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Georreferenciação na Polícia Municipal de Lisboa

Pereira, Marcelo José Franco

Abstract

O presente relatório descreve e reflete as atividades desenvolvidas no Estágio para o cumprimento dos requisitos da componente não letiva, integrado no Mestrado de Gestão do Território, na Polícia Municipal de Lisboa. A Polícia Municipal de Lisboa é um corpo especial de Polícia integrado na estrutura orgânica nuclear dos serviços da Câmara Municipal de Lisboa. Possui várias competências, tais como, ações de fiscalização e outras competências legais do Município, nomeadamente em matéria de urbanismo, atividades económicas, ambiente urbano, trânsito, entre outras. Dentro do organismo da Polícia Municipal, o estágio decorreu no Núcleo de Prevenção, Segurança e Relações Internacionais. No âmbito das competências do Núcleo, no estágio, que teve uma duração de seis meses, envolvi-me inicialmente no projeto Night Time Economy aplicado ao Município de Lisboa. Devido à crise de saúde causada pelo vírus Covid-19 que se vivia no período do estágio, esta temática não foi abordada e fui então integrado no projeto do Policiamento Comunitário. A este projeto, único em Portugal, apliquei vários métodos de tratamentos de dados geográficos, nomeadamente métodos de georreferenciação dos territórios e sobreposição dos mesmos com outra informação revelante para variados fins. Em várias etapas, foram utilizadas ferramentas do ArcGis Online para tratamento ou visualização da informação.

Full text

Ma celo José F anco Pe ei a Dezemb o, 2021 Geo e e enciação na Polícia Municipal de Lisboa. Nome Comple o do Au o Rela ó io de Es ágio de Mes ado em Ges ão do Te i ó io Rela ó io de Es ágio ap esen ado pa a cump imen o dos equisi os necessá ios à ob enção do g au de Mes e em Ges ão do Te i ó io ealizado sob a o ien ação académica do P o esso Dou o Rui Ped o Julião e o ien ação p o issional da Dou o a Ana Ve ónica Ne es. AGRADECIMENTOS Um ag adecimen o ao P o esso Rui Ped o Julião, o ien ado do es ágio, po oda a sua disponibilidade, paciência e o ien ação. Um ag adecimen o à Dou o a Ana Ve ónica Ne es pelo seu p o issionalismo, simpa ia e po se ex emamen e p es á el du an e e após o es ágio. Um ag adecimen o à Dou o a Mónica Diniz po me pe mi i jun a ao Núcleo de P e enção, Segu ança e Relações In e nacionais e po me e apoiado em odos os p oje os desen ol idos du an e o es ágio. Um ag adecimen o a odos os agen es da Polícia Municipal de Lisboa, com quem abalhei di e amen e, pela sua disponibilidade e gen ileza. Po úl imo, mas não menos impo an e, um g ande ob igado à amília e amigos pelos incen i os e apoios que me de am, em especial à minha namo ada que es e e semp e p esen e nos momen os em que mais necessi a a. Geo e e enciação na Polícia Municipal de Lisboa. Ma celo Pe ei a Resumo O p esen e ela ó io desc e e e e le e as a i idades desen ol idas no Es ágio pa a o cump imen o dos equisi os da componen e não le i a, in eg ado no Mes ado de Ges ão do Te i ó io, na Polícia Municipal de Lisboa. A Polícia Municipal de Lisboa é um co po especial de Polícia in eg ado na es u u a o gânica nuclea dos se iços da Câma a Municipal de Lisboa. Possui á ias compe ências, ais como, ações de iscalização e ou as compe ências legais do Município, nomeadamen e em ma é ia de u banismo, a i idades económicas, ambien e u bano, ânsi o, en e ou as. Den o do o ganismo da Polícia Municipal, o es ágio deco eu no Núcleo de P e enção, Segu ança e Relações In e nacionais. No âmbi o das compe ências do Núcleo, no es ágio, que e e uma du ação de seis meses, en ol i-me inicialmen e no p oje o Nigh Time Economy aplicado ao Município de Lisboa. De ido à c ise de saúde causada pelo í us Co id-19 que se i ia no pe íodo do es ágio, es a emá ica não oi abo dada e ui en ão in eg ado no p oje o do Policiamen o Comuni á io. A es e p oje o, único em Po ugal, apliquei á ios mé odos de a amen os de dados geog á icos, nomeadamen e mé odos de geo e e enciação dos e i ó ios e sob eposição dos mesmos com ou a in o mação e elan e pa a a iados ins. Em á ias e apas, o am u ilizadas e amen as do A cGis Online pa a a amen o ou isualização da in o mação. Pala as-Cha e: Polícia Municipal de Lisboa; Policiamen o Comuni á io; In o mação Geog á ica; SIG; Geo e e enciação; A cGis Online. Abs ac This epo desc ibes and e lec s he ac i i ies ca ied ou du ing he In e nship o ul ill he equi emen s o he non- eaching componen , as pa o he mas e ’s deg ee in Ges ão do Te i ó io, a he Polícia Municipal de Lisboa. Polícia Municipal de Lisboa is a special Police body in eg a ed in o he co e o ganic s uc u e o he Câma a