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O ensino da História em regime EaD - a utilização da plataforma Moodle como ferramenta

Cardoso, Elise

Abstract

A pandemia causada pelo vírus SARS-COV-2, veio alterar de modo brusco o método de ensino aplicado nas escolas. A necessidade de continuar a facultar formação aos discentes em tempos de confinamento obrigou professores e alunos a adaptarem-se a um novo formato de ensino: o ensino a distância. Esta tipologia de ensino pressupõe a existência de uma separação física entre o docente e o aluno, recorrendo à utilização das tecnologias no processo de ensino-aprendizagem. Torna-se, por conseguinte, necessário analisar em que consiste o EaD e de que forma pode potenciar as aprendizagens dos discentes. Muitas das metodologias utilizadas durante este período, sobretudo no que diz respeito à utilização das TIC e a sua inclusão nas salas de aula poderão e deverão ser posteriormente utilizadas no ensino presencial. Neste sentido, propomos um sistema de EaD baseado no conceito do Flipped Classroom, no qual em momentos assíncronos o aluno terá acesso aos materiais explicativos, deixando os momentos síncronos para esclarecimento de dúvidas, análise de documentos e correção dos exercícios afetos aos materiais disponibilizados previamente. Como principais plataformas de partilha de informação com os discentes (e tendo em conta a plataforma em uso pela escola onde foi realizada a Prática de Ensino Supervisionada), recorremos à plataforma Moodle e às suas diversas potencialidades, para os momentos assíncronos e ao Zoom para as aulas síncronas.

Full text

1" " " O Ensino da His ó ia em egime de EaD – a u ilização da pla a o ma moodle como e amen a ! ! ! " " " " " " " " " " " " ! ! ! ! ! ! O Ensino da His ó ia em egime de EaD - a u ilização da Pla a o ma Moodle como e amen a Elise Ca doso ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! Janei o, 2022 ! Rela ó io da P á ica de Ensino Supe isionada Mes ado em Ensino de His ó ia no 3.º Ciclo do Ensino Básico e no Ensino Secundá io 2" " Rela ó io da P á ica de Ensino Supe isionada ap esen ado pa a cump imen o dos equisi os necessá ios à ob enção do g au de Mes e em Ensino de His ó ia no 3.º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundá io, ealizado sob a o ien ação cien í ica do P o esso Dou o Daniel Al es, da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Uni e sidade No a de Lisboa, e supe isão p á ica do D . Jo ge Ne o, P o esso de His ó ia no Colégio dos Salesianos de Lisboa, em Campo de Ou ique. 3" " Ag adecimen os An es mais, enho de exp imi a minha elicidade pela conclusão des e Mes ado em Ensino de His ó ia no 3.º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundá io, a a és da ap esen ação des e ela ó io da P á ica de Ensino Supe isionada. Es e ep esen a mais uma e apa concluída na minha o mação enquan o docen e. Pode da aulas é o meu sonho, que com es a no a e apa concluída se o na ealidade. Nes e sen ido, de o ag adece aos meus pais e à minha i mã po odo o seu apoio e supo e du an e es es dois anos. Sem eles, es e abalho não e ia sido possí el. Ob igada po es a em semp e do meu lado. Um g ande ob igado ao meu ma ido, Edua do, que semp e me “a u ou” nas minhas iagens de ida e ol a pa a Lisboa. Sob e udo, pela co agem e o ça que me ansmi iu pa a semp e en en a as ad e sidades. De o, igualmen e, ag adece as suas mui as co eções de úl ima ho a. Que o ag adece ao meu colega de es ágio Isid o, pela pa ilha e apoio mú uo du an e es e úl imo ano, pelos mui os ele onemas ocados e pela sua amizade. Ao Dua e, mui o ob igada pelo apoio, pelas mui as co eções e pelos longos ele onemas. Es endo es e ob igada, igualmen e, a odos os meus colegas do Mes ado em Ensino. E, po im, de o ag adece às duas pessoas sem as quais es e ela ó io nunca e ia exis ido. Ao meu o ien ado cien í ico, o P o esso Dou o Daniel Al es, ob igado po semp e e es ado p esen e, pela sua dedicada o ien ação e pelos seus conselhos. E, sob e udo, ob igado po e acei e se o meu o ien ado e po me e auxiliado ao longo des e ano. Ao D . Jo ge Ne o, p o esso esponsá el pela supe isão p á ica, um mui o ob igado po udo o que me ensinou, pela sua o ien ação e pelos seus conselhos. Bem como pela sua amizade e ajuda em esol e odos os p oblemas e ques ões que me o am su gindo. A ambos um eno me ob igado po me e em pe mi ido c esce e ap ende a a és da ealização des e abalho e assim o na o meu sonho ealidade. Mui o ob igado a odos. 4" " Resumo A pandemia causada pelo í us SARS-COV-2, eio al e a de modo b usco o mé odo de ensino aplicado nas escolas. A necessidade de con inua a acul a o mação aos discen es em empos de con inamen o ob igou p o esso es e alunos a adap a em-se a um no o o ma o de ensino: o ensino a dis ância. Es a ipologia de ensino p essupõe a exis ência de uma sepa ação ísica en e o docen e e o aluno, eco endo à u ilização das ecnologias no p ocesso de ensino-ap endizagem. To na-se, po conseguin e, necessá io analisa em que consis e o EaD e de que o ma pode po encia as ap endizagens dos discen es. Mui as das me odologias u ilizadas du an e es e pe íodo, sob e udo no que diz espei o à u ilização das TIC e a sua inclusão nas salas de aula pode ão e de e ão se pos e io men e u ilizadas no ensino p esencial. Nes e sen ido, p opomos um sis ema de EaD baseado no concei o do Flipped Class oom, no qual em momen os assínc onos o aluno e á acesso aos ma e iais explica i os, deixando os momen os sínc onos pa a escla ecimen o de dú idas, análise de documen os e co eção dos exe cícios a e os aos ma e iais disponibilizados p e iamen e. Como p incipais pla a o mas de pa ilha de in o mação com os discen es (e endo em con a a pla a o ma em uso pela escola onde oi ealizada a P á ica de Ensino Supe isionada), eco emos à pla a o ma Moodle e às suas di e sas po encialidades, pa a os momen os assínc onos e ao Zoom pa a as aulas sínc onas. Pala as-Cha e: Ensino a dis ância; Aula In e ida; Moodle; TIC; Feedback 5" " Abs ac The pandemic caused by he COVID-19 i us has ab up ly changed he eaching me hod applied in schools. The need o con inue p o iding aining o s uden s in imes o con inemen has o ced eache s and s uden s o adap o a new eaching o ma : dis ance lea ning. This ype o eaching p esupposes he exis ence o a physical sepa a ion be ween he eache and he s uden , eso ing o he use o echnologies in he eaching-lea ning p ocess. The e o e, i is necessa y o analyse wha Dis ance Educa ion consis s in and how i can enhance he s uden s' lea ning. Many o he me hodologies used du ing his pe iod, mainly in wha conce ns he use o TIC and i s inclusion in he class ooms may and should be used la e in ace- o- ace eaching. In his sense, we p opose a Dis ance Educa ion sys em based on he concep o he Flipped Class oom, in which in asynch onous momen s he s uden will ha e access o he didá ic ma e ials, lea ing synch onous momen s o cla i ica ion o doub s, analysis o documen s and co ec ion o exe cises assigned o he ma e ials p e iously made a ailable. As o he main pla o ms o sha ing in o ma ion wi h s uden s (and aking in o accoun he pla o m in use by he school whe e ou Supe ised Teaching P ac ice was conduc ed), we used he Moodle o asynch onous momen s and Zoom o synch onous classes. Keywo ds: Dis ance Educa ion; Flipped Class oom; Moodle; TIC; Feedback 6" " ÍNDICE! INTRODUÇÃO............................................................................................................ 9 CAPÍTULO I – ENQUADRAMENTO TEÓRICO E METODOLÓGICO......... 12 1. O Ensino a Dis ância - de inição de concei os......................................................... 12 1.1 A e olução do EaD..................................................................................... 14 1.2 As eo ias sob e o Ensino a Dis ância......................................................... 17 1.3 O e-Lea ning, o b-Lea ning e m-Lea ning................................................. 20 1.4 O concei o de Eme gency Remo e Lea ning............................................... 26 2. A Flipped Class oom adap ado ao EaD.................................................................... 28 2.1 Em que consis e a Flipped Class oom?..................................................... 28 2.2 De que modo pode se adap ada ao EaD?................................................... 30 3. A pla a o ma Moodle................................................................................................ 32 4. O papel do p o esso no EaD.................................................................................... 36 CAPÍTULO II – O ENSINO DA HISTÓRIA.......................................................... 38 1. Os Salesianos de Lisboa – ca ac e ização do colégio............................................... 38 2. A P á ica de Ensino Supe isionada......................................................................... 39 2.1 A u ma do 8ºX........................................................................................... 39 2.2 As A i idades didá icas desen ol idas com a u ma do 8ºX...................... 40 2.2.1 A A i idade da o og a ia Renascen is a...................................... 40 2.2.2 O Quiz na aula de His ó ia........................................................... 41 2.2.3 A Visi a Vi ual............................................................................ 43 2.2.4 O ídeo......................................................................................... 43 2.2.5 B ains o ming.............................................................................. 44 2.3 A u ma do 9ºY........................................................................................... 45 2.4 As A i idades didá icas desen ol idas com a u ma do 9ºY...................... 46 2.4.1 O ecu so aos QR Codes na aula de His ó ia............................... 46 2.4.2 A A i idade do Po e ólio............................................................ 47 2.4.3 O Quiz.......................................................................................... 48 2.5 Ensina em EaD........................................................................................... 49 2.5.1 A u ilização didá ica do Fó um.................................................... 51 2.5.2 A A aliação em EaD.................................................................... 52 2.5.3 P incipais di iculdades sen idas no EaD...................................... 52 2.6 Resul ados dos Inqué i os sob e o EaD....................................................... 54 CONCLUSÃO.............................................................................................................. 63 7" " BIBLIOGRAFIA........................................................................................................... 67 Documen os o iciais.......................................................................................... 67 Es udos.............................................................................................................. 67 ANEXOS....................................................................................................................... 74 " " 8" " ÍNDICE DOS ANEXOS 1. Plani icações do 8ºX..................................................................................... II 2. A A i idade A A e no Renascimen o........................................................... X 3. O Moodle no 8ºX........................................................................................... XI 4. B ains o ming................................................................................................ XII 5. A Pla a o ma do Quizizz................................................................................ XII 6. Links do Quizizz............................................................................................ XIV 7. Links dos P ezi.............................................................................................. XIV 8."A i idade de análise dos ídeos isualizados em sala de aula com o 8ºX.... XIV 9. Guião 8º Ano – “Renascimen o, Re o ma e Con a e o ma”...................... XV 10. Ficha de T abalho 8º Ano – Fede alismo Holandês.................................... XX 10.1 C i é ios especí icos de A aliação................................................ XXII 11. C ucig ama - An igo Regime...................................................................... XXIV 12. Plani icações do 9ºY................................................................................... XXVI 13. Guião 5 – 9ºAno, con endo os exe cícios e e en es aos QR Codes........... XXXVII 14. Os QR Codes – 9ºAno................................................................................. XLII 15. T abalho do Po e ólio – 9ºAno.................................................................. XLIV 16. Ficha de T abalho 9º Ano............................................................................ XLVII 16.1 C i é ios Especí icos de A aliação da Ficha de T abalho............. XLVIII 17. Link dos P ezi.............................................................................................. L 18. Link dos Inqué i os...................................................................................... L 19. O Moodle no 9ºY........................................................................................ LI " " " " ! ! ! ! ! ! ! ! 9" " In odução No con ex o que a ualmen e i emos o sis ema de Ensino a Dis ância (EaD) é mais do que nunca uma ealidade, pelo que as suas po encialidades e possí eis des an agens me ecem um es udo cuidado. Escolhemos es e ema não só po que se enquad a no conjun u a em que i emos (de ido à pandemia causada pelo í us SARS- COV-2), mas igualmen e, po que conside amos que pode emos u iliza de e minadas e amen as e mé odos içados do sis ema de EaD1 nas aulas, que somen e pode ão en iquece e po encia as ap endizagens dos discen es. A si uação pandémica na qual nos encon amos omen a e o na necessá ia a inclusão da ecnologia nos modelos pedagógicos. De ido à Co id-19, o ensino, das aixas e á ias mais jo ens – a é en ão p esencial - e e de adap a -se a uma no a ealidade e a um no o modelo: o ensino a dis ância (EaD). Comp eende o impac o que es e em na ap endizagem em sido al o de es udo po di e sos au o es, no decu so das úl imas décadas2. No en an o, es es es udos oca am-se, sob e udo, na análise do EaD pa a adul os e na sua u ilização nas uni e sidades, como po enciado do conhecimen o de ido à lexibilidade ine en e aos modelos que compõem es e sis ema. De modo a en ende mos como de e emos agi nes a no a ealidade, bem como p omo e no os e didá icos ambien es de ap endizagem pa a os alunos, o na-se imp escindí el conhece mos es as eo ias e a e olução do ensino/educação a dis ância, is o po que conside amos que o es udo da e olução do ensino a dis ância pode ajuda -nos a en ende que me odologias ado a . O EaD omen a a au onomia do discen e e p ocu a que es e seja o p incipal a o na cons ução do seu conhecimen o. Pe mi e-lhe, po conseguin e, desen ol e di e sas compe ências que se encon am es abelecidas no Pe il do Aluno à Saída da Escola idade Ob iga ó ia, como o aciocínio e a esolução de p oblemas, espí i o c í ico e o desen ol imen o de uma maio au onomia de abalho, o que apenas comp o a a pe inência des e es udo3. O sis ema de ensino a dis ância oco ido du an e a pandemia esul ou de uma u gência necessá ia de modo a pe mi i a con inuidade do ensino aos es udan es. Re es iu-se, po o ça das ci cuns âncias, de di e sos p oblemas, como a di ícil """""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""" 1"Do a an e i emos u iliza o e mo Ensino a Dis ância (EaD) po es a se a e minologia u ilizada em Po ugal pa a es e ipo de ensino." 2Au o es como Desmon Keegan, Michael Moo e, D. Randy Ga ison são um exemplo de eó icos que abalha am sob e o concei o de ensino a dis ância. 