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Exploring Urban Interventions through Computational tools: genetic algorithm and urban connection patterns

Rodrigues Alves, Manoel; Martins Abdalla, Álvaro; Tapia Martín, Carlos

Abstract

This paper presents a particular approach to design processes in urban design, in a transdisciplinary environment. Exploring geotechnologies, information and communication technologies, artificial intelligence techniques and experimental softwares (fuzzy logic and generic algorithm), the workshop “Generation of Urban Connection Patterns”, developed by IAU-USP (Brazil) and ETSA-US (Spain), aimed: to investigate urban space connection patterns in areas of environmental and social vulnerability; to explore formal arrangements in urban design; to foster academic exchange and possibilities of collaborative workshops. The article also discusses the role of computational tools and the implementation of in-person and non-presential methods in the teaching/learning process.

Full text

1 xxii cong esso da sociedade ibe oame icana de g á ica digi al 22 h con e ence o he ibe oame ican socie y o digi al g aphics 07|08|09|no emb o|2018 iau usp | são ca los | sp b Explo ing U ban In e en ions h ough Compu a ional ools: gene ic algo i hm and u ban connec ion pa e ns Manoel Rod igues Al es Ins i u o de A qui e u a e U banismo: Uni e sidade de São Paulo | B asil | m [email protected] Al a o Ma ins Abdalla Escola de Engenha ia São Ca los: Uni e sidade de São Paulo | B asil | p al a [email protected] Ca los Tapia Escuela Técnica Supe io de A qui ec u a: Uni e sidad de Se illa | Espanha | a [email protected] Abs ac This pape p esen s a pa icula app oach o design p ocesses in u ban design, in a ansdisciplina y en i onmen . Explo ing geo echnologies, in o ma ion and communica ion echnologies, a i icial in elligence echniques and expe imen al so wa es ( uzzy logic and gene ic algo i hm), he wo kshop “Gene a ion o U ban Connec ion Pa e ns”, de eloped by IAU-USP (B azil) and ETSA-US (Spain), aimed: o in es iga e u ban space connec ion pa e ns in a eas o en i onmen al and social ulne abili y; o explo e o mal a angemen s in u ban design; o os e academic exchange and possibili ies o collabo a i e wo kshops. The a icle also discusses he ole o compu a ional ools and he implemen a ion o in-pe son and non-p esen ial me hods in he eaching/lea ning p ocess. Keywo ds: T ansdisciplina i y; Teaching and Lea ning; Gene ic Algo i hm; U ban Connec ion Pa e ns; U ban Design. INTRODUÇÃO Explo ando écnicas de in eligência a i icial, e amen al de ecnologia da in o mação e comunicação e o emp ego de geo ecnologias e de so wa es expe imen ais (lógica uzzy e algo i mo gené ico), o wo kshop p oje ual “Ge ação de Pad ões U banos de Conexão”, desen ol ido em disciplina de g aduação do Ins i u o de A qui e u a e U banismo da Uni e sidade de São Paulo (IAU-USP, B asil) e da Escuela Técnica Supe io de A qui ec u a da Uni e sidad de Se illa (ETSA-US, Espanha), in es igou p ocessos e p ocedimen os p oje uais em a qui e u a e u banismo obje i ando: a explo ação p oje ual de p opos as u banas em ambien e ansdisciplina colabo a i o; o desen ol imen o de pad ões u banos, mo ológicos e o mais, de conexão en e di e en es es u u as u banas; a explo ação de pa âme os u banís icos na o imização de a anjos o mais; po encializa o in e câmbio acadêmico, discen e e docen e. P oblema izando aspec os da p á ica pedagógica no campo da a qui e u a e do u banismo, em seu