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Dicionário (incompleto) de escritoras madeirenses e de textos de autoria feminina

Macedo, L. S. Ascensão de

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“DICIONÁRIO (INCOMPLETO) DE ESCRITORAS MADEIRENSES E DE TEXTOS DE AUTORIA FEMININA” AUTOR: Lau eano Secundino Ascensão de Macedo dicioná io (incomple o) de esc i o as madei enses e de ex os de au o ia eminina C édi os de imagens (da esque da pa a a di ei a, de cima pa a baixo): Lau a Ve idiana de Cas o e Almeida Soa es, Ma ia Riddell, Lady Emmeline S ua -Wo ley, Ma ia Ri a Schiappe Cade , Alicia Helen Ne a Bewicke Li le, Viscondessa das Noguei as, Ma ilde Olímpia Sau ai e da Câma a, Emmeline S ua - Wo ley-Mackenzie (bis), Vene á el Ma y Jane Wilson, Ma ia Celina Sau ai e da Câma a, Eugénia Rego Pe ei a, Luzia, Se a de Deus Ma ia do Mon e Pe ei a, Be a de A aíde Fon e das imagens: A qui o Regional e Biblio eca Pública da Madei a, Wikimedia Commons. Dicioná io (incomple o) de esc i o as madei enses e de ex os de au o ia eminina do século XV a é au o as nascidas em 1900 ERMELINDA Ma i dilec issimae Índice In odução ...................................................................................................................................... i Ab e ia u as e sinalé ica ......................................................................................................... xxx i Dicioná io (incomple o) de esc i o as madei enses ..................................................................... 1 Índice de pseudónimos, iniciais e o mas al e na i as de nome .............................................. 153 Re e ências bibliog á icas ......................................................................................................... 155 ii documen al, conside ando o a quipélago da Madei a como espaço de expe iência de esc i a e de c iação la o sensu, onde a expe iência de esc i a não se limi a a ex os edigidos em po uguês e a nacionalidade como um ac o de exclusão. Omi i esc i o as inglesas, alemãs e ancesas da “li e a u a madei ense” signi ica ia inco po a o pa adigma que em egido o sis ema canónico-li e á io po uguês de ma iz con inen al pa a o âmbi o insula 26 , ou seja, ep oduzi uma lógica de hie a quização, de subo dinação ou de exclusão. Se ia uma pe spe i a mui o edu o a pa a conhece a dimensão da cul u a esc i a de au o ia eminina na Madei a. Pa ilhamos a mesma pe spe i a de Luísa An unes quando e e e que a li e a u a madei ense “de e se en endida como iqueza, e não dissol ida numa ca ego ia de p o incianismo ou al a de qualidade” 27 . No en an o, ejei amos a pe spe i a p e alecen e de conside a a “li e a u a madei ense” como um subsis ema da “li e a u a po uguesa”, pelas azões que já o am acima ap esen adas. Des a o ma, em e mos de o ganização des e dicioná io, encon a-se es u u ado da seguin e o ma: es a in odução, pa a além da pa e de ap esen ação, onde se iden i ica am os p oblemas subjacen es na cons ução des e dicioná io, a emos uma <h p://digi uma.uma.p /bi s eam/10400.13/786/1/48Li e a u amadei enselegi imidadeoua bi a ieda decu icula .pd > [acessado 4 maio 2019]; José An ónio Gonçal es, “B e e pano âmica da mode na li e a u a madei ense”, in Cul u a Madei ense: emas e p oblemas, o g. José Edua do F anco (Campo das le as, 2008), XVII, 139–50; Ma ia Mónica Teixei a, “Tendências da li e a u a na ilha da Madei a nos séculos XIX e XX” (Uni e sidade No a de Lisboa, 2005); TP dos San os, “Madei a: e lexões à ma gem do sis ema cul u al po uguês”, Ve edas: Re is a da Associação In e nacional, 2009, 27–42 <h p:// e is a e edas.o g/index.php/ e /a icle/download/101/101> [acessado 5 maio 2019]; E nes o Rod igues, “Olha es sob e a li e a u a madei ense con empo ânea”, in Que sabe {es} pa a o século XXI?: His ó ia, Cul u a e Ciência na Madei a, o g. José Edua do F anco e C is ina T indade (Lisboa: Es e a do Caos, APCA –Agência de P omoção da Cul u a A lân ica, 2014), p. 413–23; An unes, “Li e a u a e li e a os: ques ões e con o nos da li e a u a p oduzida na Madei a e sob e a Madei a”. 26 Cab al do Nascimen o inha p esen e es a p oblemá ica en e nacionalismos e egionalismos li e á ios em 1925. Es e au o inha p esen e que as li e a u as nacional ou egional não se podem con undi com nacionalismos ou egionalismos li e  ios, como explici a Salguei o, “as p imei as como sis emas poli ónicos e dinâmicos, cons i uídos po um epe ó io de ex os e au o es que lêem, esc e em e eesc e em (esses e ou os ex os), mas ambém po uma comunidade de lei o es e ins i uições que, de inindo os seus cânones, alidam e/ou ques ionam os alo es aí em ci culação”, ac escen ando ambém que “o nacionalismo ou egionalismo li e á ios apenas se iam uma pa cela cons i uin e do sis ema li e  io, c . AS Rod igues, “Nacionalismos/Regionalismos Li e  ios em Sis emas Li e  ios Nacionais/Regionais: Re isi ação de uma P oblemá ica em Tempos de C ise e de Globalização”, Newsle e CEHA: “His  ia da Madei a–Ques ões e P oblemas”, 15 (2012), 22–23 (p. 23) <h p://www.madei a-edu.p /Po als/31/CEHA/Newsle e /Newsle e _15.pd #page=22> [acessado 6 maio 2019]. 27 An unes, “Li e a u a e li e a os: ques ões e con o nos da li e a u a p oduzida na Madei a e sob e a Madei a”, p. 407. iii e isão de li e a u a sob e como as esc i o as madei enses êm sido (ou não) ep esen adas nos ins umen os de acesso à in o mação e na his o iog a ia li e á ia insula ; es abelece emos os pa âme os me odológicos des e es udo, desde à ecolha de dados a é à sua análise e das eg as e con enções u ilizadas; ap esen a emos os esul ados p elimina es des e es udo, apon ando pa a pis as u u as de in es igação e iden i icação das limi ações encon adas. De seguida, ap esen a-se o dicioná io biobliog á ico, con endo dados mínimos das au o as madei enses e espec i a p odução documen al, complemen ado com bibliog a ia secundá ia (quando possí el). No im, ap esen a-se as e e ências bibliog á icas u ilizadas nes a in odução. Re isão de li e a u a Cu iosamen e, um núme o azoá el de esc i o as madei enses encon a-se ep esen ado na his o iog a ia li e á ia insula e nos ca álogos bibliog á icos e e en es ao a quipélago da Madei a, con a iamen e ao que acon ece na p odução congéne e de âmbi o nacional. Somen e em ob as mui o especí icas publicadas no con inen e é que podemos encon a e e ências sob e esc i o as madei enses. Re i a-se, po exemplo, a an ologia “Poe isas Po uguesas” (1917) de Nuno Ca a ino Ca doso 28 e Te esa Lei ão de Ba os, em “Esc i o as de Po ugal: Génio Feminino e elado na Li e a u a Po uguesa” (1924) 29 . Ca doso oi mais ab angen e na ecolha de ex os poé icos de au o ia eminina, compilando ex os e elencando au o as madei enses como Be a de A aíde, Joana de Cas elb anco, A sénia de Be encou Mi anda, Ma ia da Cos a Pe ei a, Luísa Ma ia Pe ei a (sic), Emília Acciaiolly Rego Sénio e Viscondessa das Noguei as. No en an o, Ba os c i icou eemen emen e a compilação ei a po Ca doso, conside ando a p odução poé ica de au o ia eminina como não ep esen a i a da “boa li e a u a”. Ba os conside ou que mui os dos ex os coligidos ca ac e iza am-se po es a em ei ados de um “sabo açuca ado e piegas” 30 , ex aídos na sua maio ia dos almanaques, 28 Nuno Ca ha ino Ca doso, “Poe isas po uguesas, an ologia con endo dados bibliog a icos e biog a icos acê ca de cen o e seis poe isas.” (Lisboa: Edição e p op iedade do auc o , 1917), p. x , 295 p.. Re i a-se que es e au o oi ma ido da esc i o a madei ense Ma ia de Cabedo (Vide in a). 29 Te esa Lei ão de Ba os, Esc i o as de Po ugal : gnio eminino e elado na li e a u a po uguesa, 2 ols. (Lisboa: T.L. de Ba os, 1924). 30 Ba os, ol. II, p. 31. ix an ologias, jo nais ou monog a ias que elas “en amalhe a am à on ade, em imas áceis, odos os «amo es» e « lo es» dos seus simbólicos ja dins” 31 . Ainda assim, as compilações mais ecen es igno a am a p odução de au o as madei enses an e io es ao século XX 32 , bem como os ca álogos ele ónicos especializados 33 . Pa a iden i ica ex os madei enses de au o ia eminina, é p eciso conside a não só algumas ob as de e e ência sob e a Madei a mas ambém uma panóplia de ins umen os de acesso à in o mação. Podemos conside a que há seis on es p incipais pa a o conhecimen o da p odução de au o ia eminina publicada na Madei a: nos pe iódicos li e á ios insula es; nos almanaques e e is as; nas an ologias li e á ias de au o es insula es; na publicação monog á ica da inicia i a das au o as; em ca álogos bibliog á icos sob e pa imónio documen al insula e, po úl imo, na his o iog a ia li e á ia. Passa emos a ca a e iza cada um des es aspec os. Desde inícios do século XIX, os jo nais madei enses o am o p incipal (e po ezes o único) eículo pa a a publicação de ex os li e á ios 34 . É possí el encon a mani es ações da “au o ia eminina” em “O Pa io a Funchalense” (1821) ou em pe iódicos mais especializados, como “O Beija-Flo ” (1842), a “Au o a do Domingo” (1862), o “A chi o Li e a io” (1863), “O C epúsculo” (1865); ou “O Rec eio” (1863- 1864), “A Au o a Libe al” (1875-1876) e “A G inalda Madei ense” (1880-1881), dinamizados pelos discen es do Liceu do Funchal. Os pe iódicos no iciosos con inham, ambém, secções p óp ias em colunas ou em olhe ins, onde os au o es madei enses publica am os seus ex os. Tais secções cob em uma g ande di e sidade genológica, an o em p osa como em e so, incluindo ex os d amá icos. 31 Ba os, p. ols. II, 163. 32 Po exemplo, c . Vanda Anas cio, Uma an ologia imp o  el a esc i a das mulhe es, sculos XVI a XVIII (Lisboa: Relógio d’gua, 2013). 33 VV. AA., Esc i o as: Women W i e s in Po uguese be o e 1900 (2014). Es e ca álogo apenas menciona só o Isabel da Mad e de Deus e Ma ilde Isabel de San ana Vasconcelos. 34 Gina Guedes Ra ael e Manuela San os, Jo nais e e is as po ugueses do sculo XIX, Reimp essa (Lisboa: Minis é io da Cul u a, Biblio eca Nacional, 1998); A qui o Regional e Biblio eca Pública da Madei a, Ca álogo da Coleção de Jo nais do A qui o Regional da Madei a (Funchal, 2016) <h ps://abm.madei a.go .p /idd/QW82>; A. Lopes de Oli ei a, Jo nais e jo nalis as Madei enses (B aga: Li a ia Edi o a Pax, 1969). x A li e a u a madei ense de au o ia eminina encon ou na imp ensa pe iódica um luga insubs i uí el pa a da -se a conhece , subsc e endo anonimamen e ou sob pseudónimo, com iniciais do seu nome ou po ex enso. No caso do século XIX, a p odução li e á ia das esc i o as madei enses encon a-se dispe sa em di e sos pe iódicos insula es, na sua maio ia, poesia lí ica, sendo possí el encon a aduções de au o es anceses e ingleses. O desconhecimen o que se em ace ca da p odução li e á ia de au o ia eminina nes e meio de publicação de i a, em g ande pa e, da inexis ência de ca álogos analí icos, o que implica, na maio pa e das ezes, compulsa cada jo nal. Os ex os de A sénia Be encou Mi anda, Joana de Cas elb anco, Ma ia da Cos a Pe ei a, Emília Acciaiolly Rego, en e ou as, encon am-se disseminados nes e ipo de publicações. Sob e a p esença eminina nos jo nais madei enses, An unes e e e que a sua colabo ação “demons a que o p ocesso de o mação da mulhe e da sua pa icipação es a a a desen ol e -se e que es a inha consciência de que a imp ensa podia se , além de uma o ma de di ulgação das suas composições poé icas e a ís icas, um meio e icaz de comunicação de ideias” 35 . Os almanaques cons i uem ou o eículo de di ulgação da p odução ex ual eminina 36 , de pe iodicidade anual mas com um espaço de di ulgação mais amplo do que o espaço insula . O “Almanaque de Lemb anças”, undado po Alexand e Magno de Cas ilho em 1850, depois “Almanach de Lemb anças Luso-B asilei o”, e, mais a de, “No o Almanach de Lemb anças Luso-B asilei o” (1851-1932), pa a além do “Almanach das Senho as” (1870-1927), c iada po Guioma To ezão e Albe ina Pa aíso, disponibiliza am às esc i o as madei enses um espaço mais ala gado de colabo ação li e á ia e a ís ica, ou seja, em con ex o lusó ono. Publica am igualmen e nos almanaques insula es, como no “Almanach Insulano pa a Aço es e Madei a Es a ís ico, His ó ico e Li e  io” (1874- 35 Luísa Ma inho An unes, “‘Sua es modes os sons’ - mulhe e poesia na imp ensa madei ense da segunda me ade do séc. XIX”, in As Mulhe es e a Imp ensa Pe iódica, o g. Isabel Lousada e Vânia Cha es (Lisboa: CLEPUL, 2014), p. 189–209 (p. 203). 36 C . Rosa Ma ia Gal ão e João Luís Lisboa, Os sucesso es de Zacu o : o almanaque na Biblio eca Nacional do sculo XV ao XXI (Lisboa: Biblio eca Nacional de Po ugal, 2002); Vania Pinhei o Cha es, Isabel Lousada e Ca los Ab eu, As senho as do Almanaque : ca logo da p oduo de au o ia eminina (Lisboa: Biblio eca Nacional de Po ugal; CLEPUL, 2014); Vanda Anas cio, “Almanaques: o igem, géne os, p odução eminina”, Ve edas: Re is a da Associação In e nacional de, 18 (2012), 53–74 <h p://www. e is a e edas.o g/index.php/ e /a icle/download/63/63> [acessado 6 maio 2019]. xi 1875) 37 , no “Almanach de Lemb anças Madei ense” (1908-1910) 38 e no “Almanach Ilus ado do Di io da Madei a” 39 (1913), di ulgando au o as não só den o de um espaço in e -insula mas ambém jun o das comunidades madei enses e aço ianas espalhadas pelo mundo. Nes e ipo de publicações, as esc i o as madei enses colabo a am não só com ex os poé icos mas ambém com ex os em p osa ou com ex os lúdicos, como po exemplo cha adas, enigmas e logog i os. No caso das an ologias li e á ias sob e au o es madei enses, que su gem na segunda me ade do século XIX, es e ipo de publicações cons i ui -se-á a p incipal on e de in o mação e e en e à a i idade li e á ia ealizada no a quipélago 40 . An ologias poé icas como “Flo es da Madei a” (1872), de José Lei e Mon ei o e Al edo Cesa de Oli ei a 41 , e “lbum Madei ense” (1884), de F ancisco Viei a 42 , in eg a am ex os de Luísa Ma ia da Cos a Pe ei a, de Leolinda Ja dim Viei a, de Geo gina Dias de Almeida, Viscondessa das Noguei as e Emília Hen ique a Acciaiolly Rego. Mui os dos aspec os ela i os a dados biog á icos o am elucidados po Albe o Gomes 43 . No en an o, nos inícios do século XX, es as an ologias o am c i icadas pela al a de e inamen o na seleção dos au o es 44 . 37 Almanach Insulano pa a Aço es e Madei a Es a ís ico, His ó ico e Li e á io pa a o anno de 1875, o g. Augus o Gil, Augus o Ribei o, e F. J. Moniz de Be encou (Ang a do He oismo: Typ. da Te cei a, 1874); Almanach Insulano pa a Aço es e Madei a Es a ís ico, His ó ico e Li e á io pa a o anno de 1874, o g. Augus o Gil e Augus o Ribei o (Ang a do He oismo: Typ. da Te cei a, 1873). 38 Almanach de lemb anças madei ense, o g. An ónio Feliciano Rod igues e Jaime Câma a (J.M. da Rosa e Sil a, 1908-1910). 39 Almanach Ilus ado do Diá io da Madei a, o g. C uz Bap is a San os e F ancisco da Sil a Reis (Funchal: Emp eza do Diá io da Madei a, 1913). 40 C . Thie y P oença dos San os e An ónio Fou nie , “An ologias, aduções e ede inição dos mapas da cul u a – o caso madei ense”, Le as Con ida, 6 (2012), 102–11 <h p://acl e is ali e a ia.academiacana ialengua.o g/la-poesia-en-madei a/> [acessado 7 maio 2019]. 41 Veja-se José Lei e Mon ei o e Al edo Cesa de Oli ei a, Flo es da Madei a. Poesias de di e sos au ho es madei enses (Funchal: Typ. da Imp ensa Li e, 1872). 42 Veja-se F ancisco Viei a, Álbum Madei ense. Poesia de Di e sos Au o es Madei enses (Funchal: Typog aphia Funchalense, 1884). 43 Albe o F. Gomes, “Algumas No as sob e os Poe as das «Flo es da Madei a»”, Das A es e da His ó ia da Madei a, 3.14 (1953), 4; Albe o F. Gomes, “Algumas No as sob e os Poe as das «Flo es da Madei a» II”, Das A es e da His ó ia da Madei a, 3.15 (1953), 5. 44 João Cab al do Nascimen o, “Li e a u a madei ense: as poe isas (conclusão)”, Diá io de No ícias (Funchal, 27 agos o 1918); Fe nando Augus o da Sil a, “Poe as Madei enses. Alguns Subsídios pa a uma An ologia”, Das A es e da His ó ia da Madei a, 4.24 (1956), 20–24. xii Em 1944, a edi o a “Eco do Funchal” publicou “Se e Poe as Madei enses” 45 , con ando com a colabo ação de Eugénia Rego Pe ei a. No en an o, uma das an ologias mais ele an es do século XX, in odu o a de uma no a es é ica li e á ia, “A quipélago” (1952) 46 , não cons a qualque colabo ação de au o ia eminina. Encon a emos apenas em Luís Ma ino (pseudónimo de Luís Gomes da Sil a) uma ex ensa compilação na sua “Musa Insula ” (1959) 47 , que consis e numa abo dagem “enciclopédica” sob e a p odução poé ica ealizada na Madei a. Já em con ex o au onómico, publica am-se, na es ei a do “A quipélago” (1952), as an ologias “Ilha 2” (1978) 48 , “Ilha 3” (1991) 49 , “Ilha 4” (1994) 50 e “Ilha5” (2008) 51 , que eúne a p odução poé ica de esc i o es madei enses con empo âneos, já com pa icipação eminina. Em 1986, con udo, publicou-se uma “An ologia Li e  ia: Madei a” 52 , en e os séculos XV e XX (exce o o século XIX), onde a pa icipação eminina an e io a 1900 é p a icamen e inexis en e. Mais a de, a al a de uma an ologia de esc i o as madei enses oi ealçada po Ana Ma ga ida Falcão 53 , p opondo uma publicação que não chegou a conc e iza -se. As esc i o as madei enses coligidas pa a an ologias li e á ias es ingi am-se à p odução ei a, sal o a as exceções, no século XX e XXI 54 . Con o me se pode e i ica , as an ologias li e á ias o am p odu o das 45 Flo i al de Passos e al., Se e Poe as Madei enses, num sone o a Shakespea e ( olhe o) (Funchal: Tipog a ia do “Eco do Funchal”, 1944). 46 A agão Co eia e al., A quipélago ([Funchal]: Edi o ial Eco do Funchal, 1952). 47 Luís Ma ino, Musa Insula (Poe as da Madei a), o g. Tipog a ia do Eco do Funchal (Funchal, 1959). Deixou manusc i a a sua con inuação C . Ma ia Mónica Teixei a e F ima Ba os, “A qui os de esc i o es e in es igado es madei enses: ins umen os desc i i os”, A qui o His ó ico da Madei a, 23 (2016), 470– 501. 48 José Sainz-T ue a e José An ónio Gonçal es, Ilha 2 (Funchal: Edição da Câma a Municipal do Funchal, 1979). 49 A. Viei a F ei as e José An ónio Gonçal es, Ilha 3 (Funchal: Edição da Câma a Municipal do Funchal, 1991). 50 Ana Falcão e José An ónio Gonçal es, Ilha 4 (Funchal: Edição da Câma a Municipal do Funchal, 1994) <h ps://www.wo ldca .o g/ i le/ilha-4/oclc/225748565& e e e =b ie _ esul s> [acessado 7 maio 2019]. 51 I ene Lucília. And ade, Ilha 5, 1. ed. (Vila No a de Gaia: 7 dias 6 noi es, 2008). 52 Isabel S ephan, ngela Bo ges e Rui Ca i a, An ologia li e  ia : Madei a (Funchal: Go e no egional da Madei a, Sec e a ia Regional de educação, 1986). 53 Ana Ma ga ida Falcão, “Mulhe es poe as: (Madei a - século XX)”, Ma gem 2. Funchal, 2005, 38–41; Ma ga ida Falcão, Esc i o es - iajan es ([Funchal]: Edica e, 1998). 54 Con os madei enses, o g. João Nelson Ve íssimo (Po o: Campo das Le as, 2005); José de Sainz-T ue a e al., Cade nos de San iago I : colec nea de poesia (Lisboa: Ânco a, 2016); Hélde Teixei a e p e . Nelson Ve íssimo, An ologia F ancisco Ál a es de Nób ega (Machido: Jun a de F eguesia, 2010); Giampaolo Tonini, Poe i con empo anei dell’Isola di Made a (Venezia: Cen o in e nazionale della g a ica, 2001); xiii ci cuns âncias e mundi idências de cada época e dos c i é ios es é ico-li e á ios ado ados pelos seus compilado es. No que diz espei o a monog a ias, o núme o de publicações é escasso, mas mui o ep esen a i o. É possí el encon a desde ob as o iginais a é aduções de au o es es angei os, publicando no Funchal, Lisboa, Po o e Pa is, po ezes sob o ma de li e a u a de co del. En e as p incipais pionei as de e-se aze menção pa a os omances his ó icos de Ma ia do Mon e de San ana e Vasconcelos, o omance his ó ico e ex o didá ico da Viscondessa das Noguei as, um ensaio his ó ico de Jose ina Pe es elo e um diá io de iagens de Celina Sau ai e da Câma a, os omances e na a i a au obiog á ica de Luzia e poesias lí icas de Be a de A aíde, de Joana de Cas elb anco e Eugénia Rego Pe ei a 55 . No caso das composições musicais, Amélia de Aze edo publicou em Pa is e em Lisboa peças o iginais pa a piano e pa a can o. Quan o às aduções de au o es es angei os (ou e sões do po uguês pa a língua es angei a), algumas esc i o as madei enses possuem ob as publicadas, com especial ealce pa a Viscondessa das Noguei as. No que diz espei o aos ca álogos bibliog  icos insula es, az-se especial ealce pa a o “Ca logo bibliog  ico do a quipélago da Madei a” (1950) de José Joaquim Rod igues 56 e pa a “Madei a, in es igação bibliog  ica” (1982-1984) 57 , baseado no ace o da Biblio eca Municipal do Funchal. Embo a mui os dos ca álogos bibliog á icos se encon em disponí eis na web, não em sido conduzida uma pesquisa e ospec i a mais ab angen e sob e a p odução de au o ia eminina. A única abo dagem ei a nes e sen ido oi ealizada po L. S. Ascensão de Macedo no seu guia biobibliog  ico “Da Voz Ma ia Au o a Ca alho Homem e U bano Be encou , Pon os luminosos : Ao es e Madei a : an ologia de poesia do sculo XX (Po o: Campo das Le as, 2006); Lapinha de poesia : an ologia de poe as madei enses, o g. Nelson Ve íssimo, 1a. ed. (Funchal: IA, Imp ensa Académica, 2017); Thie y P oença dos. San os e F ancisco Co eia, Le adas da Madei a : uma an ologia li e  ia, 1a. ed. (Funchal: Imp ensa Académica, 2017); Sainz-T ue a e Gonçal es; F ei as e Gonçal es; Falcão e Gonçal es; And ade. 55 Sob e as au o as e e enciadas, consul e-se a en ada co esponden e des e dicioná io. 56 José Joaquim Rod igues, Ca logo bibliog  ico do a quiplago da Madei a (Funchal: Edição da Câma a Municipal, 1950). 57 Gilda Viei a e An ónio de A agão de F ei as, Madei a : in es igao bibliog  ica. Vol. 3 Ca logo po assun os (Funchal: Cen o de Apoio de Ciências His ó ias, 1984); Gilda Viei a e An ónio de A agão de F ei as, Madei a : in es igao bibliog  ica. Vol. 2 Ca logo po assun os (Funchal: Cen o de Apoio de Ciências His ó ias, 1984); Gilda Viei a e An ónio de A agão de F ei as, Madei a : in es igao bibliog  ica. Vol 1 Ca álogo onomás ico (Funchal: Cen o de Apoio de Ciências His ó ias, 1982). xi à Pluma” (2013) 58 , e e en e a esc i o as da Maca onésia (Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de), de onde ex aímos g ande pa e das in o mações. Além dis o, como já e e imos, es es ins umen os dão a exis ência de ob as de au o ia eminina mas a as ezes iden i icam qual a ins i uição onde esses ex os se encon am cus odiados (no malmen e em a qui os e biblio ecas públicas, mas não necessa iamen e es as). Ce as au o as, como a Se a de Deus Ma ia da Enca nação, que se conse a na Biblio eca da Ajuda (Lisboa), não apa ecem nos ca álogos ele ónicos e em supo e analógico. O mesmo se coloca no caso dos a qui os, onde as desc ições das unidades documen ais não e idenciam nos seus me adados desc i i os de que es amos pe an e ex os de au o ia eminina. Es e caso, po exemplo, é eco en e no A qui o Nacional da To e do Tombo e no A qui o Regional e Biblio eca Pública da Madei a. Con o me se pode e i ica , os c i é ios de desc ição de bens documen ais em ins umen os de acesso à in o mação, qualque que seja a con enção ou ga an ia li e á ia de supo e, podem obscu ece o ac o de de e minado documen o se de au o ia eminina. Sob e a p odução enciclopédica 59 , o “Elucid io Madei ense” (1921-1940) 60 , coo denado pelo Pe. Fe nando Augus o da Sil a e po Ca los Aze edo de Meneses, cons i ui uma das p incipais on es de in o mação sob e a p odução li e á ia e não li e á ia ealizada na Madei a. Os au o es do e be e “Li e a u a” e e em que poucos esc i o es madei enses deixa am o “nome au eolado na his ó ia li e  ia do país” 61 . Apesa de se possí el ecupe a á ias au o as madei enses ao longo des es olumes, os au o es des e e be e apenas exempli icam como esc i o as a Viscondessa das 58 L. S. Ascensão de Macedo, p. passim. 59 Não e e i emos aqui o “Dicion io Enciclopédico da Madei a” e o “Wikipedia”, po se em p oje os em p ocesso de con ução. 60 Fe nando Augus o da Sil a e Ca los Aze edo de Menezes, Elucid io madei ense, Vols. 1-2 (Funchal: Jun a Ge al do Dis i o do Funchal, 1921); Fe nando Augus o da Sil a e Ca los Aze edo de Menezes, Elucid io madei ense, 2. ed., 3 (Funchal: [Typog aphia Espe ança], 1940-1946). 61 Fe nando Augus o da Sil a e Ca los Aze edo de Menezes, Elucid io madei ense, 2. ed. (Funchal: [Typog aphia Espe ança], 1940), p. 521. Sob e a equência da pala a “esc i o a”, e i a-se que, a í ulo de exemplo, que, no olume 1, h 2 oco ências da pala a, uma pa a “Câma a (D. Ma a Celina Sau ay e da)” (sic) e ou a e e ência a Ana de Albuque que, esposa do mili a Luís da Câma a Leme; no olume 2, há 4 oco ências, e e en e a Mademoisselle de Loup (Judi e Ad iana Teixei a de Sousa Moniz) e Viscondessa das Noguei as. Mas no caso de Olímpia Pio Fe nandes ( ol. 1), os au o es do Elucidá io Madei ense, e e em que ela “cul i ou as le as” (p. 29). No caso de “Almeida (D. Ma ia Helena Je is de A ouguia e)” e “Cas elo B anco (D. Joana de)” apa ecem como “poe isas”. Sob e as composi o as e a is as madei enses, os au o es des a enciclopédia não c ia am en adas p óp ias, apenas ecupe á el no e be e “Música”. x Noguei as e Joana Cas elb anco. No caso das “No as e Comen  ios pa a a His ó ia Li e á ia da Madei a” 62 do Visconde do Po o da C uz, em ês olumes, es u u ado segundo uma abo dagem c onológica, somen e a pa i do segundo e e cei o olumes é possí el encon a e e ências sob e esc i o as. Po ém, a pe spe i a do Visconde do Po o da C uz sob e as esc i o as madei enses e ela uma condescendência pa e nalis a ao c i ica as suas (escassas) p oduções li e  ias, conside ando “ odas elas mais ou menos ei adas daquela pieguice” 63 , ou que “se des acam no a elmen e da mediania das p oduções poé icas do elemen o eminino dessa época” 64 , ca ac e izadas pelo “banalismo piegas, da época” 65 ou de “um banalismo a oz e sem o meno in e esse li e  io” 66 . En e os comen á ios misóginos 67 e a admi ação pela Viscondessa das Noguei as, po Lau a Ve idiana de Cas o e Almeida Soa es, po Ma ilde de Sau ai e da Câma a, po Luzia, pela sua p óp ia mãe, Ana Augus a de Cas o Leal de F ei as B anco, en e ou as, o Visconde do Po o da C uz p ocu ou ealiza uma sis ema ização da p odução li e á ia madei ense, den o da mundi idência da época e das limi ações que en en ou du an e a pesquisa 68 . Den o do mesmo espí i o enciclopédico e his ó ico, ealce-se pa a “Regis o bio-bibliog  ico de madei enses: sécs. XIX e XX” (1986) de Luiz Pe e Clode 69 , que con ém e e ências biobibliog á icas que ampliam in o mações sob e au o as madei enses não p esen es no “Elucid io Madei ense” e nas “No as e Comen  ios pa a a His ó ia Li e  ia da Madei a”. Po ém, e i ica-se a pe sis ência da 62 Al edo de F ei as B anco, No as e comen  ios pa a a his  ia li e  ia da Madei a, 3 ols. (Funchal: Edição da Câma a Municipal, 1943). 63 B anco, ol. III sob e Leolinda Ja dim Viei a. 64 B anco, ol. III sob e Geo gina Dias de Almeida. 65 B anco, ol. III sob e A sénia de Be encou Mi anda. 66 B anco, ol. II sob e Ma ia José da Cos a Pe ei a. 67 Repa e-se, po exemplo, nes e comen  io: “De emos conco da que não e a b ilhan e nem inigual el es a Dama no campo da poesia”; em e e ência à Luzia: “Fialho dizia que uma Esc i o a que oge da banalidade de e chama -se «um homem de génio». Na e dade, nas mais das Vezes as in elec uais cap icham em ex e io iza uma ce a masculinidade, no aja e nos concei os, que lhes i a a ca ac e ís ica de mulhe es. Com a Senho a Dona Luísa G ande não acon eceu assim, po que oi dos espí i os mais geniais e das A is as de mais e inado gos o, sem nunca pe de o seu ap umo e a sua dignidade de Senho a”, B anco, ol. III. 68 C . Síl ia Gilbe a Gomes, “Memó ia e p omoção cul u al madei ense na ob a do Visconde do Po o da C uz” (Uni e sidade da Madei a, 2014) <h ps://digi uma.uma.p /handle/10400.13/656> [acessado 6 maio 2019]. 69 Luiz Pe e Clode, Regis o bio-bibliog  ico de madei enses : scs. XIX e XX (Funchal: Caixa Económica, 1986). x i ausência de dados biog á icos p ecisos sob e esc i o as madei enses 70 . En e as p oduções mais ele an es pa a a his o iog a ia li e á ia do a quipélago da Madei a, ealçamos o monumen al dicioná io biobibliog á ico, em dezasseis olumes ainda inédi os, do “Pano ama Li e  io do A quipélago da Madei a” (1959?-1986) de Luís Ma ino 71 , que se conse am no A qui o Regional e Biblio eca Pública da Madei a. Es e ins umen o possui uma das mais ab angen es compilações biobibliog á icas de ex os e au o es madei enses desde o século XV a é ao século XX. Além dis o, pe manece am inédi os dois olumes de “Temas Li e  ios (Pa es I e II)” que compilam “biog a ias, c í ica li e á ia, poesia, depoimen os, ansc ições e inédi os de cen enas de au o es” 72 . No en an o, é indispensá el olha c i icamen e pa a cada uma das en adas, uma ez que não es ão isen as de inco eções (po exemplo, dados biog á icos dúbios, incomple ude dos egis os, c i é ios de inclusão). Em alguns casos, c ia am-se pseudónimos sem qualque undamen ação, como é o caso de “Lília Amada” 73 . Con o me se pode e i ica , mui o poucos es udos se e sa am sob e a p odução in elec ual de au o ia eminina na Madei a. Em sín ese, um segmen o signi ica i o de ex os de au o ia eminina p oduzidos na Madei a en e os séculos XV e XIX pe maneceu desconhecido do g ande público e da comunidade cien í ica. A dispe são das on es e o obscu ecimen o da ep esen ação da au o ia eminina em ins umen os de acesso à in o mação e na his o iog a ia li e á ia nacional e insula cons i uem condições que limi a am du an e mui o empo o acesso e uição dos seus ex os e c iações. A es a égia de ansposição dos c i é ios axiológicos do mains eam his o iog á ico-li e á io nacional pa a o âmbi o insula apenas se iu pa a ge a os mesmos e ei os de ma ginalização, de agmen ação e de la ência de um legado documen al de au o ia eminina insula mui o di e so. Po exemplo, as esc i o as que nasce am ou que i e am na Madei a mas o iundas de comunidades es angei as 70 C . os casos de Olímpia Pio Fe nades e Ca olina Dias de Almeida. 71 A qui o Regional e Biblio eca Pública da Madei a, “Pano ama Li e  io do A quipélago da Madei a (PT/ABM/LMR/A/001)”, A chee o - A qui o Regional e Biblio eca Pública da Madei a, 2019 <h ps://a qui o-abm.madei a.go .p /de ails?id=661643> [acessado 6 maio 2019]; e Teixei a e Ba os. 72 A qui o Regional e Biblio eca Pública da Madei a, “Fundo Luís Ma ino. Temas Li e  ios (PT/ABM/LMR/A/002)”, A qui o Regional e Biblio eca Pública da Madei a - A chee o, 2019 <h ps://a qui o-abm.madei a.go .p /de ails?id=57647> [acessado 6 maio 2019]. 73 C . in a e be e espe i o. xxiii au o as es angei as (nascidas na Madei a ou no es angei o) é de 29,8%, sendo maio i á ia a p esença de esc i o as inglesas (75,8%), de exp essão alemã (22,4%) e de exp essão ancesa (1,7%). O co pus documen al de au o ia eminina que es e ins umen o colige e idencia uma g ande di e sidade de ipologias ex uais e documen ais. Iden i icámos di e sos eposi ó ios ins i ucionais e classi icámos documen os de a qui o, monog a ias, pe iódicos e ou as ipologias documen ais. A segui ca ac e iza emos, sem ânimo de exaus i idade, as p incipais ca ac e ís icas da cul u a esc i a de au o ia eminina no a quipélago da Madei a. (1) Biog a ia, au obiog a ia, epis olog a ia e na a i as de iagens. O que es e clus e de géne os li e á ios em em comum consis e no ac o de se em ex os esc i os maio i a iamen e na p imei a pessoa, pa ilhando do pon o de is a genológico alguns casos de hib idismo ou de con aminação. Algumas na a i as de iagem, po exemplo, encon am-se con igu adas segundo as eg as do géne o epis ola . A dimensão des e clus e co esponde a ce ca de 27,8% da p odução iden i icada, sendo a epis olog a ia e as na a i as de iagens os géne os li e á ios mais equen es. As mais an igas e e ências dizem espei o a co espondência adminis a i a, amilia e con essional. Realçamos o caso da Se a de Deus, Ma ia da Enca nação, do Con en o de Nossa Senho a da Enca nação do Funchal 95 , cujas ca as o am compiladas e alidadas po ia no a ial, pa a compo a Vida 96 edigida pelo Pe. João Ribei o, S. I. É a a és des a co espondência que se pode conhece dimensões desconhecidas sob e a ida p i ada e social das eligiosas madei enses. No en an o, pouca co espondência de au o ia eminina sob e i eu, exce o algumas ca as de na u eza amilia que se conse am, ainda inédi os, po exemplo, na Biblio eca da Ajuda, no A qui o Regional e Biblio eca Pública da Madei a e no es angei o, como no A qui o Sec e o do Va icano. Somen e em inais do século 95 En e ou as que cul i a am es e géne o, e as so o es An ónia Angélica de Vi e bo, Pe onilha Rosa de São Ped o, Juliana Ma ia da Vi ó ia e Jose a Ma ia Xa ie . C . ambém Guioma Madalena de Sá Vilhena. 