Full text
Localização de so wa e e p á ica da adução: uma ap endizagem
em con ex o de emp esa
Rica do Alexand e de Bas os Ca doso
Junho de 2017
Rela ó io de Es ágio de Mes ado em T adução
Especialização em Inglês
Rela ó io de es ágio ap esen ado pa a cump imen o dos equisi os necessá ios à
ob enção do g au de Mes e em T adução – Especialização em Inglês, ealizado sob a
o ien ação cien í ica da P o .ª Dou o a Iolanda Ramos.
Aos meus pais
AGRADECIMENTOS
Aos meus pais, de quem semp e i e odo o apoio necessá io du an e es e
pe íodo.
À Te aepik T aduções e Se iços, Lda., especialmen e à D .ª Paula Dias Lopes
e à D .ª Isabel Cos a Reis, que me concede am es a opo unidade de ealiza um es ágio
que me pe mi iu ica a conhece melho o mundo de uma emp esa de adução; aos
es an es colabo ado es da emp esa, que se mos a am semp e disponí eis e acessí eis
pa a auxilia em qualque si uação e pa a esponde a quaisque dú idas.
À P o .ª Dou o a Iolanda Ramos, que me o ien ou e aconselhou ao longo de odo
es e pe cu so.
Aos p o esso es do Mes ado em T adução, pela sua disponibilidade e
con ibuição pa a a minha o mação.
LOCALIZAÇÃO DE SOFTWARE E PRÁTICA DA TRADUÇÃO: UMA
APRENDIZAGEM EM CONTEXTO DE EMPRESA
RICARDO ALEXANDRE DE BASTOS CARDOSO
RESUMO
O p esen e ela ó io em como obje i o epo a e analisa o es ágio cu icula
e e uado na emp esa Te aepik T aduções e Se iços, Lda. Es e e e uma du ação de 14
semanas e consis iu, essencialmen e, no desempenho de a e as que ca ac e izam o dia-
a-dia de uma emp esa de adução, nas quais se incluem a e as de localização de
so wa e e de adução, en e ou as. Es a expe iência pe mi iu obse a e in eg a o
abalho desen ol ido pela emp esa e seus colabo ado es na p es ação de se iços de
adução a um ní el p o issional.
Es e es ágio p opo cionou a opo unidade de aplica os conhecimen os eó ico-
p á icos adqui idos du an e o pe íodo le i o, coope a com adu o es expe ien es e
e sados e bene icia do con ac o com p á icas e mé odos de adução num con ex o
labo al. Possibili ou ainda a amilia ização com p ocedimen os ela i os ao ciclo de um
p oje o de adução, a opo unidade de aduzi documen os de a iadas á eas e ainda a
excelen e opo unidade de aze localização de so wa e pa a um dos p incipais clien es
da emp esa.
De o ma a p opo ciona uma melho pe spe i a do pe cu so, se ão abo dadas,
ao longo de ês capí ulos, as á ias ases do p ocesso. O ela ó io é iniciado com uma
b e e ca ac e ização da emp esa, seguida de uma de alhada abo dagem à localização de
so wa e e suas pa icula idades e, po im, culmina com um capí ulo in ei amen e
dedicado à e en e mais p á ica des a expe iência.
PALAVRAS-CHAVE: adução, adução écnica, localização de so wa e, adução
assis ida po compu ado , SDL T ados S udio, es ágio cu icula .
SOFTWARE LOCALIZATION AND TRANSLATION: THE LEARNING
PROCESS IN A CORPORATE ENVIRONMENT
RICARDO ALEXANDRE DE BASTOS CARDOSO
ABSTRACT
This epo aims o desc ibe and analyse he cu icula in e nship ha ook place
a Te aepik T aduções e Se iços, Lda. I had he du a ion o ou een weeks and i
consis ed, essen ially, in he unde aking o asks ha cha ac e ize he daily ope a ions
o a ansla ion company, like so wa e localiza ion, ansla ion, e c. This expe ience
allowed he in e nee o obse e and also be a pa o he ac i i ies ha ake place in his
ype o company.
This in e nship p o ided he oppo uni y o apply all he heo e ical and p ac ical
knowledge ha was p e iously acqui ed du ing class, o coope a e wi h expe ienced and
well e sed ansla o s and o d aw signi ican bene i s om he in e ac ion wi h
ansla ion me hods and p ac ises in a wo k ela ed con ex . I also allowed he in e nee
o amilia ize himsel wi h he cycle ela ed p ocedu es o a ansla ion p ojec , he
oppo uni y o ansla e se e al ypes o documen s and also he supe b chance o being
in ol ed in he so wa e localiza ion ac i i ies ha a e ca ied ou o one o he
company´s main clien s.
In o de o p o ide a p ope ou look on his jou ney, he se e al s ages ha make
his whole p ocess will be add essed along h ee chap e s. The epo begins wi h a b ie
cha ac e iza ion o he company, which is ollowed by an ex ensi e iew on he
localiza ion o so wa e and i s speci ic cha ac e is ics and by a chap e ully dedica ed
o he mo e wo k- ela ed side o his p o essional expe ience.
KEYWORDS: ansla ion, echnical ansla ion, so wa e localiza ion, compu e
assis ed ansla ion, SDL T ados S udio, cu icula in e nship.
ÍNDICE
In odução ......................................................................................................................... 1
Capí ulo I: Con ex ualização do es ágio cu icula .......................................................... 3
1. P ocesso de candida u a ............................................................................................ 3
2. Ap esen ação e ca ac e ização da emp esa ............................................................... 4
Capí ulo II: A localização de so wa e ............................................................................. 7
1. Enquad amen o eó ico ............................................................................................. 7
2. A localização pa a a mul inacional alemã SAP ...................................................... 12
2.1. Di e izes .......................................................................................................... 14
2.1.1. Não linguís icas ............................................................................................. 15
2.1.2. Linguís icas ................................................................................................... 16
Capí ulo III: A ap endizagem adu ó ia ........................................................................ 22
1. O pe cu so na ins i uição ........................................................................................ 22
2. Fe amen as u ilizadas ............................................................................................ 25
2.1. Fe amen a TAC: SDL T ados S udio ............................................................. 28
3. Exemplos de alguns p oje os ealizados ................................................................. 30
Conclusão ....................................................................................................................... 36
Bibliog a ia ..................................................................................................................... 38
Anexo I .............................................................................................................................. i
Anexo II ............................................................................................................................
1
In odução
O p esen e ela ó io di ide-se em ês capí ulos que êm como obje i o
documen a o es ágio ealizado na emp esa de adução Te aepik T aduções e Se iços,
Lda. O es ágio encon a-se enquad ado na componen e não le i a do Mes ado em
T adução, com especialização em Inglês, e e uma du ação de 400 ho as, com uma
ca ga ho á ia de 6 ho as diá ias, e oi ealizado em egime p esencial nas ins alações da
emp esa.
Es e ela ó io isa demons a a aquisição de au onomia adqui ida no
desempenho de a e as de localização de so wa e em língua inglesa pa a a língua
po uguesa, u ilizando as e amen as de localização especí icas do clien e de
localização da emp esa, sediado na Alemanha, bem como a localização de con eúdos de
documen os, exclusi amen e em o ma o ele ónico, e sua pos e io edição, ambém em
o ma o ele ónico. Te á igualmen e como obje i o demons a a aquisição de
amilia idade com p ocessos in e nos ela i os a p oje os de adução, bem como o
desen ol imen o de compe ências sócio- elacionais desen ol idas a pa i da
coope ação com ou os adu o es e da pa ilha de in o mação e conhecimen os eó ico-
p á icos, num con ex o de emp esa de adução.
O ela ó io i á undamen a -se em obse ações e comen á ios aos abalhos
ealizados pelo es agiá io no con ex o da emp esa de adução, com especial oco nas
di e izes que egem as a e as de localização de so wa e, e na e en e in o má ica da
p o issão, mais conc e amen e, no uso de ecnologias de in o má ica pa a a adução,
que incluem uma das mais conhecidas e amen as de adução assis ida po compu ado
(TAC), o SDL T ados S udio. O ela ó io consis i á, essencialmen e, na ca ac e ização
da emp esa e enume ação e desc ição das a i idades desen ol idas, as quais se ão
acompanhadas de uma p oblema ização dos con eúdos, na qual as a i idades
p e iamen e mencionadas se ão comen adas de uma o ma mais de alhada, endo em
is a o p ocesso adu ó io e de pós-edição.
