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MODELAÇÃO DE DADOS GEOGRÁFICOS PARA APOIO À
TOMADA DE DECISÃO NO PLANEAMENTO TERRITORIAL
Emanuel Paulino de Medei os
Disse ação de Mes ado em O denamen o do
Te i ó io e SIG
Se emb o de 2021
“O desenho da cidade não se pode ci cunsc e e a aça
zonas que de inam as ans o mações do espaço edi icado
ou a edi ica , mas, pelo con á io, de e compo a odo um
sis ema espacial de inido po ci cuns âncias geog á icas,
ecológicas e cul u ais in e - elacionadas.”
Gonçalo Ribei o Telles
Disse ação ap esen ada pa a cump imen o dos
equisi os necessá ios à ob enção do g au de Mes e em
O denamen o do Te i ó io e SIG, ealizada sob a
o ien ação cien í ica do P o esso Dou o Rui Ped o
Julião.
AGRADECIMENTOS
À D a. Joana Pombo, po odo o empo, p on idão e paciência em e -me ajudado
a desen ol e o meu p oje o de disse ação de Tese, sem ela se ia impossí el conc e iza
o obje i o inal da p esen e disse ação.
Ao D . Ilídio Sousa, Di e o Regional do O denamen o do Te i ó io, pe encen e
à Sec e a ia Regional do Ambien e e Al e ações Climá icas da Região Au ónoma da
Madei a, po odo apoio, espí i o de in e ajuda e pa ilha de conhecimen os.
Salien a a expe iência, p o issionalismo, dedicação, paciência, ânimo e ca ác e
do Eng. Ma co Agos inho Teixei a, po oda a ajuda e empo disponibilizado pa a a
ealização da p esen e disse ação.
Ag adece à Câma a Municipal de Pon a Delgada e à Di eção Regional do
O denamen o do Te i ó io pela disponibilização da in o mação geog á ica pa a a
ealização do p esen e modelo desen ol ido e demons ado ao longo da p esen e
disse ação.
Po úl imo, e não menos impo an e, aos S s. meus pais, João Dua e Moniz de
Medei os e Ma ia do Céu de Medei os, po me aze em ac edi a que udo é possí el e
que céu é o limi e.
Um bem-haja a odos aqueles que de uma o ma di e a ou indi e a, pe mi i am
com que esse obje i o osse conc e izado.
MODELAÇÃO DE DADOS GEOGRÁFICOS PARA APOIO À TOMADA DE DECISÃO NO
PLANEAMENTO TERRITORIAL
Emanuel Paulino de Medei os
RESUMO
No cená io p esen e e pe spe i a u u a, o O denamen o do Te i ó io e espe i as
polí icas associadas, assumem um papel de g ande ele ância nos p ocessos de apoio à
omada de decisão de base e i o ial.
Na p esen e disse ação é ap esen ado um modelo que subs ancia a o imização de
p ocessos de idamen e enquad ados em polí icas inculadas à Adminis ação
Regional/Local, sendo que o modelo em causa pe mi i á agiliza e do a odos os
in e enien es num p ocesso de análise de um melho supo e pa a uma e en ual decisão
a oma .
O modelo oi es u u ado com ecu so a e amen as SIG (ESRI -A cGis),
assumindo que os sis emas de in o mação geog á ica se ele am p eponde an es pa a um
conjun o de esul ados expec á eis a ob e .
Nes e sen ido, oi c iado um modelo que pe mi i á eplica o p oblema associado
à iden i icação de di e sas ipologias de ocupação do solo p esen es em di e sos
Ins umen os de Ges ão Te i o ial igen es, pa a o caso em conc e o da Região
Au ónoma dos Aço es e pa a um pedido de pa ece de um de e minado eque en e.
Uma das an agens do modelo ap esen ado na p esen e disse ação consis e em
que o mesmo pode se acilmen e eplicado/implemen ado em di e sas ins i uições
públicas com compe ências na á ea do O denamen o do Te i ó io, mais conc e amen e
em polí icas de ges ão e i o ial.
MODELING GEOGRAPHICAL DATA TO SUPPORT DECISION MAKING IN
TERRITORIAL PLANNING
Emanuel Paulino de Medei os
ABSTRACT
In he p esen scena io and u u e pe spec i e, Te i o ial Planning and espec i e
associa ed policies, assume a ole o g ea ele ance o suppo ing decision-making
p ocesses on a e i o ial basis.
This disse a ion p esen s a model ha subs an ia es he op imiza ion o p ocesses
p ope ly amed in policies linked o egional/local adminis a ion, and he model in
ques ion will s eamline and p o ide all pa icipan s wi h a be e suppo ed analysis
p ocess o decision-making.
The model was s uc u ed using SIG (ESRI -A cGis) ools, assuming ha geog aphic
in o ma ion sys ems a e ele an o ob ain a se o expec ed esul s.
In his sense, a model was c ea ed ha allows o eplica e he p oblem associa ed wi h he
iden i ica ion o di e en ypes o land use, p esen in a ious exis ing Te i o ial
Managemen Ins umen s o he speci ic case o he Au onomous Region o he Azo es
and o a eques om a speci ic applican .
One o he ad an ages o he model p esen ed in his disse a ion is ha i can be easily
eplica ed/implemen ed in se e al public ins i u ions wi h compe ences in he a ea o
e i o ial planning, mo e speci ically in e i o ial managemen policies.
LISTA DE ABREVIATURAS
DGT – Di eção Ge al do Te i ó io
GRA – Go e no Regional dos Aço es
IGT - Ins umen os de Ges ão Te i o ial
OT – O denamen o do Te i ó io
PDM – Plano Di e o Municipal
PMOT – Plano Municipal de O denamen o do Te i ó io
PNPOT – P og ama Nacional da Polí ica de O denamen o do Te i ó io
POBHL SC - Plano de O denamen o de Bacia Hid og á ica de Lagoa das Se e Cidades
POBHLSM - Plano de O denamen o de Bacia Hid og á ica de Lagoa de São Miguel
POOC – Plano O denamen o da O la Cos ei a
PROTA - Plano Regional de O denamen o do Te i ó io dos Aço es
RAA – Região Au ónoma dos Aço es
RAR – Rese a Ag ícola Regional
RER – Rese a Ecológica Regional
RJIGT - Regime Ju ídico dos Ins umen os de Ges ão Te i o ial
SIG – Sis emas de In o mação Geog á ica
UML - Uni ied Modeling Language
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
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São Miguel, é a ilha do a quipélago dos Aço es com maio á ea, ce ca de 759,42 km²,
ap esen ando-se com um comp imen o de 65 km e uma la gu a máxima de 16 km.
São Miguel é cons i uída po dois maciços ulcânicos sepa ados po uma
co dilhei a cen al de al i udes baixas. O Pon o mais al o da ilha de São Miguel é si uado
en e os concelhos de Po oação e No des e si uado mais conc e amen e no maciço
o ien al, Pico da Va a, com uma al i ude máxima de 1080 me os.
A ilha de São Miguel é ambém sede do Go e no Regional dos Aço es e é
cons i uída po 6 concelhos (Pon a Delgada. Lagoa, Vila F anca do Campo, Po oação,
Ribei a G ande e No des e).
Com uma ep esen ação elíp ica, a ilha Te cei a ap esen a-se com uma supe ície
de 381,96 km², com uma ex ensão de 29 km de comp imen o e uma la gu a máxima de
17.5 km. A ilha Te cei a é o emen e in luenciada po um planal o com saliências sua es,
a Se a do Cume, localizada no ex emo ociden al da ilha. É ma cada po uma g ande
c a e a, Guilhe me Moniz, na zona Cen al da ilha, ca ac e izada po uma quan idade
conside á el de c a e as em que no seu in e io cons am pequenas lagoas, enquan o que
na pa e mais a les e da ilha, é possí el obse a um cone ulcânico com uma ampla
c a e a, Se a de San a Bá ba a, com uma al i ude máxima de 1023 m
A ilha Te cei a é cons i uída po dois concelhos, P aia da Vi ó ia e Ang a do
He oísmo.
Enquad amen o Socioeconómico
Desde 1976, que o sis ema polí ico-adminis a i o dos Aço es é con emplado po
Região Au ónoma, possuindo ó gãos de go e no p óp io, mais especi icamen e, o
Go e no Regional assim como a Assembleia Legisla i a, em que o Go e no Regional
dos Aço es é o ó gão execu i o da egião como ambém o ó gão supe io da
Adminis ação Regional, sendo o ó gão que nas suas compe ências, é o ó gão esponsá el
pe an e a AL (Assembleia Legisla i a).
Assembleia Legisla i a Aço iana é cons i uída po 57 depu ados, elei os de qua o
em qua o anos, po su ágio uni e sal di e o, exe cendo unções não só de
acompanhamen o da a i idade do Go e no Regional como ambém de possuido dos seus
pode es legisla i os in eg an es na Assembleia Legisla i a.
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
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Impo a ainda salien a , que a Região Au ónoma dos Aço es (RAA), con o me
con e e o es a u o de Região Au ónomo, em o seu p óp io pode ibu á io, como ambém
é con e ido compe ências pa a ado a planos de desen ol imen o económico, social
egional como ambém é esponsá el pelo o çamen o egional. Também em unções de
negociação de a ados, aco dos e leis, que digam espei o à egião.
Podem ainda legisla , nas á eas da ag icul u a, pescas, ma e ecu sos ma inhos,
comé cio, indús ia e ene gia, u ismo, in aes u u as, ambien e e o denamen o do
e i ó io (con o me es ipulado pelo es a u o polí ico-adminis a i o da Região Au ónoma
dos Aço es, Lei nº2/2009, de 12 de janei o de 2009).
Os Aço es ap esen am uma população, segundo o Se iço Regional de Es a ís ica,
dados 2015, de 245 766 habi an es, dis ibuídos pelas no e ilhas que cons i uem o
A quipélago dos Aço es.
Ce ca de 56% da população aço iana encon a-se cen ada na ilha de São Miguel,
23% na ilha Te cei a e os es an es 21 % dis ibuídas pelas se e das no e ilhas dos Aço es.
Os Aço es, segundos dados da SREA 2015, ap esen a a uma densidade
populacional de 105,3 km², em que o PIB pe capi a da Região es a a calculado nos
15 383 eu os, com impac e no PIB po habi an e em PPC e e en e aos Aço es de 69.2
(INE, 2014).
A ní el e olu i o posi i o, apesa de ligei a, a população aço iana conseguiu
in e e as endências de pe ca populacional nas úl imas ês décadas, que o am ma cadas
po eno mes pe cas populacionais, sendo que as décadas de 60 e 70 o am o emen e
ma cadas pela emig ação, jus i icada pela incapacidade egional de a ai e ixa as
populações.
No que se e e e às axas de desemp ego, emp ego, a egião ap esen a a um alo
de 11,1% (mesma de Po ugal no seu conjun o), e 59.7%, segundos dados do Ins i u o
Nacional de Es a ís ica, 2016 e 2015, espe i amen e.
Impo a salien a que a Região Au ónoma dos Aço es (RAA), ap esen a a-se pa a
o ano de 2016 (INE), como uma das egiões de Po ugal com as maio es axas de
abandono p ecoce de educação e o mação académicas, com alo es a onda os 26,9%,
sendo es a, uma lu a cons an e dos di e sos go e nos egionais, com inclusão de medidas
especí icas pa a a descida do alo ap esen ado an e io men e.
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
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Em ma é ia opos a, os Aço es ap esen a am pa a os anos de 2011/2012, segundo
dados do INE, um alo de 20.2 licenciados po 1 000 habi an es, em compa ação com os
77.4, o ais pa a Po ugal.
