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Sermao das lagrimas de S. Pedro ...

Antonio de San Carlos

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SERMÃO *> DAS LAGRIMAS DES-PED RO N A s. caza DA MISERICOR- dia de Coimb a; P P P P [ SENDO PROVEDOR [ D ° M FADRIQUE an onio DE MAGA- I lliaes 8c Menezes Senho da Ba ca, &c. [ P KE G A D 0 I Pe u o p. m. an onio de s. c^ los | Sonego S ecula da Cong egação de S Ao ao E ã- geliBa , Len e de A es , Qp Theologia no eu Collegio de Coimb a . P P P P P P p P L DEDICADO |AO I^mo. p. M. ANTONIO DA CONCEI- Ç2o Sa o, Ge al da Cong egação do E ageli a. P P P P P P P P P P P P EM COIMBRA, Com odas as Licenças nece ia ias. p JNalmpje lis de MANOEL Dl AZ Imp eíTo g da Uni ei idade Annodei<$7p. ' ? 1 !b ; * ’ N í / ■ / ' : (J ■ , ' ; ■ '• ' ‘ • . ...... . . : J, • ' . .. ^ ... , . , , _ ■ $4 *' }’, * > » •. - . . ■ ■ ■ "Js. ■ ■ % ' V 1 * : - • ■ * >; 2 / / DEDICATÓRIA. E e endi imo Pad e : pa a na ega igu o em o ma de an as lag imas, me kc emp e nece ía ia a e liei ç ao do pa o¬ cínio', conj de ei que endo oSe mdodebü y P íncipe dos P elados pe ei amen e a - n > e a de ido e dedicado a ou o P elado ^ & a men e e o mado: & como nape oa de oj a o ^i ima ene a no ia Cong egação hum %ello T a &la > logo meu a eBo ie ejoheo no o e ece , jeu * ^ Se mão de como hum en endimen o e a ou ecZ- 0 ' hum co ação eu a ojo,&’hüa on ade eu endo n: eune ia a e&uo a lemb ança ambém pe ¬ di^ V 1e me lou em aelleição do en endimen o', a in- a do co ação-, ap openção da on ade-, acei e P^o l ynuZ end J i ma ejle ob equio pois ndo em nada de en lQ J ^ m eu em o o e ece , nem V. Re e endi ma i Qni ace a , pois enho pe a mim, que ambos ob amos ^o ç^ e o ' > Re e endi ma em me communica a- e^ aXçndo o que de e po ndo degene a do e , que eu no ob equio de e Se mdo ambém publico o h 1 ace o )pois 7 ícl e emp e con e oas ob igações ,em %^ l ü °- Gua de Deos a ^o ia Re e endi ima pe a i o da 720 ia Co 7 ig egaçdo, Q de He eu (po an os °0 ob igado An onio de São Ca los. licen- LICENQAS. P O o dem dos Illu i limos Senho es do es i e e Se mão das Lag imas de São I " d o, quep ègou na San a Caza da Mi e ico ^ dei a Cidade o Mui o Re e endo Pad e Me e onio de São Ca los Len e de Theologia em o Collegio ; 8c nelle não achey couza que e ic oíl noí a San a Fê ou bons co umes. He o aííump 0 . P egado di idido em es diícu íbs, que em aí* e * • g imas do en endimen o: lag imas do co ação: mas da Õ ade. Dei es es dilcu íbs colhe a o es in e e les. Acha á eu en endimé o o lo ido P el ^ íè ec ea : o co ação o pio pe a íe en e nece , a de o dou inal pe aíegui . Em o Collegio de V o1 Senho a da G aça de Coimb a i.deAb ilde F . IoZe de Oli ei #’ I po o dem dos Illu iííímos Senho es M/ 1 il» íido es Apo olicos da Inqui ição de C^' c e Se mão das Lag imas de S. Ped o,q ue P 0 gou na San&a Caza da Mi e ico dia dei a Cid* d L Mui o Re e endo Pad e Me e An onio "de S. C ‘ - - , ow Len e de Theologia em o eu Collegio de São E angeli aj &íuppoík> que osSe moés deLag % commummenee aõ dignos de e imp imi , Ley o es podem acha em elles mo i os pe a > c 2 o pende , e e com e pecialidade me ece le imp LICEKCAS; ^ 0l eelloquen e, dou inal, engenhozo, pois as me c k s * a g i nas do P íncipe da Ig eja que ella nqs p o- 0 p ^ P o ama gozas exempla es , me i ó ias; mo a a p 0 l * e S a d° ,q u e ambém o áo di c e as, gene o as, & ^‘a d n p^ aS 5 a ^ m ^ ue P°^ em os < í ue le em 0 Se mão di e i ~ u ^^ e ^ P e íbadi em a que a mayo niais abe cho a peccados; a gene o idade ^i a 1 e deixa ileza de culpas; a o una e da- le yjo j c an Ç a pe dão delias. I o me pa ece no Col- ^ S. Hie onymo de Coimb a 3. de Ab il de 6 yy F . Luis da Pu i icação. Imp imi e e e Se mão iílas as Quali i- Ca Ç oês jun&as, & depois deimp eílo o ne pe- pe a c * e Co ^ e i com eu O iginal, & íè da licença h g i° l e > & em ií o não co e á. Coimb a em Me- e ^ b ild e ióyp. aide de Ç a i o. Seba iião Dinis Velho . ^ ?, de e imp imi . Coimb a 21. dçj A b il de 1679. ■ D. F . /lha o Bi po Conde. e d c L I C E N- LICENQAS. M Anda o P íncipe NoíTo Senho , que ° P d e Me e Dom Luís Lobo , eu P e S a 1 eja e e li o, & in o me com íca p aie •Lisboa ii. de Mayo de 1679. O Ma que^ P esiden e. Roxas. Ba i 0, E S e Se mão das Lag imas de S. Ped o, , ^ o dem de VolTa Al eza , Sc nelle couíà algua con a os bons co umes, p e * |é endo Voílã Al eza é ido pode e licença P^ imp imi . São Vicen e em 19. de Mayo de D. Lais da A' le õ Dou o & M. Iubi^ 0 Q UE e po a imp imi i as asLic e jh San&o O icio, & O diná io, & de »^ í 0 imp eíTo o na á à mezape aíe axai, ^0 e i , & íèm ií onão co e á. Lisboa 3. c!c de 1679. Roxas. Rego. D. Ba io- I c $ ^ da m Foi. x. ejl Pe us /e bi Donnni icu dixe a : i p e. Ma c. 14 . L í ° as l e k ama e - x 7 - e J us o as Pe us jiem ama e. Luc. 21. ERPLEXO na con ide açao de an¬ as culpas me não abia de e mina pe a ela a ão juílas lag imas; & a limjen- do os E angelií as depois de admi a as inezas do Di ino Meí e, im a encon¬ a com es negaçoens de Ped o, o qual mo ido a es lemb anças, T^eco da us ejl ‘‘Q içio 1 * P e us e biDommi icu dixe a , po be- k de eni S di inos olhos, Con e jus Dominus e pexi Pe um, Ci nas • S^ 0U com es co en es de mui as, & copiozas la- lln que, uppo emos as es negaçoens como e ul an- ^° ^pQn| ° S an os esquecimen os da pa e de Ped o , em í e S lem! C ^ ^ n ezas d° Di ino Meíí e; uppo emos ambém, ^as yja la uçasde Ped o, como es e ci os cauzadosdaspie- V i o ^ d °s Di inos olhos, & uppondo a Ped o es ezes Si es } ^ es ezes lemb ado, e eyo Ped o a de empenha b o d () 0 C ° en :es de uas copiozas lag imas: eíle con ide oeu lí ^do ° q m P en ^° dacaza ; & eíle julgo e o aílump o do / 9 a m bem a de ação dos ou in es. Co ^iiia 5 ^ a ecem ° s a lança as linhas pe a le an a ão g ande ma- • Nq 2 V Çí nie i a negação con eí bú.Ped o o e o no juizo di- c ^Va e ci °^ u c ain da que em ua companhia eíli e a , que 11 0 ogação, em que i ia: na egunda negação de- *° „ ei 0 no co ação dizendo, non no i bominem , que °<^c a a eu. e ^ a^ i i aVH leu co ação de o acompanha , que nem ainda I? Oii A a conhece ; na e cei a negação mani eílou a culpa 1 c ‘ i zenc ^ : Capi de è ia i, que dado cazo que o co- 11 Pe a 3 0 H n a ia men e o de eílà a, icou o galeão S. Ped o, Melho dize , o baxel de ua conciencia ccm eílas es A negaçoens 8 Se mão ^ o,qiie nace ão do conhecimen o de di e e as, u cogno i p^ Ie us accubui e in domo-Pha i ai lacb ymis capi l Â^ e Jj x <y Ve ido pois Ch i o que as lag imas, que a Magdien ejus. e ceo Glo . hic. ouemcazadoPha i eo e ao p imei as, Sc que a $ que . ■ po as da Sepul u a e ao egundas, & endo ãobem que a Y mei as o ão cho adas em caza do Pha i eo, & po p ime a ^ cluhião o conhecimen o dedi e e as: &que as que ^^5, cho ou na Sepul u a nao inhao o conhecimen o deeq e 1 ’ acei a Ch i o as p imei as lag imas em caza do Pha i eo, s 5 amen e as eng andece, dilexi mul um, Sc as do Sepulc o as não acei a mas jun amen e as ep ehende, quidplo s - g, eda guens eam , mo ando ne a ep eheçao, que jà n ^° / o ja a ia aos Anjoso ep ehendellas, masque sòpo ua con a c ^ l0 egei allas,^'x/í <?z Ic us,mulie quidpio as> E aíli an lbç l ou Ch i o em caza do Pha i eo,que a acei ação das Magdalena po p imei as, & po di e e as não que ia qu eC , po con a de ou em q eng adecellas, mas sò polia ua o h^^çei- & con e us admulie em dixi Simoni ides bane ando,& ag adecendo Ch i o e as lag imas pos os olhos 0 ^ ^ $ dalena, Sc ao me mo empo começou com al as ozes a Simão inclina a ijla pe a ejla Magdalena , em q ie e l ^ ponho os olhos , al en a bem , & abe às, que e ia ij> j e i* ob igou com uas lag imas endo ap e oga i a dep ime 1 ' 1 ^^ lê* iy, a c p l p com eus cabe lios o mou pe a mim p igoens , & c pa y limpou uas co en es : e ia oy , a que não sò me deu o '^° s s» mas eg^as mayo es demonjl oçoens de amo , e ia iy, a P ie 0 j P di undio ob e minha cabeça 0 oleo , que e a necej a io , m aS ,J 0 p P di pendio ex emo ga, & e ia oy, inalmen e (acaba a CMp iypi' negi ico) a que me ob igou com e as lag imas a ii P°. mas p imei as, Cíepi iga e, como po e em lag imas uc cog io i , é po e as agoens as publico po aman es , po di e e as , mul llill, que como não ha mui o ama e Jl ‘ ^ â en ende , nihií oíi um quin p aecógni um, quan o n# 1 ^ aman es a n o mais em de di e e as , dilexi mul um- ^ Reda guão pois mui o embo a os Anjos aslag im* c ^lc iU ^ das Lag imas de SÜio Fei o. 9 ^ n e í a > nao as acei e Ch i o no epulc o po e em lag imas e- ^^.^ easemcâzadoPha i e 0 po e em lag imas p imei- iijjj a c *das como di c e as,que ambém as lag imas que o en e - ^ de Ped o cho a, em mui o de di c e as, em mui o de en- an 1s> P°* ls o ã° as p imei as,^//, que uppoí a a ua lem¬ as- ? a > ec ° da us 3 exci ada peilo di ino Med e, e pesci ^ ío ao J m ç has ( como digo) que e e e ão em a is açao de ua cul- 5 M C ? ^° de ua pena, Capi le e , capi compungi. üce a ' * S j. as ^g imas que Ped o chò a à iíla do á io do pon i* Pois n, ° ^^ C e as p° p imei as, nem menos o aõ po ap eííadas, P a > « ^ le P 03 Ch ií o os olhos, & Ped o e lemb ou da cul- ^ a p QT n a í Us e l &e us e bi DominiJicu dixe a , quando a o- ^ , ‘ e, - a leu en endimen o, capi le e , e começou a des aze 2 ^ : « nii ho i{! a I T as > & não ha du ida, que aí i comohe e o e a da as 3 da peni encia, a íi he di e ição ap eílà as lag imas ao emen o. Y ‘«ien o. o]o 5 íu das a eu Meíl e, & a eu Meíl e negou Ped o, & Ma h. 16 ? Ca nzad e / a ^ a Ped o, & acho,que e pe de Iudas, pois qual oy s endido > T ceí os ião encon ados, endo o me mo Meíl e o o - * * i P e u ' ^is e Ped o e al ou po que e con e eo, eco da us ^ni en S} Iudas enao de ia pe de po que e a epêdeo, o , Sc . u 0 l a | ‘ u %us. O a no em, Iudas depois que endeo a Ch i - Seci,; all e de Ge h emani o en egou, deu mui os paíTos no ^ni ea o 5 n 0 > de o e, que en e o eu peccado, & o eu a epen- Bji , Si ju ^o con a São Ma heus) e e Ped o empo pe a ne- " L >ou a n amen e P e a ** e con e e > & iudas ainda quando e 7, n ^ a j e P e u de , lice au em mu a e i ohm a em , amen e,; - ™ , - ^ eze Ln a * se xi wnnonmu à i , e a ou a eguada on ade è 0) [ mi]dan ? a na p imei a, ella a o a ependimen o no o - > n ~° n §^d° co ação, pcem en ia duãus , id eíl, p apudo e , 8c e ^O e °| C i aa P eni enc i a do co ação, po iílònac oy po i- 3 n gU e |^ la g imas pellos olhos, pois as lag imas, que e cho ão, en e o ^ UG C ° CO a< ? ao e e e, Sc Ped o ou e e com an a p e ^e cob T nG ^ a ’ ^ ° ou a e P end ^ , que an es, que no odo e a eoleil imen » â cin »n » iíl ma)** 7~k , ^ iên imen o, jâ do en endimen o inhão as lag i- B mas ío Se mão as b o ando, eco da as eppi le e * pois ne la p eílà,& íia 5 iieíií a dança eíle e o ace o de Ped o, & o e o c 4 eu P^' e o de Indas e a e não a epende com p eíla, & cho a ^ ^ eado e a de ença- eíle e o ace o de Ped o em e a epen ^ ^ de ença, & cho a a oda a p eílà. Peni encia nas p a * a lag imas do co ação he e o de Iudas ; en inien o no co aç^ ^ lag imas nos olhos he ace o de Ped o; ace ou Ped o, P° ^ endo lag imas com oda a p e la o dlkuio Ch iílo à iu a E ouIudas^pois.dandó paílos no e quecimen o a imp u de e pe ação.pe deo a ida, Liqaeo e u pend.i . 0 jho$ Tem ão pouco de di c e o o peccaoo , ; q u e ab i ndo o _ 0 . pe a e a culpa,os em echados pe a cho a eu peccado, * Q <j da a de eçadas lag imas he pe a Deos c ime , & qualqu^P p e0 $ dà em as e e he pe a Deos deli o. Pecca Adam , c Gcn ' 3 • i a e idencia da culpa, & dando paílos e a o Pa aizo, a ‘ Jja, I-9- ma a, bi es ? a donde eílàs ? Pois e a Deos nada e lhe & pe a que pe gun a pello luga e a aze menção da culp^ cü lpa, quiz Deos ep ehende a Adam não an o da aqueza ó ^ l eS > comodaindi c içao, ou da a dança das nas lag imas ac ecen aacn e iinha, idejl e ba inc epan is , & ad.co .^ el # çogeniis , &nonxgno a . is , que neílas pala as, não c ^ 0 u e l11 Peos an o a Adam da culpa, como da a dança, que m° con eílã eu peccado, & da mui a igno ância de não n°, „{$• p eíia eu deli o, em cà Adam [dizia Deos} bi es} adoi* u i e e olhos abe os, ape i un oculi ambo um, p el ' a . ilpa, unm,quod nudus ej emlos ainda echados 1 m l oil (Ti/), -íJ/ n/ía aÍV^cÍ' llí n llO ílUC' ^^* e :;> cho a eu peccado! bi es adonde eílàs? diílo he que x ^ e do, e ba inc epan is . Mais [con inua a Deos] abe os pe a e o luga da o íenca, pe a que e eondendo mo luga da oííença, a. omb a da a o e da culpa e jy i » , Q pa o,ò o luga de ab igo, abÇcondi e mmedio igni *- ^ e pd i eíle e es meímos olhos echados pe a não e o io, 1 luga de eu goílo ay co endo, & odo o Pa aizo s2 d^ o la ius eg edieba u de lo o olup a is ad i igãdum '^°. í pe a. que deíla. o e,aíü como o luga da culpa depoi s d ^ das Lag imas de Sao Ped o. n . ambém as lag imas daquelle io depois de idas iliem de exemplo; ou ambém, po que aí icomo o luga da NT ^ po a pe a a minadas lag imas da quelle io, e o - e n co en e pe a a Bema e i u ança, ad migandum Pa a-' a luen in ále ncc juc und i s is , ' não e ep ehendo 4sn da ac l ueza da culpa( ema a a Deos) como da indi c içao ^ Uca n * a £ cin }as, pois a a dança delias ainda que íeja de hum ubi ) os ’ pe a mim he culpaeílã pe a mim he deli o, VeTJa ad con e ionm cogen is , & non igno- ^q Ue ^‘^ e ^ c in e e, que he de ido e em lag imas mais di c e gs pe a o bem da alma mais e ap eílàõ. Adoece Laza o, Cli -a 1 w»auiuMiiaia íwaj^iwuu,.. _ — --— s -.+m . J!!í.° a Gamado de Ma ha, & Ma ia, & endo a Ma ia 1oan • 1 1 • cl i 0 o 1 cnamaciocie Ma na , õc Ma ia, ci enao a Ma ia IU ^n ejn-Y^ V 0( * Q 110 co ação e e as lag imas, idi eam pio- 1 3 ^P 0 * ll O’«. encagens na cnicciçao, ec e. qnoimao a aoa l A ^p Q lsae ia ia; ambém cho a,po quea naojulgão po di e e- e nxo, 3 le a nao publicão po aman e > He o cazo,;LaEã o eu-., c ulpa 3 ^ ha^a o mo o, he igu a de hum peccadoc ocado da Ma ia Co ni0 o 110 eíquecimen o, di cu a ão os ci cundan es. a ’^ Ch° , i a jC I uc l c Ch iílo aqui edi e a nunca Láza o mo e--. PaíTos Co ll *° a penas chega, quando logo o p ocu a,&áos me mos' yje, (çj> ^ 9 U e o bu ca, e e lag imas com que o cho a, eni , & ? C l c ü { . n iG lls ^ e us P°is e ehe oq mais ama [in e em. So e a an es] & não íao as i mãs as que mais que em: Su pe- ^ ° na ^ an °asiag imas; que não sò deixa ão en e ma à La- mas que o .chega ão ambém a e epul adono e - % n io J Q,;| í ão eílas as lag imas en endidas,as de Ch iílo i, 3 P e ni em queLaza o edeja na íua companhia mo o, ® a p e ià o bu quem,& jun amen eò cho em, . eni % h x SJ Ln. U~ .. n . 