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Adaptabilidade do Espaço - Adaptabilidade e Flexibilidade como Valências Contra o Rigor do Tempo

Marques, João Miguel Almeida

Abstract

Dissertação de Mestrado Integrado em Arquitetura apresentada à Faculdade de Ciências e Tecnologia

Full text

Disse ação no âmbi o do Mes ado In eg ado em A qui e u a, o ien ada pelo P o esso Dou o Joaquim Ca los Pin o de Almeida e ap esen ada ao Depa amen o de A qui e u a da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Uni e sidade de Coimb a. Dezemb o de 2022 João Miguel Almeida Ma ques ADAPTABILIDADE DO ESPAÇO ADAPTABILIDADE E FLEXIBILIDADE COMO VALÊNCIAS CONTRA O RIGOR DO TEMPO ADAPTABILIDADE DO ESPAÇO Adap abilidade e Flexibilidade como Valências Con a o Rigo do Tempo 3 No a à edição: O documen o segue o no o aco do o og á ico. O p esen e documen o segue a no ma de o ma ação APA (Ame ican Psychological Associa ion), de aco do com as eg as em igo da o ma ação de disse ações, p esen e no si e o icial da Uni e sidade de Coimb a. 5 Ag adeço, Ao P o esso Joaquim Almeida, pela o ien ação, acompanhamen o e disponibilidade; À minha amília pelo apoio, con iança e amo incondicional que semp e demons a am ao longo de odo o meu pe cu so académico; À Ri a, po e en ado na minha ida, pela paciência e po odos os momen os que i emos jun os; A odos os meus amigos que me acompanha am du an e odo es e pe cu so e ma ca am es a e apa ão impo an e. 7 RESUMO Um edi ício em, em média, um empo de ida de ce ca de 100 anos. A ualmen e pe sis e a endência em pensa a a qui e u a de modo a p io iza o concei o de sus en abilidade. Desde a escolha dos ma e iais, a sis emas de ácil e ápida mon agem/desmon agem e do cálculo das emissões de ca bono em odo o p ocesso daquilo que é o edi ício, desde a ma é ia p ima à sua eciclagem. Tudo is o esul a numa pe da de iden idade a qui e ónica c escen e pela sis emá ica e eme ização do p odu o a qui e ónico e pela sua impe manência no espaço. Face ao expos o, nes a disse ação é abo dada ou a o ma de cons ui e de olha a a qui e u a, ao explo a emas como a adap abilidade, a lexibilidade do espaço e a sua in luência na du abilidade de um edi ício. Po conseguin e, p e ende-se pe cebe de que o ma é bené ico desenha um edi ício capaz de se molda à imp e isibilidade do empo, e que se in eg e de o ma “pe manen e” num local e a é que pon o a escolha de ce os ma e iais, a p io i, menos sus en á eis, pode á exponencia o empo de ida do edi ício e, assim, in e e a sua in iabilização. Es a abs ação é explo ada a a és do exe cício desen ol ido na Unidade Cu icula de A elie de P oje o I e II B, a a és do p oje o de um edi ício de ca á e educa i o e de apoio à comunidade. Es e oi pensado de o ma a se i o p og ama a que é p opos o, segundo uma es u u a que lhe possibili a ans o ma -se e adap a -se a ou os u ilizado es e u ilizações. O es u u al é desenhado enquan o a qui e u a e, assim, o edi ício se á capaz de sob e i e e se um pon o in eg an e e pa e da iden idade da u be. Pala as-Cha e: Adap abilidade, Flexibilidade, Du abilidade, Pe manen e, Semi-Pe manen e 15 ESTRUTURA A p esen e disse ação de ese p ocu a analisa o p ocesso de desen ol imen o do exe cício p á ico p opos o pela unidade cu icula de A elie de P oje o. Es e di ide-se em duas ases espelhadas em dois capí ulos. O p imei o capí ulo é dedicado à p imei a ase do abalho, a escala u bana. Aqui é ealizada uma con ex ualização his ó ica e geog á ica da cidade de Coimb a com o obje i o de en ende o seu c escimen o u bano com especial en oque na á ea de abalho. Des e modo, é ei a uma análise e le an amen o do e i ó io pa a en ende o en ol en e e suas p oblemá icas e elabo a uma p opos a de in e enção u bana capaz de in eg a e o ganiza a u be. Pa a al, a documen ação o og á ica e plani icada do local oi essencial pa a con on a as u banidades en ol en es com o e eno em oco e, assim, de ini que elemen os do conjun o e iam as condições mínimas pa a se em ein eg ados no no o plano u bano. Po conseguin e, é delineada uma es a égia que inse e pa e do p é-exis en e e in eg a os p incipais eixos p o enien es, an o do en ol en e, como ine en es ao e eno e, des e modo, digni ica e man e a iden idade do local an o ao ní el da escala do edi icado, como da o ganização do mesmo. O segundo capí ulo é di ecionado à p opos a de equipamen o público. Es e em esol e um pon o de g ande ensão u banís ica, dado que se implan a no pon o cha nei a en e Vila F anca e a u banização da Quin a da Po ela. Nes a ase, desen ol e-se o p incipal obje o do abalho, um edi ício que, si uado num pon o de amanha singula idade, em c ia um nó en e es as duas u banidades ao desenha um limi e que an o de ine o seu pe íme o ex e io , como esol e a p oblemá ica do pon o de ensão u bano. Dado o seu ca á e educacional e de apoio à comunidade, e endo em con a o local em que se inse e, o desen ol imen o de um p oje o des a na u eza pe mi e uma 17 abo dagem a ques ões como a adap abilidade e lexibilidade e como es as podem ga an i uma maio a du abilidade e pe manência do edi ício enquan o o ganizado u bano. Es es ópicos le am ao es udo da es u u a enquan o obje o a qui e ónico e em que medida pode p omo e a iabilidade do edi ício aquando de uma mudança de unção e/ou u ilização que não aquela pa a a qual oi inicialmen e concebido. A dico omia en e pe manen e e semi-pe manen e ganha oz a a és do uso da ma e ialidade que é ap o undada cons u i amen e no im des e capí ulo. Po im, as p opos as, an o u bana, como do edi ício são acompanhadas pelo co esponden e ma e ial g á ico e, em anexo, os desenhos igo osos na sua e dadei a escala. 19 PRÓLOGO “The a chi ec is pu unde he g ea es p essu e o s ick closely o he p ecisely wo ded equi emen s o he b ie . This au oma ically p oduces buildings wi h all oo speci ic quali y. I’m no saying ‘ uck he p og amme’, jus ha each p ojec mus be sui ed o he b ie - and so much mo e. So, you ha e o be awa e ha he p og amme is only a empo a y hing ha may e en ha e los i s alidi y by he ime he p ojec is in place.” 