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Sermam gratulatorio e panegyrico

Vieira, Antonio(S.I.), 1608-1697

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GRATULATORIO, E PANEGYRICO, QUE p egou OPad e ANTONIO VIEYRA da Companhia de JESU, P egado de Sua Mage ade^ odaaCo eoP incipenoíTo Senho ao que e can ou na CapeUa Real,cm Acçam de G aça. ^iio eime ISacxmen o da P inccza P imogêni a, de queDeos ez me cê ae esReynos, na mad ugada do melmo d a ,de e Anno M.DC. LXIX Dedicado áRainha N. SENHORA. EM EVORA j^‘P i ilep o. da üiji e idade. Anno M.DC. LXIX, % «* >» •í- § •i' •. ,- ^-: ,..: *. / -> /;’ ’7"A, C _.' i..^ V.-> ÍH .1 ^'.. O- '• ‘1 ^-T -¥- í^ ’ j Ji- '•cx. .;*¥ - !' ': • - '•:i:b. ^ i, . O .Iiii _. Í^ília- c' • i í^z i.-' L- •-?' ! /-*<. •,bS- ,í '"í; í" ^4^ '" ., '. í -c ío aMa DhXã o niíx .sàbilio IaUsó ÊEni O *p: ^e^mmlauãamm, e ^ominum ccn i ê-^ m^ .: ujE e numFa em Te a %wne a ii ^ ;? I. . '.'- 9V''.' ( Aík IDouschOTOs de íowõ es di inos (mui o Al- o »& mui o Pode o o PRI NCIPE,& ne c dia elicilíimo Senho no lb) Adous çhOTos de lou -wesdi inos, di ididos em al- e nadas ozes, mas conco des em ecip oca hannonia,can am h ^ea Deose eHymnode AcçamdeG aças, no Ceo os Adíos,& na Te - a os Homens. Apa e que oca ao cho o dos Homens, be o e íb que p opuz :aque pe> enceaocho o dos Anjos, aque íè con inua io ei oT^uín e :TiHâmnesAngeü, üi C(eü,&um e JiePo ^a es. ISecho o Ceie ial,& Angélico, que nós nam podem Kou i , nen ^om^ha , ica á (poisDeos aííi oquiz) p«:a os noílòsgio iolil imos Luiza,que eíkm no Ceo^ ciqa glo ia acci- íen ál (on ide o eu hc^ mui c ecida áo dici imo Nadmen oda Pi> mc^enkade eus Ne os, no as, &íègund® jwimicias de ua Real delcen- ^^a. &ndo ce o (como pkmen e de anos c e .) que lá de ile e lè Th onode mayo - Mage ade ,onde eynam ,e am ,ne a me ina ho a, inçando milhençoens ol^e à ecem nàcidaln an e, n^lhcaes mais e çi^syqueasde^acoh ekèbP imogenicode eus Ne os oVenw oíb con en em audades: como a-^epulsam hé áTè mdo e quecim€n o,a ioCeGheã aüiadaiaeino ia iácdas iémèianças. Amo e ,a«ida que esí ia o an-i Ai .gue^ 4?)^, "? ÍS s SXoadi i :OSolL u Pay Jacob, á L?>eHSd a^e^“™“E adlasdemayo Ammo g««^n^ Gme . 37. íi.- aos Filhos ;lá íe gozam de eus bens ,lâ lè ^^5^ memó ias^ Reno am emais.em emcllian esocca!» ,o e ÍT»™ aMa dóíno oabonsReys; &da£mMcom «„ e Bo ô (íomop^a-am . oa) queg^om aa dia , endo as elicidadesdo Filho »yconUde açam mai» láe am go7.ando melho o daiidoemcasaDeos,en eocho odoCeo,mm om ^ ^en e doVenósoíkbe emos a^ n#eno ^^^^ ^ O e o que pe ence J}a m cmnê Tm* damusy e Bommum conpmu . am pa icula ,, •ueneya w^- As pala as íàm lau <> {è oA í ice nam &pe a aíFump o iubido, mm» g•alke-lTes o eoí e e a am e qaec do sXe aped a unda, de ^no-peV«-. ou men al dei ei que e, Te ^^uem lou a?. Epo que lou- ponde a esGouzas: Qoe ^ ^H^Nós,.W^7«» : dda ya? Quem lo a» omos nes» S oda _ke Deos eia Quan q aTe aj 07mk Tm* emu u .