1 1 i _ O. l( i e ? / lclld<JUUI 4 uciii,c juuia nenieuuiuicii 1110 cc/í y ma us e i Ie us ecce quomodo amaba enm , & xo- í* cé £iiu ma * sama , h e o que melho en ende, nibil oUuimqum Q^^la a ica,que publicando os ci cundan es as lag i- ^lílo po mais aman es, as julga ão po mais cli c e as, i UCAn h,:- -_1. i i . _ i_ • a c on íui , que he de ido e em lag imas mais dil c e as ; B x aquellas, II Se mão aquellas,que pe a o bem da alma mais eap eílãõ,do qúèaqüelH que pe a o a ependimen o e e a dão. 0 jg Mas que lag imas mais di c e as, q as lag imas de Ped o, à ií a do luga da culpa, em hum ab i de olhos da lemb anç^ ^ do e ap e loií pe a cho a eu deli o. De mais, que e Àda l p imei o em y a culpa,que em o io as lag imas: e Iudas P j n1 ^ u ub íagmiiíiis; íc ^ em y io a uína,que em o co ação o en imen o: e as mei o i ão a Laza o epul ado, que com uas lag imas e . jue ambém Ped o eguindoou os paííòs mais di c e os,p im^ ^ Iudas,& Adam, p imei o que Ma ha, & Ma ia, p imei a 'j y as lag imas,do que i lè em y a culpa pois apenas a 1 e l a ça ab io os olhos pe a ella, eco da u j* , quando o en endi 111 a oda a p eíla b o ou lag imas pe a en illa, Cccpi le e. Mâs e as lag imas, que o en endimen o de Ped o cho > ^ di c e as po p imei as, di c e as po ap eílâdas,nem n^ n ° s Jo*- po e olu as. Ab io Ped o os olhos de ua lemb ança, 1 e g conciencia p eza a eu en endimen o com os laços deh^ 3 ^/ ção di cu íà a ne a o ma. 0 emo de ies inimigos, as £pe - - peccado, não só he emo , mas co a dia', a epende nie à ! J [ . me mo luga da culpa,he acção alem de diJc e a,gene oga ° Ji só e a o o que neguei, mas de p ègo aos me mo s q ue e,nl ]L p â ' ando com as lag imas o que neguei com as oges ; & menos Ji oi dem buas oges, do que de enganão hãas lag imas. F J. , põd gèpe a cho a meu peccado , não só he emo , mas co a j J i ' . . ' Wa,4 . de la ancilla me ige ão nega , me ob iga ão a oj endc _ de me ago a à i la do me mo luga da culpa ainda que jjj ção não só di c e a, m asgene o a: ugi ao longe sòpe ac h l , c não só ujo a inimigos , mas la go o po lo aos con á ios ; & £°op n que go o po lo omo aco , & ujo como ''co a de', que o po e Jl 'e dian e de les que me em , e à i la do a io em q iie e J $ ojj neguei como aco , ago a não deixo de cho a po eme ogo* ■ > ^ ? /7 / o ado luga da culpa , mas à i la an e 2 C inm, em u& ^ gos,aqai ne que o a epende , aqui p incipio a cho a , E eí i uido Ped o à g aça dos di inos olhos com eV1 , iní-Aií * lHP m-í;o „_:1 X _ ~ n Aii iCílO in e e, que mais acilmen e eíli ue à g aça adi c iç^ 0 * s das Lag mds de São Ped o . *3 '<113 3 ^as e olu as, cio que podem li a da mo e as mais exce íi- Peni encias. annos ha ia que Ab alam eíla a em le sú p i ado da | 4* T * çj| de eu pay Da id po pena da mo e de Amam em* ingan- ejj^ 7*í o deThama ; en enceado eíla a o po o cie I ael a que T p, 5 , lu . , ec >ece a mo e po en eja de Amam, em odio deMa docheo: * *j° 0 Capi ão Ioab que hüa molhe chamada Teuchui es na * P l0 a de hum eu ilho allace a Da id pe a eíli ui à ua g a O dena ambém Ma docheo, que Eílhe alle a jjyj chm. 4d a J )e a ^Ue u penda o dec e o da mo e de eu po o; pe ua- lando a n C ^ ui es P e ^° Capi ão Ioab; en a na Salla Regia, & ai- b)a id e olu a, con egue logo o que pe ende, i i D o mi - ( ç pQ j 11071 cade de capillis ilij ui upe e am . Yi a Deos, ~ D a id > a Teuchui es,] que eí è ilho po que me pedes a ^hãodeo íende quenemem oscabellos ohãodeche- ^ en ^ a a • Pe uade Ma docheo a Eílhe , que da me ma o - J I Q Jqp. - -? I P°nd e pai a ǰ ? & ogue a AíTue o pella al ação do po o, e - jç p(i W W 5 cx i gue u . uiue o pe ihT *. a M aidocheo oda imida, & co a de, quomodo in- le * de aj-* l %in a jam diebus non um oca a adeum ! Como me c °m E|^ o eVe a en a no Paço, e in a dias ha que me não a ií o Iíla uda egüda ez com impé io Ma docheo a Eílhe , K), 7 W' l a ha egia a dep eca a AíTue o pella al ação do H* nanda h E be , impo unada, &pe eguida en a ^ o cl le a ^ a ^ a a ' A ‘ ^ ie o 5 & 1 ° 8 ° nas p imei as iílas deu ? ,lç loH le Ü^níl açoensd.e lhe da hum bom de pacho, pe gun- % udo’i Pe iÇao e a a ^ az i a ’ P o c l ue í è meyo Reynolhepe- jcanca i!» mdíi aÍVü dpmon l a Sn dp n e » enão Aí Ve ° Eí> nça ia ’ cõ oda eílademon l ação de a e o, enão y { o a le a dize o q que ia, no ema e de hü banque e o na J a d^i P e gun a Eílhe ,que e a o que inha a pedi ,q udo ha- Eílhe e e ol e em decla a o q que ia,o Alo? % e ponde ,q no dia eguin e o decla a ia, C asape - * epj„ ll>^ laia KJ u . jm.~-. 7 - ■ £ ■ ~ J a ^y U n a em meam , Chega o dia, & jâmoleílado A iüe- i de an o eg edo, o na a pe gun a a Eílhe , ^ ^ ^ aca ba iè jâ de dize , q pe ição e a a q inha; p o- a pe ição Eílhe ,& diz a íim. 0 J{ex i ibiplace dona H Se mão donamihianmammeam.p o qua ogo, &populiM neu n, l 1í que UiLÍV Ull'/l 1*0* l èWí b w p ç * - ob/ec o, >iedozoKey e os con en a dayme a minha alm > humildemen e os peço, & pe doay ao meu po o, po ca - ame e os ogo; de e io A lue o à pe ição de Eílhe em ^ ^ e o po o li e, 8c Amam oí e o que mo edh: ido upp oi ° ^ cul o ago a, donde na ceo an a eíolução na Teuchui es, ^ co a dia em Eílhe ? A Teuchui es eíolu a ao me mo p a en a,& o Rey lhe pe gun a, quid canpe babes} q u e cauza e ^/ / >7" aqui? logo decla a a pe ição,iogo publiqua o quepe ènde, ^ idua[um ego, <£? qiue un ex ingue e cin illam meam â . ^ |id h ia iíle Viu a,que enho po íingula ali io a dous pe deo a ida em campo de de a io, 6c ao ou o que òy 0 e $ co& cida lhe que em ago a da a mo e em pena de eu deli 0 ^, pois eíla aça pe endem deía eiçoados ex ingui minha ami x a Teuchui es ão eíolu a ? & a Eílhe pe a in e a oq Lie P an as ezes co a de? ã as ezes eme oza? Si; E no e a c ^}je co a dia de Eílhe ,& a cauza da e olução da Teiichuiu^leo e pe a e l ei o de ua pe enção, & pe a alen a o íeuani de excedi as peni encias íem aze menção das lag imai Non comeda is non biba is ibus diebus , & ib uS 1 iu & _^ • • / J. .. u i ** 1 G ego cumancillis meis im U e jejunabo , &- unc ^ Regem. Po o aí li o [dizia Eílhe ] o ay po mim, n ^° ^ , jejum, pe manecei nas peni encias, n ósòdedia, n 1ílS J|4l „ ^ que eu na companhia de minhas e as os acompann a gilias, & os imi a ei nas moleílias, & sò en ão n e C en a na Salla Regia, & a alla a El Rey; de o e, q| ie P ^ li a da mo e a eu po o, oy odo o eu cuidado alei ^ ^ endas, em aze menção das lag imas; 8c a Teuchn^ e yo e oiução en ou, p opôs, 8c con eguio, po que 1 , Sag ado, que o Capi am íoab pe a eííi ui a Ablalam El Rey Da id o a ão ad e ido, que pe a emelhan e cu a a a Teuchui es, como molhe di ç e a com l a S l jj é Vs as, mulie em apien em Inge e e Jimuld , & ay da en ada de huas lag imas di c e as,& e olu as; 0Jí , mayo es peai encias, que as lag imas na Teucnu ^{d í O 1 <p>‘, das Lag imas de Sao Ped o . £***> & e olu as lhe acili a ãoa con iança, & jun amen e o 10 le ^ u ^ n< ^° a Ab alam à g aça de Da id, e oca pue um %h Í On > & em Eí he as mais exceí i as peni encias em a di ç i- C^^gnmasanãalim ão de co a de, C as a e iam Rjgj, íç n. ne J 1 osde eme oza, quomodo in abo> que mais acilmen e do n CUe a S aça de hum Rey a di c içao de lulas lag imas e olu as, h 3 ; U e P°dcm li a da mo e po dec e o de hum Mona ca as ^ceííi as peni encias. as ei a Eílhe ce cada de peni êcias em a di c içao das la- lk s j a e a ea Teuchui es com hUas lag imas di c e as, não íed . ' P a *d 0 de pacho a híías lag imas e o!u as;que ambém 4(]^ a pi ado me mo luga , em que oíTendeo co a de, à i la (jU e e * m o [como di c e o] e des ez em lag imas e olu as, em a q Ue Cm ° dos con á ios, em que o e pei o da caza,o ob igaílè em que p imei o dian e do a io e a ependeíle, & ke a* cho aíle, Reco da us e l Pe us e bi Dommi icu di - 1( 11 en endimen o o na a Ped o a po os olhos de ua ° i e Zn J^ ança, & dizia : Ah inimigo , que das po as a den- Ma h. i ® daspo as a den o me deixas ! Mas aj i como as 12 ' ^ e / ln d c e as, [po que e i am p i adas das lag imas do y°Zo'} ? n ^ Üe de ião lugi pe a ecebe em a g aça de eu di ino * lí c n enJ° m ° *g no an es i e ãopo epo la hum , Ne cío, ambém e $e ^ ?nien o 7 po que-jun o ao ogo a que e ii e ie , e não de e- Ue s** iuS) que j n ui/ /i luí uu* * <s 'ozoT 9ue de ião lugi pe a ecebe em a g aça de eu igno an es i e ãopo epo la hum , Ne cío, i e em ^ >le } o 1 po que-jun o ao ogo a que e ii e ie , enãc °, Qo^ * Tnas di c e as, con ieie ando a eu di ino Me l e p e- K 0 CTue imen e a ado ; na epo aque ambém dé le à pe - J Su e q* e i%e ão e p u blica lepo ne eio, Ne cio quid dici S Mas en en dimen o> o nando àslug s de di c e o i le o cho a , ap eçado em en i , ejo lu o em lamen a , Re- ■ ç<ij 0 ; ^ e u s e bi Domini icu dixe a , cspi íle e, ecebe u a ljnos olhos, ie pexi Pe u.... >oi u Pa loao co e das lag imas, & à agudeza do juizo e paiiç^P^mei a ama a,que he a que o en endimen o nega i- %c W 0 a ! C Oncienda de Ped o, & como das lag imas, que Pe¬ dan e do a io e o mou o io g ande, come íbu logo a nada *6 Se mão a nada o galeão São Ped o, & po o na co en e deixando 0 o em que eí a a, ahio mais o a, eg e us o as , & imagi^^ q ue começa a a na ega no ma da g aça, pa ado o galeão,ad e io Ped o com os olhos da lemb ança,& io, que ainda duas a as o p endião, & duas p izoens o a a ão, & aplicando os d da egunda lemb ança pe a o co ação, que e a o que com a L . da ama a o de inha, aí i dizia: Ah co ação que pouco iel qwL e que pouco leal , que e mo l a ie ! como a i ecu a ie a co np*», de eu 1 íe l e] como aj i nega le as ob igaçpens em que ’$% de ej as,que não e a ancas donde e às,que não e pi as^í da e a i a a o Su imo Sace do e lag imas, quepo ias n° n ioje des agião em ogo: do cen o dece pei o bu ca u og°j. ? J i des aça em lag imas ; & nej ias lag imas, que e con i í n ^°J jeT> o&°*<l ue * e cib age , a de co ação, a de , que e não p° i° u n 1 Igsjã que a Mi e i co dia di ina me pos os olhos dej e ^ a . ' x ( i‘ minha egunda lemb ança, eco da use Pe us Ve bi Vo^. a 9 CU dixe aq E u co ação deixando o io g ande ai le J aS ma la go-que o que ne ie ma cho es eus e os,pe a eC Á/ lag imas li e minha conciencia da egunda ama a,co » e 1$ des; & como e as egundas lag imas, aô lag imas nu cl y S Q Q ' co ação e ão lag imas com es p op iedades degene T s ‘ (0 jij' ojas po animadas • gene o as po alen es; ene o ** an es. <> j ( o Gene o as po animadas, pois em cada lag ima , > lança a, e a hum co ação que de pedia, 8c em cada co aç^ ^ ecia hda ida, que ac i ica a, & co ação ão gene o o, <P pendido e e lag imas com e pi i os de i en es , Sc a ^ eI 1 L í ice^ nimadas, em conhançaeí e co ação pe a pedi a De° 5C b uas lag imas,& que e íme eus u pi os. a ? P i w.6. 7. Cho ou Da id de noi e, la abo pe ingulas meum , & l a ummeum igabo , 8c pa ece e e queceo 1 5 ^ o 0 zuio de pedi a Deos acei ação de uas lag imas: ch ç & occazião,& e ol e com igo de pedi a Deos que acei a M, %. n. P i os > & p emee uas lag imas, ne a des,ne dij inwl eS a p eca ionem meam, Senho [dizia Da idJ ainda q ue das lag imas de Sao Ped o. i y J eíl anho, não endes ezao de me e a da es o de pacho,co- em nao ou i es o que os peço,como piedozo; & bei W °° nce, ° ô ^ a id an a con iança ne a egunda occazião, & 0ll a ^ a dia na p imei a > no em o modo com que Da id cho- ^ ^ la ’ & ou a oçcaziao,& logo ica a cla a a ezao de di iè- 4^’ ! la Pe nei a occaziao e ia Da id lag imas no de canço WlT 0 ’ a oaí en odehumeíl a d°; & na % un ^ a o ccaz ião 4 / ; a au ^ lag imas, mas lag imas animadas, au ibuspe cipe ' U]° • ns ? j neas ' Ve ia lag imas, que como i as alla ao, Si co- ^ ò^ç as ^ en iã°;aí i [diz Da id] poise las aõas lag imas, ^° ada ^ en ^ o de eis acei a , & não aquellas, po que eílãs aò s e m o luga do de canço,& em ou o de aílen o*. aò Jag i- ^dd Como m o asjàn3o aliam, nem de hum lei o e i ão, ieuo lum e ado e mo em; mas eílas egundas lag imas [meu üe l e ^g imas animadas, Sc ao me mo epo que co em, oa s V ao eH anc l 0 > n a o que o, Senho , que neí aslag i- P' J pe J la *s os olhos, mas que lhe apliqueis os ou idos, au ibus ° ü ! > T : ” y mas neasin^o sò que o que não haja a dança em as ^cij e j nao dií imuleis o acei allas,^ a des , ne dij imules C ° a Ção e P eca l °nèm meam : po que lag imas, que aindo de hum ç lpi i o s | Qne o ^ 0 eni em y alen os como i as, Sc incluem em íy q Ue ' R imadas, bem heqDeos lhe ponha, nao sò os olhos, api as Uas °zeslhe aplique os ou idos, au ibus pe cipe la - ^ene ^ ^ 5 1 le i^ eas q uonlam ad em ego u ^ a $*Cln<* nm > ní i OQ d » animada* ■ J- * 1e c ° cm, não sò alcançao de Deos o que pe cdem, mas i7. .° n legueni cem en u a o que p ocu ão. e nulia ce cada, os mo ado es pe didos, Iudi h cui- 5 ** como maisde eiada no emedio de odos, pe a a e jim. Lag imas pois que com e pi i os de animadas aliam ao me mo ^ e a lc^ " ^ j m o mais dei elada no emedio de odos, ^ e ^ eos m a osòoamna o.auec!ue ia.mas o a u Ui Ixdi b. Va c ' '~ >eos 5 n a o s ò o ampa o,que que ia,mas o a o ,que * 7 ’ L , n & oln lCCa ° o oe ^ as P ala as, dicamu Domino , u jecun - %Hos U J a P m í uam i c acia nobi eum ci o mi e ico diam uam , °n ad e ° . “° dizia ludi h)pe a que a oda ap eílã mo a ua ^nclo e(| e ? c ® ua mi e ico dia, li andonos de an a pena, en- c-munigo-, & com an a p e iã con eguio Judi h o que C que ia, 24 Se mão na cicias de hüa on ade, de cob i emos nellas eS p op ie * de a o unadas: a o unadas po peni en es; a o unadas p o cedo as; a o unadas po ium an es. ^ São as lag imas, que a on ade de Ped o cho a 5 a o unj po peni en es,pois uppoíla a culpa de hüa negação,o ac o ^ ni encia na companhia das lag imas he sò o que i a a hum P e j 5 do do e ado da de g aça, pe a o e ado da melho o una > an o que hüa on ade e a epende, an o que hum al ed ' íO . 