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Mobilidade pedonal direccionada aos idosos - Caso de estudo de Ponte de Sor

Martins, Sara Isabel Lopes da Silva

Abstract

À semelhança de todo o mundo, Portugal tem vindo a passar por um processo de envelhecimento da população, acompanhado pela diminuição da população jovem. Face a isto, torna-se necessário assegurar infraestruturas que se adequam à população mais idosa, uma vez detém condições especiais. Não basta assegurar unidades de saúde, centros de dia e lares residenciais. É de extrema relevância garantir que a população idosa se consiga deslocar de forma segura aos locais mais utilizados por elas no seu diaa- dia. Desta forma, pretende-se avaliar as condições de mobilidade pedonal direcionada aos idosos no concelho de Ponte de Sor, com foco na envolvente dos Lares Residenciais e Centros Comunitários alvos de estudo. Pretende-se criar um método de auditoria pedonal através do qual serão avaliados diversos percursos, a fim de propor melhorias nos mesmos e, consequentemente, melhorar a qualidade de vida da população. É desejado criar espaços multigeracionais, pois onde consegue estar um idoso, consegue estar toda a população, nunca esquecendo o conceito dos “8 aos 80”.

Full text

Mobilidade Pedonal Di ecionada aos Idosos O Caso de Es udo de Pon e de So Sa a Isabel Lopes da Sil a Ma ins Se emb o de 2018 Rela ó io de Es ágio de Mes ado U banismo Sus en á el e O denamen o do Te i ó io Rela ó io de Es ágio ap esen ado pa a cump imen o dos equisi os necessá ios à ob enção do g au de Mes e em U banismo Sus en á el e O denamen o do Te i ó io ealizado sob a o ien ação cien í ica de João Fa inha AGRADECIMENTOS Ag adeço ao meu o ien ado P o esso Dou o João Mu alha Ribei o Fa inha pela o ien ação p es ada ao longo do es ágio e na elabo ação do p esen e ela ó io. Aos écnicos da Câma a Municipal de Pon e de So po odo o auxílio e ensino no deco e do es ágio, em especial à minha co-o ien ado a Magda Oli ei a. Aos meus pais e amília, po oda a paciência e ca inho. E po im, aos meus amigos e colegas que con ibuí am di e a ou indi e amen e pa a es e ela ó io. RESUMO À semelhança de odo o mundo, Po ugal em indo a passa po um p ocesso de en elhecimen o da população, acompanhado pela diminuição da população jo em. Face a is o, o na-se necessá io assegu a in aes u u as que se adequam à população mais idosa, uma ez de ém condições especiais. Não bas a assegu a unidades de saúde, cen os de dia e la es esidenciais. É de ex ema ele ância ga an i que a população idosa se consiga desloca de o ma segu a aos locais mais u ilizados po elas no seu dia- a-dia. Des a o ma, p e ende-se a alia as condições de mobilidade pedonal di ecionada aos idosos no concelho de Pon e de So , com oco na en ol en e dos La es Residenciais e Cen os Comuni á ios al os de es udo. P e ende-se c ia um mé odo de audi o ia pedonal a a és do qual se ão a aliados di e sos pe cu sos, a im de p opo melho ias nos mesmos e, consequen emen e, melho a a qualidade de ida da população. É desejado c ia espaços mul ige acionais, pois onde consegue es a um idoso, consegue es a oda a população, nunca esquecendo o concei o dos “8 aos 80”. Pala as-cha e: Mobilidade Pedonal; Peão; Espaço Público; Idosos; La Residencial, Cen o Comuni á io; Audi o ia pedonal; En elhecimen o ABSTRACT Simila ly o he o he wo ld, Po ugal has been going h ough a popula ion aging p ocess, ollowed by a dec ease in young popula ion. Due o his and since he elde s ha e special needs, i is necessa y o ensu e ha he in as uc u es a e adequa e o hem. I is no enough o ensu e he exis ence o Heal h Clinics, Day Ca e Facili ies o Residen ial Homes. In ac , i is o ex eme impo ance o gua an ee he elde popula ion can mo e a ound, in a sa e manne , o he places by hem equen ed on daily basis. Thus, i is in ended o e alua e he pedes ian’s condi ions a ge ed o he elde s in Pon e de So , ocusing on Residen ial Homes and Communi y Cen e s. The aim is o c ea e a me hod o Pedes ian’s Audi h ough which di e se pa hs will be e alua ed wi h he pu pose o p oposing imp o emen s on said pa hs and, consequen ly, imp o e popula ion’s li e quali y. Wi hou o ge ing he “ om 8 o 80” concep , he desi e is o c ea e mul igene a ional spaces because whe e an elde can be so is he en i e popula ion. Key-wo ds: Pedes ian Mobili y; Pedes ian; Public Space; Elde s; Residen ial Homes, Communi y Cen e ; Pedes ian’s Audi ; Aging ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO ………………………………………………………………………………………………………. 1 1.1. Obje i o ge al e obje i os especí icos ............................................................... 1 1.2. Me odologia e c onog ama ............................................................................... 2 1.3. En idade de Acolhimen o e A i idades ealizadas ............................................ 3 2. ENQUADRAMENTO DA PRÁTICA PROFISSIONAL ...................................................... 5 2.1. Enquad amen o eó ico ..................................................................................... 5 2.1.1. Espaço Público ............................................................................................ 5 2.1.2. Mobilidade Sus en á el .............................................................................. 8 2.2. Con ex o e local de acolhimen o ..................................................................... 10 2.2.1. Ca a e ização populacional ...................................................................... 10 2.2.2. P incipais ob as municipais dos úl imos anos ..…………………………………….18 3. PRÁTICA PROFISSIONAL .......................................................................................... 19 3.1. Mé odo de Audi o ia Pedonal ......................................................................... 19 3.1.1. Abo dagem me odológica da cons ução do mé odo ............................. 19 3.1.2. Indicado es e subindicado es da audi o ia .............................................. 21 3.2. Es udos de Caso – Si uação A ual .................................................................... 35 3.2.1. La Casa dos A ós ..................................................................................... 36 3.2.2. La es San a Casa da Mise icó dia ............................................................. 70 3.2.3. Cen o Comuni á io de T amaga .............................................................. 86 3.2.4. Ponde ação de inqué i os ...................................................................... 102 3.3. Es udos de caso – P opos as de in e enção ................................................ 103 3.3.1. La Casa dos A ós ................................................................................... 104 3.3.2. La es San a casa da Mise icó dia ........................................................... 120 3.3.3. Cen o Comuni á io de T amaga ............................................................ 126 3.4. Sín ese de p opos as ...................................................................................... 135 4. CONCLUSÕES E PONDERAÇÃO DO ESTÁGIO ......................................................... 137 5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ............................................................................. 140 ANEXOS………………………………………………………………………………………………………………………………..143 ÍNDICE DE FIGURAS Figu a 1 – Modelagem 3D da “Casa da Música” ……………………………...…………………………...5 Figu a 2 – Enquad amen o geog á ico do Concelho de Pon e de So ……………………………11 Figu a 3 - Ca ac e ís icas dos peões……………………………………………………………….……………22 Figu a 4 – Exemplo de qua ei ões que possibili am eduzi dis âncias………………………..29 Figu a 5 – Escala Humana………………………………..……………………….………………………………...33 Figu a 6 – Localização dos pe cu sos La Casa dos A ós …………………………………………..….37 Figu a 7 – Localização dos segmen os pe encen es ao pe cu so 1 do La Casa dos A ós………………………………………………………………………………………………….………………….…… 37 Figu a 8 – A enida do Colégio……………………………………………………………………………………..38 Figu a 9 – Dimensão eduzida do passeio .....…….....……………………………………………………43 Figu a 10 – Obs áculos à passagem ……………………….…………………………………………..……….43 Figu a 11 – Obs áculos à passagem ……….……………………………………….………………….……….43 Figu a 12 – Segmen o 3………..…………………………………………………………………………….……...46 Figu a 13 – Acessibilidade exis en e en e passeio e passadei a ………………………………..46 Figu a 14 – Mobiliá io u bano exis en e …………………………………………………………….……...46 Figu a 15 – Localização dos segmen os pe encen es ao pe cu so 2 do La Casa dos A ós …………….…………………………………………………………………………………………………………………….46 Figu a 16 - Espaço público a sul do Campo de Ténis……………………………………………………..47 Figu a 17 – Segmen o 5……………………………………………………………………………………….……..51 Figu a 18 – Poluição Visual………………………………………………………………………………………....51 Figu a 19 – Segmen o 6……………………………………………………………………………………………...54 Figu a 20 – A eia exis en e jun o aos bancos……………………………………………………………...54 Figu a 21 – Conse ação dos edi ícios e es ado do pa imen o…………………………………….54 Figu a 22 – Segmen o 7……………………………………………………………………………………………...56 Figu a 23 – Ressal os causados pelas aízes das á o es……………………………………………..56 Figu a 24 – Acessibilidade passeio-passadei a…………………………………………………………....54 Figu a 25 - Localização dos segmen os pe encen es ao pe cu so 3 do La Casa dos A ós………………………..…………………………………………………………………………………………….…..57 Figu a 26 – Segmen o 8………………………………………………………………………………………………59 Figu a 17 – Bu acos exis en es com mais de 0,02m…………………………………………………….59 Figu a 28 – Segmen o 9…………………………………………………………………..………………………….59 Figu a 29 - Localização dos segmen os pe encen es ao pe cu so 4 do La Casa dos A ós………………………………………………………………………………………………………………………….. 61 Figu a 30 – Segmen o 10………………………..…………………………………………………………………..62 Figu a 31 – Segmen o 11………………………..………………………………………………………………..…64 Figu a 32 – Segmen o 12 (I)………………………..………………………………………………………….……69 Figu a 33 – Segmen o 12 (II)……………………………………………………………………………………….69 Figu a 34 – Obs áculo à caminhada………………………..………………………..…………………………69 Figu a 35 - Dep essão na Rua dos Cadei ões……………………………………..…………………………69 Figu a 36 - Localização dos pe cu sos pe encen es aos La es San a Casa da Mise icó dia ……………………………………………..……………….…………………………………………………………………..71 Figu a 37 – Localização dos segmen os pe encen es ao pe cu so 1 dos La es San a Casa da Mise icó dia……………………………………………..………..………………………………………………… 72 Figu a 38 – Segmen o 1 ……………………………………………..………..…………………………………….72 Figu a 39 – Obs áculos ao peão………………………………………………………………………....……….72 Figu a 40 – Segmen o 2 ……………………………………………...………………………………………….….76 Figu a 41 - Localização dos segmen os pe encen es ao pe cu so 2 dos La es San a Casa da Mise icó dia ……………………………..…………………………………………………………………….…….79 Figu a 42 – Segmen o 3…………………………………………………………………………………………..….81 Figu a 43 – Supe ície de caminhada ……………………………………………………………………….….81 Figu a 44 – Segmen o 4…………………………………………………………………………………..………….82 Figu a 45 – Segmen o 5 …………………………………………………………………………………..………….84 Figu a 46 - Localização dos pe cu sos pe encen es ao Cen o Comuni á io………….…….87 Figu a 47 - Localização dos segmen os pe encen es ao pe cu so 1 do Cen o Comuni á io………………………………………..……………………………………………………………….…….88 Figu a 48 – Segmen o 1 ……………………………………………………………….………………………….….90 Figu a 49 – Obs áculo à passagem………………………………………….…………………………….…….97 Figu a 50 – Segmen o 3……………………….………………………………………………………………………92 Figu a 51 – Obs áculo ao peão……………………………………………………………………..……….…….92 Figu a 52 – Segmen o 3……………………….………………………………………………………………….….93 Figu a 53 – Segmen o 5……………………….………………………………………………………………….….96 Figu a 54 - Localização dos segmen os pe encen es ao pe cu so 2 do Cen o Comuni á io……………………………………………………………………………………………………………….99 Figu a 55 – Á ea de laze ……………………..……………………………………………………………………101 Figu a 56 – Obs áculo à passagem ………………………………………………………………….……..…101 Figu a 57 – A enida da Libe dade an es e após p opos as………………………………………….120 Figu a 58 – Rua Vaz Mon ei o an es e após p opos as…………………………………………….…126 Figu a 59 – Rua 25 de Ab il an es e após p opos as……………………………………………………135 4 com o A igo 14º, es a di isão em como compe ências con ibui pa a a de inição de es a égias de desen ol imen o, pa icipa na elabo ação de documen os p e isionais, p omo e es udos p é ios, an ep oje os e p oje os de execução de ob as, p omo e es udos de sal agua da do pa imónio na u al e a qui e ónico, p omo e a ob enção de ca og a ia e espe i a a ualização, p omo e o desen ol imen o do Sis ema de In o mação Geog á ico Municipal, p omo e a elabo ação e acompanhamen o dos p ocessos ela i os a ob as, equipamen os e in aes u u as municipais. Além dis o, es a di isão em como compe ência adminis a os meios e p es a os se iços necessá ios ao uncionamen o de es u u as, equipamen os e ins alações do município. A Câma a Municipal o ganiza-se segundo uma es u u a e ical, onde o p esiden e é o memb o do opo. Além da di isão onde deco eu o es ágio, a au a quia é compos a ainda pela Di isões Adminis a i a, Financei a, Ges ão U banís ica e Acão Social, Educação, Cul u a e Despo o. No início do es ágio, o am-me ap esen adas as ins alações e dados a conhece os p incipais ins umen os de ges ão municipais e in e municipais que de êm mais p eponde ância pa a o ema. Sendo eles, o Plano In e municipal de P omoção da acessibilidade do Al o Alen ejo (PIMPA), Plano Di e o Municipal (PDM), Planos de Po meno , Plano Es a égico de Desen ol imen o U bano de Pon e de So e o Regulamen o Municipal de U banização e Edi icação. No PDM encon am-se es abelecidas as compe ências da CMPS ace à mobilidade pedonal e espaço público. Como se encon a a deco e a e isão do PDM, oi-me solici ado que pa icipasse na mesma, selecionando alguns indicado es que se i iam pa a a ualiza os dados es a ís icos socioeconómicos do concelho. Assim, p ocedeu-se à ecolha de in o mação a a és do INE e do Po Da a. E a p e endido um pe íodo empo al ala gado, de o ma a se pe cebe em as al e ações exis en es ao longo dos anos. Des a o ma, op ou-se po seleciona dados de 1991, 2001 e 2011. Fo am ecolhidos dados elacionados com emas di e sos, que ab angessem a população, a economia do concelho, edi icado e u ismo. Quan o ao edi icado a abo dagem oi ocada nos es abelecimen os ho elei os de ido ao u ismo que em se em impulsionado, bem como no núme o de alojamen os a endados, de ido à in luência que o ae ód omo em p opo cionado em Pon e de So . 5 No deco e do es ágio, oi pos o em p á ica o pouco do conhecimen o que exis ia ace ao p og ama Au oCad. Pa a is o, oi essencial o auxílio da a qui e a e dos écnicos p esen es na di isão. Além des e, oi ambém al o de ap endizagem o p og ama Re i , que pe mi e modelagem 3D. Foi com base nes es dois p og amas que o am desen ol idas as p opos as ap esen adas no deco e des e ela ó io. De ido ao conhecimen o adqui ido em Re i , oi-me p opos o a c iação do p oje o da “Casa da Música” em 3D, de o ma a auxilia a a qui e a a de e uma pe ceção eal do p oje o. Assim, p ocedeu-se ao desen ol imen o do mesmo, como se pode e i ica na igu a 1. No inal do es ágio, oi-me p opos o e e ua o çamen o pa a algumas das p opos as ap esen adas, de o ma a ica a conhece melho como se e e uam esses p ocessos. 2. ENQUADRAMENTO DA PRÁTICA PROFISSIONAL 2.1. Enquad amen o eó ico 2.1.1. Espaço Público Tal como a cidade, o espaço público é um luga des inado à população. Des a o ma “é nas p aças e uas da cidade que se es abelece, ma e ializa e exp essa a elação en e os seus cidadãos” (MAIA, 2017:49). Po possibili a jun a á ias cul u as e ge ações a con i e no mesmo espaço, pa ilhando expe iências e, consequen emen e, e o çando as in e ações sociais. Con udo, o na-se complicado de ini em conc e o o que é um espaço público. Uma ez que es e não é somen e um espaço de en o de ca a e ís icas con adi ó ias às que se encon am ine en es num espaço p i ado. Se assim osse, a dimensão sociocul u al se ia excluída dos c i é ios de classi icação (SILVA,2009:15). Nes e con ex o, Na ciso Figu a 1 – Modelagem 3D da “Casa da Música” 6 (2008:33) ci a Co im que a i ma que o espaço público de uma cidade é o mado pelos espaços públicos li es, nomeadamen e uas, p aças, pa ques, p aias, ios e ma , bem como pelos elemen os mo ológicos isí eis a pa i des es espaços. Além dis o, de ende que o espaço público é “compos o, o denado e man ido em unção do seu uso e da sua pe cepção social. (…) O espaço público é, em boa medida, o supo e ísico das edes de se iços, sis emas de anspo es e comunicação do ambien e u bano” (COTRIM, ci ado po Na ciso, 2008:33). Desde a ci ilização g ega que o espaço público se encon a associado às in e ações sociais. Com a ele ação da Ágo a (an igo espaço abe o des inado ao me cado) a espaço público, o encon o en e cidadãos li es e iguais passou a se possí el em qualque pe íodo do dia (GOMES,2002:40-41). No en an o, os espaços públicos so e am al e ação na idade média. Su gi am con on os en e classes sociais que esul a am na agmen ação espacial da cidade, de ido às disc epâncias exis en es na classe social. Em consequência, as uas e p aças de pequena dimensão deixa am de se conside adas espaços públicos, po já não exis i elações sociais nes es locais. Con udo, exis iam algumas p aças com unção de me cado que pe mi iam o con í io en e cidadãos, mas não e am conside ados espaços públicos po não pe mi i em um li e usu u o do luga . De ido à con i ência en e cidadãos, es as p aças passa am a se conside adas espaços cole i os (SILVA,2009:18). Segundo Sil a (2009:19), oi nos séculos XIX e XX que su gi am as g andes al e ações nas cidades como consequência da e olução indus ial e das mudanças e e uadas nas elações económicas e sociais. As ope ações u banís icas al o de des aque nes e pe íodo o am a abe u a de uas, bule a es, pa ques e p aças. Des a o ma, o espaço público começou a es a associado a um espaço social, no qual se pode ci cula . Além disso, su gi am p eocupações que não exis iam an e io men e, nomeadamen e ques ões elacionadas com higiene u bana e embelezamen o das cidades. Embo a as ope ações u banís icas e e uadas du an e o pe íodo an e io i essem ido sucesso, o apa ecimen o do au omó el eio in e e a endência de ocupação do espaço público po pa e da população. Pe deu-se a necessidade de con ie , uma ez que a população de desloca a somen e de au omó el. Com o su gimen o dos meios de comunicação, es e pano ama ag a ou-se. Os elemó eis, in e ne , ele isão, en e 7 ou os, con ibuíam pa a a população se isola nas suas habi ações, uma ez que as elações sociais se encon a am assegu adas sem e em de se desloca , “le ando-as mui as ezes a esquece em-se do meio que as odeia” (MAIA,2017:57). Em consequência, su giu um es ilo de ida indi idualis a. O modo de ida desc i o an e io men e oi ganhando exp essão ao longo dos anos. Com ele começam a su gi p oblemas di e amen e elacionados com o au omó el. E guem- se concei os como poluição sono a e ambien al, que não e am conhecidos an es do apa ecimen o des e meio de anspo e. A ualmen e, o au omó el e os meios de comunicação assumem ainda g ande p eponde ância na ocupação do espaço público. No en an o, não são os únicos esponsá eis pela eduzida u ilização des es espaços. San os (2008:28), a i ma que se em assis ido a “p o undas al e ações nas ac i idades p a icadas no espaço u bano, nomeadamen e pela ans e ência de mui as das unções sociais e cí icas que adicionalmen e oco iam no domínio público, pa a o p i ado”. Além dis o, a maio ia das cidades que an e io men e possibili a am as deslocações pedonais, encon am-se seg egadas. Ou seja, a cidade que pe mi ia i e e abalha em locais p óximos oi subs i uída po uma cidade que se encon a ma ginalizada de unções, c iando á eas mono uncionais que são acessí eis eco endo maio i a iamen e ao au omó el, de ido à ex ensa dis ância en e unções (SOUSA,2008:28). O espaço público nu e bas an e impo ância na ida na cidade, me ecendo uma a enção especial. Pa a se um espaço público de qualidade em que se conside a ambém a sua en ol en e p óxima, ou seja o “espaço em uma o e ligação com os edi ícios que o de inem, po que são eles que ge a am a sua o ma, po que eles condicionam o emen e as suas i ências e po que é po en e eles que o espaço se desen ol e” (SANTOS,2008:18). Além disso, é necessá io conside a o compo amen o e o uso do espaço. Es es são concei os complemen a es que êm signi icados dis in os. O uso do espaço co esponde à o ma como as pessoas u ilizam o espaço, conside ando semp e o que ele lhes pode o e ece . O compo amen o e e e-se às a i udes que a população assume pe an e um de e minado es ímulo, in e nos ou ex e nos. Es es co espondem a ca a e ís icas ine en es no espaço e a impulsos indi iduais, nomeadamen e a cul u a, es ado de espí i o, en e ou os. Dizem espei o ambém a 8 a o es ex e nos, como o clima. Po ou as pala as, “o uso do espaço depende das ca ac e ís icas especí icas de cada espaço, enquan o que o compo amen o é in luenciado po es as” (SANTOS,2008:29). Embo a a e olução do espaço público se encon e cons an emen e a so e al e ações, “as a i idades ligadas à ci culação, ao comé cio e ao encon o con inuam a exis i ” (COSTA,2015:14). É po is o que se em que omen a es es espaços de modo a ganha em a p eponde ância que possuí am em empos. É possí el e i ica em algumas cidades a mudança de pa adigma que az de ol a a cidade ao peão, comba endo o uso au omó el e dos meios de comunicação. Em odo o mundo, as cidades êm is o os seus cen os a al e a em-se a a o de uma no a ida pa a os espaços públicos, “embo a mui o mais mo i ada pelo laze e pelo u ismo do que pela ida quo idiana dos esiden es” (PERALTA, 2011:27). 