A ní el económico, os Aço es baseiam a sua es u u a de me cado de abalho e
económicos nos se iços, á qual, a adminis ação pública egional assume-se como maio
on e de emp egabilidade da egião, seguidos do comé cio po g osso e a e alho,
anspo es e a i idades de alojamen o e es au ação.
Po ou o lado, os sec o es da ag icul u a e pescas, são ambém o es
impulsionado es económicos pa a a egião.
Salien a-se que o sec o da ag icul u a e a i idades p imá ias, o VAB ( alo
ac escen ado b u o), em sido ma cado po uma descida g adual com ep esen ações pa a
o ano de 2009 de 8.5% do VAB.
De uma o ma gene alizada, os p odu o es ligados ao sec o da ag icul u a,
ap esen am, ní eis de escola idade mui o baixos e os cus os dedicados ao anspo e
o nam os p odu os ag ícolas menos compe i i os a ní el da sua expo ação.
Não obs an e, a impo ância do sec o dos lac icínios e ou os p odu os ganha am
eno me peso pa a a economia aço iana, como po exemplo os ce eais, p odu os ho ícolas,
u a, lo es e plan as o namen ais, inho egional e as cul u as indus iais.
Ao ní el indus ial, os Aço es êm maio pa e das suas indús ias dedicadas ao
sec o dos lac icínios, mais conc e amen e na p odução de lei e, queijo, man eiga,
iogu es, sendo que a indús ia do inho e das ans o mações ag o lo es ais êm c escido
nos úl imos anos, assim, é pe ei amen e obse á el que os sec o es acima mencionados,
desempenham um papel in luenciado no desen ol imen o económico da egião.
Impo a ainda ealça , a impo ância do sec o u ís ico na egião, ao longo dos
anos em indo a ganha eno me des aque na economia egional e nacional, com a
libe alização do espaço aé eo aço iano, con ibuindo com o aumen o do núme o de
es abelecimen os ho elei os e consequen emen e com o aumen o a ul ado do núme o de
camas disponí eis pa a egião, azendo com que o sec o da cons ução ci il enha subido
de i mo nos úl imos anos, ase às exigências de p ocu a/o e a do núme o de unidades
ho elei as.
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Po úl imo, em sido des acado os es o ços de di e si icação em ou os sec o es
económicos, mais conc e amen e nas á eas das no as ecnologias, com o obje i o de
p omo e an agens compe i i as pa a a egião, a a és da mode nização e ees u u ação
de es u u as dedicadas a esse no o sec o eme gen e.
Pos o udo o que oi demons ado an e io men e, os Aço es ao longo dos úl imos
ês anos em egis ado um eno me c escimen o económico, á qual o PIB aumen ou na
o dem dos 2%, alo supe io á media nacional, que se es abeleceu nos 1.4%. Toda ia,
apesa do desen ol imen o ela ado, os Aço es ap esen am ainda g andes debilidades
económicas, sociais, com eno mes desigualdades sociais e económicas na população
esiden e
Sis ema ização dos obje i os da disse ação
A a és des e abalho de in es igação, p e ende-se de ini um conjun o de
p essupos os me odológicos, assen es em p emissas obje i as e de o ma au oma izada,
de modo da supo e aos p ocessos de decisão numa lógica de in eg ação de in o mação
geog á ica pa a os Ins umen os de Ges ão Te i o iais igen es na Região Au ónoma dos
Aço es.
Pa a o p opósi o acima indicado, iden i icam-se de o ma sucin a os p ocessos
ele an es, e e en es ao obje i o inal p opos o. Todos es es p ocessos p ossupõem a
in eg ação de di e sas componen es em ambien e SIG.
✓ O ganização da in o mação geog á ica pa a os di e sos IGT e co esponden e
es u u ação pa a uma única on e de dados a analisa ;
✓ Conjugação da in o mação acima e e enciada com os di e sos pedidos de
pa ece que de am en ada pa a uma de e minada en idade ges o a nos di e sos
domínios de a uação;
✓ Au oma ização de p ocessos pa a es u u ação da in o mação inal ap esen a ,
que se i á de supo e aos á ios p ocessos de decisão.
Dada a inexis ência de modelos semelhan es que auxiliam os écnicos
esponsá eis com o obje i o de o imiza a conjugação de um di e si icado conjun o de
dados, ealça-se o ca ác e ino ado do modelo p opos o nes a disse ação, à qual pode
se eplicado po di e sas en idades egulado es dedicadas ao O denamen o do Te i ó io,
sejam elas de âmbi o local, egional ou nacional.
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
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P essupos os me odológicos
Pa a a conc e ização dos obje i os p opos os, u iliza am-se um conjun o de
me odologias e um conjun o de ecu sos SIG que isa am undamen a o modelo
ap esen ado ao longo da p esen e disse ação, endo po base um conjun o de in o mação
es u u ada que pe mi iu da espos a ao p oblema ap esen ado.
A disse ação oi es u u ada em capí ulos que êm po base es abelece uma
elação en e os p essupos os eó icos e me odológicos que undamen am o ca ác e
écnico do modelo ap esen ado.
Assim, o p esen e es udo encon a-se o ganizado da seguin e o ma:
✓ O Capí ulo I, é cons i uído pela ap esen ação das p incipais e e ências
eó icas e concei os ine en es ao ema.
✓ O Capí ulo II, é cons i uído pelos p essupos os eó icos aplicados ao caso
de es udo a ap esen a , nomeadamen e a ca ac e ização dos planos de
ges ão e i o iais de in e esse e ele an es pa a o desen ol imen o do
modelo e ambém oda a componen e eó ica inculada à á ea de es udo
pa a os Sis emas de In o mação Geog á ica.
✓ No Capí ulo III, são enunciados os p essupos os me odológicos que
possibili am o desen ol imen o do modelo.
✓ No Capí ulo IV são ap esen adas as p incipais conclusões, exp essas numa
sín ese do abalho ealizado salien ando a aplicabilidade da es a égia
p opos a e a sua pe inência pa a o modelo desen ol ido.
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I – INTRODUÇÃO AOS SIG
1.1. De inição de SIG
Exis e o núme o in indá el de de inições sob e os Sis emas de In o mação
Geog á ica (SIG), em que no mundo cien í ico / académico são deba idas du an e alguns
anos. P o esso es e pesquisado es c edi ados nas di e en es e en es do SIG, assim como
p og amado es dedicados à in o mação geog á ica, ap esen am di e en es abo dagens
sob e o que é um SIG.
G ande maio ia dos p o issionais de ine a nomencla u a em linguagem
es angei a, mais conc e amen e em inglês, – Geog aphical In o ma ion Sys ems ou ainda
Geog aphic In o ma ion Sys ems (GIS), com designação pa a po uguês de Sis emas de
In o mação Geog á ica (SIG), sendo es a a designação an o u ilizada em Po ugal, como
ao longo da p esen e Disse ação.
Assim, um SIG, de ine-se como uma pla a o ma de ha dwa e e/ou so wa e com
g ande capacidade de supo e e a mazenamen o de in o mação geog á ica, o ganizada
po di e en es ipos de camadas (laye s).
Es a in o mação pode se in o mação espacial como ambém dados
al anumé icos, sendo es a composição é a que ap esen a maio exp essi idade no nosso
Te i ó io, an o no e i ó io con inen al, como ambém em e i ó io insula (Aço es e
Madei a).
Os SIG i e am o seu apa ecimen o na década de 60, endo maio exp essi idade
nos úl imos anos, mais conc e amen e nos inais do seculo XX, início século XXI.
O seu desen ol imen o oi len o e g adual, pois os supo es in o má icos não
inham a capacidade de p ocessamen o necessá ia pa a um manuseamen o e
desen ol imen o adequado da in o mação geog á ica, o que ez com que osse um g ande
impedimen o an o no seu desen ol imen o, como na u ilização, como ambém no
p ocesso de análise e geo e e enciação.
Só a pa i da década de 90 é que se e i icou um desen ol imen o conside á el,
onde os so wa es e ha dwa es se adequa am de ce a o ma às necessidades que e am
exigidas na época. [Ma os, 2001]
Em i ude do acima demons ado, um SIG, em sido ca ac e izado como um
conjun o in eg ado capaz de desempenha di e sas unções, mais conc e amen e, na
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ecolha, o ganização, manipulação, es u u ação, análise, na cons ução de modelos,
como ambém na ap esen ação de dados espaciais em que êm como obje i o esol e
complexos p oblemas nas á eas do Planeamen o, do O denamen o e Ges ão do Te i ó io.
Segundo Pe e Bu ough, um SIG, é ca ac e izado po se um pode oso conjun o
de ins umen os desen ol ido pa a compila , a mazena , isualiza , ans o ma , e
ap esen a um núme o incalculá el de dados espacializados do mundo eal, ep esen ado
em di e sos o ma os, endo po base um conjun o especí ico de obje i os. [Bu ough, P.,
1986]
Figu a 2 - Conjugação de camadas de in o mação Geog á ica
Ou a de inição de ou o au o , Fu ado em 2006, oda a in o mação geog á ica,
associada a um SIG, não se limi a po si só à in o mação de âmbi o ca og á ico, sendo
que pa a o au o , es a de e se de endida num sen ido mais amplo, onde engloba não só
odo o ipo de in o mação susce í el a se a se geo e e enciada, como ambém elaciona
a mesma com di e en es localizações espaciais especí icas. [Machado, 2006]
Ou a emá ica abo dada ao longo dos anos, de ine os SIG como uma e e ência
nas á eas da ma emá ica po obje os e de coo denadas geog á icas, em con o midade com
o igo das ciências dedicadas à medição da Te a.
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
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Machado, de ende ainda a exis ência de de inições mais elabo ados como mais
ab angen es, dedicados aos SIG, dando en ase às di e en es po encialidades como
ambém às u u as, á qual, o e ecem um apoio à o ganização do espaço, não só ísico,
como no espaço geo e e enciado.
Assim, um Sis ema de In o mação Geog á ico, é uma pe ei a ligação,
ha monizada, en e o se humano e a máquina, o ha dwa e e o so wa e, a in o mação e
as e amen as necessá ias à cap u a de imagens, o p ocessamen o, a isualização e a
dis ibuição de dados geo e e enciados, aduzem como eixos ulc ais pa a a de inição
de um sis ema de in o mação geog á ico.
Pode ainda se in eg ado, in en á ios, p ocessos de análise, conhecimen os sob e
o e i ó io, como in o mação ú il nas á eas da in es igação como ambém nas á eas de
a i idade geog á ica aplicada. [Machado, J.,2000]
É possí el assim, de ini um SIG, como uma ciência que se encon a
implici amen e ligado com a de inição de sis ema.
Um sis ema é designado como um conjun o de in eg ado de elemen os
in e dependen es, es u u ados, em que es es possam ob e elações pa a a execução de
uma ce a e de e minada unção. Po ou o lado, oda a in o mação associada a um
sis ema, pode á se conside ada como um conjun o de egis os e de dados in e p e ados,
à qual es ão do ados com esul ados lógicos e passí eis de uma análise e in e p e ação
cla a e concisa, sendo que dessa o ma um sis ema, mais conc e amen e, um sis ema de
in o mação, é u ilizado como um conjun o que se e pa a cap u a , a mazena , ecupe a ,
ans o ma , isualiza in o mação de dados que es ão associados ao sis ema de
in o mação. [Fi z, 2008]
Pa a es e au o , Fi z, um SIG é cons i uído po um conjun o de componen es
compu acionais, na qual in eg a nos seus componen es equipamen os e meios ísicos,
capazes de desen ol e , a mazena , ecupe a , manipula , es u u a , isualiza e analisa
conjun os de dados espaciais endo como base um sis ema de coo denadas de e e ência.
