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Relatório estágio profissional

Prazeres, Teresa Calejo Pires Eloy

Abstract

Relatório final do estágio profissionalizante do 6.º ano

Full text

Mes ado In eg ado em Medicina NOVA Medical School | Uni e sidade No a de Lisboa Ano le i o 2021/2022 O ien ado a: P o ª D ª Ca a ina Sal ado Te esa Calejo Pi es Eloy P aze es | 2016394 RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO 2 “O que é boni o nes e mundo, e anima, é e que na indima de cada sonho ica a cepa a sonha ou a a en u a. E que a doçu a que não se p o a se ans igu a nou a doçu a mui o mais pu a e mui o mais no a.” Miguel To ga (Rela ó io edigido segundo o no o aco do o og á ico) 3 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO ........................................................................................................................................... 4 1.1. Obje i os Ge ais ................................................................................................................................ 4 2. ESTÁGIO PROFISSIONALIZANTE ................................................................................................................ 5 2.1. Es ágio Pa cela de Pedia ia ............................................................................................................. 5 2.2. Es ágio Pa cela de Ginecologia e Obs e ícia .................................................................................... 6 2.3. Es ágio Pa cela de Saúde Men al...................................................................................................... 6 2.4. Es ágio Pa cela de Medicina Ge al e Familia ................................................................................... 7 2.5. Es ágio Pa cela de Medicina In e na ................................................................................................ 8 2.6. Es ágio Pa cela de Ci u gia ............................................................................................................... 9 3. ELEMENTOS VALORATIVOS .....................................................................................................................10 4. POSICIONAMENTO CRÍTICO GLOBAL .......................................................................................................10 5. ANEXOS ..................................................................................................................................................12 4 1. INTRODUÇÃO “A Medicina mode na é uma Ciência, (…) eque a pe ceção da globalidade do se humano doen e (…). Po isso a educação dum Médico é complexa (…). Reque cul u a, sem o que a sua comp eensão do indi íduo doen e se á semp e limi ada; o mação cien í ica sólida, sem o que não domina á as azões da sua a uação e não pode á p og edi e ino a ; impõe sen ido é ico e mo al e in e esse pelo p óximo, sem o que não pode á ap eende e i e o espí i o de se iço que de e se o pa adigma da sua p o issão.” (O Licenciado Médico em Po ugal) O Mes ado In eg ado em Medicina da NOVA Medical School o ganiza-se em dois ciclos de es udos, que deco em ao longo de seis anos. O aluno inicia o seu pe cu so com a Licencia u a em Ciências Básicas da Saúde, deb uçando-se sob e os pila es undamen ais à comp eensão des a Ciência, sendo depois in eg ado em es ágios clínicos onde oma con ac o com a p á ica médica, no Mes ado em Medicina. No sex o ano, o Es ágio P o issionalizan e inco po a seis es ágios pa cela es em á eas clínicas dis in as, que cons i uem o culmina da o mação eó ica e p á ica, cul u al e cien í ica, é ica e mo al do es udan e de