Espe a-se, des e modo, da a conhece alguns dos p incipais desa ios e
p oblemas com os quais um es agiá io pode á i a depa a -se no exe cício das suas
unções numa emp esa de adução, bem como algumas das possí eis soluções que lhe
pe mi i ão ul apassá-los. P e ende-se azê-lo não apenas ela i amen e às ques ões
2
in o má icas, como ambém a p oblemas elacionados com ou as á eas do
conhecimen o com as quais um es agiá io possa e en ualmen e depa a -se, endo
semp e como base os p oje os ealizados du an e a ap endizagem ao longo do es ágio.
Po ques ões de sigilo p o issional, se ão omi idos os nomes de clien es e as
iden i icações dos p oje os mencionados, uma ez que es es dados não são
indispensá eis pa a o es udo de caso, e, lamen a elmen e, pelo mesmo mo i o, não
se ão ap esen ados quaisque exemplos de localização de so wa e.
9
Po seu u no, podem se iden i icadas á ias á eas de in es igação nos Es udos
de Localização, des acando-se o so wa e, a In e ne , os ideojogos e a mul imédia, que
pa ilham ca ac e ís icas como a na u eza digi al e in e a i a dos ex os, a ap esen ação
em éc an e a colabo ação com engenhei os e écnicos pa a chega ao p odu o inal
(Jiménez-C espo 2011). A localização em como obje i o, median e uma adap ação
daquilo que se p e ende ansmi i , a ansposição dos con eúdos p esen es na língua de
pa ida pa a a língua de chegada, pa a que a mensagem seja en endida e não cause
es anheza ao seu ece o na língua de chegada (Azenha 2014: 7; Ca aco-C uz 2012:
205). A localização de so wa e é o p ocesso de adap ação de um p odu o de so wa e às
exigências linguís icas, cul u ais e écnicas de um de e minado me cado-al o, endo
como inalidade a u ilização e a come cialização do p odu o.3 Po conseguin e, a a-se
de uma a i idade undamen al pa a as emp esas mul inacionais e pa a os di e en es
me cados/consumido es que p e endem conquis a (Reynolds 2016: 16, 97-98), azendo
pa e de oda uma indús ia que en ol e a globalização, a in e nacionalização, a
localização e a adução, equen emen e designada pelo ac ónimo GILT (Jiménez-
C espo 2013: 24-39).
Reco endo ao sí io da SDL, a emp esa que desen ol eu e de ém os di ei os de
come cialização do p og ama T ados — uma das mais popula es e bem-sucedidas
e amen as TAC (T adução Assis ida po Compu ado ) u ilizada a ualmen e no mundo
da adução — encon a-se uma de inição escla ecedo a sob e o p ocesso de localização
de so wa e:
So wa e localiza ion is he p ocess o adap ing a so wa e p oduc o he
linguis ic, cul u al and echnical equi emen s o a a ge ma ke . This p ocess
is labou in ensi e and o en equi es a signi ican amoun om he
de elopmen eams.4
Ao longo das úl imas décadas, segundo Be Esselink, em A P ac ical Guide o
Localiza ion, es a a i idade passou de um pequeno es o ço adicional que algumas
3 A necessidade de anula on ei as mas espei a limi es nos negócios a ní el global e a o slogan da
Localiza ion Indus y S anda ds Associa ion (LISA). Consul e-se
<h ps://web.a chi e.o g/web/20110101184308/h p://www.lisa.o g>. A associação exe ceu a i idade
en e 1990 e 2011. De en e ou as o ganizações ele an es em e mos de egulamen ação, ainda no a i o,
des acam-se a Open A chi ec u e o XML Au ho ing and Localiza ion (OAXAL), a In e na ional
O ganiza ion o S anda diza ion (ISO), a O ganiza ion o he Ad ancemen o S uc u ed In o ma ion
S anda ds (OASIS), o Eu opean Telecommunica ions S anda ds Ins i u e (ETSI) e a Te minology o
La ge O ganiza ions (Te minO gs).
4 Consul e-se o sí io <h p://www.sdl.com/solu ion/language/ ansla ion-p oduc i i y/ ados-s udio/>.
10
edi o as de so wa e le a am a cabo, a algo que se o nou indispensá el a quem
quisesse come cializa e ende os seus p odu os nos me cados in e nacionais (2000: 2).
Vá ias o am as ocasiões em que es a a i idade p o ou se o a o cha e pa a o sucesso
de de e minado p odu o a ní el in e nacional.
O au o ac escen a que os me cados nacionais, e as pa icula idades das
exigências legais de cada um deles, o am, de ac o, os p incipais mo i os que ize am
despole a a localização:
The key easons why so wa e publishe s localize hei p oduc s a e local
ma ke and legal equi emen s. In mos coun ies, compu e use s p e e o
wo k wi h so wa e in hei na i e language. In o de o inc ease sales
oppo uni ies in a ge coun ies, so wa e publishe s ha e o localize hei
p oduc s, while local law o en equi es all impo ed ha dwa e o de ices o be
accompanied by a use manual in he local language. (2000: 2)
An es de a In e ne e de os seus b owse s e em ans o mado po comple o o
desen ol imen o de so wa e e a localização, um ípico p oje o de localização
comp eende ia o desen ol imen o da aplicação e sua adução, acompanhada de um
conjun o de ichei os de auxílio, de manuais imp essos e de ca ões de egis o. Con udo,
embo a mui os p oje os de localização ainda se enquad em nes es moldes, de ido ao
su gimen o da In e ne , de no as ecnologias e das no as o mas de dis ibuição que a
acompanha am, a localização de so wa e passou ambém a inclui a adução e
adap ação de aplicações Web, bem como de websi es de bases de dados. Es a ma é ia
em sido, de es o, obje o de e lexão c í ica em elação às suas i udes e pe igos, que
de ido às ques ões de ma ke ing e às p io idades polí icas e inancei as que a
ca a e izam (Pym 2005), que ao isco de desumanização e de a as amen o das múl iplas
e sões de chegada que o am p oduzidas (como no so wa e localizado pa a
dis ibuição a ní el mundial) ace ao modelo inicial de comunicação, es abelecido en e
o ex o de pa ida e o ex o de chegada (Pym 2004: 34-35). No con ex o a ual, é
impo an e econhece a complexidade p esen e na ges ão de p oje os de adução e de
localização, bem como a necessidade de expansão do amo aplicado da adução,
iden i icado há qua o décadas no modelo de Holmes, desen ol endo a a i idade
adu ó ia como p o issão, negócio e indús ia (Dunne 2011: 3).
Podemos, po isso, acilmen e cons a a que a a i idade de localização de
so wa e ai mui o além daquilo que é adicional num ípico p oje o de adução, ou
11
seja, mui o além da habi ual pesquisa e minológica, edição, e isão ou es u u a da
paginação. Segundo Esselink (2000: 1-2), são mui as as a i idades que podemos
adiciona a es a lis a quando es amos pe an e um p oje o de localização, como po
exemplo a ges ão de p oje os mul ilingues, con e são de documen ação aduzida pa a
ou os o ma os, ges ão e alinhamen o de memó ias de adução, supo e e apoio ao
p odu o em á ias línguas ou ainda consul ado ia es a égica. De ealça ainda que,
con a iamen e ao que sucede com os ou os ipos de adução, a localização de so wa e
é, eg a ge al, ealizada em pa alelo com o desen ol imen o do p odu o base, de o ma
a possibili a a en ega das suas á ias e sões linguís icas em simul âneo.
De o ma a e sucesso na localização de um p odu o de so wa e há que
conside a , além da ques ão linguís ica, alguns pon os-cha e essenciais pa a o sucesso
do p ocesso, como po exemplo: unidades de medição, o ma os numé icos, de ende eço
e de da a e ho a, conjun os de ca a e es, sepa ação de pala as, hi enação, egulamen os
locais, ques ões ligadas aos di ei os de au o , p o eção de dados, mé odos de pagamen o,
con e são mone á ia, en e ou os.
De aco do com a SDL, o p ocedimen o de localização em po hábi o uma
sequência de e apas que são iniciadas com uma análise do ma e ial ececionado e
pos e io e i icação das e en uais e amen as e ecu sos que se ão necessá ios pa a
execu a a a e a.