96 O géne o ida, apesa do cunho (au o)biog á ico, an o esc i as pelas eligiosas como pelos seus con esso es, co esponde, po ezes, a casos em que as eligiosas biog a adas se encon am acusadas de he esia. xxi XVIII e inícios do seguin e encon ámos ela os de iagens de au o as inglesas, alemãs, ancesas e ame icanas, como Ma ia Riddell, Ida P ei e , Albine-Hélène de Vassal, Elisabe h Phelps, Ma ia Dundas Callco e Sa ah Bowdich Lee. Encon ámos p odução dia ís ica ou na a i as de iagens, po ezes sob o ma epis olog á ica, em casos como Ma ia Phelps, Emily Smi h, Helena Pa ham, Louisa Low ie, Anna Ma ia on We ne , Ellen Taylo , Isabella de F ança, ou memb os da ealeza e nob eza eu opeias, como a impe a iz conso e do México, Ca lo a da Áus ia. No caso das au o as nascidas na Madei a (de comunidades po uguesa e b i ânica) que cul i a am a na a i a de iagens e i a-se pa a Alicia Bewicke Li le, Celina Sau ai e da Câma a, Ma ia de Cabedo e Luzia. Impo a menciona , ambém, Elisabe h Josephine C aig pelo seu con ibu o na di ulgação da gas onomia madei ense que se in eg a no domínio das na a i as de iagens. No caso das comunidades madei enses em con ex o de emig ação, sob o ma biog á ica e epis olog á ica, e i a-se Jesuína Te esa Ma ins e Ana Ma ins Gou eia, esc i os no Ha aí. (2) Desenho, pin u a e o og a ia. As p incipais cul o as des e ipo de legado documen al são au o as b i ânicas, co espondendo a 4,1% do conjun o de ob as iden i icadas. A p odução que se conhece ai do desenho cien í ico da launa e lo a da Madei a – como Sa ah Bowdich Lee, a Honou able Elisabe h No on e Ma y Young (colabo ado as do Re e endo Thomas Lowe), as i mãs Jane Wallas Pen old e Augus a June Robley, e as i mãs Du Cane – a é ep esen ações da paisagem e cos umes madei enses, como Isabella de F ança, Susan Ve non Ha cou e Emily Smi h. No campo da o og a ia é indispensá el ealça pa a Amélia Augus a de Aze edo (embo a insu icien emen e iden i icado) e Mild ed Blandy. Desconhecem-se, po exemplo, as ob as de Ma ia O nelas e de Gab iela Tche kesso , dado não se dispo de es udos sob e a is as madei enses no pe íodo em es udo. (3) Disse ações académicas, ex os didá icos, ensaio e his o iog a ia. Es e segmen o é esidual (3,6%), mas signi ica i o. Ainda que só no século XX é que se pode e i ica um núme o signi ica i o de au o as de ex os académicos pa a ob enção de habili ações li e á ias, C is ina da Cunha publicou uma ese de dou o amen o in i ulado “Sob e o es udo es a ís ico e oxicológico dos en enenamen os pelo a sénio” (1925). No domínio da p osa did ica, é necess io ealça os “Dilogos en e uma A ó e sua Ne a” (1862), ap o ado pelo Conselho Ge al de Ins ução xx Pública, cons i uindo um ex o pionei o em e mos de manuais didá icos publicados em Po ugal. Ou o manual didá ico, o ien ado pa a écnicas de can o, é da au o ia de Gab iela Ma cial Ja dim Tche keso , publicado em F ança sob o í ulo “La Technique Vocale Simplemen Expliquée” (1932). No âmbi o do ensaio, Jose ina Pe es elo é au o a de um es udo his ó ico e biog á ico sob e o Ma quês de Pombal, publicado em Lisboa em 1882. (4) Poesia. En e os géne os li e á ios mais cul i ados, co espondendo a ce ca de 20,9% do conjun o de géne os e ipologias documen ais cons an es des e le an amen o, a poesia ocupa um luga de des aque. G ande pa e da p odução poé ica su ge em inícios do século XIX, especialmen e no segundo qua el da p imei a me ade do século, com Lília Amada, Ma iana Pimen el Maldonado e Viscondessa das Noguei as. Iden i icámos ês cená ios de publicação. Em p imei o luga , os ex os poé icos encon am-se dispe sos em jo nais, almanaques e an ologias li e á ias, con i mando o que oi expos o a ás. As colabo ado as mais assíduas o am A sénia Be encou Mi anda, Joana de Cas elb anco, Viscondessa das Noguei as, Ma ia Isabel Gami o de Oli ei a e Ma ia Luísa da Cos a Pe ei a. Em segundo luga , algumas esc i o as euni am em li o as suas p oduções poé icas, como Be a de A aíde, Joana de Cas elb anco, Ma iana Xa ie da Sil a F ei e, Ma ia Ri a Chiappe Cade , Eugénia Rego Pe ei a, as i mãs Luisa e A abella Sho e. No caso da poesia popula , de emos ealça Jesuína Te esa de Jesus Ma ins e Vi gínia Gonçal es de F ei as Viei a, po que, sendo anal abe as, os seus ex os sob e i e am a a és da mediação esc i a masculina. Po úl imo, há uma p e alência pa a o inedi ismo, não sendo possí el iden i ica o seu pa adei o dos seus manusc i os em casos como Ca olina Ma ilde Esme aldo, Emília Hen ique a Acciaiolly Rego, Lília Amada, Ma iana Pimen el Maldonado, Ma ga ida de Sabóia Pes ana Pe ei a Pin o, en e ou as, excen uando-se aquelas que des uí am manu p op ia. Há que essal a pa a p esença de poesia in an il e ju enil pa a casos como Ma ia F ancelina Mo ais de Lune , Emília Acciaiolly Rego e Ma ia El i a Gomes de la Ma a Diniz. No en an o, as colabo ações espo ádicas ou o apa ecimen o e desapa ecimen o súbi o de poe isas não deixa am indi e en e os lei o es 97 . Em e mos ge ais, os opoi mais 97 Uma lei o a do “Di io de No ícias” pe gun a a: “Que im le ou D. A cenia B. Mi anda? – E D. Joanna Cas ello-B anco? – E D. Ma ianna S. F.? – E D. Ma ia L. da Cos a Pe ei a? – D. Ma ianna Belmi a d’And ade? xx i eco en es da poesia madei ense de au o ia eminina - a endendo incidem sob e e en os amilia es, como o ani e sá io de nascimen o ou mo e de um en e que ido, a celeb ação da ma e nidade, a saudade em con ex o de emig ação, de oção eligiosa, emas encomiás icos em o no de pe sonalidades, ins i uições e de exal ação da beleza da ilha, a gue a ci il de 1828 a 1834. O in e esse pelo mi o de Machim e Ana de A e oi cul i ado po duas poe isas alemãs, Pauline Schanz e Amalie on Liebhabe , a a és de poemas épicos. (5) P osa em jo nais, e is as, a igos de opinião e discu sos. Es e segmen o cons i ui um dos mais equen es, po ep esen a ce ca de 16,39% do o al de géne os e ipologias documen ais iden i icados nes e dicioná io. T a a-se de uma dimensão mui o he e ogénea, con ando en e as colabo ado as que publicam assiduamen e em pe iódicos e as que não se conhece mais do que uma única publicação. Dado que os ins umen os de acesso à in o mação disponí eis sob e pe iódicos po ugueses mui as ezes não ca alogam o con eúdo, conside a-se que a dimensão de colabo ado as madei enses pode es a in adimensionada 98 . Ve i ica-se uma o e p esença de pseudónimos, alguns co espondendo a uma espécie de “ ansgene ismo li e  io”, como a “que ela das ei as” de “O Pa io a Funchalense” (Huma F ei a Zelosa Da Ve dade e Senho a F ei a Cons i ucional, que se supõe se de au o ia masculina) e Césa O igão, pa a o caso de Olímpia Pio Fe nandes. Algumas esc i o as madei enses euni am em li o as suas publicações dispe sas em pe iódicos insula es e nacionais, como Ma ia de Cabedo, Judi e Moniz, Ma ia Ri a Chiappe Cade e Ma iana Xa ie da Sil a F ei e. En e as mais p olí icas colabo ado as de emos ealça Júlia G aça de F ança e Sousa, mas há um conjun o de ex os não iden i icados, como Ma ia O nelas e Guilhe mina Ad iana Teixei a e Sousa Moniz, pelas di iculdades acima indicadas. Den o des e segmen o, impo a in eg a discu sos, pales as, en e is as ou con e ências, que cons i uem um conjun o documen al desconhecido, de ido, em alguns casos, ao inedi ismo e (…) po que azão, pois, ’os não mandam, e, se ’os en iam, po que lhes não ds publicidade?!”, In Di io de No ícias. Funchal. N.º 223 (17-07-1877): p. 1. 98 G ande pa e das en adas de au o as madei enses do século XX cons an es do “Pano ama Li e  io do A quipélago da Madei a” de Luís Ma ino a es a a al a de elemen os biobibliog  icos p ecisos. xx ii a idade de exempla es, sendo de ealça Ma ia de Cabedo, Isau a dos Passos Ja dim, Júlia de F ança e Sousa e Ma ga ida Olim Ma o e Ramos. (6) Romance, no ela, con o e c ónicas li e á ias. Es e segmen o co esponde a 6,9% do conjun o de esc i o as que cul i a am es es géne os li e á ios. De emos ealça pa a as cul o as do omance his ó ico como Ma ia do Mon e de San a e Vasconcelos e Viscondessa das Noguei as. No domínio do con o e das c ónicas li e á ias, de e-se e e i as ob as de Luzia, Ma ia Augus a de Lima Viei a de Ab eu, Ma ia da Soledade, Olímpia Pio Fe nandes, Ma ia de Cabedo, que se encon am publicadas em monog a ias ou disseminadas na imp ensa pe iódica. Ve i ica-se, ambém, a p esença de esc i o as b i ânicas que esc e e am na Madei a, como a p olí ica omancis a e no elis a E elyn E e e -G een e Ma y Saunde s O’Malley. No caso do omance sa í ico, e i a-se a au o ia sob o pseudónimo Domingas de O nelas Augus a, in i ulado “O Fe ei o”, eedi ado duas ezes no Funchal em 1872. No âmbi o da li e a u a in an o-ju enil, impo a e e i os con os de Ma ia F ancisca Te esa, Ma ia das Do es Sau ai e da Câma a e Ma ia Ri a Chiappe Cade . (7) Tea o, a es pe o ma i as, composição musical e cinema. O géne o d amá ico co esponde 4,5% do conjun o de au o as aqui iden i icadas. Con udo, g ande pa e das suas ob as pe manece am inédi as ou em pa adei o ince o. Di e sas peças de ea o o am es eadas no Funchal a pa i da segunda me ade do século XIX, com ealce pa a Olímpia Pio Fe nandes, Ca olina Dias de Almeida, Ma ilde Olímpia Sau ai e da Câma a e Eugénia Rego Pe ei a. No que oca à música, é de ealça a p esença de composi o as madei enses, como Amélia Augus a de Aze edo e Ma ilde Olímpia Sau ai e da Câma a, cuja p odução ainda se encon a dispe sa e manusc i a. No âmbi o do cinema, e i a-se a pa icipação de Eugénia Rego Pe ei a em “O Fauno das Mon anhas” (1926) e de Ma ia Augus a de Lima Viei a de Ab eu, como a iz em “A Calúnia” (1926), ambos de Manuel Luís Viei a. Há e e ências de Ma ia de Cabedo e esc i o um a gumen o pa a ilme in i ulado “A ascinação do Ma ”, que pe maneceu inédi o. (8) Tex os da a i idade adminis a i a. Pa a os pe íodos do século XV a é inais do século XVIII, pouco se sabe sob e a dimensão da cul u a esc i a de au o ia eminina no a quipélago da Madei a a é à in odução da ipog a ia em 1821. Uma das ca a e ís icas mais equen es consis e na mediação da oz das mulhe es em ex os xx iii o iciais esc i os po esc i ães ou no á ios, como es amen os, co espondência e documen os adminis a i os. Po exemplo, no es amen o de Ma ia de Be encou (1417-1494) é possí el iden i ica a sua oz au o al, como Macedo e e e, “en eco ada na es u u a o mula da adição amanuense” 99 . Apesa de o ex o se encon a enunciado na p imei a pessoa, é um documen o que simul aneamen e não só cump e ins adminis a i os e pa imoniais mas ambém é um ex o com con éudo (au o)biog á ico. En e as mulhe es que i e am acesso à cul u a esc i a na Madei a, emos as esc i ãs dos con en os madei enses. Ce ca de 21 au o as (9,4%) p oduzi am ex os de na u eza adminis a i a, em á eas uncionais como a adminis ação inancei a, pa imonial, de egis os i ais e da co espondência o icial 100 . No âmbi o da documen ação emp esa ial, iden i icámos Ve a Way Ma ghab, que desen ol eu a sua a i idade como mulhe de negócios no se o do bo dado da Madei a no Funchal, cujo ace o a qui ís ico, bibliog á ico e museológico se encon a o almen e deslocado nos Es ados Unidos da Amé ica. (9) Tex os da adição o al e popula . Num a quipélago onde as axas de anal abe ismo o am pa icula men e ele adas pa a o sexo eminino no pe íodo aqui conside ado, e i ica-se um núme o ele ado de mulhe es in o man es de ex os de adição o al e popula na bibliog a ia compulsada pa a a p esen e ecolha. As zonas u ais insula es cons i uem espaços onde se e i ica maio p ese ação des es ex os, de ido ao seu isolamen o e meno con ac o com as zonas ci adinas e meios de comunicação. Con udo, es e ipo de ex os so eu o e declínio ao longo do século XX. Como e e e Fe é, “os ex os da li e a u a adicional encon am-se ixados nas memó ias dos seus po ado es e nelas se eesc e em, no ac o de ap endizagem, pa a, inalmen e, se ansmi i em, pela oz a ou as memó ias subme idas às mesmas eg as” 101 . Apesa de os compilado es não e em o necido elemen os 99 Macedo, p. 10. 100 Veja-se, po exemplo, as eligiosas Ana Jose a da Na i idade, An ónia de San a Ri a, An ónia Rosa de Vi e bo, Bibiana Na cisa do Lado, Ca lo a Ma ilde da Conceição, Cla a Cecília de são José, Emília Romana do Empí io, Felisbe a Cândida de São Be na do, Joana Te esa da Gló ia, Jose a Ma ia da Enca nação, Ma ia Angélica da Naza é, Ma ia da Exal ação, Ma ia do Lado, Ma ia Vi o ina da Fé, Ma iana Agos inha de San a Ge udes, Ma iana da Paixão, Ma iana da Vi ó ia, Ma iana de San a Te esa, Pe onila do Soco o, Te esa An ónio do Amo Di ino, Tomásia Del ina da Can uá ia. 101 Pe e Fe é, “Romancei o e memó ia”, in Memó ia & Sabedo ia, o g. José Ped o Se a e al. (Lisboa: Cen o de Es udos Clássicos/Cen o de Es udos Compa a is as/Húmus, 2011), p. 435–58 (p. 441) <h ps://sapien ia.ualg.p /handle/10400.1/3011> [acessado 13 maio 2019]. xxix biog á icos mais de alhados sob e as suas in o man es, oi possí el iden i ica , a a és da idade e da a da ecolha, ex os e nomes como Ana de A aújo Longuei a, Augus a Viei a, Cândida Gonçal es Telo, Guilhe mina dos San os, C is ina Viei a da Cos a e Umbelina Teixei a Mendes. Es e ilão de gua diãs da cul u a o al e popula e idencia que es as in o man es cul i a am es e ipo de ex os, no malmen e em ambien e domés ico e amilia , supo ada na memo ização e na epe ição, com ex os de con eúdo p o ano ou eligioso 102 . Não pudemos, con udo, ecupe a em Rod igues de Aze edo, in o mação sob e e en uais in o man es 103 . De igual o ma, não i emos acesso à ob a de Joanne Bu lingame Pu cell (1938-1984), que ealizou um le an amen o nos Aço es e na Madei a en e 1969 e 1971 104 . A p incipal on e de in o mação pa a es e dicioná io p o eio das pesquisas de Fe é e Bo o 105 . Nes e dicioná io encon am-se ep esen adas ce ca de 3,6% das in o man es, núme o mui o in e io de ido à al a de a amen o e di ulgação de di e sos ex os ecolhidos no passado e que se encon am ainda inacessí eis. (10) T adução li e á ia. Um núme o signi ica i o de esc i o as madei enses dedicou- se à a i idade adu ícia, com p e alência pa a au o es anceses e ingleses. A adução (e e o e são) co esponde ce ca de 2,5% da p odução li e á ia cons an e des e dicioná io. As p incipais cul o as o am Ca olina Ma ilde Esme aldo, Ma ilde Lau a Soa es Pes ana Coelho, Viscondessa das Noguei as, Eliza New on Sma e Ma ia F ancisca Te esa, que publica am em li o as suas aduções, exce o Jose ina Pe es elo, que publicou apenas em pe iódicos insula es. O caso de “En ico Le P ê e” da Viscondessas Noguei as, publicado em Pa is em 1888, cons i ui um único caso de e são pa a ancês do omance de Alexand e He culano. Há, po ém, que e p esen e que mui as das aduções publicadas nos jo nais madei enses dos século XIX apa ecem de o ma anónima, não sendo possí el a e i se se a a de ex os de au o ia eminina. 102 Paulo Jo ge Co eia, “con o de adição o al”, Ap ende Madei a, 2016 <h p://ap ende amadei a.ne /con o-de- adicao-o al/+&cd=1&hl=p -PT&c =clnk&gl=p > [acessado 14 maio 2019]. 103 Al a o Rod igues de Aze edo, Romancei o do a chipelago da Madei a (Funchal: Typ. da “Voz do Po o”, 1880). 104 C . en ada em Macedo, seç. [185]. 105 Pe e Fe é e Sand a Bo o, No o omancei o do A quiplago da Madei a (Funchal: Funchal 500 Anos, 2008). xxx Pelo que se sabe da p odução ex ual de au o ia eminina an es do século XIX, a dimensão da cul u a esc i a se á p edominan emen e manusc i a e com ins u ili á ios. A mediação da oz eminina pela mão masculina pe maneceu du an e mui o empo em di e sos documen os de a qui o, apesa de a es u u a diplomá ica do ex o es a ocalizada na p imei a pessoa. Exemplo dis o é o es amen o de Ma ia de Be encou 106 , que co esponde a um dos mais emo os es emunhos de au o ia eminina no espaço a lân ico. No caso dos con en os emininos Madei enses – especialmen e os Con en os de San a Cla a, de Nossa Senho a da Enca nação e de Nossa Senho a das Me cês – pouco se es udou sob e a cul u a esc i a das eligiosas madei enses. De e-se a Foun ou a a chamada de a enção pa a a sua p odução documen al 107 , que, encon ando-se dispe sa en e o A qui o Regional da To e do Tombo e o A qui o Regional e Biblio eca Pública da Madei a, ealçou a a i idade das esc i ãs dos con en os. De ac o, as esc i ãs dos con en os madei enses de inham um ní el de conhecimen o que não se ci cunsc e ia ao egis o da a i idade adminis a i a ( inancei a, pa imonial, da ida consag ada). Fon ou a e e e que as eligiosas madei enses cul i a am “a música sac a, a esc i a, a a i mé ica, a calig a ia e as a es meno es ais como o desenho, a pin u a e a minia u a” 108 . É possí el encon a e idências e e en es não só à a i idade c onís ica, po exemplo a ob a pe dida de so o Isabel da Mad e de Deus. Po ém, não se conhece a exis ência de li a ias con en uais emininas na Madei a 109 nem exis em es udos sob e a a i idade dos ca ó ios con en uais emininos e hábi os de lei u a 110 . É a a és da Vida da Se a de Deus Ma ia 106 Consul e-se e be e in a. 107 O ília Rod igues Fon ou a, As Cla issas na Madei a : uma p esena de 500 anos, 1a ed. (Funchal: Cen o de Es udos de His ó ia do A lân ico, Sec e a ia Regional do Tu ismo e Cul u a, 2000) <h ps://www.wo ldca .o g/ i le/cla issas-na-madei a-uma-p esenca-de-500- anos/oclc/56943326& e e e =b ie _ esul s> [acessado 6 maio 2019]. 108 Fon ou a, p. 246. 109 Paulo J. S. Ba a a, “As li a ias dos mos ei os e con en os emininos po ugueses após a sua ex inção: uma ap oximação a uma his ó ia po aze ”, Lusi ania Sac a, 24 (2016), 125–52 <h p://po al.ceh . .lisboa.ucp.p /Lusi aniaSac a/index.php/jou nal/a icle/ iew/209> [acessado 6 maio 2019]. Es e es udo menciona e oneamen e os con en os emininos madei enses, po con usão com a ans e ência do ca ó io con en ual pa a o A qui o Nacional da To e do Tombo. 110 En e os es udos sob e a a i idade con en ual, não se ez especial ealce pa a os ca ó ios, apesa de os es udos sob e es as ins i uições e em consul ado os seus undos documen ais, como em Edua da Ma ia de Sousa Gomes, O Con en o da Enca nao do Funchal : subsdios pa a a sua his  ia, 1660-1777 (Funchal: Região Au ónoma da Madei a, Sec e a ia Regional de Tu ismo e Cul u a, 1995); João Sousa, O Con en o de San a Cla a do Funchal, 1. ed. (Funchal: Sec e a ia Regional do Tu ismo Cul u a e Emig ação, 1991). Fon ou a az especial ealce pa a es e aspe o, c . no a 96. xxxi da Enca nação que encon ámos e e ências na p imei a pessoa o apoio do undado do Recolhimen o de San a Te esa, cónego Hen ique Calaça de Vi ei os, e dos eligiosos da Companhia de Jesus do Funchal em acili a o acesso a au o es como San a Te esa de Á ila e São João da C uz, a a és do emp és imo, aquisição ou ansc ição de ex os pa a a eligiosa leiga madei ense. Rela i amen e ao século XVIII, é possí el iden i ica alguma a i idade epis ola , mas es amos na p esença de um pe íodo pouco es udado e iden i icado. O que amos encon a a pa i da segunda me ade do século XVIII e inícios do século XIX são ex os de esc i o as es angei as, especialmen e ela os de iagens de exp essão inglesa, alemã e ancesa. Tais ex os demons am uma di e sidade de p opósi os que cons i uem um olha exógeno sob e o a quipélago, desde o ela o de expe iências e i ências na Madei a enquan o des ino de u ismo e apêu ico ou como des ino pa a na u alis as e explo ado as, egis ados em na a i as ou em desenhos, ou simplesmen e um e i o pa a a c iação li e á ia, como a esc i o a E elyn E e e -G een. Toda ia, encon ámos mui os casos de inedi ismo, que cons i ui um dos elemen os limi ado es que di icul am a iden i icação e localização de exempla es. São mui as as e e ências e poucas as que e e i amen e se conse am em a qui os e biblio ecas. Ou o aspec o ele an e em elação a ex os madei enses de au o ia eminina consis e nos mecanismos de mediação da sua oz, p esen e não só em documen os de a qui o ( es amen os, eque imen os, co espondência o icial), mas ambém em p e ácios dos seus omances, li os de poesias ou na p osa jo nalís ica, com a as exceções, como Joana de Cas elb anco. Po exemplo, o “Código Ci il” po uguês de 1867 ob iga a a que oda a c iação in elec ual de au o ia eminina dependesse da bondade da u ela masculina, como e e e o a igo 1187.º: “A mulhe auc o a não póde publica os seus esc ip os sem o consen imen o do ma ido; mas pode eco e á auc o idade judicial em caso de injus a ecusa delle” 111 . Con udo, não é a o em Po ugal encon a mulhe es que unda am a sua p óp ia ipog a ia pa a publica em libe dade, como a cabo- e diana An ónia Ge udes Pusich (1805-1883) e a aço iana Alice Mode no (1867-1946). De aco do com Macedo, há dois ac o es de e minan es pa a a epi ania de esc i o as e a is as madei enses desde o século XIX: o acesso das mulhe es à educação e a 111 Po ugal, Codigo Ci il Po uguez, 2.a ed. (Lisboa: Imp ensa Nacional, 1868), seç. 208. xxxii in odução da ipog a ia na Madei a 112 . Em p imei o luga , a in odução da ipog a ia na Madei a 113 , pela inicia i a do madei ense Nicolau Cae ano Be encou Pi a, em 1821, ouxe e ei os mul iplicado es pa a uma comunidade insula maio i a iamen e anal abe a, de cul u a de base o al e de ci culação documen al manusc i a. Rep esen ou uma impo an e e olução indus ial de inicia i a Libe al pa a a Madei a no domínio da in o mação. Tal a o eceu não só a c iação de um me cado li ei o e edi o ial, an e io men e inexis en es, como ambém acili ou a ins i ucionalização de biblio ecas públicas, como a Biblio eca Municipal do Funchal (1838), ap o ei ando o con ex o de con isco das li a ias con en uais oco ido a pa i de 1834, e desen ol e um se iço público de lei u a. Em segundo luga , o ala gamen o do acesso das mulhe es madei enses à educação pública. Ainda que a e o ma pombalina de 1772 con emplasse a c iação de escolas égias emininas na Madei a, pe sis ia um p econcei o ela i amen e à necessidade de as mulhe es (e as classes popula es) e em di ei o a uma educação le ada, con o me se pode e i ica em di e sos jo nais madei enses do século XIX. Ma celiano Ribei o de Mendonça (1805-1866), Comissá io dos Es udos do Dis i o do Funchal, e e iu em 1856 114 , a p opósi o da c iação da escola pública de meninas de Câma a de Lobos, que o des ino da mulhe se conc e iza a como mãe, ilha, esposa e educado a da sociedade: “[só] quando a mulhe o bem educada, pode  educa bem a amília que se c ia de oda dela, à somb a do seu amo e solici ude ma e nal” 115 . Na e dade, as classes mais possiden es da Madei a dispunham de á ias al e na i as: ou en ega am a educação das p imei as le as ao cuidado dos con en os emininos; ou con a a am p ece o es ou p ece o as pa a educa em as suas ilhas em con ex o 112 L. S. Ascensão de Macedo, Da Voz à Pluma: Esc i o as e pa imónio documen al de au o ia eminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de: guia biobibliog á ico (Ribei a B a a: Ed. de au o , 2013) <h ps://doi.o g/10.13140/ g.2.1.4595.1607>. 113 Po í io Pin o, “O papel dos pad es no desen ol imen o da imp ensa pe iódica na Madei a”, in Diocese do Funchal:a p imei a diocese global: His ó ia, Cul u a e Espi i ualidades, o g. José Edua do F anco e João Paulo Oli ei a e Cos a, Vol. II (Funchal; Lisboa: Diocese do Funchal; Es e a do Caos, 2015), p. 719–25. 114 No con ex o do Dec e o de 7 de maio de 1856, que c iou no Dis i o do Funchal doze cadei as de ins ução p imá ia pa a o sexo masculino e oi o pa a o eminino. C . h p://legislacao egia.pa lamen o.p /V/1/31/11/p185. As agas pa a escolas públicas emininas só o am c iadas pa a San a C uz, Machico, San ana, S. Vicen e, Po o Moniz, Calhe a, Câma a de Lobos e Po o San o. 115 Nelson Ve íssimo, “A Escola Pública de Meninas do Concelho de Câma a de Lobos: o discu so inaugu al do Comiss io de Es udos”, Re is a Gi ão, 2.3 (2006), 53–57. 3 ALBINE-HÉLÈNE DE VASSAL (F ança; 1779 – Ibid; 1848) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Albine-Hélène de Vassal nasceu em Pa is a 19 de dezemb o de 1779. E a ilha de Jean-And é de Vassal, ca alei o e senho de Nesles, e de Anne Pas de Beaulieu. Albine-Hélène de Vassal oi aman e de Napoleão Bonapa e, que o acompanhou no exílio pa a a ilha de San a Helena, i endo na casa de Longwood. Des a elação, i e am uma ilha na u al, Ma ie Ca oline Julie Elisabe h Joséphine Napoléone. Após à mo e de Napoleão Bonapa e, em 1821, Albine-Hélène de Vassal casou-se com Cha les T is an de Mon holon em Pa is, o nando-se condessa de Mon holon-Sémon ille. Faleceu em Mon pellie a 25 de ma ço de 1848. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Albine-Hélène de Vassal esc e eu uma na a i a de iagens a bo do do na io No humbe land. Nesse di io ela ou a sua es ada na Madei a, passagem pelas Can ias e Cabo Ve de, com des ino à ilha de San a Helena. O seu di io oi publicado pos umamen e pelo seu ne o, o Visconde Du Coudic de Ke gouale , sob o í ulo “Sou eni de la Com esse de Mon holon su Sain e Hélène” (1898). Na chegada ao Funchal, e e e: “Ce coup de en u si iolen e le si oco es si a e à Madè e, que les habi an s, o supe s i ieux, p é endi en que c'é ai la p ésence de l'Empe eu qui leu po ai malheu . Nous au ions bien dési é descend e à Funchal; l'ami al ne lo pe mi pas; son sec é ai e seul y passa une jou née pou y p end e des p o isions (…) L’aspec de l’île es cha man ; les hau eu s son ès boisées: elles me appelaien Nice. On sai que le clima de Madè e es enchan eu ” (p. 79). 3. DA AUTORA. Sou eni s de la com esse de Mon holon su Sain e-Hélène: Publiés pa le icom e Du Coudic son pe i - ils. Pa is, aux Bu eaux de la e ue, 1898; Pa is: Be eaux de la Re ue, 1901. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Gonna d, Philippe, “Com esse de Mon holon, Sou eni s de Sain e-Hélène (1815- 1816), Pa is, 1901”, Re ue d’His oi e Mode ne & Con empo aine, n.º 3-5 (1901), p. 537-539; Ma ineau, Gilbe . La ie quo idienne à Sain e-Hélène au emps de Napoléon. Tallandie , 2005; Mau y R., de Candé-Mon holon F. L'énigme Napoléon ésolue: l'ex ao dinai e décou e e des documen s Mon holon, (Pa is), PATAT, 2000. ALICIA HELEN NEVA BEWICKE LITTLE (Madei a; 1845 – Reino Unido; 1926) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Alicia Helen (ou Ellen) Bewicke nasceu no Funchal a 15 de ab il de 1845, ilha de Cal e ley Bewicke (de Halla on Hall, Leices e shi e) e de Ma y Amelia Hollingswo hin, i mã de Hono ia Bewicke, ambém nascida no Funchal em 1842. Alicia Bewicke oi bap izada na Ig eja Inglesa da Madei a a 12 de maio de 1845 e passou no Funchal oda a sua in ância e ju en ude no seio da comunidade b i ânica esiden e na ilha. Po ol a de 1860, Alicia Bewicke pa iu pa a Lond es, onde se casou com o come cian e A chibald Li le. A pa i de 1886, o casal mudou-se pa a a China, eg essando ao Reino Unido po ol a de 1898. Alicia Bewicke Li le oi uma epu ada a i is a con a a de o mação dos pés das mulhe es chinesas, os denominados pés-de-ló us ou pés a ados (纏足, chánzú), que e am uma p á ica ances al. Faleceu em Lond es a 31 de julho de 1926. 2. LEGADO 4 DOCUMENTAL. Assinando os seus ex os como M s. Bewicke Li le, publicou o seu p imei o omance “Fli s and Fli s” (1868) e “My Dia y in a Chinese Fa m” (1898). Deixou dispe sos em á ios jo nais b i ânicos ex os da sua au o ia. Publicou li os de iagens sob e a sua es ada na China, desc e endo os cos umes e paisagens desse país. 3. DA AUTORA. ●1. Fli s and li s; o , a season a Ryde. London: Richa d Ben ley, 1868, 2 ols. (2, 306; 2, 288p.). ●2. Lonely Ca lo a: "a c imson bud o a ose": a no el. London: R. Ben ley & Son, 1874, 3 ols. (2, 309, 1; 4, 290; 2, 302 p.). ●3. Onwa ds! Bu whi he ? A li e s udy. London: Smi h, Elde , & Co., 1875, 2 ols. ( i, 308; i, 293, 1 p.). ●4. Ma ge y T a e s. London: Hu s and Blacke Publishe s, 1878, 3 ols. (i , 248; i , 247, 1; i , 248 p.). ●5. Miss S andish; and by he Bay o Naples. London: F.V. Whi e & Co., 1883. ●6. Mo he da ling!. London: Field and Tue , he Leadenhall P ess, E.C. Simpkin, Ma shall & Co; Hamil on, Adams & Co, (1885), (6, 175; 1, 4 p.). ●7. A ma iage in China. London: F.V. Whi e & Co. 14 Bed o d S ee , S and, W.C., 1896, ( iii, 312 p.). ●8. In ima e China: he Chinese as I ha e seen hem. London: Hu chinson, 1899, 615 p. ●The land o he blue gown. London: Fiche Unwin, 1902, 304 p; 2.ª ed. London: T.F. Unwin, 1908. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055; Ma el, Ca ol M., “Li le, Alicia E. Ne a Bewicke”, In James S ua Olson, Robe Shadle, His o ical Dic iona y o he B i ish Empi e, Wes po , Conn., G eenwood P ess, 1996, p. 657-673. AMALIE LOUISE HENRIETTE VON LIEBHABER (Alemanha; 1781 – Ibid; 1845) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Amalie Louise on Liebhabe nasceu em Wol enbü el, na Baixa Saxónia (Alemanha), a 28 de no emb o de 1781. E a ilha de um o icial de jus iça E ich Samuel on Liebhabe e ez es udos em Wol enbü el e em Bla enbu g. Foi dama de hon a em B aunschweig e p ecep o a em Hamwe . De ido a di iculdades inancei as, Liebhabe e e auxílio do Mos ei o de Ma ienbe g pe o de Helms ed . Faleceu em Be lim a 11 de maio de 1845. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Amalie Louise on Liebhabe oi d ama u ga e poe isa. En e as di e sas ob as que publicou, de e-se ealça o poema in eg ado no seu “Poe ische Ve suche” (1823), in i ulado “Robe und Anna ode die En deckung on Made a in 3 Gesängen” (“Robe o e Ana ou a descobe a da Madei a em 3 can os”). T a a-se de um poema épico em hexâme os, que me eceu c í icas posi i as em ecensões c í icas publicadas na “Li e a u -Bla ” (1823) e “Allgemeine Li e a u -Zei ung” (1825). 3. DA AUTORA. “Robe und Anna ode die En deckung on Made a in 3 Gesängen”. Poe ische Ve suche: [Sammlung 1]. B aunschweig: Vieweg, p. 213-235. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Schindel, C. W, Die deu schen Sch i s elle innen des neunzehn en Jah hunde s: 1. Leipzig: B ockhaus, 1823; Allgemeines Repe o ium de neues en in- und ausländischen Li e a u : Ve zeichniss de im Jah gang 5 Von 1819-1832. (1820). Leipzig, C. Cnoblah, 1951. AMÉLIA AUGUSTA DE AZEVEDO (Funchal; ca. 1844 — Lisboa; 1914) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Amélia Augus a de Aze edo e a ilha de An ónio Ped o de Aze edo (1814-1889), engenhei o mili a , casado com Ma ia Te esa Rosa Be nes, o iunda de amília de pin o es e g a ado es. Amélia Aze edo nasceu po ol a de 1840 no Funchal. E a i mã do esc i o madei ense Maximiliano Eugénio de Aze edo, a ilhado de bap ismo do p íncipe Maximilian on Eichs ä , duque de Leuch enbe g. O meio amilia onde c esceu p opiciou- lhe o gos o pelas a es. É e e enciado que em 1863 oi uma o óg a a amado a, cons ando o og a ias nos a qui os mili a es de Lisboa, algumas das quais sendo como dadas da au o ia do seu pai e não da ilha. Amélia de Aze edo pa icipou em e en os musicais unchalenses en e 1860 e 1866. A 4 de julho de 1873 ma iculou- se no Conse a ó io Nacional em Lisboa e no Conse a oi e Na ionale de Musique e de Declama ion em Pa is. Dis inguiu-se como angedo a de mache e de b aga e como pianis a, endo ealizado dig essões em F ança em 1885, nomeadamen e em Pa is e em Lyon. Faleceu em Idanha, Lisboa, a 20 de no emb o de 1914. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Amélia de Aze edo (assinando como Amélie Augus a d’Aze edo, Amélie A. d’Aze edo, A. d’Aze edo) no abilizou-se, ambém, como composi o a, au o a de “Reco dações de Sin a: polka-mazu ka pa a piano” (s.d.), “Alma minha: can o e piano com poema de Luís de Camões” (ca. 1880), “Le eg e , op. 23: alsa pa a piano” (Pa is: 1884-1891) e “Pa is ussophile” (1891), ap esen ado no “Concou s In e na ional de Musique” no céleb e T ocadé o (1889), du an e a Exposição Uni e sal em Pa is, onde oi ag aciada com o 2.º p émio. Há uma composição sua na colecção de John Philip Sousa (1845-1932), in i ulada “Amé ique: ma che iomphale”, onde cons a a in o mação “En hommage à La aye e, dediée à Messieu s les Memb es de la sec ion des E a s-Unies d'Amé ique à la Exposi ion de Pa is, 1900 pa Amélie Augus a d'Aze edo, 2ème P ix e diplôme au concou s in e na ional de musique à l'Exposi ion uni e selle de Pa is 1889". Algumas das suas ob as encon am-se deposi adas na Biblio eca Nacional de F ança e na Biblio eca Nacional de Po ugal, apesa de mui as das suas pa i u as e em pe manecido manusc i as e po iden i ica . Augus in Fou nie no seu “En A lan ique: gloi es du Po ugal” (1902) e e iu-se à Amélia de Aze edo com as seguin es pala as: “Je me appelai qu'à l'exposi ion uni e selle de Pa is 1889, le sa an musicien de Laja e, biblio hécai e de l'Opé a e sec é ai e du concou s in e na ional de musique pi o esque p ésidé pa le maî e Paladilhe, comp i dans son in é essan p og amme l'audi ion de musiciens champê es de Madè e. Mme Amélie d'Aze edo, na i e de ce e île, ille d'un géné al de di ision, i uose dis inguée, composi eu de mé i e, se cha gea de éuni une pe i e oupe, mais elle ne pu y éussi pou des causes indépendan es de sa olon é. Elle pa u seule à la scène du palais du T ocadé o, con enan p ès de 10,000 spec a eu s, e ob in un second p ix, médaille de e meil e diplôme du gou e nemen , 6 pou l'a angemen des chan s populai es de Madè e e leu exécu ion su le machè e. Ce e dame a donné des opé as-comiques de sa composi ion ep ésen an des ypes du Po ugal” (p. 83-84). 