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Criação de um data warehouse empresarial : na direção de planeamento e gestão da TAP Portugal

Moura, André Hengeller de

Abstract

Nos dias de hoje as tecnologias de informação têm um papel fundamental no sucesso das empresas. Um dos pontos chaves para alcançar este sucesso é tentar criar uma vantagem competitiva ao analisar os dados que as próprias organizações criam. A complexidade da informação apresentada às pessoas que geram estas identidades torna a gestão de informação um assunto chave a ter em consideração. É portanto necessário construir mecanismos ou ferramentas que agregam, processam e partilham a informação obtida permitindo uma tomada de decisão mais rápida e mais eficiente. O principal objetivo deste estágio foi criar um Data Warehouse, para um departamento específico da empresa, com recurso a diversas fontes de informação. Um dos pontos importantes é a necessidade que as empresas têm em ajustar os próprios sistemas às bases de dados. Este tipo de aplicação permite ter uma diferente visão dos dados e oferece, também, a possibilidade da empresa ter uma análise mais forte dos dados de modo a suportar decisões.

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i CRIAÇÃO DE UM DATA WAREHOUSE EMPRESARIAL And é Henggele de Mou a Na Di eção de Planeamen o e Ges ão da TAP Po ugal Rela ó io de Es ágio ap esen ad o como equisi o pa cial pa a ob enção do g au de Mes e em Ges ão de In o mação i MEGI 2017 Tí ulo : CRIAÇÃO DE UM DATA WAREHOUSE EMPRESARIAL Sub í ulo: Na di eção de Planeamen o e Ges ão da TAP Po ugal And é Henggele de Mou a MGI 1 2 NOVA In o ma ion Managemen School Ins i u o Supe io de Es a ís ica e Ges ão de In o mação Uni e sidade No a de Lisboa CRIAÇÃO DE UM DATA WAREHOUSE EMPRESARIAL po And é Henggele de Mou a Rela ó io de Es ágio ap esen ado como equisi o pa cial pa a a ob enção do g au de Mes e em Ges ão de In o mação, Especialização em Ges ão do Conhecimen o e Business In elligence. O ien ado : P o esso Ví o Pe ei a Dua e dos San os No emb o 2017 3 RESUMO Nos dias de hoje as ecnologias de in o mação êm um papel undamen al no sucesso das emp esas. Um dos pon os cha es pa a alcança es e sucesso é en a c ia uma an agem compe i i a ao analisa os dados que as p óp ias o ganizações c iam. A complexidade da in o mação ap esen ada às pessoas que ge am es as iden idades o na a ges ão de in o mação um assun o cha e a e em conside ação. É po an o necessá io cons ui mecanismos ou e amen as que ag egam, p ocessam e pa ilham a in o mação ob ida pe mi indo uma omada de decisão mais ápida e mais e icien e. O p incipal obje i o des e es ágio oi c ia um Da a Wa ehouse, pa a um depa amen o especí ico da emp esa, com ecu so a di e sas on es de in o mação. Um dos pon os impo an es é a necessidade que as emp esas êm em ajus a os p óp ios sis emas às bases de dados. Es e ipo de aplicação pe mi e e uma di e en e isão dos dados e o e ece, ambém, a possibilidade da emp esa e uma análise mais o e dos dados de modo a supo a decisões. PALAVRAS-CHAVE Da a Wa ehouse; Dados; Base de Dados; Business In elligence 4 ABSTRACT In o ma ion echnologies ha e a c ucial ole in he success o he companies in oday’s wo ld. Among he mos impo an weapons o each his kind o success, c ea ing one compe i i e ad an age o analyzing he da a ha companies c ea e in hei business model is absolu ely impo an and ep esen s one way o do i . The complexi y o he in o ma ion ha is p esen ed o who manage his kind o ac i i ies, makes he in o ma ion managemen one issue ha we all mus ha e on coun . I is necessa y build ei he mechanisms o ools ha agg ega e, p ocess and sha e all he in o ma ion ha was ob ained, allowing ha ing one decising-making mo e e icien and as e . The main a ge o his in e nship was o c ea e a Da a Wa ehouse om se e al Da a Sou ces o a speci ic depa men o he i m. One o he mos impo an hemes is he necessi y ha all he companies ha e o adjus hei owns sys ems o Da a Bases. This so o applica ion allows ha ing a di e en ou look o he da a and on he o he hand also gi es he possibili y o he Company o ha ing one s onge analysis o he da a in o de o suppo i decisions. KEYWORDS Da a Wa ehouse; Da a; Da aBases; Business In elligence 5 ÍNDICE 1. In odução .................................................................................................................... 9 1.1. Con ex o académico ............................................................................................ 10 1.2. Con ex o emp esa ial .......................................................................................... 10 1.3. Obje i os do es ágio ............................................................................................ 11 2. Re isão li e a u a ........................................................................................................ 