A es e p ocesso inicial seguem-se uma a aliação cul u al, linguís ica e écnica, a
c iação e o ganização de bases de dados e minológicas (glossá ios) e, só en ão, a
adução pa a a língua de chegada. Con udo, e como já ha ia e e ido, o p ocesso não
e mina aqui pois após a adução é ainda necessá io p ocede a uma adap ação do
in e ace de u ilizado , à localização de g á icos, esc i a ou qualque ou o in e ace que
con enha ex o ou símbolos, a uma compilação de ichei os localizados pa a a ealização
de es es e, po im, a um p ocesso de e isão que ga an a a qualidade do p odu o.
O es agiá io, po opção da di eção, apenas es e e en ol ido no p ocesso de
adução.
12
2. A localização pa a a mul inacional alemã SAP
Embo a o es ágio não enha sido iniciado com es a a i idade de localização, ela
acaba ia po ocupa ce ca de dois e ços da o alidade des a expe iência de abalho. A
unção desempenhada consis ia, essencialmen e, na localização de so wa e na língua
inglesa pa a a língua po uguesa, u ilizando as e amen as de localização especí icas do
clien e, com pos e io e isão pela o ien ado a do es ágio na emp esa ou po ou o
e iso sénio e consequen e a aliação e co eção de e os. O obje i o e a o de
p opo ciona ao es agiá io a capacidade de adqui i au onomia na localização de
so wa e de uma língua pa a a ou a a a és da u ilização das e amen as especí icas
o necidas pela SAP.
Como já aqui oi e e ido em á ias ocasiões, o p incipal clien e da emp esa
onde es e es ágio oi e e uado é a mul inacional alemã SAP. T a a-se de uma emp esa
c iado a de so wa es de ges ão emp esa ial, undada em 1972, e que, ao longo des as
úl imas qua o décadas, e oluiu de uma pequena emp esa egional a uma “gigan e”
mundial.
Hoje em dia, a SAP é líde mundial de me cado no que diz espei o a soluções
in o má icas des inadas a ope ações come ciais e sis emas de ges ão emp esa ial de
inúme as indús ias espalhadas po á ios se o es indus iais e emp esa iais, o e ecendo
soluções in eg adas a co po ações de la ga dimensão, bem como a pequenas e médias
emp esas de po e mais modes o.
Em 1995, a emp esa chegou ao B asil. De o ma a a ende em à legislação
b asilei a, odos os so wa es come cializados e iam de passa pelo p ocesso de
localização. Uma pa e dessa a i idade i ia a cabe à agência po uguesa Te aepik
T aduções e Se iços, Lda., sendo que, logicamen e, oda a adução le ada a cabo e ia
que se ealizada pa a o po uguês do B asil e não pa a o po uguês de Po ugal, o que
i ia a exigi um igo e cuidado ac escidos po pa e dos adu o es po ugueses.
Pa a acili a e auxilia a a e a dos adu o es nes e ipo de adução pa a o
po uguês do B asil, a SAP elabo ou guias de p ocedimen o e de adução compos os
pelas di e izes linguís icas e não linguís icas a segui .
Op ou-se po inicia es a pa e do es ágio com uma cu a ase de o mação que
in oduzisse o es agiá io ao so wa e u ilizado, às pa icula idades des e ipo de adução
13
e às e en uais di iculdades que pudessem i a c ia . A o mação, bem como o
acompanhamen o ecebido ao longo des a expe iência, o am minis ados po uma
colabo ado a sénio da emp esa e con a am com o auxílio da o ien ado a no local de
es ágio e de ou os colabo ado es da emp esa.
A ap endizagem oi iniciada com uma in odução ao po al in o má ico, no qual
odo o abalho i ia a se ealizado, e com uma a en a lei u a dos já mencionados
guiões de adução e de p ocedimen os elabo ados pela SAP. Os guiões dão alguma
o mação ela i amen e às e amen as TAC que são u ilizadas em conjun o com o
po al SAP, como é o caso do T ados Tag Edi o (consul a anexo I, igu a 1.2.), mas
mais impo an e, eles esumem e expõem mui o cla amen e as di e izes linguís icas e
não linguís icas que os no os colabo ado es de em segui quando aduzem pa a o
po uguês do B asil.
Após uma lei u a comple a e exaus i a de odos es es guiões, os conhecimen os
adqui idos o am de imedia o pos os em p á ica. A esponsá el op ou po in oduzi o
es agiá io a es e ipo de adução com a adução de obje os (designação a ibuída aos
blocos de ex o écnico a se em aduzidos) de pequena dimensão e meno di iculdade,
de o ma a acili a o p ocesso de adap ação a es e ipo mui o pa icula de adução
écnica.
O p ocesso oi en ão iniciado com a consul a das úl imas lis as de obje os
disponibilizadas na ede in e na, à qual se seguiu a seleção de um que es i esse
disponí el, ou seja, que não es i esse a se abalhado po nenhum ou o colabo ado .
Após essa seleção, o obje o oi impo ado pa a o po al da SAP, de o ma a pode se
aduzido median e a u ilização das e amen as de adução, de consul a e minológica
e de consul a de conco dâncias o necidas pela emp esa, aduzido e, po im,
me iculosamen e e is o.
Após a conclusão do p ocesso, a colabo ado a esponsá el po es a ase
p ocedeu a uma e isão que p e endia e i ica se a e minologia u ilizada co espondia,
em igo , ao que se encon a a na base e minológica o necida pela SAP, à qual se
seguiu uma b e e sessão de eedback ela i amen e ao que necessi a a se co igido e
melho ado em elação àquele que i ia a se , daqui em dian e, o modus ope andi de oda
a adução ei a pa a o clien e.
14
Tendo em con a que es amos pe an e uma emp esa que p oduz soluções
in o má icas de g ande complexidade, com dezenas de á eas di e en es de aplicação e
cuja adução en ol e um sem núme o de adu o es dis ibuídos po á ias agências de
di e sos países, é na u al que a necessidade de pad onização e, de ce a o ma,
uni o mização da linguagem não seja apenas uma p io idade como ambém uma
indiscu í el necessidade.
Se a es e ac o jun a mos as di iculdades adicionais c iadas pelas di e enças
en e o po uguês do B asil e o de Po ugal, di e enças essas que ob igam a um cuidado
ac escido po pa e do adu o de nacionalidade po uguesa ela i amen e ao igo que
emp ega na sua adução, o na-se ácil pe cebe o po quê des a exigência po pa e do
clien e no que diz espei o ao seguimen o das eg as ge ais, de es ilo e das di e izes po
ele es ipuladas nos seus guiões de p ocedimen o.
Es e conjun o de eg as simples e bem de inidas oi elabo ado pela SAP e em
como obje i o acili a oda es a a e a e auxilia na ão desejada uni o mização do
p odu o inal. A emp esa elabo ou-o a a és de uma ex ensa e de alhada compilação das
já e e idas di e izes, não linguís icas e linguís icas, as quais êm como p incipal
inalidade assis i o adu o na c iação de um p odu o inal que seja cla o e in eligí el
pa a o u ilizado .
Pa a que seja possí el pe cebe e dadei amen e o ní el de igo que é exigido
pelo clien e ela i amen e à pad onização da linguagem p e endida pa a a adução dos
seus p odu os, se á necessá io enume a e desc e e , se não odas, pelo menos uma
g ande pa e des as di e izes que egem a adução des a linguagem écnica pa a o
po uguês do B asil, as quais não só o ien am e di ecionam o adu o du an e o
p ocesso, mas ambém se e ela am undamen ais pa a a ap endizagem do es agiá io em
con ex o de emp esa.
2.1. Di e izes
Dado que o sis ema é compos o po ex os écnicos e que o adu o não pode
igno a , em momen o algum, que es á a esc e e pa a um u ilizado inal que não pode
despe diça empo a in e p e a ases complexas e elabo adas, a linguagem u ilizada
de e se simples, di e a e obje i a, ou seja, de imedia a in eligibilidade pa a o úl imo
15
elemen o da ede de u ilizado es. A SAP insis e ambém pa a que a es u u a da ase
seja o mais simples possí el, ou seja, que o sujei o e seus complemen os an ecedam,
semp e que possí el, o p edicado e seus complemen os, e que se e i e a u ilização de
o ações subo dinadas e in e polações desnecessá ias, de endo-se segui , semp e que
possí el, a o dem na u al da ala, ainda que isso signi ique oca a o dem da ase.