3. DA AUTORA. ●1. Reco dações de Cin a: polka mazu ka. (Lisboa): Li hog aphia da Imp ensa Nacional, (18- -), (1, 4 p.). ●2. Pa is ussophile: galop pou piano. Pa is: V. Du dilly, [1891], 3 p. ●3. Le eg e : alse acile pou piano: (op.23). Ill. pa A. Cou ines. Pa is: Choudens pè e & ils, [1885], 3 p. ●4. Es ados Unidos da Amé ica. Uni e si y Lib a y, Uni e si y o Illinois a U bana- Champaign. Cen e o Ame ican Music. The Sousa A chi es. Amé ique: ma che iomphale [ca. 1900], mss., 8 p. (pa a piano), (8 pages) ; 34 cm + 60 pa s ; 20 x 26 cm. ●5. O Na al: polka pa a piano, op. 24. [Lisboa?: ed. do A., 19--]. ●6. Chasseu d'A ique: galope b ilhan e pa a piano. [Lisboa: E. A., 18--], 7 p. ●7. O Balão: polka ca na alesca pa a piano podendo se execu ada jun amen e com guisos e c i-c i: op. 22. [Lisboa?: ed. de A. 18--]. ●8. Hinos: Es ella de I lia: hymno a sua mages ade a Rainha a Senho a D. Ma ia Pia de Saboya. [S. l.: s. n., 189-]. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Diá io de No ícias, 03-08-1895: p. 1; Fause , Anneg e , Musical encoun e s a he 1889 Pa is Wo ld's Fai . Uni e si y o Roches e P ess, 2005. ISBN: 9781580461856; Fou nie , Augus e, En A lan ique: gloi es du Po ugal. S. l.: Émile Roux, 1902, p. 83-84; Ha pe , Nancy Lee, Po uguese Piano Music. An In oduc ion and Anno ed Bibliog aphy, The Sca ec ow P ess. Inc., Lanham, To on o, Plymou h, 2013, p.53; Es ei ei o, Paulo, “Educação, Emancipação e C ia i idade Feminina a a és da Música na Madei a (1820- 1930)”. Colóquio In e nacional “a mulhe em deba e: passado e p esen e” (não publicado); Ki chen, John; Woolley, And ew, In e p e ing his o ical keyboa d music: sou ces, con ex s and pe o mance. London: Rou ledge, 2016, p. 265-266; Es ei ei o, Paulo, “A Música como P e ex o de Sociabilidade na Madei a (1880-1926)”. Acessí el: h p://www. ecu sos online.o g; Es ei ei o, Paulo (coo d.), A Música pa a Piano na Madei a = The Music o Piano in Madei a, CD-Rom+Áudio. Funchal: Di ecção Regional dos Assun os Cul u ais e pelo Gabine e Coo denado de Educação A ís ica, 2008; Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle. ne /10316/44055; Pin o, Rui M. 2008. "Amélia Augus a de Aze edo (1840-?), composi o a p emiada em F ança", 16 p. Funchal: Associação de Amigos do Gabine e Coo denado de Educação A ís ica. ANA AUGUSTA DE CASTRO TELES DE MENEZES LEAL DE FREITAS BRANCO (Funchal, 1868 — Ibid.; 1934) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Nasceu no Funchal a 31 de julho de 1868, Ana Augus a de Cas o Leal de F ei as B anco e a ilha de Al edo de F ei as Leal e de Ana Ri a Ma ia Jose a de Cas o e Almeida Pimen el de Siquei a e Ab eu, de ascendência nob e. Casou-se com Luís Vicen e de F ei as B anco e oi mãe de Al edo de F ei as B anco, Visconde do Po o da C uz. Foi memb o da “Associação das Damas da Ca idade do 7 Funchal” e pe enceu à “Liga d’Acção Social C is ã”. Faleceu no Funchal a 3 de janei o de 1934. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Ana Augus a de F ei as B anco colabo ou na imp ensa ca ólica com ca as de eo edi ican e na e is a “Espe ança” e no jo nal “Di io de No ícias”, assinando os seus ex os como XYZ. O Visconde do Po o da C uz desc e ia-a como uma mulhe com “in eligência cla a e magní ica cul u a li e  ia e a ís ica” (p. 54). 3. DA AUTORA. ●1. “Men i as”. Di io de No ícias, n.º101 (13-02-1877): p. 1 (a ib.). ●2. “Em e dade os digo”. In Re is a Espe ança, n.º 11, de 01-08-1925; ●3. “Po ugal e a Imaculada”. In Re is a Espe ança, n.º 20, de 01-12-1925; ●4. “Ado ação dos Reis Magos”. In Re is a Espe ança, n.º 23, de 01-01-1926; ●5. “Mês de San a isabel”. In Re is a Espe ança, n.º 9, de 01-07-1926. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. B anco, Al edo de F ei as, No as e Comen á ios pa a a His ó ia Li e á ia da Madei a, III, Funchal, Câma a Municipal do Funchal, 1915-1953: p. 54-55; Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055; Ma ino, L., Pano ama Li e á io do A quipélago da Madei a: No a biobibliog á ica: BRANCO, Ana Augus a de Cas o Teles de Menezes Leal de F ei as [em linha], Funchal, 1986 [Consul a: 19-03-2019]. Disponí el em: h ps://a qui o- abm.madei a.go .p / iewe ?id=666090 &FileID=1708913. ANA DE ARAÚJO LONGUEIRA (Calhe a; 1891 — Ibid.; 1987) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Ana de A aújo Longuei a (nascida Rosei as) nasceu no Ja dim do Ma (Calhe a) a 17 de janei o de 1891, ilha de João de A aújo das Rosei as e de Ana Nunes, ambos ag icul o es. Foi bap izada na Ig eja Pa oquial de Nossa Senho a do Rosá io (Ja dim do Ma ). Casou-se com Da id F ancisco Longuei a (nascido em Puniki, ilha de Maui, Ha aí) a 31 de janei o de 1910, na Ig eja Pa oquial de Nossa Senho a do Rosá io, de quem icou iú a em 1943. Foi bo dadei a e domés ica, mo ado a no sí io da Ig eja, no Ja dim do Ma . Faleceu a 1 de ou ub o de 1987 na eguesia onde nasceu. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Ma ia da Conceição Spínola oi uma in o man e de ex os de adição o al e popula , compilada po Pe e Fe é e Vanda Anas ácio a 20 de agos o de 1983, con ando nessa al u a com 91 anos de idade. O seu con ibu o in eg a os ciclos de omances adicionais de assun o p o ano e de ocional, sob e mo e do p íncipe D. A onso e a In an a Pejada. Reci ou a “Dona In an a na janela, casada de eze dias,/ ali passou um pombo b anco, pe gun a-lhe o que azia” (III.48) e “Anda a dona Sil ana, se indo seu pai à mesa,/ seu b aço a egaçado e a sua ba iguinha esa” (VI.31). 3. DA AUTORA. Na qualidade de in o man e da adição o al e popula : ●1. “Dona In an a na janela, casada de eze dias”. In Fe é, Pe e e Bo o, Sand a, No o Romancei o do A quipélago da Madei a, Funchal: Funchal 500 Anos, 2008, p. 50-51 (n.º III.48); ●2. “Anda a dona Sil ana, se indo seu pai à mesa”. In Fe é, Pe e e Bo o, Sand a, No o Romancei o do A quipélago da Madei a, Funchal: 8 Funchal 500 Anos, 2008, p. 86 (n.º VI.31); ●3 Pe e Fe é e Vanda Anas cio, “012-092-001 - Mue e del P íncipe don Al onso de Po ugal,” A qui o do Romancei o Po uguês, acedido 14 de Maio de 2019, h ps://a qui o. omancei o.p /i ems/s how/10147. ANA JOSEFA CORREIA VÁSQUEZ DE OLIVAL (Funchal; 1800? – Ibid.;?) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Filha de João C isós omo da Cos a Sil a e de Ma ia Vicência F ancisca de Alemanha, casados na Sé em 1782, Ana Co eia Vásquez de Oli al nasceu na eguesia da Sé po ol a de 1800. Casou-se com Ped o Anselmo de Oli al na ig eja pa oquial de S. Ped o em 1818, com ge ação. É pa en e da amília O nelas e Vasconcelos. Desconhecem-se po meno es sob e a sua ida. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Ana Co eia Vásquez de Oli al esc e eu ca as ao seu sob inho, D. Ai es de O nelas e Vasconcelos, bispo do Funchal e a cebispo de Goa, as quais se conse am manusc i as no undo da amília O nelas e Vasconcelos no A qui o Regional e Biblio eca Pública da Madei a. Con ém in o mação sob e ac os da ida amilia e social na Madei a. 3. DA AUTORA. Po ugal. A qui o Regional e Biblio eca Pública da Madei a. Família O nelas e Vasconcelos. Ca as de Ana Co eia Vásquez de Oli al (Cód. e . PT-ARM-FAM-FOV/L/B.1/37). 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Fe ei a, Ma ia Fá ima A aújo de Ba os (o g.), A qui o da Família O nelas Vasconcelos. Funchal: Sec e a ia Regional do Tu ismo e Cul u a, Di ecção Regional dos Assun os Cul u ais, A qui o Regional da Madei a, 1998; Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055. ANA JOSEFA DA NATIVIDADE (Madei a; sécs. XVIII-XIX) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Só o Ana Jose a da Na i idade oi esc i ã e eligiosa do Con en o de Nossa Senho a da Enca nação do Funchal, sob abadessado de só o Ângela Ma ia da Anunciação, no iénio de 1811 a 1815. Não se conhecem ou os dados sob e a sua ida. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Só o Ana Jose a da Na i idade esc i u ou as con as do mos ei o, endo pe manecido po iden i ica ou os documen os des e núcleo que se conse am no A qui o Nacional da To e do Tombo e no A qui o Regional da Madei a. 3. DA AUTORA. Po ugal. A qui o Nacional da To e do Tombo. Con en o de Nossa Senho a da Enca nação do Funchal. Recei a e Despesa. Li o em que se hão de desc e e os endimen os de Fo os, Ju os, Alugueis de Cazas, P op iedades de ais, Pão, Vinho, e mais Miudezas, que pe encem as Relegiozas da Enca nação, e de oda a dispeza ei a com as di as e mais pençoens da sua Comunidade nos ês anos em que se io 2.ª ez de Abbadeça a Nossa M[ui] o R[e e en]da M[ad ]e D[on]a Angela Ma ia da Annunciação. Ano 1811, Li . 12 (Cód. e . PT-TT-CNSEF- 008-0004). 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 9 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055. ANA MARTINS GOUVEIA (Madei a; 1881 — Es ados Unidos da Amé ica; 1981) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Apesa de dispo mos de poucos dados biog á icos, Ana Ma ins Gou eia casou-se com F ancisco Gou eia com quem emig ou pa a o Ha aí em inícios do século XX, a bo do do “Su e ic”. No Ha aí exis ia uma g ande comunidade de madei enses e aço ianos, con a ados pa a as plan ações de açúca em meados do século XIX. Faleceu no Ha aí em dezemb o de 1981. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Com a colabo ação de Ma ga e A aújo na qualidade de in o man e, oi publicado no Ha aí, “F om Madei a o he Sandwich Islands: he S o y o a Po uguese Family in Hawaii” (1975). Es e pequeno li o cons i ui um ela o au obiog á ico da amília Gou eia e da i ência dos madei enses nessa egião do Pací ico, documen ado com di e sas o og a ias. 3. DA AUTORA. F om Madei a o he Sandwich Islands: he S o y o a Po uguese Family Hawaii. Honolulu: Hawaii Uni e si y. E hnic Resou ce Cen e o he Paci ic, 1975, 31 p. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Bas os, C is iana, "Po uguese in he cane: he acializa ion o labou in Hawaian plan a ions". In Aboim S, G anjo P, Ramos A., Changing socie ies: legacies and challenges, Vol. 1.: Ambiguous inclusions: inside ou , ou side in, Lisboa, Imp ensa de Ciências Sociais, 2018, p. 65-96; Fagundes, An onio Co a, “La expe iencia inmig an e de los po ugueses en los Es ados Unidos a a és de sus au obiog a ías”. Mig aciones y Exilios, 11 (2010), p. 11- 28; Fagundes, An onio Co a, “Po uguese Immig an Expe ience in Ame ica in Au obiog aphy”. Hispania, 88/4 (2005), p. 701-712; Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055. ANNA MARIA SABINE ALEXANDRINE VON WERNER (Alemanha; 1847 — Ibid.;1916) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Anne Ma ia Sabine on We ne nasceu em Be lim a 2 de junho de 1846, ilha dos condes Edmund Edua d Ka l Osca Theodul on Hacke e de Ma ie on Hacke. Anna Ma ia on We ne , condessa de Hacke, i eu em Be lim e, após a mo e do seu pai (1859), em Viena e em D esden. Casou-se com o con a-almi an e Ca l Ba holomäus on We ne , em 1866. A condessa de Hacke i eu em Be lim e em Kiel e, após à aposen ação do seu esposo, a amília passou a i e em Wiesbaden (1888), Da ms ad (1890) e em Coblenza (1893). Faleceu em Oldenbu g a 29 de ab il de 1916. 2. LEGADO DOCUMENTAL. A Condessa de Hacke publicou em 1907 um diá io das suas iagens pela Madei a, Caná ias e Cama ões ealizada desde 1904, em o ma epis ola , in i ulado “Reiseb ie e” (1907). 3. DA AUTORA. Reiseb ie e: Madei a, Tene i a, G an Cana ia, Kame un. D esden: Pie son, 1907, 409 p. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. 10 S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055; Rebok, Sand a, “Ap oximación al es udio de los iaje os de habla alemana po Madei a en el siglo XIX”, As Ilhas e a Ciência. His ó ia da Ciência e das Técnicas, I Seminá io In e nacional. Sec e a ia Regional do Tu ismo e Cul u a, Madei a. Funchal: Cen o de Es udos de His ó ia do A lân ico, 2006, p. 245-263; Rebok, Sand a, “España en la len e de los iaje os cien í icos alemanes du an e el siglo XIX”, Llull: Re is a de la Sociedad Española de His o ia de las Ciencias y de las Técnicas, n.º 32 (2009), p. 135-152; Rebok, Sand a, “La explo ación na u alis a de Madei a en el siglo XIX: Los iaje os alemanes y su in e és po es a isla”. A bo , n.º185/740 (2009), p. 1323-1337; Socas, Elia He nandez, Las Islas cana ias en iage as de lengua alemana. F ank u am Main: Pe e lang, 2010, p. 294-296, ISBN 978-3-631-60831-9; Wilhem, Ebe ha d Axel, Visi an es e esc i os ge mânicos da Madei a 1815- 1915. Funchal: Di ecção Regional dos Assun os Cul u ais, 1997, p. 129. ANNE HOPE (Índia; 1809 – Reino Unido; 1887) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Nascida Ful on, Anne nasceu em Calcu á (Índia) a 7 de se emb o de 1809. E a ilha do come cian e John Williamson Ful on e de Anne Robe son. Casou-se com James Hope (1801-1841), médico do S . Geo ge's Hospi al. En e os anos de 1842 e 1850, Anne Hope i eu na Madei a pa a se cu a de uma doença, que a deixou incapaci ada. É possí el que seja pa en e de dois James Ful on que i e am e alece am na Madei a. Faleceu em To quay, He mi age, a 12 de e e ei o de 1887. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Du an e o pe íodo em que es e e na Madei a, Anne Hope encon a a-se a p epa a uma ob a his o iog á ica sob e o c is ianismo, que pe maneceu inédi a. Publicou “On Sel - Educa ion wi h Fo ma ion o Cha ac e ” (1843), “The Ac s o he Ea ly Ma y s” (1855), “Li e o S . Thomas à Becke ” (1868), “The Con e sion o he Teu onic Races” (2 ols., 1872), “F anciscan Ma y s in England” (1878) e deixou a igos dispe sos no “Dublin Re iew” (1874–1878). Pos umamen e, oi publicado “The Fi s Di o ce o Hen y VIII” (1894). 3. DA AUTORA. Documen o(s) esc i o(s) na Madei a não iden i icado(s), p oduzidos en e 1842 e 1850. Realçamos: Memoi o he la e James Hope, M.D., London: Ha cha d, Chu chill, 1842, 384 p. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Anon., ‘Hope, Anne (1809–1887)’, e . Rosema y Mi chell. Ox o d Dic iona y o Na ional Biog aphy. Ox o d: Ox o d Uni e si y P ess, 2004; Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055. ANNIE BRASSEY (Reino Unido, 1839 — al o ma ; 1887) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Nascida Annie Allnu , em Lond es a 7 de ou ub o de 1839, Lady e Ba onesa de B assey oi uma céleb e iajan e e esc i o a inglesa. Casou-se com Thomas B assey, conde de B assey e comandan e do na io “Sunbeam”. Acompanhou o seu ma ido em di e sas expedições cien í icas. Faleceu e oi sepul ada no ma al o a 14 de se emb o 11 de 1887. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Lady B assey isi ou a Madei a, os Aço es, as Caná ias e Cabo Ve de e ela ou a sua es ada nes es a quipélagos em “In he T ades, he T opics and he Roa ing Fo ies” (1885) e em “A oyage in he Sunbeam ou home on he ocean o ele en mon hs” (1892). No “In he T ades, he T opics and he Roa ing Fo ies” (1885), Lady B assey dedica um capí ulo sob e a sua es ada na Madei a, desc e endo aspec os sob e a eceção da comunidade inglesa adicada na ilha, a his ó ia da Madei a, a lenda de Machim, a sua es ada no Ho el San a Cla a e o acompanhamen o do seu p op ie á io S . Reed, desc ição dos u os e á o es, o pe cu so pela ilha, pelo Rabaçal, isi ando quin as, con endo ilus ações. A mesma expe iência az no “A oyage he Sunbeam ou home on he ocean o ele en mon hs” (1896). 3. DA AUTORA. ●1. In he T ades, he T opics and he Roa ing Fo ies. Lond es: Longmans & Co., 1883]; eed. Camb idge, MA: Camb idge Uni e si y P ess, 2010, ISBN 978-1-108-02456-3. ●2. A oyage he Sunbeam ou home on he ocean o ele en mon hs by lady B assey wi h 66 illus a ions eng a ed on wood by G. Pea son Chie ly a e d awings by he Hon. A. Y. Bingham. London: Longmans G een and Co, 1896; eed. Camb idge, MA: Camb idge Uni e si y P ess, 2010, ISBN 978-1-108-02089. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Baube a, Pa icia Odbe de, “a madei a is a pelos ingleses”. In Ap ende Madei a, 2018, Acessí el ia URL: < h p://ap ende amadei a.ne /a- madei a- is a-pelos-ingleses> ; B anco, M. R. C., “Bibliog a ia das Ob as de Viajan es Ingleses e e en es à Madei a exis en es em Biblio ecas de Lisboa”. Ac as do I Colóquio In e nacional de His ó ia da Madei a (Funchal, 1986), I. Funchal: CEHA, 1990, p. 241-242, 243; B anco, M. R. C., “Os Aço es is os po Lady B assey”. Re is a de Cul u a Aço iana, n.º1/1 (1989): p. 81-87; Hoe, Susanna, Madei a: Women, His o y, Books and Places (O Islands & Women). Ox o d: Holo, 2004; Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055; Saunde s, Cla e B oome (o g.), Women, T a el W i ing, and T u h, New Yo k, Rou ledge, 2014. ANTÓNIA ANGÉLICA DE VITERBO (Madei a; sécs. XVIII – XIX) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Só o An ónia Angélica de Vi e bo oi eligiosa capuchinha do Con en o de Nossa Senho a das Me cês. Exe ceu unções de po ei a (1840-1841), en e mei a (1845-1846) e esc i ã do con en o. Pouco se sabe sob e a sua ida. 2. LEGADO DOCUMENTAL. De Só o An ónia Angélica de Vi e bo apenas se conhece uma ca a da sua au o ia, pe manecendo po iden i ica ou os documen os de a qui o des e con en o. 3. DA AUTORA. Po ugal. Biblio eca da Ajuda. Ca a de so o An ónia Angélica de Vi e bo, abadessa do con en o de N. S ª das Me cês do Funchal, e mais eligiosas, pa a o ei [D. Luís I] elici ando-o pelo seu casamen o com D. Ma ia Pia, (13-11-1862), (Cód. e . Ms. A . 54-X-32, n.º236). 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia 12 Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055. ANTÓNIA DE SANTA RITA (Madei a; séc. XVIII) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Só o An ónia de San a Ri a oi esc i ã e eligiosa do Con en o de Nossa Senho a da Enca nação do Funchal. Desconhecem-se mais dados sob e a sua ida. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Esc i ã e eligiosa do Con en o de Nossa Senho a da Enca nação do Funchal. Con inuou o egis o do “Li o 1.º dos obi os des e con en o de N. S. da Enca nação que e e p incipio no anno de 1749”, iniciado po só o Ma ia Angélica da Naza é†, códice que se conse a no A qui o Nacional da To e do Tombo. 3. DA AUTORA. Po ugal. A qui o Nacional da To e do Tombo. Con en o de Nossa Senho a da Enca nação. Li o de Assen amen o de Óbi o do Con en o de Nossa Senho a da Enca nação do Funchal de 1749, Li . 3 (Cód. e . PT/TT/CNSEF/004/0001). 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055. ANTÓNIA GERTRUDES PUSICH (Cabo Ve de; 1805 — Lisboa; 1883) 1. NOTA BIOGRÁFICA. An ónia Ge udes Pusich nasceu na ilha de S. Nicolau (Cabo Ve de), a 1 de ou ub o de 1805. E a ilha do o icial da ma inha, in enden e da ma inha e go e nado de Cabo Ve de, An ónio Pusich, na u al de Dub o nik (C oácia), e de Ana Ma ia Isabel Nunes. An ónia Ge udes Pusich ecebeu uma educação esme ada dada pelo seu pai. Com a i upção da e olução libe al, a amília Pusich passou po g andes ibulações depois de se muda pa a Lisboa em 1821, que culminou com a demissão de An ónio Pusich da ma inha eal po uguesa a 16 de se emb o de 1833. An ónia Pusich casou-se, em 1820, com João Ca doso de Almeida Amado Viana Coelho; pos e io men e, em segundas núpcias, com F ancisco Hen iques Teixei a e, em e cei as núpcias, com José Robe o de Melo Fe nando de Almeida. Des es casamen os e e onze ilhos. É conside ada uma das p imei as mulhe es jo nalis as em Po ugal, undando e publicando au onomamen e seus ex os nos jo nais que ge ia. Foi uma mulhe no á el e g ande imonei a do eminismo po uguês. G aças ao seu ní el de ins ução, de endeu publicamen e a educação da mulhe e a necessidade da sua pa icipação na ida polí ica. Foi p esença assídua na Gale ia das Senho as da Câma a de Depu ados. Faleceu em Lisboa, na Rua de São Ben o, a 6 de ou ub o de 1883. 2. LEGADO DOCUMENTAL. An ónia Pusich colabo ou na imp ensa pe iódica e nos almanaques com poesias, c ónicas, omances, ex os d amá icos e composições musicais. Iniciou a sua colabo ação li e  ia na “Re is a Uni e sal Lisbonense” (1841) e undou “A Assembleia Li e  ia” (1849-1850), “A Bene icência” (1852-1855) e “A C uzada” (1858). Cul i ou o omance gó ico em e so em “Olinda ou a Abadia de Cumno Place” (1848), baseado em “Kenilwo h” de Wal e Sco , e “Os dois 19 Manuel F ancisco do Pão, em 1933, de quem icou iú a em 1980. Faleceu a 30 de se emb o de 1983 na sua eguesia na al. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Cândida Gonçal es Telo oi in o man e de ex os de adição o al e popula , compilada po Pe e Fe é e Vanda Anas ácio a 1 de se emb o de 1983, con ando a in o man e nessa al u a com 89 anos de idade. O seu con ibu o in eg a os ciclos de omances eligiosos, endo eci ado “Quin a- ei a de endoença, es ando o meu Senho ceando,/com a san a humanidade, co ia oda a cidade” (XXXIII.3). 3. DA AUTORA. Na qualidade de in o man e da adição o al e popula : “Quin a- ei a de endoença, es ando o meu Senho ceando”. In Fe é, Pe e e Bo o, Sand a, No o Romancei o do A quipélago da Madei a, Funchal: Funchal 500 Anos, 2008, p. 577 (n.º XXXIII.3). CARLOTA DA ÁUSTRIA (Bélgica; 1840 – Ibid; 1927) 1. NOTA BIOGRÁFICA. De seu nome comple o Ma ia Ca lo a Amélia Augus ina Vi ó ia Clemen ina Leopoldina, oi p incesa da Bélgica, a quiduquesa de Áus ia. Foi a úl ima Impe a iz Conso e do Impé io Mexicano en e 1864 e 1867, po casamen o com o impe ado Maximiliano. Nasceu em Laeken a 7 de junho de 1840. E a a ilha mais no a do Rei Leopoldo de Saxe-Cobu go (1790- 1865) e de Luísa Ma ia de O leães (1812-1850). Na ida pa a o México, Maximiliano e Ca lo a apo a am em dezemb o de 1859 no Funchal a bo do do apo de gue a aus íaco “Elisabe h”. Vi e am na Quin a Bianchi ou Quin a da Pon inha, en ão esidência do cônsul da Áus ia, Ca lo de Bianchi (1834-1910). O casal impe ial oi pad inho de bap ismo de Fe dinando Maximiliano Bianchi (1859-1930). Na Madei a, Maximiliano e Ca lo a isi a am a ilha e os seus cos umes. O casal pa iu do Funchal a 15 de dezemb o numa isi a às ilhas Caná ias e Cabo Ve de. No eg esso à Madei a, Ca lo a da Áus ia pe maneceu na ilha du an e o in e no de 1859-1860, enquan o Maximiliano se di igiu pa a o B asil. Após à mo e do esposo, em 1867, Ca lo a da Áus ia icou p o undamen e a e ada psicologicamen e. Faleceu na Bélgica, em Meise, a 19 de janei o de 1927. 2. LEGADO DOCUMENTAL. A impe a iz Ca lo a da Áus ia deixou um diá io de iagem à Madei a, coesc i o com o seu esposo, in ulado “Un Hi e à Madè e” (1863), na sua es ada en e 1859 e 1860. O ex o oi publicado anonimamen e e com mensagem mui o c í ica sob e os habi an es da ilha. O ex o possui 15 li og a ias sob e paisagens e cos umes da Madei a, de au o ia con o e sa. A au o a e e e a p esença inglesa na ilha, e e indo nes es e mos: “se bem que enha ol ado a ica o icialmen e, em 1815, sob o domínio po uguês, a Madei a nunca deixou de se , de ac o, uma espécie de colónia inglesa” (p. 90). A u u a impe a iz enal eceu a exube ância dos ja dins e das paisagens. Numa es a o ganizada no Palácio de S. Ped o, Ca lo a da Áus ia icou su p eendida com a qualidade do e en o, como menciona, “um belíssimo baile, que e ia ei o as hon as a um salão de Lond es ou de Pa is. Nunca se suspei a ia de que, no meio de uma pequena ilha do oceano, p i ada de comunicação com o mundo ci ilizado, se pudesse os en a an a elegância e ão bom gos o” (p. 127). 3. DA AUTORA. 20 Un Hi e à Madè e: 1859-1860, Imp eme ie I. R. de la Cou e de l’E a , Viena, 1863 aduzido pa a: Memó ias da minha ida: um in e no na Madei a. T ad. Dua e Miguel Ba celos Mendonça. Pa ede: Sopa de Le as, 2011. 175 p. il. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Ca i a, Rui, “us ia, ca lo a de”. In Ap ende Madei a, 2017, acessí el ia URL: h p://ap ende amadei a.ne /aus ia- ca lo a-de/. CARLOTA MATILDE DA CONCEIÇÃO (Madei a; sécs. XVIII-XIX) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Só o Ca lo a Ma ilde da Conceição oi esc i ã e abadessa do Con en o de San a Cla a do Funchal. Desconhecem-se ou os dados biog á icos. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Só o Ca lo a Ma ilde da Conceição e e uou, en e 1808 a 1811, o egis o de di e sos a os adminis a i os desse con en o, especialmen e a esc i u ação das ecei as e das despesas sob e o iénio espei an e ao abadessado da Mad e Inácia Ma ia da Conceição, elei a a 14 de se emb o de 1808. Redigiu, ambém, os documen os de ecei a e despesa do Con en o de Nossa Senho a da Enca nação em 1808. 3. DA AUTORA. ●1. Po ugal. A qui o Nacional da To e do Tombo. Con en o de San a Cla a do Funchal. Recei a e Despesa (1808-1811), li . n.º 66 (Cód. de e . PT/TT/CSCF/011/0031). ●2. Po ugal. A qui o Nacional da To e do Tombo. Con en o de Nossa Senho a da Enca nação. Recei a e despesa (1808- 1815), li . 30. ●3. Po ugal. A qui o Nacional da To e do Tombo. Con en o de Nossa Senho a da Enca nação. Recei a e despesa (1808-1815), li . 11. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Fon ou a, O ília Rod igues, As Cla issas na Madei a: uma p esença de 500 anos. Funchal: Cen o de Es udos de His ó ia do A lân ico, 2000, p. 81; Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055. CAROLINA DIAS DE ALMEIDA (Funchal, 1846 — Ibid.; 1895) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Filha de Joaquim Dias de Almeida e de E igénia Ca olina Escó cio, casados em 1839 na Pa óquia de San a Ma ia Maio , Ca olina Dias de Almeida (possi elmen e apa en ada com Elisa, nascida a 15 de junho de 1846). Ca olina Almeida e idenciou-se nas a es cénicas na Madei a, que como ac iz que como can o a. Faleceu no Funchal a 5 de junho de 1895. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Ca olina Dias de Almei a le ou à cena a comédia “Hen ie e” (1887) e “Dona F ancisqui a”, peças exibidas no Tea o Municipal do Funchal. Não oi possí el localiza exempla es da sua ob a. Foi au o a de canções que o am, de aco do com os jo nais da época, in e p e adas em sa aus de bene icência. De aco do com Pla on de Waxel na "Gaze a da Madei a" (1869), Ca olina Dias de Almeida oi uma das melho es a is as da sua época, especialmen e como can o a, sendo au o a de ex os poé icos adap ados pa a o can o. De aco do com o “Di io de No ícias” de 1 de ab il de 1891, oi es eada uma peça no Tea o Conde Cana ial, “a esplêndida Za zuela [com cenas de p osa, can o e dança] composição da Ex.ª S .ª D. Ca olina Dias de Almeida, em bene ício 21 de umas senho as pob es (...)". A 2 de dezemb o do mesmo ano a peça es eou es ando " omados odos os luga es, e não e a de espe a menos [pa a] ap ecia de idamen e o espec áculo de e as encan ado e b ilhan e" (ci . apud Almeida, 2011). G ande pa e dos seus ex os es á na cus ódia dos descenden es da amília Moniz Be encou . 3. DA AUTORA. ●1. "É na is e mo ada dos mo os". Ci ado po A. de A. F. –"A ó phã no cemi é io". A chi o Li e a io,Funchal,n.º64 (09-09- 1863): p. 147. ●2. Hen ie e: scena cómica. Funchal: s. n., 1887, 18 p. [NI]. ●3. Dona F ancisqui a (s. d.) [NI]. ●4. “Cha ada [em qua o sílabas] em co- au o ia com Ma ilde Olímpia Sau ai e da Câma a. ●5. A qui o amilia da amília Be encou , Oei as, Fundo Musical Ma ilde Sau ay e da Câma a, Espólio de Jo ge C one de Vasconcelos. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Clode, Luís Pe e , Regis o Bio-Bibliog á ico de Madei enses: Sécs. XIX e XX, Funchal, Caixa Económica do Funchal, 1983, p. 30a e 152b; Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055; Ven u a, Ana, “ALMEIDA, Ca olina Dias de”. Dicion io Online de Músicos na Madei a [em linha], 2011, [Consul ado 28-03-2019]. A ailable om: h ps:// ecu sosa is icos.madei a.go . p /index.php/p oje os/d- musicos/biog a ia/164-almeida- ca olina-dias-de-1|h ps://a qui o- abm.madei a.go .p / iewe ?id=665898 &FileID=1708183, ol 1 p. 116. CAROLINA MATILDE ESMERALDO (S. Miguel, Aço es; 1806 — Funchal; 1882) 1. NOTA BIOGRÁFICA. De ascendência madei ense, Ca olina Ma ilde Esme aldo nasceu em S. Miguel (Aço es) a 20 de maio de 1806, ilha do capi ão José Joaquim de Be encou Esme aldo e de Ri a Be engue de A aújo Lemilhana Esme aldo, mo ado es na ilha de S. Miguel (Aço es). Não se conhecem mais po meno es sob e a sua ida. Faleceu em S. Ped o (Funchal) a 12 de maio de 1882. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Dedicou-se à adução e cul i ou a poesia, que pe maneceu manusc i a. Publicou uma adução “A Es  ua de S. Jo ge”, possi elmen e baseada em “La s a ue de sain Geo ges; imi é de l’allemand de F. W”, publicado em 1835, de au o desconhecido. 3. DA AUTORA. ●1. A Es a ua de São Jo ge: imi ado do Allemão de F. W., e aduzida do ancez. Pa is: Typ. Fi mino Dido , 1844, 127 p. ●2. “Amisade”. Imp ensa Li e, Funchal, n.º 18 (27-02-1869), p. 1 (a ibuí el, assinado como C. M. E.). ●3. O Másca a de e o [NI, apud Inocêncio, Supl., . 9, p. 47]. ●4. Poesias [ í . a ib.], mss., ca. 1867. [NI, apud Inocêncio, Supl., . 9, p. 47]. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055; Ma ino, L., Pano ama Li e á io do A quipélago da Madei a: No a biobibliog á ica: No a biobibliog á ica: Esme alda, Ca olina Ma ilde [em linha], 1986. Funchal. [Consul a: 19-03-2019]. Disponí el em: h ps://a qui o- 22 abm.madei a.go .p / iewe ?id=666474 &FileID=1709650; Sil a, Innocencio F ancisco, e al. Dicciona io bibliog aphico po uguez: es udos. Vol. 9. Lisboa: Na Imp ensa Nacional, 1862. CAROLINE ELIZABETH COUGER NORTON (Reino Unido; 1798 – Funchal; 1875) 1. NOTA BIOGRÁFICA. A honou able Ca oline Elizabe h Couge No on e a ilha de Fle che No on (1744-1820), Ba ão de Excheque (Escócia) e de Ca oline Elizabe h No on (nascida Balmain). De aco do com Hoe, exis e no cemi é io b i ânico do Funchal uma insc ição “The Hon[ou a]ble Ca oline Eliz[abe] h Conye s No on”, alecida a 22 de julho de 1875, com 77 anos de idade (Hoe, 2014, p. 104). Foi p op ie á ia da Quin a das Ma a ilhas, onde i eu com a agua elis a, Ma ia Young†. Foi ambém p op ie  ia de e enos no Ribei o Seco. A quin a e a p op iedade o am doadas à sua amiga ín ima Elizabe h Sco Go don. Quem conheceu Ca oline No on oi Fanny Bu ney Wood†, eco dada numa en ada de 22 de ou ub o de 1838. Emily Sho e† e e e-a ambém no seu diá io. Sob e No on, Bu ney e e e que “ha ing delica e heal h ha e chosen Madei a o hei home” (Bu ney, 1926, ci . Hoe, 2014, 102). Bu ney eco dou, ainda, o que a amosa ei a madei ense Ma ia Clemen ina disse sob e a o ma como a honou able Ca oline No on se es ia: “Elle es habillé exac emen comme un Monsieu ”. Es e modo de es a de No on causou algum escândalo na Madei a. A con usão com a g ande esc i o a e de enso a dos di ei os das mulhe es, a honou able Ca oline Elizabe h Sa ah No on (nascida She idan) (1808-1877) de e-se ao ac o de es a e casado com o i mão mais no o de Ca oline Elizabe h Couge No on, Geo ge Chapple No on (1800- 1875). 2. LEGADO DOCUMENTAL. Ca oline Elizabe h Couge No on oi uma desenhado a e agua elis a que colabo ou com o Re e endo Thomas Lowe com desenhos cien í icos no seu “A his o y o he ishes o Madei a” (1843-1860). 3. DA AUTORA. Lowe, Richa d Thomas, A his o y o he ishes o Madei a, by Richa d Thomas Lowe. Wi h o iginal igu es om na u e o all he species, by he Hon. C. E. C. No on and M. Young, London, J. Van Voo s , 1843-1860. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Bu ney, Fanny Anne, A g ea -niece's jou nals; being ex ac s om he jou nals o Fanny Anne Bu ney (M s. Wood) om 1830 o 1842.Edi ed wi h p e ace and no es by he g and- daugh e Ma ga e S. Rol and wi h eigh illus a ions. London: Cons able & Company, L d., 1926; Hoe, Susanna, Madei a: Women, His o y, Books and Places (O Islands & Women). Ox o d: Holo, 2004; Saunde s, Cla e B oome (o g.), Women, T a el W i ing, and T u h, New Yo k, Rou ledge, 2014, P. 102-103; Wa e s on, Cha les D; Macmillan Shea e , A (July 2006). Biog aphical index o o me ellows o he Royal Socie y o Edinbu gh, 1783- 2002: Biog aphical Index. II. Edinbu gh: The Royal Socie y o Edinbu gh. ISBN 978-0-902198-84-5, p. 700. CASTORINA ERMESINDA VIEIRA DE ANDRADE FERNANDES DE AZEVEDO (Funchal, 1893 – Lisboa, 1972) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Cas o ina Viei a de And ade nasceu em São Ped o (Funchal) a 7 de ou ub o de 1893, ilha de An ónio José de And ade e de Juliana Viei a de 23 And ade. Casou ci ilmen e com Daniel Fe nandes de Aze edo, na u al da Sé, a 30 de maio de 1918, na Rua da Penha de F ança, São Ped o, alecido a 14 de e e ei o 1957. E a i mã do capi ão Os aldo Gonçal es Viei a de And ade. Cas o ina Viei a de And ade aleceu em São Sebas ião da Ped ei a, em Lisboa, a 22 de janei o de 1972. O seu nome apa ece com ou as g a ias, como ‘Cas u ina’ e ‘E mezenda’. 2. LEGADO DOCUMENTAL. De aco do, com Luís Ma ino no seu ‘Pano ama Li e  io do A quipélago da Madei a’, Cas o ina Viei a de And ade cul i ou a poesia, endo deixado colabo ação no ‘Almanaque Ilus ado do ‘Di io da Madei a’ pa a 1915, e encon a-se ep esen ada na ‘Musa Insula ’ de Ma ino, e e indo ambém que a poe isa deixou inédi os di e sos ex os. O poema “Anseios” esc i o no Funchal a 1 de junho de 1914, diz: “Vi e de udo e odos longe,/gos a a, assim, al qual um monge,/de i e só!/Não e de mim em que pensa !/Vi e , i e sem es ima ,/e nem e dó!//A ec os não os conhece ;/nem laços de amília e ,/ mesmo ninguém!/Vi e das solidões sua es;/ou i can a somen e as a es;/ can a ambém!