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GESTÃO DA QUALIDADE DOS DADOS EM
CONTEXTO DE DADOS ABERTOS
Rúben Gonçalo Teixei a Pagaime
Caso de Es udo de Lisboa
T abalho de P oje o ap esen ado como equisi o pa cial pa a
ob enção do g au de Mes e em Ges ão de In o mação
i
NOVA In o ma ion Managemen School
Ins i u o Supe io de Es a ís ica e Ges ão de In o mação
Uni e sidade No a de Lisboa
GESTÃO DA QUALIDADE DOS DADOS EM CONTEXTO DE DADOS
ABERTOS
CASO DE ESTUDO DE LISBOA
po
Rúben Gonçalo Teixei a Pagaime
T abalho de P oje o ap esen ado como equisi o pa cial pa a a ob enção do g au de Mes e em
Ges ão de In o mação, Especialização em Ges ão do Conhecimen o e Business In elligence
O ien ado /Coo ien ado : P o esso Miguel de Cas o Ne o, PhD
No emb o 2018
ii
AGRADECIMENTOS
Gos a ia de ag adece ao meu o ien ado D . Miguel Ne o pela disponibilidade demons ada em
assumi a o ien ação des e p oje o, assim como pelo apoio p es ado.
Gos a ia ambém de ag adece à minha amília e aos meus amigos pelo apoio demons ado ao longo
des e caminho, e pela comp eensão demons ada de ido à minha al a de disponibilidade pa a es a
p esen e em di e sos e en os de con i ência social.
Não posso deixa de ag adece à minha en idade emp egado a e aos seus esponsá eis pela
comp eensão e lexibilidade demons ada, que acili a am em di e sas ocasiões a minha ausência no
local de abalho.
Gos a ia ambém de ag adece aos meus colegas que es i e am en ol idos comigo nos mais di e sos
p oje os do cu so, nomeadamen e a Ana Sousa, o Rica do Apoliná io e a Sónia Be na des, pois o am
undamen ais nes e pe cu so.
Po im, ag adeço a odos os docen es da No aIMS que es i e am p esen es nes e pe cu so
académico e à escola pelas condições p opo cionadas.
iii
RESUMO
Nos úl imos anos oi e i icado um aumen o conside á el do en usiamo em elação à emá ica dos
dados abe os. Dados Abe os são dados que es ão disponí eis publicamen e e que podem se
acedidos, u ilizados e edis ibuídos g a ui amen e. No en an o, a eu ilização des es dados pa a a
c iação de no os p odu os e no os se iços em como base a qualidade dos mesmos. A al a de
qualidade dos dados abe os que são disponibilizados publicamen e pode comp ome e o obje i o
da sua eu ilização.
É nes e con ex o que oi desen ol ido es e abalho de p oje o, que consis e no desen ol imen o de
uma amewo k que enha como esul ado a indicação de di e sos pa âme os da qualidade dos
Dados Abe os que são disponibilizados no Po al de Dados Abe os da cidade de Lisboa.
A análise da li e a u a se á iniciada com uma desc ição dos concei os de Sma Ci ies, da in luência
da ‘In e ne o Things’ (IoT) e do su gimen o do concei o de Dados Abe os den o do con ex o das
Sma Ci ies.
Se á ambém e e uado um es udo da emá ica dos Dados Abe os, nomeadamen e sob e a
qualidade dos mesmos, a sua ges ão e me odologias pa a a a aliação e melho ia dessa mesma
qualidade, de modo a que possam se e i adas mé icas de a aliação pa a se em aplicadas sob e os
dados do Po al de Dados Abe os da cidade de Lisboa.
Após a aplicação dessas mé icas, se ão ap esen ados os esul ados, de modo a que exis a uma boa
ideia do es ado a ual da qualidade dos dados que são disponibilizados no Po al de Dados Abe os da
cidade de Lisboa, den o dos pa âme os es udados.
Com base nes e es udo se ão deixadas indicações e o ien ações pa a que se consigam esul ados
ainda melho es em u u as in es igações sob e es e ema, nomeadamen e com o es udo de ou os
pa âme os que não se ão in es igados nes e abalho de P oje o.
PALAVRAS CHAVE
Sma Ci ies; Lisboa; Dados Abe os; Qualidade dos Dados; Dashboa d
i
ABSTRACT
In ecen yea s he e has been a conside able inc ease in he en husiasm o open da a. Open Da a is
da a ha is publicly a ailable and can be accessed, used and edis ibu ed ee o cha ge. Howe e ,
he euse o his da a o he c ea ion o new p oduc s and new se ices is based on hei quali y. The
lack o quali y o open da a ha is made publicly a ailable may unde mine he pu pose o i s euse.
I is in his con ex ha his p ojec wo k was de eloped, which consis s on he de elopmen o a
amewo k ha esul s in he indica ion o se e al pa ame e s o he Open Da a quali y ha a e
a ailable in he Open Da a Po al o he ci y o Lisbon.
The li e a u e e iew will begin wi h a desc ip ion o Sma Ci ies concep s, he ‘In e ne o Things’
(IoT) in luence and he eme gence o he Open Da a concep wi hin Sma Ci ies con ex .
Will be ca ied ou an Open Da a s udy, he quali y o he da a, i s managemen and me hodologies
o he e alua ion and imp o emen o i s quali y, so ha , e alua ion me ics can be aken o be
applied o he da a o he Po al o Open Da a o he ci y o Lisbon.
A e applying hese me ics, he e will be a p esen a ion o he esul s, so ha we can see he
cu en s a e o da a quali y ha a e a ailable in he Open Da a Po al o he ci y o Lisbon, wi hin
he s udied pa ame e s.
Based on his s udy, indica ions and guidelines will be le o ob ain e en be e esul s in u u e
esea ch on his opic, namely wi h he s udy o o he pa ame e s ha will no be in es iga ed in his
P ojec wo k.
KEYWORDS
Sma Ci ies; Lisbon; Open Da a; Da a Quali y; Dashboa d
ÍNDICE
1. In odução .................................................................................................................... 1
1.1. Enquad amen o e Iden i icação do P oblema ...................................................... 1
1.2. Obje i os do Es udo............................................................................................... 2
1.3. Impo ância e Rele ância do Es udo ..................................................................... 3
1.4. Me odologia .......................................................................................................... 4
2. Re isão da Li e a u a .................................................................................................... 9
2.1. Sma Ci ies ............................................................................................................ 9
2.1.1. Sma Ci ies e a IoT ....................................................................................... 10
2.1.2. Sma Ci ies e os Dados Abe os .................................................................. 11
2.2. Dados Abe os ..................................................................................................... 12
2.2.1. Po al de Dados Abe os da Cidade de Lisboa ............................................. 17
2.2.2. Qualidade dos Dados Abe os ...................................................................... 21
2.2.3. Ges ão da Qualidade dos Dados .................................................................. 23
2.2.4. Me odologias pa a a aliação e melho ia da qualidade dos dados .............. 25
2.2.5. Dimensões e Mé icas .................................................................................. 31
2.2.6. Tipos de Dados ............................................................................................. 33
2.3. Dashboa ds .......................................................................................................... 35
2.3.1. Ca ac e ís icas do desenho de um Dashboa d ............................................. 36
2.3.2. U ilizado es al o do Dashboa d ................................................................... 37
2.4. P opos a concep ual do modelo de a aliação da qualidade dos dados ............. 38
2.4.1. Wi e ame do Dashboa d ............................................................................. 39
3. Desen ol imen o ........................................................................................................ 41
3.1. F amewo k pa a a a aliação da qualidade dos dados ........................................ 41
3.1.1. A qui ec u a da amewo k .......................................................................... 42
3.1.2. Fon es de Dados ........................................................................................... 46
3.2. Módulo ‘Knowledge Ex ac o ’ ............................................................................ 46
3.3. Módulo ‘S aging A ea’ ......................................................................................... 47
3.4. Módulo ‘Da a Wa ehouse’ .................................................................................. 48
3.5. P ocessos de ETL .................................................................................................. 49
3.5.1. Con ol Flow ................................................................................................. 50
3.5.2. Da a Flow ...................................................................................................... 54
4. Resul ados e Discussões ............................................................................................. 56
i
4.1. Dimensões/Ca ac e ís icas .................................................................................. 56
4.1.1. T aceabili y – His ó ico de C iação de um Conjun o de Dados .................... 56
4.1.2. T aceabili y – His ó ico de A ualizações de um Conjun o de Dados ........... 57
4.1.3. Cu en ness - Indicação de e são a ualizada de um Conjun o de Dados ... 57
4.1.4. Expi a ion - Indicação do a aso após a expi ação da e são a ual de um Conjun o
de Dados 58
4.1.5. Comple eness – Indicação da pe cen agem de células que não es ão azias em
cada coluna dos Conjun os de Dados ............................................................................. 60
4.1.6. Unde s andabili y - Indicação do alo da pe cen agem de colunas com
me adados associados, po Conjun o de Dados ............................................................. 60
4.2. Dashboa d – Mockup .......................................................................................... 61
4.3. A aliação dos Resul ados .................................................................................... 62
5. Conclusões .................................................................................................................. 63
5.1. Limi ações do P oje o .......................................................................................... 64
5.2. Recomendações pa a T abalhos Fu u os ............................................................ 64
6. Bibliog a ia .................................................................................................................. 65
7. Apendice ..................................................................................................................... 71
ii
ÍNDICE DE FIGURAS
Figu a 1.1 - Modelo de P ocesso da me odologia DSRM, e i ado do es udo de (Pe e s e al.,
2007) ................................................................................................................................... 5
Figu a 2.1 – Visualização do P ocesso de Ex ac , T ans o m, Publish (ETP), e i ada do es udo
de (Ca a a, Oudke k, S eenbe gen, & Tinhol , 2016) ..................................................... 17
Figu a 2.2 - Página p incipal do Po al de Dados Abe os da Cidade de Lisboa ...................... 19
Figu a 2.3 - Visualização do ci cui o echado de uma ges ão de qualidade de dados o ien ada
com uma e en e económica, adap ada do es udo de (Hein ich e al., 2011) .............. 32
Figu a 2.4 - Wi e ame do Dashboa d com os indicado es da Qualidade dos Dados que o am
a aliados na amewo k de a aliação da qualidade dos dados ....................................... 40
Figu a 3.1 – A qui e u a da amewo k de a aliação da Qualidade dos Dados, adap ada do
es udo de (Ba ini e al., 2007) .......................................................................................... 42
Figu a 3.2 – Exemplo de a qui e u a do ipo S a , e i ada de (www.da awa ehouse4u.in o,
n.d.) .................................................................................................................................. 43
Figu a 3.3 – Desenho da A qui e u a do DW pa a análise da qualidade dos dados que se ão
inse idos no Po al de Dados Abe os da cidade de Lisboa ............................................. 45
Figu a 3.4 – Modelo de dados do DW pa a a a aliação da qualidade dos dados do Po al de
Dados Abe os da cidade de Lisboa ................................................................................. 45
Figu a 3.5 - Modelo de dados do módulo de S aging A ea ..................................................... 48
Figu a 3.6 – Main Con aine s do P ocesso de ETL ................................................................... 50
Figu a 3.7 – Exemplo de ca egamen o po luxos – SA Load Dimension Sou ces .................. 51
Figu a 3.8 - Exemplo de ca egamen o po luxos – SA Load Fac Sou ces ............................. 53
Figu a 3.9 - Exemplo de ca egamen o em DW – DW Load Dimensions e Load Fac s ............ 54
Figu a 3.10 – Exemplo de u ilização da ask “De i ed Column” .............................................. 54
Figu a 3.11 – Exemplo da U ilização de S o ed P ocedu e com ecu so a uma a iá el ......... 55
Figu a 4.1 – G á ico dos esul ados da medição da Dimensão ‘T aceabili y – His ó ico de
c iação de um Conjun o de Dados’ .................................................................................. 56
Figu a 4.2 - G á ico dos esul ados da medição da Dimensão ‘T aceabili y – His ó ico de
a ualizações de um Conjun o de Dados’ .......................................................................... 57
Figu a 4.3 – G á ico dos esul ados da medição da Dimensão ‘Cu en ness – Indicação de
e são a ualizada de um Conjun o de Dados’.................................................................. 58
Figu a 4.4 - G á ico dos esul ados da medição da Dimensão ‘Cu en ness – Indicação de
e são a ualizada de um Conjun o de Dados (%)’ ........................................................... 58
Figu a 4.5 – G á ico dos esul ados da medição da Dimensão ‘Expi a ion – Indicação do
a aso após a expi ação da e são a ual de um Conjun o de Dados’ .............................. 59
iii
Figu a 4.6 - G á ico dos esul ados da medição da Dimensão ‘Expi a ion – Indicação do a aso
após a expi ação da e são a ual de um Conjun o de Dados (%)’ ................................... 59
Figu a 4.7 - G á ico dos esul ados da medição da Dimensão ‘Comple eness – Indicação da
pe cen agem de células que es ão p eenchidas em cada coluna dos Conjun os de
Dados’ ............................................................................................................................... 60
Figu a 4.8 - G á ico dos esul ados da medição da Dimensão ‘Unde s andabili y – Indicação
do alo da pe cen agem de colunas com me adados associados, po Conjun os de
Dados’ ............................................................................................................................... 61
Figu a 4.9 – Mockup do Dashboa d com os indicado es da Qualidade dos Dados que o am
a aliados na amewo k de a aliação da qualidade dos dados ....................................... 61
4
Nes e momen o, a CML colabo a com um conjun o de ou as o ganizações num p oje o de Dados
Abe os (h p://dados.cm-lisboa.p /). Es e p oje o consis e num po al que disponibiliza um conjun o
de dados sob e a cidade de Lisboa, p oduzidos pela CML e pelas en idades pa cei as do p og ama
Lisboa Abe a. O acesso aos dados é li e, p e endendo-se com isso po encia a sua eu ilização e a
c iação de bens e se iços que ac escen em alo aos con eúdos disponibilizados.
A ualmen e, são eze as en idades que colabo am no p oje o de Dados Abe os da cidade de Lisboa,
que podem c ia , ge i e publica nos conjun os de dados e esses dados podem se ca alogados em
g upos, como po exemplo, Ambien e, Educação, Tu ismo e Laze , en e ou os, num o al de dezoi o
g upos.
Com o desen ol imen o des e p oje o, p e ende-se en ão o desen ol imen o de uma amewo k
pa a a a aliação e o a amen o da qualidade dos dados que são colocados no po al de Dados
Abe os da cidade de Lisboa, pa a p omo e uma maio eu ilização po pa e dos cidadãos pa a a
c iação de no os p odu os e se iços.
A implemen ação de um sis ema de ges ão de qualidade dos dados em con ex o u bano pode aze
bene ícios económicos e sociais à CML, na medida em que se á possibili ado o acesso a uma
in o mação que i á ajuda conside a elmen e na omada de decisão no que espei a a emas que
dizem espei o a odos os cidadãos como o planeamen o u bano, segu ança, saúde, sis emas de
anspo es em e mos de mobilidade e poluição, en e ou os. (Ra ho e, Ahmad, Paul, & Rho, 2016)
1.4. METODOLOGIA
A me odologia escolhida pa a o desen ol imen o des e p oje o é a me odologia denominada como
“Design Science Resea ch Me hodology” (DSRM).
Segundo (He ne & Cha e jee, 2010), o concei o de “Design Science Resea ch" é um pa adigma de
pesquisa em que um designe esponde a ques ões ele an es pa a p oblemas humanos a a és da
c iação de a e ac os ino ado es, con ibuindo com no o conhecimen o pa a o conhecimen o
cien í ico e esses a e ac os são ú eis e undamen ais pa a a comp eensão do p oblema em ques ão.
No pa adigma de "Design Science Resea ch", o conhecimen o e a comp eensão do domínio de um
p oblema e a sua solução são alcançados na cons ução e aplicação de um a e ac o, po an o, es e
p ocesso pode se is o como um p ocesso de solução pa a p oblemas. (A dakan & Mohaje i, 2009)
No caso conc e o des e p oje o, os a e ac os são as me odologias de con olo da qualidade dos
dados que são aplicadas a cada um dos ipos de dados que compõem o Po al de Dados Abe os da
cidade de Lisboa.
Segundo o es udo de (Pe e s, Tuunanen, Ro henbe ge , & Cha e jee, 2007), o desen ol imen o da
me odologia DSRM eque o desen ol imen o de um p ocesso. Des e es udo esul ou a
ap esen ação de um modelo de p ocesso compos o po seis a i idades numa sequência nominal
(Figu a 1.1).
