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Relatório estágio profissional

Novais, Tomás Stein de Abreu

Abstract

Relatório final do estágio profissionalizante do 6.º ano

Full text

Rela ó io Final de Es ágio P o issionalizan e Tomás S ein de Ab eu No ais I 2016406 O ien ado a: P o .ª D .ª Paula Lei ia Pin o Regen e: P o . D . Rui Maio Cu so 2016-2022 Mes ado in eg ado em Medicina No a Medical School | Faculdade de Ciências Médicas Tomás S ein No ais Página | 2 Medicina é um ma imenso. Ha e á semp e algo que escape ao nosso conhecimen o. Aliás, poucas se ão as coisas que e dadei amen e dominamos. É uma lu a cons an e na en a i a de de ini es a a e como ciência, pa a que a consigamos o na quan i icá el. Domina odo es e conhecimen o não é, em eo ia, impossí el, somen e imp a icá el. Mas es e não é mo i o pa a que deixe de o ambiciona . “Há sem dú ida quem ame o in ini o, Há sem dú ida quem deseje o impossí el, Há sem dú ida quem não quei a nada - T ês ipos de idealis as, e eu nenhum deles: Po que eu amo in ini amen e o ini o, Po que eu desejo impossi elmen e o possí el, Po que que o udo, ou um pouco mais, se pude se , Ou a é se não pude se ...” - Ál a o de Campos in “O que há em mim é sob e udo cansaço” (1934) „Nu was wi kennen, können wi diagnos izie en. Das gil ü Alles in de Medizin.“ (Apenas aquilo que conhecemos, conseguimos diagnos ica . Is o aplica-se a udo na medicina) - D . Benjamin Schä e (Hambu go, 2021) Tomás S ein No ais Página | 3 Que o ag adece a odos aqueles que o na am 6 anos numa linda a en u a, e em especial à minha amília po me e dado a possibilidade e o apoio pa a a i e . Tomás S ein No ais Página | 4 Índice 1. In odução ..................................................................................................................................................... 5 2. Obje i os ...................................................................................................................................................... 5 3. A i idades desen ol idas .......................................................................................................................... 6 Saúde Men al ................................................................................................................................................................................ 6 Medicina Ge al e Familia ......................................................................................................................................................... 6 Ginecologia e Obs e ícia .......................................................................................................................................................... 7 Ci u gia ........................................................................................................................................................................................... 8 Medicina In e na .......................................................................................................................................................................... 8 Es ágio Opcional (Reuma ologia) ........................................................................................................................................... 9 4. Elemen os alo a i os ............................................................................................................................... 9 5. Re lexão C í ica ......................................................................................................................................... 11 6. Glossá io .................................................................................................................................................... 