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Geografia e cidadania: como pode a Geografia melhorar a qualidade das decisões dos jovens no século XXI

Deserto, João Luís Realinho

Abstract

Este relatório procura resumir o trabalho realizado durante um ano letivo como professor estagiário de Geografia na Escola Secundária António Damásio, em Lisboa. O tema escolhido recai sobre o papel da educação geográfica na formação dos cidadãos. A generalidade dos documentos orientadores sobre a educação para o século XXI destaca, precisamente, a exigência de educar para o exercício de uma cidadania responsável e interventiva. Segundo a UNESCO, é necessário encontrar uma nova abordagem para a educação, centrada nos desafios da sustentabilidade e assegurando aprendizagens de qualidade como base para o desenvolvimento. A Geografia, pela abordagem e interligação de temas a diferentes escalas, constitui uma das áreas disciplinares que melhor pode contribuir para a formação global dos jovens enquanto cidadãos. Vivemos tempos de mudanças aceleradas, de alteração de comportamentos e o conhecimento chega de formas muito diversas. A literacia geográfica é, porventura, hoje mais do que no passado, essencial na formação das novas gerações porque muitos dos seus comportamentos e decisões podem vir a ter impactos nos territórios, tanto do ponto de vista ambiental como nas relações sociais. Conhecer melhor o espaço próximo e o que lhe está mais distante, compreender as interações dos fenómenos físicos e humanos e as consequências das decisões que tomam, no presente e no futuro, contribui para agilizar o raciocínio científico e torna os jovens cidadãos geograficamente mais competentes. Nas turmas onde decorreu o estágio foram aplicadas diferentes metodologias no processo de ensino-aprendizagem, numa linha mais construtivista, na turma de secundário, e sobretudo comportamentalista, na turma do básico. Tanto no 8º F como no 10º S, a realização de pequenos questionários com perguntas relativas a situações do quotidiano permitiu verificar alterações positivas na tomada de decisão após a aprendizagem. No 10º S as atividades extracurriculares reforçaram esses resultados.

Full text

Geog a ia e Cidadania: como pode a Geog a ia melho a a qualidade das decisões dos jo ens no século XXI João Luís Realinho Dese o Ou ub o, 2017 Rela ó io de Es ágio de Mes ado em Ensino da Geog a ia no 3º ciclo do Ensino Básico e no Ensino Secundá io Nome, í ulo, ano i Rela ó io de Es ágio ap esen ado pa a cump imen o dos equisi os necessá ios à ob enção do g au de Mes e em Ensino da Geog a ia no 3º ciclo do Ensino Básico e no Ensino Secundá io, ealizado sob a o ien ação cien í ica da P o esso a Dou o a Dulce Pimen el da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, da Uni e sidade No a de Lisboa, e supe isão da p á ica de ensino da esponsabilidade da P o esso a Ma ia do Rosá io Bap is a, docen e de Geog a ia na Escola Secundá ia An ónio Damásio. ii AGRADECIMENTOS Em p imei o luga que o ag adece aos meus pais, as pessoas que semp e me apoia am em odas as decisões da minha ida, aconselhando-me, mas deixando-me segui o meu caminho, mesmo quando disco da am das minhas escolhas. Mui o ob igado pela con iança e apoio incondicional. Seguidamen e, à p o esso a Ma ia do Rosá io Bap is a, que me acolheu no seio das suas u mas e me ez sen i bem- indo no seio da comunidade escola da Secundá ia An ónio Damásio, pelo mui o que me ensinou e po me e ei o c esce enquan o pessoa. Ob igada po me e in oduzido na p o issão de p o esso . Ao meu colega e amigo Rui Tiago de Almeida, pela pa ilha de odos os momen os du an e o es ágio. A sua amizade e p o issionalismo es i e am semp e p esen es e o espí i o de en eajuda pe mi iu-nos ence os desa ios do úl imo ano le i o. À minha o ien ado a cien í ica na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, da Uni e sidade No a de Lisboa, P o esso a Ma ia Dulce Pimen el, pela o ma magní ica como o ien ou o meu ela ó io e pela disponibilidade pa a acompanha o meu p ocesso de ap endizagem no ensino da Geog a ia. Aos alunos, a causa do nosso abalho diá io. iii GEOGRAFIA E CIDADANIA: COMO PODE A GEOGRAFIA MELHORAR A QUALIDADE DAS DECISÕES DOS JOVENS NO SÉCULO XXI JOÃO LUÍS REALINHO DESERTO i RESUMO Es e ela ó io p ocu a esumi o abalho ealizado du an e um ano le i o como p o esso es agiá io de Geog a ia na Escola Secundá ia An ónio Damásio, em Lisboa. O ema escolhido ecai sob e o papel da educação geog á ica na o mação dos cidadãos. A gene alidade dos documen os o ien ado es sob e a educação pa a o século XXI des aca, p ecisamen e, a exigência de educa pa a o exe cício de uma cidadania esponsá el e in e en i a. Segundo a UNESCO, é necessá io encon a uma no a abo dagem pa a a educação, cen ada nos desa ios da sus en abilidade e assegu ando ap endizagens de qualidade como base pa a o desen ol imen o. A Geog a ia, pela abo dagem e in e ligação de emas a di e en es escalas, cons i ui uma das á eas disciplina es que melho pode con ibui pa a a o mação global dos jo ens enquan o cidadãos. Vi emos empos de mudanças acele adas, de al e ação de compo amen os e o conhecimen o chega de o mas mui o di e sas. A li e acia geog á ica é, po en u a, hoje mais do que no passado, essencial na o mação das no as ge ações po que mui os dos seus compo amen os e decisões podem i a e impac os nos e i ó ios, an o do pon o de is a ambien al como nas elações sociais. Conhece melho o espaço p óximo e o que lhe es á mais dis an e, comp eende as in e ações dos enómenos ísicos e humanos e as consequências das decisões que omam, no p esen e e no u u o, con ibui pa a agiliza o aciocínio cien í ico e o na os jo ens cidadãos geog a icamen e mais compe en es. Nas u mas onde deco eu o es ágio o am aplicadas di e en es me odologias no p ocesso de ensino-ap endizagem, numa linha mais cons u i is a, na u ma de secundá io, e sob e udo compo amen alis a, na u ma do básico. Tan o no 8º F como no 10º S, a ealização de pequenos ques ioná ios com pe gun as ela i as a si uações do quo idiano pe mi iu e i ica al e ações posi i as na omada de decisão após a ap endizagem. No 10º S as a i idades ex acu icula es e o ça am esses esul ados. PALAVRAS-CHAVE: Geog a ia, cidadania, ensino-ap endizagem, li e acia geog á ica. i ABSTRACT This epo seeks o summa ize he wo k done du ing a school yea as a ainee geog aphy eache a he An ónio Damásio Seconda y School in Lisbon. The heme chosen is he ole o geog aphic educa ion in he aining o ci izens. The gene ali y o he guidance documen s on educa ion o he wen y- i s cen u y emphasizes p ecisely he need o educa e o he exe cise o esponsible and in e ening ci izenship. Acco ding o UNESCO, i is necessa y o ind a new app oach o educa ion, ocusing on he challenges o sus ainabili y and ensu ing quali y lea ning as a basis o de elopmen . Geog aphy, by app oaching and in e connec ing hemes a di e en scales, is one o he disciplina y a eas ha can bes con ibu e o he global educa ion o young people as ci izens. We li e in imes o accele a ed change, beha io change and knowledge comes in many di e en ways. Geog aphical li e acy is pe haps mo e han in he pas , essen ial in he o ma ion o he new gene a ions because many o i s beha io s and decisions may ha e impac s on he e i o ies, bo h om he en i onmen al poin o iew and in social ela ions. Unde s anding he closes and mos dis an space, unde s anding he in e ac ions o physical and human phenomena, and he consequences o he decisions hey make, bo h now and in he u u e, helps o s eamline scien i ic easoning and make young ci izens geog aphically mo e compe en . In he classes whe e he in e nship was held, di e en me hodologies we e applied in he eaching-lea ning p ocess, in a mo e cons uc i is line, in he seconda y, and mainly beha io al class, in he basic g oup. In bo h he 8 h and 10 h g ades, small ques ionnai es wi h ques ions ela ed o e e yday si ua ions allowed o posi i e changes in decision making a e lea ning. In he 10 h g ade ex acu icula ac i i ies ein o ced hese esul s. KEY WORDS: Geog aphy, ci izenship, eaching-lea ning, geog aphical li e acy. ii Índice Ag adecimen os ........................................................................................................................ ii Resumo ...................................................................................................................................... ABSTRACT ................................................................................................................................. i Índice de Figu as .................................................................................................................... iii INTRODUÇÃO ............................................................................................................................ 1 1. GEOGRAFIA E CIDADANIA: UMA RELAÇÃO CADA VEZ MAIS ESTREITA .............................. 3 1.1 Em o no do concei o de cidadania ............................................................................. 3 1.2. Sis ema de ensino e o mação de cidadãos ............................................................... 5 1.3. As eo ias compo amen alis a e cons u i is a ...................................................... 12 1.4. O con ibu o da Geog a ia na o mação de cidadãos no século XXI ....................... 17 2. PRÁTICA DE ENSINO SUPERVISIONADA EM GEOGRAFIA .................................................. 23 2.1. A Escola Secundá ia An ónio Damásio (Lisboa) ....................................................... 23 2.2. P á ica de Ensino Supe isionada no 8º F ................................................................ 24 2.2.1. Exemplos de aulas lecionadas 25 2.2.2. Ques ioná ios aplicados à u ma do 8º F 29 2.2.3. Resul ados e conclusões dos ques ioná ios 31 2.3. P á ica de ensino supe isionada no 10º S .............................................................. 36 2.3.1. Exemplos de aulas lecionadas 37 2. 3.2. Apu amen o de esul ados do abalho de g upo 41 2.3.3. A i idades ex acu icula es: isi as ao IPMA e ao Aquedu o das Águas Li es 44 3. DISCUSSÃO DE RESULTADOS .............................................................................................. 50 3.1. Ques ioná ios aplicados ao 8ºF ................................................................................ 50 3.2. A aliação suma i a do 8º F ....................................................................................... 50 3.3. A aliação suma i a do 10º S ..................................................................................... 51 4. CONCLUSÕES ....................................................................................................................... 53 BIBLIOGRAFIA ....................................................................................................................... 55 ANEXOS .................................................................................................................................... 58 I. Diaposi i os da aula sob e o ema “Cidades”, domínio “Cidades, p incipais á eas de ixação humana” (8º F, 23/3/2017) ............................................................................................. 58 II. Diaposi i os da aula sob e o ema “Pesca”, domínio “Ag icul u a, pecuá ia e pesca” (8º F, 1/6/2016) .......................................................................................................................... 62 III. Ques ioná ios desen ol idos no 8º F ......................................................................... 65 IV. A aliação suma i a 8º F .............................................................................................. 73 V. Diaposi i os da aula sob e o ema “Os Recu sos Híd icos” (10º S, 23/3/2017) ........ 77 VI. Tes e elabo ado pa a o 10º S ..................................................................................... 78 VII. C i é ios de classi icação do es e do 10º S ............................................................... 83 VIII. A aliação Suma i a 10º S .......................................................................................... 89 IX. No ícias de apoio ao abalho de g upo 10º S (de 25/5/2017) ................................. 