13 2.1. Concei o de Sis emas de In o mação .................................................................. 15 2.2. Business In elligence ........................................................................................... 16 2.3. Sis ema de Da a Wa ehouse ............................................................................... 17 2.4. P ocesso ETL ........................................................................................................ 20 2.5. Sis ema de Apoio à Decisão ................................................................................ 22 2.6. Da a Ma ............................................................................................................ 23 3. Tecnologias e e amen as ......................................................................................... 27 3.1. Tecnologias .......................................................................................................... 27 3.1.1 SQL ................................................................................................................ 27 3.1.2 MDX ............................................................................................................... 27 3.1.3 DAX ................................................................................................................ 27 3.2. FERRAMENTAS ..................................................................................................... 28 3.2.1 Mic oso SQL Se e .................................................................................... 28 3.2.2 Visual S udio .................................................................................................. 29 3.2.2.1 SSIS ............................................................................................................ 30 3.2.2.2 SSAS ........................................................................................................... 31 3.2.2.3 SSRS ........................................................................................................... 31 4. A i idades desen ol idas ........................................................................................... 32 4.1. Con ex o .............................................................................................................. 32 4.2. P oje o – Mon agem de um p ocesso ETL .......................................................... 33 4.2.1 Desa io .......................................................................................................... 33 4.2.2 Ta e as e Skills ............................................................................................... 33 4.1.3 Resul ados ..................................................................................................... 36 4.2 P oje o – C iação de Rela ó ios ........................................................................... 36 4.2.1 Desa io .......................................................................................................... 36 4.2.2 Ta e as e Skills ............................................................................................... 36 4.2.3 Resul ados ..................................................................................................... 37 6 5 Conclusão.................................................................................................................... 38 5.1 Ap eciação C i ica do T abalho Desen ol ido ..................................................... 38 5.2 Ap eciação Global do Es ágio e Ap endizagem ................................................... 38 5.3 Pe spec i as Fu u as ............................................................................................ 39 Re e ências Bibliog á icas ............................................................................................... 40 7 ÍNDICE DE FIGURAS Figu a 1 – O ganog ama da TAP Po ugal em Junho de 2016 ................................................. 11 Figu a 2 - Relações en e dados, cap a, in o mação e conhecimen o (Adap ado de Checkland e Holwell 1998) ................................................................................................................. 15 Figu a 3 – Exemplo do p ocesso ETL ........................................................................................ 21 Figu a 4 – Exemplo de um S a Schema. .................................................................................. 24 Figu a 5 – Exemplo de um Snow lake Schema. ........................................................................ 25 Figu a 6 - Es u u a ípica e simpli icada de um sis ema ecnológico de BI. ........................... 26 Figu a 7 – Ambien e de desen ol imen o do SQL Se e . ....................................................... 28 Figu a 8 – Ambien e inicial do Visual S udio. ........................................................................... 