Relatório estágio profissional
Abstract
Relatório final do estágio profissionalizante do 6.º ano
Full text
RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO
PROFISSIONALIZANTE
Mes ado In eg ado em Medicina
Faculdade de Ciências Médicas
Uni e sidade No a de Lisboa
PATRÍCIA CORDEIRO SANTOS
2011389
6º ANO
Regen e: P o . Dou o Miguel Xa ie
Ano le i o 2016/2017
Rela ó io Final de Es ágio Pa ícia Co dei o San os
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ÍNDICE
In odução
3
Obje i os
3
Es ágio P o issionalizan e
4
Ci u gia Ge al
4
Medicina In e na
5
Saúde Men al
5
Medicina Ge al e Familia
6
Pedia ia
7
Ginecologia e Obs e ícia
7
Re lexão C í ica
8
Anexos
11
Rela ó io Final de Es ágio Pa ícia Co dei o San os
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INTRODUÇÃO
O no o cu ículo do Mes ado In eg ado em Medicina da Faculdade de Ciências Médicas da Uni e sidade
No a de Lisboa alo iza o ensino clínico p á ico com início p ecoce na o mação médica e de uma o ma
g adual, que e mina com a ealização do Es ágio P o issionalizado no 6º ano, sob e a qual incide es e
ela ó io. O Es ágio P o issionalizan e, coo denado pelo P o . Dou o Miguel Xa ie , encon a-se
o ganizado em seis es ágios pa cela es: Ci u gia Ge al, Medicina In e na, Saúde Men al, Medicina Ge al
e Familia , Pedia ia e Ginecologia e Obs e ícia e em como obje i o o ensino g aduado baseado na
p á ica clínica com a aplicação de conhecimen os e compe ências, p omo endo a au onomia do aluno.
P e ende-se com es e documen o desc e e e ap esen a um esumo c í ico dos di e sos
es ágios ealizados, e le indo sob e as suas inalidades e o cump imen o de obje i os.
O ela ó io encon a-se o ganizado em ês secções p incipais: Obje i os Ge ais, desc ição das
A i idades Desen ol idas e obje i os especí icos dos á ios es ágios, e minando com uma
Re lexão C í ica inal do pe cu so ealizado, cump imen o de me as e ap endizagens. Incluo
ambém, em anexo, o c onog ama do ano le i o e elemen os alo a i os ealizados ao longo
des e ano, assim como algumas a i idades de ele ância ei as ao longo do cu so.
OBJETIVOS GERAIS
“A inalidade da o mação médica p é-g aduada é ajuda o es udan e médico a adqui i uma
base de conhecimen os sólida e coe en e, associada a um adequado conjun o de alo es,
a i udes e ap idões que lhe pe mi a o na -se um médico o emen e empenhado nas bases
cien í icas da Medicina”– O Licenciado Médico em Po ugal. Re ejo nes a ci ação aqueles que
são os g andes pila es da o mação médica: conhecimen o, a i udes, ap idões clínicas e ap idões
de comunicação.
O obje i o p imo dial desde ano é, no inal, sen i -me capaz de inicia a o mação médica pós
g aduada. Assim, de o ma mais especí ica, de ino como obje i os 1) Solidi ica conhecimen os e
compe ências nas di e sas á eas da Medicina, iden i icando necessidades de ap endizagem e
dando especial en oque às pa ologias mais p e alen es na população po uguesa; 2) T eina e
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ape eiçoa ap idões clínicas, de o ma a a ingi uma au onomia p og essi a na abo dagem do
doen e; 3) Desen ol e ap idões de comunicação e bal e não e bal; 4) Consciencialização de
a i udes e compo amen os p o issionais adequados, guiando-me pelos alo es e i udes
undamen ais associados ao exe cício da Medicina; 5) Ap imo a ap idões ge ais,
nomeadamen e no que diz espei o ao egis o de in o mação, assim como a amilia ização com
os di e sos sis emas in o má icos com os quais os médicos êm con ac o.
ESTÁGIO PROFISSIONALIZANTE
O es ágio p o issionalizan e e e início a 9 de Se emb o de 2016 e e minou no dia 19 de Maio
de 2017, endo deco ido em Po ugal e na Hung ia, passando po di e sas á eas da Medina,
que abo do po o dem c onológica. Ap esen o os obje i os especí icos de cada um dos es ágios
assim como uma sín ese das a i idades ealizadas.
