scieee Open visual document viewer

Dor Aguda

Müller, Sofia

Abstract

Apresentação acerca de dor aguda onde constam os seguintes tópicos: Definir dor aguda; Compreender os mecanismos da dor; Reconhecer a importância do diagnóstico; Classificar a dor; Quantificar e registar a dor; Escolher entre as diversas terapias farmacológicas;

Full text

Do Aguda So ia Mülle 21 de se emb o 2022 Obje i os •De ini do aguda •Comp eende os mecanismos da do •Reconhece a impo ância do diagnós ico •Classi ica a do •Quan i ica e egis a a do •Escolhe en e as di e sas e apias a macológicas In odução •“Expe iência senso ial e emocional desag adá el associada a uma lesão ecidula a ual ou po encial ou desc i a nos e mos dessa lesão.” IASP: In e na ional Associa ion o he S udy o Pain, 1979 •A do é subje i a e uma expe iência al amen e indi idual. •“Seja como o , é a desc ição que a pessoa que a sen e az dela, e exis e semp e que a pessoa o diz.” McCa e y. 1968 In odução •Sociedade Ame icana da Do (1995) –A do oi equipa ada ao 5º sinal i al –A a aliação e egis o da do de o ma con ínua •O imiza a e apêu ica •Melho a a qualidade de ida do doen e •Segu ança In odução No ma N.º09/DGC, 14/06/2003 –A do como 5.º sinal i al. –Regis o sis emá ico da in ensidade da do . No ma 014/2010, 14/12/2010 –O ien ações écnicas sob e a a aliação da do nas c ianças. No ma 003/2012, 19/10/2012 –O ganização das unidades uncionais de do aguda. No ma 022/2012, 18/12/2012 –O ien ações écnicas sob e o con olo da do em p ocedimen os in asi os nas c ianças (1 mês a 18 anos). Mecanismos isiológicos Diagnós ico •Causa subjacen e é habi ualmen e ób ia –após uma ci u gia ou um auma ismo agudo –pa ologia aguda •Realização de um exame ísico comple o •A aliação da localização, g a idade, qualidade, início e ac o es de ag a amen o ou alí io da do •U ilização de ECD Classi icação da do O igem - Nociceção - somá ica - isce al - musculosquelé ica - Neu opá ica - Mis a Du ação - Aguda - C ónica mais de 4 a 6 meses - Episódica - eco en e Classi icação da do Consequências da do •E ei os nas unções i ais • mo bilidade e da mo alidade • sínd ome de “s ess” pós-ope a ó io • “s ess” men al e psicológico •A aso no eg esso à a i idade no mal •P olongamen o do in e namen o •Rein e namen o hospi ala de ido à si uação de do não esol ida •Po encial e olução pa a do c ónica •Meno sa is ação do doen e •Cus os mais ele ados T a amen o 1. Fa macológico 2. Mé odos ísicos 3. T ação, imobilização 4. Fisio e apia 5. Es imulação ne osa elé ica anscu ânea (TENS) 6. Mé odos psicológicos T a amen o DOR INTENSA •To aco omia •Ci . abdominal majo •Ci . joelho DOR MODERADA •Ci . anca •His e ec omia •Ci . maxilo- acial DOR LIGEIRA •He nio a ia •Ci . a izes •Lap. ginecológica –Pa ace amol/AINES –Opióides acos –In il ação com AL e/ou –Bloq. ne os pe i é icos –Pa ace amol/AINES + –In il ação com AL e/ou –Bloq. ne os pe i é icos + –Opióides sis émicos –Pa ace amol/AINES + –AL e/ou opióides ia epidu al ou sis émicos Analgesia “mul imodal” Combinação de á ios analgésicos e/ou écnicas de in e enção com di e en es mecanismos de ação.  a analgesia  os e ei os la e ais Esquema posológico Adminis ação egula Adminis ação em SOS Lacunas analgésicas (enquan o o doen e espe a pela adminis ação do á maco) P e ine o con olo inadequado da do Modo de adminis ação IM EV PCA EV DOR Analgesia E ei os cola e ais 0 1 2 3 . . . 10 IV IM PCA i Pe usão Fá macos PARACETAMOL AINEs OPIÓIDES P ecauções Dç hepá ica Insu . enal g a e Alcoolismo … Pa . gás ica Asma Idosos Medicamen os Insu . Respi a ó ia Idosos … Con a- indicações Hipe sensibilidade Insu . hepá ica … Ale gia Úlce a pép ica a i a Insu . Renal … Ale gia Insu . espi a ó ia PIC ou lesão ce eb al E ei os la e ais Mal es a Hipo ensão ↑ ansaminases … Pe u bações GI Ne o oxicidade Al . Hema ológicas … Pe u bações GI E ei os no SNC P u ido Re enção u iná ia Dep essão espi a ó ia Dependência Vias de adminis ação O al In a enosa Re al O al In a enosa In amuscula Re al O al In a enosa Subcu ânea / T ansdé mica Epidu al / In a ecal Via de adminis ação •Tópica •En é ica •Pa en é ica –in a enosa –in amuscula –subcu ânea •Pe ineu al –BSA –Epidu al –Bloqueio de plexos –Bloqueio de ne os pe i é icos Pe usão con ínua Se inga pe uso a Elas óme o PCA E icácia analgésica Consumo de opiódes AO s LOA s OFA •Desde 1960 que a adminis ação de opioides sis émicos é conside ado o pila da anes esia mode na. •O seu uso baseia-se –nos seus e ei os an inocicep i os –con olo da espos a do SN au ónomo ao s ess ci ú gico –diminuição do uso de hipnó icos •E ei os secundá ios –Dep essão espi a ó ia –Al e ações gas oin es inais –Hipe algesia –Modulaçao in lama ó ia –Modulaçao imunológica –Pandemia dos opióides AO s LOA s OFA Seleção de doen es Indicações Al e na i as a macológicas No o pa adigma Conclusões •Pa a a maio ia dos doen es, a do pós-ope a ó ia é a p incipal p eocupação p é-ope a ó ia. •É c ucial o uso de escalas de a aliação da do e seu egis o, bem como dos e ei os secundá ios e complicações elacionados com a e apêu ica da do aguda. •A do de e se p e enida adequadamen e e a ada igo osamen e. •O seu a amen o e icaz  melho a o ou come e a sa is ação do doen e. •O maio obs áculo ao alí io adequado da do es á na ausência de o ganização. •A aliação sis emá ica pa a e i ada de medicação quando já não o necessá ia so ia_mulle _@ho mail.com