0 q lag imas,logo a conciencia de hum peccado e ê li e ào da culpa,logo a conciencia de hum culpado e ê izen a d&P a da o Fençaidonde e in e e, que a peni encia de hum peccao^J^5 e mais bem a o unada, e ha emp e de aze na comp anl!l lag imas. ^ S Começou o po o de Be hulia a con ellà e a Deos cujP^as ludi b. 8,14 ad e ido Oziaslhe aconcelhou que izeílèm peni encia d e ^ culpas, p ani eamus, & indulgen iampo ulemiiS', ZS j $ Jíg í ' pi ão Ozias que o ado da peni encia em acompanha 0* mas.inda que baila a,não e a ummamen e e icax pe ?. ^ no em o modo com que ad e io aos do po o, que iz&* eíS j e $ encia, pani eamus^ ujis lach ymis pojhilemus : ò lã p ^ hulia (dizia Ozias) he necc ià io que odos os que zen es açamos peni encia de noí as culpas, mas ad e i, 9 deí a peni encia pe a ica mais eí icaz, que ha de e á í 0 n ‘ u c A** _ n 11 • iy milP 0^' - 0 ^ * C 0 ] n a 0 s - -, u ai inau .uii,az. 3 na UC lCl nÜ^‘ C • panhia das lag imas ^pani ea nus ujis lach ymis , & ai J, 5 |ag de Be hulia uni ão o ado da peni encia às co en es de mas, logo aicançà ão o pe dão de uas culpas, que ão em ^ 0 c u pi a ão, &logo con egui ão o que que iao na mo e e nes, ab cidi capu ejus . Pois sò a o una de hüas unidas à peni encia alcanção en u o amen e emi iàò & i o ia de inimigos; de o e que pe a alcança de P e ° ^ que e pe ende, ainda que sò baila o ado da peni encia» ^ ^ líio que ao ado da peni encia e unao ambém as lag im ’ eamus ujis lach ymis. , Mas aíli como pe a chega a alcança hum peccaao , que com mui a ezão an o u pi a baila sò o ado aa pe* ^ das Lag imas de São Ped o. 2 j ^ melho e o com a companhia das lag imas; aí i ambém ia Ulm P ecca do con egui a g aça, que com ace o an o deze- ’ ao ba lão quais que lag imas, mas pe a con egui ^& alcança ^ a ça,que an o e dezeja,& a g aça que an o u pi a, aõ nece - cni e ^ as lag imas unidas, & poílas em b aços com a n! 0as â g oa s dehüa Pi ei na chega Ch ií o, & ou indo as l l0 ^ as Cíe ^ u m peccado , em que dizia, que po cauza de não e %d T ^ ° en o ^ ece na c l lle ^ as a goas, e ia em ão laí imozo l 0 „ o ’ mais de ença mi aculo amen e lhe deu aude,& c ^m‘ 1 an ^ 011 que a oda a p eíla omaílè nos b aços o lei o,& a e . n ia hè, o lie g aba um uum , & ambula ; qual a cauza > em ^I a pa aly ico,ou aquelle peccado dizia a Ch i o,que a ^do G aom em,que o en ol ece nas lag imas,o inha na quelie e - dido’. e a com ^ eu ^ a o ecu P e a a g a( ? a ? q pella culpa a ia pe - D 0 n ■ ^pi a a pellas lag imas, em aze menção da peni encia; inpi i le ' } °minem non habeo , u cum u ba a ue i aquami a me : ^ en ^ 10 a ^ a ^ a ^e as lag imas me p ende en e os g i¬ a a h C p m inha culpa,& Ch i o endo, que e e peccado u pi- dei4{| le as ^g imas, em e lemb a da peni encia,que a ia > que! ^ a nd aU ^ e ci a l doo ellad 0 da culpa pe a o e ado da g aça,& b a Ços logo a oda a p eíla,& em de eça ome o lei o em eus 5 ^ aíTim com elle em eus b aços começaíle a da pa lbs,& a no ci ado da peni encia, moí andoCh i o neí emodo cad 0 â ^ ne a manei a de p ocede ,que a o una da quelie pec- con h ia em u pi a pello emedio dasTag imas,mas <J j a a o una daquelle peccado ,em e da ua pa e o pa o- as * a g imas, ci ando eílãs me mas lag imas em b aços com í? aõ enc * a > u gejolle g aba um ambula , as lag imas e SÍ qJ1? s a g° a s,que o pa aly ico dezeja a; a peni eda em o lei o, VçjL 1 em eus b aços lhe punha; ia e aquelle pa aly ico en- Cu ^Pasí i° n osac ^ ac l ues * ^ a ^ e a quelle peccado en elhecido nas % es ^nec e ou Ch ií o li a aquelle pa aly ico de an os acha- libe L e . 0 Vco libe a ,aquelle peccado de an as culpas; & pe a o 1 com di a,& pe a o li a com o una; àlem das lag imas q D o al 7 / Mm.11. 9 . z«c.5.35. o aIp e * 2 6 Se mão 0 al pa àly ico dezeja a,ac e cen a Ch iílo,o lei o, Jl ue . ^ s ’ & cado naõ pe endia, que como nas agoas eíla aõ as Iag J ’ j â . no lei o a peni encia, manda Ch iílo,que àlem do eiiiedi° ^ g imas, ome em b aços a peni encia: pois oda a o una peccado eílâ em e da ua pa e o a o das lag imas, e ^ ai , ^ peccado eílâ em e da ua pa e o a o das lag imas, ^ amen e eílas lag imas em b aços cÕ a peni encia, ^ om S lí c ^ nemnonhabeo , uicum u baia ue i aqua mi a me M u ge, id eíl [d i ijs ] olleg aba iim uum> & ambula. Mas aí i como a ègo a moí amos, como naõ e à a -^as» de hu peccado em e da ua pa e o a o de quai que ^ mas que pe a alcança en u o ame e os eíFei os da di jn 1 j^ía heneceíIâ io,que hum peccado enha em eu a o das lag imas, endo igualmen e em b aços a peni encia; a ^ de emos pe íuadi ,que pe a hum peccado e mais bem a .^3 do em e libe a do eílado da culpa pe a o eílado da g aç a 0 sò baila o a&o de qualque peni encia, he ummamen e e a6lo da peni encia em companhia das lag imas. & Pe gun a a 5 os di cipulos de Ioão a Ch iílo, Pha i ceijejunamus equen e } Dijnpuli au em ui n0íl ^L ]o^ po que ezão nòs, & os Pha i eos, [dizião os di cipulos con inuame e je}uamos?& equen emen e azemos ? eí]iZ ^L pe a " os eus di cipulos, nem equen emen e jejuão ? nem ^ _ encia? Re pondeu Ch iílo à pe gun a, n um quid'po uu i Jilugè e, quandià cum illis e pon us > po en u a de ens os ilhos de Ch iílo quando e lão na íua g aça ? lâ i a > que a culpa os a pa e da minha companhia, & en ão ) en ão a aõ peni encia? & bem ? os di cipulos de 1 oão, # ^ q[ V eos pe gun as a Ch iílo, po q não jejuaõ eusdi cipm° s ’ ? o e ponde,que eus di cipulos não em cauza pe a os E angeliílas Sao Ma cos, & São Lucas con ão em oS j 0 s » de ua ag ada hi lo ia, que Ch iílo e ponde a aos dilema y Ioão,&aos Pha i eos,que eus di cipulos naõ inhao ca ^ jejua ,um quidpo un ilij nup ia um quandiu p° S uS « 0 $ x e jejuiia e} pois como aíli? São Ma heus, diz que C i .*#! ■ de a, que não ç ão ncceílà ias lag imas, num quid poJJ u * ? ku das Lag imas de Sao Ped o. 27 ^cas, & São Ma cos ad e em, que naõ e ao nece lâ ias pe- ^ num quidpo w jejuna e > ou os E angelií as e encõ- * j? u Ch ií o e nao con o ma com a pe gun a ;o a no em,que j iQ o y con a iedade nos E angeliílas,aquillo que só oy my e- n a - e ? pe gun a ão os di cipulos de Ioao a Ch ií o,po q Uj^s peni encia eus di cipulos, em aze menção de lag i- I pe a lhes moíl a eu e o e pondelhe à pe gun a, ^e l en Í- en ^ oos P o P°^ ;a í e ^P on ^eulhes à pe gun a, dizendo, Mie e s us j ^eipulos como pe manecião na ua g aça, que nao e a p 0 c í 1 JP a 0 não aze em peni encia; ep ehendeos da p opoíla, a i I e Sazonando os di cipulos de Ioao, que azião mui o, pois ^ nc i a ° Po ência, jejunamus , Ch ií o ep ehendeos, dizendo, q c h e ^ e a peni encia e a a que baila a,que jun o a eíià penl en- aj ** ^mamen e e icaz a companhia das lag imas, num quid VI iüo -d pon i luge e q ue po eílã ezao,como eus di cipulos < e ia~ n a ^ Ua g aça, po en ão nem de iao aze peni encia, nem u y ^ Ve o lag imas, num quidpojj un jejuna e > num quidpo - ê e Jp e p 0l ^?