13 7. Casuís ica ................................................................................................................................................... 14 Casuís ica EP Saúde Men al ................................................................................................................................................... 15 Casuís ica EP MGF ..................................................................................................................................................................... 16 Casuís ica EP Pedia ia ............................................................................................................................................................ 17 Casuís ica EP GO ........................................................................................................................................................................ 18 Casuís ica EP Ci u gia .............................................................................................................................................................. 19 Casuís ica EP Medicina In e na ............................................................................................................................................ 20 Obje os de a aliação po Es ágio Pa cela ....................................................................................................................... 22 Anexos ............................................................................................................................................................ 23 Anexo 1 – Pales as e Wo kshops equen ados no con ex o dos EPs. .................................................................. 23 Anexo 1.1 - Cu so T auma E alua ions and Managemen (TEAM) (EP Ci u gia) ..................................................................... 23 Anexo 1.2 – Sessões de Simulação (EP Ci u gia) ..............................................................................................................................24 Anexo 1.3 – Pales a de Equilíb io Ácido-base (EP Medicina In e na) ....................................................................................... 25 Anexo 1.4 – Pales a de Decisões de im de ida (EP Medicina In e na) ................................................................................... 26 Anexo 2 – Ce i icado de Es ágio Opcional de Reuma ologia ..................................................................................... 27 Anexo 3 – Ce i icado de pa icipação 12 Topics in Rheuma ology ........................................................................... 28 Anexo 4 – Ce i icado Moni o de Ana omia ..................................................................................................................... 29 Anexo 5 – Ce i icado Moni o de Fisiologia ..................................................................................................................... 30 Anexo 6 – Ce i icado Comissão de Cu so ......................................................................................................................... 31 Anexo 7 – Ce i icado Tuna Médica de Lisboa (TML) ..................................................................................................... 32 Anexo 8 – Ce i icado MedOnTou ....................................................................................................................................... 33 Anexo 9 – Ce i icado Saúde Po a-a-Po a (SPAP) ..................................................................................................... 34 Anexo 10 – Ce i icado E asmus+ - Hambu go (Alemanha) ....................................................................................... 35 Anexo 11 – Ce i icado SNS24 ................................................................................................................................................ 