Relatório estágio profissional
Abstract
Relatório final do estágio profissionalizante do 6.º ano
Full text
RELATÓRIO FINAL | MESTRADO INTEGRADO MEDICINA
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RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO 6º ANO
Ma ia do Rosá io Sa gaço Raimundo | nº 2011625
Es ágio P o issionalizan e do Mes ado In eg ado em Medicina
Regen e: P o esso Dou o Miguel Xa ie
Ano le i o: 2016/2017
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ÍNDICE
1. In odução 3
2. Obje i os Ge ais 3
3. Sín ese das A i idades Desen ol idas
3.1. Es ágio Pa cela de Medicina In e na 4
3.2. Es ágio Pa cela de Ci u gia Ge al 5
3.3. Es ágio Pa cela de Pedia ia 5
3.4. Es ágio Pa cela de Ginecologia e Obs e ícia 6
3.5. Es ágio Pa cela de Saúde Men al 6
3.6. Es ágio Pa cela de Medicina Ge al e Familia 7
3.7. Es ágio Clínico Opcional 8
4. Re lexão C í ica Final 8
Anexos
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1. In odução
O Es ágio P o issionalizan e (EP) do 6º ano do Mes ado In eg ado em Medicina (MIM) inclui
o exe cício o ien ado e p og amado sendo compos o po seis es ágios pa cela es em especialidades
médicas e ci ú gicas. Um dos seus p incipais obje i os é da au onomia ao u u o médico, al como é
e e ido em O Licenciado Médico em Po ugal (2005): “A unção da educação médica p é-g aduada
é p epa a licenciados médicos com a ibu os p o issionais adequados e com um núcleo de
conhecimen os e compe ências que lhes pe mi a ap ende au onomamen e ao longo de oda a
ca ei a médica”. O p esen e ela ó io em como obje i o expo de o ma sucin a e sis emá ica as
a i idades ealizadas, bem como as compe ências desen ol idas nos di e en es es ágios pa cela es.
Nes e sen ido, su ge o ganizado em qua o secções: uma In odução onde se expõem os
componen es do ela ó io, os Obje i os Ge ais nos quais ap esen a ei os meus obje i os e
expec a i as o ma i as, a Sín ese das A i idades Desen ol idas onde i ei e e i de o ma
c onológica abalho desen ol ido nos á ios Es ágios Pa cela es, e minando com uma Re lexão
C í ica Final pa a a aliação e análise do con ibu o dos á ios es ágios na minha o mação académica
e pessoal.
2. Obje i os Ge ais
O Es ágio P o issionalizan e em como p incipal obje i o o desen ol imen o de compe ências
undamen ais ao exe cício p o issional, com con ac o e in eg ação plena nos di e sos se iços
hospi ala es. Como obje i os ge ais e ans e sais a odos os es ágios pa cela es p opus: 1)
consolidação de conhecimen os adqui idos nas ciências básicas e clínicas e sua aplicação na p á ica
clínica; 2) aquisição de p og essi a au onomia e capaci ação a a és da pa icipação a i a nas
a i idades p opos as; 3) espei o, conhecimen o e in eg ação dos p incípios é icos na minha p á ica
clínica; 4) desen ol e uma boa elação in e pessoal e capacidade de comunicação necessá ias pa a
es abelece um bom abalho de equipa e uma co e a abo dagem aos doen es e seus amilia es; 5)
abo dagem biopsicossocial na a aliação e a amen o dos doen es, es abelecendo uma boa elação
médico-doen e e 6) aquisição e aplicação de no os conhecimen os, com is a a melho ia o aciocínio
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clínico e abo dagem adequada, desde a colhei a da his ó ia clínica, pedido de exames
complemen a es de diagnós ico, diagnós ico e ins i uição e apêu ica.
3. Sín ese das A i idades Desen ol idas
O Es ágio P o issionalizan e em como egen e o P o . Dou o Miguel Xa ie deco eu en e 12
de se emb o de 2016 e 19 de maio de 2017 e oi o ganizado c onologicamen e po oi o semanas de
Medicina In e na, oi o semanas de Ci u gia Ge al, qua o semanas de Pedia ia, qua o semanas de
Ginecologia e Obs e ícia, qua o semanas de Saúde Men al e qua o semanas de Medicina Ge al e
Familia .
3.1. Es ágio Pa cela de Medicina In e na
O Es ágio Pa cela de Medicina In e na, sob egência do P o . Dou o Fe nando Nolasco,
deco eu no Se iço de Medicina 2.3. do Hospi al de San o An ónio dos Capuchos sob u o ia do D .