29 Figu a 9 – Ambien e de desen ol imen o do SSIS ................................................................... 30 Figu a 10 – Exemplo de um cubo mul idimensional. ............................................................... 31 Figu a 11 – Modelo ipo de um p ocesso ETL. ......................................................................... 33 Figu a 12 – P ocesso de ex ação da in o mação pa a uma abela on e. .............................. 34 Figu a 13 - P ocesso ETL de ca egamen o de dados pa a uma abela de s aging. ................ 35 14 ans o ma uma quan idade eno me de dados em in o mação e pos e io men e em conhecimen o. O empo acabou po se o na um e dadei o aliado dos sis emas de in o mação ao mos a que uma base de dados é a melho e mais e icaz manei a de gua da a in o mação, independen emen e do seu olume (B obs , 1998). Ci ando uma das ases mais conhecidas de Cha les Da win (1809-1882) ela i amen e à impo ância da adap ação: “Na e olução das espécies não são os mais o es que sob e i em mas sim o que mais apidamen e se adap am às mudanças”. 15 2.1. C ONCEITO DE S ISTEMAS DE I NFORMAÇÃO Exis em á ios concei os que con ibuem pa a a de inição de Sis ema de In o mação (SI). Checkland e Holwell (2014) dis inguem qua o concei os base: dados, cap a, in o mação e conhecimen o. Es es concei os podem se de inidos da seguin e o ma: • Dados: Fac os não es u u ados; • Cap a: Dados ele an es a que escolhemos p es a a enção; • In o mação: A ibuição de um signi icado aos dados já selecionados; • Conhecimen o: Vai além das in o mações pois além de e um signi icado em uma aplicação Figu a 2 - Relações en e dados, cap a, in o mação e conhecimen o (Adap ado de Checkland e Holwell 1998) Com os concei os bases já p esen es é possí el ago a de ini o que se en ende po SI, “pode se de inido como um conjun o de componen es in e elacionados que abalham em conjun o pa a ag upa , ecupe a , p ocessa , a mazena e dis ibui in o mação pa a acili a o planeamen o, con ole, coo denação, análise e p ocesso decisó io nas o ganizações.” (Laudon e Laudon 2014). 16 Os compu ado es passa am a se undamen ais na melho ia das a i idades de p ocessamen o de in o mação o ganizacional desde que começa am a se u ilizados pa a o p ocessamen o de dados. Os SI baseados em compu ado es passa am de um me o supo e pe i é ico pa a um a o cha e de uso comum ao longo da o alidade da o ganização (Boland e Hi schheim, 1987). 2.2. B USINESS I NTELLIGENCE Os sis emas de Business In eligence são, hoje em dia, um ca alisado da mudança pe mi indo uma boa ges ão, ajudam na omada de decisão, o nam a emp esa mais ágil num me cado cada ez mais compe i i o, onde a ecolha e análise de dados é a cha e do sucesso. Um sis ema de BI engloba um as o conjun o de aplicações de apoio a omada de decisão o que possibili a um acesso ápido e pa ilhado das in o mações bem como a sua análise. O e mo Business In elligence oi u ilizado pela p imei a ez po Luhn (1958) como a “a habilidade de ap eende as in e - elações dos ac os ap esen ados, numa o ma que pe mi a guia a ação umo a um obje i o desejado” Em 1989 o e mo é popula izo po Howa d D esne como denominado ge al pa a desc e e um conjun o de concei os e mé odos pa a melho a a omada de decisão do negócio a a és da u ilização de sis emas de supo e à decisão (Powe , 2007). Pa a Wu (2007) o e mo BI é u ilizado pa a desc e e um conjun o de aplicações e ecnologias que são u ilizadas pa a ecolhe , acede e analisa dados de uma o ganização com o obje i o de ajuda a oma decisões melho es. A inalidade de business in elligence é o nece in o mação u ilizá el. O âmbi o de BI cob e p ocesso elacionados com ecnologia bem como p ocessos elacionados com o negócio (Schwenk, 2010) endo English (2005) p opos o as seguin es de inições: • BI: "Capacidade de uma emp esa pa a agi e icazmen e a a és da explo ação dos seus ecu sos humanos e de in o mação."; 17 • Ambien e de BI: In o mação de qualidade con ida em bases de dados bem desenhadas que o necem aos u ilizado es acesso a empado e de o ma in ui i a às in o mações, pe mi indo oma decisões co e as. Business In elligence pe mi e aos memb os de oda a o ganização não só analisa in o mações de negócio com o obje i o de melho a a qualidade de in o mação mas ambém a melho ia de p ocessos ope acionais. (Elbashi , 2008) 2.3. S ISTEMA DE D ATA W AREHOUSE Um Da a Wa ehouse não é nenhum ipo de aplicação que se possa comp a e ins ala nos compu ado es da emp esa. Na ealidade, a sua implemen ação exige a in eg ação de á ios p ocessos. Numa pe spe i a minimalis a, um DW não é mais que uma BD especializada, in eg a que ge e a ecolhe de in o mação a pa i de sis emas ansacionais in e nos e on es de dados ex e nas. Um DW é um eposi ó io de dados sepa ados das bases de dados ope acionais da o ganização, de inido como “ uma coleção de dados o ien ados po assun o, in eg ados, a iá eis no empo e não- olá eis, que supo a o p ocesso da omada de decisão” (Inmon, 2002) Um DW é con uído pa a pe mi i : uma is a in eg ada e comple a de oda a o ganização; acessos a dados his ó icos da o ganização; e uma on e de dados e osímeis den o da o ganização e acili a os p ocessos de omada de decisão, sem sob eca ega os sis emas ope acionais (Po , Klaue e B obs , 1998). Toda ia, e á sido Bill Inmon – conhecido como “o pai do da a wa ehousing” – que popula izou o concei o de Da a Wa ehouse, e que p o idenciou os c i é ios de de inição hoje comumen e acei es (Inmom, 2005). Segundo Bill Inmon (2002) o DW é de inido como: “... a subjec -o ien ed, in eg a ed, non ola ile, and ime- a ian collec ion o da a in suppo o managemen ’s decisions.” 