; 6581002TG3368S; 6581003TG3368S
ANEXO III RECOMENDACIONES PARA LA MEJORA DE LA EFICIENCIA ENERGÉTICA No se han definido medidas de mejora de la eficiencia energética Fecha (de generación del documento) 27/06/2022 Página 10 de 11 Ref. Catastral 6581001TG3368S; 6581002TG3368S; 6581003TG3368S
ANEXO IV PRUEBAS, COMPROBACIONES E INSPECCIONES REALIZADAS POR EL TÉCNICO CERTIFICADOR Se describen a continuación las pruebas, comprobaciones e inspecciones llevadas a cabo por el técnico certificador durante el proceso de toma de datos y de calificación de la eficiencia energética del edificio, con la finalidad de establecer la conformidad de la información de partida contenida en el certificado de la eficiencia energética. Fecha de realización de la visita del técnico certificador 24/05/2022 Se realiza búsqueda, mediante correos electrónicos, búsqueda en internet, llamadas telefónicas y visitas concertadas, de la información documental sobre el inmueble y sobre la carpintería. Además se toman los datos necesarios del inmueble, tomando medidas e identeificando materiales mediante visita organoléptica. Fecha (de generación del documento) 27/06/2022 Página 11 de 11 Ref. Catastral 6581001TG3368S; 6581002TG3368S; 6581003TG3368S