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A importância da criatividade na Educação Musical

Matias, Samuel David Reixa Monteiro Alves

Abstract

O presente relatório foi realizado no âmbito do Mestrado de Ensino de Educação Musical, da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Neste trabalho irei relatar e refletir sobre a Prática de Ensino supervisionada que teve lugar num estabelecimento de ensino privado, no concelho de Vila Franca de Xira, ao longo do ano letivo de 2019/2020. Neste trabalho irei também refletir sobre a importância da criatividade na Educação Musical, e em como esta permite “Desenvolver o pensamento criativo, analítico e crítico, face à qualidade da sua própria produção musical e à do meio que o rodeia”. Organização curricular e programas - Vol. I - Ensino Básico – 2º ciclo, 1991 (pág.217). O relatório está dividido em 5 capítulos. No 1º capítulo irei falar sobre a Educação Musical em Portugal, sobre o contexto Histórico-Cultural, e sobre os princípios orientadores e objetivos da Educação Musical no 2º ciclo. No 2º capítulo irei falar sobre o meu tema, “A importância da Criatividade na Educação Musical”. No 3º capítulo irei fazer a caracterização da escola e a contextualização da Prática de Ensino Supervisionada. Irei falar sobre as aulas e sobre as atividades assistidas e lecionadas das diferentes turmas com que estagiei. No 4º capítulo irei descrever e falar sobre as atividades lecionadas durante o Ensino Remoto de Emergência. No 5º capítulo irei fazer as minhas reflexões finais.

Full text

A impo ância da c ia i idade na Educação Musical Samuel Da id Reixa Mon ei o Al es Ma ias Rela ó io de es ágio de Mes ado em Ensino de Educação Musical no 2º ciclo Se emb o de 2020 Rela ó io de Es ágio ap esen ado pa a cump imen o dos equisi es necessá ios à ob enção de g au de Mes e em Ensino de Educação Musical no Ensino Básico, ealizado sob a o ien ação cien í ica da P o esso a Dou o a Isabel Figuei edo, P o esso a da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Uni e sidade No a de Lisboa e do P o esso Dou o João Noguei a, da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Uni e sidade No a de Lisboa. DECLARAÇÃO Decla o que es e ela ó io de Es ágio é o esul ado da minha in es igação pessoal e independen e. O seu con eúdo é o iginal e odas as on es ci adas es ão de idamen e mencionadas no ex o, nas no as e na bibliog a ia. O candida o ________________________________________ Lisboa, .....de ................. de 2021 Decla o que es e Rela ó io de Es ágio se encon a em condições de se ap esen ado a p o as públicas: O o ien ado ________________________________________ Lisboa, .....de ................. de 2021 Ag adecimen os Aos meus pais, Sana e Gil, e à minha mulhe , Ana. Aos P o esso es, Helena Rod igues, Isabel Figuei edo e João Noguei a. À Educado a Go e i Da id e ao P o esso Coope an e. À Susana Se ão, ao Vi o e ao Rica do Sil a po odo o apoio e amizade. Ao P o esso Rui F anjoso pela inspi ação, apoio e amizade. Aos P o esso es, colegas e amigos que an o me apoia am e inspi a am ao longo des es anos de es udo e p á ica de ensino. Es e abalho é dedicado aos meus pais RESUMO Educação Musical no 2º ciclo: A impo ância da c ia i idade na Educação Musical Samuel Da id Reixa Mon ei o Al es Ma ias O p esen e ela ó io oi ealizado no âmbi o do Mes ado de Ensino de Educação Musical, da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Uni e sidade No a de Lisboa. Nes e abalho i ei ela a e e le i sob e a P á ica de Ensino supe isionada que e e luga num es abelecimen o de ensino p i ado, no concelho de Vila F anca de Xi a, ao longo do ano le i o de 2019/2020. Nes e abalho i ei ambém e le i sob e a impo ância da c ia i idade na Educação Musical, e em como es a pe mi e “Desen ol e o pensamen o c ia i o, analí ico e c í ico, ace à qualidade da sua p óp ia p odução musical e à do meio que o odeia”. O ganização cu icula e p og amas - Vol. I - Ensino Básico – 2º ciclo, 1991 (pág.217). O ela ó io es á di idido em 5 capí ulos. No 1º capí ulo i ei ala sob e a Educação Musical em Po ugal, sob e o con ex o His ó ico-Cul u al, e sob e os p incípios o ien ado es e obje i os da Educação Musical no 2º ciclo. No 2º capí ulo i ei ala sob e o meu ema, “A impo ância da C ia i idade na Educação Musical”. No 3º capí ulo i ei aze a ca ac e ização da escola e a con ex ualização da P á ica de Ensino Supe isionada. I ei ala sob e as aulas e sob e as a i idades assis idas e lecionadas das di e en es u mas com que es agiei. No 4º capí ulo i ei desc e e e ala sob e as a i idades lecionadas du an e o Ensino Remo o de Eme gência. No 5º capí ulo i ei aze as minhas e lexões inais. PALAVRAS-CHAVE: C ia i idade, C iação, Imp o isação, Imaginação ABSTRACT Music Educa ion in he 2nd cycle: The impo ance o c ea i i y in Music Educa ion Samuel Da id Reixa Mon ei o Al es Ma ias This epo was made in he scope o he Mas e in Music Educa ion a he Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Uni e sidade No a de Lisboa. In his wo k I will epo and e lec on he supe ised Teaching P ac ice ha ook place in a p i a e educa ional es ablishmen , in he municipali y o Vila F anca de Xi a, h oughou he school yea 2019/2020. In his wo k I will also e lec on he impo ance o c ea i i y in Music Educa ion, and how i allows he de elopmen o c ea i e, analy ical, c i ical and musical hinking. "To de elop c ea i e, analy ical and c i ical hinking, in he ace o he quali y o hei own musical p oduc ion and ha o hei su oundings". Cu icula o ganiza ion and p og ams - Vol. I - Basic Educa ion - 2nd cycle, 1991 (p.217). The epo is di ided in o 5 chap e s. In he i s chap e I will alk abou Music Educa ion in Po ugal, abou he Cul u al-His o ical con ex , and abou he guiding p inciples and objec i es o Music Educa ion in he 2nd cycle. In he second chap e I will alk abou my heme, "The impo ance o C ea i i y in Music Educa ion". In he 3 d chap e I will cha ac e ize he school and con ex ualize he Supe ised Teaching P ac ice. I will alk abou he classes and he ac i i ies a ended and augh in he di e en classes wi h which I did my in e nship. In he 4 h chap e I will desc ibe and alk abou he ac i i ies augh du ing he Eme gency Remo e Teaching. In he 5 h chap e I will make my inal e lec ions. KEY WORDS: C ea i i y, C ea ion, Imp o isa ion, Imagina ion Índice In odução …………………………………………………………………………...1 1. Educação Musical em Po ugal 1.1 Con ex o His ó ico-Cul u al ……………………………………………………...4 1.2 P incípios O ien ado es e obje i os da Educação Musical no 2º Ciclo…………...5 2. A impo ância da C ia i idade na Educação Musical………………………......7 3.Ca ac e ização da escola e con ex ualização da P á ica de Ensino Supe isionado....…………………………………………………………………...11 3.1 Aulas obse adas e lecionadas da u ma cu icula 6º C………………………...13 3.2 A i idades de O e a Complemen a …………………………………………..19 3.2.1 Aulas obse adas e lecionadas das u mas de o e a complemen a 5º A, 5º B, 5º C e 6º B………………………………………………………………..21 3.2.2 Aulas lecionadas da u ma de o e a complemen a 2º A……………………...33 4 A i idades lecionadas no ensino emo o de eme gência...……………………...36 .Con ex ualização 4.1 Tu ma Cu icula : 5º A ...………...……………………………………………...37 4.2 Tu ma Cu icula : 8º B......………………………………………………………40 5. Re lexões inais…………………………………………………………………...43 Re e ências Bibliog á icas………………………………………………………….50 Anexos: Rela os de aulas Rela os de aulas com e lexão Rela os de aulas lecionadas Plani icações T abalhos de alunos em anexo no CD Rela os em anexo po u mas: Anexo A - 6ºC: página - i Anexo B - 5ºA: página - x Anexo C - 5ºB: página - xxi Anexo D - 5ºC: página - xxxi Anexo E - 6ºB: página - xxx ii Anexo F - Plani icações: página - xl i T abalhos de alunos em anexo no CD ( ichei os áudio e ídeo) 7 2. A impo ância da C ia i idade na Educação Musical O que é a C ia i idade? A pala a c ia i idade em do e bo “c ea e” em la im que signi ica c ia , ge a ou p oduzi . São mui os os pon os de is a sob e es e ema, mas consensualmen e en e alguns au o es podemos dize que “A C ia i idade é a capacidade de ealiza uma p odução que seja no a e adap ada ao con ex o na qual se mani es a” Luba d, T. (2003). Há alguma di iculdade en e au o es na de inição de c ia i idade. Pla ão demons ou uma ideia sob e c ia i idade dizendo “Como se pode á p opo a p ocu a algo, cuja na u eza é pa a si o almen e desconhecida? E que en e as coisas que não sabe, é aquela que se p opõe a p ocu a ? E se po acaso descob i , como i á sabe o que é e dadei amen e, uma ez que a igno a?” (em Meno , ci ado po Me leau-Pon y, 1962 , p. 371). Consigo dep eende que a c ia i idade es á assim elacionada com de e minado con ex o especí ico e não com uma capacidade gene alizada das pessoas em odo o ipo de di e en es si uações. Ha g ea es em Musical Imagina ion (2012) a i ma que o e mo c ia i idade se e e e a “um núme o inde inido de compo amen os ou concei os elacionados”. Sendo que um dos concei os é a imaginação. Po quê? O a igo C ea i i y and Imagina ion, da Uni e sidade da Pennsyl ania, e e e que “A c ia i idade é de inida po cien is as psicológicos como a ge ação de ideias ou p odu os que são o iginais e aliosos. A c ia i idade depende da imaginação, da ep esen ação conscien e do que não es á imedia amen e p esen e aos sen idos.” No con ex o do ensino da Educação Musical, Pamela Bu na d (2006) explica que as c ianças ao c esce em em ambien e amilia , e p og essi amen e pelas in e ações sociais, ão expandindo a sua imaginação e as suas expe iências, e passam a inclui múl iplas cul u as e in luências. Des a o ma, dila am-se em di e en es cí culos, desde os indi iduais e amilia es aos sociais e cul u ais, mais ab angen es. Es e desen ol imen o c ia i o da c iança é po enciado pelas di e en es unidades com que in e age, pe mi indo assim a expansão da c ia i idade musical. A c ia i idade musical é assim en endida como o esul ado da dinâmica desses di e en es con ex os, da sua in e secção, desde as suas expe iências indi iduais, que 8 de idade, géne o, e nia, ou as, que da sala de aula, da banda de ga agem, que mesmo da sua in e secção como música popula de massas. Des as p á icas, di e en es ambien es, e comunidades e ambien es, esul a o desen ol imen o c ia i o da c iança. Em Sala de Aula, as p á icas musicais ge adas de em po encia a c iação de algo no o em ambien e colabo a i o, de di e en es c ianças que se elacionam pela música, expandindo o seu elacionamen o enquan o indi íduos sensí eis, solidá ios, pensado es c í icos e u u os ans o mado es, enquan o adul os, a pensa em num u u o melho . Noguei a no seu es udo C ia i idade e Au o-e icácia na Educação Musical e e e que “A expe imen ação e a imp o isação são a a ena pa a a exp essão musical, in imamen e ligada à exp essão co po al.” Mas nem semp e a c ia i idade é con emplada como um dos pila es do p ocesso de ensino e ap endizagem da música, mas a c ia i idade associada ao ensino da música no malmen e engloba, em essência, a imp o isação e a composição. A imp o isação no malmen e é en endida como a c iação musical no momen o, ligada à expe imen ação no momen o. Já a composição no malmen e es á associada a um p ocesso mais elabo ado, que passa pelo desen ol imen o de ideias, de e apas no p ocesso c ia i o, e pode ou não ha e egis o pa a e ei o de pe manência da composição. Segundo Bu na d, o Concei o de Voz do Aluno em-se o nando co en e nas pesquisas ei as com c ianças, e es as êm mui o a dize sob e a o ma como ap endem e pensam. Nes e con ac o, Bu na d iden i ica ês o mas pelas quais as c ianças en endem a elação en e imp o isação e composição: 1) imp o isação e composição como ins em si mesmos, e a i idades o ien adas de o ma di e en e; 2) imp o isação e composição como a i idades e en idades elacionadas, sendo a imp o isação desen ol ida pa a se i a c iação da composição; e 3) imp o isação e composição enquan o o ma única, em que as c ianças