3 AA.VV., Pe il dos Alunos à Saída da Escola idade Ob iga ó ia, Lisboa: Minis é io da Educação, 2017, pp. 23-16 16" " ase (ce ca de 1994) co esponde àquela em que a ualmen e nos encon amos, conhecida po ge ação da In e ne /Web, das comunidades i uais e do e-lea ning31. A expansão da web acili ou o apa ecimen o de momen os sínc onos e assínc onos que omen a am o en ol imen o do discen e no p ocesso de ap endizagem. Segundo Ma ia João Gomes, “A no a ge ação de se iços web ul apassa cada ez mais a dimensão do espaço de acesso à in o mação e ans o ma-se num espaço de publicação, pa ilha e cons ução colabo a i a do conhecimen o”32. Es a au o a suge e ainda a exis ência de uma sex a ge ação de EaD, a ibuindo a quin a ge ação ao su gimen o do chamado m- lea ning (mobile lea ning) que an e ê a u ilização dos elemó eis no sis ema de EaD, pe mi indo uma ex ema lexibilidade de acesso aos con eúdos e uma si uação de conec i idade pe manen e en e docen es e alunos33. Conco damos, no en an o, com Lilie e San os, quando es a conside a que o m-lea ning se encon a inse ido na ge ação do e-lea ning, não p ecisando de uma ge ação indi idual, uma ez que apenas e le e a capacidade de u ilização de disposi i os mó eis34. A sex a ge ação de EaD ap esen ada po Ma ia João Gomes assen a na c iação de mundos i uais35, como o Secondli e. No que diz espei o a es e úl imo pon o, o seu impac o no EaD encon a-se ainda numa ase mui o emb ioná ia, não sendo ainda possí el ap esen a as suas po encialidades36. Podemos, po an o, conclui que o EaD em acompanhado o a anço ecnológico e que esse mesmo a anço pe mi iu a edução de dis âncias possibili ando uma in e ação mais pa icipa i a dos discen es, bem como uma elação mais di e a en e o docen e e os alunos a a és dos momen os sínc onos em o ma o, po exemplo, de ideochamada. Podemos igualmen e e i ica uma e olução que p opo cionou uma maio """""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""" 31 SANTOS, Lilie e Nunes dos, O con ibu o do Ensino a Dis ância na aquisição e ap endizagem do léxico de po uguês como língua es angei a, Tese de Mes ado, Lisboa: Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Uni e sidade No a de Lisboa, 2012, p.42 32 GOMES, Ma ia João, “Na senda da ino ação ecnológica na Educação a Dis ância”, in Re is a Po uguesa de Pedagogia, 42(2), 181-202, Coimb a: Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Uni e sidade de Coimb a, 2008, p. 191 33 Idem, Ibidem, pp. 192-197 34 SANTOS, Lilie e Nunes dos, O con ibu o do Ensino a Dis ância na aquisição e ap endizagem do léxico de po uguês como língua es angei a, Tese de Mes ado, Lisboa: Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Uni e sidade No a de Lisboa, 2012, p.42 35 Pa a um melho en endimen os dos mundos i uais ide SHEPHERD, I wyn, “Enchancing he Online Educa ion Expe ience Using Vi ual Reali y” in MCKENZIE, S ephen, GARIVALDIS, Filia e DYER, Kyle, R., (eds.) Te ia y Online Teaching and Lea ning, Singapo e: Sp inge , 2020, pp. 35 -44 36 GOMES, Ma ia João, “Na senda da ino ação ecnológica na Educação a Dis ância” in Re is a Po uguesa de Pedagogia, 42(2), 181-202, Coimb a: Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Uni e sidade de Coimb a, 2008, pp 197-196 17" " in e a i idade, bem como uma melho ia c escen e dos ma e iais didá icos e ecu sos disponibilizados aos discen es37. 1.2 As eo ias sob e o Ensino a Dis ância De modo a melho en ende a e olução do concei o de EaD e os seus di e sos modelos, con ém igualmen e aqui e e imos, de o ma sucin a, as di e sas eo ias que sob e es a ipologia de ensino o am sendo desen ol idas. Nes e âmbi o, des acamos os abalhos de O o Pe e s na década de 1960 e seguin es, que suge em que a educação a dis ância é um p odu o da sociedade indus ial. Pe e s ealiza uma compa ação en e o ensino a dis ância e o p ocesso de p odução indus ial, iden i icando di e sas ca ac e ís icas como o “di ision labou ” sendo o papel do p o esso “s anda dized, no malized and o malized” bem como “mechanized”38. No que diz espei o aos con ibu os de Cha les Wedemeye (1971), es e conside ou que o p ocesso de ap endizagem se de e ia oca nos discen es a quem compe ia a ges ão do seu es udo, naquilo a que denominou de “independen lea ning”39; ainda sob e o ema da independência e au onomia do ap enden e emos de e e i os di e sos con ibu os de Michael Moo e (1989, 1991, 1993), sob e udo no que diz espei o à sua Teo ia da Dis ância T ansacional (que unciona segundo duas a iá eis: diálogo e es u u a), pois conside a que a dis ância é mais pedagógica do que espacial ou empo al, uma ez que i á in luencia a o ma como as a i idades se ão desen ol idas pelo discen e. Es e au o conside a, no en an o, como mui o ele an e a elação e comunicação en e o docen e e o aluno40. Ca ac e ís ica que conside amos basila pa a o omen o da mo i ação do discen e du an e um ensino em sis ema de EaD. Mo i o pelo qual, eco emos ao ó um, uma e amen a de comunicação da pla a o ma Moodle. Ou a dimensão da eo ia de Moo e é o “au onomous lea ning” que se encon a ligada à p imei a, que acima e e imos: “ he g ea e he ansac ional dis ance, he mo e au onomy he lea ne has o exe cise”41. """""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""" 37 SANTOS, Lilie e Nunes dos, O con ibu o do Ensino a Dis ância na aquisição e ap endizagem do léxico de po uguês como língua es angei a, Tese de Mes ado, Lisboa: Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Uni e sidade No a de Lisboa, 2012, p.43 38 PETERS, O o, Lea ning and Teaching in dis ance educa ion, Lond es: Rou ledge, 2001, pp. 109-111 39 GARRISON, D. Randy, “Theo e ical Challenges o Dis ance Educa ion in he 21s Cen u y: A Shi om S uc u al o T ansac ional Issues” in In e na ional Re iew o Resea ch in Open and Dis ance Lea ning, Vol. 1, Nº, 1, A habasca: A habasca Uni e si y, 2000, p. 5 40 Idem, Ibidem, pp. 8-9 41 MOORE, Michael, “Edi o ial: dis ance educa ion heo y” in The Ame ican Jou nal o Dis ance Educa ion, 5(3), 1991, pp. 1-6 apud AMUNDSEN, Che yl, “The educa ion o heo y in dis ance 18" " Quan o ao au o Bo je Holmbe g (1989), es e oca o seu es udo na “con e sa didá ica guiada” uma ez que conside a que “a co espondence cou se mus by de ini ion be some hing di e en om a ex book wi h ques ions. A co espondence cou se p o ides ac ual eaching by i sel and is hus a subs i u e o bo h a ex book and he exposi ion o a eache ”42. Holmbe g não se oca an o no es udo da es u u a do EaD mas sim no seu p ocesso in e pessoal. O au o conside a que uma elação en e o docen e e o aluno é um p é- equisi o pa a p omo e a mo i ação e a ap endizagem do discen e43. Ou o au o undamen al na eo ização do concei o de EaD é Desmond Keegan que de ende “The Teo y o ein eg a ion o he eaching and lea ning ac s”. O au o di e ge an o de Moo e como de Holmbe g que conside am que a sepa ação en e o docen e e o aluno é uma an agem e uma mo i ação pa a a au onomia do discen e44. Moo e e Holmbe g conside am “ eal lea ning o be p ima ily an indi idual ac i i y which is a ained only h ough a p ocess o in e naliza ion”45. Os au o es de endem, igualmen e, “lea ne au onomy as he ideal, and main ains ha one goal o dis ance educa ion should be o assis lea ne s o achie e comple e au onomy”46. Po seu u no, Keegan conside a se essencial ep oduzi o io condu o exis en e en e ensina e ap ende a a és de “in e pe sonal communica ions”, eco endo à u ilização de ma e iais didá icos p e iamen e plani icados47. O au o diz-nos que “The in e subjec i i y o ea che and lea ne , in which lea ning om eaching occu s, has o be a i icially e-c ea ed. O e space and ime a dis ance sys em seeks o econs uc he momen in which he eaching-lea ning is cen al o his p ocess”48. Po im, não podíamos deixa de e e i os con ibu os de D. Randy Ga ison, que conside a que pa a o seu p ocesso de ap endizagem o discen e necessi a de in e agi com o p o esso (educa ional ansac ion). Tendo em con a que o docen e e o aluno se encon am sepa ados, é necessá io eco e ao uso da ecnologia de modo a pe mi i """""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""" educa ion” in KEEGAN, Desmond (Ed.), “Theo e ical p inciples o dis ance educa ion”, Lond es: Rou ledge, 2000, p. 57 42 HOLMBERG, B., On he Me hods o eaching by Co espondence, Lund: Glee up, 1960 apud KEEGAN, Desmond, Founda ions o Dis ance Educa ion, No a Io que: Rou ledge, 2004, pp. 93-97 43 AMUNDSEN, Che yl, “The e olu ion o heo y in dis ance educa ion” in KEEGAN, Desmond (Ed.), “Theo e ical p inciples o dis ance educa ion”, Lond es: Rou ledge, 2000, p. 58 44 Idem, Ibidem, pp. 59-60 45 Idem, Ibidem, p. 58 46 Idem, Ibidem, p. 58" 47 KEEGAN, Desmond, Founda ions o Dis ance Educa ion, No a Io que: Rou ledge, 2004, p.117 48 Idem, Ibidem, pp. 116-117 19" " uma comunicação mais di e a en e ambos49. O au o conside a “ ha we a e en e ing a pos indus ial e a o dis ance educa ion cha ac e ized by he abili y o pe sonalize and sha e con ol o he educa ional ansac ion h ough equen e wo-way comunica ion in he con ex o a comuni y o lea ne s”50. Es a pe spe i a a as a-se da de Pe e s no que diz espei o ao ca ác e indus ial do EaD, bem como das de Moo e e Holmbe g ao conside a imp escindí el o con ac o com o p o esso no p ocesso de ap endizagem do discen e, mesmo em sis ema de EaD. De modo a pe mi i essa mesma comunicação, conside a que o uso da ecnologia é imp escindí el e que o seu desen ol imen o pode á pe mi i o acesso a ma e iais educa i os que pode ão possibili a “educa ional expe iences supe io o adicional ace- o- ace educa ional expe iences”51. Exis em, como nos é possí el obse a , di e sos modelos de EaD, que emos com is o dize , á ias conceções pedagógicas, sendo algumas complemen a es en e si, de como es e ensino pode se colocado em p á ica. Segundo Lina Mo gado, podemos e e i ês: um modelo mais cen ado no p o esso , que p i ilegia a ansmissão de in o mação a a és das TIC (Tecnologias de In o mação e Comunicação), em de imen o da ap endizagem, ap esen ando um ca ác e mais exposi i o e adicional; um modelo mais cen ado nas ecnologias, onde é a ibuído um papel secundá io an o ao docen e como ao discen e, uma ez que a ap endizagem se baseia nos ecu sos colocados à disposição do aluno mas que, no en an o, acaba po da mais libe dade e esponsabilidade ao es udan e, cabendo ao p o esso um papel mais a i o na dinamização de ó uns online e de ou as a i idades. Po im, a au o a e e e, um modelo mais cen ado no es udan e onde o p ocesso de ensino-ap endizagem oco e g aças à c iação das chamadas “comunidades de ap endizagem”52, inse indo-se numa abo dagem cons u i is a da mesma53. Ao ealiza mos es a análise oi-nos possí el ob e um melho en endimen o do concei o de Ensino a Dis ância, bem como da sua e olução, an o a ní el es u u al, que """""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""" 49 GARRISON, D. Randy, “Theo e ical Challenges o Dis ance Educa ion in he 21s Cen u y: A Shi om S uc u al o T ansac ional Issues” in In e na ional Re iew o Resea ch in Open and Dis ance Lea ning, Vol. 1, Nº, 1, A habasca: A habasca Uni e si y, 2000, pp. 9-11 50 Idem, Ibidem, p. 11 51 Idem, Ibidem, p. 11 52 “Lea ning communi y inco po a es he idea o a cohesi e, collabo a i e cul u e among membe s wi h he pu pose o suppo ing indi idual lea ning by acili a ing sha ed knowledge c ea ion. The idea o a le ning communi y, and i s impo ance o imp o ing lea ning, p e-da ed mos online lea ning, and he ocus was on building communi ies o suppo lea ning ega dless o se ing.” KAZMER, Michelle M., “Online Lea ning Communi y” in AA. VV. Encyclopedia o Dis ance Lea ning, No a Io que: In o ma ion Science Re e ence, IGI Global, 2009, p. 1506 53 MORGADO, Lina, “O papel do p o esso em con ex os de ensino online” in Discu sos, III Sé ie, nº especial, Lisboa: Uni e sidade Abe a, 2001, pp. 4-6" 20" " na elação en e o p o esso e o aluno. Podemos a i ma que o EaD p essupõe a sepa ação espacial ou empo al en e o discen e e o docen e, sendo a ap endizagem ealizada a a és da disponibilização de ma e iais didá icos com ecu so ao uso das TIC, em momen os conside ados sínc onos e assínc onos, onde o diálogo com o p o esso se assume como pila basila na ap endizagem e na mo i ação do aluno. Du an e a nossa P á ica de Ensino Supe isionada, eco emos à u ilização da pla a o ma Moodle pa a a disponibilização dos ma e iais a se em consul ados pelos discen es em momen os assínc onos. Es es momen os o am combinados com momen os sínc onos oco idos a a és do ecu so à pla a o ma Zoom. Indo de encon o às eo ias expos as acima, en ámos p i ilegia a comunicação aluno/p o esso e aluno/aluno a a és da c iação de um ó um pa a escla ecimen o de dú idas e discussão dos con eúdos em es udo. Nes e sen ido, o eedback po pa e do p o esso às a i idades ealizadas pelos alunos, pe mi e aumen a a mo i ação do discen e na ealização das a e as p opos as. O ac o de o p o esso esponde a uma ques ão ou en ia comen á ios sob e de e minada a e a, pe mi e ao aluno pe cebe que o docen e se encon a p esen e, mesmo não se encon ando no mesmo espaço ísico. De ido à cons an e associação com as TIC o EaD é mui as ezes conside ado um sinónimo de e-Lea ning. To na-se, po conseguin e, ele an e de ini es e concei o, bem como comp eende as suas p incipais ca ac e ís icas e o que o dis ingue do EaD. 1.3 O e-Lea ning, o b-Lea ning e o m-Lea ning Segundo o que acima e e imos, quando alamos em EaD, encon amo-nos pe an e um p ocesso de ensino-ap endizagem em que p o esso e aluno se encon am espacial e empo almen e a as ados, sendo a in e ação en e ambos es abelecida a a és do uso das ecnologias. Segundo Ví o Gonçal es, a úl ima ge ação, ou, po ou as pala as e segundo o capí ulo an e io , a 5ª ge ação de EaD “ca ac e iza-se po sis emas de e-Lea ning e comunidades i uais mais áceis de usa , mais in e a i as, mais acessí eis e que pe mi em maio lexibilidade empo al e espacial do que os sis emas das ge ações an e io es. O e-Lea ning é po an o um ipo ou modalidade de EaD baseado nas ecnologias da In e ne , onde a ap endizagem oco e emo amen e”54. """""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""" 54 GONÇALVES, Vi o , “e-Lea ning: Re lexões sob e cená ios de aplicação” in Ac as do IX Cong esso da Sociedade Po uguesa de Ciências da Educação – Educação pa a o sucesso: polí icas e ac o es, Funchal: Sociedade Po uguesa de Ciências da Educação, 2007, p. 2 21" " Es a modalidade de EaD é mui as ezes pe spe i ada como uma ex ensão da sala de aula num con ex o i ual, a a és da u ilização da In e ne 55. De ido a es a noção, o na-se necessá io cla i ica que exis em si uações de u ilização das TIC na educação que são inco e amen e designadas de e-Lea ning, como o ecu so a DVDs ou a ou os supo es digi ais como o ma de au oes udo, o ecu so à In e ne pa a acesso a si es educa i os, mesmo que incluídos em o ei os de explo ação, bem como a disponibilização de p og amas das disciplinas, de sumá ios online, de ap esen ações ele ónicas das aulas ou in o mações ela i as à a aliação, na web56. A de inição des e concei o exclui abo dagens que de endem que qualque u ilização po pa e das TIC, com o obje i o de complemen a a ap endizagem, possam se conside adas e-Lea ning. No en an o, segundo Ma ia João Gomes, o e-Lea ning “pode aba ca si uações de apoio u o ial ao ensino p esencial, em que o p o esso - o mado - u o disponibiliza ma e iais, suge e ecu sos e in e age on-line com os alunos (escla ecendo dú idas, omen ando deba es, es imulando a colabo ação on-line), não cons i uindo es e cená io um modelo de educação a dis ância”57. Podemos, pois, de ini e-Lea ning como o ambien e de ap endizagem onde a in e ação, coope ação e disponibilização de ma e iais en e o docen e e o aluno, bem como en e discen es, é ealizada po ecu so à In e ne . Como nos diz Ví o Gonçal es, “o e-Lea ning é uma o ma de EaD, mas EaD não é necessa iamen e e-Lea ning, uma ez que o e-Lea ning em uma ab angência um pouco mais es i a que o EaD po que não inclui os cu sos po co espondência, de ele isão, em casse es de áudio ou ídeo, en e ou os cená ios de EaD mais con encionais”58. No que diz espei o aos documen os o iciais que e sam sob e o EaD, o e-Lea ning apa ece de inido como “o egime de educação e o mação que oco e o almen e online, a a és de um espaço i ual de ap endizagem e que u iliza a Web, enquan o ecnologia de supo e, a im de disponibiliza um conjun o de soluções e de po encia a explo ação de uma di e sidade de ecu sos e e amen as pedagógicas e ecnológicas, de modo a """""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""" 55 GOMES, Ma