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As aguas minerales de Longroiva, poema philosophico : offerecido ... Anna Raquel Cid Leite de Madureira

Carvalho, Jose Pinto Rebello de

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2 AS AGUAS MINERAES DE LONGROIVA, POEMA PIHLOSOPHICO : O TE ECIDO *• EXCEIXE5TISÍIM* SESUO»A D. ANNA RAQUEL CID LEITE DE MADUREIRA; PO» SF.O AUTOR JOSÉ PINTO RE.BEII.ODE CARVALHO, Co T p mâ«nU 4a Jnm ui^àa Í4 Vonom+al Am» S .am io» 4a Zà Mno 9 . wau-ux» An m -Adnâa M+,-: •<'</- Ci * g*a4a IW/gJUi 4a CaimA * ,W . uo 4» u uda A* Co na a 4o KlU 4» BAUCOS» •BaJUua da C/W?» Ln iM». COIMBRA: KA m RSXIi DA CKIVSRSIDADE. i8ai. VCom l.Uawa da Commiuia d Censu a, I Ü !•' >’úi •) l. . .Ü ÇuM pH U memo am Ksa4 i wj injo mi p mii •» dm m mi ai, « iwM übMiMJl DEDICATÓRIA SONETO. T)Os annos ju enis uc o edes elo } Tal ez ali io de con á ios ados , Tm quan o em mil ideias, mil cuidados £u is e anoi e soli á io elo : Seguindo o ilho dc immo al Modelo . y Sciencia ,áNa u a consag ados , Eis meus singelos e sos mal açados , Dos annos ju enis uc o edes elo : B anda os acolhe ,Tu ,que dNa u eza Das Lus e ,edás ás Fdhas da Memó ia , Hon a ,Aiuui ,aleu Sexo ,Hon a ,dBellezn Te ei do Le hes pe ennal Vic o ia , Se G a a pôde se - e minha Emp cza , Que eu App o e mc a unda aGlo ia. * •* . . c AO LEITOR, JL^Sle Poeme o não em semelhança, com aquelles que em nossa língua possuímos, anào excep ua mos alguma T aduccão ...po isso não al a á quem censu e sea objec o ,seu es ilo, sna dis ibuição . . .não deixa á d’ha e quem c imine oemp ego d’aiguns e mos scien- i icos: ainda que delles ,como de ido e a, usei omenos que pude ...mas não impo a :digão oque lhes ag a- da , po que eu aço omesmo ,eesc e i oque me ag a- dou. Long oi a êuma pequena Villa da Bei a Al a na Coma ca de T ancoso ,ao no e de Ma ial a ,ou a pequena Villa ,po ém mais conhecida po seu i ulo de A/a quezado :es a em empo de T ajano e e onome d’A a o ,e oi Cidade. Aquella ,segundo nossas his o- ias , oi po oada po Fe não AJendes de B agança ,que edi icou ambém seu Cas ello, oqual em x143 doou aos Templá ios... Éde c e , que osse igualmen e po oada, já do empo dos Romanos ;sabemos pois quan o clles ama ào ep omo iào acons ução de banhos, onde os podia ha e . Com udo, po uma ínsc ipção la ina, que na To e do mesmo Cas ello pude descub i , elê , ainda que cus osamen e , e-se ,que es a To e oi cons uída pelos Ca allei os em época pos e io ;el a éda manei a Seguin e, g a ada em le as omanas: IN ANMO GALDIM DVCTOR POR- TVGALENSIVM MILITVM TEMPLl ,RE» GNANTE ALFONSO PORTVGALKMSI VM E ' GE ,CVM Mll.mim bVTò .L ül 11CA» VITH. NC TVRIUM. 