- j Deaw;- em quan o Deos,.& em quan o Sephc : Pad eí, ; Senho 3 e Dommum’^ Opo que 1^®» ^l-2m ouaa o É emo» em quamoPay, ez hoje Pay ao no lb Pnnc^:^ can o ekam das pala as; nem eu íey dize mais, do que elías dizem.- Oconcu íõ do E angelho, &do myíle io em dia am ílngula ,nada de dizem dap ezen e acçam deg aças ,an es aajudam, &acompanham. OE angelhodiz, que o e ece am osReysaoRey nacido,Ou o,Incen-‘ i, íb,&My ha: Okule wi eiy^ nimTí^&Mj ham. Eoiiíy e io- oi, que no Incen o econheciam aCh i o eomo Deos;' no Ou o como Senho ;na Kly ha como mo al :^u oRegem ,Thu e Deum,My h» mo alem. Diz S. G ego io Papa, íè o e ecem ado açoens de inceníb, C ego .iía- como aDeos ,TeDeim laudamm :íè o e ecem ibu os de ou o, como ^ Senho , e Domisum cmjiíemu :Ce o& ece mynha. de moT úiáâdey *-- cômoamo al,ao que he immo al, &e e no, e Ò£ e mm Pa em om^ ni Te a em Mie . Vamos aoquep ome emos. ^IL COíneçando pella p imeha-pei^u lca QjKm lou a ?Digo ,ou o » no adize , que lou amos nós,& oda a Te a. E oda aTe a? pa ece que e a oz em o a do noííb cho o. lou emos nos ? lauâamus^ mui a aTam he a^ oda aTe a ?o mis Te a ' ene a u : Po que? Que ob igaçam em oda aTe a áP imogêni a de Po u- gal, pe a i da g aças aDeospello lèuNacimen o ?SePo ugal nam conhece ella ob igaçan ,sam ic conb^e; oda aTe a em ame ina ob igaçam de Po ugal, pea-que Po ugal he odaa-Te a. Po ugal, quan o ao Reyno ,he pa e de huma pa e da Tè^ na Eu opa :mas Po ugal;, quan o áMona chia^ he hum odo compoílo- de odas as qua o pa es da Te a, na Eu ojs,na Á ica ,na A ia ,na Ame ica; Faze eíl a demon açam, mm os compaíibs Géome icos em hum Ma- pa ,ou Es e a do Mundo, he mui o ecil :mas eu heya de aze has E- c ip u ás eg adas-, po que pa ece di ieul olb ;&peiaque lãibamos os Po uguezes quan as ob igaçoensde emos aDeos ,&quam an igas i :De^ogado o* Munda das Agoas do- düu io - e ma ^ cí^ oada Gam/:pí oda'a-TeiTa;.(ii idio 3: odâ Noe emi íes pa es-,, & epa ío as en e os es Filhos, que com; elle e íãl a am na- A ca Húma pa e deu ã Sem ,que e a. op imogêni o ^-ou a a- Ghan , que e a oíègundo ;&acag, 33.* e cei a aj^phe ,que e a oul imo; (^ande he na o dem da Di ina P o ideneia a en u a dos Filhos úl imos:; em Deos po b a5iam,& ? jncip£T( hon a-, de iia juíHça, eze dos p imei os úl imos, de íua; g andeza, Fed e Fílii )' eze dos ul imps p imei a. A i uceedeo ajaphe iànçoulhe aEen- Sam Ici pay Noe,.