Municipal de Lisboa se ices. I has se e al compe ences, such as inspec ion ac ions and o he legal compe ences o he Municipali y, namely in ma e s o u ban planning, economic ac i i ies, u ban en i onmen , a ic, among o he s. Wi hin he Municipal Police body, he in e nship ook place a he P e en ion, Secu i y, and In e na ional Rela ions Nucleus. Wi hin he scope o he Nucleus compe ences, du ing he in e nship, which las ed six mon hs, I was ini ially in ol ed in he Nigh Time Economy p ojec applied o he Municipali y o Lisbon. Due o he heal h c isis caused by he Co id- 19 i us ha was expe ienced du ing he in e nship pe iod, his ma e was no add essed, and I was hen ins ead in eg a ed in o he Policiamen o Comuni á io p ojec . To his p ojec , unique in Po ugal, I applied se e al me hods o handling geog aphic da a, namely me hods o geo e e encing e i o ies and laye ing hem wi h o he ele an in o ma ion o a ious pu poses. In se e al s ages, A cGis Online ools we e used o p ocess o isualize he in o ma ion. Keywo ds: Municipal Police o Lisbon; Communi y Policing; Geog aphic In o ma ion; GIS; Geo e e encing; A cGIS Online. Ab e ia u as BGRI – Base Geog á ica de Re e enciação de In o mação; CML- Câma a Municipal de Lisboa; CPTED – C ime P e en ion Th ough En i onmen al Design; DGT – Di eção Ge al do Te i ó io; ESRI – En i onmen al Sys ems Resea ch Ins i u e; FCSH – Faculdade de Ciências Sociais e Humanas; INE – Ins i u o Nacional de Es a ís ica; NPSRI – Núcleo de P e enção, Segu ança e Relações In e nacionais; NTE – Nigh Time Economy; NUTS - Nomencla u as de Unidades Te i o iais pa a Fins Es a ís icos; PML – Polícia Municipal de Lisboa; SIG – Sis emas de In o mação Geog á ica; UNL – Uni e sidade No a de Lisboa; ZI – Zona de In luência; ZP – Zona de Pa ulhamen o; Índice In odução ....................................................................................................................................... 1 Ins i uição de acolhimen o .............................................................................................................. 2 Os SIG em con ex o municipal ........................................................................................................ 4 Papel do Policiamen o Comuni á io e dos CLS ................................................................................ 6 P oje os elabo ados ........................................................................................................................ 9 Geo e e enciação dos e i ó ios do Policiamen o Comuni á io .............................................. 9 In odução e obje i os............................................................................................................. 9 Me odologias ......................................................................................................................... 10 Resul ados ............................................................................................................................. 18 Geo e e enciação dos Con a os Locais de Segu ança ............................................................ 19 In odução e obje i os........................................................................................................... 19 Me odologias ......................................................................................................................... 19 Resul ados ............................................................................................................................. 22 Análise es a ís ica dos e i ó ios do Policiamen o Comuni á io e dos Con a os Locais de Segu ança .................................................................................................................................. 22 In odução e obje i os........................................................................................................... 22 Me odologias ......................................................................................................................... 23 Resul ados ............................................................................................................................. 33 Ou as A i idades .......................................................................................................................... 34 Conclusões ..................................................................................................................................... 37 Re e ências Bibliog á icas .............................................................................................................. 