0Cas ello es á odo em uinas ,mss aTo e bem conse ada: aViüa es á encos ada aclle pa a poen e no undo d'uma ladei a :e guem-se em oda mui as coll - as sob e uma das quaes ica omesmo Cas ello. 0clima cdemasiado quen e ,o e eno sècco ,es e ii. Cons a que cm empo dos Ca aU i os e a po oação de 900 isinhos, com mui as inhas :des as nem es ígios ha ,e e á hoje apenas ão mo ado es: cul i ào*se algumas oli ei as, e pouco igo, O io Pisco passa ao nascen e. Ha ali dual Fon es « 1 'aguas medicinaes :umas snlphu ns he maes , que em em dissolução hyd o^sulpha o» de ioda emngns- j ia :ou as são mine aUsadas pelo e o suiphadalo (o). Os Po os das esinhanÇ.as ão usa des as aguas em suas molés ias, Como po ém nenhum Medico os di ige ,clle* nào {azem delias ode ido emp ego ,abusando muius ezes ,como «le e acon ece , Tuin eiuedio p eciosa Nes * Te a u» passa algum dias na companhia do meu es imá el amigo epa ício ,oS . Dk go Ma ia de Compe a Pin o: sob e as uinas dsqueile Cãs eSlo ia passa mui as noi es ,con idado do si io eda escu a ,depois de ea mosa a dei: ali co npuz es e* e sos: oluga , eaj ci cu ns aucics mos inspi a ão .. . CõOJpuuha-OJ pa a meu desen ado ,epa a mais nada .. . .... Can ei des ei o em p an o Valha adesculpa ,se nâ0 ai 0Can o. Bocagi. (a) I.imk ,na m u em aPa agal ,lallanda des a* Agua* ,dl* • que alia* <uniam uuh hm m em iloíulmão *»»« #1°<«e PuI* li j-1—de Miael *a«i a eo i jnem S, e l el ,que e»i*ia ,puis «j * *llli lc si íiâ u14 um l adu de M wa‘aã p«Ju dpk UO d /ê Qs «H 7H* AS AGUAS MINERAES 'DE LONGROÍ VA. POEMA PHILOSOPHICO* I^ lTsa ,que aos pene aes da Na u eza Linneo guia as pela mão isonha , Eem seus milag es ,nos po en os delia, Ins uís e oPhilosopho ,se, ôDi a, Escu as e p opicia já meus o os , No os n ensina di inaes Mys e ios. Tu, Des on aines ,JussiEU ,Beo e * Aos Ja dins le as da mimosa Flo a , Edos hesoi os ege aes da Te a As cha es lhes anqueias ... Ao Poe 3 (a) D’Albion inspi as e em seus anspo es , Ecan ou da Bo anica os seg eJos. (< ) ODou o Eiu.wo D*bwi!», eleb e Medico oPoe a ingl * , au o do» Poeuui ,oJa dim Ba anica , aJumU» en> bello» * so» po ugueses pelo Dou o V. P. N. u Cunhi ,oi Ama ei dai Plan ai , • c. ais ui ia mu g ania Ob a AUi co-PUi MopUica ,aZwnoinia. *H 8K* Osac o ogo da Sciencia augus a Tu c ias n’alma de Be zelio eDa y: Tu de Chap al , u de Foü c oy ,Laplace, De Be holle , eLa oisie p o undo, (Cuja so e c uel deplo as inda), Os passos conduzis e ao sanc ua io , Onde Na u 2 in épidos su p endem, E áo i alisal-i ...Inspi a aquelle , Que p e ende can a -lhe as ma a ilhas. Do Philosopho a is a não só p endem Amenos quad os , a iadas scenas Da ege al iqueza, aPlan a, as Flo es, Que abo da esmal ão dap asi el io. Mansos ebanhos ,sob e a el a ,as a es C Ajudando aAu o a den e os e des amos Não azem semp e dos mo aes o enleio. P az-me sob e es as esca padas ochas Vela da noi e no silencio umb oso ; Ou i os pios dos noc u nos mochos , Que aibe gão nes es demolidos mu os. Caducas somb as da exis ência humana, Amão do empo os eduz ao nada! Nes es ecin os não penei a o ulgo Cheio d’assomb o ,de espei o cheio ! Des as, cm que opeço, an igas campas* Su gem phan asmas e eceia e oge ..! OPhilosopho pensa ,enão descob e , Seque , al ez d’He oes as enues cinzas. De az dos ce os o ien aes ao longe Despon a odisco da b ilhan e Lua : A gên eos aios pa a mim c lec em «H 9K* Das e guidas collinas :olho aTe a Esó me ejo