& di iè deila manei a: Diku DmJaghe i Filho meu 's^Te..,<ç= SJJa s apM e, que coub na s“ V: la e De ^We » &baln e n^ Te a ,& iam a T ’’°Ã‘ «Í SÍ g^I Ssm mo oa kdepolTui Ba u» imadeChan^ nem ndejap e. pu q^e gpo ^ n amsam, o. gundo &^í^;X“TaPWd«clí^01houlD, W <âíS pae a deUa.lêm enno.nem U, di e ;Dílaie DemJa he . ,-Rí.ncam de Noe ?q iem lo- Bem eW: o ^.m quel c cunap in ng andeM geoue apmme^ i^ e no piCTei oPomigue^quenu e no ÍT '±“' i!wuex c£. e i- F<w^ a -i-c^í' I.Bn 9,é‘ ala. Cen. IO. inàie^- led o-Bilho quÍTl e, c «Poaupenea,Fako5de .^^^=^ ep aJigiomi I ;a egaçoeoí.&Con^^_ jjüa a am po odas as. qua o paí“ ElpA-nao»»,6^d<^.Xgue esgEu op,,Ponugu««: es do immanio Globo da ína Aoíiica': íí e ii õ* na A iica, ^co í Fo ddas, co á bum nasTáaJe3,>o >elUcoxa,&nuoie o2a que ó{ e,& celeb a^-naj T om'ae as da Fama, qae e diia aíTe>, &e ende e amo po odas a» qua o pa es daTe a? Nenhuma. Nem os A ynos, nem-osPe ías, «enl os G egos, nem os Roman ». Ep qoe? Po que e a Bençam, e a He ança,e e Mo gado,c e Pa imoaio e a ó de ido aos Po u- guexe3,po ó íma ucce am dePays,& A os, de i ado eudi ei o, de NoeaJaphe , deJaphe aThubal, d€Thubaíanos,que omos eu8 Deícenden es ,&Succeííò es. -_ Nain poílò deixa de con i ma e a Bençam ,ou poaçam, (p que me nam ponliam plei o) com huma E c íp um |mblica ,& amhem ^^- g ada. C ePa ía chas an igos, como e am alumiados com E^i í o de P o ecia punham aíèus Filhos íaes nomes, que. neíl a íigni íca ani 3boa, ou má Fo una ja, &de eis DeTcenden á. AíB ô ez Adaia b o .Ku -^ íios ncaiks deCaii?,& Abel :aí i acob nos nomes de jQÍêph,4ç Ben- jamin :aí i Joíèph nos nomes de 'Ê aim, Sc Mánaílès. .Seguindo e e e iyap e ou e de po nome águe le 'íèu Filho. quin o, &chamo»- IbeTnubal. Mas que que dize "Inubal? P odigiozocazo! Thubaí, ianh. como dízèm odc® os 'in e p e es daipella p imei a LingOá (que -e a aT^ ^hius Heb aica) que dí'^j'O h i Munãanm: oxn xn de odo òMui * do yHomemde odo oO be Homem de oda a edondeza da Te a. Pois de odo óMiiiído, de odo oO be, de oda a edondezada Te a ma .A hum Home ? Si :po que e e Homem e a op imei o Fundad ci de g i.X í- Poeii^aí, e a-o>p imei o-P<M uguez, e a op imei o paj dos Po a- guezèsíaqueilesHome ^ no á eis, que nam a iam de c habi ado es dehu oaí&T e a^de kam oR^o, dehuma óP o incia, eo po os olea l. * ou os Homensí{êa3mde ódooMando,de odo oQ be, de odas se Sanã. quaT opa ô da Te a. Eaííí como oRomanoíè chama Romano, po - q ie he deRoma; 8 oG ego ík chama G ego, po que he de G eeia ; &oAle aaii e chama Aie aa a ,po que he de Alemanha :a i oPo u- ^ez íê'chaba;A iwí^OT» >: po que hede odà pMãO£Íqi &&€h«na Chèjã , poique he de coda á édc^eza daTèna. Ecomo oda aTe a he íynon^mo de Poi ugal, &os P H- uguezés pa e dominado es, |^e;í aí» 3c o es de c^ aTe a.,,po i ò no dia elkiâJm o, em que ôP i eipe ^€>c edePoí c^,ení oníe;! sq^ézeii aiçasi de cda aMona chíaq em lou a ; &agK íece akPeps o epne aea e.o elke Háciínea bdí ilaP imG^e ã aííazanshe,S db igaçam,qu€á -Acçam deG aças;- enha &con<:om aní ean. íxl3.3.TeiT3í. Vimesnds, imos odos os Po uguezes lou a aDecs; laudámu ? pois enha íHíí» ^^W l ao eD odaa-Tei aTeiimjQi lí í ís í^Éa-á^-í^w ^ •-í. T deCh i o, quando a ie am ádo a hòjéosReys^. .No^di^eys ep e en a a huma.p è do Munda O M^ídoieUe empo G^ a í ó de ms p^ ^j po que ainda os ^i ,Sam ioCac e ccn ado, &de cube o aqua a. EJTe he- ugu aeslhenam « es. Op imei oCe o ep e. Bei* hk BM s . L!