ia João, “E-Lea ning e Educação Online: Con ibu os pa a os P incípios de Bolonha” in Ac as do VII Colóquio sob e Ques ões Cu icula es – III Colóquio Luso-B asilei o sob e Ques ões Cu icula es, B aga: CIEd, 2006, p. 41 56 GONÇALVES, Vi o , “e-Lea ning: Re lexões sob e cená ios de aplicação” in Ac as do IX Cong esso da Sociedade Po uguesa de Ciências da Educação – Educação pa a o sucesso: polí icas e ac o es, Funchal: Sociedade Po uguesa de Ciências da Educação, 2007, pp. 3-4 57 GOMES, Ma ia João, “Desa ios do E-Lea ning: Do Concei o às P á icas” in Ben o D. Sil a, Leand o S. Almeida (coo ds.), Ac as do VIII Cong esso Galaico Po uguês de PsicoPedagogia, B aga: CIEd/ IEP/ UM, 2005, p. 69 58 GONÇALVES, Vi o , “e-Lea ning: Re lexões sob e cená ios de aplicação” in Ac as do IX Cong esso da Sociedade Po uguesa de Ciências da Educação – Educação pa a o sucesso: polí icas e ac o es, Funchal: Sociedade Po uguesa de Ciências da Educação, 2007, p. 4 22" " p omo e a comunicação em sessões sínc onas e assínc onas e a in e ação pedagógica en e o p o esso e os alunos e en e pa es.”59. Uma das ca ac e ís icas des a modalidade de ensino, e das suas p incipais an agens, é a lexibilidade que con e e ao p ocesso de ap endizagem pe mi indo, que a “sala de aula” possa exis i em qualque local60. Que -se com is o dize que o e- Lea ning pode pe mi i uma ap endizagem mais pe sonalizada, caso es e se adeque às necessidades e disponibilidades do discen e, se es imula a sua au onomia e se p omo e a au oap endizagem. A u ilização des e modelo le an a, no en an o, algumas dú idas en e os docen es quan o à e icácia do p ocesso de ap endizagem jun o dos discen es. Segundo Ví o Gonçal es “O ensino a dis ância é ão ou mais e icien e e e icaz que o ensino di o adicional, desde que a me odologia e ecnologia sejam usadas de o ma ap op iada”61. Uma das p incipais des an agens apon adas ao e-Lea ning encon a-se di e amen e ligada com o baixo ní el de in e ação en e o p o esso e o discen e, conduzindo à sua des alo ização e, po conseguin e, ao lesa do p ocesso de ap endizagem do aluno. Se po um lado mui os docen es conside am que o e-Lea ning possibili a uma comunicação mais céle e com os seus discen es, ambém lhe apon am a al a de in e ação e, consequen emen e, uma elação mais pob e en e p o esso e aluno62. A in e ação en e os p o esso es e os alunos de e al e a -se nes e modelo de ensino, is o é, o p o esso de e á ans o ma -se num “ acili ado de ap endizagem” ocupando quase o luga de u o . Is o po que a ap endizagem encon a-se cen ada no aluno que de e á desempenha uma unção mais a i a, uma ez que os con eúdos e ecu sos se encon am semp e disponí eis. Ao aluno é, consequen emen e, exigida uma maio esponsabilidade e au onomia no p ocesso de ap endizagem63. Po esse mo i o se """""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""" 59 Po a ia nº 359/2019 de 8 de ou ub o, Diá io da República, nº 193 – 1ª Sé ie, p.19 60 KHAN, Bad ul H., The global E-Lea ning F amewo k in h ps://www.academia.edu/2478564/The_Global_e_Lea ning_F amewo k_by_Bad ul_H_Khan, pp. 42- 43 61 GONÇALVES, Vi o , “e-Lea ning: Re lexões sob e cená ios de aplicação” in Ac as do IX Cong esso da Sociedade Po uguesa de Ciências da Educação – Educação pa a o sucesso: polí icas e ac o es, Funchal: Sociedade Po uguesa de Ciências da Educação, 2007, p. 4 62 GOMES, M. J.; COUTINHO, C.; GUIMARÃES, F.; CASA-NOVA, M. J.; CAIRES, S., “Educação a dis ância e e-lea ning na Uni e sidade do Minho: análise das pe cepções, concepções e p á icas docen es no Ins i u o de Educação” in Lib o de ac as do XI Cong eso In e nacional Galego-Po ugués de Psicopedagoxía, Co unha: Uni e sidade da Co uña, 2011, pp. 2184-2187 63 GONÇALVES, Vi o , “e-Lea ning: Re lexões sob e cená ios de aplicação” in Ac as do IX Cong esso da Sociedade Po uguesa de Ciências da Educação – Educação pa a o sucesso: polí icas e ac o es, Funchal: Sociedade Po uguesa de Ciências da Educação, 2007, p. 5 23" " conside a que es e ipo de ensino é mais adequado a aixas e á ias adul as, uma ez que eque uma ce a au odisciplina, ma u idade e mo i ação64. No que diz espei o à in e ação dos discen es com os con eúdos, é necessá io e p esen e que, na aplicação des e modelo de ensino não podemos simplesmen e anspo o o ma o u ilizado no ensino p esencial pa a o e-Lea ning. Os con eúdos de em se c iados de modo a possuí em “o ien ações pedagógicas e p essupos os especí icos e ine en es aos ins pa icula es a que se des inam”65. O concei o de b-Lea ning encon a-se mui as ezes associado ao e-Lea ning, uma ez que alguns au o es o conside am como um egime mis o do e-Lea ning. No en an o, endo em con a a sua especi icidade, op ámos po sepa á-lo do concei o an e io . En ão impo a pe gun a : o que é conside ado um egime mis o? Podemos ca ac e izá-lo po se um modelo híb ido en e o ensino p esencial e o online. O Blended Lea ning u iliza as e amen as do e-Lea ning, combinando-as com a possibilidade da exis ência de aulas p esenciais, pe mi indo uma maio in e ação en e o p o esso e o aluno66. Nes e egime podemos e alunos p esen es em sala de aula e alunos a dis ância, assis indo à aula a a és de ideocon e ência67. Es e modelo pode, po sua ez, adequa -se às di e en es necessidades de o mação, alo izando os aspe os posi i os das duas p á icas. Podemos, igualmen e, de ini es e concei o como uma “conjugação de di e en es meios pa a p omo e a ap endizagem, ans o mando-se, assim, na mais lógica e na u al e olução do p ocesso ensino-ap endizagem”68. Os au o es da ob a Teaching in Blended Lea ning en i onmen s de ini am o b-Lea ning como sendo “an app oach ha add esses he educa ional needs o he cou se o p og am h ough a hough ul usion o he bes and mos app op ia e ace- o- ace and """""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""" 64 SANTOS, Lilie e Nunes dos, O con ibu o do Ensino a Dis ância na aquisição e ap endizagem do léxico de po uguês como língua es angei a, Tese de Mes ado, Lisboa: Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Uni e sidade No a de Lisboa, 2012, p. 49 65 GONÇALVES, Vi o , “e-Lea ning: Re lexões sob e cená ios de aplicação” in Ac as do IX Cong esso da Sociedade Po uguesa de Ciências da Educação – Educação pa a o sucesso: polí icas e ac o es, Funchal: Sociedade Po uguesa de Ciências da Educação, 2007, pp. 5-6 66 LIMA, Rui Guima ães, “Pa a uma sis ema ização do concei o de blended lea ning” in In es iga em Educação: Mundo Digi al e Educação. Re is a da Sociedade Po uguesa de Ciências da Educação, Núme o 6, IIª Sé ie, Po o: SPCE, 2017, pp. 40-42 67 DIAS, Ana; GOMES, Ma ia João, “A Wake-up call o B-Lea ning in Po uguese Highe Educa ion” P oceedings o EDULEARN 18 Con e ence, 2nd-4 h July 2018, Palma de Maio ca: Espanha, 2018, p. 7951 68 MOREIRA, J. An ónio; MONTEIRO, Angélica, “Blended lea ning: uma es a égia dinâmica ao se iço da educação”, in HENRIQUES, Helde Manuel Gue a, (o g.), Educação e o mação de p o esso es: his ó ia(s) e memó ia(s), Po aleg e: Ins i u o Poli écnico de Po aleg e, Escola Supe io de Educação, 2013, p. 86 24" " online ac i i ies”69. Podemos e e i que o b-Lea ning combina “di e en es mé odos de es udo, ais como so wa e de colabo ação, cu sos apoiados na Web, Elec onic Pe o mance Suppo Sys em e p á ica de ges ão do conhecimen o”70. Es e modelo de ensino acaba po e um concei o mais la o do que a simples conjugação de momen os de ca iz p esencial e à dis ância, eco e à u ilização de di e sos ecu sos ecnológicos, de di e en es espaços e abo dagens pedagógicas de uma o ma dinâmica, conjugando di e sas me odologias de ensino e, consequen emen e, a iados ambien es de ap endizagem71. A Po a ia nº 359/2019 de 8 de Ou ub o de ine o b-lea ning como sendo “o egime de educação e o mação que conjuga a ap endizagem p esencial com a ap endizagem online, a a és da in eg ação de di e en es espaços de in e ação (con ex o de sala de aula e ambien e i ual de ap endizagem) e da combinação de di e en es abo dagens e es a égias pedagógicas, bem como da di e si icação de ecu sos e e amen as ecnológicas e pedagógicas, com is a a po encia a ap endizagem dos alunos.”72. Segundo Rui Lima, “o b-Lea ning aumen a o empenho e o en ol imen o dos alunos e melho a os esul ados de ap endizagem”73, acili ando a in e ação e comunicação en e p o esso es e discen es, p omo endo a au onomia e o es udo colabo a i o des es úl imos. Tal como no modelo de e-Lea ning, es e sis ema a ibui ao aluno o papel p incipal no p ocesso de ap endizagem. Com o desen ol imen o das ecnologias su ge uma no a modalidade de ensino que pode se aplicada an o a dis ância como em con ex o sala de aula: o chamado m- Lea ning ou mobile lea ning. To na-se ele an e a análise des e concei o, uma ez que o uso dos disposi i os mó eis se encon a la gamen e di undido en e os discen es. Obse ando com mais a enção o e mo mobile, e i icamos que es e de ém um signi icado ligado a uma maio mobilidade espácio- empo al, mas igualmen e pode ep esen a uma maio mobilidade de con eúdos pe mi indo um acesso mais as o à """""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""" 69 VAUGHAN, No man D., CLEVELAND-INNES, Ma ha, GARRISON, D. Randy, Teaching in blended lea ning en i omen s, Edmon on: AU P ess, A habasca Uni e si y, 2011, p. 9 70 SANTOS, Ma ia Idalina Lou ido Figuei edo dos, A in eg ação de pla a o mas de e-lea ning em con ex o educa i o: Modelo Bie ápico da Fo mação con ínua de P o esso es, Tese de Dou o amen o, Coimb a: Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Uni e sidade de Coimb a, 2018, p. 60 71 Idem, Ibidem, p. 62 72 Po a ia nº 359/2019 de 8 de ou ub o, Diá io da República, nº 193 – 1ª Sé ie, p. 19 73 LIMA, Rui Guima ães, “Pa a uma sis ema ização do concei o de blended lea ning” in In es iga em Educação: Mundo Digi al e Educação. Re is a da Sociedade Po uguesa de Ciências da Educação, Núme o 6, IIª Sé ie, Po o: SPCE, 2017, p. 40 25" " in o mação74. Segundo os au o es C omp on, Muilenbe g e Be ge, o m-lea ning pode se de inido como “lea ning ac oss mul iple con ex s, h ough social and con en in e ac ions, using pe sonal elec onic de ices75”. O p ocesso de ap endizagem é assim passí el de oco e em qualque local, podendo se espon âneo ou planeado, exis indo “inside o ou side he class oom, pa icipa ing in a o mal lesson on a mobile de ice; i can be sel -di ec ed, as a pe son de e mines his o he own app oach o sa is y a lea ning goal76”. A ubiquidade dos disposi i os mó eis pe mi e ao aluno um acesso mui o mais ápido à in o mação, po enciando a sua au onomia e pa icipação. Es a modalidade de ensino e i a, po an o, o oco colocado sob e o docen e no p ocesso de ensino-ap endizagem, podendo coloca , o aluno no seu cen o como c iado de con eúdos e de con ex os de ap endizagem77. A u ilização do elemó el den o e o a da sala de aula apa ece como uma e amen a na u al ao es udan e, que, se de idamen e enquad ado nas a i idades didá icas p omo idas pelo docen e (como a u ilização de QR Codes inse idos numa a i idade de pesquisa) pode po encia a mo i ação e consequen emen e p omo e a ap endizagem do aluno. Quando alamos de m-Lea ning, mui os dos es udos exis en es sob e o concei o e sam ace ca da sua u ilização em con ex o p esencial como po enciado de um ensino de ca á e mais cons u i is a78. De emos, no en an o, e e i que o seu uncionamen o que em con ex o p esencial ou num sis ema de EaD é condicionado pelo acesso à In e ne pelo disposi i o do discen e. Is o é, caso o Wi eless não uncione da melho o ma e o aluno não consiga acede à In e ne de e-se p ocu a ou o ipo de al e na i as, como um ecu so em papel no caso de p oblema oco e em sala de aula. Ou a p oblemá ica pode oco e se o disposi i o mó el dos discen es não ap esen a ba e ia su icien e pa a a ealização da a e a. Nes e caso suge imos a equisição de able s ou compu ado es (caso a escola os possua) pa a esolução do p oblema. Es a oi uma si uação com a qual nos depa ámos du an e a P á ica de Ensino Supe isionada aquando da ealização de """""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""" 74 DIAS-TRINDADE, Sa a; CARVALHO, Joaquim de, His ó ia, Tecnologias Digi ais e Mobile Lea ning, Coimb a: Imp ensa da Uni e sidade de Coimb a, 2019, p.70 75 CROMPTON, Helen, “A his o ical o e iew o mobile lea ning: Towa d lea ne -cen e ed educa ion” in BERGE, Z. L.; MUILENBURG, L. Y., (ed.), Handbook o Mobile Lea ning, Lond es: Rou ledge, 2013, p. 4 76 Idem, Ibidem, p. 4 77 SANTOS, Ma ia Idalina Lou ido Figuei edo dos, A in eg ação de pla a o mas de e-lea ning em con ex o educa i o: Modelo Bie ápico da Fo mação con ínua de P o esso es, Tese de Dou o amen o, Coimb a: Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Uni e sidade de Coimb a, 2018, p. 65 e AMORA, Michelle, Fo mação de P o esso es do Ensino Supe io u ilizando TIC com ên ase em M- Lea ning, Lisboa: Chiado Books, 2018, pp. 97-101. 78 DIAS-TRINDADE, Sa a; CARVALHO, Joaquim de, His ó ia, Tecnologias Digi ais e Mobile Lea ning, Coimb a: Imp ensa da Uni e sidade de Coimb a, 2019, pp. 68-69 32" " ealização de a e as, pelo que em momen os assínc onos, pla a o mas como o Fó um que pe mi em a discussão en e aluno/aluno e aluno/docen e de em se u ilizadas. De e, igualmen e, eco e -se ao email, ou ou as pla a o mas de comunicação mais di e as, como o Wha sApp100. Es as e amen as pe mi em agiliza a comunicação en e o aluno e o docen e, pe mi indo uma maio “p oximidade” apesa da dis ância causada pelo sis ema em EaD. O Flipped Class oom, apa ece assim como um mé odo passí el de se usado num sis ema em EaD, pe mi indo omen a a au onomia, in e esse e a c ia i idade do discen e. No en an o, es e modelo possui as suas agilidades. As aulas sínc onas dedicadas ao escla ecimen o de dú idas, co eção de exe cícios e explo ação de documen os apenas unciona ão caso o aluno enha isualizado p e iamen e os ma e iais disponibilizados pelo docen e. De igual modo, o aluno apenas pode á isualiza ídeos ou Powe Poin s didá icos se a In e ne assim o pe mi i ou caso possua os p og amas ins alados no seu compu ado que o possibili em. Os p óp ios ma e iais didá icos, de em se de ácil acesso e comp eensão pa a p omo e em as ap endizagens dos discen es. Vídeos demasiado comp idos ou que não pe mi am e ocede pa a uma de e minada explicação, o nam-se di íceis de manusea e pe dem mui o do seu e ei o educa i o. Suge imos pla a o mas que pe mi am coloca áudios, nas quais os alunos os possam ou i o núme o de ezes que conside a em necessá ios pa a a ealização das a i idades associadas (como o emaze). De emos menciona que uma ce a disciplina e o ganização no es udo podem, igualmen e, se necessá ios pa a os discen es cump i em com odas as a e as p opos as. 3. A pla a o ma Moodle Em 1999, Ma in Dougiamas, c iou um so wa e que pe mi iu o su gimen o de ambien es educa i os e colabo a i os online mais p á icos e e icazes: o Moodle (Modula Objec O ien ed De elopmen al Lea ning En i omen ). Es a pla a o ma pe mi e ao docen e pa ilha ecu sos didá icos e a i idades com os alunos101. Ca ac e iza-se po se um so wa e de ges ão da ap endizagem ou Lea ning """""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""" 100 Pa a um maio ap o undamen o da u ilização do Wha sApp no ensino ide: DIAS-TRINDADE, Sa a; MOREIRA, José An ónio Ma ques, “O Disposi i o Digi al Wha sApp e o seu impac o na c iação de Comunidade Vi uais de ap endizagem” in Tex u a, ol. 20, nº 44, 2018, [Disponí el online: h p://www.pe iodicos.ulb a.b /index.php/ x a/a icle/ iew/4554], [Acedido pela úl ima ez dia 29/10/2021] pp. 10-26 101 LEGOINHA, Paulo; PAIS, João; FERNANDES, João, “O Moodle e as comunidades i uais de ap endizagem” in VII Cong esso nacional de Geologia – Resumos ala gados, s.l., Sociedade Geológica de Po ugal, 2006, p. 2 33" " Managemen Sys em (LMS) lexí el e com ele ado alo educa i o de ido à acilidade da sua u ilização. É uma pla a o ma simples e in ui i a mesmo pa a os u ilizado es menos expe ien es na u ilização des a ipologia de ecu sos102. Ca ece, no en an o, de alguma explo ação po pa e do docen e an es da sua u ilização. O Moodle possui di e sas po encialidades, mas se de idamen e enquad adas nas necessidades dos discen es e nos con eúdos em es udo. A u ilização de LMS no apoio ao ensino em ganho cada ez mais adep os