18 Um Da a Wa ehouse é um eposi ó io de dados que comp eende as seguin es ca ac e ís icas: i. O ien ado po assun o - odas as en idades e ansações elacionadas com um de e minado assun o - po exemplo, endas, ecu sos humanos ou hospi ais - es ão ligadas en e si; ii. In eg ado - Inmom e e e que es e é, de ac o, o aspe o mais impo an e de um da a wa ehouse (Inmom, 2005); os dados que alimen a ão o DW são o iundos de á ios sis emas on e, e po isso necessi am de se limpos, il ados e ans o mados, pa a que possam ep esen a uma isão in eg ada do negócio; iii. Não- olá il - os dados que são ca egados pa a o da a wa ehouse, po no ma, não so em al e ações ou a ualizações. Ao con á io dos sis emas ope acionais, apenas du an e as ope ações de ca egamen o (pe iódicas planeadas) é que os dados são al o de algum ipo de edição; i . Va iá el no empo - ao con á io de um sis ema ansacional, em que os egis os apenas es ão associados ao momen o de acesso (são álidos ‘ago a’), um da a wa ehouse man ém egis os que es ão associados a odos os momen os onde oco eu uma al e ação nos dados (dados his ó icos). Um DW bem con uído em um impac o mui o signi ica i o a á ios ní eis ao pe mi i descob i no as o mas de aumen a a ecei a e a e iciência da o ganização, bem como aumen a a qualidade do supo e à decisão. Exis em duas di e en es abo dagens mais deba idas, op down e bo om up, pa a o desenho de uma DW que o am in oduzidas po Inmon (2002) e Kimball (2002), espe i amen e. A “Co po a e In o ma ion Fac o y” de Inmon (2002), co esponde à abo dagem op down que de ende a exis ência de um eposi ó io cen al com um modelo de dados no malizados, pa a alimen a os Da a Ma s dependen es com is a a pe mi i a explo ação de dados numa lógica depa amen al. Já Kimball (2002) em ou a pe spe i a, bo om up, onde consis e na c iação de Da a Ma s que podem se combinamos en e si pa a o ma a DW da o ganização a a és de um in e ace de ligação (“bus”), empo Kimball chamado a es a a qui e u a “Da a Wa ehouse Bus A chi ec u e”. 19 No en endo exis em ou as abo dagens que podem se u ilizadas onde se ado am p incípios das duas abo dagens (Bu s ein 2008). A necessidade de ob e in o mação es a égica, a pa i de um g ande olume de dados dispe sos le ou que osse desen ol ido um no o géne o de Sis ema de In o mação (SI) designado de Da a Wa ehouse, es es SIs são con uídos com o in ui o de apoia o p ocesso de omada de decisão na o ganização (Boa , 1997). O concei o de DW emon a ao inal dos anos 80 onde e a ido com sendo “o único eposi ó io lógico de oda a in o mação de negócio u ilizada pa a e ei o de epo ing” (De lin & Mu phy, 1988). A de inição de Ralph Kimball (2002), ap esen ada na ob a The Da a Wa ehouse Toolki , de ine DW como: "… a copy o ansac ion da a speci ically s uc u ed o que y and analysis." Com o su gimen o dos DWs oi necessá io c ia no os mé odos de es u u ação de dados, an o no a mazenamen o como na consul a de in o mação. As emp esas p oduzem e a mazenado um olume ele ado de dados, sendo no mal que es es dados es ejam dispe sos po á ias se ido es, que podem, inclusi e, es a dispe sos po á ias localizações geog á icas e e sido desen ol idos em pla a o mas e linguagem di e en es (Gup a, 1997). Um dos p incipais desa ios da implemen ação de um DW é a in eg ação dos dados, eliminando edundâncias, iden i icando os duplicados que possam es a em sis emas dis in os, ep esen adas sob o ma os ou designações di e en es (Adelman e Moss, 2000). O p ocesso de passagem dos dados dos sis emas ansacionais pa a o DW é denominado Ex ac ion, T ans o ma ion and Loading. O sis ema de DW, no malmen e, é sepa ados das bases de dados ansacionais, pelo que as consul as dos u ilizado es não deg adam a pe o mance dos sis emas ansacionais, que icam simul aneamen e p o egidos de al e ações e pe das causadas pela manipulação inde ida da in o mação. Há á ios anos que o ganizações pe cebe am a iqueza dos dados exis en es nos seus sis emas sejam eles uma olha de Excel, bases de dados dispe sas, en e ou os, e começa am cada ez mais a in es i em sis emas analí icos. An es de se analisa odos es es conjun os de sis emas, nomeadamen e em Business In elligence, em de se e um conjun o de dados coe en e com oda a in o mação da emp esa, o Da a Wa ehouse. 