No que conce ne á de inição de endida pelo au o em análise, es e ap esen a uma
abo dagem mais concisa e p agmá ica, sendo que um SIG, é um conjun o de ope ações
de consul a e manipulações de dados geog á icos, em que é u ilizado a ibu os espaciais
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
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e não espaciais de en idades g á icas pa a simulações em que o aspe o e pa âme os dos
enómenos eais assumem eno me p eponde ância.
Nes e sen ido, não é possí el es abelece uma de inição única e uni e sal, sob e o
que se en ende po um SIG, pois é exe cido um papel in eg ado de ecnologias dos
di e sos campos, ap esen ando o de uma o ma azoá el uma a iedade de ipos
concebidos com di e en es inalidades.
Analisando a de inição acima desc i a, e segundo BRANCO (1997), “as
ca ac e ís icas de um SIG azem com que o núme o de adep os do seu uso seja cada ez
maio , ha endo uma a iedade de explicações e de inições sob e o que seja um SIG.”
Um SIG, segundo Câma a (1999, apud Sil a e al, 2004), é um conjun o de
e amen as nas quais são capazes de adqui i , a mazena , ecupe a , ans o ma e
p oje a in o mação espacial.
A de inição de um Sis ema de In o mação Geog á ica, de e á se
u ilizado/aplicado, pa a um sis ema que ealize um a amen o compu acional de dados
geog á icos que a mazenam a geome ia e a ibu os de dados geo e e enciados, como i á
se demons ado ao longo da p esen e disse ação.
O que dis ingue um SIG de um sis ema con encional simples, é a sua capacidade
de a mazena a ibu os não só desc i i os como ambém dados com geome ia de
di e en es o ma os associadas en e si.
Es a di e enciação, pe mi e que haja mecanismos de p ocessamen o de dados
espaciais elacionais ou não, como po exemplo, os dados inpu , adição, análise,
isualização e os dados de oupu , esul an e dos di e en es ipos de ope ações u ilizadas
num SIG.
Po ou o lado, pa a Foo e e Lynch (1997, apud Sil a e al, 2004), es es de endem
que a de inição de SIG es a apon ada pa a um único caminho, ca ac e izada po “bases
de dados digi ais de p opósi o espacial, ao qual um sis ema de coo denadas espaciais
comum é meio p imá io de e e ência”.
Pa a os au o es acima ci ados, oda in o mação associada a um SIG, es á
di e amen e ligada a um sis ema de e e ência espacial, na qual, pe mi e se u ilizado pa a
a mazena e pe mi i o acesso de odo o ipo de in o mação alocada num SIG, in eg ando
di e en es e a iadas ecnologias que no seu conjun o de unções de em se en endidas
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
14
com um p ocesso, não apenas como um so wa e e/ou ha dwa e, em que exe cem um
papel undamen al no apoio á omada de decisão po pa e de p o issionais ligados à
Ges ão U banís ica.
É possí el de e mina uma de inição pa a um sis ema de in o mação geog á ica,
baseado nas de inições abo dados pelos di e sos au o es, assim, o e mo GIS
Geog aphical In o ma ion Sys ems ou Geog aphic In o ma ion Sys ems, é u ilizado de
o ma gené ica pa a manipula in o mação compu acional de dados geog á icos.
Todo es e sis ema con ém um conjun o de écnicas e ope ações, passando a se
ca ac e izada mui o mais que um simples componen e de so wa e.
É passí el de se a i ma que inicialmen e a necessidade de p ocessa in o mação
le ou a que hou esse um incen i o ex a pa a se desen ol e um sis ema compu acional
que inha como base á ios obje i os:
✓ Con e são de in o mações espaciais pa a o ma o digi al;
✓ A mazenamen o de in o mações de o ma compac a;
✓ Análise de Dados Geog á icos;
✓ P e isão de cená ios;
✓ Ap esen ação de mapas e imagens;
✓ Ap esen ação de esul ados em o ma de núme os e abelas.
É possí el e i ica e e a mui o expec á el o sucedido, que as de inições e
concei os em o no de um sis ema de in o mação geog á ico, ap esen am-se com uma
mis u a mui o he e ogénea de signi icados, pois é mui os casos as p opos as dos
pesquisado es são in luenciadas con o me uma base cien í ica ou obje o de es udo.
Cons a amos que odas as in o mações e explicações aqui demons adas
e idenciam exp essões de ca ác e ecnológico, endo po base uma isão complexa de
oda a de inição em o no de um SIG. Não só, mas ambém, há au o es que ap esen am
uma isão con á ia ao que oi di o, ap esen ando uma isão mui o simples sob e as
de inições e concei os exis en es em o no de um SIG.
Em maio pa e dos casos a de inição de SIG, eng andece ins i uições,
equipamen os, aplica i os, bases de dados e in aes u u as, igno ando em g ande pa e a
impo ância da análise e in eg ação de dados espaciais.
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
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Assim, de modo que odos esses p ocessos de implemen ação sejam e icazes, é
necessá io e um conhecimen o exaus i o do uncionamen o de um modelo SIG, segundo
Jo ge Sil a, BUDIC [1994], es e p ocesso de e con e se e a o es, pa a se ob e a
e e i idade desejada na implemen ação de um SIG:
✓ Supo e Polí ico - é essencial ga an i a con inuidade de um p oje o, a
demons ação dos bene ícios alcançados, e i a implemen ações longas e
mo osas acompanhada com uma exposição eal dos cus os;
✓ Supo e Técnico – necessá io eque e a écnicos com habili ação especial
pa a lida com so wa e e ha dwa e SIG, aliada a uma expe iência nas á eas
de analise e de sín ese;
✓ Expe iência em SIG – a implemen ação de um SIG é um p ocesso que
consume algum empo, mais conc e amen e no p ocesso de con igu ação e
logís ica, assim quan o maio o a expe iência do écnico maio se á a
p obabilidade de um p ocesso de implemen ação mais simples e menos
mo oso, a ingindo assim os obje i os desejá eis apos a sua implemen ação;
✓ Dis ibuição po á ios sis emas – de o ma a aumen a a e iciência dos
p ocessos de abalho, o a o p incipal passa pela in eg ação de dados,
so wa es, ha dwa es e pessoal dis ibuídos pelos di e sos se iços da
Adminis ação Regional, alocando a in o mação po di e en es se ido es e
bases de dados (SIG numa lógica de o ganizações);
✓ Vá ias bases de dados – es e ipo de aplicação de bases de dados, em e mos
de segu ança e e iciência, é aquela que ansmi e melho es esul ados, á ias
bases de dados o na o p ocesso de análise e acesso mais ápido, e i ando
demo as du an e odo o p ocesso de abalho;
✓ Aplicações o ien adas pa a análise – a au oma ização de a e as é um
p ocesso mui o comum nos dias de hoje (ca og a ia au omá ica, p ocessos
de licenciamen o dedicados à ges ão u banís ica). Po ém, o planeamen o
u banís ico, po no ma solici a análises de dados e de sín ese, que
habi ualmen e não es ão subjugadas a o inas, sendo que nes a e en e os
SIG ainda não ap esen am uma abe u a desejada;
✓ Núme o de aplicações – em a e com os di e en es ní eis de in o mações
associadas a uma base de dados, is o é, quan o mais in eg ação hou e , maio
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
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se á a a iedade de aplicações, logo melho esul ados e desempenhos são
espe ados.
Cons a a-se que os SIG são e amen as essenciais no apoio do abalho da
Adminis ação Regional, sendo cada ez mais essencial a mon agem de uma es u u a
o ganizada pa a que se possa abalha em ambien es SIG em empo eal.
A implemen ação de um SIG de ca ác e Regional, isa p opo ciona à
Adminis ação Regional ins umen os que ao longo dos empos se êm e elado mui o
ú eis nos abalhos de Planeamen o e O denamen o do Te i ó io e ambém na Ges ão
U banís ica.
Po ou o lado, ambém pe mi e uma acionalização de odo o ipo de
p ocedimen os e me odologias que em esul ados disponibiliza uma base de dados
es u u ada com odas as po encialidades à in o ma ização de oda a in o mação
geog á ica.
Figu a 7 – Web SIG aplicado à adminis ação Regional – SIG MAR Aço es
1.5. Impo ância dos SIG à escala egional
Ao longo das úl imas décadas a Adminis ação Regional, em indo apos a de
o ma cla a e inequí oca nos SIG, ala gando a sua es u u a o ganizacional, consequência
dos in es imen os das á eas dos SIG.
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
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Como já oi di o an e io men e, os SIG êm capacidade de a mazena e o ganiza
odo um conjun o de in o mação, sem ocupa mui o espaço com um acesso ácil, como
ambém pe mi e ge i , iden i ica e disponibiliza essa mesma in o mação geog á ica.
As ecnologias de in o mação de o ma ge al, e os sis emas de in o mação
geog á ica, de uma o ma mais conc e a, são e amen as de ecolha, a mazenamen o,
analise, modelação, simulação, isualização e disponibilização de odo a in o mação
geog á ica que em se i de supo e ao apoio à omada de decisão, sendo conside ada
nos dias de hoje uma on e imp escindí el na Adminis ação Regional.
A Adminis ação Regional con ibui pa a a e olução da sociedade de in o mação
e da e-cidadania egional [Tenedó io, An ónio José]. Segundo es e au o , o exe cício de cidadania
só chega á sua pleni ude quando é a ingida ní eis máximos de pa icipação pública.
De ende ainda que o cidadão de e á es a semp e in o mado pa a pode e oz
na ma é ia em assun os dedicados à geog a ia, não só nas ge ações p esen es como as
ge ações u u as.
No que se e e em à disponibilização de in o mação e consul a das mesmas, os
SIG assumem uma posição de des aque, a Adminis ação Regional dispõe de um conjun o
de planos e p og amas que podem se disponibilizados ao cidadão, acili ando aos
mesmos, como? Onde? Posso cons ui ? nas á eas de in e enção em que é da
compe ência da Adminis ação Regional.
É bem pe ce í el pe cebe que as an agens de um SIG encaixam na pe eição
dos in e esses da Adminis ação Regional, pa a a ges ão de dados e ecu sos esul an es
an o da in e enção humana, como ambém nos p ocessos de planeamen o, no
o denamen o do e i ó io e na e en e da ges ão u banís ica.
Só um sis ema como um SIG, pe mi e aos p o issionais dedicados à ges ão
u banís ica uma maio capacidade de manusea , es u u a , analisa e ci cula ele ados
luxos de in o mação de uma o ma ápida e e icien e, possibili ando, um melho
conhecimen o do e i ó io, e no pode de comunicação en e écnicos, polí icos,
deciso es, e agen es económicos.
Sendo uma e amen a de apoio à omada de decisão, a implemen ação de um SIG
na Adminis ação Regional pe mi e uma mode nização dos p ocessos ine en es ao
o denamen o do e i ó io.
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No O denamen o do Te i ó io, na Adminis ação Regional, os SIG podem se
is os como uma impo an e e amen a de análise espacial, pois possibili a manipula
dados espaciais de di e en es o mas e ex ai conhecimen o como espos a.
Es e p ocesso con ém unções básicas de consul a de in o mação espacial nas
á eas de in e enção que é da compe ência da Adminis ação Regional, manipulando
mapas, p odução de alo es es a ís icos anexando a essa uncionalidade dados pa a
in es igação com pad ões e elacionamen os das á eas de in e esse, endo assim um
melho en endimen o de como in e i sob e o e i ó io.