As p óximas páginas se ão dedicadas às di e izes não linguís icas, as quais
escla ecem a o ma a a és da qual o adu o de e á lida com Includes, links das
en adas de glossá ios e a ques ão da p esença de sinónimos álidos e in álidos na base
de dados o necida pelo clien e, e à ex ensa lis a de di e izes linguís icas que ão desde
as siglas que de em se aduzidas, passando pelo sinais ma emá icos, núme os e
medidas que de em se u ilizados, às o mas de a amen o, ab e ia u as e p eposições a
emp ega .
2.1.1. Não linguís icas
1. Includes – Os ex os desc i i os, ou seja, a documen ação online aduzida
pa a a SAP, con êm espo adicamen e Includes. Os Includes são e e ências a ou os
ex os desc i i os que i ão, e en ualmen e, se inco po ados no ex o desc i i o a
aduzi . Se es e ainda não i e sido aduzido pa a o po uguês, algo que sucedia com
alguma equência, o adu o de e en a di e amen e no obje o a que o Include em
causa se e e e e aduzi-lo.
2. En adas de glossá io – Os ex os desc i i os con êm po ezes pala as com
links que pe mi em acede às suas de inições. Essas de inições não são mais do que as
en adas de glossá io encon adas na base de dados e minológica acul ada pelo clien e,
as quais são apenas aduzidas pa a alemão e inglês. Ao não se em aduzidas pa a
po uguês, esse link acaba ia po aze com que o u ilizado acedesse a um ex o esc i o
numa dessas línguas. De o ma a e i a que o úl imo u ilizado des a cadeia, o clien e, se
depa e com ex os numa língua que não a po uguesa, o link de e se emo ido pa a que
apenas a pala a seja exibida, a não se que exis a alguma indicação em con á io.
3. Sinónimos álidos e in álidos p esen es na base de dados e minológica – Na
en a i a de pad oniza a linguagem, os esponsá eis pela e minologia da base de dados
da SAP p ocedem à inse ção da de inição p e endida pa a cada uma das á eas de
16
aplicação. Po ezes, eles inse em sinónimos álidos que ge almen e podem se usados
pa a a adução. Con udo, se hou e ocasiões em que o sinónimo é signi ica i amen e
di e en e daquilo que es á a se aduzido ou hou e alguma dú ida ela i amen e à
pe inência des e, de e se consul ado um qualque ou o colabo ado sénio ou, em
úl imo caso, o espe i o newsg oup. O adu o de e con ia no sinónimo álido
p esen e em cada á ea de aplicação, con udo, de e ambém man e um espí i o c í ico,
usa o bem senso e consul a qual dos sinónimos oi o mais u ilizado na espe i a á ea
de aplicação. Po ezes os esponsá eis pela e minologia inse em sinónimos in álidos.
Não só es es não de em se u ilizados como de em se comunicados, pois pode se
necessá io subs i uí-los.
De ido ao ipo de a e as às quais se encon a a con inado, e embo a se enha
amilia izado com es as di e izes não linguís icas, o es agiá io não chegou, em ocasião
alguma, a acede ou a aduzi qualque Include, nem a elimina um link de glossá io,
endo ido apenas de epo á-los à colabo ado a sénio que o acompanhou nes a ase do
es ágio. Também não chegou a inse i sinónimos na base de dados e minológica.
2.1.2. Linguís icas
As di e izes linguís icas que egem es e ipo de adução écnica são mui o
nume osas, pelo que se p ocu ou aze uma enume ação e desc ição o mais sucin a
possí el.
1. U ilização de siglas – Na adução de ex os com siglas ou ac ónimos
especí icos de uma emp esa, como, po exemplo, o nome de um p odu o, é ob iga ó ia a
u ilização da sigla ou ac ónimo pad ão des a (Windows, iPad, e c.)
Quando pe an e nomes p óp ios de emp esas e ins i uições es angei as, o
adu o de e p ocede da mesma o ma, exce uando os casos nos quais já exis a uma
adução conhecida e de uso co en e, como os nomes de o ganizações in e nacionais,
po exemplo, UN – ONU (O ganização das Nações Unidas), NATO – OTAN
(O ganização do T a ado do A lân ico No e), USA – EUA (Es ados Unidos da
Amé ica), en e ou as.
17
O mesmo não sucede quando o adu o se depa a com siglas in e nas da SAP,
ou seja, siglas que co espondem aos nomes dos componen es de aplicações e
subaplicações da emp esa. De um modo ge al, nenhuma sigla e e en e a p odu os SAP
de e se aduzida.
2. Sinais ma emá icos – A emp esa é bas an e cla a ela i amen e aos sinais
ma emá icos que podem ou não se u ilizados. Em caso, e só em caso, de uma e en ual
al a de espaço, é pe mi ida ao adu o a u ilização dos seguin es sinais ma emá icos
com o espe i o signi icado: % (po cen o; pe cen ual), < (meno que; an e io a – pa a
da as) e > (maio que; pos e io a – ambém pa a da as).
A u ilização dos sinais & e $ é p oibida, já que se a am de a ian es u ilizadas
pelo sis ema.
3. Núme os e medidas – A SAP é bas an e cla a ela i amen e à o ma como o
adu o de e p ocede quando es á a aduzi ex o que en ol a núme os e medidas. Os
núme os de em se esc i os com pon o a pa i de 1000, as ações decimais com
í gula, os pesos e medidas de em e semp e um espaço en e o núme o e a espe i a
unidade, as pe cen agens não de em ap esen a espaço en e o núme o e o sinal e as
siglas e e en es a moedas de em segui a nomencla u a in e nacional, ou seja, os
g upos de ês alga ismos de em se , como já ha ia sido e e ido, sepa ados po pon o e
os decimais po í gula. As ho as de em se esc i as sem espaço en e ho a e minu os,
sendo que a ab e ia u a de ho a de e se semp e “h”, sem plu al (16h55) e os núme os
o dinais bem como os dias da semana esc i os po ex enso.
4. Fo mas de a amen o – Quando se aduz a o ma pessoal di e a, o clien e
suge e que se p ocu e semp e a u ilização de o mas impessoais, ou seja, que se p ocu e
a u ilização da oz passi a, do e bo no in ini i o, do sujei o inde e minado com o
in ini i o não lexionado e do sujei o na 3ª pessoa do singula . Con udo, semp e que a
o ma impessoal não es i e cla a, o adu o de e á eco e à o ma pessoal.
A o ma e bal na 3ª pessoa do singula sem sujei o explíci o não de e se
u ilizada, o clien e p e ende que o sujei o na 3ª pessoa do singula seja ocul ado, no
en an o, não se a a de algo que seja absolu amen e p oibi i o. Ainda ela i amen e a
es e pon o, apenas de e e i que a pala a “please”, quando u ilizada como in e jeição,
nunca de e se aduzida.
18
5. O dem di e a – A SAP p e ende que o adu o coloque os e mos na o dem
di e a, is o é, que coloque em p imei o luga o sujei o e só depois o p edicado e os
complemen os. A emp esa deseja com is o que se e i em in e calações excessi as ou
o dens in e sas desnecessá ias que ob iguem a um maio es o ço a ní el da lei u a dos
con eúdos e sua consequen e in e p e ação, o que pode á i a di icul a a a e a do
u ilizado inal. O adu o não de e, como é lógico, limi a -se simplesmen e a copia a
es u u a da ase no seu idioma o iginal, nes e caso o inglês, se es a não ize qualque
sen ido em po uguês.
6. Ab e ia u as – A al a de eg as cla as de ab e ia u as p o ou se um
p oblema, nomeadamen e na adução dos ex os de in e ace, mais conhecidos como
ex os b e es, le ando po ezes ao despon a de alguma deso dem no sis ema. Po esse
mo i o, a sua p oli e ação é algo que de e se e i ado a odo o cus o.
Como al, oi c iada uma lis a dos e mos u ilizados com mais equência,
ap esen ando uma p opos a de ab e ia u a ou de a ian e de ex ensão. O adu o é
aconselhado a man e a coe ência na sua u ilização e a ab e ia semp e os e mos cujas
ab e ia u as são conhecidas.