94 X. Visi a de es udo ao IPMA 10º S ................................................................................. 102 XI. Visi a de es udo ao Aquedu o das Águas Li es 10º S ............................................. 103 iii ÍNDICE DE FIGURAS Figu a 1. G elha de obse ação de aula do 8º F sob e “Cidades” (23/3/2017) ............. 27 Figu a 2. G elha de obse ação de aula do 8º F sob e “Pesca” (1/6/2017) ................... 29 Figu a 3. Respos as à ques ão sob e a localização do equipamen o despo i o, an es e depois da ap endizagem dos con eúdos geog á icos. ................................................... 31 Figu a 4. Respos as à ques ão sob e o me cado imobiliá io, an es e depois da ap endizagem dos con eúdos geog á icos. .................................................................... 32 Figu a 5. Respos as à ques ão sob e eligiões, an es e depois da ap endizagem dos con eúdos geog á icos. .................................................................................................. 34 Figu a 6. Respos as à ques ão sob e igualdade, an es e depois da ap endizagem dos con eúdos geog á icos. .................................................................................................. 35 Figu a 7. G elha de obse ação de aula do 10º S sob e “Clima” (24/3/2017) ............... 38 Figu a 8. G elha de obse ação de aula do 10º S, “T abalho de g upo” (25/5/2017) ... 43 Figu a 9. A aliação do ques ioná io das isi as de es udo ao IPMA e ao Aquedu o ..... 49 Figu a 10. 1º ques ioná io aplicado ao 8º F (22/3/2017) ............................................... 68 Figu a 11. 1º ques ioná io aplicado ao 8º F (3/5/2017) ................................................. 68 Figu a 12. Resul ados do segundo ques ioná io aplicado ao 8º F (19/4/2017) ............. 71 Figu a 13. Resul ados do segundo ques ioná io aplicado ao 8º F (3/5/2017) ............... 72 Figu a 14. 1º es e suma i o do 8º F .............................................................................. 73 Figu a 15. 2º es e suma i o do 8º F .............................................................................. 74 Figu a 16. 3º es e suma i o do 8º F .............................................................................. 75 Figu a 17. 4º es e suma i o do 8º F. ............................................................................. 76 Figu a 18. 1º es e suma i o do 10º S ............................................................................ 89 Figu a 19. 2º es e suma i o do 10º S ............................................................................ 90 Figu a 20. 3º es e suma i o do 10º S ............................................................................ 91 Figu a 21. 4º es e suma i o do 10º S ............................................................................ 92 Figu a 22. 5º es e suma i o do 10º S ............................................................................ 93 7 cu icula es não disciplina es de Es udo Acompanhado, Á ea de P oje o e Educação Cí ica, sendo es a a mais ele an e pa a a emá ica em es udo. A educação cí ica é de inida po Geo gi (2008) como o “de elopmen o s uden ci ic awa eness, c i ical hinking, and esponsible pa icipa ion in he li e o he class, school, and communi y” (Geo gi, 2008, p. 111). Hoje em dia, a Fo mação Cí ica az pa e do cu ículo escola ambém no 3º ciclo, enquan o no ensino secundá io, a c iação de alo es de cidadania ica a ca go dos p o esso es das di e sas disciplinas e de oda a comunidade escola , não exis indo nenhuma á ea cu icula ou não cu icula especí ica pa a o e ei o. Geo gi (2008) de ende que os emas cu icula es ans e sais da educação pa a a cidadania podem se abo dados em á eas cu icula es, em disciplinas como a ma emá ica ou iloso ia, assim como em a i idades cu icula es ealizadas pelas escolas, baseadas em disciplinas de aco do com o P oje o de Educação Escola e os P oje os Cu icula es. As escolas de em ambém o e ece a i idades educa i as elacionadas com a educação ambien al, assis ência social e olun a iado o que ajuda á a desen ol e a dimensão da cidadania Eu opeia. Com o su gimen o da Fo mação Cí ica p e endeu-se, como e e e Es e es (2010), que os alunos desen ol essem compe ências mo ais e cí icas, melho ando a sua in eg ação em e mos sociais e cul u ais na sociedade a uma escala local e num con ex o nacional e/ou global. Es a á ea cu icula não disciplina e e como g ande obje i o a o mação e c iação de cidadãos conscien es e pa icipa i os, sendo as a i idades a ealiza da esponsabilidade do conselho de u ma. Apesa das di iculdades ine en es à eo ganização cu icula de di e sas á eas disciplina es e não disciplina es, e da necessidade de po em p á ica a o mação dos jo ens enquan o cidadãos, a au o a conside a que a Geog a ia e e e e á um papel de e minan e pa a al, a a és de escolas e/ou associações. O documen o elabo ado pelo Minis é io da Educação em 2017, denominado “Pe il dos alunos à saída da Escola idade Ob iga ó ia”, des aca que a ap o ação da Lei de Bases do Sis ema Educa i o Po uguês, em 1986, pe mi iu que as medidas ossem 8 omadas em o no de dois g andes obje i os: ga an i que a educação de odas as c ianças e jo ens inha qualidade, ao mesmo empo que es a e a ala gada em e mos empo ais de o ma sucessi a. Desde 2009 que a escola idade ob iga ó ia es á de inida dos 6 aos 18 anos de idade. A necessidade de es abelece o pe il do aluno enquan o cidadão no inal da escola idade ob iga ó ia o nou-se ainda mais incada de ido ao aumen o do núme o de anos de escola idade ob iga ó ia e à di e sidade de opções educa i as e cu icula es que os alunos êm à sua disposição (Minis é io da Educação, 2017). No documen o são explici ados p incípios, alo es, bem como as compe ências que se p e ende que os alunos enham quando e minam o ensino secundá io, des acando-se no que se e e e à cidadania que seja um se do ado de “li e acia cul u al, cien í ica e ecnológica”, capaz de seleciona in o mação de o ma c í ica e oma decisões undamen ais no seu quo idiano. Es as compe ências inham já sido des acadas po Sil a & Fe ei a (2000) ao conside a em que enquan o p ocesso educa i o, a educação endo em is a a cidadania p e ende a o mação de pessoas esponsá eis, solidá ias, au ónomas, com capacidade de diálogo e a gumen ação, espí i o c í ico e democ á ico, plu alis a e c ia i o. Po seu u no, Gomes (2017) a gumen a que odos os p o esso es de em e como base do seu abalho a o mação dos alunos enquan o cidadãos, u ilizando semp e uma isão p á ica e exemplos p óximos. Is o po que, “A educação pa a a cidadania, a o mação pessoal e social não pode se uma abo dagem eó ica e dis an e dos p oblemas que a e am as idas dos se es humanos” (Gomes, 2017, p. 5), de e an es se Uma condição de sucesso do abalho de qualque p o esso , que é, an es de mais, um educado , e que p omo e a abe u a ao eu elacional e social e ao ou o elacional e social. O que ealmen e impo a é que odo o planeamen o e odas as in e enções (dos di e en es a o es, agen es e se iços educa i os) ajudem odos e cada um dos jo ens a lida melho consigo p óp io, com os ou os e com o meio no qual es á inse ido (Gomes, 2017, p. 5). A o mação pessoal e social undamen a-se, na opinião do au o , na u gência de possibili a aos alunos no as p á icas, pa a além da me a ansmissão de conhecimen os e em p eocupações de jus iça, colocando o oco na igualdade de necessidades dos alunos 9 p econizando “uma o mação humanis a e uma é ica cosmopoli a, a en a aos enómenos da globalização, da di e sidade cul u al e de po os” (Gomes, 2017, p. 12), p epa ando os jo ens pa a uma pa icipação comple a e con ínua no mundo. A escola é um excelen e luga pa a que es es alo es sejam c iados pois é um espelho da sociedade e a única ealidade que odos os alunos conhecem. Numa sociedade democ á ica, a escola su ge assim, “como um espaço p i ilegiado pa a a o mação de cidadãos in e enien es e ac i os (…), capazes de pensa po eles p óp ios e de se o ganiza em au onomamen e de uma o ma lexí el ace às di e en es si uações que ão i endo” (Sil a & Fe ei a, 2000, p. 92). Essa é a unção p imei a da Escola se en ende mos que o p ocesso educa i o p e ende a o mação de pessoas esponsá eis, solidá ias, au ónomas, com capacidade de diálogo e a gumen ação, espí i o c í ico e democ á ico, plu alis a e c ia i o. Po se a a em de a i udes e alo es ans e sais à sociedade “a sua inse ção no cu ículo eque uma abo dagem ans e sal, an o nas á eas disciplina es e disciplinas como em a i idades e p oje os” (Di eção-Ge al da Educação, 2013, p. 2), nos á ios ní eis de ensino. E, Subjacen e a es a conceção educa i a, es á uma isão in eg ado a das di e sas á eas do sabe que a a essa oda a p á ica educa i a e que supõe, pa a além de uma dinâmica cu icula , ambém uma i ência de escola, coe en e e sis emá ica, ala gada ao con ex o em que es a se inse e (Di eção-Ge al da Educação, 2013, p. 2). Educa omen ando o gos o pela ap endizagem p essupõe que os alunos desen ol am uma boa capacidade de ap endizagem de base, es imulando assim a sua on ade/capacidade pa a ap ende ao longo da ida. Conside ando a g ande di e sidade é nica, socioeconómica, mo i acional ou mesmo cogni i a, a adoção de um de e minado pe il pe mi i á que es ejamos de o ma di e a a con ibui pa a a exis ência de equidade na sociedade. O século XXI coloca desa ios eno mes aos sis emas educa i os, pois o conhecimen o cien í ico e ecnológico desen ol e-se a um i mo alucinan e, exis indo g ande ince eza ela i amen e à iden idade, segu ança e sus en abilidade do plane a. A melho educação é aquela que pe mi e aos jo ens o ma uma opinião sob e o que se 10 passa no mundo, p epa ando-os pa a o imp e is o, aumen o a sua capacidade de adap ação, a esiliência e on ade/capacidade pa a alcança obje i os. As ecomendações da UNESCO ão no sen ido de que odo o p ocesso de ensino- ap endizagem de a con empla as ês dimensões do desen ol imen o sus en á el, conside ando que os Obje i os de Desen ol imen o in eg am es as mesmas dimensões: económica, social e ambien al. As me as es abelecidas a é 2030 são: End po e y and hunge e e ywhe e; o comba Inequali ies wi hin and among coun ies; o build peace ul, jus and inclusi e socie ies o p o ec human igh s and p omo e gende equali y and he empowe men o women and gi ls; and o ensu e he las ing p o ec ion o he plane and i s na u al esou ces. We esol e also o c ea e condi ions o sus ainable, inclusi e and sus ained economic g ow h, sha ed p ospe i y and decen wo k o all, aking in o accoun di e en le els o na ional de elopmen and capaci ies (UNESCO, 2015, p. 6). A escola em, assim, de esponde a desa ios pe manen es que êm ambém ob igado ao desen ol imen o de um ipo de ensino que exige uma ges ão lexí el do cu ículo po pa e dos p o esso es e pela pa icipação dos alunos no seu p óp io p ocesso de o mação. As mudanças e ince ezas do século XXI eque em se es adap á eis, is o é, com a capacidade de mobiliza as compe ências cha e, mas ambém de es a em p epa ados pa a os no os desa ios da sociedade. É, po isso, necessá io alo iza o sabe , que odas as ações despe em cu iosidade in elec ual e c iem cidadãos que o alo izem de o ma e e i a. Aos 18 anos espe a-se o aluno enha adqui ido conhecimen os e desen ol ido capacidades e a i udes que lhe pe mi am a alia e conhece o mundo que o odeia, ao mesmo empo que se adap a às cons an es mudanças que nele oco em. É se capaz de pensa de modo c í ico e au ónomo, se c ia i o, mas ao mesmo empo comunica , espei a o abalho dos ou os e abalha de o ma colabo a i a. Pa a isso é undamen al sabe econhece a impo ância que as ciências, as a es, as ecnologias e as humanidades êm na sua o mação e os con ibu os que dão pa a a sus en abilidade social, cul u al, económica e ambien al, an o à escala nacional como mundial (Minis é io da Educação, 2017). 