36 Tomás S ein No ais Página | 5 1. In odução O plano de es udos do Mes ado In eg ado em Medicina (MIM) da No a Medical School (NMS) di a pa a o úl imo ano do ciclo de es udos a ealização de es ágios clínicos, em á ias á eas médicas, nos quais impe a o ca iz p á ico da i ência clínica – pelo que designa no seu conjun o de es ágio p o issionalizan e. Assim, p e ê-se que es e ano capaci e o aluno na sua ansição da o mação p é-g aduada pa a o in e na o médico. Des e modo, na condição de es udan e de úl imo ano, pe co i os Es ágios Pa cela es (EP) de di e sas á eas: Medicina In e na, Ci u gia, Pedia ia, Saúde Men al, Ginecologia e Obs e ícia e Medicina Ge al e Familia , cons ando nes e ela ó io os se iços in eg ados, a i idades desen ol idas e pa ologias obse adas, al como ou os elemen os alo a i os, o a ealizados ao longo des e ano le i o, o a que, sendo de anos p é ios, ie am in luencia o meu pe cu so a é ao p esen e momen o. Po im, concluo com uma e lexão sob e os e e idos pon os, colocando-os em pe spe i a com os obje i os p é-es abelecidos e o c escimen o pessoal, social e académico que aspi a a pa a es e ano. 2. Obje i os Sendo es e o úl imo ano da o mação p é-g aduada, es a e a não só uma al u a de con inua o que inha indo a cons ui a é aqui, como uma opo unidade de aze di e en e. No en an o, independen emen e de o caminho e sido mais ma cado po con inuidade ou po eno ação, o obje i o e a o mesmo. Ao longo da aculdade a pessoa que ui e a pessoa que aspi o se êm indo a modi ica -se. Con udo, desde que iniciei os anos clínicos, aquilo que ambiciono enquan o clínico em-se man ido ela i amen e es á el. Es e ano p ocu a a c esce ainda mais: C esce em conhecimen o; C esce em p o issionalismo; C esce em pessoa. De ini que, pa a isso, que ia se capaz de: (1) Iden i ica e abo da as pa ologias mais comuns da comunidade, assim como e uma noção global da abo dagem das que o em mais especí icas de especialidade; (2) ealiza uma anamnese e Exame Obje i o (EO) cuidados, adequando a minha abo dagem à pessoa pe an e mim; (3) adqui i ele ada au onomia po o ma a consegui ge i um doen e em con ex o ambula ó io, no in e namen o ou no se iço de u gência e (4) econhece sinais de ala me pa a doença g a e ou u gen e e dis ingui co e amen e os doen es que ca ecem de e e enciação pa a especialidade - no que conce ne ao meu conhecimen o e capacidade écnica. (5) abalha em equipa, ado ando uma pos u a humilde e espei ando o abalho dos es an es p o issionais – enquan o memb o in eg an e de uma equipa. (7) man e a amília do doen e p óxima e in o mada, an o quan o essa o a sua on ade e (8) pe cebe e sa is aze as p io idades dos doen es, que na saúde, doença ou no im de ida – no que oca à capacidade de aplica a minha humanidade enquan o clínico. Tomás S ein No ais Página | 6 04 a 29/Ou | Coo denado : P o . D . Daniel Pin o 2. 06/Se a 01/Ou | Coo denado : P o . D . Miguel Talina 1. Saúde Men al Iniciei o 6º ano do MIM com o Es ágio Pa cela (EP) de Saúde Men al, es agiando no Se iço de Reabili ação Psicossocial do Hospi al Júlio de Ma os du an e 3 semanas, além de 1 em egime de ensino à dis ância. A saúde men al é um ema ans e sal a qualque especialidade. Po es e mo i o, es abeleci que após es e EP de e ia se capaz de: (1) Reconhece o no mal espe o do uncionamen o psicológico e iden i ica des ios do mesmo; (2) adequa a minha abo dagem ao doen e com pa ologia psiquiá ica; (3) diagnos ica e abo da as p incipais doenças psiquiá icas; (4) sabe quando e e encia um doen e pa a es a especialidade; e (5) comp eende o impac o da pa ologia men al nos doen es e suas amílias e desmis i ica o seu es igma. Du an e as 3 semanas de ensino p esencial, ainda que enha equen ado pon ualmen e a consul a ex e na (CE) e o se iço de u gência (SU), o meu es ágio