As ab e ia u as de em semp e se seguidas de um pon o, sem qualque espaço
em b anco an es da pala a que a segue e se e minadas, semp e que possí el, com uma
consoan e e não com uma ogal. As pala as “não”, “sim”, “nunca”, “po ” ou
“pela/pelo” jamais de em se ab e iadas, os acen os de em semp e se man idos nas
ab e ia u as de o ma a acili a a comp eensão do e mo que es á a se ab e iado e o
plu al de um e mo, que seja isolado ou compos o, de e se o mado colocando um “s”
no im da ab e ia u a con encionada.
Rela i amen e aos e mos compos os exis em duas eg as básicas que de em se
seguidas. Semp e que possí el, de e-se esc e e po ex enso a pala a que, no con ex o,
é a mais impo an e e ab e ia as que se seguem ( odas ou apenas algumas). De e-se
ambém, semp e que possí el, ab e ia p imei o as pala as com ab e ia u as
conhecidas.
Nos ex os desc i i os, aqueles com os quais o es agiá io es e e em con ac o
du an e g ande pa e des a expe iência, as ab e ia u as de em se e i adas a odo o
cus o, a não se em casos de ab e ia u as con encionais (medidas) ou em casos
excecionais, como nas abelas.
25
2. Fe amen as u ilizadas
O c escimen o exponencial da p ocu a de se iços de adução que se em indo
a e i ica ao longo dos úl imos anos, sob e udo nas á eas da adução écnica e
especializada, pode á mui o bem e sido o p incipal ca alisado da c escen e p ocu a e
u ilização de e amen as in o má icas de adução. A ualmen e, es as englobam
sis emas de adução au omá ica (Machine T ansla ion), nos quais a adução é ealizada
pelo compu ado sem qualque ipo de in e enção humana (embo a a necessidade de
in e enção após a adução au omá ica seja quase semp e uma necessidade), e de
adução assis ida po compu ado (Compu e -Assis ed T ansla ion), em que es a é
e e uada po um p o issional que usu ui do auxílio de uma a iedade de e amen as
que acili am e acele am o seu abalho. A es as podemos ainda ac escen a edi o es de
ex o, so wa e de co eção o og á ica e g ama ical, dicioná ios em o ma o digi al,
e amen as de auxílio a ges ão de p oje os, so wa e de alinhamen o de ex o e de
ges ão de bases de dados e minológicas ou de memó ias de adução, p og amas que
aduzem páginas Web, p og amas de auxílio na localização de so wa e, e c.
O p incipal obje i o des as e amen as é o na odos os p ocessos ela i os à
a i idade da adução, que seja a adução em si, que os p ocessos de pesquisa
e minológica ou os de e i icação e co eção, o mais ápidos e e icazes possí el,
nomeadamen e na á ea da adução écnica. Como já oi an e io men e e e ido, es a
á ea da a i idade adu ó ia cons i ui um g ande olume do me cado da adução e
ab ange á eas de especialidade ca ac e izadas po uma e minologia mui o p óp ia e
exp essões “in lexí eis” que eque em, mais do que qualque ou o ipo de adução,
uma u ilização e ges ão cuidada das e amen as TAC, pa a que o abalho possa se
mais ácil e e icazmen e uni o mizado e, des a o ma, acili a o p ocesso de adução e
ga an i maio igo e consis ência.
Dado que g ande pa e dos p oje os de adução que o es agiá io ealizou pa a o
depa amen o de adução da emp esa o am p oje os de ca iz écnico, é e iden e que
á ios des es auxílios o am pa e in eg an e do pe cu so de ês semanas.
A execução de p oje os ao longo des e aje o implicou a u ilização de di e en es
e amen as de adução que i e am, não só, a inalidade de auxilia no p ocesso de
adução em si, como ambém a de ealiza ou o ipo de abalhos pa alelos à adução.
26
Embo a a emp esa disponha de mais ecu sos, os p oje os em que o es agiá io
es e e en ol ido não eque e am mais do que a u ilização de uma e amen a TAC, no
caso o SDL T ados S udio, e de uma e amen a de p ocessamen o de ex o, o Mic oso
Wo d. Con udo, dada a na u eza de alguns dos documen os que o am aduzidos pelo
es agiá io, nomeadamen e ce idões de nascimen o, ce i icados de habili ações,
cu icula i ae, ce i icados académicos o iciais, en e ou os, hou e a necessidade de
eco e ambém a uma e amen a de OCR que con e esse ichei os PDF pa a um
o ma o digi al que possibili asse a sua lei u a.
Como é sabido, um ichei o PDF (Po able Documen Fo ma ) é um ipo de
ichei o cuja inalidade é a de o e ece ao clien e um documen o em o ma o digi al que
não possa so e qualque ipo de pós-edição. T a a-se de um documen o de es u u a
ixa e inal e á el e que em como obje i o ga an i ao seu u ilizado a possibilidade de
assina u a de um documen o digi al. A sua modi icação, além de ex emamen e di ícil,
se á semp e isí el.
Exis em dois ipos de ichei o PDF, os de imagem, essencialmen e o og a ias de
documen os e imagens digi alizadas onde o ex o não é, ob iamen e, selecioná el, e os
de ex o que, como a p óp ia designação indica, possuem ex o que é possí el ex ai
jun amen e com oda a in o mação que nele es á con ida, queb as de linha, pa ág a o ou
página, ipo ou amanho de le a, e c.
Es es ichei os encon am-se bloqueados, são impossí eis de edi a , man êm
semp e o seu layou , ou seja, a con igu ação da sua disposição, e apenas são
econhecidos pelas p incipais e amen as TAC median e uma u ilização p é ia das
e amen as de econhecimen o ó ico de ca a e es (OCR) que nelas se encon am
inco po adas. Dado que es as são, eg a ge al, mani es amen e ine icazes na con e são
des es ichei os pa a um o ma o em que es es possam se abalhados, p incipalmen e
na econ e são dos PDF de imagem, e embo a a emp esa acul asse a sua p óp ia
e amen a, o es agiá io — po uma ques ão de amilia idade com o so wa e, e com a
au o ização da sua coo denado a — op ou po eco e a uma e amen a de
econhecimen o ó ico de ca a e es g a ui a que se encon a inco po ada numa das mais
popula es e bem-sucedidas e amen as TAC g a ui as disponí eis na In e ne , o
Wo d as Anywhe e.
Pa a além de bas an e e icaz na lei u a de ca a e es e consequen e ep odução
des es em con eúdo ex ual passí el de se edi ado e modi icado, a e amen a de
27
econhecimen o ó ico de ca a e es p esen e no Wo d as Anywhe e é igualmen e ácil e
in ui i a de u iliza . Di o is o, exis em, no en an o, uma sé ie de p oblemas com os quais
o adu o i á ce amen e depa a -se após a sua u ilização, os quais su gi ão, não só no
momen o da sua con e são pa a um ichei o de ex o possí el de se al e ado, como
ambém após a impo ação des e pa a a e amen a de adução.
O adu o pode -se-á depa a com:
1. Exce os de ex o não econhecidos pelo Wo d as Anywhe e, o que az com
es es acabem po não se ans e idos pa a o documen o a aduzi .
2. Tipos e amanhos de le a di e en es dos p esen es no o iginal.
3. Imagens inco e amen e si uadas ela i amen e à sua localização no o iginal.
4. Cabeçalhos e odapés econhecidos como linhas de ex o ou, inclusi e,
comple amen e i econhecí eis.
5. Caixas de ex o o a de posição em elação ao o iginal.
6. Tex o o a da caixa de ex o.
7. É possí el que, dependendo da con igu ação da página ela i amen e à
disposição do seu ex o e das suas caixas de ex o, ex os di e en es que não possuem
qualque ipo de elação en e si, possam i a se econhecidos como pa e in eg an e
um do ou o, o que le a a que as memó ias de adução não econheçam que, de ac o,
se a am de duas ases dis in as.
8. Vá ias ags indesejá eis e ases co adas em dois segmen os no p odu o a
aduzi (caso o ichei o con e ido não enha sido de idamen e p epa ado e abalhado
pa a a adução).
9. Espaçamen o en e linhas que não co esponde ao espaçamen o e i icado no
o iginal.