39 Lis a de Figu as .............................................................................................................................. 41 Anexos ........................................................................................................................................... 42 1 In odução Es e ela ó io p e ende expo os p oje os ealizados du an e o es ágio cu icula ealizado en e se emb o de 2020 e ma ço de 2021 na Polícia Municipal de Lisboa (PML). O es ágio co esponde à componen e não le i a que é ob iga ó ia pa a a ob enção do g au de mes e em Ges ão do Te i ó io, com á ea de especialização em De eção Remo a e Sis emas de In o mação Geog á ica, pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Uni e sidade No a de Lisboa. Es e es ágio cu icula oi desen ol ido num dos ó gãos da Câma a Municipal de Lisboa (CML), a PML, mais conc e amen e no Núcleo de P e enção e Segu ança e de Relações In e nacionais (NPSRI). A ealização des e es ágio num ó gão da CML signi ica que pude coloca em p á ica os conhecimen os adqui idos ao longo do meu pe cu so académico, adqui i no os conhecimen os e e um p imei o con ac o di e o com o mundo ex e io ao mundo académico. Inicialmen e, a emá ica p incipal p opos a pa a es ágio oi o p oje o Nigh Time Economy (NTE), um es udo in e nacional com exemplo de á ias cidades pelo mundo, coo denado pelo p o esso D . Paul Cozens, do qual se ia publicado um li o com um capí ulo a ibuído a cada cidade in eg ada no es udo. O es udo p e endia abo da as expe iências e pe ceções dos u ilizado es dos es abelecimen os no u nos e iden i ica quais os cená ios ideais que os u ilizado es gos a iam de e implemen ados de o ma a melho a a sua expe iência de u ilização do espaço depois de anoi ece . O p oje o NTE oi adiado po empo inde e minado de ido à não u ilização dos espaços no u nos causado pela c ise de saúde pública mundial, COVID-19. Is o le ou à p ocu a de al e na i as e à e en ual necessá ia mudança de emá ica. Fui assim in eg ado no p oje o do Policiamen o Comuni á io (PC) pa a o qual elabo ei a e as p incipalmen e elacionadas com os Sis emas de In o mação Geog á ica (SIG), nomeadamen e a geo e e enciação e o a amen o de dados geog á icos. 8 A escolha dos e i ó ios pa a o policiamen o comuni á io ad ém de á ios anos de es udo e de p epa ação po pa e da PML, com pa icipação de mui as ou as en idades p esen es nos e i ó ios e de cidadãos in e essados, daí apenas exis i em 8 e i ó ios a ualmen e e poucos ou os em es udo. A p óp ia escolha dos agen es que ão in e agi com cada e i ó io acaba po se demo ada, sendo necessá io en ende quais os aços e ca ac e ís icas que a população deseja nos agen es e depois encon a os agen es que co espondem às desc ições desejadas. Os con a os locais de segu ança ou CLS su gem em Po ugal em 2008 como esul ado de uma ecomendação e obje i o do go e no. P e endiam ga an i a segu ança dos cidadãos e da comunidade eco endo a um policiamen o semelhan e ao policiamen o comuni á io, um policiamen o de p oximidade, mais isí el e e icaz de o ma a p opo ciona e e o ça o sen imen o de segu ança po pa e dos u ilizado es dos espaços. Pa a ga an i a sua ealização e e iciência su giu em 2008 um p o ocolo en e o MAI e a Associação Nacional dos Municípios Po ugueses enquad ado dos CLS que exige a esponsabilização solidá ia de á ias en idades: públicas e p i adas, cen ais, egionais e locais (Fe ei a, 2015). Du an e o meu es ágio abo dei 5 desses e i ó ios dos CLS (5 bai os) de Lisboa, nomeadamen e o Bai o do A mado , o Bai o do Casal dos Machados, o Bai o do Condado, o Bai o da C uz Ve melha e o Bai o de San os (Rego). Figu a 3. Con a os Locais de Segu ança 9 P oje os elabo ados Ao longo do es ágio o am desen ol idos á ios p oje os, alguns p oje os mais ex ensos que ou os. Nes e capí ulo es ão expos os esses p oje os po o dem empo al de desen ol imen o, al como uma b e e in odução e de inição de obje i os, seguido pela me odologia, is o é, a desc ição das a e as execu adas. Po im ap esen o os esul ados ob idos pa a cada p oje o. O capí ulo di ide-se em 3 p oje os p incipais, a geo e e enciação e delimi ação dos e i ó ios do PC, dos e i ó ios do CLS, e a sob eposição dos esul ados des as duas p imei as a e as com dados do Ins i u o Nacional de Es a ís ica (INE) e o a amen o desses mesmos dados de o ma a ob e a in o mação necessá ia. Em odos es es p oje os o am u ilizadas e amen as do A cGis Online disponibilizadas pelo En i onmen al Sys ems Resea ch Ins i u e (ESRI). Geo e e enciação dos e i ó ios do Policiamen o Comuni á io In odução e obje i os Como is o no capí ulo in odu ó io ao policiamen o comuni á io, há cada ez mais uma maio p oximidade en e polícia – cidadão. Da mesma o ma que é necessá io que os ó gãos públicos e os agen es es ejam in o mados, é undamen al que os cidadãos es ejam in o mados e in e essados, p incipalmen e quando es es êm cada ez mais pode de escolha sob e as mudanças e e oluções nos e i ó ios. A p esença de in o mação de apoio à decisão em sis emas abe os online é de igual o ma impo an e an o pa a um ó gão público como pa a um cidadão in e essado. A geo e e enciação dos limi es do Policiamen o Comuni á io su ge com base nes e p incípio, como o ma de expo ao cidadão in e essado os e i ó ios in e sec ados pelo p oje o de o ma que enha a se uma e amen a de apoio à decisão. 