//Nas a as ho as de is eza,/em que nos ala a Na u eza/só i e dela!/Vi e , i e sem ilusão;/e ado mece o co açao!.../-Que ida bela!//Toda enle a -me sem aidade /pelo ceu da elicidade/que aqui não há!/Pois só assim eu passa ia/melho os dias de aleg ia/que enho c!...”. 3. DA AUTORA. “Anseios”. In Almanach Ilus ado do Diá io da Madei a, Funchal, Typ. do Diá io da Madei a, 1912. Reedi ado em Musa Insula . (Poe as da. Madei a), Funchal, Tipog a ia do Eco do Funchal, s. d. [1959], p. 335. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Ma ino, L.., Pano ama Li e á io do A quipélago da Madei a: No a biobibliog á ica: Cas o ina E mesinda Viei a de And ade Fe nades de AZEVEDO [em linha], Funchal, 1986 [Consul a: 19-03-2019]. Disponí el em: ; h ps://a qui o- abm.madei a.go .p / iewe ?id=666008 &FileID=1708410. CATARINA DA SILVA BRANDÃO (Madei a; séc. XVII — An ué pia?; séc. XVII/XVIII) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Apesa de não se conhece em aspe os pa icula es da sua ida, Ca a ina da Sil a B andão oi esposa de Jo ge Dias B andão, me cado e c is ão-no o pe seguido pela Inquisição po uguesa, de quem icou iú a na An ué pia. Conse a-se no Nede landsch Economisch-His o isch A chie a co espondência de Dua e da Sil a em Lond es di igidas a Jo ge Dias B andão (Bijzonde e Colec ies 471, N . 2.5.147). 2. LEGADO DOCUMENTAL. Ca a ina da Sil a B andão é au o a de uma ca a di igida a An ónio de F ei as B anco a eque e uma p ocu ação pa a a enda de bens na Madei a. Es a ca a conse a-se na Biblio eca da Ajuda. 3. DA AUTORA. Po ugal. Biblio eca da Ajuda. Ca a de D. Ca ha ina da Sil a B andão pa a An ónio de F ei as B anco, pedindo-lhe pa a lhe ob e licença pa a ende a ença em duas idas que em na ilha da Madei a. 21- 01-1688, An ué pia (Cód. e . Ms. A . 54-IX-45, n.º102). 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de 24 Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055. CATHARINA MATHILDE VON POMMER- ESCHE (Alemanha; 1852 —Ibid.?; 1920) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Ca ha ina Ma hilde on Pomme -Esche nasceu em Be lim a 5 de dezemb o de 1852. E a ilha de Johann F ied ich on Pomme -Esche (1803-1870), Di ec o -Ge al dos Impos os do Es ado Real da P ússia, e de Flo a Gus a a Ch is iana on Pomme - Esche, nascida Pich (1812-1910), pe encen e a uma amília da nob eza sueca. Casou-se com Johannes F ançois Die e ich Ho s, em 1903, impo an e p op ie á io de plan ações de quem i ia a di o cia -se em 1906. Visi ou a Madei a a 22 de ma ço de 1902, desemba cando no apo Funchal e pe maneceu no Jone’s Ho el Bella Vis a, apa ecendo no iciada nos jo nais unchalenses. Pa iu no apo Dona Ma ia a 14 de maio de 1902. Visi ou di e sas egiões da Eu opa onde deixou á ios esc i os sobe I ália, sul de Espanha e Balea es. Faleceu po ol a de 1920. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Publicou um opúsculo in i ulado, “Madei a die Wald-Insel” (1902), que aduzimos como “Madei a, a Ilha Bosque”. Pomme -Esche esc e eu ou os ela os de iagens às Can ias, em “Die Cana ischen Inseln” (1906). Os seus ela os e a am as suas iagens de laze ou po mo i os e apêu icos, de ido aos p oblemas de saúde que a au o a so ia. 3. DA AUTORA. Madei a die Wald-Insel. Be lin: H. Wal he , 1902, 42 p. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. He nández, Elia Socas, Las Islas Cana ias en iaje as de lengua alemana. F ank u an Main: Pe e Lang, 2010, ISBN: 9783631608319, p. 290-292; Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055; Rebok, Sand a,“La explo ación na u alis a de Madei a en el siglo XIX: Los iaje os alemanes y su in e és po es a isla”. A bo , n.º 185/740 (2009), p. 1323-1337; Wilhem, Ebe ha d Axel, Visi an es e esc i os ge mânicos da Madei a: 1815-1915. Funchal: Di ecção Regional dos Assun os Cul u ais, 1997, 119-120. CHARLOTTE ALICE BAKER (Es ados Unidos da Amé ica; 1833 — Ibid.; 1909) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Cha lo e Alice Bake nasceu em Sp ing ield, Massachuse s (Es ados Unidos da Amé ica) a 4 de ab il de 1833, ilha de D . Ma hew B idge e de Ca ha ine Bake . Alice Bake equen ou a Misses S one’s School em G een ield (Massachuse s) e em Dee ield Academy, onde oi uma das p imei as alunas desse es abelecimen o de ensino. Foi p o esso a e his o iado a especializada sob e No a Ingla e a. Viajou pelo Canada, especialmen e em Mon eal e Québec, pa a ealiza as suas pesquisas his ó icas e isi ou aldeias indígenas canadenses. Faleceu em Pi s ield, Massachuse s, a 22 de maio de 1909. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Alice Bake colabo ou com a igos pa a e is as, jo nais e magazines sob e bo ânica, a e e la o es emininos. É au o a de ex os in an is e his o iog á icos. A esc i o a ame icana isi ou a Madei a e os Aço es no ou ono de 1882 e publicou as suas imp essões de iagens em “A summe he Azo es, 25 wi h a glimpse o Madei a” (1882). Fez inicialmen e um plé ipo pelas ilhas aço ianas e a pa i das páginas 131 a 164, ez uma desc ição sob e a sua es ada na Madei a, en e 9 e 14 de se emb o de 1882. No im e o na aos Aço es, umando aos Es ados Unidos da Amé ica. 3. DA AUTORA. A summe he Azo es, wi h a glimpse o Madei a. Bos on: Lee and Shepa d, 1882, 174 p. h p://pu l.p /22215. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055. CLARA BROCKMANN (Alemanha; 1885 – Namíbia; 1959) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Cla a Pauline Do o hea Johanna B ockmann é na u al de Lübeck (Alemanha), onde nasceu em 1885, ilha de Ka l F ied ich Emil B ockmann e de Emma Sophia Ma ga e ha Fiedle . Aos 27 anos pa iu pa a o con inen e a icano, onde i eu em Windhoek (Namíbia). Foi jo nalis a e uncioná ia pública. Sendo jo em e sol ei a, es e e de passagem po Tene i e, po Las Palmas e pela Madei a. Esc e eu dois ela os das suas iagens pela Á ica Subsa iana, in i ulado “B ie e eines deu schen Mädchens aus Südwes ” (1912) e “Die deu sche F au in Südwes a ika: ein Bei ag zu F auen age in unse en Kolonien” (1910). Colabo ou na e is a “Kolonie und Heima ” (1909). Faleceu na Namíbia em 1959. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Como di e sas iajan es alemãs, Cla a B ockmann az uma b e e e e ência à Madei a no seu “B ie e eines deu schen Mädchens aus Südwes ” (1910). B ockmann u iliza o géne o epis ola como o ma de exp essão do eu. Cla a B ockmann compa a as paisagens da Madei a e de Tene i e, como e e e “Madei a gleich in seinem geologischen Au bau und seinem S aßenleben den beiden o genann en Inseln; es zeichne sich ielleich du ch noch b ei e e, schöne e Alleen aus. Viele Lungenleidende suchen Madei a und Tene i a als Heils ä e au , und es is e wunde lich, daß dieses Pa adies neben den üblichen Fah en nach de Schweiz und I alien nich meh Zusp uch on eichen Ve gnügungs eisenden inde .” (‘A Madei a assemelha-se às duas ilhas acima mencionadas na sua es u u a geológica e na sua ida nas uas; pode se ca ac e izado po a enidas ainda mais amplas e ag adá eis. Mui os dos que so em de pulmões p ocu am a Madei a e Tene i e como um sana ó io, e é su p eenden e que es e pa aíso, pa a além das habi uais iagens à Suíça e à I ália, já não seja popula en e os iajan es’, adução li e). B ockmann é conside ada como uma das ozes mais ep esen a i as da li e a u a colonial ge mânica. 3. DA AUTORA. B ie e eines deu schen Mädchens aus Südwes . Be lin: E ns Sieg ied Mi le & Sohn, 1910, p. 213-214. Acessí el ia URL: h p://b ema.suub.uni- b emen.de/dsdk/con en / i lein o/185 8516. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 26 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055; Socas, Elia He nandez, Las Islas cana ias en iage as de lengua alemana. F ank u am Main: Pe e lang, 2010, p. 91, ISBN 978-3-631-60831-9; Mamozai, Ma ha, He enmenschen: F auen im deu schen Kolonialismus. Reinbeck bei Hambu g: Rowohl , 1982; Wilden hal, Lo a, Ge man women o empi e, 1884- 1945. Du ham: Duke Uni e si y P ess, 2001. CLARA CECÍLIA DE SÃO JOSÉ (Madei a; séc. XVIII) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Só o Cla a Cecília de São José oi uma eligiosa e esc i ã do con en o de San a Cla a do Funchal, cujos dados biog á icos desconhecemos. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Só o Cla a Cecília de São José oi adjun a da esc i ã só o Pe onila do Soco o† desde 1736, com ex os ainda po iden i ica no A qui o Nacional da To e do Tombo. 3. DA AUTORA. Documen os po iden i ica no A qui o Nacional To e do Tombo, com dados baseados em Po ugal. A qui o Nacional / To e do Tombo. Con en o de San a Cla a do Funchal. Li o das Eleições de Abadessas e mais O iciais do Con en o de San a Cla a de N.ª Senho a da Conceição do Funchal, 1733, li . n.º 27, ól. 6 . 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055. CLARA VIRGINIA BIDDLE DAVIS (Es ados Unidos da Amé ica; 1874 – Ibid; 1938) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Nascida em Filadél ia, nos Es ados Unidos da Amé ica, em 1874, Cla a Biddle, e a ilha do médico Geo ge Biddle e de Alice Long. Cla a Da is es e e na Madei a em janei o de 1909, na companhia do seu ma ido, o a qui e o Seymou Da is, no ci cui o de u ismo do Medi e âneo. Faleceu em e e ei o de 1938. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Cla a e Seymou Da is são au o es de imp essões de iagens em “A Win e Jou ney o he Wes e n Islands, Madei a, Gib al a , I aly, Egyp , he Holy Land, Tu key, and G eece” (1909). Chega am à Madei a a 17 de janei o de 1909 a bo do do na io “Ced ic”, depois de passa em pelos Aço es, en e as páginas 12 e 15. M s. Da is apa ece numa o og a ia descendo num ca o de ces o. Numa das passagens do diá io, e e e o espe áculo dos bombo ei os na chegada à ilha: “Madei a Ha bo o e s a beau i ul is a. We a e su ounded by small boa s om which na i e boys di e o coins in he icy wa e . Al hough i is Sunday, he Ced ic's decks ha e been con e ed in o lace bazaa s, whe e he na i es expose o sale hei band- emb oide ed linens” (p. 12-13). Re e iu a expe iência do casal num ca o de bois, que desc e e como “an an iqua ed model o Spanish cab iole placed on wooden unne s and d awn by wo bullocks led by lea he hongs h eaded h ough he ips o hei ho ns” (p. 13). Cons am ca as inédi as inse as no undo de Hulda Lashanska (New Yo k Public Lib a y). 3. DA AUTORA. A Win e Jou ney o he Wes e n Islands, Madei a, Gib al a , I aly, Egyp , he Holy Land, Tu key, and G eece. Philadelphia: Wags a , 1909, 145 p. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia 27 Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055. CLÁUDIA JOVITA DE ORNELAS E ANDRADE (Madei a; l. 1820) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Filha de Manuel José Viei a de And ade, p o esso égio de p imei as le as no Funchal, e de Ma ia Valen ina de O nelas, casados em Machico em 1791, Cláudia Jo i a de O nelas e And ade nasceu na eguesia de San a Ma ia Maio . Cláudia de O nelas e And ade candida ou-se a um pos o pa a a docência como mes a égia em escolas emininas no Funchal. Apenas se conhece co espondência di igida às Co es Régias a eque e au o ização pa a o exe cício da unção. 2. LEGADO DOCUMENTAL. O seu eque imen o isa a a au o ização pa a exe ce como mes a égia, dado não exis i na ilha uma “mes a paga pelas Rendas da Nação” e, assim, pode “ensina g a ui amen e às Meninas pob es, que po al a des e auxílio c escem e en elhecem na mais g ossei a igno ância”. Realçou a impossibilidade de as classes mais pob es de eco e em ao ensino p i ado, “po al a de Mão Pode osa que os auxilie e le an e da sepul u a de sua igno ancia” (AAR, Cx. 42, 1820- 1821, doc. 23a). 3. DA AUTORA. Po ugal. A qui o His ó ico da Assembleia da República. Co espondência ecebida. [Reque imen o], Cx. 42, doc. 23. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Fe nandes, Rogé io, “Educação e ensino popula na Madei a (século XVIII-1840).” Felguei as,Ma ga ida Lou o e al. (Ed. Li .), Rogé io Fe nandes: ques iona a Sociedade, in e oga a His ó ia, ( e)pensa a Educação, Po o, A on amen o, 2004, p. 134-135; Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055. CRISTINA DA CUNHA (Funchal; 1898 — Coimb a; 1978) 1. NOTA BIOGRÁFICA. C is ina da Cunha nasceu a 19 de ma ço de 1898 em San a Ma ia Maio (Funchal) e bap izada no Seixal (Po o Moniz) a 21 de se emb o de 1898. Seus pais o am Jo ge da Cunha, mili a , e de C is ina Cândida Ja dim, casados em 1889 na Ig eja de São Jo ge (San ana), de onde e am na u ais. C is ina da Cunha ez es udos no Liceu do Funchal e ing essou na Uni e sidade de Coimb a po ol a de 1917-1918, onde ez os es udos p epa a ó ios médicos. G aduou-se em medicina (1918-1923) e concluiu o seu pe cu so com um dou o amen o (1924-1925). Exe ceu medicina na Madei a na “D oga ia Insulana”, na es ada do Conde de Ca alhal. Foi médica in e na do Hospi al São José em Lisboa du an e á ios anos. Além da sua a i idade p o issional na á ea da saúde, ez pa e do Conselho Nacional das Mulhe es Po uguesas du an e mais de in e anos, ao lado de igu as como Adelaide Cabe e (1867-1935). Desempenhou unções di e i as na Comissão de Higiene (1927; 1929; 1936-1940; 1943; 1945) e de ogal da di eção dessa comissão (1945-1946), quando e a p esidida po Ma ia Lamas (1893-1983). 28 Embo a as p imei as médicas o madas na Madei a pela Escola Médico- Ci ú gica do Funchal – e i a-se, Palmi a Conceição de Sousa e Hen ique a Gab iela de Sousa – não enham legado qualque es udo conhecido, C is ina da Cunha oi a p imei a mulhe madei ense a adqui i g au académico em medicina e oi uma a i is a epu ada na de esa dos di ei os das mulhe es. 2. LEGADO DOCUMENTAL. C is ina da Cunha publicou a sua ese de dou o amen o in i ulada “Sob e o es udo es a ís ico e oxicológico dos en enenamen os pelo a sénio” (1925), em Coimb a. Colabo ou na e is a “Alma Feminina” com di e sos a igos de in o mação sob e higiene e saúde escola e sob e oxicologia. 3. DA AUTORA. ●1. Sob e o es udo es a ís ico e oxicológico dos en enenamen os pelo a sénio. Coimb a: Tip. da G á ica Conimb icense, 1925. ●2. Con ibuição pa a o es udo es a ís ico da p é- ube culose escola . Lisboa: [s. n.], 1930. ●3. Escolas ao a li e em Po ugal. Lisboa: [s. n.], 1932. ●4. “As moscas”. Alma Feminina, n.º 2 (1927): p. 12-13. 3. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. “Assembleia Ge al do ‘Conselho Nacional das Mulhe es Po uguesas’”. Alma Feminina, n.º 1 (Janei o-Fe e ei o, 1929): p. 3-5; “Co pos ge en es do Conselho Nacional das Mulhe es Po uguesas”. Alma Feminina, n.º 3 (Maio-Junho, 1927): p. 24; B anco, Al edo de F ei as, No as & Comen á io pa a a His ó ia Li e á ia da Madei a, ol. III, Funchal, CMF, 1949- 1953; Co eia, Rosa de Lu des Ma ias Pi es. O Conselho Nacional das Mulhe es Po uguesas: a p incipal associação de mulhe es da p imei a me ade do século XX (1914-1947). Diss. Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Uni e sidade No a de Lisboa, 2013; Es e es, João, “C is ina da Cunha”. In Cas o, Zília Osó io de; Es e es, João (di .). Dicioná io no eminino (séculos XIX-XX). (Lisboa: Li os Ho izon e, 2005), p. 249b; Gomes, Joaquim Fe ei a, “A mulhe na Uni e sidade de Coimb a”. Coimb a: Li a ia Almedina, 1987; Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055; Ma ino, L.,. Pano ama Li e á io do A quipélago da Madei a: No a biobibliog á ica: No a biobibliog á ica: Cunha, C is ina [em linha], 1986. Funchal: . 69. [Consul a: 19-03-2019]. Disponible en: h ps://a qui o- abm.madei a.go .p /de ails?id=666416 . CRISTINA VIEIRA DA COSTA (Machico; 1885 — Ibid.?; c. 1980) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Não dispomos de dados biog á icos p ecisos sob e es a in o man e. C is ina Viei a Cos a e a na u al de Po o da C uz (Machico), onde nasceu po ol a de 1885. Desconhecemos da a de alecimen o, que e á oco ido na década de 1980. 2. LEGADO DOCUMENTAL. C is ina Viei a Cos a oi in o man e de ex os de adição o al e popula , compilada po Albe ina Nób ega Ab eu, Te esa Vasconcelos, Ma ia Gilda Mendonça e Gilda Viei a de Ca alho po ol a de 1980, con ando a in o man e nessa al u a com 95 anos de idade. O seu con ibu o in eg a os ciclos de omances adicionais de assun o p o ano, endo eci ado “Ia pelo ma 35 à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055; Ma ino, L., Pano ama Li e á io do A quipélago da Madei a: No a biobibliog á ica: Sma , Elisa de [em linha], 1986. Funchal. [Consul a: 19-03- 2019]. h ps://a qui o- abm.madei a.go .p /de ails?id=667995 ; Me hodis Episcopal Chu ch. Missiona y Socie y, The Gospel in All Lands by Missiona y Socie y. S. l.: Me hodis Episcopal Chu ch, 1901; Valen e, Da id, “Ig eja E angélica P esbi e iana de Po ugal: con ibu o pa a a his ó ia da sua o mação”. Lusi ania Sac a, 16 (2004), p. 477-510. ELIZABETH HENRIETTA MACQUARIE (Reino Unido; 1778 – Ibid.; 1835) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Nascida Campbell, Elizabe h Hen ie a nasceu a 13 de junho de 1778 em Kilcalmonell, A gyllshi e na Escócia. E a ilha mais no a de John Campbell e de Jane Campbell. Ela c esceu na casa do seu i mão e conheceu o co onel Lachlan Macqua ie, que p es ou du an e mais de uma década se iço mili a na Índia, e que eio a se seu esposo. Casa am-se em De on a 3 de no emb o de 1807. Em 1809, o co onel Macqua ie oi nomeado go e nado de No a Gales do Sul (Aus ália). Elizabe h Macqua ie acompanhou-o nessa iagem, que du ou se e meses a bo do do “D omeda y”. Quando chega am a Sydney em dezemb o de 1809, Elizabe h Macqua ie in e essou-se pela condição das mulhe es condenadas e abo ígenes e oi uma esposa dedicada, acompanhando o seu esposo em di e sas expedições pela Aus ália. O casal eg essou à Ingla e a a 15 de e e ei o de 1822 no na io “Su y”. Faleceu em G uline House, Loch Ba, ilha de Mull (Escócia), a 11 de ma ço de 1835. LEGADO DOCUMENTAL. Elizabe h Macqua ie deixou um diá io da sua iagem à Aus ália, onde e e e a sua es ada na Madei a, passagem po Cabo Ve de, Rio de Janei o e Á ica do Sul, no ano de 1809. O casal es e e na Madei a em 12 de junho de 1809, ecebidos pelo cônsul Hen y Vei ch e sua esposa. Elizabe h e e e que, po mo i o de doença, e e pena não e conhecido a ilha: “My bad s a e o heal h p e en ed my being able o see much o he Island o Madei a, & wha I eg e ed much mo e I ea I p e en ed Colonel Macqua ie pa aking o many in i a ions which could no ail o be ag eeable”. No en an o, o casal isi ou, no dia 16 desse mês, a ig eja do Mon e. No dia 18, Elizabe h desc e e um e en o eligioso de en ada de uma no iça no con en o e da despedida como en e da mãe, um momen o que e e e que “I canno say ha I e e el so much dis ess a he a e o a s ange , as I did on his occasion; he imp ession was no ha I could no hea he subjec men ion'd wi hou conside able emo ion o some ime a e . I hope he si ua ion does no eel o he , as i appea 'd o me”. Ac escen a, além disso, a beleza da ilha em con as e com a ex ema pob eza que p esenciou não só dos espaços públicos mas ambém dos habi an es: “The Island o Madei a is ce ainly one o he mos beau i ul & oman ic places o look a which I ha e e e seen, o Pe sons who ha e been 36 long a Sea, & who ha e su e 'd illness, and bad wea he , he sigh o Funchal is he mos g a i ying which can well be imagined; bu by he ime one has been a ew days on sho e, he wan o ai , and g ea hea ; he o al exclusion om all kinds o exe cise, om he ha dness o he oads; which a e e y s eep, and pa ed wi h small s ones; and abo e all he il h o he Inhabi an s is so disgus ing, ha I hink no ime could econcile one o wi ness i wi h indi e ence – all his se es o shew how many com o s a e necessa y o ende li e ag eeable o a pe son who has been accus om'd o li e in England”. 3. DA AUTORA. Aus ália. S a e Lib a y o New Sou h Wales. Mi chell and Dixson Lib a ies Manusc ip s Collec ion. Elizabe h Macqua ie jou nal o a oyage om England o Sydney in he ship 'D omeda y', 15 May 1809 - 25 Decembe 1809, 1809, cód. C 126 (Sa e 1/303). 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Ba na d, Ma jo ie, 'Macqua ie, Elizabe h Hen ie a (1778-1835)', in Aus alian Dic iona y o Biog aphy, Na ional Cen e o Biog aphy, Aus alian Na ional Uni e si y, 2006, h p://www.adb.online.anu.edu.au/bio gs/A020161b.h m; Cohen, Lysbe h, Elizabe h Macqua ie: He Li e and Times, Wen wo h, Sydney, 1979; 'Elizabe h Hen ie a Macqua ie o Ai ds (1778-1835)', in Lachlan and Elizabe h Macqua ie A chi e, Macqua ie Uni e si y, S a e Lib a y o New Sou h Wales, Na ional Lib a y o Sco land, His o ic Houses T us , Na ional Lib a y o Aus alia, Na ional Museum o Aus alia, New Sou h Wales S a e Reco ds, Macqua ie Uni e si y, 2010, h p://www.lib.mq.edu.au/digi al/lema /biog aphies/embiog.h ml; Walsh, Robin, In he own wo ds: he w i ings o Elizabe h Macqua ie, Wollombi, N.S.W, Exisle Publishing, 2011. ELLA MARY DU CANE (Aus ália; 1874 — Reino Unido; 1943) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Ella Du Cane nasceu em Hoba , na Tasmânia, a 4 de junho de 1874. Filha do adminis ado colonial Si Cha les Du Cane, de B ax ed Pa k, e de Geo giana Susan Copley, Ella du Cane oi uma no á el agua elis a e iajan e b i ânica. Colabo ou com a sua i mã, Flo ence du Cane†, com ilus ações de ja dins em li os como “The lowe s and ga dens o Japan” (1908), “The lowe s and ga dens o Madei a” (1909) e “The Cana y Islands” (1911). As suas pin u as o am exibidas na New Socie y o Pain e s in Wa e Colou s. Faleceu em 1943, sol ei a, sem ge ação, sepul ada na Ig eja de Todos os San os, em B ax ed, Essex. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Ella Du Cane oi uma no á el agua elis a b i ânica. Ganhou no o iedade em 1893 numa exposição da “New Socie y o Pain e s”. A sua no o iedade ganhou maio alcance ao publica com a sua i mã as suas expe iências de iagem. Vá ias pin u as da sua au o ia o am adqui idas pela Rainha Vi ó ia, in e essada pela sua ob a. Sob e os ja dins da Madei a, Ella Du Cane p oduziu 24 ilus ações paisagís icas de ja dins, caminhos e de quin as emblem icas do Funchal, como “Loo Rock, Funchal”, “A D inking Foun ain”, “Azaleas in a Po uguese Ga den”, “Azaleas, Quin a Ilheos”; “Da u a, Quin a Vigia”, “A G oup o Senecio”, “Weigandia and Daisies”, “Cyp ess A enue, Quin a S an o d”, “Aloes and Daisy T ee”, “Poinse ia on he Moun Road”, “The Sca le Bougain illea”, 37 “Wis a ia, San a Luzia”, “Roses, San a Luzia”, “P ide o Madei a and Peach Blossom”, “Quin a do Til”, “On he To inhas Road”, “Wis a ia, Quin a da Le ada”, “Red Aloes”, “Almond Blossom”, “P ide o Madei a and Daisies”, “The Pu ple Bougain illea”, “Bignonia Venus a”, “Jacka anda T ee” e “A Chapel Doo way”. DA AUTORA. The lowe s and ga dens o Madei a. London: Adam and Cha les Black, 1909, ii, 150 p. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055; Cla k, John (ed.), Japanese Exchanges in A 1850s-1930s. Sydney: Powe Publica ions, 2001, p. 237; Milla , Delia, “Ella Ma y Du Cane (1874-1943)". In The Vic o ian Wa e colou s and D awings in he Collec ion o He Majes y he Queen. London: Philip Wilson, 1995, p. 284; Pe al a, Yolanda, Dicciona io de C eado as Cana ias del Siglo XIX-XX. La Laguna: Uni e sidad de La Laguna, 2008; Red oo , Alison, Vic o ian Wa e colo is Ella Ma y Du Cane: A s udy in esis ance and compliance o gende s e eo ypes, he p o essional a wo ld, O ien alism, and he in e p e a ion o Japanese ga dens o B i ish socie y: MA hesis. Cali o nia S a e: Uni e si y a Long Beach, 2011. ELLEN MARIA TAYLOR (Madei a; 1832; — Reino Unido; ca. 1907) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Apesa de não se segu o iden i ica a au o a des a en ada, encon ámos alguns dados nos egis os i ais da Ig eja Inglesa na Madei a. Ellen Ma ia Taylo nasceu na Madei a 2 de julho de 1832, ilha do come cian e James Taylo e de Elizabe h (sic) ou de Ma ia Eleno Haywa d, esiden es na ilha. De es o os Taylo s êm g ande p esença no a quipélago. Ellen Taylo e á i ido no Reino Unido e isi ou a Madei a en e janei o de 1880 e janei o de 1881. Es e e hospedada no ho el San a Cla a, na companhia de uma amiga que eio cu a -se na ilha. Desconhecemos onde aleceu, que se p esume no Reino Unido, po ol a de 1907. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Com apoio de Cha les Cossa , Robe Whi e e James Ya es Johnson, Ellen Ma ia Taylo publicou em Lond es “Madei a: I s Scene y, and how o See i ; wi h Le e s o a Yea 's Residence, and Lis s o he T ees, Flowe s, Fe ns, and Seaweeds” (1882). O conhecimen o de alhado do a quipélago e da língua coloca a hipó ese de au o a e es ado an e io men e na Madei a. Na composição da sua ob a, apoiou-se em au o idades locais e ob as an e io es, como “Madei a. I s Clima and Scene y” de James Ya e Johnson e os conhecimen os de Cha les Cossa . Ellen Taylo o e ece in o mações sob e ho éis, na ios, es ições de bagagem, es i idades e excu sões, comé cio, his ó ia local e cos umes, incluindo um ocabulá io po uguês-inglês de apoio ao u is a inglês e uma lis a de g andes pe sonalidades insula es. Além disso, publicou co espondência, que con e e à ob a uma expe iência pessoal e au ên ica. 3. DA AUTORA. Madei a: I s Scene y, and how o See i ; wi h Le e s o a Yea 's Residence, and Lis s o he T ees, Flowe s, Fe ns, and Seaweeds. London: E. S an o d, 1882, p. 261; 38 London: E. S an o d, 1889, 269 p. (acessí el a chi e.o g/de ails/b24750876). 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Baube a, Pa icia Odbe de, “a madei a is a pelos ingleses”. In Ap ende Madei a, 2018, Acessí el ia URL: < h p://ap ende amadei a.ne /a- madei a- is a-pelos-ingleses>; Hoe, Susanna, Madei a: Women, His o y, Books and Places (O Islands & Women). Ox o d: Holo, 2004; Robinson, Jane, Waywa d women: a guide o women a elle s. Ox o d Uni e si y P ess, 1990; Saunde s, Cla e B oome (o g.), Women, T a el W i ing, and T u h, New Yo k, Rou ledge, 2014; Sil a, An ónio Ma ques da, Passa am pela Madei a. Funchal: Emp esa Municipal “Funchal 500 anos”. 2008, p. 213. EMÍLIA ACCIAIOLLY REGO (Madei a; l. 1863) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Desconhecemos o e dadei o nome da au o a que em sido con undida com Emília Hen ique a Acciaiolly Rego† e pa en e de Ma ia Eugénia Rego Pe ei a†. É possí el se ilha de João An ónio Acciaiolly Rego e de Ca olina Augus a Ja dim. 2. LEGADO DOCUMENTAL. A au o a publicou ex os poé icos e cha adas no jo nal do Liceu, “O Rec eio” e na “Es ela Académica” e nou os jo nais madei enses, assinando os seus ex os com pseudónimo A. (desdob ado num pe iódico “O Rec eio” da Biblio eca Municipal do Funchal). Encon a-se ep esen ada na “Musa Insula ” de Luís Ma ino. Os docen es do Liceu do Funchal incen i a am os seus alunos publica em os seus ex os em jo nais escola es. 3. DA AUTORA. ●1. “Medi ação”. O Rec eio (jo nal do Liceu do Funchal), 1863 = In Ma ino, Luís, Musa Insula , Funchal, Eco do Funchal, 1959, p. 98-99. ●2. “Aos anos de meu i mão”. O Rec eio (jo nal do Liceu do Funchal), n.º2 (1863), p. 14. ●3. “A li a queb ada”. O Rec eio (jo nal do Liceu do Funchal), n.º20 (1864), p. 154-155. ●4. “A cha idade”. Es ella Academica: pe iódico de ins ucção e ec eio,Funchal,n.º2 (18-12-1875), p. 1 (A ibuí el, assinado po A.). ●5. “A Cons ancia”. Es ella Academica: pe iódico de ins ucção e ec eio,Funchal,n.º2 (18-12-1875), p. 1- 2 (a ibuí el, assinado po A.). ●6. “O nascimen o do Messias”. Es ella Academica: pe iódico de ins ucção e ec eio, Funchal, n.º3 (25-12-1875), p. 1- 2 (A ibuí el, assinado po A.). ●7. “Os amigos”. Es ella Academica: pe iódico de ins ucção e ec eio,Funchal,n.º 2 (18-12-1875), p. 1-2. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055; Ma ino, L., Pano ama Li e á io do A quipélago da Madei a: No a biobibliog á ica: Rego, Emília Acciaioly [em linha], 1986. Funchal. [Consul a: 19- 03-2019]. h ps://a qui o- abm.madei a.go .p /de ails?id=667674 . EMÍLIA HENRIQUETA ACCIAIOLLY REGO (San ana; 1798 – ibid; 1849) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Nascida em San ana, em 1798, Emília Hen ique a Acciaiolly e a ilha do Co onel Filipe Joaquim Acciaiolly e de Ana Cole a de F ei as Acciaiolly. Emília Acciaiolly Rego casou- 39 se com o capi ão An ónio F ancisco Rego, na Sé do Funchal em 1816. É pa en e das poe isas Emília Acciaioli Rego† e de Ma ia Eugénia de A onseca Acciaiolli Rego Pe ei a†. Alguns au o es chamam-na como Emília Acciaiolly Rego Sénio . Faleceu na Madei a em 1849. 2. LEGADO DOCUMENTAL. O seu poema “A co- í is” oi publicado na an ologia “Flo es da Madei a (1871), endo pe manecido manusc i os os seus ex os. A con emplação da na u eza como mani es ação di ina: “Fo moso a co celes e,/Que, nos céus, e ais cu ando./E o al o i mamen o/De mil co es ma izando!/Aquele que com seu sop o/Tão acima e ele ou,/E com a iadas in as/Sabiamen e e pin ou”. No en an o, incula a beleza do enómeno com o ideá io c is ão da paixão de C is o: “Aquele que e sus en a/Com an o b ilho e beleza./Foi cobe o em sua ida/Com o man o da pob eza./Aquele que e cu ou/De modo mais majes oso,/Foi condenado a mo e /Como um acino oso/. Com o seu sangue inocen e/O seu os o oi manchado —/Esse p ecioso sangue/Que po nós oi de amado/Todo o cálix da a lição/Sob e ele se esgo ou;/E pa a nos libe a /Em o men os expi ou”. No “Pano ama Li e  io” de Ma ino e e e que “deixou um li o de e sos, cujo í ulo desconhecemos”. 3. DA AUTORA. “A co-í is”. In Mon ei o, José Lei e e Oli ei a, Al edo Cesa de (ed. li .), Flo es da Madei a. Funchal: Typ. da Imp ensa Li e, 1872; epubl. em Ma ino, Luís, Musa Insula , Funchal, Eco do Funchal, 1959, p. 63. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Gomes, Albe o, “Algumas No as sob e os Poe as das Flo es da Madei a”. Das A es e da His ó ia da Madei a, 3/14 (1953), p. 22; Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055; Ma ino, L., Pano ama Li e á io do A quipélago da Madei a: No a biobibliog á ica: Rego Sénio , Emília Acciaioly [em linha], 1986. Funchal. [Consul a: 19-03-2019]. h ps://a qui o- abm.madei a.go .p /de ails?id=667672 . EMÍLIA ROMANA DO EMPÍREO (San ana; 1801 – Funchal, 1883) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Filha de João José Mode no e de An ónia Rosa, na u al do A co de São Jo ge, onde nasceu em 1801. Fez o os em 1816. Só o Emília Romana do Empí eo (ou Empí io) oi esc i ã e abadessa do Con en o de Nossa Senho a da Enca nação do Funchal, no iénio de 1831 a 1833. Foi elei a du an e á ios iénios como abadessa do mos ei o (1837-1840, 1843-1846, 1849-1852, 1855-1858, 1861-1864, 1867-1870, 1873-1876 e 1879-1882). Faleceu a 11 de e e ei o de 1883. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Só o Emília Romana do Empí eo consolidou as con as do con en o e man e e co espondência com di e sas en idades, documen os ainda po iden i ica . A adminis ação do con en o encon a-se desc i a no a qui o do Con en o de Nossa Senho a da Enca nação que se encon a epa ido en e o A qui o Nacional da To e do Tombo e o A qui o Regional e 40 Biblio eca Pública da Madei a. É indispensá el ealça as di iculdades que os con en os emininos madei enses en en a am com a ex inção das o dens eligiosas em Po ugal, es ipulado pelo Dec e o e Ins uções de 31 de maio de 1862, do Minis é io e Sec e a ia de Es ado dos Negócios da Fazenda, que execu ou a Lei de 4 de ab il de 1861. Os egis os ei os po es a eligiosa dão con a das di iculdades que a ins i uição a a essa a. 3. DA AUTORA. Po ugal. A qui o Nacional To e do Tombo. Con en o de Nossa Senho a da Enca nação do Funchal. Regis o de ecei a e despesa, L. 38, L 46. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Fon ou a, O ília Rod igues, As Cla issas na Madei a: uma p esença de 500 anos. Funchal: Cen o de Es udos de His ó ia do A lân ico, 2000, p. 174, 189; Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055. EMILY GENEVIEVE SMITH (F ança; 1817 — Reino Unido; 1877) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Nascida Emily Gene iè e Simpson, nasceu em Pa is a 31 de agos o de 1817. E a ilha de Hen i Hanson Simpson, o iundo de Ba h (Reino Unido), e de Ma y Anne Dube ley. Recebeu esme ada educação em piano, can o, pin u a e a queologia. Casou-se com o e e endo Reginald Sou hwell Smi h a 25 de e e ei o de 1836 e i e am doze ilhos. A doença do seu ma ido ob igou à amília a muda -se pa a Ven no , na ilha de Wigh , e, pos e io men e, pa a a ilha da Madei a, em ou ub o de 1840. Ins alados no Funchal na Quin a da No a, onde pe manece am ce ca de dois anos, Emily Smi h isi ou a ilha e e a ou paisagens madei enses nas suas agua elas, como o céleb e nau ágio do b igue Da , em 1842. Faleceu em Lond es a 27 de ab il de 1877. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Emily Gene iè e Smi h deixou diá ios ( espei an es aos anos de 1836, 1841, 1852, 1858 e 1866) e 98 agua elas que se conse am no Museu Quin a das C uzes no Funchal e no Do se A chi es Se ice. Publicou “A Pano amic iew o he Ci y o Funchal, in he Island o Madei a” (1844). Na pa e in odu ó ia az uma sín ese demog á ica e geog á ica sob e a Madei a. No Museu Quin a das C uzes conse am-se di e sas agua elas da sua au o ia: "An A is 's S udy - Madei a", "Boy wi h Galinhas", "Câma a de Lobos", "Capela dos Milag es", "Coun y Woman o Madei a & boy wi h a Mache e", "D agon T ees a S . John's", "En ance o he Valley o S . Vincen ", "En ance o he Valley o he Ribei o G ande", "Homen em pé on he oad o Pico Rui o", "Ilheo Rock & Pon inha", "La go do Cha a iz", "Pa o The Cu al d' Pico G ande", "Peasan Gi l. S . Vicen e", "Quin a da No a", "Quin a da Palmei a", "Quin as o he g ea e (...) Angus ias", "San a C uz om M s Blandy's Quin a", "Scene on Madei a beach", "Scene on he Beach a Funchal", "Ske ch o Go e nmen House", "S . Vicen Chapel & Rock", "The "B azen Head". Bay o Funchal & Fo S . Iago", "The Peack Fo ", "Toma o Boy", "View in he Se a d'A goa Ra ine", "Vis a da Achada do G amacho, e casa do S . Luiz Acciaoly - 41 S a. Anna", "Vis a do Faial - Penha d'Águia o Eagle's ock as seen om he Co ados ange o moun ains", "W eck o he Ame ican B ig "C éole" (a sla e ) du ing he g ea S o m a Madei a in 1842", "W ecks o he Da & No o Beijinho". 3. DA AUTORA. ●1. A pano amic iew o he ci y o Funchal he island o Madei a. Weymou h: B.Benson, 1844, 4 . (h p://pu l.p /24025). ●2. Reino Unido, Do se Council. Do se His o y Cen e, Smi h Family o Wes S a o d A chi e (1836 – 19). Diá io de Emily Smi h (D-500-1/D-500-4). 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Go e no Regional da Madei a, “Smi h, Emily Gene iè e”. Museus da Madei a: pla a o ma online, acessí el h ps://museus.madei a.go .p /De alh esAu o ?au ho Id=765; Hoe, Susanna, Madei a. Women, his o y, books & places. Ox o d: Holo Books, 2004; Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055; Smi h, Ma ga e , F om Vic o ian Wessex The Dia ies o Emily Smi h 1836,1841,1852. No wich: Solen P ess, 2003. EMMELINE STUART WORTLEY MACKENZIE (Reino Unido; 1806 — Líbano; 1855) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Emmeline Cha lo e Elizabe h Manne s nasceu no Reino Unido a 2 de maio de 1806. E a ilha de John Hen y Manne s, V Duque de Ru land, e de lady Elizabe h Howa d. Lady Emmeline casou-se com o honou able Cha les S ua Wo ley Mackenzie a 17 de e e ei o de 1831. Após à mo e do seu esposo em 1844, con inuou a iaja na companhia da sua ilha. No ensejo de conhece as e as dos c is ãos p imi i os, pa iu pa a Bei u e onde aleceu de desin e ia a 20 de ou ub o de 1855. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Foi uma no á el poe isa, d ama u ga e iajan e b i ânica que isi ou os Es ados Unidos da Amé ica, o no e da Eu opa e o Médio O ien e. Publicou di e sas ob as que a segui lis amos: “London a Nigh , and o he Poems” (1834), “Unlo ed o Ea h, and o he Poems” (1834), “T a elling Ske ches in Rhyme” (1835), “The Village 's Cou ya d, and O he Poems” (1835), “The Knigh and he Enchan ess, wi h o he Poems” (1835), “The Village Chu chya d, and o he Poems” (1835), “The Visiona y: A F agmen , Wi h O he Poems” (1836), “The Visiona y, a F agmen , wi h o he Poems” (1836), “F agmen s and Fancies” (1837), “Hou s a Naples, and o he Poems” (1837), “Lays o Leisu e Hou s” (1838), “Queen Be enga ia's Cou esy, and o he Poems” (1838), “Sonne s, W i en Chie ly Du ing a Tou Th ough Holland, Ge many, I aly, Tu key, and Hunga y” (1839), “Angiolina del' Albano, o ,T u h and T eache y: A Play, in Fi e Ac s” (1840), “E a, o , The E o : A Play in Fi e Ac s” (1840), “Jai ah: a D ama ic Mys e y, and o he Poems” (1840), “The Maiden o Moscow: A Poem” (1841), “Alphonso Alga es,’ a play in i e ac s in e se” (1841), “Lillia B anca, a Tale o I aly” (1841), “Moonshine,’ a comedy” (1843), “Adelaide” (1843), “E nes Moun joy,’ a comedie a in h ee ac s in p ose” (1844), “On he App oaching Close o he G ea Exhibi ion, and O he Poems” 42 (1851), “Two poems on he G ea Exhibi ion” (1851), “T a els in he Uni ed S a es, e c., du ing 1849 and 1850” (1851) “A Visi o Po ugal and Madei a” (1854). 3. DA AUTORA. A Visi o Po ugal and Madei a. London: Chapman and Hall, 1854, 483 p. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055; Sil a, An ónio Ribei o Ma ques da, Passa am pela Madei a: ex os de au o es anglo-saxónicos que isi a am a ilha (1687-2000), Funchal, Emp esa Municipal Funchal 500 Anos, 2008, p. 213. ESTELA DA SILVA (Funchal; 1891? – Ibid; ?) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Desconhecemos dados sob e a sua ida, de ido à exis ência de á ias Es elas da Sil a coe âneas. Inclinámo-nos pa a o ac o de se ilha do pin o Hen ique Augus o da Sil a e de Ma ia da Pu i icação da Sil a, na u al de San a Luzia (Funchal), onde nasceu a 1 de dezemb o de 1891. Desconhecemos quando aleceu. 2. LEGADO DOCUMENTAL. O único poema que se conhece in i ula-se “T o as” publicado no “Almanach madei ense pa a 1905”, sendo c í el que enha publicado aos 13 anos de idade uma canção de amo . 3. DA AUTORA. ”T o as” (Incipi : “Tu és u ilan e es ela”). In Rod igues, Sabino Joaquim (ed.), Almanach madei ense pa a 1905. Funchal: Typ. do «Di ei o», 1904. EUGÉNIA MARIA CLARA DE NÓBREGA (San ana; 1880 — Funchal; 1970) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Eugénia Ma ia Cla a de Nób ega nasceu em San ana a 13 de dezemb o de 1880 e bap izada na Ig eja Pa oquial de San ana. E a ilha do docen e e poe a Jo ge Luís de Nób ega (1850-1884) e da p o esso a Ma ia Cla a Pe ei a e Nób ega, na u ais do Funchal, mas casados em San ana, em 1879. Tal como seus pais, seguiu a ca ei a da docência, endo se ido nas Escolas Masculinas e Femininas de Câma a de Lobos, desde o ano de 1910 a é à sua aposen ação em 1944. Foi uma das undado as da “Associação das Damas de Ca idade de Câma a de Lobos” em 1929. Eugénia Ma ia Cla a de Nób ega pe cenceu à O dem de São Vicen e de Paulo. Foi ag aciada pelo Go e no as insígnias de O icial da Ins ução Pública a 2 de ab il de 1946. Foi, ainda, homenageada a 26 de agos o de 1966 em sessão solene da Câma a Municipal de Câma a de Lobos. Faleceu no Asilo de Mendicidade e Ó ãos a 12 de ou ub o de 1970. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Eugénia Ma ia Cla a de Nób ega colabo ou na imp ensa unchalense, especialmen e n’ “O Jo nal”. No “Di io de No ícias”, é desc i a a ce imónia po meno izadamen e, pa a aseando o discu so da “ ene anda P o esso a” quando ecebeu as insígnias da O dem da Ins ução Pública em 1945. Desconhecemos ou a p odução da sua au o ia. 3. DA AUTORA. “Um sonho a bo do da aga a “D. Fe nando”. In “O Jo nal”, 11-10-1950. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. F ei as, Manuel Ped o, “Associação das Damas de Ca idade de Câma a de Lobos”. Câma a de Lobos - Dicioná io Co og á ico: Edição elec ónica, s.d., s.l. 1986. Funchal. [Consul a: 19-03-2019]., h p://www.concelhodecama adelobos 43 .com/diciona io/associacao_damas_ca idade_cama a_lobos.h ml; Ma ino, L., Pano ama Li e á io do A quipélago da Madei a: No a biobibliog á ica: Nób ega, Eugénia Ma ia Cla a de [em linha], 1986. Funchal. [Consul a: 19-03- 2019]. h ps://a qui o- abm.madei a.go .p /de ails?id=667410 . EULÁLIA ÁGUEDA ABREU NUNES PAQUETE (Funchal; 1886 — Ibid.; 1947) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Eulália Águeda Nunes Paque e nasceu em São Ped o (Funchal), a 5 de e e ei o de 1886. E a ilha de João Augus o Nunes Diabinho, cha adis a e poe a, e de Ca olina Adelaide Ab eu Nunes e esposa do comendado Edua do Simões Dias Paque e. Foi mãe de D . Edua do Paque e, Rena o Paque e e de Edi e Paque e. Faleceu no Mon e (Funchal) a 8 de ab il de 1947. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Assinando os seus ex os como Agda, deixou poesias e cha adas na imp ensa insula e em almanaques, como o “No o Almanaque de Lemb anças Luso-B asilei o”, “Di io Popula ”, “Di io da Madei a, Di io de No ícia” se no “Almanaque Ilus ado do Di io da Madei a”, g ande pa e po iden i ica . 3. DA AUTORA. ●1. “Velas”. In Ma ino, Luís, Musa Insula , Funchal, Eco do Funchal, 1959, p. 364. ●2. “Enigma pi o esco”. No o almanaque de lemb ancas Luso-B asilei o pa a o ano de 1907, p.32. ●3. “Cha ada”. No o almanaque de lemb ancas Luso- B asilei o pa a o ano de 1908, p. 32. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055; Ma ino, L., Pano ama Li e á io do A quipélago da Madei a: No a biobibliog á ica: Paque e, Eulália Agda Ab eu Nunes [em linha], 1986. Funchal. [Consul a: 19-03-2019]. h ps://a qui o- abm.madei a.go .p /de ails?id=667509 . EVELYN WARD EVERETT-GREEN (Reino Unido; 1856 — Funchal; 1932) 1. NOTA BIOGRÁFICA. E elyn Wa d E e e -G een nasceu em Lond es a 17 de no emb o de 1856. C esceu no seio de uma amília dedicada às a es, ilha de Ma y Anne E e e G een e de Geo ge Pycock G een. E elyn E e e -G een es udou no Bed o d College (1872-1873) e no London Academy o Music. Em 1911, ixou esidência na Madei a, onde i eu na Quin a Pico de São João, onde aleceu a 23 de ab il de 1932. 2. LEGADO DOCUMENTAL. E elyn E e e -G een oi uma p olí ica esc i o a inglesa, endo publicado mais de 350 í ulos de icção, desde li e a u a in an il ao omance his ó ico, pa e dos quais esc i os na Madei a, com di e sas eedições. Assinou ex os com di e sos pseudónimos, como H. E., Cecil Adai , E. Wa d, E elyn Da e. Ela oi uma das au o as mais endidas da edi o a S anley Paul. Po ém, na i agem pa a o século XX, as suas pe sonagens e am conside adas mui o conse ado as. No en an o, as suas pe sonagens emininas são e a adas em ambien es domés icos, pa a e idencia uma o ma de au o idade eminina. Eis alguns dos seus p incipais í ulos: “Lady Temple's G andchild en” (1883), “Paul Ha a d's 44 campaign, o , A he o in hospi al” (1883), “Leno e Annandale's S o y” (1884), “To wood's T us ” (1884), “Two London Homes” (1884), “Cu hbe Coningsby” (1884), “The Co age and he G ange” (1885), “The Mis ess o Lydga e P io y” (1885), “M . Ha he ly's Boys” (1885), “Uncle Roge ou A Summe o Su p ises” (1885), “T ue o Himsel ou My Boyhood's He o” ( T ue To The Las )” (1885), “The E e sley Sec e s” (1886), “Winning he Vic o y” (1886), “The Hei ess o Wylming on” (1886), “The Head o he House” (1886), “A Child wi hou A Name” (1887), “The Las o he Dac es” (1887), “Join Gua dians” (1887), “He Husband's Home” (1887), “Dulcie's Li le B o he ” (1887), “Ou Winnie” (1887), “Temple's T ial” (1887), “Li le Lady Cla e” (1888), “Two En husias s” (1888), “Dodo, an Ugly Li le Boy” (1888), “Ru h en o Ru h en” (1888), “Dulcie and To ie” (1889), “The Li le Midshipman” (1889), “Ma cus S a o d's Cha ge” (1889), “Mi iam's Ambi ion” (1889), “My Black Sheep” (1889), “My Boynie” (1889), “Monica” (1889), “Ve a's T us ” (1889), “Do o hy's Voca ion” (1890), “The Sec e o he Old House” (1890), “Cli e's Conques ” (1890), “Da ing Do ” (1890), “Miss Mey ick's Niece” (1890), “Li le Ru h's Lady” (1890), “Do o hy's Voca ion” (1890), “The S onge Will” (1890), “Syd's New Pony” (1890), “A Summe Holiday” (1890), “Si Aylme 's Hei ” (1890), “Oli e Lang on's Wa d” (1890), “The Wi ch o he Qua y Hu ” (1890), “Mischie ous Monc on” (1890), “Fi -T ee Fa m” (1891), “Dick Whis le 's T amp” (1891), “Be ie Cli on” (1891), “Da e Lo ime 's He i age” (1891), “M s Romaine's Household” (1891), “Dulcie's Lo e S o y” (1891), “Sydney's Sec e ” (1891), “Loyal Hea s” (1891), “In he Wa s o he Roses” (1892), “The Chu ch and he King” (1892), “The Doc o 's Dozen” (1892), “Wyhola” (1892), “A Holiday in a Mano House” (1892), “Old Miss Aud ey” (1892), “Falcone o Falconhu s ” (1892), “Don Ca los, Ou Childhood's He o” (1892), “Namesakes” (1892), “A Pai o Pickles” (1892), “Shadow-land” (1892), “The Lo d o Dyne o ” (1892), “E e ybody's F iend” (1893), “The G ea Show” (1893), “Li le Miss Vixen” (1893), “Golden Gwendolyn” (1893), “O e he Sea Wall” (1893), “The Wil ul Willoughbys” (1893), “Tom He on o Sax” (1893), “S . Wyn i h and I s Inma es” (1893), “Ronald Kennedy” (1893), “In he Days o Chi al y” (1893), “A He o o he Highlands” (1893), “F iends o Foes?” (1893), “S . Wyn i h and I s Inma es” (1893), “Maud Mel ille's Ma iage” (1893), “A e hough House” (1894), “Fla s” (1894), “Miss U aca” (1894), “Shu In” (1894), “My Cousin om Aus alia” (1894), “The Sec e Chambe a Chad” (1894), “The Family” (1894), “E il May-Day” (1894), “Kei h's T ial and Vic o y” (1894), “Los T easu e o T e lyn” (1894), “The Phan om B o he and he Child” (col., 1894), “A Di icul Daugh e ” (1895), “Ralph Roxbu gh's Re enge” (1895), “A G ea Indisc e ion” (1895), “The Sunny Side o he S ee ” (1895), “Judi h, he Money-Lende 's Daugh e ” (1895), “Eus ace Ma chmon ” (1895), “Du Da ling on” (1895), “Pa , he Ligh house Boy” (1895), “A S epmo he 's S a egy” (1895), “His Choice - and He s” (com H. Louisa Bed o d, 1895), “Enid's Ugly Duckling” (com H. Louisa Bed o d, 1896), “In Taun on Town” (1896), “Cycling Fo Ladies” (1896), “The 51 e pedagógica de con on a e de con ex ualiza écnicas ocais mui o di e sas. Além disso, oi uma pin o a au odida a, au o a de elas como “Salon des Indépenden s” e de e a os ep esen ando o p íncipe Yu i Tche kesso e Louis S auss, subsc i o como Gab iela Je ei e. 3. DA AUTORA. La Technique Vocale Simplemen Expliquée, Boulogne-su -Seine: Chez l'au eu , 1932, (73 p.), 19 cm. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Clode, Luís Pe e , Regis o Bio-Bibliog á ico de Madei enses: Sécs. XIX e XX, Funchal, Caixa Económica do Funchal, 1983, p. 466; Ma ino, L., Pano ama Li e á io do A quipélago da Madei a: No a biobibliog á ica: Tche ke so , Gab iela Ma cial Ja dim [em linha], 1986. Funchal. [Consul a: 19-03-2019]. h ps://a qui o- abm.madei a.go .p /de ails?id=668117 ; Telles, Ana, Luís de F ei as B anco (1890-1955): Pa cou s biog aphique e es hé ique à a e s l’oeu e pou piano. Sciences de l’Homme e Socié é. Uni e si é de Pa is 4, Pa is So bonne, 2009 [Consul a: 19-03-2019]. Disponí el em: < el-01214464>. GEORGINA DIAS DE ALMEIDA (Funchal; l. 1884) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Pouco se conhece a espei o des a au o a, possi elmen e apa en ada com Ca olina Dias de Almeida†. Apenas se conhece um poema publicado no poema na an ologia “Album madei ense de Poesias” (1884) de F ancisco Viei a. 2. LEGADO DOCUMENTAL. O poema de Geo gina Dias de Almeida, o único que se conhece publicado, é di igido a Leolinda, que de aco do com as “No as & Comen á ios pa a a His ó ia Li e á ia da Madei a” do Visconde do Po o da C uz, pode a a -se de D. Leolinda Ja dim Viei a, embo a no cabeçalho do poema seja e e ida D. Leolinda Dias D’Almeida. Es e poema alude ao ópico da memó ia da inocência pe dida, como e e e “Lemb a- e? E a eu jo em e u gen il c iança,/B incá amos ado ando o seixo, o esca céu…/Tudo e a nesse empo, o quê? – um ma d’espe ança!/Mas… c escemos ambas… oldou-se o nosso céu!/ […] Se poe isa eu o a, sim, da minha li a/Sol a ia um cân ico a i, ó Leolinda!/A e os desse empo em e sos esc e e ia,/Deixando- e no lbum uma saudade in inda!” (Viei a, 1884, p. 235). 3. DA AUTORA. “Poesia: na 3.ª página do Album da minha amiga e p ima, D. Leolinda Dias de Almeida”. In F ancisco Viei a (ed. li .), Album madei ense: poesias de di e sos auc o es madei enses. Funchal: Typ. Funchalense, 1884, p. 235; epubl. In Ma ino, Luís, Musa Insula , Funchal, Eco do Funchal, 1959, p. 160. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. B anco, Al edo de F ei as, No as & Comen á ios pa a a His ó ia Li e á ia da Madei a, ol. ii, Funchal, Edição Câma a Municipal do Funchal, s.d; B anco, Al edo de F ei as, No as & Comen á ios pa a a His ó ia Li e á ia da Madei a, ol. ii, Funchal, Edição Câma a Municipal do Funchal, s.d., p. 30a; Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055; Ne es, Cludia, “almeida, geo gina dias de” in Ap ende Madei a (a ualizado a 23.01.2017), h p://ap ende amadei a.ne /almeida- 52 geo gina-dias-de/; Viei a, F ancisco (o g.), Álbum Madei ense, Poesias de Di e sos Au o es Madei enses, Funchal, Typog aphia Funchalense, 1884. GERTRUDES COGOMILHO ACCIAIOLLY DE SAMPAIO (Funchal; 1885 — Ibid.; 1952) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Nasceu em San a Ma ia Maio a 23 de janei o de 1885. Ge udes Sampaio e a ilha do capi ão Guilhe me Quin ino de Sampaio e de Sebas iana Acciaiolly, sob inha do cha adis a Pe. Ca los Acciaiolly Fe az de No onha. Faleceu em S. Gonçalo a 15 de junho de 1952. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Dedicou-se ao cha adismo, à poesia e ao ea o, endo ep esen ado numa escola pa icula em San a Ma ia Maio com a comédia polí ica, “Uma ap eciação das g andes ob as do p og esso ou uma comédia de sadio egionalismo” do Pe. Ca los Acciaiolly. Colabo ou na e is a “Espe ança” e n’ “O Jo nal”, ex os po iden i ica . 3. DA AUTORA. ●1. “São F ancisco (1946)”. In Ma ino, Luís, Musa Insula , Funchal, Eco do Funchal, 1959, p. 359. ●2. “A ‘Espe ança’, no seu XVI ani e s io”. In “Re is a Espe ança”, 01-03-1935. ●3. “Maio ( e sos)”. “Re is a Espe ança”, n.º 3, 01-05-1935. ●4. “O Mo ganho a e ido” ( e sos). In “Re is a Espe ança”, n.º 6, 01-08-1935. ●5. “Despedida”. In “Re is a Espe ança”, n.º 7, 01-10-1935. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055; Ma ino, L., Pano ama Li e á io do A quipélago da Madei a: No a biobibliog á ica: Sampaio, Ge udes Cogomilho Acciaioly de [em linha], 1986. Funchal. [Consul a: 19-03-2019]. h ps://a qui o- abm.madei a.go .p /de ails?id=667798 . GUILHERMINA ADRIANA TEIXEIRA E SOUSA MONIZ (Câma a de Lobos; 1872 — Ibid.?; c. 1980) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Guilhe mina Ad iana Teixei a e Sousa nasceu em Câma a de Lobos a 1 de ma ço de 1872. E a ilha de João Gonçal es Teixei a e Sousa, na u al do Seixal, e da p op ie á ia Guilhe mina Cândida Teixei a e Sousa, mo ado es no sí io de Jesus Ma ia José. Foi bap izada a 1 de julho de 1872 na ig eja pa oquial de São Sebas ião de Câma a de Lobos. Casou-se com Abel da Sil a Moniz em 1892 na ig eja pa oquial de Nossa Senho a da G aça do Es ei o de Câma a de Lobos, mo ado a no sí io da Visinhança da Ig eja. Foi mãe da esc i o a Judi e Ad iana Teixei a de Sousa Moniz† (Mlle. Loup) e de Hen ique E nes o Teixei a Moniz (1893- 1972), des acado capi ão que lu ou na Fland es du an e a G ande Gue a (1914-1918). Desconhece-se a da a de alecimen o. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Guilhe mina Ad iana Teixei a e Sousa colabo ou na imp ensa unchalense sob o pseudónimos de Ma a Diniz. 3. DA AUTORA. Tex os não iden i icados em pe iódicos. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Ma ino, L., Pano ama Li e á io do A quipélago da Madei a: No a biobibliog á ica: Moniz, Guilhe mina Ad iana Teixei a de Sousa [em linha], 1986. Funchal. [Consul a: 19-03-2019]. h ps://a qui o- 53 abm.madei a.go .p /de ails?id=667331 . GUILHERMINA DOS SANTOS (Machico; 1896 — Ibid.?; c. 1980) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Guilhe mina dos San os nasceu no Caniçal (Machico) a 21 de maio de 1896, ilha do la ado João dos San os e de Ludo ina de Sousa. Foi bap izada na Ig eja Pa oquial de São Sebas ião (Caniçal). Casou-se com José Al es a 9 de e e ei o de 1914, em Machico, de quem icou iú a em 1962. Faleceu a 16 de janei o de 1983 na eguesia do Caniçal (Machico). 2. LEGADO DOCUMENTAL. Guilhe mina dos San os oi in o man e de ex os de adição o al e popula , compilada po Pe e Fe é e Ana Ma ia Ma ins a 4 de agos o de 1981, con ando a in o man e nessa al u a com 86 anos de idade. O seu con ibu o in eg a os ciclos de omances adicionais de assun o p o ano, endo eci ado “Quem ba e na minha po a, an as ho as de do mi ?/ Senho a, é ei João, que em pa a os se i ” (III.5), “Gandalucha, Gandalucha, ilha do conde de Al a ,/bem podias, Gandalucha, (…) a meu manda ” (2), “Le an ai- os, dona Aninhas, da ossa cama eal,/anda e se são se enas qu’andam no ma a can a ”, “O conde da Alemanha é casado, em amília./Senho pai, senho pai, mesmo esse é qu’eu que ia”. 3. DA AUTORA. Na qualidade de in o man e da adição o al e popula : ●1.“Quem ba e na minha po a, an as ho as de do mi ?”. In Fe é, Pe e e Bo o, Sand a, No o Romancei o do A quipélago da Madei a, Funchal: Funchal 500 Anos, 2008, p. 274-275 (n.º XVIII.5). ●2. “Le an ai- os, dona Aninhas, da ossa cama eal”. In Fe é, Pe e e Bo o, Sand a, No o Romancei o do A quipélago da Madei a, Funchal: Funchal 500 Anos, 2008, p. 64 (n.º VI.2). ●3. “Le an ai- os, dona Aninhas, da ossa cama eal”. In Fe é, Pe e e Bo o, Sand a, No o Romancei o do A quipélago da Madei a, Funchal: Funchal 500 Anos, 2008, p. 156-157 (n.º XIII.6). ●4. “O conde da Alemanha é casado, em amília”. In Fe é, Pe e e Bo o, Sand a, No o Romancei o do A quipélago da Madei a, Funchal: Funchal 500 Anos, 2008, p. 214-215 (n.º XV.7). ●5. “Es a a na minha janela, casada de eze dias”. In Fe é, Pe e e Bo o, Sand a, No o Romancei o do A quipélago da Madei a, Funchal: Funchal 500 Anos, 2008, p. 31 (n.º III.7). ●6. “Donde indes, ca alei o? Senho a, enho da gue a”. In Fe é, Pe e e Bo o, Sand a, No o Romancei o do A quipélago da Madei a, Funchal: Funchal 500 Anos, 2008, p. 101 (n.º X.5). ●7. “J s’ap egoam as gue as, as gue as de D. João”. In Fe é, Pe e e Bo o, Sand a, No o Romancei o do A quipélago da Madei a, Funchal: Funchal 500 Anos, 2008, p. 473 (n.º XXIX.7). GUIOMAR MADALENA DE SÁ VASCONCELOS BETTENCOURT MACHADO DE VILHENA (Funchal; 1705 — Ibid.; 1789) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Guioma Madalena de Sá Vasconcelos Be encou Machado de Vilhena nasceu no Funchal a 24 de maio de 1705. E a ilha de F ancisco Luís de Vasconcelos e de Ma iana Inês de Vilhena, de ascendência nob e. Guioma de Sá Vilhena oi adminis ado a de á ios mo gadios, capelas e p op iedades u ais e u banas. Po mo e do seu i mão, João José 54 Vasconcelos Be encou , Guioma de Sá Vilhena assumiu a di eção da Con a ia de S. José da Sé do Funchal como juíza, assinando di e sos a os adminis a i os e dispondo de sine e p óp io. Foi uma no á el mulhe de negócios e p op ie á ia de uma o a de na ios me can es que es abeleciam o as de comé cio pela Eu opa, Ásia e Amé ica. Vi eu no palace e onde é hoje a Quin a Vigia e no Palácio de D. Guioma , à ua do Cas anhei o. Faleceu sol ei a, sem ge ação, a 15 de ma ço de 1789. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Conhece- se co espondência de i ada da sua a i idade como emp esá ia e p op ie á ia de as os domínios na Madei a. A sua co espondência encon a-se no A qui o His ó ico Ul ama ino in eg ado do A qui o Nacional da To e do Tombo. 3. DA AUTORA. ●1. Po ugal. A qui o Nacional da To e do Tombo, A qui o His ó ico Ul ama ino. Coleção. [Ca a de D. Guioma Madalena de Sá e Vilena, pa a Ma inho de Melo e Cas o, ag adecendo a p o ecção concedida acili ando a iagem da sua Gale a “Flo do Funchal”], 14-05-1784, Caixa n.º4, doc. 712-713. ●2. Po ugal. A qui o Nacional da To e do Tombo, A qui o His ó ico Ul ama ino. Coleção. [Ca a de D. Guioma Madalena de Sá Vasconcelos Be encou , (pa a o Ma quês de Angeja), pedindo-lhe a sua p o ecção a a o de seu i mão o D . João José de Sá. 04-06-1772, Caixa n.º17, doc. 4805. ●3. Po ugal. A qui o Nacional da To e do Tombo, A qui o His ó ico Ul ama ino. Coleção. [Reque imen o de D. Guioma Madalena de Sá Vilhena, pedindo passapo e pa a o Be gan im po uguês“N. S. das Ne es e San o An ónio”. comandado po F ancisco dos Passos e Oli ei a, pode emba ca e anspo a pa a Calcu a, o es o das pipas de inho, que não ha iam cabido a bo do da Nau“N S. do Mon e Ca mo”. comandada po José Rod igues Magalhães, nem da Gale a“N. S. do Mon e-Flo do Funchal”, comandada po Luiz de F ei as da Sil a],cx.n.º4, doc. 706. ●4. Po ugal. A qui o Nacional da To e do Tombo, A qui o His ó ico Ul ama ino. Coleção. [Reque imen o de Guioma Magdalena de Sá e Vilhena, p op ie á ia de uma casa de comé cio na Ilha da Madei a, expondo o caso do en io de uma ca ga pa a a Ilha de S. Miguel e exigindo os seus di ei os sob e a e e ida ca ga], 13-11-1734. Caixa n.º3, doc. 31. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Ba os, Be na de e, Dona Guioma de Sá Vilhena: uma mulhe do século XVIII. Funchal: Cen o de Es udos de His ó ia do A lân ico, 2001; Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055. HARRIET CHALMERS ADAMS (Es ados Unidos da Amé ica; 1875 — F ança; 1937) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Ha ie oi uma no á el esc i o a de iajens, explo ado a e o óg a a ame icana. Nasceu em S ock on, San Joaquin Coun y (Cali ó nia) a 22 de ou ub o de 1875, ilha de Alexand e Chalme s e de F ances Wilkins. Ha ie Adams ealizou á ias expedições po odo o mundo e publicou di e sos a igos pa a e is as como “Na ional Geog aphic Socie y”, “Ha pe 's Magazine”, “New Yo k 55 Zoological Socie y Bulle in”, “Wo ld's Wo k”, “Bulle in o he Pan Ame ican Unione Ladies Home Jou nal”. Po mo i o de não admissão de mulhe es como sócias da “Na ional Geog aphic Socie y”, Ha ie Chalme s Adams undou a “Socie y o Woman Geog aphe s” em 1925 e oi p esiden e desse o ganismo em 1933. Visi ou a Madei a em 1934 e os Aço es, em 1935. Faleceu em Nice (F ança) a 17 de julho de 1937. 2. LEGADO DOCUMENTAL. A sua isi a à Madei a oco eu en e se emb o e dezemb o em 1933. No en an o, Ha ie Adams mencionou e es ado na Madei a em 1919. Publicou no n.º 66 (1934) o a igo "Madei a he Fluo escen ", no “Na ional Geog aphic Magazine”, com 20 o og a ias a p e o e b anco e 13 a co es po Wilhelm Tobien. 3. DA AUTORA. "Madei a he Flo escen ". In Na ional Geog aphic Magazine, n.º 66 (July 1934): p. 81-106. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Anema, Du lynn, 2004, Ha ie Chalme s Adams. Au o a, Colo.: Na ional W i e s P ess; Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055; Sil a, An ónio Ribei o Ma ques da, Passa am pela Madei a: ex os de au o es anglo-saxónicos que isi a am a ilha (1687-2000), Funchal, Emp esa Municipal Funchal 500 Anos, 2008. HELENA BEATRICE RICHENDA PARHAM (Reino Unido; 1862 – Fiji; 1947) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Na u al de Lond es, onde nasceu a 18 de no emb o de 1862, Helena Bea ice Richenda Saunde s e a ilha de Richa d Taylo Saunde s e de Ma y Ca oline Lindon. Casou-se em Á ica do Sul com o engenhei o de minas Cha les John Pa ham em 1896, com ge ação. Faleceu em Su a (Fiji) a 18 de dezemb o de 1847. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Helena Pa ham oi uma poe isa, iajan e, na u alis a e e nóg a a, au o a de ob as sob e egiões po onde passou como Madei a, Á ica, No a Zelândia e ilhas Fiji. Assinou ex os sob pseudónimo como Haine Why e e Ul a Ma ine. Publicou “Unde se ene skies” (s. d.); “Ne a he Pigling: a c azy ballad” (s. d.); “The Call o he Sudan” (s. d.); “Ly ics o he Vei Kau: island melodies” (1928); “The Lo e Sonne s o Seno a Ca illa Das Flo es” (1929); “In Yasi Land” (1931); “Names o a Few Fijian Plan s and Thei Bo anical Equi alen s” (1937); “Ea ly His o y o Vanua Le u” (1937); “Tales o a new plan a ion: na cagi le u and Rejeli” (1937); “Fiji Be o e he Cession. O , Ea ly His o y o Vanua Le u” (1941); “Fiji Na i e Plan s wi h Thei Medicinal and O he Uses” (1943); “Miscellaneous Ve ses and Documen s” (1947). Publicou com o pseudónimo Ul a Ma ine em “The Con en s o a Madei a Mail-Bag, O , Island E chings” (1880), sob e a sua es ada na Madei a na Quin a das Flo es com uma ia. São um conjun o epis ola des inado à sua mãe que i ia em Lond es. A sua es ada na Madei a ê-la-á despe ado o gos o pela bo ânica e e nologia, embo a a sua isão sob e os habi an es insula es não escape da isão p econcei uosa sob e os hábi os, isionomias, cu iosidades, es anhos aos ingleses. 3. DA AUTORA. The Con en s o a Madei a Mail-Bag, O , Island E chings. London: Mo an & Company, 1885, 129 p. (Pseud.Ul a 56 Ma ine). 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Baube a, Pa icia Odbe de, ”a madei a is a pelos ingleses”. In Ap ende Madei a, 2018, acessí el ia URL: h p://ap ende amadei a.ne /a- madei a- is a-pelos-ingleses; Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055. HUMA FREIRA ZELOSA DA VERDADE (Madei a; l. 1821) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Não se dispõe de dados a espei o da au o ia po de ás des e pseudónimo, que se c ê se de um au o madei ense. 2. LEGADO DOCUMENTAL. O ex o apa ece no p imei o jo nal publicado na Madei a undado e edigido pelo médico madei ense Nicolau Cae ano Be encou Pi a, mais especi icamen e no olume 1, núme o 28, de 6 de ou ub o de 1821. A ca a é di igida ao eda o como c í ica ao ex o de “Huma F ei a Cons i ucional”†, publicado no núme o 20 de 8 de se emb o de 1821. Na missi a, e e e que “Sendo eu huma das mais en usiasmadas em lê o seu in e essan e Pe iodico, con esso-lhe ancamen e que naõ sen í o mesmo p ase na lei u a do N. 20, em asaõ da Ca a que nelle i inse ida de huma F ei a Cons i ucional”. A “au o a” em em de esa sob e a c í ica ei a pela “Huma F ei a Cons i ucional” sob e a de icien e adminis ação dos con en os emininos. 3. DA AUTORA. [Ca a ao Redac o ]. In O Pa io a Funchalense, Funchal, Vol. 1, n.º 28 (06-10-1821). 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Al es, José Augus o dos San os, “O pa io a unchalense ou o elogio do con apode ”, In: Ac as do II Colóquio In e nacional de His ó ia da Madei a, Funchal, Comissão Nacional pa a as Comemo ações dos Descob imen os Po ugueses, 1990, p. 379-400. IDA LAURA PFEIFFER (Áus ia; 1797 — Ibid.; 1858) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Ida P ei e nasceu em Viena (Áus ia) a 14 de ou ub o de 1797, ilha de um come cian e de nome Reye . Casou-se com o médico D . P ei e , em 1820. Depois de en iu a em 1838 e de e c iado os seus ilhos, aos 45 anos endeu as suas p op iedades e o seu piano e consumou o seu sonho de da a ol a ao mundo. P ei e ez a sua p imei a expedição pa indo do po o de Hambu go em 1846 com des ino ao Rio de Janei o, seguindo depois, em 1847, com des ino a Valpa aíso no Chile. Fez escala no Taí i, em Macau, Hong Kong, Singapu a, Ceilão, Índia, Mesopo âmia, Pé sia, A ménia, Geó gia e Cons an inopla e A enas. Fez uma segunda expedição en e 1851 e 1854, pa indo de Ingla e a a é Á ica do Sul, ilhas Molucas, Bo néu, Es ados Unidos da Amé ica, Pe u, Colômbia e Equado . Ao longo das suas iagens omou no a dos hábi os e cos umes. Foi a p imei a mulhe a se acei e em sociedades de geog a ia em Pa is e em Be lim e lau eada pelo ei da P ússia pelo seu con ibu o à ciência. Faleceu em Viena, a 27 de ou ub o de 1858. 2. LEGADO DOCUMENTAL. No á el explo ado a e esc i o a, Ida P ei e publicou “Reise nach dem skandina ischen No den und de Insel Island” (1846), “Eine F au äh um die Wel ” (1850). Nes e li o menciona a sua passagem pelos a quipélagos da Madei a e de Po o 57 San o e das Caná ias. En e as di e sas iagens que a o nou a mais popula explo ado a do seu empo, publicou “Meine zwei e Wel eise” (1856) e “Reise nach Madagasca ” (1861). 3. DA AUTORA. Eine F auen ah um die Wel : Reise on Wien nach B asilien, Chili, O ahi i, China, Os -Indien, Pe sien und Kleinasien. 3 ols. Wien: C. Ge old, 1850. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055. ILDA FLORISBELA DE ASCENSÃO MIGUÉIS LEÇA (Funchal; 1890 — Funchal; 1973) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Ilda Flo isbela Miguéis Leça nasceu em San a Luzia (Funchal) a 17 de ab il de 1890, ilha de Manuel Miguéis e de Ma ia da Conceição Fe nandes. E a i mã do majo Manuel da Cos a Dias. Casou-se com o come cian e José do Nascimen o Leça, na Ig eja Pa oquial de São Ped o (Funchal) em 1910. Ilda Flo isbela de Ascensão Miguéis o mou-se no cu so de desenho o namen al na Escola Indus ial e Come cial de “An ónio Augus o de Aguia ”, onde oi p o esso a a é 1962. Faleceu no Mon e a 23 de ab il de 1973. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Ilda Flo isbela de Ascensão Miguéis é au o a de um discu so em homenagem ao majo João dos Reis Gomes, p o e ido em 1938. 3. DA AUTORA. “Discu so p o e ido na sessão de homenagem ao majo João dos Reis Gomes no dia 28 de dezemb o de 1938. In “Anu io da Escola Indus ial e Come cial ‘An ónio Augus o de Aguia ’, 1944-1945. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Ma ino, L., Pano ama Li e á io do A quipélago da Madei a: No a biobibliog á ica: Leça, Ilda Flo esbela Miguéis [em linha], Funchal, 1986 [Consul a: 19-03-2019]. Disponí el em: h ps://a qui o- abm.madei a.go .p /de ails?id=667112 . ISABEL ARUNDELL BURTON (Reino Unido; 1831 — Ibid., 1896) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Isabel A undell nasceu em Lond es a 20 de ma ço de 1831, ilha de Hen y Raymond A undell e de Eliza Isabel A undell. Pe encia a uma espei ada e abas ada amília ca ólica omana na Ingla e a, endo sido educada num con en o. Casou-se com Richa d Bu on, no á el esc i o b i ânico. Isabel Bu on deixou nume osos esc i os e icou celeb izada pelas suas iagens à Sí ia e à Pales ina. Publicou “The omance o Isabel Lady Bu on: he s o y o he li e old in pa by he sel and in pa by W.H. Wilkins” (1897), onde menciona a sua es ada, em 1863, na Madei a e nas Caná ias. Faleceu em Lond es a 22 de ma ço de 1896.2. LEGADO DOCUMENTAL. No seu “The omance o Isabel Lady Bu on” (1897), ez desc ição sob e o Funchal e isi a ao Pico do A iei o e ao Cabo Gi ão. Lady Bu on desc e e a sua p imei a imp essão sob e a ilha nes es e mos: “A glo ious sigh p esen ed i sel , p oducing a magical e ec upon he cold, we , di y, sea-sick passenge who had eme ged om his a ocious na i e clima e bu en days be o e. Pic u e o you sel a deep blue sky, delica ely in ed a he ho izon, no a cloud o be seen, he ocean as blue as he Medi e anean. The e was a wa m sun, 58 and a so and swee -smelling b eeze om he land, as o a oma ic he bs. A ising ou o he bosom o he ocean in splendou , a qua e o a mile o , bu looking in ini ely less dis an , we e da k moun ain masses wi h an as ic peaks and wild, ugged sides, sha ply de ined agains he sky and s eaked wi h snow, making hem esemble he anci ul cas les and peaks we can imagine in he clouds” (p. 190). (“Uma isão glo iosa ap esen ou-se, p oduzindo um e ei o mágico sob e o passagei o io, húmido, sujo e doen e do ma que eme gi a do seu a oz clima na i o, mas dez dias an es. Imagine pa a si um céu azul p o undo, delicadamen e ingido no ho izon e, sem e uma nu em, o oceano ão azul quan o o Medi e âneo. Ha ia um sol quen e e uma b isa sua e e adocicada da e a, como de e as a omá icas. Su gindo do seio do oceano em esplendo , a um qua o de milha de dis ância, mas pa ecendo in ini amen e menos dis an e, ha ia massas mon anhosas escu as com picos an ás icos e lados sel agens e aciden ados, ni idamen e de inidos con a o céu e iscados de ne e, azendo-os pa ece os cas elos e picos an asiosos que podemos imagina nas nu ens”, adução li e). 3. DA AUTORA. The omance o Isabel Lady Bu on: he s o y o he li e old pa by he sel and pa by W.H. Wilkins. New Yo k: Dodd, Mead & Co., 1897, 2 ols. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Baube a, Pa icia Odbe de. “a madei a is a pelos ingleses”. In Ap ende Madei a, 2018, Acessí el ia URL: < h p://ap ende amadei a.ne /a- madei a- is a-pelos-ingleses>; Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055. ISABEL DA MADRE DE DEUS (Madei a, sécs. XV-XVI) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Só o Isabel da Mad e de Deus oi uma eligiosa do Con en o de San a Cla a do Funchal, cujos dados biog á icos desconhecemos. 2. LEGADO DOCUMENTAL. De aco do com a “His ó ia Se  ica” de F . F ancisco da Soledade, Só o Isabel da Mad e de Deus oi au o a de uma c ónica in i ulada “Relação summa ia de a ias eligiosas que lo esce ão em i udes no Con en o de San a Cla a da Cidade do Funchal”, cuja localização desconhecemos. Ba bosa Machado c iou uma en ada com base nes a in o mação. No omo III da “His ó ia Se á ica” de F ei F ancisco da Soledade, O. F. M., e e e “Hũa memo ia manusc i a lhe chama D. Isabel, mas nos lhe damos o nome, q[ue] o Papa lhe assigna" (p. 351). 3. DA AUTORA. Relação summa ia de a ias eligiosas que lo ece ão em i udes no Con en o de San a Cla a da Cidade do Funchal, mss. [NI, apud Machado]. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Fa ia, F . F ancisco Lei e (coo d) San a Cla a e as Cla issas em Po ugal, VII Cen ená io do Nascimen o de San a Cla a (1193/94-1993/94), Lisboa, Biblio eca Nacional, 1994, p. 92; Fa inha, Ben o José de Sousa, Summa io de Biblio heca Lusi ana, Lisboa, na O icina da Academia Real das Sciencias, 1787, olume II, p. 424; Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de 59 Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055; Machado, Diogo Ba bosa Machado, Biblio heca Luzi ana: his ó ica, c í ica e c onológica, Lisboa Occiden al, na O icina de An onio Isido o da Fonseca, 1741-1759, olume II, p. 926; Soledade, Fe nando da, His o ia Se a ica da O dem dos F ades Meno es de S. F ancisco na P o incia de Po ugal. Vol. 3. Lisboa: na O icina de Manoel, & Joseph Lopes Fe ey a, 1705, p. 351, col. 2. ISABEL FRANCISCA DE SÃO JOSÉ (Funchal; 1679 – ibid; 1717) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Só o Isabel F ancisca de São José nasceu no Funchal a 2 de ab il de 1679. E a ilha do capi ão José de F ança Be engue e de Ma ia de Cas elo B anco, undado es do Mos ei o de Nossa Senho a das Me cês do Funchal. Ing essou aos oi o anos de idade nessa ins i uição eligiosa como educanda e p osseguiu a ida eligiosa nesse con en o. De aco do com No onha, Só o Isabel de São José e e um pe cu so u bulen o nesse cenóbio eminino. Faleceu no Funchal a 19 de maio de 1717. 2. LEGADO DOCUMENTAL. O i landês Pe. Miguel de Vi us, S. I.,incen i ou só o Isabel F ancisca de S. José a esc e e as suas memó ias. De aco do com Hen ique Hen iques de No onha, que dedica um capí ulo in i ulado “Memo ias de hua Se a de Deos a Mad e Izabel F ancisca de S. Jozeph”, e e e que es a eligiosa “esc e eu em hum cade no, po o dem do Seu Di ec o ; mas ecioza de que se iessem a sabe o en egou ao ogo”. (Memó ias secula es..., p.292-296). 3. DA AUTORA. Tex o des uído pela au o a, con o me e elado po Hen ique Hen iques de No onha. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Fon ou a, O ília Rod igues Fon ou a, As Cla issas na Madei a: uma p esença de 500 anos. Funchal: Cen o de Es udos de His ó ia do A lân ico, 2000, p. 264, 325-326; Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055; No onha, Hen ique Hen iques de, Memó ias secula es e eclesiás icas pa a a composição da his ó ia da Diocese do Funchal na ilha da Madei a. T ansc. Albe o Viei a. Funchal: Cen o de Es udos de His ó ia do A lân ico, 1996, p. 292-296. ISABELLA HURST FRANÇA (Reino Unido; ca. 1795 — Ibid.; 1880) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Nascida em Kensing on, Middlesex, po ol a de 1795, Isabella Hu s e a ilha do a qui e o Aa on Hen y Hu s . Casou-se em G eenwich com José Hen ique de F ança (1802-1886), ilho do mo gado madei ense José Sebas ião de F ança, come cian e em Lond es. Isabella de F ança eio à Madei a a 23 de julho de 1853. Faleceu em Sou hamp on a 20 de julho de 1880. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Isabella de F ança esc e eu um diá io sob e a sua es ada na ilha em “Jou nal o a isi o Madei a and Po ugal”, com agua elas da sua au o ia, que se conse am no Museu F ede ico de F ei as no Funchal. O seu diá io cons i ui uma espécie de ela o de uma iagem de núpcias, dado que a au o a casou aos 57 anos de idade. O casal pa iu de Lond es, no na io Eclypse, a 23 de julho de 1853, a é ao 60 Funchal, onde pe manece am du an e onze meses. Rela ou a sua passagem po Lisboa, Vigo e eg esso a Lond es. Deixou ambém agua elas que e a am momen os con ados no seu diá io de iagem, com emas como “The B oken Head”, “ Emba ka ion om Calhe a”, “ Landing in Funchal”, “ Cin a. Road o he Co k Con en ”, “Re u ning om a Picnic a Camacha”, “The Pinhei os. 3000 Fee abo e he Sea”, “Emba ka ion om Funchal. 4. A. M.”, “Judas”, “Theodosia”, “Rosa and Faísca”, “A Senho a ha de e paciencia. Road o he Cu al”, “The En ance o Funchal”, “Going up o he Moun ”, “Descen o he Rabaçal”, “The Fei o 's Homage”, “Ladei a das Ne es. Road o Caniço”, “The A i al in Lisbon”, “S Geo ge”, “The Foun ain a Cin a”, “Landing he Ladies a G a esend”, “The T iumphal Ca . S o An onio da Se a”, “The Laza e o”, “Coming down om he Moun ”, “Going o a Ball”. 3. DA AUTORA. ●1. Po ugal. Museu F ede ico de F ei as. Jou nal o a isi o Madei a and Po ugal 1853-1854, mss. h ps://museus.madei a.go .p /De alh esAu o ?au ho Id=391 ●2. Jo nal de uma isi a à Madei a e a Po ugal (1853- 1854). T ad. Cab al do Nascimen o. Funchal: Jun a Ge al do Dis i o Au ónomo, 1970. ●3. Vin e ilus ações do jo nal de uma isi a à Madei a: 1853- 1854. 2.ª ed. [Funchal]: Casa-Museu F ede ico de F ei as: DRAC, 1988. [72] p. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Li amen o, Ma co. “Madei a: a u opia de um pa aíso no ex o de Isabella de F ança”. Islenha n.º 52 (jan.- jun.-2013), p. 35-70; Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055; Sil a, An ónio C. da, “Homens e e nos no Funchal: imp essões da lei u a de pa ana pa a Isabella de F ança de José Viale Mou inho: po um lei o da mão de sangue.” Islenha, n.º 29 (Jul.-Dez. 2001), p. 16-24; Sil a, An ónio Ribei o Ma ques da, Passa am pela Madei a: ex os de au o es anglo-saxónicos que isi a am a ilha (1687-2000), Funchal, Emp esa Municipal Funchal 500 Anos, 2008. ISAURA ASCENSÃO MACHADO PACHECO SOARES DOS PASSOS JARDIM (Funchal; 1899 — Ibid.; 1980) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Isau a dos Passos Ja dim nasceu em S. Gonçalo a 10 de maio de 1899. E a ilha de An ónio Soa es de Passos, adminis ado do jo nal “O Madei ense”, eda o da e is a “Espe ança” e p op ie  io da Tipog a ia Camões, e de Amélia Capi olina Machado Pacheco Soa es de Passos e, ainda, i mã do esc i o madei ense Flo i al He menegildo de Passos. Isau a dos Passos casou-se com D . Albe o Figuei a Ja dim, an igo ei o do Liceu de Jaime Moniz e Go e nado Ci il Subs i u o do Dis i o do Funchal. Faleceu na cidade a 3 de ma ço de 1980. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Isau a dos Passos Ja dim no abilizou-se como poe isa, c onis a, con e encis a e colabo ado a assídua da imp ensa pe iódica, especialmen e no “Di io de No ícias”, “Di io da Madei a”, “Eco do Funchal”, “Modas e Bo dados” e “Pé ola do A lân ico” (Po o). Publicou “Con os e Paisagens da Madei a” (1950) e “Uma apa iga mode na” (1961). 67 Po o da C uz (Machico) a 18 de dezemb o de 1896, ilha de João de Cas o e de Ma ia Ma ques de Jesus. Foi bap izada na Ig eja Pa oquial de Nossa Senho a de Guadalupe (Po o da C uz). Casou-se com An ónio Caldei a, a 10 de junho de 1920, na eguesia de Po o da C uz, de quem icou iú a a 1977. Faleceu a 15 de ma ço de 1996 na eguesia do Mon e (Funchal). 2. LEGADO DOCUMENTAL. Joana Caldei a oi uma in o man e de ex os de adição o al e popula , compilada po Pe e Fe é a 6 de ab il de 1981, con ando a in o man e nessa al u a com 86 anos de idade. O seu con ibu o in eg a os ciclos de omances adicionais de assun o p o ano, endo eci ado “Hoje s’ap egoam as gue as, as gue as de D. João,/ Hei-de i po meu pai p’ ’ à gue a, po meu leal co ação.” (XXIX.35) e “Leona do, Leona do, /bem podias, Leona do, es a duas ho as comigo” (III.15). 3. DA AUTORA. Na qualidade de in o man e da adição o al e popula : ●1. “Leona do, Leona do”. In Fe é, Pe e e Bo o, Sand a, No o Romancei o do A quipélago da Madei a, Funchal: Funchal 500 Anos, 2008, p. 162 (n.º III.15). ●2. “Hoje s’ap egoam as gue as, as gue as de D. João”. In Fe é, Pe e e Bo o, Sand a, No o Romancei o do A quipélago da Madei a, Funchal: Funchal 500 Anos, 2008, p. 500 (n.º XXIX.35). JOANA HENRIQUES DE OLIVEIRA DE PAULA (Câma a de Lobos?; 1771 — Funchal; pos . 1821) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Joana Hen iques de Oli ei a nasceu a 14 de dezemb o de 1771, ilha do capi ão Manuel Hen iques de Oli ei a (na u al do Es ei o de Câma a de Lobos) e de Ma ia An ónia Galha do de O nelas Vasconcelos Cas o Leal (na u al de Câma a de Lobos). Foi bap izada na ig eja pa oquial de S. Ped o em 21 de dezemb o de 1771. Casou-se com D . F ancisco José de Paula em 1793 na ig eja pa oquial de S. Paula, com ge ação, mo ado es na ua das P e as. Desconhece-se da a de alecimen o. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Como iú a de F ancisco de Paula, Joana Hen iques de Oli ei a de Paula en iou um eque imen o em 1821 às Cô es Ge ais queixando-se se í ima dos "despó icos p ocedimen os" do co egedo da coma ca do Funchal ela i amen e a uma he ança que o pad e Manuel Fe ei a Ja dim, alecido em 1762, deixou a sua mãe. O despacho de 29 de dezemb o de 1821 e e iu que não e a da sua compe ência. 3. DA AUTORA. Po ugal. A qui o His ó ico da Assembleia da República. Co es Cons i uin es de 1821-1822. Comissão de Pe ições. Reque imen os não dis ibuídos às comissões. Reque imen o de Joana Paula Hen iques (PT-AHP/CGE/CPET/S2/ D787), 4 + 24 p. JOANA TERESA DA GLÓRIA (Madei a; sécs. XVII-XVIII) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Não se dispondo de dados biog á icos p ecisos, só o Joana Te esa da Gló ia oi eligiosa e esc i ã do Con en o de San a Cla a do Funchal. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Só o Joana Te esa da Gló ia oi esponsá el pela esc i u ação de a os adminis a i os do mos ei o de San a Cla a, no iénio que elegeu a Mad e Rosa Ma ia do Céu, elei a como abadessa em 1727. En e os códices da sua au o ia e i a-se a esc i u ação de ecei as e de despesas e e uadas no iénio de 1727 a 1730, que se conse a 68 a ualmen e no A qui o Nacional da To e do Tombo. 3. DA AUTORA. Po ugal. A qui o Nacional da To e do Tombo. Con en o de San a Cla a do Funchal. Recei a e despesa, 1727-1730 (Cód. e . PT/TT/CSCF/011/0003). 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055; Po ugal. A qui o Nacional / To e do Tombo. Con en o de San a Cla a do Funchal. Li o das Eleições de Abadessas e mais O iciais do Con en o de San a Cla a de N.ª Senho a da Conceição do Funchal, 1733, li . n.º 27, ól. 3. JOHANNA BOHNER (Alemanha, 1853 – Ibid., 1935) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Nascida em Mainz em 1853, Johanna Bohne e a ilha do come cian e Simon K ieg e de Luise Lipps. Em 1876 ealizou uma iagem sozinha po Á ica, onde conheceu o missionei o Hein ich Bohne (1842-1905) com quem casou e e e ês ilhos. Pe enceu à Sociedade Missionei a de Basileia, que en ia a jo ens apa igas pa a Á ica com o obje i o de pode em con ai o ma imónio com colonos eu opeus. Vi eu na colónia b i ânica do Gana e, a pa i de 1886, a amília mudou-se pa a os Cama ões, onde abalha am na adminis ação colonial alemã nessa egião. Em 1902, a amília eg essou à Alemanha. Faleceu em Kaise slau en, na Alemanha, em 1935. 2. LEGADO DOCUMENTAL. É au o a de con os e de ela os de iagens, como “In S u m und We e : eine ge ah olle Fah nach Kame un” (1915) com e e ências sob e a sua es ada na Madei a, e de con os como “Paul, de Vielsp achige” (1915), “Heini, de kleine Kame une ” (1915) e “Paul, de Vielsp achige” (1916). No seu ela o “In S u m und We e ” (“Con a en os e ma és”) e e e a sua passagem a bo do do apo Adolph Woe man, desde o po o de Hambu go e passagem pela Madei a, Caná ias a é aos Cama ões. Bohne e e e-se à Madei a nes es e mos: “wi o wunde schönen Insel Madei a, wo ewige F ühling he sch ” (“nós es i emos em en e à bela ilha da Madei a, onde impe a a e e na p ima e a”, adução li e). 3. DA AUTORA. “In S u m und We e : Eine ge ah olle Fah nach Kame un”. Aus den E inne ungen eine Missions au. Vol. 23. Basel: Missionsbuchhandlung, 1914, 16 p. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Socas, Elia He nández, Las Islas Cana ias en iaje as de lengua alemana. F ank u an Main: Pe e Lang, 2010, ISBN: 9783631608319; Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055. JOSEFA MARIA DA ENCARNAÇÃO (Madei a; séc. XVIII) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Esc i ã e eligiosa do Con en o de Nossa Senho a da Enca nação do Funchal. Não dispomos de dados conc e os sob e a sua ida. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Só o Jose a Ma ia da Enca nação con inuou o egis o do “Li o 1.º dos obi os des e con en o de N. S. da Enca nação que e e p incipio no anno de 1749”, iniciado po só o Ma ia Angélica da 69 Naza é†. 3. DA AUTORA. Po ugal. A qui o Nacional da To e do Tombo. Con en o de Nossa Senho a da Enca nação. Li o de Assen amen o de Óbi o do Con en o de Nossa Senho a da Enca nação do Funchal de 1749-1890, Li . 3 (Cód. e . PT/TT/CNSEF/004). 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055. JOSEFA MARIA XAVIER (Madei a; séc. XVII) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Só o Jose a Ma ia Xa ie oi eligiosa do Con en o de San a Cla a do Funchal. E a sob inha de An ónio de F ei as B anco, idalgo da Casa Real e conselhei o do Conselho da Fazenda e dou o em Cânones (1659- 1664). Desconhecemos ou os dados sob e a sua ida. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Só o Jose a Ma ia Xa ie esc e eu ca as de eo amilia di igidas a An ónio de F ei as B anco que se conse am manusc i as na Biblio eca da Ajuda. 3. DA AUTORA. Po ugal. Biblio eca da Ajuda. Coleção de documen os a ulsos. Ca as de Jose a Ma ia Xa ie pa a seu io [An ónio de F ei as B anco], 28-09-1689 (Con en o de San a Cla a), Ms. A . 54-IX-47, n.º297; 1690-05-25 (Ibid.) Ms. A . 54-IX-47, n.º300. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055. JOSEFINA AMÉLIA PINTO CARNEIRO PERESTRELO (Po o San o; 1844 – Funchal; ?) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Jose ina Pe es elo e a ilha de José Ped o Pe es elo e de Elisa Adelaide Pin o Ca nei o (na u al do Rio de Janei o, ilha do majo go e nado João Pin o Escó cio e de Ma iana Jacin a Pin o Ca nei o), a 16 de ma ço de 1844, ba izada na Ig eja Pa oquial de Nossa Senho a da Piedade a 29 de maio de 1844. Casou-se com o mili a Rod igo Ma ia José Pin o, de Lisboa, em 1862 na Sé do Funchal e mo ou na Rua dos Ingleses (Funchal). Não se dispondo de mais dados sob e a sua ida, desconhece-se a da a de alecimen o. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Colabo ou no “Di io de No ícias” do Funchal com aduções li e  ias em “A ma iquinhas” de Eugène Mulle e publicou em Lisboa “Fac os no  eis na his ó ia po uguesa e biog a ia do Ma quês de Pombal” (1882), com in odução de Ma ia José da Sil a Canu o. Re e e Canu o que “S. ex.ª não se es eia com assump os banaes. O seu li o é uc o de p o undos e ap imo ados es udos. Seduziu-a o g ande ul o da ac ualidade: e s. ex.ª não se con en ou com a apo heose do ma quez de Pombal.. oi busca a jus i icação dos seus ac os nas leis p imi i as da mona chia; no assen imen o successi o das es as co oadas; e acompanha o illus e minis o a é ao momen o em que, desp endido dos eno mes cuidados da sua ida labo iosissima ado mece no du o lei o da sepul u a; e en a nos dominios da inexo a el pos e idade” (p. 3). A au o a e e e na sua in odução, em jei o de “cap a io beneuolen iae”, que “Não é meu in en o, nem e ia o ças pa a ão 70 le an ados ôos, esc e e a his o ia ci cuns anciada do g ande ul o que se chamou Sebas ião José de Ca alho e Mello depois Conde de Oei as e mais a de Ma quez de Pombal; p e endo apenas com os elemen os que nos lega am his o iado es e collec o es de memo ias da epocha, eduzi a b e e ansun o os aços p incipaes da sua, no a el adminis ação, conco endo assim com uma pequenina pa e, po que pouco posso e sei, pa a emune a , po occasião do seu cen ena io, ac os que eem em si ensinamen o, e que podem se i de es imolo e exemplo” (p. 4-5). 3. DA AUTORA. ●1. “A Ma iquinhas: omance po Eugénio Mulle , e ido em po uguez po D. Josephina Pe es ello”. Diá io de No ícias, Funchal, n.º446 (16- 04-1878), p. 1; n.º448 (17-04-1878), p. 1-2; n.º449 (18-04-1878), p. 1-2; n.º451 (27-04-1878), p. 1-2; n.º453 (28-04- 1878), p. 1-2; n.º456 (30-04-1878), p. 1; n.º457 (01-05-1878), p. 1; n.º458 (03- 05-1878), p. 1; n.º459 (04-05-1878), p. 1-2; n.º460 (05-05-1878), p. 1-2; n.º461 (07-05-1878), p. 1-2; n.º462 (08-05- 1878), p. 1-2; n.º464 (10-05-1878), p. 1- 2; n.º465 (11-05-1878), p. 1-2; n.º466 (12-05-1878), p. 1-2; n.º467 (14-05- 1878), p. 1-2; n.º469 (16-05-1878), p. 1- 2; n.º471 (18-05-1878), p. 1-2; n.º472 (19-05-1878), p. 1-2; n.º475 (28-05- 1878), p. 1; n.º477 (25-05-1878), p. 1-2; n.º478 (26-05-1878), p. 1-2; n.º479 (28- 05-1878), p. 1-2; n.º481 (30-05-1878), p. 1-2; n.º482 (01-06-1878), p. 1-2; n.º484 (04-06-1878), p. 1-2; n.º485 (06-06- 1878), p. 1-2;n.º451 (27-04-1878), p. 1- 2; n.º486 (07-06-1878), p. 1-2; n.º487 (08-06-1878), p. 1-2; n.º488 (09-06- 1878), p. 1; n.º490 (13-06-1878), p. 2; n.º491 (14-06-1878), p. 1-2; n.º493 (16- 06-1878), p. 1-2; n.º494 (18-06-1878), p. 1. ●2. Fac os no  eis na his ó ia po uguesa e biog a ia do Ma quês de Pombal. Lisboa: Tip. de C is o âo Augus o Rod igues, 1882, p. 53, [1] . Acessí el ia URL h p://www.gu enbe g.o g/ iles/32869 /32869-h/32869-h.h m. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055. JUDITE ADRIANA TEIXEIRA DE SOUSA MONIZ (Funchal; 1894 – Ibid.; 1976) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Judi e Teixei a Moniz nasceu na eguesia de San a ma ia Maio a 16 de ma ço de 1894. E a ilha de Abel da Sil a Moniz e de Guilhe mina Ad iana Teixei a de Sousa Moniz. Foi p o esso a de la o es na Escola do Magis é io P imá io e i ou cu so na “Escola In an il de João de Deus” em Lisboa. Faleceu nes a cidade a 3 de janei o de 1976 e sepul ada no jazigo da amília em S. Ma inho a 9 de janei o de 1976. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Judi e Teixei a Moniz usou o pseudónimo Mlle. de Loup, endo colabo ado o “Di io da Madei a”, onde di igiu a secção eminina; colabo ou, desde 1937, no “Jo nal da Madei a” e no “Comé cio da Madei a”. Pa icipou com o D . William Clode na “Ho a de A e”, ealizado no Liceu Nacional do Funchal em 1954. Foi au o a de um opúsculo in i ulado “Bosquejos: c ónicas e imp essões” (1922), que eúne ex os publicados no jo nal “Comé cio da Madei a”, e con endo uma coleção de 37 pe is de 71 mulhe es da sociedade madei ense. 3. DA AUTORA. Bosquejos: c ónicas e imp essões. Funchal: Comé cio da Madei a, 1922. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. B anco, Al edo de F ei as, No as & Comen á io pa a a His ó ia Li e á ia da Madei a, ol. III, Funchal, CMF, 1949-1953, p. 201; Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055; Ma ino, L., Pano ama Li e á io do A quipélago da Madei a: No a biobibliog á ica: Moniz, Judi e Ad iana Teixei a de Sousa [em linha], 1986. Funchal. [Consul a: 19-03-2019]. Disponí el em: h ps://a qui o- abm.madei a.go .p /de ails?id=667336 . JULIA ANNE ELIZABETH TOLLEMACHE ROUNDELL (Reino Unido; 1845 — Ibid.; 1931) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Nascida no Reino Unido a 25 de junho de 1845, Julia Anne Tollemache e a ilha de Wilb aham Spence Tollemache e de Anne Tomkinson. Julia casou-se com Cha les Sa ile Roundell, em 1874, jogado de c íque e, ad ogado e polí ico libe al na Câma a dos Comuns em dois pe íodos en e 1880 e 1895. Julia Roundell aleceu em 25 de junho de 1931. 2. LEGADO DOCUMENTAL. É au o a de ou os í ulos, como “Cowd ay: The His o y o a G ea English House” (1884), “Ham house, i s his o y and a easu es” (1904) e “Lady Hes e S anhope” (1909). Julia Anne Elizabe h Tollemache Roundell esc e eu um ela o das suas iagens aos Aço es e à Madei a, em “A isi o he Azo es: wi h a chap e on Madei a” (1889). 3. DA AUTORA. A isi o he Azo es: wi h a chap e on Madei a. London: Bicke s & Son, 1889, 197 p. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055. JÚLIA DE MELO (Madei a; l. 1877) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Não se conhecem dados sob e es a au o a. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Júlia de Melo colabo ou no “Di io de No ícias” do Funchal, au o a de uma ca a c í ico-sa í ica di igida a Faus ino B azão: “O u u o é a Ideia. (…) Pe doe-me . ex.ª o meu epublicanismo de mulhe . Não epa e, peço-lhe. Sabe pe ei amen e que não sou a p imei a que allo assim. Na Ame ica, nesse paiz ma a ilhoso, onde es udam junc os os apazes e as apa igas, onde se denomina eschola – “une g ande amille où il n’y a que des é es e des soeu s qui se dispu en le p ix de l’é ude,” j uma omacis a, Beeche S ewe (sic), sen io o mesmo anspo e, que nol-o suge e semp e qualque pensamen o g ande e nob e”, ecomendando a Faus ino B azão que “mode e . ex.ª um pouco o seu genio des uido ”. (p. 3). 3. DA AUTORA. "Folhe im”. Di io de No ícias, n.º 97 (08-02-1877), p. 2-3. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias 72 e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055. JÚLIA GRAÇA DE FRANÇA E SOUSA (Funchal; 1897 — San a C uz; 1978) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Na u al de San o An ónio (Funchal), onde nasceu a 9 de janei o de 1897, Júlia G aça de F ança e Sousa e a ilha de João Ma ia F ança e Sousa e de Isabel Gló ia de F ança e Sousa. Fez o Magis é io P imá io e exe ceu a docência na eguesia de Gaula. Visi ou a San a Sé po ol a de 1933 e oi um dos memb os mais a i os da ação ca ólica eminina na Madei a. Dedicou-se à beneme ência, cujas ações esul a am na undação, em 1961, do Re úgio de S. Vicen e de Paulo pa a a Velhice Desampa ada, hoje Casa da Sag ada Família e Re úgio de S. Vicen e de Paulo. Faleceu em Gaula a 29 de ma ço de 1978. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Júlia G aça de F ança e Sousa assinou os seus ex os com o pseudónimo Uma Mulhe . Dis inguiu-se como esc i o a, jo nalis a, con e encis a e poe isa. Colabo ou p oli icamen e com a igos de con eúdo mui o di e so no “Di io da Madei a”, “Jo nal da Madei a”, nas e is as “A Mocidade”, “Espe ança”, “Acção Ca ólica”, “O P oco” e “O P o esso ”. O ien ou a uma publicação da Liga Escola Ca ólica, in i ulada “A Nossa Escola”. Colabo ou em  ios jo nais ca ólicos do con inen e como “A Voz” (1933) e “Pgina Feminina” (1935- 1938). Publicou “Noi ado de Duas Almas” (1940), “Luz do candeei o” (1943), “Ab i os olhos, oh mães!” (1950), “As ped as muda am-se em osas” (1953) e “Um a ojo: biog a ia do Pe. João Jo ge Be encou ” (1956). Encon a-se ep esen ada na an ologia poé ica “Musa Insula ” de Luís Ma ino. 3. DA AUTORA. ●1. “Quad os simples”. In “Re is a A Mocidade” (  ios núme os). ●2. “A Calúnia”. In “Re is a Espe ança”, n.º 5 de 01-07-1932 (assin. Uma mulhe ) ●3. “A moda de es u io”. In “Re is a Espe ança”, n.º 6 de 01-08-1932 ●4. “Uma ca a”. In “Re is a Espe ança”, n.º 7 de 01-09-1932 ●5. “Conside ações sob e uma ca a”. In “Re is a Espe ança”, n.º 8 de 01-10-1932. ●6. “Ca as anónimas”. In “Re is a Espe ança”, n.º 9 de 01-11-1932 ●7. “Uma isi a”. In “Re is a Espe ança”, n.º 10 de 01-12-1932 ●8. “Ma ia”. In “Re is a Espe ança”, n.º 11 de 01-01- 1933 ●9. “Um passeio com Ma ia”. In “Re is a Espe ança”, n.º 12 de 01-02- 1933 ●10. “Aquela pob e”. In “Re is a Espe ança”, n.º 1 de 01-03-1933 ●11. “A Ca idade”. In “Re is a Espe ança”, n.º 2 de 01-04-1933 ●12. “A minha úl ima desilusão”. In “Re is a Espe ança”, n.º 3 de 01-05-1933 ●13. “Ca a abe a”. In “Re is a Espe ança”, n.º 5 de 01-07- 1933 ●14. “Re u ando”. In “Re is a Espe ança”, n.º 4 de 01-06-1933 ●15. “Uma noi e sem lua ”. In “Re is a Espe ança”, n.º 6 de 01-08-1933 ●16. “A lei das compensações”. In “Re is a Espe ança”, n.º 7 de 01-09-1933 ●17. “A simpa ia”. In “Re is a Espe ança”, n.º 8 de 01-10-1933. ●18. “Reco dando. Como i e sen i na minha iagem a Roma”. In “Re is a Espe ança”, n.º 9 de 01-11-1933; n.º 10 de 01-12-1933; n.º 11 de 01-01-1934; n.º 12 de 01-02-1934; n.º 1 de 01-03-1934; n.º 2 de 01-04- 1934; n.º 3 de 01-05-1934; n.º 3 de 01- 05-1934; n.º 4 de 01-06-1934; n.º 5 de 01-07-1934; n.º 6 de 01-08-1934; n.º 7 de 01-09-1934; n.º 8 de 01-10-1934; n.º 9 de 01-11-1934; n.º 10 de 01-12-1934; 73 n.º 11 de 01-01-1935. ●19. “Ao M io”. In “Re is a Espe ança”, n.º 11 de 01-03- 1934. ●20. “Não manda os ilhos à Missa”. In “Re is a Espe ança”, n.º 1 de 01-03-1934; ●21. “A Madei a es ida de Noi a, Mon anhas cobe as de ne e em 1934”. In “Re is a Espe ança”, n.º 3 de 01-05-1934; “No idades”, de 21-02- 1938. ●22. “Respos a ex empo ânea”. In “Re is a Espe ança”, n.º 4 de 01-06- 1934. ●23. “Como ela se ingou”. In “Re is a Espe ança”, n.º 5 de 01-05- 1934. ●24. “A Nossa Casa”. In “Re is a Espe ança”, n.º 11 de 01-01-1935. ●25. “A Madei a a a de ”. In “Re is a Espe ança”, n.º 12 de 01-02-1935; “As no idades: Pgina Feminina”, 1935; ●26. “Dois oubos”. In “Re is a Espe ança”, n.º 1 de 01-03-1935; n.º 2 de 01-04-1935; n.º 3 de 01-05-1935. ●27. “A su p esa de Ma ia ngela”. In “Re is a Espe ança”, n.º 4 de 01-06- 1935. ●28. “Vol ando a s”. In “Re is a Espe ança”, n.º 5 de 01-07-1935. ●29. “Aquela manhã”. In “Re is a Espe ança”, n.º 6 de 01-08-1935. ●30. “Acabou uma en e is a”. In “Re is a Espe ança”, n.º 8 de 01-10-1935. ●31. “A passea ”. In “Re is a Espe ança”, n.º 8 de 01-10-1935. ●32. “Ja dim da Se a”. In “Re is a Espe ança”, n.º 9 de 01-11-1935. ●33. “Dois in elec uais”. In “Re is a Espe ança”, n.º 10-11 de 01-01- 1936. ●34. “A bo do do ‘Ga ião’”. In “Re is a Espe ança”, n.º 12 de 01-02- 1936. ●35. “Se eu soubesse eza assim”. In “Re is a Espe ança”, n.º 1 de 01-03-1936. ●36. “Ao ca alhei o de bo do do ‘Ga ião’”. In “Re is a Espe ança”, n.º 2 de 01-04-1936. ●37. “T oca de ca as”. In “Re is a Espe ança”, n.º 3 de 01-05-1936. ●38. “O ch de Alice”. In “Re is a Espe ança”, n.º 4 de 01-06-1936. ●39. “O Mundo não se pe de assim”. In “Re is a Espe ança”, n.º 5 de 01-07-1936; n.º 6 de 01-08-1936; n.º 7 de 01-09-1936; n.º 8 de 01-10-1936; n.º 9 de 01-11-1936; ●40. “Um adeus”. In “Re is a Espe ança”, n.º 5 de 01-07-1936; ●41. “Tens pena de pa i ” (poema). In “As No idades”, 14-09-1936; ●42. “A maledicência”. In “Re is a Espe ança”, n.º 10-11 de 01-01-1937; ●43. “Te um dia des es na ida”. In “Re is a Espe ança”, n.º 12 de 01-02-1937; ●44. “O que endeu uma pe gun a”. In “Re is a Espe ança”, n.º 1 de 01-03- 1937; ●45. “E l oi… a Missa No a”. In “Re is a Espe ança”, n.º 2 de 01-04- 1937; n.º 3 de 03-05-1937. ●46. “Aquele apaz”. In “Re is a Espe ança”, n.º 4 de 01-06-1937; ●47. “Cuidado!!!”. In “Re is a Espe ança”, n.º 5-6 de 01-07- 1937; ●48. “Te é ias”. In “Re is a Espe ança”, n.º 9 de 01-11-1937; ●49. “Con e sando”. In “O Jo nal”, 18-12- 1937. ●50. “Imp essão de Ve ão”. In “Re is a Espe ança”, n.º 10-11 de 20-12- 1937; ●51. “A é que en im” (poeme o). In “As No idades”, 24-01-1938. ●52. “Numa ho a de e dade”. In “Re is a Espe ança”, n.º 12 de 01-02-1938; ●53. “Oiça, S . Redac o ”. In “Di io da Madei a”, de 18-02-1938; ●54. “O alo da o ação sob e a acção”. In “Re is a Espe ança”, n.º 3 de 01-05-1938; ●55. “Milag es de Pé Tocklon”. In “Re is a Espe ança”, n.º 4 de 01-06-1938; ●56. “A ida em an as coisas”. In “Re is a Espe ança”, n.º 5 de 01-07-1938; ●57. “Acção Ca ólica. Responsabilidade indi idual e colec i a da ida c is ã”. In “O Jo nal” de 03-07-1938; 10-07-1938; 16-07-1938; 24-07-1938; 30-07-1938; 06-08-1938; 13-08-1938; 20-08-1938. ●58. “Sede de sangue”. In “Re is a Espe ança”, n.º 6 de 01-08-1938; ●59. 74 “Foi assim al e qual”. In “Re is a Espe ança”, n.º 6 de 01-08-1938; ●60. “Um es ímulo”. In “Re is a Espe ança”, n.º 7 de 01-10-1938; ●61. “À luz do candeei o”. In “O Jo nal”, 19-11-1938; ●62. “De luz apagada”. In “O Jo nal”, 17- 12-1938; ●63. “Vocês não êm emo sos”. In “O Jo nal”, 16-12-1939; ●64. Noi ado de Duas Almas: omance de apologé ica da dou ina ca ólica e da mo al c is ã. Lisboa: Imp ensa A ís ica, 1940, 263 p. ●65. Sessão solene de Cong a ulação de F a e nidade de Acção Ca ólica Feminina. In “O Jo nal” de 21-12-1940. ●66. “O abalho da mulhe ”. In “O Jo nal” de 10-05-1941. ●67. “A agens de Gaula, Da minha janela”. In “Eco do Funchal”, de 21-10- 1943 e 19-12-1943. ●68. À Luz do candeei o. Funchal: Tip. Eco do Funchal, 1943, 320, [5] p. (Romance dedicado ao p o esso ado p im io po uguês). ●69. Ab i os olhos, oh mães!: Con e ência em p ol da acção ca ólica, ei a em 15 de Ma ço de 1948 no Salão Pa oquial à uma assembleia de mães e P o esso as. Funchal: [s. n.], 1950, 35 p. (homenagem à Nossa Senho a da Conceição). ●70. As ped as muda am-se em osas: no e alho do meu omance. Funchal: Eco do Funchal, 1953, 62, [2] p. (con e ência ei a aos alunos do Magis é io P imá io, no Liceu Nacional do Funchal a 20-04-1953). ●71. “Tenho pena des a gen e. Discu so p o e ido na “Es ação Rdio Madei a”, 2.ª sessão adio ónica Cul u al de p opaganda con a o anal abe ismo e educação de adul os, p omo ida pelo jo nal “O Comé cio do Funchal” a 09-04-1954”. In “O Jo nal da Madei a”, 15-04-1954. ●72. Rumo ao la go: pano amas icen inos. Funchal: Li . Popula , 1955, 112 p. Com p e ácio do cón. Jo ge de F ei as. ●73. Um a ojo: biog a ia do Pe. João Jo ge Be encou . P e . Pe. João Viei a Cae ano. Funchal: [s. n.], 1956, 195 p. ●74. Vamos ao Re úgio, Vamos a Gaula. Funchal: ip. Popula , 1964 (publicado sem nome da au o a). ●75. Um Namo o (uma eco dação). Funchal, s. e., 1957, 223 p. ●76. Vamos ao Só ão (inéd.). ●77. “Re úgio de S. Vicen e de Paulo” (bene ício de “Re úgio” de S. Vicen e, em Gaula). Ma ço de 1967. ●78. “Vem comigo... ao pano ama do Re úgio de Gaula”. Ed. Ilus ada, da Casa da San a Família, 1974. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. B anco, Al edo de F ei as, No as e Comen á ios pa a a His ó ia Li e á ia da Madei a, III, Funchal, Câma a Municipal do Funchal, 1915-1953: p. 175-176; Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055; Ma ino, Luís, Musa Insula , Funchal, Eco do Funchal, 1959, p. 440; Ma ino, L., Pano ama Li e á io do A quipélago da Madei a: No a biobibliog á ica: Sousa, Júlia G aça de F ança e [em linha], 1986. Funchal. [Consul a: 19-03-2019]. h ps://a qui o- abm.madei a.go .p /de ails?id=668068 . JÚLIA HENRIQUETA DE FREITAS DE ABREU ESMERALDO (Madei a; séc. XIX) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Júlia Hen ique a de F ei as de Ab eu, na u al de Pon a Delgada (S. Vicen e), e a ilha do capi ão Filipe Joaquim de F ei as e Ab eu, na u al da ilha de S. Miguel (Aço es), e de Te esa Ge udes Figuei a da Sil a, 75 na u al de S. Vicen e, ambos mo ado es na eguesia de S. Ped o. Casou-se com o mo gado F ancisco An ónio Be encou A aújo Esme aldo na Ig eja de S. Ped o a 10 de maio de 1838. Foi mãe de João Be encou A aújo Ca alhal Esme aldo, isconde do Ribei o Real e 1.