De o ma a ga an i que o p ocesso de abalho não seja p ejudicado, é
necessá io que o ichei o con e ido seja p epa ado de an emão an es da sua impo ação
pa a a e amen a de adução a se u ilizada. Es as ope ações p elimina es consis em na
e i icação e, se necessá io, pos e io co eção ou al e ação do amanho da página e das
colunas, do ipo de le a, do espaçamen o en e linhas, ca a e es, pa ág a os e ma gens,
na eliminação de caixas de ex o indesejá eis, na e i icação dos cabeçalhos, odapés e
28
secções, na co eção de g alhas e na e i icação de í ulos, sub í ulos, núme os, abelas e
no as de odapé. De e -se-á e i ica ainda se exis e a necessidade de jun a pa ág a os,
de inse i imagens ele an es que não enham passado com a con e são e, po im, se o
ex o se encon a p esen e na in eg a.
Embo a es ejamos pe an e uma a e a mo osa e, possi elmen e, eple a de
pe calços, é essencial que, na adução des e ipo de documen os, udo o que oi e e ido
nos pa ág a os an e io es seja le ado em con a, pois só assim se á possí el a ingi um
esul ado inal sa is a ó io que cump a os pad ões de qualidade que os p o issionais da
adução p e endem almeja .
2.1. Fe amen a TAC: SDL T ados S udio
O SDL T ados, a e amen a TAC o necida pela emp esa e u ilizada du an e
es e pe íodo do es ágio, é um so wa e de adução assis ida po compu ado
desen ol ido pela emp esa alemã SDL. O so wa e é, p esen emen e e desde há bas an e
empo, líde de me cado e o e ece a in eg ação de memó ias de adução, de bases de
dados e minológicas e de uma e amen a de adução au omá ica. A adução é
ealizada no seu edi o de adução (consul a anexo I, igu a 1.1.4.), que desempenha a
a e a de p ocessado de ex o, onde o ex o se encon a di idido po segmen os e oda a
o ma ação é p ocessada de o ma au omá ica.
Nes a e amen a, odo o p ocesso es á o ganizado po p oje os. Es es pode ão
inclui , en e ou os, um núme o p a icamen e ilimi ado de documen os, inúme as
memó ias de adução e glossá ios ou ainda uma sé ie de de inições de ges ão de
ecu sos do so wa e, como po exemplo eg as de segmen ação, de au o- adução,
de inições pa a as memó ias de adução, de inições ela i as aos p ocessos de ga an ia
de qualidade, e c., as quais podem se de inidas e con igu adas de aco do com as
p e e ências e necessidades do u ilizado .
A mais impo an e e e olucioná ia ca ac e ís ica des a e amen a, bem como de
odas as ou as e amen as TAC, é disponibiliza memó ias de adução. Es as êm
como p incipal unção ecicla aduções, ou seja, gua da pa es de segmen os que, à
medida que o adu o a ança na adução, pe mi em que a e amen a e i ique se a
memó ia que es á a se u ilizada con ém uma ase p óxima da que es á a se aduzida,
29
chegando inclusi e a quan i ica pe cen ualmen e o quão semelhan es es es são. Caso
exis a uma p oximidade, es a apa ece como suges ão de adução, com o T ados a
indica a di e ença, ou di e enças, en e o segmen o a ual e aquele que se encon a
gua dado na memó ia.
Impo a ainda e e i que o SDL T ados S udio supo a documen os de á ios
o ma os, incluindo o ma os com ags, como po exemplo XML, XLIFF ou HTML,
a qui os de ex o simples, Mic oso Wo d, Excel ou Powe Poin , o ma o PDF ( ia
con e são median e a u ilização de so wa e de econhecimen o ó ico de ca a e es), e c.
Ainda assim, o o ma o Wo d, al como em ou as e amen as TAC, con inua a se o
o ma o de eleição, is o se o que c ia os ichei os mais limpos, ou seja, os mais li es
de o ma ações, as quais, po sua ez, sob eca egam o edi o com ags, o nando o
p ocesso de adução mais len o e complicado.
Po im, gos a ia de ealça que, du an e a componen e le i a do mes ado, a
a enção dada à e amen a TAC memoQ, ocupou ce ca de ês qua os do semes e na
disciplina em que oi lecionada, o que ez com que o T ados S udio enha sido, de ce a
o ma, elegado pa a segundo plano. Es a si uação ez com que o es agiá io enha
sen ido algumas di iculdades iniciais na sua u ilização, o que oi ul apassado ao ecebe
odo o apoio necessá io dos ou os colabo ado es da emp esa no p ocesso de
amilia ização com a e amen a, necessi ando apenas de ce ca de um ou dois dias de
o mação on-job pa a elemb a udo, ou pelo menos g ande pa e, do que ha ia
ap endido nas disciplinas que a a am o ema, an o no mes ado como na licencia u a.
30
3. Exemplos de alguns p oje os ealizados
O úl imo pon o des e de adei o capí ulo em como obje i o enume a e analisa
alguns dos p oje os de adução ealizados pa a o depa amen o de adução. Du an e
es a ase do pe cu so, e po não exis i à da a um p oje o de maio dimensão no qual o
es agiá io pudesse es a en ol ido, op ou-se po um egime de o mação con ínua, ou
seja, de desempenho de a e as con o me o luxo de abalho. Es e egime possibili ou
ao es agiá io uma pe spe i a mais ab angen e do dia-a-dia do depa amen o de adução
e do ipo de abalho que domina o quo idiano de quem nele abalha, a adução
écnica.
Du an e es e pe íodo, o es agiá io ealizou p oje os que comp eende am
ce i icados de habili ações, ce idões de nascimen o, ce i icados académicos ou
cu icula i ae, bem como guias, ca as de ca iz écnico ou o mulá ios de
p eenchimen o. Embo a não enha sido possí el a ealização de uma análise de alhada
das co eções do abalho e e uado pelo es agiá io, en a -se-á, pa a além da
ap esen ação de exemplos conc e os daquilo que oi ei o, iden i ica e p oblema iza
alguns exemplos p á icos especí icos que enham c iado di iculdades de adução,
enume a alguns e os come idos e abo da algumas ques ões elacionadas com a
o ma ação de documen ação.
An es de p ossegui , se á impo an e isa que, al como oi sup amencionado,
de ido a ques ões de con idencialidade, se á absolu amen e impossí el e e ua qualque
ipo de abo dagem ao abalho ealizado pa a o depa amen o de localização. Embo a
es a si uação não co esponda ao expec á el no âmbi o da p esen e análise — já que o
abalho e e uado pa a o e e ido depa amen o não só ocupou ce ca de dois e ços de
udo aquilo que oi ealizado no es ágio, como ambém ap esen ou di iculdades de
adução mui o p óp ias e dis in as das encon adas em alguns dos p oje os ealizados
pa a o depa amen o de adução — espe a-se que es a abo dagem, se bem que limi ada,
seja su icien e pa a da co po a es e úl imo pon o do ela ó io.
Foi ainda possí el elabo a uma abela, na qual se pode encon a uma b e e
desc ição dos eze p oje os le ados a cabo du an e o es ágio e algumas in o mações
sob e os mesmos (consul a anexo II). Igualmen e po mo i os de con idencialidade,
31
não se ão ap esen adas quaisque ca ac e ís icas dis in i as dos p oje os, ais como
nomes de clien es, de emp esas, e c.
Um dos p imei os documen os a aduzi oi um ques ioná io que inha como
inalidade a alia as possí eis ca ências do depa amen o de ecu sos humanos de
de e minada emp esa, ou seja, um ques ioná io que agia como e amen a de a aliação.
Nele e am abo dadas ques ões ela i as a planeamen o, pad ões e polí icas emp esa iais,
emune ações e bene ícios, ques ões ela i as aos di ei os e de e es do uncioná io, à
ges ão do seu desempenho, ec u amen o, admissão, o mação e desen ol imen o. O
ac o de es e se pau ado, essencialmen e, po longas ases na o ma in e oga i a, ez
com que o es agiá io sen isse algumas di iculdades em p oduzi um ex o de chegada
onde não p edominassem es u u as ásicas desnecessa iamen e complexas. Ao op a
po inicia cada segmen o com uma o ma e bal, o es agiá io acabou po ealiza uma
adução onde impe a am, p ecisamen e, as ão indesejadas es u u a ásicas
desnecessa iamen e complexas, o que, po sua ez, o nou di ícil a pon uação e ge ou
um p odu o inal pouco adequado. A ac escen a a es a má decisão hou e ainda uma
u ilização inde ida de es angei ismos em si uações onde exis em opções em po uguês,
algo que se de eu, p incipalmen e, à al a de expe iência labo al do es agiá io, bem
como alguma inconsis ência na u ilização da e minologia, o que pode ia e sido
e i ado caso es e documen o i esse sido aduzido u ilizando uma e amen a TAC, o
que, po mo i os alheios ao es agiá io, não oi, nes a ocasião, uma possibilidade. É de
e e i igualmen e uma u ilização inco e a da o ma maiúscula em alíneas que êm
como inalidade nume a uma de e minada ase e ainda a omissão de e e ências a
no as de odapé.