20 A cons ução de um Da a Wa ehouse é cada ez mais uma ealidade e uma opção emp esa ial impo an e, uma ez que se a a de uma ação que en ol e oda a o ganização e po ou o lado eque um luxo de in es imen o g ande, que em meios ma e iais, que em meios humanos. Uma ez con uído o DW é possí el agmen a-lo em BD mais pequenas, o ien adas po assun os ou, nes e caso, depa amen os, que são econhecidos como Da a Ma s. Um Da a Ma (DM) é uma es u u a de dados mul idimensional o ien ada po assun o ou po depa amen o que no malmen e em en oque numa á ea de ma ke ing, come cial, inancei a, en e ou as (Kimball e al., 1998). O seu empo de conceção é mais eduzido. A opção de con ui um Da a Ma es a elacionada com as necessidades dos u ilizado es inais ou das necessidade especi icas do negócios. Nes e caso em pa icula os dados exis em, a in o mação exis e mas é necessá io jun a udo numa única base de dados. Es e p ocesso de aglome a a in o mação oda i á possibili a que odos os abalhado es da á ea em ques ão enham acesso à in o mação de uma o ma mais ágil e ápida ( Malinowski e Zimányi, 2009). 2.4. P ROCESSO ETL A sigla ETL em do Inglês, Ex ac T ans o m Load, ou seja, Ex ação T ans o mação e Ca ga. Uma solução ETL pe mi e ealiza ope ações que passam pela ex ação a pa i das on es, ans o mação e inse ção dos dados na DW e um mo o OLAP - Online Analy ical P ocessing – pa a a ealização de consul a , e amen as de análise e ou as aplicações que ge em o p ocesso de ecolha e en ega de dados de o ma ú il e ele an e aos u ilizados (Cy an, 2003). As e amen as OLAP pe mi em aos u ilizado es e e ua em consul a de dados a a és de aplicações. Ajuda a en ende as di e sas necessidades de negócio que os dados cap u am, le ando a um p ocesso de decisão baseado em ac os (Bu s ein 2008). Pe mi e cap u a os dados a a és de medidas de dimensões o mando o chamado cubo OLAP (Valacich e Scheneide 2011). 21 Figu a 3 – Exemplo do p ocesso ETL O ETL é o p ocesso mais c í ico e demo ado na cons ução de um DW que consis e em ês e apas: 1. Ex ação (Ex ac ): É a cole a de odos os dados dos sis emas de o igem que podem se as mais di e sas on es de dados como po exemplo o Excel, um la ile ou ou a base de dados. Depois de os ex ai o sis ema ai ans e i-los pa a a S aging A ea onde o sis ema ETL pode ope a independen emen e das on es de dados; 2. T ans o mação (T ans o ma ion): É nes e e apa que se ealizam os de idos ajus es pa a en a melho a a qualidade dos dados ex aídos. Vem a pa e do a amen o da in o mação e da limpeza de dados, que consis e em pad oniza os dados em amanho e ipo, subs i uição de ca ac e es es anhos, co eção de e os de digi ação, e i a duplicidade de in o mações, subs i uição de dados não p eenchidos, de e-se ambém a a as di e en es de inições de in o mação, po exemplo, e um sis ema de de inição de H pa a homem e M pa a mulhe e ou o sis ema em M de masculino e F de eminino não é co e o. Em casos como es es de e-se op a pela de inição mais usual e o na-la pad ão pa a e i a inconsis ências nos dados; 3. Ca ga (Load): A e cei a e úl ima e apa consis e em es u u a e ca ega os dados pa a a DW. Dependendo das necessidades da o ganização es e p ocesso pode a ia 22 amplamen e. Algumas o ganizações op am po subs i ui as in o mações exis en es pelos dados acumula i os e ou as op am po adiciona os dados em al a no in e alo de empo a de ini . O in e alo de empo de inido po cada emp esa depende das necessidades de negócio. Na igu a 3 pode-se obse a um exemplo de um p ocesso ETL onde são os dados são ex aídos de ês on es di e en es, um base de dados, um ichei o Excel e um CVS ambém conhecido po Fla File. Depois da ex ação os dados são en iados pa a a S aging A ea (SA) onde são limpos e abalhados. A S aging A ea consis e numa á ea de a mazenamen o in e mediá ia, en e as on es de dados e o p óp io DW (Kimball e Ross 2002). Pos e io men e é ei o o ca egamen o dos dados na DW inal. Se os dados em ques ão não o em abalhados de uma manei a co e a no p ocesso de ex ação as in o mações ge adas a a és dos mesmos a ão com que as decisões omadas es ejam e adas, o que pode a e a di e amen e a o ganização. Po an o, os dados de em ep esen a a e dade (Kimball, 1998). A maio pa e do es o ço exigido ao longo da c iação de uma base de dados é consumido no p ocesso ETL (Inmon 1997). 