Ci u gia Ge al (09/09/2016 a 07/11/2016)
Realizei o es ágio pa cela de Ci u gia no Depa amen o de Ci u gia e T ansplan ação do
Hospi al Uni e si á io Semmelweis em Budapes e, inse ido no p og ama E asmus Es ágios. Os
obje i os açados pa a es e es ágio, além da opo unidade de abalha num con ex o
in e nacional, p endiam-se a p ocu a de es ágio essencialmen e p á ico, com a possibilidade de
ap o undamen o do conhecimen o das pa ologias ci ú gicas mais equen es e p á ica de ges os
ci ú gicos simples. Du an e as 8 semanas, acompanhei o D . Telkes, esponsá el pelo es ágio, e
es an es médicos do se iço nas isi as diá ias pela en e ma ia, onde e a ealizado um b e e
esumo da si uação clínica e se p ocedia ao exame obje i o. Es a pa e do es ágio icou
condicionada pela ba ei a linguís ica, endo em con a que a maio ia dos doen es não ala a
inglês. F equen ei ambém a sala de pensos e pa icipei em aulas eó ico p á icas que deco iam
no se iço, baseadas em casos clínicos eais de doen es in e nados no momen o. Ti e a
opo unidade única de equen a o bloco ope a ó io como pa e in eg an e da equipa, assumindo
o papel de segunda ajudan e em ci u gias odos os dias de es ágio, pe mi indo-me o eino de
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di e sos ges os ci ú gicos. Além disso, assis i à ealização de, em média, um ansplan e enal
ou hepá ico po semana. Es e pe íodo de es ágio des acou-se pela iqueza de a i idades
p á icas, endo uma g ande con ibuição na minha o mação na á ea ci ú gica e endo supe ado
odas as minhas expec a i as.
Medicina (07/11/2016 a 13/01/2017)
O es ágio de Medicina, com a du ação de 8 semanas, deco eu no se iço 2.1 do Hospi al San o
An ónio dos Capuchos, sob u ela do D . Miguel Valen e. Dada a impo ância da Medicina
In e na na o mação médica, pela sua ab angência e pela in eg ação de di e sas alências da
Medicina, acei pa a es e es ágio obje i os que se p endiam p incipalmen e com a ob enção de
au onomia na obse ação de doen es, que o am cump idos de o ma mui o sa is a ó ia. Du an e
o abalho de en e ma ia, que ocupou a maio pa e de empo de es ágio, inha a meu ca go 2 a
3 doen es onde desen ol i écnicas de in e oga ó io, anamnese e exame obje i o, desen ol i
capacidades de comunicação e ealizei p ocedimen os diagnós icos essenciais na p á ica
clínica, como gasime ias, punções enosas e colhei a de exsudados naso- a íngeos. Além disso
es a a esponsá el pela elabo ação de his ó ias clínicas, diá ios clínicos, no as de en ada e
no as de al a. No inal de cada manhã a equipa eunia pa a discussão, onde ap esen a a os
doen es que me inham sido a ibuídos e ecebia apoio e suges ões de melho ia.
F equen ei ambém o Se iço de U gência semanalmen e, consul as ex e nas de Medicina,
euniões de se iço e a i idades cien í ico-pedagógicas, ais como os seminá ios lecionados
semanalmen e na Faculdade de Ciências Médicas onde o am e is os e deba idos, de o ma
in e a i a, emas ele an es na p á ica clínica.
Saúde Men al (23/01/2017 a 17/02/2017)
O es ágio de Saúde Men al iniciou-se com duas sessões eó ico-p á icas lecionadas pelo P o .
Dou o Miguel Xa ie e pelo P o . Dou o Ped o Ma eus, abo dando pa ologia equen e em
con ex o de u gência, assim como aspe os undamen ais pa a o exame do es ado men al e
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deba e sob e o es igma em Saúde Men al. A pa e p á ica do es ágio deco eu no In e namen o
de Agudos - Pa ologias A e i as e Pe u bações Obsessi as e Compulsi as, no Cen o
Hospi ala Psiquiá ico de Lisboa, sob o ien ação do D . Miguel Nascimen o. De ini como
obje i os o maio con ac o p á ico com doen es com pa ologia psiquiá ica, nomeadamen e com
a possibilidade de eino e ape eiçoamen o da en e is a clínica e ealização de exame do
es ado men al, iden i icação de sin omas de pe u bação psiquiá ica e amilia ização com as
p incipais e apêu icas an o a macológicas como não a macológicas. Ao longo do es ágio, a
a iedade de a i idades p opos as, nomeadamen e na en e ma ia, euniões de se iço,
consul as ex e nas, Se iço de U gência, se iço comuni á io Pe a ca e sessões cien í ico-
pedagógicas nas quais i e a opo unidade de pa icipa , ize am com que os obje i os ossem
a ingidos e supe ados. Des aco a opo unidade de pa icipação no se iço comuni á io, que se
e elou uma das a i idades mais en iquecedo as do es ágio pela pe spe i a biopsicossocial com
que se abo da o doen e, p omo endo o bem-es a ísico, men al e social e concluindo que a
Psiquia ia não se esgo a nas a i idades de in e namen o e consul a ex e na, mas ambém em
um papel undamen al a ní el comuni á io.