^ maílè o pen amen o;pois donde o Tex o diz,q Ch iílo culp as e a aos di cipulos de Ioao, q quando eus di cipulos i e sê a en ^^ão a iao peni encia delias, unc jejunabun , ac e cen a cuL e ^ n lia, non olum à cibis , q ue en ão a iao peni encia das C S ; mas que ad e ií em, que a pe eição naõ a ia de eíla em 1 apulos e abíle em sò dos manja es, mas ambém em nao iij 7 ? as co en es de uas lag imas: unc jejunabun non olum à d0 *de e colhe com e idencia, que eí à a o una mayo de l^ ecca d° em aze qualque aó o de peni encia em copanhia % num quid poj un ilij nupíia m quaiidiu pon us cã /i dgjuna e} num quidpojjun jihj ponji luge e quandiú cum e J (pon us> iag j 0n iga pois o po o de Be hulia o q pe ende a a o de hüas laL m as peni en es, ad i a Ch ií o ao pa aly ico, que álem das *0,q u as ome em b aços a peni encia,& inalmen e en ine Ch ^ P eni e ncia e unão ambém as lag imas; que Ped o endo ‘ U a °n ade de eílà a a compa nhia de Ch iílo, negado a ob i- Di gaçao Se mão gaçao que inha,en egou iiia p óp ia on ade ao a&o da da,&ao me mo empo e eu lag imas; pe a moí a , c í u en . a5j azia peni eeia de ua culpa, mas que jun amen e e ia * a 0j j^ la pe a cho a cõ ellas o eu peccado; & aindo e las lag imas de .j 2 on ade peni en e,& jun amen e cho oza, quem pode á d l []0 que as lag imas de Ped o, ao lag imas bem a o unadas,& 2 ^ ^ nadas po peni en es, eco da us e i Pe us e bi DominiJ lcU Xe a , â? eg e us o as Pe us le i ama è . ^ Su ca a pois o galeão S ão Ped o po hum ma la go d e a e gu a,&ne e ma de cuidados, neí e Occeano de lag in 1 ^ ^ lemb anças que 0 a o men a aõ co ia empo al des e 0 â ^ a C) ciência de Ped o, hüa onda o le a a,ou a o azia; c ° m comba e de an as ondas, e picou a e cei a ama a, que & ma p izão com que a on ade inha p eza a conciencia de* 8 c eí a em a e a o ça q em y em hüas lag imas peni e 11 ^^. a em o g ilhão da culpa, Re aze em e alla ap izaÕ da 0 4 Li e Ped o de es p izoens„que ade inhão,& de es ^ n lí0 ( o a a ão, o nou em y, ad e e e us , ans o mando en men e as lag imas,que de ua on ade emana ão de penÇ 0 ud' encedo as; 8 c íieí a ba alha na al, que no Occeano dc n iaS ' b a mas deu a on ade de Ped a,ganhou o me mo nome de ’ qual em ou a ba alha campal inha pe dido. , Saõ as ba alhas c y ol em que e apu a a alen ia^elj^ 1 e aqui e , ou e pe de o nome: em o a iodo Pon í ice campo de ba alha, em o qual oy Ped o es ezes co nba 0 ao aca e ií enciaaos comba es, que em odos es hcou desba a ado, 8 c de al o e icou encido, quepe deo de 0 F'° üX] e $ me, a i o e emunha o E angeli a São Ma cos, na ando 4 cíle d i eipuio a ependido começa a a cho a , Capi le e , J &íi . cla a o nome do di eipuio, que jà a epedido começa a a c amo con i ma o E angeü a São Ma heus, dizendo a o^A o 0 ci e al di eipuio jade odo de enganado e a epende a , * } ei* 1 g ande o exceíío coque cho a a, eg ej] us o as le i “ ZM 14 * da. e da a conhece o nome do di e i p ulo, q u e ad ei - , nos olhos com an as en agens cho a a, & com i^ z 0 (o* . *9 la i a, & lendo eu com a enção aíag ada hi lo ia doE an- i 1 . Saõ Lucas, achey, que exp emia^ que não sò o a e íe di - __ 1 _ /!'_/*_o * l-l YVSC io 2 J? w. '' V i u , = .uin|j a iaesex ;eiius íciuii uaiuw«^ — ^ejKáa, masquee eme modi dpulo ( ecupe ando o nome / ed o ) o a o que en í a,& com exce iò cho a a > eg ejj us o as ama è, de o e que nos coba es em que Ped o icou Uj ^pe deo o nome,6c sò com as ul imas, & e cei as lag imas o ^sdebüa on ade a ependida, poílo no ma da peni encia, po - U ^? a: pe deo Ped o o nome, quando encido nos comba es, Q conduzia bem o nome de Ped o cò o nega a eu Me í e; 0’h i! auicy, quecxpicuna*^u — w ™ ■ 0 0 que com g andes exce iòs en í a banhado em lag imas de lioio _ n /*_ J •s_.1_/ .« li l innn » -w^ w» i UCIU U IlUlUCU x u V.W W x l(s ou o, P e us e nega i dicens non ium , ide , non ium P e- 7^!e . com. ^ n %° Ch j i um ■ > ecupe a em im Ped o o eu nóme no in Ep.ca h . Uj ^* s ^g imas em que ua on ade a ependida e oílen ou pe- 5* hccb. ip* como em Ped o ou e ão lag imas peni en es, não po- Ca P 4-S-7 1 » cw e .* Xa io ecupe a o nome de Ped o, que em ou a ba alha o um * Ui a J inha pe dido; & ica em e e ma de peni ecia com a pal- ^Jcncedo . a í a^ C u ^P a pe deo Ped o o nome, no a epedimen o ecupe ou nas e in en o diz hum illuíl e engenho dos no iòs empos, °6oi os e ° ens d e h üa i ude a a que nosp op ios nomes dos ^ a n do ^ e ^P e ao as p óp ias ob igaçoens das pe ioas, po que ko an e con a a e imologia do nome,en ilece e a nob eza, & (3- a Sanc idade [ aõ as pala as do dou o]chama F ab i- i i u p p s m% b n# 0 • ao Je como Fab icio he in ilece a nob e ga chama Ped o> Dm F( u jW HleTV' U ^ e ^ o h* como p o ana a Sã idade ba e degua - C c . de u - e de a ^ u ^ e d° nome , pe a que e plandeçà a ama da pe i- ce d.Bí p.dq P% a j p {pLandece a i ude dape ioa , pe a que e anUi ique c .nasde- ^'íosi^ c a e lexãoqueodou o es em no iòs empos l xocs d< ^°u ina ,que os que omos Fab icios imi emos a Fab i- ^ l ^yC I «° e i ^ e ce a nob eza, & os que omos Ped os imi emos ™ e ií * H an JV 3 0 P ° ana a sanidade; e ia me ma e lexão jâ mui- íh> * C ^P ; a n S j ^ e d o de y pe a y; de y, pe dendo a ama, p e a y, ’ ' W n -%hd ° nome; e c ogi a a Ped o, que endo nome de illu - . **»do n° a Me e e cu ece a a nob eza; ecogi a a Ped o, nome de i ude,com a ua culpa p o ana a a Sã idade, & ecm:- S, Pdul. Beb. i o . $i. P lm. ys), Sd en .y i, 30 Se mão & eco da ndo e do nome,que em y inha, e libe ou da il^’® g que e acha a; a ileza da culpa lhe ocul a a o nome, de lo os E angeliílas o não nomeão; a o una da peni encia 0 e ^ à ua ama, de o e, que jâ São Lucas com o nome de Ped ^ pelida, eg ej 'ü o as Pe us le i ama è. Com lag im^ ^ Ped o memo á el na ama, com u pi os ganhou Ped o a 1 no li e poí e idade, con o mando dei a o e, a nob eza, com 0 no^ i ude,com o apelido; ecupe ando a ama no con li o, donomena i o ia. Suppoí o pois que Ped o ecupe ^ 1 ^. ne a i o ia, pe gun o ago a, po que mais as lag imas 0 $ ade aõ as que azem a Ped o encedo , & não as lag in^‘ s , o 3j a qualque po ência? he a ezao; que quem com a ô y â c e e he sò o que pe ei amen e e a epende; pois poem da l u .J. Q je o a&o da con ição, a li como Deos poem da ua pa e 0 aU * eC j 0 # ua g aça; donde e in e e, q o pe ende emos nòs ai Lji»a s nas ba alhas e pi i uais, em pò ambeda noílà pa e aS ^ 3 da peni encia; não sò he pe a Deos qualque culpa,mas P al C ime ho endo. _ _ Ho endum e l incide e in man is Domini , clama que he cazo ho endo cai nas mãos do Senho ; pois coj 1 ® (pj lag imas de Da id poi as nos olhos de Deos he eí imaÇ* 0 £ c *' lach ymas meas in con peãu uo, as lag imas dos peccado ^ beça de Ch ií o he ê u a! Capn meumplenum e l o e , i e / _jl _*_ o/- 1 deo, lacb ymis pecca o um o o cai de hum peccado nas ^5 d Deos,hede g aça? mais; os juí os empo de canÇj? ^^0^ ( Deos, ju lo um anima inmanu Dei un ; poisas me ma^j^ ’ Deos,que pe a os juí os e em de ono, aõ pe a os p e ^ e n p ecipício? Sim ;& no em a çauza da dií e ença, Da ^ ^ QÍe s jj? do punha da ua pa e as lag imas,que cho a a;. os P ecca Ld:oS - « -• * ** • oS/^ i ni en es punhao da ua pa e as lag imas,que e iao: enganados punhao da ua pa e a con ição,em ií$P} 5.4 queUeqiie cae nas mãos de Deos em po da ua.pa m ^ o ajudem, u pi o? que o alen em,con içãoqueo es o ’ Deos u en e oçlo o pezo da culpa; & ay a a di»#® ^ u- e le, que poem a§ lag imas da ua pa e, à quelle, que e das Lag imas de Sdo Ped o. ^ x ^ ^ as lag imas,que que Deos o íuí en e, quando cae no p eci- ^^queao q pondo da ua pa e e elag imas, lhe dà Deos po , Cai "jǰ leus olhos, po ui i lach ymasmeas in con pe u uo ao q ^ 0 da ua pa e e des az em u pi os o as ob e a cabeça, Capu ^T l ^ num e i o e ’ ao que pondo da ua pa e pe manece na qu as nas palmas, ju