Todo es e p ocesso de análise espacial, dedicado ao O denamen o do Te i ó io,
possibili a uma isão in eg ada da p oblemá ica, quando há, azendo com que se seja
pe mi ido a u ilização de a iá eis isuais com impac e na a aliação de enómenos.
Assim, a u ilização dos SIG, isa p omo e a in e ligação de dados de di e sas
en idades, ep esen ados espacialmen e, à qual, exp imem um esul ado cla o a pa i de
in o mação geog á ica complexa, ansmi indo a ealidade e o umo mais co e o que
de e á se abo dado.
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
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II –ENQUADRAMENTO NORMATIVO E MODELAÇÃO EM SISTEMAS DE
INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA
2.1. O O denamen o do Te i ó io na RAA
No mundo a ual, não exis e uma de inição p ecisa sob e O denamen o do
Te i ó io, ou seja, quan o à ma é ia de poli ica pública, es a p essupõe uma abo dagem
da adminis ação pública de uma o ma co e a, equilib ada, in e disciplina e in eg ada,
sendo es a a iá el pa a os di e en es e i ó ios e pa a as ca ac e ís icas in ínsecas pa a
cada espaço e i o ial, es ando semp e incada e o ien ada pa a um desen ol imen o
equilib ado e sus en ado em emas como a economia egional, sal agua dando os ecu sos
na u ais, na melho ia do ambien e e da qualidade de ida das populações in e ligada com
uma u ilização co e a e acional dos ecu sos na u ais e humanos p esen es num
de e minado e i ó io a a és dos seus usos e a i idade, de aco do com obje i os p é
concebidos pa a um e i ó io.
O O denamen o do Te i ó io, a ua num e i ó io a a és de ins umen os de
planeamen o de na u eza es a égica, se o ial, e egulamen a , em di e en es âmbi os,
podendo es es se em de ca ac e espacial de inindo dois sen idos p á icos, em que de ine
no os umos e in oduz di e sas adap ações às endências, endo como exemplo in e e i
num i mo de mudança à qual pode acele a ou e a da com di e en es ní eis de
p io idade.
Compe e à en idade pública, encon a mecanismos que pe mi am sal agua da o
in e esse cole i o, es ando bem pa en e no e i ó io a con on ação de múl iplos g upos
de in e esse, con e gen es, conco en es e a é inconciliá eis, não podendo se igno ado
os compo amen os, alo es e men alidades da sociedade a ual, de modo a e i a a
ejeição de di e en es soluções que possam i a se ap esen adas.
Em 1987, assis e-se à in odução do concei o de sus en abilidade, a a és do
ela ó io de B un land, que pa alelamen e é obse á el uma ede inição po pa e do
es ado a en ada de no os deciso es ou a é mesmo p o agonis as das á eas da economia e
das ciências sociais, endo um p o undo impac e nas dinâmicas e i o iais.
Mais a de, mais conc e amen e em 1990, as polí icas de O denamen o do
Te i ó io, in e io iza di e sos concei os aplicados ao O denamen o do Te i ó io,
sus en abilidade, compe i i idade, coesão e i o ial, equidade, go e nança e
subsidia iedade, en am em g ande des aque nas no as polí icas de O denamen o do
Te i ó io.
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Assim, as a i idades O denamen o do Te i ó io êm subjacen e a ideia de pensa
um u u o possí el pa a o e i ó io que emos hoje, in luenciando o desen ol imen o do
seu espaço pa a que possam se i melho as necessidades u u as.
O dena o e i ó io é ge i de o ma coe en e e in eg ada, as elações de in e ação
da ocupação humana com o meio na u al.
São á eas de a i idade que em epe cussões, di e as e indi e as, no uso e
ans o mação do solo, pelo que pa a se em e icazes p ecisam de coo denação,
enquad amen o e in e ação a di e sos ní eis e âmbi os de análise, undamen ais pa a a
de inição de es a égias e i o iais coe en es.
A Lei de Bases Ge ais da Polí ica Pública de Solos, de O denamen o do Te i ó io
e de U banismo, ap o ada pela Lei nº31/2014, de 30 maio, e o No o Regime Ju ídico dos
Ins umen os de Ges ão Te i o ial (NRJIGT), ap o ado pelo Dec e o-Lei nº80/2015, de
14 de maio, ouxe am uma p o unda al e ação à es u u a do sis ema de ges ão e i o ial
nacional.
A polí ica de o denamen o do e i ó io po uguesa assen a num sis ema de ges ão
e i o ial que se o ganiza de o ma coo denada em ês âmbi os:
- Âmbi o Nacional, conc e izado a a és de p og ama, planos especiais e
sec o iais que es abelecem g andes opções pa a o desen ol imen o e i o ial nacional,
conc e izando di e sas polí icas e in e enções com incidência na o ganização e
sus en abilidade e i o iais;
- Âmbi o Regional, subs anciado po P og amas Regionais que de inem uma
es a égia egional de desen ol imen o e i o ial, no qual se encon am in eg adas e
conside adas nas opções es abelecidas a ní el nacional e es a égias municipais de
desen ol imen o local;
- Âmbi o Municipal, conc e izado po planos in e municipais e municipais, os
quais isam a icula es a égias de desen ol imen o económico e social, es abelecendo
o egime de uso de solo, de inindo modelos de e olução p e isí eis de ocupação humana
e da o ganização de edes e sis emas u banos.
Toda ia, na Região Au ónoma dos Aço es, a gene alidade dos Ins umen os de
Ges ão Te i o ial são an e io es à Lei de Bases Ge ais da Polí ica Pública de Solos, de
O denamen o do Te i ó io e de U banismo, ap o ada pela Lei nº31/2014, de 30 maio, e
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
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do No o Regime Ju ídico dos Ins umen os de Ges ão Te i o ial (NRJIGT), ap o ado
pelo Dec e o-Lei nº80/2015, de 14 de maio, endo sido desen ol idos à luz do Dec e o
Legisla i o Regional n.º 35/2012/A, de 16 de agos o.
A endendo ao ac o dos Aço es se encon a em ab angidos po um Es a u o
Polí ico-Adminis a i o p óp io, com undamen o nas suas ca ac e ís icas geog á icas,
económicas, sociais e cul u ais, o o denamen o do e i ó io ap esen a-se como um dos
casos da legislação nacional que, que ao ní el dos concei os que das eg as, pode se
aplicado a odo o país, assumindo na Região Au ónoma dos Aço es di e enças quan o a
especi icidades pon uais que não al e am, no en an o, o con eúdo basila dos diplomas
que o egulam.
Nes e con ex o, a adequação da legislação nacional às especi icidades ísicas,
socioeconómicas e ins i ucionais da Região Au ónoma dos Aço es, de eu-se à
impo ância do o denamen o do e i ó io pa a um desen ol imen o sus en ado dos
alo es e ecu sos endógenos, in eg an es de cada uma das pa es e do seu conjun o.
Nes a sequência, o Go e no Regional dos Aço es p ocedeu à aplicação e
adap ação do RJIGT (Dec e o-Lei n.º 316/2007, de 19 de se emb o), a a és da
publicação do Dec e o Legisla i o Regional n.º 35/2012/A, de 16 de agos o, que de ine o
egime de coo denação dos âmbi os do sis ema de ges ão e i o ial, o egime de uso do
solo e o egime de elabo ação, acompanhamen o, ap o ação, execução e a aliação dos
ins umen os de ges ão e i o ial, diploma que se man ém a ualmen e em igo .
Assim, a polí ica egional de o denamen o do e i ó io e de u banismo da Região
Au ónoma dos Aço es, assen a num sis ema de ges ão e i o ial, que se o ganiza, num
quad o de in e ação coo denada, em dois âmbi os:
a) Âmbi o egional;
b) Âmbi o municipal.
O âmbi o egional é conc e izado a a és dos seguin es ins umen os:
a) O PROTA — Plano Regional de O denamen o do Te i ó io dos
Aço es;
b) Os planos sec o iais com incidência e i o ial;
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
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c) Os planos especiais de o denamen o do e i ó io, na o ma de planos de
o denamen o do e i ó io de ilha.
O âmbi o municipal é conc e izado a a és dos seguin es ins umen os:
a) Os planos in e municipais de o denamen o do e i ó io;
b) Os planos municipais de o denamen o do e i ó io.
No que espei a aos planos especiais de o denamen o do e i ó io, a endendo às
especi icidades do a quipélago e endo como obje i o simpli ica e acili a a sua
aplicação, eliminando edundâncias e acili ando os mecanismos de análise, o legislado
op ou po consag a a elabo ação de um plano especial de o denamen o, que assume a
o ma de plano de ilha, que inclui as á eas emá icas que, em unção da ealidade local,
sejam conside adas de in e esse.
Em cada ilha, o espe i o plano pode ab ange , cumula i amen e e
jus i icadamen e, as seguin es á eas emá icas:
1. O denamen o da O la Cos ei a;
2. Ges ão das Bacias Hid og á icas de Lagoas ou Ribei as;
3. Ges ão das Águas Sub e âneas;
4. Ges ão de Riscos Na u ais, e
5. O denamen o das Á eas P o egidas de qualque na u eza.
Assim, cons a a-se que, o sis ema de ges ão e i o ial conc e iza a in e ação
coo denada dos seus di e sos âmbi os, a a és de um conjun o coe en e e acional de
ins umen os de ges ão e i o ial.
É impo an e ealça que odos os Ins umen os de Ges ão do Te i ó io (IGT),
desempenham unções di e enciadas, in eg ando os Ins umen os de desen ol imen o
e i o ial, de na u eza es a égica, que anspõem as g andes opções com g ande
impo ância pa a a o ganização do e i ó io, a qual, es abelecem as di e izes de ca ác e
gené ico sob e os seus usos, ligando o quad o de e e ência a conside a na elabo ação de
ins umen os de planeamen o e i o ial.
Po ou o lado, os Ins umen os de planeamen o e i o ial, de na u eza
egulamen a , que es abelecem o egime de uso do solo, de inem os modelos de e olução
da ocupação humana e da o ganização de edes e sis emas u banos e a sua escala
adequada, pa âme os de ap o ei amen o do solo.
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Os Ins umen os de na u eza sec o ial, p og amam e/ou conc e izam polí icas de
desen ol imen o económico e social com incidência espacial e de e minam os espe i os
impac es e i o iais que possam acon ece .
Po im, os Ins umen os de na u eza Especial, es abelecem um meio suple i o de
in e enção do Go e no ap o à p ossecução de obje i os de in e esse nacional, com
epe cussão espacial, ou, ansi o iamen e, de sal agua da de p incípios undamen ais do
p og ama nacional de o denamen o do e i ó io.
2.2. Enquad amen o do Modelo no O denamen o do Te i ó io da RAA aplicado ao
Es udo de Caso
Na conceção do p esen e modelo, de o ma a ob e o esul ado mais co e o e
idedigno, seguiu-se o plano hie á quico p esen e no Sis ema Regional de Ges ão
Te i o ial, cump indo na in eg a a sua hie a quia. Ao longo de oda a conceção do
modelo, o am in eg ados ins umen os de ges ão e i o ial de ní el egional (Planos
Especiais), bem como de ní el municipal (Plano Di e o Municipal).
Os Planos Especiais de O denamen o do Te i ó io, são ins umen os de na u eza
egulamen a , elabo ados pela Adminis ação Regional do Go e no Regional dos Aço es,
que es abelecem uma polí ica in eg ada de O denamen o do Te i ó io, de modo a pe mi i
um desen ol imen o socioeconómico e ambien al sus en ado, em zonas de ecu sos
híd icos.