Medicina Ge al e Familia (20/02/2017 a 17/03/2017)
O es ágio de Medicina Ge al e Familia deco eu na Unidade de Saúde Familia de São Ma cos,
sob a coo denação da D .ª And eia Cas o. O obje i o des e es ágio inha po base o con ac o
com os Cuidados de Saúde P imá ios, comp eendendo os aspe os undamen ais da p omoção
de saúde e da medicina p e en i a e ambém usu ui da opo unidade de abo dagem holís ica
do doen e. Du an e o es ágio assis i a um g ande leque de consul as: saúde do adul o, consul as
de diabe es e de hipe ensão, consul as do dia, saúde in an il/ju enil, saúde ma e na, consul as
de planeamen o amilia e consul a domicilia , endo adqui indo au onomia p og essi a na
condução des as consul as. No inal do es ágio ealizei o “Diá io de Exe cício O ien ado”,
analisando uma si uação clínica de “Enxaqueca elacionada com a Con aceção O al”, endo
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como base a e idência cien í ica mais ecen e sob e as al e na i as con ace i as nes e
con ex o. Ap esen ei ambém um caso clínico de diagnós ico de no o de Hipe ensão A e ial
numa mulhe com á ios a o es de isco ca dio ascula es.
Pedia ia (20/03/2017 a 21/04/2017)
O es ágio deco eu no Se iço de Pedia ia Médica do Hospi al D.ª Es e ânia, sob o ien ação do
D . Luís Ribei o da Sil a. Nes e es ágio des aquei como obje i os especí icos o eino de exame
obje i o na idade pediá ica com as especi icidades ine en es às á ias aixas e á ias e o
econhecimen o de sinais de ala me que de e ão se mo i o de e e enciação hospi ala .
Pe maneci no in e namen o a maio pa e do empo de es ágio, equen ei o Se iço de U gência
uma a duas ezes po semana e as consul as ex e nas de Pedia ia Médica. Além das euniões
de se iço e a ní el hospi ala , assis i a sessões clínicas e pa icipei no Seminá io a ca go dos
alunos de 6º ano, onde ap esen ei o ema “Anemia Fe opénica em Idade Pediá ica“. Du an e
es e es ágio ap esen ei ambém uma his ó ia clínica sob e Gas oen e i e Aguda e pa icipei no
le an amen o de dados de mo i os de inda ao Se iço de U gência e a sua pe inência.
A possibilidade de, den o des e es ágio, assis i a sessões eó ico-p á icas de Imunoale gologia
e pa icipa em consul as des a especialidade, e elou-se um pon o mui o posi i o, endo em
con a que não inha ido con ac o com es a especialidade an e io men e.
Ginecologia e Obs e ícia (24/04/2017 a 19/05/2017)
O es ágio de Ginecologia e Obs e ícia oi ealizado na Ma e nidade D . Al edo da Cos a (MAC),
com a du ação de qua o semanas. O meu plano pa a es e es ágio, que in eg a a Saúde da
Mulhe , p endia-se p incipalmen e com a capacidade de a aliação, ecolha de anamnese e
ealização do exame obje i o ginecológico e obs é ico de o ma au ónoma. As qua o semanas
de es ágio des aca am-se pela eno me a iedade de a i idades nas quais pa icipei, o que me
pe mi iu a ingi e supe a odos os meus obje i os. Sob o ien ação da D .ª Filomena Sousa na
e en e de Ginecologia e do D . Gonçalo Ca doso na e en e de Obs e ícia, es i e p esen e no
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in e namen o de medicina ma e no- e al e pué pe as, consul a de g a idez de al o isco, bloco
ope a ó io de obs e ícia, assis ência na sala de pa os, consul a de planeamen o amilia ,
consul a de adolescen es, consul a de Ginecologia ge al, consul a de pa ologia do colo, consul a
de g a idez indesejada, bloco ope a ó io de Ginecologia, bloco de exames: his e oscopias e
ecog a ias ginecológicas e Se iço de U gência. Além de odas es as a i idades, assis i a
euniões cien í icas, ap esen ei uma e isão do ema “Lúpus e G a idez” baseado num caso
clínico e pa icipei num inqué i o epidemiológico a pué pe as in e nadas na MAC.