10 Numa sociedade onde a opinião dos cidadãos em p og essi amen e mais peso, a in o mação a ualizada o na-se ex emamen e impo an e. Foi de inido en ão que os limi es e iam de se expos os num dos se iços abe os da CML e oi selecionado o Lisboa In e a i a ou LXi. Ainda seguindo es es p incípios base, e a necessá io que após a inalização do es ágio odos os dados pudessem se al e ados ou a ualizados com alguma acilidade e agilidade de o ma que a in o mação se man i esse semp e a ualizada. Ob iamen e que, em alguns dos e i ó ios, su gem di iculdades à sua delimi ação. Não só di iculdade a de ini limi es, mas ambém a di iculdade de os isi a e de seleciona a e amen a co e a pa a a sua delimi ação. Pa a isi a os á ios e i ó ios acompanhei equipas de agen es associadas a cada um deles, compos as no malmen e po dois agen es que conhecem bem o e i ó io, al como as en idades e os a o es que a uam neles há anos. Pa a delimi a os e i ó ios, em cada uma des as isi as, u ilizei uma das e amen as online disponibilizadas pela ESRI, o Su ey123, que me pe mi iu c ia in o mação geo e e enciada a a és de uma aplicação do elemó el e o GPS do disposi i o. Es a in o mação pôde depois se abalhada e disponibilizada online ou desca egada e abalhada em ambien e desk op. Me odologias Comecei po c ia uma con a de A cGIS pa a Desen ol edo es que se ia apenas u ilizada pa a ma é ias elacionadas com o es ágio. Es a con a pe mi iu-me ao longo do es ágio gua da dados em ambien e online e acede aos mesmos em qualque luga ou disposi i o, pe mi indo-me abalha emo amen e sem qualque p oblema e isco de pe da de dados. Es a con a pe mi e ambém o uso de á ias e amen as, en e as quais o Su ey123 que se ia mui o impo an e pa a a p imei a ase do p oje o. O Su ey123 é uma e amen a que possibili a a c iação, pa ilha e análise de ques ioná ios, disponí el em desk op e em disposi i os mó eis a é quando desconec ado da in e ne . O Su ey123 pe mi e ambém associa os dados ecolhidos a localizações ísicas, ou seja, pe mi e geo e e encia os dados cole ados. 11 En e 16 de ou ub o de 2020 e 13 de janei o de 2021, acompanhei 8 equipas di e en es de agen es, cada equipa associada a um e i ó io di e en e do policiamen o comuni á io em Lisboa. Es as isi as inham como obje i o econhece e en ende os limi es dos e i ó ios, as maio es p oblemá icas ine en es aos mesmos e as abo dagens u ilizadas pelas á ias equipas. No dia 16 de ou ub o acompanhei o agen e Ga cia e o agen e Sil a ao Al o da Ajuda, um e i ó io compos o po dois bai os municipais, o Bai o 2 de Maio e o Casalinho da Ajuda. A 19 de ou ub o acompanhei o agen e Da id e a agen e Lígia ao e i ó io do Bensaúde, o Bai o mais pequeno do policiamen o comuni á io, mas um dos mais p oblemá icos, com mui os con li os en e comunidades. A 20 de ou ub o acompanhei o agen e Cas o e a agen e Paula ao e i ó io da Ameixoei a e Galinhei as, um dos e i ó ios mais ex ensos compos o po 6 zonas espalhadas po odo o e i ó io. A 21 de ou ub o acompanhei o agen e Cas anho ao Bai o Pad e C uz. A 22 de ou ub o acompanhei o agen e Mau ício ao e i ó io de Al alade, ou o dos e i ó ios mais ex ensos e de ca iz p incipalmen e come cial, com a exceção do Bai o das Mu as e do Bai o dos Fonsecas e Calçada. A 23 de no emb o acompanhei o agen e Gue ei o e o agen e Figuei edo ao e i ó io da Baixa de Lisboa e Chiado, uma zona p incipalmen e come cial e u ís ica. A 15 de dezemb o acompanhei a agen e Rosa ao e i ó io da Mou a ia, um e i ó io semelhan e à Baixa de Lisboa, mas com menos comé cio e com p oblemá icas mais di e si icadas. Po im, a 13 de janei o de 2021 acompanhei a agen e Emília à Al a de Lisboa, um e i ó io ex emamen e ex enso com á ios bai os p oblemá icos. Du an e es as isi as, a a és do Su ey123, geo e e enciei os limi es que me e am expos os pelos agen es a a és de um inqué i o ge ado po mim com essa inalidade e desca eguei-os pa a A cGis desk op de o ma a os abalhá-los. O inqué i o e a compos o po 5 espos as (inpu s), dos quais 3 e am ob iga ó ias e 2 acul a i as, dispos