5
Figu a 1.1 - Modelo de P ocesso da me odologia DSRM, e i ado do es udo de (Pe e s e al., 2007)
As se as que su gem na pa e in e io da Figu a 1.1 en a izam a impo ância da i e ação como pa e
do DSRM. Elas mos am que a i idades como a A aliação e a Comunicação esul am mui as ezes na
e isão dos obje i os e desenho dos a e ac os. A i e ação es á en aizada no p ocesso de "Design
Science Resea ch" e o es udo de (He ne & Cha e jee, 2010) ilus a esse ac o com o seu loop de
compilação e a aliação: a a aliação o nece in o mações de eedback sob e o a e ac o p oje ado e
uma melho comp eensão do p oblema que le a a uma e-i e ação do p ocesso de desenho. (Gee s,
2011)
O es udo de (Gee s, 2011) ap esen a o Modelo de P ocesso da me odologia DSRM da Figu a 1.1
explicado numa abela. A p imei a coluna da Tabela 1.1 lis a as seis a i idades que compõem o DSRM
como uma sequência nominal. A segunda coluna desc e e cada uma das a i idades em de alhes: o
que aze ? A e cei a coluna liga a base de conhecimen o às di e en es a i idades: como as
a i idades são execu adas. A base de conhecimen o o nece as ma é ias-p imas a a és das quais a
pesquisa cien í ica é ealizada. É compos a po e amen as de conhecimen o, ais como eo ias,
es u u as, ins umen os, cons uções, modelos, mé odos e ins âncias.
Tabela 1.1 - Tabela com a desc ição das a i idades que compõem o Modelo de P ocesso da
me odologia DSRM, e i ada do es udo de (Gee s, 2011)
A i idades da
DSRM
Desc ição da A i idade
Base de Conhecimen o
Iden i icação do
P oblema e
Mo i ação
Qual é o p oblema?
De ini o p oblema e jus i ica o alo de uma
solução
Comp eende a ele ância do
p oblema e as suas soluções
a uais com as suas aquezas.
De ini os
obje i os de uma
solução
Como esol e o p oblema?
Além dos obje i os ge ais, como a iabilidade e
o desempenho, quais são os c i é ios
especí icos que uma solução pa a o p oblema
de inido no pon o 1 de e a ende .
Conhecimen o do que é
possí el e o que é iá el.
Conhecimen o de mé odos,
ecnologias e eo ias que
podem ajuda na de inição dos
6
obje i os.
Desenho e
desen ol imen o
C ia um a e ac o que esol a o p oblema.
C ia modelos, mé odos ou ins âncias em que
uma con ibuição da pesquisa seja
inco po ada.
Aplicação de mé odos,
ecnologias e eo ias pa a c ia
um a e ac o que solucione o
p oblema.
Demons ação
Demons a o uso do a e ac o.
P o a que o a e ac o unciona solucionando
uma ou mais ins âncias do p oblema.
Conhecimen o sob e como
usa o a e ac o pa a
soluciona o p oblema.
A aliação
O a e ac o unciona co e amen e?
Obse a e medi bem se o a e ac o supo a
uma solução pa a o p oblema, compa ando os
obje i os com esul ados obse ados.
Conhecimen o de mé icas
ele an es e écnicas de
a aliação.
Comunicação
Comunica o p oblema, a solução, a u ilidade e
e icácia dessa solução pa a os in es igado es e
ou os públicos ele an es.
Conhecimen o da cul u a
disciplina .
No con ex o des e P oje o, pode-se ca ac e iza as seis a i idades que compõem o DSRM como uma
sequência nominal:
1. Iden i icação do P oblema e Mo i ação:
Nes a p imei a e apa, i á se jus i icada a impo ância da implemen ação de um sis ema de a aliação
da qualidade dos dados que são colocados no Po al de Dados Abe os da cidade de Lisboa. Isso se á
ei o a a és da e isão da li e a u a que i á ajuda a e uma melho comp eensão de como exis e
uma necessidade cada ez maio das o ganizações e em acesso a dados de qualidade no con ex o
da emá ica dos dados abe os.
A e isão de li e a u a ambém i á ajuda a e i ica que exis e a necessidade de implemen a
me odologias de a aliação da qualidade desses dados an es da sua disponibilização e quais são as
me odologias aplicá eis aos di e en es ipos de dados p esen es no Po al de Dados Abe os da
cidade de Lisboa.
2. De ini os obje i os de uma solução:
Com base na e isão de li e a u a, i ão se iden i icados os equisi os pa a uma possí el solução. A
e isão de li e a u a i á pe mi i e i ica o es ado a ual das Sma Ci ies com a in luência cada ez
maio da IoT na sua e olução, e do su gimen o dos Po ais de Dados Abe os. A e isão de li e a u a
i á ambém pe mi i e i ica o concei o de Dados Abe os, o seu es ado a ual de implemen ação, os
seus bene ícios, e a impo ância que a qualidade dos dados em no sucesso dos po ais de Dados
Abe os e conc e amen e, do Po al de Dados Abe os da cidade de Lisboa.
7
I á ambém se e e uada uma e isão de li e a u a pa a e i ica as me odologias de a aliação da
qualidade dos dados exis en es e a sua aplicação aos di e en es ipos de dados exis en es no Po al.
Assim, se á possí el e as e amen as pa a o desen ol imen o de uma amewo k pa a a a aliação
e o a amen o da qualidade dos dados que são colocados no po al de Dados Abe os da cidade de
Lisboa, pa a p omo e uma maio eu ilização po pa e dos cidadãos pa a a c iação de no os
p odu os e se iços.
3. Desenho e Desen ol imen o:
Nes a ase i á se desenhado e desen ol ido o p oje o com base nos obje i os de inidos no passo
an e io . Es e p oje o em como base o desen ol imen o de uma amewo k pa a a a aliação e o
a amen o da qualidade dos dados que são colocados no po al de Dados Abe os da cidade de
Lisboa, pa a p omo e uma maio eu ilização po pa e dos cidadãos pa a a c iação de no os
p odu os e se iços.
Numa ase inicial i á se e e uada uma análise do Po al de Dados Abe os da cidade de Lisboa de
modo a cons ui uma ma iz pa a iden i ica os di e en es ipos de dados exis en es, e
pos e io men e i ão se iden i icadas algumas me odologias de con olo de qualidade dos dados
exis en es na li e a u a e a o ma como de em se aplicadas aos di e en es ipos de dados
encon ados no Po al de Dados Abe os da cidade de Lisboa. Na úl ima ase do desen ol imen o
des e p oje o se á es ada a aplicação das me odologias de con olo de qualidade dos dados que
o am iden i icadas pa a cada ipo de dados p esen e no Po al.
4. Demons ação:
Nes a e apa i á se demons ada a aplicação das me odologias de con olo de qualidade dos dados
que o am iden i icadas pa a cada ipo de dados p esen e no Po al de Dados Abe os da Cidade de
Lisboa.
5. A aliação:
Du an e a ase de a aliação, se á seguida uma abo dagem explo a ó ia. I ão se a aliados conjun os
de dados dos á ios ipos de dados iden i icados, com a aplicação nos dados das me odologias de
con olo da qualidade dos dados iden i icadas. Es a a aliação explo a ó ia i á pe mi i e i ica o
es ado de alguns pa âme os de qualidade dos dados que são colocados no Po al de Dados Abe os
da cidade de Lisboa, alidando se es e p oje o supo a uma solução pa a o p oblema, compa ando os
obje i os com esul ados obse ados e e i icando assim se os equisi os de implemen ação de um
sis ema de ges ão da qualidade dos dados que são disponibilizados no Po al de Dados Abe os da
Cidade de Lisboa são cump idos.
6. Comunicação:
As con ibuições cien í icas das di e en es ases des e p oje o pode ão se disponibilizadas
publicamen e no Reposi ó io Cien í ico de Acesso Abe o de Po ugal (RCAAP) e no Reposi ó io da
Uni e sidade No a (RUN). Es e p ocesso é es u u ado numa o dem nominalmen e sequencial. Ainda
assim, não exis e a expec a i a de que os in es igado es p ossigam semp e numa o dem sequencial
desde a a i idade 1 a é à a i idade 6. Na ealidade, os in es igado es podem começa em quase
8
qualque passo e i seguindo pa a os ou os. Uma abo dagem cen ada num p oblema é a base da
sequência nominal, começando pela a i idade 1. (Pe e s e al., 2007)
9
2. REVISÃO DA LITERATURA
No p esen e capí ulo se á ap esen ada a e isão de li e a u a que se e de base eó ica pa a o
desen ol imen o des e p oje o. Es a e isão de li e a u a o nece á oda a undamen ação pa a a
elabo ação de odos os modelos concep uais pa a esponde às necessidades do p oje o.
Es e capí ulo inicia-se com uma b e e desc ição do concei o de Sma Ci y, seguido de uma b e e
desc ição do concei o de In e ne o Things e do papel que desempenha no desen ol imen o das
inicia i as que são omadas no con ex o da emá ica das Sma Ci ies.
Es e capí ulo con ém ambém a desc ição das ca ac e ís icas e obje i os do concei o de Dados
Abe os, seguida da ap esen ação do Po al de Dados Abe os da Cidade de Lisboa, designado como
Lisboa Abe a. Es a desc ição é complemen ada ambém com a desc ição da impo ância e o ele o
da qualidade dos dados que são colocados no Po al, pa a pos e io eu ilização dos mesmos.
Es e capí ulo con ém ainda uma desc ição do concei o de Qualidade, com en oque na desc ição da
Qualidade dos Dados, as suas ca ac e ís icas e os ipos de dados que são obje o de análise nes a
disciplina, além do es udo de di e sas me odologias de a aliação da qualidade dos dados.
Po im, se á ambém ap esen ado um capí ulo com as ca ac e ís icas do desenho de Dashboa ds
pa a a ap esen ação da in o mação ao u ilizado inal e quais são as ca ac e ís icas ipo desse
u ilizado inal.
2.1. SMART CITIES
Exis e um al o ní el de aco do na li e a u a em como não exis e ainda nenhuma de inição comum
sob e o que é uma Sma Ci y. A c escen e di usão de modelos, s anda ds e de inições do concei o
de Sma Ci y c ia uma si uação de ambiguidade e di icul a a es ima i a sob e se as sma ci ies
exis en es acompanham as expec a i as e os ideais ei indicados pelos p omo o es des e pa adigma.
(G ossi & Pianezzi, 2017)
No ge al, a componen e de IT pa ece se undamen al pa a o concei o de uma sma ci y e os
de enso es des e pa adigma u bano des acam os bene ícios deco en es da adoção de ecnologias,
écnicas e isões que sejam cien í icas, obje i as, de senso comum e apolí icas. (G ossi & Pianezzi,
2017)
O ó ulo "sma ci y" é um concei o ainda um pouco con uso e é u ilizado numa o ma que nem
semp e é consis en e. Não exis e um enquad amen o único nem uma de inição única do concei o de
sma ci y. (Albino, Be a di, & Dangelico, 2015)
Pa a se pode e uma ideia ge al sob e uma possí el de inição do concei o de sma ci y, é
ap esen ada uma abela (Tabela 2.1) que epo a algumas das di e en es de inições ap esen adas
pelos di e en es au o es na li e a u a.
10
Tabela 2.1 - Tabela adap ada com de inições de Sma Ci ies p opos as nos es udos de (G ossi &
Pianezzi, 2017) e (Albino e al., 2015)
De inição
Re e ência
As sma ci ies ep esen am um modelo concep ual de desen ol imen o
u bano com base na u ilização do capi al humano, cole i o e ecnológico pa a a
melho ia do desen ol imen o e da p ospe idade nos aglome ados u banos.
(Angelidou, 2014)
O concei o de sma ci y oco e quando os in es imen os em capi al humano e
social e em in aes u u as de comunicação adicional ( anspo es) e
mode na (TIC) omen am um c escimen o económico sus en á el e um maio
ní el de qualidade de ida, com uma boa ges ão dos ecu sos na u ais a a és
de uma go e nação pa icipa i a.
(Ca agliu, Del Bo,
& Nijkamp, 2011)
Uma sma ci y implica uma cidade a ançada e com um al o g au ecnológico
que conec a pessoas, in o mação e elemen os da cidade eco endo às no as
ecnologias pa a c ia uma cidade sus en á el, mais e de, compe i i a e com
al o g au de ino ação, com um consequen e aumen o da qualidade de ida.
(Bakici, Almi all, &
Wa eham, 2013)
Duas ideias p incipais: 1) as sma ci ies de em aze udo o que o elacionado
com a go e nação e a economia u ilizando no os pa adigmas de pensamen o e
2) as sma ci ies esumem-se a edes de senso es, disposi i os in eligen es,
dados em empo eal e a in eg ação das TIC em odos os aspe os da ida
humana.
(CRETU, 2012)
As inicia i as de Sma Ci ies en am melho a a pe o mance u bana u ilizando
dados, in o mação e ecnologias de in o mação pa a o nece se iços mais
e icien es aos cidadãos, pa a moni o iza e o imiza a in aes u u a exis en e,
pa a inc emen a a colabo ação en e os di e en es a o es económicos e pa a
incen i a modelos de negócios ino ado es em ambos os se o es público e
p i ado.
(Ma sal-Llacuna,
Colome -Llinàs, &
Meléndez-F igola,
2014)
2.1.1. Sma Ci ies e a IoT
O su gimen o da In e ne das Coisas (IoT) e das Tecnologias de In o mação e Comunicação (TIC)
p omo eu di e sos concei os e a "Sma Ci y" é um desses concei os. Tem sido um ema em oco na
a ena polí ica nos úl imos anos, e con inua a se , a a és da sua na u eza especí ica que inclui
pessoas, economia, mobilidade, ambien e, in aes u u as de TIC, es ilos de ida e adminis ação
pública. (S a, 2017)
O ápido c escimen o da densidade populacional nas cidades exige que seja o necida uma
in aes u u a e se iços que ão de encon o às necessidades dos seus habi an es. Assim, em
exis ido um aumen o no núme o de disposi i os, sejam eles senso es ou sma phones, le ando a um
po encial de negócio bas an e conside á el nes a no a e a da In e ne das Coisas (IoT), em que odos
11
os disposi i os es ão capaci ados pa a se in e liga em e comunica em en e eles a a és da In e ne .
(Ra ho e e al., 2016)
A de inição de In e ne o Things (IoT) consis e em milhões de obje os conec ados e que comunicam
en e si, espalhados po odo o mundo, ge ando eno mes quan idades de dados usando os seus
senso es a cada segundo. Os disposi i os que se encon am in e ligados en e si i ão o na -se os
maio es consumido es e p odu o es de dados em ez dos humanos. (Ka kouch e al., 2016)
Na a ualidade, es ima-se que ce ca de 15 bilhões de disposi i os es ão conec ados e es á p e is o
que es e núme o i á dispa a pa a 50 bilhões em 2020, pa icula men e nos cen os u banos e em
o no deles. As Sma Ci ies es ão a ab aça as ecnologias da In e ne o Things (IoT) po odo o
mundo, de modo a agiliza as suas ope ações a i de encon o às expec a i as cada ez maio es dos
seus cidadãos. Nos dias de hoje, os cidadãos nas cidades mais ib an es es ão já a e i ica o
su gimen o de cada ez mais inicia i as des inadas a o na os se iços u banos mais in eligen es,
seja pa a anspo e, es acionamen o, iluminação, á ego e ges ão de esíduos, segu ança ou nas
o ças policiais. (Bella is a e al., 2017)
2.1.2. Sma Ci ies e os Dados Abe os
As Sma Ci ies isam melho a o se iço que p es am aos seus cidadãos, an o em e mos de
economia com um maio g au de e iciência, como em e mos sociais, a a és de um maio
conhecimen o sob e as necessidades e desejos de odos os in e enien es. A ealização desses
obje i os não depende apenas dos dados o necidos pelos go e nos e deciso es, mas ambém pelos
dados o necidos pelos cidadãos, uma ez que podem se is os como senso es in eligen es. Nes e
sen ido, odos os dados ecolhidos são ú eis pa a oma decisões mais cedo e melho es,
p opo cionando melho es se iços aos cidadãos. (Aguile a, Peña, Belmon e, & López-de-Ipiña, 2016)
Um aspe o c ucial pa a muda e man e as cidades in eligen es é o uso de dados e in o mação, uma
ez que são a base da maio pa e dos se iços, ou podem a é se o p óp io se iço. As no as
ecnologias es ão a pe mi i a u ilização dos dados ge ados po o ganizações públicas e a cons ução
de se iços au oma izados que espondem a ques ões ou p oblemas elacionados com a
adminis ação pública e, apesa dos dados necessá ios nem semp e es a em disponí eis numa o ma
ácil de u iliza , êm um g ande po encial pa a c ia se iços que melho em a ida dos cidadãos e o
uncionamen o da sociedade. No en an o, ainda não é cla o como é que os go e nos in e agem com
as pa es in e essadas pa a o nece se iços e in o mações que se encaixem naquilo que as pessoas
ealmen e que em. Exis e ainda uma al a de a enção naquilo que são as necessidades e ques ões
dos cidadãos, pelo que os dados abe os são uma o ma de mi iga a sepa ação comum en e as
o ganizações públicas e os cidadãos. (Pe ei a, Macada , Luciano, & Tes a, 2017)
As mul iplicidades de dados a mazenados pelas adminis ações públicas o na am-se uma eno me
on e de in o mações de ido ao seu olume e di e sidade. No en an o, oi apenas com o su gimen o
dos po ais de dados abe os que esse eno me olume de dados pe mi iu a c iação de no os
modelos de negócio po pa es de odas as pa es en ol en es numa Sma Ci y. (Zo ano & Be sini,
2017)
12
Segundo o es udo de (de Cas o Ne o e al., 2017), as es a égias de dados abe os pe mi em às
cidades alcança qua o obje i os cha e:
1. T anspa ência: pe mi i que os cidadãos enham acesso a mais in o mação, de modo a que
possam en ende , examina e ques iona as decisões que são omadas.