Des aco des e es ágio a possibilidade de es a p esen e em consul as de g a idez indesejada
não só pela amilia ização com os p ocedimen os e lei da in e upção da g a idez, como pela
possibilidade de con ac o com os dilemas é icos e mo ais com os quais o médico se de on a
nes a ques ão delicada.
REFLEXÃO CRÍTICA
O es ágio p o issionalizan e em como obje i o p incipal a aquisição de uma au onomia
p og essi a, baseada na o mação p é-g aduada assen e na p á ica clínica u o ada em meio
hospi ala , isando não só a consolidação dos conhecimen os adqui idos nas Unidades
Cu icula es an e io es, como ambém a aquisição e desen ol imen o de no os conhecimen os
e compe ências. Nes e aspe o o balanço inal é bas an e posi i o, endo sido ex emamen e
g a i ican e e mo i ado a aquisição de uma au onomia e au ocon iança p og essi a com o
deco e dos es ágios.
Tendo em con a não só os obje i os de cada es ágio em pa icula como aquelas que são as
compe ências nuclea es a se em adqui idas no é mino da o mação médica p é-g aduada, al
como cons a no documen o “O Licenciado Médico em Po ugal”, ealiza ei, em seguida, uma
au o a aliação des e pe cu so.
Em e mos de aquisição e consolidação de conhecimen os, o es ágio p o issionalizan e e e
uma impo ância c ucial, não só pela possibilidade de sedimen ação de concei os a a és da sua
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epe ição na p á ica clínica e ealização de abalhos cien í icos, como pela p ocu a que hou e
da minha pa e em es a p esen e em pales as, cong essos e cu sos ( ide anexos),
elemb ando a indispensabilidade de a ualização cons an e e assumindo esponsabilidade pela
minha o mação con ínua. Des aco a Medicina Ge al e Familia pela opo unidade única de
con ac o com o indi íduo sem pa ologia, pela a aliação dos de e minan es de saúde das
comunidades e pela comp eensão das di e en es doenças nos di e sos ciclos de ida.
Em e mos de a i udes pessoais, odos os es ágios i e am um eno me con ibu o na
sedimen ação de alo es e i udes que de em guia a minha p á ica clínica. Des aco o es ágio
de Saúde Men al não só pelo elacionamen o de pe o com doen es com pa ologia psiquiá ica,
como pela desmi i icação de ideias p é-concebidas, des onando a ideia de hospi al asilo e
assis indo ao abalho que é ei o dia iamen e de in eg ação dos doen es na comunidade.
A opo unidade que i e de ealiza um pe íodo de olun a iado em Moçambique, du an e 6
semanas no e ão que an ecedeu o início do 6ºano, e elou-se num empo único de con ac o e
espei o pelos alo es da comunidade, alo ização da di e sidade das ca ac e ís icas humanas e
dos di e en es alo es cul u ais. A ní el hospi ala , as disc epâncias daquilo que é a p á ica
clínica no con inen e a icano e a o ma como a manei a de pensa pode se moldada pelas
nossas i ências, i e am um g ande impac o na minha o mação pessoal.
No que às ap idões clínicas e p á icas dizem espei o, conside o es a a g ande mais- alia do
es ágio p o issionalizan e, pela au onomia que me oi a ibuída pelos di e sos u o es e pela
i ência de e dadei os es ágios p á icos em que me sen i pa e in eg an e das equipas, com
alo ização do meu abalho. Nes e aspe o, o es ágio de Pedia ia icou aquém das minhas
expec a i as, não endo a ingido os meus obje i os no que à pa e p á ica e aquisição de
au onomia diz espei o. A ibuiu-o não só à especi icidade associada à idade Pediá ica, como ao
ele ado núme o de alunos e in e nos p esen es em cada se iço, endo sido o único es ágio com
uma elação aluno u o 2:1.
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d) XX Cong esso Nacional de Medicina In ensi a/VI Cong esso Luso B asilei o de
Medicina In ensi a
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) Leaping Fo wa d Oncology
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III - Cu sos
a) Cu so de abo dagem do doen e u gen e: in odução à abo dagem do auma
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IV – Pe íodos de Mobilidade
a) Ce i icado do pe íodo de Mobilidade em Es asbu go de 01/02/2015 a 30/06/2015
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c) Ce i icado do pe íodo de Mobilidade em Budapes e de 09/09/2016 a 07/11/2016
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V - Volun a iado
a) Ce i icado da O icina de Volun a iado da ONGD Helpo
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b) Ce i icado de Pa icipação no P oje o de olun a iado Ma caMundos da AEFCM de
Ou ub o de 2015 a Agos o de 2016
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c) Ce i icado do pe íodo de olun a iado de seis semanas em Nampula, Moçambique em
Agos o e Se emb o de 2016