início, o a igo a gumen a da impo ância de se explo a possibilidades al e na i as pa a a o mação de a qui e os, Após con ex ualiza e desc e e a a i idade didá ica e a me odologia ado ada, o ex o, em sua pa e inal, analisa limi es e po encialidades das p á icas e expe imen ações do wo kshop, em pa icula do e amen al compu acional emp egado e dos p ocessos e p ocedimen os p oje uais ado ados na implemen ação de mé odos de ensino / ap endizagem p esenciais e não-p esenciais. CONTEXTUALIZAÇÃO Em g ande medida, boa pa e das p oposições ela i as a p á icas pedagógicas e me odologias didá icas que se encon am na li e a u a sob e o ensino de a qui e u a e u banismo não p omo em uma e lexão in eg al sob e a o mação do a qui e o. Re is as e cong essos publicam, como al e na i as, p á icas docen es que, se limi ando a exempli ica o exe cício da a qui e u a e do u banismo, não pa ecem comp ende , ou que e diagnos ica o que acon ece em nosso empo. Uma b e e e isão, desde os inais do século XIX a é nossos dias, pode cons a a a pe manen e al a de co espondência en e o que a a qui e u a az e a sociedade que a albe ga, a o esse que se desdob a em uma o mação (cu sos) que mais pa ece asumi o papel de cen os de ades amen o de a qui e os. Assim o explicam, po exemplo, g andes igu as que con ibuí am na cons ução do meio acadêmico em sua sociedade, como Jean Laba u e Robe Gu man em P ince on, Luis Moya em Mad id, Da cy Ribei o em B asilia, John Hedjuk na Coope Union, ou ainda Al in Boya ski na A chi ec u al Associa ion – cujo plano de es udos dos anos 50 do século passado se di e encia a do modelo de ensino da Bauhaus pela es u u a hie á quica de “cápsulas” o denadas pela ampli ude de unidades emá icas (casa, quad a, equipamen o público, indus ial, bai o, cidade). Kenne h F amp on (Mi áso á, 2014) quali ica essa ap oximação de Boya ski como básica pa a um ensina que se p opunha a ab i caminhos e inaugu a no as p á icas a qui e ônicas, a gumen o esse que pe manece nos p oje os pedagógicos e planos de es udo de a qui e u a da segunda década do século XXI. Zygmun Bauman (Bauman, 2007) obse a, em elação aos desa ios que hoje se colocam, que o ensino, ao depa a - se com a “sínd ome da impaciência” ( de uma acele ação de udo a odo cus o), me amen e p omo e a 2 22 h CONFERENCE OF THE IBEROAMERICAN SOCIETY OF DIGITAL GRAPHICS ap endizagem do que de e á se pos o em p á ica na p o issão – aduzindo, conc e amen e, obje i os docen es de semes es de 15/17 semanas. Um modelo de ensino que, po não explo a possibilidades de mé odos de ensino/ap endizagem, a i ica a opinião de Bauman quan o a obsolescência de p á icas didá icas e pedagógicas emp egadas pa a en en a os desa ios da educação. Desa ios esses que, obse ando educação enquan o o ma de ecupe a uma condição de conhecimen o du adou o, ca ac e izam uma ques ão ince a: como p epa a os es udan es de a qui e u a a e le i em sob e esses p ocessos (de acele ação) que condicionam, no mínimo impac am, ans o mações da sociedade e da noção de cidade, po an o, a p á ica p o issional da a qui e u a? Obse a-se, na o mação do a qui e o e do u banis a, o ma asmo de uma co en e impe an e de p opos as docen es de 'ino ação' que se ca ac e izam pela 'p o usão' men al de conhecimen os assimilados, an es mesmo de se em pos os (e p o ados) em p á ica. De a o, ia de eg a, o ambien e de o mação e os espaços de ensino/ap endizagem se cons i uem, como um odo, em um p odu o de consumo, ensimesmado e e ême o, em ce os meios ma cados pela imagem. Como