2.1.2. Mobilidade Sus en á el Mui as ezes o concei o de mobilidade con unde-se com o de acessibilidade. No en an o, são concei os díspa es. Mobilidade diz espei o ao mo imen o de pessoas e bens, sendo assim uma o ma pa a a ingi um im. Es a é assegu ada pelos meios de anspo e. A acessibilidade esume-se à acilidade em acede a algo, podendo não se necessá ia deslocação ísica. Assim pode dize -se que são concei os complemen a es po que “globalmen e as pessoas p ocu am aumen a a sua mobilidade (quilóme os pe co idos, quan idade de mo imen os) isando o aumen o da acessibilidade ( elações de p oximidade, acilidade de acesso às ac i idades)” (FERREIRA,2011:5). Mobilidade sus en á el e e e-se à possibilidade de os cidadãos op a em po acessibilidade e mobilidade que lhes assegu e deslocações segu as, con o á eis e a cus os acessí eis. Além dis o, implica que essa mobilidade se ealize a a és de e iciência ene gé ica e com impac os ambien ais diminu os (IMT,2011). Es e concei o apoia-se em ês pila es, nomeadamen e sociedade, economia e ambien e que in e ligados con ibuem pa a o desen ol imen o sus en á el dos e i ó ios. Des a o ma, pode dize -se que a mobilidade sus en á el oi o obje i os p incipais (FERREIRA,2011:11, ci ando Banis e , 2008; Ramos, P. 2001): − Reduzi as dis âncias de deslocação; 9 − Fomen a a mobilidade não-mo o izada; − Fomen a o uso de anspo es públicos; − Diminui a mobilidade au omó el; − Diminui o consumo de ene gia; − Fomen a a coope ação en e se o es; − Consciencializa a população; − Fomen a a qualidade de ida e bem-es a . Ao conside a es e ipo de mobilidade, o peão e o elocípede assumem um papel p imo dial nas cidades, po não p ejudica em o meio ambien e, en ol e em eduzidos cus os económicos, não imi i em uído e a ocupa em mui o menos espaço que o au omó el. A mobilidade pedonal é a mais adequada quando o aje o é cu o. Enquan o a bicicle a é o melho meio de anspo e quando se p e endem e e ua deslocações de maio dimensão. Es es dois modos de deslocação são acessí eis a p a icamen e odos, independen emen e da idade ou classe económica. No en an o, pode conside a -se a mobilidade pedonal como a mais p eponde an e, uma ez que uma pa e do aje o é e e uada semp e a pé. Pa a omen a o ecu so a es es modos sua es é necessá io p ocede à al e ação do espaço público, c iando locais que incluam uma c iança de 8 aos e um idoso de 80. Des a o ma, pode conside a -se que a mobilidade sus en á el se encon a di e amen e elacionada com o espaço público, na medida que “a cidade de e á disponibiliza an o in aes u u as como e amen as pa a que essa mo imen ação possa e e i amen e e luga ” (AMARO, 2016:7). Além das an agens ambien ais, a mobilidade sus en á el possui ainda an agens pa a a saúde dos cidadãos. A ualmen e, duas em cada ês pessoas i em em cidades, onde a axa de obesidade é cada ez mais ele ada e mais mo al. Além disso as dep essões e as c ises de ansiedade são cada ez mais equen es en e a população. Con udo, é possí el alia es es p oblemas com os modos sua es de deslocação, aumen ado a saúde dos cidadãos que os incluem no seu quo idiano (PEÑALOSA, 2014). O ac o de caminha p oduz boas sensações ao peão, aumen ando o seu bem-es a e p aze . Peñalosa (2014), de ende que “quando andamos icamos elizes po que usamos odos os nossos 10 sen idos”. É nes e sen ido que se êm de c ia cidades pa a os peões. Em menos de 100 anos, oi o em cada dez pessoas i e ão em cidades, o nando essencial assegu a a qualidade de ida des as ge ações. Além disso, op ando po es es modos de deslocação, eduzem-se conside a elmen e os aciden es au omó eis, uma ez que diminui a população que os u iliza como meio de anspo e. Assim, op a po mobilidade sus en á el e le e-se na saúde da população, di e a ou indi e amen e. No en an o, quando conside ada a mobilidade pedonal não se pode conside a que o peão em ca a e ís icas uni e sais. Não exis e um p o ó ipo de peão, is o é, cada um possui ca a e ís icas p óp ias, dependendo de á ios a o es. São exemplos a sua al u a, peso, pe da de capacidades como a isão e a memó ia, di iculdades mo o as, dependência de cadei a de odas ou bengala, en e ou os. Além dis o, em que se conside a a elocidade de ma cha de cada um, que é in luenciada pela idade, condição e limi ações ísicas ( a o es in ínsecos), bem como pelo conhecimen o do aje o, dis ância a pe co e , condições me eo ológicas, ca a e ís icas da in aes u u a, a a i idade, luxo pedonal e á eas de a a essamen o ( a o es ex ínsecos) (INE, 2011:6-7). Os a o es in ínsecos encon am-se di e amen e elacionados com o en elhecimen o, uma ez que as capacidades ísicas e psicológicas ão diminuindo, o nando-se equen e os peões com cadei as de odas, bengala ou anda ilhos. De ido a es as limi ações são um al o ácil quan o ao isolamen o, caso o espaço público não consiga aze ace às suas necessidades. De ac o, é um assun o com ele ada p eponde ância de ido ao aumen o dos idosos em cidades possui bas an e exp essão a ní el mundial. Em consequência, os aspe os elacionados com a caminhada êm de se is os com bas an e po meno , p omo endo o en elhecimen o a i o e p opo cionando melho qualidade de ida a odos os cidadãos. 2.2. Con ex o e local de acolhimen o 2.2.1. Ca a e ização populacional Pon e de So é uma cidade po uguesa de pequena dimensão localizada na NUT III do Al o Alen ejo. É sede de concelho, compos o po cinco eguesias: Longomel, Gal eias, 11 Mon a gil, Fo os do A ão e a União de eguesias de Pon e de So , T amaga e Vale de Aço , após a a ualização e e uada em 2013 a a és da Lei n.º 11-A/2013 ( igu a 2). O Concelho si ua-se en e a egião de Lisboa e Vale do Tejo e o Al o Alen ejo, assumindo uma localização pe i é ica nes a úl ima. É delimi ado a No e pelo concelho de Ab an es, a No des e pelo Ga ião, a Sul po Mo a, a Es e po Al e do Chão, a Sudes e po A is e a Sudoes e po Chamusca e Co uche. De ém ap oximadamen e 839 km², sendo a eguesia de Pon e de So a que possui maio á ea (331,71 km²), pois al como e e ido an e io men e engloba as eguesias de T amaga e o Vale de Aço . Segue-se a eguesia de Mon a gil com 296,94 km², Fo os de A ão com 84,26 km², Gal eias com 79,83 km² e, po im, Longomel com somen e 46,97 km². Com a análise de dados es a ís icos p e ende-se c ia uma b e e análise sociodemog á ica do concelho de Pon e de So , com o obje i o de comp eende melho o mesmo. Des a o ma, os dados selecionados são os que se conside am adequados e pe inen es pa a e a a a ealidade do concelho. O g á ico 1 ap esen a a dis ibuição da população esiden e po eguesia, no ano de 2011. Na o alidade o Concelho de Pon e de So possuí 16722 esiden es. A eguesia mais populosa é Pon e de So (8958), com mais do dob o de esiden es que as es an es. A es a segue-se Mon a gil com 2316 esiden es. É de salien a que as eguesias sob an es de êm menos de 2000 habi an es. Figu a 2 – Enquad amen o geog á ico do Concelho de Pon e de So ; on e: Elabo ação p óp ia eco endo à Ca a Adminis a i a de Po ugal 12 Obse ando a a iação de população esiden e no pe íodo de 2001 a 2011 ( abela 2) é de salien a a eguesia de Pon e de So , po se a única que conseguiu a ingi uma a iação posi i a (1,74%). As es an es eguesias ap esen am uma a iação populacional nega i a acima da egis ada pelo concelho (-7,8%), com oco na eguesia de Gal eias, po de e a maio pe da de população nes e pe íodo (-25,75%). T amaga oi a eguesia que egis ou menos pe das (-11%), seguindo-se Fo os de A ão (-11,4%). Conside ando o g á ico 2, é cla o que embo a enha exis ido um dec éscimo, não signi ica i o, nos esiden es com mais de 64 anos no pe íodo de 2001 a 2011, es a aixa e á ia é que que nu e mais exp essão. Rep esen a ce ca de 25% dos esiden es do concelho de Pon e de So , e elando-se um dado bas an e p eocupan e. É de oca que os jo ens (0 aos 19) e as aixas e á ias comp eendidas en e os 20 e os 44 anos de i e am um dec éscimo signi ica i o de 2001 pa a 2011, enquan o a população dos 49 aos 59 c esceu cla amen e. Assim, pe cebe-se que o concelho em indo a so e a endência de en elhecimen o e não de eju enescimen o. 2001 2011 2001-2011 % Gal eias 1429 1061 -25,8 Fo os de A ão 1037 919 -11,4 Mon a gil 2781 2316 -16,7 Longomel 1494 1228 -17,8 Pon e de So 8805 8958 1,70 T amaga 1732 1542 -11,0 Vale de Aço 862 698 -19,0 Concelho 18140 16722 -7,80 Tabela 2 – Va iação populacional po eguesias en e 2001 e 2011; on e: INE – Cenos da População 2001 e 2011 Va iação populacional po eguesias 1061 919 2316 1228 8958 1542 698 0 2000 4000 6000 8000 10000 Gal eias Fo os de A ão Mon a gil Longomel Pon e de So T amaga Vale de Aço População (nº) Dis ibuição da população esiden e po eguesia G á ico 1 – Dis ibuição da população esiden e, po eguesia em 2011; on e: INE – Censos da População 2011 13 As eguesias do concelho seguem a mesma endência quan o en elhecimen o. Obse ando a abela 3 ela i a à pe cen agem de população esiden e po g upo e á io em 2011, pe cebe-se que os idosos possuem g ande exp essão ace às es an es aixas e á ias. Em odas as eguesias, a população com mais de 64 anos em alo es supe io es aos 20%. Po ou as pala as, em odas elas a população idosa ep esen a mais de 20% do o al de habi an es. Gal eias, Mon a gil e Fo os de A ão são as eguesias mais p eocupan es, com alo es acima dos 30%. Con undo, se o con abiliza a união de eguesias, Pon e de So passa a se a que nu e mais população com mais de 64 anos (71,5%) ace às es an es aixas e á ias. Tal como no concelho, a endência de odas as eguesias é diminui o núme o de esiden es à medida que a idade diminui. G á ico 2 – E olução da população esiden e no concelho de Pon e de So em 2011; on e: INE – Censos da População 2011 Gal eias Fo os de A ão Mon a gil Longomel Pon e de So T amaga Vale de Aço Concelho 0-4 3,3 2,5 2,7 2,5 4,2 2,9 3,2 3,5 5-9 3,3 3,8 3,5 3,3 4,9 4,6 3,4 4,3 10-14 3,6 2,5 3,2 4,3 5,5 5,4 4,3 4,8 15-19 4,4 4,0 3,9 4,6 5,6 5,7 3,9 5,1 20-24 5,2 4,8 4,7 6,9 5,0 5,2 6,4 5,2 25-29 4,1 5,1 3,9 4,8 5,7 5,2 5,7 5,2 30-34 4,6 5,8 4,7 4,2 6,9 5,9 5,0 6,0 35-39 4,7 6,0 5,2 5,1 7,1 7,3 4,7 6,4 40-44 5,7 4,8 5,7 6,9 7,1 6,9 5,7 6,6 45-49 6,7 5,9 6,6 9,2 7,9 7,9 7,3 7,6 50-54 6,0 6,7 8,2 6,6 7,5 7,8 8,5 7,5 55-59 6,6 7,3 7,8 4,8 6,4 7,0 6,6 6,6 60-64 5,9 6,3 5,8 6,4 5,5 5,4 6,9 5,7 >64 35,8 34,5 34,1 30,5 20,5 22,6 28,4 25,4 Tabela 3 – Dis ibuição da população esiden e po g upo e á io e eguesias, 2011; on e: INE – Censos da População 2011 Dis ibuição da população esiden e po g upo e á io (%) 20 e o CPTED - P e enção C iminal a a és do Espaço Cons uído – Guia de boas p á icas. Pa a além des es, o am conside ados ainda aspe os que pode iam in luencia o peão enquan o e e ua o seu aje o, uma ez que es e mé odo em como obje i o p imo dial o peão, o seu con o o e as suas necessidades. Des a o ma, c ia am-se se e indicado es comuns a odas as á eas de es udo. Cada um deles con ém subindicado es que ão se o oco da a aliação, acili ando e po meno izando a mesma. A cada um des es o am a ibuídos pesos, co esponden es aos ní eis de qualidade em que se encon a cada subindicado ace ao segmen o em que se inse e. Is o é, o am c iados cinco ní eis associados à qualidade em que se inse e o subindicado , nomeadamen e, o ní el 1 co esponde a “péssimo”, 2 a “Insa is a ó io”, 3 a “Razoá el”, 4 a “Bom” e o 5 a “Mui o bom/excelen e”. Pa a e e ua es a classi icação c ia am-se pa âme os pa a cada um dos ní eis, colocando o subindicado no pa âme o a que lhe co esponde, endo em con a as ca a e ís icas do segmen o. Pa a além dis o, oi a ibuída pon uação a cada um dos subindicado es, conside ando o seu g au de impo ância pa a a caminhada. Nes e caso, exis em ês ní eis de impo ância (pouca, média e al a) que jun amen e com os ní eis de qualidade i ão in luencia di e amen e o esul ado de cada subindicado e, consequen emen e, da a aliação inal do indicado e do pe cu so em ques ão. Tendo em con a o desc i o an e io men e, elabo ou-se uma abela ( e Anexo A), onde es ão inco po ados os se e indicado es, bem como os espe i os subindicado es. Na coluna da “impo ância” encon a-se a impo ância a ibuída a cada um des es. Pa a cada um dos casos de es udo, exis em colunas que co espondem a cada um dos segmen os em que o am di ididos os pe cu sos. Es e peso jun amen e com a impo ância ep esen am uma e apa ulc al da elabo ação da audi o ia, pois é a a és da sua mul iplicação que se consegue ob e a pon uação inal de cada indicado po segmen o, bem como a a aliação o al de odos os segmen os e pe cu sos. De o ma a o na a a aliação mais p ecisa, op ou-se po se u iliza uma escala de 1 a 5, aquando da a aliação inal de cada indicado . O 5 co esponde ao alo máximo e o 1 ao mínimo. Sendo assim, o núme o 5 oi di ido pa a se ob e uma escala de cinco classes (péssimo, insu icien e, azoá el, bom e mui o bom/Excelen e). Os núme os de 0 a 1,9 21 são classi icados como péssimos na qualidade do pe cu so pedonal, de 2 a 2,9 como insu icien es, de 3 a 3,9 como azoá eis, de 4 a 4.9 como bons e, po im, com 5 como mui o bons no pe cu so. A a aliação inal de cada indicado esul a na a aliação inal de cada segmen o. O mesmo acon ece com a a aliação global do pe cu so, que esul a do soma ó io da a aliação o al de odos os segmen os pe encen es ao mesmo. Pa a além dis o, é ainda possí el a alia o esul ado po indicado , bem como a a aliação inal da Á ea de Es udo. 3.1.2. Indicado es e subindicado es da audi o ia Supe ície de Caminhada e Acessibilidade Nes e indicado a alia-se a exis ência ou inexis ência de supe ície des inada especi icamen e à caminhada, podendo se um passeio ou um caminho, pa a que o peão não enha de ealiza o seu pe cu so jun amen e com ou os modos de anspo e, comp ome endo a sua segu ança. Es e é compos o po seis subindicado es, nomeadamen e Con inuidade da Supe ície, Dimensão o al, Dimensão da la gu a li e, Es ado do Pa imen o, Obs áculos e Ressal os. Todos eles de êm ele ada impo ância, po possuí em in luencia em bas an e a caminhada do peão. Segundo o DL 163/2006, Capí ulo I, Secção 1.1., nº 1.1.2, o pe cu so acessí el de e se con ínuo e coe en e de o ma a o na a caminhada mais con o á el a quem a p a ica. Como al, é necessá io que não exis am mui as in e upções. Quando es as co espondem a acessos a ga agens, po ões ou pos os de combus í el, associam-se a cidades di ecionadas pa a o au omó el (GEHL, 2013:123). Assim a Con inuidade da Supe ície co esponde à con inuidade ou descon inuidade da supe ície de caminhada exis en e. Pa a p ocede à sua a aliação obse a -se-á a inexis ência ou exis ência des as in e upções, uma ez que o espaço público se des ina ao peão e não ao au omó el. Des a o ma, se ão conside adas in e upções que ob iguem o peão a subi e a desce os passeios. A Dimensão o al da Supe ície de caminhada comp eende a dimensão da la gu a li e, de se iço e de acesso aos edi ícios. Pa a c ia os pa âme os de classi icação des e indicado , op ou-se po conside a que um passeio com dimensão in e io a 1 m se ia péssimo pa a o peão, po não pe mi i a passagem de de e minados peões. São exemplo 22 disso, os peões que ansi em com auxílio de canadianas, com ca inhos de bebé e em cadei as de odas ( ig. 3). Pa a uma supe ície de e uma classi icação azoá el em de e mais de 1,5 m de la gu a, po pe mi i de e uma la gu a li e com 1,2 m e ainda se consegui coloca iluminação pública e sinalização. Po im, conside a-se com uma ó ima dimensão o al, as supe ícies que possuí em mais de 2 m, possibili ando a passagem de duas cadei as de odas em simul âneo. A La gu a li e co esponde a uma aixa con ínua de ci culação que se encon a ausen e de obs áculos. Tendo em conside ação o DL 163/2006, Capí ulo 4, Secção 4.3., nº 4.3.1., a dimensão des e espaço de ci culação não pode se in e io a 1,2 m de la gu a. Assim, se es a la gu a possui 1,20 m encon a-se azoá el à caminhada, po já possibili a a passagem a uma cadei a de odas. Con udo se i e menos de 1 m classi ica-se como “péssimo” pa a a deslocação do peão, uma ez que não é possí el a deslocação de de e minados peões ( igu a 3). Caso seja de en o a de mais de 2 m de la gu a, encon a- se ideal pa a o peão ealiza os seus aje os, conseguindo albe ga odos os ipos de peões. O Es ado do Pa imen o e e e-se à exis ência de g elhas, bu acos ou es as no piso. Caso exis am, não podem pe mi i a passagem de uma es e a com diâme o supe io a 0,02m (DL 163, Capí ulo 4, Secção 4.7, nº 4.7.4). Caso a dimensão seja supe io a es a medida, conside a-se na análise que o subindicado se encon a “péssimo” pa a o peão, po pode comp ome e a sua segu ança, especialmen e se eco e a canadianas ou bengala. O ideal, se ia não exis i em g elhas, es as ou bu acos em odo o segmen o. Os Obs áculos co espondem a obs uções que comp ome em a passagem do peão, ou implique a sua deslocação, quando se encon am na la gu a li e pa a ci culação. Podem se obs áculos empo á ios, como ob as, ou pe manen es, como a bo ização, mobiliá io Figu a 3 - Ca ac e ís icas dos peões; on e: IMT (2011:6) 23 u bano, caixas de ele icidade, en e ou os (DL 163/2006, Capí ulo 4, Secção 4.3., nº 4.3.2). Os Ressal os são al e ações que podem exis i no piso, como essal os de solei a, al e ação do ma e ial do pa imen o, deg aus, ampas de caixas de inspeção, en e ou os (DL 1663/2006, Capí ulo 4, Secção 4.8, nº4.8.1). Como a medida máxima supo á el po uma cadei a de odas é de 0,02m, es a medida é azoá el pa a o subindicado em ques ão. Toda ia, se o supe io a 0,02m já se encon a péssimo à ci culação de um peão. T a essias A exis ência de passadei as é ulc al pa a não comp ome e a segu ança do peão quando é necessá io e e ua uma a essia pela aixa de odagem. Con udo, há locais em que não se o na necessá io a exis ência de uma passadei a, pelo núme o de eículos que ci cula não comp ome e a segu ança do peão no momen o em que e e ua o seu aje o. Des a o ma, es e indicado em a enção os dois casos, ou seja, alguns segmen os possuem a aliação ela i a a a essias com passadei a e ou os a a essias sem passadei as. Pa a se p ocede à análise, conside a am-se somen e as a essias que se inse em no segmen o e açam pa e do pe cu so. Es e indicado é compos o po seis subindicado es, a sabe : Exis ência/Inexis ência de passadei as, Visibilidade, Obs áculos, Legibilidade, Acessibilidade e T a essias. No subindicado Exis ência/Inexis ência de passadei as oi ido em conside ação que nem odas as a essias necessi am de passadei as, de ido à eduzida ci culação de eículos nesses locais. Como al, o ideal se á exis i passadei a quando é necessá ia, bem como não exis i quando não se jus i ica a sua p esença no local em ques ão. Nes e caso, o que se conside ou péssimo ao peão oi não exis i passadei a, quando é ulc al a sua p esença. Nes e sen ido, o subindicado em causa assume mui a impo ância pa a a a aliação. A Visibilidade co esponde à isibilidade peão-au omó el. Pa a a análise e e-se em a enção a isibilidade a cu a e longa dis ância, bem como a exis ência de obs áculos isuais que possam comp ome e a mesma. Es e subindicado comp ome e em g ande 24 medida a segu ança do peão no momen o em que e e ua a a essia, po isso assume mui a impo ância. Tal como na Supe ície de Caminhada e Acessibilidade, as T a essias ambém podem de e obs áculos que comp ome am a passagem do peão. Assim sendo, o subindicado Obs áculos analisa odos os obs áculos ísicos que di icul em ou impossibili em o aje o do peão quando e e ua a a essia. Como os peões a e em con a são idosos e com maio es di iculdades mo o as e isuais, a exis ência de obs áculos pode ap esen a pe igo à sua deslocação. Como al, es e subindicado encon a-se como mui o impo an e. O subindicado Legibilidade a alia se a passadei a se encon a legí el ou não. Assim é al o de a aliação somen e quando se a aliam a essias com passadei as. Es e é o único que se encon a com média impo ância, pois se exis i sinalização e ical adequada e legí el, não comp ome e an o a deslocação nem a segu ança do peão como os es an es indicado es. A Acessibilidade diz espei o ao acesso exis en e en e o passeio e a a essia. Ou seja, co esponde à al u a do lancil. Es e é al o de a aliação semp e que exis a uma a essia a se a aliada, mesmo que não de enha passadei a. Como es e subindicado pode comp ome e a segu ança de peões com ca a e ís icas dis in as, possui mui a impo ância pa a a análise do indicado . Segundo o DL 163/2006, Capí ulo 1, Secção 1.6, nº1.6.1, a al u a em ques ão não pode se supe io a 0,02m. Assim se a al u a do lancil o igual a es a medida encon a-se azoá el, po ém se o supe io já é péssimo pa a o peão. Es e indicado encon a -se-á ideal quando exis i uma ampa, com inclinação não supe io a 8% em di eção à a essia e de 10% em di eção ao do lancil do passeio. Pa a além disso, de e possui pa imen o á il jun o à a essia (DL 163/2006, Capí ulo 1, Secção 1.6, nº1.6.2). O subindicado Passadei as co esponde à pe cen agem de passadei as exis en es po a essia ace ao o al de a essias. Po ém são apenas con abilizadas as que necessi em de passadei a. Ou seja, a pe cen agem de passadei as exis en es ace ao o al de in e seções que necessi em de passadei a. Nes e caso, o ideal é odas as in e seções que necessi em de passadei a possuí em uma. 25 Ambien e Ag adá el e Limpo O indicado Ambien e Ag adá el e Limpo engloba as sensações que o ambien e ansmi e ao peão, sendo ag adá eis ou desag adá eis. Como es e subindicado pode se bas an e ab angen e e di e si icado, op ou-se po elege como subindicado es o Mobiliá io u bano, Manu enção, Odo es, Vege ação, Ruído, Somb a e Ab igo e Al u a Li e. Com es a seleção p ocu ou-se inse i aspe os dis in os que in luenciam di e amen e ou indi e amen e as sensações que peão em enquan o pe co e cada segmen o. O Mobiliá io U bano co esponde a obje os que se localizam no espaço público, podendo se u ilizados ou não pela população. É o caso dos bancos de ja dim, candeei os de iluminação pública, caixas de ele icidade, caixo es de lixo, ecopon os, en e ou os. Es es assumem impo ância pa a o espaço público, possibili ando a pe manência nele. Con udo, quando compa ado com ou os subindicado es pe cebe-se que não de ém an a ele ância pa a o espaço público, conside ando-se assim como pouco impo an e. Não é desejá el que exis a mobiliá io a obs ui a la gu a li e de ci culação e o ideal se ia exis i alguma a iedade e quan idade de mobiliá io em aixa de se iço. A Manu enção a alia como se encon a o espaço público pe encen e ao segmen o em ques ão, endo em con a a exis ência ou inexis ência de p oblemas elacionados com a limpeza. Es es podem se , en e ou as coisas, e as, id o no chão, esíduos u banos ou de animais, bea as de ciga o ou ausência de poda em á o es e a bus os. Como es e subindicado in luencia de manei a conside á el a a a i idade do segmen o, conside ou-se como média impo ância. Os chei os são algo que ambém in luenciam o peão na sua caminhada, pois se o desag adá el não i ão op a po ci cula nesse local. Toda ia, se o ap azí el al ez ge e mais a a i idade, como po exemplo o odo emi ido po alguns ipos de ege ação. Como o subindicado Odo es apenas in luencia a sensação de con o o do peão, conside ou-se como pouco impo ância. A ege ação pode aca e a inúme as an agens, pa a a sensação de con o o do peão e pa a o meio ambien e, po ajuda a es abiliza a empe a u a e os ní eis de oxigénio, que a ualmen e são cada ez mais a e ados pelas al e ações climá icas. Con udo no 26 subindicado Vege ação apenas se conside a o que ela pode p opo ciona ao peão enquan o ele caminha. Pa a is o, p e ende-se a alia a sua dis ibuição. Ou seja, se exis e ege ação em odo o segmen o, em me ade, em g ande pa e dele ou se é inexis en e. É de salien a que se á con abilizado odo o ipo de ege ação, e não somen e a bo ização, uma ez que odos os ipos de plan as in e e em no con o o. Pa a além dis o, a ege ação que se encon a no espaço p i ado ambém se á con abilizada pa a análise se in luencia a caminhada. Como nes e subindicado se conside a somen e a sua p esença e dis ibuição, encon a-se com pouca impo ância. O uído a alia o som indesejá el, podendo ona -se incómodo. Es e pode a e a o bem- es a ísico e psicológico do peão (BERGLUNDE e LINDVALL, 1995:35), po isso op ou-se po inco po a es e elemen o nos subindicado es como Poluição Sono a. Em Pon e de So , o uído é causado maio i a iamen e pelo á ego au omó el, po ém não é algo signi ica i o. Assim, assume pouca impo ância pa a a a aliação. De ido às ele adas empe a u as que Pon e de So a inge no e ão, é ulc al exis i em locais com somb a no espaço público, p e e encialmen e es endendo-se pelas uas que se encon am com menos somb eamen o. Tendo is o em conside ação, o indicado Somb a e Ab igo possui média impo ância. A sua a aliação ealiza -se-á como al como a do subindicado Vege ação, ou seja, a alia a sua dis ibuição ao longo do segmen o. É desejá el que o peão e e ue o seu aje o sem e de se baixa de ido à p esença de obs áculos que comp ome am a sua al u a li e. Es es podem se amos de á o es, sinalé ica, oldos, en e ou os (DL 163/2006, Capí ulo 4, Secção 4.5, nº4.5.1 e 4.5.3). Assim, o subindicado Al u a li e co esponde a uma la gu a desobs uída desde o piso a é 2,40m de al u a. Conside a-se que ele se encon a azoá el quando es a al u a a inge a medida mínima es ipulada po lei, péssimo quando é in e io e ideal quando se encon a supe io . Segu ança GEHL (2013:97) a i ma que pa a exis i em cidades uncionais e con ida i as é necessá io consegui -se caminha com segu ança pelo espaço público. Assim, o indicado Segu ança é um dos indicado es com mais ele ância pa a o pe cu so pedonal, po in luencia a manei a como a cidade é is a e po consegui comp ome e o peão. Os 27 subindicado es que o in eg am são Bu e , elocidade, Semá o os – Sinais Luminosos, Semá o os – Sinais Sono os, Semá o os Tempo ização, Sinalização Ve ical e Visibilidade nas In e seções. O Bu e co esponde à sepa ação ísica en e o passeio e a aixa de odagem. Es a pode se e e uada a a és de es acionamen o, pila e es, ciclo ia ou pis a ciclá el ou a a és de ege ação. Pa a es e subindicado se encon a ideal é necessá io não exis i aixa de odagem, ou seja, se uma ua de coexis ência de modos ou um passeio ou la go que se encon e ci cundado po edi ícios. Em Pon e de So , es a sepa ação não ap esen a mui a ele ância de ido à ci culação