1 1 Leupen, B. (2006). F ame and gene ic space: A s udy in o he changeable dwelling p oceeding om he pe manen , 82 Fig. 1 - Imagem Aé ea Cidade de Coimb a 21 I. OBJETO DE TRABALHO 1.1. Análise do Obje o de T abalho Localizada a sul da eguesia de Coimb a, Vila F anca é geog a icamen e delimi ada pelo Pinhal de Ma ocos a No e, pela ia au omó el N17 a Sul, e pela u banização da Quin a da Po ela e o Pólo Uni e si á io II a Nascen e e Poen e, espe i amen e. Es e agmen o de e eno co esponde ao espaço emanescen e en e os dois planos u banos acima e e idos que não es abelecem con ac o e o mam um azio en e si. Ambos ecen es in e enções (meados do século XX) no espaço u bano Conimb icense, de i am de dois ipos de expansão u bana de que a cidade de Coimb a é al o ao longo da his ó ia, sob in luência da Uni e sidade, e independen e da mesma. O Pólo II su ge no seguimen o do Pólo 0, na ua da So ia, e do Pólo I, na Al a da cidade, jun amen e com o Pólo III, com o obje i o de dis ibui as aculdades da Uni e sidade de Coimb a po á eas de es udo e, assim, p o idencia melho es condições aos es udan es e exponencia o c escimen o e a qualidade do ensino. Com os planos de Me cês Viei a e Camilo Co esão, o Pólo II anspo ou o c escimen o u bano e a Faculdade de Ciências e Tecnologias pa a a zona sul do Pinhal de Ma ocos. Mais a de, mo i ada pela inc emen ação da u banidade jun o ao io po pa e do Pólo II, que acaba po p omo e uma no a dinamização e es u u ação ao c escimen o u bano, su ge a u banização Quin a da Po ela, (em memó ia à he dade cuja á ea passou a ocupa pa a se implan a ), segundo o plano u bano ambém da au o ia de Me cês Viei a e Camilo Co esão, como complemen o a es e no o cen o uncional u bano. Es a u banização em ge a habi ação, comé cio e ou os se iços essenciais à o mação de um no o cen o u bano, à semelhança de ou os, como a Solum, o Bai o No on de Ma os e Celas, e a i ma, uma ez mais, a cidade de 23 Coimb a como pola izada, e não monocên ica como na sua época medie al em que se es u u a a em o no de um único cen o u bano. É nes a condição de azio, de ácuo en e o limi e de dois planos u banos que não casam, que o obje o de abalho se si ua. Es ende-se num sen ido descenden e no e-sul em di eção ao io Mondego, a é se eco ado pela N17 que in e se a o pe cu so na u al do e eno. Es a ia au omó el sepa a o e eno em duas pa es, a no e, onde se encon a o Pólo II, Vila F anca e a u banização Quin a da Po ela e, a sul, uma á ea ese ada a oscilações de caudal do io Mondego na qual apenas são pe mi idas cons uções não pe manen es po ques ões de p ese ação ambien al, como é o caso das es u as de apoio ao es udo académico, po pa e do Pólo II. Con udo, apesa de se um obs áculo ísico de peso no e i ó io, isualmen e, es a ia acaba po não signi ica um g ande impac o dado o aco desní el geog á ico do mesmo, e da p o agonismo à paisagem das ma gens do io Mondego. Do pon o de is a u bano, é de sublinha que são o Pólo II e a u banização Quin a da Po ela os p incipais a o es o ganizado es do e eno de Vila F anca. Ambos são limi es pene á eis com pe sonalidades bas an es p óp ias. A u banização Quin a da Po ela, po um lado, ap esen a uma malha bas an e egula e eg ada que se des aca pelo con as e en e a sua densidade u bana e pe meabilidade. Aqui, é possí el iden i ica uma no ma de p édios de habi ação com se iços no piso é eo que se epe e e adap a ao e eno. Há, no en an o, um elemen o que se des aca do es o da u banização, uma o e, que assume uma implan ação di e enciada, num dos ex emos mais al os da u banização, que eclama um papel de p o agonismo isí el de qualque pon o do e eno. O Pólo II, po ou o lado, ap esen a-se com uma malha u bana menos densa bidimensionalmen e, na qual conseguimos des aca g andes “ azios” espec an es po cons uções que pe mi em espi a as g andes massas co esponden es às Faculdades. Es es planos, desenhados pelos mesmos a qui e os, es abelecem con ac o a a és da N17, a sul, e a a és da ua Rebolim e da Rua Caminho do Cabeço, a no e. Ambos os pe cu sos con o nam o azio en e planos, Vila F anca, à espe a de uma u u a ligação mais imedia a, apenas pe ce í el pelos a anques de ias au omó eis Fig. 8 - Rua da Ei a e en ol en e p óximo - di eção u banização Quin a da Po ela Fig. 7 - Rua da Ei a e en ol en e p óximo - di eção u banização Quin a da Po ela Fig. 9 - Rua da Quin a da Po ela Fig. 10 - Junção en e ias inacabadas - Rua da Ei a com Rua da Quin a da Po ela Fig. 12 - Rua Caminho do Cabeço Fig. 11 - Rua Caminho do Cabeço Fig. 13 - Rua Casa das Velhas Fig. 14 - Rua Vila F anca Fig. 16 - Nó en e Rua Vila F anca com o ção pa a a Rua da Ei a Fig. 15 - Nó en e Vila F anca com o ção pa a a Rua da Ei a Fig. 18 - Rua das Figuei as com p olongamen o a a és de caminho de e a Fig. 17 - Rua das Figuei as Fig. 20 - Es ado deg adado de habi ações - Rua das Figuei as Fig. 19 - Es ado deg adado de habi ações - Rua das Figuei as Fig. 21 - Es ado deg adado de habi ações em ielas pe pemdicula es à ua da Ei a Fig. 22 - Es ado deg adado de habi ações em ielas pe pendicula es à ua da Ei a Fig. 23 - P olongamen o sul da ua Vila F anca 39 Fig. 24 - Te eno baldio - Vila F anca sul Fig. 25 - A mazéns do Calhabé - Possí el eixo iá io Fig. 26 - Diag ama do p é-exis en e e in enções de p olongamen o e submissão de ias GSPublishe Ve sion 1205.0.0.100 GSEduca ionalVe sion 1 2 4 4 321 3 Edificado do En ol en e P é-exis en e Cen o de Educação e Apoio à Social Edificado adjacen e Á ea e de En ol en e Á ea e de P opos a pa a Vila F anca Edi ício de P og ama Complemen a - Espaço Cowo king UC Inp oplan Edi ício de P og ama Complemen a - Ca e e ia Pon e de Conexão Sob e a N17 Fig. 36 - Plan a P opos a U bana 47 con a os limi es iá ios p é-exis en es ecupe ados. De o ma mais egula , a sul da ua da Ei a dada a malha mais o ogonal, com uma á ea de implan ação modula de 10x10m, possuindo um pequeno ja dim no alçado de con ac o com a ua ou iela e ou o no alçado a doz, enquan o a no e assume uma á ea de implan ação de 8x15m, de modo a pe mi i uma mais ácil a iculação do espaço dada a maio i egula idade de decli e e dos limi es do e eno. Aqui, é ainda desenhada uma ligei a o ção aquando a mudança de o ien ação da ua da Ei a. Na a ian e no e, o módulo não possui ja dim on al, ao con á io do módulo sul, mas sim uma en ada di e a pa a a ua ou iela e ol a o alçado a doz pa a um ja dim pos e io . As ba as de habi ação de inem uma u banidade díspa dos planos do seu en ol en e, como al, são de inidos dois co edo es e des jun o aos limi es nascen e e poen e do bai o que p e endem, a a és de o mas dis in as, e i a uma colisão en e as di e en es escalas u banas e media a sua ansição. A poen e, es e éu na u al é p eexis en e e é in eg ado na p opos a de es a égia u bana dada a sua dimensão e peso no e eno. Es e g ande co edo , con udo, em ínculos ao Pólo II, com in enções de cons ução de uma esidência de es udan es. Pos o is o, é assumido que, apesa de a ualmen e cump i com a in enção da p opos a, são ga an idos acessos e condições pa a uma possí el u u a in e enção na á ea. A nascen e, o con ex o é di e en e. O e eno e a maio i a iamen e baldio o