en ão p ocede o ap ende a ap eende , a comp eende , a pensa , a assumi p oblemá icas e a p opo a p odução de a qui e u a? Ou seja, e le i , da a pensa an es que ecni ica em compe ências especí icas. En endemos adequado e necessá io explo a o desen ol imen o de ambien e colabo a i o ansdisciplina de ensino / ap endizagem, enquan o p ocesso e ins umen o de p odução do conhecimen o. Nesse con ex o, o wo kshop p oje ual “Ge ação de Pad ões U banos de Conexão” buscou p omo e a ins umen alização dos es udan es no desen ol imen o de um olha c í ico na análise de p oblemá icas con empo âneas da cidade e do ambien e u bano - não só de sua lei u a e ap eensão, mas ambém de sua concepção e p ocessos de desenho. Essa abo dagem deco e de en endimen o de que a ansdisciplina idade, e mo de Jean Piage ao p incípio dos anos 70, e e en e ao en endimen o do mundo de hoje, pode possibili a , em elação ao pensa e aze a qui e ônico, a cons ução de pon es, a iculações en e ciências e humanidades, pensando den o e en e a a e, a ecnologia, a ciência e a iloso ia. Pa a Nicolescu (Nicolescu, 2013), a ansdisciplina idade comp eende ês pos ulados: a exis ência de ní eis de ealidade, a lógica do e ium da u e a complexidade. A ansdisciplina idade apon a pa a a unidade do conhecimen o, obje i ando es imula uma comp eensão da ealidade que a icule elemen os que passam en e, ademais de uma busca de comp eensão do mundo eal. Po an o, não só signi ica que os con eúdos disciplina es (não necessa iamen e o ganizados em disciplinas) se a iculam e colabo am en e si, mas que exis e um pensamen o o ganizado que sob epassa as p óp ias ma é ias di e en emen e: da mul idisciplina idade, conjun o de disciplinas abalhadas simul aneamen e que não p omo e as elações que possam exis i en e elas, uma ez que condicionado po um sis ema de um só ní el e de obje i os únicos, sem coope ação; ou da in e disciplina idade, que apesa de p omo e um ce o ní el de ag upamen o e jus aposição de ma é ias/disciplinas e, po an o, exp essa um ce o g au de elações en e elas, cons i ui-se enquan o sis ema de disciplinas de um só ní el, de uma mesma hie a quia. No con ex o desse en endimen o, e conside ando que a ansdisciplina idade demanda um pensamen o o ganizado , o wo kshop buscou aplica e lexi amen e a noção de ansdisciplina idade de modo a explo a p á icas al e na i as pa a o ensino p oje ual no campo da A qui e u a e do U banismo. Tendo como e e ência a p oblema ização de uma cidade que se ca ac e iza mais pela in ensidade do que pela densidade, em que se de ec a um in e esse pa icula po sua delimi ação inal, sua ‘u ban inge’, o wo kshop se es u u ou na pe gun a: é possí el de ini o limi e da cidade ou es abelece pad ões de a iculação do espaço u bano? Pe gun a essa que em sua p oblema ização, em unção da á ea de abalho e do pe il dos alunos, conside ou ambém que na cidade obse am-se dis inções e singula idades en e o caso eu opeu, em que as es u u as medie ais se essen em do encon o com as inse ções ab is, e o la ino- ame icano, em que o esp aiamen o e a expansão u bana ca ac e izam um p ocesso de pe i e ialização. Em ambos os casos, a expansão das cidades e/ou a obsolescência de suas es u u as u banas, ge a am dis in os ipos de azios u banos, ísicos e sociais, que condicionam uma cidade de ecidos e es u u as u banas e bolsões desa iculados; uma cidade em que e ei os da me opolização, de dis in as escalas, impac am e demandam a e isão de desen ol imen o de p opos as u banas e de seus p ocessos. T a