medicina. Es e ela ó io p e ende esumi as a i idades desen ol idas ao longo dos es ágios que deco e am nes e ano e, de aco do com os obje i os e expec a i as pa a cada um deles, oma consciência sob e o modo como cada a i idade con ibuiu pa a a minha o mação. Pos e io men e, ap esen o alguns elemen os que conside o ele an es, nomeadamen e a i idades ex acu icula es, que o na am es a caminhada mais en iquecedo a. Finalmen e, segue-se um posicionamen o c í ico global, onde suma iamen e e li o ace ca des e ano e da o ma como me ans o mou pa a, mui o em b e e, me o na uma p o issional de saúde, capaz de, au onomamen e, con ibui pa a o bem-es a dos doen es que me o em con iados. 1.1. Obje i os Ge ais Nes e meu úl imo ano p e endo solidi ica os seis anos da minha o mação, pa a me o na au ónoma e o almen e capaci ada nas a e as que englobam a abo dagem de um doen e, em qualque con ex o, qualque que seja a es e a da sua ida que necessi e de a enção médica global e holís ica. Ambiciono ambém que haja uma p eponde ância da e en e p á ica, pa a que possa ap imo a o meu aciocínio médico e omada conscien e de decisões, em p ol do bem-es a de cada pessoa com quem me depa e de u u o. Assim, e inspi ando-me no documen o “O Licenciado Médico em Po ugal”, es abeleci os seguin es obje i os ge ais: [1] Adqui i , cimen a e pô em p á ica conhecimen os e ap idões, no que oca às pa ologias essenciais de cada á ea médica; [2] Te a capacidade de, au onomamen e, colhe his ó ia clínica, execu a exame obje i o, e le i hipó eses de diagnós ico, equisi a meios complemen a es de diagnós ico e sabe a abo dagem das pa ologias mais p e alen es em Po ugal; [3] Desen ol e compe ências sociais, humanas e de comunicação, que, não só agam bene ício na ges ão de doen es, como me o nem melho p o issional; [4] Reconhece e en ol e -me em a i idades que complemen em a minha o mação médica e pessoal. 5 2. ESTÁGIO PROFISSIONALIZANTE Nes a secção dedico-me à desc ição esumida e c onológica dos seis es ágios pa cela es do Es ágio P o issionalizan e, suma izados ambém na Tabela 1 [Anexo I]. Ap o ei o, desde já, pa a e le i ace ca dos aspe os mais ele an es de cada es ágio e de que o ma cada a i idade con ibuiu pa a a minha o mação. 2.1. Es ágio Pa cela de Pedia ia 6 de se emb o de 2021 a 1 de ou ub o de 2021 | Hospi al de São F ancisco Xa ie | D . Edmundo San os A Pedia ia oi o p imei o con ac o com o desa io do ganho c escen e de au onomia que espe a a pa a es e úl imo ano, de al o ma que, não só as expec a i as pa a es e es ágio e am ele adas, como e a g ande o desejo de alcança obje i os especí icos: conhece as pa icula idades na colhei a de dados da anamnese e ealização do exame ísico na c iança; sabe a abo dagem dos p incipais mo i os de in e namen o, de inda ao se iço de u gência e iden i ica c i é ios que apon em pa a pa ologia de maio g a idade; adqui i compe ências de comunicação e e i a com as c ianças e os espe i os amilia es. Começo po des aca a o ganização do es ágio, que oi o p incipal a o que con ibuiu pa a e sido possí el conc e iza es es obje i os e aze com que o mesmo supe asse as expec a i as. Cada semana es a a alocada a uma alência di e en e: Be çá io, En e ma ia, Se iço de U gência (ci cui o espi a ó io e não espi a ó io) e Consul a Ex e na (pedia ia ge al, endoc inologia, desen ol imen o e pedopsiquia ia). Realço que, a possibilidade de e es ado p esen e nes es dois ci cui os me pe mi iu oma con ac o com pa ologias com espec os de ap esen ação mui o di e en es e que, ambém a pa icipação em consul as de âmbi os dis in os me possibili ou a comp eensão de pa ologias a iadas. Um dia po semana equen