11 Como se dep eende, e os au o es do documen o ea i mam, há uma complemen a idade en e es es desígnios, cuja elação se e o ça “num modelo de escola idade o ien ado pa a a ap endizagem dos alunos, que isa, simul aneamen e, a quali icação indi idual e a cidadania democ á ica” (Minis é io da Educação, 2017, p. 10). Es e e e encial explici a ainda os alo es que de em pau a a cul u a da escola, sendo odos os jo ens enco ajados a colocá-los em p á ica. En e es es alo es es ão os que se elacionam di e amen e com a cidadania, a pa icipação e a libe dade, en endidos no sen ido do “ espei o pela di e sidade humana e cul u al “e na a uação segundo “os p incípios dos di ei os humanos”. O aluno/cidadão é, assim, capaz de “negocia a solução de con li os em p ol da solida iedade e da sus en abilidade ecológica”, alo iza o bem comum e p ocu a se in e en i o e emp eendedo (Minis é io da Educação, 2017, p.11). Nos úl imos anos, emos indo a assis i a uma necessidade c escen e de o ma se es humanos e não apenas ansmi i conhecimen os, opção que é ida como mui o pe inen e no p esen e e que se á ainda mais no u u o (UNESCO, 2014). Conside ando as mudanças pelas quais passam as sociedades e os desa ios que essas mudanças colocam à educação, á ias en idades en e as quais a UNESCO êm indo a des aca que o ensino da cidadania global eque uma abo dagem holís ica, pa a uma cidadania global, sendo que Educa ional demand o mal and in o mal app oaches, cu icula and ex acu icula in e en ions and con en ional and uncon en ional pa hways o pa icipa ion. In o mal se ings, Global Ci izenship Educa ion can be deli e ed as an in eg al pa o an exis ing subjec (such as ci ic o ci izenship educa ion, social s udies, en i onmen al s udies, geog aphy o cul u e), o as an independen subjec a ea. In eg a ed models appea o be mo e common (UNESCO, 2014, p. 10). En e os sabe es e compe ências do u u o des acam-se: i. Comp eende os di e en es ní eis de iden idade e omen a o sen imen o de pe ença à humanidade; ii. Te um conhecimen o p o undo dos p oblemas globais mundiais, assim como de alo es uni e sais como a jus iça, equidade, dignidade e espei o pelo p óximo; 12 iii. Fomen a a capacidade de e os p oblemas de di e sos pon os de is a, endo em con a ou as cul u as ou eligiões e de abalha em g upo; i . Mani es a uma noção de bem maio ou bem pa a a comunidade. Es es g andes obje i os se ão alcançados a a és da a ibuição de compe ências aos alunos, pa a que es es possam mais acilmen e oma decisões num mundo cada ez mais in e dependen e, sendo conc e izá eis, essencialmen e a a és da exis ência de espei o pelo p óximo (UNESCO, 2014). 1.3. As eo ias compo amen alis a e cons u i is a Os p ocessos de ap endizagem são complexos e di e si icados, o que le a o p o esso a p ocu a comp eende como as c ianças e jo ens ap endem, e quais as me odologias e es a égias mais a o á eis a essa ap endizagem. Conside ando a impo ância que as ques ões de cidadania assumem na o mação dos alunos, pa ece-nos jus i ica -se alguma e lexão ace ca das eo ias de ap endizagem que, em nosso en ende , melho podem se i esse p opósi o. Na p á ica pedagógica op ámos maio i a iamen e po me odologias que se enquad am em duas g andes eo ias educa i as, a compo amen alis a e a cons u i is a. De aco do com Pa audeau (2013), no modelo compo amen alis a ou beha io is a, o mecanismo essencial da ap endizagem é o condicionamen o. Segundo es e modelo, p edominan e a é meados do século XX em oda a Eu opa, o sujei o ado a uma espos a o ma ada pa a uma de e minada si uação, um sis ema de e o ços posi i os ou nega i os em es imula o sujei o pa a que es e possa o mula a espos a adequada. À semelhança de ou os países, o sis ema educa i o nacional possuía a é há poucas décadas en aizada a ideia de que es a se ia a eo ia educa i a a segui . Me odologias como a simpli icação de conhecimen os quando um aluno em di iculdade em acompanha o es o da u ma, a epe ição de o ma exaus i a e mecânica, u ilização de e o ços como cas igos ou ecompensas. A epe ição é ú il, pois pe mi e aos alunos c ia e e ências, mas é somen e o p imei o passo pa a que o aluno possa chega à e dadei a comp eensão (Pa audeau, 2013). 13 Numa isão compo amen alis a, a ap endizagem é ealizada com o obje i o de a ingi de e minados esul ados, ap ende é adqui i o mas simples e e icazes de chega à me a, como explica o au o Ins ui signi ica en ão do a o aluno de mecanismos de ealização que ele pode aplica a pa i do momen o em que a si uação o pede. Es a pe spe i a co esponde a algo de social em jogo que isa o ma u u os cidadãos obedien es e p on os a se i e icazmen e (Pa audeau, 2013, p. 31). É impo an e e e i que o aluno não é des i uído do seu sen ido c í ico, é apenas le ado a c ia espos as au omá icas pa a o su gimen o de cada ipo de p oblema. Em e mos de u ilização de me odologias na sala de aula, es a p ende-se mui o com a epe ição exaus i a, com a p á ica mecânica em con ex os semelhan es. Es e ipo de me odologia em algumas alhas quando os alunos êm necessidade de esol e p oblemá icas di e en es daqueles às quais es ão habi uados (Pa audeau, 2013). O condicionamen o pe mi e que o sujei o modi ique o seu compo amen o a pa i de es ímulos, o sabe é eco ado ou ans o mado de o ma a simpli icá-lo, pa a que seja mais ácil a sua epe ição e consequen e memo ização. Rela i amen e à in e ação aluno/p o esso o sabe encon a-se con ido pelo adul o, sendo que es e ques iona o aluno pa a que as suas aquisições sejam e o çadas. Na he e oes u u ação, os conhecimen os são ansmi idos de o ma mais imposi i a ao aluno, a a és de um obje o ou pelo p o esso . A ap endizagem esul a da ansmissão de sabe , endo o p o esso um papel undamen al como de en o e ansmisso do conhecimen o. A ap endizagem po obje i os in eg a-se nes e modelo educacional. Fo emen e ligado a es e ipo de eo ia educa i a encon a-se, como me odologia pa a o ensino-ap endizagem, as aulas exposi i as. Di e en es au o es êm de inições sob e o que são “aulas exposi i as”, con udo, conco dam que nes e modelo educacional, o p o esso em uma posição mais cen al e p eponde an e, como eículo ansmisso do conhecimen o, enquan o o aluno desempenha um papel mais passi o. An ónio Mão de Fe o desc e e-o da seguin e o ma: “Podemos de ini o Mé odo Exposi i o como aquele em que o o mado desen ol e 14 o almen e um assun o, dando odo o con eúdo, is o é, a in o mação de pa ida, a es u u ação do aciocínio e o esul ado” (Fe o, 2000, p. 6). Com o desen ol imen o ecnológico e consequen e su gimen o de um maio núme o de ecu sos disponí eis, como ídeos, diaposi i os, no ícias, a i idades digi ais, exis indo equipamen os e condições nas escolas pa a a sua u ilização, es es podem e de em se u ilizados, en iquecendo as aulas. Conco damos com Fe o (2000) quando e e e que a exis ência de aulas exposi i as se ajus a a u mas com as seguin es ca a e ís icas: quan idade ele ada de alunos, compo amen o desajus ado, inexis ência de ele ado núme o de alunos com NEE (necessidades educa i as especiais), g upos onde exis a “bullying”. O mesmo au o e e e que se conside a mos a especi icidade de algumas emá icas abo dadas, a dimensão dos cu ículos escola es endo em con a o empo disponí el, a opção po aulas exposi i as pode e ela -se p o ei osa, de endo o p o esso in e cala a exposição com algum diálogo com a u ma, e i ando se um ins umen o de epe ição. Nes e ipo de aula, o discu so do p o esso de e se di e o e impa cial, en ando con a uma his ó ia e assim cap a a a enção dos alunos com um oco semp e bem de inido. No século XX su gem no as eo ias na á ea da psicologia educacional. Piage e Vygo sky, pais da psicologia cogni i a con empo ânea, de endem que o conhecimen o é cons uído em ambien es na u ais de in e ação social, es u u ados cul u almen e, onde cada aluno cons ói o seu p óp io conhecimen o num p ocesso com uma dinâmica do ex e io pa a o in e io , endo na sua o igem expe iências psicológicas. Explicam o compo amen o humano numa pe spe i a em que sujei o e obje o in e agem num só p ocesso esul an e da cons ução e econs ução de es u u as cogni i as (Pa audeau, 2013). O conhecimen o não é es anque, pode se ap imo ado odos os dias e esul a de in e ações com a sua ealidade, sendo cada indi íduo o p incipal esponsá el pela cons ução do seu p óp io conhecimen o. Es e nunca pode á se conside ado en ão, um simples p odu o do meio em que i e, assim como uma consequência das disposições 15 in e nas de cada um, mas sim um equilíb io en e ambos. O conhecimen o de cada pessoa e á ap oximações, mas não pode á se a cópia da ealidade (Ta a es, Pe ei a, Gomes, Mon ei o, & Gomes, 2007). As noções de empo, espaço e lógica de aciocínio são cons uídas pelo indi íduo a a és da sua ação com a en ol en e (Cou inho & Mo ei a, 1998). Num con ex o de sala de aula, a isão cons u i is a implica uma pa icipação dos alunos na c iação do seu p óp io conhecimen o, não se adequando, po an o, qualque aula pu amen e exposi i a, nas quais os alunos êm uma a i ude passi a, onde não exis e oca de ideias ou o desen ol imen o de a i idades. Segundo No ak (1996), cons i uem igual impo ância pa a a ap endizagem de no os conhecimen os, os a o es ex e nos e in e nos, conside ando os a o es in e nos como conhecimen os p é ios dos alunos. Es a é ambém a nossa opinião. Quando um aluno ao desen ol e o seu abalho é acompanhado po um colega ou p o esso pode a ingi pa ama es mais ele ados de conhecimen o compa a i amen e com a capacidade demons ada “à p io i”. Es e é o concei o de zona de desen ol imen o p óximo. Pa a Pa audeau (2013), a aquisição de conhecimen o po pa e do aluno acon ece em dois momen os empo ais dis in os. Em p imei o luga , o aluno cons ói o seu conhecimen o de o ma acompanhada e mais a de en a econs ui-lo sozinho. A pe spe i a Vygo skiana é um p olongamen o da pe spe i a de Piage ; u iliza o seu esquema ela i amen e à a i idade cogni i a do aluno e adiciona a con ibuição da in e ação social. Como e e e Pa audeau (2013), o cons u i ismo de ine que o pensamen o es á baseado em es u u as lógicas que o o ganizam, sendo possí el ap ende com o meio en ol en e. O ensino dá p imazia a a i idades nas quais os alunos en am cons ui no as espos as. O cons u i ismo clássico so eu uma al e ação ligei a ela i amen e à in e ação do sujei o com e cei os. O modelo clássico e a bipola , o sujei o ap endia apenas ao in e agi com o obje o. Mais ecen emen e, o modelo passou a se ipola . A in e ação do sujei o passou a acon ece ambém com ou o sujei o. Num con ex o escola , es e modelo ganha maio ele ância, pois o aluno encon a-se semp e inse ido num conjun o de edes in e a i as que podem acili a ou di icul a a aquisição de conhecimen os. 16 No modelo de in e es u u ação, o cen o da ap endizagem é a in e ação en e o aluno e o obje o, sendo a base da ap endizagem a cons ução do sabe pelo aluno esul an e da sua in e ação com o meio ou com e cei os. O p o esso em como p incipal unção a o ganização da si uação e, po exemplo, a o mação dos pa es, conside ado po es a eo ia uma o ma de ap endizagem e icien e. Segundo a pe spe i a cons u i is a, o p o esso em a necessidade de se p eocupa com elações lógicas e in a-lógicas do aluno, conside ando semp e as condições consensuais e sociais do desen ol e da a e a, o concei o de con li o sociocogni i o (Pa audeau, 2013). A ap endizagem em g upos não pode se ei a jun ando os elemen os de o ma alea ó ia; sendo necessá io que algumas condições sejam eunidas pa a que a cons i uição desses mesmos g upos seja p o ei osa pa a odos os elemen os cons i uin es, como po exemplo: a necessidade de cada in e enien e conhece o obje i o isado e se mobiliza pa a lá chega , e on ade de abalha em conjun o e de coope a , que sob a o ma de colabo ação (mobilização de ene gias na mesma di eção) que sob a o ma de con on o (exposição ao pon o de is a do ou o) (Pa audeau, 2013). Como explica o au o , a ap endizagem es á di idida em di e sos polos: o polo indi idual, o social e con ex ual. Apesa de dis in os, exis e in e ação en e os ês. O polo indi idual es á elacionado com o aluno enquan o sujei o e com a a e a p opos a, conside ando a ase de desen ol imen o em que se encon a. Es e mesmo polo di ide-se em 3 componen es: A componen e cogni i a, que ab ange a capacidade que o aluno em de comp eende a in o mação e con ex ualizá-la. A componen e cono a i a, uma componen e que e ela o es ado psicológico do aluno em e mos de au oes ima, con iança nas suas capacidades e a on ade que em em ealiza a a e a com sucesso. Cada aluno em a sua noção pessoal de sucesso. A componen e