que acili a o seu desenho. Nes e caso, o co edo e de se e não só um p opósi o de espi o en e u banidades, mas ambém de se i as comunidades em seu edo como um g ande ja dim u bano que pode á aze uma maio dinâmica a Vila F anca e/ou se u ilizado comuni a iamen e. Em pon os es a égicos do pa que u bano inse em-se ainda dois complexos que isam aze mais i alidade a Vila F anca, a ando-se de um espaço des inado a Cowo king, inse ido na in e seção da ua P incesa Cindazunda com a ua Paul Ha is, num pon o médio do pa que e uma ca e e ia no ex emo sul com con ac o di e o com a zona mais ampla. Des a o ma, es e ja dim passa a e como limi es a u banização da Quin a da Po ela a nascen e, Vila F anca sul a poen e, a ua da Ei a a no e e a N17 a sul, sob e a qual se i á es abelece con ac o com a ma gem p o egida do Mondego onde se p e ende ambém equali ica os ilhos e acessos à p aia de modo a alo iza ainda mais ambos os espaços. Apesa de se algo que conside amos um a o posi i o, de o ma a egula Fig. 38- Axonome ia ilus a i a da inse ção do equipamen o - Maque e Vi ual Fig. 37 - Axonome ia ilus a i a da in e enção u bana - Maque e Vi ual 49 e con ola a exposição sola em excesso, p opomos a u ilização de ege ação de olha caduca em a uamen os com di eção es e-oes e e co edo es e des, de modo a assegu a zonas somb eadas nos dias de Ve ão em que, na ausência des as zonas, a inexis ência de somb as é um a o p oblemá ico e/ou descon o á el. São c iados co edo es de en o com o obje i o de p opo ciona mic ob isas diu nas e uas a ejadas e ag adá eis, e, no in e no, com a queda da olha, pe mi i a exis ência de uas iluminadas e sob e aquecimen o sola . É ambém bené ico do pon o de is a ene gé ico e sus en á el pelo que pe mi e a u ilização de painéis sola es e/ou o o ol aicos com e iciência. GSPublishe Ve sion 1205.0.0.100 GSEduca ionalVe sion Pa que U bano de Vila F anca Cheios - Edificado En ol en e ao Edi ício P opos o A bo ização do Pa que U bano de Vila F anca Pe cu sos Pedonais do Pa que U bano de Vila F anca Cen o de Educação e Apoio Social Pon o de En ada Fig. 39 - Plan a P opos a U bana 51 2.2. P opos a do Equipamen o pa a o Cen o de Educação e Apoio Social - CEAS 2.2.1. Inse ção U bana O p oje o de in e enção pa a a ins alação de um equipamen o e espaço público é di ecionado ao ensino de c eche e/ou p é-escola e de apoio à comunidade. A á ea des inada à sua implan ação a a-se de um pon o de g ande ensão en e duas u banidades de escalas dis in as, a u banização da Quin a da Po ela e Vila F anca. Es e pon o consis e num espaço esidual de i ado da in e seção da ua Caminho do Cabeço, da ua da Ei a e da ua Edua do Co eia, e des aca um agmen o de e eno, cujas u banidades não são capazes de in eg a , o que o na o espaço ideal pa a a implan ação de um edi ício des e ca á e . A inse ção de um edi ício com es as ca ac e ís icas possibili a ans o ma um pon o p oblemá ico do pon o de is a u banís ico, num pon o cha nei a que a icula as di e en es u banidades. Es e edi ício su ge na espec a i a de esponde a ês pon os ulc ais: cose o ecido u bano, anspo a no as dinâmicas de apoio e in e ação com a comunidade e se um edi ício capaz de esponde à imp e isibilidade do empo, da sociedade e da economia. Fig. 41 - Plan a de Cheios e Vazios - Implan ação - Kinde ga en Valdao a di So o - eld72 Fig. 40- Kinde ga en Valdao a di So o - eld72 Fig. 42- Plan a 1º. Piso - Kinde ga en Valdao a di So o - eld72 Fig. 43 - Plan a P opos a do equipamen o e en ol en e p óximo GSPublishe Ve sion 1205.0.0.100 GSEduca ionalVe sion Rua da Ei a Rua da Ei a Rua José Ma ia dos San os Rua Casa das Velhas Rua Caminho do Cabeço T a essa Rua da Ei a Rua Paul Ha is T a essa Caminho do Cabeço Pa que U bano de Vila F anca Rua Edua do Co eia Rua Quin a da Po ela Rua P incesa Cindazunda Rua José Ma ia dos San os Rua Casa das Velhas Rua Caminho do Cabeço 53 O edi ício p opos o, que possui uma á ea de ce ca de 2500m2, implan a-se no opo no e do co edo e de u bano e cons ói o seu ema e do lado no e da ua da Ei a com a ua Caminho do Cabeço, de o ma a es abelece uma elação mais p óxima com o mesmo. A in e enção p ocu a cons ui o limi e do local, inse indo-se de o ma pací ica e sub il, e en ol e-se den o de mu os an o da p óp ia massa como ex ensões suas, que acompanham o limi e do e eno e desenham simul aneamen e o espaço u bano e o edi icado. Is o é algo que se e i ica no ‘Kinde ga en Valdao a di So o’ dos a qui e os eld42. Nes a ob a, cons uída em 2016, os a qui e os desen ol em um p oje o que se implan a den o de uma po oação, Valdao a di So o, em Ti ol do Sul, I ália. De modo a ansmi i uma sensação de segu ança e anquilidade, o edi ício é inse ido no ex emo no e do e eno e es ende uma pa ede-mu o ci cun e encial ao mesmo, exponenciando, dessa o ma, o máximo ap o ei amen o do espaço. Po ou o lado, esse mesmo mu o enquad a a p opos a no con ex o u bano de o ma se ena e impassí el, pe mi indo b e es islumb es do edi ício a ás inse ido. A sul, o edi ício cons ói-se segundo um eixo diagonal com a ua da Ei a p o enien e da lexão da úl ima ba a de habi ação p eceden e à in e enção em análise de i ada da p opos a do no o plano u bano p e iamen e desenhado. Es e dis anciamen o da ua da Ei a possibili a ao edi ício espi a e ganha uma dimensão mais maciça e singula , áci o ao seu en ol en e. Sob e es e ecuo, o ma-se uma massa impe u bá el de be ão da qual se le an a um pesado olume com 25m em suspensão, que p e ende ecebe e con ida à en ada no edi ício, e ap op ia -se do espaço público de uma o ma neu a e na u al, al como acon ece na ob a do a qui e o Ál a o Siza Viei a, a Biblio eca Municipal de Viana do Cas elo, e a p opos a ap esen ada de um concu so pa a uma Escola de Música em I ália da au o ia dos a qui e os Ai es Ma eus. A Biblio eca Municipal de Viana do Cas elo é uma das g andes e e ências des a p opos a. A ob a do a qui e o Ál a o Siza Viei a implan a-se na zona ibei inha de Viana do Cas elo. Si uada en e o Cen o His ó ico e o io Lima, o a qui e o desenha um edi ício que se le an a pa cialmen e sob e o solo e o çando uma sensação de con inuidade e coexis ência com a ma gem do io, apesa de se uma es u u a pesada, es a p ocu a encon a equilíb io e le eza com o seu en ol en e. O g ande olume Fig. 44 - Biblio eca Viana do Cas elo - Ál a o Siza Fig. 45 - Biblio eca Viana do Cas elo - Ál a o Siza Fig. 47 - P opos a em concu so pa a escola de música em I ália - Ai es Ma eus Fig. 46 - P opos a em concu so pa a escola de música em I ália - Ai es Ma eus 55 ele ado de 45x45m que inclui um azio de 20m2 no seu in e io , é apoiado num olume é