pela acilidade na pa ilha de ma e iais didá icos que icam semp e acessí eis aos alunos pa a consul a. Ap esen a uma maio comodidade na disponibilização dos con eúdos, bem como pelas di e sas e amen as de comunicação que possui disponí eis103. No que diz espei o a meios de comunicação, o Moodle possui o chamado Cha e o Fó um. O Cha , como o p óp io nome indica ap esen a-se como um local de oca de mensagens en e o p o esso e os alunos, podendo se dedicado ao escla ecimen o de dú idas. Es a comunicação pode se ealizada de modo sínc ono, podendo a sessão se agendada104. No caso do Fó um, ca ac e iza-se como sendo um espaço abe o à discussão en e odos os elemen os da u ma. Uma mensagem de um aluno pode se espondida po um colega de u ma e pelo docen e da disciplina. Es a e amen a acili a a pa ilha de ideias e pode se u ilizada como meio de escla ecimen o de dú idas ou de deba e de ideias105. Uma ez que as dú idas de um aluno podem se as ques ões de á ios dos seus colegas, op ámos po c ia o Fó um du an e o p ocesso de EaD. O nosso obje i o e a o de c ia uma á ea abe a à discussão onde os alunos pudessem escla ece as suas dú idas sob e os ma e iais disponibilizados e sob e os con eúdos, em momen os assínc onos. Po mui o in ui i a e de ácil u ilização que a pla a o ma Moodle possa se , peca po não en ia no i icações aos memb os do g upo aquando da publicação de alguma mensagem. Di e sos alunos e e i am que p e e iam en ia email po e em a ce eza que o docen e ecebia a sua mensagem. Caso o obje i o da u ilização do Fó um seja um deba e, eco e a uma ma cação p é ia do dia e da ho a com os discen es pode ia acili a a comunicação. Mesmo assim, caso se quei a ealiza um deba e ou """""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""" 102 Idem, Ibidem, p. 2 103 SANTOS, Lilie e Nunes dos, O con ibu o do Ensino a Dis ância na aquisição e ap endizagem do léxico de po uguês como língua es angei a, Tese de Mes ado, Lisboa: Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Uni e sidade No a de Lisboa, 2012, p. 60 104 LEGOINHA, Paulo; PAIS, João; FERNANDES, João, “O Moodle e as comunidades i uais de ap endizagem” in VII Cong esso nacional de Geologia – Resumos ala gados, s.l., Sociedade Geológica de Po ugal, 2006, p. 2" 105 Idem, Ibidem, pp. 2-3 34" " discussão, conside o que uma sínc ona seja mais p o ícua, uma ez que é mais di e a e en ol e mais o aluno na discussão. Uma das maio es an agens apon adas às pla a o mas LMS é a acilidade de pa ilha de ichei os e ma e iais didá icos106. O Moodle possui essa mesma uncionalidade, pe mi indo coloca o í ulo e ins uções aquando da submissão do ichei o. De emos, no en an o, e e i que apenas supo a ichei os com um peso de 16 MB, o que se o na limi a i o. Conside amos es a limi ação um p oblema, uma ez que a maio pa e dos ma e iais elabo ados du an e o EaD possuíam imagens e áudios explica i os que o na am os ichei os demasiado pesados pa a se em subme idos na pla a o ma. No caso de um simples Powe Poin (apenas com imagens), o p oblema pode ia se solucionado pela sua con e são em o ma o PDF. Reco endo a ou a pla a o ma pa a ealiza a ap esen ação, é possí el coloca o link de acesso des e ma e ial didá ico no Moodle. No que diz espei o às a e as a ibuídas aos alunos, es as podem se colocadas nas á eas denominadas po T abalho, Tes e ou Ques ioná io107. A á ea denominada po T abalho, oi po nós u ilizada pa a coloca as ichas a e as aos ma e iais didá icos. Aqui os alunos inham acesso à icha e subme iam as suas esoluções. Es a á ea pe mi e ao p o esso classi ica os exe cícios esol idos pelos discen es, deixando comen á ios e assim dando o seu eedback sob e a a e a ealizada108. No que diz espei o à uncionalidade denominada de Tes e, pe mi e ao p o esso elabo a ques ões a se em esol idas pelo discen e na p óp ia pla a o ma. Pe mi e a ealização de as o leque de exe cícios, como e dadei o ou also, escolha múl ipla, ques ões de espos a cu o ou longa, bem como de co espondência, en e ou as opções109. Foi eco endo a es a unção que ealizámos um Quiz à u ma do 9º ano. Ao docen e é dado acesso a odos os esul ados, sendo possí el deixa comen á ios aos discen es. Os alunos êm, igualmen e, acesso às suas espos as, bem como à co eção das ques ões, excep uando as de espos a """""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""" 106 SANTOS, Ma ia Idalina Lou ido Figuei edo dos, A in eg ação de pla a o mas de e-lea ning em con ex o educa i o: Modelo Bie ápico da Fo mação con ínua de P o esso es, Tese de Dou o amen o, Coimb a: Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Uni e sidade de Coimb a, 2018, pp. 68- 69 107"LEGOINHA, Paulo; PAIS, João; FERNANDES, João, “O Moodle e as comunidades i uais de ap endizagem” in VII Cong esso nacional de Geologia – Resumos ala gados, s.l., Sociedade Geológica de Po ugal, 2006, pp. 2-3" 108 Idem, Ibidem, pp. 2-3 109 Idem, Ibidem, pp. 2-3 35" " cu a ou longa. Quan o ao Ques ioná io, pe mi e a ealização de inqué i os, pe mi indo o anonima o dos pa icipan es110. Pa a além des as uncionalidades, de emos e e i o Wiki e o Glossá io. O Wiki pe mi e a elabo ação de um ex o com a con ibuição de di e sos pa icipan es, o nando possí el o acesso às di e sas e sões cons uídas de modo a pode em se compa adas111. O Glossá io, como o p óp io nome indica possibili a aos alunos c ia em dicioná ios de e mos elacionados com a disciplina, bases de dados documen ais, en e ou os, omen ando o abalho colabo a i o. Cada en ada ealizada pode se a aliada e comen ada pelo docen e112. No deco e da nossa P á ica de Ensino Supe isionada, apenas eco emos a algumas des as uncionalidades. Ti emos em con a o modo como o Moodle e a u ilizado pela escola e na disciplina de His ó ia. P ocu ámos ino a com o uso do Fo úm e de a e as du an e o pe íodo em EaD. No en an o, mui o icou po explo a e sem dú ida que com mais empo e maio plani icação se pode iam e u ilizado ou as das e amen as disponibilizadas pela pla a o ma. Conside amos que a escola após es e pe íodo o çado em EaD, de e explo a e u iliza es as pla a o mas a que em acesso, não se limi ando a u ilizá-los como mé odos de pa ilha de ma e iais didá icos com os alunos. Indo ao encon o do Plano de Ação pa a a Educação Digi al (2021-2027) da UE, que nos e e e “The COVID-19 c isis has b ough g ea e awa eness o he need o imp o e he use o echnology in educa ion and aining; o adap pedagogies and de elop digi al skills”113. De emos aqui e e i , que o Moodle não é a única LMS exis en e. Pla a o mas como o Class oom ou o Teams podem, igualmen e se classi icadas como LMS. No en an o, endo a escola onde ealizamos a P á ica de Ensino Supe isionada ado ado o Moodle, é sob e udo nes a pla a o ma e nas suas po encialidades que damos en oque. """""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""" 110 SANTOS, Ma ia Idalina Lou ido Figuei edo dos, A in eg ação de pla a o mas de e-lea ning em con ex o educa i o: Modelo Bie ápico da Fo mação con ínua de P o esso es, Tese de Dou o amen o, Coimb a: Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Uni e sidade de Coimb a, 2018, p. 77 111 LEGOINHA, Paulo; PAIS, João; FERNANDES, João, “O Moodle e as comunidades i uais de ap endizagem” in VII Cong esso nacional de Geologia – Resumos ala gados, s.l., Sociedade Geológica de Po ugal, 2006, p. 3 112 Idem, Ibidem, p. 3" 113 Plano de Ação pa a a Educação Digi al (2021-2027) in h ps://ec.eu opa.eu/educa ion/educa ion-in- he-eu/digi al-educa ion-ac ion-plan_p , p. 8 36" " 4. O papel do p o esso no EaD Uma das po encialidades de um sis ema de ensino em o ma o de EaD é o de p omo e a au onomia do es udan e que passa a encon a -se no cen o do p ocesso de ap endizagem. Ao aluno é dado a opo unidade de cons ui o seu p óp io conhecimen o, indo ao encon o das eo ias cons u i is as da ap endizagem114. Nes e sen ido, qual é o papel do p o esso no p ocesso de ensino em o ma o de EaD? A comunicação en e o p o esso e o aluno ca ac e iza-se como uma das p incipais on es de mo i ação na ap endizagem dos discen es, num sis ema em EaD. Segundo Lina Mo gado a cha e do sucesso do ensino online depende da a uação do p o esso 115. A isibilidade do docen e é um dos a o es mais ele an es na cons ução de um con ex o de ap endizagem. Po isibilidade, en endemos a comunicação ealizada en e o p o esso e o discen e, eduzindo o seu isolamen o. É impo an e, o docen e da as boas- indas aos alunos aquando das sessões sínc onas; usa os nomes dos es udan es, bem como enco aja e mo i a o aluno na ealização de a e as, acompanhando a e olução da sua ap endizagem116. Segundo Lina Mo gado, no que diz espei o à ipologia de mensagens en iadas pelo docen e “o que pa ece se undamen al pa a os es udan es é a demons ação, da pa e do p o esso , que es e é a i o na análise/lei u a das discussões em cu so”117. Um docen e isí el, pe mi e mo i a o discen e no seu p ocesso de ap endizagem a a és da sua pa icipação e do seu compo amen o. Nes e con ex o o eedback e ela-se como basila na mo i ação e sucesso do discen e du an e o EaD. Pe cebe que o docen e leu e co igiu os exe cícios ealizados em momen os assínc onos pe mi e ao aluno ica mais mo i ado na sua esolução. O eedback o nece o ien ação imedia a aos discen es, apoiando a e olução da sua ap endizagem. De e, po conseguin e se egula e de alhado, podendo se o necido a í ulo ge al (da u ma) """""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""" 114 Sob e o Cons u i ismo ide: BIDARRA, Ma ia da G aça; FESTAS, Ma ia Isabel, “Cons u i ismo(s): Implicações e in e p e ações educa i as in Re is a Po uguesa de Pedagogia, Coimb a: Uni e sidade de Coimb a, 39, nº2, 2005; COLL, Césa ; MARTÍN, Elena; MAURI, Te esa; MIRAS, Ma iana; ONRUBIA, Ja ie ; SOLÉ, Isabel; ZABALA, An oni, O Cons u i ismo na Sala de Aula, Po o: ASA Edi o es, 2001 e MACHADO, Robe o Miguel de Oli ei a, O Cons u i ismo no Ensino da His ó ia e da Geog a ia – O P o esso como Mediado no p ocesso Ensino/Ap endizagem”, Rela ó io de Mes ado, Lisboa: Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Uni e sidade No a de Lisboa, 2010 115 MORGADO, Lina, “O papel do p o esso em con ex os de ensino online” in Discu sos, III Sé ie, nº especial, Lisboa: Uni e sidade Abe a, 2001, p. 10" 116 Idem, Ibidem, p. 13 117 Idem, Ibidem, p. 14 37" " du an e uma sessão sínc ona, como indi idual, com comen á ios sob e as a e as ealizadas pelos alunos118. A documen ação o icial exis en e sob e o EaD e e e-nos que cabe ao p o esso - u o 119 “Es abelece es a égias de comunicação adequadas, uncionando como um acili ado da ap endizagem, mo i ado pa a a pa icipação nas a i idades le i as e dinamizado da in e ação en e os alunos, os seus pa es e os p o esso es, bem como da escola com os enca egados de educação”120. Ou as das unções do docen e se ão as de “Fomen a nos alunos o desen ol imen o de compe ências digi ais enden es à ealização de ap endizagens signi ica i as em ambien e i ual”121. Es a de e minação encon a-se, igualmen e, p esen e no ecen e Plano de Ação pa a a Educação Digi al (2021-2027)122 de inido pela Comissão Eu opeia, cujos p incipais obje i os são “o desen ol imen o de um ecossis ema de educação digi al al amen e e icaz e o e o ço das compe ências e ap idões digi ais pa a a ans o mação digi al”123. """""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""" 118 Idem, Ibidem, p. 14 119 Sob e o p o esso - u o ide ABREU, Robe a Melo de And ade; VIEIRA, Celu a Ma ia San os, “Educação a Dis ância: uma e lexão sob e a elação p o esso - u o e es udan e no p ocesso de ensino ap endizagem” in Re is a In e sabe es, ol. 11, nº23, s.l., Unin e , 2016, pp. 284-303 120 Po a ia nº 359/2019 de 8 de ou ub o, Diá io da República, nº 193 – 1ª Sé ie, p. 28 121 Idem, Ibidem, p. 27 122 Vide Plano de Ação pa a a Educação Digi al (2021-2027) in h ps://ec.eu opa.eu/educa ion/educa ion- in- he-eu/digi al-educa ion-ac ion-plan_p " 123 DIAS-TRINDADE, Sa a; MOREIRA, José An ónio, Educação Digi al pa a o desen ol imen o cu icula e aquisição de compe ências ans e sais, San o Ti so: Whi ebooks, 2021, p. 35 38" " CAPITULO II O ENSINO DA HISTÓRIA 1. Os Salesianos de Lisboa – ca ac e ização do colégio A P á ica de Ensino Supe isionada deco eu du an e o ano le i o de 2020/2021 no es abelecimen o de ensino pa icula dos Salesianos de Lisboa. Es a escola, si uada na p aça de S. João Bosco, minis a o ensino básico e secundá io (1º, 2º e 3º Ciclos e Ensino Secundá io) possuindo ce ca de 2 000 alunos de ambos os sexos. O seu uncionamen o e e início nos anos 70 do século passado, sendo inicialmen e uma escola de a es e o ícios. A sua mudança de uma escola écnico-p o issional pa a uma de ensino básico e secundá io e e luga aquando da e o ma de Veiga Simão que dec e ou a uni icação do ensino em 1969124. Es e es abelecimen o de ensino é compos o po ês blocos, incluindo a ig eja que se encon a ao se iço da escola e da pa óquia de Nossa Senho a dos P aze es, eme endo pa a o ca ác e ca ólico des a ins i uição educa i a. A “P opos a Educa i a” da escola e le e a ligação da escola salesiana com a eligião c is ã, endo como um dos seus p incípios de ação educa i a a ha monia en e o desen ol imen o humano e o c escimen o c is ão. Es e p incípio es á isí el na máxima “educa e angelizando e e angeliza educando”125. O “P oje o Educa i o” ansmi e, igualmen e, a alo ização da ansmissão de alo es e de um ensino no qual o discen e é o pe cu so da sua ap endizagem126. Consequen emen e, as es a égias de ensino po nós delineadas encon am-se de aco do com o “P oje o Educa i o” do es abelecimen o de ensino no qual ealizámos a nossa “P á ica de Ensino Supe isionada”. To na-se ele an e, endo em con a a nossa in es igação, ca ac e iza mos os meios ecnológicos disponibilizados pela escola aos alunos e docen es. A escola encon a-se do ada de um bom sis ema de Wi eless, o que pe mi e a ealização de exe cícios e a i idades eco endo a pla a o mas digi ais e ao uso do elemó el ou able s em sala de aula. Caso osse necessá io, se ia possí el eco e à equisição de able s pa a o desen ol imen o de uma de e minada a i idade, possibili ando a cada aluno o usu u o de um able . Todas as salas de aula encon am-se equipadas com quad os in e a i os e câma as que pe mi i am, nes a época de pandemia, a p esença de """""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""" 124Vide: h p://www.lisboa.salesianos.p /escola/ap esen a%C3%A7%C3%A3o [Acedido pela úl ima ez dia 5/6/2021] 125 Vide: h p://www.lisboa.salesianos.p /ensino/documen os [Acedido pela úl ima ez dia 27/7/2021] 126Vide:h p://www.lisboa.salesianos.p /escola/p oje o-educa i o/m%C3%A9 odo-educa i o [Acedido pela úl ima ez dia 27/7/2021] 39" " alunos que se encon assem em isolamen o p o ilá ico nas aulas, a a és da pla a o ma Zoom. O aluno pode ia, assim, pa icipa na aula e esol e as a e as solici adas, al como os seus colegas que se encon a am em sala de aula de modo p esencial. Como acima e e imos, a pla a o ma digi al de pa ilha de ma e iais didá icos e de apoio ao EaD u ilizada pela escola oi a pla a o ma Moodle e o Zoom pa a as aulas sínc onas. Iniciámos a P á ica de Ensino Supe isionada em se emb o de 2020, endo es a e minado em junho de 2021. Numa p imei a ase, que co espondeu aos meses de se emb o a no emb o (com um pequeno in e egno – ce ca de 4 semanas –de ido a p oblemas adminis a i os ela i os ao p o ocolo en e a Faculdade e os Salesianos) es i emos dedicados à obse ação das aulas do p o esso coope an e Jo ge Ne o. Es e pe íodo e elou-se pe inen e pa a pe cebe mos o uncionamen o das u mas e plani ica mos as nossas a i idades. Em pa alelo, pe mi iu-nos ap eende obse ando a o ma como o p o esso coope an e o ganiza a as suas aulas e in e agia com as u mas. Quan o às u mas a que lecionamos, o am duas, uma de 8º ano e ou a pe encen e ao 9º ano de escola idade, que denomina emos de 8º X e 9º Y de modo a zela mos pela p i acidade dos alunos. De emos e e i , igualmen e, que a escola obedecia às Me as Cu icula es de His ó ia127, pelo que na elabo ação das nossas plani icações seguimos es e documen o o icial. 