2. Pa icipação: da acesso aos cidadãos e às suas comunidades a dados elacionados com o seu
município con ibui pa a incen i a a uma pa icipação mais a i a e in o mada.
3. Melho ia do se iço e ganhos de e iciência: o o necimen o de dados abe os e a sua pa ilha
p opo ciona esul ados expec á eis ao ní el da melho ia de se iços e de ganhos de
e iciência.
4. Desen ol imen o económico: a libe ação dos dados abe os pe mi iu às emp esas e aos
desen ol edo es c ia no as aplicações, no os p odu os e se iços, le ando assim a uma
p omoção da a i idade económica e comuni á ia.
2.2. DADOS ABERTOS
Ao longo dos úl imos anos, os go e nos de odo o mundo começa am a desen ol e e a implemen a
inicia i as de dados abe os pa a pe mi i a di ulgação de dados em o ma os abe os e eu ilizá eis,
sem es ições ou cob ança de dinhei o pela sua u ilização po pa e da sociedade. Como esul ado,
em su gido em odo o mundo um g ande núme o de eposi ó ios, ca álogos e po ais de dados
abe os. (Mácho á & Lněnička, 2017)
A p oli e ação e disponibilização de conjun os de dados o nados públicos e o su gimen o de
me cados de dados ap esen am uma opo unidade sem p eceden es pa a go e nos, emp esas e
emp esá ios pa a ap o ei a o alo desses dados pa a consegui ganhos económicos, sociais e
cien í icos. (Sadiq & Indulska, 2017)
A eu ilização de dados abe os p omo e um e ei o económico posi i o na ino ação e no
desen ol imen o de nume osas e amen as pa a aumen a a e iciência, não apenas no se o
p i ado, mas ambém na adminis ação pública. (de Cas o Ne o e al., 2017)
Segundo (Pe ei a e al., 2017), os dados de em es a disponí eis pa a odos os que enham um
p opósi o pa a a sua u ilização, e podem se acedidos, modi icados e eu ilizados pa a qualque
inalidade. Isso signi ica que os dados abe os de em es a disponí eis e acessí eis, e de em pode
se eu ilizados e edis ibuídos pa a que se consiga uma pa icipação uni e sal, ou seja, pa a que
oda a gen e possa u iliza os dados abe os sem disc iminação po campos, pessoas ou g upos.
Uma impo an e condição subjacen e no uncionamen o de uma democ acia é o acesso à
in o mação. Cidadãos in o mados são mais capazes de con ibui pa a p ocessos democ á icos, êm
uma maio capacidade de comp eende e acei a as bases das decisões que os a e am e êm uma
maio capacidade de se adap a em às si uações que ão oco endo no dia-a-dia. Nesse sen ido,
podemos e i ica na li e a u a (A a d e al., 2015; Je zek, 2016; Siebe & Johnson, 2015; Tho sby,
S owe s, Wolslegel, & Tumbuan, 2017; Ve huls e al., 2016) que exis em di e sas de inições que
apon am às pla a o mas de dados abe os o papel de p omoção dos p ocessos democ á icos e da
anspa ência das decisões a a és da publicação de conjun os de dados go e namen ais e
13
o e ecendo a opo unidade de pa icipa a i amen e nos p ocessos de decisão e esolução de
p oblemas públicos. As pla a o mas de dados abe os isam ambém es imula a ino ação, o
c escimen o económico e melho a a p es ação de se iços. (Ruije , G immelikhuijsen, & Meije ,
2017)
Em pa icula , com o acesso aos dados abe os, espe a-se que o público possa usa os dados do
go e no pa a oma melho es decisões e melho a a sua qualidade de ida, enquan o se espe a que
os go e nos possam e acesso a um conjun o de dados com um alcance cada ez mais amplo pa a
p omo e a omada de decisão baseada em e idências. (Ubaldi, 2013)
Exis e um p essupos o de que os dados abe os c iam e ge am mais alo do que a enda de da a
se s. Os seus bene ícios podem se ag upados em bene ícios polí icos e sociais, económicos e
ope acionais e écnicos (Tabela 2.2). (Janssen, Cha alabidis, & Zuide wijk, 2012)
Segundo (Ca a a, San Chan, Fische , & an S eenbe gen, 2015), os e ei os da u ilização e eu ilização
de dados abe os podem se aduzidos em bene ícios di e os e indi e os. Os bene ícios di e os são
bene ícios aduzidos em alo es mone á ios e são ealizados em ansações de me cado sob a o ma
de ecei as, núme o de emp egos en ol idos na p odução de um p odu o ou se iço ou na poupança
que podem ge a . Os bene ícios indi e os da ge ação e eu ilização de dados abe os podem se
di ididos em bene ícios económicos, polí icos e sociais. Os bene ícios económicos podem se
aduzidos em po enciais no os emp egos, no os p odu os e se iços, o c escimen o da economia do
conhecimen o e maio e iciência nos se iços públicos. A ní el polí ico, os bene ícios podem se
aduzidos em maio anspa ência e esponsabilidade, pa icipação cí ica, consciencialização polí ica
e acesso à in o mação. Do pon o de is a social, os bene ícios podem se assumi uma o ma de
maio inclusão social, pa icipação cí ica, acesso à in o mação e supo e à omada de decisão.
Tabela 2.2 - Tabela com alguns dos bene ícios dos dados abe os, p opos a no es udo de (Janssen e
al., 2012)
Ca ego ia
Bene ícios
Polí icos e Sociais
Maio T anspa ência, Responsabilidade Democ á ica, Maio
pa icipação dos cidadãos, C iação de con iança no Go e no, Maio
esc u ínio dos dados, Igualdade no acesso aos dados, No os se iços
go e namen ais pa a os cidadãos, Melho ia dos se iços p es ados aos
cidadãos, Melho ia da sa is ação dos cidadãos, Melho ia dos
p ocessos de o mulação de polí icas, Maio isibilidade pa a o
o necedo dos dados, Es imulação pa a no o conhecimen o, C iação
de no as isões no se o público, No os se iços sociais (ino a i os)
20
6. Despo o
7. Ges ão U bana
8. Economia e Ino ação
9. Ene gia e Comunicações
10. Planeamen o U bano
11. Habi ação e Desen ol imen o social
12. In o mação Base e Ca og a ia
13. População
14. Ou os Equipamen os e Se iços
15. Saúde
16. T anspa ência
17. Tu ismo e Laze
18. Mobilidade
De aco do com o es udo de (Lou enço, 2015), exis em uma sé ie de ca ac e ís icas cha e que um
po al de dados abe os de e espei a de modo a que o po al seja uma pla a o ma que p omo a a
anspa ência e a esponsabilidade:
1. Qualidade
Os cidadãos espe am que os dados di ulgados pelas en idades o iciais enham qualidade no
sen ido em que são dados o iciais e, po an o, de em se dados p ecisos e con iá eis.
2. In eg idade dos dados
Ao publica um de e minado conjun o de dados, as en idades públicas de em conside a o
ní el de de alhe em que esses dados são di ulgados. Dados demasiado de alhados podem
comp ome e sua comp eensibilidade e "esconde " os dados ele an es, mas a al a de
de alhes pode c ia conjun os de dados incomple os.
3. Acesso e Visibilidade
De em exis i poucas ou nenhumas ba ei as ao acesso dos cidadãos aos dados ele an es
4. Usabilidade e Comp eensão
A usabilidade dos po ais de dados abe os e e e-se à acilidade com que os u ilizado es
conseguem acede às in o mações e na ega no po al. A comp eensão dos po ais de dados
abe os isa ga an i que os u ilizado es conseguem en ende e in e p e a adequadamen e
21
a in o mação a que acedem no po al de dados abe os. Os dados não de em con e
signi icados ambíguos ou ja gão.
5. Tempo alidade dos dados
Os dados colocados no po al de dados abe os de em se “a uais” e de em se a ualizados
ao longo do empo, de modo a p omo e a sua usabilidade po pa e dos u ilizado es.
6. Valo e u ilidade
As en idades públicas não de em en a publica odos os dados que possuem. De em
começa po iden i ica os dados mais ele an es com mais al o alo e maio impac o que
mais bene iciam os u ilizado es.
7. G anula idade
Os dados de em se publicados no po al de dados abe os como chega am da on e, ou
seja, com um g au de g anula idade mínimo, sem ag egações ou al e ações. Os dados
publicados não de em da aos u ilizado es uma isão p é- o ma ada ou endenciosa.
2.2.2. Qualidade dos Dados Abe os
A di usão das inicia i as de dados abe os nos úl imos anos man e e um i mo mui o ele ado. No
en an o, exis em e idências de que a di ulgação de dados sem um con olo ap op iado da qualidade
pode comp ome e a eu ilização dos mesmos e a e a nega i amen e a pa icipação cí ica. (Ve ò e
al., 2016)
Embo a exis am inúme os sucessos de ino ação baseados no pa adigma dos dados abe os, exis e
alguma ince eza sob e a qualidade dos dados nos conjun os de dados disponibilizados. Essa
ince eza é uma ameaça ao alo que pode se ge ado a pa i desses dados. (Sadiq & Indulska, 2017)
A qualidade dos dados pode se de inida como um g au em que um conjun o de ca ac e ís icas dos
dados cump e com de e minados equisi os. Essas ca ac e ís icas podem se : in eg idade dos dados,
alidade, p ecisão, consis ência, disponibilidade e a ualidade dos dados. Os equisi os são de inidos
con o me a necessidade ou expec a i a que é decla ada, ge almen e implíci a ou ob iga ó ia. O
s anda d ISO 9001:2015 conside a a qualidade dos dados como um concei o ela i o, la gamen e
dependen e de equisi os especí icos que esul am da u ilização dos dados. Is o signi ica que os
mesmos dados podem se de boa qualidade pa a um ipo de u ilização e comple amen e inú eis pa a
ou o. (Bice skis, Bice ska, & Ka ni is, 2017)
O es udo de (Ba ini, Cappiello, F ancalanci, & Mau ino, 2009) ap esen a uma análise das abo dagens
exis en es pa a a a aliação da qualidade dos dados e a iden i icação de equisi os, indicando que ais
abo dagens incluem ipicamen e ês aspe os p incipais: análise dos dados e dos p ocessos, análise
dos equisi os da qualidade dos dados e análise da qualidade dos dados.
A análise dos dados e dos p ocessos inclui o es udo dos schemas dos dados, a ealização de euniões
com os u ilizado es pa a que se possa alcança uma comp eensão comple a dos dados, as suas
eg as e es ições e os p ocessos de c iação e consumo desses dados. A análise de equisi os da
22
qualidade dos dados inclui ge almen e sondagens aos u ilizado es e adminis ado es dos dados pa a
que se possam iden i ica p oblemas na qualidade dos dados, com o obje i o especí ico de iden i ica
conjun os de dados c í icos, de ini mé icas pa a medi a qualidade dos dados e de ini me as. A
análise da qualidade dos dados e e e-se às a i idades elacionadas com a explo ação e a aliação dos
conjun os de dados em elação às mé icas da qualidade de dados de inidas an e io men e. (Ba ini e
al., 2009)
À medida que a quan idade e a a iedade das on es de dados ão aumen ando, é impo an e c ia
bons me adados (desc ições, cobe u a geog á ica, limi ações, e c.), a im de pe mi i que as pa es
in e essadas, que não êm um g ande conhecimen o sob e o assun o, acilmen e pesquisem e
consumam os dados. Em ce o sen ido, a noção de que odos os dados di ulgados de em e
qualidade é e iden e, mas esse concei o não é ácil de iden i ica no con ex o dos dados abe os, e o
equisi o pa a a qualidade dos dados pode se conside ado como ab angendo di e sas
ca ac e ís icas. (Mácho á & Lněnička, 2017)
Os cidadãos espe am que os dados di ulgados pelas en idades o iciais enham qualidade no sen ido
em que são dados o iciais e, po an o, de em se p ecisos e con iá eis. Po ezes não é cla o qual a
o ganização em pa icula que é esponsá el po um po al, e mesmo quando isso é conhecido, os
cidadãos podem não es a cien es da sua c edibilidade. Além disso, quando os dados ap esen ados
o am ecolhidos e p ocessados po en idades ex e nas, os po ais podem não se di e amen e
esponsá eis pela sua qualidade. Po ou o lado, os cidadãos comuns não possuem os
conhecimen os necessá ios pa a a alia , po si mesmos, a qualidade dos dados di ulgados, que
podem a ia de aco do com cada conjun o de dados especí ico. (Lou enço, 2015)
A qualidade da in o mação pode a ia e se mui o baixa. Os cidadãos espe am que o go e no seja
esponsá el pela qualidade dos dados. A abe u a de dados que não possuem uma qualidade de
in o mação adequada pode esul a em discussões, con usões, menos anspa ência, e em menos
con iança no p óp io go e no. Es e úl imo pon o pode se explicado pelo ac o da baixa qualidade da
in o mação esul a em ecu sos que são despe diçados e em esul ados con usos ou inco e os. O
di ado "ga bage in, ga bage ou " é ealmen e e dadei o no que oca aos dados abe os. (Janssen e
al., 2012)
Os deciso es polí icos p e e em simplesmen e disponibiliza os dados, sem se p eocupa em com a
p o eniência ou o en iquecimen o dos mesmos. Es e mi o indica que os dados podem se
disponibilizados sem quaisque a i idades adicionais. Os dados de o igem ge almen e não podem se
u ilizados de imedia o e a a aliação da qualidade e o p ocessamen o dos dados são undamen ais
pa a a sua u ilização. (Janssen e al., 2012)
Um dos maio es iscos elacionados com a u ilização dos dados abe os p ende-se com a al a de
consciência da qualidade dos dados. Os consumido es de dados abe os no malmen e não são os
p odu o es e, po an o, não exis e uma es a égia bem de inida pa a a limpeza dos dados, que
ge almen e esul a numa má limpeza e ans o mação dos mesmos. Os consumido es de dados
abe os podem, po an o, in es i es o ços signi ica i os pa a ge a esul ados aliosos a pa i dos
dados, apenas pa a pe cebe que os esul ados são inadequados, ou não pe cebe em que os dados
são de má qualidade e con ia em esul ados inco e os. (Sadiq & Indulska, 2017)
23
As medidas sob e a qualidade dos dados podem se aplicadas no domínio dos dados abe os. O
sucesso dos dados abe os depende o emen e da qualidade dos conjun os de dados
disponibilizados, uma ez que exis e uma g ande a iedade na qualidade dos conjun os de dados
libe ados e os u ilizado es ambém podem e uma p eocupação com a qualidade dos dados
abe os. Expe iências ecen es mos am ambém que a qualidade dos egis os do ca álogo de dados
pode a e a a capacidade dos u ilizado es de localiza os dados do seu in e esse. (Mácho á &
Lněnička, 2017)
A li e a u a o nece uma ampla gama de écnicas pa a a alia e melho a a qualidade dos dados, ais
como as ligações en e egis os, eg as de negócio ou medidas de simila idade. Ao longo do empo,
essas écnicas e oluí am pa a lida com a c escen e complexidade da qualidade de dados em
sis emas de in o mação em ede. De ido à di e sidade e complexidade dessas écnicas, a pesquisa
concen ou-se na de inição de me odologias que ajudam a seleciona , pe sonaliza e aplica écnicas
de a aliação e melho ia da qualidade dos dados. (Ba ini e al., 2009)
2.2.3. Ges ão da Qualidade dos Dados
De aco do com a no ma ISO 9000:2005, o concei o de Qualidade de ine-se pelo g au com que um
conjun o de ca ac e ís icas ine en es cump e os equisi os. Segundo a mesma no ma, o concei o de
Requisi o de ine-se pela necessidade ou expec a i a que é decla ada, ge almen e implíci a ou
ob iga ó ia. Assim sendo, podemos e i ica que a Qualidade dos Dados se de ine po dados que ão
de encon o aos equisi os dos u ilizado es.
Segundo o s anda d (ISO 9001, 2008), a adoção de um sis ema de ges ão da qualidade de e á se
uma decisão es a égica da o ganização. A conceção e a implemen ação do sis ema de ges ão da
qualidade de uma o ganização é in luenciada:
a) pelo seu ambien e o ganizacional, po mudanças nesse ambien e e po iscos associados a
esse ambien e;
b) po necessidades a iá eis;
c) po obje i os pa icula es;
d) pelos p odu os que p opo ciona;
e) pelos p ocessos que u iliza;
) pelas suas dimensões e es u u a o ganizacional.