en e osilencio is e Religioso ho o de mim se apossa , Enão sei que doçu a p o o nelle ! Os o os amos da oli ei a escu a Alem os en os b andamen e impellem .. . Ideias mil emil se apinhão n’alma , E em e i -me oco ação Ma i lia ! Da Bella em quan o sob e os al os memb os Da ia do midei a espa ge osueco Da noi e oNume, eu soli á io élo, Amo esuspi o ,..con emplando osi ia , Onde alige os sonhos , al ez meigos , D’Amo lhe pin em delei osos quad os. ' Mas eu despe o, ódo ! não gozo an o ! Ama ga ealidade aillusão queb a , Que d’Amo odeli io ae-paços c ia. Mas quan o ép ecioso osi io ,es a ho a Ao Philosopho eAman e, de quem Numes, Tu és ,Amo , u és, Philosophia. E he eos Sylphos ,que b incais nos a es. Voai alem ,onde Ma ilia do me , Eaimagem lhe pin ai do e no Alcippo. Da i a chama ,que meu pei o ab aza , Le ai-lhe ao co ação cen elha exigua , Um suspi o damo azei que sol e , Co endo amim, inde aze -mo ,6Sylphos! Incessan es ba ei as le es azas, Re escai es es a es ,que inílammá So A den es aios do diu no Phebo. Sob e elles en o nai copiosas ondas «K 16 K* Na abandonada Sy ia se di isão Es e eis campos , é idas a eias , Eassomb osas uinas ,onde ou ho a Excelsa on e le an ou Palmj a ! Sob e os des oços da Cidade immens OPhilosopho apenas hoje encon a Amil p o undas e lexões ma é ia. Po ém des ino mais p opicio ,óNymphas , Ha de es es si ios melho a um dia, Es as collinas cob i áô de no o A bus os e des ,a o es somb ias, Ali po ellas as chu osas né oas Háo de azidas se ,dali mana em Pelas encos as p o ei osas on es. Lyco de no o c'os pampineos amos Aqui ha de ambém cingi a es a. E, e escada aa mosphe a em oda, Ha de os p incípios di undi da ida. (a) Mais con en es as chusmas dos Amo es Da Fo mosu a háo dc b inca em o no. Aos ou idos le a -lhe aman es queixas , Pisca -lhe os ga ços, exp essi os o’hos. Es e ecin o ,que Bellona a ná a • Se á UHycía ene ando Templo. Mais doma Aspasia ,como ou Pho a cm Pa a , Ha dc i o P ccc aAmo eáDco a A den íssimos o os :g a os sonhos Espe a anhclan e ,c a oz sag ada , Que pela boca d’EseuiAP > sôa. («) £! ida”salub idade. <(** p odus Ml» **- • d so M J « i <‘i. «(»ma »» *(»• m iukaa w •p incii luga») u « paÍM ,onde «Ha « caliisáu. «W '7 H* Nas sac as ondas me gulhando oco po , Ha de e ou a ez no espelho dePas Saude eg aça ,que ao semblan e ol ão : Echeio oco ação d'almo anspo e No ex asis eliz dize con en e : "To no ase digna do Amo da P' içles. „ Nymphas !as ossas Nayadas de no o Hão de nas mãos o e ece mimosas As aguas suas aos mo aes doen es. Alem aonde dissol ido endes Nellas, óGnomos, suIpbalaJe- c , Hão de isonhas as o mosas Deosas A’ Belleza o e a seus dons celes es , Quando opallido os o amo ecido T aslada ó a ,suas ozas mu chas , Do i al cen o a al a dene gia (a), Eosangue incólo ,d'oxyg nii pob e. En elaçando ali lexí eis amos De salguei os ,os Faunos po en e clles .. Háo de i esp ei a aFo mosu a Com seus so egos olhos. As mãos daJas , Vi áó á esca somb a Bella eBella ,j< Scn a -se as a des do ab asado es io. Zephi o em an o sacudindo