deco eu quase exclusi amen e no in e namen o. O meu quo idiano e a pau ado pela ealização de en e is as clínicas, in eg ação das euniões comuni á ias e obse ação da e apia ocupacional. Sendo es e um se iço de eabili ação psicossocial, con ac ei sob e udo com os diagnós icos de Esquizo enia, Pe u bação do uso de Canábis e Pe u bação A e i a Bipola . Já o SU oi ma cado po queixas de ansiedade, delí ios e deli ium como p incipais mo i os de ap esen ação. Uma g ande an agem do se iço que nos acolheu oi a o al libe dade que me concede am: ui con idado a explo a ao máximo o con ac o com os doen es e assim en iquece a minha abo dagem e conhecimen o. O gulho-me de e ido uma boa expe iência po e sabido i a o maio p o ei o dela. Medicina Ge al e Familia Dada a opo unidade, op ei po ealiza o meu EP de Medicina Ge al e Familia (MGF), de 4 semanas, na Unidade de Saúde Familia (USF) Al a Beja, na cidade de Beja, icando sob a o ien ação do D . Luís Coen o. Sendo a MGF uma das especialidades com maio leque de pa ologias e cuja p á ica assen a na consul a, aquilo que mais ambiciona a com es e es ágio e a alcança au onomia na ges ão de uma consul a de ambula ó io, desde a abe u a da consul a às mensagens inais, incluindo a de inição de um diagnós ico di e encial, ponde ação de MCDTs necessá ios e elabo ação de um plano e apêu ico. Po ém, que ia ambém consegui econhece o papel da amília e comunidade na ges ão da doença, e na saúde e sua p e enção. Como expec á el, o meu es ágio oi es i o a consul as ex e nas, endo nes e con ex o assumido um ca ác e pa icula men e p á ico. Além das 48 consul as que obse ei nas mais di e sas á eas - saúde ma e na, saúde in an il e ju enil, planeamen o amilia , saúde do adul o e doença aguda –, ealizei sob au onomia pa cial ou as 56 nas úl imas duas emá icas, endo sob e udo con ac ado com Hipe ensão A e ial, Diabe es Melli us, excesso de peso, dislipidemia e Lombalgia aguda. 3. A i idades desen ol idas Tomás S ein No ais Página | 7 29/No a 17/Dez; 03 a 07/Jan | Coo denado a: P o .ª D .ª Te esinha Simões 4. 01 a 26/ No | Coo denado : P o . D . Luís Va andas 3. Pedia ia Foi no Hospi al CUF Descobe as que ealizei o meu EP de Pedia ia po um pe íodo de 4 semanas, sob a o ien ação do D . Hugo Fa ia. Independen emen e do desejo em segui es a especialidade, ac edi o que qualque clínico de a sabe como abo da uma c iança ou adolescen e em con ex o de saúde e doença. Com is o em men e acei os seguin es obje i os pa a es e es ágio: (1) Se capaz de ealiza uma anamnese e Exame Obje i o adequados às especi icidades des as idades; (2) conhece o seu no mal desen ol imen o bio-psico-social; (3) conhece as suas p incipais doenças, como as diagnos ica e a a ; e (4) sabe iden i ica sinais de ala me pa a g a idade. No deco e das 4 semanas, pe co i a Consul a Ex e na, onde con ac ei com o no mal desen ol imen o da c iança; a en e ma ia, onde lidei com as pa ologias mais equen es e ap endi a ge i uma c iança in e nada, e o A endimen o Pe manen e (AP) que me ensinou a econhece sinais de ala me. Assim, nas CE acompanhei sob e udo c ianças saudá eis, ao passo que o AP e o in e namen o o am pau ados po doenças espi a ó ias agudas: no AP, in eções das Vias Aé eas Supe io es; e no in e namen o, b onquioli es agudas e pneumonias. Além do ca ác e p á ico do meu es ágio, algo que ambém conside o digno de des aque oi a possibilidade de acompanha consul as de pedia ia ge al e não CE es i as a uma dada emá ica, o que não só complemen ou o meu es ágio de MGF, como eio ao encon o daquele que e a o g ande p opósi o des e EP. Ginecologia e Obs e ícia O meu EP de Ginecologia e Obs e ícia deco eu no Hospi al de São F ancisco Xa ie du an e 4 semanas, endo es ado sob a u o ia do D . Rui Fialho Gomes ao longo do mesmo. À semelhança do que p e endia com o EP de pedia ia, do