º conde do Ribei o Real. Foi p op ie á ia da capela de S o. Ama o, que doou ao monsenho Manuel Joaquim de Pai a. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Assinando os seus ex os como Júlia Esme aldo ou com pseudónimo E. na imp ensa esc i a madei ense, publicou um a igo “A mulhe ” no “A chi o Li e a io” (1863). O seu ex o e ela uma isão sob e o que de e se o papel da mulhe na sociedade: “encon al-a-heis semp e de amando bene ícios. – Aqui, a mãe ca inhosa deb uçada sob e o be ço do ilho; alli, a esposa, que so i desa ugando a on e sób ia do homem; acolá, mulhe piedosa e guendo aos Ceus p ece de amo ; além, elando sollici a junc o ao lei o do mo ibundo; - em odo o loga e semp e acompanhando o homem nos abalhos da ida” (p. 73). Ac escen a que se “a mulhe co espondendo aos dec e os da P o idencia, o mãe sábia e des elada, esposa iel, ilha obedien e e ca idosa”, o homem ambém o se . E ealça que a educação da mulhe é a cha e pa a o seu p og esso: “é p eciso que uma sábia educação, como o habil cinzel do esculp o , enha desbas a a udeza de seu espi i o, e mani es a as belezas e i udes que nelle se ence am.” (ibid.), conside ando a eligião como “ eg a e no ma de oda a sua ida” (p. 74). 3. DA AUTORA. “A mulhe ”. A chi o Li e a io, Funchal. Tomo 1 (17-06-1863): p. 73-74. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. An unes, Luísa, "Sua es modes os sons" - mulhe e poesia na imp ensa madei ense da segunda me ade do séc. XIX". In “As Mulhe es e a Imp ensa Pe iódica”, Vol. II, o g. Vânia Cha es, Isabel Lousada, Lisboa, CLEPUL, 2014, p. 189-209. JULIANA MARIA DA VITÓRIA (Madei a; séc. XVIII) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Só o Juliana Ma ia da Vi ó ia oi uma eligiosa cla issa do Con en o de Nossa Senho a da Enca nação, elei a abadessa pa a o iénio de 1782 a 1785. Não se dispõe de mais elemen os sob e a sua ida. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Só o Juliana Ma ia da Vi ó ia man e e co espondência com amilia es e oi esponsá el po a os adminis a i os do con en o ainda po iden i ica em á ios a qui os. 3. DA AUTORA. Po ugal. A qui o Nacional da To e do Tombo, A qui o His ó ico Ul ama ino. Coleção de documen os a ulsos. Ca a de Só o Juliana Ma ia da Vi ó ia, Abadessa do Con en o de Nossa Senho a da Enca nação, da ilha da Madei a, pa a D. Joana Te esa de Campos, ace ca da sua en ada e de suas i mãs, pa a o e e ido Con en o. S. D., Cx. 5, doc. 1026. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055. KÄTHE SCHMIDT KOLLWITZ (P ússia O ien al; 1867 – Alemanha; 1945) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Nascida em Königsbe g (hoje, Calining ado, Rússia) a 8 de julho de 1867, Kä he Kollwi z e a ilha de Ka l Schmid e de Ka he ina Schmid . Kä he 76 c esceu no seio de uma amília de enso a dos ideais socialis as. Casou- se com Ka l Kollwi z, médico de p o issão. E a conhecida como a is a e es udou numa escola de a es emininas em Munique. Faleceu em Mo i zbu g na Saxónia (Alemanha) a 22 de ab il de 1945. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Realizou exposições nas p incipais salas eu opeias e oi a p imei a mulhe a en a na Academia das A es da P ússia em 1920. Kä he Kollwi z esc e eu um diá io onde e e e a sua passagem pela Madei a em ab il de 1925. 3. DA AUTORA. Die Tagebuchblä e und B ie e. Be lin: Geb . Mann, 1948, 191 p. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055. KATHERINE ELIZABETH PERRY (Es ados Unidos da Amé ica; 1814 – Ibid; 1884) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Ka he ine Pe y nasceu em Sou h Ca olina (Es ados Unidos da Amé ica) em 1814, ilha de Phillip Pe y. Ka he ine Pe y casou-se em 1830 com Zacha iah O'Neal, com ge ação. Faleceu em T en on, Dade, no es ado da Geo gia a 10 de ab il de 1884. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Ka he ine Pe y esc e eu um diá io sob e a sua es ada na Madei a em 1844, cujo manusc i o icou na posse de M s. Maul e descenden es da amília Welsh. 3. DA AUTORA. ●1. Ex ac om he dia y o Miss Ka he ine E. Pe y, who came o Madei a Oc obe 1844 and li ed wi h he amily a a illa en ed om a M . Bianchi, mss. (col. pa .). ●2. Madei a agmen s/Edwa d Wa kinson Wells, Ka he ine E. Pe y. [Funchal?]: G aham Blandy, 1971. ●3. “A casa de campo de Vei ch ( ad. An ónio Ma ques da Sil a)”. A lân ico, n.º11 (1987), p. 233-238. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055; Sil a, An ónio Ma ques da, “A casa de campo de Vei ch”. A lân ico, n.º11 (1987), p. 233-238; Islenha, n. 11 (1987). KLARA LOTZIN FINCKE (Alemanha; 1859 — Ibid.?; ?) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Kla a Lo zin nasceu em Danzig (Alemanha) a 4 de dezemb o de 1859. Casou em segundas núpcias com Gus a Fincke, com quem i eu na i eu na Madei a a é 26 de ma ço 1904, quando pa iu pa a Lisboa no apo alemão “Lucie Woe mann”. Faleceu depois de 1915. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Publicou um a igo sob e a sua es ada na Madei a no jo nal “Die G enzbo en” (1907) e colabo ou em di e sos jo nais de exp essão ge mânica. 3. DA AUTORA. “Madei a”. Die G enzbo en: Zei sch i ü Poli ik, Li e a u und Kuns , Vol. 66 (1907), E s es Vie eljah ., p. 699-708. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. B ümme , F anz, Lexikon de deu schen Dich e und P osais en om Beginn des 19. Jah hunde s bis zu Gegenwa . Bd. 2. 6. Au l. Leipzig, 1913, p. 209; F ied ichs, Elisabe h, Die deu schsp achigen Sch i s elle innen des 18. und 19. Jah hunde s: Repe o ien zu deu schen Li e a u geschich e. Vol. 9. Sp inge -Ve lag, 2016; Macedo, L. S. 83 pescado es, que se chama o Ja dim do Ma e e a en ão o que há de mais sel agem e p imi i o. Ali habi a a um is e casa ão, elho sola da amília do meu ma ido, jun o a uma capela, onde es a am en e ados alguns dos seus a ós. Ha ia semanas in ei as de empo al, que nos deixa am incomunic eis como Robinson C usoé” (p. 12). Além dis o, Luzia oi uma esc i o a em con ínua p ocu a da sua oz, como e e iu em “Ca as do Campo e da Cidade” (1923): “eu não supo o aquelas esc i o as de quem se diz: êm a in eligência i il, esc e em como um homem...” (p. 195). Luzia oi uma econhecida e espei ada esc i o a do seu empo, especialmen e em cí culos in elec uais e salões li e á ios lisboe as. 3. DA AUTORA. ●1. “A lenda das es elas” in Co eio da Manhã, 08-01-1894 ●2. Os que se di e em: a comédia da ida. Lisboa: Succ. Galha do & Gomes, 1920, 229 p. ●3. Rindo e cho ando. Lisboa: Po uglia, 1922, 291 p. ●4. Ca as do campo e da cidade. Lisboa: Po ugália, 1923, 222 p. ●5. Sôb e a ida... sôb e a mo e: maximas e e lexões. Lisboa: [Imp. Lucas], 1931, 84 p. ●6. Almas e e as onde eu passei. Lisboa: Eds. Eu opa, 1936, 285 p. ●7. Úl ima osa de e ão: ca as de mulhe es. Lisboa: Li a ia Po uglia, 1940, 329 p. ●8. Lições da ida. Lisboa: Po ugália, 1941, 108 p. ●9. Dias que j l ão. Po o: Li . Ta a es Ma ins, 1946, 248, [2] p. ●10. Ca as d'uma agabunda. Lisboa: Po ugal Edi o a, [19--] 310, [2] p. ●11. “Ruas”, Bem Vi e (di . Fe nanda Cas o), ano 1, n.º 7, 1953, Lisboa; ●12. Po ugal, A qui o Regional e Biblio eca Pública da Madei a, Fundo Flo i al dos Passos, P osas de Luzia (1913/1955) (cód. e . PT/ABM/FPS/B/005-001) con endo os seguin es manusc i os: Cx. 1, doc. 95: "Ma ia de Sales". Pa is, 26 Ou . 1913; Cx. 1, doc. 96: "Manhãs do Hameau. II - O Rendez- os". 1916-1924; Cx. 1, doc. 97: "Gab iel. Mon Repos". No . 1917; Cx. 1, doc. 98: "Cla a". Lisboa, Ma . 1919; Cx. 1, doc. 99: "Vale ia" e "Pa aíso Pe dido". Po aleg e, Jun. 1922; Cx. 1, doc. 100: "Con o de ja dim". Po aleg e, Jun. 1922; Cx. 1, doc. 101: "Voz do Ma ...". Mon 'Es o il, Ab . 1924; Cx. 1, doc. 102: "Home Swee Home". Po aleg e, Mai. 1924; Cx. 1, doc. 103: "Ao Conde de A.". Lisboa, A enida Palace, 14 Jan. 1926; Cx. 1, doc. 104: "Lau a I. Na G ande Cla idade". Lisboa, Se . 1927 e "[Lau a] II. Es elas Caden es". Pau, Ago. 1928; Cx. 1, doc. 105: "P ima e a". Pau, Mai. 1928; Cx. 1, doc. 106: "Dame un Peu Ancienne". Pau, Mai. 1928; Cx. 1, doc. 107: "Tia e Sob inha". Hameau, Jun. 1928; Cx. 1, doc. 108: "A Capela". Hameau, Jul. 1928; Cx. 1, doc. 109: "Saudade". Hameau, Ou . 1928; Cx. 1, doc. 110: "Casas que Mo em". Pau, Ho el Gassion, 09 No . 1928; Cx. 1, doc. 111: "Companhei as". Hameau, Ou . 1930; Cx. 1, doc. 112: "Dia de Re olução". Funchal, 04 Ab . 1931; Cx. 1, doc. 113: "Amo ". Funchal, Ago. 1931; Cx. 1, doc. 114: "Ve ão da Madei a". Mon e, Madei a, Se . 1931; Cx. 1, doc. 115: "Ma ilde". Lisboa, Se . 1932; Cx. 1, doc. 116: "Ma ga ida". Lisboa, No . 1934; Cx. 1, doc. 117: "Lisboa Elegan e". Lisboa, Ma . 193. [sic]; Cx. 1, doc. 118: "Ca as a um Amigo". Funchal, Quin a da Palmei a, s.d; Cx. 1, doc. 119: "A Capela", ex o publicado, s.l., s.d. (C . o manusc i o o iginal a qui ado nes a sé ie, Cx. 1, n.º 108); Cx. 1, doc. 120: Folhas dispe sas não iden i icadas. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Azambuja, 84 Ma ia da G aça, "Luzia uma Esc i o a Esquecida", Eco Li e á io (Eco do Funchal), 01-03-1955; Clode, Luís Pe e , Regis o Bio-Bibliog á ico de Madei enses: Sécs. XIX e XX, Funchal, Caixa Económica do Funchal, 1983, p. 251ab; Conde, José Ma ins dos San os, Luzia: o Eça de Quei oz de saias. Po aleg e: Edição do au o , 1990; Das a es e da His ó ia da Madei a. Funchal: Sociedade de Conce os da Madei a. V.5, n.º25 (1957), p. 12-13; Flo es, Conceição, Cons ância Lima Dua e, and Zenóbia Colla es Mo ei a. Dicioná io de esc i o as po uguesas: das o igens à a ualidade, Ilha de S a. Ca a ina, Ed. Mulhe es, 2009, p. 171; Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055; Moniz, Ana Isabel, “«Eu passo em oda a pa e, não ico em pa e alguma». Luzia, um espí i o c í ico eminino”, In Vilas- Boas, Gonçalo e Ou ei inho, Ma ia de Fá ima, Annema ie Schwa zenbach e a li e a u a de iagens na Eu opa dos anos 30, Po o, A on amen o, 2013, p. 151- 160; Ne es, Cláudia So ia Sil a, O eino encan ado de Luzia: A c ónica da i ência e a e e na busca do Eu. Disse ação de mes ado, 2º Ciclo em Es udos Linguís icos e Cul u ais. (Funchal: Uni e sidade da Madei a), 2013, h p://hdl.handle.ne /10451/28700; Rod igues, Ma ia do Ca mo, “Luzia no Funchal”. Ma gem 2, n.º 25. 135-140. MARGARET EMILY SHORE (Reino Unido; 1819 — Funchal; 1839) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Ma ga e Emily Scho e nasceu em Bu y S . Edmonds, Su olk, a 25 de dezemb o de 1819. E a ilha de Thomas Sho e (1793-1863) e de Ma ga e Anne Twopeny. Emily Sho e c esceu numa amília de o ada à cul u a. As i mãs, A abella Sho e† and Louisa Ca he ine Sho e† (1824-1895), o am no á eis esc i o as b i ânicas, compa adas com as i mãs B on ë. Emily Sho e eio pa a a Madei a en e dezemb o de 1838 e 1839 pa a se cu a de ube culose. A amília eio a bo do do na io “Da id Lyon”. Emily aleceu no Funchal a 7 de julho de 1839. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Emily Sho e deixou um diá io que oi publicado pos umamen e em 1891, e oi au o a de di e sos ex os que pe manece am inédi os. O o iginal do seu diá io, con endo o seu au o- e a o, conse a-se na biblio eca da Uni e sidade de Delawa e (Es ados Unidos da Amé ica). No seu diá io, Emily Sho e egis a as suas i ências na Madei a, cons i uindo uma isão a pa i de den o sob e a ida de uma amília b i ânica que se deslocou à ilha po mo i os de saúde. No e-se que o ex o o iginal não co esponde necessa iamen e ao ex o publicado pelas suas i mãs em 1891, que con ém pa es expu gadas. Ga es conside a que Emily e a uma in elec ual diligen e e p ecoce, que se pode dep eende a a és do seu diá io. Abo dou emas como economia, li e a u a mundial e ciências da Na u eza. Como bo ânica e o ni óloga amado a, ela ca alogou o que se passa a à ol a da casa da amília e esc e eu dois ensaios sob e compo amen o de a es pa a a “The Penny Magazine”. Além disso, esc e eu his ó ias dos g egos, omanos e judeus, além de peças ea ais e poemas. A 85 amília Sho e enca ega a à Emily a educação das suas i mãs mais no as, A abella e Louisa. A mo e de Emily a ec ou-as p o undamen e, es ando p esen e nas suas ob as. No diá io de Emily Sho e e e e “I ha e jus hea d i , bu I know no hing mo e ye — he di icul ies a e ound o be oo g ea , and we canno go o Aus alia… I ha e now hea d o ano he plan sugges ed by Edwa d... He p oposes o us o go ou o Madei a. The clima e would, in all likelihood, es o e papa's heal h, which is b eaking as ; li ing mus be much cheape he e, and papa would ake wo li le boys as pupils... P obably he e would be in Madei a an ample ield o a u o like papa. Papa migh also engage he e in some li e a y wo k, which would jus sui his as e, and pe haps be e y success ul” (1891, p. 280). 3. DA AUTORA. ●1. Es ados Unidos da Amé ica. Uni e si y o Delawa e. Special Collec ions Depa men a he Mo is Lib a y. Jou nal. Mss. 097, i em 104. ●2. Jou nal o Emily Sho e. London: K. Paul, T ench, T übne & Co., L d., 1891; Re ised and expanded, edi ed by Ba ba a Timm Ga es. Cha lo es ille: Uni e si y P ess o Vi ginia, 1991. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Ga es, Ba ba a Timm, “When Li e W i ing Becomes Dea h W i ing: The Jou nal o Emily Sho e”. Li e a u e and Medicine, n.º 24, no. 1 (Sp ing 2005), p. 70-92; Ga es, Ba ba a Timm, “Sho e, (Ma ga e ) Emily (1819–1839)”. Ox o d Dic iona y o Na ional Biog aphy. Ox o d: Ox o d Uni e si y P ess, 2004 (h p://www.ox o ddnb.com/ iew/a ic le/25454, accessed 7 Jan 2013; Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055; Sil a, An ónio Ribei o Ma ques, Passa am pela Madei a. Funchal: Funchal 500 anos, 2008, p. 120-126, 213. MARGARET MORLEY CLOUGH (Reino Unido; 1803 – Ibid.; 1840) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Ma ga e Mo ley Clough nasceu em Doncas e (Reino Unido) a 3 de no emb o de 1803. E a ilha de William Mo ley e passou a in ância em Hull com os seus a ós, que e am missioná ios me odis as. Pe enceu à o ganização "The Ladies' Wesleyan Missiona y Associa ion" de Doncas e . Faleceu no Reino Unido a 27 de no emb o de 1840. 2. LEGADO DOCUMENTAL. É au o a de ca as in i uladas “Ex ac s om he jou nal and co espondence o he la e M s. M.M. Clough, wi e o he Re . Benjamin Clough, missiona y in Ceylon” (1829). Passou pela Madei a e Po o San o em maio de 1825. Re e iu-se ao Po o San o e à Madei a nes es e mos: “Ea ly his mo ning, o ou e y g ea joy, land appea ed; a ine ange o moun ains ea ed hei majes ic heads wes wa d; he name o which is Po o San o: hey a e ex emely ba en, qui e uncul i a ed, and, I belie e, he inhabi an s ew. Madei a we can jus pe cei e nea ly en eloped in clouds, he c aggy ops o he moun ains e ging abo e he snowy clouds, which appea o ha e been a es ed in hei ca ee by he owe ing ocks, which you migh ancy would bid de iance o he hand o ime: hese lo y hills a e bounded by he ho izon. To he eas we had a iew 86 o se e al clus e s o islands, called, om hei s e ili y and wan o inhabi an s, Dese as: upon he whole, he iew was in e es ing o one who had been dep i ed o nea ly a mon h o he sigh , o a nea app oach o land” (p. 44). 3. DA AUTORA. Ex ac s om he Jou nal and co espondence o he la e M s M.M. Clough: Wi e o he Re . Benjamin Clough, Missiona y in Ceylon. London: John Mason, 1840. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Twells, Alison, The Ci ilizing Mission and he English Middle Class, 1792-1857, Houndmills: Palg a e Macmillan, 2008. MARGARIDA DE OLIM MAROTE RAMOS (Machico; 1899 — Es ados Unidos da Amé ica; 1953) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Ma ga ida de Olim Ma o e Ramos nasceu em Machico a 27 de dezemb o de 1899. E a ilha do me ceei o José Augus o Olim Ma o e e de Ma ia Augus a de O nelas de Olim. Residiu nos Es ados Unidos da Amé ica e nos Aço es. Foi p esiden e do conselho “Ma ia da Fon e” e da “Benemé i a Associação Dia Madei ense” nos Es ados Unidos da Amé ica. Visi ou a sua e a na al em 1950 e colabo ou em di e sos jo nais e e is as, com ex os po iden i ica . Faleceu nos Es ados Unidos da Amé ica em 1953. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Dedicou-se à poesia e à declamação. Publicou em 1950 um opúsculo “O emig an e e a saudade” (1950). Luis Ma ino e e e no seu “Pano ama Li e  io” que inha incluído na an ologia “Musa Insula ” po lapso “Adeus Machico” como sendo da sua au o ia, e i icando a a -se de um amilia , João C ispim de Olim Ma o e, emig ado no B asil. 3. DA AUTORA. “O emig an e e a saudade”. [s.l.]: A es G á icas, 1950, 14 p. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055; Ma ino, L., Pano ama Li e á io do A quipélago da Madei a: No a biobibliog á ica: Ramos, Ma ga ida de Olim Ma o e [em linha], 1986. Funchal. [Consul a: 19-03-2019]. h ps://a qui o- abm.madei a.go .p /de ails?id=667661 . MARGARIDA DE SABÓIA PESTANA PEREIRA PINTO (Funchal; 1880 — Ibid.; pos . 1975) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Ma ga ida de Sabóia Pes ana Pe ei a Pin o nasceu no Funchal a 27 de no emb o de 1880 e bap izada na Sé Ca ed al (Funchal). E a ilha do come cian e José Pe ei a da Ressu eição e de Ma ia Ma ilde Pes ana Pe ei a, mo ado es na ua da Pon e No a (Funchal), na u ais de Câma a de Lobos. O seu pai oi p op ie  io da me cea ia “Pe ei a” na ua de João Gago. Fez es udos no Liceu Nacional do Funchal em 1918, especializando-se na á ea do comé cio. Em 1919, Ma ga ida de Sabóia e o seu pai emig a am o B asil, es abelecendo- se no Rio de Janei o. Em 1921, o seu pai aleceu no B asil. Casou-se com o come cian e e p op ie á io, Albe ino Pin o, de quem e e Cláudio José, Ana Ma ga ida e Ruy Manoel. No B asil, o seu esposo oi p esiden e do “O eão Po uguês” no Rio de Janei o, 87 acompanhando-o em di e sos e en os sociais da comunidade. Ma ga ida de Sabóia iajou pela Eu opa, passando po Po ugal, F ança, Suiça e I ália. Visi ou a Madei a em 1953 e eg essou ao B asil no ansa lân ico “Ve a C uz” a 19 de ab il de 1953. Desconhece-se da a de alecimen o, que e á sido depois de 1975. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Luis Ma ino e e e que Ma ga ida de Sabóia euniu in e e oi o poemas que in i ulou “Pedaços d’Alma”, que pe manece am inédi os desde 1920. Desconhecemos ou a p odução da sua au o ia. Encon a-se ep esen ada nos manusc i os “Musa Insula ”, “Poe as da nossa Te a” e “Pano ama Li e  io do A quipélago da Madei a”, onde diz que “No B asil, a nos algia e mgoas ace bas, ize am desab ocha na sua alma, a lo da poesia”. Publicou no “Comé cio do Funchal” com um poema “Soluço Nos lgico”, que ep oduzimos: “Longe de i, minha Pá ia idola ada,/Sin o minha alma quase a des alece ./E o meu pob e co ação, is e es emece/À ideia que dis an e posso mo e !// Ace ba é a saudade que de i sin o,/Causa-me um pesa que nem sei explica ./Como é is íssimo i e -se no exílio,/Sem e -se espe ança de à Pá ia ol a !// Não,não c eio que o bom Deus pe mi a al./Que ia an es de pa i p’ a e e nidade/Vol a ao meu que ido o ão na al,/E lá expi a , mi igando essa saudade!”. 3. DA AUTORA. “Soluço nos lgico: à minha can ada P ia, Ilha da Madei a”. In “Comé cio do Funchal”. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Ma ino, L., Pano ama Li e á io do A quipélago da Madei a: No a biobibliog á ica: Pin o, Ma ga ida de Saboia Pes ana Pe ei a [em linha], 1986. Funchal. [Consul a: 19-03-2019]. h ps://a qui o- abm.madei a.go .p /de ails?id=667610 . MARGARIDA JACINTA DE SANTA ROSA (Madei a; séc. XVIII) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Só o Ma ga ida Jacin a de San a Rosa oi esc i ã e eligiosa do Con en o de San a Cla a do Funchal. Desconhecem- se ou os dados sob e a sua ida. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Du an e o abadessado de só o Cole a Rosa de San o Agos inho, só o Ma ga ida Jacin a de San a Rosa esc i u ou as en e is as às no iças a pa i de 1742. Redigiu, ambém, ou os a os adminis a i os, documen os ainda po iden i ica nos a qui os. Foi elei a esc i ã en e 1740 e 1747. 3. DA AUTORA. Lisboa. A qui o Nacional da To e do Tombo. Au os de Pe gun as ei os às No issas do Con en o de San a Cla a do Funchal, 1742-1830 (Cód. de e . PT/TT/CSCF/004/0001). 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055. MARGARIDA LUÍSA CERVANTES (Funchal; séc. XVIII — Ibid.; ?) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Ma ga ida Luísa Ce an es (ou Sil an es) na u al da Sé, ilha de F ancisco An ónio Síl io e de Ana Ma ia Sil an es. Ma ga ida Luísa Ce an es casou na Sé a 14 de maio de 1795 com F ancisco Venceslau José, mo ado es na ua de San a Ma ia, com ge ação. Desconhece-se a da a de alecimen o, que e á oco ido en e 1830 e 1840. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Como iú a de 88 F ancisco Venceslau José, o eque imen o de 1822 de Ma ga ida Ce an es e e e "possui os p ecisos conhecimen os pa a a a da educação das pessoas do seu sexo", e pede que se c ie naquela localidade uma escola de meninas, "sus en ada pelo Es ado", con iando-lhe a ela "a di ecção". 3. DA AUTORA. Po ugal. A qui o His ó ico da Assembleia da República. Co es Cons i uin es de 1821-1822. Comissão de Ins ução Pública. Reque imen o de Ma ga ida Luísa Ce an es, 1822-02-23 (PT-AHP/CGE/CIP/S1/D66), 1 p. MARIA ALDA DA CÂMARA LEME ESCÓRCIO DRUMOND DE GOUVEIA (Funchal; 1862 — Machico; 1927) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Nascida na eguesia de S. Ped o, no Funchal, a 13 de no emb o de 1862, Ma ia Alda da Câma a Leme Escó cio D umond e a ilha de João Escó cio D umond da Câma a e de Cândida de Menezes Esme aldo da Câma a Leme, a ó ma e na do esc i o Ca los C is ó ão da Câma a Leme Escó cio de Be encou . Faleceu em Machico a 11 de julho de 1927. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Ma ia Alda D umond de Gou eia cul i ou a poesia. Apenas se conhece um ex o publicado po Luís Ma ino na sua “Musa Insula ” in i ulado a “A minha ilha”. T a a-se de um poema de con emplação en e necedo a de uma mãe ao ecém- nascido, como e e e: “Em minha alma ai, en im, apa ecendo/Uma espe ança e com ela i o enle ada!/Vies e pa a mim, oh! Fo mosa al o ada!/Acendes e a luz que aca ia mo endo!...//Quan as ezes em eu be ço deb uçada,/Quando em ua ace islumb o um so iso,/Eu gozo con igo um belo pa aíso…/Oh! Bendi a sejas u, ilha ado ada!//Alma pu a, mais b anca que o b anco a minho,/Onde eu leio como em li o abe o o undo,/En as ão aleg e e se ena no mundo/Qual no aconchegado ninho o passa inho.//Eu e a como esse dia que enece,/Te á pa a mim a ida um im ago a:/A as a as nu ens neg as des a au o a/E e aia es e dia que amanhece”. 3. DA AUTORA. “A minha ilha”. In Ma ino, Luís, Musa Insula , Funchal, Eco do Funchal, 1959, p. 231. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055; Ma ino, L., Pano ama Li e á io do A quipélago da Madei a: No a biobibliog á ica: No a biobibliog á ica: Gou eia, Ma ia Alda da Câma a Leme Escó cio D umond de [em linha], 1986. Funchal [Consul a: 19-03-2019]. Disponí el em: h ps://a qui o- abm.madei a.go .p /de ails?id=666466 . MARIA AMÁLIA COLARES MENDES ROCHA DE GOUVEIA (Funchal; 1867 — Ibid.; 1945) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Filha de João Joaquim Mendes e de Ma ia Cola es Mendes, Amália Cola es Mendes nasceu no Funchal a 1 de maio de 1867. Casou-se com Abel Rocha de Gou eia, uncioná io da Associação de Soco os Mú uos “4 de Se emb o de 1862”, em 1901 na pa óquia de San a Ma ia Maio . Foi mãe de Hen ique Rocha de Gou eia, coo denado e edi o do “Almanaque do Anunciado ”, e de Ca los Rocha de Gou eia e a ó da poe isa Ma ia Lise Rocha de Gou eia e 89 de Abel Gab iel Rocha de Gou eia. Foi p o esso a de piano e de música, dinamizando espe áculos, sa aus e euniões musicais na sua esidência. Em junho de 1925 ealizou um conce o de bene icência no Tea o Municipal. Colabo ou em alguns jo nais do con inen e e deixou algumas poesias inédi as, que não oi possí el iden i ica . Como p o esso a, ez pa e do cí culo de pianis as madei enses como Elisa D umond Ca egal, Ma ia Adelaide de Meneses, Flo ipes Gomes, Elisa Go jão Cai es, Ma ia da Conceição de Meneses San os Pe ei a, Angelina Pe ei a F ei as, Palmi a Pe ei a, Leono Fe az Leça e Ma ia Helena Po ugal Aze edo Ramos e Angélique de Bee Lomelino. Faleceu a 3 de janei o de 1945. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Cul i ou a poesia, po ém apenas se conhece um ex o publicado po Luís Ma ino na sua “Musa Insula ” in i ulado a “Adeus, Madei a”, usando o pseudónimo Lise. A pa ida da ilha e ela-se como um p ocesso de pe da de iden idade, onde a memó ia apenas ecupe a sons, chei os, isões, sensações da na u eza, e sos eple os de sines esias: “Adeus, minha e a linda,/Ja dim das mais belas lo es./Eu jamais ol ida ei/Teus encan os, eus p imo es./Adeus campos da Madei a,/Onde meu amo can ei./Adeus b isa pe umada./Adeus udo quan o amei./Quan a ez em eu egaço,/Repousando sob e lo es,/Eu ia uma ilusão,/A isão dos meus amo es!/Sac á io dos meus seg edos,/Tudo, udo eu deixo em i,/Sepulc o dos meus amo es,/A minha alma pai a ai”. Não se conhece ou a p odução poé ica da sua au o ia, que e á pe manecido inédi a. 3. DA AUTORA. “Adeus, Madei a”. In Ma ino, Luís, Musa Insula , Funchal, Eco do Funchal, 1959, p. 250. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Es ei ei o, Paulo, "O Piano no Funchal ao longo do século XIX: comé cio, epe ó io e ensino eminino." In 5 Olha es sob e o Pa imónio Musical Madei ense. Funchal: Gabine e Coo denado de Educação A ís ica e Associação Musical e Cul u al Xa abanda; Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055; Ma ino, L., Pano ama Li e á io do A quipélago da Madei a: No a biobibliog á ica: Gou eia, Amália Cola es Mendes Rocha de [em linha], 1986, Funchal [Consul a: 19-03-2019], Disponí el em: h ps://a qui o- abm.madei a.go .p /de ails?id=666913 . MARIA AMÉLIA DE MENEZES VAZ (San a C uz; 1886 — Se úbal; 1958) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Ma ia Amélia de Menezes Vaz nasceu em San a C uz a 3 de dezemb o de 1886. E a ilha do poe a An ónio Joaquim da C uz Vaz, na u al de Valença do Minho e uncioná io da Câma a Municipal de San ana, e de Ma ia Ma ilde Pe ei a de Menezes Vaz. E a i mã do cónego Fe nando Ca los de Menezes Vaz. Em 1925, Ma ia Amélia de Menezes Vaz pa iu pa a F ança, onde ez o no iciado na Cong egação da Ap esen ação de Ma ia, endo eg essado à Madei a, ado ando o nome de eligião I mã da Euca is ia. Foi Supe io a da Casa da sua Cong egação (P aze es, Calhe a) e p o esso a do 90 Lac á io (1928-1939). Foi uma das undado as do Colégio da Ap esen ação de Ma ia (1934-1945). Em 1954, pa iu pa a a Á ica po uguesa pa a se assis en e num colégio ca ólico e oi Supe io a Ge al do Colégio “D. An ónio Ba oso”. Reg essou a Po ugal, alecendo em Se úbal a 30 de ma ço de 1958, po mo i o de doença. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Dedicou-se à poesia, es ando os seus ex os dispe sos no “Di io da Madei a”, “Almanaque Ilus ado do Diá io da Madei a” e “He aldo da Madei a”, g ande pa e po iden i ica . Encon a-se ep esen ada na an ologia “Musa Insula ” de Luís Ma ino. 3. DA AUTORA. “P ima e a”. In Ma ino, Luís, Musa Insula , Funchal, Eco do Funchal, 1959, p. 368. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055; Ma ino, L., Pano ama Li e á io do A quipélago da Madei a: No a biobibliog á ica: Vaz, Ma ia Amélia de Menezes [em linha], 1986. Funchal. [Consul a: 19-03-2019]. h ps://a qui o- abm.madei a.go .p /de ails?id=668232 . MARIA AMÉLIA DE OLIVEIRA PAIS (Funchal; 1861 — B asil; 1890) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Ma ia Amélia de Oli ei a Pais, ou Ma ia Amélia de Jesus, nasceu em São Ma inho, esiden e no sí io da Chamo a, a 15 de agos o de 1861. E a ilha de José Pe ei a de Oli ei a e de Joaquina A sénia de Jesus, i mã do poe a José de Oli ei a Pe ei a Júnio . Casou-se com Manuel Gomes Pais na Ig eja de San o An ónio em 1876. Pa iu pa a o Rio de Janei o em 1890, onde o casal aleceu, í ima de eb e-ama ela. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Ma ia Amélia de Oli ei a Pais colabo ou no “No o Almanaque de Lemb anças Luso- B asilei o” (1884), pos e io men e ep oduzido na “Re is a Li e  ia” (1902). O seu esposo Manuel de Oli ei a Pais oi ambém poe a. O seu poema consis e numa celeb ação emo i a da ma e nidade. Começa com uns e sos de Tomás Ribei o que se e de mo e pa a as suas Glosas. T a a-se do único poema que se conhece des a au o a, que ep oduzimos a segui : “Tu és na ida a minha espe ança bela./Tu és a es ela que no céu assoma,/Tu és no p an o meu, con o o b e e!/Ai lo de ne e com doi ada coma!/Tu és um iso no sac á io da alma,/Tu és a palma que de amo colhi!.../Se um dia a so e e ouba em suma!/Que al o ! que a oma! Se não pe de aqui:/Tu és o lí io da mimosa pola,/Tu és a ola descan ando a ida./Tu és a imagem que meu pei o aninha,/Ai, osa minha, de ma iz es ida!/Tu és a no a que mu mu a: Elisa;/Tu és a b isa que meu seio hau i!.../Rosa de ab il en e lo es nascida;/Que amo ! que ida! que sonhei po i!”. 3. DA AUTORA. “A ec os”. No o Almanach de Lemb anças Luso- B asilei o pa a o anno de 1884 (1883), p. 296, p. 296; epubl. In Ma ino, Luís, Musa Insula , Funchal, Eco do Funchal, 1959, p. 74. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a 91 B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055; Ma ino, L., Pano ama Li e á io do A quipélago da Madei a: No a biobibliog á ica: Pais, Manuel Gomes [em linha], 1986. Funchal. [Consul a: 19- 03-2019]. h ps://a qui o- abm.madei a.go .p /de ails?id=667502 . MARIA ANGÉLICA DA NAZARÉ (Madei a; 1703 – Ibid; 1785) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Filha de Manuel Rod igues (ou Roiz) da Cos a e de Te esa Campos Soa es, casados na Sé em 1691, nasceu em 1703. Fez o os em 16 de janei o de 1713 e p o essou em 1731. Foi esc i ã e eligiosa do Con en o de Nossa Senho a da Enca nação do Funchal. Faleceu a 26 de ab il de 1785. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Só o Ma ia Angélica da Naza é assumiu ca go de esc i ã do Con en o Nossa Senho a da Enca nação do Funchal. Compôs o “Li o 1.º dos obi os des e con en o de N. S. da Enca nação que e e p incipio no anno de 1749”. 3. DA AUTORA. Po ugal. A qui o Nacional da To e do Tombo. Con en o de Nossa Senho a da Enca nação. Li o de Assen amen o de Óbi o do Con en o de Nossa Senho a da Enca nação do Funchal de 1749,1749,Li . 3 (Cód. e . PT/TT/CNSEF/004/0001). 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055. MARIA AUGUSTA DE LIMA VIEIRA DE ABREU (Funchal; 1900 – Lisboa; ?) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Nascida a 3 de dezemb o de 1900, Augus a Viei a de Ab eu e a ilha de João An ónio Viei a e de Ma ia Augus a Viei a, i mã de João So e o Viei a, C is ó ão Viei a, Jaime Se e ino Viei a, uncioná io da Jun a Au ónoma dos Po os do A quipélago da Madei a, do ealizado e cineas a madei ense Manuel Luis Viei a. Ma ia Augus a Viei a de Ab eu oi p o esso a e di e o a do Colégio O icial em E adal, Alen ejo, e no Colégio San a Isabel. Aposen ou-se em 1962 e esidiu em Lisboa desde 1950. Pa icipou no ilme do seu i mão na qualidade de a iz em "A Calúnia" (1926), in e p e ando a pe sonagem Luísa, mulhe de um pescado . Não se conhecem mais elemen os sob e a sua ida. 2. LEGADO DOCUMENTAL. De aco do com Luís Ma ino no seu monumen al “Pano ama Li e  io do A quipélago da Madei a” ( olume 1), Ma ia Augus a de Viei a de Ab eu é au o a de um omance que pe maneceu inédi o. Deixou colabo ação no "Eco do Funchal" en e 1944 e 1953. En e os seus p incipais con ibu os, ealçamos os con os “O ‘Câma a No a’”, "O Sac i ício", "A Es a ue a Queb ada", "A ependimen o Ta dio" e "Ja dim Maldi o". Publicou a lenda "Lenda, sob e a undação duma aldeia Alen ejana". É possí el que a sua p odução li e á ia se encon e dispe sa nos jo nais alen ejanos e lisboe as. 3. DA AUTORA. ●1. "O "Câma a No a" (Con o). In Eco do Funchal, de 26-04-1944; ●2. "Flo es". In Eco do Funchal, de 24-12- 1944; ●3. "O Sac i ício" (Con o). In Eco do Funchal, de 12-08-1945; ●4. "O T abalho Ru al". In Eco do Funchal, de 18-12-1945; ●5. "A Es a ue a Queb ada" (Con o). In Eco do Funchal, de 30-04-1946; ●6. "A ependimen o 92 Ta dio" (Con o). In Eco do Funchal, de 03-09-1946; ●7. "Lenda, sob e a undação duma aldeia Alen ejana". In Eco do Funchal, de 12-12-1946; ●8. "Amo pe ei o". In Eco do Funchal, de 27-04-1950; ●9. "Peni ência". In Eco do Funchal, de 25-12-1952; ●10. "Ja dim Maldi o" (Con o). In Eco do Funchal, de 08-03-1953. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Ma ino, L., Pano ama Li e á io do A quipélago da Madei a: No a biobibliog á ica: Ma ia Augus a de Lima Viei a [em linha], Funchal, 1986 [Consul a: 19-03-2019]. Disponí el em: h ps://a qui o- abm.madei a.go .p / iewe ?id=665850 &FileID=1708118. MARIA AUGUSTA DE ORNELAS E VASCONCELOS (Lisboa; 1869 — Pa is; 1957) 1. NOTA BIOGRÁFICA. O iunda de uma amília nob e madei ense dos Mo gados do Caniço, ilha do conselhei o Agos inho de O nelas e Vasconcelos Esme aldo Rolim de Mou a e Tei e, 14.