a-se não apenas de supe a dogmas do ensino p oje ual, mas ambém de explo a os limi es do p oje o u bano na supe ação de um u banismo acassado de planos de longo p azo. De explo a um desenho u bano que (na acepção do e mo u ban design) dinâmico e abe o a ede inição de p ocessos que, po meio de uma sucessão de ações p oje uais imaginadas (e não de inidas desde o p incípio), po encializem in e esses singula es. No wo kshop, a explo ação pa amé ica de p opos as u banas, que podem possibili a a cons ução de um ou o en oque que conside e o desenho u bano não como um p odu o de i ado exclusi amen e da o ma, unção ou do meio ambien e, mas sim como um p odu o das elações en e os di e sos elemen os de um sis ema mais complexo que é a p óp ia cidade. Pa ick Schumache , obs inado em da sen ido ao que chama pa ame icismo, apo a ques ões que, po um lado, ilus am a complexidade dos p ocedimen os a qui e ônicos, mas, po ou o, não ão além, não supe am o deba e pelo es ilo. Se o he dei o do es udio Zaha Hadid A chi ec s que es abelece uma supos a ia imu á el da a qui e u a, que culmina com a e olução es ilís ica dos pa e ns, assemelhando es a ope ação a uma Mode nidade do século XXI, ha e á de jus i ica esse a gumen o mais cla amen e apesa da imensa quan idade de a igos em que in es e pa a isso. Os pa âme os da o ma, da unção e do meio ambien e de em es a in e - elacionados aos pa âme os de con igu ação do espaço. O U banismo Pa amé ico pode ambém auxilia na cons ução de ou as lógicas de desenho u bano que explo em no as écnicas de a iação e di e enciação o mal – po exemplo, po meio de écnicas de de o mação como geome ias cu as complexas de linhas splines e supe icies NURBS. Lógicas explo a ó ias de amas de a iculação do ecido u bano de no os p oje os aos ecidos 3 p eexis en es que in es iguem pad ões e possibilidades de conexão da ama u bana em seu conjun o. In es igando a pe inência de de inição dos limi es, das bo das da cidade e do es abelecimen o de pad ões de a iculação do espaço u bano, o wo kshop “Ge ação de Pad ões U banos de Conexão”, abalhou con eúdos da a qui e u a e do u banismo, explo ando noções da geomá ica e da ae onáu ica na in es igação p oje ual. Pa a an o, explo ou a ansdisciplina idade na expe imen ação de p ocessos de ensino/ap endizagem e p ocedimen os p oje uais pa ame icizados (em a qui e u a e u banismo) po meio do emp ego de écnicas de in eligência a i icial (IA) e ecnologia da in o mação e comunicação (TIC) na aplicação conjun a de: En opia Es a ís ica (EE); Desdob amen o da Função de Qualidade (QFD); Lógica Fuzzy (LF); e Algo i mo Gené ico (AG), associado ao uso de geo ecnologias e a u ilização de modelado de sólidos. De a o, p oblema izando a ge ação de pad ões de conexão en e ecidos u banos dis in os nas ‘bo das’ da cidade, p omo endo a in e p e ação de dados de Big Da a median e o uso de App pa a And oid MAPin , aplicando algo i mos gené icos e e le indo sob e cha es da con empo aneidade po meio do emp ego de me odologia de p oje ação que pe mi e o con ole do p ocesso e a modelação de esul ados – mas não, em absolu o, a “au oma ização” ou o “engessamen o” das soluções de p oje o -, se apo ou aos es udan es uma isão es imulan e, do que possa se hoje en endido e p a icado na in es igação de soluções pa a um p oblema u bano. No caso, o desen ol imen o de p opos as pa a a ea iculação de ecidos u banos dis in os, si uados em á ea de ulne abilidade social e ambien al da cidade de Se ilha, na bo da oes e da Ilha da Ca uja. Os p ocessos