dos eículos não ap esen a pe igo pa a o peão, na gene alidade das ezes. Con udo, como pode comp ome e a sua segu ança, encon a- se com média impo ância. O subindicado Velocidade e e e-se à elocidade máxima pe mi ida pa a ci culação de eículos. Es a pode não coincidi com a elocidade eal de ci culação em alguns locais, con udo não se ia possí el a alia es a úl ima. Des a o ma, quando o segmen o o al o de a aliação, se á obse ado e e e ido se a gene alidade dos eículos pa ece ou não cump i a elocidade es ipulada na sinalização exis en e. O ideal se ia a elocidade pe mi ida se igual ou in e io a 20km/h po ap esen a pe igo eduzido (ap oximadamen e 5% de p obabilidade de mo e) aquando da colisão com o peão. Se á azoá el se a elocidade o de 40km/h, uma ez que a p obabilidade de mo e se encon a nos 30%. Caso a elocidade seja supe io a 40km/h já ap esen a iscos mui o ele ados de mo alidade. Se o igual a 50km/h, exis e 82% de p obabilidade de mo e do peão. Caso seja igual ou supe io a 60km/h, os alo es a ingem os 100% de p obabilidade de mo e em colisão (OCDE, 2008:16). Além do isco anunciado, a elocidade in luencia ambém as al e ações climá icas, de ido aos gazes de e ei o es u a libe ados pelos eículos au omó eis se em supe io es nas cidades, de ido ao ab andamen o e aumen o de elocidade cons an e. Pos o is o, es e subindicado possui mui a impo ância pa a a a aliação. O subindicado Semá o os – Sinais luminosos diz espei o apenas aos sinais luminosos di ecionados aos peões. O ideal se ia encon a em-se legí eis a longa dis ância e em odos os pe íodos do dia, com oco nos pe íodos com mais susce ibilidade a aze em e lexo e não se pe cebe com ni idez se é pe mi ida a passagem ao peão ou não. Caso 28 es es não es ejam a unciona co e amen e, o peão ica susce í el pe an e os eículos que i ão espei a os seus sinais luminosos, não endo a enção ao peão. Como al, es e subindicado em mui a impo ância. Os sinais sono os ap esen am g ande an agem e impo ância pa a pessoas com de iciência isual, bem como pa a peões que enham alguma di iculdade em isualiza . Uma ez que iden i ica, a a és de sons, quando a p io idade de passagem é dada ao peão. O som emi ido de e cob i a empo ização dos sinais luminosos, aumen ando o som e diminuindo o seu espaçamen o à medida que o empo de passagem inda. Des a o ma, se não unciona co e amen e comp ome e a segu ança do peão. Consequen emen e o subindicado Semá o os – Sinais Sono os possui mui a impo ância. Como as ca a e ís icas ísicas se al e am de peão pa a peão, a empo ização associada aos semá o os em de assegu a a passagem de odos, assumindo que alguns de êm maio di iculdade de locomoção. O DL 163/2006, Capí ulo 1, Secção 1.6, nº 1.6.4, alínea 2, es abelece que o sinal e de de e es a con emplado pa a passa uma pessoa a uma elocidade de 0.4m/s. Assim, encon a-se de e minada uma elocidade adequada a peões que demo em mais empo a e e uem a a essia. O que se p e ende a alia no subindicado Semá o os – Tempo ização é se o empo do sinal e de possibili a a passagem segu a a odos os peões, conside ando ambém os que se deslocam mais len amen e. O ideal é um peão com limi ações mo o as consegui e e ua a a essia de o ma segu a, com eduzido empo de espe a a pa i do momen o em que ca ega no disposi i o de acionamen o. Assim, o subindicado de ém mui a impo ância. No subindicado Sinalização inse em-se odos os ipos de sinalização odo iá ia, sendo sinalização e ical ou ho izon al, bem como a que se encon a di ecionada a pessoas com mobilidade condicionada. Embo a seja o ien ada pa a os eículos, in luencia indi e amen e a segu ança do peão. De ido ao que a sinalização indica, como a elocidade máxima pe mi ida ou a exis ência de uma passadei a. O que se p e ende a alia em conc e o é a legibilidade da sinalização, bem como se se encon a em local adequado a se is o a empadamen e pelos condu o es. Pa a além dis o, no caso dos semá o os, o disposi i o de acionamen o dos peões de e es a a uma al u a do piso 29 en e 0,8m e 1,2m (DL 163/2006, Capí ulo 1, Secção 1.6, nº 1.6.4, alínea 1). Tendo is o em con a, es e subindicado em média impo ância pa a o pe cu so pedonal. O subindicado Visibilidade co esponde ao subindicado com o mesmo nome, pe encen e ao indicado T a essias. Op ou-se po inse i-lo ambém no indicado Segu ança po que a isibilidade que um peão nu e aquando da passagem comp ome e bas an e a sua segu ança, consequen emen e ap esen a mui a impo ância pa a a a aliação. Cone i idade O indicado Cone i idade co esponde à ligação exis en e en e a população e o espaço público p óximo. Como al, os seus subindicado es são Dimensão dos Qua ei ões, Mis u a de Usos, Comp imen o o igem-des ino e In o mação. O subindicado Dimensão dos Qua ei ões e e e-se ao amanho dos qua ei ões que se encon am inse idos no segmen o e se eles pe mi em a ealização de a alhos. Ou seja, se de êm a essas ou espaço público que pe mi a o peão encu a as dis âncias a a és do usu u o des es espaços e não eco endo somen e à delimi ação ei a pelo passeio ( ig. 4). Pa a chega à medida inal, conside ou-se a dimensão média de odos os lados do qua ei ão. Foi pensada como medida ideal um qua ei ão com dimensão meno ou igual a 100m, ponde ando que a população idosa ap esen a mais di iculdades de locomoção. Toda ia, es e subindicado possui pouca impo ância, po apenas acili a a deslocação e eduzi o empo da mesma. A exis ência de usos mis os p óximos en e si e do local de esidência é ele an e pa a a sus en abilidade de uma cidade, po mo i os económicos, ambien ais e sociais. Es e úl imo pe mi e maio in e ação social e maio sen imen o de segu ança de ido à exis ência de inúme os come cian es que igiam in o malmen e o espaço público. A ní el económico, o espaço público en ol en e ao comé cio in luencia mui o o mesmo, pois se não exis i uma o ma segu a de acede a pé a população pe de o in e esse em Figu a 4 – Exemplo de qua ei ões que possibili am eduzi dis âncias; on e: elabo ação p óp ia Espaço Público Edi icado 36 consequen emen e, a si uação a ual de cada segmen o se ão analisados os inqué i os e e uados à população, de o ma a en ende a pe ceção da mesma ace ao espaço público que equen a. Além dis o, se á indicado em cada segmen o, sujei o a p opos a de in e enção, qual é a pe cen agem de á ea a e a ao peão, ao au omó el e ao e de, endo em con a a á ea o al do espaço público ine en e a cada segmen o. 3.2.1. La Casa dos A ós O La Casa dos A ós é uma Associação de Solida iedade Social que p es a se iços a idosos, bene iciando de esidência pa a os mesmos. Foi cons uído em 2013 na A enida do Colégio em Pon e de So . Na sua p oximidade podem encon a -se á ios espaços despo i os na sua en ol ência, nomeadamen e as Piscinas Municipais Cobe as, o campo de énis e os pa ilhões gimnodespo i os. Além des es, encon am-se dois espaços e des de g andes dimensões. Es a associação possui capacidade pa a albe ga nas suas ins alações 72 esiden es. A es es são adicionadas 3 camas de u gência que são esponsabilidade da Segu ança Social a quem compe e a ocupação das mesmas. No en an o, encon am-se 126 pessoas em lis a de espe a. O la possui á ias a i idades ao longo do dia, podendo se ealizadas den o das ins alações ou o a das mesmas. Quando se ealizam o a do edi ício, é eco en e desloca em-se, em g upo, às Piscinas Municipais Cobe as, ao Cen o de A es e Cul u a e ao Cine-Tea o de Pon e de So . Além des as a i idades, os u en es que se encon am au ónomos na sua ida quo idiana podem sai ao longo do dia a locais des inados po si, não sendo necessá io o acompanhamen o de um esponsá el do la . Tendo em con a a in o mação o necida pelo La Casa dos A os, o am selecionados qua o pe cu sos ( ig. 6). Es es podem se ealizados em conjun o com um esponsá el ou indi idualmen e. Cada um deles encon a-se associado a um equipamen o ou um local como des ino, embo a seja possí el encon a ou os ao longo da ex ensão do pe cu so. A junção dos qua o pe cu sos esul a na a aliação global inal des e caso de es udo, sendo ela azoá el. O único indicado que se encon a com boa classi icação é o 37 Sen imen o de Segu ança, os es an es encon am-se azoá eis. Cada um dos pe cu sos, bem como os espe i os segmen os se ão po meno izados de seguida ( e Anexo B). Pe cu so 1 O p imei o pe cu so selecionado encon a-se associado a um equipamen o eligioso, nomeadamen e a Ig eja Ma iz de Pon e de So . Es e equipamen o oi selecionado po mui os dos u en es usu uí em do mesmo. Pa a além des e, localiza-se o Cen o de Con í io pa a e o mados de Pon e de So que é u ilizado po inúme os idosos. De ido à di isão e e uada pa a a a aliação, es e pe cu so é compos o po ês segmen os ( ig. 7), que coesos esul am numa boa a aliação global do pe cu so. Cada um i á se po meno izado de seguida, endo em conside ação os indicado es e subindicado es selecionados. Po ém, como já oi e e ido, exis em dois subindicado es que são comuns a odos os segmen os, sendo eles a Mis u a de Usos e o Comp imen o da dis ância o igem-des ino. Nes e pe cu so, o p imei o subindicado e e ido encon a- se como mui o bom e o segundo como azoá el, de ido ao pe cu so e 600m en e a o igem e o des ino. Legenda: 2 3 1 4 La 0 50 m Figu a 6 – Localização pe cu sos La Casa dos A ós; on e: elabo ação p óp ia Figu a 7 – Localização segmen os pe encen es ao pe cu so 1 do La Casa dos A ós; on e: elabo ação p óp ia Legenda: La 0 100 m 1 2 3 38 Segmen o 1 – A enida Do Colégio O p imei o segmen o do pe cu so 1 ab ange ce ca de me ade da A enida do Colégio, mais conc e amen e desde o La “Casa dos A ós” a é à Escola Básica. G ande pa e des a á ea so eu uma equali icação em 2014, após a cons ução do la e da escola an e io men e enunciados. Toda ia, o passeio que se encon a no lado opos o a es es dois equipamen os não oi al o de equali icação, ap esen ando alguns incon enien es à deslocação pedes e. No en an o, o passeio al o de audi o ia co esponde ao lado dos equipamen os, po se o mais equen ado. De ido à p esença des es equipamen os, a população que o equen a dis ibui-se po á ias aixas e á ias, desde a população mais jo em à mais idosa. Toda ia, é um local que é u ilizado maio i a iamen e como pon o de passagem. Os únicos momen os do dia em que a população se ixa é na ho a de en ada e saída da escola, de ido aos pais espe a em pelos ilhos jun o à escola. Obse ando o segmen o, pe cebe-se que os passeios exis en es são la gos e sem obs áculos à caminhada, uma ez que exis e uma sepa ação cla a en e a la gu a li e e a aixa de acesso aos edi ícios ( ig. 8). Além disso, não exis em essal os signi ica i os e o pa imen o encon a-se em mui o bom es ado. Assim a Supe ície de caminhada e Acessibilidade ap esen a uma boa classi icação. Na aixa de odagem é obse á el a exis ência de duas passadei as, uma jun o à escola e ou a jun o ao la . Ambas possuem boa isibilidade em elação aos eículos, não ap esen am obs áculos à passagem e são bem legí eis, a cu a e longa dis âncias. O único aspe o nega i o é a o ma como é ei a a acessibilidade en e o passeio e a passadei a, endo o lancil uma al u a supe io a 0,02m. Toda ia, como es e úl imo é o único subindicado que ap esen a uma classi icação nega i a (1), o indicado T a essias encon a-se bem classi icado. O mobiliá io u bano e a ege ação são p a icamen e nulos. O único mobiliá io p esen e são os candeei os de iluminação pública que se encon am num dos lados da a enida, Figu a 8 – A enida do Colégio; Fon e: p óp ia 39 bem como alguns caixo es do lixo, exis en es jun o a alguns luga es de es acionamen o. Embo a exis am caixo es do lixo, os odo es não são desag adá eis em odo o segmen o. No espaço público não exis e ege ação e a que se encon a den o da escola não in luencia o peão quando se desloca pelo segmen o. O mesmo acon ece com o somb eamen o, não exis em locais com somb a em odo o segmen o, sal o em alguns momen os do dia em que a somb a é ge ada pelos edi ícios. A manu enção des e espaço encon a-se boa, exis indo apenas algumas e as ao longo do passeio. Tendo em con a es es subindicado es, o indicado Ambien e Ag adá el e Limpo classi ica-se como “Razoá el”. Pode ainda obse a -se qua o á eas des inadas a luga es de es acionamen o, que ge almen e se encon am cheios, du an e o dia. Pa a além des es luga es, exis em ainda dois luga es des inados às ca inhas da Câma a Municipal (que anspo am c ianças) e um luga pa a de icien es. No ou o lado da ua, jun o aos edi ícios esidenciais, uma po ção da ia de ansi o é u ilizada como local de pa agem de eículos, ao início e ao im do dia, pa a deixa / ecolhe as c ianças na escola. Es es es acionamen os se em como sepa ação en e o peão e a aixa de odagem, ansmi indo um pouco de segu ança ace à elocidade a que ci culam os eículos. Embo a a a enida possua uma ecomendação de elocidade de 30Km/h, de ido aos dois equipamen os localizados, essa elocidade não se e i ica. A la gu a da aixa de odagem ambém p opícia o não cump imen o da ecomendação de elocidade, uma ez que ap esen a uma la gu a bas an e conside á el. Todos es es a o es, azem com que o indicado Segu ança se classi ique como “ azoá el”. Es e segmen o possui uma boa cone i idade com a en ol en e, de ido à maio ia dos subindicado es se encon a em bem classi icados. A dimensão do qua ei ão é boa, pe mi indo que a população possa encu a as dis âncias eco endo às uas que in e se am com es a a enida. A in o mação que se pode encon a e e e-se aos equipamen os aqui localizados, não se e e indo ao que se pode encon a na p oximidade des e segmen o. No en an o encon a-se em local adequado e legí el a longa dis ância. Quan o ao edi icado, a maio ia dos edi ícios são de en o es de apenas um piso. Todos os edi ícios, pe encen es ao lado do segmen o que oi u ilizado como supe ície de 40 caminhada, são o almen e acessí eis a odo o ipo de população. Po ém se o analisado a ou a supe ície de caminhada jun o aos edi ícios esidências, isso já não se e i ica. Quan o à igilância na u al, odos os edi ícios p esen es na a enida possuem 100% de janelas em odos os pisos. A maio ia des es edi ícios ap esen a um bom es ado de conse ação, sal o duas exceções que não são signi ica i as no odo. Es es dois co espondem aos edi ícios de olu os exis en es. Sendo assim, o indicado Edi icado ap esen a uma boa classi icação. Como a gene alidade dos indicado es se encon a com uma boa classi icação, a ap eciação o al do segmen o 1 é boa e, como al, não i á se con abilizado pa a as p opos as. Segmen o 2 – Rua de San o An ónio i O segmen o 2 coincide com uma po ção da Rua de San o An ónio. É delimi ado a no e pelo en oncamen o exis en e en e es a ua e a A enida do Colégio e a Sul pelo c uzamen o com a Rua João de Deus. Embo a es e segmen o não ab anja a o alidade da ua, possui g ande pa e da mesma, azendo com que o pe cu so 1 seja compos o maio i a iamen e po es e segmen o. Ao longo des e segmen o encon am-se alguns ipos de comé cio e se iços, sabe : es au ação, uma clínica e e iná ia, uma loja de oupa e um cabelei ei o. Além des es, encon a-se o edi ício da C uz Ve melha e o Cen o de Con í io pa a e o mados de Pon e de So . Es e de ém a i idades pa a e o mados, incluindo excu sões a á ios locais do país, que azem com que mui os dos idosos u ilizem es e espaço pa a passa o seu empo li e. Uma pequena pa e do segmen o so eu uma equali icação no espaço público em 2017, co espondendo a um pa que de es acionamen o exis en e. Pa a além dis o, o edi ício da c uz e melha oi al o de eabili ação, no mesmo ano. No en an o, a aliando a ocupação do espaço público pe encen e a es e segmen o pe cebe-se que o au omó el é o que ocupa a gene alidade do espaço público exis en e (70%). Apenas 29% da á ea é des inada ao peão e 0,1% a ege ação. De o ma a a alia o segmen o segundo a audi o ia, op ou-se pelo passeio es e, po se o mais equen ado. Tendo em con a a pe spe i a de obse ado e de peão, é ácil 41 pe cebe a di iculdade exis en e em equen a o passeio, de ido à sua pequena dimensão em alguns locais ( ig.9). Po an o, são mui o equen es as deslocações pa a a aixa de odagem. Ao longo do segmen o são de salien a dois locais pa icula es, em que a passagem se encon a comp ome ida po obs áculos. O p imei o localiza-se jun o ao pa que de es acionamen o. Ainda que enha sido al o de equali icação, a sinalização e ical exis en e comp ome e quem equen a o espaço, uma ez que se encon a a meio do passeio, azendo com que de e minados peões não consigam e e ua a passagem ( ig.10). O segundo local, co esponde ao passeio exis en e no c uzamen o en e a Rua de San o An ónio e a Rua Luís de Camões. Exis e uma caixa elé ica e baias de segu ança no passeio jun o ao edi ício do Res au an e. Es es ocupam g ande pa e do passeio, não sendo possí el a passagem de uma cadei a de odas ou um ca inho de bebé ( ig.11). Além de udo o que oi e e ido an e io men e, o piso ap esen a essal os e bu acos que colocam em causa a segu ança do peão, em pa icula de peões com canadianas ou anda ilhos. Ponde ando odos es es subindicado es, o indicado Supe ície de Caminhada e Acessibilidade encon a-se insu icien e. Nes e segmen o, localizam-se cinco passadei as. Toda ia, somen e uma oi al o de a aliação, po assegu a a passagem en e o segmen o 1 e o 2. As es an es pe mi em e e ua a passagem en e o lado es e e oes e da Rua de San o An ónio, não se encon ando incluídas no pe cu so. Pa a além des as, exis em ês en oncamen os/c uzamen os ausen es de passadei a. Con udo não são necessá ias, de ido ao eduzido núme o de eículos que ci cula ao longo do dia. Em odos es es casos a aliados, não exis em obs áculos à a essia do peão, po ém a gene alidade dos lancis possui solei a supe io a 0,02m, o que di icul a a a essia de peões com di iculdades locomo o as. Quando se e e ua a passagem nes es locais, a isibilidade é boa. Toda ia, em alguns momen os, é comp ome ida pelos eículos es acionados jun o ao passeio. No caso da passadei a, encon a-se legí el a cu a e longa dis âncias. Des a o ma, o indicado T a essias encon a-se bem classi icado. Quan o ao Ambien e ag adá el e limpo encon a-se azoá el. É no ó ia a ausência de ege ação em p a icamen e odo o segmen o, com exceção do pa que de es acionamen o que possui algumas á o es. Embo a não exis a ege ação em quase oda a sua ex ensão, es e segmen o encon a-se maio i a iamen e à somb a, que é 42 p opo cionada pelo edi icado exis en e. O único mobiliá io u bano p esen e são caixo es do lixo e ecopon os, bem como dois candeei os de iluminação pública que se encon am jun o ao es acionamen o. Os es an es candeei os encon am-se no passeio oes e. O espaço público encon a-se cuidado, exis indo p oblemas com pouca ele ância, como e as em alguns locais. O uído exis en e não é descon o á el e encon a-se associado à in e ação en e a população. A al u a li e encon a-se comp ome ida de ido a uma placa in o ma i a que se encon a ela i amen e baixa, podendo in e e i na passagem de peões mais al os. Embo a es a ua seja de apenas um sen ido, o lado oes e é u ilizado como es acionamen o de eículos au omó eis, em odas as al u as do dia. Po um lado, ansmi e mais segu ança ao peão po exis i uma p o eção en e ele e os eículos que ci culam, po ou o lado não ansmi e con o o aquando da caminhada. Como a supe ície de caminhada a aliada não possui es acionamen o, exis e ausência de sepa ação e consequen emen e pe igo signi ica i o pa a o peão. Is o po que a elocidade de 50km/h não é espei ada pela maio ia dos condu o es, e mui as das ezes o peão é ob igado a con i e com os mesmos no mesmo espaço. Embo a a isibilidade nas in e seções seja boa e a sinalização e ical seja adequada e legí el, o indicado Segu ança encon a-se azoá el, de ido aos subindicado es que de êm uma classi icação menos posi i a. O indicado Cone i idade usu ui de uma boa classi icação, pois o único subindicado que de ém uma a aliação mais baixa é o comp imen o en e a o igem e o des ino do pe cu so em ques ão. A in o mação exis en e é ela i a ao que se encon a nesse segmen o, bem como ao que se pode encon a na en ol en e, de ido à p esença de uma placa in o ma i a jun o ao es acionamen o. A dimensão dos qua ei ões é boa, exis indo á ias uas que se in e se am com o segmen o em causa. Po im, o edi icado encon a-se azoá el, de ido à g ande maio ia dos edi ícios não se em acessí eis a oda a população e à ausência de achadas a i as na gene alidade do segmen o. O pa que de es acionamen o é o único local que em pin u as em achadas cegas. Pa a além dis o, exis em ainda alguns edi ícios de olu os, mas que não possuem ep esen a i idade ace ao o al de edi ícios. 43 Tendo em con a odos os indicado es e espe i os subindicado es, o segmen o 2 encon a-se azoá el, sendo al o de p opos as a im de melho a a sua classi icação inal. ▪ Inqué i os à população Embo a a la gu a dos passeios impossibili e a passagem em alguns locais, a possibilidade de aumen a a dimensão dos mesmos não se e elou unanime po pa e dos inqui idos. 70% acha que essa al e ação de e e p ecisa acon ece , po ém 30% acha não se necessá io. Quan o aos obs áculos, a maio ia ambém acha que não exis em obs áculos signi ica i os à caminhada (70%). A mino ia (30%) que espondeu exis i alguns obs áculos e e ia-se à la gu a dos passeios que impossibili a ou limi a a sua deslocação. Embo a a maio ia das in e seções não possua passadei a, a gene alidade dos inqui idos (60%) não ê necessá io se em colocadas mais passadei as, po possuí em uma boa isibilidade ace aos eículos quando es es se ap oximam. Quan o à ege ação e ao mobiliá io u bano, a maio ia da população inqui ida ê necessidade de coloca mais ege ação (70%) e mais mobiliá io u bano (80%), pois ac edi am que isso a ia com que hou esse mais população a equen a o segmen o e a é mesmo u ilizá-la como um espaço de laze e não somen e como passagem. Quando inqui idos sob e a elocidade a que ci culam os eículos, é quase unanime a espos a. 90% ac edi a que é necessá io eduzi a elocidade po que comp ome e a sua segu ança. O mesmo acon eceu quando ques ionados sob e a necessidade de in o ma a população sob e os equipamen os/comé cio e/ou se iços que se podem encon a p óximos, 80% acha que de e exis i mais in o mação a esse espei o. Figu a 11 – Obs áculo à passagem; on e: p óp ia Figu a 9 – dimensão eduzida do passeio; on e: p óp ia Figu a 10 – Obs áculos à passagem; on e: p óp ia 44 A única ques ão que não ge ou consenso, pelo menos na maio ia, o am as achadas a i as. Pois 50% acha se necessá io e ou os 50% acham que não. Toda ia econhecem que se ia pe inen e ocupa os edi ícios esidências de olu os e p ocede a ob as de eabili ação nos mesmos. Segmen o 3 – Rua João de Deus O segmen o 3 coincide com uma pequena ação da Rua João de Deus, nomeadamen e desde o edi ício dos CTT Pon e de So a é ao La go Ma ques de Pombal onde se localiza a Ig eja Ma iz ( ig.12). Es e, co esponde ao úl imo segmen o do pe cu so 1, que inda jun o da Ig eja Ma iz de Pon e de So . Em 2017, a o alidade da á ea oi al o de uma equali icação do espaço público. A a és des a os passeios o am ala gados, exis iu uma al e ação de pa imen o, oi c iada uma p aça de áxis, oi subs i uído o mobiliá io u bano an igo po no o, e, po im, p ocedeu- se à implan ação de no a ege ação. Pa a além dis o, es e segmen o passou a designa - se como “zona 30”, en ado incen i a a mobilidade pedonal nes a á ea. Ainda no mesmo ano, exis iu uma equali icação em alguns edi ícios de olu os que se encon a am nes e espaço, endo como esul ado a no a Casa Mo uá ia e locais des inadas a comé cio. De ido a es a equali icação, o segmen o 3 classi ica-se como “bom”, não endo nenhum indicado com a aliação in e io a es a classi icação. Embo a os passeios não possuam uma medida supe io à ecomendada pela lei, de ido a não se possí el eduzi a aixa de odagem, não exis em obs áculos que condicionem a caminhada, azendo com que a la gu a li e co esponda à dimensão o al. O pa imen o encon a-se em bom es ado e ausen e de bu acos. As in e seções são compos as po passadei as com mui o boa isibilidade e sem obs áculos à passagem do peão. Quan o ao acesso passeio-passadei a, é ei o de o ma acessí el a odos, endo uma solei a in e io a 0,02m ( ig.13). Ainda que a isibilidade seja boa, exis a sepa ação en e o passeio e a aixa de odagem a a és de pila e es (em alguns locais) e a elocidade es ipulada seja no máximo 30km/h, essa elocidade não se e i ica po pa e dos condu o es, podendo comp ome e o peão de ido ao lancil do passeio se encon a ni elado com a aixa de odagem. 