Es a no ma omen a a adoção de uma abo dagem po p ocessos quando se desen ol e, implemen a
e melho a a e icácia de um sis ema de ges ão da qualidade, pa a aumen a a sa is ação do clien e ao
i ao encon o dos seus equisi os.
A adoção de uma abo dagem po p ocessos em como base uma a i idade ou conjun o de a i idades
u ilizando ecu sos, ge ida de o ma a pe mi i a ans o mação de en adas em saídas e em que a
saída de um p ocesso cons i ui di e amen e a en ada do seguin e. Uma an agem da abo dagem
24
po p ocessos é o con olo passo-a-passo que p opo ciona sob e a in e ligação dos p ocessos
indi iduais den o do sis ema de p ocessos, bem como sob e a sua combinação e in e ação.
Quando u ilizada den o de um sis ema de ges ão da qualidade, al abo dagem en a iza a
impo ância:
a) de en ende e i ao encon o dos equisi os;
b) da necessidade de conside a p ocessos em e mos de alo ac escen ado;
c) de ob e esul ados do desempenho e da e icácia do p ocesso;
d) da melho ia con ínua dos p ocessos baseada na medição dos obje i os.
Nes e modelo de um sis ema de ges ão da qualidade baseado em p ocessos, os clien es êm um
papel signi ica i o na de inição de equisi os como en adas e a moni o ização da sa is ação do
clien e eque a a aliação da in o mação ela i a à pe ceção, po pa e des e, quan o à o ganização
e ido ao encon o dos seus equisi os.
Segundo es a no ma ISO 9001:2008, a ges ão de opo de e assegu a que a polí ica de Qualidade:
a) é ap op iada ao p opósi o da o ganização;
b) inclui um comp ome imen o de cump i os equisi os e de melho a con inuamen e a
e icácia do sis ema de ges ão da qualidade;
c) p opo ciona um enquad amen o pa a o es abelecimen o e a e isão dos obje i os da
qualidade;
d) é comunicada e en endida den o da o ganização;
e) é e is a pa a se man e ap op iada.
A ges ão de opo de e assegu a que os obje i os da qualidade são mensu á eis e consis en es com
a polí ica da Qualidade.
A o ganização de e planea e desen ol e os p ocessos necessá ios pa a a ealização do p odu o. No
planeamen o da ealização do p odu o, a o ganização de e de e mina , con o me ap op iado, o
seguin e:
a) obje i os da qualidade e equisi os pa a o p odu o;
b) a necessidade de es abelece p ocessos e documen os, e de p opo ciona os ecu sos
especí icos pa a o p odu o;
c) as a i idades eque idas de e i icação, alidação, moni o ização, medição, inspeção e ensaio
especí icas do p odu o e os c i é ios de acei ação do p odu o;
d) os egis os necessá ios pa a p opo ciona a e idência de que os p ocessos de ealização e o
p odu o esul an e ão de encon o aos equisi os
25
2.2.4. Me odologias pa a a aliação e melho ia da qualidade dos dados
As consequências da má qualidade dos dados são e i icadas mui as ezes na ida quo idiana das
emp esas, mas, na maio ia das ezes não são e e uadas as conexões necessá ias pa a apu a as
causas. A qualidade dos dados em sé ias consequências pa a a e iciência e e icácia das emp esas.
(Ba ini, Ba one, Mas ella, Mau ino, & Ru ini, 2007)
Pa a as emp esas, ga an i a qualidade dos dados é uma a e a múl ipla que exige que os dados
sejam a ualizados, comple os, consis en es, álidos e acessí eis pa a melho a as in e ações com o
clien e. Dado es e desa io global e eco en e e num con ex o de ecu sos escassos, os e os nos
dados p ecisam de se abo dados po me odologias o ien adas po um sen ido de economia. Ou
seja, pa a uma melho ia na qualidade dos dados de em se escolhidas as me odologias de aco do
com a sua e icácia e, em seguida, aplicadas numa sequência e icien e. (Kleindiens , 2017)
Exis em á ias me odologias que o am p opos as na li e a u a, com conjun os de mé icas,
ca ac e ís icas e dimensões pa a a alia a qualidade de conjun os de dados. Uma me odologia de
a aliação da qualidade dos dados é de inida como o p ocesso de a aliação da adequação dos
conjun os de dados às in o mações que os u ilizado es necessi am num caso especí ico. O p ocesso
en ol e a medição das dimensões de qualidade ele an es pa a o u ilizado e, pos e io men e
compa ando os esul ados da a aliação com os equisi os de qualidade do u ilizado . (Rula & Za e i,
2014; Ve ò e al., 2016)
De aco do com o es udo de (Ba ini e al., 2009), a sequência de a i idades de uma me odologia de
qualidade de dados é compos a po ês ases:
1. Recons ução do Es ado da si uação: que isa a ob enção de in o mações con ex uais sob e
p ocessos e se iços o ganizacionais, ob enção de dados e p ocedimen os de ges ão
elacionados, e ques ões elacionadas com a qualidade e cus os co esponden es.
2. A aliação / medição: que mede a qualidade da cole a de dados ao longo de algumas
dimensões de qualidades ele an es; no e mo 'medição' é medido o alo de um conjun o
de dimensões de qualidade de dados. O e mo 'a aliação' é u ilizado quando essas medidas
são compa adas com os alo es de e e ência, de modo a pe mi i um diagnós ico de
qualidade.
3. Melho ia: diz espei o à seleção das e apas, es a égias e écnicas pa a alcança os no os
obje i os de qualidade de dados
Após uma pesquisa na li e a u a, na Tabela 2.7 pode-se e i ica um conjun o de me odologias de
a aliação e melho ia da qualidade dos dados.
Tabela 2.7 – Lis a de Me odologias conside adas nes e a igo
Ac ónimo da Me odologia
Designação
Re e ência
HDQM
He e ogenous Da a Quali y
Me hodology
(Ba ini e al., 2009; Ca lo,
Daniele, Fede ico, & Simone,
2011)
26
TDQM
To al Da a Quali y
Me hodology
(Ba ini e al., 2009; Wang,
1998)
TIQM
To al In o ma ion Quali y
Managemen
(Ba ini e al., 2009; English,
1999)
AIMQ
A me hodology o in o ma ion
quali y assessmen
(Ba ini e al., 2009; Lee, S ong,
Kahn, & Wang, 2002)
CIHI
Canadian Ins i u e o Heal h
In o ma ion me hodology
(Ba ini e al., 2009; Long &
Seko, 2002)
ISTAT
ISTAT me hodology
(Ba ini e al., 2009; Falo si, P.D.;
Palla a, S.; Pa one, A.;
Alessand oni, A.; Massella, E.;
and Scannapieco, 2003)
COLDQ
Loshin Me hodology (Cos -
e ec O Low Da a Quali y)
(Ba ini e al., 2009; Loshin,
2001)
DaQuinCIS
Da a Quali y in Coope a i e
In o ma ion Sys ems
(Ba ini e al., 2009;
Scannapieco, Vi gilli o,
Ma che i, Mecella, & Baldoni,
2004)
CDQ
CDQ - Comp ehensi e
me hodology o Da a Quali y
managemen
(Ba ini, Cabi za, Cappiello, &
F ancalanci, 2006; Ba ini e al.,
2009)
DWQ
DWQ - The Da a Wa ehouse
Quali y Me hodology
(Ba ini e al., 2009; Jeus eld,
Quix, & Ja ke, 1998)
DQA
Da a Quali y Assessmen
(Ba ini e al., 2009; Pipino, Lee,
Wang, Lowell Yang Lee, & Yang,
2002)
IQM
In o ma ion Quali y
Measu emen
(Ba ini e al., 2009; Epple &
Hel e , 2004)
AMEQ
Ac i i y-based Measu ing and
E alua ing o p oduc
in o ma ion Quali y (AMEQ)
me hodology
(Ba ini e al., 2009; Su & Jin,
2004)
QAFD
Me hodology o he Quali y
Assessmen o Financial Da a
(Ba ini e al., 2009; De Amicis,
Ba one, & Ba ini, 2006)
SPDQM
Squa e-Aligned Po al Da a
(Mo aga, Mo aga, Cale o, &
27
Quali y Model
Ca o, 2009; Ve ò e al., 2016)
PDQM
Po al Da a Quali y Model
(Cale o, Ca o, & Pia ini, 2008)
ORME-DQ
ORME-DQ, a me hodology and
a amewo k o da a quali y
assessmen
(Ba ini e al., 2007)
MAMD 2.0
MAMD – Modelo Ala cos de
Mejo a de Da os
(Ca e e o, Gualo, Caballe o, &
Pia ini, 2017)
WIQA
WIQA - In o ma ion Quali y
Assessmen F amewo k
(Bize & Cyganiak, 2009)
A qualidade dos dados é no malmen e de inida como uma cons ução mul idimensional com a
de inição popula "ap idão pa a o uso". A qualidade dos dados pode depende de á ios a o es
(dimensões ou ca ac e ís icas), ais como Accu acy, Timeliness, Comple eness, Rele ancy, Objec i i y,
Belie abili y, Unde s andabili y, Consis ency, Conciseness, A ailabili y, Ve i iabili y. (Za e i e al.,
2012)
A a aliação da qualidade dos dados en ol e a medição de dimensões e c i é ios de qualidade
ele an es pa a o consumido . As dimensões podem se conside adas como as ca ac e ís icas de um
conjun o de dados. (Za e i e al., 2012)
Na Tabela 7.1 da secção de Apêndices, pode se consul ada a desc ição de odas as
dimensões/ca ac e ís icas, encon adas na li e a u a que oi es udada.
Na Tabela 2.8 podemos e i ica um mapeamen o en e as me odologias p esen es nes e
documen o e as suas dimensões/ca ac e ís icas.
Tabela 2.8 – Tabela com mapeamen o en e as me odologias p esen es nes e documen o e as suas
dimensões/ca ac e ís icas
Ac ónimo da
Me odologia
Dimensões/Ca ac e ís icas
Re e ência
HDQM
Accu acy, Cu ency
(Ba ini e al., 2009;
Ca lo e al., 2011)
TDQM
Accessibili y, App op ia eness, Belie abili y, Comple eness,
Concise/Consis en ep esen a ion, Ease o manipula ion,
Value added, F ee o e o , In e p e abili y, Objec i i y,
Rele ance, Repu a ion, Secu i y, Timeliness, Unde s andabili y
(Ba ini e al., 2009;
Wang, 1998)
TIQM
Dimensões ine en es: De ini ion con o mance (consis ency),
Comple eness, Business ules con o mance, Accu acy ( o
(Ba ini e al., 2009;
28
su oga e sou ce), Accu acy ( o eali y), P ecision,
Nonduplica ion, Equi alence o edundan da a, Concu ency
o edundan da a
Dimensões P agmá icas: Accessibili y, Timeliness, Con ex ual
Cla i y, De i a ion In eg i y, Usabili y, Righ ness ( ac
comple eness), Cos .
English, 1999)
AIMQ
Accessibili y, App op ia eness, Belie abili y, Comple eness,
Concise/Consis en ep esen a ion, Ease o ope a ion,
F eedom om e o s, In e p e abili y, Objec i i y, Rele ancy,
Repu a ion, Secu i y, Timeliness, Unde s andabili y
(Ba ini e al., 2009;
Lee e al., 2002)
CIHI
Accu acy, Timeliness Compa abili y, Usabili y, Rele ance,
O e -co e age, Unde -co e age, Simple/co ela ed esponse
a iance, Reliabili y, Collec ion and Cap u e, Uni /I em non
esponse, Edi and impu a ion, P ocessing, Es ima ion,
Timeliness, Comp ehensi eness, In eg a ion, S anda diza ion,
Equi alence, Linkage abili y, P oduc /His o ical compa abili y,
Accessibili y, Documen a ion, In e p e abili y, Adap abili y,
Value
(Ba ini e al., 2009;
Long & Seko, 2002)
ISTAT
Accu acy, Comple eness, Consis ency
(Ba ini e al., 2009;
Falo si, P.D.; Palla a,
S.; Pa one, A.;
Alessand oni, A.;
Massella, E.; and
Scannapieco, 2003)
COLDQ
Schema: Cla i y o de ini ion, Comp ehensi eness, Flexibili y,
Robus ness, Essen ialness, A ibu e g anula i y, P ecision o
domains, Homogenei y, Iden i iabili y, Ob ainabili y,
Rele ance, Simplici y/Complexi y, Seman ic consis ency,
Syn ac ic consis ency.
Dados: Accu acy, Null Values, Comple eness, Consis ency,
Cu ency, Timeliness, Ag eemen o Usage, S ewa dship,
Ubiqui y
Ap esen ação: App op ia eness, Co ec In e p e a ion,
Flexibili y, Fo ma p ecision, Po abili y, Consis ency, Use o
s o age,
Polí ica de in o mação: Accessibili y, Me ada a, P i acy,
Secu i y, Redundancy, Cos .
(Ba ini e al., 2009;
Loshin, 2001)
DaQuinCIS
Accu acy, Comple eness, Consis ency, Cu ency,
(Ba ini e al., 2009;
Scannapieco e al.,
29
T us wo hiness
2004)
CDQ
Schema: Co ec ness wi h espec o he model, Co ec ness
wi h espec o Requi emen s, Comple eness, Pe inence,
Readabili y, No maliza ion
Dados: Syn ac ic/Seman ic Accu acy, Seman ic Accu acy,
Comple eness, Consis ency, Cu ency, Timeliness, Vola ili y,
Comple abili y, Repu a ion, Accessibili y, Cos .
(Ba ini e al., 2006,
2009)
DWQ
Co ec ness, Comple eness, Minimali y, T aceabili y,
In e p e abili y, Me ada a E olu ion, Accessibili y (Sys em,
T ansac ional, Secu i y), Use ulness (In e p e abili y),
Timeliness (Cu ency, Vola ili y), Responsi eness,
Comple eness, C edibili y, Accu acy, Consis ency,
In e p e abili y
(Ba ini e al., 2009;
Jeus eld e al., 1998)
DQA
Accessibili y, App op ia e amoun o da a, Belie abili y,
Comple eness, F eedom om e o s, Consis ency, Concise
Rep esen a ion, Rele ance, Ease o manipula ion,
In e p e abili y, Objec i i y, Repu a ion, Secu i y, Timeliness,
Unde s andabili y, Value added
(Ba ini e al., 2009;
Pipino e al., 2002)
IQM
Accessibili y, Consis ency, Timeliness,
Conciseness,Main ainabili y, Cu ency, Applicabili y,
Con enience, Speed, Comp ehensi eness, Cla i y, Accu acy,
T aceabili y, Secu i y, Co ec ness, In e ac i i y
(Ba ini e al., 2009;
Epple & Hel e ,
2004)
AMEQ
Consis en ep esen a ion, In e p e abili y, Case o
unde s anding, Concise ep esen a ion, Timeliness,
Comple eness Value added, Rele ance, App op ia eness,
Meaning ulness, Lack o con usion, A angemen , Readable,
Reasonabili y, P ecision, Reliabili y, F eedom om bias, Da a
De iciency, Design De iciency, Ope a ion De iciencies,
Accu acy, Cos , Objec i i y, Belie abili y, Repu a ion,
Accessibili y, Co ec ness, Unambigui y, Consis ency
(Ba ini e al., 2009;
Su & Jin, 2004)
QAFD
Syn ac ic/Seman ic accu acy, In e nal/Ex e nal consis ency,
Comple eness, Cu ency, Uniqueness
(Ba ini e al., 2009;
De Amicis e al.,
2006)
SPDQM
Accessibili y, Accu acy, Amoun o da a, Applicabili y,
A ac i eness, A ailabili y, Comple eness, Compliance,
Concise Rep esen a ion, Con iden iali y, Consis ency,
Consis en Rep esen a ion, C edibili y, Cu en ness, Cus ome
Suppo , Documen a ion, Ease o ope a ion, E ec i eness,
E iciency, Expi a ion, Flexibili y, In e ac i e, In e p e abili y,
(Mo aga e al., 2009;
Ve ò e al., 2016)
36
abo dagens supe isionadas que combinam a capacidade compu acional com a descobe a de
pad ões e dis inções semân icas ina as pa a os se es humanos, de modo a pe mi i a a aliação isual
da qualidade dos dados. (Bo o ina Josko & Fe ei a, 2017)
A a és de ep esen ações isuais in e a i as, quem a alia a qualidade dos dados consegue
pesquisa , ex ai , co elaciona e en ende os signi icados (pad ões, elacionamen os e mé icas) em
di e en es g anula idades a é se em indicadas e idências semân icas que con i mem ou e u em um
de ei o nos dados. (Bo o ina Josko & Fe ei a, 2017)
Os sis emas de isualização p oje ados pa a supo a um p ocesso de análise da qualidade dos dados
baseiam-se em duas abo dagens. A abo dagem denominada como econhecimen o de qualidade,
que deno a a u ilização de ecu sos compu acionais pa a ex ai mé icas de qualidade dos dados
que são isualmen e comunicadas a a és de highligh s ou ó ulos. A abo dagem denominada como
o ien ação pa a o diagnós ico isual, que deno a uma análise isual in ensi a de signi icados pa a
de e a de ei os de dados. (Bo o ina Josko & Fe ei a, 2017)
Nes e p oje o i á se desen ol ido um sis ema de isualização, a a és do desen ol imen o e
implemen ação de um mockup de um Dashboa d que supo e um p ocesso de análise da qualidade
dos dados apoiada na abo dagem denominada como econhecimen o de qualidade, que deno a a
u ilização de ecu sos compu acionais pa a ex ai mé icas de qualidade dos dados que são
isualmen e comunicadas a a és de highligh s ou ó ulos.