de expe imen ação p oje ual comp eende am ês ases: uma, de o mulação de equisi os e especi icações de p oje o e e en es a c i é ios, pa âme os e a iá eis a qui e ônicas (condições de con o no po meio de lógica Fuzzy e en opia es a ís ica); ou a concei ual, de a aliação do desen ol imen o do p oje o e dos pa âme os emp egados no algo i mo gené ico; e uma e cei a de análise das soluções e de inição de di e izes de desen ol imen o com a e en ual ede inição dos pa âme os u banís icos. Es udos ecen es iden i icam subca ego ias a qui e ônicas deco en es da in es igação com di e en es écnicas de ge ação digi al. São a qui e u as digi ais es u u adas com base nos concei os de: espaço opológico (a qui e u a opológica); supe icies isomo as (a qui e u a isomo a); cinemá ica e dinâmica de mo imen o (a qui e u a animada); animação (a qui e u a me amó ica); desenho pa amé ico (a qui e u a pa amé ica); e algo i mos gené icos (a qui e u a e olu i a, capacidade de ans o mação). O wo kshop explo ou, p incipalmen e, o úl imo dos concei os, associado a p ocedimen os de pa ame ização. Um algo i mo gené ico é a aplicação dos concei os da eo ía de e olução da winiana em um meio in o macional. Do mesmo modo que a na u eza ge a, seleciona e combina os indi íduos com o im de ge a mais p obabilidades de sob e i e , o emp ego de um algo i mo gené ico comp ende a seleção e combinação de al e na i as pa a a o imização da solução de um p oblema. Essa possibilidade oi explo ada po uma sé ie de passos, guiados po pa áme os p é-de e minados, po meio do emp ego de so wa e de o imização pa a soluções o mais pa ame icizadas: o Kaipi a. Associado ao emp ego de so wa e de modelação de sólidos (SolidWo ks), o Kaipi a possibili ou o e inamen o con ínuo das soluções p oje uais a pa i da e en ual e isão, a c i e io de cada g upo de abalho, dos pa âme os de i e ação e u banís icos emp egados. METODOLOGIA O wo kshop possibili ou a expe imen ação de mé odos ino ado es no desen ol imen o p oje os u banos, conside ando que a aplicação do e amen al compu acional de e se en endido como meio, e não como um im em si mesmo ( e lexi idade ansdisciplina ). In oduzindo os alunos a p ocessos p oje uais, a é ce o pon o expe imen ais, o wo kshop in es igou p ocedimen os de ensino / ap endizagem que possibili assem a explo ação de p á icas não usuais no desen ol imen o de soluções de p oje o. . Com o obje i o de po encializa a aquisição e p odução de conhecimen o, os es udan es o am con idados, em um ambien e de expe imen ação de abo dagens eó icas e e amen as mul imeios, a emp ega em o mas não- linea es de cons ução e ap esen ação de suas ideias, bem como a a alia não apenas p ocessos e p ocedimen os p oje uais mas ambém, po meio de explo ações o mais opológicas, possí eis expe imen ações na a i as de linguagens a qui e ônicas ( e Fig. 1). O wo kshop con ou com a pa icipação de docen es das á eas de ae onáu ica, a qui e u a, geomá ica e u banismo, os p o esso es Al a o Abdalla (EESC-USP), Manoel Rod igues Al es e Ma cel Fan in (IAU-USP) e Ca los Tapia (ETSA-US). As a i idades didá icas, di e sas ezes po ideocon e ência, comp eende am aulas exposi i as, labo a o iais (capaci ação dos alunos em e amen as compu acionais) e a i idades de a elie (desen ol imen o de p opos as, discussão e ap esen ação dos abalhos),. Os abalhos o am desen ol idos po g upos de 6 alunos de ambos os cu sos de a qui e u a e u banismo (3 de Se ilha e 3 de São Ca los), implicando an o no desen ol imen o de a i idades especí