a a a Unidade de Cuidados In ensi os Neona ais, onde nunca inha es ado p e iamen e, e ou o des ina a-se à ap esen ação de seminá ios pelos alunos, endo eu ap esen ado o ema “Pa alisia de E b-Duchenne”, a p opósi o de um caso clínico. É de ac escen a a pa icipação numa sessão de casos clínicos, onde o am discu idos oi o emas sob e pa ologias agudas em Pedia ia e ainda na 10ª Reunião de Imunoale gologia. A junção de a i idades de ca ác e p á ico e eó ico pe mi iu-me, sem dú ida, conc e iza os obje i os iniciais. Mais ainda, o ac o de e sido dis ibuída de uma o ma plani icada e cla amen e p e iamen e o ganizada pelos u o es, algo que, pa a mim, se e es e de ex ema impo ância pa a um melho ap o ei amen o do es ágio, possibili ou que icasse com uma isão mui o ab angen e e di e si icada das a i idades que con emplam es a especialidade. Res a-me salien a que, o Be çá io oi a a i idade onde sen i uma maio e olução no que oca à minha au onomia e onde adqui i maio es compe ências de exame obje i o neona al, de comunicação com amílias, médicos de ou as especialidades e ou os p o issionais de saúde. Cada dia e a esponsá el pela a aliação de dois a ês ecém-nascidos, colhei a da his ó ia clínica do mesmo e da mãe. Foi o p imei o momen o em que ealiza a a e as de o ma o almen e au ónoma, al como os In e nos de Fo mação Ge al, o que se á ce amen e mui o alioso pa a o ano que se a izinha. 6 2.2. Es ágio Pa cela de Ginecologia e Obs e ícia 4 a 29 de ou ub o de 2021 | Hospi al de São F ancisco Xa ie | D . Rui Fialho Gomes Os obje i os do es ágio de Ginecologia e Obs e ícia en ol iam adqui i uma isão mais ap o undada e compe ências na á ea da Saúde da Mulhe , pa a que, no u u o, i esse uma melho capacidade de suspei a , diagnos ica , a a e e e encia as pa ologias mais p e alen es des a á ea. Ti e a opo unidade de p esencia um leque a iado de a i idades, das quais salien o: [1] Consul a ex e na - onde pa icipei em consul as de di e en es á eas, como obs e ícia, pa ologia do colo, pa ologia e al, apoio à e ilidade e ginecologia, endo, pela p imei a ez, e au onomamen e, conduzido consul as e ealizado á ios exames ginecológicos, com colhei as pa a colpoci ologia; [2] In e namen o – onde coloco especial en oque no in e namen o de pué pe as, pelo ac o de e execu ado, no amen e de o ma au ónoma, a obse ação diá ia das pué pe as in e nadas, o que me pe mi iu adqui i conhecimen os ace ca dos p incipais cuidados a e no pós-pa o e ealiza écnicas como a palpação mamá ia e do undo u e ino, obse ação da episio a ia ou da su u a de cesa iana, a aliação de sinais de ombose enosa p o unda, a aliação de lóquios e do ânsi o in es inal; [3] Ecog a ias – as quais, a meu e , me ecem des aque pelo ac o de se em ecnicamen e exigen es de in e p e a pa a alunos de sex o ano, mas, dada a p eocupação cons an e dos médicos em elucida es a écnica, c eio que le o conhecimen os base essenciais, que espe o i a consolida no u u o; [4] Bloco Ope a ó io - no qual i e a opo unidade de pa icipa como segunda ajudan e numa ci u gia de colpo a ia pos e io , endo sido dos momen os mais ma can es des e es ágio e do ano; [5] Se iço de U gência e Bloco de Pa os - onde in elizmen e, e con a iamen e ao que espe a a pa a es e es ágio, i um núme o mui o eduzido de pa os, o que icou aquém das expec a i as. Assim, p oponho que, no u u o, haja possibilidade de passa mais empo no Se iço de U gência e Bloco de Pa os, a é po que ac edi o que seja um dos locais onde se o na mais essencial adqui i bases ace ca da abo dagem e ges ão da pa ologia u gen e em Ginecologia e Obs e ícia. É de ac escen a ainda a pa icipação no wo kshop “The Woman” que, a meu e , oi mui o bem conseguido, bas an e pe inen e e, ce amen e, uma excelen e o ma de e iniciado es e es ágio, dando aos alunos e amen as eó icas essenciais a se em elemb adas no con ex o da p á ica clínica hospi ala . Realizei ainda um seminá io sob e “Polihid âmnios e Oligohid âmnios” na eunião de se iço da equipa médica. 