João Roxo du an e o pe íodo de 12 de se emb o de 2016 a 4 de no emb o 2016. Te e como obje i o
a aquisição de compe ências eó icas e p á icas a ançadas e au onomia nas á eas de Medicina
In e na e Especialidades Médicas inclusi e diagnós ico e e apêu ica, com p og essi a au onomia e
esponsabilidade ine en es à in eg ação em equipas clínicas. A capacidade de comunicação com
doen es, colegas e ou os p o issionais e a ambém um impo an e obje i o. Globalmen e as minhas
esponsabilidades consis i am em obse a as igilâncias de en e magem, in e oga e obse a o
doen e, in e p e a os exames complemen a es de diagnós ico, suge i e equisi a exames
complemen a es de diagnós ico e consul as de especialidade e elabo a os egis os nos diá ios
clínicos e as no as de al a, endo, na u almen e, es e exe cício sido cons an emen e u elado.
Conside ei a pe manência no SU um componen e me odológico mui o ele an e, na medida em que
con ac ei com uma mul iplicidade de pa ologias em cada ida, e e i iquei o p agma ismo necessá io
pa a um desempenho e icaz nes e con ex o. Po im, pude assis i às sessões o ma i as (sessões
clínicas e ap esen ação de seminá ios) que deco e am na Faculdade de Ciências Médicas. Dos
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abalhos cien í icos ealizados ao longo do es ágio, des aco a minha ap esen ação o al subo dinada
ao ema “Diagnós ico Di e encial de comas”.
3.2. Es ágio Pa cela de Ci u gia Ge al
O Es ágio Pa cela de Ci u gia, sob egência do P o . Dou o Rui Maio, deco eu no
Depa amen o de Ci u gia do Hospi al CUF In an e San o sob u o ia do D . Nélson Sil a no pe íodo
de 7 de no emb o de 2016 a 13 de janei o 2017. A p imei a semana passou po sessões eó icas e
eó ico-p á icas no Hospi al Bea iz Ângelo com o in ui o de supo a as es an es 7 semanas de
ensino u elado no se iço de Ci u gia Ge al. Como p incipais obje i os des aca am-se, a
iden i icação e hie a quização de si uações clínicas de maio e meno eme gência ci ú gica, conhece
e sabe aplica linguagem e e minologia ci ú gicas, conhece as p incipais sínd omes ci ú gicas e
ainda execu a e conhece as p incipais écnicas de pequena ci u gia mais comuns, anes esia e
assepsia necessá ia pa a o e ei o. Na componen e de Ci u gia Ge al, acompanhei a D . Nélson Sil a
em odas as suas a i idades, nomeadamen e, consul a ex e na, en e ma ia, u gência e bloco
ope a ó io (46 ci u gias no o al), onde i e a opo unidade de pa icipa como 2º ajudan e em 9
ci u gias e de desen ol e compe ências no âmbi o do diagnós ico p é-ope a ó io e seguimen o pós-
ope a ó io dos doen es. Dos abalhos cien í icos ealizados ao longo do es ágio, des aca-se a e isão
eó ica sob e o ema “Obesidade” pa a o se iço de Ci u gia Ge al do Hospi al Cu e o ema “Mais
uma do lomba , e ago a?”, caso clínico a p opósi o de um umo da glândula sup a enal ap esen ado
pelo meu g upo no Mini-cong esso de Ci u gia do HBA.
3.3. Es ágio Pa cela de Pedia ia
O Es ágio Pa cela de Pedia ia, sob egência do P o . Dou o Luís Va andas, deco eu no
Se iço de Pedia ia do Hospi al Dona Es e ânia, sob u o ia da Mes e Leono Sasse i no pe íodo
de 23 de janei o 2017 a 17 de e e ei o 2017. Os p incipais obje i os des e es ágio p endiam-se com
a comp eensão da Pedia ia como uma medicina in eg al de um g upo e á io especí ico (desde a
conceção a é à adolescência), ap o undando o con ac o com as pa ologias pediá icas mais comuns,
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o mé odo de colhei a de his ó ia clínica num doen e pediá ico, a comunicação com o doen e
pediá ico e seus amilia es e ainda, a in e io ização da impo ância do ag egado amilia na saúde
da c iança e do adolescen e. Du an e as 4 semanas p ocu ei in eg a ‐me dia iamen e nas a i idades
da Unidade de Adolescen es, onde es i e inse ida, desde do in e namen o, às consul as ex e nas
(especi icamen e consul as de Adolescen es), passando pelas euniões de se iço e pelo
a endimen o no se iço de u gência. Nes e es ágio oi ambém in eg ado um bloco de ap endizagem
de Imunoale gologia, onde assis i a duas componen es eó icas e uma p á ica (consul as).
Pa alelamen e, elabo ei ambém um abalho subo dinado ao ema “O mal da P ima e a, a p opósi o
da pe da de consciência no adolescen e”, um ema que se deb uçou sob e a hipo ensão o os á ica
na adolescência.