2.5. S ISTEMA DE A POIO À D ECISÃO Os Sis emas de apoio à Decisão (SAD) azem pa e de um conjun o de Sis emas de In o mações que egem emp esas em odo o mundo. Os SAD di e em dos SI po que es es edi ecionam o planeamen o es a égico den o de uma emp esa. Um Sis ema de Apoio à Decisão cob e uma g ande a iedade de sis emas e ecnologias. Es es sis emas o am c iados com o in ui o de se i de auxílio às pessoas que omam decisões den o de uma o ganização. Os SAD são usados em decisões, em que um julgamen o é necessá io, ou em decisões de que não são comple amen e supo adas po algo i mos, ou seja, é semp e p eciso um u ilizado pa a usa es e ipo de sis emas, onde es e ep esen a o papel mais impo an e. 23 É impo an e ealça ou as de inições de um SAD: "Os Sis emas de Apoio à Decisão êm qua o ca ac e ís icas p incipais: inco po am simul aneamen e dados e modelos; o am concebidos pa a assis i os ge en es no seu p ocesso de decisão sob e a e as semies u u adas; supo am julgamen os ao ní el da ge ência; o seu obje i o é melho a a e e i idade das decisões, e não a e iciência com que cada decisão es á a se ei a." (Tu ban 1990) "Os sis emas de apoio à decisão são sis emas de in o mação in e a i os que assis em o ges o a acede a p oblemas mal es u u ados o e ecendo modelos analí icos e acesso a bases de dados." (Zwass 1992) Um SAD ás bas an es an agens como: ul apassa limi es cogni i os (a a és do compu ado ), decisões mais e icazes e e icien es, sepa a as ope ações de p odução das ope ações de decisão e apidez ao longo de odo o p ocesso. 2.6. D ATA M ART U m Da a Ma é um subconjun o de um DW o ien ados pa a os equisi os especí icos de um depa amen o ou em unção de um negócio, azão pela qual é mui as ezes cons uído endo em conside ação as necessidades dos u ilizado es inais. Qualque depa amen o pode á e o seu DM, sendo que odos os dados que cons am no DM são p o enien e do DW, se bem que em meno escala e com uma quan idade signi ica i a ag egados (Inmon 2008). As ês p incipais ca ac e ís icas dos Da a Ma s são segundo Oppel (2004): • Foco num depa amen o; • No malmen e não con ém dados ope acionais; • Implemen ação ípica com ecu so ao S a Schema 30 3.2.2.1 SSIS SQL Se e In eg a ion Se ice (SSIS) pe mi e a in eg ação de dados com al a pe o mance e cons ução de ETL, cons i uindo á ias ope ações pa a a cons ução de um Da a Wa ehouse. O SSIS inclui algumas e amen as g á icas pa a a c iação de a e as p é-de inidas como po exemplo, execuções de ins ução SQL, ligação às on es de in o mação, en io au omá ico de emails, ans o mações e manipulação de dados, ag egações, en e ou as. Figu a 9 – Ambien e de desen ol imen o do SSIS Na igu a 9 podemos e , do lado esque do, algumas a e as exis en es do SSIS, es as a e as apesa de p é-de inidas necessi am de uma con igu ação exaus i a de aco do com o ipo de dados, espe i as on es de in o mação e obje i o inal do u ilizado . 31 3.2.2.2 SSAS SQL Se e Analysis Se e (SSAS) possibili a a cons ução de on-line Analy ical P ocessing Componen (OLAP) do SQL Se e . O SSAS pe mi e cons ui es u u as mul idimensionais, os chamados cubos, e a mazena ag egações complexas. O Analysis Se ices é uma isão mul idimensional da nossa base de dados. Figu a 10 – Exemplo de um cubo mul idimensional. 3.2.2.3 SSRS SQL Repo ing Se ice é um módulo do SQL esponsá el pela cons ução de ela ó ios que em po base os dados p o enien es do cubo já cons uído. Em odo es e módulo a linguagem usada é o MDX. O SSRS é bas an e u ilizado nos dias de hoje is o que compo a ações desde cons ução de abelas, a ela ó ios que são expansí eis e pe mi em exibi ca ego ias e subca ego ias de p odu os a é ap esen a dados de uma o ma g á ica. 32 4. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS 4.1. C ONTEXTO O p oje o ap esen ado em seguida oi desen ol ido na sua o alidade, em odas as ases, po mim. No deco e des e es ágio o am ealizadas as a i idades abaixo desc i as. O p oje o consis iu em c ia de aiz um Da a Wa ehouse endo po base á ias on es de in o mação. A é ao momen o odos os dados u ilizados pela DPG e am consul ados acedendo a uma se ie de p og amas e, pos e io men e, compilados de o ma manual, num único Excel. Só depois des e p ocesso demo ado é que e a ei a uma análise a oda a in o mação, que mui as ezes se e ela a pouco p ecisa e mui o demo ada. Tendo em con a es e cená io o maio pedido ei o pela equipa da TAP p endia-se com o ac o de e a in o mação disponí el de o ma imedia a e com o maio igo possí el. O es ágio oi di idido em dois g andes p oje os. O p imei o p oje o passou pela c iação de um p ocesso ETL, com o in ui o de cons ui o DW. No segundo, desen ol e am-se alguns ela ó ios, endo po base o DM já exis en e, pa a que a in o mação possa es a semp e disponí el e a ualizada. Sem g ande conhecimen o da á ea de negócio, mas com uma g ande on ade de ap ende , i e inicialmen e algumas di iculdades pa a pe cebe que ipo de in o mação e a undamen al e de que o ma o depa amen o que ia que os dados ossem ap esen ados. Es á é uma das p incipais di iculdades encon adas po alguém que não em o know-how da á ea. 33 4.2. P ROJETO – M ONTAGEM DE UM PROCESSO ETL 4.2.1 D ESAFIO O p oje o inha um empo limi ado pa a a sua ealização o que cons i uiu um eno me desa io is o que o olume de dados ge ados po dia na TAP Po ugal é as onómico. As á ias bases de dados englobam mui a in o mação e os dados necessi am de se analisados an es de e e ua a sua ex