desen ol em a imp o isação den o do p ocesso da composição. Nes e sen ido, o P o esso de e enco aja os alunos e as c ianças a inclui as suas p óp ias pe spe i as, ap o ei ando an o o po encial da imp o isação como da composição, e a e le i em nas suas expe iências musicais, de o ma a en ende em melho as o mas como es ão a compo , pa a en ende em e consolida em conhecimen os. Des a o ma é aconselhá el a e lexão dos p óp ios 9 alunos. Bu na d e e e que as c ianças podem ala eloquen emen e sob e a sua expe iência musical quando lhes alo izam a c ia i idade. Es a impo ância das pe spe i as das c ianças - de e em a sua p óp ia oz e isão sob e a sua ap endizagem, ocando a au onomia das c ianças nas p óp ias c iações, e en a izando a au o-ap endizagem, como ap ende em com os amigos, em a i idades colabo a i as, não con olados e com possibilidades de expandi em a sua c ia i idade - é essencial pa a o ensino da música e desen ol imen o da c ia i idade das c ianças. Pa a Mu ay Scha e , a c ia i idade é o aspe o mais negligenciado no ensino musical. Dois emas p incipais domina am os seus ensinamen os: enco aja a c ia i idade dos alunos e o eino audi i o, colocando assim mais oco nas capacidades audi i as do que a eo ia académica, o que con a ia a ap endizagem adicional da educação musical com o oco na ap endizagem eó ica. Scha e e e e: “since we li e in a socie y whe e he pe o mance o music is le o he ew, i is ob ious ha mos s uden s should be ained as lis ene s” (como ci ado em Adams, p. 22). Em The Thinking Ea , Scha e (1986) explica,“au ho i y has always seemed o me o be he opposi e o in en ion; i ep esen s a nun willingness o lea n” (p. 289). Ele ac edi a numa ap endizagem que es imula a c ia i idade e cu iosidade, ao in és do modelo adicional em que o p o esso sabe as espos as odas às pe gun as; ac edi a numa ap endizagem colabo a i a en e p o esso e aluno, e em que o p o esso é um ap endiz semp e, que de e á man e -se sensí el, ulne á el e abe o à mudança, ap endendo ele ambém com os alunos. Hoje es e modelo é conhecido como colabo a i o e elacional e az pa e da abo dagem de ensino da música a ual. Scha e ac edi a que os alunos podem ica en usiasmados com a música pela audição e expe imen ação, ainda an es de ap ende em a le no as ou a oca um ins umen o. Se es es alice ces o em lançados an es da escolha de um ins umen o, ele ac edi a que as c ianças ão e a capacidade e a on ade de ou i os sons que c iam, assim como dos ou os alunos à sua ol a. Ele ac edi a que não só os alunos de em eina es a capacidade audi i a, mas ambém os p o esso es. Em sala de aula, ele ensina a exe cícios que enco aja am a c iação e e lexão es imulada, de audição, análise e pensamen o c í ico e composição musical, exe cícios es es que o am desc i os em dois li os, Ea Cleaning (1967) e A Sound Educa ion: 100 Exe cises in Lis ening and Sound-Making (1992). 10 Scha e ac edi a num mé odo heu ís ico no qual o p o esso lança desa ios e p oblemas, e deixa os alunos abo da em ao seu i mo num espí i o de descobe a, e no qual o p o esso em de ap ende a se o ca alisado pa a o que acon eça na sala de aula, e pa icipa num p ocesso de descobe a, sem di a o que ai acon ece . “Imp o isando é que se encon am eg as humanas, in ui i as, que pe mi em às pessoas comunica – um músico po uguês com um músico chinês ou a icano, o que já me sucedeu á ias ezes – e nos en endemos odos magni icamen e. A música é uma o ma de en endimen o uni e sal” Ca los Pa edes (A Capi al, 1980; Diá io de No ícias, 1990) Bu na d conclui que as c ianças i am g ande sa is ação em ala sob e os seus p ocessos c ia i os e que os p o esso es p ecisam de as ou i , pa a que possam en ende como elas compõem, e possam es as aze ensinamen os sob a o ma como ap endem. Es e oco na c iança pa a a comp eensão da ap endizagem c ia i a o na-se assim essencial pa a o es udo das p á icas musicais a se em desen ol idas pelo p o esso . Comp eende que es es pa âme os esul am das i ências indi iduais, sociais e cul u ais de cada c iança, en endida como um indi íduo pensan e e ans o mado . Bu na d (2006, p. 357) e e e que “(...) o que ep esen a um es o ço ou uma ealização c ia i a no mundo musical das c ianças não p ecisa, necessa iamen e, de se is o, julgado ou de inido como ‘c ia i o’ no mundo musical adul o no qual a c iança es á inse ida”. En ende que a c ia i idade da c iança desen ol e-se num espec o di e en e de um adul o, que os desen ol imen os c ia i os das c ianças su gem do p óp io mundo expe ienciado, undamen ando que a c ia i idade na educação musical de e á se en endida e pensada pelo P o esso segundo a pe spe i a das c ianças. Assim as p á icas musicais em sala de aula de em concen a -se em a i idades em que a c ia i idade musical eme ge. O p óp io aze musical das c ianças, como apon ou Bu na d (2006), es á elacionado com as p á icas musicais a que elas êm acesso, cabendo ao p ocesso educa i o amplia essas possibilidades de acesso e sua comp eensão. 11 3. Ca ac e ização da escola e con ex ualização da P á ica de Ensino Supe isionado .Ca ac e ização da escola O local onde ealizei a minha P á ica de Ensino Supe isionada ica no concelho de Vila F anca de Xi a, dis i o de Lisboa. Dispõe de ins alações onde uncionam o Colégio, desde a C eche ao Ensino Secundá io, e em um o al de 1500 alunos, 100 p o esso es e educado es, 30 colabo ado es em a i idades ex acu icula es, englobando ce ca de 400 uncioná ios em odas as alências. Nas ins alações, exis em 5 edi ícios dedicados ao p é-escola (1 edi ício po ano), 1 edi ício pa a o 1º ciclo, 1 edi ício pa a o 2º e 3º ciclo e 1 edi ício pa a o Ensino Secundá io. Tem ambém 1 pa ilhão gimnodespo i o, 1 e ei ó io e, inse idos nos edi ícios já mencionados. Tem 1 biblio eca, 1 gabine e de in o má ica, 1 la anda ia, 1 ba e 1 pequeno audi ó io. Nos espaços ex e io es, dispõe de ec eios, espaços e des, ja dins e 2 ingues de despo o. No que espei a à Educação Musical, o Colégio em 3 salas de Música dedicadas aos di e en es ciclos (p é-escola ,1º e 2º e 3º ciclos). As salas de Música dispõem de ins umen os O de al u a de inida e inde inida, quad o in e a i o e quad os com pau as. A sala onde passámos a maio pa e da P á ica de Ensino Supe isionada em ce ca de 50m2, sis ema de som inco po ado, isolamen o sono o, quad o in e a i o, quad o com pau as, e ins umen os O . As mesas são po ilas e em es ilo de an i ea o, onde a p imei a ila é a mais baixa e a úl ima ila a mais al a. Pa a as aulas eó icas, esul ou uncional mas, pa a a P á ica Ins umen al ou Mo imen o, esul ou pouco e icaz. 12 .Con ex ualização da P á ica de Ensino Supe isionado No dia 18 de Se emb o de 2019, a nossa u ma de Mes ado oi isi a as escolas onde i íamos es agia . Fomos com o nosso O ien ado de es ágio pa a conhece os P o esso es Coope an es e as escolas onde i íamos começa a P á ica de Ensino Supe isionada. Fomos p imei o à escola onde os nossos colegas i iam es agia e depois omos conhece o Colégio onde eu abalho e i ia es agia com a minha colega. No dia 3 de Ou ub o, i emos eunião com o Di e o do Colégio, com a Coo denado a Pedagógica e com o nosso P o esso Coope an e. Os ho á ios ica am de inidos, e eu e a minha colega de es ágio icámos com a opo unidade de assis i , leciona e pa icipa em aulas cu icula es de Educação Musical do 2º ciclo, com a u ma 6º C, e em aulas de o e a complemen a , com as u mas 5º A, 5º B, 5º C e 6º B. Foi-nos ambém a ibuída uma aula de 50 minu os semanais com u mas de 1ºciclo. Es a aula é uma AOC (A i idade de O e a Complemen a de Educação Musical). Nes a aula icámos esponsá eis pela u ma e sem supe isão. A u ma com que abalhei oi o 2º A. A o e a complemen a de Educação Musical consis e num empo semanal de 45 minu os pa a além dos 90 minu os cu icula es, e exis e pa a p opo ciona aos alunos mais empo de p á ica ins umen al. Com es a o e a complemen a , o P o esso ica com mais empo pa a da a ma é ia do manual na sua aula cu icula . Eu dou aulas nes e Colégio desde 2014 e, pa a pode es agia , i e que eduzi o ho á io pa a pode assim cump i as ho as de es ágio. Nes e Colégio, dou aulas da C eche ao 3º Ciclo, e ambém dou aulas de Fo mação Musical aos alunos de ins umen o (Ins umen o é uma a i idade ex acu icula ). Du an e o es ágio, passei as manhãs em a i idades pa a o P é-escola , com c ianças de 1 ano a é aos 5 anos, e as a des e am passadas com o P o esso Coope an e (Tu mas: 5º A, B, C e 6º B e C) e as u mas 5º A e 8º B, das quais ui P o esso cu icula . 13 3.1 Aulas obse adas e lecionadas da u ma cu icula 6º C O ac o de pode obse a as aulas da u ma 6ºC do P o esso coope an e deu-me a opo unidade de e le i sob e o abalho que enho desen ol ido com as u mas das quais sou p o esso , passando assim a e pon os de compa ação em elação à minha p á ica de ensino. A maio ia dos alunos das u mas das aulas obse adas já inha ido aulas de Exp essão Musical com o P o esso Coope an e no 1ºciclo mas a u ma 6ºC já inha e e enciada do 5º ano como u ma de ap o ei amen o sa is a ó io, mas de compo amen o não sa is a ó io. Nas aulas cu icula es, o P o esso segue o manual 100% Música (manual ado ado pelo colégio) e es ão p e is os, na a aliação semes al, dois momen os de a aliação de p á ica de lau a e um es e esc i o, com uma componen e p á ica e ou a eó ica. Os es an es elemen os de a aliação são egis ados po obse ação di e a. No inal de cada semes e, o P o esso conduz a au o-a aliação, onde cada aluno diz a no a que lhe pa ece me ece , e az uma ap eciação do seu ap o ei amen o e compo amen o. Depois do es e esc i o, é semp e ei a a co eção do mesmo com os alunos, an o da pa e p á ica como eó ica. Nes a co eção, os alunos êm a possibilidade de escla ece dú idas que enham su gido no es e. Inicialmen e, a eação dos alunos da u ma 6º C, ela i amen e à minha p esença e da minha colega es agiá ia nas aulas obse adas oi posi i o. Com o deco e das aulas obse adas sen i que, po ezes, os alunos en endiam que só es á amos na sala pa a os con ola . Alguns alunos inham a i udes p o oca ó ias, e na minha opinião, se iam pa a e a nossa eação. Tendo essa pe cepção, o P o esso con e sou com a u ma, no in ui o de aze e que nós es á amos na sala pa a assis i às aulas e apoia os alunos com maio es necessidades. Com o deco e das aulas a que assis íamos, obse ámos melho ias no compo amen o de alguns alunos. 