eo em o ma de ‘L’ e em dois apoios ambém em o ma de ‘L’. T a a-se de uma ob a com uma iden idade mui o p óp ia cuja es u u a é pensada enquan o a qui e u a e só, des a ei a, se o nou possí el a sua cons ução. Po sua ez, a p opos a ap esen ada de um concu so pa a uma Escola de Música em I ália da au o ia dos a qui e os Ai es Ma eus ap esen a alo es mui o semelhan es à Biblio eca Municipal de Viana do Cas elo do a qui e o Ál a o Siza Viei a. Nes a p opos a, os a qui e os suge em ambém um edi ício que le an a uma g ande massa con ida i a à sua passagem. Aqui, no en an o, ao con á io do que acon ece na ob a de Ál a o Siza Viei a, ao passa o g ande pó ico, o espaço a ele sucedido não é a a essado, mas sim pe co ido a a és de uma ampa que con o na a pe i e ia do á io cen al, que po sua ez ealiza o acesso ao edi ício. Todo o á io é uncional e é esponsá el pelo acesso ex e io aos di e sos pisos do edi ício. Pa a o seu in e io , i am-se g andes ãos de id o mediados po g andes ipados de be ão que desenham um i mo em odo o edo do azio cen al. Já o ex e io do edi ício é odo ele ãos cegos, limpos, que deixam à ma e ialidade e a um ão pon ual a esponsabilidade da sua composição. Nes as ob as, a monumen alidade, o peso da cons ução e, nomeadamen e, o momen o da en ada, não se impõe nem pe u bam a sua en ol en e, ao in és disso, a i mam a sua p esença e despe am a cu iosidade do público a isi a o espaço. Pode conside a -se que an o o edi ício p opos o como as ob as de e e ência uncionam, como os espaços de ansição, u ilizando es as soluções de suspenso, como espaços in e mediá ios e mediado es en e a a qui e u a e a cidade, que são con ida i os à sua u ilização e à ‘ap op iação’ po pa e da comunidade em que se inse em. São espaços com in enções especí icas de um p i ado, mas que p omo em a sua ocupação pelo público e impulsionam, des a o ma, a uni icação de di e en es i ências e u banidades, que con e gem num pon o comum que as con ex ualiza de o ma na u al e in ui i a. O p oje o de in e enção pa a o Cen o de Educação e Apoio Social p ocu a não só cose o ecido u bano, como inse i um no o p og ama uncional e dinamizado da comunidade na qual se encon a inse ido. 63 The ame is no jus he pe manen pa o he building: i also embodies he building’s mos impo an a chi ec u al and cul u al alues, which means ha he building can eac o changes in he equi emen s imposed on i o e ime wi hou damaging i s essen ial cha ac e .4 É is o que se p e ende na p opos a do edi ício em es udo, um edi ício que se consiga adap a à imp e isibilidade do empo, da sociedade e da economia. Po conseguin e, o edi ício p opos o acaba po segui uma usão dos concei os disse ados po Be na d Leupen, um edi ício cujos alçados são es u u ais, o que possibili a uma maio libe dade de ocupação. No seu in e io não é obse ada uma malha es u u al, emos sim uma sé ie de lâminas colocadas es a egicamen e de modo a se em auxilia es dos p incipais planos es u u ais. A dis inção dos espaços não é ei a a a és da con encional po a e gua nição, é conseguida a a és das di e enças de pé-di ei o, sendo que o e o assume um papel p o agonis a no p oje o. Apesa de não se um e lexo pu o dos lex-buildings, cujo miolo é um open- space, li e pa a acolhe qualque ipo de u ilização, o edi ício é pensado segundo o p og ama que lhe é incu ido e subme e-se a uma on ade de esponde à mudança. Como de endem René Heijne e Jacques Vink, es e é es udado de modo a se capaz de se adap a a di e en es u ilizações e os seus u ilizado es de em se capazes de adap a acilmen e o seu en ol en e. Pos o is o, podemos conside a que segue o concei o de lex-building de René Heijne e Jacques Vink é um edi ício que se consegue acilmen e ans o ma , independen emen e de e sido pensado segundo um p opósi o inicial e acei a di e en es modos de ocupação com in e enções es u u ais bas an e limi adas. Nes es moldes, ob emos um edi ício com uma ele ada du abilidade cul u al, capaz de se adap a às ci cuns âncias sem pe de a sua iden idade. Ao desenha uma es u u a enquan o obje o a qui e ónico, es amos a e o ça a sua iabilidade e e a da uma possí el demolição p ecoce com p e ensão a cede o espaço a ou o edi ício e/ou p og ama. bOb Van Ree h sublinha, Demoli ion is no sus ainable and ce ainly no du able e, como al, a es u u a e o edi ício de em es a comple amen e sinc onizados e exponencia em-se mu uamen e de modo a aumen a a du abilidade do edi ício e, po consequência, ambém a sua sus en abilidade. 4 Leupen, B., Heijne, R. & Zwol, J. (2005). ime-based A chi ec u e, 18 65 2.2.4. A iculação do p og ama Após dis ibui -se o p og ama esquema icamen e pelo edi ício e pe cebe -se a impo ância de uma a qui e u a adap á el e lexí el consoan e o seu p opósi o, e como isso pode con ibui pa a a sua du abilidade, é impo an e comp eende -se como es e se a icula. Os espaços são odos pensados de uma o ma uncional e in ui i a na sua u ilização, pa a es abelece em con ac o uns com os ou os, sendo odo o edi ício como uma ede de conexões. Pa alelamen e, a adap abilidade e lexibilidade, an e io men e base de análise, são ou o a o que pesa na de inição espacial do edi ício. Es e assume a es u u a como iden idade a qui e ónica, sendo possí el obse a aquilo que é ou não é es u u al, de aco do com a ma e ialidade u ilizada. GSPublishe Ve sion 1205.0.0.100 GSEduca ionalVe sion ALÇADO SU L ALÇADO POENT E ALÇADO NASCENT E Fig. 49 -Desenho Rigo oso - Alçado Sul Fig. 50 -Desenho Rigo oso - Alçado Poen e Fig. 51 -Desenho Rigo oso - Alçado Nascen e 67 A En ada No seguimen o do espaço ex e io público dá-se uma sucessão de momen os a é à en ada p op iamen e di a pa a o in e io do edi ício. Um p imei o momen o a a-se da ap oximação ao olume em be ão cla o e neu o, que se inse e igo osamen e no e eno com a missão de a icula odo o seu en ol en e. O seu peso e imponência ma cam p esença jun o de um g ande suspenso com 25m de comp imen o que esconde o seu in e io po de ás de um alçado impene á el que es imula à sua passagem. Chegamos ao segundo momen o, o g ande á io ex e io . Passada a massa suspensa, en a-se nou a ealidade, um espaço abe o e acolhedo , cujos alçados já não são no ímido be ão que p ese a a e dadei a iden idade do seu in e io , mas sim g andes planos en id açados que possibili am uma b e e pe ceção do que escondem, sob e um plano de be ão que é anspo ado dos alçados ex e io es pa a o piso supe io do g ande espaço descobe o. O á io, é en ol ido pelo g ande suspenso que se p olonga pelas suas la e ais, ago a pe mi indo b e es islumb es do seu in e io a a és de lâminas de be ão que dão ex u a ao plano de