3.4. Es ágio Pa cela de Ginecologia e Obs e ícia
O Es ágio Pa cela de Ginecologia e Obs e ícia, sob egência da P o ª. Dou o a Te esa
Ven u a, deco eu no Se iço de Ginecologia e Obs e ícia do Hospi al Lusíadas sob u o ia da D a.
Alexand a Co dei o en e o pe íodo de 20 de e e ei o 2017 a 17 de ma ço 2017. Es e es ágio e e
como p incipais obje i os a comp eensão da medicina da mulhe e a aquisição e sedimen ação de
a i udes e compe ências na á ea de Ginecologia e Obs e ícia, em pa icula das ca ac e ís icas
isiológicas da mulhe , si uações pa ológicas ginecológicas e obs é icas, planeamen o amilia e
aconselhamen o p é-concecional. As a i idades desen ol idas con empla am a En e ma ia, o Bloco
Ope a ó io, as Consul as Ex e nas (de Ginecologia Ge al e U oginecologia, de Colposcopia e
Pa ologia do Colo, de Obs e ícia, de Planeamen o Familia e de Ecog a ia Obs é ica), a P oc iação
Medicamen e Assis ida e o Se iço de U gência. Obse ei a colhei a de anamnese, o exame obje i o,
incluindo o exame ginecológico com espéculo, colhei a de ci ologia do colo u e ino e palpação
bimanual. Po im, ap esen ei ainda um abalho in i ulado de “Ru u a u e ina na G a idez”.
3.5. Es ágio Pa cela de Saúde Men al
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O Es ágio Pa cela de Saúde Men al, sob egência do P o . Dou o Miguel Xa ie , deco eu no
Hospi al Dona Es e ânia (HDE), sob a u ela da D a. Ma ia An ónia Sil a no pe íodo de 20 de ma ço
de 2017 a 20 de ab il de 2017. Es e es ágio inha como obje i os iden i ica sin omas de pe u bação
psiquiá ica e di e enciá-los do uncionamen o psicológico no mal do indi íduo; iden i ica elemen os
pa ológicos na pe sonalidade, compo amen os e elacionamen o in e pessoal; si ua o doen e no
seu con ex o social, labo al e amilia ; conhecimen o de aspe os de saúde pública e de o ganização
dos cuidados de saúde men al com a in eg ação no aciocínio clinico do con ex o biopsicossocial. Foi
possí el iden i ica os p oblemas comuns de Saúde Men al das c ianças e adolescen es e as
pe u bações psiquiá icas mais g a es e de e olução p olongada, no ando a sua na u eza
mul ide e minada e as espe i as e en es: biológica, psicológica, amilia , escola e social,
ele an es pa a a sua a aliação e pos e io in e enção e apêu ica. Os p imei os dois dias de es ágio
deco e am no edi ício da Faculdade de Ciências Médicas onde assis i a seminá ios eó ico-p á icos
o ien ados pelo P o . Dou o Miguel Xa ie e pelo P o . Dou o Ped o Ma eus e, du an e, o es an e
pe íodo de es ágio es i e em con ac o com a Á ea de Psiquia ia da In ância e Adolescência do
CHLC-HDE que em po missão a p es ação de cuidados di e enciados de Saúde Men al em egime
de in e namen o à população in an il e ju enil, em a iculação com as demais unidades p es ado as
de cuidados de saúde. P ocu ei in eg a ‐me dia iamen e nas a i idades da Unidade, desde do
in e namen o e ou os se iços pediá icos (Pedopsiquia ia de Ligação) às consul as ex e nas,
passando pelas euniões e pelo a endimen o no se iço de u gência.