14 Numa aula, eu a minha colega es agiá ia pedimos au o ização ao P o esso pa a nos di igi mos à u ma, e ques iona os alunos ace ca da disciplina de Educação Musical. Assim izemos, com o a al do nosso P o esso Coope an e, di igimo-nos à u ma e pe gun ámos o que acha am da disciplina de Educação Musical. Alguns alunos esponde am dizendo… “as aulas são uma seca”…. Assim, inqui imos “mas po quê?”, e as opiniões que chega am o am comuns, os alunos que iam mais p á ica ins umen al e menos eo ia. O meu en endimen o oi que, de ac o, e não se a ando de aulas de música ocacionais, há um dispêndio de empo g ande com ques ões eó icas que, na minha opinião, pode iam se abo dadas a a és e a pa i da p á ica ins umen al, ocal e mo imen o. O ac o de es a mos a limi a o ensino da Música ao manual deixa pouco espaço pa a explo a a in e p e ação ou c ia i idade, a im de que os alunos possam i encia e expe imen a a música. Tudo is o em á ias ques ões que in luenciam as decisões do P o esso Cu icula como, po exemplo, e que p epa a os alunos pa a as p o as nacionais de a e ição do 5º ano. Eu já ui jú i (2018/2019) e e i iquei que mais de me ade da p o a e a p á ica de lau a e o es an e e a, essencialmen e, i mo. Daqui deco e a p eocupação, po pa e do p o esso , de p epa a os alunos pa a as p o as po que os di igen es das escolas que em es a no opo dos ankings nacionais. Do mesmo modo, a p óp ia con igu ação das salas de aula, que di icul a a p á ica de mo imen o pa a os alunos sen i em a pulsação da música, ou di icul a a dis ibuição de ins umen os musicais. Es as ques ões impõem ao P o esso a esponsabilidade de cump i os obje i os do manual, que nem semp e é apela i o pa a os alunos. Pa a mui os pedagogos, de e-se da p imazia ao can o, mo imen o, audição e imp o isação an es da eo ia. A meu e , em sen ido po que o ac o de os alunos i encia em a música i á acili a a comp eensão e ap endizagem da eo ia. Vol ando à P á ica de Ensino Supe isionada, e depois dessa nossa con e sa com a u ma, sen i que os alunos se sen i am ou idos e isso oi impo an e. O combinado oi que o P o esso assumia o comp omisso de aze mais a i idades p á icas, e os alunos i iam melho a o compo amen o. Na ealidade, o P o esso semp e p opo cionou à u ma a i idades p á icas mas, com o aumen o do mau compo amen o, o P o esso iu-se ob igado a eduzi as a i idades p á icas, pa a consegui assim e maio con olo sob e o compo amen o da u ma. Tudo is o unciona mui as ezes como 15 uma “bola de ne e” e “causa e consequência”, ou seja, o mau compo amen o le a a que o P o esso eduza as a i idades p á icas, e o mau compo amen o aumen a de ido ao descon en amen o dos alunos po não e em an as a i idades p á icas quan o gos a iam. Segundo Thomas Go don, “Há 3 a iá eis com as quais abalhamos, quando en amos modi ica um compo amen o inacei á el pa a e sup idas as nossas necessidades pessoais – o aluno, o meio ambien e e nós p óp ios. Ou seja, podemos di igi a nossa in luência pa a: 1. Ten a mos modi ica o compo amen o dos alunos 2. Ten a mos modi ica o meio ambien e 3. Ten a mos modi ica -nos a nós mesmos Eu ac edi o que a solução de e pa i do educado . Ac edi o que, ao modi ica o meio ambien e e nós p óp ios, i emos, de o ma na u al, consegui modi ica o compo amen o dos alunos pa a melho . Causa e e ei o. No início do es ágio (Ou ub o, No emb o), as aulas de Educação Musical do 6º C deco iam semp e na sala da u ma, ao in és de na sala de música. Is o po que a u ma se compo a a “pio ” quando ia pa a a sala de música. Vis o que as aulas e am mais cen adas no manual 100% Música e na p á ica de lau a, não ha ia necessidade de i pa a a sala de música. Toda ia, e depois de e mos ido a con e sa com a u ma, o P o esso achou po bem ol a mos à sala de música. Hou e assim uma en a i a de muda o meio ambien e, nes e caso ísico, e uma en a i a de nos modi ica mos a nós mesmos. Com es as mudanças, conside o que a elação P o esso /alunos melho ou. O P o esso ol ou à sua p á ica de ensino e aos seus mé odos p e e idos. Apesa de as en adas em sala de aula con inua em mui o ba ulhen as, o compo amen o e ap o ei amen o ge al da u ma melho ou. O P o esso ol ou a aze um b e e aquecimen o de p á ica de lau a no início da aula, em seguida da a con inuidade à ma é ia do manual e, no inal da aula, o P o esso gua da a ce ca de in e minu os pa a a p á ica ins umen al e ocal em conjun o. 16 Des as aulas gos a ia de des aca os momen os de a aliação de lau a po que, nesses momen os, o compo amen o da u ma melho a a subs ancialmen e. Apesa de alguns alunos con inua em a mos a desag ado po es a disciplina, nos momen os de a aliação oda a u ma mos a a-se ocada e empenhada. Os alunos sabiam que es a disciplina con a pa a ansi a de ano e sabiam o “peso” das a aliações. A é os alunos com mau compo amen o eco en e se mos a am empenhados. A despei o de, na minha opinião, os exe cícios de lau a desen ol idos pelo P o esso , no malmen e na aula de o e a complemen a , se em excessi os, nas a aliações de lau a os alunos mos a am ela i a acilidade na execução das no as e p odução de som com qualidade. Tal ac o le ou-me a econhece os esul ados posi i os des es exe cícios. Gos a ia ambém de des aca uma aula em que o P o esso começou a explica o sis ema de classi icação dos ins umen os musicais, segundo Ho nBos el e Sachs. O P o esso usou um documen o explica i o do sis ema de classi icação dos ins umen os e, depois da explicação, a minha colega es agiá ia deu início a uma demons ação. A minha colega inha azido o seu Cla ine e e começou po iden i ica as di e en es pa es do Cla ine e. Em seguida, ocou melodias conhecidas de clássicos da Disney que mui os alunos econhece am. No inal da demons ação, a minha colega ocou uma peça musical in i ulada “Cada ez mais pequeno” em que, ao longo da peça, o ins umen is a ai e i ando pa es do Cla ine e a é ica só com a Boquilha (pon a do ins umen o onde se sop a), mas semp e emi indo som. Os alunos ado a am a demons ação e pe cebe am cla amen e o p incípio dos ae o ones (ins umen os em que o som é p oduzido pela ib ação do a ). Ac edi o que es e oi um exemplo simples de como ca i a os alunos e abo da ao mesmo empo con eúdos do manual. 23 24 Conside o que o P o esso Coope an e em mui a expe iência em sala de aula, e jun os em con e sa concluímos que de emos es a semp e à p ocu a de no as es a égias pa a abo da di e en es con eúdos. 25 Ac edi o que, em ez de abalha mos com os alunos a a és do medo da ep eensão, de emos en a incu i o gos o pela música e pela p á ica musical em conjun o, median e exe cícios que ajudem os alunos a sen i a música e a sen i que azem pa e dela. “É necessá io que a escola e odos os agen es educacionais se consciencializem que a ap endizagem não pode se exclusi amen e acional, po que a azão em, gene icamen e, um pon o de pa ida emocional” (João dos San os, 1966) Sousa, Albe o B. em “Educação pela A e e A es na Educação, 1º olume” (pág.84) Desde que começámos o es ágio que eu e a minha colega es agiá ia sen imos necessidade de p opo , ao nosso P o esso Coope an e, a i idades que pe mi issem aos alunos explo a a suas emoções, c ia i idade e musicalidade. A i idades que en ol essem a u ma e que omen assem nos alunos o gos o pela música po si só. Digo po si só no sen ido de aze música de o ma emocional e não acional. Tendo em con a que a disciplina de Educação Musical não é ocacional, ac edi o que os alunos de em pode expe iencia a música com e po gos o, e não po ob igação. A é ao inal do 1º Pe íodo, de uma o ma ge al, as aulas de o e a complemen a es a am ma cadas pelo abalho desen ol ido pa a melho a a écnica de lau a. De ac o, ha ia um obje i o mui o conc e o po pa e do P o esso , a sabe , que os alunos desen ol essem a écnica, e c iassem au onomia e à- on ade com a lau a, pa a pode em assim in e p e a com maio acilidade os emas do manual. Mas como oi semp e a minha in enção explo a a c ia i idade dos alunos, nas euniões com o P o esso Coope an e ui azendo p opos as que o am acei es com ag ado. 26 Aula de o e a complemen a de Música - Tu ma – 6º B Já no 2º Pe íodo, e em simul âneo com o abalho desen ol ido com as u mas de 5º ano na o e a complemen a , iniciámos um abalho mui o in e essan e com a u ma 6º B que gos a ia de des aca . Es á amos a abalha a escu a, a a és da audição de músicas em di e en es géne os musicais, quando soubemos que os alunos do 6º B iam e uma ap esen ação musical no Ca na al. Iniciámos en ão com a u ma uma pa ilha de ideias sob e o que ap esen a . O que icou decidido en e odos oi a c iação de um “Rap” com le a o iginal da u ma. Uma aluna esc e eu uma le a an ás ica, e coube a mim e à minha colega es agiá ia ajuda os alunos a musica essa le a. Ap o ei ei pa a abalha alguns concei os impo an es. Na c iação da le a bo dámos a “ o ma”, ou seja, a es u u a da música, omos ao YouTube pa a escolhe uma base ins umen al, e abo dámos a noção de Tom e po que, a é en ão, os alunos só inham ido con ac o com as escalas de Dó Maio e Fá Maio , escolhemos assim uma base ins umen al de Hip-hop do YouTube em Dó Maio . Po im passámos ao a anjo ocal. Dei en ão a ideia de um g upo can a uma ase e o ou o g upo esponde , e icou mui o bem. Pa a o e ão c iámos uma melodia em conjun o, onde odos de am as suas ideias. Foi um p oje o colabo a i o mui o in e essan e, onde conseguimos ca i a os alunos e, ao mesmo empo, abo da e ap o unda con eúdos da ma é ia do manual de o ma lúdica. No Ca na al, as ap esen ações inham um jú i de P o esso es que i iam decla a o encedo . O 6º B icou num an ás ico 2º luga . 27 RELATO DE AULA : RAP de Ca na al Aula de o e a complemen a de Música – Tu ma – 6º B Da a: 17/2/2020 Ho a: 14h30/15h15 O P o esso não pôde es a p esen e, e eu e a minha colega iniciámos uma con e sa com os alunos sob e géne os musicais. A minha colega iniciou a con e sa com os alunos, começando po pe gun a quais os géne os que conheciam. A maio ia espondeu HipHop, Rock e Música Clássica. Ap o ei ámos en ão pa a ala sob e ou os géne os musicais, e iniciámos um momen o de audição. Com a canção “I will su i e,” mos ámos a mesma canção in e p e ada em di e en es géne os. O ac o de se a mesma canção acili ou aos alunos iden i ica em as p incipais ca ac e ís icas dos di e en es géne os. A explicação co eu mui o bem e os alunos mos a am bas an e ag ado. Os alunos inham uma a e a, a ibuída pela Di e o a de Tu ma, que consis ia em c ia uma ap esen ação musical pa a as a i idades de Ca na al. A Di e o a de Tu ma já inha alado comigo e com a minha colega, e nós suge imos aos alunos que eles c iassem um Rap. Uma aluna já inha esc i o a le a, mas al a am ideias... Es a u ma em alguns alunos com mau compo amen o eco en e, mas nes a aula hou e algumas al as, e esse ac o acili ou o nosso abalho. Eu e a minha colega pe gun ámos à u ma quem gos a ia de aze “Bea box,” ( i mo ocal) e o ganizámos um g upo que i ia assim ma ca o i mo, e suge imos que hou esse uma can o a p incipal e um g ande co o. E assim oi, alguns alunos ma ca am o i mo com “Bea box”, uma aluna can ou a melodia p incipal, e os es an es alunos acompanha am no e o ço de ases e e ão. Co eu mui o bem. 28 29 30 Gos a ia ambém de des aca uma aula que abalhámos com os 6ºs anos em que ap o undámos os conhecimen os sob e os Ins umen os de O ques a. RELATO DE AULA : Ins umen os de O ques a Aula de o e a complemen a de Música – Tu ma – 6º B Da a: 13/1/2020 Ho a: 14h30/15h15 Nes a aula, eu e a minha colega i emos libe dade, dada pelo nosso P o esso Coope an e, pa a ala sob e os ins umen os de o ques a. P epa ámos assim uma ap esen ação que explica a e ca ac e iza a as di e en es amílias de ins umen os de o ques a. Com o auxílio de um ídeo explica i o, com as desc ições dos ins umen os e o seu papel na o ques a, os alunos (que se demons a am mui o pa icipa i os) o am lendo as desc ições dos ins umen os das di e en es amílias, enquan o os colegas iam pondo ques ões. Foi um momen o de in e ação mui o posi i o. Iniciámos en ão uma explicação sob e a ob a de P oko ie “Ped o e o Lobo,” em que di e en es ins umen os de o ques a ep esen am as pe sonagens da ob a. Te minada a explicação, eu e a minha colega ínhamos p epa ado um ídeo de animação da ob a (em s op mo ion). É um ídeo p emiado com um Ósca , isualmen e mui o apela i o. Du an e a exibição do ilme. omos explicando quais os ins umen os que ep esen a am as pe sonagens, pa a os alunos pode em assim econhece os di e en es imb es dos ins umen os, e associa esses imb es às di e en es pe sonagens. Os alunos demons a am bas an e in e esse du an e oda a aula. 31 32 39 3º Desa io – composi o de no ação musical O manual 100% Música em ecu sos digi ais in e essan es. Um deles é um so wa e de no ação musical. Esse so wa e pe mi e que os alunos apliquem os seus conhecimen os eó icos de no ação e pe mi e ambém aos alunos ou i o esul ado da sua composição. An es de i mos pa a con inamen o já inha demons ado em sala de aula como unciona a e sen i que se ia um bom desa io pa a os alunos pode em compo algo que conseguissem oca . E assim oi, os alunos i e am que compo uma melodia pa a 8 compassos, que depois de ei a no so wa e o desa io passa a a se aze um ídeo a oca essa melodia e coloca no Class oom. Já inha assis ido a alunos com algumas di iculdades nos emas pa a lau a p opos os no manual, mas nes e desa io pude obse a e ou i a u ma a oca com gos o as melodias po eles compos as. O p óp io aze musical das c ianças, como apon ou Bu na d (2006), es á elacionado com as p á icas musicais a que elas êm acesso, cabendo ao p ocesso educa i o amplia essas possibilidades de acesso e sua comp eensão. A c ia i idade musical é assim en endida como o esul ado da dinâmica desses di e en es con ex os, da sua in e secção, desde as suas expe iências indi iduais, que de idade, géne o, e nia, ou as, que da sala de aula, da banda de ga agem, que mesmo da sua in e secção como música popula de massas. 