Nenhum exemplo de isualização de dados ocupa um luga mais p oeminen e na consciência das
pessoas de negócios que um dashboa d. O display de um Dashboa d combina oda a in o mação que
é necessá ia pa a moni o iza apidamen e o cená io de um de e minado aspe o do negócio num
único ec ã. Quando são p oje ados de o ma ap op iada pa a uma comunicação isual e icaz, os
dashboa ds o e ecem uma imagem do que es á a oco e , o que nunca pode ia se e e uado a a és
de ela ó ios adicionais. (Few, 2007)
2.3.1. Ca ac e ís icas do desenho de um Dashboa d
Segundo o es udo de (Yigi basioglu & Velcu, 2012), as ca ac e ís icas do desenho de um Dashboa d
podem se di ididas em dois ipos, as ca ac e ís icas uncionais e as ca ac e ís icas isuais.
As ca ac e ís icas uncionais são as ca ac e ís icas que se elacionam indi e amen e com a
isualização, mas que desc e em o que um Dashboa d pode aze . É impo an e que as
ca ac e ís icas uncionais de um Dashboa d se ajus em aos seus obje i os, uma ez que um ajus e
inadequado pode esul a em esul ados que não se ão os mais pe ei os, o necendo indicações
incomple as a quem necessi a do Dashboa d pa a oma as melho es decisões. As ca ac e ís icas
uncionais pe mi em o ajus e cogni i o com os di e en es ipos de u ilizado es de um Dashboa d e
são compos as pelos seguin es pon os:
• Tipos de o ma o da ap esen ação (G á icos s. Tabelas)
• Flexibilidade no o ma o da ap esen ação
• D ill down and d ill up
• Análise do cená io
37
• Seleção do o ma o da ap esen ação guiada pela eo ia
• Ale as au omá icos
No en an o, mesmo que as ca ac e ís icas uncionais de um Dashboa d es ejam bem ajus adas aos
obje i os (ou seja, que odas as in o mações e ecu sos necessá ios es ão disponí eis ao u ilizado ),
uma má de inição das ca ac e ís icas isuais (po exemplo, a u ilização excessi a de co es, uma baixa
axa de u ilização de co es na ep esen ação dos dados, e c.) pode con undi e dis ai o u ilizado do
Dashboa d. As ca ac e ís icas isuais de um Dashboa d po enciam uma melho isualização da
in o mação e são compos as pelos seguin es pon os:
• Página única
• Uso ugal de co es
• Al a axa de u ilização de co es na ep esen ação dos dados
• U ilização de linhas de g elha em g á icos 2D e 3D
2.3.2. U ilizado es al o do Dashboa d
Um dos aspe os mais impo an es, se não o mais impo an e, é a ap esen ação no Dashboa d
dos indicado es que ealmen e impo am pa a os u ilizado es al o, endo em con a os obje i os
e o p oblema que oi de inido.
A iden i icação das a iá eis c uciais associadas a um Dashboa d em uma eno me impo ância e
a seleção de dados adequados pa a a e icácia do sis ema de medição baseado num Dashboa d
ambém é um aspe o undamen al. (Ma co, Mangano, & Zenezini, 2015)
Segundo o es udo de (Juice, 2009), os Dashboa ds são ú eis po que aquilo que é medido é
melho ado e po que é mui o impo an e um en endimen o compa ilhado do es ado do negócio.
No con ex o des e p oje o é impo an e de e mina os mo i os especí icos pelos quais a
u ilização de um Dashboa d i á se ú il pa a a esolução do p oblema e o es udo de (Juice, 2009)
indica ês ques ões cha es a que se de e da espos a:
1. Quem é o u ilizado al o do Dashboa d?
• A Equipa de Ges ão do Po al de Dados Abe os da Cidade de Lisboa
2. Qual o alo que o Dashboa d i á adiciona ?
• De ini me as e expec a i as pa a a equipa de Ges ão da Qualidade dos Dados
elacionadas com as di e sas dimensões e ca ac e ís icas da qualidade dos dados
que são inse idos no Po al de Dados Abe os da Cidade de Lisboa
• Enco aja ações especí icas sob e os conjun os de dados an es de se em
colocados no Po al de Dados Abe os de Lisboa, de modo a p omo e uma
maio qualidade nos dados que ali se ão colocados
38
• Realça exceções e o nece ale as quando exis i em p oblemas na qualidade
dos dados que i ão se colocados no Po al de Dados Abe os da Cidade de
Lisboa
• Comunica o p og esso e o sucesso da aplicação das di e en es me odologias da
qualidade dos dados nos dados que se ão colocados no Po al de Dados Abe os
da Cidade de Lisboa
• Fo nece uma in e ace comum pa a in e agi e analisa os esul ados da
aplicação das di e en es me odologias de qualidade dos dados aos dados que
i ão se disponibilizados no Po al de Dados Abe os da cidade de Lisboa
3. Qual o ipo de Dashboa d de e se c iado?
• Um ipo de Dashboa d ocado no âmbi o da aplicação de me odologias de
qualidade dos dados
• Fo necendo uma isão ocada na qualidade dos dados que i ão se colocados no
Po al de Dados Abe os da Cidade de Lisboa
• Com um ho izon e empo al his ó ico, de modo a i e i icando a e olução da
qualidade dos dados ao longo do empo, depois de aplicadas algumas co eções
• Ap esen ado com uma isão única pa a odos os u ilizado es, com á ios ní eis
de de alhe, p opo cionando a capacidade de o u ilizado e e ua d ill down, pa a
e acesso a núme os mais de alhados pa a ganha mais con ex o
• Com um pon o de is a explo a ó io, em que o u ilizado em a libe dade de
in e p e a os esul ados con o me acha mais ap op iado
Os Dashboa ds bem-sucedidos são aqueles que con ibuem pa a melho a a omada de decisões e o
desempenho o ganizacional a a és da u ilização dos dados ce os no momen o ce o, pa a oma as
decisões mais ace adas. (Ananda ajan & Jones, 2017)
2.4. PROPOSTA CONCEPTUAL DO MODELO DE AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DOS DADOS
O modelo de a aliação da qualidade dos dados que i á se implemen ado nes e p oje o em como
base o es udo na li e a u a de um modelo de dados que pe mi a implemen a uma amewo k pa a a
a aliação e a amen o da qualidade dos dados que i ão se colocados no Po al de Dados Abe os da
cidade de Lisboa. Esse modelo de dados de e pe mi i a aplicação de di e en es me odologias de
a amen o da qualidade dos dados, já es udadas no capí ulo 2.2.4.
Es a p opos a de modelo de a aliação da qualidade dos dados e que oi a base pa a o
desen ol imen o do p oje o encon a-se desc i a no capí ulo 3.1.
No seguimen o da implemen ação do modelo de a aliação da qualidade dos dados que i ão se
colocados no Po al de Dados Abe os da cidade de Lisboa, i á se desen ol ido um mockup de um
Dashboa d de modo a ap esen a aos u ilizado es os esul ados do uncionamen o da amewo k de
a amen o da qualidade dos dados que i ão se colocados no Po al de Dados Abe os da cidade de
39
Lisboa. A p opos a de p o ó ipo do Dashboa d encon a-se desc i a no pon o 2.4.1. a a és de um
wi e ame.
2.4.1. Wi e ame do Dashboa d
A u ilização de p o ó ipos pa a a isualização de in e aces (ge almen e conhecidas como mockups
ou wi e ames), p o a am aumen a a e iciência na pe ceção dos equisi os das aplicações. Uma das
suas an agens p ende-se com o ac o dos wi e ames se em ecnicamen e aliosos pa a os
p og amado es e, ao mesmo empo, se em o almen e comp eensí eis pa a os u ilizado es inais.
(Ri e o e al., 2014)
A maio ia dos clien es p eocupa-se p incipalmen e como ão in e agi com o p odu o e p eocupa-se
menos com os de alhes. Pa a e em uma ideia cla a do p odu o êm de isualiza o mesmo e isso
pode se alcançado a a és do desen ol imen o de um mockup do p odu o an es do
desen ol imen o das especi icações. Es e ipo de mockup é mui as ezes chamado de wi e ame, é
ba a o de c ia e uma e amen a de comunicação mui o e icaz. (K ei zbe g, 2004)
C ia um wi e ame no p ocesso inicial de c iação da in e ace das aplicações com o u ilizado é
mui o ú il como meio de comunicação en e os u ilizado es e quem desen ol e o p odu o.
O wi e ame se e como guia isual que é u ilizado pa a suge i o con eúdo e a es u u a do p odu o,
assim como as in e ações e as elações na u ilização do mesmo, que se ão a inadas a é que exis a
aco do com os u ilizado es.
Assim sendo, no âmbi o des e p oje o oi desen ol ido um wi e ame do Dashboa d que i á se i
pa a ap esen a aos u ilizado es os esul ados do uncionamen o da amewo k de a amen o da
qualidade dos dados que i ão se colocados no Po al de Dados Abe os da cidade de Lisboa, que
pode se e i icado na igu a 2.4.
40
Figu a 2.4 - Wi e ame do Dashboa d com os indicado es da Qualidade dos Dados que o am
a aliados na amewo k de a aliação da qualidade dos dados
O wi e ame do Dashboa d que i á se desen ol ido e que se encon a ep esen ado na igu a 2.4,
con ém:
• Uma imagem no opo que i á con e o í ulo do Dashboa d
• Um conjun o de bo ões que i á e a unção de slice e cada bo ão de e á ep esen a um
g upo de dados daqueles que compõem o Po al de Dados Abe os da cidade de Lisboa.
• Um conjun o de g á icos que i ão ep esen a as mé icas de cada dimensão que o am
calculadas pa a indica os ní eis de qualidade dos dados que i ão se colocados no Po al de
Dados Abe os da cidade de Lisboa. A a és dos bo ões que êm a unção de slice , o
u ilizado pode á i e i icando os indicado es de qualidade de cada dimensão que o am
calculados em cada g upo de dados. Inicialmen e se ão ap esen ados os dados ge ais, sem
qualque ipo de il o.
Es e wi e ame oi elabo ado com ecu so a uma e amen a de cons ução de wi e ames,
denominada como ‘Mock low’ e es á disponí el a a és do si e (h ps://www.mock low.com/).
41
3. DESENVOLVIMENTO
Como já oi mencionado na de inição da me odologia, o desen ol imen o des e p oje o em como
base um p ocesso cíclico, o que signi ica que é um mé odo i e a i o usado pa a um con olo
con ínuo e melho ia dos a e ac os. Pa a inicia o p ocesso, uma suges ão inicial de e se ei a. Isso
conduzi á a uma ase de implemen ação e, inalmen e, a uma ase de a aliação dos esul ados. A
a aliação de e mina á o início de um no o ciclo ou à conclusão do p oje o.
A ase inicial des e p ocesso de desen ol imen o p ende-se com o es udo na li e a u a de um
modelo de dados que pe mi a implemen a uma amewo k pa a a a aliação e a amen o da
qualidade dos dados que i ão se colocados no Po al de Dados Abe os da cidade de Lisboa. Esse
modelo de dados de e pe mi i a aplicação de di e en es me odologias de a amen o da qualidade
dos dados, já es udadas no capí ulo 2.2.4.
Numa ase seguin e, i á se iniciada uma ase de implemen ação da amewo k pa a a a aliação e
a amen o da qualidade dos dados que oi es udada e se á desen ol ido um p o ó ipo inicial pa a
e i ica o compo amen o do uncionamen o da amewo k e os seus indicado es.
Es e capí ulo i á e mina com o desen ol imen o de um mockup de um Dashboa d de modo a
ap esen a aos u ilizado es os esul ados do uncionamen o da amewo k de a amen o da
qualidade dos dados que i ão se colocados no Po al de Dados Abe os da cidade de Lisboa.
3.1. FRAMEWORK PARA A AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DOS DADOS
Os dados abe os são uma pa e do con eúdo ou dos dados, com o in ui o de alguém pode u ilizá-
los, eu ilizá-los e ambém edis ibuí-los. A maio ia dos conjun os de dados abe os di ulgados es á
ainda em o ma o b u o e o seu sucesso depende o emen e da sua qualidade. (Mácho á &
Lněnička, 2017)
A di usão dos Dados Abe os man e e um i mo mui o ele ado nos úl imos anos. No en an o,
exis em e idências que indicam que a di ulgação de dados sem o con olo de qualidade adequado
pode comp ome e a eu ilização dos conjun os de dados e a e a nega i amen e a pa icipação
cí ica. (Ve ò e al., 2016)
Fo malmen e, a Qualidade dos Dados é de inida na No ma ISO 25012 como "a capacidade de dados
pa a sa is aze necessidades decla adas e implíci as quando usadas sob condições especi icadas".
Além dessa de inição, a Qualidade dos Dados pode se de inida como a capacidade de uma cole a de
dados que ão de encon o às necessidades dos u ilizado es, ou seja, que enham uma "adequação
ao uso" endo em con a o pon o de is a do u ilizado sob e a qualidade que esses dados de em e .
(Ba ini e al., 2009; ISO/IEC 25012, 2008; Ve ò e al., 2016; Wang & S ong, 1996)
É nes e con ex o que o es udo de (Ba ini e al., 2007) ap esen a uma amewo k pa a a a aliação da
qualidade dos Dados, que no caso conc e o des e p oje o, se ão os dados que i ão se
disponibilizados no Po al de Dados Abe os da cidade de Lisboa.
42
A a qui e u a des a amewo k (Figu a 3.1) é compos a po cinco módulos (e espe i os eposi ó ios
associados), sendo que o desen ol imen o des e p oje o i á e em con a os seguin es qua o
módulos:
• Knowledge Ex ac o – O módulo ‘Knowledge Ex ac o ’ pe mi e a de inição de odos os
elacionamen os en e os dados u ilizados nos p ocessos, se iços e pelas unidades de
negócio, a mazenando-os num eposi ó io.
• Da a Quali y Assessmen - O módulo ‘Da a Quali y Assessmen ’ é esponsá el po a alia
a qualidade das on es de dados, aplicando di e en es algo i mos e écnicas,
a mazenando odos os esul ados num eposi ó io.
• Analysis – O módulo ‘Analysis’ em como obje i o o p ocessamen o e análise da
in o mação e i ada do módulo de ‘Da a Quali y Assessmen ’, sendo que a análise OLAP
é a mazenada num eposi ó io.
• Moni o ing & Repo ing – O módulo ‘Moni o ing & Repo ing’ pe mi e a ealização de
a i idades de moni o ização e de ela ó ios sob e as in o mações mais impo an es.
Figu a 3.1 – A qui e u a da amewo k de a aliação da Qualidade dos Dados, adap ada do es udo de
(Ba ini e al., 2007)
3.1.1. A qui ec u a da amewo k
Com base na amewo k de a aliação da Qualidade dos Dados ap esen ada no pon o an e io , i á se
implemen ado um sis ema de Da a Wa ehouse (DW) com uma a qui e u a do ipo S a (Figu a 3.2.),
onde exis i ão abelas ac uais ligadas às suas espe i as dimensões a a és de Su oga e Keys. Se ão
c iados Jobs de ex ac - ans o m-load (ETL), esponsá eis pela ex ação, a amen o/ ans o mação
e pos e io ca egamen o nas abelas do DW.
As Dimensões são abelas que a mazenam os concei os de negócio, os quais i ão ca ac e iza os
egis os das abelas ac uais. As dimensões implemen adas no DW de Ges ão da Qualidade dos
dados se ão do ipo ze o, um e dois. As dimensões do ipo ze o, são no malmen e ca egadas uma
ez e não so em mais al e ações dos seus egis os. As dimensões do ipo um, podem so e
al e ações a alguns os seus campos, sendo o sis ema capaz de e e ua a ualizações a esses egis os.
43
Po úl imo as dimensões do ipo dois, são idên icas às do ipo um, mas pe mi em e e his ó ico das
al e ações dos seus campos, a a és de um campo de ‘s a da e’ e ‘end da e’, o qual ep esen a o
pe íodo empo al em que de e minado egis o é álido. Os egis os a uais são ca ac e izados po
possuí em o campo ‘end da e’ com o alo ‘NULL’.
As abelas ac uais se em o p opósi o de a mazena os dados ansacionais diá ios, possuindo
di e sos campos com mé icas ú eis pa a a a aliação da qualidade dos dados. Cada uma das
ansações se á semp e ca ac e izada pela dimensão empo e po um conjun o de cha es de ou as
dimensões que ca ac e izam a elação.