Es es são enquad ados pela Lei de bases ge ais da polí ica pública de solos, de
O denamen o do Te i ó io e de U banismo (Lei nº 31/2014, de 30 de maio) e pelo
Regime Ju ídico dos Ins umen os de Ges ão Te i o ial (DL 80/2015, de 14 de maio),
endo po base a egulação e o ien ação das polí icas locais de O denamen o do Te i ó io,
an o a ní el de P og ama Regional de O denamen o do Te i ó io dos Aço es, como em
Planos Municipais aplicá eis à á ea ab angida.
Pa a a conceção do modelo ap esen ado na p esen e disse ação o am u ilizados
qua o Planos Especiais:
✓ Plano de O denamen o da O la Cos ei a, T oço Fe ei as/ Lomba de São
Ped o (POOC Cos a Sul);
✓ Plano de O denamen o da O la Cos ei a, T oço Fe ei as/ Fenais da Luz/
Lomba de São Ped o (POOC Cos a No e);
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
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✓ Plano de O denamen o da Bacia Hid og á ica da Lagoa das Se e Cidades
(POBHLSC);
✓ Plano de O denamen o das Bacias Hid og á icas das Lagoas do Fogo, do
Cong o, de São B ás e da Se a De assa (POBHL SM3).
No domínio dos Planos Municipais, eco eu-se à u ilização do seguin e plano:
✓ Plano Di e o Municipal de Pon a Delgada [2ª Ge ação] (PDM Pon a
Delgada).
Pa a uma melho con ex ualização do conjun o de in o mação indicado acima,
o na-se necessá io, e e ua uma desc ição sucin a do âmbi o e ab angência dos Planos
Te i o iais.
Assim sendo, o POOC em como de inição e obje i os especí icos, es abelece as
eg as a que de e obedece a ocupação, uso e ans o mação dos solos ab angidos pelo
seu âmbi o de aplicação, nomeadamen e a egulamen ação dos usos p e e enciais,
condicionados e in e di os na á ea de in e enção, na qual con emplam á ios obje i os
especí icos, sendo es es desc i os como, a sal agua da e alo ização ambien al dos
ecu sos na u ais e da paisagem, em especial dos ecu sos híd icos, a p o eção e
alo ização dos ecossis emas na u ais com in e esse pa a a conse ação da na u eza, que
na zona e es e que no meio ma inho, na minimização de si uações de isco e de
impac es ambien ais, sociais e económicos, classi icação e alo ização das zonas
balnea es , na o ien ação do desen ol imen o de a i idades especí icas da o la cos ei a, a
p omoção da qualidade de ida da população e na melho ia dos sis emas de anspo e e
comunicações.
Con o me Dec e o Regulamen a Regional n.º 29/2007/A, de 5 de dezemb o, o
qual ap o a o Plano de O denamen o da O la Cos ei a da Cos a Sul da Ilha de São Miguel,
o Plano de O denamen o da O la Cos ei a do T oço Fe ei as/Lomba de São Ped o
(do a an e designado po POOC Cos a Sul), na ilha de São Miguel, co esponde à aixa
cos ei a que se desen ol e desde Fe ei as, no município de Pon a Delgada, a é à Salga,
limi e oes e do município do No des e, com uma ex ensão ap oximada de 65 km,
in eg ando os concelhos de Pon a Delgada, Lagoa, Vila F anca do Campo, Po oação e
No des e. Engloba uma zona e es e de p o eção, cuja la gu a máxima é de 500 m
con ados da linha que limi a a ma gem das águas do ma , e uma aixa ma í ima de
p o eção que em como limi e máximo a ba imé ica dos - 30 m. O POOC Cos a Sul
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
37
Assim mais conc e amen e, PDM de Pon a Delgada, ap o ado pelo Dec e o
Regulamen a Regional n.º 16/2007/A, em que em a na u eza de egulamen o
adminis a i o e as suas disposições inculam as en idades públicas e ainda, di e a e
imedia amen e, os pa icula es, es abelecendo o modelo de es u u a espacial do e i ó io,
assen e na classi icação e quali icação do solo.
O PDM de Pon a Delgada, em como obje i os ge ais, da exp essão e i o ial à
es a égia de desen ol imen o local, incen i ando modelos de a uação baseados na
conce ação en e inicia i a pública e inicia i a p i ada na conc e ização dos
ins umen os de ges ão e i o ial, a icula as polí icas sec o iais com incidência local,
de ini eg as pa a a ans o mação e a ges ão do e i ó io, no espei o pelos p incípios
de sus en abilidade e solida iedade in e ge acional, u ilização acional dos ecu sos
na u ais e cul u ais, adequada ponde ação dos in e esses públicos e p i ados e ga an ia de
equidade.
Pon a Delgada ambém possui uma es a égia de desen ol imen o local isa
compa ibiliza a compe i i idade económica com a coesão social e os p incípios da
conse ação e alo ização ambien ais, indo em con a, desen ol imen o
económico/compe i i idade, e o çando o papel da cidade como p incipal cen o de
comé cio, se iços, educação e cul u a do a quipélago, assumi papel de pla a o ma
logís ica de dis ibuição do a quipélago (passagei os e me cado ias).
Lança no os p odu os u ís icos e melho a as condições da o e a u ís ica
exis en e e assumi papel de pla a o ma de dis ibuição e eceção u ís ica e de
dinamização do u ismo egional, desen ol e polí ica a i a de apoio ao ecido p odu i o
( e ciá io, secundá io e p imá io).
Ap esen a ambém um con ex o de coesão social, c ia condições pa a um melho
acesso à habi ação, c iação de condições pa a o su gimen o de mais emp ego,
nomeadamen e o a da á ea u bana de Pon a Delgada, melho a ia da acessibilidade de
oda a população a bens e se iços.
Pon a Delgada, em po úl imo obje i o es a égico de P o eção e Valo ização
Ambien al, incidindo sob e p o eção e quali icação dos ecu sos na u ais e do pa imónio
cons uído, en abilização das es u u as e in aes u u as u banas e egene ação u bana,
con olo da poluição ambien al e sono a e no inc emen o da e iciência dos sis emas de
saneamen o básico.
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
38
Se e de base e como in o mação complemen a e auxilia pa a a cons ução do
Modelo em causa as seguin es a iá eis:
✓ Plan a de Condicionan es RER (Rese a Ecológica Regional);
✓ Plan a de Sín ese e Condicionan es;
✓ Plan a de O denamen o.
2.2. P ocesso de Modelação Geog á ica
Exis e um leque mui o a iado de de inições sob e modelação geog á ica, na qual
consis e, em um p ocesso de sis emas eais ep esen ado a pa i de uma ep esen ação
geog á ica das espe i as ealidades exis en es, na qual são alidadas pa a um dado
domínio cien í ico.
Modelo de dados geog á icos é conhecida como uma a i idade na qual ai de
encon o com uma panóplia de equisi os de in o mação a pa i de um sis ema de
in o mação, onde em po base encon a uma es u u a lógica de dados que co esponda
à ealidade.
Po ou as pala as, modelação geog á ica, é o esul ado, de um comp omisso de
esumi um conhecimen o de um conjun o de dados, na qual conjun amen e, p o idência
um con eúdo de in o mação an o quan o possí el, do mais comple o, endo po o ma
pode se ope ada endo em is a a ep esen ação do conhecimen o sob um ou o
enquad amen o de análise.
De o ma a pe cebe pa a que se e um modelo de dados geog á icos, é pe inen e
sabe sepa a dados geog á icos de um obje o geog á ico, assim, en ende-se po dados
geog á icos odos e quaisque dados que possuem de o ma di e a ou indi e a uma
localização geog á ica, enquan o obje o geog á ico aduz-se numa ep esen ação abs a a
de um acon ecimen o ou ep esen ação eal na qual se encon a di e amen e in e ligado
com uma localização especi ica.
Assim, a ca ac e ização de concei os cha e associados à modelação cien í ica ao
en endimen o humano da ealidade e odo o comp omisso de dois obje i os con li uan es
sendo que um modelo geog á ico de e sin e iza a in o mação e de e ep esen a os dados
em b u o, az com que seja pe mi ido di e en es sín eses, sendo esses dois aspe os
ca ac e izados po se uma di iculdade pa a a modelação geog á ica.
Nes e sen ido, na aplicação de um modelo de dados geog á icos, pode-se inse i -
se em a iadíssimas á eas, a sua conceção pode se in eg ada em á ios sis emas e em
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
39
á ias á eas, desde o O denamen o do e i ó io, às elecomunicações, ou a é pa a um
sis ema de abas ecimen o de águas, exis indo um núme o in indá el onde a modelação
geog á ica se pode inse i .
A co e a ep esen ação de um modelo, associado a uma de e minada modelação
geog á ica, enómeno ou p oblema a soluciona , es a dependen e de um conjun o de
a o es, o modo de obse ação.
Es e modo de obse ação in e ém de o ma di e a no e i ó io em seis aspe os
dis in os:
✓ Escala;
✓ Resolução;
✓ Pe spe i a;
✓ Tempo;
✓ E o;
✓ Teo ia
Po de inição, en ende-se po escala a elação que exis e en e uma dis ância
medida na ca a (dis ância g á ica) e a co esponden e no e eno (dis ância na u al), is o
é, en ende-se pelo conjun o de ope ações de modi icação dos di e en es obje os
geog á icos que es ão associados a uma diminuição de escala ou ice- e sa.
En ende-se po esolução, a componen e espacial de um a ibu o, na qual
es abelece de uma o ma eó ica, uma unidade de esolução com in e esses ca og á icos,
assim, esolução pode á não e ligação di e a à iabilidade écnica de medição, na qual
depende, da e olução ecnológica endo uma base de e e ência pa a as opções e
ca ac e izações da esolução a u iliza na conceção de um modelo geog á ico. A
esolução iden i ica a meno dimensão a conside a , sendo que a maio esolução é a mais
complexa e a mais di usa nas suas on ei as.
A pe spe i a é a ca ac e ização geomé ica de um obje o geog á ico, is o é,
aduz-se nas on eias bidimensionais que são indissociá eis, sendo que o obje o é
p oje ado, sendo as p ojeções ca og á icas causado as de in ini as possibilidades na sua
on ei a bidimensional.
Em elação à de inição de empo, es e e e e-se à demons ação de uma en idade
na qual es á associada a um de e minado pe íodo empo al, na qual é de inida a a és de
uma delimi ação, que pode á ou não, so e al e ações, de aco do com o seu a anço
empo al.
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
40
E o, de e mina uma delimi ação de uma en idade onde es a associada uma
a iá el de ca ac e inde inida.
Po úl imo, a eo ia, em po base obje os de inidos aos olhos de uma on ologia,
sendo que pode se o esul ado de uma cons ução eó ica, podendo e ou não on ei as.
A in eg ação de modelos concep uais na modelação geog á ica, pe mi e o imiza
p ocessos e e i a edundâncias, na análise in eg ada da in o mação geog á ica.
Ac esce que es es modelos podem se ex apolados ou acilmen e eplicados po
di e sas á eas de análise semelhan es, assim, podemos designa , ou a é classi ica a
conceção de um modelo geog á ico concep ual num Sis ema de In o mação Geog á ica.
A ualmen e, exis em uma a iedade conside á el de de inições sob e um SIG,
sendo que de uma o ma gene alizada, um Sis ema de In o mação Geog á ico é um
sis ema de in o mação sob e o qual é aplicado à modelação geog á ica de enómenos.