40 4.2 Tu ma cu icula 8º B An es de i mos pa a con inamen o es a a a começa a abalha com os alunos do 8ºB o Módulo do manual Mp3, “Música e Tecnologias”. Pa a da con inuidade a esse ema, os alunos do 8ºB i e am como p imei o desa io a c iação de uma melodia o iginal no p og ama Musesco e, que é um p og ama de no ação musical. O obje i o dessa melodia o iginal e a se possí el de se can ada, ocada na lau a ou nou o ins umen o que os alunos i essem em casa, pa a se depois mis u ada com um ins umen al no DAW (Digi al Audio Wo ks a ion) Audaci y. Nesse módulo do manual que es á amos a abalha , os alunos de em ica a conhece os di e en es sis emas de g a ação e ep odução de áudio, e como a escola dispõe de um es údio de g a ação, possibili a en ão aos alunos o con ac o di ec o com “Ha dwa e” e “So wa e” de g a ação e p odução de áudio. Du an e o con inamen o, en endi que se ia impo an e os alunos abalha em com so wa e dessa á ea. Semp e na espe ança de ol a mos ao es údio da escola pa a po mos em p á ica os p ojec os. Pos o is o, como desen ol e a c ia i idade? Passo a desc e e alguns dos desa ios desen ol idos no Ensino à dis ância que conside o mais in e essan es. 1º Desa io - compo melodias o iginais em so wa e de no ação musical Nes e p imei o desa io, os alunos i e am de compo melodias o iginais e ap ende a edi a e mis u a no so wa e (Musesco e e Audaci y). Os alunos es a iam assim a desen ol e conhecimen os écnicos que lhes i iam pe mi i desen ol e a sua c ia i idade. A melodia esc i a no p og ama de no ação Musesco e e ia de se uma melodia que os alunos conseguissem in e p e a ( lau a, oz ou ou o ins umen o). 41 Guibe e T oge , (2012: 65) ci ados em “Fo mação de P o esso es pa a a Di e sidade Cul u al”, a i mam que, hoje em dia, “os ensinan es/p o esso es exe cem em condições e com obje i os comple amen e di e en es pelo que é, sem dú ida, mais co e o ala hoje de o ícios ensinan es plu ais." Es a a i mação inha de encon o ao ensino em F ança e ao ac o de o ensino e cada ez mais uma maio di e sidade cul u al. Mas de ac o, os p o esso es êm cada ez mais de se “ ein en a ” e de es a “abe os” às necessidades de um ensino em e olução. O esul ado des e abalho no “Musesco e” oi mui o posi i o, po que os alunos i e am a opo unidade de c ia algo o iginal e ap ende a u iliza no as e amen as. Os alunos depois de e em g a ado as suas melodias, impo a am o áudio pa a o Audaci y e mis u a am a melodia com um ins umen al escolhido po eles. Alguns alunos c ia am os p óp ios ins umen ais. Gos a ia de des aca o abalho de uma aluna que compôs uma canção in ei amen e o iginal. O esul ado inal oi mui o posi i o e os alunos gos a am mui o da expe iência. Nas nossas aulas sínc onas explo ámos a ma é ia do manual, com maio oco no módulo da Música e Tecnologias, mas endo semp e po base a “c ia i idade” como pon o de pa ida. 2º Desa io – g a a um poema da Amália ( alado) com ins umen al de undo Es á amos a celeb a o cen ená io da “Amália Rod igues” e os alunos acha am in e essan e a minha suges ão de desen ol e um abalho que enal ecesse os poemas esc i os pela p óp ia. A u ma oi di idida em 3 g upos e em coadju ação com a disciplina de Po uguês os alunos escolhe am 1 poema po g upo. O desa io e a simples, e consis ia na escolha de 1 ins umen al de ado que i iam impo a pa a o Audaci y, e na escolha de um poema esc i o pela Amália pa a se lido e g a ado pelos elemen os de cada g upo. A pa e c ia i a aqui oi explo ada na o ma de le os poemas, em que cada g upo de e ia da um cunho pessoal ao seu poema (d ama iza ). 42 Aqui os alunos consegui am da “ oz” alada aos poemas da Amália e ambém consolida am os conhecimen os ace ca de g a ação e mis u a de áudio. Tudo a pa i de casa. 3º Desa io – c ia um Podcas sob e música e ecnologias Como 3º desa io, e ambém pa a os alunos pode em consolida os conhecimen os adqui idos a é en ão, os alunos ica am com os mesmos g upos mas des a ez com o objec i o de c ia um “Podcas ” que e lec isse sob e es a pa e da ma é ia do manual. Des es desa ios, es e se ia o que i ia da menos possibilidades de explo a a c ia i idade, mas oi uma boa o ma de desen ol e as écnicas necessá ias pa a pode em expo ideias num o ma o mui o usado no mundo digi al. Da ma é ia do manual os alunos escolhe am os emas: - “Tecnologias e os es údios de g a ação” - “O composi o /músico e o compu ado ” - “O se humano e a ecnologia musical” Nes e desa io os alunos desen ol e am mais écnicas de g a ação e explo a am c ia i amen e a o ma de ap esen a os con eúdos po eles escolhidos. Sen i que os alunos adqui i am e amen as que lhes i ão pe mi i desen ol e o mas di e en es de ap esen a abalhos no u u o. 43 5. Re lexões inais Cabe ao p o esso c ia um ambien e que es imule o desen ol imen o das capacidades pessoais e musicais dos alunos, de o ma a acili a o en ol imen o e o in e esse des es pelas a i idades p opos as. Conside o se mui íssimo impo an e en a , semp e, ques ioná-los, p ocu a in e agi ao máximo du an e a aula, p o ocando-os de o ma salu a apelando à sua cu iosidade na u al, en ando, no undo, es imulá-los pa a que possam pensa po si p óp ios, ap ecia os con eúdos p opos os e dessa o ma explo a em e na u almen e amplia em o seu in e esse pela música. Os alunos ão assim c iando alências indi iduais, a a és do uso das e amen as adqui idas. Fe amen as que os i ão ajuda a ul apassa de o ma c ia i a os obs áculos que a ida com ce eza lhes coloca á ao mesmo empo que, pelo uso e aplicação de écnicas en e an o assimiladas, possam idealiza e p oduzi , aos poucos mas ambém po si mesmos, os con eúdos que os pode ão e idencia no seu pe cu so académico e pessoal. Pa a que isso acon eça, e pela obse ação e pa icipação nas aulas an e io men e ela adas, concluo que é ambém essencial que o p o esso es eja semp e con ian e nas suas escolhas e que aja segundo as mesmas com oda a segu ança, já que, sabendo da exis ência de di e en es écnicas pedagógicas de in e ação musical com os alunos (que com ce eza a e a ão di e en emen e o desen ol imen o musical e pessoal dos mesmos), exis em con udo p ocessos elemen a es de comunicação que ansmi em ao aluno a con iança que es e p ocu a, de o ma a deposi a - ele mesmo - a sua p óp ia con iança no P o esso . Sendo c ianças de 2º ciclo e endo em con a a sua aixa e á ia, julgo, po an o, se mui o impo an e uma g ande sensibilização não só pa a o sabe ou i , pa ilha e c ia música – aspec os essenciais da nossa Missão - mas ambém a c ença, undamen ada na expe iência e nas compe ências adqui idas, pa a que as a i idades p opos as e as escolhas ei as em con ex o de aula se possam uni ica – semp e de o ma simbió ica - pa a que, em úl ima análise, se c iem as condições pa a que o p ocesso educa i o se cump a, ainda que em con ex os di e en es do que os 44 expec á eis em pe íodos le i os mais egula es do que os expe imen ados du an e o úl imo ano. Dia iamen e, conside o um p i ilégio pode pa ilha os meus conhecimen os de música com c ianças e assim es imulá-las pa a a á ea que, desde c iança, ambém a mim me susci ou a maio das paixões. Pode passa a azê-lo com mais ecu sos, adqui idos du an e o es ágio, se á semp e uma mais- alia pa a o meu u u o. Nes e con ex o de Es ágio de Mes ado p ocu ei desen ol e a i idades onde osse possí el desen ol e a C ia i idade dos alunos. É p eciso, no en an o, en ende que num es ágio, assim como em qualque con ex o na ida, emos que nos sabe adap a à ealidade do que nos é o e ecido, aos ins umen os disponí eis, às ci cuns âncias, às di iculdades e aos apoios disponibilizados, nes e caso em conc e o, ao con ex o da escola e do nosso P o esso Coope an e. Os p imei os meses de es ágio o am ma cados po essa adap ação. As aulas assis idas o am mui o impo an es pela expe iência da pa ilha de conhecimen os do nosso P o esso Coope an e, um auxílio semp e ímpa e que nos pe mi e e , ou i e de ce a o ma a é pensa (con on ando as nossas p óp ias con icções) a a és de uma pe spec i a mais expe ien e. E mui o, ambém, po que pe mi iu pe cebe quais as á eas onde ha ia maio necessidade de in e i , is o em consonância com o ema que me p opus desen ol e , ou seja, um abalho de equipe que nos acul a a opo unidade de começa a aplica – po obse ação di e a – as compe ências que nos in e essam ainda ape eiçoa . Segundo To e, 2003, p.171, “A c ia i idade de e á es a p esen e no desenho cu icula se que emos que es eja no desen ol imen o p o issional e na ealização pessoal do adul o “. No caso da Educação Musical no 2º ciclo, não encon ei a p esença da C ia i idade no desenho cu icula , mas na escola onde es agiei pude obse a uma cla a es imulação do aluno pa a a c ia i idade, o a do desenho cu icula . 45 No con ex o do es ágio de mes ado, com oco no 2º ciclo, e depois de me adap a à ealidade do nosso P o esso Coope an e, no sen ido que an e io men e mencionei, oi-me en ão possí el con ibui pa a o desen ol imen o da c ia i idade nas a i idades em sala de aula. Es e p ocesso nunca se deu des alo izando ou subs i uindo o p og ama cu icula , mas, ao in és, en ando semp e ac escen a algo ainda mais mo i an e, desa iado , c ia i o. Fo am “pequenas a i idades”, mas demons a am, sem dú ida, a sua impo ância. A i idades como – po exemplo – esc e e uma le a o iginal pa a uma canção, c ia uma sequência í mica, compo uma melodia no a pa a uma ha monia já conhecida ou, simplesmen e, da a opo unidade aos alunos de imp o isa ou c ia algo seu, p o idenciando o supo e necessá io, balizas indispensá eis pa a que es es se sen issem segu os, con ian es e, dessa o ma, po que mo i ados e ampa ados, mais c ia i os. “Pa a que a c iança oe no céu da sua poesia e da sua ep esen ação (poe a e a o dissemos nós que é a c iança), emos que lhe da libe dade p imei o, e depois que lhe sa is aze a necessidade de ma a ilhoso, de sonho, de an asia – necessidade que, como ano a a Mis al, ge a os san os e os he óis, os poe as e os a is as”(Cal e de Magalhães e Aldónio Gomes, 1964, em “Educação pela a e e a es na educação” de Albe o B. Sousa) No ensino emo o de eme gência p ocu ei c ia elações, comp eende e da espaço pa a que os alunos desen ol essem as suas p óp ias ideias e sen imen os. Digo sen imen os como o ma de abe u a, de es imulação das suas ap idões cogni i as, pa a assim aumen a o ní el ge al da sua capacidade de c iação. Foi um es ágio inespe ado, endo em conside ação as expec a i as na u almen e c iadas, po que de ido ao sabido con ex o nacional (mundial!), i emos o es ágio di idido en e p esencial (5 meses) e não p esencial (4 meses). Inespe ado ambém no sen ido das expe a i as de se P o esso , po que as ideias “ omân icas” que le amos e a emos semp e connosco nem semp e são possí eis de aplica acilmen e ou imedia amen e, especialmen e num con ex o ão complexo como o do ano le i o ansa o. Noguei a e e e na sua ese de dou o amen o que (…) “Sendo a p incipal on e da au o-e icácia a expe iência pessoal, de e á se no es ágio (o p imei o con ac o com a 46 unção docen e) que se consolida a au o-e icácia. Con udo, a in o mação p o enien e do ac o de se se aluno du an e, pelo menos, 17 anos, c ia expec a i as do que é se p o esso que pa ecem mui o adequadas. O a, es a expe iência ica ian e é is a com os olhos de aluno e escapam-lhe mui os po meno es. Os p o esso es que in luencia am a escolha da ca ei a e que modela am o que e se p o esso , p o a elmen e p ocediam de uma o ma apa en emen e na u al que imana da sua mo i ação. Tudo pa ece ácil. As ques ões de p epa ação e de ges ão disciplina das aulas es ão pe ei amen e in eg adas e não são e eladas (o ilme co e, mas não se eem os o og amas).” (…) Consigo dep eende , en ão, que é mui o ácil c ia mos uma ce a ilusão ace ca do que é se p o esso , quando depois, na ealidade, depa amo-nos com di iculdades que, po mais p epa ação, es udo, mo i ação e pe il, não imaginá amos. Em g ande pa e depa amo-nos com essas di iculdades po que assumimos que o ensino é o ien ado sob e udo po on es conscien es e acionais. Ko hagen, e e e em A P á ica a Teo ia e a Pessoa que, “Assumindo, como há mui o em sido ei o, que o ensino é o ien ado p imo dialmen e po on es conscien es e acionais, ende emos a es imula a e lexão dos p o esso es ela i amen e aos seus p ocessos decisó ios conscien es e acionais. No en an o, se assumi mos que as on es in apessoais do compo amen o docen e são mui o mais ab angen es, en ão a noção de ensino na sua globalidade al e a-se, e se á a ibuída uma maio ên ase à e lexão sob e o papel dos aspe os menos conscien es e/ou não acionais no ensino.” De ac o, quando iniciamos a p á ica docen e le amos a segu ança da P á ica e da Teo ia mas mui as ezes esquecemo-nos da impo ância da “Pessoa” e de udo o que a odeia. Ko hagen ilus a bem a impo ância das con ições da pessoa que leciona, a a és do seu modelo “a cebola”. Ko hagen ilus a uma o ma e lexi a sob e a p ác ica p o issional. É impo an e pa a os p o issionais “ oma em consciência das suas qualidades nuclea es de modo a se em capazes de as usa de uma o ma mais in encional e sis emá ica”. 