Full text
Re is a In e nacional de Mé odos Numé icos pa a Cálculo y Diseño en Ingenie ía. Vol.
11,4, 601-613(1995)
ALTERNATIVAS PARA A MEDIDA DO ERRO NA
REPRESENTACÁO
DO
CARREGAMENTO
NO
MÉTODO
DA
SUPERPOSICÁO
DE
VETORES DE LANCZOS
JOSÉ
ANTONIO
O.
DO NASCIMENTO
*
e
ADEMAR GILBERTO GROEHS
**
*Depa amen o de Es u u as
Uni e sidade Es adual de Lond ina
Caixa Pos al
6001,
CEP
86051-970
Lond ina-PR, B asil
**Cu so de Pós-G aduacüo em Engenha ia Ci il, UFRGS
Caixa Pos al
303,
CEP
90001-970
Po o Aleg e
-
RS, B asil
SUMARIO
O desen ol imen o de um mé odo de educáo de coo denadas, que u iliza uma base
cons i uída po e o es de Lanczos ge ados a pa i da dis ibuicáo espacial do ca egamen o,
supos a ixa,
é
ap esen ado. O e o ela i o na ep esen as50 do ca egamen o, quando se u iliza
a base eduzida, como um c i é io de in e upqáo na ge as5o dos e o es da base,
é
abo dado,
mos ando-se que a p opos a de Wilson, Yuan e Dickens náo
é
ap op iada. P opóe-se, en iio,
duas al e na i as pa a a medida do e e ido e o ela i o, ambas baseadas em no mas niio-
Euclidianas. Mos a-se que a p imei a, po en ol e a soluc5o de um sis ema de equacóes cuja
ma iz
é
a ma iz de massa do modelo es u u al, implica em cus os compu acionais adicionais
al os, caso seja u ilizada a o mulacáo de ma iz de massa consis en e. Já a segunda al e na i a
le a a uma medida pa a o e o ela i o acilmen e calculá el, pois en ol e, apenas, p odu os
in e nos en e e o es. Exemplos numé icos sáo ap esen ados e suge e-se a u ilizas50 da segunda
al e na i a.
SUMMARY
A coo dina e educ ion me hod is desc ibed, using a basis o med by Lanczos ec o s
gene a ed om he spa ial dis ibu ion o he loading, assumed ixed. The ela i e e o in
he load ep esen a ion, using he educed basis, is ea ed as a s opping c i e ium in he
gene a ion o he ec o basis, showing ha he p oposal o Wilson, Yuan and Dickens is no
Recibido: Ene o
1995
OUni e si a Poli kcnica de Ca alunya (España) ISSN
0213-1315
J.A.O. DO NASCIMENTO
E
A.G. GROEHS
app op ia e. Two al e na i e measu e o he men ioned ela i e e o a e p oposed, bo h based
on non-Eucledian no ms. I is shown ha he i s , which includes he solu ion o a sys em
o equa ions wi h he s uc u al mass ma ix, incu s in high addi ional compu a ional cos s,
i
a consis en mass ma ix is used. Fo he second al e na i e an e o measu e can be casily
compu ed, in ol ing only ec o do p oduc s. Nume ical examples a e p esen ed and he
second al e na i e is ecomended.
Na análise diniimica linea de es u u as, a a és de um mé odo de disc e izaciio
espacial como o MEF-Mé odo dos Elemen os Fini os, a écnica de educáo de
coo denadas em sido in ensamen e u ilizada. Classicamen e usa-se uma base de
educáo de coo denadas cons i uída po um conjun o de au o e o es do p oblema de
au o alo associado As ib acoes li es da es u u a. Essa base, denominada base moda1
(incomple a), nao le a em conside aciio as ca ac e ís icas especí icas do ca egamen o
a uan e.
Pa a uma classe de p oblemas onde o ca egamen o em uma dis ibuiciis espacial
ixa, Wilson
e
al.'
p opuse am que os e o es da base ossem ge ados a pa i
da dis ibuiciio espacial do ca egamen o, a a és de um algo i mo especí ico, que
oi mos ado, depois, se o Algo i mo de Lanczos7. Vá ios abalhos mos a am a
e e i idade da u ilizaciio da base assim ge ada, en e eles A nold
e
al.'
e Cou inho
e
al.'.