a e i a conside ando a empa ia c iada en e colegas, com o p o esso e com o p óp io ecin o escola são condições ele an es pa a o sucesso. O polo social ab ange o g upo no qual o sujei o se inse e na escola assim como nou os g upos sociais e mesmo a o ma como a sua amília p óxima ê a escola, endo 23 2. PRÁTICA DE ENSINO SUPERVISIONADA EM GEOGRAFIA 2.1. A Escola Secundá ia An ónio Damásio (Lisboa) A Escola Secundá ia An ónio Damásio (ESAD) ica si uada na pa e o ien al da cidade de Lisboa, na A enida D . F ancisco Luís Gomes, eguesia dos Oli ais, esul ando da usão en e as Secundá ias P o esso He culano de Ca alho e Vi o ino Nemésio. A eguesia dos Oli ais é uma das mais populosas da cidade de Lisboa, con ando com 33.778 habi an es em 2011 (Câma a Municipal de Lisboa). Tem uma his ó ia ica e an iga, desde os es ígios do paleolí ico a é à ocupação ag ícola e pos e io desen ol imen o indus ial e seu declínio no século XX, ol ando a despon a com a ealização da Exposição dos Oceanos em 1998 e o su gimen o do p oje o u banís ico do Pa que das Nações. Sede do Ag upamen o de Escolas dos Oli ais (que inclui ainda a EB1+JI Alice Viei a, a EB1+JI Manuel Teixei a Gomes, a EB1+JI Sa ah A onso e a EB2+3 dos Oli ais), a Secundá ia An ónio Damásio des aca-se pela o iginalidade da sua a qui e u a, “simul aneamen e luminosa e sób ia, uncional e con o á el” e pela qualidade dos espaços “em que se mesclam in e essan es sinais adicionais, mode nos e con empo âneos”. En e 2009 e 2011 a Escola oi ampliada e equali icada pela emp esa Pa que Escola , EPE, “do ando-a de bons espaços o mais e in o mais de ensino e de con í io” (Escola Secundá ia An ónio Damásio, 2017). A população escola do Ag upamen o é de 242 p o esso es, 2694 alunos e/ou c ianças, 11 assis en es écnicos, 63 assis en es ope acionais e 2 écnicos supe io es (P oje o Educa i o Ag upamen o de Escolas de San a Ma ia dos Oli ais, 2013). Na ESAD exis em 1345 alunos, p a icamen e me ade (49,9%) dos alunos do Ag upamen o, que são o iundos, maio i a iamen e, das eguesias ci cundan es. A g ande p ocu a da Escola po alunos, que nos úl imos anos se dis ibuí am po u mas do 7º ao 12º ano de escola idade, cons i ui um indicado de alo ização do ensino aí minis ado. As c ianças e jo ens que equen am a ESAD p o êm de meios socioeconómicos di e sos, mas a in e cul u alidade não é mui o signi ica i a no Ag upamen o (apenas 2,5% do o al de alunos), embo a em algumas u mas a di e sidade de nacionalidades susci e necessidades educa i as especí icas. 24 O p oje o educa i o do Ag upamen o de Escolas dos Oli ais, ao econhece a complexidade das si uações no empo que i emos, apos a na qualidade do ensino, p e endendo que cada Escola “eduque cidadãos compe en es, solidá ios e cul os”. 2.2. P á ica de Ensino Supe isionada no 8º F No ano le i o de 2016-2017, a u ma do 8º F inha na sua cons i uição 25 alunos, 11 do sexo eminino e 16 do sexo masculino. No inal do p imei o pe íodo saiu um aluno e chega am dois, um de cada sexo. À al u a da aplicação do p imei o inqué i o no âmbi o da PES, a u ma e a cons i uída po 12 apa igas e 14 apazes. No início do ano le i o, a média de idades e a de 13 anos. Dois dos alunos êm nacionalidade chinesa e ês, nacionalidade b asilei a, dois deles chegados a Po ugal no início do segundo pe íodo. Apenas um aluno inha necessidades educa i as especiais diagnos icadas (NEE), sem nenhuma ep o ação no seu cu ículo. Rela i amen e a apoios sociais, 30% dos alunos (8) bene iciam de apoio SASE (4 do escalão A e 4 do escalão B). Tendo po base o plano de u ma do ano le i o an e io , o am iden i icadas algumas ca ac e ís icas como: di iculdades na exp essão esc i a, agilidades que no domínio cien í ico que em in e enções desajus adas, mau compo amen o ge al, p o ocado po alguns ocos indi iduais, e ambém di iculdades no domínio das a i udes e alo es. Nas p imei as semanas do es ágio p ocu ei conhece melho a u ma e e con ac o com os mé odos de ensino-ap endizagem desen ol idos pela p o esso a coope an e Ma ia do Rosá io Bap is a. Assis i às suas aulas e pa icipei na p epa ação de algumas a i idades. endendo às ca ac e ís icas da u ma e de e ada uma g ande di iculdade de concen ação na ealização das a e as p opos as, conco dámos que a me odologia mais adequada pa a que exis isse ap endizagem na u ma do 8º F se ia a ealização de aulas exposi i as. O ipo de ecu so u ilizado oi maio i a iamen e a ap esen ação dos con eúdos em Powe Poin . Es e ipo de ap esen ação possibili ou a exis ência de um io condu o sob e a emá ica em es udo, eco endo à u ilização de imagens e a exemplos p á icos po 25 o ma a cap a a a enção dos alunos pa a casos conc e os do seu quo idiano e assim man e o seu ní el de concen ação pelo maio empo possí el. Em e mos de empo le i o, impo a ainda e e i que as p imei as aulas o am dedicadas a con eúdos e e en es ao 7.º no de escola idade que não inham sido lecionados, o que o iginou uma meno disponibilidade pa a o ensino-ap endizagem de emá icas do 8º ano. 2.2.1. Exemplos de aulas lecionadas Aula do dia 23 de ma ço, subdomínio: “Cidades, p incipais á eas de ixação humana” Sumá io: Funções U banas. Mo ologia U bana. Exemplos. Obje i os ge ais: Comp eende a o ganização mo o uncional das cidades Obje i os especí icos: • Dis ingui unção u bana de á ea uncional. • Ca ac e iza as p incipais á eas uncionais das cidades. • Relaciona o apa ecimen o de no as cen alidades com o c escimen o das cidades e a e i alização dos seus cen os. • Compa a plan a i egula , plan a adioconcên ica e plan a o ogonal. • Relaciona as di e en es plan as com a e olução e planeamen o das cidades. Concei os geog á icos: • Á ea uncional • Mo ologia u bana • Planeamen o u bano • Espaço u bano • Plan a u bana • Plan a o ogonal • Plan a i egula • Plan a adioconcên ica Desen ol imen o da aula: • P oje a a ap esen ação em Powe Poin sob e unções e mo ologia u bana. • Re e a ma é ia an e io (5 minu os) • In oduzi o modelo ge al da localização das á eas uncionais nas plan as uncionais, consequen e apa ecimen o de no os cen os u banos e necessidade de e i alização u bana (15 minu os) 26 • Cópia pa a o cade no das de inições de á ea uncional e plan a uncional (5 minu os) • Copia o esquema e e en e à localização ge al das á eas uncionais na cidade (5 minu os) • In odução dos di e en es ipos de mo ologia u bana, dando especial impo ância ao açado i egula e o ogonal e à necessidade do planeamen o u bano (20 minu os) • Copia um pequeno apon amen o sob e cada um dos ipos de plan a (10 minu os) • Copia um esquema sín ese da ma é ia lecionada e da aula an e io (10 minu os) • Esc e e o sumá io (5 minu os) Recu sos u ilizados: • Ap esen ação em Powe Poin • Cade no diá io dos alunos A aliação: • Compo amen os e a i udes, cópia do solici ado ao longo da aula. 27 G elha de obse ação de sala de Aula Figu a 1. G elha de obse ação de aula do 8º F sob e “Cidades” (23/3/2017) Aula de 1 de junho de 2017, subdomínio: “Ag icul u a, pecuá ia e pesca” Sumá io: Rele o ma inho. A pesca. Di e en es ipos de pesca. Obje i os ge ais: • Comp eende a impo ância do oceano como on e de ecu sos e pa imónio na u al. • Comp eende as á eas oceânicas com maio po encial pisca ó io. • Dis ingui os di e en es ipos de pesca em unção da localização, da pe manência e da dimensão das emba cações e ipulação. • Comp eende os di e en es ipos de pesca. 28 Obje i os especí icos: • Explica a impo ância do oceano como on e de ecu sos, en a izando os alimen a es. • P oblema iza a impo ância da p ese ação ambien al dos oceanos. • Re e i os p incipais a o es ísicos que condicionam a a i idade pisca ó ia. Ca ac e iza o ele o ma inho: pla a o ma con inen al, alude, zona abissal. • Localiza a pla a o ma con inen al e as co en es ma í imas, elacionando-as com os ecu sos pisca ó ios. • Relaciona a empe a u a das águas com a quan idade e a iedade de espécies. • Localiza as p incipais á eas de pesca no mundo, enume ando as espécies cap u adas com maio ele ância. • Dis ingui os di e en es ipos de pesca em unção da localização, da pe manência e da dimensão das emba cações e ipulação. Concei os geog á icos: Pesca, alude, plânc on, pla a o ma con inen al, zona abissal, upwelling, pesca a esanal, pesca local, pesca de la go, pesca indus ial, pesca cos ei a, pesca longínqua Desen ol imen o da aula: • Aula exposi i a e e en e ao ele o no undo ma inho e impo ância pa icula da pla a o ma con inen al na pesca; u ilização do esquema da pág. 122 do manual e e en e ao undo ma inho semp e que necessá io (10 minu os) • Explicação do upwelling e da impo ância das co en es ma í imas (10 minu os) • Sín ese e e en e à impo ância da pla a o ma con inen al na pesca, copiada pa a o cade no (10 minu os) • Diálogo ho izon al e e ical onde, a a és de in og a ia, os alunos es abelece ão as di e enças en e os ipos de pesca adicional e indus ial (10 minu os) • Sín ese sob e os di e en es ipos de pesca, esumindo as ca ac e ís icas di e enciado as, esul an e do diálogo e da u ilização de in og a ia (10 minu os) • Lei u a do Documen o 13 da página 125 manual po 4 alunos (10 minu os) • Di e en es ipos de pesca ela i amen e à dis ância da linha de cos a (10 minu os) • Cópia pa a o cade no de um pequeno apon amen o sob e a pesca, ela i amen e à dis ância da linha de cos a (5 minu os) • Esc e e o sumá io (5 minu os) Recu sos u ilizados: • Li o GPS 8º ano • Ap esen ação em Powe Poin • Cade no diá io dos alunos A aliação: • Compo amen o e empenho/ pa icipação, cópia pa a o cade no dos con eúdos 29 G elha de obse ação de sala de aula Figu a 2. G elha de obse ação de aula do 8º F sob e “Pesca” (1/6/2017) 2.2.2. Ques ioná ios aplicados à u ma do 8º F Com o obje i o de a e i se exis iu alguma mudança signi ica i a na omada de decisões dos jo ens, em si uações do seu quo idiano, depois de exis i ap endizagem geog á ica o am ealizados á ios inqué i os po ques ioná io a odos os alunos do 8.º F. P ocu ámos inclui di e en es opções que co espondessem a si uações do dia-a-dia, 30 en ando ec ia si uações peculia es que pudessem oco e pe o do local onde habi am/es udam e assim mo i á-los pa a o conhecimen o do que lhes es á mais p óximo. Em di e sos casos e i icámos exis i g ande desconhecimen o dos nomes e localização dos elemen os selecionados. A aplicação dos ques ioná ios oco eu semp e em dois momen os. As si uações ap esen adas se ão as mesmas, al e ando-se apenas a sua o dem. Num p imei o momen o, e pa a cada uma das si uações, os alunos oma am as suas decisões apenas com base nos seus conhecimen os p é ios, aciocínio lógico e com o acompanhamen o do p o esso semp e que eque ido quando po exemplo não sabiam a localização de alguma ua, mas sem que os escla ecimen os pudessem induzi a espos a. No segundo momen o, os alunos pode ão con a com a sua ap endizagem e aciocínio lógico e diálogo com o p o esso nos casos em que alguma pala a não e a comp eendida, ou seja, já dispondo de conhecimen os geog á icos. O p imei o ques ioná io oi ealizado no dia 22 de ma ço de 2017 e no dia seguin e lecionei uma aula do 8º F e e en e ao domínio “População e po oamen o”, subdomínio “Cidades, p incipais á eas de ixação humana”. Nes a aula, cuja plani icação e ecu sos cons am nas páginas an e io es, o am pela p imei a abo dados concei os como á ea uncional, mo ologia u bana, planeamen o u bano, espaço u bano, plan a u bana, plan a o ogonal e plan a i egula . No dia 19 de ab il de 2017 oi aplicado o segundo ques ioná io ela i o ao domínio “População e Po oamen o”, subdomínio “Di e sidade Cul u al”. E na aula seguin e, a 20 de ab il o am abo dados concei os como cul u a, e nia, língua, eligião, globalização e mul icul u alismo. A 3 de maio o am aplicados ambos os ques ioná ios sendo al e ada a o dem das pe gun as. Pa a apu amen o de dados, as ques ões o am conside adas segundo a o dem ap esen ada no anexo III, onde ambém podemos encon a de o ma po meno izada as decisões omadas po cada aluno. 