º Senho do Mo gado do Caniço, e de Ma ia Joaquina de Saldanha da Gama, Ma ia Augus a de O nelas e Vasconcelos nasceu na Lapa, em Lisboa, 31 de maio ou 27 de ou ub o de 1869. P o essou em F ança a 7 de se emb o de 1899, na Cong egação de São José de Cluny, ado an o o nome de eligião de só o Ca a ina de Jesus C is o ou Ca he ine de Jésus-Ch is . Foi mad e supe io a no Ins i u o Pas eu em Pa is, conside ada pelo Monsenho Odelin como a “embaixa iz da Ca idade, jun o dos que so em”, condeco ada com a Comenda da Legião de Hon a de F ança a 3 de no emb o de 1919 pelo Go e no F ancês pela o ma he óica de como assis iu os e idos da G ande Gue a como supe io a do hospi al Pas eu . Foi assis en e ge al da cong egação e ice- p esiden e da Associação Nacional das En e mei as do Es ado F ancês. Em Po ugal, oi condeco ada com a Comenda da O dem Mili a de C is o de Po ugal. Faleceu em Pa is a 17 de ma ço de 1957. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Ca a ina de Jesus C is o es e duas ezes na Madei a em 1941 e 1948, onde deu con e ências sob e a sua a i idade como en e mei a, eligiosa e de enso a dos di ei os humanos. Publicou em em Pa is “Au che e de la sou ance: p écep es e conseils de mo ale hospi aliè e” (1936), com di e sas edições e aduções em di e sas línguas. 3. DA AUTORA. ●1. Au che e de la sou ance: p écep es e conseils de mo ale hospi aliè e. Pa is: École Sain -Joseph de Cluny, 1936, 172 p. ●2. “O C is o no Ga ajau. Uma “Quin a” na Camacha”. In “Re is a Espe ança”, n.º 3, de 01-05- 1929. ●3. Con e ência sob e a lep a (inédi o, ealizado em 1935 no Ins i u o Ca ólico de Pa is). ●4. “Con e ência ealizada no Salão Nob e da Associação ca ólica do Funchal, a con i e do P elado do Funchal, em 16 de no emb o de 1941”. In “Di io de No ícias”, 17 e 18 de no emb o de 1941. ●5. “O Vale da Aleg ia: con e ência ealizada no Salão pa oquial da Ig eja de São Ped o, a 25 de e e ei o de 1948”. In “O Jo nal”, de 26- 02-1948. ●6. L'Ame des illes de la éné able Anne-Ma ie Ja ouhey, une des con é ences de D ac donnée à la salle de la socié é de géog aphie, le 4 ma s 1931. Pa is (21 ue Méchain), (1932), 34 p.. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Guille mand, Jean, “Sœu Ca he ine de Jésus-Ch is (1869-1957)”. In La e ue de l'in i miè e, n.º 59/157 (2010), p. 45-46, doi: REVINF-01-02- 2010-59-157-1293-8505-101019- 99 lei u a e acesso ao li o, cujo exce o ansc e emos: “Veiome nes e ul imo de Lisboa hum liu inho do P[ad ]e F ei Joaõ da C us, descob io lá com m[ui] a deligencia em caminhada po hum ade ca meli a huma e cei a que lá es á que es aua em casa de D. Ma ia Salamanca a senho a que me c iou cus ou dous c uzados he da mesma imp essam do que cá emos que nos deu D. Ma gaida que em a I mam Luzia, aziame mingoa ueyo quando Deus quis. I mam Luzia no auelmen e me comba e que lhe cub o o meu in e io sendo que lhe digo udo o q[ue] se pode dize e nada lhe emcub o senam aquellas ma e ias que pasa am pello Na al po que nam comuem dizelas e ella he am humilde que semp e cuida que em os ou os que lhe emcob i mas a mim nada me moles a is o da sua pena me peza naõ enho que con a mais que soledaõ e eso que o e me pa ece mui bem aquella cançaõ que dis – En soledad uiuia y en soledad ha pues o ya su nido. Tenho en adam[en] e a Vossa Pa e nidade pe doeme nam se cance com a espos a que a qualque o a bas a Deus sob a se an o em Seu Diuino amo que semp e es eia consumindose em lhama adas e eu que en e am bem na es a pa a sua mayo hon a e glo ia. Oie 14 de Ma ço de 1653, Filha espi i ual de Vossa Pa e nidade. M[a ia]” (1653-03-14: 512-516). 3. DA AUTORA. ●1. Po ugal. Biblio eca da Ajuda. João Ribei o, S. I., Vida da se a de Deus, Ma ia da Enca nação, nascida no Funchal em 1613 ecolhida no Mos ei o da Enca nação do Funchal. Séc. XVII, ms. a . 54-V-24. O códice ap esen a ca as enume adas i egula men e de 11 a 70. Ap esen amos a nossa p óp ia enume ação, da a de p odução e ólios nume ados do códice, a sabe : 1. (1649- 01-25): 84-89; 2. (1650-05-16): 90-94; 3. (1650-08-31): 115-119; 4. (1650-09- 02): 130-137; 5. (1650-09-22): 142- 145; 6. (1650-10-05): 147-150; 7. (1650-10-24): 151-153; 8. (1650-11- 12): 154-156; 9. (1650-11-13): 158- 162; 10. (1650-12-11): 162-166; 11. (1650-09-12): 166-167; 12. (1650?): 170-175; 13. (1650?) 175-179; 14. (1651-01-09): 186-190; 15. (1651-01- 23): 196-200; 16. (1651-01-23): 201- 205; 17. (1651-03-11): 211-216; 18. (1651-03-26): 216-217; 19. (1651-04- 10): 224-231; 20. (1651-04-15): 231- 233; 21. (1651-04-25): 237-240; 22. (1651-05-17): 240-244; 23. (1651-05- 31): 247-250; 24. (1651-06-06): 252- 256; 25. (1651-06-17): 256-260; 26. (1651-06-30): 262-268; 27. (1651-08- 11): 271-274; 28. (1651-08-14): 274- 278; 29. (1651-08-24): 284-288; 30. (1651-09-13): 289-291; 31. (1651-12- 04): 291-295; 32. (1651-12-08): 300- 305; 33. (1651-12-31): 307-311; 34. (1651-12-31): 312-314; 35. (1652-01- 20): 320-325; 36. (1652-01-28): 331- 335; 37. (1652-02-04): 352-354; 38. (1652-02-26): 362-368; 39. (1652-03- 04): 371-377; 40. (1652-07-24): 382- 387; 41. (1652-08-18): 388-393; 42. (1652-08-27): 398-401; 43. (1652-08- 28): 406-408; 44. (1652-09-06): 408- 414; 45. (1652-09-16): 419-423; 46. (1652-09-23): 427-428; 47. (1652-10- 03): 428-429; 48. (1652-10-10): 429- 431; 49. (1652-12-01): 431-433; 50. (1652-12-05): 436-439; 51. (1652-12- 07): 445-448; 52. (1652-12-22): 448- 451; 53. (1652-12-23): 457-461; 54. (1652-12-22): 466-468; 55. (1653-01- 05): 468-472; 56. (1653-01-08): 472- 474; 57. (1653-01-22): 483-487; 58. (1653-01.29): 488-489; 59. (1653-02- 100 05): 489-490; 60. (1653-02-17): 490- 494; 61. (1653-03-03): 497-501; 62. (1653-03-05): 503-504; 63. (1653-03- 14): 512-516; 64. (1653-04-30): 521- 523; 65. (1653-05-11): 528-535; 66. (1653-05-28): 542-545; 67. (1653-06- 27): 555; 68. (1653-07-06): 557-559; 69. (1653-07?): 564; 70. (1953-07?): 565. ●2. Po ugal. BNP. Hen ique Hen iques de No onha, Memó ias secula es e eclesiás icas pa a a composição da his ó ia da Diocese do Funchal na ilha da Madei a, Cód. 10935, p. 459; eed. T ans. Albe o Viei a. Funchal: Cen o de Es udos de His ó ia do A lân ico, 1996, p. 279 (Incipi : “Meu pad e espi i ual mui o amado nas en anhas de Jesuz Ch is o…”). 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. De Backe , Augus in, Biblio hèque de la Compagnie de Jésus, Vol. 6. Lou ain, Edi ions de la Biblio hèque S.J., 1894, p. 1770-1771; Fon ou a, O ília Rod igues, As Cla issas na Madei a: uma p esença de 500 anos, Funchal, Cen o de Es udos de His ó ia do A lân ico, 2000; Gomes, Edua da Ma ia de Sousa, O Con en o da Enca nação do Funchal: subsídios pa a a sua His ó ia, 1660-1777, Funchal: Cen o de Es udos de His ó ia do A lân ico, 1995; Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055; No onha, Hen ique Hen iques de, Memó ias secula es e eclesiás icas pa a a composição da his ó ia da Diocese do Funchal na ilha da Madei a. T ans. Albe o Viei a, Funchal, Cen o de Es udos de His ó ia do A lân ico, 1996, p. 279. MARIA DA EXALTAÇÃO (Madei a; séc. XVIII) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Só o Ma ia da Exal ação oi esc i ã e eligiosa do Con en o de Nossa Senho a da Enca nação do Funchal. Desconhecemos mais dados biog á icos. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Compôs o “Li o 1.º dos obi os des e con en o de N. S. da Enca nação que e e p incipio no anno de 1749”, iniciado po só o Ma ia Angélica da Naza é†. 3. DA AUTORA. Po ugal. A qui o Nacional da To e do Tombo. Con en o de Nossa Senho a da Enca nação. Li o de Assen amen o de Óbi o do Con en o de Nossa Senho a da Enca nação do Funchal de 1749, Li . 3. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Gomes, Edua da Ma ia de Sousa Gomes, O Con en o da Enca nação do Funchal: subsídios pa a a sua His ó ia, 1660- 1777. Funchal: Cen o de Es udos de His ó ia do A lân ico, 1995; Fon ou a, O ília Rod igues, As Cla issas na Madei a: uma p esença de 500 anos. Funchal: Cen o de Es udos de His ó ia do A lân ico, 2000. MARIA DAS DORES SAUVAIRE DA CÂMARA (Funchal; 1865 – Ibid.; 1941) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Ma ia das Do es Sau ai e da Câma a nasceu na eguesia de São Ped o a 12 de ou ub o de 1865. E a ilha do mo gado João Sau ai e da Câma a e Vasconcelos e de Ma ilde Lúcia de San ana e Vasconcelos Moniz de Be encou , i mã de Ma ilde† e Celina Sau ai e da Câma a†, ne a da Viscondessa das Noguei as†. E a conside ada uma mulhe cul a e iajada. Faleceu no Funchal a 16 de maio de 1941. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Ma ia das Do es colabo ou com a sua i mã, 101 Ma ilde Sau ai e da Câma a† na es a de gala o e ecida aos Reis de Po ugal du an e a sua isi a em 1901. Ma ia das Do es publicou os seus ex os na “Re is a Espe ança”. 3. DA AUTORA. “Inez e Mimi” (dilogo). In “Re is a Espe ança”, n.º 24, de 15-02-1926. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Ma ino, L., Pano ama Li e á io do A quipélago da Madei a: No a biobibliog á ica: Câma a, Ma ia das Do es Sau ai e da, 1986. Funchal [Consul a: 19-03-2019]. Disponí el em: h ps://a qui o- abm.madei a.go .p /de ails?id=666214 . MARIA DE BETTENCOURT (Lança o e, Caná ias; ca. 1417 – S. Miguel, Aço es; 1494) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Ma ia de Be encou oi uma nob e mes iça, nascida em Lança o e, po ol a de 1417. Po ezes é con undida com Luísa ou Leono de Be encou . E a ilha de Teguise, ou D. Ma ia de Teguise, p incesa indígena majo ou maho (segundo alguns genealogis as), e do ca alei o ancês e Senho das Caná ias, Macio de Be encou , que endeu a ilha de Lança o e ao In an e D. Hen ique. Ma ia de Be encou eio com o seu pai pa a a Madei a, em 1448, ixando esidência na Ribei a B a a. Sendo uma dama com ínculo à nob eza ancesa, casou-se com Rui Gonçal es da Câma a, 3.º capi ão do dona á io da ilha de São Miguel, ilho de João Gonçal es Za co e de Cons ança Rod igues de Sá, com quem passou a i e na ilha de S. Miguel (Aço es). Faleceu em Vila F anca do Campo po ol a de 1494, sem ge ação. Ainda assim, Rui Gonçal es da Câma a oi pai de á ios ilhos na u ais. Ma ia de Be encou oi undado a do mo gadio de Água de Mel ( eguesias de São Roque e de San o An ónio), no Funchal, e de e e di ei os de enda do sabão. Fundou a capela do Espí i o San o, depois dos má i es de Ma ocos, na ig eja do Con en o de São F ancisco do Funchal. 2. LEGADO DOCUMENTAL. O seu es amen o é um dos a os documen os au obiog á icos desse pe íodo cuja oz au o al se pode islumb a en eco ada na es u u a o mula da adição amanuense. Po ém, mui os documen os adminis a i os que pode íamos a ibui como “ ex os de au o ia eminina” ca ecem, na e dade, de iden i icação sis emá ica nos a qui os. Ma ia de Be encou colocou no seu es amen o que a sua alma se ia he dei a de me ade dos seus bens “po quan o não enho ou o he dei o sal o a minha alma e deze do odos os meus pa en es he dei os que não he dem nada da di a minha me ade e couza alguma”. Mani es ou a 9 de e e ei o de 1491 a sua on ade de se sepul ada numa capela do Con en o de São F ancisco, e e indo que os es os mo ais da sua mãe, sepul ada nas Caná ias, de e iam es a com os dela e do seu sob inho Hen ique. A 5 de no emb o de 1493, mani es ou a sua on ade de se sepul ada na ilha de São Miguel, em Vila F anca do Campo. No seu es amen o con ém e e ências sob e a capela de S. F ancisco, as a mas dos Be encou , as al aias pa a a capela, o dese da de alguns pa en es, o esga e de um cap i o, o do e de uma o ã, a al o ia de esc a os, o con a o das saboa ias, a no a sepul u a e di e sos legados. Es amos na p esença de uma igu a eminina que e e um papel singula no con ex o dos descob imen os e expansão ma í imas 102 no A lân ico, endo assis ido ao genocídio e esc a a u a dos indígenas das Caná ias, a a essando ês a quipélagos, Caná ias, Madei a e Aço es. 3. DA AUTORA. Po ugal, A qui o Regional da Madei a. Juízo de Resíduo e Capelas. T aslado de es amen o de Dona Ma ia de Be encou , mulhe do 3.º Capi ão da Ilha de S. Miguel, Rui Gonçal es da Câma a, ilho de Za co (1491 e 1493)”, publicado po João Cab al do Nascimen o – “Tes amen os: D. Ma ia de Be encou , mulhe do 3º capi ão da Ilha de S. Miguel, Rui Gonçal es da Câma a, ilho de Za co (1491 a 1493)”. A qui o His ó ico da Madei a. N.º 3 (1933): p. 55-62. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Cos a, Ma ia Cla a Pe ei a da, “Tes emunhos His ó icos ace ca do papel de algumas mulhe es no con ex o social madei ense - séc. XV e XVI”, Ac as do III Colóquio In e nacional de His ó ia da Madei a. Vol. 3. Funchal, CEHA, 1993, p. 315-320; Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055. MARIA DO CARMO CASTRO LEAL DE FREITAS BRANCO (Funchal; 1894 — Ibid.; 1929) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Ma ia do Ca mo Cas o Leal de F ei as B anco nasceu em S. Ped o (Funchal) a 23 de julho de 1894, ilha do comendado Luís de F ei as B anco e de Ana Augus a de Cas o Leal de F ei as B anco, i mã de Al edo Leal de F ei as B anco, Visconde do Po o da C uz. Pe enceu à “Liga de Acção Social C is ã”. Faleceu no Funchal a 6 de ma ço de 1989. 2. LEGADO DOCUMENTAL. De ido à sua pa icipação na “Liga de Acção Social C is ã”, é au o a de um ela ó io da ado de 1932, publicado na e is a “Espe ança”. Foi con e encis a, endo sido en e is ada em 1951 no Pos o Emisso do Funchal sob e o ab igo “Nossa Senho a de Fá ima”. 3. DA AUTORA. ●1. “Liga de Acção Social C is ã”. In Re is a Espe ança, n.º 12, 01-03-1932. ●2. “Ab igo “Nossa Senho a de F ima”’. Pales a ealizada no Pos o Emisso do Funchal, p o e ida a 01-05-1951. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Ma ino, L., Pano ama Li e á io do A quipélago da Madei a: No a biobibliog á ica: B anco, Ma ia do Ca mo Cas o Leal de F ei as [em linha], Funchal, 1986 [Consul a: 19- 03-2019]. Disponí el em: h ps://a qui o- abm.madei a.go .p /de ails?id=666104 . MARIA DO LADO (Madei a; séc. XVII) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Só o Ma ia do Lado oi esc i ã e eligiosa do Con en o de Nossa Senho a da Enca nação do Funchal, sob abadessado de só o Teodo a de Jesus†. Desconhecemos mais elemen os sob e a sua ida. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Só o Ma ia do Lado oi esponsá el pela consolidação de con as do con en o no iénio de 1675-1679. O códice conse a-se no A qui o Nacional da To e do Tombo. 3. DA AUTORA. Lisboa. A qui o Nacional da To e do Tombo. Li o de Recei a e Despeza de odas as Rendas do Con en o da Emca nasão, 1675, Li . 9 (Cód. e . PT/TT/CNSEF/008/0001). 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia 103 Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055. MARIA DO MONTE DE SANTANA E VASCONCELOS (Funchal, 1810 — Ibid.; 1884) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Ma ia do Mon e de San ana e Vasconcelos (po ezes apa ece como Ma ia do Mon e de San ana e Vasconcelos Moniz de Be encou ou ab e iadamen e, M.M.S.A. e Vasconcellos), nasceu em São Ped o (Funchal), a 21 de maio de 1810. E a ilha de Ped o de San ana e Vasconcelos e de Jacin a de La Tuelliè e (ou Tulliè e), na u al de S o. An ónio, descenden e dos cônsules de F ança na Madei a desde 1757, ne a de Nicolas- Jacques-Philippe Sabois Anice de La Tuelliè e (na u al de Belém, Lisboa) e de Joaquina Mon ei o de Gusmão (na u al de Co po San o, Reci e, Pe nambuco, B asil). Foi i mã de Jacin o Augus o de San ana e Vasconcelos Moniz de Be encou , 1.º Visconde das Noguei as, e cunhada da Viscondessa das Noguei as†. Di e sos memb os da amília San ana e Vasconcelos Moniz de Be encou o am igualmen e esc i o es, alguns dos quais educados em Lond es, como o seu i mão Ped o de San ana e Vasconcelos (1799-1857). Ma ia do Mon e de San ana e Vasconcelos oi inspe o a pa a a Comissão P o e o a da Escola Municipal de Meninas da eguesia de San o An ónio, ao lado de Ma ia Emília D umond e Júlia Mon ei o, nomeadas pela Câma a Municipal do Funchal. Man e e co espondência com pe sonalidades ligadas à ida cul u al, de âmbi o nacional e in e nacional. Lamen a elmen e, não se conhece o pa adei o das suas ca as, assim como a sua colabo ação na imp ensa pe iódica. De aco do com Luiz Pe e Clode, i eu e aleceu num p édio da ua das P e as. Faleceu sol ei a a 12 de agos o de 1884. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Ma ia do Mon e de San ana e Vasconcelos oi uma das p imei as esc i o as a cul i a o géne o de omance his ó ico em Po ugal. Publicou, den o do géne o de “li e a u a de co del”, em 1855 o “O Cu a de São Lou enço”, publicado em Lisboa, com 41 capí ulos. Num p e ácio de um ce o F. P., em “Duas pala as ao lei o ”, e e e-se a es e omance com es es e mos: “um pequeno omance esc ip o com sen imen o. A acção co e placida e na u almen e, e o des echo é logico, e em ha monia com o im que se p opoz a auc o a na sua composição: mos a o pe igo e a inconsis encia das heo ias an i- eligiosas, e sua in luencia male ica sob e a amilia e a sociedade” (p. IV). Mais à en e c i ica que “Pena é que sendo a auc o a nascida em uma das mais bellas p o incias da mona chia, na p eciosa ilha da Madei a, que iajan es e poe as chamam a pe ola e a lo do Oceano, escolhesse pa a loga das scenas p incipaes do seu omance as egiões menos pi o escas da F ança, e adop asse pa a os pe sonagens d'elle nomes es angei os!” (p. IV). Mais a de, publicou no Funchal “Be mudo e a mesa de p a a de D. Dinis: omance o iginal” (1879), com 249 pginas e 30 capí ulos. No “Dicion io Bibliog  ico Po uguês” de Inocêncio F ancisco da Sil a ( ol. VI, p. 162), ez-se con usão com Ma ilde Isabel de San ana e Vasconcelos Moniz Be encou †, in o mação depois co igida no ol. XVI (pg. 356). Lamen a elmen e, al 104 con usão ainda é epe cu ida nos nossos dias, como no “Dicion io de esc i o as po uguesas: das o igens à a ualidade” (2009) de Conceição Flo es, Cons ância Lima Dua e e Zenóbia Colla es Mo ei a. As suas ob as são ecupe á eis na Biblio eca Nacional de Po ugal, não se conhecendo, con udo, ou os ex os da sua la a. Ma ino e e e que Ma ia do Mon e de San ana e Vasconcelos deixou colabo ação em jo nais madei enses e man e e co espondência com impo an es esc i o es e a is as po ugueses e es angei os. É possí el a ibui -se o a igo “Aos a eus” publicado n’ “A Au o a Libe al” a 25 de janei o de 1876, assinado como D. M. M. de B. 3. DA AUTORA. ●1. O cu a de São Lou enço: omance. Lisboa: Imp ensa Nacional, 1855, 183 p.; eed. po And eia Pinho e Tânia Fo una o, coo d. Ângela Co eia, Lisboa, Biblio ónica Po uguesa, 2016, h ps://biblio onica.popula jump.com/ li o/o-cu a-de-s-lou enco-ma ia-do- mon e-de-san ana-e- asconcelos/ ●2. Be mudo e a Meza de P a a de D. Diniz: omance o iginal. Funchal: 1879. ●3. “Aos a eus”. A Au o a Libe al. Funchal, n.º6 (25-01-1876), (assinado D. M. M. de B., Incipi : “Oh! Vós que du idais ão cegamen e”). 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Be encou , Jaime Moniz de, O Mo gado de Vila de Pe dizes. Lisboa: Edição do Au o , 1ª Edição, 1986; Be encou , Jaime Moniz de, Os Be encou : das o igens no mandas à expansão a lân ica. Funchal: Ed. de au o , 1993; Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055; Ma ino, L., Pano ama Li e á io do A quipélago da Madei a: No a biobibliog á ica: Be encou , Ma ia do Mon e de San ’Ana e Vasconcelos Moniz de [em linha], 1986. Funchal [Consul a: 19-03-2019]. Disponí el em: h ps://a qui o- abm.madei a.go .p / iewe ?id=666062 &FileID=1708472; Mézin, Anne, Les consuls de F ance au siècle des lumiè es (1715-1792), [Pa is]: Minis è e des a ai es é angè es. Di ec ion des a chi es e de la documen a ion, 1998; To es, João Ca los Feo Ca doso de Cas elo B anco e, A es ado genealógico da ascendência do senho José F ancisco de San ’Anna e Vasconcellos Moniz de Be encou . Lisboa: Imp ensa Nacional, 1857. MARIA DULCELINDA DA COSTA DE CABEDO CARDOSO (Funchal; 1899 — Lisboa; 1968) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Ma ia Dulcelinda da Cos a de Cabedo nasceu em San a Luzia (Funchal) a 4 de ab il de 1899. E a ilha do majo de in an a ia, João Augus o da Cos a de Cabedo (1854-1917) e de Ma ilde Amélia Fe nandes de Cabedo. Foi i mã do jo nalis a João Oc á io da Cos a de Cabedo (1880-1912). Ma ia Dulcelinda da Cos a casou-se com o esc i o cabo- e diano, Nuno Ca a ino Ca doso (1887- 1969), com ge ação. Viajou pela Eu opa e pa icipou em di e sas con e ências ealizadas na Madei a, em Lisboa e em Coimb a, especialmen e no Tea o Poli eama (Lisboa) e nos Colóquios Olissipianos. Ma ia de Cabedo man e e co espondência com Al edo Augus o Lopes Pimen a en e 1935 e 1947. Na Casa da Madei a ealizou se ões 105 cul u ais pa a da a conhece em Lisboa esc i o es madei enses. Foi sócia do Ins i u o de Sin a, do G upo Cul u al “Amigos de Lisboa” e do Ins i u o de Cul u a I aliana. Foi sócia co esponden e da Academia Li e á ia Feminina, do Rio G ande do Sul (B asil). Faleceu em Lisboa, a 12 de e e ei o de 1968. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Assinando os ex os com o pseudónimo Y e ou Y e e, Ma ia de Cabedo euniu c ónicas publicadas no “Di io da Madei a”, “C ónica Feminina”, “E a” (c ónicas, con os, c í ica de a e e ela os de iagem), no “Di io de No ícias” do Funchal (na ub ica “No meu cade no”), “No o Almanaque de Lemb anças Luso- B asilei o” em li o, in i ulado “Phan asias e Realidades” (1927) em Lisboa. Alguns dos seus ex os o am ep oduzidos em jo nais aço ianos e b asilei os. Nos jo nais, “As No idades”, “Re is a Riba ejana”, e is a “Po ugal Feminino”, “S ella” e “Menina e Moça”, e e en e ao in e câmbio com in elec uais b asilei os. Na Madei a, colabo ou no “Almanaque Ilus ado do Di io da Madei a”. Deixou ex os inédi os, especialmen e con os, omance, a gumen o pa a ilme, ela o de iagens. No p e cio “Phan asias e ealidade”, o esc i o po uguês Al edo Pimen a (1882-1950) ealçou as qualidades de esc i a de Ma ia de Cabedo, as “ in as es i as”, as ases sono as, a “alma es u u almen e emo i a, se ida po uma imaginação exube an e”, o espí i o cul o, nascido e c iado “num meio quase cosmopoli a como o do Funchal” (p. 12-13). Ma ia de Cabedo ealçou a impo ância da educação das mulhe es. 3. DA AUTORA. ●1. “O iolino da mo a”. In ‘Almanaque do Di io da Madei a’ pa a 1914. ●2. “Do Na u al”. In ‘Di io da Madei a, 11- 02-1914 (assinado Y e ). ●3. “Aco des ligei os”. In ‘Di io da Madei a, 04-04- 1914 (assinado Y e ). ●4. “Indisc ição”. In ‘Di io da Madei a, 13-07-1914 (assinado Y e ). ●5. “Con e sando”. In ‘Di io da Madei a, 22-11-1915 (assinado Y e ). ●6. “Quad o simples”. In ‘Di io da Madei a, 05-03-1916 (assinado Y e ). ●7. “De longe. In ‘Di io da Madei a, 17-09-1916 (assinado Y e ). ●8. “Ca a pa a longe”. In ‘Di io da Madei a, 14-02-1917 (assinado Y e ). ●9. “Quad o simples”. In ‘Di io da Madei a, 01-05-1927 (assinado Ma ia de Cabedo). ●10. Phan asias e ealidade: c ónicas publicadas no Diá io da Madei a. P e ácio de Al edo Pimen a. Lisboa: Li . Aillaud e Be and, 1927, 179 p. ●11. “Le ”. In ‘Re is a Espe ança’, n.º 9 de 01-11-1927. ●12. “O meu Cade no. O D . Ma io e o Alienismo”. In ‘Di io da Madei a, 02-08-1928 (assinado Ma ia de Cabedo). ●13. “A Ilha da Madei a”. In ‘Di io da No ícias’, Funchal, 25-12-1931 (assinado Ma ia de Cabedo) ●14. “Um poe a madei ense desconhecido”, No o Almanaque Luso-B asilei o, Lisboa, 1932, p. 369-370. ●15. “A Minha Ilha”. In “Re is a Modas e Bo dados”, 24-01- 1934 (con ém o o da au o a e do Cas elo do Pico, núme o dedicado à Madei a). ●16. “A In an a D. Ma ia de Po ugal (Con e ência ealizada no salão de Fes as do Jo nal “O Século”, em maio de 1934 e no “Tea o Sousa Bas os (Coimba), agos o de 1934). ●17. “Voz da Te a”. In ‘Di io da Madei a, 16-06- 1940. ●18. “A Rainha San a Isabel (Con e ência ei a na “Ju en ude An oniana”, a 15-07-1940). ●19. “Mulhe es Ilus es B asilei as”. In ‘Re is a Menina e Moça’, n.º 79, de 02- 106 1954. ●20. “Con o do Sbado. O iolino da Mo e”, In ‘Voz da Madei a’, de 19- 04-1957. ●21. “A Madei a – Te a de Ma a ilha” (Con e ência ealizada no “Tea o Poli eama”, na es a em bene ício da ‘Casa da Madei a’ em Lisboa). ●22. “O abalho e edenção” (Con e ência ealizada no ‘Cine Royal’). ●23. “A Madei a e a Ca aidade” (Con e ência ealizada no ‘Cine Royal’ em bene ício dos sinis ados madei enses). ●24. “Descob imen o da Madei a” (con e ência ealizada no “Ins i u o de Cul u a I aliana”, di igido pelo esc i o e c í ico i aliano, Gino Sa iobi). ●25. “A Música, a melho exp essão da ida” (con e ência ealizada no “Ins i u o de Cul u a I aliana”). ●26. “As madonas de Ra ael” (con e ência ealizada no “Ins i u o de Cul u a I aliana”). ●27. “O Poe a D . Albe o B amão” (con e ência ealizada no “Ins i u o de Cul u a I aliana”). ●28. “O Amo a a és da poesia de Ada Neg i” (con e ência ealizada no “Ins i u o de Cul u a I aliana”). ●29. “Lola de Oli ei a a Esc i o a B asilei a Amiga de Po ugal”, ei o em Lisboa em 1964. ●30. “Como os Esc i o es B asilei os êm Po ugal” (con e ência ealizada no Salão dos “Amigos de Lisboa” a 01-11-1960). ●31. “Uma p eciosa capela desconhecida do g ande público”. In Olisipo: bole im do G upo Amigos de Lisboa. - Lisboa. - A. 26, nº 103 (Jul. 1963), p. 142-147: il. ●32. Po ugal. Guima ães. A qui o Municipal Al edo Pimen a. Fundo Al edo Augus o Lopes Pimen a. Co espondência com Al edo Augus o Lopes Pimen a [PT/AMAP/AALP/134- 2301], 1930/1947-06-19. ●33. “C ónicas au ên icas” (con o inédi o). ●34. “Os ilhos” (Romance inédi o). ●35. “A en u as de Mimi” (con o in an il, inédi o). ●36. “A ascinação do Ma ” (a gumen o pa a ilme, inédi o). ●37. “Os inimigos da Mulhe ” (con os, inédi o). ●38. “A a és da I lia e da F ança” ( ela o de iagens, inédi o). ●39. “Va anda abe o sob e o mundo” (no as sob e países dis an es). ●40. “Co pos e almas” (Con o, inédi o). 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Clode, Luís Pe e , Regis o Bio-Bibliog á ico de Madei enses: Sécs. XIX e XX, Funchal, Caixa Económica do Funchal, 1983, p. 82; Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055; Ma ino, L., Pano ama Li e á io do A quipélago da Madei a, ol 2: No a biobibliog á ica: Ca doso, Ma ia Dulcelinda da Cos a de Cabedo [em linha],Funchal, 1986 [Consul a: 19-03- 2019]. Disponí el em: h ps://a qui o- abm.madei a.go .p /de ails?id=666245 ; B anco, Al edo de F ei as, No as e Comen á ios pa a a His ó ia Li e á ia da Madei a, III, Funchal, Câma a Municipal do Funchal, 1915-1953: p. 164; Flo es, Conceição, Cons ância Lima Dua e, and Zenóbia Colla es Mo ei a. Dicioná io de esc i o as po uguesas: das o igens à a ualidade, Ilha de S a. Ca a ina, Ed. Mulhe es, 2009, p. 212; VV. AA., “Ma ia de Cabedo”. In di . Cas o, Zília Osó io de; Es e es, João, Dicioná io no eminino (séculos XIX-XX). Lisboa: Li os Ho izon e, 2005, p. 656. MARIA DUNDAS GRAHAM CALLCOTT (Reino Unido; 1785 —Ibid; 1842) 1. 107 NOTA BIOGRÁFICA. Ma ia Dundas nasceu em Papcas le (Cocke mou h, Cumbe land, Reino Unido) a 19 de julho de 1785, ilha de Geo ge Dundas e de Miss Thomson (ou Thompson). Lady Callco oi educada numa escola em Mano House em D ay on (Ox o d), onde ap endeu la im, ancês, i aliano, bo ânica, his ó ia, geog a ia, li e a u a inglesa, música e pin u a. Viajou pela Índia, Eu opa e Amé ica do Sul en e 1808 e 1825. Em 1809, casou-se com Thomas G aham e, em segundas núpcias, com o pin o Augus us Wall Callco , em 1827. Es e e em á ias pa es do mundo, especialmen e no B asil onde oi p ece o a da p incesa D. Ma ia da Gló ia. Faleceu em The Mall, Kensing on G a el Pi s (Reino Unido), a 21 de no emb o de 1842. 2. LEGADO DOCUMENTAL. É au o a de diá ios de iagem e de co espondência, que se conse am Biblio eca Nacional do B asil (Rio de Janei o) e na Bodleian Lib a y (Reino Unido). Publicou di e sos ex os sob e as suas iagens, em “Memoi s o he wa o he F ench in Spain” (1816), “Jou nal o a Residence in India” (1812), “Le e s on India, wi h E chings and a Map” (1814), “Th ee Mon hs Passed in he Moun ains Eas o Rome, du ing he Yea 1819, 1820” (1821), “Memoi o he Li e o Nicolas Poussin” (1820), “Jou nal o a Residence in Chile du ing he Yea 1822. And a Voyage om Chile o B azil in 1823” (1824); “Jou nal o a Voyage o B azil, and Residence The e, Du ing Pa o he Yea s 1821, 1822, 1823” (1824); “Voyage O The H.M.S. Blonde To The Sandwich Islands, In The Yea s 1824-1825” (1826); “A Sho His o y o Spain” (1828); “Desc ip ion o he chapel o he Annuzia a dell'A ena; o Gio o's Chapel in Padua” (1835); “Li le A hu 's His o y o England” (1835); “His oi e de F ance du pe i Louis” (1836); “Essays Towa ds he His o y o Pain ing” (1836); “The Li le B acken-Bu ne s -A Tale; and Li le Ma y's Fou Sa u days” (1841); “A Sc ip u e He bal” (1842). Po ol a de 1821, Lady Callco es e e na Madei a e na ilha de Tene i e, onde deixou as suas imp essões no seu “Jou nal o a Voyage o B azil, and Residence The e” en e as páginas 77 a 82. A sua imp essão sob e a ilha, que já a inha conhecido doze anos an es da da a da en ada no diá io, susci ou-lhe um mis o de expe a i a e de desencan o: “The land is high and ocky, bu nea he own he e is a good deal o e du e, and highe up on he land, ex ensi e woods; a conside able quan i y o wine is made he e, which, being a li le manu ac u ed a Funchal, passes o ue Madei a. As usual in Po uguese colonial owns, he chu ch and con en a e e y conspicuous. When we passed Po o San o, and he Dese as, and ancho ed in Funchal oads, I was disappoin ed a he calmness o my own eelings, looking a hese dis an islands wi h as li le emo ion as i I had passed a headland in he channel. Well do I emembe , when I i s saw Funchal wel e yea s ago, he joyous eage ness wi h which I eas ed my eyes upon he i s o eign coun y I had e e app oached, he cu iosi y o see e e y s one and ee o he new land, which kep my spi i s in a kind o happy e e ” (p. 78). 3. DA AUTORA. Jou nal o a Voyage o B azil And Residence The e Du ing Pa o he Yea s 1821, 1822, 1823. London: Longman, Hu s , Rees, O me, B own, and G een, 1824 (assinado como Ma ia G aham). 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. 108 Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055; Mi chell, Rosema y, ‘Callco , Ma ia, Lady Callco (1785-1842)’. Ox o d Dic iona y o Na ional Biog aphy. Ox o d: Ox o d Uni e si y P ess, 2004. MARIA ELVIRA GOMES DE LA MATA DINIZ (Funchal; 1900 — Ibid.; 1922) 1. NOTA BIOGRÁFICA. El i a de la Ma a Diniz nasceu no Funchal a 26 de ma ço de 1900. E a ilha de An ónio Augus o Diniz e Ma ia da Conceição Gomes de la Ma a. Es a jo em poe isa ez o cu so comple o na ex in a Escola No mal do Funchal e na Escola do Magis é io P imá io, que não chegou a conclui po e alecido mui o no a, a 28 de ma ço de 1922. 2. LEGADO DOCUMENTAL. Deixou um li o de e sos inédi o, um dos quais ep oduzido po Luís Ma ino na sua “Musa Insula ” in i ulado “Quad as dispe sas” (19-05-1920). 3. DA AUTORA. “Quad as dispe sas”. In Ma ino, Luís, Musa Insula , Funchal, Eco do Funchal, 1959, p. 470. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Macedo, L. S. Ascensão de, Da Voz à Pluma. Esc i o as e Pa imónio Documen al de Au o ia Feminina de Madei a, Aço es, Caná ias e Cabo Ve de. Guia Biobibliog á ico, Ribei a B a a, Edição L. S. Ascensão de Macedo, 2013; acessí el ia h p://hdl.handle.ne /10316/44055.h ps://a qui o- abm.madei a.go .p /de ails?id=666416 . MARIA ESPÍRIDA DE JESUS VITERBO DIAS (Guiana; 1899 – Funchal; ?) 1. NOTA BIOGRÁFICA. Nascida na Guiana Inglesa, a 18 de dezemb o de 1899, Ma ia Espí ida de Vi e bo Dias e a ilha de Manuel de Jesus Mon ei o e de Fi mina de Jesus. Casou-se com Júlio Vi e bo Dias, docen e e eda o do jo nal “A Espe ança” (1914). A sua amília pe enceu à Ig eja E angélica, pe cu so ence ado po Robe Reid Kalley (1809- 1888). 2. LEGADO DOCUMENTAL. Ma ino, no seu “Pano ama Li e  io”, ol. 3 (p. 99), e e e que Ma ia Espí ida Dias colabo ou no jo nal “O Cong esso” e jo nais e angélicos e no jo nal “A Espe ança: ó gão ca ólico” (1914), em que o seu esposo oi eda o . Igualmen e pode ão con e ex os nou os jo nais e angélicos unchalenses, como “Voz da Madei a” ( undado em 1908), “A Madei a No a” ( undado em 1925) e “Madei a E angelica” ( undado 1927). 3. DA AUTORA. “Vis a e ospec i a”. In “O Cong esso”, de 08-12-1928. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Fe ei a, Jo- Anne S., “Madei an Po uguese Mig a ion o Guyana, S . Vincen , An igua and T inidad: A Compa a i e O e iew”. Po uguese S udies Re iew, 14/2 (2006), p. 63-85; Lei e, Ri a Mendonça, “imp ensa p o es an e”. In “Ap ende Madei a”, 2017, u l: h p://ap ende amadei a.ne /imp ensa -p o es an e; Menezes, Ma y Noel, Scenes om he His o y o he Po uguese in Guyana. London: [s.n.], 1986; Menezes, Ma y Noel, “The Madei an Po uguese Woman Guyanese Socie y 1830-1930”. In B idge M. B e e on e Ke in A. Yel ing on (Eds.), The Colonial Ca ibbean T ansi ion: Essays on