• s» ^Ca ena. e ce^a ^:» ^*1^'^^ l :“ Sà dlija.S.Th« ; ' nas,&.Riq?^o- De ma . e ò ea a huma pa e lio Mundoj^ o®PdJi^ a,quandopS ugàl em ado* mas noNa«men o da ü? indpe «p e en a od^ ^qua o n7^-i esCo oas Se ne a. mad ugada 'ou eue naquelle -dia em « clice noya po oda aMona eina, PoW Ti » E «llas= Hu™. E. nam a ia áe i limni !_E all?p«a oOccideMe.a Ame edia P«» «E«Si<>» ».E “ PS:». III, «O «c ioa à odalTei^a De q^ ociiiiui . aa. - 1^- .«eniid , ne nome oe poupi Deos eenomede ab»*d^^^^__ ^ Senlia ,i>o que pode, quan oSnho , oe edw,emqd4 iT ôs aDeòsi«n qaa^ oD^ »« . ^í^^esxÍeuDeos,aque ó.DeçS, deu uc am ano o»P lMpc,po <lue Ibeaíleuiaem. ^_ —e'*« - «. I% ás do í, Cô íO^^e á^déiíâüKsíie be; Todos jain^oeoí j^ ándô que éín èa^âRCE ami oh iiiía^^^dé ma llhe do <01110 do de pa o. Pa id jIhi Mo esuí.pms ie0A. I aiasj iiiají a m-mssJokhn .J^ ei ú^yDolo esMpM i m em. Máspo l;» q ie adm-dopmo eja »ia emsíccid àas iadas e i^Çâí ídá ha bu- Badmmaj^. Eqúal he? AdmdeM l e elO&do -í aàóíde iãm e - Filhos. Ado de pa o, he do deMãyj âdo de iam ^JiihõS lie do da MSy, &mais doPay,ou dos que odezéjani e , &nam a a. Ado do pa o ,hedo de hüma bo ájado den-am è Fiíhós ,hc dp de òdá a i^jâ i €$ ia meíma mo e héma^ do ; pó |iie haip dé: dcíxa poi? e«ça oibea||Aí nam eia aqu^õs deixem. Ado do p^-J m Cémo ponde ouGh i o ,íie do &Gò í e eee á alèg id adóP dcnaía e Filhos, heds íêmconíblaçam, Jêm ali io, eoi emedio. Finalmen e, ádo do pa o, he do com que pode a ida ;ádo de nam e FilEõsi^he do que ma a. E es íkmos ei-mós po onde Rachel ex- plicou à íoadb íÚa ^^ílihe os,i Iio^m^o ia : Ja€Ób,^aime Filhos, enam héysk^md e . Que ei^nde ia J^ób ?Nmismd-pw-iyei ^o H n ?Rsíchél ,Cmeü po en u a I>èôs ?Diíc e a épcmi. Be nia íèy^- que Rachel diz aJacob;que lhe dè FÜhos :&Jacòb e ponde a Ra- chel ,que aamhe Deos. ,Comoíê didè a Jacób ;Dizei eie que òsdè jRlhos^ -põiqaeciezejais íè M5y;- &^u digo os^ que nam íbu Deos,. po que íôDÇos^poded».^ CiDeos <k pode dàíí-p ^uebeSenho j écdd Deqs òídá, ^ianidohè lê ldò,pc^que h eí^os Be aíé Filhò^' nam ba a ó Jâcoh,& Rachd ;henece i íòJácõb'’, Rachel, &mãis Deos. He e dade*, que Deos i aai dá Filhos íêm Jaco^ &Rachel ;que po -i lo in i uio õ inculo íàg ado do-Ma imonio :mas ambém he e éide, quéJacob, 8cRachel, o Déósj nam põdeíh e íílhosj* p i qüe eíe óà Dècè ídpe â íyeí&pòde éo lbSeiâio ; éDómmé ^- S e oou- ó pê aíyelía d^comoDéos; ííDé/ww. -E