47 Fig. 2 - A cebola: um modelo de ní eis em e lexão Ambien e No a: Ambien e – O que é que encon o? (Com que es ou a lida ?) Compo amen o – O que é que eu aço? Compe ências – Em que sou compe en e? C enças – Em que ac edi o? Iden idade – Quem sou eu no meu abalho? Missão – O que me inspi a? (A que en idade supe io é que me sin o ligado?) Ko hagen e e e que, “Os es udan es, os p o esso es o mandos e os o mado es de p o esso es são se es humanos, com os seus medos, espe anças, necessidades, alo es e missões indi iduais especí icos. Es es não só in luenciam o seu compo amen o e ap endizagem, mas, mui as ezes, são a p óp ia on e dos mesmos.” De emos es a assim segu os e conscien es de nós p óp ios pa a não deixa que os sen imen os in luenciem o nosso compo amen o. 48 Thomas Go don e e e que “Pessoas de odas as idades não êm mui as ezes consciência do seu compo amen o es a a a e a os ou os. Mas assim que lhes chamam a a enção (de uma o ma hones a, não culpabilizado a), mesmo os mais no os esponde ão, com mais equência do que os p o esso es imaginam, simplesmen e po conside ação pelas necessidades dos seus p o esso es.” Es as e lexões le am-me o emen e a ac edi a que se o mos en a leciona “só” com p á ica e eo ia, sai emos us ados e i emos p o a elmen e us a os nossos alunos. É mui o impo an e e consciência da nossa missão, iden idade, c enças, compe ências, compo amen o e ambien e onde nos encon amos, mas ambém de odas es as a i udes e e e ências po pa e dos nossos alunos. Pa a além da p á ica e da eo ia, con ém comp eende que há um a o que pesa bas an e no esul ado que se ambiciona: a Pessoa. O indi íduo e o seu p óp io con ex o, as suas azões in e nas, ao que oi expos o e o que deseja e – po ou o lado – oda a in luência ex e na, ge ada mui as ezes po mo i os ou si uações impossí eis de con ola ou e i a po pa e das p óp ias c ianças, conjun u as dinâmicas, po ezes ansi ó ios mas semp e mui o ele an es no pe cu so que se az dia a dia, alice çando expe iências, cons uindo, inconscien emen e, o que ha emos de se mas que no undo nunca se comple a. Es a consciência, ajudou-me o emen e, ambém, no meu p óp io aje o. E ao le a esse p ocesso po dian e, agindo de aco do com essa c ença, c eio que ajudei os alunos a con ia em mim e eu neles. Essa con iança, como enho indo a explana , possibili ou o desen ol imen o do meu ema “A impo ância da C ia i idade na Educação Musical” a a és das a i idades p opos as ambém já aludidas. En ão, como p omo e essa c ia i idade? O desen ol imen o das elações pessoais e in apessoais oi mui o impo an e. Foi o desen ol imen o dessas elações, a au o-consciencialização e a au o-e icácia que p omo eu a C ia i idade e a au o-e icácia dos alunos. Cu iosamen e, oi du an e o ensino emo o de eme gência que es as elações se desen ol e am mais in ensamen e. Mais uma ez, o a o humano e o “imp e is o” desempenha am um papel de e minan e – inespe ado – no alcança de objec i os que não se pode iam p e e apenas a a és da p ojeção acional de in en os. Não se a a de do a es es a o es iii melodia enquan o eu azia a ha monia do ema “Epic” na gui a a. Foi en ão pedido aos alunos que indi idualmen e imp o isassem com o acompanhamen o da gui a a, o que co eu bas an e bem. No es an e empo de aula, o P o esso e omou a ma é ia dos Co do ones no mundo. Os Co do ones abo dados o am o Banjo, o Ukulele, a Balalaica e o Si a . O P o esso e e ainda que pô um aluno na ua. Esse aluno em mau compo amen o eco en e e, de es o, a u ma em demons ado mau compo amen o ge al. Aula Cu icula de Música – Tu ma – 6º C Da a: 17/10/2019 Ho a:14h30/16h Sumá io: Semicolcheia. Escala dia ónica maio . P á ica ins umen al de lau a com o ema “Epic.” A aula começou e o P o esso ap o ei ou pa a pedi aos alunos que passassem pa a o cade no os concei os de Mono i mia e Poli i mia. De seguida, iniciou a explicação e iden i icação da semicolcheia como ¼ de empo, e demons ou a esc i a da igu a isolada e em união com ou as semicolcheias. Fizemos alguns exe cícios de lei u a í mica, e depois o P o esso iniciou a explicação sob e a escala dia ónica maio . O P o esso explicou e mos ou a escala de Dó Maio . Iden i icou e explicou a sepa ação de ons en e as no as, iden i icando os ons in ei os e os meios ons. Pedi au o ização ao P o esso e coloquei no quad o in e a i o um piano i ual, no in ui o de ajuda os alunos a iden i ica as no as no piano i ual. Comecei po explica que, de ecla em ecla, e a meio om de dis ância, e que esse e a o in e alo mais pequeno en e duas no as. Ajudei os alunos a iden i ica as no as no piano e expliquei que, se começa mos a pa i de ou a no a, e obedece mos à mesma sepa ação de ons, conseguimos execu a ou a escala maio mas i emos encon a aciden es. Eu e a minha colega ajudámos, iden i icando as no as no piano i ual, e explicámos que, se começa mos nou a no a, mas espei a mos a mesma sepa ação de i ons (T T ½ T TT ½), encon amos ou a escala maio . Os alunos ou i am e iden i ica am a sono idade da escala maio de Sol e Fá. Em seguida, o P o esso passou à p á ica de lau a e, seguindo os exe cícios do manual 100% Música, os alunos ize am exe cícios com a mínima e a semínima, na escala de Dó Maio . Aula Cu icula de Música – Tu ma – 6º C Da a: 7/11/2019 Ho a:14h30/16h Sumá io: Con inuação da a aliação de lau a. Nes a aula, os alunos con inua am a a aliação de lau a, a qual con a pa a a a aliação in e cala do semes e. Os exe cícios de écnica de lau a dados pelo P o esso êm egis ado bons esul ados, na maio ia dos alunos. A a aliação consis ia em oca o ema “Epic,” que es á no manual, mas sem ka aoke. O ka aoke mos a em que no a ai a melodia, e na a aliação, os alunos oca am só po cima do áudio. Nes a aula, ac edi ei que o lado humano do P o esso , e a o ma de lida com os alunos, es a am a da bons esul ados, po que a u ma es a a de ac o a po a -se melho . A a aliação co eu bas an e bem, mas iquei com a sensação que os alunos só se po a am melho po se um momen o de a aliação. Tendo em con a que a maio ia dos alunos e e uma boa a aliação, ac edi o que es a u ma, melho ando o compo amen o, e á bons esul ados. Aula Cu icula de Música – Tu ma – 6º C Da a: 14 / 11 / 2019 Ho a:14h30/16h Sumá io: Aciden es na Música. Início da ap endizagem da canção “Lo eHu s”. Nes a aula, o P o esso p e endia ensina a o igem e azão dos aciden es nas escalas, nomeadamen e, a escala de Fá Maio que em o Sib, e Sol Maio que em o Fá#. P e endia ambém ensina a canção “Lo eHu s,” pa a os alunos ap ende em a canção, a melodia pa a lau a e a no a Sib na lau a, po que a canção es á em Fá Maio . Os alunos en a am na sala uidosamen e e desca ando as eg as da sala de aula; man i e am-se assim du an e algum empo, o que p o ocou a lei u a das eg as da sala de aula. (O P o esso , semp e que os alunos en am na sala assim, ob iga os alunos a passa pa a o cade no as eg as da sala de aula.) Pe an e o ba ulho e a en ada a ibulada, o P o esso pôs no quad o as eg as da sala de aula e ob igou os alunos a passa em as eg as pa a o cade no. Os alunos começa am a passa as eg as, con a iados e com a de “lá es á ele ou a ez...”. Ac edi o que o p o esso enha sen ido que inha con olado o mau compo amen o dos alunos, e que depois i ia consegui começa a aula. Sen i na a i ude dos alunos “...is o é uma seca, e ele [o P o esso ] az semp e a mesma coisa e não ensina nada de in e essan e.” Ac edi o que não osse o pensamen o de odos os alunos mas, sendo uma u ma com mui os mal compo ados, ac edi o que esse osse o pensamen o deles. i O P o esso sen iu que já inha a u ma mais con olada e iniciou a explicação dos aciden es. Nes e caso o Sib da escala de Fá Maio . Os alunos pe sis i am na a i ude de acha udo uma seca, mas inicia am o abalho, pois es á amos numa página do manual e, assim sendo, “ inha que se ei o”. Ac edi o que se enham sen ido des alo izados enquan o passa am pa a o cade no as eg as da sala de aula, e ac edi o que os alunos conside am que o P o esso não os comp eende mesmo. Aspe os essenciais: -Ma é ia apela i a -Aula dinâmica com obje i os e imings conc e os -Sen imen o de aze /c ia e pa ilha um momen o musical Al e na i as: -Melho a mais a dinâmica das a i idades -Inclui mais ins umen os musicais -Toma mais a enção às ques ões e ca ac e ís icas indi iduais dos alunos A aula começou a desen ol e -se no malmen e, eu e a minha colega in e iemos e iniciámos a explicação da exis ência de aciden es nas di e en es escalas, explicando a ó mula das escalas maio es, e aplicando à escala de Fá Maio . Com a ajuda do quad o in e a i o, e uma aplicação com um piano digi al, exempli icámos a escala de Dó Maio e de Fá Maio , e depois pedimos a alguns alunos que ossem oca as escalas no quad o, pa a se habi ua em à ó mula da escala Maio , e sob e udo à sua sono idade, pa a assim os alunos iden i ica em bem a sono idade das escalas maio es. ii Eu e a minha colega explicámos e exempli icámos na lau a como se az o Sib, e iniciámos o eino da passagem de Sib pa a Dó agudo e de Sib pa a Lá. Co eu bem e demos início à audição da canção “Lo eHu s.” Não me pa eceu que os alunos gos assem pa icula men e da canção, mas ou i am, e iniciámos a ap endizagem da melodia. Explicámos aos alunos a azão da a mação de cla e, iden i icámos e explicámos a azão dos aciden es “oco en es,” e como se cancela a um aciden e. Re lexão: Re le indo sob e a aula aplicando Thomas Go don, e pa indo do p incípio que o p oblema pe ence ao p o esso , es á undamen almen e p eocupado com necessidades pessoais, desca ando de alguma o ma as necessidades dos alunos. O ob iga os alunos a passa as eg as de sala de aula, segundo Go don, mos a a ine icácia de ce os con on os, le a os alunos a esis i à mudança e, po exemplo, le a os alunos a sen i que o p o esso os conside a “es úpidos” ou “incapazes”. Es e desgas e da au o-es ima dos alunos le a-os a ma ca posições de ensi as, e a deixa de en a melho a ou, simplesmen e, consegui comple a as a e as. Segundo Go don, são mui os os alunos a po a em-se mal só pa a abo ece os P o esso es, po que aos alunos pa ece que os P o esso es só se p eocupam com as suas necessidades pessoais, des alo izando assim as necessidades e ca ac e ís icas pessoais dos alunos. Ap endi com is o que emos que oma mais a enção às necessidades dos alunos, pa a consegui mos assim maio cumplicidade e ap oximação de in e esses em comum. Ap endi que não é humilhando os alunos