as olhas . Aqui ha de en o na b anda escu a . T aze das lo es pe umado a oma , Incen i o d’Amo ,in undi nalma (n)Po es e eou o» luga e» ie i, que eu aludia aqui iihee ia do. inci ado es b owmano egUimoi ou í ula doi ;ainda que boje eiiiia •ob e e» a ma é ia ou a» ideia» ,con o me. áphilo ophiea dou noa do smuoo lal Dou o I>i oe»AAli. basibcada »ob e aobw acâo ana ômico» paik logica ,esob e ap a ica do» Hie ocna es ,lúuu oi ,e c, , «.ou se o ei e Poema da manei a que ioi «c ip o em *3»7. «K •* H» Sua es sensaç/íes ,p a c es no os. Odes elado Aman e áAmada sua Ha de o e a oc ys allino copo , Sen a -se ao lado seu ,bebe com ella. Manda -lhe aespaços é idos suspi os , Em quan o aBell», dexp essi os olhos ETum magico ol e , so indo, alia. Ali ou o esc e endo em liso onco , Ha de beija as en alhadas le as. Somb io Choupo ,que em eu pé conse a* D’Alcippo onome, eonome de Ma ilia , De e na du açáo eus dias jáo. Amão do empo ,que des oça udo , Fodc não enha em i ,a e nos pei o* Dc dois Aman es amemó ia gua da. Sè mais du á el ,do que oi seu gos o * Rápido como o uzilado lume! Nayadas! Vós ali com i o zelo Heis de ela ahumanidade cm p an os , Vosso* dons minis a -lhe ,<e doce csp’ ançs In undi n‘alma do moi al en e mo , Aquem oMundo eaexis ência en adio. Heis de o na aseu* e*nçado§ o gão Ope dido igo ,ealigei a -lhe , Sc ásaude o nal-o não pode des) , Opezo ao menos dos e i eis males. ]nda uma ez na cons e nada on e Ha dc um iso apon a ,a é da campa Sob e ahu o osa bo da emb iaga -se Com aillmão da ida. Vossas Roza» Assim cob iio ao Can o dc Thcio» Ocaminho da mune cu» paz se ena «H 9M* Olha a o e mo ,que aos mo aes p esc e a Te í el Na u eza ...Amo eaLy a Inda lhe adoção nos algen es annos A a dia exis ência ,que se escôa , Qual a de amena d’um se eno dia. Sim, Aqua icas Deosas! se anzidos Dace bas do es os mo aes ie em "Vosso auxilio implo a , mo bosos memb os Em ossos anques cha u dai sulphu eos : De seus apo es os ecidos á ios Imbebe lhes azei. Aqui, óNymphas, Jamais heis de nega ossas doçu as Ao Sabio ,que ha de i de seus es udos Um pouco descança : ne osos males Vi á emedia c’o auxilio osso* Augus as p oducções ,do Genio ilhas , Fa ão de no o esoa seu nome , Em quan o aqui isonho em osso g êmio Em meio do p aze colhe asaude. As Musas immo acs aseus mimosos Hão de almos e sos inspi a benignas : Do mago Chaulieu omando aLy a, Que ousado eu pulso, goza eis, óDeosas, Tal ez um dia ,de Can o mais digno. Nymphas! ou ’ho a de Mine a ao mando B o a izes es ossas quen es ondas D’cn e as ochas d'Hyme a ,quando o an e De iumpho em iumpho ob a o Alcides Ia seus bois apascen a o mosos Nos ledos campos da eliz T inac ia. Pa a o na -lhe as aba idas o ças , *W 20 Eos g ande* memb os igo a -lhe ,aDeosa Vosso auxilio chamou ;po ca e as agas Vossas aguas he maes azeis ao dia ; Enos lapídeos anques ensinas es Ame gulha oHe oe ; ossas mãos al as De ama ão sob e elle ondas eondas , Eo es au as es das adigas suas. Soube des a e magica Medeia Com seus banhos limpa ao senil os o Du o e e e ,que