con ac o com es a especialidade ambiciona a ap ende sob e as pa icula idades clínicas ine en es à saúde da mulhe e da g á ida, al como as suas pa ologias mais equen es, conhecimen o es e necessá io a qualque clínico, independen emen e da sua especialização. Assim de ini que após as 4 semanas p ocu a ia (1) domina as pa icula idades da anamnese e Exame Obje i o da mulhe g á ida e mulhe com pa ologia ginecológica; (2) sabe como diagnos ica e a a as suas p incipais pa ologias; (3) conhece o no mal deco e de uma g a idez, e econhece des ios do mesmo; e (4) se capaz de iden i ica os casos que ca ecem de e e enciação pa a es a especialidade. O es ágio comp eendeu as di e sas alências ine en es à especialidade, nomeadamen e, Bloco Ope a ó io, SU, In e namen o e CE. Foi-nos dada a possibilidade de acompanha mos as alências que nos despe assem maio in e esse. Assim, em de imen o das alências ci ú gicas p ocu ei aplica mais empo no in e namen o e consul a ex e na, pela minha paixão pelas á eas médicas. A p incipal an agem da minha expe iência nes e Tomás S ein No ais Página | 8 17/Jan a 11/Ma | Coo denado : P o . D . Rui Maio 5. 14/Ma a 13/Maio | Coo denado : P o . D . Fe nando Nolasco 6. se iço oi segu amen e o incen i o do meu u o à pa icipação a i a nas a i idades – que na execução da anamnese e EO, como ealização de p ocedimen os – e.g. colpoci ologia ou écnicas ecog á icas. Em e mos globais, o meu EP sa is ez as minhas expec a i as e no amen e de o e e i que, pa a is o, o incen i o à pa icipação p á ica oi essencial. Con udo, sin o que i e um con ac o clínico insu icien e com algumas á eas, nomeadamen e com a Obs e ícia, no bloco de pa os, e com a Ginecologia, no in e namen o. Ci u gia Realizei o meu EP de Ci u gia no Hospi al Bea iz Ângelo (HBA), du an e um o al de 8 semanas, sob a o ien ação do D . Gonçalo Luz. A CG oi o be ço de qualque especialidade ci ú gica. Po ém, não c eio que enha uma p esença signi ica i a nas especialidades que não se inse em nes a ca ego ia. Assim, es abeleci os meus obje i os pa a es e EP, segundo as compe ências ge ais des a á ea que c eio se em ob iga ó ias a qualque jo em médico na sua p á ica clínica: (1) Sabe ge i o doen e no pós-ope a ó io: Que complicações ci ú gicas espe a , como as econhece e e i a ; (2) sabe iden i ica e conhece a abo dagem das p incipais pa ologias ci ú gicas; (3) sabe econhece os doen es com indicação ci ú gica e como os e e encia pa a es a especialidade. Além das alências comuns às especialidades que já desc e i - CE, In e namen o e SU – ambém o Bloco Ope a ó io (BO) compôs a minha expe iência. Nes as alências, po es a in eg ado numa equipa de Ci u gia Esó agogás ica, con ac ei sob e udo com pa ologia des e o o, além de pa ologia benigna das ias bilia es. Adicionalmen e pude ealiza um es ágio opcional de 2 semanas em Medicina In ensi a, que se e elou uma cla a mais- alia, não só pela di e sidade clínica no in e namen o, como po me e mos ado uma abo dagem holís ica, sis ema izada e me iculosa do doen e e da doença, pa a o qual não es a a ainda despe o. Medicina In e na Concluí a sequência dos Es ágios Pa cela es de 6º ano com o es ágio de Medicina In e na, endo es agiado no Hospi al Lusíadas da Amado a, sob a u o ia do D . Rod igo Mo aes. O EP de Medicina in e na des aca-se dos demais po se aquele que mais capaci a o aluno na ansição da o mação p é-g aduada em medicina pa a o seu exe cício au ónomo. Sendo es a especialidade o pa adigma da Medicina em con ex o hospi ala , e a pa a mim impe a i o que após es e es ágio adqui isse mes ia (1) na ges ão au ónoma de um doen e in e nado; (2) na execução de unções básicas da a i idade médica diá ia ( edação de diá ios clínicos; p esc ição de MCDTs e medicação na pla a o ma ele ónica); (3) na comunicação com os doen es e seus amilia es, sabendo ansmi i