li au em in manu Dei un ; mas ao ^ pò da ua pa e, com odo opezodaculpa que cai nas d e d e ^eos, ao o a e à eíle de g açado de lhe e i em asmaos p a [ eos ^ de canço, que deílà pe enção lhe nace o Te a ua cul- * i 0 3 ’ bo endum e i incide e in manus Domini & pello co- pa e H c 5. e< ^ e àquelle,que ao auxilio da di ina g aça poem da ua o nia a Agencia, pois emos que a con ição nas mãos de Deos Ql[ l0s P e a o con i o palmas pe a a i o ia; as co en es nos Deos eíTem pe a o de enganado capellas pe a o encí- j) Ç a dc in a ] m e I i e as lag imas na cabeça de Ch i o ab icaõ ^P^ni en e co oa pe a iun o. W* as lag imas peni en es, a mas ão o es pe a os peccado- °l ^ in Ve ncedo es nas ba alhas e pi i uais,que o me mo he en- ç ed° es ^^n elag imas peni en es, que e em aclamados en- ^i e e Hà he a ezao po que lonas a il ando a cidade de Ni- c °^b a --° ^ lle l° 4 os mo ado es delia, comoToldados da o una c e 0 di l H0 0 Ceo com lag imas peni en es, emeu lonas,que o de- di Jc 1 0 ^ u a e, & o po o o le o que ence ie, imeba Io- s , ^ an d o Eph em] a piciens lach ymas eo um , mas q mui- ' ? em ' ^sp eii econ h ec e nd o lonas nos mo ado es de Nini e huas lag i- L^es, as julgace encedo as. Sc j ^ e nos a ilha de Fa aó inclinando os olhos pe a as co - i^ha° ^^ 0,Venc l 0 na ega a Moy es no a i cado baixel de hua p % a O. en u o amen e o li a da inclemêcia das agoas;pois quê | 0 hi la ^ °y es encedo ob e as agoas ? quem ? o e ão bem a- apa andocede hum ca i ei o, imbolo da culpa, ^^dem CO c OC ^ a a P e Hà lag imas de peni encia , p ue um agi- exoU. 2. i, j^a e xznxdipue um len em- de o e que endo MoyTes 1)0 ^ ço UaS * o ças ’ e a mui o alen ado nas lag imas, & quem a e pendido e o alece de lag imas peni e es, ica ão alen ado 3i Se mão alen ado pe a a ba alha, que dos me mos elemen os aeco j^^ ia; de Hum ca i ei o e libe a; de hum Fa aó e li a;cie pa eapa a;& inalmen e, ium a. •„ Seja pois culpa ho enda o cai nas mãos de Deos e** 1 Tups ua pa e lag imasda con ição; ema lonas ica enciuo Ah £ ob& iua Lcuid. jiuuíia , lag imas pe ii en es; econheça lè Moy es cho o o en eG j jyina, as agoas; q ambém Ped o de pe ado. peUa mi e ico dia L u C d ab indo os olhos de ua e cei a lemb ança* mo eu ua ° l J q « « i /• • - - - ~ 1 - / T I l** £ a qual cho ando uas culpas, icou i o io o com uasyg* incluindo em y os alen os de peni en es, e ans o mai ^ ^ i[ cedo as, eco da us e lPe us e bi Domini icu dix a ^ us o as Pe us le i ama ê. i 0 c ^ 0 ' Mas não o ão sò eílas lag imas, que a on ade de ou,bem a o unadas po peni en es, bem a o unadas P°* do as, mas ainda bem a o unadas po ium an es. * e n e ^ e mo ma que Ped o peni en e o mou com uas lag ima s > -‘- - - ~ ’ ' 1 do$ UliV e ' me mo na ega jâ ium an e, & e i uido à g aça olhos, ecupe ado o nome de Ped o, que nasmegaçoea 5 ' g e^ 5 J?J-I-- J A •* • - Z dido em hum ma de ama gu a, e ê jâ no ma da gi a , C p lag imas peni en es aõ as co en es com que a cidade ^ e ^qU e aleg a: & eílas agoas aõ as que o mão hum ma de&^^ypd^ o amo di ino ium a. Pelías lag imas en ende $ a0 K o amo di ino ium a. Pelías lag imas en ende $ a ° ' s . jlK aleg ia, que cauzà ão hüas co en es lâ na cidade de V e a5 i ' "P d. ' 5. mn j s impe us U i ica çi i a em Bei • & no ma da ei> mas lag imas aõ as que uílen ão ao amo di ino P 0 ^^' numio^Spi i us Do mini e eba u Cube aauas a don - l el ; ay* a J > £> Vwc.Fe . ,Spi i us Domini e eba u upe aquas m , a SaÕ Vicen e Fe ei a, que as lag imas e ão as que . ca o, em que o amo di ino ium a a, pe aqu* e eba u pi i us Do mini, & hü dou o ainda mais cJa ^ ^ in en o dis, que os peccado es a ependidos e ao os ^ en es de uas lag imas puxa ão pello ono,em q lie * nni- nu i uTT. J 1 i U u nsTíl iLn Tí ou ~ i hPa /lllí UT 1^*6 1 J no ium a a ; íach yman ibus Deus ip e abi u *• ® j e ^5, quando o amo di ino e ê e ido cõ lag imas, a en • a > naõ e que ale do ca o do Sol, nem das luzes e mas sò dos impul os das lag imas,& impul os dos m p 2 TJ> das Lag imas de Sao Ped o . ^ ^ íi n ^° ^ a b° ,& no Io dam aílií io o Pay, & o Filho, & o Spi i o hn e COm ° amo ’ s °em 0 io dam e io, idi pi i um de cen - ?o*n.u 31 . *l ua icolumbam de Calo. Pe gun a hum dou o,qual e ia ° C * U e ° amo ^ d i ino aílií io em ° Io dam, & não e io 7( / We u a ° * ^ ^°S° a e2ao 5 quiahabui inlo dane ,<2<7^0 í #- ■ ííl °U V o’ ^ UOn 7n ^dbo e ; que o amo di ino i e a em o Io dam n u ^ Ue 0 puxa e, & não i e a em o Tabo çauza q o a ahi- ^a a o do U2a i0 ^ a ^ Ue n ° Io c ^ am P uxaPe pello amo di ino, de- K emi ^ío danis, qua quia aqua, & quia in Bap i m a ia n 0 í í ü a <s > l^h ymaspmi en ia, Bap i mü'pe ignaban , i iu 0 . l0 dam co en es de agoas, cujas agoas e ião pe a oBap % aT pe a o Bap i mo da peni encia; as q iaís agoas ^ í m « Çi >*% C _ • *- pois Pu adas pe a igni icação dehuas,& ou as lag imas: a e¬ la* no Io dão iag imas,& no Tabo Iuzes,no Tabo Sol, 8c no CO en pc • miç inm a o amn di ina o U C *ão aguiu«w, uw aouui lUíOjHO i g i^ Ren es; quis ium a o amo di ino aimpuí os das la- íes } no ’ ybui in Io dane , à quo ube e u ; 8c não ò a o das Iu- - 7 i — 5 . kj ia uL uao u ? >cj e Y Pabo e^á quo ahe e u . qa endo o amo di i- ^ l a não que do Solo eu ca o, das lag imas, im, os cus •E a*’ j u ^ inlo dane^ã quo ahe e u ,&non in Tabo e . P e a o R ° . am io ’ que com uas agoas e des azia em lag imas oan}^. ^P mo da g aça, 8c e a io a clôde en ando hüpeccado P° e a ° lag imas de peni êcia, ica a limpo de oda a mancha; en e % > I * MW »iiiiipu V. 1 C IUU4 a niduui a la g imas,& po e e io he que Ped o a ependido, & pe- : en a en u o amen e ium ân e,&paílàdo dei e Io dam J **l3SPp o ^ .. J .°i S ig • ycuuuujiun ji . uiiunnd.HLCjCx pai laao cieue io uani ono aS pe a 0 í lia da P en ^ en cia, e chegou a po a dian e ‘ 0 E>eos, à i a de cujo ono, me pa ece, q o io e la o S/e C . n o Q P angeliíla, incon peãu edis anquam na e i eum y po b.^b 1^1 çJdJl^l/o , que eíla a Ped o dian e do ono de Deos , pe a o . u.- n n j Ve S a a P ePo ch i alino de hum ma , o qual ma , en en- d & a wiiiiiiciiiiiuucjLiuiij ma 9 o q uai iiid 5 ciieLii- j ou oíe o das lag imas, po onde opeccado a epêdido n nd : a m en e na ega, aqiuci icc lach ymas , q ias i i anclipiè 'Q le - q >n c &n ponun u au em an e edem Dei , u eias nul- ^0a s A 0 i J e ^ De um iam , n/ pe lach yma um ma ia: e as in en e? ° ^ uc o 3 Paõ as lag imas,que os Va ões Sãne os piedo- ^nção pellas on es de eus olhos, 8c poemíedian edo onQ Ch yjõjh S.Mp l- 40 Se mão ; Sa5 ambém as lag imas dos peccado es ne la mexa bebi di iiio P o edo , que aííi o publica Sao Ioaò Ch yíbí omo, / . lach ymas ex ipjis oculo um on ibuspo a u us que as mas,dos a ependidos (diz oSamí o) aõ neí a meza bebiua bem de Ch iílo; a e à pois homem ao empede nido, que nçg j e eí e di ino P e iden e o u en o de eus u pi os, & a bebi uaslag imas? òna 5 o pe mi a aííi a di ina Mi e ico dia, a aquelle que nega os u pi os pe a 0 u en o, & as lag imas ^ bebida, e à em pena hum in e no: & aquelle q ueap ezeno-^ a meza as lag imas po bebida, & os u pi os po uíbm» , ^ :emio, a me ma glo ia. O me mo Ch iílo Ielii o eílà di lOÍS p êmio, ^ --« I4I 4I4 ^ mm V *»u nao