45 Tendo em con a o mobiliá io u bano, exis em inúme os bancos ao longo do La go Ma quês de Pombal que se encon am adequados ao espaço ( ig.14). Exis em ainda ecopon os que possuem al u a adequada pa a de icien es mo o es e c ianças consegui em deposi a os esíduos eciclá eis. Ao con á io da maio ia dos segmen os pe encen es a es e pe cu so, o segmen o em ques ão possui uma excelen e manu enção. Um dos incon enien es pe encen es ao indicado Ambien e Ag adá el e Limpo é a poluição sono a que se encon a di e amen e elacionada com a p oximidade à A enida da Libe dade, que é de en o a de inúme os eículos mo o izados du an e o pe íodo diu no. Ou o incon enien e é a ege ação exis e que, ainda, não consegue ge a a somb a desejada pa a o espaço, in luenciando di e amen e o subindicado somb a e ab igo. Embo a exis am subindicado es com pon uação azoá el, o esul ado do segmen o é bom. Po se uma á ea cen al da cidade, e sido equali icada e se de en o a de inúme os es abelecimen os come ciais e de se iços, é equen e encon a di e sas aixas e á ias e um ele ado núme o de população du an e o dia. Ac escen ando a ausência de azios u banos ao longo do segmen o, bem como de mobiliá io andalizado, o indicado Cone i idade encon a-se classi icado com a pon uação máxima de 5, co espondendo a “mui o bom”. O indicado Edi icado ambém ap esen a uma boa classi icação, uma ez que a maio ia dos edi ícios de êm dois pisos e janelas em odos eles. Encon am-se num bom es ado de conse ação e não exis em edi ícios de olu os que in luenciem nega i amen e a classi icação. O único edi ício que se encon a nes a si uação coincide com uma cons ução de um edi ício mis o que oi concluída ecen emen e, não se encon ando ainda ocupada na o alidade. Es e segmen o possui achadas a i as em quase odos os edi ícios, po se uma á ea do ada de comé cio e se iços a iados no és-do-chão. O único subindicado que me ece mais a enção aquando uma in e enção no edi icado é o acesso ao mesmo, pois a g ande maio ia não se encon a ap a pa a se acedida po pessoas com mobilidade condicionada, incluindo os es abelecimen os come ciais e de se iços. 52 O espaço público al o de a aliação co esponde a um passeio, não exis indo assim con ac o com a aixa de odagem ( ig. 19). Des a o ma a á ea co esponden e ao espaço público di ide-se apenas en e o peão e o e de. É de salien a que o e de possui mais de 50% da á ea (54.7%), enquan o o peão apenas em 45%. Is o acon ece po que a população não se desloca nem usu ui da á ea e de exis en e. A dimensão do passeio e da la gu a li e encon a-se com uma dimensão mui o supe io à ecomendada po lei. É de salien a a exis ência de um amon oado de a eia p esen e ao lodo de um dos bancos ( ig. 20), ap esen ado g ande incon enien e ao pe cu so e e uado pela população, com especial en oque na população idosa com maio di iculdade na deslocação, bem como aos ca inhos de bebé que são mui o equen es nes e espaço. Pa a além dis o, o pa imen o ap esen a inúme os essal os, que se e elam en e es a quem caminha. O es ado do pa imen o encon a-se em mui o mau es ado, de ido à exis ência de bu acos e escas ( ig. 21). Tendo em con a odos es es aspe os, o indicado Supe ície de Caminhada e Acessibilidade classi ica-se como “ azoá el”. A única in e seção exis en e co esponde à a essia en e es e segmen o e o segmen o 5. Possui uma passadei a com excelen e isibilidade en e o peão e os eículos, encon a-se ausen e de obs áculos e nu e uma ó ima legibilidade. Toda ia não possui acesso adequado en e a passadei a e o passeio. Como es e úl imo não possui exp essão ace ao o al de odos os subindicado es com boa pon uação, o indicado T a essias em uma boca classi icação. Obse ando o espaço, o único mobiliá io que se pode encon a são candeei os de iluminação pública, ecopon os e dois bancos de ja dim. Es es úl imos possuem ex ema impo ância pa a es e segmen o, uma ez que são os únicos locais de descanso exis en es e são bas an e u ilizados pela população ao longo do dia. O pa imen o ap esen a g ande ausência de manu enção, uma ez que é equen e a exis ência de bu acos e essal os, bem como e as e necessidade de co a a el a. A á ea pe encen e a es e segmen o é maio i a iamen e ocupada po um espaço e de subap o ei ado, compos o po el a e a bo ização. Es e não é u ilizado pela população, se e apenas de limi e en e a la gu a li e e os edi ícios. A somb a exis en e ab ange apenas me ade do 53 segmen o e, na maio ia das ezes, não se e de ab igo pa a a população que caminha. Po es as azões, o indicado Ambien e Ag adá el e Limpo classi ica-se como “Razoá el”. Embo a exis a uma pequena po ção de aixa de odagem a es e e oes e, o subindicado “bu e ” oi classi icado como “inexis ência de aixa de odagem” po que a maio ia do segmen o não coincide com a aixa de odagem, somen e com edi ícios. A sinalização e ical analisada oi a pe encen e à passadei a exis en e, que se encon a legí el e adequada à ocasião. Assim, o indicado Segu ança encon a-se com boa classi icação. O Passeio Ga ibaldino de And ade é, ge almen e, u ilizado po população que se desloca ao Cen o de Saúde e à Fisio e apia, ap o ei ado o espaço pa a descansa . Toda ia ambém há população que o u iliza unicamen e como pon o de passagem, pa a encu a os seus aje os quo idianos. É de salien a que a população que se ixa ge almen e é idosa, enquan o a população que o u iliza somen e como passagem é mais jo em, não se ixando no local. Além dis o, não exis em azios u banos nem mobiliá io andalizado, esul ando numa classi icação “ azoá el” no indicado Sen imen o de Segu ança. A in o mação p esen e é insa is a ó ia. Não exis e qualque ipo de indicação ao longo des e segmen o. Toda ia, possui uma excelen e mis u a de usos no espaço de 300 m, bem como uma boa dimensão de qua ei ão, pe mi indo encu a as dis âncias dos aje os. Sendo assim, a cone i idade classi ica-se como “ azoá el”, de ido à al a de in o mação. O indicado Edi icado co esponde maio i a iamen e a edi ícios esidências de 3 pisos, que êm solei a supe io a 0,02m e, consequen emen e, não são acessí eis uni e salmen e. A sua conse ação é azoá el, pois exis em g a i is em alguns dos edi ícios. Todos eles usu uem de janelas na o alidade dos pisos, azendo com que a igilância sob o espaço público seja de 100%. Po im, es e segmen o encon a-se ausen e de achadas a i as. Como al, classi ica-se como “Razoá el”. Tendo em con a odos os indicado es e e idos an e io men e, o segmen o 6 encon a-se azoá el. Des a o ma, é necessá io ealiza al e ações pa a melho a a sua classi icação. 54 ▪ Inqué i os à população Com os inqué i os ealizados à população p esen e no local, pode conclui -se que oda a população conside ou a la gu a do passeio como adequada, não sendo necessá io ala gá-la. O mesmo já não se e i ica com a exis ência de obs áculos, 70% dos inqui idos espondeu que exis iam obs áculos à passagem, isando a a eia e o es ado do pa imen o como os mais p ejudiciais. Embo a exis a ege ação nes e segmen o, 100% dos inqui idos e e iu que e a necessá io exis i mais somb a no local, uma ez que a ege ação exis en e não cob e a maio ia dos locais u ilizados. Pa a além dis o, alguns dos inqui idos e e i am que gos a ia que ossem inc emen ados ou os ipos de ege ação. O mesmo acon ece com o mobiliá io u bano, oda a população que oi al o dos inqué i os c ê necessá io implan a mais mobiliá io, salien ando bancos de ja dim, caixo es do lixo e dispensado de sacos pa a deje os caninos. Ou o indicado que ge ou consenso na população oi a al a de in o mação, odos os inqui idos menciona am que exis ia ausência de in o mação no espaço, po exemplo in o ma da localização do Cen o de Saúde, que segundo os mesmos, só se sabe onde es e se localiza quando já se es á à en ada. Quan o às achadas a i as, 50% ac edi am que é necessá io exis i mais esplanadas e pin u as na pa ede, po ém ou os 50% ac edi am que no local em ques ão não é necessá io. Segmen o 7 – Rua Ca deal Dom An ónio Ribei o O segmen o 7 co esponde a uma po ção da Rua Ca ed al Dom An ónio Ribei o ( ig. 22) e é o úl imo segmen o pe encen e ao pe cu so 2. Fica delimi ado a no e pela Rua Condes da To e, a es e e os e po edi ícios mis os e a Sudes e pelo pe cu so 6. Figu a 19 – Segmen o 6; on e: p óp ia Figu a 20 – A eia exis en e jun o aos bancos; on e: p óp ia Figu a 21 – Conse ação dos edi ícios e es ado do pa imen o; on e: p óp ia 55 A supe ície de caminhada a aliada co esponde à que se encon a jun o ao Passeio Ga ibaldino de And ade. Es a seleção esul ou do ac o de não exis i o ma segu a de e e ua a a essia pa a o ou o lado da ua, a não se pela passadei a exis en e jun o ao edi ício da Fa mácia. A aliando a Supe ície de Caminhada e Acessibilidade pe cebe-se que a dimensão o al e da la gu a li e é supe io à ecomendada po lei. Não exis em obs áculos à passagem em oda a ex ensão do segmen o. Po ém o pa imen o encon a-se com alguns bu acos e essal os jun o às caldei as das á o es, de ido às aízes das mesmas ( ig.23). Assim, es e indica encon a-se com uma boa classi icação. Como já oi e e ido, exis e uma passadei a localizada jun o ao edi ício da a mácia. Es a co esponde à única in e seção exis en e. Es a de ém excelen e isibilidade e legibilidade. Apesa de exis i um candeei o de iluminação pública a meio da passadei a, não ap esen a um obs áculo pe u bado à passagem. Po ém, a solei a en e a passadei a e o passeio é supe io a 0,02m ( ig. 24). Como quase odos os subindicado es se encon am bem classi icados, o indicado T a essias possui uma boa classi icação. Enquan o se pe co e o segmen o, pe cebe-se que o mobiliá io u bano é quase inexis en e. Localizam-se apenas candeei os de iluminação pública, em local adequado sem p ejudica a passagem. Encon a-se alguma a bo ização, que se localiza al e nada com os candeei os. A manu enção do espaço encon a-se azoá el, de ido às aízes das á o es es a em a des ui o pa imen o. A somb a é p opo cionada de duas o mas dis in as, a a és da a bo ização ou a a és dos edi ícios, endo somb a du an e g ande pa e do dia. Como esul ado do que oi desc i o an e io men e, o indicado Ambien e Ag adá el e Limpo encon a-se com uma boa classi icação. Em ambos os lados da ua, exis e sepa ação en e o passeio e a aixa de odagem a a és de es acionamen o e a bo ização, ele ando-se mais segu o e con o á el pa a o peão. A sinalização e ical ambém é legí el e adequada ao local, in o mando a exis ência de uma passagem pa a peões. A elocidade máxima pe mi ida é de 50km/h e é espei ada pela maio ia dos condu o es, pois encon a-se um “STOP” no inal do segmen o. Pos o is o, o indicado Segu ança encon a-se azoá el. 56 Nes e segmen o exis e ausência de população na maio pa e do dia. Mesmo com a p esença de comé cio e es au ação não é equen e encon a população a equen a o espaço, com exceção da esplanada pe encen e à pas ela ia. Toda ia, não exis e mobiliá io andalizado nem azios u banos e a iluminação pública adequa-se ao local. des a o ma, o Sen imen o de Segu ança encon a-se bem classi icado. Ainda que exis a pouca população nes e segmen o, a Cone i idade encon a-se com uma boa classi icação. A dimensão do qua ei ão pe mi e c ia a alhos, de ido a um únel exis en e que liga o in e io do qua ei ão a es e segmen o, acili ando os aje os. A mis u a de usos é bas an e di e si icada, an o no segmen o como na sua en ol en e. A in o mação é cla a e localiza-se em sí io adequado, oda ia pode ia exis i mais in o mação quando à en ol en e. Embo a a maio ia dos edi ícios não seja acessí el uni e salmen e, os es an es subindicado es encon am-se bem classi icados. Os edi ícios possuem odos 3 pisos e a andas e janelas em odos eles, bem como um excelen e es ado de conse ação. Além disso, não exis e nenhum edi ício de olu o e odos os és-do-chão possuem mon as des inadas a comé cio e se iços. Como a maio ia dos indicado es se encon am com uma boa classi icação, o segmen o 7 em uma boa classi icação o al. Assim, não se á al o de p opos as de in e enção. Pe cu so 3 O pe cu so 3 co esponde a um equipamen o despo i o, nomeadamen e o edi ício das Piscinas Municipais Cobe as. Es e oi selecionado pa a inco po a es e pe cu so de ido aos u en es do La Casa dos A ós se desloca em ao mesmo com bas an e equência, a im de equen a em as aulas de hid oginás ica. Es e pe cu so é compos o apenas po dois segmen os ( ig.25) de ido à cu a dis ância a que o equipamen o se encon a do la (240m). Assim, o Comp imen o en e a o igem e Figu a 22 – Segmen o 7; on e: p óp ia Figu a 23 – Ressal os causados pelas aízes das á o es; on e: p óp ia Figu a 24 – Acessibilidade passeio- passadei a; on e: p óp ia 57 o des ino de odos os segmen os é mui o bom. Também a Mis u a de Usos se encon a mui o boa, de ido à ele ada di e sidade de usos numa en ol en e de 300 m. A junção des es dois segmen os esul a numa boa classi icação do pe cu so 3. Segmen o 8 – Rua Sem Nome O segmen o 8 coincide com a Rua Sem Nome e em como oco da a aliação o lado es e (jun o ao La ). Possui como limi e no e a Rua João Ped o de And ade, sul a A enida do Colégio, es e o La Casa dos A ós e o pa ilhão mul iusos e oes e o segmen o 4 e o Campo de Ténis. A dimensão do passeio exis en e é supe io à ecomendada po lei, o mesmo acon ece com a la gu a li e, que se ap oxima bas an e da dimensão o al do passeio. Embo a exis am candeei os de iluminação pública e bas an e sinalização e ical, não ep esen am um obs áculo à passagem, po es a em localizados em aixa de se iço ( ig. 26). Além dis o, não exis em essal os no piso. Toda ia encon am-se alguns bu acos a meio do segmen o que podem comp ome e um idoso com canadianas ou anda ilho ( ig. 27). Tendo em con a es es subindicado es, a Supe ície de Caminhada e Acessibilidade encon a-se com uma boa classi icação. Ao longo do segmen o encon am-se duas in e seções com passadei a, po ém só uma oi al o de a aliação po se i de elo en e o segmen o 8 e o 9. Es a possui excelen e legibilidade e isibilidade ace ao au omó el. Pa a além des a, conside ou-se ambém a in e seção en e o segmen o e o acesso exis en e en e o pa ilhão Mul iusos e o La . É uma passagem u ilizada somen e pa a eículos de manu enção do espaço público. Toda ia, possui uma excelen e isibilidade. Não exis em obs áculos que impeçam ou Legenda: 9 8 La 0 20 m Figu a 25 - Localização segmen os pe encen es ao pe cu so 3 do La Casa dos A ós; on e: elabo ação p óp ia 58 di icul em a passagem. Con udo, o lancil da passadei a possui uma co a de solei a supe io a 0,02m, demons ando-se insu icien e. Apesa des e úl imo se encon a com uma classi icação insu icien e, o indicado T a essias possui uma boa classi icação. Embo a a iluminação pública ep esen e o único mobiliá io u bano exis en e, encon a- se localizado co e amen e em aixa de se iço. Não exis e p esença de ege ação na ex ensão de espaço público coinciden e com o la . Es e possui ege ação no seu in e io , oda ia não in luencia o peão aquando da sua caminhada. A somb a exis en e é p a icamen e nula du an e quase odo o dia, de ido às á o es e edi ícios exis en es não e em al u a su icien e pa a p opo ciona em somb a. A manu enção do espaço público encon a-se em boas condições, exis indo p oblemas de pouca ele ância, como e as de amanho eduzido em alguns locais do segmen o. Assim, o indicado Ambien e Ag adá el e Limpo classi ica-se como “ azoá el”. Ao con á io do lado opos o da mesma ua, não exis e sepa ação en e o passeio e a aixa de odagem. A elocidade máxima é de 50km/h. Po ém, ao não se espei ada esul a numa g ande on e emisso a de poluição, uma ez que a ua possui uma cu a ex ensão e é pe mi ido aos eículos acele a em e ab anda em de epen e de ido à p esença de um sinal de “STOP” e de um sinal de cedência de passagem. A sinalização e ical é adequada ao local e legí el a média-longa dis ância. Assim, o indicado Segu ança encon a-se azoá el. A Cone i idade do segmen o encon a-se boa, de ido à exis ência de in o mação, à a iedade de usos que se podem encon a na en ol en e de 300 m e pelo qua ei ão pe mi i ealiza a alhos, como po exemplo a a és do caminho exis en e en e o La e o pa ilhão. Enquan o es e segmen o é pe co ido é a o encon a população, à exceção de quando há einos ou jogos no pa ilhão. Quando obse amos a en ol en e, não nos depa amos com mobiliá io andalizado nem com nenhum azio u bano, que possa ansmi i alguma insegu ança. Des a o ma, o indicado Sen imen o de Segu ança classi ica-se como bom. Po im, o Edi icado analisado pa a a maio ia dos subindicado es o am o La , o Pa ilhão Mul iusos e o Campo de Ténis. Assim, a escala humana é de um piso em odos eles, a 59 conse ação é mui o boa, o acesso uni e sal encon a-se assegu ado. Todos de êm janelas com isibilidade pa a o ex e io . O que impede que es e indicado enha classi icação máxima é a ausência de achadas a i as no pa ilhão e no la . Des a o ma, classi ica-se como “bom”. Tendo em con a odos os aspe os inume ados an e io men e, o segmen o 8 classi ica- se como “bom” e, consequen emen e, não se i á inclui nas p opos as de in e enção. Segmen o 9 – Espaço público Piscinas Municipais Cobe as ( en e) O segmen o 9 diz espei o ao espaço público exis en e em en e às Piscinas Municipais Cobe as ( ig. 28) e, consequen emen e, ao úl imo segmen o pe encen e ao pe cu so 3. É delimi ado a no e pela Rua João Ped o de And ade, a es e pelo Pa ilhão Mul iusos, a oes e pelo “Splash Ca é” e a sul pelo Campo de Ténis. O indicado Supe ície de Caminhada e Acessibilidade encon a-se com uma boa classi icação. A dimensão o al é mui o supe io à dimensão da la gu a li e, po ém, ambos de êm dimensões supe io es à ecomendada po lei. Não exis em obs áculos à caminhada, essal os no piso nem bu acos. Tal como no segmen o an e io , o indicado Ambien e Ag adá el e Limpo encon a-se azoá el. O mobiliá io u bano exis en e co esponde a bancos, um caixo e do lixo e candeei os de iluminação pública que se localizam ao longo da la gu a li e. A manu enção do espaço público encon a-se descuidada, com pe manência de e as em odo o passeio. Ao longo de odo o segmen o, encon a-se a bo ização que p opo ciona somb a. Con udo, em ce os momen os do dia exis e ausência de somb a em me ade Figu a 26 – Segmen o 8; on e: p óp ia Figu a 27 – Bu acos exis en es com mais de 0,02m; on e: p óp ia Figu a 28 – Segmen o 9; Fon e: p óp ia 60 do segmen o, po não se assegu ada pela a bo ização e não exis i em edi ícios que a p opo cionem. A sepa ação exis en e en e a aixa de odagem e o passeio não de ém mui a in luência na segu ança do peão, de ido à dimensão o al do passeio e ao ac o da população não equen a an o o passeio p óximo à aixa de odagem. Toda ia es a di isão é ei a a a és de es acionamen o e a bo ização, na maio pa e do segmen o. A elocidade máxima al o de a aliação oi e e en e à Rua João Ped o de And ade, de ido a ocupa a maio ia do segmen o. Es a possui limi e de 50km/h, po ém não é cump ida, mesmo com a p esença de duas lombas com uma al u a conside á el. Tendo em con a o expos o an e io men e, o indicado Segu ança encon a-se azoá el. A Cone i idade encon a-se bem classi icada. A in o mação é adequada e legí el. Na po a de en ada do edi ício das Piscinas Municipais pode se encon ada in o mação sob e os á ios e en os e a i idades desen ol idas, an o no edi ício como em oda a cidade e/ou concelho. De ido à p oximidade a uma no a cen alidade da cidade, exis e bas an e acilidade no acesso a usos a iados. Pa a além dis o, é ela i amen e ácil c ia a alhos nes e qua ei ão, de ido a exis i apenas um edi ício que não ocupa odo o qua ei ão, azendo com que a maio ia da á ea seja des inada a espaço público. Ao longo des e segmen o é equen e encon a população du an e odo o dia. Ao inal da a de é mais comum de ido às a i idades que se desen ol em no edi ício das piscinas, como as danças do Elé ico Fu ebol Clube. Além dis o, não exis e mobiliá io u bano andalizado nem azios u banos que in luenciem di e amen e o sen imen o de segu ança do peão. Como consequência, o indicado Sen imen o de Segu ança encon a-se “mui o bom”. No indicado Edi icado conside ou-se pa a análise o edi ício do La , o Pa ilhão Mul iusos, o Campo de Ténis e as Piscinas Municipais. Como al, a escala humana é de apenas um piso, o acesso uni e sal encon a-se assegu ado. A conse ação dos edi ícios é mui o boa e não exis em edi ícios de olu os. Toda ia, apenas dois êm acesso isual pa a o espaço público, nomeadamen e o La e o Campo de Ténis. Pos o is o, es e indicado possui uma boa classi icação. 