id o que se encon a num segundo ní el mais ese ado, c iando um anel que pousa sob e os g andes planos de id o é eos. Es e anel, ecua a no e de o ma a sol a o piso in e io e c ia a en ada p incipal do edi ício. Possibili a ambém con ola a incidência de luz di e a e indi e a, de modo a o imiza a u ilização do espaço. GSPublishe Ve sion 1205.0.0.100 GSEduca ionalVe sion 46,5 44,0 Fig. 52 -Desenho Rigo oso - Plan a à co a 44 GSPublishe Ve sion 1205.0.0.100 GSEduca ionalVe sion CORTE AA ' CORTE BB ' Fig. 54 -Desenho Rigo oso - Co e BB’ Fig. 53 -Desenho Rigo oso - Co e AA’ 69 Espaços de Apoio Comuni á io, Sociais e de Con í io (a i idades sociais, cul u ais e associa i as) Ca e e ia/Foye de En ada e Audi ó io Após pe co e o á io p incipal, delimi ado pela olumosa massa be onada suspensa que omen a a en ada monumen al, su ge um g ande plano en id açado que esconde o seu in e io e e le e uma con inuidade do ex e io que se ma e ializa ao ab i os g andes painéis de id o ao di undi o ex e io com o in e io . A ca e e ia desen ol e-se como o momen o de en ada do edi ício. Assume um papel p o agonis a no oye de eceção e desenha o balcão no seguimen o de um g ande olume es u u al (que in eg a desde a copa e a cozinha, a um g ande espaço pa a a umos e pa a a o icina de manu enção, e a casas de banho) de modo a ol a o espaço pa a o ex e io , pa a onde se pode expandi e ap op ia . Como elemen o delimi ado do espaço, ao lado opos o do balcão encon a-se a caixa de escadas que, pa a além da unção de pe cu so e conexão que cump e ao in e liga os dois pisos, esponde a uma unção es u u al num plano ecuado e c ia, assim, um acesso dissimulado à á ea do ele ado e ou os se iços. É es e elemen o que em se i de mediado en e o espaço do oye de en ada com um espaço que es e se encon a ag egado, a sala do audi ó io. Com capacidade pa a acolhe 100 luga es, a sala do audi ó io é um espaço ela i amen e mais complexo. Es e é pensado segundo a p emissa de se um espaço poli alen e e lexí el ao pe mi i a sua u ilização com ou sem bancadas a a és de um sis ema de bancada e á il que, quando e i ados os ga e ões, usu ui de 10 ní eis de bancadas e quando e aídos, icam sob epos os po ás de g andes painéis lacados que pe mi em a sua a umação ocul a. Quando mon adas as bancadas, podem se acedidas an o a a és do piso supe io como do piso é eo, dado o duplo pé di ei o. Uma ez que se posiciona jun o do alçado poen e, p a icamen e cego, es e espaço usu ui de ês pon os de iluminação na u al, a nascen e, dos g andes alçados en id açados em ambos os pisos, a poen e, a a és de um ão enquad ado com a en ada do piso supe io , e a sul, a a és do pá io suspenso no seguimen o da biblio eca, que o nece luz zeni al e o çando assim a p o undidade da g ande sala. GSPublishe Ve sion 1205.0.0.100 GSEduca ionalVe sion CORTE C C' CORTE D D' Fig. 55 -Desenho Rigo oso - Co e CC’ Fig. 56 -Desenho Rigo oso - Co e DD’ 71 Á ea Adminis a i a e Espaços de a i idades de OTL (Ocupação de Tempos Li es) O olume que se des ina a es as pa celas do p og ama su ge no p olongamen o do g ande alçado sul que, dado o seu a as amen o da massa p incipal cons uída, pe mi e um desenho do espaço po pa ama es num c escendo em o no de um azio cen al, o á io in e io . No seguimen o da á ea da ca e e ia, que c ia um a unilamen o em di eção a nascen e, o ma-se um segundo balcão, da sec e a ia, que conduz pa a o g ande á io com iluminação zeni al que se di unde en e dois olumes maciços suspensos que pesam sob e o espe ado e ampli icam a p o undidade espacial. Es e g ande azio o ma pe cu sos de ci culação na sua pe i e ia sob a o ma de pa ama es ni elados a di e en es co as. No piso baixo, à co a 44, o ma um pá io que possibili a o seu a a essamen o e dá acesso a oda a zona adminis a i a que, po sua ez, se i a pa a o á io p incipal de en ada. A a és de duas escada ias, uma em cada pon a da na e, é possí el o acesso às salas de a i idades do OTL, à co a 46,5, e às salas de es udo e biblio eca à co a 49, no piso supe io . A zona adminis a i a e as salas de a i idades do OTL seguem o código ma e ial do edi ício, inse em-se na es u u a de be ão e são desenhadas a a és de elemen os de CLT que as ca ac e izam e lhes a ibuem a sua unção. No piso é eo, es e abalho é ei o a a és do desenho de mó eis que se encos am às pa edes es u u ais e às lajes. São os p óp ios mó eis que in eg am a po a de en ada pa a as salas da di eção, de euniões, do a qui o e do psicólogo. Da mesma o ma que os mó eis ge em o espaço adminis a i o, es a lógica epe e-se no es o do edi ício. No meio piso onde se inse em as salas de a i idades do OTL, o peso do be ão é acen uado ao pousa nos painéis de CLT. Aqui, o CLT desenha a má ios que ecolhem as g andes po as de co e que dão acesso às salas. As salas são o ganizadas aos pa es, o mando um o al de qua o salas de a i idades. Todas elas possuem um g ande ão con inuo a nascen e que dá acesso ao espaço ex e io consequen e do p olongamen o dos mu os do alçado poen e. Cada uma usu ui ambém de uma sala de apoio em mezanino que se sob epõe pa cialmen e sob e a á ea da sala de a i idades, no seguimen o do a má io da en ada. É ambém GSPublishe Ve sion 1205.0.0.100 GSEduca ionalVe sion 46,5 49,0 A E F F' B' C' D' E' 44,0 B CD Fig. 59 -Desenho Rigo oso - Plan a à co a 49 79 Espaço de Educação P é-Escola e C eche Nes e se o do edi ício, dada a sua i egula idade, a o ma como os espaços são abalhados pe mi e uma maio libe dade e c ia i idade, sendo i ado p o ei o de uma massa com um pé di ei o o al de 4,25m que é abalhado de modo a se o p óp io e o a assumi o papel p o agonis a na dis inção e ca ac e ização dos espaços. Como al, após en a no edi ício pelo á io, é isí el um abalho geomé ico do e o que desenha o espaço à medida que é pe co ido. É a a és des e oye de en ada, num ambien e cujo pon o de uga escapa po en e olumes localizado a poen e, que o acesso aos espaços é consumado, à sua esque da o p é-escola , à di ei a a c eche, e inse idos na een ância que as massas c iam pa a o ão, os sani á ios comuns, a sala de euniões pa a os enca egados de educação e a sala de cuidado médico. O espaço do p é-escola co esponde à g ande á ea da massa cons uída en e á ios. Es a é de inida po um bloco de qua o salas com 50m2 cada, que co esponde à massa do anel laminado que ecua 5m em elação ao á io p incipal. Vol am-se pa a poen e e des acam um pé di ei o o al jun o dos ãos de o ma a possibili a uma in ensa iluminação, que é mode ada pelas lâminas de be ão. A ansição des as salas pa a a g ande sala poli alen e é ei a a a és do sis ema de ‘boxes’ de CTL com po a de co e