que nos ap oximamos deles... mas sim ou indo. Ap endi que enho mui o que le , pesquisa e e le i . iii Aula Cu icula de Música – Tu ma – 6º C Da a: 21 / 11 / 2019 Ho a:14h30/16h Sumá io: 2º momen o de a aliação com a canção “Lo eHu s.” Nes a aula, o P o esso começou a p á ica de lau a com a canção “Lo eHu s” do manual. Se iu de aquecimen o e p epa ação pa a o momen o de a aliação. Os alunos o am a aliados pela qualidade da a inação, pos u a e execução da melodia. Pa a a a aliação, o P o esso usou a música “Lo eHu s,”a qual es á em Fá Maio e inclui a no a Sib, o que exigiu maio a enção, de ido à di iculdade de a iculação dos dedos com as ou as no as. Mais uma ez, e na u almen e po se um momen o de a aliação, o compo amen o ge al da u ma melho ou. Aula Cu icula de Música – Tu ma – 6º C Da a: 28/11/2019 Ho a:14h30/16h Sumá io: Con inuação da a aliação de lau a. Nes a aula, os alunos con inua am a a aliação de lau a com a canção “Lo eHu s.” Sendo a aliação, os alunos en a am com mais calma e a aula deco eu sem mau compo amen o. ix Hou e mui os alunos que demons a am di iculdades e, com au o ização do P o esso , eu e a minha colega omos ajudando esses alunos. A a aliação co eu bem, e deu assim pa a pe cebe as agilidades e di iculdades dos alunos. Aula Cu icula de Música – Tu ma – 6º C Da a: 5/12/2019 Ho a:14h30/16h Sumá io: Sis ema de classi icação de ins umen os musicais de Ho nbos el e Sachs. Nes a aula, a en ada dos alunos co eu bem, e logo o P o esso iniciou a aula, com um documen o explica i o do sis ema de classi icação dos ins umen os musicais. Iniciámos en ão a explicação sob e os Co do ones, Memb ano ones, Ideo ones, Ae o ones e Ele o ones. O P o esso , eu, e a minha colega explicámos e demos á ios exemplos, mos ando ídeos elucida i os do manual e do YouTube. A minha colega inha azido o seu Cla ine e pa a os alunos pode em e ao i o um ae o one di e en e da lau a. A minha colega explicou udo sob e a cons ução do ins umen o, e ocou peças musicais que demons a am as p incipais ca ac e ís icas do cla ine e. A minha colega ocou um ema mui o eng açado em que, ao longo do ema, ai desmon ando o Cla ine e, mas semp e de o ma que seja possí el oca . Nesse ema, o Cla ine e acaba só a aze som com a boquilha e palhe a. Os alunos gos a am e mos a am-se in e essados. Depois da belíssima demons ação, iniciou-se a explicação sob e o pon o de aumen ação, ligadu a de p olongação, e exp essão. x Aula Cu icula de Música – Tu ma – 6º C Da a: 16/1/2020 Ho a:14h30/16h Sumá io: Re isões pa a o es e de a aliação. Sis ema de classi icação de ins umen os musicais de Ho nbos el e Sachs. Nes a aula, o P o esso ez e isões pa a o es e de a aliação. Sendo e isões, os alunos en a am com mais calma na sala. O P o esso explicou aos alunos a o dem de abalhos e logo deu início aos exe cícios. Com a minha colega ao piano, as e isões começa am com eino audi i o. Os alunos i e am que iden i ica e dis ingui audi i amen e in e alos melódicos, ha mónicos e aco des. Os exe cícios co e am bem. De seguida, iniciou-se a audição de di e en es ins umen os musicais, pa a os alunos iden i ica em, pelo imb e, as di e en es ca ego ias a que es es ins umen os pe enciam. Começámos pelos co do ones, e depois segui am-seele o ones, ae o ones, memb ano ones e ideo ones. Na pa e esc i a, en e ou os exe cícios, os alunos inham que iden i ica a no a na lau a a a és de desenhos da mesma. A no a iden i icada é esc i a na pau a. Foi ambém explicada e elemb ada a cons ução de uma escala dia ónica. Explicámos as escalas de Dó, Fá e Sol Maio , e as al e ações que as escalas de Fá e Sol êm. O Sib na escala de Fá, e o Fá # na escala de Sol. Mais uma ez, elemb ou-se a sepa ação de ons en e as no as que pe mi e cons ui uma escala dia ónica maio (Tom Tom ½ om TomTomTom ½ om). xi Aula Cu icula de Música – Tu ma – 6º C Da a: 23/1/2020 Ho a:14h30/16h Sumá io: Tes e de a aliação. Com o semes e a e mina , hoje oi dia de es e. O es e inha componen e eó ica e audi i a. A pa e eó ica inha á ias a i mações, e os alunos inham que dize se e am e dadei as ou alsas, e co igi as alsas. As ques ões eó icas o am sob e no ação musical e sob e as ca ego ias dos ins umen os musicais. Tal como nas e isões, oi pedido aos alunos que iden i icassem as no as na lau a (a a és de desenhos) e as esc e essem na pau a. O úl imo exe cício do es e e a pa a os alunos esc e e em na pau a, em semib e es, uma oi a a da escala de Fá Maio com o aciden e na no a e não na a mação de cla e. Aula Cu icula de Música – Tu ma – 6º C Da a: 6/2/2020 Ho a:14h30/16h Sumá io: En ega dos es es de a aliação. Po se a en ega dos es es, os alunos en a am na sala de aula silenciosos e cla amen e ansiosos po sabe as no as. Os esul ados não inham sido bons. Ce ca de 50% dos alunos i e am no a nega i a. As nega i as onda am os 40% (de 0% a 100%) e e le iam a al a de a enção e o mau compo amen o eco en e da u ma. O P o esso não pôde es a p esen e e pediu-nos pa a en ega mos os es es. A maio ia dos alunos icou su p eendida com alguns e os come idos po esses mesmos e os xii se em ão ób ios. Ac edi o que a al a de concen ação, de empenho, e o mau compo amen o du an e as aulas enha con ibuído pa a os maus esul ados. Com os es es en egues, eu e a minha colega iniciámos uma con e sa com os alunos em que o ema oi “o que pode se al e ado pa a melho a os esul ados?” E assim oi. Demos início á con e sa e as opiniões ge ais o am unânimes... A g ande maio ia dos alunos gos a ia de e mais p á ica ins umen al e menos eo ia. Mui os dos alunos gos a iam ambém de oca ou os ins umen os que não a lau a. Nós explicámos que, pa a e mos bons esul ados na p á ica ins umen al, é necessá io domina a eo ia, e que a p á ica ins umen al em g upo só unciona bem se os alunos i e em um compo amen o adequado. Na ealidade (mas não o disse aos alunos), eu conside o que se ia possí el e adequado os alunos e em mais p á ica ins umen al, mas isso depende ia mui o do compo amen o da u ma e das opções do p o esso i ula da disciplina. Na ealidade, conside o que o manual não dá espaço à c ia i idade dos alunos, e isso po si só é mui o limi ado . Toda ia, na p á ica, só se consegue bons esul ados se as u mas se consegui em concen a . Ficou en ão a p omessa po pa e dos alunos de maio concen ação no 2º semes e. Aula Cu icula de Música – Tu ma – 6º C Da a: 13/2/2020 Ho a:14h30/16h Sumá io: Co eção dos es es de a aliação. Com os es es já en egues po mim e pela minha colega na aula an e io , nes a aula iniciou-se a co eção dos mesmos. O P o esso já sabia da nossa (minha e da minha colega) con e sa com os alunos, e começou po explica à u ma que só não ha ia mais p á ica ins umen al de ido ao mau compo amen o ge al da u ma. O P o esso deu en ão início à co eção. xix Aula de o e a complemen a de Música – Tu ma – 5º A Da a: 2/12/2019 Ho a:12h15/13h O P o esso con inua a ap o ei a es e empo pa a abalha a écnica de lau a. Nes a aula, os alunos aplica am os conhecimen os de a inação, pos u a e i mo. Mais uma ez, o am execu ados exe cícios de Dó g a e a Dó agudo em semib e es, mínimas, semínimas e colcheias. O abalho desen ol ido em demons ado bons esul ados. Aula de o e a complemen a de Música – Tu ma – 5º A Da a: 6/1/2020 Ho a:12h15/13h Os alunos êm es ado com melho compo amen o e, nes a aula, começámos po uma explicação sob e os ae o ones. Foi explicado que os ae o ones são ins umen os em que o som é p oduzido pela ib ação do a e demos e pedimos aos alunos pa a da em alguns exemplos. A minha colega inha azido o seu cla ine e e p epa ado uma demons ação. Começou po explica aos alunos os nomes das di e en es pa es do Cla ine e, e as suas p incipais ca ac e ís icas, enquan o mon a a o ins umen o. Com o cla ine e já mon ado ocou uma peça musical in i ulada “Cada ez mais pequeno” em que, ao longo da peça, se ai desmon ando o Cla ine e, mas semp e de o ma a que seja possí el oca . As di e en es pa es são e i adas, desde a pa e de baixo do cla ine e a é que icou só a boquilha, e onde ainda é possí el emi i som. Foi uma bela demons ação, e os alunos demons a am bas an e ag ado. De seguida,a minha colega ocou ambém melodias de alguns clássicos da Disney que os alunos econhece am e ap ecia am. xx Te minada a demons ação, o nosso P o esso Coope an e ap o ei ou ainda pa a ol a à canção “S and by me,” e da uma explicação sob e odos os elemen os que cons i uíam a pau a da canção. Falou-se sob e a cla e, a a mação de cla e, a a mação de compasso, as no as e as igu as de i mo. A aula co eu bem. Aula de o e a complemen a de Música – Tu ma – 5º A Da a: 13/1/2020 Ho a: 12h15/13h Na ausência do P o esso Coope an e, e po que sou o P o esso cu icula do 5º A, nes a aula ap o ei ei pa a aze a úl ima a aliação de p á ica de lau a. Os alunos execu a am indi idualmen e exe cícios com as no as, de Dó g a e a Dó agudo, al e nando as igu as í micas da semib e e à colcheia. Ficou e iden e an o a e olução como as agilidades de alguns alunos. Eu e a minha colega ajudámos alguns alunos, co igindo a pos u a e a posição dos dedos an es de começa em a a aliação. Como semp e, em momen os de a aliação o compo amen o e a pos u a dos alunos em sala de aula oi bom. Aula de o e a complemen a de Música – Tu ma – 5º A Da a: 20/1/2020 Ho a: 12h15/13h Nes a aula, o P o esso con inuou os exe cícios pa a a écnica de lau a. À semelhança do abalho e e uado com a u ma 5º C, a melodia escolhida oi “B ilha, b ilha”. Com as no as da melodia, oi abalhada a a inação e dinâmica (piano), pa a ga an i uma melho a inação de g upo e man e assim as p incipais ca ac e ís icas sono as da lau a. xxi De seguida, oi analisado o i mo da melodia po pa es (de 4 em 4 compassos) e depois os alunos execu a am a melodia com maio p ecisão í mica. Pa a ga an i que os alunos não saíam o a de empo, o P o esso Coope an e u ilizou o me ónomo. No inal da aula e depois de analisada e es udada es a melodia, ocámos odos jun os. O P o esso na lau a, como e e ência pa a os alunos, a minha colega no piano e eu no Me alo one Baixo. O esul ado inal oi mui o ag adá el. Aula de o e a complemen a de Música – Tu ma – 5º A Da a: 10/2/2020 Ho a:12h15/13h Já no 2º Semes e, nes a aula os alunos do 5º A inicia am a ap endizagem da canção “S ay wi h me.” O P o esso começou po explica a le a da canção e o seu signi icado. Os alunos já conheciam o e ão e já conseguiam can á-lo ela i amen e bem. Começámos en ão a ap endizagem da melodia pa a lau a. O a anjo da canção es á ei o pa a os alunos oca em lau a nas es o es e can a em no e ão. Como a melodia pa a lau a é ela i amen e ácil, apidamen e conseguiu-se uma boa sono idade ge al, e passámos en ão pa a a in e p e ação da canção, com o PC ao piano, eu na gui a a e a minha colega ajuda os alunos com maio es di iculdades na lau a. No inal da aula, o P o esso disse aos alunos que, na aula seguin e, i íamos con inua a abalha a mesma canção, mas com mais ins umen os do ins umen al O . xxii Aula de o e a complemen a de Música – Tu ma – 5º A Da a: 10/2/2020 Ho a: 12h15/13h Os alunos en a am na sala com alguma con usão mas logo se acalma am. Como p ome ido, iniciou-se o abalho com ins umen al O pa a a canção “S ay wi h me.” Eu, a minha colega, e o P o esso di idimos a u ma em dois g upos e dis ibuímos xilo ones, me alo ones, iângulos e pandei e as a um dos g upos. O acompanhamen o da música unciona como os ina o uma ez que são semp e os mesmos 3 aco des. Enquan o um g upo oca a o os ina o no ins umen al O , o ou o g upo can a a o e ão e oca a lau a nas es o es; depois oca am com o ou o g upo. O acompanhamen o oi ela i amen e ácil de execu a po pa e dos alunos, mas a melodia pa a lau a nas es o es i á p ecisa de mais abalho. Os alunos mos a am-se bas an e ag adados com a a i idade e, no inal da aula, deu ainda pa a in oduzi o ema “Imp o isação.” Depois de uma b e e con e sa sob e “Imp o isação,” pedi a uma aluna que execu asse o acompanhamen o no me alo one baixo, enquan o eu imp o