lhe impõe os annos. Aqui A cippo, que casa a oCan o Da Ly a sua co'a$ a gen eas co das , Em silencio icou. Sylphos eGnomos , Eas boi las Nymphas ás es ancias suas Em co êas o na áo. Já isonha Com seus dedos de oza ab anca Au o a Ab ia as po as do o ien e ao dia. To na áo-se isí eis os oi ei os . Eos Fa onios mais escos susu ando , As o alhosas pennas sacodião Das oli ei as nas a gen eas olhas : Das oli ei as, que eu can o, A cmo (a), *Mcu doce Amigo, ha de o na mais bcllas. C oai ,úMusas ,com seus e des amos Omimoso Poe a ;em paz dis uc c Vossas doçu as quem da Paz oemblema Can a mais doce do que oVa e d’Asc a. • ( ) Omeu pa icula amigo ,oS . An ônio 1 uis de Seab a eSoi a , jo en do maia a o alen o eemdiçSo, collabo ado do Cidadão 1.i e- ai» ,eau o descelloa e» VcTiOl , oluc *na u eza ecuhu a- da* •U ei as, eou os objec oi. <W si H* Do Ceo ngiáo siinlillan es as os, *, Amanhã conduzindo, de seu somno As a es aeo da ão ,homens , udo. Alcippo, en egue aseu cuidado aman e, Não p o a os meles de Mo pheo sua es : ALy a ,que ás scieneias consag a a , Tinha poisado ,ena sono a A ena , Da sua Bella amicipando a inda. Jun o da on e íei can a Ma ilia, % »i 4 «K «H* NOTAS, J' T nenhnm so o en o T a i, a o ia n*a e i a ia! . e od o* p incipio, d* no a Q ii .i a .a alo i a ío emina sliss S© da, agua* ynedi inaes :po isso jun o aes e Poema as sesnin e* conside ações, qoo deda i dos p incipio* da Scienei* .«l imamen e expos os nas Ob as d* 1)* ,Va- -Mo** ,CcM UO, O bs sd. Qoando en We conhecido, como insolícicn e oo e o e» es a heo ia ,gos osa oeme adesap sa ei ,como semp e os omo a e , oda « qne oes odo ea e leaio >e h pio amos a e a oei a pa e e e dade. EUa é©amco e mo •qoe me di i o se po ém de e aw odo oamo do Pbilosopho 1 J'imm impmii i 'o ;cio de e Jasei-o menos do Poe a :U*’**! deeu<j* se ai, , Ali e» s cs co nbinees ligei os Po lecmca o e .,.•. PsTT T endo qoe pão podemos decompo e ea eenío •o í •le ada mpe a o » .,,qoe a* p i e* d» e o ,* oja acção íob * a a ca a*- em e ibeid© pe muiloe phwec* ocalo da» ações he meee, io c«i« 'io m odos ©a iT oa ,©ode se neoB êo Mpdlsi agoaa ..« pe ecendo-lhe qae econ ac o en e oma» eoo aa de e se momen âneo eioso l >en * ©a e la aa neesaa iss eeçoe* .:.qoe aqoelle* min©» i« s de e do e *ido coosemidee ... ende qoe aa on e* n dina iea são in leid»* en»ide»* »lm#o»# pelea açSe* ,eqoe a» he ma** polo con- « io aio asses cons an e* em «eu Co o .... qoe *11»* aio in luídas pelo « «do elec i © d* s moophe » .... alem d‘oo« », conside ei ôee ,qno dei o d# e ni eqei, coocloe, quce a* ol i naa da em e oma dilTe n a oi iç m ...FU# *eii i n» ácombioação ios g»*ea hj dmgenl© eoa gemo no in e io d» e a. £sm ge e* *ondeB**ndo-*e p odo em aaga* Io alo i o doa mesmo* ga e* ,p al* cm libe dade naqe Ua ope á io ,de a p odu i ocalo ,qoe e obe a o*» açu** aio lamaçio daqoclla* Doido, de*e e ei a po meio do eléc ico. Amioe aUseçS© iexplicada do me*o»o modo ,e eodo qoe di e o* uído, se encon em nanuelia ae e pa ae se el eii». Julga qo* °* di o* Puído, d *m da a me phe » el loi pa a oin e io do globo ...