Uma das ques oes ele an es, elacionadas ao uso de écnicas de educáo,
é
o núme o
de e o es que de em cons i ui a base, de o ma que o es o co compu acional seja
eduzido e que se ob enha uma espos a diniimica p ecisa. Assim, á ios c i é ios
a
p io i
o am es abelecidos na li e a u a, pa a es ima o núme o de e o es na base.
Um dos p imei os, e amplamen e u ilizado a é hoje, oi p opos o po Wilson
e
al.',
e
u iliza uma medida pa a o e o ela i o na ep esen aciio do ca egamen o.
O
p esen e abalho mos a que a medida do e o ela i o p opos a po Wilson
e
al.'
náo es á de inida ap op iadamen e, podendo o nece esul ados inadequados.
O
p opósi o des e abalho
é
busca uma no a medida do e o na ep esen aciio do
ca egamen o que possa se u ilizada no es abelecimen o de um c i é io de in e upcáo
na ge acáo dos e o es da base.
Pa a um sis ema es u u al disc e izado a a és do
MEF,
as equacoes di e enciais
linea es de equilíb io diniimico podem se esc i as
onde M,
C
e
K
siio, espec i amen e, as ma izes de massa, amo ecimen o e igidez,
=
( )
é
o e o de o cas nodais ex e nas a uan es e
u
=
u( ), u
=
u( ) e
ü
=
ü( )
sáo os e o es de deslocamen os, elocidades e acele acoes nodais, espec i amen e. As
ma izes siio de o dem n e os e o es sáo n-dimensionais, onde n
é
o núme o de g aus de
A MEDIDA DO ERRO NA
REPRESENTAC~O
DO CARREG. NO
MÉT.
DE LANCZOS
603
libe dade do modelo es u u al. Admi e-se, nes e abalho, que o amo ecimen o
é
de
Rayleigh, is o
é,
que a ma iz de amo ecimen o possa se ob ida po uma combihaciio
linea das ma ixes de massa e igidez
(C
=
aoM
+
alK, onde a0 e al siio cons an es).
Dependendo da complexidade da es u u a e do ní el de de alhe desejado na
desc iciio da espos a dinamica, o modelo es u u al pode e uma quan idade mui o
g ande de g aus de libe dade. A menos que o ca egamen o seja de cu a du aqiio,
é
comum aplica -se um mé odo de educiio de coo denadas, que consis e em ans o ma
o sis ema o iginal
(1)
num sis ema de equacoes de amanho bas an e meno .
O Mé odo de Rayleigh-Ri z em sido amplamen e u ilizado pa a eduzi a dimensiio
das equacoes de mo imen o.
O
passo essencial no mé odo
é
a escolha de um conjun o
de m e o es linea men e independen es Q,
=
[ql
,
qz,
..
.,
q,]
,
denominados e o es
es e, pa a desc e e , ap oximadamen e, a espos a dinamica. Ou seja, busca-se uma
soluciio ap oximada u,
=
u,( ) que es eja con ida no subespaco ge ado pelos e o es
qj, l<j<m
onde j( ),
1
5
j
5
m, siio as coo denadas gene alizadas.
Sem pe da de gene alidade pode-se assumi que o conjun o de e o es Q,
é
um
conjun o M-o ono mal, ou seja,
onde
1,
é
a ma iz de iden idade de o dem
m.
Uma o ma equi alen e de de ini um
conjun o M-o ono mal
é
a pa i da de iniqiio de p odu o in e no M-ponde ado en e
os e o es
x
e y, ambém denominado p odu o in e no ine cial'.