como P o edo , mas como Iuis up emo no emei^ 0 35. dij is mibi bibe e ; inde pe a mim bema en u ados, j a do eu e a a no mundo exe ci ando ó ca go de P o edo 1 1 /[j da Mi e ico dia, me não al a es co n os oílbs u pi ° s 'Mip s ' en o; & com as oíTas lag imas, po bebida ; e u i i, Ji i i, & dedi i . & os maldi os,que na meza da Mí e lC , MÜ 3 ' não oí c eceíles as lag imas po bebida,& os u pi os p oi: í. e i e in ignem a e mm : ide pe a 0 ogo e e no: & clama- u el . V* Sanélo Ago inj o, «í* o e ibun in ignem a e nuM ■ > Mi e ico dia non ece m ? Po en u a deixa ab C naC j{* s 7 mendo dia do juizo] de i pe a 0 ogo e e no odos y neí a meza naô ize ab au os de Cha idade ? au os d? *#1»^ Deos? Sc ob as de Mi e ico dia? de pedindo u pi os,o e^ jc <}S; lag imas; ingula men e a ependidos,& pe ei amen e ^ ^ Cheguemonos pois a eíla meza a ependidos como Pe ^o ^ nnolki--- _ T_1 I_“ .il F u^ucm uuD a meza a epencuaob - cQ . impe ei amen e con i os,como Iudas, cheguemonos, j u c d o,& e emos egu a a al ação, não nos cheguemos, co po que e emos em pena o in e no. Sc( e s Neí a me ma meza da Mi e ico dia e al ou W ° ’ deo Iudas ; al ou e Ped o po que não al ou em ^ #, Sc em ap ezen a lag imas, eo eí is o as P e us * e a e , pe deu e Iudas, & po q e pe deo Iudas? não ey eo J e> * h 1 H s das Lag imas de Sao Ped o. ^ e^° ^ Ue ^ eu ^ u g a aodemonio a queJhe- echa e apo a à 4 eo ,. a ^* u as l ag imas, Cmnjam diabolus mi i e inco . Fechou- /«#. 13 °^ e a P 0L a à ua on e das lag imas,& po i io ludas as não ljC eo ne a naeza, po que a on e, que he o co ação, donde as 4 n as c ^ eu p incipio, inha a po a echada pella me ma mão 4asC n ,0; & ai ^ luàxs e pe deo, po que al ou com o p a o de cõ o guizado dos uípi os, & Ped o e al ou, po q % s ll [P I °s, & o è eceo lag imas. Cheguemonos pois Ped o ’ P o c I llea g o a he,que po nos e a epe- ^ - c a as cha es das mãos do amo di ino, & ecebe a digni- *go a l le a, ^° a ^ e > S ue e execu a o dec e o da e i uição de Ped o, h <4 eauzen a da e a pe a 0 Ceo, ex hocmun- ^Ax^ m ' i & P o eição di ina, ica Ped o, não sòcomo ^° dia c C Om ° ^ e l ac l 0 > & como Me ejmas neíla caza da Mi e- °J?° P o edo . Supe hanc pe am edi icabo Eccle iam - Pe ç^í^plei o Ped o no ca go de P o edo , ço e a o o icio Ni, pe deo o io^ ^ u ^ en a 0 P ezo c ^ as cha es, & ambém não pe U n - a ^ a ca 5 Con e a o oí icio de pe eado , po q e de an es j^ o n^w ? 3 a g o a 0 l le ^ as almas: & como aquelles, queneí e K^ s ,p e . 0 i emos a ependidos, omos h ías lag imas ani- ^e e 13 !? li a ^ Mi e ico dia di ina, que do p imei o lanço, nos ^lho | ; ^ c ac l 0 das almas lã de ièma da mo e, p e a a e a da ^Po asH ^ u ^ en a 0 P ezo das cha es, pe a com ellas nos ab i h^Hella a * e u lalem Celeílc. Não pe de o Senho io da Ba ca, em n ° S P a ^ l pdl° io do Pa ayzo. Se pois o P o edo que ^ Ç3 } 0 j^ s U€ a caza da Mi e ico dia, he o me mo Senho da JSIos ^ Ue ^ egu a emos a pa íàgem do Pa ayzo ! pois nelle % iC0 5 5 U c como en endido az a&os na Cha idade,& ob as na J^o s jJ . 13:mas que mui o, que endo e as acçoens exemplo d 0 ais ’ P e a que imi andoo, a em da al ação, co a po e Wy,,i mo ^ en l lc da Ba ca o cuidado da al açao de odos, I í)e c; ^ ec íil com ^ °^ as * J^a ch ,°' e ^ a a l°nas do mindo no Aquecimen o, em íc /onu i- '^i 0sa „ a . lal ação,.& n° me mo empo alija ao os compa- s iquezas ao ma , sò po al a as idas; lonas do mindo F no l)U . x^ .12,35, Xm». 11.4,1. 42 á Se mão no m é ió ela ba ca, & no i co da empeílade, he o F GG ^^ c ao gol ado nas culpas,do mindo no e queciinen o; & a i ^H da uá al açãò: chega a de pe a a lonas e a a o de Cn^ i ^ a . cíá ob a de Mi e ico dià; mas quem a ia de aze eíle a o de ^ idade,e la ob a de Mi e ico dià? Quem? o me mò Senho ^ j ca,queaíIio dizoTex o, acce si aã e umgubc na o ,& ai# u opo e dep ime is ? u ge in oca Dominum Dewn iuulll çyg i, lonas de pe a do e quecimen o,le ã a da culpa, bu câ ^ ^ aze o que eu aço, p e a o bem da al açao: & depois q ]e e nho da Ba ca ad e io a lonas com as ozes, & com 0 e%e i que mais a ia? Que? pe mi i ; que lonas o lè lançado ao ^ ^ le un lonam,& mi e un in ma e^ pe a que en ol o n aS ^ e pu i icaílè das culpas. Pello ma empeíluo o, en ende ^ a Ch iílo, ma e quod ab en e lona i a ci u ,jam de iã e íl p ehendens ene , gaude , comple , & ex gáudio a l*} uí j^as eddi Ch iJio , que aquelíe ma e a Ch iílo i ado de e* do mindo; & an o que lonas lançado ao ma e banho 11 en de mas, e ans o mou Ch iílo em b andu as,/*/?* à e í * o e que em quan o lonas eíla a engol ado nas cu lp aS » Ch iílo e ãoju (liças, mas em quan o lonas a ependido a em lag imas, udo em Ch iílo e ão miíe ico dias. ^ i e p $ nos íinalmen e pe a eíla meza, i mi ando ãoboas ob as, Ped o, como p eziden e da meza 5 d â asnegaçoens P o e * as lag imas po concluidas,as mezas po acabadas: & P e , J a£ ^ nos al e neí as mezas, aõ ho as de p ocu a mos as lü% e ça, & de apa ece em as ochas do me ecimen o, & lM e n * c ^° es In manibus no is ; pe a que peni en es , & con i o s í cll Jp c (as A e Ma ias) iquemos deíla o e li es das omb as d* ou e cu idade da noi e. Acabadas em im as mezas,não e que o da g aças. e d e* Da meza e le an a Ped o, & poíl ado po e a d^n. j jih Ch iílo começa aí i a da g aças. Meu Deos.meu ^ n lí! nao so os dou g aças como a Deos , como a T{ey , como a amjc n os dou g aças como aPay , pois como al ão p me ou is. Pa e g a ias ago ibi quóniam audiíli me* p das Lag imas de São Ped o. 43 y 1(1 [meule u obe anò) que emp e me a ieis de ou i ^ e eu me '} a epende , egoau em ciebam quia empe me audis; acei a as cha es^que me dá eis d ignidadeque ^ meispo cauga dè iepo o,qiie me ce ca , pe a que ajji ou - <j 0 5 ? Ue 0 ica eu na e a aclamado T incipe , econhecido F ela- ú y 1 0 /* 1 - 0 Me e , & ne la o a caga da Mije ico dia , T o e - * ■ - j-5 e a o una minha^ masque ambém e a eleição lP o P e popúlum,qui ci cuníla dixi u c edan , quia u ^ Vapo a que eúj & odos os que e lamos p egen es nos U n e COm os co açoens a ependidos , & com as on ades peni- j Ue s ^ be n he que não a en eis ( Senho ) que a damos , nem ambè n e ° e y uec omos, masque olheis omen e , que imos ; c?/i> ^ 7 ‘Isen os, em ca iigo de eus e os , me ecião ayos que os a- % Cm 1 c °ncedeilhe j ynjpi a oens, que os illu i em : /* ■ beS 7 2 *' em pena de eus a ojos, me ecião lanças , os a a- Je s J e c °ncedeilhe já alen os , que os animem ; e no eis on a- de CeTn Pódios de uas ceguei as , me ecião g ilhoens, queasp è- c °»] 0 jj° nce deilhe jà luges , ^ as encaminhem aj i que como Deos , * nc li ulij COTno b u^a ei de nós mi e ico dia êde ãe nós piedade^ imen o • Q ° Rmo : P o amo ? e nos de pe e o a epen - ^coJ P-dadeJe nos dé o auxilio : & po mi e ico dia, e ^bi j a g a ça^que he o penho da glo ia. G a jam,& Glo ia ° mi nu s . Amen. P alm. .ll I E a a ejJencUp dUs qu ií e A di e Uo en iío do SennxOé ol a Ped o. cauzou a e cei a lemb ança. ol a à Ped o, oi- cauzou as e cei as W» a egei alas. as mayo es demon oçoens, a p egun a Eílhe , oi. x. eg. 17* í4. o egei alas ol. 8 - eg* as mayo es demoí 1 eg. ig. «i, que enho. que e uio ol. i+ c í 5 ' ' do » doces oUá. eá 1 ? .