31 2.2.3. Resul ados e conclusões dos ques ioná ios Os esul ados do p imei o ques ioná io, cuja aplicação oco eu a 22 de ma ço e 3 de maio de 2017 são ap esen ados de seguida. Todas as ques ões colocadas incidem nos con eúdos geog á icos co esponden es ao domínio “População e Po oamen o”, subdomínio “Cidades, p incipais á eas de ixação humana”. A 1ª ques ão ela i a à edi icação de um es ádio pa a um no o clube de u ebol e elou, num p imei o momen o, a decisão da maio ia pela opção “Num concelho si uado na pe i e ia da cidade”. Con udo, num segundo momen o, i.e. após a ap endizagem, o maio núme o de escolhas con inuou a ecai sob e a mesma opção, mas e i icou-se um aumen o conside á el no núme o de espos as “Pe o da Segunda Ci cula ” (Fig. 3). Figu a 3. Respos as à ques ão sob e a localização do equipamen o despo i o, an es e depois da ap endizagem dos con eúdos geog á icos. Os con eúdos geog á icos subjacen es a es a espos a são o p eço do solo e a noção da diminuição habi ual da enda loca i a do cen o da cidade pa a a pe i e ia. Na cidade de Lisboa, a alo ização do solo e escassez de e enos disponí eis o na ainda mais e iden e es a si uação. Um dos obje i os da aula e a que, após a ap esen ação, aumen asse o núme o de alunos que assinala am a opção 4, o que não se e i icou. No en an o, o ac o de os dois g andes clubes da cidade de Lisboa e em os seus es ádios localizados na segunda ci cula pode e in luenciado a decisão. Quando analisamos a 2ª omada de decisão ela i a à pe gun a sob e Ms. Jones, a e o mada inglesa, podemos conclui que, num p imei o momen o, a opção mais escolhida oi “Apa amen o na A enida 5 de ou ub o”, que ecolheu a p e e ência de 11 alunos e, num segundo momen o, es a opção oi escolhida po 18 alunos (Fig. 4). Os 0 2 4 6 8 10 12 14 16 ja dim da Alameda Pa que das Nações Segunda ci cula Pe í e ia N.º de espos as An es Depois 32 con eúdos geog á icos subjacen es a es a omada de decisão são os ipos de plan as u banas. Figu a 4. Respos as à ques ão sob e o me cado imobiliá io, an es e depois da ap endizagem dos con eúdos geog á icos. A 3ª decisão, ela i a à escolha de um local pa a comp a de um a igo de luxo, num p imei o momen o, a g ande maio ia escolheu a opção co esponden e a “A enida da Libe dade/Baixa Lisboe a.” Após a ap endizagem dos con eúdos, como noção de CBD (Cen al Business Dis ic ), essa endência acen uou-se, passando de 16 pa a 22 espos as. As decisões ela i as à 4.ª pe gun a não e ela am uma mudança assinalá el após a ap endizagem. Conside ando os con eúdos geog á icos ela i os a á eas uncionais e desen ol imen o sus en á el, os alunos o am ques ionados sob e o local indicado pa a a ins alação de uma e ina ia de pe óleo. A opção “Num pa que indus ial, de ido a ques ões es é icas e ambien ais” oi a escolhida pela maio ia, escolha e o çada na segunda aplicação do ques ioná io (aumen o de 17 pa a 20 alunos). Na 6ª omada de decisão, ace à pe gun a sob e as á eas da cidade com ca ac e ís icas muçulmanas, e i icou-se um aumen o da escolha dos alunos pela opção 3 “Ma quês do Pombal/Saldanha/Campo G ande”. Conclui-se que não hou e ap endizagem, ao não iden i ica em co e amen e as á eas da cidade de Lisboa com ca ac e ís icas muçulmanas, o que me ob igou a e e a o ma como es es con eúdos o am explici ados. 0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 Apa amen o na A enida 5 de Ou ob o Apa amen o no Bai o Al o Casa jun o ao Cas elo de São Jo ge Casa na Mou a ia N.º de espos as An es depois 39 Aula de 25 de maio de 2017, sub ema: Aquecimen o global Sumá io: Visualização de ídeos sob e di e en es pe spe i as do “Aquecimen o Global”. T abalho de g upo. Obje i os especí icos: • Dis ingui ecu sos eno á eis de ecu sos não eno á eis. • Explica a impo ância dos di e en es ipos de ecu sos. • Equaciona as implicações inancei as e ambien ais da in odução e/ou in ensi icação da u ilização de ene gias eno á eis em de imen o das não- eno á eis. • Comp eende a necessidade de minimiza o E ei o de Es u a da a mos e a. • Explica a elação en e a e olução da população e o consumo de ecu sos, numa pe spe i a de desen ol imen o sus en á el. • Explica as causas e comp eende as consequências do aumen o do consumo dos ecu sos. Concei os geog á icos: Recu sos na u ais, Ma é ia-p ima, Fon es de ene gia, Recu sos não eno á eis, Recu sos eno á eis, Combus í eis ósseis, Impac o ambien al, E ei o de es u a, Desen ol imen o sus en á el Desen ol imen o da aula: • Fo mação de qua o g upos de abalho. O c i é io pa a a di isão po g upo se á: as compe ências demons adas a é en ão, de modo a c ia g upos mais homogéneos. Conside ando o meno núme o de alunas, a sua dis ibuição pelos g upos se á equi a i a (10 minu os) • Explica a a i idade p opos a pa a a aula. Os alunos i ão assis i a dois ídeos, sob e di e en es pe spe i as do “Aquecimen o Global”. Cada g upo e á acesso a uma no ícia alea ó ia sob e uma das pe spe i as da emá ica. Um ques ioná io o ien ado se á p oje ado (10 minu os) • isualização dos ídeos (10 minu os) • (h ps://www.you ube.com/wa ch? =RkdbSxyX c) • (h ps://www.you ube.com/wa ch? = 0Fy96aNLuc) • Realiza a a i idade p opos a, em g upo, po esc i o, eco endo a diálogo ho izon al e e ical e, se necessá io, pesquisa na in e ne (45 minu os) 40 • Esc e e o sumá io (5 minu os) Recu sos u ilizados: • Quad o • Videop ojec o • Compu ado • In e ne • No ícias A aliação: • A aliação de empenho e pa icipação, ealização co e a da a i idade p opos a. • Co eção e pe inência das dú idas colocadas du an e a a i idade. No a explica i a: es a aula e e como base uma eo ia educa i a cons u i is a, a a és da ealização de um abalho de g upo. Foi p i ilegiado o diálogo com o p o esso e acima de udo com os colegas, omen ando o abalho au ónomo dos alunos, a capacidade de diálogo, a gumen ação e ou i opiniões con á ias. Os ídeos ap esen ados o am escolhidos po con e em opiniões comple amen e di e en es sob e a emá ica, endo os au o es, Al Go e e Pa ick Moo e, ele ada c edibilidade cien í ica. Moo e es udou Biologia Flo es al na Uni e sidade da Colúmbia B i ânica, no Canadá, onde ambém concluiu um dou o amen o em Ecologia. Na década de 1970, oi um dos undado es do mo imen o G eenpeace, que abandonou em 1986. É ambém docen e uni e si á io. Al Go e é jo nalis a de o mação, mas icou conhecido na polí ica depois de e sido ice-p esiden e dos Es ados Unidos en e 1993 e 2001. Em 2006 lançou o documen á io “Uma Ve dade Incon enien e” sob e al e ações climá icas e o aquecimen o global, que eio a ganha o Ósca pa a o melho documen á io em 2007. Nesse ano ecebeu O P émio Nobel da Paz, em conjun o com o Painel In e go e namen al sob e Mudanças Climá icas e ambém o P émio P incesa de As ú ias. 41 Deba e (4 g upos) Acaba am de assis i a dois ídeos, onde Pa ick Moo e e Al Go e expõem pon os de is a di e gen es sob e o mesmo ema. 1. Qual a emá ica abo dada pelos au o es? 2. Tendo em con a a opinião de cada um dos au o es, bem como as no ícias o necidas a cada g upo, comen a os seguin es aspe os: 2.1. Indica os p incipais a gumen os que cada au o u iliza pa a undamen a a sua posição. 2.2. A elação en e desen ol imen o económico e a emá ica abo dada, segundo a isão que es ão a de ende . 2.3. Enquan o aluno e cidadão, jus i ica, eco endo a pelo menos ês a gumen os a ua posição ela i amen e à emá ica. (Ha endo alguma posição di e gen e no seio do g upo, açam menção à mesma). Bom abalho! 2. 3.2. Apu amen o de esul ados do abalho de g upo Dos abalhos de g upo ap esen ados, podemos conclui que odos os g upos conseguem iden i ica cla amen e a emá ica abo dada e as di e en es isões ela i amen e ao aquecimen o global. Na ques ão que colocámos ace ca da elação en e desen ol imen o económico e aquecimen o global ês g upos e e em que exis e a necessidade de uma maio p eocupação ambien al po pa e das emp esas, de endendo a necessidade de um maio con olo ela i amen e aos ní eis de poluição emi idos. Es e ac o é isí el na seguin e espos a: “A ualmen e não exis em mui as emp esas que se p eocupem com o impac o das suas a i idades no ambien e, mas is o de e ia se mudado e de e iam e mais p eocupações com o seu impac o na a mos e a, u ilizando il os pa a os gases po exemplo: com o aumen o da p esença de áb icas po odo o mundo, a p eocupação das emp esas de e aumen a .” Um dos g upos az anspa ece a ideia de que a poluição é consequência do desen ol imen o económico, não azendo nenhuma menção a uma necessidade de maio con olo dos seus alo es. Es a opinião es á pa en e na seguin e espos a: “Pa a ha e 42 desen ol imen o económico é necessá io que exis a indús ia, ag icul u a, c iação de gado e udo is o polui o ambien e”. O segundo ídeo, onde o p o agonis a e a Pa ick Moo e, apenas oi e e ido po um dos g upos. Sob e a isão ace ca do aquecimen o global exp essa no ídeo, os alunos a i ma am que “Há mui os anos que ou imos ala sob e o aquecimen o global, nega a sua exis ência pa ece de loucos, no en an o, alguns dos a gumen os ap esen ados no 2º ídeo azem sen ido. Resumindo que é na u al a exis ência de e as glacia es que implicam mudanças cons an es no clima do plane a e a não podemos deixa de pensa que as ações humanas não êm in luência nes as mudanças. Po mui o na u ais que es as mudanças sejam a poluição causada pelo se humano de e al e a de algum modo a apidez e o e ei o dos mesmos.” Es e ipo de me odologias e a escolha de uma emá ica de g ande a ualidade pe mi iu um deba e i o e opiniões undamen adas dos alunos, o que nos le a a e o ça a ideia de que é nossa ob igação enquan o p o esso es, aze pa a as aulas emas que possam susci a o con adi ó io e a pa ilha de opiniões di e sas, con ibuindo pa a um melho conhecimen o e in e enções u u as mais conscien es dos alunos enquan o cidadãos. 43 G elha de obse ação de sala de aula Figu a 8. G elha de obse ação de aula do 10º S, “T abalho de g upo” (25/5/2017) Nome Assiduidade Pa icipou a i amen e e com co eção ciên i ica Re elou sen ido de espei o mú uo Foi o ganizado e demons ou mé odos de abalho Re elou sen ido c í ico Re elou in e esse e empenho na ealização das a e as Obse ações A aliação Global (*) B R X X X X X B B D X X X S C B D P D R X X X X S D A X X X X S D M X X X X X X MB E T X X X S F R X I G R G D X X X S G P G G X X X S G A X X X X S I F X X X X X B I C X X X X X B J S X X X X X X MB J C X X X S J A X X X S J SA X I J SI X X X S L L X X X X S M M X X X X X X MB M A X X X X X B M C X X I M M 2 X X X X X X MB P F X X X x X B R B X X X X X X MB R M X X I T M X X X X X B L F X I MB - Mui o Bom A i udes e compo amen o A aliação (*) Classi icão I - Insu icien e S - Su icien e B - Bom 44 2.3.3. A i idades ex acu icula es: isi as ao IPMA e ao Aquedu o das Águas Li es Du an e a P á ica de Ensino Supe isionada omos esponsá eis pela o ganização de duas isi as de es udo no âmbi o da disciplina de Geog a ia A, com a u ma do 10º S. Es as a i idades o am pa e in eg an e do p ocesso de ensino ap endizagem, cons i uindo a isi a ao Ins i u o Po uguês do Ma e da A mos e a (IPMA) uma opo unidade pa a conhece o abalho desen ol ido na p odução e di ulgação de in o mação me eo ológica e que pe mi iu, ambém, a “ e isão da ma é ia dada”; enquan o a isi a ao Aquedu o das Águas Li es e e obje i os dis in os e pe mi iu um islumb e de alguns dos con eúdos a es uda no p óximo ano le i o. O Aquedu o oi cons uído no século XVIII e na sua ex ensão máxima a ingiu ce ca de 58 km, den o e o a de Lisboa. Resis iu ao e amo o de 1755 e as suas águas deixa am de se ap o ei adas pa a consumo humano na década de 60 do século XX. Enquan o p o esso es agiá io, pa a além do in e esse que os locais isi ados despe a am e do acompanhamen o dos alunos em a i idades o a da ESAD, es as isi as o am de g ande u ilidade, pois udo o que en ol e - p epa ação, iagem e mesmo du an e a isi a – pe mi iu pa a e uma melho noção das di iculdades que a o ganização de a i idades ex acu icula es aca e a. Com a u ma 8ºF não oi ealizada nenhuma a i idade ex acu icula de ido aos p oblemas de compo amen o já mencionados. Obje i os Pedagógicos da Visi a ao IPMA: • Toma conhecimen o dos meios e ecnologias que o IPMA (Ins i u o Po uguês do Ma e da A mos e a) u iliza pa a a p e enção dos es ados de empo e os seus egis os ca og á icos. • Relaciona es as a i idades p á icas com os con eúdos lecionados na disciplina de Geog a ia A, nomeadamen e, no que conce ne à “Ci culação Ge al da A mos e a”. 