Consequen emen e, um SIG, de aco do com as suas especi icações uncionais,
de e alice ça -se a da espos a a ques ões ela i amen e iden i icadas em obje os
isualizados, po in e ogação e/ou a a és da isualização de obje os que e i iquem um
dado alo , que iden i iquem a al e ação de modelos espaciais e modelação de enómenos
espaciais.
A conc e ização desses modelos geog á icos, em de e em sua pose, supo es
lógicos, que pe mi em um desen ol imen o ao g au da in es igação como, e com ele ado
impac o, pelos supo es com dis ibuição come cial.
A ualmen e, é possí el inco po a num Sis ema de In o mação Geog á ico, á ios
modelos concep uais, são es es:
✓ Modelo Concep ual e o ial elacional não opológico;
✓ Modelo Concep ual e o ial elacional opológico;
✓ Modelo ma icial bidimensional;
✓ Modelo Ma icial idimensional;
✓ Modelo concep ual e o ial o ien ado a obje os;
✓ Modelo di uso;
✓ Tempo al;
✓ Modelo Ve o ial idimensional.
De odos os modelos acima desc i os, os modelos mais u ilizados são os modelos
e o iais elacionais ( opológicos ou não), e os modelos ma iciais bidimensionais.
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
41
A ualmen e, é expec á el ob e g ande pa e dos supo es lógicos à u ilização
ag egada de in o mação p oduzida pa a ambos os modelos acima iden i icados.
No que se e e e aos modelos e o iais o ien ados a obje os, as suas
uncionalidades ao longo dos empos êm indo a se in eg adas em modelos e o iais
elacionais, podendo a é dize -se que a sua e olução seja umo a um sis ema de modelos
mis os.
Num sis ema de Bases de Dados é associado em ce a o ma, ao concei o de SIG
e o ial coexis en e na ca og a ia, o a, num sis ema ma icial, es e é classi icado como
um p olongamen o de á ias possibilidades esul an es da ob enção de in o mação a a és
de imagens, em que ge almen e es ão associados a senso es emo os o bi ais, à qual,
se em de supo e, de o ma adequada a uma ep esen ação de g andezas com dis ibuição
espacial con ínua.
Na in o mação e o ial, associada a um p oje o SIG, a uam de o ma enquad ada,
linhas, polígonos e pon os. Essa in o mação pode se ge ida, a pa i de uma Base de
Dados, seguindo uma logica elacional do p oblema, sendo que a ualmen e o mais
u ilizado é a o ien ação a obje os.
Po ou o lado, a in o mação associada à componen e ma icial, u iliza uma pa e
do espaço em célula, mais conc e amen e pixel, iden i icadas em índices de linhas e
colunas, em que essa ma iz é associada um único alo . Es a elação espacial compos a
po células é c iada an e io men e po uma es u u a ma icial com ope ações de análise.
Em suma, num SIG e o ial a in o mação a in o mação é lidada a a és de obje os
em que na sua posse es ão balizados po on ei as, de inidas, adequado a cada enómeno
de na u eza descon inua.
Po ou o lado, um SIG ma icial, apenas u iliza pa es egula es do espaço,
ob idas de o ma abs a a, não se elacionando com a o ma da en idade a ep esen a ,
mais conc e amen e, adap ando a um enómeno de na u eza con inua.
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
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A modelação geog á ica ambém pode in eg a di e sos ní eis de in o mação,
enquad á eis em di e sas ipologias de análise, es as são:
✓ In o mação de con ex o;
✓ In o mação es u u an e;
✓ In o mação de In en á io;
✓ In o mação de supo e;
✓ In o mação De i ada.
In o mação de con ex o, é unicamen e u ilizada com um p opósi o desc i i o
como ambém em análises desc i i as, onde o po meno de exa idão in e i a de o ma
di e a e ele an e o abalho.
Deno a-se que odos os elemen os espaciais de in o mação de con ex o não se
des inam somen e a uma conjugação com a es an e in o mação associada. É in eg an e
odos os emas cujo igo e o seu ní el de de alhe ou iabilidade não sejam conside ados
su icien es pa a se u ilizado nas ope ações de cons ução de obje os ou em análises
espaciais.
In o mação es u u an e, é um ipo de in o mação que não es a di e amen e
ligada ao obje o de cálculo ou de análise espacial. Não obs an e, obse a-se uma ha monia
espacial de odos os emas, à qual, uncionam como e amen a de supo e pa a ag ega
oda a in o mação al anumé ica pa a delimi ação de on ei as. Exemplo conc e o, limi e
de concelho.
In o mação de in en á io, é aquela em que a ep esen ação dos obje os é
demons ada de o ma, exaus i a, ou seja, em que não são u ilizadas odas as eg as de
gene alização po omissão. Um exemplo conc e o, cadas o p edial.
In o mação de supo e, co esponde a oda in o mação que es a di e amen e
ligada a cálculos e/ou ope ações de análise espacial, na qual odo o de alhe e a espe i a
exa idão, em que de em se ponde adas em unção dos emas po eles ge ados. Exemplo
é um MDT (Modelo Digi al de Te eno) pa a o o e i icação pa a imagens de sa éli e.
In o mação de i ada, esse ipo de in o mação esul a de ope ações de análise,
que são ealizadas sob e a in o mação de supo e. Es e ipo de in o mação encon a-se
limi ada po in o mação es u u an e, podendo ainda ac escen a -se odo o ipo de
in o mação que esul a de análises ealizadas, es ando o a do âmbi o do modelo de
ap eciação não sendo susce í eis de ope ações de modelação.
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
43
Cons a a-se assim, que a in odução desses ipos de in o mação e de classes,
pe mi em de uma o ma mais cla a a de inição de opções a conside a pa a a conceção de
um modelo.
A modelação geog á ica é um pila essencial no supo e de modelos de decisão,
podendo se enquad adas em di e sos domínios da a uação, nomeadamen e, Recu sos
Na u ais, Planeamen o Te i o ial, In aes u u as e Equipamen os, O denamen o do
Te i ó io.
Impo a salien a que a sis ema ização dos domínios acima mencionados, não e e
em con a aspe os ela i os à o ma como i á se cedida a in o mação, podendo po ezes,
condiciona a conceção de um modelo.
2.3. Modelo UML, pa a modelação de dados geog á icos
O UML, é conhecido po se uma linguagem e e en e à modelação, em que em
na sua base de conceção o p opósi o de isualiza , especi ica , cons ui e documen a
odos os componen es de uma aplicação exis en e. Na sua conceção um modelo UML,
u iliza ês ipos básicos e e en es à modelação geog á ica, es es são:
✓ En idade;
✓ Relações;
✓ Diag amas.
As en idades, ep esen am odo o ipo de abs ações associadas a qualque obje o
no mundo eal, à qual es es são ag upados de aco do com os diag amas e elações, em
que são associados a pa i de um u ilizado .
Nes e sen ido, odas as en idades associadas a um modelo UML, podem se
classi icadas em qua o g andes conjun os:
✓ Es u u a;
✓ Compo amen o;
✓ Ag upamen o;
✓ Ano ação.
Es u u a, diz espei o, aos elemen os es á icos p esen es num Modelo UML, em
que es es, podem con e uma exis ência concep ual, logica ou a é mesmo ísica.
Na sua o ganização, cons a a-se a exis ência de se e unidades es u u ais, em que
as p imei as cinco, dizem espei o, à ep esen ação concep ual ou lógica, enquan o as que
as es an es duas dizem espei o à disc ição de en idades ísicas.
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
44
As se e unidades es u u ais básicas são:
✓ Classe;
✓ In e ace;
✓ Colabo ação;
✓ Caso de uso;
✓ Classe a i a;
✓ Componen e e;
✓ Nodo.
Classe, diz espei o a um conjun o de exposições iden i icadas como obje os
associados a uma semân ica idên ica, em que pa ilham odo o ipo de a ibu os, ope ações
e elações en e os á ios obje os associados.
In e ace, co esponde a um conjun o ou conjun os de mé odos e ope ações que
em po base a especi icação de a e as a pa i de uma classe e/ou componen e.
Colabo ação, co esponde ao p ocesso de in e ação, em que é cons i uída po um
ag upamen o de elemen os que uncionam ag egados en e si, em que disponibilizam um
de e minado compo amen o de coope ação.
Caso de uso, em po base a desc ição de ações que o sis ema manda execu a de
modo a a ingi um ce o esul ado.
Classe A i a, desc e e odas as classes que es ão associados a um ou mais
p ocessos.
Componen e, na sua conceção, em po base a ep esen ação ísica de um sis ema,
á qual implemen a e ealiza odo um conjun o ísico de in e aces.
Nodo, ap esen a odos os elemen os ísicos, du an e odo o p ocesso de execução
e aplicação, em que pa a a sua ob enção de um esul ado co e o, é e e uado, u ilizando
como ecu so essencial, meios compu acionais.
Compo amen o, em po base, a in eg ação das pa es dinâmicas dos modelos
UML, sendo es es de dois ipos básicos:
✓ In e ação;
✓ Es ado.
No que se e e e á in e ação, es e ipo de dinâmicas de um modelo UML, em po
base uma in eg ação, e e en e a um núme o inde e minado de mensagens, pa ilhadas
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
45
en e os á ios obje os, in eg adas num con ex o de modo a ingi um de e minado
obje i o.
Po ou o lado, o es ado, é e e en e à especi icação de á ias sequências de
es ados que um obje o ou á ios, na sua ase de in e ação, az a ligação em espos a a um
ipo de e en o.
Ag upamen o, diz espei o a odas as es u u as o ganizacionais in eg an es na
conceção de um modelo UML, ou seja, é odas as caixas que são conside adas num
modelo em que pode se decompos o. Todo o ipo básico, es á associado a um módulo,
módulo es e, que p e ende o ganiza , concep ualmen e odos os elemen os em g upos, de
um de e minado modelo.
A imagem abaixo, diz espei o á iden i icação e in e ação de odas as en idades
básicas de um Modelo UML.
Figu a 8 - En idades básicas de um Modelo UML
Ano ação, é um ipo de en idade, que pe mi e explica á ias pa es dos modelos
UML, mos ando odo o ipo de in o mação desc i i a associado a qualque elemen o do
modelo. Elemen o es e, e e en e a es e ipo de en idade é designado po No a.
Um modelo UML, é ca ac e izado po ap esen a na sua linguagem,
elacionamen os, a es e ní el, elacionamen os, exis em qua o ipos de elacionamen os
básicos con o me ilus ado na igu a 9, es es são:
✓ Dependência;
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
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✓ Associação;
✓ Gene alização e;
✓ Realização.
Dependência, diz espei o a um ipo de elacionamen o semân ico en e duas
en idades, em que qualque al e ação de uma das en idades ( elação independen e), pode
in luencia a semân ica do ou o ipo de en idade (en idade dependen e).
Associação, em na sua base um ipo de elacionamen o es u u al, em que
desc e e um núme o de ligações en e os á ios obje os exis en es no modelo UML. A
sua inco po ação, ep esen a um caso ípico de uma associação, à qual ep esen a odo o
ipo de elação es u u al em oda a sua conceção, ou seja, no seu “ odo” e nas suas
“pa es”.
Gene alização, diz espei o a um ipo de elacionamen o de
“gene alização/especialização”, em que odos os obje os da en idade de especialização
que dis ibui a es u u a e o compo amen o da en idade que oi gene alizada.
Realização, ela a e demons a as elações semân icas en e os di e sos
classi icado es, em que um classi icado especi ica um conjun o de no mas e eg as que
ou o classi icado desempenha. Pa a es e ipo de elações pode á exis i na in e ace e
nas classes em que implemen am, ou en e casos de uso e colabo ação que os
implemen am.