Assim, o conjun o de e o es
qj,
1
<
j
5
m,
é
M-o ono mal se
Cabe obse a aqui que, da de inicao de p odu o in e no M-ponde ado, dada po
(4),
deco e a de iniciio de no ma-M, ou no ma ine cial
A aplicaciio do Mé odo de Rayleigh-Ri z As equacoes
(1)
le a ao seguin e sis ema
eduzido (o dem m) de equacoes di e enciais
M,+,
( >
+
Cm m( )
+
Km m( )
=
m( )
(7)
J.A.O. DO NASCIMENTO E A.G. GROEHS
no qual M,, Cm, Km siio, espec i amen e, as ma izes de massa, amo ecimen o e
igidez nas coo denadas gene alizadas, dadas po
e m
é
o e o de o cas gene alizadas dado po
O
e o de deslocamen os gene alizados m( )
é
ob ido esol endo-se o sis ema
eduzido de equacóes di e enciais (7).
O
e o de deslocamen os um( )
é,
en iio,
calculado po in e médio da edugiio de coo denadas
(2).
O
uso de écnicas de educiio na análise de modelos es u u ais com núme o ele ado
de g aus de libe dade
é
al amen e a a i a quando os e o es Qm selecionados siio
capazes de o nece , com
m
«
n,
uma espos a dinamica p ecisa, pois, nesse caso, as
equacóes de mo imen o eduzidas (7) em um núme o de incógni as mui íssimo meno
que o sis ema de equaqóes
(1).
Classicamen e Qm em sido compos o com os
m
p imei os au o e o es do p oblema
de au o alo co esponden e As ib acóes li es da es u u a
e essa escolha co esponde ao Mé odo da Supe posiciio Modal, com a base uncada em
m
e o es. Nesse caso, o sis ema eduzido de equacóes (7) o na-se desacoplado, em
ace das p op iedades de
K
e M-o ogonalidade dos modos de ib aciio.
VETORES DE LANCZOS
Pa a a classe de p oblemas nos quais o ca egamen o em uma dis ibuiciio espacial
ixa, ou seja, que pode se esc i o na o ma
onde o
é
a dis ibuiciio espacial do ca egamen o (in a iá el no empo) e g( )
é
uma
uncáo escala que desc e e a a iaciio do ca egamen o ao longo do empo, Wilson e
al.'
p opuse am ge a a base de e o es Qm a pa i de o, u ilizando como p imei o
e o (ql) a espos a es á ica (no malizada em elaciio ma iz de massa) ao e o
de ca gas o. Os e o es da base, do segundo em dian e, siio ge ados a pa i do
e o imedia amen e an e io , a a és de um esquema ipo i e aciio in e sa e M-
o ono malizados, po um p ocesso de o ogonalizaciio de G am-Schmid , em elaciio
aos e o es an e io es já ge ados.
Nou -Omid e Clough7 mos a am que o algo i mo p opos o po Wilson
e
al.'
eduz-se, em a i mé ica exa a, ao Algo i mo de Lanczos (Quad o
1).
Quad o
1
-
Algo i mo
de
Lanczos
Assim, o es o co compu acional pa a ge a os e o es qj,
1
5
j
<
m, ica eduzido,
is o que simpli ica-se o p ocesso de o ogonalizac5.0 de cada e o , bas ando que ele
seja o ogonalizado em elaciio aos dois e o es an e io es da seqüencia.
É
impo an e
salien a , no en an o, que em aplicacoes compu acionais, ou seja, quando se u iliza
a i mé ica de p ecisiio ini a,
é
necessá io oma algumas p ecaucoes com o conhecido
enomeno da pe da de o ogonalidade en e os e o es de Lanczos, complemen ando o
e e ido algo i mo com alguma écnica de
eo ogonaliza~5.0~~~~~.
Um passo do algo i mo de Lanczos pode, ambém, se esc i o como
e essas igualdades podem se condensadas em o ma ma icial como
onde
e?)
é
a m-ésima coluna da ma iz iden idade
Im
de o dem m, e
Tm
é
uma ma iz
idiagonal de o dem m, cujos elemen os s5.o
606
J.A.O. DO NASCIMENTO E A.G. GROEHS
Se a exp essao (13)
é
p é-mul iplicada po
Q~M
ob ém-se, em deco encia da
p op iedade de M-o ono malidade dos e o es de Lanczos, a seguin e p op iedade:
O
e o e o na ep esen acao do ca egamen o, deco en e da u ilizacao de uma
base eduzida Q,, pode se de inido como segue.