2. A P á ica de Ensino Supe isionada 2.1 A u ma do 8º X A u ma do 8ºX e a cons i uída po 29 alunos, sendo 12 apa igas e 17 apazes, odos de o igem po uguesa. Es a e a uma u ma de con inuidade, pelo que odos os es udan es nela comp eendidos lhe pe enciam no ano le i o an e io , não lhe endo sido ac escen ado alunos no os. De emos e e i que a u ma não possuía alunos epe en es, nem com Necessidades Educa i as Especiais. No que diz espei o às suas classi icações na disciplina de His ó ia, a maio ia dos discen es encon a a-se en e os ní eis 4 e 5, enquad amen o que, de es o, icou pa en e no excelen e desempenho da u ma nas a i idades p opos as. Iniciámos a nossa p á ica le i a com a u ma do 8º X na úl ima semana de no emb o com o es udo da Unidade 2, co esponden e aos emas: “Renascimen o, """""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""" 127 RIBEIRO, Ana Isabel; NUNES, João Paulo A elãs; CUNHA, Ped o José Pai a da, Me as Cu icula es de His ó ia, Lisboa, Minis é io da Educação e Ciência, 2013/2014, [Disponí el online: h ps://www.dge.mec.p /si es/de aul / iles/ ichei os/me as_cu icula es_his _3_ciclo.pd ], [Acedido pela úl ima ez dia 18/8/2021] 40" " Re o ma e Con a e o ma”, p esen es nas Me as Cu icula es de His ó ia128. Já em pleno con inamen o, lecionámos o pon o: “A a i mação polí ica e económica da Holanda e da Ingla e a, nos séculos XVII e XVIII”, bem como o pon o denominado “A e olução polí ica, social e económica de Po ugal no século XVII e na p imei a me ade do século XVIII”. Ti emos ainda, a possibilidade de leciona a Unidade 4, co esponden e ao ema: “Um século de Mudanças – o século XVIII”. 2.2 A i idades didá icas desen ol idas com a u ma do 8ºX Uma ez que mui as das me odologias u ilizadas du an e o p ocesso de EaD o am simila es en e ambas as u mas, as a i idades desen ol idas nesse egime se ão analisadas num pon o especí ico e ese ado pa a o e ei o. Vejamos, po conseguin e, as a i idades ealizadas em egime p esencial. 2.2.1 A A i idade da o og a ia Renascen is a An es de inicia mos a desc ição da a i idade p op iamen e di a, de emos e e i que apenas nos oi ga an ido acesso à pla a o ma Moodle da escola nos inais de janei o. Po esse mo i o, as p imei as a i idades po nós desen ol idas eco e am ao uso de ou as pla a o mas, como o Quizizz129 pa a a elabo ação de quizzes ealizados em sala de aula. Conseguimos, no en an o, com auxílio do p o esso Jo ge Ne o, u iliza o Moodle numa a i idade an es de janei o. Es a a i idade, inse ida no es udo da a e do Renascimen o, mais conc e amen e a pin u a e a escul u a, p ocu a a desa ia os alunos a ec ia uma das ob as de a e em ques ão a a és de uma o og a ia de si p óp ios. De modo a complemen a a ec iação os discen es e iam de ealiza uma pequena biog a ia do au o da ob a, e e indo as p incipais ca ac e ís icas da escul u a ou pin u a escolhida, elacionando-as com os con eúdos em es udo. A a e a oi ealizada em momen o assínc ono, is o é, o a da sala de aula de modo a p omo e a c ia i idade, sensibilidade es é ica e a ís ica, pesquisa e au onomia do discen e, compe ências p esen es no Pe il dos Alunos à Saída da Escola idade Ob iga ó ia130. As ins uções """""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""" 128 Idem, Ibidem, pp. 14 e 15 129 Es a oi a pla a o ma u ilizada: h ps://quizizz.com/ 130 AA.VV., Pe il dos Alunos à Saída da Escola idade Ob iga ó ia, Minis é io da Educação, Lisboa, 2017, [Disponí el online: h ps://dge.mec.p /si es/de aul / iles/Cu iculo/P oje o_Au onomia_e_Flexibilidade/pe il_dos_alunos.pd ], [Acedido pela úl ima ez dia 18/7/2021], pp. 24-28 41" " o am colocadas no Moodle, de modo aos alunos as pode em consul a semp e que sen issem necessidade131. Os discen es de e iam, pos e io men e, en ega a a i idade ealizada no Moodle, po u ma, no local assinalado po “Ou os T abalhos”. As p incipais di iculdades ize am-se sen i aquando da submissão da a e a na pla a o ma, p e e indo, os alunos, en ia o seu abalho pa a o email do docen e da disciplina, em de imen o da u ilização do local p óp io pa a a sua en ega. No en an o, nos inqué i os po nós ealizados, os discen es e ela am que conside a am a pla a o ma Moodle de ácil acesso e comp eensão. A si uação acima expos a, que se e i icou, igualmen e, du an e o sis ema de EaD, comp o a que es a a aliação não co esponde à p á ica do uso da pla a o ma. Exce uando a ques ão da en ega, conside amos que a a i idade oi ealizada com sucesso. Os alunos e ela am en usiasmo e empenho na sua ealização, a ingindo odos os obje i os p opos os. 2.2.2 O quiz na aula de His ó ia Reco endo à pla a o ma do “Quizizz”132, p ocedemos à ealização de dois quizzes em sala de aula, de modo a consolida os conhecimen os adqui idos pelos discen es. Es a a i idade con ou com a adesão en usias a dos discen es que a ingi am com sucesso odos os obje i os p e endidos. O ques ioná io e a compos o po dez ques ões de espos a ápida, em sis ema de escolha múl ipla133. O empo a ibuído pa a a espos a a cada ques ão a iou en e os 45 segundos e de 1 minu os, dependendo do seu g au de complexidade. Es a página web pe mi e ao docen e obse a a e olução dos alunos du an e a ealização dos exe cícios, das espos as co e as e inco e as e a sal agua da dos esul ados ob idos. Também o aluno pode consul a , semp e que o deseja , as suas espos as e a espe i a co eção. O Quizizz pode ap esen a -se como um jogo, uma ez que a pla a o ma expõe ao discen e um quad o de lide ança. Tais espos as pe mi em-lhe g anjea bónus e “ idas” pa a u iliza caso e e alguma ques ão. Es a é uma opção que o docen e pode elimina ou pe mi i que se man enha aquando da elabo ação do Quiz. A u ilização do “jogo” em sala de aula aliado às no as ecnologias e es e-se de imensas po encialidades no p ocesso de ensino-ap endizagem. A as ando-se dos mé odos mais adicionais de """""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""" 131 Vide anexo p. X 132 Vide: h ps://quizizz.com/ 133 Vide anexo p. XII e p. XIV 48" " igualmen e, no expos o pelo Plano de Ação pa a a Educação Digi al (2021-2027)152, uma ez que p omo e o desen ol imen o da des eza dos discen es na u ilização das TIC. 2.4.3 O Quiz Também com a u ma do 9ºY p ocedemos à ealização de um Quiz como o ma de consolidação de conhecimen os na pla a o ma Moodle. Os alunos e iam, al como no Quizizz, de acede ao ques ioná io a a és da u ilização de uma passwo d p e iamen e disponibilizada pelo docen e. Assim como na pla a o ma Quizizz, ambém no Moodle a o dem das ques ões e espos as a se em ap esen adas aos discen es são “ba alhadas”, pe de, no en an o, a ca ac e ís ica de jogo p esen e no ou o si e. Ambas pe mi em a consul a aos alunos das opções co e as indo o Quiz, bem como a possibilidade de consul a em, semp e que o deseja em, as ques ões e espos as. Em ambas, o docen e em acesso às espos as dos discen es, icando os dados gua dados na pla a o ma. No Moodle, os exe cícios adqui em um oque mais sé io, sendo passí el a ealização de ques ões com ou o g au de complexi icação do que apenas escolhas múl iplas, nomeadamen e exe cícios de comple a espaços ou conjun os de in e ligação153. No en an o, se o in ui o da a i idade o o de enquad a o jogo na aula de His ó ia, a pla a o ma Quizizz pode á se a mais adequada, de ido às uncionalidades ap esen adas (possibilidade de ganha idas e “poções” que pe mi am mais empo ou ajudas nas espos as – ais modalidades são semp e es abelecidas pelo docen e na elabo ação do Quiz). As duas pla a o mas pe mi em a ealização de ques ões abe as aos alunos, sendo que o Moodle ap esen a a uncionalidade de ques ão cu a ou ex ensa, pe mi indo a ealização de exe cícios mais complexos. Du an e o pe íodo ealizado em EaD, es a uncionalidade oi u ilizada pelos docen es da disciplina de His ó ia pa a a ealização de uma “Ques ão-aula”, que incluía uma ques ão de desen ol imen o. A u ilização do Quizizz acaba po se mais dinâmica, in e a i a e di e ida pa a o aluno, podendo omen a o seu in e esse pelo es udo da His ó ia, desde que de idamen e u ilizada e enquad ada nos con eúdos em es udo. No en an o, as e amen as disponibilizadas pelo Moodle, pe mi em a ealização de di e sos exe cícios """""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""" h ps://dge.mec.p /si es/de aul / iles/Cu iculo/P oje o_Au onomia_e_Flexibilidade/pe il_dos_alunos.pd ], [Acedido pela úl ima ez dia 18/7/2021] p. 24 152 Pa a mais in o mações ide: h ps://ec.eu opa.eu/educa ion/educa ion-in- he-eu/digi al-educa ion- ac ion-plan_p 153 Vide anexo p. LI 49" " que se podem e es i de um ca iz mais sé io, mas o nando a aula, igualmen e, dinâmica e di e ida. 2.5 Ensina em EaD A pa i dos meados de janei o, com o no o con inamen o impos o pela si uação pandémica causada pela COVID-19, o EaD o nou-se no amen e uma ealidade pa a docen es e discen es. Nes e ambien e oi-nos possí el coloca em p á ica mui as das a i idades que conside ámos que pode iam se po enciado as das ap endizagens dos alunos num sis ema em EaD. Indo ao encon o da me odologia que decidimos adop a , o Flipped Class oom, elabo ámos, pa a ambas as u mas, Powe Poin s154 com áudios explica i os dos con eúdos em es udo. Complicações elacionadas com o peso dos ichei os (o Moodle apenas supo a ichei os com 16 Megaby es), bem como a di iculdade em anspo es es ma e iais pa a o Moodle, le a am-nos a p ocu a ou as pla a o mas pa a a elabo ação dos ma e iais disponibilizados aos discen es. Nes e sen ido, eco emos à u ilização da pla a o ma Emaze e do Pown oon155. A di iculdade de ansposição dos ma e iais pa a o Moodle ob igou-nos a ans o ma o Powe Poin em ídeo, o nando es e pouco in ui i o e di ícil de usa pelos discen es. Caso quisessem ou i no amen e uma de e minada explicação se ia mais complicado ol a a ás no ídeo pa a o minu o exa o do início do áudio em ques ão. De emos, igualmen e, e e i que o ac o de di e sos alunos não possuí em o Mic oso O ice di icul ou a isualização dos Powe Poin s e oi ou o dos mo i os da sua con e são em ídeo. Ao con á io dos ídeos, a pla a o ma Emaze pe mi iu-nos elabo a uma ap esen ação, na qual os discen es pode iam ou i os áudios explica i os quando o desejassem e a quan idade de ezes necessá ias pa a a sua ap endizagem156. Pa a os alunos acede em às pla a o mas em ques ão, oi colocada a hipe ligação das ap esen ações no Moodle com a espe i a iden i icação dos con eúdos em ques ão. No sen ido de p omo e a isualização dos ma e iais an es das aulas """""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""" 154 Vide Powe Poin s: 8º Ano: h ps://d i e.google.com/ ile/d/1TST zAqmSXTXUQjypKlx7LjWs34IC-lM/ iew?usp=sha ing 9º Ano: h ps://d i e.google.com/ ile/d/1cLyQ6HcUMj odKgnWmcmJY V1396SXs4/ iew?usp=sha ing 155 Pow oon: h ps://www.pow oon.com/online- p esen a ion/b1ElM Ua7qm/?u m_medium=SocialSha e&u m_campaign=s udio- sha e%2Bsha e%2Bby%2Bowne &u m_sou ce=s udio-sha e- bu on&u m_con en =b1ElM Ua7qm&u m_po=35802076&mode=mo ie Emaze: h ps://www.emaze.com/@AOTFOTQRC/o-es ado-no o 156 Es a pla a o ma eio esol e o p oblema causado pela ans o mação dos Powe Poin s em ídeos. 50" " sínc onas, cada uma das ap esen ações com áudios explica i os possuía uma icha de exe cícios a e os. A esolução des as ichas de e ia se en egue no Moodle no local de idamen e assinalado pa a o e ei o. Quan o às aulas sínc onas, conside amos que de em se i , sob e udo, como momen os nos quais os alunos i am dú idas com o docen e da disciplina ou consolidam e explo am no os con eúdos a a és da análise de documen os e da co eção dos exe cícios p e iamen e esol idos. De emos conside a que a a enção dos discen es nes a ipologia de aulas se e ela dis in a em compa ação com o con ex o de sala de aula. Em casa, o ambien e nem semp e é o mais p opício ao es udo e à ap endizagem. Se a aula sínc ona o demasiado exposi i a e ex ensa, a p obabilidade de o aluno es a a en o à explicação do p o esso pode se po encialmen e in e io . Nes e sen ido, conside amos que as aulas sínc onas de em se dinâmicas e o seu empo encu ado em elação ao egime p esencial (po exemplo um empo de 45 minu os de e em egime de EaD co esponde a 20/30 minu os de aula sínc ona) mo i o pelo qual a me odologia do Flipped Class oom nos pa eceu a mais adequada. Nes e sen ido, uma semana an es do início de um de e minado con eúdo, disponibilizámos no Moodle os ma e iais a se em isualizados pelos discen es, an es da aula sínc ona co esponden e. Toda es a p epa ação e elabo ação dos ma e iais ob iga o docen e a uma plani icação an ecipada e a empada das aulas e das di e sas a i idades em ealização. Em eo ia, os alunos de ambas as u mas chega iam à aula sínc ona com conhecimen os p é ios dos con eúdos em es udo, pe mi indo que es a aula ia Zoom osse mais dinâmica. Apesa de, nas nossas plani icações, as aulas sínc onas se i em pa a escla ecimen o de dú idas, co eção das ichas e a i idades a e as aos ma e iais disponibilizados no Moodle e análise de documen os (que ossem iconog á icos, esc i os ou em audio isual), nem semp e nos oi possí el cump i com o planeado. Em e mos p á icos, mui os dos discen es e ela am di iculdades em esol e odas as a e as nos p azos es ipulados, o que nos ob igou a ala ga os p azos (de uma semana) de en ega das a i idades. Se mui os dos alunos não esol e am os exe cícios p opos os, signi ica que os ma e iais e áudios explica i os não o am isualizados a empo da aula sínc ona. Ve i icámos que na u ma do 9º Y, quando ques ionados em aula sínc ona, apenas ês dos discen es admi i am e isualizado os ma e iais p esen es no Moodle necessá ios pa a a aula em ques ão. Na sessão seguin e, no en an o, a maio pa e dos alunos já ha iam consul ado os Powe Poin s. O mesmo sucedeu com a u ma do 8ºX. Todo es e p ocesso elacionado com a Flipped Class oom oi explicado a cada uma das 51" " u mas, na aula que p ecedeu à colocação em p á ica des a me odologia. Sendo de idamen e especi icado o que e a espe ado dos discen es, bem como a impo ância da isualização dos ma e iais didá icos an es da sessão sínc ona. No en an o, se odos os discen es acaba am po en ega as a i idades solici adas, nem odos i am os ma e iais didá icos que lhes co espondiam an es das aulas sínc onas p epa adas pa a esse e ei o. Se p ocu a mos analisa o po quê, de emos e em con a o espaço no qual se encon am os discen es, as suas casas, que nem semp e co espondem a um ambien e p opício à ap endizagem. Po ou o lado, His ó ia não co esponde à sua única disciplina e mui os dos discen es queixa am-se de sob eca ga de a e as, mesmo com um p azo ala gado de uma semana de en ega. Pa a além do p oblema de sob eca ga, mui os dos alunos demons a am não possui acesso ao Mic oso O ice ou acesso à In e ne ( osse pela ausência de ligação ou uma má ligação à web), ambos a o es que di icul a am bas an e a isualização dos ma e iais disponibilizados. Todos es es aspe os ep esen am condicionan es à ap endizagem em sis ema de EaD, não só pa a os discen es, mas igualmen e, pa a os docen es que são os p omo o es dessa mesma ap endizagem. A solução pode á passa pelo ala ga do p azo de en ega das a e as ou exe cícios mais cu os e di e amen e colocados na pla a o ma Moodle (em o ma o de Quiz ou ques ão de espos a cu a ou ex ensa) jun o da ap esen ação explica i a que o discen e e á de isualiza an es da aula sínc ona. 2.5.1 A u ilização didá ica do Fó um Com o obje i o de p omo e a cons i uição das chamadas comunidades de ap endizagem e azendo uso da pla a o ma Moodle, oi c iado, pa a cada u ma, um g upo de discussão a a és da u ilização da e amen a: Fó um. Es e ecu so se i ia como um local onde os discen es pudessem, que em momen os sínc onos, que assínc onos coloca as suas dú idas ou ópicos de discussão. Todas as in e enções se iam isualizadas pelos es an es elemen os da u ma, p omo endo a discussão. An es da sua c iação oi explicado a cada u ma, o obje i o, o local no Moodle onde pode iam encon a o Fó um e a sua u ilidade. Ao con á io do que espe á amos, es a e amen a ap esen ou pouca adesão po pa e dos discen es que p e e iam en ia as dú idas ia email. Ques ionados pos e io men e sob e es a ques ão, os alunos admi i am que conside a am es a e amen a pouco in ui i a e de demo ada espos a. Ao con á io de ou as pla a o mas, o Fó um não en ia nenhuma no i icação de no a mensagem, o que ob iga a os discen es a consul a cons an emen e o Moodle na expec a i a de uma 52" " espos a. O mesmo pa a o docen e, uma ez que não ecebe qualque no i icação de que uma no a mensagem enha sido subme ida, o que pode o igina a asos na espos a. Temos de admi i que es a a i idade não oi bem sucedida de ido à aca adesão po pa e dos discen es, elacionada com as aquezas da pla a o ma. Nes e sen ido, e apesa de odas as po encialidades do Moodle, suge íamos a u ilização do Wha sApp como o ma de comunicação mais di e a com os alunos. Com a c iação de um g upo de u ma, os alunos pode ão coloca as dú idas que deseja em, ecebendo no i icação de odas as espos as colocadas, que de ou os colegas que do p o esso , p omo endo uma discussão mais di e a e dinâmica. O ac o de se uma aplicação p esen e no elemó el do aluno apenas a o na mais a aen e e de ácil u ilização. É ce o que ob iga à pa ilha do con ac o ele ónico do p o esso , mas o seu ca iz mais di e o, como um cha , pe mi e uma comunicação luída e a empada no escla ecimen o de dú idas em de imen o do uso do email ou do Fó um157. 