icas em cada sede quan o em abalho colabo a i o em ho á ios ex aclasse, a c i é io de cada g upo. O p og ama da disciplina comp eendeu: 1. in odução e p oblema ização do emp ego de geo ecnologias, explo ações o mais e a iações pa amé icas, lógica uzzy, (LF) e En opia Es a ís ica (EE, associada a pa ame ização do p oje o), Desdob amen o da Função de Qualidade (QFD, na adução de in o mação subje i a e de equisi os pa a núme os eais) e Algo i mo Gené ico; 2. in odução ao Kaipi a e explo ação de possibilidades o mais po meio de modelado es de sólidos; 3. p ocessos p oje uais, es udo de casos e explo ação p oje ual em a elie ; 4. em elação aos con eúdos eó icos, imaginá io e paisagem da cidade con empo ânea e aspec os do p ocesso de u banização de Se ilha e São Paulo, e olução mo ológica e social. 4 22 h CONFERENCE OF THE IBEROAMERICAN SOCIETY OF DIGITAL GRAPHICS Figu a 1: Tela de Cálculo do Algo i mo Gené ico do Caipi a. Modelação idimensional de p opos a em desen ol imen o (SolidWo ks). . Na cons ução da base de dados e na manipulação da in o mação espacial se ado o , em i ude de sua acilidade de manejo, eque e um meno empo de capaci ação e demanda apenas conhecimen os básicos dos es udan es na in e p e ação de imagens panc omá icas com 1.65 me os de esolução espacial do sa éli e Geo Eye, o so wa e de Google Ea h. O p ocedimen o que se seguiu oi a con e são de a qui o geo e e enciado de es i shape ile com o ma o kml/Google e a inco po ação desses a qui os na base de dados de modo a pe mi i , po meio da inco po ação de dados geo e e enciados (equipamen os e se iços públicos u banos, hid og a ía, á eas e des, den e ou os), a supe posição e análise de ca ac e ís icas da á ea de es udo em Se ilha. Essa base de dados oi a mazenada em o ma o kml e disponibilizada aos es udan es obje i ando con ibui com a análise das di e izes de p oje o e o emp ego de MAPin (aplica i o de And oid pa a a i idades de campo), incluindo supo e GPS pa a a cole a, g a ação e classi icação de in o mações. Po meio de sua alo ação, essas in o mações possibili a am a p odução de ca og a ia e e en e a segu ança e con li os po enciais, inse ção e p odução habi acional, p oblemas ambien ais e pad ão mo ológico e a composição socioespacial e uncional do ecido u bano ( e Fig. 2). Figu a 2: Dados geo e e enciados, aplicação do MAPin sob e Google Ea h. Mapa de P elimina de Po encialidades. O Kaipi a, e amen a de simulação compu acional desen ol ida em ambien e Mic oso Vi ual Basic emp egado na disciplina en ende, na u ilização dos dados pa a o desen ol imen o de possibilidades: heu ís ica, como conjun o de eg as e p ocedimen os que simpli icam a busca po soluções em domínios que são pouco comp eendidos - de modo que a de inição de uma unção heu ís ica possa le a a uma solução sa is a ó ia sem comp ome imen o de p ocessos decisó ios; e pad ões es ocás icos como aqueles que êm o igem em p ocessos não de e minís icos, com o igem em e en os alea ó ios e que pe mi em enuncia p obabilidades - pad ões esses u ilizados pelo Kaipi a. O Kaipi a cons i ui-se enquan o pla a o ma de "o imização mul i-obje i a" con ínua. Pa a an o, abalha com ês módulos, EE, QFD e LF, possibili ando a seleção e o ien ação das a iá eis a se em o imizadas no p oje o, bem como a a aliação e classi icação, pelo usuá io, da impo ância das necessidades do p oje o. Pos e io men e, a aplicação do AG possibili a a o imização ponde ada de uma con igu ação inicial. O algo i mo gené ico, mé odo p obabilís ico mul iobje i o