Figu a 3.2 – Exemplo de a qui e u a do ipo S a , e i ada de (www.da awa ehouse4u.in o, n.d.)
Numa p imei a ase, i á se e e uado o le an amen o e iden i icação das on es de in o mação do
sis ema ope acional, que no caso des e P oje o se encon am odas no Po al de Dados Abe os da
Cidade de Lisboa. Es e é maio i a iamen e cons i uído po ichei os ex e nos em o ma o CSV,
GeoJSON, JSON ou PDF.
Numa segunda ase, e seguindo o modelo da amewo k indicada no es udo de (Ba ini e al., 2007)
se á implemen ado um módulo designado como ‘Knowledge Ex ac o ’, que i á con e a de inição de
odos os elacionamen os en e os dados u ilizados nos p ocessos, se iços e pelas unidades de
negócio, a mazenando-os num eposi ó io.
44
Numa e cei a ase, i á se desen ol ida a de inição dos p ocessos ETL pa a ob e os dados da BD
ope acional e ichei os on e, ca egando es es dados numa base de dados denominada po S aging
A ea. Es a á ea em como obje i o melho a a pe o mance da ase de ETL, sendo os dados
ca egados dos sis emas on es de uma o ma ainda pouco ans o mada. As abelas da S aging A ea
são igualmen e e icien es pois não e e uam a mazenamen o de dados his ó icos, sendo que os dados
con idos nes as abelas são apagados no início de cada execução, pe mi indo ca egamen os mais
céle es e consul as mais e icien es na ase de ca egamen o das abelas DW. Es a á ea e le e
ambém o módulo de ‘Da a Quali y Assessmen ’ indicado na amewo k do es udo de (Ba ini e al.,
2007).
Numa qua a ase, são e e uadas as ans o mações inais aos dados exis en es na S aging A ea e são
ei os os ca egamen os das abelas de Dimensões e abelas Fac uais. O DW e á ce ca de 3
dimensões e 1 abela a ual. Es a á ea e le e o módulo de ‘Analysis’ indicado na amewo k do
es udo de (Ba ini e al., 2007).
Na igu a 3.3. é possí el e i ica o desenho da A qui e u a do DW pa a análise da qualidade dos
dados que se ão inse idos no Po al de Dados Abe os da cidade de Lisboa.
Na ase inal, se á implemen ado um mockup de um Dashboa d, de modo a que o u ilizado inal
possa ealiza a i idades de moni o ização sob e as in o mações mais impo an es, que nes e caso
conc e o se ão as mé icas apu adas sob e a qualidade dos dados a se em colocados no Po al de
Dados Abe os da cidade de Lisboa. Es a á ea e le e o módulo de ‘Moni o ing & Repo ing’ indicado
na amewo k do es udo de (Ba ini e al., 2007).
As e amen as que i ão se u ilizadas na elabo ação do DW se á o ‘SQL Se e Managemen S udio
2016’ (SSMS). Os p ocessos de ETL se ão de inidos em ‘SQL Se e In eg a ion Se ices’ (SSIS) a a és
da e amen a de desen ol imen o ‘SQL Se e Da a Tools 2015’ e o desen ol imen o do mockup do
Dashboa d i á se e e uado com ecu so à e amen a ‘Powe BI’.
45
Figu a 3.3 – Desenho da A qui e u a do DW pa a análise da qualidade dos dados que se ão inse idos
no Po al de Dados Abe os da cidade de Lisboa
As abelas de DW segui am o modelo de elações que se pode e i ica na igu a 3.4:
• Fac ual de Mé icas
Figu a 3.4 – Modelo de dados do DW pa a a a aliação da qualidade dos dados do Po al de Dados
Abe os da cidade de Lisboa
52
ei as num conjun o de
dados.
Cu en ness
Indicação de
e são
a ualizada de
um Conjun o
de Dados
Tabela
Indicação da a ualidade da
e são de um Conjun o de
Dados.
(Ba ini e al.,
2009; Ve ò e
al., 2016)
Expi a ion
Indicação do
a aso após a
expi ação da
e são a ual
de um
Conjun o de
Dados
Tabela
Indica a elação en e o
a aso na publicação de um
conjun o de dados após a
da a de expi ação da sua
e são an e io e o pe íodo
de empo e e ido pelo
conjun o de dados, em
meses.
(Ve ò e al.,
2016)
Comple eness
Pe cen agem
de células
comple as
em cada
coluna das
Tabelas
A ibu o
Indica a pe cen agem de
células que não es ão azias
em cada coluna das abelas
(Ba ini e al.,
2009; Ve ò e
al., 2016)
Unde s andabili y
Pe cen agem
de colunas
com
me adados,
po Tabela
Tabela
Indica o alo da
pe cen agem de colunas com
me adados, po abela
(Ve ò e al.,
2016)
Na igu a 3.7, pode se e i icado o exemplo do ca egamen o dos luxos de ca egamen o das
abelas ‘SA_Me ic’ e ‘SA_TableOD’. Na igu a 3.8, pode se e i icado o exemplo do ca egamen o
da abela ‘SA_Measu emen ’, em que são ilus ados os con aine s com o luxo, que po Tabela
(Da ase s), que po A ibu o (Cell), espei ando o ní el de análise que cons a na abela 3.4.
53
Figu a 3.8 - Exemplo de ca egamen o po luxos – SA Load Fac Sou ces
3.5.1.2. Con ol Flow – DW
O luxo especí ico de ca egamen o dos dados na á ea de “Con ol Flow” em con ex o de DW seguiu
a seguin e o dem:
1. E e ua a ope ação de ca egamen o da abela de uma das dimensões, a abela ‘D_Me ic’
2. E e ua a ope ação de ca egamen o da abela de uma das dimensões, a abela ‘D_TableOD’
3. Pa a se e i ada uma duplicação quando exis e a necessidade de e e ua um
ep ocessamen o, se á e e uada uma ope ação de dele e po ‘Pe iod_ID’, p ocedendo-se
pos e io men e ao ca egamen o da abela a ual, a abela ‘F_Measu e’
Na igu a 3.9, pode se e i icado o exemplo do ca egamen o dos luxos de ca egamen o das
abelas ‘D_Me ic’, ‘D_TableOD’ e da abela ‘F_Measu e’.
54
Figu a 3.9 - Exemplo de ca egamen o em DW – DW Load Dimensions e Load Fac s
3.5.2. Da a Flow
Os p ocessos de “Da a Flow” seguem igualmen e uma lógica idên ica de execução. Con udo, dadas as
especi icidades das on es e das ope ações necessá ias pa a execu a , i emos ap esen a as opções
écnicas ado adas pa a esol e es es casos especí icos. Em di e sos casos oi omada a opção de
aze ans o mações nos dados a a és de SQL nas asks de Sou ces. Des a o ma oi p ocu ado
ob e uma pe o mance supe io em elação a e e ua a mesma ans o mação no SSIS, dado que a
pe o mance SQL é supe io .
• Inse ção do ‘Pe iod_ID’ no ca egamen o dos dados - de o ma a egis a o ‘Pe iod_ID’ do
luxo em execução nos dados a se em inse idos, oi u ilizada a ask “De i ed Column”, que
ob ém o alo da a iá el Pe iod_ID, e a mapeia nos dados. (Figu a 3.10).
Figu a 3.10 – Exemplo de u ilização da ask “De i ed Column”
• Ca egamen os inc emen ais das abelas a uais - de o ma a elabo a um ca egamen o
inc emen al da abela a ual a a és do ‘Pe iod_ID’ de inido pa a o luxo, c iámos di e sas
a iá eis do ipo S ing, que a mazenam a que y conca enada com a a iá el ‘TableID’ ou
‘A ibu eID’, con o me o ipo de alidação p e endido. Pos e io men e na ask de Sou ce, é
u ilizada essa a iá el pa a de ini a ob enção dos dados. (Figu a 3.11)
55
Figu a 3.11 – Exemplo da U ilização de S o ed P ocedu e com ecu so a uma a iá el
56
4. RESULTADOS E DISCUSSÕES
Nes e capí ulo i ão se ap esen ados os esul ados globais apu ados do p ocesso de a aliação da
qualidade dos dados que i ão se colocados no Po al de Dados Abe os da cidade de Lisboa. Se á
ambém ap esen ado o mockup do Dashboa d desen ol ido pa a mos a os esul ados dessa
a aliação ao u ilizado inal.
4.1. DIMENSÕES/CARACTERÍSTICAS
Nes a secção i ão se ap esen ados os esul ados globais apu ados do p ocesso de a aliação da
qualidade dos dados pa a cada uma das dimensões/ca ac e ís icas que o am es udadas nes e
P oje o.
4.1.1. T aceabili y – His ó ico de C iação de um Conjun o de Dados
Con o me indicado na abela 3.4, o apu amen o da medição ela i a à dimensão ‘T aceabili y –
His ó ico de c iação da Tabela’ indica a p esença ou ausência de me adados associados ao p ocesso
de c iação de um conjun o de dados.
Após a execução da mé ica que apu ou os esul ados, oi e i icado que, pa a a amos agem de
conjun os de dados (43) que o am analisados nes e p oje o ( abela 7.3), odos con inham a
p esença de me adados associados ao seu p ocesso de c iação, como pode se e i icado na igu a
4.1.
Figu a 4.1 – G á ico dos esul ados da medição da Dimensão ‘T aceabili y – His ó ico de c iação de
um Conjun o de Dados’
57
4.1.2. T aceabili y – His ó ico de A ualizações de um Conjun o de Dados
Con o me indicado na abela 3.4, o apu amen o da medição ela i a à dimensão ‘T aceabili y –
His ó ico de c iação da Tabela’ indica a p esença ou ausência de me adados associados às
a ualizações e e uadas num conjun o de dados.
Após a execução da mé ica que apu ou os esul ados, oi e i icado que, pa a a amos agem de
conjun os de dados (43) que o am analisados nes e p oje o ( abela 7.3), odos con inham a
p esença de me adados associados ao seu p ocesso de a ualizações, como pode se e i icado na
igu a 4.2.
Figu a 4.2 - G á ico dos esul ados da medição da Dimensão ‘T aceabili y – His ó ico de a ualizações
de um Conjun o de Dados’
4.1.3. Cu en ness - Indicação de e são a ualizada de um Conjun o de Dados
Con o me indicado na abela 3.4, o apu amen o da medição ela i a à dimensão ‘Cu en ness –
Indicação de e são a ualizada de um Conjun o de Dados’, que indica a a ualidade da e são de um
conjun o de dados.
Após a execução da mé ica que apu ou os esul ados, oi e i icado que, pa a a amos agem de
conjun os de dados (43) que o am analisados nes e p oje o ( abela 7.3), em 39 dos casos e i icou-
se que con inham e sões a ualizadas, mas em 4 dos casos oi e i icado que con inham e sões
desa ualizadas, como se pode e i ica na igu a 4.3. Na igu a 4.4, é possí el ainda e i ica es es
dados em e mos de pe cen agem de Conjun os de Dados com e sões a ualizadas e com e sões
desa ualizadas.
58
Figu a 4.3 – G á ico dos esul ados da medição da Dimensão ‘Cu en ness – Indicação de e são
a ualizada de um Conjun o de Dados’
Figu a 4.4 - G á ico dos esul ados da medição da Dimensão ‘Cu en ness – Indicação de e são
a ualizada de um Conjun o de Dados (%)’
4.1.4. Expi a ion - Indicação do a aso após a expi ação da e são a ual de um Conjun o
de Dados
Con o me indicado na abela 3.4, o apu amen o da medição ela i a à dimensão ‘Expi a ion –
Indicação do a aso após a expi ação da e são a ual de um Conjun o de Dados’, que indica a elação
en e o a aso na publicação de um conjun o de dados após a da a de expi ação da sua e são
an e io e o pe íodo de empo e e ido pelo conjun o de dados, em meses.
Após a execução da mé ica que apu ou os esul ados, oi e i icado que, pa a a amos agem de
conjun os de dados (43) que o am analisados nes e p oje o ( abela 7.3), em 39 dos casos e i icou-
se que con inham e sões a ualizadas, mas em 4 dos casos oi e i icado que con inham e sões
desa ualizadas. Em e mos de a aso após a expi ação da e são a ual, desses 4 casos, 3 conjun os de
59
dados ap esen a am uma e são desa ualizada de 3 meses e 1 conjun o de dados ap esen ou uma
e são desa ualizada de 21 meses, con o me se pode e i ica na igu a 4.5. Na igu a 4.6, é possí el
ainda e i ica es es dados em e mos de pe cen agem.
Figu a 4.5 – G á ico dos esul ados da medição da Dimensão ‘Expi a ion – Indicação do a aso após a
expi ação da e são a ual de um Conjun o de Dados’
Figu a 4.6 - G á ico dos esul ados da medição da Dimensão ‘Expi a ion – Indicação do a aso após a
expi ação da e são a ual de um Conjun o de Dados (%)’
60
4.1.5. Comple eness – Indicação da pe cen agem de células que não es ão azias em cada
coluna dos Conjun os de Dados
Con o me indicado na abela 3.4, o apu amen o da medição ela i a à dimensão ‘Comple eness –
Indicação da pe cen agem de células que es ão p eenchidas em cada coluna dos Conjun os de
Dados’, que indica a pe cen agem de células que não êm qualque alo , em cada coluna dos
conjun os de dados que o am analisados.
Após a execução da mé ica que apu ou os esul ados, oi e i icado que, pa a a amos agem de
conjun os de dados (43) que o am analisados nes e p oje o ( abela 7.3) e pa a um o al de 522
colunas ou a ibu os, em 426 colunas nenhuma das suas células es a a azia. No pon o opos o,
e i ica-se que 43 colunas não ap esen a am qualque alo p eenchido. No g á ico da igu a 4.7,
pode-se e i ica a dis ibuição da pe cen agem de células que es ão p eenchidas em cada coluna
dos Conjun os de Dados.
Figu a 4.7 - G á ico dos esul ados da medição da Dimensão ‘Comple eness – Indicação da
pe cen agem de células que es ão p eenchidas em cada coluna dos Conjun os de Dados’
4.1.6. Unde s andabili y - Indicação do alo da pe cen agem de colunas com me adados
associados, po Conjun o de Dados
Con o me indicado na abela 3.4, o apu amen o da medição ela i a à dimensão ‘Unde s andabili y –
Indicação do alo da pe cen agem de colunas com me adados associados, po Conjun os de Dados’,
que indica a pe cen agem de colunas que êm me adados associados, nos conjun os de dados que
o am analisados. Pa a cada conjun o de dados o am a aliadas 8 colunas que con êm me adados
associados.
Após a execução da mé ica que apu ou os esul ados, oi e i icado que, pa a a amos agem de
conjun os de dados (43) que o am analisados nes e p oje o ( abela 7.3), em 27 casos oi e i icado
que odas as colunas que con êm me adados associados es ão p eenchidas. Na igu a 4.8, pode-se
61
e i ica a dis ibuição da pe cen agem de colunas com me adados associados, po conjun o de
dados.
Figu a 4.8 - G á ico dos esul ados da medição da Dimensão ‘Unde s andabili y – Indicação do alo
da pe cen agem de colunas com me adados associados, po Conjun os de Dados’
4.2. DASHBOARD – MOCKUP
Após o apu amen o dos esul ados globais apu ados do p ocesso de a aliação da qualidade dos
dados que i ão se colocados no Po al de Dados Abe os da cidade de Lisboa, oi desen ol ido um
mockup de um Dashboa d ( igu a 4.9) na e amen a ‘Powe BI’, que pe mi a ao u ilizado inal uma
isualização ápida e bas an e comp eensí el dos esul ados dessa a aliação. O desenho des e
mockup e e como base o wi e ame desc i o na igu a 2.4., do capí ulo 2.4.1 des e documen o.
Figu a 4.9 – Mockup do Dashboa d com os indicado es da Qualidade dos Dados que o am a aliados
na amewo k de a aliação da qualidade dos dados
68
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71
7. APENDICE
Tabela 7.1 – Tabela com a desc ição das Dimensões/Ca ac e ís icas encon adas na e isão de
li e a u a
Dimensões /
Ca ac e ís icas
Desc ição
Re e ências
Accessibili y
O g au em que um po al Web o nece uma
na egação simples e acessí el, de modo a que o
u ilizado consiga ob e os dados de uma o ma
ápida e ácil.
(Cale o e al., 2008;
Mo aga e al., 2009)
Accu acy
O g au que indica a medida em que os dados es ão
li es de e os, es ão co e os e são con iá eis.
(Cale o e al., 2008;
Mo aga e al., 2009)
Adap abili y
O g au que indica a capacidade de adap ação. É uma
ca ac e ís ica da me odologia CIHI.
(Long & Seko, 2002)
Ag eemen o Usage
Aco do de U ilização dos Dados.