A
igualdade
(9),
que o nece o e o
eduzido de o cas ,( ), pode se esc i a, endo em is a a igualdade (3)
Se a base osse cons i uída po n e o es (ou seja m
=
n), Q, se ia uma ma iz
quad ada de o dem n, egula (nao-singula ), e a igualdade
(16)
implica ia em
Pa a m
<
n
,
o e o MQm m( )
é
uma apenas uma ap oximaciio pa a o e o ( )
e o e o di e enqa en e eles
é
denominado e o na ep esen acao do ca egamen o:
6 (m)( )
=
( )
-
~~, ,( ) (18)
Se a igualdade (9)
é
subs i uída na exp essao (18) es a o na-se
6 (,)( )
=
(1
-
MQ,Q:)~(~)
(19)
Pa a um ca egamen o ( ) que em uma dis ibuiciio espacial ixa (11) pode-se
esc e e
6 (m) ( )
=
6 A nlg( ) (20)
onde
A MEDIDA DE ERRO PROPOSTA POR WILSON, YUAN E DICKENS
Com o in ui o de es abelece um c i é io de in e upcao na ge aqao dos e o es
qj,
1
5
j
<
m, Wilson e
al.'
p opuse am uma medida pa a o e o na ep esen aqao do
ca egamen o (21), dada po
que, segundo os au o es, a ia de
1
(quando m
=
O) a é
O
(quando m
=
n).
A MEDIDA DO ERRO NA REPRESENTACÁO DO CARREG. NO MÉT. DE LANCZOS
607
Embo a enha ha ido uma ampla u ilizaciio da medida do e o p opos a po
Wilson e al.' a é a p esen e da al~~l~~
é
ácil mos a que essa medida pode o nece
esul ados o almen e inadequados. A a és da obse aciio da igualdade (22) e-se
que, se os e o es
6 im)
e
o
o em o ogonais, a medida esul an e
é
ze o, indicando,
equi ocadamen e, que nao há e o na ep esen aciio do ca egamen o. Na e dade, a
igualdade (22) de e se in e p e ada mais como um es e de o ogonalidade en e os
e o es
6 im)
e
o
do que uma medida do e o ela i o3. Pa a iden i ica o que essa
ó mula ealmen e mede, de e-se obse a a exp essiio que o nece o cosseno do angulo
en e os e o es
6 im)
e
o:
onde
11.112
indica no ma Euclidiana.
É
ácil mos a que a medida do e o dada po
(22), em i ude da igualdade acima, pode se exp essa como
onde
Demons a-se, dessa o ma, que a medida do e o p opos a po Wilson e al.'
é
o
p odu o de uma medida que pode ia se conside ada ap op iada pa a o e o, dada po
(
(25), mul iplicada pelo cosseno do angulo en e os e o es
6 Om)
e
o.
PRIMEIRA PROPOSTA PARA A MEDIDA DO ERRO
Uma al e na i a se ia ado a , en iio, a medida do e o dada pela exp essao
(25). No en an o, em p oblemas onde co-exis em g aus de libe dade anslacionais
e o acionais, os e o es o ea em componen es com di e en es unidades
e
a u ilizaciio
da no ma Euclidiana ap esen a ia a inconsis encia de adiciona -se quan idades que niio
siio dimensionalmen e equi alen es. Cabe obse a , aqui, que a medida do e o (22)
ap esen a, ambém, al inconsis encia, sendo esse um a gumen o adicional pa a se
desca ada. Lége e Wilson5 e Jacob e Ebecken3 p opuse am u iliza a exp essiio (25)
pa a cada uma das di esoes geomé icas exis en es no p oblema, p ocedimen o que
con o na a ci ada di iculdade.