as po es a o dem. A da a de submissão e a o p imei o campo e e a in oduzida au oma icamen e, seguida pela seleção do e i ó io em p ocesso de delimi ação, um campo de escolha única com oi o opções p é-insc i as (os oi o e i ó ios possí eis). A úl ima espos a ob iga ó ia e a a localização, com basemap do 12 OpenS ee Map, p ede inido no Município de Lisboa. Es a espos a pe mi e a seleção manual do local, ou seja, uma localização emo a, ou pe mi e a u ilização do GPS do disposi i o mó el, que coloca um pon o na sua posição geog á ica. As obse ações e as e e ências o og á icas e am p incipalmen e pa a os casos em que exis iam obje os ísicos a delimi a os e i ó ios. Figu a 4 – Inqué i o da Delimi ação do Policiamen o Comuni á io (Su ey123). 13 Uma submissão do inqué i o esul ou na c iação de uma linha na abela da camada da delimi ação do PC, onde cada coluna co espondia a uma espos a do inqué i o. No o al o am e e uadas 71 ecolhas a a és des e inqué i o na aplicação Su ey123. De ido a alguma imp ecisão humana ou de GPS do disposi i o e a necessá io ajus a os pon os pa a que coincidissem com os limi es ísicos. Pa a al eco i p incipalmen e a o o o omapas disponibilizados pela Di eção Ge al do Te i ó io (DGT) com cobe u a nacional a 25cm de 2018 e a dados abe os da pla a o ma Geodados disponibilizada pela CML. O se iço disponibilizado pela DGT pode se acedido em á ios so wa es SIG e é g a ui o. A pla a o ma Geodados da CML disponibiliza conjun os de dados geog á icos de o ma g a ui a que ab angem 15 emá icas di e en es a é ao momen o. Quando odos os pon os que limi am os e i ó ios es a am co e amen e ajus ados p ocedi à c iação de polígonos de delimi ação pa a cada e i ó io. Após ge ados odos os polígonos e a necessá io que es a in o mação osse alidada. Como o ma de alidação de polígonos, a 9 de e e ei o es es o am expos os ao Che e Go dicho que suge iu di e sas al e ações. A 18 de e e ei o, numa ou a eunião com o Che e Go dicho, os polígonos dos e i ó ios do PC em Lisboa com as espe i as al e ações o am alidados. 14 Ficgu a 5 e Figu a 6 – Compa ação da delimi ação dos e i ó ios do PC an es e depois de alidados. Nes a p imei a eunião a 9 de e e ei o su ge o concei o e a dis inção en e Zonas de Pa ulhamen o (ZP) e Zonas de In luência (ZI). As Zonas de Pa ulhamen o são as p incipais á eas de in e enção de cada e i ó io, no malmen e as á eas mais con li uosas onde os agen es êm uma maio isibilidade po pa e do cidadão e dos u ilizado es do espaço. As Zonas de In luência são p incipalmen e zonas de passagem ou de a as oco ências no e i ó io com menos pa ulhamen o, onde po consequência os agen es são menos is os. Um bom exemplo é o e i ó io da Ameixoei a e Galinhei as. Es e e i ó io é compos o po 6 zonas de maio impo ância onde as oco ências são mais equen es, algumas des as bas an e p óximas umas das ou as, e po al são aglome adas numa só, como ep esen ado na igu a que se segue. Po ou o lado, a ZI é bas an e ex ensa, englobando odas as á eas de acesso e de baixas oco ências como a zona no a do e i ó io da Ameixoei a. 15 Figu a 7 – Dis inção En e Zonas de Pa ulhamen o e Zonas de In luência. Como obje i o inal, pa a que es a in o mação osse expos a ao público e não só ao núcleo ou à PML, as camadas o am encaminhadas pa a o Lisboa In e a i a. Fo am publicadas no LXi apenas as camadas e e en es às ZP dos oi o e i ó ios e a espe i a me a in o mação, p esen e na igu a 8. A in odução das camadas no se ido do LXI oi ealizada a a és do Depa amen o de Sis emas de In o mação da CML, nomeadamen e pela Dou o a Ca la Dua e e pela Che e de Di isão a Dou o a Rosa B anco. 16 Figu a 8 – Me a In o mação das camadas no se ido da LXI. 17 As me odologias aplicadas podem se exp essas no diag ama que se segue: Diag ama 1 – Desc ição da A i idade da Delimi ação do Policiamen o Comuni á io. 24 desag egação geog á ica. A BGRI desen ol e-se com base numa es u u a poligonal hie á quica cuja unidade elemen a de ep esen ação é a Subsecção Es a ís ica. Todas as ou as unidades são baseadas, po ag egação, nes a unidade básica, ais como as di isões adminis a i as e as Nomencla u as de Unidades Te i o iais pa a Fins Es a ís icos (NUTS). (Gei inhas) Ao desca ega os dados da BGRI, as subsecções es a ís icas êm sepa adas da abela de in o mação. As subsecções poligonais são abe as no so wa e A cMap jun amen e com a abela, que ainda se encon a sepa ada dos polígonos. A in o mação da abela oi in oduzida na abela de con eúdos das subsecções a a és de um Join, uma e amen a do so wa e que pe mi e a in odução de in o mação de uma camada na ou a eco endo a um campo em comum. A shape dos polígonos con ém o seu código de e e