isa a sob e o os ina o uma melodia num xilo one. Os alunos gos a am mui o do concei o, e ainda deu empo pa a que alguns alunos expe imen assem a imp o isação. No inal da aula icou en ão a p omessa de aze mais exe cícios des e ipo. Os alunos gos a am mui o da ideia de pode em c ia as suas p óp ias melodias. Aula de o e a complemen a de Música – Tu ma – 5º A Da a: 2/3/2020 Ho a: 12h15/13h O 5º A em egis ado bom ap o ei amen o e bom compo amen o. A u ma ambém em momen os em que o compo amen o pio a mas, no malmen e, ol a logo a mos a boa concen ação. xxiii O P o esso ol ou a abalha com a u ma o a anjo ins umen al pa a a canção “S ay wi h me.” A u ma oi no amen e di idida em dois g upos e, enquan o um g upo execu a a o acompanhamen o, o ou o g upo can a a e oca a lau a; em seguida, oca am. A u ma em es ado en usiasmada com a canção, pelo que alguns alunos êm p a icado a melodia na lau a e isso oi no ó io, pois eu e a minha colega epa ámos que alguns alunos inham melho ado conside a elmen e a qualidade da p odução de som na lau a. Como a minha colega já inha suge ido uma le a o iginal pa a es a canção ao 5º C, suge iu que izéssemos esse abalho ambém com es a u ma. O P o esso conco dou, e passámos en ão a explica à u ma a ideia; demos en ão início à c iação da le a. Nes a aula icámo-nos pelo deba e de ideias ace ca do ema pa a a le a, e os alunos ica am de pensa em mais ideias pa a a c iação. Aula de o e a complemen a de Música – Tu ma – 5º A Da a: 9/3/2020 Ho a: 12h15/13h Nes a aula, o P o esso , eu, e a minha colega es i emos a conclui o deba e sob e o ema pa a a le a. Depois de ou i mos as opiniões de odos os alunos, po maio ia o ema escolhido oi a is eza. Com o ema escolhido, pedimos en ão aos alunos que começassem a esc e e ases sob e o ema e, jun os, começámos a o ganiza as ases de o ma a aze em sen ido jun as. Foi mui o in e essan e ou i as ideias dos alunos e pode obse a o empenho da u ma. xxi Anexo C 5º B Aula de o e a complemen a de Música – Tu ma – 5º B Da a: 9/10/2019 Ho a: 13h30/14h15 Nes a aula de o e a complemen a , o P o esso abalhou a écnica de lau a. O P o esso desen ol eu exe cícios que passo a explica . 1º exe cício: os alunos colocam a lau a encos ada ao queixo e apam odos os o i ícios. Os alunos começam po coloca o polega da mão esque da no bu aco na pa e de ás da lau a, e depois ão apando os ou os bu acos, desde a no a Si a é ao Dó g a e. 2º exe cício: os alunos ão pega na lau a sem olha pa a ela, e ão ocando de mão, de o ma a que os alunos omem consciência da posição co e a da lau a sem e que olha pa a ela. 3º exe cício: os alunos colocam a lau a sob e a mesa com o bisel pa a baixo. Depois, e sem olha , os alunos pegam na lau a com a mão esque da, e encos am-na ao queixo com a mão esque da na posição co e a. 4º exe cício: é pa ecido com o e cei o mas, além de execu a em o mo imen o de pega na lau a e coloca em-na no queixo, des a ez os alunos colocam-na com sua idade nos lábios e, com odos os o i ícios apados, execu am a no a Dó (g a e). A ideia é abalha a a inação de odos, e consegui undi o som de odos, sem ha e nenhum aluno que se des aque. A inalidade des es exe cícios é mecaniza es es mo imen os de o ma a se em na u ais e e icazes. Eu e a minha colega es i emos a ajuda os alunos na execução dos exe cícios, co igindo pos u as e o posicionamen o dos dedos. xx Depois des es exe cícios, can ámos com os alunos a canção “Rama da Oli ei a”. Os alunos já conheciam a canção e, pa a enal ece o momen o, eu e a minha colega acompanhámos a canção na gui a a e no piano. Foi um momen o boni o. Aula de o e a complemen a de Música – Tu ma – 5º B Da a: 16/10/2019 Ho a: 13h30/14h15 Nes a aula, o P o esso ap o ei ou pa a abalha o 3º exe cício, abalho desen ol ido na aula an e io ela i o à écnica de lau a. De seguida passou pa a o 4º exe cício, em que os alunos coloca am a lau a em cima da mesa e, es ando em pé, pega am na lau a num mo imen o ápido p ecedido de uma palma, colocando a mesma na posição co e a, e execu a am a no a Dó. No amen e es e p ocesso começa a apenas po um aluno, a é que jun a a os es an es alunos po ilas, a é es a em odos a oca a mesma no a a inados. Aula de o e a complemen a de Música – Tu ma – 5º B Da a: 30/10/2019 Ho a: 13h30/14h15 Apesa de a en ada em sala de aula e sido mais calma, os alunos demo a am 12 minu os a en a den o da sala, a sen a em-se e a dispo o ma e ial necessá io pa a a mesma. Fo am e is os os exe cícios 3 e 4 no p ocesso de ap endizagem da lau a. “Piano” e “a inação” o am as pala as de o dem, pa a assim os alunos ob e em um melho “som”. Os exe cícios o am execu ados, p imei o, em g upos pequenos, e depois com a u ma in ei a. Pe o do inal da aula, os alunos execu a am na lau a as no as de Dó g a e a Sol em semib e es, mínimas, semínimas e colcheias, com a minha colegaa acompanha no piano, ocando os aco des dos g aus da no a co esponden e. xx i No im da aula, iniciámos a ap endizagem da canção “Nasce Sel agem.”Começámos pelo e ão da canção, que oi acompanhada po mim na gui a a, pela minha colega no piano e pelo P o esso na lau a. Can ámos a canção in ei a e, uma ez que o e ão já inha sido p e iamen e abalhado, os alunos jun a am-se a nós a can a . Aula de o e a complemen a de Música – Tu ma – 5º B Da a: 6/11/2019 Ho a: 13h30/14h15 A aula começou, e a maio ia dos alunos ainda não es a a den o da sala de aula. O P o esso começou po e e o 4º exe cício de écnica de lau a, que consis e em e a lau a em cima da mesa com o bisel i ado pa a baixo e pa a o lado esque do e, num mo imen o ápido, p osseguido po uma palma do p o esso , posiciona a lau a co e amen e e oca a no a Dó. Es e exe cício oi epe ido algumas ezes, a é os alunos consegui em e um som homogéneo e a inado. Quando a ingidos os obje i os, passa am pa a o exe cício de pe gun a / espos a em semínima e colcheia, apenas com a no a Dó, al e nando apenas as igu as í micas, pa a abalha em o a aque com a sílaba “ á”. Pos e io men e, o p o esso esc e eu no quad o pau ado as no as no âmbi o de Dó a Sol em semib e es, pa a os alunos oca em. Depois esc e eu as igu as mínima, semínima e colcheia, explicando que i iam aze sequências das no as do I ao V g aus, p imei o em 1 semib e e, depois 2 mínimas, 4 semínimas e 8 colcheias. Eu e a minha colega acompanhámos no piano e na gui a a, espe i amen e, os aco des de aco do com o g au que es a iam a oca . Es e exe cício oi epe ido algumas ezes, quase em “loop”. Quando olhámos pa a o elógio, al a am 6 minu os pa a a aula e mina , pelo que colocámos no quad o in e a i o a canção “Nasce Sel agem,” dos Resis ência, num dos conce os ao i o que a banda deu. Como alguns alunos conheciam a música, an es de saí em da sala de aula, can ámos o e ão odos jun os, acompanhados po mim na gui a a e pela minha colega no piano. xx ii Aula de o e a complemen a de Música – Tu ma – 5º B Da a: 13/11/2019 Ho a: 13h30/14h15 Esc e emos em cla e de Sol as no as de Dó a é Sol, pa a se em ocadas na lau a em semib e es, mínimas, semínimas e colcheias, com a minha colega no piano e eu na gui a a. O P o esso es a a a di igi . Depois o P o esso iniciou um exe cício em que oca a 2 no as na lau a e os alunos epe iam espei ando o empo, o i mo e a melodia. En e an o, o P o esso ap o ei ou pa a explica a semib e e e a mínima. Depois de uma b e e explicação, pediu aos alunos que colocassem a lau a em posição de oca , mas com a lau a apoiada no queixo, e pediu aos alunos que can assem cada uma das no as com a sílaba “ á”, pa a que es es pe cebessem que inha a du ação de 4 empos. Passado es e exe cício, as no as o am execu adas na lau a em semib e es. Depois ealiza am o mesmo exe cício, com a lau a apoiada no queixo com a sílaba “ á” em mínimas, semínimas e colcheias, e ocando pos e io men e na lau a. Com o P o esso a di igi a u ma, eu e a minha colega acompanhá amos os g aus da escala na gui a a e no piano. Pos e io men e, o P o esso ez eino audi i o com melodias de di e en es i mos, em que o P o esso oca a p imei o e os alunos epe iam, espei ando melodia, i mo e andamen o, al e nando en e no as po g aus conjun os. No inal da aula, e omámos a ap endizagem da canção “Nasce Sel agem,” uma ez que, na aula an e io ínhamos is o a le a e melodia do e ão. Ap endemos a es an e le a e melodia das es o es e analisámos a es u u a da canção. Te minámos a aula comigo e a minha colega a can a e a acompanha os alunos na gui a a e no piano. Co eu bem. Na p óxima aula i emos in oduzi a in odução com lau a. xx iii Aula de o e a complemen a de Música – Tu ma – 5º B Da a: 4/12/2019 Ho a: 13h30/14h15 Depois de uma en ada anquila, nes a aula o P o esso começou com os exe cícios de lau a, pa a aquecimen o. Depois do aquecimen o, con inuámos a es uda a melodia pa a lau a da canção “S and by me.” A a inação da maio ia dos alunos es á melho , assim como a pos u a e lei u a na pau a. Eu e a minha colega acompanhámos os alunos com gui a a e piano, enquan o o P o esso di igia. No inal da aula, a minha colega pôs odos os alunos a can a a canção. O compo amen o e ap o ei amen o o am bons. Aula de o e a complemen a de Música – Tu ma – 5º B Da a: 8/1/2020 Ho a: 13h30/14h15 Nes a aula, a minha colega ez ambém a demons ação de Cla ine e, e explicámos as p incipais ca ac e ís icas dos ae o ones, dando exemplos com ídeos elucida i os sob e á ios ins umen os de sop o. Os alunos mos a am in e esse, puse am á ias ques ões, às quais omos espondendo, e a u ma e e bom compo amen o. xxx Aula de o e a complemen a de Música – Tu ma – 5º C Da a: 27/2/2020 Ho a: 13h30/14h15 Com o a al do nosso P o esso , nes a aula a minha colega deu a ideia de inicia mos com os alunos a c iação de uma le a o iginal pa a a canção “S ay wi h me.” Como es á amos a abalha essa canção com as u mas, po que não c ia uma le a o iginal? Pa eceu-nos uma excelen e ideia! Já andá amos em b ains o m com os alunos ace ca de di e en es géne os musicais e sen imen os que as músicas nos despe am, e já ínhamos começado ambém a explo a a imp o isação. Pa eceu-nos o momen o ideal pa a c ia uma le a. P ocu ou-se en ão suges ões dos alunos inicialmen e pa a um ema, e depois, já com o ema de inido, os alunos começa am en ão a suge i ases pa a a le a o iginal. Os alunos mos a am-se bas an e en usiasmados e empenhados na c iação da sua le a o iginal. Aula de o e a complemen a de Música – Tu ma – 5º C Da a: 12/3/2020 Ho a: 13h30/14h15 Nes e momen o o P o esso , a minha colega e eu, es amos odos empenhados em desen ol e a i idades c ia i as na o e a complemen a de música. E em es ado a co e mui o bem. A canção “S ay wi h me” ans o mou-se numa Bossa No a e os alunos já êm a le a o iginal comple a. Todo es e p ocesso se iu pa a discu i ideias, ap o unda o conhecimen o sob e di e en es géne os musicais e desen ol e a esc i a c ia i a. Nes a aula, os alunos já can a am a canção com a le a o iginal comple a e com acompanhamen o de piano e gui a a. xxx i No inal da aula, e pa a os alunos ap o unda em o conhecimen o sob e o géne o musical Bossa No a, ou imos a canção “Águas de Ma ço” de Tom Jobim, pa a os alunos pode em assim pe cebe melho o géne o musical. xxx ii Anexo E 6º B Aula de o e a complemen a de Música – Tu ma – 6º B Da a: 14/10/2019 Ho a: 14h30/15h15 Nes a aula, o P o esso abalhou algum ins umen al O . Fo am dis ibuídos pelos alunos ins umen os de al u a inde inida como, po exemplo, iângulos e pandei e as, e o ganizámos g upos com ins umen os de al u a de inida. Usámos jogos de sinos, me alo ones e xilo ones sop anos e con al os, e um xilo one baixo. O ema oi “Rama da Oli ei a.” O P o esso ez um a anjo pa a a canção e eu e a minha colega ajudámos os alunos na execução. O a anjo es á boni o e os 45 minu os passa am a oa . Os alunos es i e am bem e gos a am da aula. Aula de o e a complemen a de Música – Tu ma – 6º B Da a: 21/10/2019 Ho a: 14h30/15h15 Os alunos en a am em g ande con usão na sala de aula, e o P o esso es e e a e e com os alunos as