já u ilizado. Nes e caso, no en an o, as caixas são desenhadas de aco do com o p og ama onde se inse em. Enquan o, pa a o ex e io , a sala poli alen e, seguem a mesma linha das es an es, no in e io in eg am uma á ea de caci os na en ada, um balcão de se iço com la a ó io ol ado pa a a sala e, no seu in e io , duas cabines de sani á ios e um espaço pa a a u ili á io e de a umação auxilia pa a penicos, dada a aixa e á ia das c ianças. Es a ‘box’ é epe ida nas qua o salas de a i idades, a as ando-se das pa edes es u u ais em be ão que as di idem de modo a c ia es ei as een âncias en e as salas. Dado que es es elemen os são e éme os e não es u u ais, admi em uma al u a de 2,5m, pelo que, o e o ebaixa a é aos 3m de modo a comp imi es es elemen os sem nunca lhes oca . Como elemen os independen es de inido es do espaço, inse ido nes e ebaixo do e o, su gem cla abóias que êm ilumina o in e io das boxes e salien a o a as amen o do elemen o com o e o e c ia éu de luz di usa que ambém ajuda á a c ia a dis inção espacial. 81 A sala poli alen e, com 150m2 é um espaço comple amen e amplo e acolhe a á ea do e ei ó io e do momen o de en ada no edi ício. Sem qualque elemen o de pa ede ou pila é, uma ez mais, o abalho do pé di ei o que dá pis as sob e os “limi es” espaciais. Dado que se a a de uma sala poli alen e, a poli alência, aliada à sua adap abilidade e lexibilidade são as p emissas no seu desenho. Como al, o espaço pode se usado endo em con a os p og amas eque idos, sendo a á ea com pé di ei o mais ele ado des inada à sala poli alen e e, jun o aos g andes ãos con ínuos de id o, a á ea de pé di ei o mais baixo di ecionada ao espaço do e ei ó io e do oye de eceção. No en an o, caso seja necessá io um espaço de maio es dimensões, a sala poli alen e pode assumi a o alidade da á ea apenas e i ando o mobiliá io especí ico dos ou os p og amas. Es e espaço es abelece, ainda, con ac o di e o com o á io ex e io que lhe é p óximo. À semelhança dos espaços da ca e e ia e do audi ó io, aqui ambém o espaço in e io se pode expandi pa a o á io de en ada ao ab i os g andes painéis de id o que os delimi am. Ao ní el es u u al, coinciden es com o desenho das moldu as dos caixilhos, são u ilizadas lâminas de e o maciças que supo am a iga sob e o ão e, em conjun o com as pa edes es u u ais, supo am a massi a cobe u a sob e o azio. Na á ea do e ei ó io e do oye , o e o não é also, assume o mesmo ebaixo isí el no ex e io , como o ma de aumen a a incidência de luz no á io de en ada. Pos o is o, no seguimen o iga supo ada pelas lâminas de e o, é u ilizada uma iga em pescoço de ca alo a 90º, que ence não só um ão i egula com ce ca de 10m no pon o de maio ex ensão, mas ambém molda a o ma in e io e ex e io do edi ício. A poen e, no seguimen o da pa ede es u u al do audi ó io, inse e-se a á ea da cozinha, da copa, dos es iá ios do pessoal e das ins alações sani á ias comuns, que desenham o alçado poen e da sala poli alen e. O espaço do p é-escola em a possibilidade es abelece con ac o com o es an e edi ício. A a és da caixa de escadas e do co edo supe io do audi ó io que dá acesso à biblio eca, a ci culação e u ilização de ambos os espaços o nam-se mais acessí eis dado que o edi ício pode se usado o a do ho á io escola . A no e do á io de en ada inse e-se o p og ama des inado à c eche, sendo 83 u ilizado o mesmo sis ema o ganiza i o do p é-escola , o que possibili a á que os p og amas se possam jun a , no caso de o p é-escola necessi a de se ap op ia das salas da c eche ou ice- e sa. Como al, as duas salas do be çá io assumem uma dimensão idên ica às do p é-escola e u ilizam o mesmo sis ema de ‘boxes’ com po a de co e , com a pa icula idade de o balcão se i ago a como aldá io. A no e, as salas ab em-se pa a um pequeno pá io que ilumina as salas de o ma con olada e pe mi em o con ac o das c ianças com o espaço ex e io de modo segu o dadas as agilidades p óp ias da aixa e á ia a que o espaço é des inado. Também à semelhança do p é-escola , o espaço poli alen e é usado como á ea de ci culação e co esponde ao azio en e os be çá ios e o plano de id o que es abelece con ac o com o á io de en ada pa a onde, de o ma idên ica, o espaço se pode expandi . Po úl imo, a sala de snoezelen encon a-se localizada no pon o de o ção do edi ício en e as salas do be çá io e do lado cego das salas de euniões pa a os enca egados de educação e do acompanhamen o médico. Es e espaço ap esen a um cu o ão comum ao pá io dos be çá ios e desenha a sua en ada no seguimen o das boxes de en ada dos mesmos, a a és de uma po a de co e que é ecolhida angula men e pa a den o de um a má io da sala. O baixo ní el de luminosidade é o indicado à inalidade do p og ama e si ua-se es a egicamen e num pon o in e médio en e os be çá ios e o es o do edi ício, algo que pe mi i á eduzi o ní el de uído. Os espaços de ci culação e poli alência des es dois p og amas possibili am uma u ilização con ínua do espaço, no en an o a sua au onomia é assegu ada a a és de um painel o a i o que unciona como limi e pa cial. 85 2.3. De inição Ma e ial e Cons u i a O edi ício acolhe p og amas dis in os, a p opos a p ocu a consegui soluções que sejam comuns e/ou sigam a mesma linguagem dado se a a de um co po único que, independen emen e do p og ama que nele se inse e e a icula, a sua essência de e se imu á el. Po conseguin e, a análise e desenho da es u u a são ulc ais no desen ol imen o da p opos a e seus espaços, a é po que o edi ício assume uma o ma singula abalhada em unção do e eno, cujos limi es e ele o ap esen am uma ele ada i egula idade. A p opos a em como in enção esponde ao p og ama que lhe é incu ido, ep esen a algo capaz de en en a mudanças e adap a -se à imp e isibilidade que o empo mo i a. Ao desenha uma es u u a enquan o iden idade a qui e ónica, é possí el ga an i que, independen emen e do que possa acon ece , o p og ama é o único aspe o que pode se empo á io pois não se es á a desenha um edi ício apenas em unção de um p og ama, mas sim um edi ício que es á p epa ado pa a a possibilidade de es e p og ama lhe se e i ado e/ou al e ado e, ainda assim, con inua a aze sen ido. O código ma e ial é simples, o be ão e es u u a me álica ep esen am aquilo que é es u u al e, pela mesma lógica, pe manen e. Os e os alsos em gesso ca onado b anco, ep esen am elemen os que não são es u u ais, mas que de inem a o ma in e io e ansições espaciais den o do edi ício. Os elemen os em CLT, di idem e desenham os espaços de modo a esponde às necessidades do p og ama. São componen es des acá eis do edi ício, que o ca ac e izam, mas não são es u u ais. GSPublishe Ve sion 