e mul idisciplina que ap esen a boa a edu a do domínio de soluções dos p oblemas conside ados, é u ilizado pelo Kaipi a conside ando 5 e apas: 1. Codi icação, c iação da população e c omossomos, pela qual se buscam as soluções com maio ap idão (cada g upo de soluções é en endido como "populações" ge adas, aduzidas em núme o de c omossomos e sequências gené icas com as quais se deseja abalha , que podem se ede inidas po meio de i e ação); 2. Seleção e Rep odução, e e en e ao núme o de ep oduções que se deseja ealiza en e as populações ge adas; 3. C uzamen o, e apa onde as populações são c uzadas e é ei a a ecombinação e oca alea ó ia en e o ma e ial gené ico pe encen e aos casais selecionados (c osso e ). 4. Mu ação, e apa que, a pa i dos c uzamen os, pe mi e a ecombinação das ca ac e ís icas mais p omisso as do p oje o (semp e a c i é io do p oje is a), com a ge ação de uma no a população e o consequen e desen ol imen o de uma no a simulação do p oje o, uma ez que o núme o de ge ações a se abalhado é inde e minado (cabe ao p oje is a de ini-lo); 5.Eli ismo, que pe mi e a seleção de uma po cen agem dos melho es indi íduos de uma ge ação de o ma a man e uma boa he ança gené ica e e i a a pe da de es u u a de al a ap idão em ge ações pos e io es. Es e úl imo módulo do Kaipi a ap esen a in e ace com so wa e de CAD - In e cad 3D - e modelado de sólidos idimensional - Solid Wo ks ( e Fig. 3). 5 Figu a 3: Fluxog ama do Caipi a. Após de inição do Plano de Massas, a u ilização do Kaipi a deu-se con o me a iá eis e pa âme os u banís icos, espec i amen e: la gu a, comp imen o, aio e al u a da edi icação; coe icien e de ap o ei amen o e axas de ocupação e pe meabilidade ( e Figs. 4 e 5). Figu as 4 e 5: P opos as inais, em que se obse a o emp ego de a gumen os p oje uais e do modelado de sólidos . . RESULTADOS E CONCLUSÕES O wo kshop “Ge ação de Pad ões U banos de Conexão”, que pode se quali icado como expe imen al, exp essando um pensamen o p oje ual singula deco en e do emp ego de écnicas p oje uais ino ado as, possibili ou não apenas a p á ica de me odologias didá icas não usuais, mas ambém o e inamen o de e amen as p oje uais e a expe imen ação com abalho colabo a i o a dis ância. Os p ocessos de expe imen ação p oje ual comp eende am ês ases: e apa 1, o mulação de equisi os e especi icações de p oje o ela i os a c i é ios e a iá eis a qui e ônicas; e apa 2, concei ual, de a aliação dos pa âme os emp egados no algo i mo gené ico pa a o desen ol imen o do p oje o; e apa 3, análise das soluções e de de inição das di e izes de desen ol imen o das soluções a qui e ônicas. As p á icas e expe imen ações do wo kshop pe mi i am comp o a que o e amen al compu acional emp egado cons i ui um impo an e ins umen o de ge enciamen o do conhecimen o e possibili a o desen ol imen o de no as abo dagens pa a a o mação de um a qui e o. Independen emen e das di iculdades na oca de con eúdos eó icos en e cu sos dis in os, an o po ques ões do p oje o polí ico-pedagógico de cada cu so ou em unção do uso ho á io, os esul ados ap esen ados o am mui o sa is a ó ios em á ios aspec os, mais p ecisamen e: no desen ol imen o de um pensamen o in eg ado pa a o p oje o a qui e ônico, an o pelo uso de écnicas e p ocedimen os p oje uais não usuais e ino ado es, como pela oca de con eúdos em ambien e de ca ac e ís ica ansdisciplina ; no eedback pa a o ape eiçoamen o de e amen as e écnicas p oje uais expe imen ais; na p á ica de me odologias de ensino não o diná ias pa a a i idades p oje