ência de secção es a ís ica, e es e é o campo em comum en e ambas as abelas de in o mação, a que eco i de o ma a uni a abela de dados es a ís icas à shape poligonal. Des a manei a odos os dados dos Censos de 2011 são in oduzidos e geo e e enciados aos polígonos das subsecções es a ís icas, onde cada linha da abela az e e ência a um polígono das subdi isões es a ís icas. Sob epondo os polígonos de es udo aos polígonos das subsecções es a ís icas com os dados dos censos na abela de con eúdos, ob emos en ão a in o mação ela i a a cada polígono das ZP dos PC e dos e i ó ios dos CLS. Es a seleção oi ealizada a a és da e amen a do so wa e, Selec By Loca ion. O Selec By Loca ion, ou, seleção baseada na localização, al como o nome indica, pe mi e seleciona camadas com base na sua localização. Nes e caso a seleção é aplicada aos polígonos das subsecções es a ís icas baseado na in e secção com as camadas do PC e dos CLS. O esul ado são as subsecções, e os dados ine en es a cada, de cada e i ó io em es udo. 25 De ido à na u eza dos dados, os limi es dos e i ó ios do PC, que ZP ou ZI, e dos CLS nem semp e coincidi am com os limi es das subsecções es a ís icas, ha endo si uações em que apenas g andes ou pequenas pa es das subsecções o am selecionadas. Es e p oblema e a mais comum nos e i ó ios do PC, sendo que os CLS o am em pa e delimi ados com base nas subsecções es a ís icas. Nes es casos op ou-se po aze uma seleção em excesso, sendo p e e í el seleciona subsecções es a ís icas a mais, mesmo nos casos pon uais onde apenas uma pequena pa e in e sec a a os polígonos de seleção. Op ou-se pela seleção em excesso po se em á eas onde os esiden es ainda u ilizam e equen am os espaços en ol en es ab angidos pelos p og amas do PC e dos CLS. Figu a 10 – Compa ação das subsecções es a ís icas nos e i ó ios de PC e CLS. 26 Figu a 11 – Compa ação das subsecções es a ís icas nos e i ó ios de PC e CLS. Ob endo en ão a in o mação es a ís ica de cada e i ó io, e a necessá io aze uma seleção das colunas necessá ias a u iliza pa a ob e as qua o a iá eis iniciais. An es de se e i a qualque alo das abelas é necessá io de ini bem os c i é ios associados a cada a iá el. A população esiden e pode en ende -se pelo conjun o de pessoas que, independen emen e de es a em p esen es ou ausen es num de e minado alojamen o no momen o de obse ação, i e am no seu local de esidência habi ual po um pe íodo con ínuo de, pelo menos, 12 meses an e io es ao momen o de obse ação, ou que chega am ao seu local de esidência habi ual du an e o pe íodo co esponden e aos 12 meses an e io es ao momen o de obse ação, com a in enção de aí pe manece po um pe íodo mínimo de um ano. A população esiden e pode ainda se exp essa na o alidade e sepa ada no sexo Masculino e Feminino. 27 O núme o de esiden es o al é ob ido pela coluna “N_INDIVIDUOS_RESIDENT”, o núme o de esiden es do sexo Masculino é ob ido da coluna “N_INDIVIDUOS_RESIDENT_H” e o núme o de esiden es do sexo Feminino é ob ido da coluna “N_INDIVIDUOS_RESIDENT_M”. A idade da população esiden e po escalão e á io é ex aída de á ias colunas, ais como “N_INDIVIDUOS_RESIDENT_0a4”, “N_INDIVIDUOS_RESIDENT_5a9”… A é à coluna “N_INDIVIDUOS_RESIDENT_65”, sendo es e o escalão e á io mais ele ado. De igual o ma, a mesma classi icação é aplicada ao sexo masculino e eminino, onde o campo é igual, mas com H (homem) ou M (mulhe ) na classi icação. Des a manei a é ambém possí el c ia os ês g andes escalões e á ios, sendo a população jo em dos 0 aos 14, a população em idade a i a dos 15 aos 64 e a população idosa dos 65+. Foi en ão c iada uma p imei a abela pa a cada e i ó io que ep esen a os Residen es po Escalão E á io/Sexo e a sua o alidade, con endo os ês g andes escalões e á ios e e idos acima, e os escalões dos 0 aos 4, dos 5 aos 9, dos 10 aos 13, dos 14 aos 19, dos 20 a 24, dos 25 a 64 dos 65+. Tabela 1 – Exemplo de uma abela populacional (Al o da Ajuda). 28 A escola idade e o g au de ins ução o am di ididos em duas a iá eis, o núme o de esiden es que equen am o ensino e o núme o de indi íduos esiden es com o g au de escola idade comple o. Es a p imei a a iá el es a a dispos a em 6 colunas, a coluna do núme o de indi íduos esiden es que equen am o 1º ciclo do ensino básico (“N_IND_RESIDENT_FENSINO_1BAS”), os que equen am o 2º ciclo do ensino básico (“N_IND_RESIDENT_FENSINO_2BAS”), os que equen am o 3º ciclo do ensino básico (“N_IND_RESIDENT_FENSINO_3BAS”), os que equen am o ensino secundá io (“N_IND_RESIDENT_FENSINO_SEC”), os que equen am o ensino pós-secundá io, (“N_IND_RESIDENT_FENSINO_POSSEC”) e os que equen am o ensino supe io (“N_IND_RESIDENT_FENSINO_SUP”). Foi ap esen ado