eg as de sala de aula. Já com os ânimos mais calmos, iniciou-se o ensaio pa a o a anjo de ins umen al O que o P o esso ez pa a o ema “Rama da Oli ei a”. Os alunos execu a am a melodia can ada, enquan o uma aluna ez o acompanhamen o no Xilo one baixo. Jun ou-se a Gui a a, Xilo one sop ano e Me alo one con al o. Ainda com mui as di iculdades, mas a aula e minou com os alunos a can a a melodia com acompanhamen os dos ins umen os. xxx iii Aula de o e a complemen a de Música – Tu ma – 6º B Da a: 28/10/2019 Ho a: 14h30/15h15 Depois de uma en ada na sala de aula mui o a ibulada, com mui o ba ulho e alunos a oca lau a, o P o esso e e mais uma ez uma con e sa sob e as eg as de sala de aula. Depois de os alunos acalma em, iniciámos a audição da canção “Robo azul.” O P o esso es a a a abalha es a música com a u ma 5ºA, e ap o ei ou en ão pa a le a es a a i idade à u ma 6ºB. Ou imos a canção á ias ezes, e o P o esso colocou o ídeo de acompanhamen o com pa i u a. Repe imos a melodia com “NO NO” (sílaba neu a) e os alunos ep oduzi am. Enquan o is o, alguns alunos que es a am descon en es po es a em a ap ende a canção, começa am a ala al o e me e -se com os colegas do lado, pe u bando o deco e da aula, le ando o P o esso a decidi manda alguns alunos sai da sala. Os alunos saí am e ui acompanhá-los à po a da sala, saindo com eles pa a pode ala com eles e pedi -lhes pa a e em calma. En e an o o empo oi passando e pe deu-se mui o empo de aula... alguns alunos começa am a a uma . Quando chegou a ho a, alguns alunos saí am da sala sem au o ização do P o esso . O P o esso demons ou o seu desag ado e epo ou a si uação à Di e o a de Tu ma. Aula de o e a complemen a de Música – Tu ma – 6º B Da a: 11 / 11 / 2019 Ho a: 14h30/15h15 Foi um mau dia… Depois de uma en ada na sala de aula com mui o ba ulho, o P o esso passou a aula a ala sob e as eg as de sala de aula. Es a a planeada a isualização de um ilme, mas o mau compo amen o impossibili ou segui essa plani icação xxxix Aula de o e a complemen a de Música – Tu ma – 6º B Da a: 18/11/2019 Ho a: 14h30/15h15 O pon o de encon o oi na sala cu icula e di igimo-nos odos (eu, o P o esso , a minha colega, e os alunos) pa a a sala de música. O caminho a é à sala oi ei o semp e com mui o ba ulho, mas lá chegámos. O plano de aula p e ia a audição e ap endizagem da canção “Balada do desajei ado” da banda po uguesa D.A.M.A., comp eensão da le a e a anjo pa a ins umen al O . Sen ámo-nos odos em cí culo, e o P o esso pediu a a enção de odos e explicou o plano de aula. Rapidamen e iniciámos a audição da canção e oi aí que começou o ba ulho... Os alunos começa am odos a ala uns com os ou os, e mesmo após á ias chamadas de a enção, o ba ulho não pa ou. Sen imo-nos igno ados. O P o esso le an ou-se e g i ou bem al o “SILÊNCIO”! Fez-se silêncio. O P o esso op ou po ameaça os alunos com o en io de mensagem à Di e o a de Tu ma, a im de os pais se em in o mados, e a desc e e o sucedido. Ac edi o que os alunos enham sen ido que a inal es á amos a ala a sé io, e ac edi o que nós es á amos a se es ados. Ou seja os alunos es a iam a e a é onde i ia a nossa ole ância. Como o ma de apon a aos alunos as suas alhas, o P o esso u ilizou as espos as ípicas 6 e 7 (Go don) que consis em em c i ica e humilha . Eu e a minha colega icámos su p eendidos, e eu pensei pa a mim “O que aze numa si uação des as? Uma si uação em que um P o esso se sen e comple amen e igno ado?” Pedi au o ização ao P o esso pa a me di igi aos alunos e en ei con e sa com eles. E endo ago a a pa e eó ica da ques ão eco i ao ípico “In e oga ó io.” “Po que é que êm esses compo amen os?” “Não acham que e iam a ganha se es i essem mais a en os?” Po momen os ac edi ei mesmo que me es a am a ou i . Peguei na gui a a e pedi pa a can a mos jun os. A é começou bem... mas apidamen e descambou. Vol a am odos a aze ba ulho, a ala uns com os ou os, e a igno a os pedidos de concen ação e pa icipação. Depois de que e que eles can assem, dei po mim a que e silêncio... A aula acabou mal, com o P o esso a dize que ia o maliza uma pa icipação. xl O que pode ia eu e ei o de di e en e? Ou o P o esso ? Segundo Ko hagen, “Os es udan es, os p o esso es o mandos e os o mado es de p o esso es são se es humanos, com os seus medos, espe anças, necessidades, alo es e missões indi iduais especí icos. Es es não só in luenciam o seu compo amen o e ap endizagem, mas, mui as ezes, são a p óp ia on e dos mesmos.” Se á que não de e íamos e eco ido a ou o ipo de ap oximação? Pode íamos e cap ado mais a a enção dos alunos, a a és de exemplos mais ca i an es e en ol en es, o ganizado a u ma em g upos, e p opo uma a i idade mais apela i a, po exemplo. O ac o é que, quando as si uações de mau compo amen o e uído a ingem de e minado ní el, o p óp io p o esso pe de algum disce nimen o, e age de o ma i acional e inconscien e, como o e e ido nas on es in apessoais do compo amen o docen e e dimensões em e lexão. Ac edi o que os alunos não enham pe cebido a mensagem. Ao g i a mos com eles, es amos a agi da mesma o ma que eles mas a impo a nossa supos a au o idade. Não oi possí el ap oximação nem comp eensão. O que me le a a pensa nos di e en es ní eis de e lexão (“a cebola”), sob e a nossa iden idade como educado es, sob e o ambien e que nos odeia e as nossas p óp ias c enças. Se nos conhece mos melho , e ao ambien e que nos odeia, se emos melho es educado es. Aula de o e a complemen a de Música – Tu ma – 6º B Da a: 25/11/2019 Ho a: 14h30/15h15 Cheguei um pouco a asado e o P o esso e a minha colega já inham dado início à aula. Os alunos inham en ado com mui o ba ulho e assim inham con inuado den o da sala de aula... Ao e o P o esso i i ado com a si uação, pedi pa a in e i . Ti e uma b e e con e sa com os alunos, sob e a i udes e sob e os obje i os des e 3º empo e, po momen os, a u ma acalmou. xli A minha colega já inha alado com o P o esso e com a u ma mais calma iniciou um cânone ocal com a u ma que co eu bas an e bem. P imei o o cânone oi ei o com a u ma di idida em 2 e depois em 3 g upos. Co eu bas an e bem. Ainda deu empo pa a o P o esso inicia o es udo da melodia da canção “Sailing” pa a lau a, que es á no manual 100% Música. Con inuámos semp e à p ocu a de es a égias e o mas de ca i a os alunos, pa a e mos uma boa elação e melho es esul ados de ap endizagem. Quando pa ecia es a udo a co e bem, o mau compo amen o aumen ou e o P o esso e e de pedi a dois alunos pa a saí em da sala de aula e se di igi em à sala de aula onde es a a a Di e o a de Tu ma, po indicação da p óp ia. A é ao inal da aula, o es o da u ma con inuou com mau compo amen o. Aula de o e a complemen a de Música – Tu ma – 6º B Da a: 2/12/2019 Ho a: 14h30/15h15 De ido às mon agens e ensaios pa a o 51º Ani e sá io da Fundação, só consegui chega pe o do im da aula. Os alunos es i e am a abalha a canção “Sailing” pa a lau a com o acompanhamen o e ka aoke do manual. O compo amen o ge al inha sido sa is a ó io. Nesse dia, oi pedido que p epa asse um ema ins umen al que es i esse elacionado com o ema “paisagens emocionais,” o qual se iu de mo e pa a a es a. Es i e em ensaios da pa e da manhã pois, além do ema que pedi am que p epa asse, i e uma u ma em ensaios ge ais que i ia pa icipa na es a. Alémdisso, ajudei na mon agem do cená io e iz abalho de luzes e som nesse mesmo espaço. xlii Aula de o e a complemen a de Música – Tu ma – 6º B Da a: 6/1/2020 Ho a: 14h30/15h15 Depois de uma en ada com bas an e uído, a u ma acalmou e, à semelhança da aula com o 5ºA (no mesmo dia), iniciámos a explicação sob e os ae o ones, e a minha colega ez ambém a demons ação com o Cla ine e, ocando melodias de clássicos da Disney. Nes a aula, a demons ação ocupou o empo no mal de aula, po que os alunos es a am i equie os, e i emos que in e i bas as ezes pa a man e a a enção dos alunos. Aula de o e a complemen a de Música – Tu ma – 6º B Da a: 13/1/2020 Ho a: 14h30/15h15 Nes a aula, eu e a minha colega i emos libe dade, dada pelo nosso P o esso Coope an e, pa a ala sob e os ins umen os de o ques a. P epa ámos assim uma ap esen ação que explica a e ca ac e iza a as di e en es amílias de ins umen os de o ques a. Com o auxílio de um ídeo explica i o, com as desc ições dos ins umen os e o seu papel na o ques a, os alunos (que se demons a am mui o pa icipa i os) o am lendo as desc ições dos ins umen os das di e en es amílias, enquan o os colegas iam pondo ques ões. Foi um momen o de in e ação mui o posi i o. Iniciámos en ão uma explicação sob e a ob a de P oko ie “Ped o e o Lobo,” em que di e en es ins umen os de o ques a ep esen am as pe sonagens da ob a. Te minada a explicação, eu e a minha colega ínhamos p epa ado um ídeo de animação da ob a (em s op mo ion). É um ídeo p emiado com um Ósca , isualmen e mui o apela i o. Du an e a exibição do ilme. xliii omos explicando quais os ins umen os que ep esen a am as pe sonagens, pa a os alunos pode em assim econhece os di e en es imb es dos ins umen os, e associa esses imb es às di e en es pe sonagens. Os alunos demons a am bas an e in e esse du an e oda a aula. Aula de o e a complemen a de Música – Tu ma – 6º B Da a: 17/2/2020 Ho a: 14h30/15h15 O P o esso não pôde es a p esen e, e eu e a minha colega iniciámos uma con e sa com os alunos sob e géne os musicais. A minha colega iniciou a con e sa com os alunos, começando po pe gun a quais os géne os que conheciam. A maio ia espondeu HipHop, Rock e Música Clássica. Ap o ei ámos en ão pa a ala sob e ou os géne os musicais, e iniciámos um momen o de audição. Com a canção “I will su i e,” mos ámos a mesma canção in e p e ada em di e en es géne os. O ac o de se a mesma canção acili ou aos alunos iden i ica em as p incipais ca ac e ís icas dos di e en es géne os. A explicação co eu mui o bem e os alunos mos a am bas an e ag ado. Os alunos inham uma a e a, a ibuída pela Di e o a de Tu ma, que consis ia em c ia uma ap esen ação musical pa a as a i idades de Ca na al. A Di e o a de Tu ma já inha alado comigo e com a minha colega, e nós suge imos aos alunos que eles c iassem um Rap. Uma aluna já inha esc i o a le a, mas al a am ideias... Es a u ma em alguns alunos com mau compo amen o eco en e, mas nes a aula hou e algumas al as, e esse ac o acili ou o nosso abalho. Eu e a minha colega pe gun ámos à u ma quem gos a ia de aze “Bea box,” ( i mo ocal) e o ganizámos um g upo que i ia assim ma ca o i mo, e suge imos que hou esse uma can o a p incipal e um g ande co o. E assim oi, alguns alunos ma ca am o i mo com “Bea box”, uma aluna can ou a melodia p incipal, e os es an es alunos acompanha am no e o ço de ases e e ão. Co eu mui o bem. xli Pedimos aos alunos que con inuassem a ensaia e que depois nos mos assem o esul ado. Ac edi o que o ac o de es a em a c ia algo “deles” enha sido uma g ande on e de mo i ação. Aula de o e a complemen a de Música – Tu ma – 6º B Da a: 2/3/2020 Ho a: 14h30/15h15 Os alunos do 6ºB i e am êxi o com o Rap c iado pela u ma na ap esen ação do Ca na al. As ap esen ações o am pa a u mas do 2º e 3º ciclos e a u ma do 6ºB icou em 2º luga ! Po e mos gos ado an o do empenho da u ma nes a a i idade, p opusemos que a u ma c iasse ou a música com bea , le a e melodia o iginais. A u ma gos ou da ideia e, nes a aula, ap o ei ámos pa a aze um deba e sob e o ema pa a a no a canção. Os alunos ica am de aze ideias na p óxima aula. P e endemos com es e abalho que os alunos desen ol am mais a sua au onomia e c ia i idade. Aula de o e a complemen a de Música – Tu ma – 6º B Da a: 9/3/2020 Ho a: 14h30/15h15 Começámos po pe gun a en ão qual o ema que a u ma inha escolhido. Não e a 1 mas sim 4 emas e 4 g upos. I iam se assim 4 canções o iginais. Um g upo inha escolhido as al e ações climá icas como ema, ou as as é ias, ou o a escola, e o úl imo g upo escolheu a poluição aquá ica. Di idimos en ão a u ma nos g upos o mados, pa a pode em assim começa a abalha nas le as. Pa ecia udo bem menos o compo amen o... os alunos