2.3. Es ágio Pa cela de Saúde Men al 1 a 26 de no emb o de 2021 | Hospi al P o . Dou o Fe nando da Fonseca - B andoa | D ª Ma iana Mo ins Dos obje i os a que me p opus pa a es e es ágio des aco: in eg a a pe spe i a biopsicossocial no meu modelo de pensamen o médico; conhece sin omas das pe u bações psiquiá icas e di e enciá-los do uncionamen o psicológico no mal; sabe a alia as capacidades uncionais dos doen es; iden i ica si uações de isco e sabe como a ua pe an e elas; econhece indicações pa a e e enciação em Saúde Men al. 7 G ande pa e do es ágio oi dedicado à Consul a de Psiquia ia, sendo que a pa icipação nes a a i idade oi en iquecedo a, pois pude comp eende a impo ância de um acompanhamen o equen e do doen e com pa ologia men al, as pa ologias mais equen es em con ex o não u gen e, como ealiza o seu diagnós ico di e encial, a a és de uma his ó ia clínica de alhada, com um exame do es ado men al bem di igido e as p incipais medidas e apêu icas u ilizadas. In elizmen e, o meu papel oi me amen e obse acional, pelo que em e mos de au onomia não hou e g ande p og essão ace às compe ências adqui idas no es ágio do quin o ano. Realizei isi as domiciliá ias, que conside o e sido uma componen e ele an e do es ágio, pois omei con ac o com si uações amilia es, sociais e económicas complexas que me le a am a e le i sob e a necessidade de conhece o backg ound de cada doen e e a o ma como de e molda a a uação médica. Pa icipei nas euniões hospi ala es e em duas sessões sob e en e is a clínica, onde consolidei conhecimen os a a és de casos eais e conc e os, elemb ando écnicas da anamnese e exame do es ado men al. Ti e a opo unidade de equen a o Se iço de U gência, algo que inha mui o in e esse pa a mim, e sen i-me ealizada po e podido en ende a complexidade dos casos que chegam ao a endimen o u gen e. A o ma como é necessá io, num cu o pe íodo de empo, comp eende o doen e em odas as es e as da sua ida, oi uma abo dagem que i se p a icada á ias ezes e que con ibuiu signi ica i amen e pa a a minha ap endizagem. Con udo, gos a ia de e con ac ado mais ezes com es a alência e c eio que pode ia se um aspe o a melho a de u u o. P opo ia ainda que osse possí el equen a o In e namen o de Saúde Men al, algo que espe a a p e iamen e ao es ágio, pois c eio que a expe iência é mui o dis in a da que se p opo ciona na Consul a. Rela i amen e à semana de ensino emo o, c eio que as adap ações à pandemia COVID-19 pode iam e sido o ganizadas de o ma mais e icien e. Na minha opinião, acha ia mais impo an e a o ação po di e sas alências e p opo ia que, cada semana, os alunos ocupassem a i idades di e en es, pa a que a expe iência possa se mais a iada. 2.4. Es ágio Pa cela de Medicina Ge al e Familia 29 de no emb o de 2021 a 7 de janei o de 2022 | USF Ex amu os | D ª Luísa Cos a O es ágio de Medicina Ge al e Familia di e enciou-se dos demais po inclui a c iação de um Diá io do Exe cício O ien ado, que, compa a i amen e aos ela ó ios dos es an es es ágios, se o na uma e amen a mais p á ica e que sin e iza oda a in o mação ela i a ao es ágio, de uma o ma o ganizada. Assim, comecei po delinea os seguin es obje i os: ado a uma abo dagem cen ada na pessoa; iden i ica e ge i os p oblemas de saúde mais equen es na comunidade; iden i ica iscos de saúde em de e minados