1208.0.0.100 GSEduca ionalVe sion FCTUC - Depa amen o de A qui e u a. Disse ação de Mes ado em A qui e u a Adap abilidade do Espaço. Adap abilidade e Flexibilidade como Valências con a o Rigo do Tempo O ien ado : P o . Dou o Joaquim Ca los Pin o de Almeida João Miguel Almeida Ma ques Dezemb o de 2022 AXONOMETRIA ESTRUTURA L CORTE BB' . ESC: 1.100 CORTE BB' FRACIONADO . ESC: 1.20 010 Escala: 1:20 De inição Cons u i a Fig. 60 -Desenho Rigo oso - Po meno ização 1:20 87 2.3.1. Aspe os Es u u ais A es u u a é um dos a o es de maio impo ância na conceção da p opos a, desde a o ma como abo da e assen a no e eno à o ma como o ganiza o edi ício e as suas espacialidades, exis indo a es u u a, exis e o edi ício. O assen amen o a a-se da es u u a base a odo o edi ício e desen ol e-se a duas co as espe i as aos dois pisos que comp eende, à co a 44 e à co a 49. Es e in eg a uma laje de be ão de 20cm, sob e duas camadas, be ão de ni elamen o e be onilha de egula ização, ambas com 10cm de espessu a e sepa adas po uma ela geo êx il. A pa i do embasamen o desen ol em-se elemen os, achadas e pa edes es u u ais em be ão que se inse em em pon os ulc ais do p oje o e, em simul âneo desempenham unções em e mos de coe ência e de inição espacial segundo uma amálgama de concei os ela i os aos lex-Buildings, supo , ca cass e ame. No caso, são usadas pa edes com 25cm de espessu a de be ão a mado com acabamen o liso C30/37 e, no caso das achadas, be ão hid ó ugo com o mesmo acabamen o e uma camada de isolamen o é mico de polies i eno ex udido de 8cm seguida de um e es imen o in e io de be ão com acabamen o idên ico ao p e iamen e e e ido, com 12cm. O olume da biblio eca, em con apa ida, ap esen a uma es u u a me álica que lhe pe mi e ence o g ande ão de 25m sob e o qual se encon a suspenso. Es a es u u a consis e num sis ema de eliças me álicas ipo P a , compos a po pe is me álicos HEB 240 E 200, que co espondem a pila es e diagonais espe i amen e, assen es sob e pe is me álicos HEB 900 que, po sua ez, são en ol idos em be ão a mado. Es as igas êm como unção ama a as igo as, cujos pe is são idên icos às diagonais e são espaçadas com 2,5m de in e alo e supo a o olume. Sob e e sob es as igo as, anco am as lajes es u u ais, de cobe u a em be ão a mado de 20cm e e es imen o ex e io em be ão a mado hid ó ugo com acabamen o liso C30/37, espe i amen e. Es as lajes es u u ais inse em-se numa laje com 1m de espessu a e es idas pelo be ão do alçado e são abalhadas de o mas dis in as dadas as suas inalidades, uma de cobe u a e ou a com piso no in e io e e es imen o in e io . A laje da cobe u a in eg a a laje es u u al supe io . Sob e es a, é aplicado polies i eno ex udido de 10cm de modo a isola e micamen e a cobe u a e en ão 95 Ao abalha a es u u a, enquan o elemen o a qui e ónico, e ao aze os ma e iais na sua elemen a idade pa a o p oje o, oi possí el desen ol e um abalho sólido, que e le e in es igação, expe imen ação e que esul ou numa g ande ap endizagem. 97 BIBLIOGRAFIA Consiglie i, V. (1995). A Mo ologia da A qui ec u a 1920-1970, 2ª ed. Lisboa: Edi o ial Es ampa Deplazes, A. (2018), Cons uc ing A chi ec u e: Ma e ials P ocesses S uc u es, 4ª ed. Suiça: Bi khause Jodidio, P. (1996), Tadao Ando, TASCHEN He zbe ge , H. (2016). Lessons o s uden s in A chi ec u e, 7ª ed. Ro e dão nai010 Koolhaas, R. & Mau, B. (1995). S, M, L, XL, The Monacelli P ess Leupen, B., Heijne, R. & Zwol, J. (2005). ime-based A chi ec u e, Ro e dão: 010 Publishe s Leupen, B. (2006). F ame and gene ic space: A s udy in o he changeable dwelling p oceeding om he pe manen , Ro e dão: 010 Publishe s Mangado, F. 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Disponí el em: h ps://eg.uc.p /handle/10316/13799 103 FONTES DE IMAGENS Fig. 1 - Vis a Aé ea de Coimb a, desenho do au o Fig. 2 - Rua José Manuel dos San os, o og a ia do au o Fig. 3 - Rua Abílio Fe nandes, o og a ia do au o Fig. 4 - Rua Abílio Fe nandes, o og a ia do au o Fig. 5 - Rua da Ei a, o og a ia do au o Fig. 6 - Rua da Ei a e en ol en e p óximo - di eção Pólo II, o og a ia do au o Fig. 7 - Rua da Ei a e en ol en e p óximo - di eção u banização Quin a da Po ela, o og a ia do au o Fig. 8 - Rua da Ei a e en ol en e p óximo - di eção u banização Quin a da Po ela, o og a ia do au o Fig. 9 - Rua da Quin a da Po ela, o og a ia do au o Fig. 10 - Junção en e ias inacabadas - Rua da Ei a com Rua da Quin a da Po ela, o og a ia do au o Fig. 11 - Rua Caminho do Cabeço, o og a ia do au o Fig. 12 - Rua Caminho do Cabeço, o og a ia do au o Fig. 13 - Rua Casa das Velhas, o og a ia do au o Fig. 14 - Rua Vila F anca, o og a ia do au o Fig. 15 - Nó en e Vila F anca com o ção pa a a Rua da Ei a, o og a ia do au o Fig. 16 - Nó en e Rua Vila F anca com o ção pa a a Rua da Ei a, o og a ia do au o Fig. 17 - Rua das Figuei as, o og a ia do au o GSPublishe Ve sion 1198.0.0.100GSEduca ionalVe sion FCTUC - Depa amen o de A qui e u a. Disse ação de Mes ado em A qui e u aAdap abilidade do Espaço. Adap abilidade e Flexibilidade como Valências con a o Rigo do TempoO ien ado : P o . Dou o Joaquim Ca los Pin o de AlmeidaJoão Miguel Almeida Ma quesDezemb o de 2022 1232385671467854PLANTA DE INSERÇÃO URBANA001Escala: 1:1000Plan a de Inse ção U bana Edificado do En ol en e P é-exis en eEdificado da P opos a U bana pa a Vila F ancaEdificado adjacen eÁ ea e de En ol en ePa que U bano de Vila F ancaUC Inp oplan Pinhal de Ma ocosPólo Uni e si á io IICen o de Educação e Apoio SocialEspaço de Cowo kingU banização de Vila F ancaU banização da Quin a da Po elaCen o de Educação e Apoio SocialCa e e ia do Pa que U bano de Vila F anca N17 Rua Luís Reis dos San osRua Dom F ancisco de LemosRua Síl io Lima Rua Miguel Bomba da Rua da Ei a Rua da Ei a Rua Caminho do Cabeço Rua Caminho do Cabeço Rua P incesa CindazundaRua Ma ia Vi ó ia Bou bon BoboneRua Ma ia Vi ó ia Bou bon BoboneRua P incesa Cindazunda Rua Rebolim Rua Figuei asRua Vila F anca Rua José Ma ia dos San os Rua José Ma ia dos San os Rua Casa das VelhasRua Casa das Velhas Rua Caminho do Cabeço Rua Vila F anca Rua Vila F ancaRua Vila F ancaRua Abílio Fe nandesRua Abílio Fe nandesT a essa Rua da Ei aT a essa Rua da Ei a Rua Paul Ha isRua Paul Ha isRua Paul Ha is Rua O Conimb icenseRua O Conimb icense Rua Edua do Co eiaRua Edua do Co eiaRua Edua do Co eiaAlameda Ma quesa de Poma esAlameda Ma quesa de Poma esAlameda Ma quesa de Poma es Rua Quin a da Po elaRua Quin a da Po elaRua Quin a da Po elaRua P incesa Cindazunda Rua Ruben A.Rua Ruben A.Rua Ruben A. N17 N17 N17 N17 Rua Albe Eins ein Rua Albe Eins ein Rua Albe Eins ein Rua Ped o Hispano Rua Ped o