ambém uma coluna com o peso pe cen ual pelo o al de indi íduos esiden es. Tabela 2 – Exemplo de uma abela de Alunos (Al o da Ajuda). O núme o de indi íduos esiden es com o g au de escola idade comple o es á dispos o em 7 colunas, a coluna do núme o de indi íduos esiden es que não sabe le nem esc e e (“N_IND_RESIDENT_N_LER_ESCRV”), os com o 1º ciclo do ensino básico comple o (“N_IND_RESIDENT_ENSINCOMP_1BAS”), os com o 2º ciclo do ensino básico comple o (“N_IND_RESIDENT_ENSINCOMP_2BAS”), os com o 3º ciclo do ensino básico comple o (“N_IND_RESIDENT_ENSINCOMP_3BAS”), os com o ensino secundá io comple o (“N_IND_RESIDENT_ENSINCOMP_SEC”), os com ensino pós-secundá io comple o (“N_IND_RESIDENT_ENSINCOMP_POSEC”) e os que equen am o ensino supe io (“N_IND_RESIDENT_ENSINCOMP_SUP”). Foi ap esen ado ambém uma coluna com o peso pe cen ual pelo o al de indi íduos esiden es. 29 Tabela 3 – Exemplo de uma abela do Ní el de Ins ução (Al o da Ajuda). Po im a abela da ocupação, compos a po população a i a e ina i a e pela axa de a i idade. Po população a i a en ende-se, a população com idade mínima de 15 anos que, no pe íodo de e e ência, cons i uía a mão de ob a disponí el pa a a p odução de bens e se iços que en am no ci cui o económico (população emp egada e desemp egada). Po população ina i a en ende-se a população que independen emen e da idade, no pe íodo de e e ência, não podia se conside ada economicamen e a i a, is o é, não es a a emp egada nem desemp egada. A axa de a i idade pe mi e de ini o peso da população com 15 e mais anos de idade. A axa de a i idade ep esen a o núme o de a i os po cada 100 indi íduos esiden es com 15 e mais anos de idade. A população a i a é calculada pela soma de indi íduos esiden es desemp egados à p ocu a do 1º emp ego (“N_IND_RESID_DESEMP_PROC_1EMPRG”), dos indi íduos esiden es desemp egados à p ocu a de no o emp ego (“N_IND_RESID_DESEMP_PROC_EMPRG”) e dos indi íduos esiden es emp egados (N_IND_RESID_EMPREGADOS”). A população ina i a é calculada a a és da sub ação da população a i a ao o al do núme o de indi íduos esiden es com idade igual ou supe io a 15 anos. A axa de a i idade é calculada a a és da di isão do núme o o al de a i os pelo núme o de indi íduos esiden es com idade igual ou supe io a 15 anos. 30 Tabela 4 – Exemplo de uma abela de Ocupação (Al o da Ajuda). Es a me odologia oi inicialmen e aplicada a odos os e i ó ios das ZP do PC e dos e i ó ios dos CLS, esul ando num o al de 11 abelas semelhan es dispos as num documen o Excel. Como p opos o inicialmen e, aplicando a mesma me odologia, o am ambém ge adas abelas ela i as às ZP de Al alade e Baixa-Chiado, e à o alidade dos e i ó ios do PC, ge ando assim ou as 9 abelas compos as (o Bai o Pad e C uz não em ZI). Tabela 5 – Exemplo de uma abela compos a (Al o da Ajuda). 31 Pa a acili a a lei u a e es udo do documen o, o Excel con inha um índice que le a a o u ilizado en e olhas do documen o, ge ado com mac os do so wa e, incluindo os di e en es e i ó ios e a olha de me adados. A olha de me adados con ém oda a me a in o mação dos dados, is o é, a sua o igem e as suas ca ac e ís icas in ínsecas. Desc e e ambém, de modo mui o esumido, como cada a iá el oi calculada. Figu a 12 – Me a in o mação do documen o excel das abelas compos as. 32 Diag ama que desc e e o desen ol imen o da a i idade: Diag ama 3 - Desc ição da A i idade de Análise Es a ís ica dos CLS e PC. 33 Resul ados Des a a i idade o am ob idos á ios esul ados, al como de inidos nos obje i os. O p imei o esul ado expo ado oi a ca og a ia ela i a à in e secção das subsecções es a ís icas com os polígonos de delimi ação dos e i ó ios. Pa a os e ei os do inqué i o de i imização o am c iados 11 mapas, ela i os a 6 ZP dos e i ó ios do PC e os 5 dos e i ó ios dos CLS, sob epos os às subsecções es a ís icas. Pa a além des a, oi c iada ca og a ia das es an es 2 ZP do PC, que não o am incluídas no es udo p elimina do inqué i o, sob epos as às subsecções es a ís icas, de o ma a comple a essa in o mação pa a o núcleo, com oda a ca og a ia do PC e dos CLS nos anexos b) e d) espe i amen e. De o ma semelhan e, esul ou ainda ca og a ia e e en e à in e secção das ZP e ZI (á ea o al de cada e i ó io do PC) com as subsecções es a ís icas, e e en e ao anexo c). Es a ca og a ia pe mi iu isualiza a disposição geog á ica das á ias subsecções es a ís icas que compõem cada á ea de es udo. Resul a am ambém as abelas de dados b u os, ex aídas da in e secção dos dados de 2011 da BGRI com os polígonos de delimi ação dos e i ó ios. Po se em abelas de dados b u os, as abelas con inham oda a in o mação p esen e na BGRI do ano de 2011 sem se aplicada qualque