pacien es e amílias e e e ua medidas p e en i as; u iliza e idência cien í ica na medicina de p e enção. Ti e a opo unidade de pa icipa em di e sos ipos de consul a, desde saúde de adul os, ma e na, in an oju enil, planeamen o amilia e doença aguda, ape cebendo-me do papel ab angen e de um médico de Medicina Ge al e Familia ao longo da ida das pessoas. Gos a a de des aca que me sen i 8 e dadei amen e iden i icada com o mé odo (“SOAP”) como os doen es são abo dados na en e is a clínica. Elabo ei ambém um caso clínico, que me pe mi iu coloca e dadei amen e na posição do médico de Medicina Ge al e Familia , endo-me sen ido o almen e en ol ida na his ó ia do doen e, na e lexão ace ca das suas pa ologias, queixas e p eocupações. Foi pa a mim um exemplo de um excelen e exe cício p á ico. A ap esen ação do mesmo e a ap esen ação de um seminá io pa a o se iço, in i ulado “Menopausa”, pe mi iu-me eina as minhas capacidades de exposição, ansmissão de in o mação e sín ese. Olhando e ospe i amen e pa a es e es ágio, posso inclusi amen e dize , em jei o de comen á io pessoal, que despe ou em mim, pela p imei a ez, um g ande in e esse pela á ea da Medicina Ge al e Familia . Tudo is o eio elemb a -me que em medicina e, pa icula men e, em Medicina Ge al e Familia , há mui o mais do que diagnós icos e pa ologias, sendo essencial o acompanhamen o do con ex o do doen e como um odo, endo em con a as di e sas es e as ísicas, psicológicas e sociais da sua ida. Apesa de não e ido mui as opo unidades pa a ealiza consul as de o ma au ónoma, c eio e globalmen e alcançado os obje i os es abelecidos e e ganho bases pa a os sabe pô em p á ica na ida p o issional u u a. 2.5. Es ágio Pa cela de Medicina In e na 17 de janei o de 2022 a 11 de ma ço de 2022 | Hospi al de Egas Moniz | D ª Ma ga ida Fonseca Os obje i os pa a es e es ágio incluí am: adqui i compe ências eó icas, a ançadas e de au onomia nas di e sas á eas da Medicina In e na; ica habili ada pa a, au onomamen e, a alia , diagnos ica e p esc e e medidas e apêu icas, ou ou as, pa a as si uações clínicas, equen es e a as, de maio g a idade; iden i ica e hie a quiza as si uações clínicas de maio eme gência pa a o doen e e que equei am a ans e ência eme gen e pa a á eas de diagnós ico e e apêu ica al amen e di e enciadas. Começando po esumi a componen e eó ico-p á ica des e es ágio, es a englobou dois wo kshops com os emas “Al e ações do equilíb io ácido-base” e “Decisões de im de ida”, sessões clínicas e clínico- pa ológicas di igidas às equipas de Medicina In e na do Hospi al de Egas Moniz, “Med Talks” sob e emas p á icos de abo dagem dos doen es in e nados e ap esen ações de abalhos de g upo pelos alunos, endo- me deb uçado sob e o ema “Hipe ensão pulmona ”. Es es momen os de ap endizagem o am c uciais pa a sis ema iza conhecimen os que e am aplicados dia iamen e na En e ma ia. A componen e p á ica incluiu a pa icipação no In e namen o, Se iço de U gência e Consul a Ex e na de doenças au oimunes. Gos a a de e le i , ace às duas p imei as, que es a expe iência oi única e p o a elmen e um dos momen os que mais con ibuiu pa a es imula as minhas compe ências clínicas e desa ia -me a supe a as minhas capacidades. Tal como espe a a, du an e es es dois meses, ui in eg ada nas equipas médicas e ganhei au onomia c escen e na abo dagem de doen es. Foi ce amen e o es ágio em que sen i um maio c escimen o enquan o médica, enquan o pessoa e que mais con ibuiu pa a a minha o mação como u u a p o issional de saúde. Foi um es ágio e dadei amen e p o issionalizan e e oi g a i ican e a opo unidade de me e sido a ibuída 9 ão g ande esponsabilidade. Sen i