45 Da a: 21/4/2017 Ho a de pa ida: 9 h Ho a de chegada: 12.30 h Pe cu so: au oca o 705, desde a po a da escola a é à Mãe de Água, nas Amo ei as. Nº p e is o de alunos: 31 P o esso es: Ma ia do Rosá io Bap is a, João Luís Realinho Dese o, Rui Tiago de Almeida A isi a de es udo ealizada ao IPMA su giu po que nos pa eceu pe inen e que os alunos soubessem como são ob idas as in o mações ela i as aos es ados de empo, algo que lhes a e a o quo idiano de o ma ão pe manen e. Po ou o lado, ao e em con ac o com a es ação manual, êm como é possí el com ecu sos mais a caicos, ob e as mesmas in o mações que são o necidas po ins umen os al amen e desen ol idos ecnologicamen e. No início das aulas dedicadas a es e ema, du an e b e es minu os, e a p oje ada a ca a sinó ica com a p e isão do es ado de empo pa a o dia, o que nos pe mi ia in oduzi concei os elacionados com o empo e o clima. Apesa do in e esse que a isi a despe ou inicialmen e, conside amos que hou e di iculdade em cump i os obje i os. Pa a cap a a a enção dos jo ens o IPMA e á que melho a a o ma de ap esen ação dos ins umen os, bem como a acús ica da sala e, se jun a mos a isso o pa de ho as que os alunos êm de es a em pé, emos noção de alguns dos cons angimen os sen idos du an e a isi a. Nas espos as dadas a es e ques ioná io (Anexo X), exis em alguns pon os me ecedo es de des aque. Rela i amen e à p imei a ques ão, 25 dos 31 alunos, e e i am que a isi a de es udo se iu essencialmen e pa a que os con eúdos ela i os ao ema “Recu sos Híd icos”, mais conc e amen e ela i os à ci culação ge al da a mos e a, ossem cla i icados e pa a pe cebe em como e am ob idos os dados necessá ios pa a a p e isão do es ado de empo. Um dos alunos espondeu des a o ma à p imei a ques ão: “As explicações que ou imos, ala am e mos am como a a mos e a unciona de uma o ma p á ica, nas aulas es udamos os concei os de uma o ma eó ica”. 46 Quase odos os alunos (27 dos 31 alunos p esen es) consegui am indica que exis iam dois ipos de es ações: manual e au omá ica. 22 alunos e e i am o nome de ês ins umen os e a sua espe i a u ilidade. Nos 31 ques ioná ios, o ba óme o oi e e ido 23 ezes, o plu ióme o 20 e o hig óme o 19. 28 alunos e e i am que a p e isão do es ado do empo é impo an e pa a a população, embo a po ezes a jus i icação enha apenas em con a aspe os algo mundanos, como “A população p eocupa-se com a p e isão do es ado do empo po que assim sabe que oupa es i num de e minado dia”. Obje i os Pedagógicos da Visi a ao Aquedu o das Águas Li es: • Comp eende como e a ei a a dis ibuição da água a é Lisboa, an es e após a cons ução do Aquedu o das Águas Li es. • Visualiza a mo ologia u bana da cidade a pa i do Aquedu o. • Reconhece a impo ância da edi icação. Da a: 5/5/2017 Ho a de pa ida: 8h15 Ho a de chegada: 13h30 Pe cu so: Da Escola Secundá ia An ónio Damásio a é ao Aquedu o das Águas Li es po meios p óp ios de anspo e Nº p e is o de alunos: 31 P o esso es: Ma ia do Rosá io Bap is a, G acie e Dinis, João Luís Realinho Dese o, Rui Tiago de Almeida A isi a de es udo Águas Li es, pa a além da sua impo ância em e mos pedagógicos, desc i os nos obje i os, em a pa icula idade de p opo ciona uma is a única sob e Lisboa, melho ando o conhecimen o que os alunos êm da his ó ia da cidade onde g ande pa e habi a. No 11º ano ol a ão a se abo dados con eúdos ela i os ao es udo da cidade, mais conc e amen e a mo ologia e uncionalidades u banas, pelo que es a isi a e elou-se uma opo unidade excecional pa a con e sa mos sob e es es assun os o a da sala de aula. 47 Depois de ealizada es a isi a de es udo, icou uma sensação de eno me sa is ação, pois pa a além de e mos dado a conhece aos alunos algo no o e impo an e pa a a sua o mação geog á ica (dados em anexo), o am p opo cionados momen os pa a eco da em mais a de. O ac o de dispo mos de um guia mui o compe en e, o pe cu so ealizado ao longo do Aquedu o e a possibilidade de dis u a de uma is a única sob e a cidade de Lisboa, a 75m de al u a, cons i uí am mo i os pa a que es a isi a enha sido mui o alo izada pelos alunos. Em p imei o luga , é impo an e e e i que as espos as ao ques ioná io (Anexo XI) indicam que es a isi a se e elou uma escolha ace ada: 25 dos 27 alunos pa icipan es esponde am que nunca inham isi ado nenhuma das es u u as cons i uin es do Museu da Água, enquan o 22 e e i am que não inham conhecimen o da sua exis ência. As duas p imei as pe gun as não o am al o de a aliação, se i am apenas pa a a e i o g au de no idade dos espaços isi ados pela u ma. As espos as ace ca do que ap ende am e e em sob e udo a o ça g a í ica, o g ande seg edo do anspo e de água “Ap endi que a água chega a a Lisboa a a és da o ça g a í ica”; “Pe cebi que depois da cons ução do aquedu o chega a água com mais qualidade a cidade de Lisboa e que a água espei a a a o ça g a í ica” e ambém a g ande di iculdade de abas ecimen o que exis ia na cidade de Lisboa, assim como um pouco po oda a Eu opa na época: “O abas ecimen o de água na cidade de Lisboa e a mui o di e en e an es e depois da cons ução do Aquedu o. Exis iam zonas de Lisboa que não e am abas ecidas de água an es des a cons ução, pois o seu anspo e e a bas an e di ícil”; “Ap endi a acilidade com que passa am a anspo a água” e a g ande dimensão do aquedu o: “A imensa ex ensão do aquedu o e odas as consequências da sua cons ução. ( ambém a al a de e icácia da mesma)”. Todos os alunos esponde am que conside a am que g ande pa e da população de Lisboa não inha conhecimen o da his ó ia do aquedu o e, consequen emen e da o ma como se azia o abas ecimen o de água à cidade. A endendo à média de idades des es alunos e, po se a p imei a ez que isi a am o aquedu o, as gale ias e o ese a ó io da mãe d’água, a su p esa oi g ande ela i amen e a udo o que i am e 48 ou i am du an e a isi a. Embo a o Aquedu o das Águas Li es cons i ua uma ob a de engenha ia hid áulica no á el e uma es u u a mui o ma can e na paisagem u bana, não é um monumen o ão isi ado quan o ou os da cidade de Lisboa, o que e o ça a impo ância que as a i idades ex acu icula es êm na ap endizagem. Como é e e ido po um dos alunos “No malmen e algumas des as in o mações não se dão na escola, pois só isi ando o aquedu o se pode ap ende á ios ac os do aquedu o”. Quando ques ionados sob e a impo ância de oda a cons ução e o seu alo a qui e ónico nos dias de hoje, os alunos e e i am a impo ância do Aquedu o enquan o símbolo da cidade, enquan o pa imónio his ó ico e o seu po encial enquan o a ação u ís ica: “É uma es u u a bas an e impo an e pa a a cidade de Lisboa pois ep esen a a his ó ia do abas ecimen o de água de Lisboa e é uma es u u a icónica que odos os Lisboe as conhecem e se o gulham” e “O aquedu o con inua a se um pon o de in e esse na cidade de Lisboa e uma es u u a bas an e imponen e”. Dois alunos ac escen a am a qualidade do aquedu o enquan o cons ução de engenha ia: “O aquedu o é uma es u u a mui o impo an e pa a a cidade de Lisboa, po que é al o de es udos mundiais pois conseguiu esis i ao e amo o de 1755 e ambém uma g ande a i idade u ís ica, pa a além de se uma es u u a boni a”. Quase odos os alunos e e i am que o g ande obje i o da edi icação do aquedu o não oi o almen e cump ido, con inuando a exis i p oblemas no abas ecimen o de água na cidade: “Es a cons ução não oi mui o e icaz, pois pelo que se sabe hou e logo uma seca no ano a segui à cons ução e a água con inua a a chega só a de e minados locais e não e a su icien e pa a abas ece a cidade de Lisboa”; “Es a cons ução pe mi iu que a água das nascen es em Belas chegasse ao ese a ó io em Lisboa, pa a que não hou esse al a de água, só que após a cons ução hou e uma seca, logo a sua cons ução não ajudou mui o”. E alguns alunos conside a am a cons ução da in aes u u a ex emamen e e icaz, exp essando a sua opinião do seguin e modo: “Na minha opinião, pa a o ano da sua cons ução e pa a a ecnologia exis en e na al u a, oi uma cons ução bas an e e icaz, apesa de e en en ado alguns con a empos”; 55 BIBLIOGRAFIA Ag upamen o de Escolas San a Ma ia dos Oli ais. (2013). P ojec o Educa i o (2013/2014;2914/2015;2015/2016). Ob ido de Ag upamen o de Escolas San a Ma ia dos Oli ais: h p://www.aeoli ais.edu.p /docs/o ien ado es/p oje o- educa i o.pd Al es, M. L., B azão, M. M., Ma ins, & Sousa, O. (2001). P og ama de Geog a ia A 10º e 11º anos. Lisboa: Minis é io da Educação. Blij, d. H. (2012). Why Geog aphy ma e s mo e han e e . No a Io que: Ox o d. Bonne , A. (2008). Wha is Geog aphy? Lond es: Sage. Cachinho, H. (2000). Geog a ia Escola : o ien ação eó ica e p axis didá ica. In o geo nº15 - Educação Geog á ica, pp. 69-90. Câma a Municipal de Lisboa (2017). CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA. 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Diaposi i os da aula sob e o ema “Pesca”, domínio “Ag icul u a, pecuá ia e pesca” (8º F, 1/6/2016) 63 No a: Slide al o de diálogo e ical e ho izon al, onde, a a és de pe gun as conduzidas, os alunos chegam às ca ac e ís icas e e en es a cada ipo de pesca, ap esen adas no slide seguin e. 64 71 Conside o-os compo amen os e ados, es á na moda acei a mos pessoas di e en es. □ Conside o-os compo amen os e ados, somos odos se es humanos com igual alo pe an e a sociedade. □ Conside o-os compo amen os e ados, emos de gos a de odas as pessoas de igual o ma e en a ag ada ao maio núme o de pessoas possí el. □ 9-Se osses p op ie á io de uma agência de iagens, como desc e e ias Po ugal em e mos de di e sidade cul u al? País mui o pequeno em e mos de dimensão e consequen emen e não mui o di e si icado cul u almen e. □ País de dimensão pequena, mas ex emamen e ico em e mos de di e sidade cul u al. □ País com uma g ande dimensão e i o ial e consequen emen e g ande di e sidade cul u al. □ País com uma g ande dimensão e cul u almen e mui o semelhan e en e egiões. Figu a 12. Resul ados do segundo ques ioná io aplicado ao 8º F (19/4/2017) Nome 1º ques ão 2º ques ão 3º ques ão 4º ques ão 5º ques ão 6º ques ão 7º ques ão 8º ques ão 9º ques ão A M A F B B D C E C F N G S H C J F J S K T M F M S M J M C M R M A P F R P R C R B R R T M T P E G i F opção nº 1, co esponde à co : opção nº 2, co esponde à co : opção nº3, co esponde à co : opção nº 4, co esponde à co : 2º ques ioná io, 1º momen o empo al Legenda: 72 Figu a 13. Resul ados do segundo ques ioná io aplicado ao 8º F (3/5/2017) Nome 1º ques ão 2º ques ão 3º ques ão 4º ques ão 5º ques ão 6º ques ão 7º ques ão 8º ques ão 9º ques ão A M A F B B D C E C F N G S H C J F J S K T M F M S M J M C M R M A P F R P R C R B R R T M T P E G i F opção nº 1, co esponde à co : opção nº 2, co esponde à co : opção nº3, co esponde à co : opção nº 4, co esponde à co : 2º ques ioná io, 2º momen o empo al Legenda: 73 IV. A aliação suma i a 8º F Figu a 14. 1º es e suma i o do 8º F No as: Co espondência en e a a aliação quan i a i a e quali a i a 0 a 19% Mui o Insu icien e 20 a 49% Insu icien e 50 a 69% Su icien e 70 a 89% Bom 90 a 100% Mui o Bom 1 - a 1 - b 1 - c 1 - d 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 510 10 20 2 2 1 1 1 1 1 1 2 10 330 1 A C 0 10 10 10 2 2 0 1 1 1 1 1 2 10 320 74 2 A M 5 5 10 20 2 2 1 1 1 1 1 1 2 8 3 20 83 3 A F 5 10 10 10 2 2 0 0 0 1 0 1 2 8 3 20 74 4 B B 5 10 10 10 2 2 1 0 1 1 1 1 2 8 3 20 77 5 D C 5 10 10 5 2 2 0 1 1 1 1 1 2 6 3 20 70 6 E C 5 10 10 10 2 0 1 1 1 1 1 1 2 2 3 25 75 8 F N 5 10 10 10 2 2 0 1 1 1 1 1 2 6 3 5 60 9 G S 0 10 510 2 2 1 1 1 1 1 1 2 6 3 25 71 10 H C 0 0 5 0 2 2 0 1 1 1 1 1 2 8 1 15 40 11 J F 5 10 10 15 2 2 1 1 1 1 1 1 2 8 1 15 76 12 J S 0 10 10 20 2 2 0 1 1 1 1 1 2 8 0 20 79 13 K T 5 10 10 15 2 2 1 1 1 1 1 1 2 8 3 15 78 14 M F 0 0 0 0 2 2 0 0 1 1 0 0 2 6 1 5 20 15 M S 5 0 5 5 2 2 0 1 1 1 1 0 2 4 3 5 37 16 M J 0 10 10 10 2 2 0 0 1 1 1 0 0 8 3 10 58 17 M C 0 5 10 5 2 2 1 1 1 1 1 1 2 6 3 25 66 18 M R 5 10 10 10 2 2 0 1 1 1 1 1 2 8 2 10 66 19 M A 5 10 10 5 2 2 0 1 1 1 1 0 0 8 1 20 67 20 P F 0 10 10 20 2 2 0 1 1 1 1 1 2 8 0 20 79 21 R P 5 0 10 0 0 2 0 0 1 1 0 0 2 2 3 20 46 22 R C 0 10 5 6 2 2 0 1 1 1 1 0 2 6 3 10 50 23 R B 5 10 5 5 2 2 0 1 1 1 1 0 2 6 3 20 64 24 R R 5 10 510 2 2 1 1 1 1 0 1 2 8 3 20 72 25 T M 0 10 10 5 0 2 0 1 0 0 0 0 0 2 1 10 41 26 T P 5 10 10 10 2 2 1 1 1 1 0 0 2 8 3 20 76 27 E G 28 I F Geog a ia P imei o pe íodo Indicado es demog á icos N.º Nome Classi icação G upo II 74 Figu a 15. 2º es e suma i o do 8º F 1.1 1.2 1.3 1.4 2. 