uais; na expe imen ação com o abalho colabo a i o a dis ância; e no c escimen o e consolidação de in e câmbio acadêmico. Além disso, apesa das di iculdades deco en es de agendas dis in as, a p opos a de ag upa os es udan es em g upos mis os, que combina am memb os da ETSA-US e do IAU-USP, mos ou-se ace ada possibili ando uma oca acadêmica que en iqueceu as decisões de p oje o, uma ez que as mesmas es a am semp e subme idas a c i é ios e pa âme os u banís icos na análise de esul ados. Toda ia, se po um lado Tecnologias de In o mação e Comunicação (TICs) e écnicas de In eligência A i icial (IA) ab em no as possibilidades pa a o desen ol imen o de con eúdos écnicos, eó icos e cien í icos e po encializam a in e ação en e di e en es agen es, po ou o, o emp ego dessas écnicas demons am a necessidade de in es igação de ques ões que pe manecem po esponde . DISCUSSÃO Po an o, es a ia aqui, independen emen e da necessidade de explicações mais p olixas des e b e e ex o, deixa eme gi algumas dú idas p óp ias quan o: ao p ocesso de implemen ação de mé odos de ensino / ap endizagem, p esenciais e não-p esenciais, que con emplem comunicações sínc onas e assínc onas; e ao papel das TICs e de écnicas de In eligência A i icial na educação a qui e ônica. O wo kshop buscou, po um lado, supe a limi es e di iculdades do ensino de p oje o ( a os) e, po ou o, Requisi os QFD Banco de Dados En opia Es a ís ica Lógica Fuzzy Algo i mo Gené ico Resul ados Sa is az? Não queb a ou modi icação de equisi os alha / monopólio seleção de pa âme os: o imização Conclusões: INTERCAD 3D Sim 6 22 h CONFERENCE OF THE IBEROAMERICAN SOCIETY OF DIGITAL GRAPHICS explo a po encialidades (p ospecção). A con inuidade do abalho comp eende o ap imo amen o da in e ace com modelado es de sólidos e o e inamen o de es udos de desempenho de massa e olume ia ( e Figs. 6 e 7), de modo a possibili a o e inamen o da modelação pa amé ica e, e en ualmen e, a p o o ipagem ápida. Figu as 6 e 7: Ensaios de P essão e Tempe a u a de p opos as em desen ol imen o. A expe iência do wo kshop “Ge ação de Pad ões U banos de Conexão”, e e desdob amen os em duas ou as disciplinas: 'Re e sos da Cidade: imaginá ios e ensões da cidade con empo ânea’ (g aduação) e 'Cidade Vi ual como Cena: o habi a de um ensaio’ (pós-g aduação) que, em maio ou meno g au, de am con inuidade a explo ação de p á icas pedagógicas e do emp ego de e amen al compu acional na in es igação da cidade con empo ânea. Cabe aqui obse a que essa in es igação se baseia em um mínimo de p essupos os, de modo que p óp ia e lexão que ma ca o desen ol imen o de con eúdos ge a sua p óp ia c í ica, econhecendo assim a complexidade da cidade e possibili ando dis in as abo dagens de sua p oblemá ica. Assumindo o desa io de ou as condições de con o no e delibe ação em quan o a posições acadêmicas e p o essionais ela i as a aspec os do c escimen o e equali icação u bana, essas expe iencias em buscado ex apola con o é sias de in e esse no diagnós ico do p esen e, como o sen ido polí ico an idialé ico, a ma é ia e au en icidade a qui e ônica, sua his o icidade ou a ques ão da ealidade, median e o emp ego de ma cos de di e en es campos do conhecimen o. REFERÊNCIAS A chi ec u al Design (2009). Digi al Ci ies, ol 79, num 04, July- Augus 2009 Ba ne .M., Co ineau, C. (2017) Mul iscale En opy in he Spa ial Con ex o Ci ies. Cen e o Ad anced Spa ial Analysis. London: Uni e si y College, p.1-12. Bauman, Z., Nuñez, V. 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