Nas abelas seguin es podem se is os alguns exemplos ilus a i os dos casos
sup amencionados:
Tex o de
pa ida
“A e employees obliged o submi a hando e epo o he ole hey
aca e be o e lea ing AI, and o e u n AI asse s?”
T adução
“Es ão os uncioná ios ob igados a ap esen a um ela ó io de ansição
ela i o ao ca go que desocupam… bem como a de ol e bens da AI?”
Re isão
“Os uncioná ios es ão ob igados a ap esen a um ela ó io de ansição
ela i o ao ca go que deixam ago… bem como a de ol e bens da AI?”
32
Figu a 1. T adução de segmen o de ques ioná io onde é u ilizada uma es u u a
ásica indesejada.
Po uma ques ão de es ilo e de egis o, “desocupam” oi subs i uído po “deixam
ago”.
Tex o de
pa ida
“Is he annual lea e g an ed (numbe o days) in acco dance wi h he
local labou law?”
T adução
“Es á a licença anual a se concedida (núme o de dias) de aco do com a
lei labo al local?”
Re isão
“A licença anual (núme o de dias) é concedida de aco do com a lei
labo al local?”
Figu a 2. T adução de segmen o de ques ioná io onde é u ilizada uma es u u a
ásica indesejada.
Tex o de
pa ida
“A e membe s o s a consul ed when exis ing s a policies o p ac ices
a e de eloped and e iewed?”
T adução
“Os uncioná ios são consul ados quando as polí icas e p á icas a uais
espei an es ao s a são e is as e desen ol idas?”
Re isão
“Os uncioná ios são consul ados quando as polí icas e p á icas a uais
espei an es ao pessoal são e is as e desen ol idas?”
Figu a 3. T adução de segmen o de ques ioná io onde, embo a a es u u a
ásica seja a desejada, um es angei ismo é inco e amen e u ilizado.
De uma o ma ge al, e dependendo das indicações do clien e, de e e i a -se o
uso de es angei ismos quando exis em opções em po uguês. Nes e caso, “s a ” podia
e sido aduzido como “pessoal” ou, de o ma a man e uma e minologia consis en e,
33
“ uncioná ios”, dependendo do con ex o. É ambém impo an e ealça que os
es angei ismos de em es a em i álico (exce o quando o e mo já é de uso comum no
po uguês: so wa e, e-mail).
A jun a aos exemplos acima mencionados, sucede am ainda, du an e a
ealização de ou os p oje os, á ios ou os e os e p opos as de adução menos bem
conseguidas. Numa ca a di igida a um embaixado de um de e minado país, que enha
sido po mo i o de ca ência de conhecimen o, que de simples dis ações causadas po
um p azo de en ega mui o cu o, ao qual o es agiá io não se encon a a habi uado, ou
de ido à p edominância de uma linguagem mui o écnica, pau ada po uma e minologia
mui o especí ica ligada à á ea da diálise, o am come idos alguns lapsos.
Na abela seguin e encon am-se alguns exemplos bas an e signi ica i os:
Nº
Tex o de pa ida
T adução
Re isão
1
“2.5 million
indi iduals”
“2.5 milhões de pessoas”
“2,5 milhões de pessoas”
2
“ ame ag eemen
con ac ”
“con a o”
“con a o-quad o”
3
“ag eed on and signed”
“aco dado e assinado”
“celeb ado e assinado”
4
“Ma ch / Janua y”
“Ma ço / Janei o”
“ma ço / janei o”
5
“The e m o paymen is
changed: Paymen on...”
“O p azo de pagamen o é
al e ado: Foi aco dado
que…”
“O p azo de pagamen o é
al e ado: oi aco dado
que…”
Figu a 4. E os de adução em ca a di igida a embaixado .
No p imei o exce o é possí el e i ica que, de ido a dis ação, ao in és de
u iliza a í gula como sepa ado decimal, como é p óp io da língua po uguesa, oi
u ilizado o pon o.
34
No exemplo nº 2, de ido a uma pesquisa insu icien e, causada po um p azo de
en ega ex emamen e cu o, e ao desconhecimen o da exis ência e na u eza des e ipo
especí ico de con a o, não oi especi icado o ipo de con a o em causa.
No e cei o exemplo, is o a a -se de um con a o, a con enção di a que o
adje i o a u iliza , nes a si uação, de e á se o adje i o “celeb ado”.
Nos dois úl imos exemplos é possí el e i ica que, na e isão, o am e e uadas
duas al e ações de le a maiúscula pa a minúscula. No p imei o po que, de aco do com
a no a o og a ia, os meses de em se esc i os em minúscula e no segundo po que,
imedia amen e a segui a dois pon os, exce o se es i e mos pe an e uma ques ão, de e
se semp e u ilizada a le a minúscula.
A ac escen a a es es, hou e ainda a u ilização inde ida de um a igo masculino
pa a iden i ica uma emp esa, a colocação de uma í gula en e um sujei o e um
p edicado, a não colocação de um espaço en e um alo numé ico e o seu
co esponden e símbolo mone á io e a u ilização inco e a do o ma o de da a na língua
po uguesa.
Pa a além das já e e idas, o am le adas a cabo á ias ou as aduções du an e
o pe íodo do es ágio. Reg a ge al, os p incipais obs áculos encon ados na maio ia dos
es an es documen os aduzidos pa a o depa amen o de adução o am obs áculos que
podem se encon ados em qualque ou o p oje o de na u eza écnica. Es es p ende am-
se, po exemplo, com a a e a, po ezes di ícil, de encon a alguns e mos écnicos
equi alen es na língua de chegada, bem como com o p ocesso de con i mação e
e i icação que assegu a a exis ência de uma co espondência com o ex o de pa ida,
pa a além de cons angimen os a ní el da u ilização de espaço. É o caso dos cabeçalhos,
caixas de ex o, e c., algo que ambém se e i ica nou os ipos de adução, já que a
língua inglesa é bem mais sucin a que a po uguesa. Es es obs áculos p ende am-se
ainda com ques ões de uncionalidade e com a necessidade de possui um as o e amplo
conhecimen o do ema ou assun o em causa, de o ma a pode p ese a , o mais
e icazmen e possí el, odo o con eúdo écnico p esen e no ex o de pa ida.
Con udo, nem udo o que oi aduzido se esumiu, exclusi amen e, a con eúdo
écnico. Na adução de um guia de planeamen o de ecu sos emp esa iais — cuja
unção consis ia, p incipalmen e, em desc e e a o ma a a és da qual a ecnologia de
planeamen o de ecu sos emp esa iais em causa pode ia melho a a e iciência de uma
41
Newma k, Pe e . Abou T ansla ion. Cle edon: Mul ilingual Ma e s, 1991.
No d, Ch is iane. T ansla ing as a Pu pose ul Ac i i y. Func ionalis App oaches
Explained. Manches e : S . Je ome, 1997.
“P ope ly Fo ma ing Wo d Documen s o T ansla ion”. The O icial Fo eign C edi s
Blog, 12 de Fe e ei o de 2015, Web. 26 de Ab il de 2017.
<h ps://www. o eignc edi s.com/Blog/pos /2015/02/12/Wo d-Documen -
Fo ma ing.aspx>
Pym, An hony. Localiza ion: On i s na u e, i ues and dange s. 2005, Web. 13 de
Ma ço de 2017. <h p://usua is. ine .ca /apym/on-line/ ansla ion/ ansla ion.h ml>
_____ The Mo ing Tex : Localiza ion, T ansla ion, and Dis ibu ion. Ams e dam and
Philadelphia: John Benjamins Publishing Company, 2004.
Reiss, Ka ha ina. T ansla ion C i icism — The Po en ials & Limi a ions: Ca ego ies
and C i e ia o T ansla ion Quali y. T ans. by F. E ol Rhodes. Manches e : S . Je ome
Publishing, 2000.