2.5.2 A A aliação no EaD No que diz espei o à a aliação em con ex o de EaD (e o a des a modalidade) de endemos uma a aliação o ma i a, cujos abalhos e ichas ealizados pelos discen es possuam um peso na sua a aliação, e i ando aos es es o seu peso adicional. A ins i uição na qual ealizámos a P á ica de Ensino Supe isionada, ins i uí a um p ocesso de a aliação di idido po compe ências e domínios. Cada exe cício pe ence ia a uma de e minada compe ência, caso en ol esse mais que um domínio, a co ação de e ia se di idida po cada uma das compe ências co esponden es158. Es a o ien ação a alia i a oi de encon o ao que p e endíamos aplica na P á ica de Ensino Supe isionada. Po conseguin e, odos os exe cícios e ichas ealizados pelos discen es que em EaD, que em sala de aula, segui am o sis ema de a aliação o ma i a da escola, con abilizando pa a a a aliação de cada aluno. 2.5.3 P incipais di iculdades sen idas no EaD Re le indo sob e o pe íodo de EaD em cada uma das u mas, de emos e e i que a u ma com mais aulas lecionadas, nes e modelo, oi o 9ºY. Compa ando com as aulas em ensino p esencial, es a u ma em EaD ap esen a a-se mui o menos """""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""" 157 Em pa alelo, de emos e e i a exis ência de pla a o mas como o Messenge , o TeamSpeak e o Disco d que podem, igualmen e, se u ilizadas nes e sen ido. 158 Vide c i é ios das ichas ealizadas em anexo, p. XXII e p. XLVIII 53" " pa icipa i a e in e essada. Re elando-se di ícil ca i a os alunos pa a os con eúdos colocados no Moodle e pa a a sua pa icipação nas aulas sínc onas. O compo amen o da u ma em ensino p esencial oi bem mais pa icipa i o e en ol ido nas a i idades p opos as, demons ando cu iosidade e empenho na disciplina de His ó ia. E idência que, de es o, ai de encon o ao obse ado nas aulas lecionadas pelo p o esso coope an e Jo ge Ne o. No que diz espei o à u ma do 8ºX, implemen ámos as mesmas me odologias u ilizadas com a u ma do 9ºY. A única exceção oi o ecu so à pla a o ma Pow oon, endo es e ecu so sido disponibilizado an es da aula sínc ona e isualizado na p óp ia aula, uma ez que mui os dos discen es não inham isualizado o ídeo. No que diz espei o às aulas sínc onas, de emos e e i que es a u ma con inuou a se mui o pa icipa i a, al como em egime de aula p esencial. Aliás, mui os alunos que se mos a am mais ese ados em sala de aula, e ela am-se mais pa icipa i os em aula sínc ona e em odo o egime de EaD. Foi, igualmen e, possí el e i ica que ou os alunos mais pa icipa i os em aula p esencial se man inham mais dis aídos e menos empenhados du an e o egime de EaD, que nas aulas sínc onas, bem como nas a e as a se em ealizadas em momen os assínc onos. Em ambas as u mas, e i icamos uma di iculdade na en ega das a e as den o dos p azos es abelecidos, pelo que se op ou, em conjun o com o p o esso coope an e, em não p ejudica os discen es pelo a aso, uma ez que es es se queixa am do olume de abalho que ecebiam de ou as disciplinas. Todas as ichas ealizadas pelos discen es con ibuí am pa a a sua a aliação o ma i a159. Quando olhamos pa a o EaD nes as ci cuns âncias, e nes a aixa e á ia, é necessá io e mos p esen e que exis em di e sos a o es que pode ão se i de obs áculo à ap endizagem. Ao longo des e pon o omos e e indo mui as des as di iculdades, como a ques ão do meio em que os alunos se encon am: em casa, mui os com pais em ele abalho e i mãos ambém eles com aulas em egime de EaD, bem como as alhas da In e ne e sis ema de Wi eless que podem di icul a o acesso aos ma e iais e a assis ência às aulas sínc onas. De emos, igualmen e, e e i o ele ado olume de a e as en iadas po odas as disciplinas com p azos nem semp e pe meá eis ou a al a de p og amas como o Mic oso O ice que impedem a abe u a de ma e iais didá icos po pa e do discen e. Tais di iculdades pa en eiam a “ ese” de que o EaD é mais u í e o """""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""" 159 Vide as ichas co esponden es ao ma e iais didá icos (Powe Poin s, Pow oon) em anexo p. XX; p. XXIV; p. XLVII" 54" " pa a aixas e á ias adul as, com maio au odisciplina e egulação do seu p ocesso de ap endizagem. No que diz espei o à Flipped Class oom adap ada ao EaD, conside amos que não ob i emos o sucesso p e endido na implemen ação des e mé odo, uma ez que mui os dos discen es não isualiza am os ma e iais an es das aulas sínc onas, apesa de possuí em ichas di e amen e ligadas aos ma e iais em ques ão. 2.6 Análise dos esul ados ob idos nos inqué i os sob e o EaD A pandemia eio al e a a o ma de ensina , ob igando p o esso es e alunos a in e agi em a a és de um ec ã e deixando azias as escolas. Podemos dize que as salas de aula ansi a am pa a um mundo i ual, exis indo g aças à u ilização de pla a o mas como o Zoom, o Mee , o Class oom, o Moodle ou o Google Teams. Es a é a an agem do EaD, a possibilidade de a “sala de aula”, a ap endizagem, pode se ealizada em qualque luga e em qualque momen o. Como nos oi possí el obse a no p imei o capí ulo des e ela ó io, o EaD oi, acima de udo, pensado pa a aixas e á ias mais independen es, pa a adul os e jo ens adul os. P ocu ámos pe cebe , na nossa “P á ica de Ensino Supe isionada”, que mé odo pe mi i ia aos discen es de aixas e á ias mais jo ens con inua em a sua ap endizagem du an e o con inamen o. No pon o an e io , já e e imos mui as das a i idades ealizadas e das di iculdades sen idas e como es as pode ão e ep esen ado en a es a es a mesma ap endizagem. Po odos es es obs áculos, e pa a pe cebe a é que pon o as medidas po nós implemen adas po encia am o conhecimen o dos alunos, esol emos ealiza a ambas as u mas um inqué i o160. Es e ques ioná io de inha, igualmen e, o obje i o de au e i em qual das modalidades de ensino (p esencial ou em EaD) os discen es sen i am que consegui am melho ap ende e desen ol e as suas compe ências. Quando ques ionados sob e em que modalidade de ensino, p esencial ou a dis ância, consegui am os alunos aumen a as suas ap endizagens, em ambas as u mas, 78,8% dos alunos escolheu o ensino p esencial. """""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""" 160 Vide Inqué i o 8ºX: h ps://docs.google.com/ o ms/d/e/1FAIpQLS ZMNZRPQqZAP78cT2Z4OMlD m8G2VpwUYAI_4b7W 53pkscbQ/ iew o m?usp=s _link Vide Inqué i o 9ºY: h ps://docs.google.com/ o ms/d/e/1FAIpQLScHZK- 6dJ XWUw11RjePO0GVo6LLM6SIG63mI-JdAnJTFB Sg/ iew o m?usp=s _link 55" " G á ico 1 - Tu ma 8ºX G á ico 2 - Tu ma do 9ºY No 8ºX, 21,2% dos discen es conside ou que conseguiu ap ende em ambas as modalidades, já no 9ºY apenas 18,2% esponde am es a opção, endo apenas 3% conside ado que ap endeu melho du an e o pe íodo de EaD. Ambas as u mas, quando ques ionadas sob e de que o ma melho en ende am os con eúdos explicados, mais de 90% dos alunos (97% na u ma do 8ºX e 93,9% na u ma do 9ºY) conside a que é em sala de aula p esencial que consegue pe cebe a explicação dos con eúdos em es udo. Apenas ce ca de 6% dos discen es selecionou a opção da aula sínc ona como o ma que melho lhes po enciou a ap endizagem. 56" " G á ico 3 - Tu ma do 8ºX G á ico 4 - Tu ma do 9ºY No que diz espei o às aulas sínc onas e se es as se e ela am ú eis no escla ecimen o de dú idas, a disc epância nas espos as en e as duas u mas é ele ada. No caso do 8ºX, 84,8% dos alunos conside a am que as aulas sínc onas lhes pe mi i am escla ece odas as suas dú idas sob e os con eúdos em es udo. Se olha mos pa a o caso do 9ºY apenas 54,5% conside ou as aulas sínc onas p odu i as no escla ecimen o de dú idas. A di e ença en e as u mas é, de ac o, conside á el, podendo se jus i icada pela o ma como ambas lida am com o egime em EaD. 57" " G á ico 5 – Tu ma 8ºX G á ico 6 – Tu ma do 9ºY Indo ao encon o do e e ido no pon o an e io des e abalho, 60,6% dos alunos de ambas as u mas conside am que nem semp e oi ácil cump i com odas as a e as solici adas pelos p o esso es du an e o pe íodo de EaD. No 8ºX 24,2% dos discen es diz não e sen ido di iculdades e 15,2% e e e que sen iu di iculdades em conclui odas as a e as p opos as. No caso do 9ºY, 33,3% dos discen es e e iu que sen iu di iculdades na ealização a empada de odas as a i idades solici adas pelos p o esso es du an e o EaD, sendo que apenas 6,1% e e iu não e sen ido qualque di iculdade (g á icos 7 e 8 espe i amen e). A dico omia en e as u mas e ela uma maio di iculdade de adap ação a es e egime de ensino po pa e do 9ºY, que se e le iu na sua pa icipação nas aulas sínc onas e no a aso no cump imen o de a e as. 64" " e discen e. Po conseguin e ca ac e iza-se como sendo apenas uma o ma de EaD, uma ez que o EaD pode eco e a ou os modelos de ansmissão de con eúdos aos alunos (como o sis ema po co espondência). No caso do b-lea ning, é uma simbiose en e o ensino p esencial e a dis ância, possuindo sessões p esenciais e sessões em sis ema de EaD. Resol e mui os dos p oblemas apon ados ao EaD, no que diz espei o à comunicação en e o p o esso e o aluno. Nes e sis ema a comunicação en e o aluno e o p o esso , classi ica-se como sendo bem mais p oac i a e de ácil ealização, mo i ando o p ocesso de ap endizagem do aluno. Po im, o m-lea ning pe mi e um ensino em qualque momen o ou espaço, podendo es e se p esencial e oco e na p óp ia sala de aula ou a dis ância. Pe mi e uma maio lexibilidade do ensino, bem como da comunicação en e docen e e discen e. Sendo um disposi i o mui o usado pelos discen e pode se acilmen e aplicado a ge ações mais jo ens, sob e udo em con ex o p esencial. Se indo como p incipal mo i ado na ealização da a i idade p e endida e assim no p ocesso de ap endizagem. No en an o, odos es e modelos e sis emas de ensino possuem as suas des an agens: a dis ância di icul a a comunicação en e o p o esso e o aluno, ep esen ando um en a e na ap endizagem e consequen e mo i ação do discen e nos con eúdos em es udo; se dependen e da web e do ecu so às TIC, a alha do disposi i o em uso e da p óp ia In e ne , pode di icul a o acesso do aluno aos ma e iais didá icos disponibilizados pelo docen e, bem como in iabiliza a sua p esença nas sessões sínc onas. Mesmo em sala de aula p esencial, quando aplicado o m-lea ning es e pode ap esen a alhas, caso o disposi i o mó el do aluno se ap esen e sem ba e ia ou sem acesso ao wi eless. Apenas se o es abelecimen o de ensino possui able s pode emos eco e a es es como solução. Mesmo nes e caso, al a o ob iga ao docen e a uma plani icação an ecipada das a i idades p og amadas de modo a p e e quaisque en a es. Todos os au o es analisados e sa am e obse a am modelos de EaD p e iamen e e de idamen e plani icados, com ma e iais elabo ados com a de ida an ecedência. Em odos es es modelos de ensino o aluno sabe que es á a escolhe um sis ema em o ma o de EaD. Que emos com is o dize , que o modelo p a icado nas escolas du an e o pe íodo pandémico causado pelo í us SARS-COV-2, não pode se analisado nos mesmos moldes. Re es iu-se de ca ac e ís icas e di iculdades p óp ias, sob e udo po que se des inou, igualmen e a camadas es udan is mais jo ens e po isso menos disciplinadas e o ganizadas no seu p ocesso de es udo. Nes e sen ido, p ocu ámos o mas e modelos que pudessem po encia e mo i a as ap endizagens dos 65" " discen es du an e o EaD. O ecu so à Flipped Class oom, du an e a nossa P á ica de Ensino Supe isionada, pa eceu-nos aze odo o sen ido, uma ez que pe mi i ia dinamiza as aulas sínc onas. Aos alunos o am en egues a e as e ma e iais didá icos pa a ealiza em momen os chamados assínc onos, eco endo ao chamado Fo úm pa a escla ecimen o de dú idas. As aulas sínc onas de e iam e sido dedicadas aos escla ecimen o de dú idas le an adas pela análise ealizada p e iamen e, pela co eção dos exe cícios ealizados e análise de documen os como meio de consolidação de ap endizagens. O obje i o e a consegui aulas sínc onas mais dinâmicas e dis in as de um o ma o mais adicional, que conside amos que não esul a num sis ema em EaD. A possibilidade de os alunos se abs aí em da aula é mui o maio uma ez que se encon am nas suas casas, o a do ambien e escola . Podemos conclui que os esul ados ob idos pela aplicação des e sis ema, não o am os mais desejados. Na e dade, o am o opos o do que es á amos à espe a. A pouca adesão dos alunos aos ma e iais colocados no Moodle su p eendeu-nos, bem como a g ande di iculdade sen ida na en ega das a e as den o dos p azos es abelecidos. Tais con a empos, le a am-nos a e de al e a o modelo de aulas sínc onas o iginalmen e pensado, eco endo à análise e discussão dos ma e iais colocados na pla a o ma. Quan o às a e as oi sendo ala gado o seu p azo de en ega de modo a não p ejudica os discen es. Temos de e em con a que es es são alunos de 8º e 9º anos, com uma maio di iculdade de o ganização, incipien e au onomia, sob e udo se sujei os a uma sob eca ga de a e as das di e sas disciplinas du an e es e modelo. Re o çamos, igualmen e, o a o do meio no qual os alunos se encon am: em casa. Conside amos es e ac o impo an e, po que os discen es encon am-se num meio que ca ac e izam como sendo de laze e não de es udo e abalho. A escola e a sala de aula é associada na sua o ina à ap endizagem, e não o seu qua o onde ago a passam a e aulas sínc onas. De emos e e i que ambém os seus i mãos e pais se encon am em casa, mui o possi elmen e em aulas ou ele abalho, o que pode á di icul a o acesso aos meios digi ais disponí eis, podendo le a ao a aso na ealização de a e as. Aliado a odos es es a o es, os inqué i os ealizados aos discen es de ambas as u mas ie am comp o a a não isualização dos ma e iais e as di iculdades sen idas em e mos de o ganização. Igualmen e, e ela am a cla a p e e ência dos alunos pelo ensino p esencial onde sen i am que consegui am ob e uma melho ap endizagem. Conside amos, no en an o, que a Flipped Class oom, pode ia e ido esul ados mais posi i os se aplicada p e iamen e em aula p esencial, is o é, se os alunos já 66" " i essem ido um con ac o p é io com es a modalidade de ensino. Esse a o pode ia e p omo ido um maio en ol imen o dos discen es e assim omen ado o seu p ocesso de ap endizagem. O ecu so a p azos mais ala gados de en ega de a e as ap esen a-se, igualmen e como uma das soluções que encon amos pa a a en ega dos abalhos em a aso. Concluímos, dizendo que o am ap eendidos no os meios e no as p á icas de ensino du an e es e p ocesso o çado de EaD, an o po docen es como pelos alunos. Conside amos que mui as des as p á icas, sob e udo no que diz espei o ao uso das TIC, de e iam man e -se no ensino p esencial, uma ez que pode ão en iquece a ap endizagem dos discen es. Se odos ap endemos a u iliza pla a o mas de que an es nunca ha íamos ou ido ala , po que não con inua a i a pa ido delas? Que seja o Teams, o Class oom ou o Moodle, odas possuem po encialidades que podem se explo adas e u ilizadas. Se es as exis em e se encon am a e as à escola de emos i a o máximo pa ido da sua exis ência, que a a és da ealização de a i idades a se em ali colocadas em ez de en egues em o ma o papel, que a a és de exe cícios a se em esol idos na p óp ia pla a o ma du an e a aula (no caso do Moodle). 67" " Bibliog a ia Documen os o iciais AA.VV., Pe il dos Alunos à Saída da Escola idade Ob iga ó ia, Lisboa, Minis é io da Educação e Ciência, 2017, [Disponí el online:" h ps://dge.mec.p /si es/de aul / iles/Cu iculo/P oje o_Au onomia_e_Flexibilidade/pe il_dos_alunos.pd ], [Acedido pela úl ima ez dia 18/7/2021]. Dec e o-Lei nº 14-G/2020 de 13 de ab il, Diá io da República, nº 72 – 1ª Sé ie, P esidência do Conselho de Minis os – Es abelece as medidas excecionais e empo á ias na á ea da educação, no âmbi o da pandemia da doença COVID-19. " Po a ia nº 359/2019 de 8 de ou ub o, Diá io da República, nº 193 – 1ª Sé ie. 