Hispano Rua Pinhal de Ma ocos T a essa Caminho do Cabeço Pa que U bano de Vila F ancaPa que U bano de Vila F ancaPa que U bano de Vila F anca Pon o de En ada GSPublishe Ve sion 1198.0.0.100GSEduca ionalVe sion FCTUC - Depa amen o de A qui e u a. Disse ação de Mes ado em A qui e u aAdap abilidade do Espaço. Adap abilidade e Flexibilidade como Valências con a o Rigo do TempoO ien ado : P o . Dou o Joaquim Ca los Pin o de AlmeidaJoão Miguel Almeida Ma quesDezemb o de 2022002Escala: 1:1000Plan a de Inse ção U bana - Cheios e Vazios Pa que U bano de Vila F ancaCheios - Edificado En ol en e ao Edi ício P opos oA bo ização do Pa que U bano de Vila F ancaPe cu sos Pedonais do Pa que U bano de Vila F ancaCen o de Educação e Apoio SocialPon o de En ada GSPublishe Ve sion 1198.0.0.100GSEduca ionalVe sion FCTUC - Depa amen o de A qui e u a. Disse ação de Mes ado em A qui e u aAdap abilidade do Espaço. Adap abilidade e Flexibilidade como Valências con a o Rigo do TempoO ien ado : P o . Dou o Joaquim Ca los Pin o de AlmeidaJoão Miguel Almeida Ma quesDezemb o de 2022 ESPAÇO DE COWORKINGCENTRO DE EDUCAÇÃO E APOIO SOCIAL PERFIL PP'P'PPLANTA DE INSERÇÃO URBANA003Escala: 1:500Plan a de Inse ção U bana; Pe il PP' Rua da Ei a Rua da Ei a Rua Paul Ha is T a essa Rua da Ei a Rua Vila F anca Rua Abílio Fe nandesRua Abílio Fe nandes Rua Luís Reis dos San osRua Síl io Lima Rua Rebolim Rua José Ma ia dos San os Rua Figuei asRua Vila F anca Rua José Ma ia dos San os Rua Casa das VelhasRua Casa das Velhas Rua Dom F ancisco de Lemos Rua P incesa Cindazunda Rua Edua do Co eiaRua Edua do Co eia Rua Quin a da Po ela T a essa Caminho do Cabeço Rua Caminho do Cabeço Rua Caminho do Cabeço GSPublishe Ve sion 1199.0.0.100GSEduca ionalVe sion FCTUC - Depa amen o de A qui e u a. Disse ação de Mes ado em A qui e u aAdap abilidade do Espaço. Adap abilidade e Flexibilidade como Valências con a o Rigo do TempoO ien ado : P o . Dou o Joaquim Ca los Pin o de AlmeidaJoão Miguel Almeida Ma quesDezemb o de 2022 46,544,0 PLANTA À COTA 4423457810111612131415181691719004Escala: 1:150Plan a à co a 44 1. Pá io de En ada2. Espaço de En ada e Receção3. Copa4. Ca e e ia5. A ecadação Ge al e Oficina de Manu enção6. Ins alações Sani á ias7. Sala Poli alen e / Audi ó io8. Sala de Apoio pa a AVAC9. Pá io de Apoio10. Ab igo pa a Con en o es do Lixo11. Sec e a ia12. Di eção13. Gabine e de A endimen o14. Gabine e Psicólogo15. Sala de Reuniões16. Pá io In e io 17. Espaço de A ecadação18. Sala de A i idades Rec ea i as - OTL19. Espaço Ex e io de Rec eio e Laze - OTL GSPublishe Ve sion 1198.0.0.100GSEduca ionalVe sion FCTUC - Depa amen o de A qui e u a. Disse ação de Mes ado em A qui e u aAdap abilidade do Espaço. Adap abilidade e Flexibilidade como Valências con a o Rigo do TempoO ien ado : P o . Dou o Joaquim Ca los Pin o de AlmeidaJoão Miguel Almeida Ma quesDezemb o de 2022 46,549,0AEFF'A'B'C'D'E'44,0BCD PLANTA À COTA 4920222123252426262719674531817161513141189102112 005Escala: 1:150Plan a à co a 49 1. Espaço de En ada2. Pá io de En ada e Rec eio - C eche e P é-Escola 3. Á ea de En ada e Receção - C eche e P é-Escola 4. Sala Poli alen e - P é-Escola 5. Re ei ó io - P é-Escola 6. Sala de A i idades - P é-Escola 7. Box de Apoio - WC C ianças e Caci os8. Sala de A i idades - C eche9. Be çá io10. Box de Apoio - F aldá io e Caci os11. Sala de Snoezelen12. Pá io de Apoio à C eche13. Gabine e de Apoio / Médico14. Sala de A endimen o aos Enc. Educação15. Ins alações Sani á ias Visi an es16. Ves iá ios com Duche - Pessoal + La anda ia17. Cozinha18. A ecadação ao Se iço da Cozinha25. Salas de Apoio aos Es udos - OTL26. Ins alações Sani á ias27. Sala Complemen a - OTL19. Sala de Ma e ial Audio isual e P ojeção20. Pá io In e io 21. Espaço de Es a 22. Biblio eca23. Á ea Responsá el pela Biblio eca + A qui o24. Á eas de Es udos - OTL GSPublishe Ve sion 1198.0.0.100GSEduca ionalVe sion FCTUC - Depa amen o de A qui e u a. Disse ação de Mes ado em A qui e u aAdap abilidade do Espaço. Adap abilidade e Flexibilidade como Valências con a o Rigo do TempoO ien ado : P o . Dou o Joaquim Ca los Pin o de AlmeidaJoão Miguel Almeida Ma quesDezemb o de 2022544944544944544944ALÇADO NASCENTEALÇADO POENTEALÇADO SUL006Escala: 1:100Alçados Sul, Poen e e Nascen e GSPublishe Ve sion 1199.0.0.100GSEduca ionalVe sion FCTUC - Depa amen o de A qui e u a. Disse ação de Mes ado em A qui e u aAdap abilidade do Espaço. Adap abilidade e Flexibilidade como Valências con a o Rigo do TempoO ien ado : P o . Dou o Joaquim Ca los Pin o de AlmeidaJoão Miguel Almeida Ma quesDezemb o de 2022544944544944 SALA POLIVALENTE / AUDITÓRIOSALA DE MATERIAL AUDIOVISUAL E PROJEÇÃOSALA DE APOIO PARA AVACPÁTIO DE APOIOPÁTIO INTERIORABRIGO PARA CONTENTORES DO LIXOARRECADAÇÃO AO SERVIÇO DA COZINHACOZINHAVESTIÁRIOS C/ DUCHEPESSOAL + LAVANDARIAWC VISITANTESESPAÇO DE RECEÇÃOCRECHE E PRÉ-ESCOLARGABINETE ATENDIMENTO AOS ENC. EDUCAÇÃOSALA DE SNOEZELENPÁTIO DE APOIO À CRECHEESPAÇO DE ARRUMAÇÃO DAS BANCADASBIBLIOTECAÁTRIO DE ENTRADAESPAÇO EXTERIOR DE ENTRADA E RECREIOSALA DE ATIVIDADESPRÉ-ESCOLARBOX DE APOIOWC CRIANÇAS E CACIFOSSALA POLIVALENTEÁREA DE REFEIÇÕESÁTRIO DE ENTRADA E RECREIOCRECHE E PRÉ-ESCOLARSALA DE ATIVIDADESBOX DE APOIOFRALDÁRIO E CACIFOSBERÇÁRIOPÁTIO DE APOIO À CRECHE CORTE AA'CORTE BB' ESPAÇO DE ENTRADA E CAFETERIA 007Escala: 1:50Co es Cons u i os AA' e BB' GSPublishe Ve sion 1198.0.0.100GSEduca ionalVe sion FCTUC - Depa amen o de A qui e u a. Disse ação de Mes ado em A qui e u aAdap abilidade do Espaço. Adap abilidade e Flexibilidade como Valências con a o Rigo do TempoO ien ado : P o . Dou o Joaquim Ca los Pin o de AlmeidaJoão Miguel Almeida Ma quesDezemb o de 2022544944 SALA DE ATIVIDADES RECREATIVAOTL 544944 SALA COMPLEMENTAROTLÁTRIO INTERIORSECRETARIAHALL DE ENTRADABIBLIOTECAÁREA DE ESTUDOSOTLSALAS DE APOIO AOS ESTUDOSOTLESPAÇO DE ARRECADAÇÃOESPAÇO EXTERIOR DE ENTRADA À COTA 49 CORTE CC'CORTE DD'008Escala: 1:50Co es Cons u i os CC' e DD' GSPublishe Ve sion 1198.0.0.100GSEduca ionalVe sion FCTUC - Depa amen o de A qui e u a. Disse ação de Mes ado em A qui e u aAdap abilidade do Espaço. Adap abilidade e Flexibilidade como Valências con a o Rigo do TempoO ien ado : P o . Dou o Joaquim Ca los Pin o de AlmeidaJoão Miguel Almeida Ma quesDezemb o de 2022544944544944 SALAS DE ATIVIDADESÁTRIO INTERIORÁREA ADMINISTRATIVASALA DE APOIO AO ESTUDOOTLSALA POLIVALENTE/ AUDITÓRIOSALAS DE APOIO ÀS SALAS DE ATIVIDADESÁTRIO DE ENTRADA E RECREIOCRECHE E PRÉ-ESCOLARÁREA DE ENTRADA E RECEÇÃOCRECHE E PRÉ-ESCOLAR CORTE EE'CORTE FF' ACESSO AO JARDIM EXTERIOR 009Escala: 1:50Co es Cons u i os EE' e FF'