boas e más no ícias; e (4) na iden i icação e abo dagem de pa ologias equen es des a á ea. Tomás S ein No ais Página | 9 16 a 27/Maio | Coo denado : P o . D . Fe nando Pimen el 7. Des e modo, du an e as 8 semanas de es ágio equen ei a CE, o AP e p incipalmen e o in e namen o, onde assumi um papel a i o na equipa, icando esponsá el pela ges ão dos doen es, edações de Diá ios Clínicos e no as de al a, e p es ação de in o mações aos amilia es. Posso dize que es e es ágio, po g ande mé i o da equipa e se iço, p eencheu po comple o as minhas expec a i as, capaci ando-me de uma au onomia que se i á de ped a basila pa a a minha o mação u u a. Es ágio Opcional Reuma ologia De o ma complemen a à minha o mação, ealizei ainda um es ágio opcional de 2 semanas em Reuma ologia no Hospi al Egas Moniz, mo i ado pelo meu pa icula in e esse po es a especialidade. Em con as e com os es an es es ágios a é aqui e e idos, nes e o meu p opósi o não se cingia ao conhecimen o das pa ologias p óp ias a es a especialidade. Mais do que isso, p e endia descob i o que de inia se um euma ologis a: conhece o seu quo idiano, com que doen es e pa ologias lida dia iamen e e o que eside além do seu ho á io labo al. Assim, nes e es ágio, passei pelas á ias e en es da especialidade – Consul a, In e namen o, Técnicas, Bloco Ope a ó io -, con ac ei com as suas pa ologias clássicas – como A i es se oposi i as e mic oc is alinas, Os eopo ose e Os eoa ose, Espondiloa opa ias, e Doenças do Tecido Conjun i o - e expe ienciei a dinâmica da especialidade e des e se iço. Es a expe iência oi essencial pa a um conhecimen o mais ap o undado des a especialidade e se iu de alidação daquela que já se ia a minha p imei a escolha de in e na o de o mação especí ica. 4. Elemen os alo a i os Desde os meus p imei os anos de aculdade que p ocu o c esce em á ias di eções, e não apenas no sen ido do conhecimen o, en ando cul i a ou as compe ências. Nes e pe cu so deixei-me ca i a pelo ensino, endo sido moni o de Ana omia e Fisiologia, e desde en ão que p ocu o pa ilha o meu conhecimen o nos es ágios com os meus colegas; associa i ismo, endo ing essado na Comissão de Cu so e na Tuna Médica de Lisboa; e olun a iado social, dos quais são exemplos os p oje os MedOnTou e Saúde Po a-a-Po a. Des aco ainda a minha expe iência no es angei o, endo es udado em Hambu go (Alemanha) ao ab igo do p oje o E asmus+, e o meu pe cu so pelo SNS24, onde pela p imei a ez pus em p á ica o meu conhecimen o clínico num con ex o p o issional. Já com olhos pos os no u u o, salien o ambém o meu gos o especial pela Reuma ologia que mo i ou o meu es ágio opcional e a pa icipação no cong esso 12 opics in Rheuma ology. Tomás S ein No ais Página | 16 Casuís ica EP MGF Imagem 3A - Tipologias das consul as obse adas e ealizadas em MGF Imagem 3B - P oblemas a i os mais equen emen e abo dados na consul a de adul os 010 20 30 40 50 60 Obse adas Realizadas 12 31 9 1 3 2 22 24 Consul as obse adas e ealizadas Saúde de adul os Saúde In an il e Ju enil Saúde Ma e na Planeamen o Familia Doença Aguda 0 5 10 15 20 Obse adas Realizadas 8 19 8 17 10 15 11 8 10 14 3 8 2 7 1 5 P oblemas abo dados em consul a Excesso de Peso + Obesidade Hipe ensão A e ial Diabe es Dislipidémia Ce i icado de In alidez Tempo á ia Cansaço Lombalgia Humo hipo ímico Tomás S ein No ais Página | 17 Casuís ica EP Pedia ia Imagem 4A – Mo i os de in e namen o (po sis ema) Imagem 4B – Mo i os de inda ao A endimen o Pe manen e (AP) (po sis ema) Imagem 4C – Dis ibuição e á ia na Consul a Ex e na (CE) 0 5 10 15 20 4 16 111 1 1 Mo i os de in e namen o Vias Respi a ó ias Supe io es Vias Respi a ó ias In e io es Ca díaco Endóc ino Neu ológico Sis émico O álmico 0 5 10 15 20 25 23 2 4131 Mo i os de inda ao AP Vias Respi a ó ias Supe io es Vias Respi a ó ias In e io es Gas oin es inal U iná