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Con eúdos Me as Cu icula es Ap endizagens ele an es A i idades Momen o Recu so O absolu ismo em Po ugal Reconhece o einado de D. João V como um momen o de a i mação da mona quia absolu a de di ei o di ino em Po ugal, mas limi ado pela necessidade de espei a os cos umes, a jus iça e as leis undamen ais do eino; - Iden i ica D. João V como um ei absolu o; - Pe cebe o impac o da descobe a do ou o do B asil na encenação do pode do ei. - Escla ecimen o de dú idas sob e o ídeo p esen e no moodle. - Análise do doc. 2 p esen e na p. 105 do manual. - Visi a i ual ao Palácio e Con en o de Ma a: h ps://a sandcul u e.go ogle.com/pa ne /ma a -na ional-palace?hl=p - PT - Análise de imagens da Biblio eca Joanina. Sínc ono Zoom Manual - Visualização de um pequeno ídeo sob e o absolu ismo em Po ugal – link colocado no moodle ( ! h ps://www.pow oon.c om/s/b1ElM Ua7qm/1/ m ) - Resolução de c ucig ama colocado no moodle a é dia 20/03/2021 - Escla ecimen o de dú idas com o docen e da disciplina a a és do ó um do moodle. Assínc on o Moodle/ email Bibliog a ia: NETO, Helena; NETO, Jo ge; SANTOS, Luís Ab an es; SANTOS, Luís Aguia (2014) His ó ia 8ºAno, Ca naxide: San illana. CORVISIER, And é (1977), His ó ia Uni e sal – o mundo mode no, Lisboa: Ci culo de Lei o es. MATTOSO, José, (1998), His ó ia de Po ugal – O An igo Regime, olume 4, Lisboa: Edi o ial Es ampa. OLIVEIRA, João Paulo Oli ei a; RODRIGUES, José Damião; OLIVEIRA, Ped o Ai es, (2014), His ó ia da Expansão e do Impé io Po uguês, Lisboa: A Es e a dos Li os IX" " ! ! ! Plani icação de aula ! ! Tu ma: 8º Ano F Aula(s): nº 68 e 69 Du ação: 90 minu os Da a: 23/03/2021 Ano lec i o: 2020/2021 Sumá io: O Iluminismo. Mo i ação: Documen os iconog á icos, abalho de pesquisa. Con eúdos Me as Cu icula es Ap endizagens ele an es A i idades Recu s os Momen o Os ideais iluminis as Relaciona as ideias iluminis as com a c ença na Razão po enciada pelo pensamen o cien í ico do século XVII; Iden i ica os p incípios no eado es do Iluminismo e os seus p incipais ep esen an es; Iden i ica os meios de di usão das ideias iluminis as e os es a os sociais que mais cedo a elas ade i am; Analisa as p opos as do Iluminismo pa a um no o egime polí ico e social baseado na sepa ação dos pode es, na sobe ania da nação e no con a o social, na ole ância eligiosa, na libe dade de pensamen o, na igualdade à nascença e pe an e a lei; Reconhece a acei ação po pa e de alguns iluminis as da exis ência de mona cas absolu os, mas cuja go e nação se ia ei a em nome da azão e apoiada pelos ilóso os (despo ismo escla ecido); Reconhece a in luência das p opos as iluminis as nas democ acias a uais. De ini o concei o de Iluminismo; Pe cebe a impo ância do uso da azão e do sabe pa a os iluminis as; Iden i ica os p incipais meios de di usão do iluminismo (salões, ca és, li os, jo nais, a Enciclopédia); Comp eende as p incipais eo ias de endidas pelos iluminis as como Mon esquieu (sepa ação de pode es); Rousseau (Con a o Social) e Vol ai e (libe dade de pensamen o e ole ância eligiosa). De ini o concei o de despo ismo escla ecido. - Análise do doc. 2 e 3 da p. 113 do manual. - Sis ema ização de conhecimen os a a és da pla a o ma do Emaze; - Pesquisa ápida pelos alunos sob e as p incipais pe sonalidades do iluminismo. Pa ilha com a u ma dos esul ados da pesquisa (que em e mos biog á icos que no que diz espei o às eo ias de endidas); - Análise dos docs. 1, 2 e 3 da p. 115 do manual. Zoom Manual Emaze Manual Sínc ono - Visualização de um pequeno ídeo sob e o absolu ismo em Po ugal – link colocado no moodle ( ! h ps://www.pow oon. com/s/b1ElM Ua7qm/ 1/m ) - Resolução do c ucig ama colocado no moodle a é dia 25/03/2021 - Escla ecimen o de dú idas com o docen e da disciplina a a és do ó um do moodle. Moodle / email Assínc ono Bibliog a ia: NETO, Helena; NETO, Jo ge; SANTOS, Luís Ab an es; SANTOS, Luís Aguia (2014) His ó ia 8ºAno, Ca naxide: San illana. CORVISIER, And é (1977), His ó ia Uni e sal – o mundo mode no, Lisboa: Ci culo de Lei o es. X" "" 2.!A i idade!A e%do%Renascimen o% ! Escolhe!uma!ob a!do!Renascimen o! e!p ocu a! ec ia !o!ambien e,!em!casa,!idên ico! ao!quad o.!De!modo!a!melho !en ende es!es a!a i idade!a en a!ao!exemplo!colocado! abaixo.!Depois!de!escolhida!a!ob a!e!de!p epa ado!o!ambien e,!podes! i a !uma! o o!! !! De e ás!en ega !ao!p o esso :! • a! o o!da!ob a!o iginal;! • a! o o!da! ua! ec iação;! • Ficha! écnica!da!ob a:! í ulo,!au o ,!da a,! ema!e!onde! oi! ealizado.! ! " XI" " 3. O Moodle - 8ºX " Imagem 3 - Local no Moodle onde os alunos pode iam acede à icha e e en e ao ma e ial didá ico sob e o Fede alismo e o Pa lamen a ismo. " Imagem 1 - Local no Moodle onde os alunos pode iam acede às ins uções da a i idade A e do Renascimen o. ! " Imagem 2 - Local no Moodle onde os alunos pode iam acede ao ídeo do Pow oon. XII" " 4. B ains o ming " Imagem 4 - A i idade B ains o ming ealizada com a u ma do 8ºX. 5. A Pla a o ma do Quizizz " Imagem 5 - Códigos de acesso ao Quiz, que o am p oje ados, de modo aos alunos pode em pa icipa . XIII" " " Imagem 6 – Reco emos a ques ões de escolha múl ipla pa a a elabo ação do Quiz. Aqui ica ap esen ado a o ma como os alunos pode ão e a ques ão colocada. As ques ões e as espos as mudam de local e de co consoan e o discen e, sendo colocadas alea o iamen e. " Imagem 7 - Rep esen ação do sis ema de "jogo" sob e quem es á a "ganha " o Quiz. Imagem 8 - Es a opção, des e sí io web, pe mi e e e as ques ões e pe cebe a pe cen agem de alunos que ace ou ou e ou a espos a, sendo es a uma das uncionalidades u ilizadas pa a a co eção ealizada após a a i idade. " XIV" " 6. Links do Quizizz: • Quiz “O Renascimen o” h ps://quizizz.com/admin/quiz/5 d4d32 b1491b001dd43513 • Quiz “A Re o ma P o es an e” h ps://quizizz.com/admin/quiz/5 8a984b51d86001ecd 60b • Quiz “A Re o ma e a Con a e o ma Ca ólica” h ps://quizizz.com/admin/quiz/5ee9509dd7ea61001bb56 4e 7. Links P ezi: • Os Descob imen os Po ugueses: h ps://p ezi.com/ iew/ xOSiuJ iEqBmies nWo/ • A Re o ma p o es an e: h ps://p ezi.com/ iew/FduMmmdM8S41QSu 64kW/ • A Con a e o ma Ca ólica: h ps://p ezi.com/ iew/E0EKY hqndGSyiIUuOcR/ • O Despo ismo Pombalino: h ps://p ezi.com/ iew/gA3MSJw2ca41 nedVUmk/ 8. A i idade de análise ídeos isualizados, em sala de aula, com o 8ºX: A i idade ! Acabas e de isualiza um exce o da sé ie I Medici. Responde às seguin es ques ões: ◦ A quem oi en egue a cons ução da cúpula? ◦ Em que monumen o se inspi ou o a qui e o pa a cons ui a cúpula? ◦ Qual e a a elação en e Cosimo de Médici e o a qui e o da ob a? ◦ Que écnicas i á u iliza o a qui e o pa a edi ica a cúpula? A i idade: ! Vê com a enção o ídeo e esponde às seguin es ques ões: ! h ps://www.you ube.com/wa ch? =RsKdoE Zdd8 Ques ões: ! Indica as eo ias discu idas no ídeo. ! Iden i ica os p incipais pensado es des as eo ias. ! De ine cada uma das eo ias e e idas no ídeo. XV" " 9. Guião 8ºAno - “Renascimen o, Re o ma e Con a e o ma” ! ! ! ! ! Renascimen o,,Re o ma,e,Con a e o ma, Guião,de, abalho,nº,3,|,8.º,ANO,|,2020-2021, , Nome:,____________________________________________________! Nº:,______!Tu ma:,_______, XVI" " ! ! ! Na! Unidade' 2! amos! começa ! po ! abo da ! algumas! ques ões! elacionadas! com! o! mo imen o' men al' e' cul u al!que! su giu! em! I ália,! em! inais' do' século' XV:! o! Renascimen o.! Seguidamen e,! amos! es uda ! o! im! da! unidade! eligiosa! do! C is ianismo!com!o!su gimen o!da!Re o ma'P o es an e!iniciada!na!Alemanha.!! Pa a!ap ende es!mais!sob e!es es!con eúdos,! ealiza!as! á ias!e apas!que!p epa ámos! pa a! i!nes e!guião!de! abalho.!! ! O'que'p eciso'pa a'comple a 'es a' ase'do'caminho?' • Guião!nº!3;! • Ma e ial!de!esc i a;! • Telemó el!(u iliza !SÓ!nos!momen os!de!pesquisa!indicados);! • Powe Poin !(disponí el!no!Moodle!–!pala a-cha e:!h8);! • A enção!e!dedicação.! ! ' ' XXIII" " Ques ão 4......................................................................................................5 pon os Respos a: - Sis ema económico que se ca ac e iza pela p ocu a pe manen e de luc os, nas a i idades come ciais, endo em is a a acumulação de capi ais pa a in es imen o. Compe ência: Aplicação de conhecimen os Ques ão 5......................................................................................................5 pon os Respos a: - Bancos e as bolsas de alo es - Os bancos ecebiam depósi os e aziam a concessão de emp és imos a oco do pagamen o de ju os - As bolsas de alo es e am me cados onde se negocia am ações das companhias e ou os alo es. Con ibuí am pa a a ci culação de capi ais dinamizando a pa icipação do público nas a i idades inancei as. Compe ência: Aplicação de conhecimen os ! ! XXIV" " ! C ucig ama – An igo Regime 1. Rei que se iu de modelo a mui os mona cas absolu is as. 2. O po o. 3. A i idade económica de que i iam senho es e camponeses. 4. Di ei os especiais de que goza am ce os g upos sociais. 5. G upo social que não usu uía de p i ilégios, mas que se des aca a pela iqueza e pela cul u a. 8. E a conside ado como a on e de pode absolu o dos eis 9. O dem p i ilegiada que inha di ei o a ecebe a dízima. 10. T a ado celeb ado en e Po ugal e a Ingla e a que ab iu o me cado po uguês aos êx eis ingleses em oca da abe u a do me cado inglês aos inhos po ugueses. 11. De lá inha a iqueza que ez de D. João V um ei magnânimo. 12. Sis ema polí ico que igo a a em quase odos os países da Eu opa. 13. O dem p i ilegiada a que se pe encia po di ei o de sangue ou concessão égia. 14. Ca ac e ís ica do go e no absolu is a po uguês. 15. Leis que p oibiam o uso de ecidos de lã e de ou os a igos de es uá io de o igem es angei a. 16. Só ele de inha o pode absolu o. 17. Palácio-con en o monumen al, exp essão do pode absolu o de D. João V. 18. Biblio eca e es ida de alha de dou ada e pe encen e a Uni e sidade de Coimb a. 19. Conjun o de pessoas que i iam habi ualmen e à ol a do ei, p es ando-lhe homenagem e se iços. 1. __ __ __ S __ __ __ 2. __ __ __ __ __ __ __ O __ __ __ __ __ __ 3. __ __ __ __ C __ __ __ __ __ __ 4. __ __ __ __ I __ __ __ __ __ __ 5. __ __ __ __ __ E __ __ __ 6. D 7. A 8. __ __ __ __ __ __ __ D __ __ __ __ __ 9. __ __ E __ __ 10. __ __ __ __ __ __ __ __ __ __ E __ __ __ __ __ 11. __ __ __ S __ __ 12. A B S O L U T I S M O 13. __ __ __ R __ __ __ 14. __ __ __ __ __ __ A __ __ __ __ __ 15. __ __ __ __ __ __ T __ __ __ __ 16. __ __ I 17. __ __ F __ __ 18. __ __ __ __ I __ __ 19. C __ __ __ __ 20. __ __ __ __ A __ __ __ __ __ __ __ __ 21. D __ __ __ __ __ 22. __ __ __ __ __ A __ __ __ __ __ XXV" " ! 20. Polí ica económica que isa diminui as impo ações e aumen a as expo ações e abundância de dinhei o. 21. O mais impo an e mona ca absolu is a po uguês. 22. Fo am p o egidas pelos me can ilis as pa a desen ol e a indús ia. XXVI" " 12. Plani icações Tu ma 9ºY Plani icação de aula Tu ma: 9º Ano D Aula(s): nº Du ação: 45 minu os Ano le i o: 2020/2021 Sumá io: A pa icipação de Po ugal na 1ªGue a Mundial. Resolução de exe cícios. Mo i ação: Fo og a ias da época. Con eúdos Me as cu icula es Ap endizagens Rele an es A i idades Recu sos A pa icipação de Po ugal na 1ª Gue a Mundial Desc e e sucin amen e a pa icipação de Po ugal na 1ª G ande Gue a Iden i ica as p incipais azões que mo i a am a en ada de Po ugal na G ande Gue a. Conhece as di e sas di iculdades do Co po Expedicioná io po uguês. Iden i ica as consequências da en ada de Po ugal na 1ª Gue a Mundial. - Análise dos docs. 1 e 2 do manual, p. 24. - Esquema ização dos di e sos mo i os que mo i a am a en ada de Po ugal na 1ªGue a. - Análise de o og a ias da época ilus ando soldados do CEP nas inchei as. -Análise de um esquema da ba alha de La Lys e lei u a do documen o 4 e 5 do manual, p. 25. - Elabo ação de uma lis a das di e sas consequências, endo em con a os documen os analisados an e io men e na aula. - Realização de uma icha de abalho (Ca a). Manual Powe Poin Powe Poin Manual Manual e Powe Poin Ficha Bibliog a ia: NETO, Helena; NETO, Jo ge; SANTOS, Luís Ab an es; SANTOS, Luís Aguia (2014) His ó ia 9ºAno, Ca naxide: San illana. MATTOSO, José, (2001), His ó ia de Po ugal – A Segunda Fundação, olume 6, Lisboa: Edi o ial Es ampa. Webg a ia: h ps://bdigi al.u p.p /bi s eam/10284/7755/1/eBook_A%20P imei a%20Gue a%20Mundial. %20Na%20Ba alha%20de%20La%20Lys.pd [úl ima ez acedido a 12/10/2020] ile:///Use s/eliseca doso/Downloads/Po ugal%20na%20G ande%20Gue a.%20As% 20dese %C3%A7%C3%B5es%20e%20os%20 u os%20no%20Co po%20Expedicion%C3%A1 io%20Po ugu% C3%AAs.pd , [úl ima ez acedido a 12/10/2020] h ps://co e.ac.uk/download/pd /144018328.pd [úl ima ez acedido a 12/10/2020] h ps://po ugal1914.o g/po al/p /his o ia/iconog a ia/i em/3947-numa-es ada-de- anca-soldados-do-cep-a- caminho-das- inchei as [úl ima ez acedido a 12/10/2020] h ps://po ugal1914.o g/po al/p /his o ia/iconog a ia/i em/4009-um-ab igo-nas- inchei as [úl ima ez acedido a 12/10/2020] h ps://po ugal1914.o g/po al/p /his o ia/iconog a ia/i em/3976-uma- e eicao- ia [úl ima ez acedido a 12/10/2020] XXVII" " Plani icação de aula ! ! Tu ma: 9º Ano Aula(s): nº Du ação: 90 minu os Da a: 03/03/2021 Ano lec i o: 2020/2021 Sumá io: A eme gência e consolidação dos ascismos nas décadas de 20 e 30. O Fascismo I aliano. Resolução de exe cícios. Mo i ação: Vídeo. Con eúdos Me as Cu icula es Ap endizagens ele an es A i idades Recu s o Momen o A eme gência dos ascismos nas décadas de 20 e 30 O ascismo I aliano - Relaciona as di iculdades económicas do pós-gue a e os e ei os da e olução so ié ica com o a anço da ex ema-di ei a e dos pa idos comunis as, iden i icando a base social de apoio de cada um; Relaciona as consequências da G ande Dep essão com o c escen e desc édi o dos egimes demolibe ais, salien ando os momen os de c ise económica e social como conjun u as a o á eis ao c escimen o dos adep os de p opos as ex emis as; - Desc e e sucin amen e a subida ao pode do Pa ido Nacional Fascis a; - Ca ac e iza os p incípios ideológicos comuns aos ascismos; - Pe cebe as causas da eme gência de egimes au o i á ios. - Comp eende a subida ao pode de Beni o Mussolini. - Iden i ica o cul o do che e, o mili a ismo, o impe ialismo, o o ali a ismo, o pa ido único, o nacionalismo e o co po a i ismo como ca ac e ís icas do ascismo. Explicação aos alunos sob e os ma e iais colocados na pla a o ma moodle (mos a aos alunos onde de em consul a e como os Powe Poin s en iados e aze e coloca as ichas pedidas) e da sua impo ância pa a as aulas sínc onas - Escla ecimen o de dú idas sob e os exe cícios esol idos em momen o assínc ono. - Análise do documen o 3 da p. 85 do manual. - Visualização de um ídeo sob e o Ku Klux Klan; - Análise do esquema sob e os an eceden es da eme gência dos au o i a ismos pe sen e no Powe Poin disponibilizado no moodle - Análise do documen o 2 da p. 87 do manual. Zoom Manual Powe P oin Manual Sínc ono - Lei u a das páginas 84 – 86 do manual; - Análise do Powe Poin p e iamen e en iado aos alunos ia moodle; - Resolução dos exe cícios do Powe Poin e de uma icha de abalho (p azo de en ega dos abalhos: 8/03/2021) - Escla ecimen o de dú idas com o docen e da disciplina a a és do Moodle / email Assínc ono XXVIII" " Plani icação de aula ! ! ! ó um do moodle. Bibliog a ia: FERRO, Ma c, (2007), Se e Homens em Gue a, Lisboa: Be and Edi o a. GILBERT, Ma in, (2009), His ó ia do século XX, Al agide : Publicações D. Quixo e. NETO, Helena; NETO, Jo ge; SANTOS, Luís Ab an es; SANTOS, Luís Aguia (2014) His ó ia 9ºAno, Ca naxide: San illana. XXIX" " Plani icação de aula ! ! Tu ma: 9º Ano Aula(s): nº 62 Du ação: 45 minu os Da a: 05 /03/2021 Ano lec i o: 2020/2021 Sumá io: O Fascismo I aliano – conclusão. Resolução de exe cícios. Mo i ação: Vídeo. Con eúdos Me as Cu icula es Ap endizagens ele an es A i idades Recu s os Momen o O ascismo I aliano - Desc e e sucin amen e a subida ao pode do Pa ido Nacional Fascis a; - Ca ac e iza os p incípios ideológicos comuns aos ascismos; - Desc e e as o ganizações e o mas de enquad amen