Reynolds, Ma hew. T ansla ion: A Ve y Sho In oduc ion. Ox o d: Ox o d Uni e si y
P ess, 2016.
Robinson, Douglas. Becoming a T ansla o : In oduc ion o he Theo y and P ac ice o
T ansla ion. London and New Yo k: Rou ledge, 2006.
SDL T ados S udio. Web. 15 de Ma ço de 2017.
<h p://www.sdl.com/solu ion/language/ ansla ion-p oduc i i y/ ados-s udio/>
42
“Sob e a SAP”. SAP, 2017, Web. 15 de Ma ço de 2017.
<h ps://www.sap.com/po ugal/abou .h ml>
Te aepik T aduções e Se iços, Lda. Web. 15 de Ma ço de 2017.
<h p://www. e aepik.com/>
“T ansla o ´s Wo kbench Use Guide”. SDL T ados 2007, 2007. Web. 26 de Ab il de
2017. <h p://www.p o essional-
ansla ions. o/DLFiles/SDL_T ados_2007_T ansla o sWo kbench.pd >
“UNESCO Nomencla u e o Fields o Science and Technology”. 2005. Web. 26 de
Ab il de 2017. <h p://skos.um.es/unesco6/00/h ml>.
Venu i, Lau ence. The T ansla o ’s In isibili y: A His o y o T ansla ion. London and
New Yo k: Rou ledge, 1995.
_____ (ed.). The T ansla ion S udies Reade . 3 d edi ion. London and New Yo k:
Rou ledge, 2012.
Waßme , Thomas. “T ados”. Localiza ion Wo ks, Web. 13 de Ma ço de 2017.
<h p://www.localiza ionwo ks.com/DRTOM/T ados/TRADOS.h ml>
“Wha is Localiza ion?”. Mul ilize T ansla ion Blog, 11 de Maio de 2011, Web. 13 de
Ma ço de 2017. <h p:// ansla ion-blog.mul ilize .com/wha -is-localiza ion/>
“Wha is so wa e localiza ion?”. SDL, 2017, Web. 13 de Ma ço de 2017.
<h p://www. ansla ionzone.com/solu ions/so wa e-localiza ion/>
i
ANEXO I
1. Aspe o isual de algumas e amen as u ilizadas
1.1. SDL T ados S udio 2011
1.1.1. SDL T ados S udio 2011 – Janela inicial
1.1.2. SDL T ados S udio 2011 – Janela de ges ão de ichei os e p oje os
ii
1.1.3. SDL T ados S udio 2011 – Janela de c iação ou a ibuição de memó ias de
adução
1.1.4. SDL T ados S udio 2011 – Janela de adução
iii
1.2. SDL T ados com Tag Edi o ( e são 2007)
1.3. SDL T ados com Tag Edi o ( e são 2011)
i
1.4. Wo d as Anywhe e
1.4.1. Wo d as Anywhe e – Janela inicial
1.4.2. Wo d as Anywhe e – Janela de adução
ANEXO II
Quad o 1
Tabela e e en e a p oje os de adução ealizados du an e o es ágio
Tí ulo
Fe amen as
Línguas
Á ea de
especialidade/Géne o de
adução
1
Guia ERP
SDL T ados
S udio
EN>PT
Folhe o in o ma i o e
publici á io
2
Condu a emp esa ial pa a
uncioná ios
SDL T ados
S udio
EN>PT
Comunicações in e nas de
emp esas
3
P émios Eu opeus,
comunicações eu opeias
SDL T ados
S udio
EN>PT
Comunicações in e nas de
emp esas
4
P émios Eu opeus,
comunicações eu opeias, FAQ´s
SDL T ados
S udio
EN>PT
Comunicações in e nas de
emp esas
5
Team b ie ing in e no de
emp esa
SDL T ados
S udio
EN>PT
Folhe o
in o ma i o/Comunicações
in e nas de emp esas
6
Ques ioná io
SDL T ados
S udio
EN>PT
In o ma i o/Recu sos
Humanos
7
Ca a de ca á e
come cial/emp esa ial
SDL T ados
S udio
EN>PT
Co espondência/P opos as
come ciais
8
Ce idão de nascimen o
SDL T ados
S udio/Wo d as
Anywhe e
EN>PT
Documen ação o icial
9
Ce i icado de habili ações
SDL T ados
S udio/Wo d as
Anywhe e
EN>PT
Documen ação o icial
10
Cu iculum Vi ae
SDL T ados
S udio/Wo d as
Anywhe e
EN>PT
Documen ação o icial
i
11
Ce i icado académico o icial
SDL T ados
S udio/Wo d as
Anywhe e
EN>PT
Documen ação o icial
12
Te mos e condições
SDL T ados
S udio
EN>PT
Tex o in o ma i o
13
Solução in o má ica (so wa e)
SDL T ados
S udio
EN>PT
Folhe o in o ma i o e
publici á io
Desc ição dos p oje os
Desc ição dos p oje os enume ados no quad o 1
1. Guia que desc e e a o ma a a és da qual a e e ida ecnologia de
planeamen o de ecu sos humanos pode melho a a e iciência de uma emp esa. Fá-lo
median e uma au oma ização de p ocessos emp esa iais, a qual acele a as ope ações
emp esa iais a ní el local e global, median e a o e a de aplicações de ges ão
emp esa ial o almen e in eg adas, que pa ilham bases de dados comuns, acili ando a
isibilidade e a colabo ação, e ainda a a és do o necimen o de ela ó ios lexí eis e
edi á eis.
O documen o explici a ainda a necessidade e o po quê das g andes emp esas, as
líde es de me cado, es a em a eco e a es a ecnologia como o ma de melho a em a
sua e iciência a ní el ope acional. Explica que, a a és da sua u ilização, se á possí el
eduzi cus os ope acionais, melho a a en abilidade e edis ibui mais e icazmen e os
ecu sos humanos e inancei os exis en es, azendo com que es es possam se u ilizados
de o ma mais e icien e.
2. Tex o ela i o a um p og ama que p e ende ol a a amilia iza odos os
uncioná ios da emp esa com o seu código de condu a.
Desc e e a emp esa, os seus p incípios undamen ais e as consequências da sua
iolação: despedimen o, sanções á ias, e c.
3. Tex o que ap esen a aquilo em que i á consis i a ce imónia. Desc e e a
emp esa e a si uação do me cado na qual se encon a inse ida a sua ilial eu opeia. Es e
documen o enume a ainda os mo i os que le a am a que es es p émios ossem c iados e
desc e e de alhadamen e os c i é ios de nomeação e de p emiação.
ii
4. Desc e e o que são os p émios eu opeus, quais as suas ca ego ias, c i é ios de
elegibilidade pa a cada uma das ca ego ias, e c.
5. Desc e e b e emen e a emp esa em ques ão, suas ca ac e ís icas, moldu a
labo al e expe a i as em elação aos seus uncioná ios.
6. Ques ioná io que em como inalidade a alia as possí eis ca ências, a ní el
de ecu sos humanos, da emp esa em causa. O ques ioná io oca-se em ques ões
ela i as ao planeamen o, pad ões e polí icas; emune ações e bene ícios; jus iça
labo al; ges ão do desempenho; ec u amen o, seleção e p omoção da di e sidade;
admissão, o mação e desen ol imen o, e c.
7. Ca a espei an e a um p oje o de c iação de um cen o de saúde di igida a um
embaixado de uma nação a icana.
8. Ce idão de nascimen o p o enien e da República da Á ica do Sul. Foi
necessá io eco e a uma e amen a de econhecimen o de ca a e es ó icos de o ma a
pode aduzi o seu con eúdo.
9. Ce i icado de habili ações p o enien e do Go e no do Dubai. Foi necessá io
eco e a uma e amen a de econhecimen o de ca a e es ó icos de o ma a pode
aduzi o seu con eúdo.
10. Con eúdo con idencial.
11. Con eúdo con idencial.
12. Te mos e condições que se aplicam à pa icipação na ede de dis ibuição
expandida de de e minada emp esa. Con ém in o mações ge ais ela i as à ede, às
condições de elegibilidade e in o mações ela i as às comissões e axas a paga caso
haja on ade de aze pa e des a.
13. Fichei o, em o ma o Excel, espei an e a uma solução in o má ica. Nes e
documen o oi possí el encon a uma b e e desc ição do p odu o, qual a sua unção,
bene ícios a e i a da sua u ilização, e c.