* *. , ele. Qoando ompo* O, * ««* ,qee dlo luga a * a ne # , o linho adop udo »»ia bjpeibns ...Hoje po m acho-a in ei a nen a inadewia- ,,„ . Obpd o-anio d mui o aceíiieolalmeiile **is e ua a ioo phe*» ..• ©e içenio delia como ha de pe e u ale «*e» loga ea sub e âneo» *|U «uen i lade So am e m *. epo onde? Omen o digo da «|#eo1e»UB<Ja •wuiullb do pm oula . Maa, náo obauiu# ©qu» w*b© d‘Mp« ,co »- 23 H* luga ,q ie me ps ecc com elTei o admi i om» explicação^ que enho po md o plsnsi el .eo l o m# ao es ado ac ual da Quimica. Aanalyse le » demons ado como elemen o» p imei o» de odo* os Co po* ooj . enõ» e'' d ngenio : es es em quan idades iguaes ons i- uião »ma é ia p imi i a ino g.ici a do globo :ocalo ,ou síja Unido pa cuI T. ou seja simples medi icação do* co pos ,combinando di- p sam-n e «qoeile» dois elemen os deo o igem áo ganisa io d» e a* Oc8lo ico poi» que só co o ooxjgenio em a inidade . azendo aban- dona uma po ção daquel e na ma é ia p imi i a .adeixou soh ec.om- binada dliyd ogenio ,ao* mc ae» o âe p oduzido» .,.es e* de e ião « cupa ocen o de no*so plane a :oque aobse ação eocalcula pa ece e em p o ado. Es es ,oxydado» ,cons i uem as e as ,que co- b em asupe ície do globo :es es oxydos ou e a» de ê ão Fo ma -se «o mesmo empo ,que seus me aes ... ocalo appli ado aes es , e- duzidos , x ahindo-lhes uma quan idade ela i a dbyd ogenio ,de a aze desses co po» um ox do assim ellcs se de em e oxydado ep o- duzido as e as. Objd'Ogenio, pos o em es ado li e pe meio do «alo no owgenio da ma é ia p imi i a, combinando-se com oo eenie, que inha sido ei ahido ,p oduzio aagna .. . nosso globo pois omo* «ms ô ma o çanies. Póde se qu» es a sc p oduza do mesmo modo no in e io da e a ,se soa ma é ia p imi i a ino anica se aehs em al. pumas pa es nes e es ado eem ci cuns ancias idên icas iqu lla» e e i- das ,podendo ocalo se em Sdo na mesma ma é ia não o anisada , pe meio das in luencias eléc icas Amanei a d» pilha de Vol a .Qni- Xi cos de g ande nome, aes como Da .Vas-Moss .inl ío quo po ções do globo podem exis i ainda naqu-lle es ado ...Po isso con- • •e ei oluga do ex o, applícando-íbe es a explicação, não ade Pa- * V ij . Quan o Adecomposição da agos pei»s p i es , e ilade «yoe n“<s póde e luga da manei a ,qne e o «ido po mui os concebida ,pa í* dessa so e p oduzi OS pbenom oo* do calo nas he maes, eqo» Pamnc comba ia. Jolga ão que uma das pa as conaii ain es daquclle luido , Ooxygenio se combina a co o ome al (o e o) o mando m nx do ; que ohyd ogenio da po ção decompos a »c ponha cm libe dade ,dis- nol ia oenxo e, ese o na a h d oçenio snlpbu ado, oqnal mm- sli. •a a aagua es an e ,combinando- e com ella •oealo ieo ,ahsndonido pelo oxygcni oda o ydacío ,p oduzia ocalo ,e c. .e c. Maa aaeua aem oauxilio do calo ,oo do Oí -enio do a .não póde oxyda o e - o ,apenas ooiydula ,ces a ope ação Ain»o Tieien e pa # ap odução dos phenomenos de que a amos. Aqnelle luido oda ia pó le obi i- ui -se po in ei o, oo aem decompo -se, ao h d o-emo