61 Tendo em con a odos os indicado es pe encen es a es e segmen o, a classi icação o al do mesmo boa. Des a o ma, não se á ido em con a aquando a ealização das p opos as de in e enção. Pe cu so 4 O pe cu so 4 e mina num equipamen o cul u al, mais conc e amen e no Cen o de A es e Cul u a de Pon e de So . Es e oi selecionado po possui uma biblio eca, á ias salas de exposições, o a qui o municipal e o núcleo a queológico da an iga áb ica de moagem de ce eais e descasque de a oz. Pa a além disso, são equen es as a i idades desen ol idas pelo município, po inicia i a p óp ia ou com ou as o ganizações. De ido às dis in as ca a e ís icas in ínsecas no pe cu so, ealizou-se uma di isão do mesmo em qua o segmen os, nomeadamen e o segmen o 8, 10, 11 e 12 ( ig. 29). Como o segmen o 8 pe ence ao pe cu so 3 e 4 não se á al o de análise de seguida, uma ez que já oi analisado no pe cu so an e io . Todos es es segmen os possuem o Comp imen o en e a o igem e o des ino azoá el, de ido ao Cen o de A es e Cul u a se localiza a 510m do La Casa dos A ós. A Mis u a de usos ambém se e ela mui o boa. Tendo po base a audi o ia e e uada a cada um des es segmen os, o pe cu so 4 classi ica-se como azoá el. Sendo o único pe cu so pe encen e ao La Casa dos A ós que nu e es a classi icação. Legenda: 8 10 11 11 La 0 20 m Figu a 29 - Localização segmen os pe encen es ao pe cu so 4 do La Casa dos A ós; on e: elabo ação p óp ia 68 é supo á el, mas pe sis e du an e pe íodo diu no, de ido à equência com que os eículos ci culam nes e segmen o. Não exis e ege ação em oda a ex ensão pa a ona o ambien e mais ag adá el quando o peão caminha, bem como p oduzi somb a. Con udo, es a úl ima é assegu ada pelos edi ícios, que conseguem p oduzi somb a na maio pa e do dia. Pa a além dis o, exis e sinalização e ical que comp ome e a al u a li e a peões mais al os. Como já oi e e ido, os passeios não possuem dimensão pa a pe mi i a segu ança do peão. A ag a a es a si uação, não exis e sepa ação en e es e a aixa de odagem, ob igando o peão a coexis i com os eículos quando necessá io con o na os obs áculos. Es a coexis ência pode su i e ei os mui o g a es, de ido à elocidade a que os au omó eis ansi am. Mesmo com a p oibição de ci cula a mais de 50km/h, isso não se e i ica. Embo a alguma da sinalização e ical se encon e a comp ome e a al u a li e do peão e a e ela -se um obs áculo, encon a-se adequada e legí el. Ponde ando odos os subindicado es, o indicado Segu ança encon a-se insa is a ó io. A dimensão dos qua ei ões é boa, po possibili a encu a o aje o a a és da Rua dos Cadei ões. A mis u a de usos ambém é di e si icada num aio de 300 m. A in o mação exis en e é adequada e legí el, e e indo-se a equipamen os e se iços que podem se encon ados na en ol en e. Assim, o indicado Cone i idade alcança uma boa classi icação. À medida que se pe co e es e segmen o, não é possí el encon a mobiliá io u bano andalizado. Toda ia, exis e um azio u bano consequência de uma demolição de edi ícios de olu os. Es e não se encon a no segmen o, mas sim na pa e es e da A enida da Libe dade. Toda ia in luencia o campo isual do peão e consequen emen e o seu sen imen o de segu ança. A população que se pode encon a ao longo do dia é eduzida. Os pe íodos em que é equen e encon a alguma população é de manhã e no ho á io de almoço do Cen o de A es e Cul u a, de ido alguns dos uncioná ios se desloca em a pé pa a o almoço. Quan o à iluminação pública, é su icien e pa a econhece um peão a menos de 10 me os de dis ância. Des a o ma, o indicado Sen imen o de Segu ança encon a-se sa is a ó io. 69 Tal como a Segu ança, o Edi icado classi ica-se de o ma insa is a ó ia. Pa a e e ua a sua a aliação conside a am-se os edi ícios esidenciais, edi ícios mis os, o Cen o de A es e Cul u a e o ca é exis en e. Embo a se possam encon a edi ícios com um, dois, ês e qua o pisos, a g ande maio ia possui dois pisos. Todo o edi icado em janelas que pe mi am isualiza o espaço público. Toda a A enida da Libe dade é ma cada po edi ícios com ca ência de eabili ação e mui os encon am-se de olu os, embo a não possuam g ande exp essão ace ao o al de edi ícios conside ados. A p esença de edi ícios de olu os in luencia ambém a igilância na u al, po não exis i em pessoas nos mesmos pa a igia o espaço público. Seguindo es a endência, os edi ícios pe encen es a es e segmen o, bem como ao lado es e do mesmo, encon am-se num es ado de conse ação azoá el. A aliando o núme o de edi ícios o almen e acessí eis, pe cebe- se que somen e dois o são. Nomeadamen e o Cen o de A es e Cul u a e um dos edi ícios mis os que se encon am jun o ao segmen o 11. As achadas a i as seguem a mesma endência, apenas dois edi ícios de êm mon as. Po isso não se des acam no o al. Calculando a a aliação o al do segmen o 12 pe cebe-se que a maio ia dos seus indicado es são insa is a ó ios, p ejudicando bas an e a sua a aliação. Como al, es e classi ica-se de o ma azoá el, sendo o segmen o com pio classi icação endo em con a odos os pe cu sos. Além disso, quando di ididas as á eas en e o peão, o au omó el e o e de pe cebe-se que a á ea des inada ao au omó el é ealmen e mui o supe io à des inada ao peão. Enquan o um eículo possui 65% da á ea pa a ansi a , o peão esume-se apenas a 35,5%. Os elemen os e des p esen es nes e segmen o esumem- se à a bo ização exis en e jun o ao pa que de es acionamen o do Pa ilhão, ep esen ado apenas 0.4% da á ea. Des a o ma, é necessá io p ocede a al e ações que melho em es a a aliação. Figu a 32 – A enida da Libe dade (I); on e: p óp ia Figu a 34 – Obs áculo à caminhada; on e: p óp ia Figu a 35 - dep essão na Rua dos Cadei ões; on e: p óp ia Figu a 33 – A enida da Libe dade (II); on e: Google Maps 70 ▪ Inqué i os à população Tendo em con a os inqué i os ealizados nes e segmen o, pe cebe-se que a o alidade dos inqui idos sen e necessidade em aumen a a dimensão do passeio e econhece a exis ência de obs áculos que não pe mi em a sua passagem. Acham que de em se ecolocados, pela maio ia se em candeei os de iluminação pública e são essenciais pa a o local. Quando inqui idos sob e a necessidade de exis i mais uma passadei a no local, a maio ia (70%) espondeu que não exis ia necessidade e apenas uma mino ia (30%) esponde am que e a necessá io exis i uma em en e à “Casa Mundo”. Quan o à isibilidade exis en e no momen o an e io à passagem, odos os inqui idos esponde am se boa. Embo a a a enida seja es ei a e mesmo c endo que não seja possí el, a gene alidade da população inqui ida sen e que de e ia exis i ege ação e que a elocidade dos eículos de e ia se eduzida. Quan o ao mobiliá io u bano, odos pensam não se necessá io p ocede à sua colocação. Embo a exis a in o mação em elação à en ol en e, odos os inqui idos pensam se necessá io coloca mais in o mação ao longo do caminho que auxilie os pedes es ace a comé cio e se iços locais. Exis em mon as ao longo da a enida que não se encon am em u ilização, causando algum descon o o ao peão. Des a o ma, a maio ia da população pensa que de e iam exis i mais mon as, ou ap o ei a as já exis en es. 3.2.2. La es San a Casa da Mise icó dia A San a Casa da Mise icó dia é uma ins i uição ca ólica cujo obje i o é apoia os mais necessi ados. Na eguesia de Pon e de So , es a de ém dois la es, a sabe : La Nossa Senho a do Ampa o e o La Residencial da Pon e. Além des es, con a ainda com uma Unidade de Cuidados Con inuados. Con udo, a audi o ia oca-se apenas nos dois la es, po se em os únicos em que os u en es êm capacidade pa a sai das suas ins alações ao longo do dia, acompanhados ou não. 71 Os dois la es es udados localizam-se na Rua Vaz Mon ei o, com bas an e p oximidade um do ou o. Obse ando a achada, encon am-se sepa ados po alguns edi ícios mis os. Toda ia, as suas ins alações encon am-se in e ligadas, exis indo alguns espaços comuns. É de salien a se encon am a deco e ob as de ampliação dos edi ícios. O La Residencial da Pon e oi undado em 2009 e usu ui capacidade pa a 43 u en es, dis ibuídos po 26 qua os (indi iduais ou duplos). Des es, 27 são compa icipados. Toda ia, já se encon am 41 em lis a de espe a. O La Nossa Senho a do Ampa o oi undado em 1978 e possui mais capacidade, ce ca de 90 agas, em que odas são compa icipadas. A sua lis a se espe a é a mais ex ensa, com 223 idosos em espe a. Ao longo do ano são ealizadas á ias a i idades sociocul u ais den o das ins alações. São exemplo, a i idades elacionadas com es i idades, o jogo do lo o, cozinha , cos u a , en e ou os. Toda ia, exis e ambém a deslocação dos idosos pa a ou os locais da cidade pa a desen ol e em ou os ipos de a i idades. São equen es as deslocações em g upo ao Cen o de A es e Cul u a de Pon e de So e ao Tea o-cinema. Pa a se ealiza a audi o ia, o am c iados dois pe cu sos ( igu a 36), com base na in o mação o necida pela di e o a dos la es. Tal como no p imei o caso de es udo, os pe cu sos podem se ealizados com supe isão de um esponsá el do la ou indi idualmen e. Tendo em con a a a aliação ealizada segundo a audi o ia, es e caso de es udo encon a-se com classi icação global “Razoá el” (3,7), com bas an e p oximidade de “bom”. A maio ia dos indicado es nu e essa classi icação, nomeadamen e Supe ície de caminhada e Acessibilidade, T a essias, Ambien e ag adá el e limpo e Edi icado. A segu ança encon a-se insu icien e, po ém a Cone i idade e o Sen imen o de Segu ança de êm uma boa classi icação ( e Anexo B). Figu a 36 - Localização dos pe cu sos pe encen es aos La es San a Casa da Mise icó dia; on e: elabo ação p óp ia 1 2 Legenda: La 0 50 m 72 Pe cu so 1 O pe cu so 1 inda num g ande espaço de laze , designadamen e na Zona Ribei inha de Pon e de So . Es e pe mi e o usu u o de um i ness pa k, de um quiosque, de um an i ea o e de uma ex ensa á ea e de. Op ou-se po elaciona a Zona Ribei inha com o pe cu so 1 po mui o idosos a equen a em, de ido à p oximidade aos la es. Es e pe cu so é compos o somen e po dois segmen os ( ig. 37), que o iginam uma a aliação azoá el do pe cu so (3,8). De ido à p oximidade exis en e en e os la es e a Zona Ribei inha (260 m), o indicado Comp imen o en e a o igem e o des ino classi ica- se como excelen e. A localização cen al dos la es esul a numa g ande Mis u a de Usos, azendo com que es e indicado se encon e ambém excelen e. Segmen o 1 – Rua Vaz Mon ei o O segmen o 1 co esponde a uma po ção da Rua Vaz Mon ei o ( ig. 38) e encon a-se inse ido nos dois pe cu sos exis en es, po se o local onde se localizam os dois la es da San a Casa da Mise icó dia. Des a o ma, se á apenas analisado no pe cu so 1, embo a enha sido conside ado na a aliação inal de cada um dos pe cu sos. É delimi ado a no e pelos dois la es em causa e po edi ícios mis os, a sul po edi ícios esidenciais e mis os, a es e pela A enida Ma ginal e a oes e pela es an e ua Vaz Mon ei o. À semelhança da A enida da Libe dade, es e segmen o ambém pe ence às In aes u u as de Po ugal. De o ma a ealiza a audi o ia des e segmen o, op ou-se po a alia a supe ície de caminhada co esponden e à localização dos la es. Po se o que é mais u ilizado pelos u en es, bem como po esul a num aje o mais cu o pa a os pe cu sos em causa. Tendo em con a es a supe ície, obse a-se que ela é maio i a iamen e con ínua, sendo Legenda: 1 La 2 0 50 m Figu a 37 – Localização dos segmen os pe encen es ao pe cu so 1 dos La es San a Casa da Mise icó dia; on e: elabo ação p óp ia 73 apenas in e ompida po uma assaquia, com eduzida u ilização. O piso ap esen a alguns essal os causados pela aiz da única á o e exis en e, bem como alguns bu acos que não se e elam signi ica i os ao peão. Embo a uma pequena po ção do passeio de enha dimensão supe io à ecomendada po lei, a maio ia possui dimensão in e io . O mesmo acon ece com a la gu a li e, que em alguns locais possui menos de 1 m de passagem, impossibili ando uma cadei a de odas ou um anda ilho, po exemplo. O que in e e e na dimensão da la gu a li e é a eduzida dimensão o al do passeio nesses locais. A exis ência de pila e es e baias de segu ança ambém eduzem a la gu a li e e e elam-se obs áculos à caminhada. Pa a além des es, exis e um painel in o ma i o ela i o a uma loja de mó eis e peças pe encen es à mesma que se encon a a obs ui a passagem ( ig.39). Tendo em con a o e e ido, o indicado Supe ície de Caminhada e Acessibilidade encon a-se insu icien e. Como e e ido an e io men e, a supe ície de caminhada é in e ompida po uma assaquia. Es a, jun amen e com a passadei a exis en e en e o segmen o 1 e o 2 são as conside adas pa a o indicado T a essias, uma ez que in e e em di e amen e no aje o. A isibilidade exis en e nes es locais é má, pois apenas se consegue e eículos a cu a dis ância. No caso da a essia e e uada pela assaquia, a isibilidade é a e ada pelo edi icado exis en e, enquan o na passadei a é comp ome ida pelos eículos es acionados na aixa de odagem. Em ambos os casos, a solei a do lancil é supe io a 0,02m, esul ando em di iculdades se ias pa a peões com di iculdades mo o as. Apesa dis o, não exis em obs áculos que impeçam ou pe u bem a passagem. Conside ando odos os subindicado es, es e indicado encon a-se azoá el. Tal como o indicado an e io , o Ambien e Ag adá el e Limpo ambém se encon a azoá el. O espaço público necessi a de alguns cuidados ela i os à manu enção de esíduos e de e as ao longo de odo o segmen o. Exis e pouco mobiliá io u bano e pouca di e sidade do mesmo, esumindo-se a candeei os de iluminação pública e a dois bancos localizados jun o à á o e. Es a úl ima é a única ege ação exis en e em odo o segmen o, c iando alguma somb a onde ela se encon a. Toda ia, a maio ia do segmen o não de ém somb a na maio pa e do dia, uma ez que os edi ícios são os únicos que a p oduzem. São incon á eis os eículos que ci culam nes a ua, causando 74 algum uído. Toda ia é supo á el e não pe u ba de o ma signi ica i a o peão. A al u a li e encon a-se boa, sendo pouco p o á el comp ome e a passagem de algum peão. Embo a exis am alguns pila e es e baias de segu ança a, supos amen e, p o ege o peão, isso não acon ece de ido a se necessá io a deslocação pa a a aixa de odagem. Des a o ma, conside ou-se como se exis isse ausência de sepa ação en e o passeio e a aixa de odagem. A sinalização e ical encon a-se legí el e adequada, de o ma a se is a a longa dis ância pelo eículo e pelo peão. A elocidade máxima es ipulada é de 50km/h, con udo não é cump ida de ido à p oximidade a uma nacional com elocidade 90km/h.. Além dis o, a isibilidade nas a essias é má, como já oi e e ido. Tendo em con a es es subindicado es, a Segu ança encon a-se azoá el. A Cone i idade da á ea e elou-se azoá el. A mis u a de usos da en ol en e é bas an e di e si icada e o des ino inal localiza-se a uma cu a dis ância. As dimensões dos qua ei ões pe mi em encu a os aje os, de ido à in e seção de algumas uas. A in o mação é cla a e adequada e e e e-se ambém à en ol en e. Po ém exis em placas in o ma i as que causam poluição isual, po es a em mui o p óximas umas das ou as, quando a in o mação pode ia es a somen e numa. O Sen imen o de Segu ança classi icou-se como excelen e, po não exis i mobiliá io u bano andalizado nem azios u banos. Enquan o se caminha é equen e encon a população ao longo de odo o segmen o, em á ios pe íodos do dia. A maio ia da iluminação pública localiza-se nas achadas dos edi ícios, não in e e indo na passagem e iluminando de o ma adequada o local no pe íodo no u no. Tal como a A enida da Libe dade, mencionada na Á ea de Es udo 1, es e segmen o ap esen a g ande ca ência de eabili ação ao ní el do edi icado. A conse ação dos edi ícios é azoá el e mui os deles encon am-se de olu os. À exceção de um dos la es, nenhum edi ício pe mi e acessibilidade uni e sal. Embo a as achadas a i as co espondam apenas a duas lojas exis en es, odos os edi ícios de êm janelas pa a o espaço público. Pa a além dis o, exis e um edi ício esidencial que aquando a cons ução se ia um edi ício mis o, con udo a á ea do és-do-chão des inada a comé cio/se iços encon a-se apada com ijolo de o ma a impedi a en ada. 75 Pos o is o, o segmen o 1 possui uma a aliação o al azoá el e quando ao calcula a o alidade da á ea ocupada pelo au omó el, pelo peão e pelo e de, é cla o que o au omó el ocupa a maio ia do espaço público, 63,5%. O peão con ém apenas 35,9% e o e de 0,3%. Em consequência se á con abilizado pa a as p opos as de in e enção. ▪ Inqué i os à população A gene alidade da população inqui ida em idade supe io a 65 anos e é do sexo eminino. A o alidade dos inqui idos pensa não se necessá io ala ga os passeios, mesmo os mais es ei os, pois conseguem passa sem p oblemas. Con udo, quando in e ogados sob e a exis ência de obs áculos que condicionam o seu aje o, 100% da amos a espondeu exis i em obs áculos que de e iam se emo idos. Foi exemplo de obs áculo o ca az publici á io pe encen e à loja de mobiliá io. Pa a além da passadei a conside ada no indicado T a essias, exis em mais ês p esen es no segmen o, no en an o não o am con abilizadas po não se demons a em ele an es pa a o pe cu so. Conside ando a exis ência de ou as passadei as, os inqui idos pensam não se necessá io c ia uma no a, num local dis in o. Quan o à exis en e, odos acha am que a isibilidade e a má, de ido aos edi ícios e aos eículos es acionados na aixa de odagem. Reco dando que exis e apenas uma á o e em odo o segmen o, 80% da amos a acha que de e ia exis i mais ege ação e mais somb a, enquan o 20% pensa que a exis en e é su icien e. Embo a exis am apenas dois bancos, os inqui idos não eem necessidade em coloca mais mobiliá io u bano. Quan o à segu ança odo iá ia, oi quase unanime a opinião. 90% da amos a pensa que não exis e necessidade em eduzi a elocidade a que ci culam os eículos. Figu a 38 – Segmen o 1; on e: Google Maps Figu a 39 – Obs áculos ao peão; on e: p óp ia 76 De ido à exis ência de duas placas in o ma i as, a o alidade dos inqui idos c ê que não de e ia exis i mais in o mação, nem sob e o segmen o nem sob e a en ol en e. As achadas a i as encon am-se insu icien es na á ea, co espondem apenas a duas lojas. Mesmo assim, 80% da amos a acha que não é ele an e se em c iadas mais. Somen e 40% dos inqui idos ez comen á ios, no en an o a opinião oi coinciden e. Todos e e i am que é necessá io exis i mais somb a e mais ege ação, que é algo p io i á io em caso de in e enção. Segmen o 2 – A enida Ma ginal O segmen o 2 co esponde a uma po ção da A enida Ma ginal e é o úl imo pe encen e ao pe cu so 1 ( ig.40). Encon a-se delimi ada a no e pela es an e a enida, a sul pela Rua Vaz Mon ei o, a es e pelo espaço e de da Zona Ribei inha de Pon e de So e a oes e pelo La San a Casa da Mise icó dia, pela ua Damião de Góis e po edi ícios esidenciais e mis os. No início do segmen o exis em acessos à Zona Ribei inha. Po ém es e é ei o a a és de escadas, o que não é uncional nem segu o pa a a população em ques ão. Des a o ma, op ou-se po e mina o segmen o e consequen emen e o pe cu so jun o às Piscinas Municipais Descobe as, uma ez que o acesso se encon a assegu ado a a és de uma ampa. Assim, a deslocação do peão idoso se á acili ada. Pa a coloca o mé odo de audi o ia em p á ica, op ou-se po seleciona o lado da ua es e, de ido a exis i uma passadei a no inal do segmen o 1 que pe mi e a passagem imedia a pa a es e passeio. Caso se op asse pelo ou o lado da ua, não exis i ia uma passagem segu a pa a o peão, po não exis i mais nenhuma passadei a a é à en ada selecionada. A supe ície de caminhada analisada em uma dimensão o al supe io à ecomendada po lei. Po ém, o mesmo já não sucede com a la gu a li e. Es a encon a-se somen e com 1,20 me os, co espondendo apenas à medida ecomendada. Exis em candeei os de iluminação pública localizados em aixa de se iço, não se e elando um obs áculo à Figu a 40 – Segmen o 2; on e: Google Maps 77 passagem. O pa imen o es á ausen e de essal os, bem como de es as e bu acos. Assim, o indicado Supe ície de Caminhada e Acessibilidade possui uma boa pon uação. O indicado T a essias co esponde à passadei a exis en e en e o segmen o 1 e o 2. De ido a já e sido a aliado an e io men e não se á po meno izada nes e segmen o. Como em má isibilidade e a solei a do lancil é supe io a 0,02m, o indicado de ém uma a aliação azoá el. De odos os segmen os es e é o que possui mais ege ação em oda sua ex ensão, de ido à Zona Ribei inha. A somb a ge ada po es a p olonga-se po odo o dia, pe mi indo que es e segmen o es eja semp e à somb a. Apesa de se uma a enida, o uído causado pelos eículos não causa ans o no ao peão. O mesmo acon ece com os odo es, não exis em chei os desag adá eis. Pelo con á io, exis em odo es ag adá eis causados pela ege ação exis en e. O mobiliá io u bano no segmen o não é di e si icado nem em g ande quan idade. Só exis em candeei os de iluminação pública e o mu e e exis en e é u ilizado como banco po oda a população. Es e ansmi e segu ança quando u ilizado, po possui g adeamen o a ás. A manu enção do espaço público encon a-se cuidada, an o no segmen o como no espaço e de. Embo a exis a ege ação ao longo de odo o segmen o, não comp ome e a al u a li e do peão. Pois a poda encon a-se bem ei a, não ha endo amos nem copa a in e e i no espaço do peão. Ponde ando odos es es subindicado es, o indicado Ambien e Ag adá el e Limpo encon a-se com uma boa classi icação. A Segu ança é o indicado que em pio a aliação, encon ando-se insu icien e. A sepa ação en e o passeio e a aixa de odagem é e e uada a a és de es acionamen o. a isibilidade na in e seção é má, como já oi e e ido e a elocidade máxima de ci culação dos eículos é de 50km/h. Na gene alidade das ezes a elocidade de ci culação não a inge es e alo , po exis i em eículos es acionados dos dois lados da aixa de odagem, diminuindo o espaço de ci culação. A sinalização e ical é legí el a longa dis ância e in o ma a exis ência de passadei a, bem como a ob igação de cede passagem no en oncamen o. A Cone i idade é boa. O qua ei ão pe mi e ealiza á ios a alhos no aje o desejado, de ido aos á ios acessos à Zona Ribei inha. A mis u a de usos é mui o boa, de ido à 84 inúme as mon as, esul a numa boa classi icação quan o às achadas a i as. O único subindicado que se encon a des a o á el e não pe mi e que o odo alcance uma pon uação melho , é o acesso uni e sal. Es e não se encon a assegu ado, à exceção do edi ício pe encen e à Au o epa ada Simão San os. A maio ia dos indicado es es ão bem classi icados, à exceção da Segu ança e do Edi icado. Como al, esul am numa boa classi icação do segmen o e, consequen emen e, na ausência de p opos as de in e enção pa a o mesmo. Segmen o 5 – A . Manuel Pi es Filipe O segmen o 5 é o úl imo pe encen e ao pe cu so 2 e, como consequência, o úl imo do segundo caso de es udo. Co esponde a uma pequena pa e da A enida Manuel Pi es Filipe ( ig.45), mais especi icamen e desde a Rua Luís de Camões a é ao Cine-Tea o de Pon e de So . Des a o ma, é delimi ado a no e pela es an e a enida, a sul pela Rua Luís de Camões, a es e po edi ícios esidenciais, um edi ício come cial e o Cine-Tea o de Pon e de So . Po im, a oes e encon a-se o Ja dim Campo da Res au ação. A supe ície de caminhada a aliada co esponde ao passeio es e. Op ou-se po es a seleção po se encon a no lado co esponde ao equipamen o de in e esse pa a o pe cu so. Conside ando es e passeio, o indicado Supe ície de caminhada nu e boa classi icação. É o almen e con inuo e a sua dimensão o al é supe io à ecomendada po lei, possuindo mais de dois me os. Con udo a la gu a li e é um pouco mais eduzida, de ido à exis ência de caldei as de á o es e candeei os de iluminação pública que se localizam em aixa de se iço. De ido à exis ência des a aixa, o caminho encon a-se maio i a iamen e ausen e de obs áculos. Os únicos que exis em são duas caixas de ele icidade que se localizam jun o à achada de um edi ício e com bas an e p oximidade a uma caldei a. Is o di icul a a passagem de uma cadei a de odas, mas não a impossibili a. Além do que já oi e e ido, não exis em essal os signi ica i os no pa imen o e os bu acos e es as encon am-se o almen e ausen es. A única in e seção con abilizada pa a a audi o ia des e segmen o coincide com umas das a aliadas no segmen o an e io , nomeadamen e com a que se e de ligação en es Figu a 45 – Segmen o 5; on e: p óp ia 85 es es dois segmen os. A isibilidade é boa, mas não a inge a excelência de ido ao es acionamen o de alguns eículos ao longo da aixa de odagem que, po ezes, a di icul am. Não exis em obs áculos que di icul em ou impossibili em a passagem do peão nes e local, mas a co a solei a á-lo. Es a possui mais de 0,02m em ambos os lados. Quan o ao mobiliá io u bano, localizam-se candeei os de iluminação publica e caixas de ele icidade. A manu enção do espaço público é boa, embo a exis iam algumas e as. Tal como no segmen o an e io , conside ou-se a ege ação exis en e no ja dim, po in luencia o peão enquan o caminha. Além des a, exis e ambém ege ação a pa i de me ade do segmen o a é ao Tea o-Cinema. O segmen o é do ado de somb a du an e odo o dia, de ido à ege ação e aos edi ícios. Conside ando odos os subindicado es, o indicado Ambien e Ag adá el e Limpo possui uma classi icação. A elocidade máxima nes e segmen o é de 50km/h, e os eículos ge almen e não a ul apassam. Is o po que uma po ção da aixa de odagem é u ilizada como es acionamen o pa a eículos, que se encon a ocupada du an e o dia. Es a impossibili a a passagem de dois au omó eis ao mesmo empo, azendo com que ambos diminuam a elocidade e um seja ob igado a pa a . Es e es acionamen o se e ainda de sepa ação en e o passeio e a aixa de odagem, uma ez que es a não é assegu ada de ou a o ma. A sinalização e ical encon a-se bem colocada e legí el a longa dis ância. À semelhança da maio ia dos indicado es, a Cone i idade ambém se encon a boa. É possí el diminui os aje os de ido à á ea a e a a espaço público, nomeadamen e no Ja dim Campo da Res au ação. A mis u a de usos é excelen e, embo a o único edi ício des inado a comé cio/se iços se encon a de olu o. A in o mação ambém é boa, mas apenas se e e e ao segmen o, não azendo e e ência à en ol en e. Na en ada do Cine-Tea o encon a-se semp e pan le os in o ma i os das a i idades desen ol idas no edi ício du an e o mês. Es a encon a-se semp e legí el e a ualizada. As caixas de ele icidade exis en es não se encon am andalizadas e não exis em azios u banos no segmen o nem na en ol en e p óxima. A iluminação exis en e cob e as necessidades no pe íodo no u no. De ido à p oximidade ao Tea o-Cinema, ao pa que de es acionamen o exis en e em en e a es e edi ício e à au o epa ada, bem como há exis ência de á ios edi ícios esidenciais na p oximidade, es e segmen o con a com a 86 p esença de mui a população ao longo do dia. Des a o ma, o indicado Sen imen o de Segu ança possui boa classi icação. Os edi ícios p esen es nes e segmen o encon am-se em bom es ado de conse ação, sendo apenas necessá io p ocede a ob as de ácil esolução. A maio ia pe mi e o acesso a odos os peões e êm janelas e a andas di ecionadas pa a o espaço público. En e odos os edi ícios só um é que se encon a de olu o, co espondendo a um edi ício come cial, onde se localiza a uma ou i esa ia. Quan o às achadas a i as, conside a am- se como excelen es de ido à p esença do ja dim que in luencia mui o o segmen o. Todos os indicado es an e io men e expos os esul am numa boa a aliação do segmen o. Des a o ma, não se á al o de p opos as de in e enção. 