Com o in ui o de busca uma p opos a al e na i a, que solucione di e en emen e a
ques iio acima expos a, obse a-se, a a és da igualdade
(17),
que o e o o ca
é
uma
combinaciio linea dos e o es Mqj. Em seguida e i ica-se que os e o es Mqj siio
M-l-o ono mais, pois
608
J.A.O. DO NASCIMENTO E A.G. GROEHS
Assim, pa ece
na u al
que, pa a calcula no mas de e o es o qas, u ilize-se
a
no ma-M-', ou seja, aquela que de i a do p odu o in e no M-'-ponde ado
1
112
Il IM-l
=
(( , )M-l)112
=
( TM- )
É
ácil e i ica que, pa a a no ma p opos a, o p oblema deco en e do e o o ca
e componen es com di e en es unidades deixa de exis i . Assim, a p opos a pa a a
medida do e o
é
dada pela exp essáo (25), onde a no ma Euclidiana
é
subs i uída pela
no ma-M-'
:
O
cálculo da no ma-M-' do e o 6 im)
é
e e uado a segui , usando a exp essáo
(21):
=
:[M-l-
QmQm
-
&m&:
+
Q~(Q~MQ~)Q~]~O
Como os e o es Q, sáo M-o ono mais, ale a igualdade (3), podendo-se esc e e
Dessa o ma
a
medida do e o ela i o
(28)
pode se esc i a como
Cabe obse a que, compu acionalmen e, o denominado de (31)
é
calculado po
T
II oIiM-i
=
o xo
onde
xo
é
ob ido esol endo-se o sis ema de equaqoes
A MEDIDA DO ERRO NA REPRESENTACÁO DO CARREG.
NO
MÉT.
DE LANCZOS
609
De e se obse ado que, na ob encáo da exp essáo (31), náo oi lancado máo do
a o que os e o es
q,
sáo e o es de Lanczos. Assim, al exp essáo pode se usada
pa a qualque conjun o de e o es
q,,
1
5
j
5
m,
M-o ono mais.
Se a ma iz de massa M
é
diagonal, o es o qo compu acional
é
mínimo pa a a alia ,
po (31), a medida do e o. Nos casos em que a massa associada a alguns g aus de
libe dade
é
nula (p.ex., casos de g aus de libe dade o acionais) esul a uma ma iz
de massa singula e o sis ema de equacóes (33) só
é
solucioná el se as co esponden es
componen es do e o
o
o em ambém nulas.
A
solucáo, nesses casos, náo
é
única,
pois as componen es do e o
xo
co esponden es As linhas (colunas) nulas de ma iz
M sáo a bi á ias. No en an o, esses alo es a bi á ios pa a ais componen es do e o
xo
sáo i ele an es, pois o que impo a pa a a medida do e o
é
o p odu o in e no
Fxo
e ele náo depende dos alo es a bi ados em
xo
em i ude de que as co esponden es
componen es de
o
sáo nulas.
Caso o ca egamen o seja al que alguma componen e de
o
co esponden e a uma
linha (coluna) nula da ma iz M seja náo-nula, a ob encáo de
xo
é
impossí el, ou
seja, nao exis e
xo
que sa is aca (33), icando comp ome ida a medida do e o. Esse
comp ome imen o e a a a impossibilidade, pa a a si uacáo desc i a, do e o
o
se
ep esen ado po uma combinaciio linea dos e o es Mqj, como p e e a exp essáo
(17)4110.
SEGUNDA PROPOSTA PARA A MEDIDA DO ERRO
Uma das di iculdades ine en es
A
u ilizacáo da ó mula (31) oco e nos casos em
que a ma iz de massa
é
consis en e, de ido ao es o co compu acional necessá io pa a
esol e o sis ema de equacóes (33). Se ia desejá el, po an o, ob e uma ou a medida
pa a o e o que náo eque esse esse es o co adicional.
A
u ilizacáo da no ma-M-' induz,
como al e na i a, u iliza a no ma-K-', o iunda do p odu o in e no K-'-ponde ado:
pois, da mesma manei a que na no ma-M-', as pa celas in e enien es no
desen ol imen o da exp essáo (34) sáo dimensionalmen e equi alen es (sendo
um
e o o ca).
A medida do e o ela i o se ia dada, en áo, po
O
denominado da igualdade (35)
é
acilmen e ob ido, pois