io Pele e ane as Musculo-Esquelé ico 0 10 20 14 7643 Dis ibuição e á ia na CE < 1A 1 - 2A 2-5A 5-10A 10-18A Tomás S ein No ais Página | 18 Casuís ica EP GO Imagem 5A – Tipologias das consul as obse adas em GO. Imagem 5B – Dis ibuição e á ia no in e namen o de Obs e ícia Imagem 5C – Mo i os de inda ao Se iço de U gência (SU) em GO. 010 20 30 40 Obs e ícia Ginecologia 616 10 7 Consul as acompanhadas Ginecologia Ge al Pa ologia do colo U oginecologia Ecog a ia Obs é ica 0% 20% 40% 60% 80% 100% Obs e ícia Ginecologia 331 2 3 3 2 7 Mo i os de inda ao SU Do abdominal/ pél ica Al . do co imen o HUA Ou os Hemo agia 1ºT Moni o ização CTG T abalho de Pa o Tomás S ein No ais Página | 19 Casuís ica EP Ci u gia ( inc. Ro ação Opcional Medicina in ensi a) Imagem 6A – Mo i os de in e namen o em Ci u gia (po sis ema). Imagem 6B – Tipologia de consul as acompanhadas Imagem 6C – Modalidade Ope a ó ia das ci u gias obse adas Imagem 6D – Mo i os de in e namen o em Medicina In ensi a (po sis ema). 0 2 4 6 8 77 2 21 Mo i os de in e namen o Gas oeso ágico Vias bilia es In es inal Ano ec al Ginecológico 0% 20% 40% 60% 80% 100% 6 3 8 Consul as acompanhadas Pa ologia Gas oeso ágica Obesidade Seguimen o Modalidade Ci ú gica Ci u gia Lapa oscópica (n=6) Ci u gia Con encional (n=3) Com con e são in aope a ó ia (n=1) 0 2 4 6 4 3 665 Mo i os de in e namen o (M. In ensi a) Neu ológico Te i ó io ORL Ca dio ascula Pulmona Gas oin es inal Tomás S ein No ais Página | 20 Casuís ica EP Medicina In e na Imagem 7A – Mo i os de in e namen o em MI (po sis ema) Imagem 7B – Mo i os de inda ao AP (A endimen o Pe manen e) (po sis ema) 0 2 4 6 8 6 3 76446 1 Mo i os de in e namen o Geni ou iná io Pulmona Ca díaco Gas oin es inal Neu ológico Sis émico Ne o- e hema ológico Ou o 0 5 10 15 20 25 342 7 6 11 24 Mo i os de inda ao AP Geni ou iná io Pulmona Ca díaco Gas oin es inal Neu ológico Musculo-esquelé ico ORL + O álmico Tomás S ein No ais Página | 21 Imagem 7C – T iagem (Manches e ) no AP Imagem 7D – Dis ibuição e á ia no in e namen o Imagem 7E – Tipologia de consul as acompanhadas T iagem no AP Azul (8) Ve de (32) Ama elo (17) La anja (3) Ve melho (0) 0% 20% 40% 60% 80% 100% 12 11 58 Consul as acompanhadas Episódio Agudo Seguimen o após Episódio Agudo Consul a de do Seguimen o MI Ge al Tomás S ein No ais Página | 22 Obje os de a aliação po Es ágio Pa cela Saúde Men al His ó ias Clínicas (4) (2 ob iga ó ias; 2 olun á ias) Rela ó io de Es ágio Pa cela Medicina Ge al e Familia Diá io de Exe cício O ien ado Ap esen ação de um Caso Clínico – Dis agia e ómi o Pedia ia Ap esen ação - Exan emas em idade pediá ica Rela ó io de Es ágio Pa cela + HC Ginecologia e Obs e ícia Ap esen ação - Menopausa Rela ó io de Es ágio Pa cela Ci u gia Ap esen ação de um Caso Clínico – Adenoca cinoma da Junção Esó agogás ica Rela ó io de Es ágio Pa cela Medicina In e na Ap esen ação de um Caso Clínico - Síncope Rela ó io de Es ágio Pa cela Tomás S ein No ais Página | 23 Anexos Anexo 1 – Pales as e Wo kshops equen ados no con ex o dos EPs. Anexo 1.1 - Cu so T auma E alua ions and Managemen (TEAM) (EP Ci u gia) Tomás S ein No ais Página | 24 Anexo 1.2 – Sessões de Simulação (EP Ci u gia) Tomás S ein No ais Página | 25 Anexo 1.3 – Pales a de Equilíb io Ácido-base (EP Medicina In e na) Tomás S ein No ais Página | 32 Anexo 7 – Ce i icado Tuna Médica de Lisboa (TML) Tomás S ein No ais Página | 33 Anexo 8 – Ce i icado MedOnTou Tomás S ein No ais Página | 34 Anexo 9 – Ce i icado Saúde Po a-a-Po a (SPAP) Tomás S ein No ais Página | 35 Anexo 10 – Ce i icado E asmus+ - Hambu go (Alemanha) Tomás S ein No ais Página | 36 Anexo 11 – Ce i icado SNS24 Tomás S ein No ais Página | 37 Rela ó io Final de Es ágio P o issionalizan e Tomás S ein de Ab eu No ais I 2016406 O ien ado a: P o .ª D .ª Paula Lei ia Pin o Regen e: P o . D . Rui Maio