(Loshin, 2001)
Amoun o Da a
O g au que indica a medida em que a quan idade ou
olume de dados en egue pelo po al Web é
ap op iado pa a a a e a em ques ão.
(Cale o e al., 2008;
Mo aga e al., 2009;
Pipino e al., 2002)
Applicabili y
O g au que indica a medida em que os dados são
especí icos, ú eis e áceis de aplica pa a os
u ilizado es al o.
(Cale o e al., 2008;
Mo aga e al., 2009)
App op ia eness
O g au que indica a quan idade de in o mação
adequada a uma de e minada u ilização.
(Su & Jin, 2004;
Wang, 1998)
A angemen
O g au que indica a disposição ou o denação dos
dados
(Su & Jin, 2004)
A ac i eness
O g au que indica a medida em que os dados que
cons am no po al são a aen es pa a seus isi an es
(Cale o e al., 2008;
Mo aga e al., 2009)
A ibu e g anula i y
O g au que indica a medida de g anula idade dos
a ibu os dos schemas onde es ão gua dados os
dados.
(Loshin, 2001)
A ailabili y
O g au que indica a medida em que os dados es ão
disponí eis a a és do po al Web e possuem
a ibu os que os pe mi em se u ilizados po
u ilizado es e aplicações au o izadas.
(Cale o e al., 2008;
Mo aga e al., 2009)
Belie abili y
O g au que indica a medida em que os dados e a sua
(Cale o e al., 2008)
72
on e são acei es como es ando co e os.
Business ules
con o mance
O g au que indica a medida em que os dados es ão
em con o midade com as eg as de negócio.
(English, 1999)
Cla i y o de ini ion
O g au que indica a medida em que se e i ica que a
de inição dos dados es á e e uada de uma o ma
cla a.
(Loshin, 2001)
Comple eness
O g au que indica a medida em que os dados podem
a ende às necessidades de in o mação de um
u ilizado , com uma ampli ude, p o undidade e
alcance su icien es pa a a a e a em ques ão.
(Cale o e al., 2008;
Mo aga e al., 2009)
Compliance
O g au que indica a medida em que os dados
possuem a ibu os que ão de encon o aos
pad ões, con enções ou egulamen os em igo e
eg as simila es ela i as à qualidade dos dados num
con ex o especí ico de uso.
(Mo aga e al., 2009)
Concise
Rep esen a ion
O g au que indica a medida em que os dados es ão
ep esen ados de uma o ma concisa, sem
elemen os supé luos e que pe mi am a de eção de
desc ições inco e as.
(Cale o e al., 2008;
Mo aga e al., 2009)
Con iden iali y
O g au que indica a medida em que os dados
possuem a ibu os que ga an em que só são
acessí eis e in e p e á eis po u ilizado es
au o izados num con ex o especí ico de uso.
(Mo aga e al., 2009)
Consis ency
O g au que indica a medida em que um conjun o de
dados possui dados que não iolam as eg as
semân icas que o am de inidas, que possuem
a ibu os que es ão li es de con adições, que são
coe en es com ou os dados e que são ap esen ados
no mesmo o ma o num con ex o especí ico de uso.
(Ba ini e al., 2009;
Mo aga e al., 2009)
Consis en
ep esen a ion
O g au que indica a medida em que os dados são
semp e ap esen ados no mesmo o ma o, que são
compa í eis com dados an e io es e consis en es
com ou as on es.
(Cale o e al., 2008;
Mo aga e al., 2009)
Co ec
In e p e a ion
O g au que indica a medida em que é e e uada uma
in e p e ação co e a dos dados, na sua
ap esen ação.
(Loshin, 2001)
Co ec ness
O g au que indica a medida em que os dados es ão
(Ba ini e al., 2006)
73
co e os, endo em con a os equisi os ou o modelo.
Cos
O g au que indica a medida dos cus os da al a de
qualidade dos dados e os cus os da melho ia dessa
qualidade.
(Ba ini e al., 2006)
C edibili y
O g au que indica a medida em que os dados
possuem a ibu os conside ados e dadei os,
co e os e c edí eis pelos u ilizado es.
(Mo aga e al., 2009)
Cu ency
O g au que indica a medida em os dados que se
encon am no po al não es ão obsole os, ou seja, se
os dados se encon am a ualizados, apesa de
possí eis disc epâncias causadas po al e ações
empo á ias ao alo co e o.
(Ba ini e al., 2009;
Mo aga e al., 2009)
Cu en ness
O g au que indica a medida em que os dados
possuem a ibu os que não se encon am obsole os
e es ão a ualizados num con ex o especí ico de uso.
(Mo aga e al., 2009)
Cus ome Suppo
O g au que indica a medida em que o po al Web
onde se encon am os dados o nece supo e on-line
a a és de ex o, email, ele one, e c.
(Cale o e al., 2008;
Mo aga e al., 2009)
Documen a ion
G au que indica a quan idade e u ilidade dos
documen os com in o mação dos me adados.
(Cale o e al., 2008;
Mo aga e al., 2009)
Duplica es
O g au que indica a medida em que os dados no
po al con êm dados duplicados.
(Cale o e al., 2008)
Ease o
manipula ion
O g au de acilidade de manipulação dos dados.
(Pipino e al., 2002)
Ease o ope a ion
O g au que indica a medida em que os dados são
acilmen e ge idos, podem se aplicados em
di e en es a e as e podem se manipulados (ou
seja, a ualizados, mo idos, ag egados, e c.)
(Cale o e al., 2008;
Mo aga e al., 2009)
E ec i eness
O g au que indica a medida em que a é que pon o
são u ilizadas écnicas analí icas adequadas nos
dados que es ão no po al.
(Mo aga e al., 2009)
E iciency
O g au que indica a medida em que os dados do
po al possuem a ibu os que podem se
p ocessados e o necem os ní eis de desempenho
espe ados, a a és da u ilização de ipos e
quan idades adequadas de ecu sos.
(Mo aga e al., 2009)
74
Expi a ion
O g au que indica a da a conhecida de alidade dos
dados.
(Mo aga e al., 2009)
Flexibili y
O g au que indica a medida em que os dados são
expansí eis, adap á eis e acilmen e aplicados a
ou as necessidades.
(Cale o e al., 2008;
Mo aga e al., 2009)
F eedom om
e o s
O g au que indica o ní el de ausência de e os dos
dados.
(Lee e al., 2002)
In e ac i e
O g au que indica a medida em que a o ma como os
dados são acedidos ou ecupe ados pode se
adap ada às p e e ências pessoais de alguém a a és
de elemen os in e a i os.
(Cale o e al., 2008;
Mo aga e al., 2009)
In e p e abili y
O g au que indica a medida em que os dados do
po al encon am-se com um idioma e unidades que
são ap op iadas pa a a capacidade do u ilizado .
(Cale o e al., 2008;
Mo aga e al., 2009)
Meaning ulness
O g au que indica a medição da signi icância dos
dados.
(Su & Jin, 2004)
Me ada a
O g au que indica a medição da in o mação sob e os
me adados dos dados.
(Loshin, 2001)
No el y
O g au que indica a medida em que os dados ob idos
do po al in luenciam o conhecimen o e as no as
decisões.
(Cale o e al., 2008;
Mo aga e al., 2009)
Null Values
O g au que indica a quan idade de dados com
alo es a null.
(Loshin, 2001)
Objec i i y
O g au que indica a medida em que os dados são
impa ciais, sem p econcei os e não endenciosos.
(Cale o e al., 2008;
Mo aga e al., 2009)
O ganiza ion
A o ganização, con igu ações isuais ou
ca ac e ís icas ipog á icas (co , ex o, on e de le a,
imagens, e c.) e as combinações desses á ios
componen es.
(Cale o e al., 2008;
Mo aga e al., 2009)
Po abili y
O g au que indica em que medida os dados possuem
a ibu os que os pe mi em se ins alados,
subs i uídos ou mo idos de um sis ema pa a ou o,
p ese ando a sua qualidade.
(Mo aga e al., 2009)
P ecision
O g au que indica em que medida os dados do po al
possuem a ibu os que são exa os ou que o e ecem
disc iminação de dados no po al e como ajudam os
u ilizado es a encon a esul ados ele an es e a
(Mo aga e al., 2009)
75
e i a os esul ados i ele an es.
P i acy
Indicado da polí ica de p i acidade dos dados.
(Loshin, 2001)
Readabili y
A medida que indica que o ex o é legí el e é
ap esen ado de uma o ma ácil de le .
(Mo aga e al., 2009)
Reco e abili y
O g au que indica a medida em que os dados
possuem a ibu os que os pe mi em man e e
p ese a um ní el especi icado de ope ações e
qualidade, mesmo em caso de alha.
(Mo aga e al., 2009)
Rele ancy
O g au que indica em que medida os dados são
aplicá eis, ú eis e p o ei osos pa a as necessidades
dos u ilizado es, na a e a em ques ão.
(Bize & Cyganiak,
2009; Cale o e al.,
2008; English, 1999;
Long & Seko, 2002;
Loshin, 2001; Mo aga
e al., 2009; Pipino e
al., 2002; Su & Jin,
2004)
Reliabili y
A medida que indica que os u ilizado es podem
con ia nos dados, nas suas on es e na pe ceção do
u ilizado inal sob e o uncionamen o écnico
adequado do po al onde se encon am os dados.
(Cale o e al., 2008;
Mo aga e al., 2009;
Su & Jin, 2004)
Repu a ion
A medida que indica que os dados são con iá eis ou
al amen e conside ados em e mos da sua on e ou
con eúdo, e a in o mação é al amen e ida em
conside ação em e mos da sua o igem ou
con eúdo.
(Ba ini e al., 2006;
Cale o e al., 2008;
Lee e al., 2002;
Mo aga e al., 2009;
Pipino e al., 2002; Su
& Jin, 2004; Wang,
1998)
Response ime
A quan idade de empo deco ido a é que a espos a
chega comple a ao u ilizado .
(Cale o e al., 2008;
Jeus eld e al., 1998)
Scope
O g au que indica a medida em que os dados êm
uma ampli ude, p o undidade e alcance su icien es
pa a a a e a em ques ão.
(Mo aga e al., 2009)
Secu i y
O g au que indica em que medida são passadas
in o mações de o ma p i ada do u ilizado pa a a
on e da in o mação e ice- e sa.
(Cale o e al., 2008;
Epple & Hel e ,
2004; Jeus eld e al.,
1998; Lee e al.,
2002; Loshin, 2001;
Pipino e al., 2002;
76
Wang, 1998)
Specializa ion
G au de especi icidade dos dados, que de e
inco po a odos os de alhes que podem se is os
pelos u ilizado es.
(Cale o e al., 2008;
Mo aga e al., 2009)
Timeliness
O g au que indica em que medida os dados
muda am den o dos limi es de empo especi icados
pela o ganização de des ino, se os dados são
ansi ó ios ou es á eis e se os dados es ão
su icien emen e a ualizados pa a a a e a em
ques ão.
(Ba ini e al., 2009;
Cale o e al., 2008;
Mo aga e al., 2009)
Timeliness
(Cu ency, Vola ili y)
Es e g au con ém dois componen es: a idade e a
ola ilidade. A idade é uma medida que indica a
idade da in o mação, com base no empo deco ido
des e que os dados o am g a ados. A ola ilidade é
uma medida de ins abilidade da in o mação, ou seja,
a equência de al e ação dos alo es dos a ibu os
das en idades.
(Ba ini e al., 2009)
Timeliness
Compa abili y
Medida que indica a compa ação empo al dos
dados.
(Long & Seko, 2002)
T aceabili y
O g au que indica em que medida os dados es ão
bem documen ados, e i icá eis, acilmen e
a ibuídos a uma on e e o necem uma ia de
audi o ia de acesso aos dados e a qualque al e ação
que enha sido e e uada nos dados.
(Cale o e al., 2008;
Mo aga e al., 2009)
Unambigui y
O g au que indica em que medida exis em
in o mações insu icien es, ou seja, os dados podem
se in e p e ados po mais de uma manei a.
(Su & Jin, 2004;
Wand & Wang, 1996)
Unde s andabili y
O g au que indica em que medida os dados possuem
a ibu os que os pe mi em se lidos, que são cla os,
sem ambiguidade, acilmen e comp eensí eis, bem
in e p e ados pelos u ilizado es e que são exp essos
em linguagens, símbolos e unidades ap op iadas
num con ex o especí ico de u ilização.
(Cale o e al., 2008;
Mo aga e al., 2009)
Uniqueness
O g au que indica o núme o de dados duplicados.
(Ba ini e al., 2009)
Usabili y
A usabilidade é de inida pelo es ado da
acessibilidade, documen ação e ní el de
in e p e ação dos dados.
(Long & Seko, 2002)
77
Use ulness
A ex ensão da a aliação do u ilizado an o da
p obabilidade de a in o mação melho a as suas
decisões como da sua sa is ação com a u ilidade do
con eúdo, no que oca ao uso de linguagem
ap op iada e à u ilidade da in o mação, de aco do
com as necessidades da audiência a quem é di igida.
(Mo aga e al., 2009)
Validi y
O g au que indica em que medida os u ilizado es
podem julga e comp eende os dados en egues
pelo po al.
(Cale o e al., 2008;
Mo aga e al., 2009)
Value added
O g au que indica a medida em que os dados são
bené icos e p opo cionam an agens a pa i da sua
u ilização.
(Cale o e al., 2008;
Mo aga e al., 2009)
Ve i iabili y
A ex ensão das e e ências a on es o iginais.