ação. Pa a a implemen ação des a solução o am necessá ias, na ase inicial, bas an es euniões com oda a equipa pa a elabo a não só o desenho de odo o p ocesso como pe cebe de que o ma e a abalhada a in o mação a que inham acesso. Um dos g andes desa ios oi en a o imiza o mais possí el odos os p ocessos pa a que o empo de espe a dos u ilizado es osse o meno possí el. Pa a al o am semp e ealizados á ios es es e mon agem de á ios p ocessos em pa alelo com o obje i o de chega a uma solução ó ima. 4.2.2 T AREFAS E S KILLS A in o mação passa a mui o pelo ipo de a iões que azem de e minadas o as, as ho as de oo de cada memb o da ipulação e as ho as oadas po cada a ião, são exemplos de in o mação que e a eco en emen e pedida. Todas es as in o mações es a am em eposi ó ios de dados a iados, desde ichei os em Excel, bases de dados SQL e O acle e ichei os CSV. O p imei o passo oi pe cebe onde é que a in o mação se encon a a alocada e de que o ma se conseguiam liga os dados das á ias on es sem al e a o seu con ex o. De seguida cons uiu-se o p ocesso ETL que passou po ês ases: on es, s aging e analí ico. Na igu a 11 pode obse a -se um modelo ípico de um p ocesso de ETL. Figu a 11 – Modelo ipo de um p ocesso ETL. 34 A passagem da in o mação das on es ex e nas pa a as abelas designadas po on es são uma cópia di e a dos dados. Nes e passo apenas que emos ga an i que os dados já se encon am do nosso lado pa a que os possamos os abalha no p óximo passo. Semp e que exis e um ca egamen o dos dados pa a as abelas da DPG os dados são odos apagados e ol ados a ca ega . No p ocesso de on es não é gua dado nenhum ipo de his ó ico. É um p ocesso ápido com o obje i o apenas de ga an i apenas a cópia dos dados de um lado pa a o ou o. Na igu a 12 emos um exemplo conc e o do que oi desc i o. Como se pode obse a no inal do ca egamen o empo duas a e as, uma de sucesso e ou a de alha. Pa a exis i um con olo maio dos dados que são ca egados é inse ido numa abela de logging as ho as que o p ocesso e mina e o nome do package do SSIS em ques ão. Mais a de caso seja necessá io aze algum con olo ou se algum dos p ocessos de e o é mais ácil iden i ica em que passo oi, pa a que se possa co igi o e en ual e o de uma o ma mais simples e e icaz. Figu a 12 – P ocesso de ex ação da in o mação pa a uma abela on e. Assim, após e mos os dados p e endidos odos gua dados nas nossas abelas on es passou-se pa a as abelas de s aging. É nes e passo que se az o a amen o da in o mação consoan e as eg as de negócio que o am pedidas pela DPG. 35 Podemos obse a na abela 13 um exemplo da passagem da in o mação, onde é ei o um a amen o mais exaus i o dos dados. Nes a passagem é gua dado um his o io de oda a in o mação que ecebemos. Po mo i os de con idenciais não i á se explicado em de alhe o p ocesso ap esen ado mas de uma o ma ge al é ei a uma di isão en e os ipos de a iões e os espe i os des inos. Po im a in o mação é colocada numa abela com o nome “STG_TP_RATTING_AIRBUS” Figu a 13 - P ocesso ETL de ca egamen o de dados pa a uma abela de s aging. Após e mos a in o mação o almen e abalhada e gua dada nas abelas de s aging es amos em condições de passa mos pa a o úl imo passo. Na úl ima e apa azemos uma cópia da in o mação que cons a na s aging a ea pa a o DW inal. Todos os p ocessos que o am mon ados es ão inse idos em á ios jobs pa a que co am de o ma au omá ica e os u ilizado es enham a in o mação a ualizada dia iamen e. 36 4.1.3 R ESULTADOS A elabo ação e a implemen ação de uma solução de Business In elligence, endo po base a cons ução do e e ido p ocesso ETL e elou se uma mais- alia, an o pa a a o ganização como pa a os u ilizado es, na ó imização da diminuição dos e os ge ados ao longo de odo o p ocesso, como ambém no empo que e a pe dido pelos colabo ado es a mon a as eco en emen e analises. As e amen as de BI demos a am que são u eis e uma mais alida pa a qualque negócio e/ou emp esa que possua uma g ande es u u a de dados pa a a qual o empo de análise e es u u ação dos dados seja limi ada. 4.2 P ROJETO – C RIAÇÃO DE R ELATÓRIOS 4.2.1 D ESAFIO Após a ealização do p oje o an e io al a a ealiza a úl ima e apa; a c iação de ela ó ios. A e amen a u ilizada oi o Visual S udio SSRRS e as linguagens de p og amação o am o SQL e o MDX. O desa io passou pela c iação de ela ó ios com in o mação semp e a ualizada, endo po base alguns ela ó ios já c iados em Excel. A é ao momen o odos os ela ó ios e am c iados de o ma manual e a ualizados dia iamen e e alguns á ias ezes ao dia. Sem um conhecimen o p o undo na á ea mas já com algum know-how sob e o negócio i e de en ende quais as mé icas mais indicadas a u iliza . Pa a a elabo ação dos ela ó ios ha ia a necessidade de aplica alguns il os e o con eúdo dos mesmos e a ei o maio i a iamen e a a és de ma izes ou abelas. Foi-me dado um ela ó io modelos, onde já es a am de inidas as co es, o logo ipo e o ipo de le a a u iliza . 