quãiiáol^os'; concede hòjeaonolloP incipe, oquenegouajacob; &ano lãPím- GSâ ,oqúe negou aRachel; azam,'& ob igaçam eme» delhe «i- • de in ink^g aep: de olou a cònK Deos; Tepeum iandísmm:^,, deòcon è&,como'^ihõ ;’ èJ)è^m»^é (^ê?w«j'. , ‘-j ’• G andes i iéí- ^ dé Hílíb e âíidádéi o'^^*» I5ebs;g ánde$^' má a ííhbíbs a o es <le íèu pòdeí ,eçi qüàn b- Senho , í ^ílDeós èico absimíicsP iacípes ,SÉaq o l oReyhQâC^é e edia más he ah- o mayó mm:^& an o-ma is ele an e eyo , -bqoehoje nos ez ,ná qüeè lcod^am^âíde ícíol o^b o-: ^Bcio, T al n. 47. ai. ij. Ine m 6. Ic/ n- 16, Gene , 30. Nunqusd Deus ego ji(m,au 'íice, & e e Dei ; ung ? Ce neUh , FiS: j g-Pa OÍx^Dou o Maxi io ^ o ^Pap :L„ W icÍoi&«acâ, <Me:nosou <»Paysl«JC^ ^Ja m um. A%oP iiic^dosPoe i»^ doÍeu^ugo oíMa i %K^adaem de m a ii^mm es. £a^(o guèhemais) S. JoamDo- ( e óeímoPad e í;^ ®6W c^ibaj.'<&& Maspo< oáí^lica 3côíio idade (p<^nam< i2e aing a idain)de algom õui^o e iao decon en en qoe pe ee a g a^AÍe in ei a^ p o^ ; p iadoE e aqPad eía iadê eP i l^éú í^ode^óenos cziàe^ &nain P i eogâi ó po que oiaeâBO Pad e; - kÍ'( uomín^^e m .a^^ * - */. - wCíe/jíj^mTííT a lynoCiojTOmonaTê aj ó OTiP injoge íí o: ' P imogêni o noCeo, oVe bo; P imogêni o naTma,Ch i o. A- g adeÇo o epa opelia epo a; ou a e ida pálo ejm p :ou i oquea mui os pa ecoá no id^e. Digo» que oj g aga p óp ia, &p <^n- üSma doE &noPad e; d«àosnop imei o Macimen o P imogêni a, &namP iínogem o;po que emDeds, al y no:Ceo, comonaTeaaa; a ly no Di ino ,como noHumaiio,pimei o heaPiímogeni a, que oP imogêni o. Fallo peih boca dasEíò^ipcu as làgmdas, &peílos e mosdeque u&n ol Au o esCanônicos de hum, &ou o Te a ÊKn è. Goinecem K pello CeOi.OEx:de iàíHcDno Ca- ^cU ia iic. j^. DeS ^ px Ao'í^^o:ex.o e^l í imiModi‘mR'mi£eni aa e.07K»em íi^ d/^ Min e p e- 'S.Pau o noj3api oIo i. aos Çolollení a •çí? m ^o De m míH P mogmi us el. im hms. comel h o mm-c ea u a. Ebaquio P imogêni o. Deíbi e,-que ja e- Lapide. Cm m.Ty in, mos€mDeò3P im<^ehi a,&P nnogeni Oi F. g í^l he p i-! dAemch. sduz.. oü e , mei ó, oP imogêni o,oíi>aP imc^eni a?- P imei o he.a, . P eo^ni a. PqiquêâP im ^ a, hé aSabedo iael em - Qai :oPnmogeni o, HeoVe bo, Sabedo ia pe lòal, &No :laà imsli SaU^ e i ioasd ;êc emDeos {como en inam odososTheologos) p i- di e díjpmam appella . ms oheoEÚ iicialjqueoNoc onal. Po i loaP imogeni- »j £ía mUsi& o.P iiaogeni o ham em,^ía ;AP imoge-, ^^p^iM^eSiPnmpg m aan e, omnemc ea u am:: oPnmo ; i>eiymüma»^èuu» jeni c» nam em,4w#«; T ??joge^uso»í»^c ea ií a..liw:aZi }>^^*^k^^ adicali,k Sc ou a Sabedo ia èmDeos im abã ena za ^ de ódò oé» S e óa^masd&J^o iaeyncíalcomp io idade i üdan-: «^e0 es;_5«^..Nam le,de €nhoéi âiliiúgiíi 'e£ ^p ÍG i- imiai^i íalidia p»* ~dQ;^l i í^ali^ides,'po ^eÃHoên ePoú osiÀc odos cy- 4ÂG»l4> ? »Un. +4- é- JSL. » - I hae . J. }ene . 