3.2.3. Cen o Comuni á io de T amaga O e cei o caso de es udo diz espei o ao Cen o Comuni á io de T amaga. Es e é uma Ins i uição Pa icula de Solida iedade Social que se localiza na União de F eguesias de Pon e de So , T amaga e Vale de Aço . Mais conc e amen e na A enida 11 de Julho, em T amaga. Delimi a a no e com a Rua 5 de Ou ub o, a sul com a A enida de Julho, a es e com o Ja dim de In ância e a oes e com a Escola Básica. As ins alações des a ins i uição o am inaugu adas em 2006 e uncionam como Cen o de Dia pa a idosos, apoio domiciliá io, e ei ó io escola e can ina social. A ualmen e as ins alações encon am-se em p ocesso de ampliação pa a passa a e capacidade pa a hospeda u en es 24h po dia, uncionando como la esidencial. Encon am-se insc i os 32 u en es no Cen o de Dia. Além disso, p es am apoio a 51 pessoas ao domicílio, p epa am 60 e eições diá ias pa a as escolas e auxiliam 12 amílias eco endo à Can ina Social. Ao con á io dos la es, es e cen o não em população em lis a de espe a e ainda de ém duas agas. O Cen o de Dia eco e a um animado Sociocul u al, uma ez po semana, pa a desen ol e a i idades despo i as e isio e apêu icas com os idosos. De duas em duas semanas são ealizados abalhos manuais, eco endo a olun a iado. De o ma a comba e o isolamen o e es imula o con ício en e os idosos e a população, os olun á ios da Associação Caminha isi am o espaço com equência. Além disso, nas da as es i as os u en es deslocam-se às es as e a i idades desen ol idas a im de 87 pa icipa nas mesmas. São exemplos disso a pa icipação no des ile de ca na al, na que messe com os abalhos manuais que ão sendo ealizados ao longo do ano, no piquenique ao “San o da Amiei a”, na ealização de sa dinhada pa a os amilia es dos u en es aquando dos San os Popula es, ealização do magus o e uma es a de na al que se conc e iza odos os anos. Os u en es equen am apenas o ja dim c iado ecen emen e e deslocam-se somen e pelas uas ci cundan es ao Cen o de Dia, a sabe : Rua do Comé cio, Rua 5 de Ou ub o, Rua 25 de Ab il e A enida 11 de Julho. Tendo em conside ação es a in o mação, o am c iados dois pe cu sos ( ig.46) pa a ealiza a audi o ia. A conjugação dos esul ados ob idos em cada um deles esul a na a aliação global do caso de es udo, sendo ela azoá el. São de salien a os indicado es com melho classi icação (bom), sendo eles T a essias, Cone i idade, Sen imen o de Segu ança e Edi icado. O indicado com pio classi icação é Segu ança que se quali icou como “péssimo”. Os es an es encon am-se azoá eis ( e Anexo B). Pe cu so 1 O qua ei ão onde se inse e o la co esponde ao pe cu so 1, po se o mais equen ado pelos idosos que se encon am insc i os no Cen o de Dia. É delimi ado a no e pela Rua 5 de Ou ub o, a sul pela A enida 11 de Julho, a es e pela Rua do Comé cio e a oes e pela Rua 25 de Ab il. Des a o ma, não es á associado a nenhum equipamen o nem nenhuma a i idade, mas sim ao pe cu so mais ealizado pelos idosos. Pa a acili a e o alece a análise, o pe cu so oi di idido em 4 segmen os (1,2,3 e 4), como se pode e i ica na igu a 47. Cada um co esponde a uma das uas que delimi a o qua ei ão, de ido às ca a e ís icas dispa es de cada uma. Todos es es possuem uma Figu a 46 - Localização dos pe cu sos pe encen es ao Cen o Comuni á io; on e: elabo ação p óp ia Legenda: 1 La 0 20 m 2 88 excelen e mis u a de usos e uma boa classi icação no indicado Comp imen o en e a o igem e o des ino, de ido à dis ância o al do pe cu so se 370 me os. Como esul ado da a aliação inal de cada um des es segmen os, a classi icação global do pe cu so 1 é azoá el, podendo se melho ada. Segmen o 1 – A enida 11 de Julho i A A enida 11 de Julho encon a-se associada à ua p incipal da T amaga e co esponde ao p imei o segmen o do pe cu so 1. Con udo não inclui oda a a enida, mas apenas o agmen o desde o c uzamen o des a com a Rua do Comé cio a é ao c uzamen o des a com a Rua 25 de Ab il ( ig. 48). Pa a se e e ua a análise do segmen o, op ou-se pela supe ície de caminhada oes e, coinciden e com o Cen o Comuni á io. A dimensão dos passeios a ia ao longo da A enida. Em en e ao Ja dim de In ância de T amaga os passeios são um pouco mais la gos, uma ez que a sua cons ução é ecen e. Con udo, na maio ia do segmen o os passeios de êm dimensões in e io es à ecomendada po lei. O piso encon a-se com alguns bu acos, não signi ica i os à caminhada, bem como alguns essal os não pe u bado es à mesma. À medida que se ai pe co endo o segmen o, encon am-se alguns obs áculos que se e elam p ejudiciais à segu ança de um peão com algumas limi ações. São exemplo, as p o eções exis en es em en e à Escola Básica e ao e eno do u u o la ( ig.49). Es as localizam-se a meio do passeio, azendo com que uma pessoa com canadianas, cadei a de odas, anda ilho ou ca inho de bebé não consiga passa e enha de se desloca pa a a aixa de odagem, a im de con o na o obs áculo. Tendo em con a o expos o, o indicado ela i o à supe ície de caminhada encon a-se a aliado como “ azoá el”. Figu a 47 - Localização dos segmen os pe encen es ao pe cu so 1 do Cen o Comuni á io; on e: elabo ação p óp ia Legenda: 1 0 20 m Cen o Comuni á io 2 3 4 89 Es e segmen o, con a com duas passadei as, uma em en e ao Cen o Comuni á io e ou a em en e à Escola Básica. Em ambas, a isibilidade é boa. Embo a po ezes seja comp ome ida pelos caixo es do lixo e/ou pelos ca os es acionados na aixa de odagem. Não exis em obs áculos à passagem e a sua legibilidade é mui o boa. A acessibilidade exis en e en e o passeio e a passadei a não se encon a adequada, o lancil possui uma solei a supe io a 0,02m, podendo c ia si uações c í icas pa a peões com maio es di iculdades mo o as. Toda ia, o indicado T a essias con ém uma boa classi icação, de ido à quase o alidade dos subindicado es com boa e mui o boa classi icações. Ao con á io de mui os segmen os já analisados, o indicado Ambien e Ag adá el e Limpo possui uma boa classi icação. Nes e segmen o encon am-se uma pa agem de au oca o, que assegu a a ligação en e a cidade de Pon e de So e es a eguesia, candeei os de iluminação pública e caixo es de esíduos u banos. A manu enção do espaço é mui o boa, não exis em e as nem lixo ao longo do segmen o. Os odo es são ag adá eis a quem caminha, p incipalmen e na p ima e a de ido à exis ência de a bo ização com lo . A maio ia des a não se localiza no espaço público, po ém in luencia o peão e p oduz g ande pa e da somb a exis en e, de ido à p oximidade ao passeio. De odos os indicado es, Segu ança é o único que ap esen a uma classi icação insu icien e. Não exis e sepa ação en e o passeio e a aixa de odagem, o que nes e caso ep esen a pe igo ao peão, po e de se desloca pa a a aixa de odagem ou ansi a jun o à mesma. A elocidade máxima pe mi ida é de 50km/h, po ém não é espei ada, mesmo com a exis ência de lombas e passadei as al eadas. A sinalização e ical ap esen a-se em local adequado, mas ligei amen e ilegí el, sob e udo o sinal que indica a exis ência de duas passadei as. Em con apa ida, o Sen imen o de Segu ança encon a-se com uma boa classi icação. Não exis em azios u banos p óximos nem mobiliá io andalizado. Além dis o, é equen e encon a população em quase odo o segmen o. Es a é maio i a iamen e idosa, de ido à p esença do Cen o Comuni á io e a se um local mui o equen ado pa a con í io. A população mais jo em e em idade a i a equen a o espaço ge almen e de 90 manhã e ao im da a de, de ido ao ho á io de uncionamen o do Ja dim de In ância e da Escola Básica. O espaço ex e io pe encen e ao Cen o de Dia pode se acedido pela Rua 5 de Ou ub o ou pela A enida 11 de Julho. Des a o ma, é pe mi ido aos u en es c ia a alhos e diminui a dis ância do qua ei ão. Mesmo não conside ando es e a alho, o qua ei ão possui uma boa dimensão. A in o mação exis en e é legí el e es á em local adequado, po ém não az e e ência ao que se pode encon a na en ol en e. Aliando es es subindicado es ao Comp imen o en e a o igem e o des ino e Mis u a de Usos, em-se como esul ado uma boa classi icação no indicado Cone i idade. Po im, o indicado Edi icado classi ica-se como “bom”, mas mui o p óximo da classi icação acima. Os edi ícios são odos de um piso e acessí eis a oda a população. A g ande maio ia possui isibilidade pa a o ex e io , a a és de janelas. A sua conse ação é mui o boa e não exis em edi ícios de olu os. O que impossibili a que es e indicado a inja a classi icação máxima é o ac o de não exis i em achadas a i as em odos os edi ícios. Ponde ando odos os indicado es e espe i os subindicado es, o segmen o 1 ap esen a uma boa classi icação, não sendo al o de p opos as. Segmen o 2 – Rua do Comé cio O segmen o 2 co esponde a uma ação da Rua do Comé cio, conc e amen e desde a A enida 11 de Julho a é à Rua 5 de Ou ub o ( ig.50). A supe ície de caminhada al o de a aliação oi a que se localiza jun o ao Ja dim de In ância, po se o mais u ilizado pela população. Do lado opos o encon a-se a Jun a de F eguesia de T amaga, bem como uma pequena á ea e de pe encen e à mesma. Figu a 48 – Segmen o 1; on e: p óp ia Figu a 49 – Obs áculo à passagem; on e: p óp ia 91 O passeio pe encen e a es e segmen o ap esen a dimensão in e io à ecomendada po lei, ao con á io do passeio opos o. O mesmo acon ece com a la gu a li e, po co esponde à dimensão o al. Não exis em bu acos nem essal os no piso que di icul em a caminhada. Além dis o, o segmen o encon a-se ausen e de obs áculos na sua maio ia, exis indo apenas um sinal de “STOP” que pode aze com que seja necessá io um ligei o des io, não sendo necessá ia a deslocação pa a a aixa de odagem ( ig.51). Des a o ma, o indicado Supe ície de Caminhada e Acessibilidade encon a-se azoá el. Não exis em in e seções nes e segmen o, embo a mui a da população a a esse a aixa de odagem des e pa a o ou o passeio. Con udo isso não oi con abilizado po não aze pa e do pe cu so em ques ão. Assim, o indicado T a essias não oi con abilizado na audi o ia. Tal como o p imei o indicado , o Ambien e Ag adá el e Limpo ambém se encon a azoá el. Is o po que ca ece de mobiliá io u bano e não exis e somb a du an e a maio pa e do dia. Con udo, os odo es p esen es são ag adá eis, a manu enção é excelen e e não exis e uído. Pa a além dis o, exis e ege ação (a bus os) em odo o segmen o. Es a localiza-se den o da á ea do Ja dim de In ância, po ém in luencia di e amen e o peão, o nando o segmen o mais acolhedo . A segu ança me ece a enção edob ada, uma ez que se encon a insu icien e. Não exis e sepa ação en e a aixa de odagem e o passeio, ao con á io do lado opos o da ua que de ém es acionamen o. Po ém, à pa ida, não exis e pe igo de ido a não se em e e uados des ios pa a a aixa de odagem. A elocidade máxima é de 50km/h, mas ge almen e é mais eduzida, de ido à p oximidade a dois c uzamen os. O sinal de “STOP”, sendo a única sinalização exis en e, encon a-se legí el e em local adequado pa a o au omó el o isualiza . Ao longo do segmen o não é possí el encu a dis âncias, de ido às ca a e ís icas do qua ei ão. No en an o, a dimensão do mesmo é boa. Também não exis e in o mação em elação à en ol en e. Es es subindicado es, jun o com a Mis u a de Usos e com o Comp imen o en e a O igem e o Des ino, azem com que a Cone i idade seja azoá el. 92 O indicado Sen imen o de Segu ança ambém se classi ica como “ azoá el”. Embo a seja possí el encon a população du an e o dia, não é equen e. A maio ia des a é idosa e u iliza o espaço apenas como passagem, de ido a não exis i mobiliá io pa a se ixa . Não exis em azios u banos no segmen o e a iluminação pública cob e o local. Apesa de só exis i um candeei o de iluminação pública no passeio opos o consegue cump i o desejado de ido à eduzida dimensão des e segmen o. De ido à sua dimensão, os únicos edi ícios con abilizados pa a análise dizem espei o ao Ja dim de In ância e à Jun a de F eguesia. Como al, a escala humana é excelen e, de ido a só possuí em um piso. A sua conse ação ambém é mui o boa, não ha endo necessidade de al e ações. Não exis em edi ícios de olu os e odos êm elação isual com o segmen o. Exis em achadas a i as ao longo de odo o segmen o, po se possí el encon a população no espaço ex e io da escola e no espaço e de jun o à jun a de eguesia. Des a o ma, o segmen o 2 classi ica-se como “Razoá el”. Além da audi o ia, o am analisadas as á eas a e as ao au omó el, ao peão e ao e de pe cebendo-se que o au omó el ocupa mais de me ade da á ea (66%), deixando somen e 34% do o al pa a o peão usu ui . Quan o ao e de, não oi con abilizado pa a es a es ima i a, po não se encon a em espaço público. Em consequência, i á se conside ado pa a ealização de p opos as de in e enção • Inqué i os à população Ao inqui i a população p esen e no espaço público, pe cebe-se que a g ande maio ia (80%) pensa se necessá io ala ga os passeios. A mesma pe cen agem acha que não exis em obs áculos que obs uam a passagem. O eduzido núme o de população (20%) que espondeu exis i obs áculos, e e ia-se ao sinal e ical de “STOP” que pensa se necessá io ecolocá-lo nou o local. Figu a 50 – Segmen o 3; on e: p óp ia Figu a 51 – Obs áculo ao peão; on e: p óp ia 93 Quando inqui idos sob e a necessidade de coloca uma passadei a num local à escolha, 90% espondeu não acha ulc al isso acon ece . Os 10% que acham que az al a mais uma passadei a pa a aumen a a segu ança do peão, pensa que de e ia se c iada no p esen e segmen o, e e uando a a essia en e o edi ício da Jun a de F eguesia e o Ja dim Escola. A isibilidade é excelen e, endo em conside ação 100% dos inqué i os. Não exis em obs uções à mesma que di icul em ou o nem a passagem insegu a. O mesmo acon ece com a ege ação e/ou necessidade de c ia somb a. Toda a população al o de inqué i o isou a necessidade de somb a nes e segmen o. Quan o à colocação de mobiliá io u bano as espos as já não o am unanimes. 60% acha que de e iam se colocados bancos ao longo do espaço. De ido à eduzida dimensão do segmen o e à exis ência de c uzamen os/en oncamen os, 90% dos inqui idos acha que não exis e necessidade de eduzi a elocidade, pois os eículos não ci culam a elocidades ele adas. Os 10% que pensa se necessá io eduzi é po que andam com mui a equência de bicicle a e po isso coexis em com os au omó eis no mesmo espaço. O único indicado que não ge ou consenso oi a in o mação. Me ade acha que de e ia exis i mais in o mação em elação ao que se pode encon a na p oximidade. No en an o a ou a me ade pensa que os cidadãos já conhecem odos os locais. As achadas a i as o am conside adas impo an es pa a 70% da amos a. Es es pensam que de e iam exis i mais achadas pa a dinamiza não só o segmen o, mas ambém a á ea en ol en e. Po im, somen e dois inqui idos quis e e ua comen á ios. Es es co espondem às duas pessoas que cos umam anda de bicicle a nes a á ea. Como al, pedi am que osse ins alado um es acionamen o de bicicle as pa a que possam deixa es es eículos num local segu o. 100 Segmen o 5 – A enida 11 de Julho ii Pa a se e e ua a audi o ia, op ou-se pela supe ície de caminhada a es e, pela passagem se e e uada numa passadei a. A maio ia da á ea pe encen e a es e segmen o oi al o de equali icação, coincidindo com a á ea de laze ( ig. 55). No en an o, a dimensão dos passeios não se encon a com a dimensão ecomendada po lei. O pa imen o não ap esen a bu acos nem essal os, oda ia alguma da sinalização e ical exis en e impede a passagem de peões em cadei a de odas, com canadianas, anda ilhos ou ca inhos de bebé ( ig. 56). Des a o ma, a Supe ície de Caminhada e Acessibilidade encon a-se azoá el. À medida que se pe co e es e segmen o, encon am-se duas in e seções. Uma diz espei o à passadei a exis en e e ou a a um en oncamen o exis en e en e a A enida 11 de Julho e um caminho u al. Es a não possui passadei a, po ém não exis e necessidade de exis i , uma ez que são quase nulos os eículos que se deslocam pa a o caminho em ques ão. Em ambos os casos, não exis em obs áculos à passagem e a isibilidade é excelen e. A legibilidade da passadei a é mui o boa. Con udo a co a solei a dos lancis exis en es nes as in e seções é supe io a 0,02m. Es a e ela-se mais p ejudicial a in e seção que pe mi e o acesso ao ja dim, po se supe io a 0,20 me os. Ao ponde a odos os subindicado es an e io men e mencionados, o indicado T a essias nu e uma boa classi icação. O mobiliá io u bano exis en e concen a-se na á ea do ja dim, sendo bas an e di e si icado. São obse á eis ecopon os, um caixo e do lixo, bancos de ja dim, um bebedou o, mesas de me endas, equipamen o despo i o, um pa que in an il e candeei os de iluminação pública. Os odo es não são desag adá eis em odo o pe cu so e a al u a li e não se encon a comp ome ida em nenhum local. Exis e somb a ao longo de odo o pe cu so, na maio pa e do dia, que é p opo cionada pela a bo ização exis en e. O espaço público encon a-se cuidado na maio ia do segmen o, con udo jun o aos ecopon os o mesmo não se e i ica. É isí el a exis ência de plás ico e ca ão jun o aos mesmos. Assim, o Indicado Ambien e Ag adá el e Limpo possui uma boa classi icação. 101 O indicado Segu ança encon a-se insu icien e. Não exis e sepa ação en e o passeio e a aixa de odagem. A elocidade máxima de 50km/h não se adequa ao local nem é espei ada pelos eículos, mesmo com a p esença de inúme as lombas na p oximidade. Po im, a sinalização e ical encon a-se um pouco ilegí el, quando indicada a exis ência de duas passadei as. A Cone i idade des e segmen o encon a-se excelen e. A mis u a de usos exis en e é a iada, a in o mação sob e os equipamen os despo i os e in an il é excelen e, o comp imen o en e a o igem e o des ino é excelen e e a dimensão do qua ei ão pe mi e encu a os aje os, de ido à inexis ência de edi icado na sua gene alidade. É equen e encon a população ao longo de odo o segmen o, embo a a maio ia se concen e na á ea de laze . É um local que pe mi e que as pessoas se ixem em á ios momen os do dia, sal o no e ão, po que a empe a u a não pe mi e. As aixas e á ias são bas an e di e si icadas, de ido aos equipamen os o necidos. Jun o ao pa que in an il su gem c ianças, ge almen e acompanhadas po idosos. No equipamen o despo i o encon a-se população em idade a i a, bem como idosos. Pode assim dize - se que é um espaço mul ige acional, que ab ange população dos oi o aos oi en a. A iluminação ambém é excelen e, não emi indo luz em demasia pa a o local, mas pe mi e isualiza um os o a menos de 10 me os de dis ância. Além dis o, é um espaço a a i o que se encon a ausen e de azios u banos e de mobiliá io andalizados. Como al, o indicado Sen imen o de Segu ança alcança uma excelen e classi icação. O segmen o 5 encon a-se ausen e de edi ícios na sua maio ia. Localizam-se apenas a Ig eja e a Casa Mo uá ia de T amaga. Po ém, exis e g ande p oximidade ao Ja dim de In ância e à Jun a de F eguesia. Des a o ma, a a aliação do indicado Edi icado em em conside ação os edi ícios an e io men e mencionados, bem como o espaço do ja dim. A o alidade dos edi ícios possui apenas um piso e são o almen e acessí eis a odos os peões. A sua conse ação é mui o boa, sal o a ig eja que ap esen a algumas lacunas. A maio ia deles de ém janelas pa a o ex e io , que pe mi em isualiza o espaço público. Embo a nem odos sejam de en o es de achadas a i as, a maio ia do segmen o pe mi e a con i ência en e população, sendo um espaço a i o. Des a o ma, es e indicado encon a-se bom quan o à sua classi icação inal. 102 Como já oi e e ido an e io men e, es e segmen o em uma boa classi icação inal, não sendo conside ado nas p opos as. 3.2.4. Ponde ação de inqué i os Op ou-se po ealiza uma ponde ação dos inqué i os ealizados e mencionados ao longo da análise po se acha ele an e exis i uma compa ação dos mesmos com os esul ados ob idos a a és da audi o ia. Des a o ma, p e ende-se c ia uma con on ação en e a opinião da população que equen a o espaço público e os esul ados do mé odo u ilizado, a im de pe cebe a ligação exis en e en e ambos. Ao compa a as espos as dos inqué i os com os esul ados ob idos a a és da audi o ia, pe cebe-se que a maio ia é coinciden e ( abela 5). São de des aca as pe gun as 1.1, 2.1 e 2.2 que se encon am coinciden es com a audi o ia em odos os segmen os al o de p opos as. Des a o ma, os inqui idos pensam que os passeios de iam se ala gados e não exis e necessidade em c ia uma passadei a em nenhum segmen o, al como o mé odo p e iu. As espos as ela i as à necessidade de coloca mobiliá io u bano coincidem 50% com o mé odo de a aliação. Em mui os casos, a a aliação dos segmen os indicou que se ia necessá io p ocede à colocação de mobiliá io. No en an o, a população, na maio ia dos casos, não sen e essa necessidade, po que econhece não se possí el coloca mobiliá io nos passeios exis en es, de ido à sua eduzida dimensão. Assim, mui os dos inqui idos não deseja que não seja colocado mobiliá io, apenas econhece di iculdade na execução. Além disso mui a da população, es á habi uada a u iliza o local apenas como passagem e não coloca a hipó ese de se ixa no mesmo usu uindo espaço público. O mesmo acon ece com a ege ação, nos casos em que a amos a e e e não necessi a de ege ação no local é po sabe que não exis e luga pa a a implan a . Toda ia, em alguns casos ambém sucede o con á io. A audi o ia e ela que não é necessá ia mais ege ação nos segmen os, con udo a população pensa se ele an e coloca mais. Figu a 55 – Á ea de laze ; on e: p óp ia Figu a 56 – Obs áculo à passagem; on e: p óp ia 103 Nes es casos, os inqui idos e e em-se à implan ação de mais ege ação pa a o na o local mais a a i o e acolhedo e não po acha em que exis e pouca. Quan o ao subindicado Velocidade, exis e ambém alguma discó dia en e os inqué i os e o mé odo (37%). Con udo is o é explicado pela o ma como oi e e uada a a aliação da audi o ia e a análise da população. O mé odo conside ou a elocidade pe mi ida pela sinalização odo iá ia e não a elocidade a que ealmen e ci culam os eículos. Enquan o a população ela ou a sua expe iência quo idiana, e e indo se os au omó eis ci cula am ou não a elocidades supe io es ao que pensam que de e iam ci cula . Des a o ma, as a aliações nem semp e coincidem. As espos as que ge a am mais con li o es ão elacionadas com os subindicado es In o mação e Fachadas A i as. Quando, segundo o mé odo, é necessá io c ia mais achadas a i as a população pensa não se necessá io. C eio que isso acon ece po não en ende em a capacidade que es as de êm na caminhada e na dinâmica que causam no espaço público e a quem o equen a. Quan o à in o mação, em alguns segmen os mui a população pensa não se necessá ia, po odos os esiden es conhece em os locais que se podem equen a na cidade e nas eguesias. Con udo, não conside am que Pon e de So possui cada ez mais população que não conhece a cidade e se ia mais an ajoso e p á ico exis i in o mação ela i a ao que se pode encon a nela. Toda ia, o con á io ambém sucede. Is o é, em alguns casos o mé odo diz não se necessá io mais in o mação, po se encon a boa e a população pensa que de e ia exis i mais in o mação ela i a à en ol en e e não apenas ao que se encon a ao longo do segmen o. Pos o is o, em mui os dos casos em que a audi o ia u ilizada e as espos as dos inqué i os não coincidiam, acaba po e ela alguma compa ibilidade. Is o po que a população inqui ida po ezes não esponde o que ealmen e pensa à ce ca das necessidades do segmen o, mas sim o que acha que pode ia esul a ou não nos locais em ques ão. 104 3.3. Es udos de caso – P opos as de in e enção Após se desc i a e analisada a si uação a ual dos ês casos de es udo, i ão se e e uadas as p opos as de