3.6. Es ágio Pa cela de Medicina Ge al e Familia
O Es ágio Pa cela de Medicina Ge al e Familia (MGF), sob egência da P o ª. Dou o a Ma ia
Isabel San os, deco eu na Unidade de Saúde Familia (USF) Vale do So aia (Co uche), sob u ela
da D a. Te esa Vale e no pe íodo de 24 de ab il de 2017 a 19 de maio de 2017. Es e es ágio inha
como obje i os a comp eensão da dinâmica de uncionamen o de uma USF, bem como a unção do
Médico de Família enquan o p es ado de Cuidados de Saúde P imá ios, o econhecimen o das
pa ologias mais p e alen es e as suas o mas de ap esen ação, o eino do aciocínio semiológico,
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diagnós ico e e apêu ico, desen ol endo uma a i ude au ónoma e clínica cen ada na pessoa, o
conhecimen o dos p og amas de Saúde In an il, Planeamen o Familia , Saúde Ma e na e Ras eios
Oncológicos, o desen ol imen o de ap idões de comunicação in e pessoal com melho ia da elação
médico-doen e de modo a en ol e o doen e nos seus p oblemas de saúde e a p omo e a adesão
ao plano e apêu ico aco dado en e o médico e o doen e. O ac o de e ealizado es e es ágio num
meio u al con ibuiu decisi amen e pa a a minha ap endizagem, não só enquan o u u a médica,
mas ambém enquan o pessoa humana, já que me pe mi iu con ac a com uma ealidade di e en e,
consciencializando-me da o ma como as pessoas i em e do impac o que a doença em no seu dia-
a-dia. Acompanhei consul as de Saúde de Adul os, consul as de igilância de Hipe ensão A e ial e
Diabe es Melli us ipo 2, consul as de Saúde Ma e na, Re isão de Pue pé io, Saúde In an o-Ju enil
e Se iço de A endimen o Pe manen e. Ti e opo unidade de pa icipa a i amen e nas consul as e,
po ezes, em egime de au onomia pa cial (supe isão pos e io ), ealizei a en e is a clínica, exame
obje i o, egis o clínico e p esc ição de meios complemen a es de diagnós ico e de e apêu ica. No
inal do es ágio ealizei o “Diá io de Exe cício O ien ado ‟, que oi obje o de a aliação o al.
3.7. Es ágio Clínico Opcional
Apesa des e Es ágio não es a incluído no Es ágio P o issionalizan e, achei ele an e
mencioná-lo uma ez que cons i uiu um con ac o adicional com a p á ica clínica. Op ei pela UC
Es ágios Clínicos Opcionais, sob egência do P o . Dou o José Delgado Al es, onde selecionei uma
especialidade assim como o local de es ágio co esponden e. Du an e duas semanas (22 de maio de
2017 a 2 de junho de 2017), ealizei no o es ágio de MGF, na USF São João (Po o), sob a u o ia
do D . Abílio Malhei o. Es e es ágio pe mi iu-me i encia uma no a opo unidade pa a aquisição
g adual do obje i o de au onomia c escen e em consul a e p omo e a escu a a i a do doen e,
en a izando a ão impo an e elação médico-doen e.
4. Re lexão C í ica Final
A edação des e ela ó io é o esul ado da e lexão sob e o abalho e a i idades desen ol idas
du an e o ano le i o do 6º ano do Mes ado In eg ado em Medicina.
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Reco do as expec a i as com que iniciei es e úl imo ano, não só po se a a do culmina de
uma longa, mas ão desejada e apa, como ambém po se a a de um ano onde se incen i a e cul i a
a au onomia, a esponsabilidade e se dão eno mes p og essos no aciocínio clínico. Sen i o apelo ao
ape eiçoamen o de écnicas comunicacionais como e o ço decisi o pa a unda os melho es
alice ces na elação médico-doen e. Pa a al ac esce o ac o de o ensino u elado p opo ciona um
excelen e ácio u o /aluno o que e iden emen e p opo ciona uma an agem e igo do ensino
adqui ido. Nes e sen ido conside o que as minhas expec a i as o am amplamen e supe adas.
Numa ap eciação pa cela , ela i amen e ao Es ágio de Medicina In e na, des aco a acilidade
de in eg ação que me oi p opo cionada e a de inição cla a do papel que me oi a ibuído, endo-me
sido concedida alguma au onomia na a aliação dos doen es. Foi, indiscu i elmen e, um es ágio mui o
g a i ican e que o e eceu uma explo ação de con eúdos p og amá icos, es imulando o eino e
desen ol imen o de compe ências e aciocínio clínico.
Quan o ao Es ágio de Ci u gia Ge al, endo em con a as especiais ca ac e ís icas da
especialidade, conside o que os obje i os ela i os à execução de p ocedimen os e écnicas
ci ú gicas, só pode iam se , ela i amen e, alcançados, já que a limi ação impos a na pa icipação
nas a i idades, quiçá além do espe ado, pa ece se bas an e es i i a pa a um es ágio
p o issionalizan e. Po ou o lado, ealço o ganho o ma i o na ap endizagem mais eó ica e de
abo dagem clínica ao longo de odo o es ágio.
No Es ágio de Pedia ia o nou-se e iden e o papel ulc al do Pedia a na educação da c iança
e da amília na p omoção da saúde e p e enção da doença, designadamen e na aixa e á ia da
Adolescência. T a ou-se da p imei a opo unidade de ao longo do cu so lida mais de pe o com es as
idades. Valo izei os po meno es especí icos da elação médico-doen e exigidas pa a es e ipo de
consul a, onde a diminuição das ba ei as en e o médico e o doen e é um dos obje i os a alcança
como o ma de a ingi os melho es esul ados.