Figu a 9 - Di e en es ipos de elacionamen os exis en es num Modelo UML
2.3.1 Diag amas UML
Os diag amas são pa e in eg an e na conceção de um modelo UML na modelação
de dados geog á icos, assim, os diag amas êm po obje i o ag upa conjun os de
elemen os. Os diag amas pe mi em a isualização de um sis ema em di e en es e en es.
É ca ac e izado po um mesmo elemen o es a ep esen ado em odos os
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
53
o Reque en e ( ex );
o COD (Tex );
o Tecnico (Tex );
o Da a do Pedido ( ex ).
O obje i o consis e na ob enção de in o mação de in e esse, com base na es u u a
do esul ado inal ap esen ado, que i á consubs ancia um p ocesso de análise/decisão,
inculados aos ins umen os de ges ão e i o ial em igo com a espe i a localização da
pa cela do pedido de pa ece .
Figu a 14 - Diag ama Concep ual aplicado ao caso de es udo
Rela i amen e aos emas iden i icados an e io men e, ealce pa a as seguin es ope ações:
✓ Ope ação In e seção;
✓ ope ação Append.
Ope ação In e seção
Essa ope ação a ua, sob e o ema Classes de Espaço e Pedido de Pa ece ,
ap esen ando como esul ado uma abela, onde cons am os esul ados empo á ios que
pe mi em conjuga a in o mação con ida nos dois emas.
Ope ação Append
Pe mi e indexa na abela ep esen ada no esul ado inal os a ibu os que i ão se i de
supo e pa a o p ocesso de análise/ omada de decisão.
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
54
Figu a 15 - Diag ama Lógico aplicado ao caso de es udo
2.4 – Modelação Geog á ica em ambien e SIG
2.4.1 – O que é Model Builde
A modelação geog á ica em ambien e SIG oi implemen ada com ecu so ao So wa e
A cGis da ESRI, a a és do módulo Model Builde . Ca ac e iza-se po se uma
e amen a pode osa, pe mi indo pa ame iza cená ios ípicos de análise espacial e
geop ocessamen o em ambien e SIG.
O módulo e e en e ao Model Builde , aduz-se numa linguagem de p og amação
exp essa po uma in e ace g á ica apela i a, pe mi indo a cons ução de luxog amas de
abalho des inados à o imização de p ocessos de p oje os na á ea de a uação dos sis emas
de in o mação geog á ica.
A a és do Model Builde é possí el c ia , ge i e modi ica conjun os de dados
geog á icos associados a um de e minado modelo. A lógica de ep esen ação de p ocessos
de geop ocessamen o em con ex o SIG é ap esen ada aqui sob a o ma de diag amas, com
inclusão das e amen as de geop ocessamen o, an o em dados classi icados como inpu
ou ou pu , espe i amen e.
O Model Builde in eg a as seguin es uncionalidades:
✓ Possibilidade de c iação de modelos, ligando e adicionando dados e
e amen as ap op iados pa a um de e minado p oblema;
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
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✓ Pe mi e p ocessa de o ma in e a i a odos os ipos de dados, passi eis de
se em in e p e ados po um so wa e SIG - Ras e , e o ial, mis os,
al anumé icos;
✓ Pe mi e isualiza as sequências e e en e a cada luxo de abalho, a a és de
diag amas de ácil in e p e ação;
✓ Um de e minado modelo, pode se con e ido acilmen e numa no a
e amen a de geop ocessamen o SIG, com ecu so à linguagem py hon.
Concluindo, es e módulo assume g ande ele ância em con ex os o ganizacionais
em que a p emissa da ges ão da in o mação geog á ica es á semp e p esen e numa lógica
de o imização de p ocessos. Dado o g au de libe dade pa a a in eg ação de e amen as
di e sas é possí el eplica um ca ác e especí ico de um de e minado p oblema do
mundo eal, assumindo assim, p eponde ância na á ea do O denamen o do Te i ó io.
2.4.2 – Componen es do Model Builde
Pa a a c iação de um modelo de geop ocessamen o, com ecu so ao Model
Builde , podem se ep esen ados di e sos elemen os, es es são:
✓ Fe amen as;
✓ Va iá eis;
✓ Conec o s.
o Fe amen as - As e amen as êm o obje i o de execu a á ias ope ações em
dados geog á icos. A um de e minado modelo pode se ac escen ado e amen as,
pa a os di e sos modelos de dados passí eis de se em in e p e ados num so wa e
SIG, mais conc e amen e A cGis – e o ial, ma icial, al anumé ico ou mis o.
o Va iá eis – São elemen os do modelo que ão pe mi i ca ac e iza os dados a
se em ep esen ados, podendo se de dois ipos:
✓ Dados – São a iá eis que pe mi em desc e e os dados a ep esen a ,
como po exemplo, in o mação al anumé ico, sis ema de coo denada ou
di e o ias;
✓ Valo es – Tal como o nome indica, são a iá eis que pe mi em de ini
nume icamen e ou a a és de ope ado es booleanos (T ue/False) os dados
a ep esen a , po exemplo, lis a de alo es, unidades de medida, ex ensão
espacial.
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
56
o Conec o s - Pe mi e de ini uma co elação en e os dados exp essa a a és de
e amen as ou alo es, podem se ep esen adas po qua o ipos, es es são:
✓ Dados – Pe mi em elaciona os dados geog á icos e as espe i as
e amen as;
✓ Ambien e SIG (en i onmen ) – São con igu ações de modelo que
pe mi em o imiza p ocessos a a és da pad onização de de e minados
pa âme os dos dados ou alo es.
✓ P é-Condições – É o elemen o que pe mi e liga uma a iá el a uma
e amen a
✓ Feedback – É u ilizado quando o esul ado inal do p ocesso é usado como
inpu de um p ocesso de inido p e iamen e.
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
57
III – CASO DE ESTUDO
O seguin e caso de es udo que se á ap esen ado, epo a-se à ilha de São Miguel,
Concelho de Pon a Delgada, eplicando um cená io hipo é ico de um pedido de pa ece
ou á ios pedidos de pa ece , associados a um ou mais eque en es, com delimi ação de
localização di e en es pa a os espe i os pedidos de pa ece , acili ando des a o ma, uma
e icien e in e p e ação dos esul ados inais ob idos, a a és da in o mação conjugada
p esen e nos IGT igen es pa a a Região Au ónoma dos Aço es.
3.1 – Es u u ação da In o mação Geog á ica analisada
Rela i amen e ao obje i o p opos o pa a a elabo ação da p esen e disse ação,
hou e uma necessidade de es u u a oda a in o mação geog á ica iden i icada pa a
análise com o obje i o de o imiza os p ocessos associados à ob enção de um esul ado
expec á el – elemen o de supo e pa a auxilia um de e minado écnico no p ocesso de
omada de decisão pa a um pedido de pa ece .
P imei amen e p ocedeu-se à c iação de uma File Geoda abase (gdb), a ando-se
de uma escolha lógica, no que conce ne ao a mazenamen o e ges ão da in o mação
geog á ica, pois pe mi e e i a edundâncias de p ocessos e ambém pe mi e ep esen a
dados co elacionados.
Em p imei a ins ância, oi uma c iada uma Fea u e Class de polígonos, e e en e
aos IGT u ilizados pa a a ealização do p esen e modelo.
Es e ema, con ém in o mação ela i a aos planos ep esen ados no modelo, assim
como o seu âmbi o, e o espe i o diploma associado.
Es a Fea u e Class, oi impo an e, pois, após o ecu so à e amen a de
in e secção, oi possí el e i ica na abela inal dos esul ados, o plano em que o pedido
de pa ece se encon a p esen e, assim como, o diploma que se encon a igen e,
acili ando assim odo o p ocesso de omada de decisão do Técnico esponsá el pa a a
emissão do pedido de iabilidade.
Assim o am c iados na abela de a ibu os seis campos:
✓ Objec ID (Cha e P imá ia);
✓ ID (Cha e Secundá ia);
✓ Nome (campo e e en e ao nome do Plano);
✓ COD (código a ibuído a cada plano igen e);
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
58
✓ Na u eza;
✓ Diploma.
Figu a 16 – Tabela de a ibu os – Fea u e Class IGT
Foi c iado uma Fea u e Class de polígonos e e en e ao pedido de pa ece , com
in o mação al anumé ica que pe mi e ca ac e iza esse pedido.
Es a Fea u e Class (pedido de pa ece ) p essupõe eplica a en ada de um pedido
de pa ece pa a uma en idade Pública Regional, com qua o localizações dis in as, em
qua o á eas de in e enção di e en es, es ando cada uma das localizações inse idas nos
di e en es Planos igen es à da a da ealização da p esen e disse ação.
De modo a simula di e en es en adas de di e en es pedidos de pa ece , pa a a
sua espe i a análise écnica dos di e en es pedidos de iabilidade, o am c iados cincos
campos na abela de a ibu os:
✓ Objec ID (Cha e P imá ia);
✓ ID (Cha e Secundá ia);
✓ Nome do Reque en e;
✓ COD (código a ibuído a cada plano igen e);
✓ Nome do Técnico, ( esponsá el pela análise do pedido de iabilidade);
✓ Da a de en ada do Pedido.
Figu a 17 – Tabela de a ibu os – Fea u e Class Pedido Pa ece
Adicionalmen e, pa a acili a a es u u ação da in o mação geog á ica do modelo,
oi c iada uma Fea u e Class de polígonos con endo oda a in o mação ele an e
inculada aos ins umen os de ges ão e i o ial igen es, in o mação essa, ag egada num
único ema (classes de espaço).
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
59
T a a-se de um ema es u u an e, que i á condiciona de o ma signi ica i a o
esul ado inal a ap esen a , pois i á cong ega odos os polígonos pa a odos os
Ins umen os de Ges ão Te i o ial igen es.
De o ma a não o na a in o mação edundan e, oi de inida à p io i, uma
es u u ação pa a os dados a ep esen a , exp essa pelos seguin es a ibu os:
✓ Objec ID (Cha e P imá ia);
✓ ID (Cha e Secundá ia);
✓ IGT_FKID;
✓ COD (código a ibuído a cada plano igen e);
✓ Classe;
✓ Ca ego ia;
✓ Subca ego ia.
Pa a cada plano, oi e e uada uma seleção de Fea u es, com o obje i o de
ep esen a os polígonos de in e esse do espe i o a ibu o designado po “Classe”,
es ando assim ep esen ados apenas a in o mação ele an e no con ex o da ep esen ação
do enómeno a analisa .
Rela i amen e aos Ins umen os de Ges ão Te i o ial (IGT_FKID), e pa a o PDM
de Pon a Delgada, são apenas ep esen adas as ea u es e e en es a:
✓ Solo Ru al;
✓ Solo U bano;
Com o obje i o de hie a quiza melho a in o mação a analisa , o am ainda c iados
dois a ibu os que pe mi em classi ica , caso exis a, essa classi icação, a ca ego ia e
subca ego ia, pa a cada classe p incipal iden i icada nos Ins umen os de Ges ão
Te i o ial. ( e i ica abela na lis a de abelas núme o 1)
Pa a o PDM de Pon a Delgada, e pa a a Classe de Solo Ru al, iden i icam-se as
seguin es ca ego ias:
✓ Espaços Na u ais;
✓ Ou as á eas na u ais com ocação especi ica;
✓ Ou as á eas na u ais com ocação especi ica – Espaços Na u ais;
✓ Espaços Flo es ais;
✓ Espaços Ag ícolas;
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
60
✓ Espaço Ina i o de Explo ação de Recu sos Geológicos.