in e enção pa a os segmen os com a aliação inal igual ou in e io a “Razoá el”. Es as in e enções o am pensadas de aco do com os esul ados ob idos a a és da audi o ia, de obse ação di e a dos locais em es udo e com base na opinião da população, que se encon a exp essa nos inqué i os. P e ende-se com is o melho a a classi icação inal de cada segmen o e consequen emen e de odo o pe cu so, a im de melho a a qualidade do espaço público pa a um peão idoso caminha . É de salien a que a gene alidade das in e enções e e em conside ação a ua como um odo, e não somen e a supe ície de caminhada al o de a aliação. Is o po que em quase odos os casos jus i ica-se uma in e enção global e não exclusi amen e ao ní el do segmen o. Além dos desenhos ap esen ados dos segmen os an es da p opos a e após a p opos a, op ou-se po seleciona pa a es ima i a o çamen al os segmen os que se encon a am com pio a aliação na audi o ia. Assim, o am selecionados ês, um po caso de es udo. Nomeadamen e, o segmen o 12 pe encen e ao La Casa dos A ós, o segmen o 1 e e en e aos La es San a Casa da Mise icó dia e o segmen o 3 ela i o ao Cen o Comuni á io de T amaga. Pa a conc e iza es e o çamen o, escolheu-se e e ua uma es ima i a de um alo ap oximado po in e enção. Con udo o alo não co esponde na o alidade à ealidade uma ez que não o am conside ados alguns cus os, como po exemplo os sis emas de ega necessá ios. 3.3.1. La Casa dos A ós Pe cu so 1 Pe gun as inqué i o Segmen o 2 Segmen o 6 Segmen o 11 Segmen o 12 Segmen o 1 Segmen o 2 Segmen o 3 Segmen o 4 1.1.Necessidade ala ga passeios 100% 1.2. Exis ência de obs áculos 88% 2.1. Necessidade de passadei a ---- ---- ---- ---- 100% 2.2. Visibilidade exis en e ---- ---- ---- ---- 100% 3.1. Necessidade de ege ação e/ou somb a 88% 3.2. Necessidade de mobiliá io u bano 50% 4.1. Necessidade de eduzi a elocidade 63% 5.1. Necessidade de mais in o mação 38% 6.1. Necessidade de c ia achadas a i as 38% La es San a Casa da Mese icó dia Cen o Comuniá io de T amaga La Casa dos A ós Respos as coinciden es (%) Tabela 5 – Coincidência de espos as en e os inqué i os e e uados à população e o mé odo de audi o ia pedonal, em pe cen agem; on e: elabo ação p óp ia 105 Segmen o 2 – Rua de San o An ónio Reco endo à a aliação do mé odo e aos inqué i os e e uados à população, o am encon ados os pon os que de em inco po a a p opos a. Es es passam pelo aumen o da dimensão dos passeios, colocação de mobiliá io u bano, mais conc e amen e de bancos e caixo es do lixo, manu enção do espaço público, implan ação de ege ação, c iação de um bu e , c iação de achadas a i as, c iação de in o mação ela i a à en ol en e e, po im, ga an i o acesso uni e sal a odos os edi ícios e a essias. De ido à g ande ex ensão des e segmen o, o desenho da p opos a oi di idido em dois, pa a acili a a sua isualização e comp eensão (desenhos 1 e 2). A p eocupação p imo dial nes a in e enção passa a po aumen a os passeios (a e melho nos desenhos), pa a que a população não i esse de se desloca pa a a aixa de odagem. Pa a ealiza es e aumen o e e de se conside a a dimensão da aixa de odagem, bem como o ac o de não se pode e i a a o alidade do es acionamen o exis en e, pois os esiden es não êm onde deixa o seu eículo p i ado na en ol en e. Des a o ma, a melho opção passou po aumen a os passeios pe encen es ao segmen o analisado. Con udo, a p opos a comp eendeu oda da ua e, como al, alguns dos passeios a es e o am ala gados jun o aos c uzamen os e en oncamen os com o in ui o de aumen a a isibilidade do peão quando e e ua a a essia. Com es e aumen o o pa imen o i á se subs i uído e, consequen emen e, deixa á de exis i bu acos e essal os no piso. Pa a além disso, es e aumen o eduz a ia de ansi o des inada aos eículos que po sua ez eduz a elocidade dos mesmo. Pa a e e i amen e se man e os es acionamen os exis en es, op ou-se po c ia luga es com 2,10 me os de la gu a po 13 me os de comp imen o, sepa ados po a bo ização. Es a sepa ação p e ende se c iada apenas no início e im da ua, po já exis i a bo ização a meio, coinciden e com o pa que de es acionamen o equali icado. As medidas u ilizadas pa a a c iação de es acionamen o jun amen e com o aumen o dos passeios, esul a numa ia de ci culação com 3,3 me os, espei ando o PDM. Pa a além dos es acionamen os c iados, p e ende-se a c iação de um luga a e o a ca gas e desca gas que se localiza -se-á jun o a um a mazém exis en e, que ecebe o necedo es com equência. 106 A a és da colocação de a bo ização ao longo dos es acionamen os e com a c iação de um pa kle jun o ao Cen o de Con í io pa a Re o mados, p e ende-se inco po a o elemen o ege ação nes a ua, bem como c ia locais de laze que ixem a população. Es e encon a a-se p a icamen e ausen e e com es a in odução aumen a á o con o o do peão enquan o caminha, bem como in luencia á a empe a u a no local. Es e úl imo ep esen a g ande impo ância de ido às ele adas empe a u as no e ão. O pa kle an e io men e mencionado con a á com can ei os em odos os seus lados, deixando apenas um espaço des inado à en ada/saída do espaço. Pa a ge a somb a, e á uma pé gula que ab ange me ade da á ea des e mobiliá io. Debaixo des a, encon a -se-ão bancos pa a descanso. No lado apos o, p e ende-se a colocação de uma mesa de xad ez/damas pa a usu u o de oda a população. Além dis o, con a á com um es acionamen o pa a bicicle as, uma ez que mui a da população que equen a o cen o de con í io se desloca eco endo a es e modo de anspo e, não possuindo nenhum local ap op iado pa a o coloca . Coloca-se ainda a ques ão ela i a às peças de xad ez/damas, uma ez que es e espaço não as o nece. Con udo, pensou-se que pode iam se esponsabilidade do Cen o de Con í io e da população. Ou seja, o cen o pode ia e es es elemen os pa a o nece aos seus u en es, bem como a população pode ia le a as suas peças pa a usu ui do espaço. Os candeei os de iluminação pública ambém so em al e ação. Pa a além de se p e ende oca os exis en es po candeei os mais económicos, como se em ei o nas á eas ecen emen e equali icadas, deseja-se muda a sua localização. Com o aumen o dos passeios es e mobiliá io pode acompanha a deslocação do mesmo, ampliando a la gu a li e pa a deslocação do peão. Também os caixo es de esíduos u banos so em al e ação na sua localização, de o ma a deixa em de se conside ados como um obs áculo à isibilidade do peão. Assim, deseja-se que se localizem a sul das passadei as, de ido aos eículos ci cula em no sen ido no e-sul. Além dis o, p e ende-se que os ecopon os exis en es sejam ocados po uns mais acessí eis a oda a população, nomeadamen e a c ianças e de icien es mo o es que não conseguem alcança o local de deposi o de esíduos sujei os a eciclagem. 107 Pa a acili a o acesso en e as passadei as e os passeios, bem como nas a essias sem passadei a, deseja-se que o passeio seja ebaixado nesses locais. A al u a do lancil nesses locais de e se p óxima de ze o e de e possui uma zona de ampa e espei a as medidas es abelecidas no Dec e o-Lei nº 163/2006. Além disso, de e -se-á coloca pa imen ação ác il pa a a população cega ou idosos com di iculdades isuais. Como a dimensão dos passeios não pode se mais aumen ada de ido à ex ensão da aixa de odagem se encon a no limi e, o acesso uni e sal aos edi ícios con inua comp ome ido. Não é possí el c ia ampas sem eduzi a la gu a li e, esul ando numa medida mui o abaixo do que se ecomenda po lei. Des a o ma, não se consegue melho a es e subindicado . As achadas a i as exis en es ambém não são as indicadas pa a o local, de ido à sua ex ensão. Toda ia, os edi ícios exis en es não ap esen am al e na i as. O que se deseja nes e caso é incen i a à c iação de comé cio ou se iços nos edi ícios onde as mon as que se encon am sem u ilidade, de ido ao ence amen o da a i idade que se desen ol ida no és-do-chão desses edi ícios. Po o ma a aumen a a in o mação disponibilizada no local ela i amen e à en ol en e, é desejá el coloca mais placas in o ma i as como a que exis e jun o ao es acionamen o já exis en e. A in o mação disponibilizada p e ende-se que seja e e en e a equipamen os que se localizem na en ol en e, bem como a comé cio adicional p óximo. Com as in e enções p opos as, as á eas des inadas ao au omó el, ao peão e ao e de al e am-se subs ancialmen e. O au omó el ica com 58,1% da á ea, o peão com 40,9% e o e de com 1%. Embo a o au omó el con inue com mais de me ade da á ea, g ande pa e des ina-se a es acionamen o e não a ci culação e, de qualque modo, eduziu 12,3%. O peão aumen ou a sua á ea de caminhada em 11,5%. Po im, o e de ascendeu 1%. Con udo, o seu alo é mui o eduzido po apenas se con abiliza em as á eas das caldei as e dos can ei os. Fazendo es as al e ações na audi o ia es e segmen o passa a “bom” na a aliação inal. A maio ia dos indicado es ica ambém com es a classi icação, à exceção dos indicado es Segu ança e Edi icado. Po que con inua a não exis i sepa ação en e o passeio e a aixa 108 de odagem no segmen o analisado. No en an o passa de “Insa is a ó io” a “Razoá el” de ido à isibilidade nas in e seções aumen a . Além disso, o Acesso Uni e sal con inua péssimo e as Fachadas A i as não conseguem ganha exp essão su icien e. Pe cu so 2 Segmen o 6 – Passeio Ga ibaldino de And ade A p opos a ap esen ada de seguida e á po base e i a os essal os, bu acos e es as exis en es no pa imen o, bem os obs áculos p esen es que causam descon o o e insegu ança ao peão. C ia locais que ge em somb a. Coloca mais mobiliá io u bano, como bancos, caixo es do lixo e local pa a deje os animais. Coloca in o mação ela i a Desenho 3 – Rua de San o An ónio an es e após p opos a (I); on e: elabo ação p óp ia An es Depois An es Depois Desenho 4 - Rua de San o An ónio an es e após p opos a (II); on e: elabo ação p óp ia Desenho 2 - Pe is da Rua de San o An ónio, an es e após p opos a (II); on e: elabo ação p óp ia 109 à en ol en e. C ia achadas a i as ao longo do segmen o. E, po im, aumen a o sen imen o de Segu ança de quem ci cula nes e espaço público. Pa a que os aspe os enume ados an e io men e se conc e izem, é necessá io p ocede à equali icação da á ea, com p incipal en oque no espaço e de. P e ende-se assim, p ocede à epa imen ação da supe ície de caminhada, pa a os essal os e bu acos se em emo idos na sua o alidade. Além disso, é desejado c ia caminhos den o da á ea e de, pa a que es a seja u ilizada e não is a apenas como algo que se encon a a delimi a o local onde inda a la gu a li e de passeio. Pa a além disso, é desejado que sejam colocados ou os ipos de ege ação, como a bus os e lo es, bem como que sejam emo idas as e as exis en es nos passeios. Ao longo dos caminhos se ão colocados alguns bancos pa a se ap o ei a a somb a p oduzida pelas á o es, o que a ualmen e não acon ece. A es e ipo de mobiliá io jun am-se ainda dois caixo es do lixo e um dispensado de sacos pa a deje os caninos, uma ez que mui os dos esiden es possuem animais de es imação e mui a da população passeia os seus animais nes e segmen o. Des a o ma, consegue alcança -se ês aspe os p e endidos, coloca mais mobiliá io u bano e c ia mais espaços de laze à somb a. Quan o ao mobiliá io exis en e, nomeadamen e os ecopon os, se ão subs i uídos po ou o ipo pa a passa em a es a acessí eis a odos. Uma ez que os a uais de êm al u as supe io es às que uma cadei a de odas, po exemplo, consegue alcança com ela i a acilidade. Já os bancos, se ão emo idos do local onde se encon am (jun o à edação do Cen o de Saúde) e eposicionados jun o aos caminhos. Pa a que es e segmen o disponha de in o mação ela i a aos equipamen os que se encon em na p oximidade, se ão colocadas duas placas, uma na en ada no des e e uma na en ada oes e. Nes e caso especí ico, a placa no des e i á indica que a 145 me os podemos encon a as piscinas cobe as, a 95 me os o campo de énis, a 150 me os o La Casa dos A ós, a 140 me os o Es ádio Municipal, a 415 me os o T ibunal e a 120 me os o Cen o de Saúde. A placa oes e i á indica que a 100m encon amos a a mácia “Sousa” e a 150 me os as u gências do Cen o de Saúde. 116 local onde os coloca . Assim, não se o na desejá el e i a odos es es luga es, mas sim diminui a capacidade do espaço pa a es e im. A ualmen e a população es aciona os seus au omó eis em duas ilas, po que a dimensão da aixa de odagem assim pe mi e. Con udo com a p opos a, is o deixa de se possí el, azendo com que a capacidade a ual de es acionamen o nes e local eduza de, ap oximadamen e, doze luga es pa a cinco luga es. Os candeei os de iluminação pública e a sinalização exis en e se ão eposicionados pa a a aixa de se iço c iada, jun o ao lancil, pa a não obs uí em a passagem. O mesmo acon ece com o caixo e de esíduos u banos que a ualmen e se localiza jun o ao azio u bano a no e. Como e a necessá io p ocede à colocação de mais mobiliá io u bano e ege ação p opõem-se a colocação de á o es e de bancos de ja dim numa aixa de se iço localizada a oes e. Com es a a bo ização, a á ea de in e enção ica mais a a i a pa a quem caminha. Com a diminuição da aixa de odagem, à pa ida a elocidade dos eículos se á ambém eduzida ligei amen e. Não é possí el c ia sepa ação en e a aixa de odagem e o passeio de ido à dimensão do mesmo. Se se p opuse a colocação de pila e es, po se o que ocupa um espaço meno , a la gu a li e ol a á a ica comp ome ida ao peão, impossibili ando a passagem de uma cadei a de odas. Sendo assim, o único local que de ém bu e co esponde à supe ície de caminhada a oes e, e e uando a sepa ação a a és de ege ação e es acionamen o. Pa a além dis o, as a essias exis en es em ambas as in e enções de em possui ebaixamen o do passeio pa a ni ela com a aixa de odagem, ap esen ado uma solei a in e io a 0,02 me os. Além dis o, de em e al e ação da ex u a do piso nos limi es pe encen es ao ebaixamen o an e io men e mencionado. (Dec e o-Lei 163/2006, Capí ulo 1, Secção 1.6) Pa a es a p opos a e a necessá io esol e o p oblema associado aos azios u banos, uma ez que exis em dois de dimensões conside á eis. O de maio dimensão pe ence a um lo eamen o ecen e, onde se encon am de inida a cons ução de ês lo es, es acionamen o e um espaço e de. Como al, i á se al o de cons ução num u u o 117 p óximo. O ou o co esponde a uma á ea demolida que de inha edi ícios de olu os em péssimo es ado de conse ação. A ualmen e não se sabe ao ce o o que i á se implan ado nes e e eno, uma ez que pe ence a um pa icula e ainda não deu en ada nenhum pedido de licenciamen o/comunicação p é ia nos se iços cama á ios. O es ado de conse ação dos edi ícios é ambém algo p eocupan e nes e segmen o, uma ez que me ade dos edi ícios ca ece de ob as de eabili ação ou equali icação. Uma solução pode ia passa po demons a aos p op ie á ios as egalias que se encon am associadas à eabili ação u bana, uma ez que es e segmen o se inse e na Á ea de Reabili ação U bana de Pon e de So . Quando es a não esul a pode op a -se po uma abo dagem mais adical, aumen ando o impos o municipal sob e imó eis (IMI) sob e os edi ícios que necessi am de ob as u gen es de eabili ação, cujos p op ie á ios não êm in e esse em e e ua as ob as. Ou os dos subindicado es que se encon a a necessi a de al e ação é o acesso uni e sal aos edi ícios, oda ia não é possí el c ia es es acessos, uma ez que os passeios são bas an e es ei os. Quan o às achadas a i as, é di ícil implemen á-las nes e segmen o. A g ande maio ia são mo adias e edi ícios esidenciais, que não de êm comé cio ou se iço no és-do-chão. Pa a além dis o, não exis em achadas cegas nem locais pa a se c ia em esplanadas. Tendo em conside ação as p opos as ap esen adas an e io men e, p e ende-se que a á ea a e a ao au omó el diminua 6,5 % e a á ea des inada ao peão aumen e 3,7%. Pa a além dis o, o e de ganha alguma impo ância ao ep esen a 2,7% da á ea o al, quando an e io men e de inha 0%. Numa ou a pe spe i a, ao al e a as ponde ações da a aliação do mé odo endo em con a a p opos a ap esen ada, e i ica-se que o segmen o passa a es a bem classi icado. Gene alidade dos indicado es que o compõem passam a es a bem classi icados, com exceção da Segu ança que se encon a azoá el po não e sido c iado um bu e na supe ície de caminhada pe encen e ao segmen o. O indicado Edi icado ambém se encon a com essa classi icação po não se consegui c ia acessibilidade aos edi ícios nem c ia achadas a i as em odo o segmen o. 118 • P opos a o çamen al Como já oi e e ido, es e segmen o é al o de p opos a sujei a a o çamen o. Como al, o am selecionados odos os elemen os que a compõem, de o ma a esul a numa es ima i a em eu os. O pa imen o selecionado pa a es a in e enção oi g ani o em cubos com 13 cm po 13 cm na co cinza, po se o que já se encon a na en ol en e. P e ende-se aplicá-lo em 1045 m², coinciden es com os passeios in e encionados. De ido a es a g ande á ea, o o al associado a es e pa imen o é de 20900 eu os, e elando-se a in e enção mais ca a. É p e endido coloca a bo ização do ipo P unus Se ula a, comumen e chamada de Ce ejei a do Japão. Es a é uma á o e de médio po e que chega a a ingi 10 me os de al u a e 4 me os de diâme o. É ap op iada a um clima sub opical e empe ado e em olha caduca. As suas lo es su gem no inal do in e no a é inal da p ima e a. Es as não de êm odo e a á o e não c ia sei a du an e nenhum pe íodo. No e ão dá ce ejas que são comes í eis e a aem inúme os pássa os, ep esen ando uma an agem pa a a auna da á ea. Além de udo is o, de ém baixa manu enção de ido a não necessi a de poda com egula idade e não des ói o pa imen o en ol en e. Pa a ealiza a Desenho 9– A enida da Libe dade, an es e após p opos a; on e: elabo ação p óp ia An es Depois Desenho 10 - Pe is da A enida da Libe dade, an es e após p opos a; on e: elabo ação p óp ia 119 in e enção desejada, são necessá ias seis á o es, cujo alo é 90 eu os po unidade, esul ando no o al de 540 eu os. De modo a o na as caldei as das á o es p opos as mais a a i as, p e ende-se coloca seixo olado nas mesmas. Es e é um ipo de ped a deco a i a u ilizada em ja dins. O ipo de seixo que se deseja pa a o local é seixo olado com g anulome ia en e 40 e 70 milíme os na co cinza. Como se p e ende p eenche uma al u a de 10 cen íme os e o p eço é de 490 eu os po me o cubico, esul a num o al de 62,9 eu os. No sepa ado cen al p opos o p e ende-se coloca osas pa a ica uni o me com a es an e a enida. Selecionou-se uma osei a que a inge os 10/15 cen íme os de al u a, pa a não obs ui a isibilidade. A co de e á se b anca e osa al como as que se encon am no sepa ado cen al exis en e. De ido à ex ensão des e, são necessá ios 17 pés de osa, uma ez que êm de se plan a com a dis ância ecomendada de 0,40 me os. Assim, o p eço o al onda os 68 eu os. Como explicado na p opos a, os candeei os se ão eposicionados e so e ão al e ação no seu ipo. Deseja-se coloca candeei os LED po se em mais económicos e po isso selecionou-se o ipo que em sido colocado nas á eas equali icadas da cidade. Como são necessá ias 9 unidades, o o al ica em 7425 eu os. Quan o aos candeei os de achada, são necessá ios apenas 3, esul ando num alo o al de 294 eu os. P e ende-se subs i ui as baias de segu ança exis en es po ou as, uma ez que se ai al e a o pa imen o de ido ao aumen o da dimensão do passeio. Assim, são necessá ias 4 unidades, azendo um o al de 616 eu os. Na p opos a p e ê-se a colocação de dois bancos de ja dim. É p e endido que es es de enham cos as pa a se o na em mais con o á eis, des a o ma selecionou-se um modelo com o banco em ped a e com as cos as em madei a. Cada unidade onda os 980 eu os, azendo com que o o al des e mobiliá io seja 1960 eu os. Po im, é necessá io coloca apenas um sinal e ical a indica que é p oibido in e e o sen ido de ma cha jun o ao es angulamen o, no sen ido sul-no e. O p eço po unidade é ap oximadamen e 40 eu os. 120 Ponde ando odos os elemen os, o cus o de in e enção nes e segmen o é ap oximadamen e 31 905 eu os ( abela 6), sendo a in e enção com cus os mais ele ado. 3.3.2. La es San a casa da Mise icó dia Pe cu so 1 Segmen o 1 – Rua Vaz Mon ei o De aco do com os esul ados ob ido a a és do mé odo de audi o ia e dos inqué i os ealizados à população pe cebeu-se que a p opos a pa a es e segmen o de e assen a no aumen o da dimensão dos passeios e da espe i a la gu a li e, e i a os obs áculos exis en es, diminui a elocidade dos eículos, melho a a acessibilidade en e o passeio e a a essia, p ocede à manu enção do espaço público, coloca mobiliá io u bano e ege ação, c ia somb a, c ia um bu e , aumen a a isibilidade nas in e seções, ede ini a in o mação exis en e, c ia acessibilidade uni e sal aos edi ícios, melho a a conse ação dos mesmos, elimina os edi ícios de olu os exis en es e c ia achadas a i as. Depois An es Figu a 57 – A enida da Libe dade an es e após p opos as; on e: elabo ação p óp ia Quan idade P eço (eu os) To al (eu os) A bo ização 6 Unid. 90 Unid. 540,0 Seixo Rolado 1,35 po m³ 490 po m3 62,9 Pa imen o 1045 po m² 20 po m² 20900,0 Candeei o iluminação Pública 9 Unid. 825 Unid. 7425,0 Candeei o iluminação Pública - achadas 3 Unid. 98 Unid. 294,0 Banco de ja dim 2 Unid. 980 Unid. 1960,0 Baia de Segu ança 4 Unid. 154 Unid. 616,0 Rosas 17 Unid. 4 Unid. 68,0 Sinalização 1 Unid. 40 Unid. 40,0 To al ---- ---- 31905,9 Tabela 6 – P opos a o çamen al em eu os pe encen e à A enida da Libe dade; on e: elabo ação p óp ia 121 A Rua Vaz Mon ei o pe ence às In aes u u as de Po ugal, sendo necessá io possui a sua ap o ação pa a conc e iza o desejado. Con udo se á ap esen ada uma p opos a como o ma de melho a es e segmen o. A p io idade na p opos a é al e a a dimensão dos passeios, nos locais em que são mais es ei os. Es a in e enção e ela-se p io i á ia de ido à p esença dos dois la es nes e segmen o, ep esen ando g ande a luência de população idosa. Assim deseja-se o aumen o do passeio que possui pila e es, do passeio em en e à en ada do La Nossa Senho a do Ampa o bem como dos que se encon am a sul do segmen o. P e ê-se ainda a subs i uição dos pila e es e das baias de p o eção exis en es po ou o ipo de pila e es e ou os ipos de baias de segu ança, bem como o aumen o da ex ensão de passeio sujei a a es e ipo de p o eção. Pa a além da sua al e ação, p e ende-se ambém diminui a dis ância exis en e en e eles, pois a ualmen e cabe um eículo en e dois pila e es, comp ome endo a segu ança do peão. Em simul âneo, os obs áculos exis en es se ão emo idos. Como o passeio ala ga e os pila e es se ão subs i uídos, deixam de se compo a como obs áculos à passagem, se indo apenas pa a sepa a a aixa de odagem do passeio. O mesmo acon ece com o placa in o ma i o da loja de mó eis, pode ixa -se onde se encon a a ualmen e, po que a la gu a li e aumen a e, consequen emen e, es e placa já não obs ui a passagem. Na a essia exis en e é necessá io c ia um ebaixamen o do passeio pa a acili a a deslocação dos peões com di iculdades mo o as. O lancil pe encen e ao passeio de e á e uma solei a in e io a 0,02 me os, além disso de e á possui pa imen o a il espei ando o que es á es ipulado no Dec e o-Lei 163/2006, Capí ulo 1, Secção 1.6. Nes a a essia é complicado melho a a isibilidade do peão ace aos eículos que ansi am na assaquia, de ido à p esença dos edi ícios. No en an o, com o aumen o da dimensão dos passeios, p e ende-se que essa isibilidade aumen e signi ica i amen e. Em en e ao edi ício do La Residencial da Pon e e dos dois mis os, p e ê-se a colocação de a bo ização. Is o o na-se possí el de ido à g ande dimensão do passeio. Em consequência, é necessá io eduzi a la gu a li e exis en e pa a 1.65 me os (no local mais es ei o), icando na mesma com dimensão supe io à ecomendada po lei. A 122 implan ação des a a bo ização esul a num bu e , ga an indo a segu ança do peão ace aos eículos. Des a o ma, odo o segmen o de ém sepa ação en e o passeio e a aixa de odagem. Pa a além disso, os locais mais ca enciados de somb a co espondem com os locais onde se p opõe coloca ege ação. Assim, es a i á p oduzi somb a pa a es es locais, azendo com que odo o segmen o se