3ene - 49. i. BJ g. 3. í«4.I. aem mo didos .ou e amFüiios, pcuama/wx ^ ^^yemcom igonamiey que 2 a ,ouaza dana u eza. ^™Sos,queheomayo axa de c BI e s Q-^o jgw c ». ci ^ ^. HoT M. í 'i»Mdi í>.^ Si^.y.i e:- E^ ham ' khi á oSol •hoje de abo oou em man imasa oeiuimu^ .j-- S^oFni o; que empieoFnuo em p^do ><>£« deF «. daiâamá ecunda Rebecea dom pa os dehumTe^, 6í a egí^ bquee aTacob, ahiopegadono pé do p imei o. Op imei opai o leAo do^ egundo; Sco egundo, como u o, io Vi á o 4undo,& eUci imopa o aposopnmei o: an es dig^ uLo pLe4 ja em começadoí i ; po que a lo heí^ om^^ ido do^u o. Aí y oen ende am aquellesdi c e os La ado es, bem m mados da na u aa ,quandodi e am :^g eãmmw mag m ,& i- 3ue nós abe oosdezeja . Lá diz oETangelho dosno osMayoies. bía caza deBeaçâ i p imei o be aFiiba, que oVamm Fil^e a do In an e Dom Dua e, &na a Filho ,aSe emí ima Senho a DonaCa;- he ina^& ne a Filha u en ouDeosae pe ança, Scdepoíi ou o c- medio de Po ugal. Em quan o nam ie oPnmogem o,^a e^ He dei a ;çomooP imogêni o lhe oma a angu^a ,Eu- opaí ób equem abade le a po Senho a. HèE elk de e dia, q » anda am a ^s eüa-nam é humRey. enammui os. .Equan amz^ e ám odas, as Ço oasdo Mundo de ap e ende pe a Rainha ,pois ne P inceza de an as p endas, como ja hoje começamos aye IMui o nigna ,mui o dilç e a ,mui o igilan e >mükp libe ai ,,&iob e uao mui o ai o écida. doCeo. Tambenigna,^ £^de amRcal í ie em n.oyo^s^.es j.que .e e e amdeipo ^ad^c ocom Ram^ [oQa Sen eo á ,nunm-ihe deu -a meno moièí a; SDamdi c m ,«^ am ai a ele óm» qúe ç coiheo omelho ,&mayo dia do Anno, ^ * 'n^mais Gm . » «^“”.‘”^£S&SíCón n»s&s, e eceolioM „diz oT“- amdoPaj . ?”S^eía°compo içain íeannoscom anoos ,&e a Filho nace , ay a^dado Paycaminhandope a oOcca o, m^no dia, emqnenace oFüho, oma a ida do Páyanace ,&po e np Onen e P ome «o De»,.aRayE»*j.a,cge^ Adu aça l da noíTa ida, mede e pello c y o do Sol. Pois e ocu íb d Sol he amedida da ida humana,$c Deos que ia ac ecen a a ida ao Rey; pa ece que oSol a ia de i adian e, ôcnam oma a a-zyia ece quea ia de càminha ao Occa o, &nam ol a ao O icme. E le heo my e io ,&ae emada pin u a do que ou dizendo. Omoao na^ al, comque Deos ac ecen a os annos aos Homens, he unincoa ida dos FÜhosá ida dosPays,& enacendo ou a ez os Pays no o dos Filhos :&po i o a ida dos Pays ,que guindo ocu ío do Sol ay caminhando ao Occa o, pello= milag e na u al do nacimen o dos Filhos, omade epen ea az,& íèpoem ou a ez no O ien e. A aça daquelle Relogio dehRey Achaz e a huma elcada ab icada com al a i icio ,que aíomb a do Sol em cada ho a hia decendo hum dcg ao. E a e cada,ou a omb a delía,he ano íàyida: de deg aoem deg ao ay decendo íèmp e, &caminhandope a oOcca o. Masa ida dosPays, nodia do naeimen o dos Filhos, oma ou a ez a ubi aèí :ada,Sc a e epo de ao o no p imei o deg ao. Tal he, com na u al ma a- iiha ,oe ado, em que ne e en u o o dia e acha a ida ,que Dec» gua de,do no lò eíici limo P incipe. Hon em á a de hia^ndo S. A. ospés nosdeg aos in e, &hum (k ida: hoje ccmi oNacimen oda belli ima Succe o a ,e á ou a ez epo o no p imei o deg ao dell^ pe a começa a i e de no o. Hon em hiaíubindoo no loSol pe a DZeni h dos annos com paí o len o :hoje, com oNacimen o da no a Au o a,des azendo uhi amcn e ês l^has ,que am ehzmen e inha andado, amanheceImunda ez enaciáo ,em no o ,& ecip oco O i- en e. Dêmos logo op abem ne aduphcada elicidade ane lo Au- gu ií imo Mona eha,nam ó do Nacimen odaíua P imogêni a,íè* íiam ^be íi .^^|||^ Naçimen ojpois- hoje nace ou a e2 nella. I ai. 58. S. Bie oa. Cy il. ih- cop. Aym. Ly an. Hw* go. Adam, Cam L S mcheÇ Ch i o aMy ha,como a epa agOT aa cíTaodoomy mono ibu o. Jn^p b^.ciiüm na olm ^^a' con e a i» a^ma u cam s m i a e 2i a ío. Mus e amo alidade e epa a,4e e modo, pella My iia, mui o mel^ e mpá a peUa Sue ce lkm •po que aMy ha immo aüza omo al depoisda mo e ,&a Succe am immo d izâ, &e e nizaòmo al comno ^,&c ^mua- das idas. Razam he logõ,quenodia,emqué e epn lCipioc ai í^ cidade.nds odos, & oda aTé a comno eo ,demos immo«a^6c e e nasg aças ao E e no Pad e, pella iinmo aUdade,&e^idadeda no lb P íncipe; pois com os p imei os penho es da eiiciüimaSaGcel- Cam ,a y comoem quan o Pay, o ez Pay ;a íy emquan o&emOjo, começa a az^ E e no :ie Pa em omm Tiu a ‘um a u , Aíâbouíè o e ío do no lo cho o, 6c eu enho acabado. -VI. ES asíàm emb e e ummá (Co e, Nob eza; &Pè oyen u p- i imo de Po ugal) as mo-cès, &Bícidades, po que ne elllu- i limo,‘& Real Cong eíTo, nos ajun amos odosem oiemne acçani: de g aças, alou a , &glo i ica ao Ihp emo Au o de odososbens^ ne e di o i i lo ,6c am dezejado dia jCo oade odososqué emo^ i o , endo i o an os ,& am g andes. TT es dias nd a dmen é- g andes e e Po ugal ne e íèculo am cheode no idades, ema ino* aque odos, quaíi, omos p ezen es. Op imei o oy odia da Accia- maçam :oíègundo, odia d^ Pazes: o e cei o, el edia ob e odos; ièlice, do Nacimen oda noSaP imogêni a. Nodia da Aedamaçam, deunos Deos oReyno du idoíõi no dia das Pazes, deunos oReyno. lègu o ;no dia de hoje, danos oReyno pe pe uado. Nop imei o diá,. deunosoReyno que oy :noíègundo, oReynoque he :ne e e cei o,, oReyno que hade íc . No p imei o dia, deunos oReyno de no lbs. Pays: no egÜBdp,{ièunosoRèjmo;je a;nóáí:i eííe' eàei® danoso Reyno pe â hoííb® E e eeadén ei ^ a há e"po^m goza e e bem, po que o am ;os u u osninda onam podem goza , po que- namíãmínds omos oosque ogozamos,po que omoa am enCu o- lòs,qüe i emos ne aE a, Nam ejamos ing a os ahum Deos am, bom,queíèm-ma:ecunen os no o^ an ss&b e; enias © eníâsjnos az. a« e >Sí-;£:íij -