seleção. Es as abelas o am en iadas em dois o ma os di e en es, em o ma o de imagem (.png) e o ma o Excel (.xls). Fo am ainda ge adas as abelas compos as, as abelas com os cálculos aplicados aos o ais de cada e i ó io em es udo. Semelhan e ao en io das abelas de dados b u os, es as abelas compos as o am en egues em dois o ma os di e en es, em o ma o de imagem (.png) e o ma o Excel com mac os (.xlsm). Es e úl imo o ma o con inha me adados e um índice de esul ados. As abelas compos as encon am-se di ididas em 3 anexos, sendo o anexo e) e e en e às abelas compos as da in e secção dos dados es a ís icos com as ZP. O anexo ) é e e en e às abelas compos as da in e secção do e i ó io o al (ZP+ZI) com os dados es a ís icos. O anexo g) é e e en e às abelas compos as da in e secção dos e i ó ios dos CLS com os dados es a ís icos. 40 MSI. (1997). LIVRO VERDE PARA A SOCIEDADE DE INFORMAÇÃO EM PORTUGAL. Ob ido de MeioAmbien e: h p://meioambien e.cul u amix.com/poluicao/acao-do-homem- sob e-o-meio-ambien e Pe ei a, P. G. (2015). O Papel das Polícias Municipais na Segu ança In e na. Soa es, V. (2019). Ges ão e explo ação de dados geog á icos em con ex o municipal. Exemplo de p oje os da Câma a Municipal de Lisboa. Wickham, M. (2012). Alcohol consump ion in he nigh - ime economy . GLAECONOMICS. Zouain, D., Riccio, V., & Zami h, J. L. (2008). POLICIAMENTO COMUNITÁRIO: FATOR ESTRATÉGICO PARA IMPLANTAÇÃO DE POLÍTICA PÚBLICA DE SEGURANÇA. Re is a Alcance. 41 Lis a de Figu as Figu a 1. O ganog ama da Polícia Municipal de Lisboa. ................................................................. 3 Figu a 2. Policiamen o Comuni á io no Município de Lisboa po o dem do seu apa ecimen o. ... 7 Figu a 3. Con a os Locais de Segu ança ......................................................................................... 8 Figu a 4 – Inqué i o da Delimi ação do Policiamen o Comuni á io (Su ey123). ........................ 12 Ficgu a 5 e Figu a 6 – Compa ação da delimi ação dos e i ó ios do PC an es e depois de alidados. ....................................................................................................................................... 14 Figu a 7 – Dis inção En e Zonas de Pa ulhamen o e Zonas de In luência. ................................. 15 Figu a 8 – Me a In o mação das camadas no se ido da LXI. ...................................................... 16 Diag ama 1 – Desc ição da A i idade da Delimi ação do Policiamen o Comuni á io. ................. 17 Figu a 9 – Camadas publicadas no se ido do LXi. ...................................................................... 18 Diag ama 2 - Desc ição da A i idade da Delimi ação dos Con a os Locais de Segu ança. .......... 21 Figu a 10 – Compa ação das subsecções es a ís icas nos e i ó ios de PC e CLS. ....................... 25 Figu a 11 – Compa ação das subsecções es a ís icas nos e i ó ios de PC e CLS. ....................... 26 Tabela 1 – Exemplo de uma abela populacional (Al o da Ajuda)................................................. 27 Tabela 2 – Exemplo de uma abela de Alunos (Al o da Ajuda). .................................................... 28 Tabela 3 – Exemplo de uma abela do Ní el de Ins ução (Al o da Ajuda). .................................. 29 Tabela 4 – Exemplo de uma abela de Ocupação (Al o da Ajuda). ............................................... 30 Tabela 5 – Exemplo de uma abela compos a (Al o da Ajuda). .................................................... 30 Figu a 12 – Me a in o mação do documen o excel das abelas compos as. ................................ 31 Diag ama 3 - Desc ição da A i idade de Análise Es a ís ica dos CLS e PC. .................................... 32 Figu a 13 – Ska e Pa k de Ma ila e Bai os Municipais. .............................................................. 35 ....................................................................................................................................................... 35 Figu a 14 – Polciamen o Comuni á io no Município de Lisboa legendados po o dem c onológica. ................................................................................................................................... 35 Figu a 15 – Resul ados na aplicação do A cGis Online. ................................................................. 36 I Anexos a) Mapas da delimi ação Policiamen o Comuni á io II III IV V b) Mapas das subsecções es a ís icas nas Zonas de Pa ulhamen o VI VII VIII XV e) Tabelas Compos as das Zonas de Pa ulhamen o XVI XVII XVIII XIX XX XXI XXII XXIII ) Tabelas Compos as das Zonas de Pa ulhamen o e Zonas de In luência XXIV XXXI XXXII XXXIII XXXIV