Rela i amen e à classe Solo U bano, iden i icam-se as seguin es ca ego ias:
✓ Solos U banizados;
✓ Á eas de Uso Res i o iden i icadas no POOC Cos a No e;
✓ Solos cuja U banização é possí el p og ama ;
✓ Solos a e os ao espaço público ou com especial in e esse ambien al ou
paisagís ico;
Po úl imo, com o obje i o de espei a os equisi os hie á quicos es ipulados no
p esen e modelo, pa a a Classe Solo Ru al, ca ego ia Espaços Na u ais, iden i icam-se
as seguin es subca ego ias:
✓ Paisagem P o egida das Se e Cidades;
✓ Rese a Flo es al de Rec eio do Pinhal da Paz;
✓ Á eas de P o eção às A ibas, Linhas de Água e Lagoas.
Pa a a Classe Solo Ru al, ca ego ia ou as á eas na u ais com ocação especi ica,
iden i ica-se a seguin e subca ego ia:
✓ T açado das Ca idades Vulcânicas.
Pa a a Classe Solo Ru al, ca ego ia ou as á eas na u ais com ocação especi ica –
espaços na u ais, iden i ica-se a seguin e subca ego ia:
✓ Monumen o Na u al Regional do Pico das Cama inhas e Pon a da Fe a ia.
Pa a a Classe Solo Ru al, ca ego ia Espaços Flo es ais, iden i ica-se a seguin e
subca ego ia:
✓ Espaços Flo es ais.
Pa a a Classe Solo Ru al, ca ego ia Espaços Ag ícolas, iden i ica-se a seguin e
subca ego ia:
✓ Espaços Ag ícolas.
Po im, pa a a Classe Solo Ru al, ca ego ia Espaço Ina i o de Explo ação de
Recu sos Geológicos, iden i ica-se a seguin e subca ego ia:
✓ Espaço Ina i o de Explo ação de Recu sos Geológicos.
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
61
Ainda e e en e ao PDM de Pon a Delgada, pa a a Classe Solo U bano, pa a a
ca ego ia Solos U banizados, iden i icam-se as seguin es subca ego ias:
✓ Usos especiais em Solo U bano;
✓ Á eas His ó icas;
✓ Á eas de Média Densidade;
✓ Á eas de Al a Densidade;
✓ Á ea de Recon e são U banís ica da F en e Li o al da Cidade;
✓ Á eas P edominan emen e Habi acional;
✓ Á eas de Equipamen os Cole i os;
✓ Á eas com In e esse Cul u al, Pa imonial e Paisagís ico;
✓ Á eas a P og ama .
Pa a a Classe Solo U bano, ca ego ia Á eas de Uso Res i o iden i icadas no
POOC Cos a No e, iden i ica-se a seguin e subca ego ia:
✓ Á eas de Uso Res i o iden i icadas no POOC Cos a No e.
Pa a a Classe Solo U bano, ca ego ia Solos cuja U banização é possí el
p og ama , iden i icam-se as seguin es subca ego ias:
✓ Á eas Habi acionais de Ní el I;
✓ Á eas Habi acionais ou Mis as de Ní el II;
✓ Á eas Habi acionais ou Mis as de Ní el III;
✓ Á eas Habi acionais ou Mis as de Ní el IV;
✓ Á eas Habi acionais ou Mis as de Ní el V;
✓ Á eas Habi acionais ou Mis as de Ní el VI;
✓ Á eas pa a Habi ação Social e Equipamen os Cole i os;
✓ Á eas de Rese a pa a Equipamen os Cole i os;
✓ Á eas pa a a i idades Económicas P opos as;
✓ Á ea Tu ís ica do Campo de Gol e da Ba alha.
Po úl imo, pa a a Classe Solo U bano, ca ego ia Solos a e os ao espaço público
ou com especial in e esse ambien al ou paisagís ico, iden i icam-se as seguin es
subca ego ias:
✓ Á eas Ve des de P o eção;
✓ Á eas Ve des U banas;
✓ Á eas Ve des de Enquad amen o.
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
62
Rela i amen e aos Ins umen os de Ges ão Te i o ial (IGT_FKID), e pa a o
POBHL das Se e Cidades, são apenas ep esen adas as ea u es e e en es ao ema classe:
✓ Á eas Edi icadas;
✓ Á eas Ag ícolas;
✓ Á eas Na u ais;
✓ Á eas Flo es ais;
✓ Á eas de Rec eio e Laze .
Com já oi e e enciado an e io men e, es e modelo em como obje i o hie a quiza
melho a in o mação a analisa , des a o ma, o am c iados dois a ibu os que pe mi em
classi ica , caso exis a essa classi icação, a ca ego ia e subca ego ia, pa a cada classe
p incipal iden i icada nos Ins umen os de Ges ão Te i o ial, pa a caso em conc e o
POBHL das Se e cidades.
Pa a o POBHL das Se e Cidades e pa a a Classe Á eas Edi icadas, iden i icam-se
as seguin es ca ego ias:
✓ Ocupação Dispe sa;
✓ Á ea Ve de Exis en e;
✓ Á ea p e e encialmen e des inada à expansão u bana da á ea edi icada das
Se e Cidades;
✓ Á ea edi icada das Se e Cidades.
No que se e e e à classe Á eas Ag ícolas, es a ap esen a as seguin es ca ego ias:
✓ Á eas a e as a poma es, ho as ou simila es;
✓ Ag opecuá ia sem es ições especi icas.
Pa a a Classe Á eas Na u ais, é ap esen ada a seguin e ca ego ia:
✓ Á eas Na u ais.
Em elação à classe Á eas Flo es ais, a seguin e ca ego ia ap esen ada é:
✓ Á eas Flo es ais de P o eção.
Po úl imo, pa a a classe Á eas de Rec eio e Laze , são ap esen adas as seguin es
ca ego ias:
✓ Pa que de Campismo;
✓ Á eas de es acionamen o;
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
69
O seguin e egis o ap esen a o esul ado inal associado ao pedido de pa ece , com
as classes de espaço co esponden es à á ea de in e enção do POBHLSC.
Figu a 22 – Tabela de a ibu os – Fea u e Class Con on ação Final – POBHLSC
Da análise do esul ado, é possí el cons a a , como já oi ela ado acima, que a
in o mação compilada con ém o espe i o eque en e do pedido de pa ece , pe encen e
ao eque en e (nome: Ma co Agos inho Teixei a), à qual deu sua en ada nos se iços
com compe ência em ma é ia de O denamen o do Te i ó io no dia 13-11-20, es ando
ine en e ao POBHL Se e Cidades.
Cons a a-se que a á ea de implan ação em causa, em ma é ia de O denamen o
Te i ó io, em como classe associada, Á eas Edi icadas, com uma subca ego ia, á ea
edi icada das Se e Cidades.
Assim nesse sen ido, e segundo o egulamen o igen e do POBHLSC, cons a a-
se que pa a o exemplo em causa, o p oje o e ia um pedido de pa ece posi i o, ou seja, a
sua cons ução se ia iabilizada, cump indo à pos e io i com os índices u banís icos
es abelecidos no PDM de Pon a Delgada igen e.
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
70
IV – CONCLUSÃO
Com o p esen e abalho, p e endeu-se colma a uma lacuna iden i icada ao ní el dos
se iços/wo k lows exis en es pa a um conjun o de iden idades, pe ei amen e
iden i icadas e com compe ências nos p ocessos de análise e omada de decisão pa a um
conjun o di e si icado de in o mação geog á ica inse ida nos Ins umen os de Ges ão
Te i o iais.
Sendo assim, iden i icam-se de seguida as p incipais an agens da adoção do
wo k low p opos o na p esen e disse ação.
✓ Exis ência de uma base de dados de idamen e es u u ada e uni o mizada que
con êm a in o mação ele an e pa a o p oblema desc i o da p esen e disse ação,
pa a isso, iden i ica am-se algumas a e as associadas a p ocessamen o e
uni o mização de dados geog á icos em ambien e SIG, endo como obje i o
ap esen a uma es u u a coe en e e e en e à in o mação geog á ica a analisa ;
✓ De inição de p io idades a a és de uma hie a quização pa a conjun os de
in o mação geog á ica p esen es nos IGT, os planos em análise ap esen am uma
hie a quia no que conce ne à p io ização de ipologias de classes de espaço, o
modelo eplica nos esul ados a p io ização de inida à p io i de aco do com os
IGT;
✓ O imização de p ocessos, e i ando dessa o ma edundâncias, minimizando
ambém e os associados, com ecu so a uma e amen a c iada em ambien e SIG,
a c iação da e amen a com ecu so ao Model Builde , pe mi iu o imiza odos
os p ocessos associados à análise conjugada de odos os dados geog á icos;
✓ A ele ância associada a p ocessos de desbu oc a ização pa a en idades públicas
egulado as de in o mação geog á ica, com os wo k lows in e nos insu icien es
ou deso ganizados, o modelo c iado pode á e ela -se uma mais- alia
conside á el pa a as au a quias em Po ugal, is o que lidam di e amen e com es e
ipo de análise nos seus wo k lows diá ios de abalho
✓ Rapidez e e iciência no pode de omada de decisão.
P e endeu-se ambém com esse abalho dimensiona de o ma adequada a
impo ância da u ilização de Sis emas de In o mação Geog á ica em con ex os
o ganizacionais di e si icados com en oque na o imização de p ocedimen os,
o ganização de con eúdos e melho ia de p ocessos de análise.
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
71
Numa pe spe i a de melho a ainda a o ina c iada, pode á se c iada uma base de
dados elacional que conjugue de o ma dinâmica oda a in o mação geog á ica de
análise, e o nando como esul ado uma única Fea u e Class pa a um pedido de pa ece
em especí ico.
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
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LEGISLAÇÃO
RJIGT – Dec e o – Lei nº25/2021, 29 de ma ço (P ocede à segunda al e ação ao Dec e o-Lei n.º 80/2015,
de 14 de maio, al e ado pelo Dec e o-Lei n.º 81/2020, de 2 de ou ub o, que ap o a a e isão do Regime
Ju ídico dos Ins umen os de Ges ão Te i o ial.)
Âmbi o Nacional
PNPOT - Lei n.º 99/2019, de 5 de se emb o
Âmbi o Regional
PROTA - Dec e o Legisla i o Regional n.º 26/2010/A, de 12 de agos o
Planos Especiais de O denamen o do Te i ó io
POOC Cos a No e, São Miguel – Dec e o Regulamen a Regional n.º 6/2005/A, de 17 de e e ei o
POOC Cos a Sul – São Miguel - Dec e o Regulamen a Regional n.º 29/2007/A, de 5 de dezemb o
POBHL Se e Cidades, São Miguel - Dec e o Regulamen a Regional n.º 4/2019/A, de 4 de ab il
POBHL SM, São Miguel - Dec e o Regulamen a Regional n.º 12/2013/A, de 30 de se emb o
Âmbi o Municipal
PDM Pon a Delgada, 2ºG - Dec e o Regulamen a Regional n.º 16/2007/A, de 13 de agos o
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
76
Anexos
Anexo 1 - Exemplo geo e e enciado de um exemplo de um pedido de pa ece
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
77
Anexo 2 – Ou o exemplo Ou o exemplo Ilus a i o de um Pedido de Pa ece - POBHL SC
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
78
Anexos 3 – Tabela de A ibu os da Fea u e Class, Classe de Espaço
PDM Pon a Delgada
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
85
POBHL Se e Cidades
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
86
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
87
POOC Cos a Sul
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
88
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
89
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
90
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
91
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
92
POOC Cos a No e
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
93
Mes ado em O denamen o do Te i ó io e SIG
94