do me al :como x> mesmo li d og nio não em a inidade akn ma pa a ocalo , odo o que se p oduz éconduzido pia asoas aqoclla pa e li e do h d o-emo combina-se com eenzo p do sulphu c o e o na-»e acido h d n.iu phu- o o. Pa a e, a ope ação plcnamen e sc e ei aa éneecasa io calo pel» pa le d>enxo e na py i es: mnqoand» amassa dos mina aes ,sob e «pie ac i)a aagua ,&conside á el ,ocalo éji demasiado s è-»e que em mui as aguas h- maes a empe a u a é ie adi»«iiin, Toda ia o» sulphu e o» de aoillo epaUu a decompõe aagua na o na! empe- a u a «la a mospba a um g audg calo p oduzida ,•mui o hyd o- -V y '* * *(*( HK* g nio ga o o se desen ol e. Es e mpdo de mine alissçâo ecalo lsaçâd póde e dí i em mui as aguas, Aquellcs sulphn e os de em encon a -se ao in e ie do globo ,assim como ali se encon ão os dos oo os me aeM Di e sos saes daquellas bases sea .bão êm dissoloçâo n*nma g ande qaan- idade de on es :as da Long oi » con ém ,co oo já disse ,byd o-sul- jus os de soda emagnésia. Moi as explicações des es pbenomenos da ealo eaçSo das âgaa# e io dadas po di e sos pbysicõí eqoimieos; odas io o eis, qnan o e ão as bases sob e qae eilas Se nnda ío ,os di e sos sys e nas que e a dominado aph si a eaquímica. Omais p omp o me bodo de co a odas as di lVoldades ,qoe es a ma é ia na e dade o le ec» ,éaqualla do Doo o Ricbabdo ,quando a ando das agois de Plomsibbs disse «Es as agoas »So na o al nen e quen es, assim como oo as jlo na- lu ai men e ias ;po que DEOS assim as c eon. » Bokabk ,eul iman-en e Th*i*abp ,a ibu* n ocalo dss agoas á' ina passagem sob e camados de snbs ancias aqnec das Mconsequência Pope açôes qnimicas ,combinações ,decomposições ,e e, ,qu* enhão loga debaixo daqoellas camadas ;mas como se ope io ssias deco npo- eiçôea em oconcu so d.: agua ? .D mui as d*Ha no caminho s ei o _Semeas es me allicas uhs ancias o camadas al e nas ... 3 C eio qne en o eodn da calo icsçâo da» agoas pdde e loga manei a da pilha de Vol a ... na pas agem delias sob e mine ael , oe al e nados no in e io do globo ,Conse am uma pe pe ua acçãa las o ças eléc icas en e si. Da azendo passa uma pouca dagoa po um obo ,pos o em o annieacSo com apilha Vol aica , o qu* eiia e ele a a aum g ande g áo de calo*. Aacção da pilha conse a- e po um empo inde inido, quando ahumidade se o de laço en a oe diüa en * discos ... «As mon anhas compos as de ca oada al s na i- as ,diz D i iM n si* ,Jo nal de Phjs, Tom. 6o, p. 237 ,de aub- a ancias melai licas ,de ped as magnes sna» ,mica* , alcos ,se pen i- nas , o mão especi a de pilhas gal apicaa mais ,ou menos ac i as , umas das qnse são posi i ai, ou as nega i as.» Es e (Bodo pois d* mine alisaçso das aguas me pa ece de e e loga em mui as delia*. O e eno de Long oi a cons a de camadas achis osu eg ani o equellcs são s his os íc ug nosos ,niagneaiaoos e alcos»* ;nellc» encon- ei a ia* g ana i es *ou os mine a a de e o. —Dei uma de c ip So Topog aphi a de a Te a em na a Memó ia ,app e en ada àAcuda» mia Aacionai das ik en u c de Lu*»Oem >818, saeamlmenl imy es » ui ua Ac a .