o de massas e de ep essão desen ol idas pelos egimes ascis as; - Relaciona a consolidação dos egimes ascis as com os esul ados ob idos pelas espe i as polí icas económicas e sociais. - Comp eende a subida ao pode de Beni o Mussolini. - Iden i ica o cul o do che e, o mili a ismo, o impe ialismo, o o ali a ismo, o pa ido único, o nacionalismo e o co po a i ismo como ca ac e ís icas do ascismo. - Comp eende o papel da p opaganda na di usão dos ideais do egime; - Iden i ica os ó gãos de enquad amen o de massas exis en es desde a in ância (Balilas; e c) a é a idade adul a; - De ini os concei os de au a cia e co po a i ismo; - Escla ece aos alunos as a e as a ibuídas pa a a semana seguin e. - Escla ecimen o de dú idas sob e os exe cícios esol idos em momen o assínc ono. - Co eção da a i idade 1 do Powe Poin . - Análise do documen o “O Es ado Fascis a” p esen e no Powe Poin ; - Resolução das ques ões de in e p e ação do documen o com os alunos. Zoom Powe P oin Sínc ono - Lei u a das páginas 84 – 86 do manual; - Análise do Powe Poin p e iamen e en iado aos alunos ia moodle; - Resolução dos exe cícios do Powe Poin e de uma icha de abalho (p azo de en ega dos abalhos: 08/03/2021) - Escla ecimen o de dú idas com o docen e da disciplina a a és do ó um do moodle. Moodle / email Assínc ono Bibliog a ia: NETO, Helena; NETO, Jo ge; SANTOS, Luís Ab an es; SANTOS, Luís Aguia (2014) His ó ia 9ºAno, Ca naxide: San illana. GILBERT, Ma in, (2009), His ó ia do século XX, Al agide: Publicações D. Quixo e. XXX" "" Plani icação de aula ! ! ! FERRO, Ma c, (2007), Se e Homens em Gue a, Lisboa: Be and Edi o a. XXXI" " Plani icação de aula ! ! ! Tu ma: 9º Ano D Aula(s): nº 64 Du ação: 45 minu os Da a: 12/03/2021 Ano lec i o: 2020/2021 Sumá io: A chegada ao pode de Hi le . Ca ac e ís icas do egime nazi. Mo i ação: Vídeo. Con eúdos Me as Cu icula es Ap endizagens ele an es A i idades Recu s os Momen o O nazismo Desc e e sucin amen e a subida ao pode do Pa ido Nacional ascis a, em I ália, e do Pa ido Nacional-Socialis a dos abalhado es Alemães. Ca ac e iza os p incípios ideológicos comuns aos ascismos. - Comp eende os mo i os que conduzi am à chegada ao pode do pa ido Nazi; - Pe cebe as ca ac e ís icas simila es com o Fascismo I aliano – cul o do che e; mili a ismo; nacionalismo; o ali a ismo; pa ido único; ep essão e censu a; -Escla ecimen o de dú idas sob e os exe cícios esol idos em momen o assínc ono. - Co eção da icha sob e o Fascismo ealizada em momen o assínc ono. - Visualização de um ídeo de um discu so de Hi le às ju en udes hi le ianas. - Análise do doc. 4 p esen e na página. 89 do manual. Zoom Manual Sínc ono - Análise do Powe Poin p e iamen e en iado aos alunos ia moodle; - Escla ecimen o de dú idas com o docen e da disciplina a a és do ó um do moodle. - Realização da icha 6 e dos es es 25 e 26 a é dia 15/03/2020 Moodle / email Assínc ono Bibliog a ia: NETO, Helena; NETO, Jo ge; SANTOS, Luís Ab an es; SANTOS, Luís Aguia (2014) His ó ia 9ºAno, Ca naxide: San illana. GILBERT, Ma in, (2009), His ó ia do século XX, Al agide: Publicações D. Quixo e. FERRO, Ma c, (2007), Se e Homens em Gue a, Lisboa: Be and Edi o a. XXXII" " Plani icação de aula ! Tu ma: 9º Ano Aula(s): nº 66 e 67 Du ação: 90 minu os Da a: 17/03/2021 Ano lec i o: 2020/2021 Sumá io: As ca ac e ís icas do acismo Nazi. O Es ado No o. Mo i ação: Vídeo. Con eúdos Me as Cu icula es Ap endizagens ele an es A i idades Recu s os Momen o O nazismo O Es ado No o Analisa as causas e consequências do acismo alemão, des acando a c ença na supe io idade da “ aça a iana”, a c iação do “espaço i al” e as agas de pe seguição an issemi a que culmina am no Holocaus o. Re e i a manu enção da ins abilidade polí ica e dos p oblemas inancei os nos p imei os anos da Di adu a Mili a ; Desc e e o p ocesso de ascensão de An ónio de Oli ei a Salaza no seio da Di adu a Mili a ; Compa a as ca ac e ís icas do es ado No o com as ca ac e ís icas dos egimes di a o iais i aliano e alemão, des acando as suas semelhanças e di e enças. - Iden i ica as p incipais ases do an issemi ismo nazi; - Comp eende o ideal de aça exis en e no egime nazi. - Iden i ica as p incipais ca ac e ís icas dos Es ado No o: Co po a i ismo; enquad amen o de massas (Mocidade po uguesa, Legião po uguesa); Rep essão (polícia polí ica e censu a); a p opaganda – o sec e a iado de p opaganda nacional; o nacionalismo; o conse ado ismo. - Co eção da icha sob e o Fascismo ealizada em momen o assínc ono. - Análise do doc. 2 da p. 90 do manual. - Sis ema ização de conhecimen os a a és do ecu so ao Powe Poin disponibilizado aos alunos no moodle. - Visualização de um ídeo da RTP Ensina sob e as semelhanças en e o Es ado No o e o Fascismo i aliano: h ps://ensina. p.p /a igo/ oi-o-es ado-no o- um- egime- ascis a/ Zoom Manual Powe P oin RTP Ensina Sínc ono - Análise do Emaze p e iamen e en iado aos alunos ia moodle: h ps://www.emaze.co m/@AOTFOTQRC/o- es ado-no o - Escla ecimen o de dú idas com o docen e da disciplina a a és do ó um do moodle. - Realização da icha 6 e dos es es 25 e 26 a é dia 19/03/2020 Moodle / email Assínc ono Bibliog a ia: FERRO, Ma c, (2007), Se e Homens em Gue a, Lisboa: Be and Edi o a. GILBERT, Ma in, (2009), His ó ia do século XX, Al agide : Publicações D. Quixo e. MATTOSO, José, (1998), His ó ia de Po ugal – O Es ado No o, Lisboa: Edi o ial Es ampa, olume 7. NETO, Helena; NETO, Jo ge; SANTOS, Luís Ab an es; SANTOS, Luís Aguia (2014) His ó ia 9ºAno, Ca naxide: San illana. PIMENTEL, I ene Flunse , (2007), A his ó ia da PIDE, Rio de Mou o: Cí culo de Lei o es e Temas e Deba es. ROSAS, Fe nando; BRITO, J. M. B andão de, (1996) Dicioná io de His ó ia do Es ado No o, Lisboa: Be and Edi o a, olume II. XXXIX" " ! ! ! ETAPA!1! Após!escu a es!a!explicação!do!P o esso !sob e!os!an eceden es!que!conduzi am!à!II! Gue a!Mundial!e!o! ápido!a anço!alemão,! ealiza!os!seguin es!exe cícios:!!! 1-!Resol e!os!exe cícios!dos! es es!35!e!36!do!cade no!de!a i idades.!! ! ETAPA!2! Depois!de! ou i es!a! explicação! do! P o esso !sob e! os! p incipais! acon ecimen os! oco idos!du an e!a!II!Gue a!Mundial,! ealiza!os!seguin es!exe cícios:!!! 1!–!A i idade:!Fases!da!II!Gue a!Mundial:!! Pela! escola! encon am-se! espalhados! QR! codes! co esponden es! a! um! momen o! ele an e! da! II! G ande! Gue a.! Explo a! cada! um! des es! momen os! e! esol e! as! seguin es!ques ões!o ien ado as:!! 1.1 Achas!que!Wins on!Chu chill! inha! azão!em!descon ia !de!Hi le !e!dos! esul ados! do!Pac o!de!Munique?!Jus i ica.!! ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________! ! 1.2 No! Pac o! de! Munique,! quais! o am! as! cedências! que! as! po ências! ociden ais! ize am!à!Alemanha!nazi?! ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________! ! 1.3 Relaciona!o!expansionismo!alemão!com!a!polí ica!do!“espaço! i al”.! ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________! ! 1.4 Explica!o!êxi o!da! á ica!alemã!no!início!da!gue a.! ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________! ! ! XL" " ! 1.5 Qual! oi!o!país!que!lu ou,!p a icamen e!sozinho,!con a!a!Alemanha!de!Hi le ,! apesa !da! iolência!dos!a aques?! _______________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________! ! 1.6 Po !que! azão!a!ba alha!de!Es alineg ado,!em!1942,! oi!decisi a!pa a!al e a !o!cu so! dos!acon ecimen os?! ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________! ! 1.7 Que!base!na al!ame icana! oi!a acada!pelos!japoneses!em!1941?! ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________! ! 1.8 A!pa i !de!1941,!a!gue a!mundializou-se.!Explica!po quê.!! ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________! ! 1.9 Du an e! a! gue a! exis i am! duas! impo an es! coligações! que! se! con on a am.! Re e e!os!países!que!as!compunham:!! Países!do!Eixo:_______________________________________________________! Países!Aliados:_______________________________________________________! 2-Além!do!a mamen o! adicional,!p oduzi am-se!no as!a mas!na!II!Gue a!Mundial.! Quais?!(u iliza!o! eu! elemó el!de! o ma!a!pesquisa es!o!a mamen o!u ilizado!du an e! a!gue a)! _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________! ! ! ! ! ! ! XLI" " ! 3-!Esc e e'as'de inições!co esponden es!aos!concei os!ap esen ados!na! abela.! ! 4-!Resol e!os!exe cícios'dos' es es'37'e'38!do!cade no!de!a i idades.!! ! ETAPA'4' Depois'de'escu a es'a'explicação'do'P o esso !sob e!as!consequências!humanas!e!as! a ocidades!come idas!du an e!a!II!G ande!Gue a,! ealiza'os'seguin es'exe cícios:!!! ! 1-!Esc e e'as'de inições!co esponden es!aos!concei os!ap esen ados!na! abela.! ' ' 2-!Depois!da! isi a! i ual!ao!complexo!de!concen ação/ex e mínio!de!Auschwi z-Bi kenau! esponde!às!seguin es!ques ões:! ! 2.!1.!Indica!o!pe íodo!em!que!o!complexo!es e e!a i o.!Quan os!p isionei os!in eg ou?!E! quan os!mo e am?! _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________! ! ! ! Eixo' ! Gue a- elâmpago' ! Resis ência' ! Kamikaze' ! Dia'D' ! Genocídio' ! Holocaus o'' ! XLII" " 14. QR Codes – 9º Ano QR Code 1: 1. Lê o seguin e ex o e esponde às ques ões 1.1, 1.2 e 1.3 do Guião nº 5 (semp e que sen i es necessidade podes eco e à In e ne pa a ealiza pesquisas) O Pac o de Munique No no e da Checoslo áquia si ua a-se o País dos Sude as, cuja população e a maio i a iamen e de o igem alemã. Hi le ei indica a a sua in eg ação na Alemanha. Pa a cla i ica es a ques ão ealizou-se, em se emb o de 1938, em Munique, uma con e ência em que pa icipa am Hi le , Mussolini, Chambe lain (p imei o-minis o b i ânico) e Daladie (p imei o-minis o ancês). Hi le acaba ia po impo a sua on ade em oca da ga an ia de que espei a ia as es an es on ei as checoslo acas – Pac o de Munique. Em b e e, po ém, quando a Alemanha ocupou o es o da Checoslo áquia (ma ço de 1939), se e i ica ia que o Pac o de Munique o a pa a Hi le apenas uma o ma de ganha empo pa a se p epa a pa a a gue a. Nes es “anos de ceguei a”, Wins on Chu chill oi uma das poucas ozes que se le an a am con a a polí ica de cedência aos nazis, ale ando pa a a necessidade de a a o expansionismo ge mânico. O u u o da -lhe-ia azão. QR Code 2: 2. Obse a a imagem e lê a legenda. Responde à ques ão 1.4 do Guião nº 5 (semp e que sen i es necessidade podes eco e à In e ne pa a ealiza pesquisas) QR Code 3: 3. Assis e ao seguin e ídeo e esponde à ques ão 1.5 do Guião: h ps://ensina. p.p /a igo/as-noi es-de-lond es-du an e-a-ba alha-de-ingla e a/ QR Code 4: 4. Obse a a imagem. Responde à ques ão 1.6 do Guião nº 5 (semp e que sen i es necessidade podes eco e à In e ne pa a ealiza pesquisas) “A o ensi a alemã de 1 de se emb o de 1939 na Polónia não oi uma epe ição das ác icas da P imei a Gue a Mundial. (...) O mé odo de Hi le oi o Bli zb ieg – gue a- elâmpago. (...) Se a Blizb ieg eio, an es do mais, do céu, ambém eio po e a; p imei o, em aga após aga de in an a ia mo o izada, anques ligei os e au ome alhado as, a ançando a é ão longe quan o possí el.” GILBERT, Ma in, (2009), A Segunda Gue a Mundial, Al agide: Publicações D. Quixo e. " XLIII" " Doc. 1 - Ba alha de Es alineg ado. QR Code 5: 5. Assis e ao seguin e ídeo e esponde às ques ões 1.7, 1.8 e 1.9 do Guião: h ps://ensina. p.p /a igo/a-decla acao-de-gue a-dos-eua-ao-japao/ QR Code 6: 6. Obse a as seguin es imagens e esponde à ques ão 2 do Guião. Doc. 1 - A ião da Lu wa e Doc.2 - A Bomba A ómica em Hi oshima. XLIV" " XLV" " XLVI" " XLVII" " ! Salesianos de Lisboa Ficha de T abalho nº 1 Aluno:_______________________________________________________ Tu ma: 9º_____ Nº.________________ Da a:___________ 1.Lê a en amen e os seguin es documen os: Documen o 1 O Fascismo Documen o 2 Pode es do Duce (1925) “O ascismo nega que a maio ia, só pelo ac o de se maio ia, possa di igi as sociedades humanas; nega que essa maio ia possa go e na g aças a consul as elei o ais pe iódicas. (...) O ascismo ecusa, na democ acia, a absu da men i a da igualdade polí ica (...). Pa a o ascis a udo es á no Es ado, nada do que é humano ou espi i ual exis e o a do Es ado. Nesse sen ido o ascismo é o ali á io (...). Nem pa idos polí icos, nem indi íduos podem exis i o a do Es ado. Po consequência, o ascismo opõe-se ao socialismo e é inimigo do sindicalismo (...).” Mussolini, A dou ina do ascismo, 1930 “[O Duce] é nomeado e exone ado pelo ei, pe an e o qual ele é o esponsá el pela o ien ação polí ica ge al do Go e no; ele é a enca nação sup ema do pode execu i o; ele escolhe os seus minis os que são esponsá eis pe an e o ei, mas ambém pa a com ele; ele decide o núme o de minis é ios e pode acumula á ias pas as; [...] as Câma as não podem abo da qualque ques ão sem o seu aco do p é io [...]. Quem a en e con a a ida, a in eg idade ísica ou a libe dade do Che e do Go e no é passí el de uma eclusão nunca in e io a quinze anos e, em caso de um a en ado a al, se á punido com a pena de mo e. Quem o ende o Che e do Go e no com a os ou pala as é punido com uma pena de eclusão de seis a in a meses. Lei i aliana de 24 de Dezemb o de 1925 1.1 A pa i do documen o 1, iden i ica dois dos p incípios ideológicos do egime ascis a. 1.2 Explica a ascensão de Mussolini ao pode . 1.3 Com base no documen o 2, mos a de que o ma a lei i aliana de 1925 (Doc.2) a o eceu a consolidação do ascismo. 1.4 P eenche os espaços em b anco do ex o seguin e (ou e com a enção os áudios do Powe Poin sob e a eme gência dos au o i a ismos) : a) O Es ado ____________ _____________ de ine-se, an es de mais, pela oposição i me, ao _____________, à ______________ ______________ e ao _________________. O ___________ en ende que acima do indi íduo es á o in e esse da colec i idade, a g andeza da __________ e a sup emacia do ____________. b) No con olo das men es e das on ades mui o in es iu o Es ado o ali á io ascis a. Uma gigan esca máquina de ______________, apoiada nas en ão mode nas écnicas audio isuais, p omo eu o __________ _____ ___________, publici ou as ealizações do egime e subme eu a cul u a a c i é ios _________________ e a é acis as. G andiosas ____________, onde a ul a am as pa adas, os uni o mes e os es anda es, o am al o de uma cuidada encenação ea al que gal aniza a as mul idões. c) A ___________ __________, exe cida pelas milícias a madas e pela polícia polí ica, a igu ou-se decisi a pa a ga an i o __________ ____ ____________ e a sob e i ência do ______________. XLVIII" " C i é ios Especí icos de A aliação Ques ão 1.1....................................................................................................10 pon os Ques ão 1.2.....................................................................................................10 pon os Pa âme os Ní eis Desc i o es do ní el de desempenho no domínio especí ico da disciplina Pon uação Con eúdos 4 Iden i ica de o ma cla a de dois dos p incípios ideológicos do egime ascis a, de en e os seguin es: - An i-pa lamen a ismo; - O o ali a ismo; - A exis ência de um único pa ido; - O co po a i ismo; - A oposição ao socialismo e ao comunismo po que assen am na lu a de classes que conduz a di isões e en aquecimen o do co po social (do Es ado). 8 3 Re e e de o ma comple a um dos p incípios ideológicos do ascismo e, de o ma incomple a, ou as das ca ac e ís icas do egime. U ilização adequada da e minologia especí ica da disciplina. 6 2 Re e e de o ma comple a apenas um dos p incípios ideológicos do ascismo. Ou Re e e dois dos p incípios ideológicos do egime de o ma incomple a. U ilização nem semp e adequada da e minologia da disciplina. 4 1 Re e e de o ma incomple a apenas um dos p incípios ideológicos do ascismo. Ou Iden i ica de o ma mui o gené ica dois p incípios ideológicos do egime ascis a. U ilização pouco igo osa da e minologia da disciplina. 2 In e p e ação do Documen o 2 In eg a in o mação ou exce os ele an es do documen o 1 pa a undamen a os dois p incípios ideológicos do egime ascis a.! 2 1 In eg a, de o ma incomple a, in o mação ou exce os do documen o 1 pa a undamen a um dos p incípios ideológicos do egimes ascis a. 1 Compe ências Pon os& Aplicação do conhecimen o adqui ido em di e en es con ex os his ó icos 8& Espí i o de sín ese e esumo 2& Compe ências Pon os& Aplicação do conhecimen o adqui ido em di e en es con ex os his ó icos 8& Análise e in e p e ação de ac os e con eúdos p esen es no documen o 2&