1.1 1.2 1.3 2 3 4 5 6 7 8 9 10 1 2 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 244152 2 2 5 5 5 3 3 2 2 2 9 1 2 2 1 3 3 1 2 2 1 3 5 1 2 4 5 2 2 2 A M 2 4 4 1 5 2 2 2 3 2,5 5 2,5 3 2 2 2 9 1 2 0 0 3 3 0 2 0 1 3 5 1 2 4 3 2 2 87 3 A F 2 0 2 0 4 2 0 0 3 5 4 2,5 3 2 2 0 9 1 1 2 1 1 0 1 0 0 1 0 5 1 0 1 1 0 2 58,5 4 B B 2 2 0 1 4 2 0 2 2 3 3 3 0 2 2 0 5 1 0 0 1 1 0 1 2 2 0 2 5 0 2 0 3 0 2 55 5 D C 2 2 4 1 4 2 2 2 2 5 4 3 1 2 2 0 9 1 2 2 1 2 3 0 0 2 1 1 5 1 2 1 3 0 0 74 6 E C 2 2 4 1 4 2 2 2 3 2 4 2 0 2 2 2 9 0 2 2 1 2,5 1 0 2 2 1 1 5 0 2 1 4 0 2 73,5 8 F N 2 4 4 1 4 2 2 2 3 5 4 1,5 3 2 2 0 7 0 1 0 1 2,5 0 1 0 2 1 3 5 1 2 2 4 0 2 76 9 G S 2 4 2 1 5 2 2 2 3 3 4 2,5 1 1 2 2 8 1 2 2 1 2 1 1 2 2 1 1 5 1 0 4 5 0 2 79,5 10 H C 2 4 2 0 5 2 2 0 2 2 3 3 1 2 2 0 7 1 0 0 0 1 1 1 0 0 0 1 5 0 0 2 2 2 0 55 11 J F 2 4 4 0 5 2 2 2 3 5 4 3 3 2 2 0 9 0 1 2 1 2 3 0 2 2 1 3 5 0 0 0 2 2 2 80 12 J S 2 2 2 1 4 2 2 0 3 3 3 2,5 0 2 2 0 9 0 1 0 1 1,5 3 1 0 2 1 2 5 1 0 1 2 0 2 63 13 K T 2 2 0 1 3 2 0 2 3 3 2 2 2 2 2 0 8 0 2 2 1 1,5 0 1 2 2 1 2 0 0 0 2 3 2 2 59,5 14 M F 0 0 0 0 4 0 0 0 0 2 2 1,5 2 2 2 0 4 1 0 0 1 1,5 1 0 0 0 1 2 5 1 0 0 3 0 2 38 15 M S 2 4 0 1 4 2 2 2 3 3 3 3 0 2 2 0 6 1 2 0 1 2 3 1 0 2 1 2 5 1 0 4 3 0 2 69 16 M J 2 2 4 1 4 0 2 0 2 5 3 2,5 1 2 2 0 6 1 2 0 1 2 0 1 0 0 1 1 3 1 0 0 2 0 2 55,5 17 M C 2 4 4 1 5 2 2 2 5 5 4 3 1 2 2 2 7 1 2 2 1 2,5 3 1 2 2 1 2 5 1 2 2 4 0 2 88,5 18 M R 2 2 4 1 4 2 0 0 3 1 5 1,5 0 2 0,5 0 8 1 1 0 1 3 2 1 0 0 1 3 5 1 0 3 4 0 2 64 19 M A 2 4 4 1 4 0 0 0 3 5 5 2,5 0 0 2 0 9 1 1 0 1 2 3 1 0 0 1 0 5 1 2 0 4 0 2 65,5 20 P F 2 4 4 1 3 2 2 2 3 2 4 2 0 2 2 0 8 1 2 0 1 2 3 1 0 2 1 2 5 1 2 1 2 0 2 71 21 R P 2 0 0 1 4 0 0 0 3 3 3 2 0 2 1 0 7 1 2 2 1 1,5 0 1 0 0 1 0 5 0 0 0 4 0 2 48,5 22 R C 2 4 4 1 4 2 2 2 3 3 3 3 0 2 2 0 9 1 2 2 1 2 3 0 0 2 1 2 5 1 0 1 2 0 2 73 23 R B 2 2 4 1 4 2 2 2 4 3 4 2 0 2 2 0 9 1 2 0 1 2 3 0 0 2 1 2 5 1 0 1 2 0 2 70 24 R R 2 2 0 1 5 2 2 2 5 2 4 2,5 1 1 2 0 8 1 1 2 1 1,5 0 0 0 2 1 0 5 0 0 2 2 0 2 62 25 T M 2 2 0 0 4 0 0 2 0 0 4 2 1 2 2 0 8 1 1 0 1 2 0 0 0 0 1 2 5 1 0 2 2 2 0 49 26 T P 2 2 0 1 5 2 2 2 2 2 4 1,5 0 0 2 0 8 1 1 2 1 1,5 0 1 0 2 0 0 5 1 0 2 2 0 2 57 27 E G 2 4 4 1 5 2 2 2 0 0 3 1 1 2 2 0 9 0 2 2 1 1,5 0 1 2 2 0 2 5 1 2 0 4 0 2 67,5 28 i F 2 2 2 1 5 0 2 0 3 5 3 2,5 1 2 2 0 8 0 1 2 1 2 0 1 0 0 0 2 5 1 0 0 3 2 2 62,5 N.º Nome G upo I Classi icação G upo II G upo III 75 Figu a 16. 3º es e suma i o do 8º F No a: O aluno “F N” não pode compa ece no es e, ealizou-o pos e io men e. A sua classi icação não oi conside ada pa a apu amen o de dados. 1. 1.1 1.2 1.3 2.1 1. 1.1 2.1 2.2 3.1 4 610 210 18 12 12 8 6 8 8 2 A M 6 10 2 8 18 12 10 8 6 8 8 96 3 A F 5 0 2 2 15 12 10 8 6 8 7 75 4 B B 6 0 2 5 12 12 10 8 7 6 8 76 5 D C 6 2 2 1 15 12 10 8 4 7 8 75 6 E C 6 8 2 2 15 12 10 8 6 8 8 85 8 F N 9 G S 6 10 2 5 15 12 12 8 6 8 8 92 10 H C 6 10 2 0 10 11 11 8 1 8 7 74 11 J F 6 10 210 15 12 10 8 5 8 8 94 12 J S 6 10 2 0 12 12 12 8 4 7 8 81 13 K T 6 10 2 1 14 12 10 8 3 8 7 81 14 M F 6 10 0 0 3 11 10 8 6 6 8 68 15 M S 6 10 0 0 15 12 10 8 2 7 8 78 16 M J 5 8 2 0 14 12 12 8 6 8 8 83 17 M C 6 10 2 3 15 12 10 8 6 8 8 88 18 M R 6 10 2 2 10 10 10 8 4 9 8 79 19 M A 6 1 2 2 10 12 10 8 5 7 8 71 20 P F 6 10 2 0 15 12 12 8 6 6 6 83 21 R F 6 10 2 4 10 12 10 8 6 7 8 83 22 R C 6 2 2 0 14 12 10 2 4 7 8 67 23 R B 6 10 0 0 15 12 10 8 6 7 8 82 24 R R 6 10 2 4 12 12 10 8 6 8 8 86 25 T M 6 8 2 2 12 12 6 8 6 6 8 76 26 T P 6 10 2 2 15 12 10 8 6 8 8 87 27 E G 6 10 2 5 13 12 10 8 6 7 8 87 28 I F 6 10 210 11 10 8 8 4 7 8 84 N.º Nome Classi icação 76 Figu a 17. 4º es e suma i o do 8º F. No a: A classi icação do aluno “T M” não oi conside ada pa a o apu amen o de dados de ido ao ac o de al a imenso, po opção e de ido à suspensão disciplina de que oi al o. 77 V. Diaposi i os da aula sob e o ema “Os Recu sos Híd icos” (10º S, 23/3/2017) 78 VI. Tes e elabo ado pa a o 10º S Disciplina de Geog a ia A 10.º Ano Tes e de A aliação 2016/2017 Nome:________________________________________________________________ Da a: 30/03/2017 P o . Rosá io Bap is a Na espos a aos i ens de escolha múl ipla, selecione a opção co e a. Esc e a, na olha de espos as, o núme o do i em e a le a que iden i ica a opção escolhida. G upo I 1. As imagens da igu a 1 ep esen am a si uação ba omé ica de supe ície no dia 28 de Maio, às se e ho as e in a minu os locais, e a p e isão pa a as doze ho as e in e e qua o ho as seguin es. 79 1.1. Na igu a 1, o es ado de empo que a e a Po ugal Con inen al é condicionado po um(a): (A) an iciclone. (B) dep essão ba omé ica. (C) pe u bação da en e pola . (D) en e oclusa. 1.2. A massa de a que a e a Po ugal Con inen al na si uação B é a: (A) massa de a pola ma í ima. (B) massa de a pola con inen al. (C) massa de a opical húmida. (D) massa de a opical seca. 1.3. As empe a u as são mais ele adas em Po ugal Con inen al na si uação: (A) A. (B) C. (C) B. (D) A e B. 1.4. A sequência c onológica das imagens é: (A) a si uação A, si uação B e si uação C. (B) a si uação B, si uação A e si uação C. (C) a si uação A, si uação C e si uação B. (D) a si uação C, si uação A e si uação B. 1.5. O es ado do empo em Po ugal Con inen al, numa si uação ba omé ica como a ep esen ada na si uação A, e á sido, com g ande p obabilidade, ca ac e izado po : (A) céu limpo, sem chu a e com en o o e. (B) céu nublado, sem chu a e sem en o. (C) céu nublado, com chu a o e e com en o. (D) céu nublado, com chu a miudinha e com en o aco. 1.6. A si uação ep esen ada na imagem C é pouco ep esen a i a de uma si uação de “ e ão”, em Po ugal Con inen al, po que: (A) a dep essão ba omé ica L1 az sen i a sua ação a é la i udes mui o baixas. (B) as dep essões ba omé icas L1 e L2 in eg am a aixa das dep essões sub opicais. (C) o an iciclone dos Aço es es á a in luencia o es ado do empo em I ália. (D) o an iciclone dos Aço es localiza-se a No e das dep essões ba omé icas L1 e L2. 1.7. A isóba a que a a essa a ilha da I landa na si uação C ep esen a os: (A) 1012 miliba es. (B) 1016 miliba es. (C) 1024 miliba es. (D) 1020 miliba es. 80 1. Obse a a Ca a Sinóp ica do dia 26 de ou ub o de 2015. 2.1. A in e p e ação da ca a sinóp ica acima pe mi e-nos a i ma que: (A) a massa de a que a e a Po ugal con inen al é mais ia do que a massa de a que a e a a G ã-B e anha. (B) a massa de a que a e a a G ã-B e anha é mais quen e do que a massa de a que a e a o a quipélago da Madei a. (C) a massa de a que a e a o a quipélago da Madei a é mais quen e do que a massa de a que a e a o a quipélago dos Aço es. (D) a massa de a que a e a Po ugal con inen al é mais ia do que a massa de a que a e a o a quipélago dos Aço es. 2.2. O es ado de empo que se a á sen i em Po ugal Con inen al, nas ho as seguin es à si uação me eo ológica ep esen ada na ca a sinóp ica acima, ca ac e iza -se-á po uma ele ada p obabilidade de: (A) oco ência de nu ens de desen ol imen o ho izon al e de chu iscos, de ido à ap oximação da en e ia, que p og ide de oes e pa a es e. (B) ausência de en o e aca nebulosidade, de ido à ap oximação da en e quen e, que p og ide de es e pa a oes e. (C) ausência de en o e o e nebulosidade, de ido à ap oximação da en e quen e, que p og ide de es e pa a oes e. (D) oco ência de nu ens de desen ol imen o e ical e de aguacei os, de ido à ap oximação da en e ia, que p og ide de oes e pa a es e. 87 Ní el 2: Tex o com algumas inco eções que conduzam a pe da de in eligibilidade do discu so. Ní el 1: Tex o com de iciências de es u u ação e com inco eções linguís icas, embo a globalmen e in eligí el. Quem apenas ca ac e iza co e amen e o es ado do empo que de e á oco e à medida que se ap oxima a en e F1, 2.6. Si uação ípica de In e no. Os cen os de p essão es ão deslocados la i udinalmen e pa a sul, de ido à a iação anual da empe a u a, mo i ada pelo mo imen o de anslação da Te a. Ní el de desempenho no domínio da língua po uguesa Desc i o es do ní el de desempenho no domínio especí ico da Geog a ia Ní el 1 Ní el 2 Ní el 3 Re e e que é uma si uação ípica de In e no. Jus i icando com a deslocação la i udinal pa a sul dos cen os de p essão de ido à a iação anual da empe a u a, mo i ada pelo mo imen o de anslação da Te a. 17 18 20 Re e e que é uma si uação ípica de In e no. Jus i icando apenas com dois aspe os dos acima mencionados. 13 14 15 Re e e que é uma si uação ípica de In e no. Jus i icando apenas com um aspe o dos acima mencionados. 10 11 12 Ní el 3: Tex o bem es u u ado e co e o em e mos de sin axe, pon uação e o og a ia, ou com alhas espo ádicas que não a e em a in eligibilidade do discu so 88 Ní el 2: Tex o com algumas inco eções que conduzam a pe da de in eligibilidade do discu so. Ní el 1: Tex o com de iciências de es u u ação e com inco eções linguís icas, embo a globalmen e in eligí el. Quem e e e somen e que a época do ano co esponde a uma si uação ípica de In e no (5 pon os). G upo III (40 pon os) 1.1. G á ico A (2,5 pon os). 5 meses secos (2,5 pon os). 1.2. G á ico C (2,5 pon os). Ce ca de 16º C (2,5 pon os). 1.3. G á ico A (5 pon os). Tempe a u as sua es no in e no (2,5 pon os) e ele adas no e ão (2,5 pon os), ampli ude é mica anual mode ada (2,5 pon os), p ecipi ação aca (2,5 pon os). 1.4. In e nos igo osos (5 pon os), e ões igo osos (5 pon os) u o da con inen alidade (5 pon os). 89 VIII. A aliação Suma i a 10º S Figu a 18. 1º es e suma i o do 10º S 1 2 3 4 5 1 2 3 1.1 1.2 1.3 1.4 1.5 (5) (5) (5) (5) (5) (10) (20) (40) (10) (10) (20) (20) (45) 1 B R 5 5 0 5 5 10 20 30 510 15 20 35 165 17 2 B D 0 5 5 5 5 10 10 5 5 10 20 545 130 13 3 C B 5 5 5 0 5 10 10 510 10 20 10 45 140 14 4 D P 5 5 5 5 5 10 20 30 10 10 15 20 45 185 19 5 D R 5 5 5 5 5 10 15 0 5 10 15 10 40 130 13 6 D A 0 5 0 5 5 10 20 510 10 15 10 40 135 14 7 D M 5 5 5 0 5 10 15 40 10 10 15 10 30 160 16 8 E T 5 5 5 0 5 10 10 35 510 10 10 45 155 16 9 F R 5 5 0 5 5 10 20 0 5 10 510 10 90 9 10 G R 5 5 5 0 5 0 15 10 5 5 10 20 35 120 12 11 G D 5 5 0 0 5 10 0 0 5 10 10 10 30 90 9 12 G P 5 5 5 0 5 10 20 15 10 510 10 10 110 11 13 G G 0 5 5 5 5 10 15 0 5 10 10 10 45 125 13 14 G A 0 5 5 5 5 10 20 40 510 20 540 170 17 15 I F 5 5 5 5 5 10 20 35 10 520 10 40 175 18 16 I C 5 5 0 5 5 10 20 510 10 20 10 45 150 15 17 J S 5 5 0 5 5 5 20 30 10 10 20 20 45 180 18 18 J C 5 5 0 5 5 10 10 0 0 10 10 540 105 11 19 J A 5 5 0 5 5 10 10 20 510 15 10 40 140 14 20 J SA 5 5 5 0 5 10 10 05515 540 110 11 21 J SI 5 5 0 5 5 10 20 05510 10 40 120 12 22 L L 5 5 5 5 5 10 20 30 10 10 15 10 45 175 18 23 M M 5 5 0 5 5 10 20 20 10 515 10 30 140 14 24 M A 5 5 0 5 5 10 20 25 10 10 15 10 30 150 15 25 M C 5 5 0 5 5 10 20 010 10 20 545 140 14 26 M M2 5 5 0 5 5 10 20 40 10 10 5 5 40 160 16 27 PF 5 5 0 5 5 10 15 15 510 15 10 40 140 14 28 R B 5 5 0 5 5 10 040 510 20 10 30 145 15 29 R M 5 5 5 5 5 10 15 0 5 10 10 15 30 120 12 30 T M 0 5 5 5 5 10 20 40 10 10 15 10 45 180 18 31 L F 5 5 5 5 5 10 15 05510 10 45 125 13 P imei o Tes e - E olução e es u u a da população G upo II G upo III G upo I Geog a ia A - 09/11/2016 Nome N.º Classi icação 90 Figu a 19. 2º es e suma i o do 10º S 1 2 3 4 5 1 2 3 4 1 2 3 4 2 1 1 1 2 1 1.5 2 1.5 1 1 1 4 1 B R 1 1 1 1 1 1 1 0 1,5 0,5 1 1 3 14,0 1 2 B D 1 1 1 1 1 1 1,5 1 1 0,5 1 0,5 3 14,5 1 3 C B 1 0,5 1 1 2 1 1 2 1,5 0,5 1 1 4 17,5 2 4 D P 2 0,5 1 1 2 1 1 2 1 0,5 1 1 3 17,0 2 5 D R 1 1 0,5 1 1 0 1,5 1 1,5 0,5 1 1 1,5 12,5 1 6 D A 1 0,5 1 1 2 1 1 2 1,5 0,5 1 1 2 15,5 2 7 D M 1 1 0,5 1 1 1 1,5 2 1 1 1 1 4 16,0 2 8 E T 1 0,5 1 1 1 1 1,5 1 1,5 0,5 1 0,5 2 13,5 1 9 F R 1 1 0,5 1 2 0 1,5 0 1,5 1 1 1 2 13,5 1 10 G R 0,5 1 1 0,5 1 .5 1,5 1 1,5 0,5 1 0,5 2 12,0 1 11 G D 2 0,5 1 1 0 1 0,5 1 1 0 1 0,5 2 11,5 1 12 G P 0,5 1 1 1 2 0 1,5 0 1,5 0,5 1 0 2 12,0 1 13 G G 1 1 1 0,5 1 0 1,5 0 1,5 1 1 0,5 0 10,0 1 14 G A 1 1 0 1 2 1 1,5 2 1,5 1 1 1 3 17,0 2 15 I F 1 1 1 1 2 0 1 1 1 0,5 1 0,5 3 14,0 1 16 I C 1 1 1 1 2 1 1,5 2 1,5 1 1 1 3,5 18,5 2 17 J S 2 1 1 1 2 1 1,5 2 1,5 0,5 1 1 3 18,5 2 18 J C 1 0,5 0,5 0,5 0 0 0 2 1,5 0,5 1 1 2 10,5 1 19 J A 2 1 1 1 1 0,5 1,5 2 1,5 0,5 1 1 2 16,0 2 20 J SA 2 0,5 1 1 1 0 1 2 1,5 0,5 1 1 4 16,5 2 21 J Si 1 1 1 1 2 1 1,5 0 1,5 1 1 1 3 16,0 2 22 L L 2 1 1 1 2 1 1,5 2 1,5 1 1 1 4 20,0 2 23 M M 2 1 1 0,5 1 0,5 1,5 2 1,5 0,5 1 1 2 15,5 2 24 M A 1 1 1 1 1 1 1,5 0 1,5 0,5 1 1 2 13,5 1 25 M C 1 1 1 1 1 0,5 0 0 1 1 1 1 3 12,5 1 26 M M 2 2 0 1 1 2 1 1,5 0 1 1 1 1 3 15,5 2 27 P F 1 1 1 0,5 1 0,5 1,5 1 1 0,5 1 1 2 13,0 1 28 R B 1 1 0,5 0,5 2 1 1 1 1,5 1 1 1 4 16,5 2 29 R M 2 1 0,5 0,5 1 0,5 0 0 1,5 0 1 1 0 9,0 1 30 T M 2 1 1 1 2 1 1,5 2 1,5 1 1 0,5 4 19,5 2 31 L F 1 0,5 1 1 2 0 1,5 2 1,5 1 1 0,5 4 17,0 2 Geog a ia A - 09/12/2016 Segundo Tes e - População, Recu sos do subsolo e hid omine ais N.