4.2.2 T AREFAS E S KILLS Na maio ia dos ela ó ios e e uados u ilizou-se a in o mação já o ganizada e hie a quizada dos cubos, linguagem MDX, mas em alguns ela ó ios oi necessá io eco e à linguagem de SQL po uma ques ão de pe o mance. 37 Pa a a cons ução de qualque ela ó io é necessá io a exis ência de Da a Sou ces de onde são ex aídos os dados com a in o mação eque ida. Todas as ligações o am e e uadas ao cubo e à DW. Na c iação dos Da a Se s o am execu adas que ys pa a ex ai os dados p e endidos, an o pa a as abelas a ap esen a nos ela ó ios, como pa a o auxílio de alguns pa âme os. Ao longo de execução des e p oje o pa icipei em di e sas euniões pa a en ende quais as necessidades de odos os u ilizado es de o ma a en a euni odos os equisi os pedidos. Depois de os ela ó ios es a em inalizados o am ealizados á ios es es pa a ga an i que udo es a em condições e sem e os de o ma a se em colocados em p odução e p on os a se em u ilizados. 4.2.3 R ESULTADOS A c iação de ela ó ios u ilizando as écnicas de Business In elligence e ela a-me uma ez mais supe io es à já ul apassada c iação de documen os Excel. Na ó ica de odos os u ilizado es es e no o mé odo de epo ing eio acele a o p ocesso de consul a de in o mação e diminui conside a elmen e a axa de e os is o que o a amen o da in o mação é ei o de o ma au omá ica. 38 5 CONCLUSÃO 5.1 A PRECIAÇÃO C RITICA DO T RABALHO D ESENVOLVIDO Du an e a elabo ação do p imei o p oje o, cons ução do p ocesso de ETL, oi-me possí el consolida oda a o mação académica e ap o unda os meus conhecimen os na e amen a des inada à in eg ação de dados. Fiquei subs ancialmen e mais amilia izado com odas as asks disponí eis no p og ama e ap endi quando e como é que as e ei de u iliza , o que acabou po me pe mi i uma maio e icácia na execução do p oje o. No segundo p oje o abalhei di e amen e sob in o mação já disponí el numa base de dados da emp esa. Ti e a opo unidade de e olui signi ica i amen e na cons ução de ela ó ios u ilizando a ecnologia SSRS. O meu conhecimen o de MDX e a mui o limi ado, o que exigiu de mim um es udo e um es o ço adicional. Es e p oje o exigiu mais da minha pa e, na medida, que só eu es a a enca egue pela execução dos ela ó ios, ganhei au onomia o al sob e o abalho que es a a a desen ol e . Es es desa ios ajuda am-me a enca a a ealidade dos p oje os com empos limi ados pa a a sua execução e a ge i odos os incon enien es de abalha sob p essão. Apesa de udo i e o p i ilégio de e uma equipa an ás ica ao meu lado que se mos ou semp e p esen e quando oi necessá io. No inal i e o p i ilégio de e o meu abalho elogiado po oda a equipa e u ilizado es, sen indo assim, que os meus obje i os o am cump idos. 5.2 A PRECIAÇÃO G LOBAL DO E STÁGIO E A PRENDIZAGEM Desde o p imei o dia que iniciei as minhas unções, quan o es agiá io, na TAP que ui acompanhado pelos melho es especialis as na á ea de BI. Ao longo de odo o p ocesso ui endo á ios desa ios, com necessidades de ap endizagens di e en es, o que colocou à p o a a minha capacidade de esolução de p oblemas e o ganização. É undamen al e e i que um dos maio es desa ios, e o mais complicado de ge i , oi o ac o de es a a es agia oi o ho as po dia e a equen a o mes ado ao mesmo empo. É algo mui o exigen e, no en an o, conside o uma expe iencia mui o en iquecedo a que me pe mi iu ob e ensinamen os 39 aliosos pa a o es o da ida, ob igando-me a aze uma ges ão do meu empo de uma o ma minuciosa e a é a descob i capacidades que a é en ão desconhecia. No é mino des a e apa, sin o que odo o meu es o ço ao longo des a jo nada oi ecompensado, po consegui alcança odos os obje i os p opos os, an o po mim, como aqueles que me o am exigidos ao longo do empo. Em suma, es ou mui o mo i ado e p epa ados pa a ul apassa os p óximos desa ios que su gi am na minha p o issional e pa a p og edi na á ea de Business In elligence. 5.3 P ERSPECTIVAS F UTURAS O começo des a e apa ep esen ou uma g ande mudança na minha ida, não só po e deixado a minha á ea de o mação, mas ambém po e ab açado algo comple amen e no o pa a mim, o que me ca i ou desde o p imei o dia que iniciei o mes ado. Apensa dos meus conhecimen os há um ano sob e a ma é ia de BI se em escassos, após a conclusão des e es ágio enquan o p o issional ac edi o e adqui ido o know-how su icien e pa a con inua a aze pa e de g andes p oje os como os que i e a possibilidade de pa icipa . Es a expe iência deu-me uma eno me on ade de con inua a ap ende , c esce e a expandi o meu conhecimen o pa a consegui aplica as melho es p a icas na ida p o issional e e uma expe iencia que me pe mi a au onomia o al, passando a exe ce a minha p o issão como um especialis a de Business In elligence. No meu pon o de is a a á ea de BI em um g ande po encial de c escimen o e exis e uma p ocu a cada ez maio no me cado, o que me le a a c e ac edi a que a impo ância da á ea i á cada ez se maio nas p óximas décadas.