encon e à somb a na maio pa e do dia. O uído causado pelos eículos ambém se ia a enuado com a p esença de ege ação, bem como pela edução da elocidade dos eículos. Pa a eduzi e e i amen e a elocidade é desejado que as duas passadei as exis en es se o nem al eadas, subs i uindo a necessidade de coloca lombas. Embo a es as não se incluam no segmen o a aliado, oi obse ado que são quase nulos os eículos que dão p io idade ao peão nes as a essias, de ido à elocidade a que ansi am. A poluição isual exis en e é causada po um conjun o de painéis in o ma i os, que indicam onde se podem encon a alguns equipamen os, bem como o Hipe me cado “Con inen e - Modelo”. Toda ia, es a in o mação não se localiza numa só sinalização. Is o é, um dos painéis in o ma i os em in o mação de ês locais e ou o somen e a localização do Hipe me cado. Pa a esol e o p oblema associado à il ação des a in o mação, p opõe-se coloca oda a in o mação numa num só painel. Des a o ma, ica ia apenas uma sinalização e ical a in o ma onde se localiza o pos o da GNR, dos Bombei os, a Zona Ribei inha e o Hipe me cado “Con inen e - Modelo”. Segundo os inqué i os, não exis e necessidade em coloca mobiliá io u bano, mas segundo o mé odo o na-se necessá io. Ponde ando os dois mé odos de análise, op a- se po se coloca um caixo e do lixo jun o dos bancos exis en es, uma ez que não exis e nenhum na p oximidade. Além dis o, deseja-se c ia uma á ea de laze onde a ualmen e exis e um pa que de es acionamen o que ocupa g ande pa e da á ea de ci culação. Nes e, p e ende-se coloca dois bancos, um caixo e do lixo, um bebedou o e uma pé gula pa a c ia somb a quando os edi ícios não a p opo cionam. Como nes e local exis em á o es a é um de e minado pon o, p e ende-se implan a mais duas á o es, c iando um eixo a bo izado. Os edi ícios localizados no lado sul da ua encon am-se em mau es ado de conse ação e me ade deles encon am-se de olu os. Pa a comba e es a endência, o município 123 em indo a oma algumas medidas, nomeadamen e em comunicado com os p op ie á ios pa a que es es ealizem as ob as de eabili ação, uma ez que se encon am den o do limi e da Á ea de Reabili ação U bana de Pon e de So , endo bene ícios ao p ocede à eabili ação. Pa a além dis o, em ealizado con a os com os p op ie á ios dos edi ícios, pa a que es es ealizem as ob as e em oca ão pa a habi ações pe encen es à Câma a Municipal, enquan o deco em as ob as. Pa a além dis o, alguns edi ícios pe encen es a es e segmen o encon am-se em negociação en e p op ie á ios e au a quia, pa a es a úl ima p ocede à sua comp a e, consequen emen e, eabili a os mesmos e pos e io men e c ia habi ação des inada a a endamen o. Exis e ambém p eocupação po pa e da população, pois o edi ício que se encon a com as mon as apadas po ijolos, oi ecen emen e comp ado po um munícipe que se encon a a da início ao p ocesso de eabili ação, com o obje i o de coloca odo o edi ício em uncionamen o. Quando não é possí el eco e aos meios an e io men e mencionados, é desejado que o IMI associado aos edi ícios de olu os seja al o de aumen o, o çando o p op ie á io a ealiza as ob as de eabili ação. Caso es es sejam eabili ados, é bas an e mais p o á el que consigam se ocupados, uma ez que exis e cada ez mais p ocu a po casa a endada no concelho. Des a o ma, se iam esol idos dois dos p oblemas exis en es, a desocupação dos edi ícios e a conse ação dos mesmos. Como não é possí el c ia esplanadas nes e segmen o, o ideal se ia c ia comé cio/se iços no és-do-chão do edi ício que se encon a com ijolos nos locais des inados às mon as. Po ém, is o depende do pa icula que p ocede á à eabili ação do mesmo. Se ia desejado c ia ampas de acesso aos edi ícios come ciais e ao la que não se encon a acessí el. Con udo isso implica ia diminui a la gu a li e, impedindo a passagem de mui os peões. Des a o ma não é p io i á io ealiza es as in e enções, uma ez que os la es se encon am com á ea comum no seu in e io , possibili ando a en ada do peão pelo La Residencial da Pon e que pe mi e o acesso uni e sal e, pos e io men e, desloca -se pa a o ou o la . 124 Com a p opos a expos a an e io men e, p e ende-se que as á eas des inadas ao au omó el, ao peão e ao e de se al e em de o ma posi i a. Como al, a á ea a e a ao au omó el dec esce á 5,5% e a do peão aumen a á 5,7%. De ido à dimensão das caldei as se eduzida em elação à á ea o al, o e de ep esen a apenas 0,4%. Ao e e ua as al e ações p opos as nes a in e enção, o mé odo de audi o ia modi ica o seu esul ado. Es e segmen o passa a se classi icado como “bom”. O mesmo acon ece com a aliação glocal do pe cu so 1, al e ando-se de “ azoá el” pa a “bom”. A Segu ança em classi icação abaixo de ido à elocidade dos eículos, ao bu e que se di ide en e pila e es e a bo ização e à isibilidade exis en e na a essia não aumen a an o como o p e endido. Também o indicado Edi icado se ap esen a como “ azoá el” po não se possí el c ia ampas de acesso aos edi ícios, nem achadas a i as ao longo do segmen o. • P opos a o çamen al Tal como a p opos a an e io , es e segmen o ambém se encon a sujei o a o çamen o. Em compa ação com as ou as p opos as, es a é a que de ém o cus o mais eduzido ao me o quad ado (7,40 eu os). É explicado pelas in e enções se em eduzidas e a á ea se ex ensa, eduzindo o p eço po me o quad ado. Desenho 11– Rua Vaz Mon ei o, an es e após p opos a; on e: elabo ação p óp ia An es Depois Desenho 12 – Pe is da Rua Vaz Mon ei o, an es e após p opos a; on e: elabo ação p óp ia 125 Op ou-se po coloca calçada nos passeios a in e i , po se o pa imen o que se encon a em oda a ua. Es a é de co b anca e o seu amanho é 10 cm po 10 cm. Como são necessá ios 338 m² o alo o al des a in e enção onda os 6100 eu os. Como se p e ende coloca ege ação nem me ade do segmen o, op ou-se pela mesma á o e selecionada pa a a A enida da Libe dade, po não necessi a de ele ados cuidados de manu enção, bem como po não des ui a calçada com as suas aízes. São necessá ias cinco unidades, azendo um o al de 450 eu os. Tal como na p opos a an e io , deseja-se coloca seixo olado nas caldei as das á o es, de o ma a embelezá-las. Elegeu-se o mesmo ipo que na p opos a an e io , sendo ele seixo olado com g anulome ia en e 40 e 70 mm na co cinza. São necessá ios 0,144 m³, di ididos pelas cinco caldei as, esul ando no o al de 70,6 eu os. Po o ma a aumen a a segu ança jun o ao La Nossa Senho a do Ampa o, p e ende-se a colocação de duas baias de segu ança e de pila e es na ex ensão coinciden e com os passeios ala gados no segmen o. Além des es deseja-se que os pila e es p esen es a sul sejam subs i uídos pelo mesmo ipo a coloca no segmen o, de o ma a ica uni o me isualmen e. O mesmo acon ece com as baias de segu ança que se encon am a oes e. É desejado que es as sejam subs i uídas pelo mesmo ipo p opos o em en e ao la . Conside ando es as al e ações, o o al e e en e às mesmas é de ap oximadamen e 2500 eu os. O mobiliá io u bano p opos o é e e en e a dois caixo es do lixo. Selecionou-se um caixo e que se ap oximasse isualmen e aos dois bancos exis en es. Des a o ma, em o cus o de 179 eu os. Os dois bancos são semelhan es aos p opos os pa a a A enida da Libe dade, possuindo encos o. O bebedou o selecionado adap a-se a c ianças e de icien es e em o cus o de 550 eu os. De odo o mobiliá io p opos o, a pé gula é o mais ca o, cus ando ce ca de 1690 eu os a unidade. O acumula de odas es as in e enções esul a num o al de 15208 eu os ( abela 7). 132 jun o aos edi ícios ica o almen e li e à passagem. Com es a al e ação, deseja-se ambém aumen a as suas dimensões, al e ando de 2 m pa a 2,2 m de la gu a. Em consequência da al e ação nos sen idos de ci culação exis en es, é necessá io e i a alguma sinalização e ical, bem como p ocede à colocação de no a, nomeadamen e de p oibição de ci cula a mais de 20km/h, im de p oibição de ci cula a es a elocidade, ua de sen ido único e ua de sen ido p oibido. Pa a além dis o, p e ende-se desenha no pa imen o a sinalização e e en e à elocidade pe mi ida, po se conside a que o condu o assimila melho a sinalização ma cada no pa imen o. Conside ando a á ea o al da p opos a, p e ende-se que a á ea a e a ao peão aumen e 49,7% e a do au omó el diminua 18,5% (con abilizando o es acionamen o p opos o). Também o e de aumen a de 0% pa a 17,5% da á ea, ganhando g ande exp essão no local. Es as al e ações ambém se e le em no mé odo de audi o ia, pois ao e e ua as mudanças p opos as na abela, o segmen o passa a classi ica -se como “bom”. Com es as in e enções, não exis e nenhum indicado com classi icação abaixo de bom e passam a exis i ês com “mui o bom”, nomeadamen e Supe ície de Caminhada e Acessibilidade, Segu ança e Sen imen o de Segu ança. É de salien a que os es an es indicado es se encon am com bas an e p oximidade a es a classi icação. Assim, o esul ado do segmen o passa a de e ambém uma boa classi icação (4,6). An es Depois Desenho 15 - Rua 25 de Ab il, an es e após p opos a; on e: elabo ação p óp ia Desenho 16 - Pe is da Rua 25 de Ab il, an es e após p opos a; on e: elabo ação p óp ia 133 • P opos a o çamen al Es a p opos a o çamen al é a que em o cus o mais eduzido de in e enção, no en an o se o con abilizado ao me o quad ado possui um cus o mui o supe io às es an es p opos as o çamen ais (38 eu os po m²), de ido à sua á ea se bas an e in e io . Con udo é a que mais p i ilegia o pedes e, sendo a mais an ajosa. P e ende-se coloca em oda a á ea o mesmo ipo de pa imen o. Selecionou-se cubos de g ani o 13 cm po 13 cm na co ama ela. Op ou-se po p opo um pa imen o colo ido pa a o na o local mais a a i o e dis in o de odos os ou os. A colocação do pa imen o cus a ap oximadamen e 6096 eu os, sendo a in e enção mais ca a. A al u a do lancil dos can ei os é de 0,30 me os, conside ando o es ipulado no Dec e o Lei 163/2006, Capí ulo 4, Secção 4.13. Embo a exis am qua o can ei os des inados a ege ação, apenas dois possui ão a bo ização. A á o e escolhida pa a es a p opos a oi a Py us Calle yana. Es a é de olha caduca, o ma cónica e pode a ingi os 12 me os de al u a. É conhecida pelas suas co es ma can es no ou ono e na p ima e a e pelo odo lo al que emi e nes a es ação (não emi e pólen). É uma á o e de u o, no en an o não são comes í eis. Se em somen e de alimen o a á ias espécies de a es. Além dis o, é esis en e a inúme as doenças e p agas. Como são necessá ias ês á o es, esul a num o al de 285 eu os. Alem da a bo ização p e ende-se coloca el a na u al ao longo dos can ei os. Es a cus a 4 eu os po me o quad ado, azendo um o al de 176 eu os. Os dois can ei os es an es, bem como uma pequena po ção do can ei o oes e, possui ão e as a omá icas, nomeadamen e osmaninho. Selecionou-se es e ipo de e a a omá ica de ido à sua co , ao seu odo o e aos cuidados eduzidos de manu enção que ela necessi a. Como são necessá ios 10 pés, esul a num o al de 25 eu os. Os bancos selecionados são os mesmos que se p opõem pa a a A enida da Libe dade. De êm cos as pa a se em mais con o á eis e são de ped a no local de assen o. O o al des es é de 1960 eu os, po se em necessá ias duas unidades. Selecionou-se um caixo e do lixo que se enquad asse isualmen e com os bancos selecionados, assim e á um cus o de 179 eu os. O mesmo acon ece com a mesa de xad ez, cus ando 600 eu os, com qua o luga es sen ados. Pa a além des e mobiliá io, p e ende-se coloca um 134 bebedou o que enha duas al u as dis in as, uma des inada a c ianças e idosos e ou a com a al u a ge almen e u ilizada. Es e em o cus o de 550 eu os. O candeei o de iluminação publica exis en e é e i ado e p opõe-se a colocação de um com iluminação LED. Com es a subs i uição, um único candeei o cob e oda a á ea de in e enção, ansmi indo mais segu ança ao peão. As pin u as p e endias nes a p opos a são um jogo da macaca e um c ocodilo jun o à sa je a que jun os azem um o al de 450 eu os. Além des as deseja-se pin a ambém a p oibição de ci cula a mais de 20km/h, bem como o im des a p oibição. Assim, es as duas pin u as azem um o al de 300 eu os. Pa a ealiza a sepa ação ísica en e a aixa de acesso aos edi ícios e a es an e á ea são necessá ios 9 pila e es, esul ando num cus o o al de 261 eu os. Po im, em de se p ocede à colocação de sinalização e ical a indica que a ua é de apenas um sen ido e que é p oibido ansi a no sen ido es e-oes e, bem como a indicação de p oibição de ci cula a mais de 20km/h, bem como o im des a p oibição. Como cada sinal e ical de ém o cus o de 40 eu os, o o al des a in e enção ica em 160 eu os. Pos o is o, a p opos a ap esen ada pa a a Rua 25 de Ab il em como es ima i a o çamen al o alo de 11867 eu os. Quan idade P eço (eu os) To al (eu os) A bo ização 3 Unid. 95 Unid. 285,0 Rel a 44 m² 4 m² 176,0 Pa imen o 254 m² 24 m² 6096,0 Candeei o iluminação Pública 1 Unid. 825 Unid. 825,0 Pin u a no chão 3 Unid. 150 Unid. 450,0 Banco de ja dim 2 Unid. 980 Unid. 1960,0 Caixo e do lixo 1 Unid. 179 Unid. 179,0 Pila e e 9 Unid. 29 Unid. 261,0 Mesa de Xad ez 1 Unid. 600 Unid. 600,0 Bebedou o 1 Unid. 550 Unid. 550,0 E as A omá icas 10 Unid. 2,5 Unid. 25,0 Sinalização e ical 4 Unid. 40 Unid. 160,0 Sinalização ho izon al 2 Unid. 150 Unid. 300,0 To al ---- ---- 11867,0 Tabela 8 - P opos a o çamen al em eu os pe encen e à Rua 25 de Ab il; on e: elabo ação p óp ia Desenho 17 – P opos a de in e enção na Rua 25 de Ab il em 3D; on e: elabo ação p óp ia 135 3.4. Sín ese de p opos as Tal como os peões, as uas ambém êm ca a e ís icas pa icula es que nem semp e se encon am a a o do que é p e endido. O que mais limi ou as p opos as oi a medida mínima em igo pa a as aixas de odagem que jun o com as dimensões das uas não pe mi ia o ala gamen o dos passeios, em mui os locais onde e a imp escindí el o mesmo. Quando se conseguia p ocede ao aumen o da sua dimensão, na maio ia das ezes não e a pa a a dimensão que se p e endia, não a ingindo seque o que é ecomendado po lei (1,50 me os). De ido a es a limi ação, a g ande gene alidade dos indicado es oi comp ome ida, uma ez que é no passeio que se e e ua a maio ia das al e ações elacionadas com mobiliá io u bano, ege ação, somb a, iluminação pública, en e ou as. No en an o, os segmen os al o de p opos a su i am e ei os posi i os pa a o peão, conside ando semp e que es e não é uni e sal, cada um em as suas ca a e ís icas e limi ações. No en an o exis i iam casos que i e am mais sucesso que ou os. E a p e endido que a á ea des inada ao au omó el diminuísse em a o da á ea des inada ao peão e ao e de. Isso e i icou-se em quase odos os segmen os. O que de e e mais aumen o de á ea a e a ao peão oi o Segmen o 6 co espondendo ao Passeio Ga ibaldino de And ade (53,3%), seguindo-se o Semen o 5 coinciden e com a Rua 25 de Ab il (49,4%). No en an o os segmen os que mais pe de am á ea a e a ao au omó el, não co espondem com os segmen os an e io men e mencionados. Is o po que no Passeio Figu a 59 – Rua 25 de Ab il an es e após p opos as; on e: elabo ação p óp ia 136 Ga ibaldino de And ade não possui á ea des inada aos au omó eis e na Rua 25 de Ab il a á ea des inada aos mesmos co esponde em g ande pa e à á ea do peão, de ido a exis i coexis ência de modos. Des a o ma, o segmen o que possui maio pe da é o segmen o 11 ela i o à Rua João Ped o de And ade ii (23,4%), po que a ci culação passa a se ealizada apenas num sen ido. Ao conside a os esul ados ob idos a a és do mé odo de au o ia, pe cebe-se que odos os segmen os so e am al e ação na a aliação inal. A g ande maio ia alcançou a classi icação “bom”. Com es a melho ia, ambém os pe cu sos inais so e am al e ação. Nos ês casos de es udo odos os pe cu sos passam a de e boa classi icação. Embo a no segundo caso, La es San a Casa da Mise icó dia, apenas um segmen o enha sido al o de a aliação, odos os pe cu sos passam a de e uma boa classi icação, de ido ao pe cu so analisado se inse i em ambos os pe cu sos. Analisando as al e ações exis en es na a aliação inal de cada indicado , pe cebe-se nos dois p imei os casos de es udo as a aliações se man êm, embo a os alo es enham subido ligei amen e. O mesmo acon ece com a a aliação global inal dos mesmos. No e cei o caso de es udo, a a aliação inal dos indicado es al e a-se, assim como a a aliação global inal do caso de es udo. Todos os indicado es passam a de e uma boa classi icação, à exceção da Segu ança que se se encon a péssima (1,9), de ido à elocidade pe mi ida aos eículos. Toda ia, es a não co esponde à elocidade ealmen e p a icada, ge almen e es a úl ima é meno . Com es a al e ação, o caso de es udo passa a classi ica -se como “bom”. Ao analisa as á eas a e as ao au omó el ao peão e ao e de, bem como o mé odo u ilizado, pe cebe-se que ambos es ão di e amen e elacionados. Quando a á ea da supe ície de caminhada aumen a os indicado es encon am-se com melho classi icação. O único segmen o que não egis ou al e ação nas á eas e cuja classi icação não a ingiu uma boa classi icação oi a Rua 5 de Ou ub o. Es a não de ém dimensão necessá ia pa a ala ga os passeios e man e a la gu a mínima pe mi ida pelo PDM. Assim, a maio ia dos indicado es não se consegue al e a de ido a não se consegui in e i no segmen o. 137 Des a o ma, a única solução se ia e i a um sen ido de ci culação, o que não az sen ido no local onde a ua se inse e. 4. CONCLUSÕES E PONDERAÇÃO DO ESTÁGIO Nos úl imos anos o município em demons ado p eocupação e a enção no que espei a a mobilidade sus en á el. Tem c iado supe ícies de caminhada a a i as, com la gu a su icien e pa a ga an i a segu ança do peão, bem como o seu sen imen o de segu ança. A g ande maio ia des as supe ícies possui ege ação na en ol en e p óxima que causa con o o aquando da caminhada e somb a ao longo da supe ície de caminhada. O mesmo acon ece com locais des inados a pessoas com de iciência isual ou mo o a. Todas as equali icações inco po am pa imen o á il e ebaixamen o dos passeios jun o às passadei as. Além dis o, êm sido c iadas algumas “zonas 30” no cen o da cidade, en ando comba e o uso au omó el nesses locais, bem como eduzi as suas emissões. No en an o, es es es o ços são eunidos ge almen e quando se ealiza uma ob a municipal de g ande impo ância. Ou seja, como se in e ém no edi icado, dá-se impo ância ambém ao espaço público que o en ol e. São a as as in e enções pon uais em locais em que a sua exis ência se o na undamen al à qualidade de ida da população. Exis em passeios em á ias á eas da cidade que comp ome em a segu ança de odos os peões, p incipalmen e dos idosos e de icien es. To nando necessá ia a deslocação pa a a aixa de odagem. Quando inqui idos dois e eado es e uma écnica sob e ques ões elacionadas com o idoso, mobilidade e espaço público, pe cebe-se que odos pensam que o espaço público in luencia bas an e a qualidade de ida de um pedes e idoso. No en an o, quando ques ionados sob e como é que o en elhecimen o em in luenciado as decisões da Câma a Municipal, esponde am que êm sido c iados la es esidenciais e cen os comuni á ios. Ou seja, nunca exis e uma ligação ao espaço público, mas sim a equipamen os e edi ícios pa a albe ga es a população. Não é su icien e c ia apenas equipamen os que sa is açam as necessidades dos idosos. É ulc al in e i no espaço público pa a que es e con ide a pe manece e con i e en e si, comba endo o isolamen o associado a es a população. Des a o ma, o na-se 138 necessá io ealiza in e enções pon uais, que jun as in luenciam o odo e melho am a qualidade de ida de odos os cidadãos. É ao encon o do e e ido que o mé odo de audi o ia pedonal p e endia melho a os locais a aliados, p i ilegiando o peão. Pode conclui -se que es e de e e sucesso na a aliação e e uada, coincidindo (em maio ia) com a opinião da população que equen a o espaço público al o de a aliação. Pensa-se que is o se de eu aos indicado es e subindicado es selecionados. Uma ez que se p ocu ou c ia uma a aliação obje i a e não subje i a, como é equen e u iliza em mé odos que a aliem a caminhada. Na maio ia dos casos, o am alcançados os obje i os p e endidos a a és da a aliação di ada pela audi o ia. Mui os dos segmen os e ela am uma boa classi icação. Con udo, e a desejado al e a os indicado es e subindicado es que a audi o ia di ou como azoá eis, insu icien es ou péssimos nos segmen os com classi icação azoá el, de o ma a melho a a a aliação inal dos mesmos e, consequen emen e, dos pe cu sos e das á eas de es udo. Os subindicado es que se encon a am com pio classi icação na maio ia dos segmen os co espondiam com a dimensão dos passeios e da sua la gu a li e, obs áculos que impossibili a am ou ob iga am a um des io, acessibilidade en e a essias e a supe ície de caminhada, ausência de mobiliá io u bano e ege ação, sepa ação en e o passeio e a aixa de odagem, elocidade de ci culação dos au omó eis, acessibilidade uni e sal aos edi ícios e conse ação dos mesmos. No en an o com as p opos as consegue-se esol e a g ande maio ia, melho ando a pon uação dos segmen os. Os passeios o am ala gados, embo a não an o como se gos a ia em alguns casos. C iou- se acessibilidade digna en e o passeio e as a essias pa a acili a a deslocação do idoso. Os obs áculos o am e i ados na o alidade em odos os casos. Aumen ou-se o con o o a a és da colocação de ege ação, somb a e mobiliá io u bano que po sua ez esul am num bu e . Ten ou-se implemen a medidas que con ibuíssem pa a a edução da elocidade e c ia medidas que incen i assem a eabili ação dos edi ícios. No en an o, na gene alidade dos casos não se conseguiu esol e o p oblema da acessibilidade a edi ícios, po não exis i dimensão p opensa à c iação de ampas. 139 Os subindicado es que não alcança am sucesso encon am-se di e amen e elacionados com a dimensão dos passeios, uma ez que é a pa i des a que se desen ol em a maio ia dos subindicado es. Se a dimensão não o adequada, não se consegue coloca mobiliá io, ege ação, in o mação e c ia ampas de acesso, sem comp ome e a la gu a li e de ci culação. Pa a comp o a eco e-se ao exemplo do segmen o 3 pe encen e ao Cen o Comuni á io de T amaga. Es e classi icou-se como “ azoá el” endo em con a a audi o ia. Pa a melho a es a classi icação inha de se in e i em á ios subindicado es, des acando-se a dimensão o al e de la gu a li e do passeio, obs áculos, bu e , elocidade e acesso uni e sal às mo adias. No en an o, apenas se conseguiu eduzi a elocidade e e i a os obs áculos, pois os es an es dependiam do aumen o da dimensão do passeio que não e a possí el de ido à dimensão da aixa de odagem de e dimensão in e io à es ipulada no PDM. Es e é o único segmen o que não alcançou a classi icação “bom”, de ido às al e ações p opos as não se em su icien es pa a o melho a signi ica i amen e. Com as in e enções pe cebe-se que o PDM de e ia se e is o quan o à mobilidade pedonal, c iando medidas que a o eçam o peão e não o au omó el. As cidades di ecionadas aos au omó eis êm que se ex ingui , in e endo a endência dos úl imos anos e de ol e a cidade aos pedes es. Pos o is o, pe cebe-se que na maio ia dos casos as condições de mobilidade pedonal cob em as necessidades de um idoso, uma ez que mui os dos segmen os a aliados alcança am uma boa classi icação. Toda ia, é possí el melho a as condições de mobilidade exis en es, a a és das p opos as de in e enção mencionadas pa a os segmen os com pio classi icação. Ao c ia uma e ospe i a do es ágio ealizado na Câma a Municipal de Pon e de So , conclui-se que es e possibili ou ealiza odos os obje i os es abelecidos inicialmen e, bem como ap o unda mui as das emá icas lecionadas ao longo do mes ado. Além dis o, pe mi iu ap ende a manusea dois p og amas com bas an e ele ância na á ea de u banismo, nomeadamen e o Au oCad e o Re i . Acima de udo, p epa ou-me pa a o mundo do abalho, possibili ando se uma melho p o issional no u u o. 140 5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS AMARO, L. C. G. M. (2016). Con ibuições pa a a Mobilidade U bana Sus en á el em Luanda. Lisboa: Uni e sidade No a de Lisboa BARROS, A. P. B. 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