que es i e à al u a das a e as que me e am con iadas, o que me aleg a p o undamen e. Conclui es e es ágio com o sen imen o de de e cump ido, do pon o de is a pessoal e académico. Adqui i conhecimen o eó ico, p á ico, mas ambém é ico, odos eles componen es que julgo se em indissociá eis pa a uma boa p á ica clínica. Foi ainda um es ágio ulc al pa a conhece as minhas limi ações e en a melho á-las de o ma p ó-a i a no u u o. 2.6. Es ágio Pa cela de Ci u gia 14 de ma ço de 2022 a 13 de maio de 2022 | Hospi al Bea iz Ângelo | P o ª Dou o a Susana Ou ô De ini como obje i os adqui i ap idões undamen ais pa a o diagnós ico e abo dagem do doen e ci ú gico, com p incipal ên ase pa a as pa ologias mais equen es em Ci u gia Ge al e en ende a impo ância da mul idisciplina iedade e da colabo ação bidi ecional das á ias especialidades com a Ci u gia Ge al. A in eg ação nas di e en es alências do dia-a-dia do ci u gião oi um aspe o impo an e no deco e des e es ágio. Começando pela Consul a Ex e na, oi ce amen e a a i idade onde adqui i e sis ema izei mais conhecimen os, pelo ac o de se o local onde comp eendi odo o pe cu so desde a p imei a consul a à e e enciação e p epa ação pa a ci u gia. Es es conhecimen os o am p eponde an es nos emas ela i os à neoplasia do e o e doença in lama ó ia in es inal, que e am á eas de di e enciação da minha o ien ado a. Face ao Bloco Ope a ó io, é de salien a que, apesa da pa icipação a i a e sido diminu a, oi en iquecedo e podido assis i a á ias ci u gias e en ende , nes e ambien e di e en e, como de e se o compo amen o do médico e a elação que em com as equipas de anes esia, en e magem e écnicos auxilia es. Con esso que gos a ia de e ido uma pa icipação mais a i a no Bloco Ope a ó io, ainda que comp eenda que a complexidade das ci u gias nem semp e o pe mi a. Também a p esença na En e ma ia oi uma a i idade de ele o, pois pe mi iu oma con ac o com os doen es em si uação de p é e pós-ope a ó io, acompanha a sua e olução, plano de cuidados e comp eende quais as a i udes e p eocupações após ci u gia majo . A escolha do es ágio opcional de Gas en e ologia de eu-se ao ac o de conside a uma á ea de a i idade di e sa e equen e na população, pela qual nu o in e esse. Fo am duas semanas mui o icas, endo podido pa icipa em di e en es consul as e exames, como endoscopia diges i a al a e colonoscopia. Rela i amen e aos momen os de ap endizagem eó ico-p á icos, como o cu so TEAM (T auma E alua ion And Managemen ), as Simulações e o Mini-Cong esso (onde ap esen ei um abalho sob e Doença de C ohn), o am c uciais pa a consolida conhecimen os já adqui idos e ganha capacidades que se ão mui o ú eis na minha p á ica médica u u a. Ou o pon o menos posi i o oi não e es ado p esen e no Se iço de U gência, a i idade que é undamen al no dia-a-dia do ci u gião e onde se obse am pa ologias dis in as das que se encon am em con ex o ele i o. Fazendo um balanço inal, conside o que es e es ágio oi mui o posi i o pa a a minha o mação e consegui cump i globalmen e os obje i os p opos os. Que enha ou não a segui uma á ea ci ú gica, o neceu-me bases essenciais e uma isão mui o ab angen e do papel do ci u gião. 16 ANEXO V Moni o a do campo de é ias Ca´JUS 17 ANEXO VI Colabo ado a do SNS24 18 ANEXO VII Cu so de Te apêu ica An ibió ica pa a Uni e si á ios 19 ANEXO VIII “Po uguese medical s uden s’ in e ac ion wi h he pha maceu ical indus y – a c oss-sec ional s udy” 20 ANEXO IX In elligen Ca e – In elligen Mul imo bili y Managemen Sys em 21 ANEXO X XVI Jo nadas de Endoc inologia de Lisboa Ociden al 22 ANEXO XI Cu so de Ele oca diog ama (ECG) 23 ANEXO XII Médicos pelo Mundo 2.0 24