º Nome G upo I Classi icação G upo II G upo III 91 Figu a 20. 3º es e suma i o do 10º S 1.1 1.2 1.1 1.2 1.3 2 1.1 1.2 2.1 2.2 2.3 1.1 1.2 1.3 1.4 2.1 5% 15% 15% 15% 15% 15% 5% 10% 6% 18% 14% 8% 12% 15% 13% 19% 1 B R 5 15 710 10 5 4 7 6 3 12 412 513 7125 13 2 B D 5 12 14 10 10 15 4 6 6 10 3 6 12 410 5132 13 3 C B 5 15 12 12 15 15 5 8 6 10 10 812 613 14 166 17 4 D P 0 8 10 15 12 15 5 9 6 15 12 812 12 11 17 167 17 5 D R 5 5 12 7 8 15 2 8 6 13 12 812 613 5137 14 6 D A 5 8 612 810 4 6 6 9 10 812 10 13 12 139 14 7 D M 5 8 5 10 12 15 5 7 6 18 14 612 10 13 16 162 16 8 E T 5 8 4 8 8 10 5 6 6 6 10 812 513 14 128 13 9 F R 5 10 10 15 515 4 8 6 9 5 8 12 10 11 12 145 15 10 G R 0 5 7 3 6 15 0 3 6 13 8 8 12 513 12 116 12 11 G D 5 6 15 5 0 15 3 7 6 0 10 212 513 0104 10 12 G P 5 4 8 15 12 5 4 3 6 9 12 812 811 5127 13 13 G G 5 7 7 12 7 5 4 5 6 10 10 812 413 12 127 13 14 G A 5 15 411 10 5 3 5 6 11 10 812 613 14 138 14 15 I F 5 9 15 715 10 410 615 9 8 12 10 13 17 165 17 16 I C 5 4 10 13 12 10 310 6 3 11 812 913 8137 14 17 J S 5 12 14 15 15 5 4 10 618 14 812 10 13 17 178 18 18 J C 5 3 4 5 0 15 3 4 6 5 9 8 12 15 212 108 11 19 J A 5 5 15 14 15 15 4 6 6 6 9 8 12 713 11 151 15 20 J SA 5 9 5 14 14 15 4 7 6 9 0 8 12 11 017 136 14 21 J Si 5 9 0 15 415 5 7 6 11 9 8 12 11 515 137 14 22 L L 5 13 15 10 15 10 510 611 13 812 12 13 14 172 17 23 M M 5 9 13 15 210 5 9 6 13 11 812 12 13 8151 15 24 M A 5 13 11 15 15 10 5 6 6 3 11 812 14 13 8155 16 25 M C 5 6 12 15 15 10 510 6 5 9 8 12 12 13 17 160 16 26 M M 2 5 4 4 15 15 15 5 6 6 9 11 812 13 13 15 156 16 27 P F 5 13 11 15 010 5 6 6 10 8 8 12 910 15 143 14 28 R B 5 13 814 15 15 410 614 14 812 15 13 17 183 18 29 R M 5 4 10 5 0 15 5 4 6 8 5 8 12 10 11 6114 11 30 T M 5 11 13 15 13 10 5 8 6 13 14 812 13 13 17 176 18 31 L F 5 6 5 12 815 0 0 6 0 0 8 12 8 0 17 102 10 Geog a ia A - 23/02/2017 Te cei o Tes e - Recu sos do subsolo, Radiação Sola , Ciclo Hid ológico N.º Nome G upo III G upo IV Classi icação G upo I G upo II 92 Figu a 21. 4º es e suma i o do 10º S 1. 2. 1.1 1.2 1.3 2.1 2.2 2.3 2.4 2.5 2.6 1.1 1.2 1.3 1.4 35% 20% 5% 20% 5% 10% 10% 5% 10% 20% 20% 5% 5% 15% 15% 1B R 25 15 520 510 5 5 2 5 10 5 0 10 10 132 13 2B D 25 20 0 0 5 10 10 510 010 2,5 5 10 15 127,5 13 3C B 20 15 515 510 10 5 7 5 10 5 0 5 15 132 13 4D P 20 10 520 510 10 510 18 10 5 5 10 15 158 16 5D R 25 15 510 510 10 510 18 5 5 5 5 5 138 14 6D A 25 20 520 510 10 5 7 0 10 5 5 15 5147 15 7D M 25 20 520 2,5 10 10 5 7 20 15 5 5 0 10 159,5 16 8E T 25 20 520 510 10 510 15 8 5 5 15 5163 16 9F R 25 20 515 510 10 510 15 8 5 5 15 0153 15 10 G R 25 20 515 510 10 5 5 15 15 5 5 10 10 160 16 11 G D 25 20 5 0 2,5 10 10 5 0 0 0 5 5 10 15 112,5 11 12 G P 30 20 510 2,5 10 10 5 0 0 0 5 5 10 0 112,5 11 13 G G 25 20 520 510 10 5 0 0 10 5 5 10 15 145 15 14 G A 25 20 520 510 7,5 5 10 20 20 5 5 15 15 187,5 19 15 I F 25 20 520 2,5 10 10 5 7 15 20 5 5 10 10 169,5 17 16 I C 25 20 010 510 10 510 15 18 5 5 0 15 153 15 17 J S 30 15 520 510 10 510 15 18 2,5 5 15 15 180,5 18 18 J C 20 20 0 0 5 10 5 5 10 010 2,5 5 10 15 117,5 12 19 J A 25 20 515 510 10 510 15 5 5 5 10 15 160 16 20 J SA 25 20 520 510 10 5 8 0 10 5 5 5 13 146 15 21 J SI 25 20 520 510 10 5 5 18 10 5 5 10 10 163 16 22 L L 25 20 520 510 10 5 7 20 10 5 5 5 15 167 17 23 M M 25 20 515 510 10 5 5 0 10 2,5 5 5 5 127,5 13 24 M A 25 20 520 5 5 10 5 5 15 10 5 5 0 15 150 15 25 M C 25 15 520 510 5 5 0 0 5 5 5 10 10 125 13 26 M M 2 15 10 520 5 5 2,5 5 0 15 15 5 5 10 15 132,5 13 27 P F 25 20 510 510 10 5 8 0 10 5 5 10 15 143 14 28 R B 25 20 520 510 10 5 0 0 10 2,5 5 15 15 147,5 15 29 R M 25 20 5 0 5 5 10 5 8 0 5 5 5 5 0 103 10 30 T M 25 20 520 510 10 510 20 10 5 5 15 15 180 18 31 L F 25 20 520 510 10 0 8 0 10 5 0 15 10 143 14 Geog a ia A - 30/03/2017 Te cei o Tes e - Recu sos híd icos, Clima N.º Nome G upo I G upo II G upo III Classi icação 93 Figu a 22. 5º es e suma i o do 10º S G upo II G upo III G upo IV 1.1 1.2 1.3 1.4 1 2 3 15% 20% 25% 20% 25% 30% 10% 20% 35% 1 B R 15 010 10 20 25 10 20 35 145 15 2 B D 10 025 025 30 10 20 17,5 137,5 14 3 C B 10 015 525 25 10 20 35 145 15 4 D P 15 20 5 5 20 25 10 20 25 145 15 5 D R 10 010 025 30 10 20 25 130 13 6 D A 15 20 10 10 25 30 10 20 25 165 17 7 D M 15 20 10 10 20 30 10 20 25 160 16 8 E T 15 010 10 25 30 10 20 25 145 15 9 F R 15 10 10 10 25 30 10 20 25 155 16 10 G R 15 020 520 30 10 10 15 125 13 11 G D 15 025 10 20 30 10 20 17,5 147,5 15 12 G P 15 10 5 5 25 30 10 20 0120 12 13 G G 15 15 5 0 25 30 10 20 17,5 137,5 14 14 G A 15 025 025 30 10 20 25 150 15 15 I F 15 025 15 25 30 10 20 30 170 17 16 I C 15 20 25 525 30 10 20 25 175 18 17 J S 15 20 15 525 30 10 20 35 175 18 18 J C 15 10 10 10 20 30 10 20 17,5 142,5 14 19 J A 15 20 515 25 30 520 25 160 16 20 J SA 15 10 20 10 25 30 10 20 0140 14 21 J SI 15 010 525 30 10 20 25 140 14 22 L L 15 15 15 10 25 30 10 20 35 175 18 23 M M 10 025 10 25 30 10 20 22,5 152,5 15 24 M A 15 20 10 10 20 25 10 20 25 155 16 25 M C 0 0 0 0 10 20 0 0 0 30 3 26 M M 2 15 10 22,5 5 15 25 10 15 17,5 135 14 27 P F 15 10 10 10 25 30 10 20 10 140 14 28 R B 15 20 15 10 25 30 10 20 25 170 17 29 R M 15 10 10 10 25 30 10 20 0130 13 30 T M 15 20 20 10 25 30 10 20 35 185 19 31 L F 15 10 17,5 10 25 30 10 20 0 137,5 14 Geog a ia A - 24/05/2017 N.º Nome G upo I Classi icação 94 IX. No ícias de apoio ao abalho de g upo 10º S (de 25/5/2017) Maio c í ico con a o aquecimen o global admi e que es a a e ado e ale a pa a iscos (ope amundi.uol.com.b ) Imagem de sa éli e mos a de e imen o sem p eceden es na G onelândia. O ísico no e-ame icano Richa d Mulle , p incipal oz da comunidade cien í ica que con es a a o enômeno do aquecimen o global, admi iu que es e e e ado du an e os úl imos anos após analisa os esul ados de um es udo conduzido po ele mesmo na Uni e sidade de Be keley, na Cali ó nia (oes e dos EUA), onde coo dena o p oje o BEST (sigla em inglês pa a Tempe a u a da Supe ície da Te a pela Uni e sidade de Be keley). Mulle anunciou sua mudança de opinião nes e úl imo im-de-semana em um a igo pa a o jo nal The New Yo k Times, in i ulado “A con e são de um cé ico às mudanças climá icas”. Nele, Mulle a i ma que não somen e o aquecimen o es á oco endo como ambém a ação humana pode se esponsabilizada pelo enômeno. “Nossos esul ados mos am que as empe a u as médias na supe ície e es e aumen a am em 2,5 g aus Fah enhei (1,5 °C) nos úl imos 250 anos, incluindo um aumen o de 1,5 g aus Fah enhei (0,9°C) só nos úl imos 50 anos. Além disso, é bem p o á el que essencialmen e odo esse aumen o esul a da emissão de gases de e ei o es u a”, a i ma Mulle em seu a igo. Ele essal a que esses núme os ainda indicam um c escimen o de empe a u a em um empo ainda mais cu o do que o anunciado pelo IPCC (Painel In e nacional de Mudança Climá ica), ó gão da ONU. Essa conclusão oi i ada após sua equipe de pesquisado es em Be keley e analisado mais de 14 milhões de medições de empe a u a desde 1753, em 44.455 localidades. “É um de e do cien is a se cla amen e cé ico. Con inuo achando que mui os, senão a maio ia, dos enômenos que a ibuímos à mudança climá ica são esul ado de especulação, exage ados ou simplesmen e e ados. Analisei a maio ia das alegações mais ala mis as, e meu ce icismo sob e elas não mudou”, insis iu o ísico. Ele ci a, como 95 exemplo, o u acão Ka ina – a i mando que o núme o de u acões que a ingiu os EUA diminuiu – ou o p ocesso de ex inção dos u sos pola es – que não es a ia oco endo po causa do degelo. “As ne es do Himalaia não i ão de e e após 2035. E é possí el que não es ejamos em uma e a mais quen e do que há mil anos”. Os mé odos que Mulle a i ma e usado pa a seu es udo são, segundo ele, bem mais ab angen es, de alhados e igo osos do que os usados po ins i uições como a Nasa (agência espacial no e-ame icana) e o Me O ice (se iço b i ânico de me eo ologia). “E quan o ao u u o? A medida em que as emissões de ca bono aumen am, a empe a u a de e con inua a aumen a . Ac edi o que a axa de aquecimen o de e p ossegui em seu i mo es á el, en e 1,5 Fah enhei (0,9ºC) na supe ície pa a os p óximos 50 anos, a não se que os oceanos es ejam incluídos. Mas se a China con inua com seu ápido c escimen o econômico (...) esse aumen o chega á em menos de 20 anos”, p e iu Mulle . Aquecimen o global pode sai de con olo, ale a ONU in e nacional.es adao.com.b Se o mundo não eduzi a emissão dos gases de e ei o es u a as consequências do aquecimen o global podem "sai de con olo", a i mou Rajend a Pachau i, p esiden e do Painel In e go e namen al sob e Mudanças Climá icas (IPPC, na sigla em inglês), ó gão c iado pela O ganização das Nações Unidas (ONU). Após á ios dias de discussões, mais de 100 go e nos ap o a am po unanimidade o sumá io de 49 páginas de um amplo ela ó io p oduzido po cien is as do IPCC. Em média, o sumá io menciona a pala a " isco" cinco ezes e meia po página. O documen o p oje ou que a mudança climá ica i á pio a os p oblemas que a sociedade já possui, como pob eza, doenças, iolências e e ugiados, além de ea os bene ícios da mode nização, como o c escimen o econômico egula e uma p odução ag ícola mais e icien e. 96 Os iscos mencionados no ela ó io en ol em cidades g andes e pequenas e incluem p eço e disponibilidade de alimen os. Em escala meno , os iscos en ol em doenças, cus os inancei os e a é mesmo a paz mundial. "Magni ude c escen e do aquecimen o aumen a a possibilidade de impac os se e os, pene an es e i e e sí eis", ale ou o ela ó io. Desas es na u ais como ondas de calo na Eu opa, queimadas nos EUA, seca na Aus ália, inundações em Moçambique, Tailândia e Paquis ão são lemb e es de como a humanidade é ulne á el a condições climá icas ex emas, disse o ex o. Os p oblemas de em a e a odos de algum modo, mas as pessoas que menos êm ecu sos pa a a ca com as consequências se ão as que so e ão mais. "Ago a nós es amos em uma e a na qual a mudança climá ica não é algum ipo de hipó ese u u a", a i mou Ch is Field, um dos au o es líde es do es udo. O ela ó io ambém des ina uma pa e pa a discu i sob e o que pode se ei o pa a ameniza os e ei os do aquecimen o global e lis a a edução na poluição de ca bono e a p epa ação pa a mudanças climá icas com um desen ol imen o mais in eligen e como al e na i as. O Sec e á io de Es ado dos EUA, John Ke y, essal ou que o ela ó io é um ale a pa a no as ações e ale ou que os cus os da al a de ação são "ca as ó icos". Maa en an Aals , um dos au o es do es udo, e o çou que se a comunidade in e nacional não eduzi as emissões de gases es u a logo, os iscos sai ão de con olo. "E os iscos já subi am", disse. O coau o Saleemul Huq lemb ou que "as coisas es ão pio es do que p e imos" em 2007, quando o g upo de cien is as emi iu um ela ó io semelhan e. "Nós e emos cada ez mais impac os, mais ápido e an es do que an ecipamos." O ela ó io inclusi e c iou uma no a ca ego ia de isco. Em 2007, o maio g au de isco e a "al o" e simbolizado pela co e melha. Des a ez, o ní el máximo é "mui o al o" e de co oxa nas ilus ações g á icas. 103 XI. Visi a de es udo ao Aquedu o das Águas Li es 10º S Ques ioná io sob e a isi a de es udo ao Aquedu o das Águas Li es Visi a de Es udo ao Aquedu o das Águas Li es, Gale ias Sub e âneas e Rese a ó io da Mãe d’Água – 10.º S Dia 5 de maio de 2017 ealizas e uma isi a de es udo ao Aquedu o das Águas Li es, Gale ias Sub e âneas e Rese a ó io da Mãe d’Água. Responde, de seguida, ao seguin e ques ioná io: 1- Conhecias a exis ência des as ês es u u as do Museu da Água? 2- Já inhas isi ado alguma delas? Qual ou quais? 3- Com a isi a e as explicações p opo cionadas pelo guia, ap endes e algo de no o sob e o abas ecimen o de água à cidade de Lisboa, an es e depois da cons ução do Aquedu o? Explici a. 4- Conside as que a maio ia da população da cidade em conhecimen o des as in o mações? Jus i ica. 5- Explica a impo ância que o Aquedu o, enquan o es u u a a qui e ónica, em nos dias de hoje pa a a cidade de Lisboa. 6- Após a isi a de es udo, o que concluis sob e a e icácia des a cons ução, pa a o im a que se des inou?