(Mo aga e al., 2009)
84
Escolas P i adas - 1º Ciclo
Ensino Supe io
Ensino Supe io
Cen os de In es igação e de Es udos
Equipamen os Escola es
XLSX
X
Ag upamen os de Escolas de Lisboa
Bene iciá ios da Ação Social Escola
P og ama de Apoio à Na ação Cu icula
O ques a Ge ação
XLS
Passapo e Escola
População Escola
Alimen ação Escola
XLSX
Segu ança e
Soco o
Sis ema de Video igilância Bai o Al o
GeoJSON
X
P o ecção Ci il
Polícia de Segu ança Pública
Polícia Municipal
Bombei os
85
Índice de A opelamen os em Lisboa
TIFF
X
Despo o
Ou as Ins alações Despo i as (Dados 2009)
GeoJSON
X
Ins alações Despo i as - Municipais e Concessões (Dados
2015)
Equipamen os de Fi ness ao A Li e
Despo o En idades Despo i as
Despo o Ac i idades Radicais
E en os e P og amas Despo i os p e is os pa a Lisboa
XLSX, XLS
X
P og ama Despo o Mexe Comigo
XLS
P og ama de Apoio à Na ação Cu icula
XLSX
P og ama Clubes de Ma
XLS
Ges ão U bana
Á eas susce í eis de ecu so ao Ins umen o Financei o pa a a
Reabili ação e Re i alização U banas (IFRRU 2020)
GeoJSON
X
Repa imen ações UCT
Publicidade em Painéis
Publicidade em MUPE (Mobiliá io U bano de P omoção
Económica)
P ocessos de ob as de edi icação e demolição ab angidas pelo
RJUE
86
Ocupações Tempo á ias de Espaço Público - Licenciadas
Ocupações Tempo á ias de Espaço Público - His ó ico
Ocupaçoes Tempo á ias de Espaço Público Agendadas não
Licenciadas
Limi e de Concelho O icial
Limi e Unidades Te i o iais - Mac o
In e enções Di e sas
Ins alações Sani á ias Públicas Au omá icas
F eguesias-2012
Candeei os de Iluminação Pública
Al a ás pa a ob as de edi icação e demolição emi idos ao
ab igo do RJUE
P incipais ob as de p omoção da SRU-OCIDENTAL
SHP
X
P incipais Ob as de Inicia i a Municipal
P incipais ob as de p omoção da EMEL
Edi ícios com Necessidade de G andes Repa ações
XLS
X
Idade Média dos Edi ícios
Edi ícios Licenciados pa a Cons ução
87
Habi ação Social
Á eas susce í eis de ecu so ao Ins umen o Financei o pa a a
Reabili ação e Re i alização U banas (IFRRU 2020)
Economia e
Ino ação
Cons ução e Repa ação Na al
GeoJSON
X
Bio ecnologia
A i idades Po uá ias e Ma í imas
A es Pe o ma i as - Tea o, Dança e Música
Ambien e e Explo ação Ma í ima
Tu ismo Náu ico
Rádio e Tele isão
Recenseamen o Come cial 2010
Recenseamen o Come cial 2009
Publicidade
Recenseamen o Come cial 2008
Recenseamen o Come cial 2007
Recenseamen o Come cial 2006
Recenseamen o Come cial 2005
Recenseamen o Come cial 2004
88
Recenseamen o Come cial 2002
Recenseamen o Come cial 2000
Recenseamen o Come cial 1998
Recenseamen o Come cial 1996
Recenseamen o Come cial 1995
Recenseamen o Come cial 1993
Recenseamen o Come cial 1991
P odução de Ha dwa e
P odução de Fá macos
P es ação de Cuidados
Pesca e De i ados
Ou as Ins i uições de I&D e Fundações
Náu ica de Rec eio e Pa imónio
Nano ecnologia
Música
Museus, Biblio ecas e A qui os
Me cados
89
Mapa do Conhecimen o - Incubado as
Labo a ó ios Associados
Ins i u os
Ins i uições
In aes u u as e Pa ques de Ciência e Tecnologia
Imp essão e Rep odução G á ica
I & D
I & D
Genómica
Fundações
Go e nação e Ou as En idades
Fei as
Faculdades, Escolas e Ins i u os
Espaços e Bai os C ia i os
Espaços e Ambien es C ia i os
Ensino de A i idades C ia i as e Cul u ais
Ensino Supe io
90
Ensino
Ensino
Edição (Li os, Jo nais e Re is as)
Design
De esa e Segu ança
Cosmé ica
Come cialização de Ha dwa e e So wa e e Se iços
Cinema e Video
Cen os de In es igação e de Es udos
Cen os de In es igação
Cen os de Fo mação P o issional e Ou os
Cen os Come ciais
Associações
A qui e u a
Apoio e Financiamen o à Ino ação
Ganho Médio Mensal
JSON
Cons i uição e Dissolução de Emp esas
XLS, JSON
X
91
Volume de negócios das emp esa
XLS
Índice de Pola ização de Emp ego
Taxa de Sob e i ência das Emp esas
Volume de Negócios dos Es abelecimen os
Núme o de Es abelecimen os
Núme o de emp esas
Ene gia e
Comunicações
Pos os de Ca egamen o Mobi E
GeoJSON
X
Consumos Eléc icos Edi ícios CML
XLS
X
Ins alações de Iluminação Pública
SHP
X
T açado e Geo e e enciação da Rede de Dis ibuição Elé ica
Ca a do po encial sola de Lisboa
TIFF
X
Planeamen o
U bano
Á ea de Reabili ação U bana (ARU)
GeoJSON
X
Á ea U bana de Génese Ilegal (AUGI)
Limi e de Planos de U banização
Limi e de Planos de Po meno
Limi e de Concelho O icial
Limi e de Concelho
92
Supe ície das unidades e i o iais po localização geog á ica
(NUTS - 2013)
JSON
Habi ação e
Desen ol imen o
Social
Con a os de Emp ei adas de Ob as Públicas e de Aquisição
de Se iços
XLSX
X
Fundo de Eme gência Social de Lisboa - Ag egados Familia es
- Pedidos de apoio solici ados e concedidos po inalidade dos
apoios
Fundo de Eme gência Social de Lisboa - IPSS e ou as
en idades sem ins luc a i os
Se iço de Teleassis ência (STA) - N.º de equipamen os de
eleassis ência ins alados, a i os e n.º de bene iciá ios
apoiados po eguesia
Apoio Financei o ao ab igo do Regulamen o de A ibuição de
Apoios pelo Município de Lisboa (RAAML)
P og amas de Apoio à Habi ação
Bene iciá ios do RSI
JSON
X
Edi ícios po Localização Geog á ica e Tipo
XLSX
X
Edi ícios po Tipo de U ilização
XLS
Edi ícios po Dimensão de pisos e Época de cons ução
XLSX
Alojamen os po Tipo de Alojamen o Face à Fo ma de
93
Ocupação e Edi ício
Taxa de Desemp ego
XLS
Edi ícios com Necessidade de G andes Repa ações
Enca gos Médios com Habi ação
Idade Média dos Edi ícios
Alojamen os amilia es clássicos e Regime de ocupação
XLSX
Edi ícios Licenciados pa a Cons ução
XLS
Edi ícios po Dimensão de Pisos e Ma e iais Usados na
Cons ução
XLSX
Valo Médio das Rendas de Habi ação Social
XLS
Habi ação Social
Alojamen os Familia es Clássicos, po Época de Cons ução e
Exis ência de Es acionamen o ou Ga agem
XLSX
Alojamen os Familia es Clássicos po Escalão de Di isões e
Escalão de Á ea Ú il
Alojamen os Familia es e Exis ência de Ins alações
Alojamen os Familia es po Exis ência de Água Canalizada
Alojamen os Familia es com Exis ência de Ins alação de
Banho ou Duche
100
Rede Viá ia (Escala <1/20000)
Rede Fe o iá ia
Pos os de Ca egamen o Mobi E
Painéis de Mensagem Va iá el
Localização de ada es
Es ações de Me o
Es ações de Comboio
Es ações Flu iais
Ele ado es e Ascenso es
Docas de Rec eio e Ma inas
Ciclo ias da Cidade de Lisboa
Modelo Ba imé ico do Po o de Lisboa
SHP
A isos Locais - Po o de Lisboa
PHP
X
P e isão de Ma és - Po o de Lisboa
In o mação sob e T anspo es Públicos da Cidade de Lisboa -
Me opoli ano de Lisboa
PDF, GTFS
X
In o mação sob e T anspo es Públicos da Cidade de Lisboa -
CP - Comboios de Po ugal
101
In o mação sob e T anspo es Públicos da Cidade de Lisboa -
T anspo es Sul do Tejo
In o mação sob e T anspo es Públicos da Cidade de Lisboa -
Fe agus
In o mação sob e T anspo es Públicos da Cidade de Lisboa -
T ans ejo
In o mação sob e T anspo es Públicos da Cidade de Lisboa -
Ca is
In o mação sob e T anspo es Públicos da Cidade de Lisboa -
So lusa
In o mação sob e T anspo es Públicos da Cidade de Lisboa -
Rodo iá ia de Lisboa
EMEL - Sinalização EMEL
XLSX
EMEL - Pa químe os EMEL
EMEL - Luga es de es acionamen o na ia pública
EMEL - Pa ques de es acionamen o na ia pública
MAPPe - Mapa de Po encial Pedonal de Lisboa
TIFF
Decli e Longi udinal da Rede Viá ia
GeoJSON
X
Índice de A opelamen os em Lisboa
TIFF
102
Tabela 7.3 – Tabela com o mapeamen o en e os conjun os de dados do Po al de Dados Abe os que o am es udados e as abelas em SQL Se e que
o am c iadas no âmbi o des e p oje o
G upo de Dados
Conjun o de Dados
Ex ensão
Tabelas – Base de Dados – ‘LisbonOD’
Adminis ação Pública e
Jus iça
Adminis ação Cen al - Finanças
GeoJSON
PublicAdmin.TaxO ice
Ambien e
Anomalia da média anual da empe a u a média
CSV
En i onmen .AnomTempMediaAnual
Ambien e
Anomalia da média anual da empe a u a máxima
CSV
En i onmen .AnomTempMaxAnual
Ambien e
Anomalia da média anual da p ecipi ação
CSV
En i onmen .AnomP eciMedAnual
Ambien e
Anomalia da média anual da empe a u a mínima
CSV
En i onmen .AnomTempMinAnual
Ambien e
Vid ões
GeoJSON
En i onmen .GlassWas e
Cul u a e Pa imónio
Cinemas
GeoJSON
Cul u e.Cinema
Cul u a e Pa imónio
Conjun os de In e esse Público
GeoJSON
Cul u e.PublicIn e es Se
Cul u a e Pa imónio
Tea os
GeoJSON
Cul u e.Thea e
Educação
Ag upamen os de Escolas de Lisboa
XLSX
Educa ion.SchoolsG oup
Educa ion.SchoolsNonG oup
Educação
Faculdades, Escolas e Ins i u os
GeoJSON
Educa ion.HighEduIns i u ions
Educação
Escolas Públicas - Secundá io
GeoJSON
Educa ion.PublicSecSchool
Segu ança e Soco o
Polícia de Segu ança Pública
GeoJSON
Secu i yAid.PoliceS a ion
103
Segu ança e Soco o
Bombei os
GeoJSON
Secu i yAid.Fi eDep
Despo o
Despo o En idades Despo i as
GeoJSON
Spo .Spo En i y
Despo o
Ins alações Despo i as - Municipais e Concessões (Dados
2015)
GeoJSON
Spo .Spo Facili y2015
Ges ão U bana
Publicidade em Painéis
GeoJSON
U banMan.Ad e isingPanel
Ges ão U bana
Candeei os de Iluminação Pública
GeoJSON
U banMan.Ligh ingFix u e
Economia e Ino ação
Museus, Biblio ecas e A qui os
GeoJSON
EconIno .MuseumLib A ch
Economia e Ino ação
Cen os Come ciais
GeoJSON
EconIno .ShoppingCen e
Ene gia e Comunicações
Pos os de Ca egamen o Mobi E
GeoJSON
Ene gyCom.MobiE
Habi ação e
Desen ol imen o Social
Edi ícios po Localização Geog á ica e Tipo
XLSX
HousingDe .BuildingsGeoLocType
Habi ação e
Desen ol imen o Social
Alojamen os po Tipo de Alojamen o Face à Fo ma de
Ocupação e Edi ício
XLSX
HousingDe .Accommoda ionByTypeO Accomm
Habi ação e
Desen ol imen o Social
Edi ícios po Tipo de U ilização
XLSX
HousingDe .BuildingsTypeO Use
In o mação Base e
Ca og a ia
Topónimos
GeoJSON
Ca og aphy.Toponym
População
População Emp egada po Sexo, Sec o de A i idade
Económica e Si uação na P o issão
XLSX
Popula ionDem.PopEmployedBy_Sex_EAS_Si
104
População
População esiden e po sexo, g upo e á io e ní el de
escola idade
XLSX
Popula ionDem.Residen PopBy_Sex_AgeG_EducL
População
População Residen e Emp egada ou Es udan e po Sexo,
Condição Pe an e o T abalho e Local de T abalho/Es udo
XLSX
Popula ionDem.Residen PopBy_Sex_Empl_S uden
Ou os Equipamen os e
Se iços
Loja do Cidadão
GeoJSON
Se iceEqui.Ci izenShop
Ou os Equipamen os e
Se iços
Embaixadas
GeoJSON
Se iceEqui.Embassy
Ou os Equipamen os e
Se iços
Ins alações Sani á ias
GeoJSON
Se iceEqui.La a o y
Saúde
Hospi ais Públicos
GeoJSON
Heal h.PublicHospi al
Saúde
Fa mácias e Pa a a mácias
GeoJSON
Heal h.D ugs o e
Saúde
Cen os de Saúde
GeoJSON
Heal h.Heal hCen e
T anspa ência
P oje os encedo es e e en es ao O çamen o Pa icipa i o
de Lisboa
XLSX
T anspa ency.Pa icipa o yBudge
Tu ismo e Laze
TukTuk - Es acionamen os
GeoJSON
Tou ism.TukTukPa kLo
Tu ismo e Laze
Alojamen o
GeoJSON
Tou ism.Ho elEs ablishmen
Tu ismo e Laze
Ja dins - Pa ques U banos
GeoJSON
Tou ism.Ga densAndPa ks
Mobilidade
Es ações de Me o
GeoJSON
Mobili y.Unde g oundS a ion
105
Mobilidade
Es ações de Comboio
GeoJSON
Mobili y.RailwayS a ion
Mobilidade
Es ações Flu iais
GeoJSON
Mobili y.Ri e Pie
Tabela 7.4 – Tabela com a desc ição de odos os campos que compõem a abela ‘S aging_A ea.SA_Me ic’
Cha e
Campo
Tipo
Null
Desc ição
PK
SK_Me ic
In
No Null
Su oga e Key
Me icID
In
No Null
Iden i icado da Mé ica
Me icName
N a cha (100)
No Null
Designação da Mé ica
Me icDesc ip ion
N a cha (MAX)
No Null
Desc ição da Mé ica
Me icFo mula
N a cha (300)
Null
Fo mula da Mé ica
Ac i e
Bi
No Null
Es ado da Mé ica (1 – A i a, 0 – Ina i a)
DQ_DimensionName
N a cha (100)
No Null
Designação da Dimensão a que pe ence a Mé ica
DQ_DimensionDesc ip ion
N a cha (MAX)
Null
Desc ição da Dimensão a que pe ence a Mé ica
Me hodologyName
N a cha (100)
No Null
Designação da Me odologia ao qual pe ence a Dimensão
Me hodologyDesc ip ion
N a cha (200)
Null
Desc ição da Me odologia ao qual pe ence a Dimensão
Pe iod_ID
Ncha (10)
No Null
Iden i icado do Pe íodo
106
Tabela 7.5 - Tabela com a desc ição de odos os campos que compõem a abela ‘S aging_A ea.SA_TableOD’
Cha e
Campo
Tipo
Null
Desc ição
PK
SK_TableOD
In
No Null
Su oga e Key
TableID
In
Null
Iden i icado da Tabela
TableSchema
N a cha (100)
Null
Designação do Schema da Tabela
TableName
N a cha (200)
Null
Designação da Tabela
Sou ce
N a cha (200)
Null
Fon e de in o mação da Tabela
Au ho
N a cha (200)
Null
Au o da on e de in o mação da Tabela
Las Upda e
Da e
Null
Da a da úl ima a ualização da Tabela
C ea eDa e
Da e
Null
Da a da c iação da Tabela
Ac ualiza ion
N a cha (30)
Null
Indicação do Pe íodo de A ualização
Ac ualiza ionMon hs
In
Null
Pe íodo de A ualização em núme o de meses
Las Da aAc ualiza ion
Da e
Null
Da a da úl ima a ualização dos dados da Tabela
Language
N a cha (50)
Null
Linguagem con ida na Tabela
Publishe
N a cha (100)
Null
Indicação do di ulgado da Tabela
A ibu eID
In
Null
Iden i icado do a ibu o da Tabela
107
A ibu eName
N a cha (200)
Null
Designação do a ibu o da Tabela
O dinalPosi ion
In
Null
Posição o dinal do a ibu o na Tabela
Da aG oupID
In
Null
Iden i icado do g upo de dados da Tabela
Da aG oupName
Va cha (100)
Null
Designação do g upo de dados da Tabela
Da aBaseName
N a cha (200)
Null
Designação da base de dados onde se encon a a Tabela
Pe iod_ID
Ncha (10)
No Null
Iden i icado do Pe íodo
Tabela 7.6 - Tabela com a desc ição de odos os campos que compõem a abela ‘S aging_A ea.Measu emen ’
Cha e
Campo
Tipo
Null
Desc ição
PK
SK_Measu emen
In
No Null
Su oga e Key
Me icID
In
No Null
Iden i icado da Mé ica
TableOD_ID
In
Null
Iden i icado da Tabela
Measu eValue
Decimal (10,2)
No Null
Valo da mé ica aplicada a um conjun o de dados ou a ibu o
Measu emen Uni
Cha (10)
Null
Unidade de alo da mé ica
Pe iod_ID
Ncha (10)
No Null
Iden i icado do Pe íodo
108
Tabela 7.7 - Tabela com a desc ição de odos os campos que compõem a abela ‘Dimensions.D_Da e’
Cha e
Campo
Tipo
Null
Desc ição
PK
Da e_ID
In
No Null
Iden i icado da Da a
Da e_day
Da e
Null
Da a com o o ma o ‘DD/MM/AAAA’
Full_da e
N a cha (50)
Null
Da a com o o ma o ‘DD MM AAAA’, com o mês esc i o po ex enso
Day_numbe
In
Null
Dia
Day_name
N a cha (50)
Null
Nome do Dia
Day_name_sho
N a cha (50)
Null
Nome do Dia Resumido
Week_day_FLG
N a cha (50)
Null
Indicação se é dia ú il
Mon h_numbe
In
Null
Mês
Mon h_name
N a cha (50)
Null
Nome do Mês
Mon h_name_sho
N a cha (50)
Null
Nome do Mês Resumido
T imes e _numbe
In
Null
T imes e
T imes e _name
N a cha (50)
Null
Nome do T imes e
Semes e _numbe
In
Null
Semes e
Semes e _name
N a cha (50)
Null
Nome do Semes e
Yea
In
Null
Ano
109
Tabela 7.8 - Tabela com a desc ição de odos os campos que compõem a abela ‘Dimensions.D_Me ic’
Cha e
Campo
Tipo
Null
Desc ição
PK
Me icID
In
No Null
Su oga e Key
Business_Me icID
In
No Null
Iden i icado da mé ica
Me icName
N a cha (100)
No Null
Designação da Mé ica
Me icDesc ip ion
N a cha (MAX)
No Null
Desc ição da Mé ica
Me icFo mula
N a cha (300)
Null
Fo mula da Mé ica
Ac i e
No Null
Es ado da Mé ica (1 – A i a, 0 – Ina i a)
DQ_DimensionName
N a cha (100)
No Null
Designação da Dimensão a que pe ence a Mé ica
DQ_DimensionDesc ip ion
N a cha (MAX)
Null
Desc ição da Dimensão a que pe ence a Mé ica
Me hodologyName
N a cha (100)
No Null
Designação da Me odologia ao qual pe ence a Dimensão
Me hodologyDesc ip ion
N a cha (200)
Null
Desc ição da Me odologia ao qual pe ence a Dimensão
Pe iod_ID
Ncha (10)
No Null
Iden i icado do Pe íodo